Narrativas compartilhadas tem o prazer de ouvir agora Lara Alice, que é o nome artístico dela. Ela é filha do Rogério Cipriano Leite. O Rogério foi meu aluno aqui, né?
Junto, nós estamos nesse momento no Salão Vermelho da Universidade de Sorocaba, campus Trujillo, e aqui funciona junto com o médium. O Evangelho foi meu aluno de 1987 a 1989 no Colégio Dom Aguirre. Eu fui encontrar aqui uma ajuda, né?
Também do curso de Letras. Ela me deu essa alegria: será minha aluna até o dia que ela contou pra mim que o pai dela tinha sido meu aluno. Eles participaram do sarau do curso de Letras nos segmentos passados, os dois, neste palco, cantando juntos.
Foi uma maravilha! Se Deus quiser, vão estar no próximo final. Então, o Rogério participou de algumas atividades aqui no Colégio Dom Aguirre, relacionadas a atividades com poemas, né?
A temperatura e vendo o palco, também na sala de aula e no palco. Coincidentemente, alguns anos depois, ela era bem mais a mesma coisa aqui dentro, e ela era quem mais tinha algumas coisas a contar. Então, vamos buscar primeiro os mais velhos, né, Rogério?
Nem conteúdo, um pouquinho dessa experiência dele aqui no Colégio Dom Aguirre, e depois a galera contando da experiência dela também, desde o momento inicial. Pela queda, contar a respeito da formação dela até chegar hoje. É um prazer enorme, Lara!
Fazer o plano seria uma coisa emocionante. A história de vocês é muito linda, e nos dão uma alegria muito grande estarem aqui hoje, né? Falando um pouquinho da história com vocês, Rogério, começa com você.
É um prazer poder estar aqui! Quando descobri que realmente a Lara estava tudo ok, foi uma maravilha saber que a continuidade é uma outra geração. Eu fiquei muito feliz, porque pra mim a sua presença na minha vida como aluno foi tão importante.
Exatamente porque eu sempre fui aquele cara que não é muito amigo de livros, eu nunca fui de leitura. E a partir do momento que eu vivo no blog, nessa época, a sua forma de mostrar o livro, da sua forma de ensinar literatura, me atraiu de uma forma que eu nunca imaginava. Então, depois comentava com ela que era o oposto, porque ela ama livros e literatura.
Eu lembrava, puxa! Eu lembro desse livro, desse momento. E foram momentos muito importantes pra mim, exatamente porque me despertou esse intenso interesse pela leitura.
Eu lembro, inclusive, eu mesmo no palco, aqui neste mesmo palco, porque eu nunca tinha atuado, nunca tinha feito nada parecido, a não ser de brincadeira. E aí foi proposta a gente reproduzir alguns textos aqui como uma apresentação teatral. No meu caso, eu empurrava o Ricardo Conrado a fazer algo comigo na mesma sala.
A gente pegou uma obra, uma crônica de usuários que escrevia na Veja, na época. Toda semana saía a crônica na primeira folha. Numa época, já Soares, por que dessas crônicas, o elenco foi escolhido, isso de forma que era uma história engraçada.
Porque a história do rancho da guarda, Fernando Collor de Mello, naquela coisa, porque ele ia fazer tudo o que queria, pular de jatinho, da Força Aérea. Ele queria andar de jet ski, era jovem, atleta. Então, é hoje da guarda se queixando ao Deus?
Que é o brincar, boadeiro, Deus vai ajudar a guarda. E aí, hoje aguarda todo torto, casa toda queimada, o réu, tudo torna-se um dado. Está difícil, não tem como o cara parar, ele quer fazer tudo.
E aí foi muito engraçado, o pessoal riu pra caramba. E assim, pra mim, aquilo foi uma magia, porque nunca tinha feito ao som da música. Eu sou músico e, utópicos, e na época já tinha uma banda que tocou nesse palco também.
Com essa banda, eu nunca fui do teatro, era da música. Então, aquilo me tocou. Dei um jeito, porque assim, três anos aqui é bastante tempo, e essa é uma das poucas lembranças que ficou gravada pra mim, a lembrança de ter tido a oportunidade que você nos deu, destaque no palco, e representar um texto, uma crônica.
Sabe, queria ter feito muito mais, mas aí acho que já não dava mais tempo. Era pouco tempo a gente tinha, mas foi uma experiência sensacional, sabe? Uma coisa muito divertida.
Além do pessoal, fim do pessoal, depois, como, nossa, você é o anjo torto! Lá e aí, nessa hora, acaba aprendendo um pouco mais dessa coisa da dança, trazendo temperatura do palco, o teatro, não seguir o teatro, cinema, música. E, porém, daqui a pouco vem a Lara, e alguns anos depois, na literatura e no teatro também de forma incrível.
Então, eu me lembro muito, ainda mais estando aqui nesse palco, foi isto que aconteceu. E você encaixa no esquema, já que alguns queriam que eu lembrasse do Luis Fernando Veríssimo, porque tinha como jogador do público, né? Não, uma analista de baixo.
Eu lembro muito bem nesse livro, exatamente por eu não ser muito ligado à leitura. Quando eu descobri essa literatura, foi um pouco que legal, que coisas agradáveis. Também, não que os outros não sejam verdade, sim, acredito que tenho certeza que são, mas eu nunca fui da leitura.
Então eu lembro muito da linha da baliza de Bagé, que eu achava muito engraçado. Sabe? Então, foi uma marca muito grande pra mim nessa época da leitura.
Me aproximou da leitura. Quem sabe isso foi muito importante, porque eu sei da importância da leitura na arte, na música. Sem que a leitura, a poesia é extremamente importante.
Aliás, além de uma coisa relacionada com música, também de poesia na música. Não vou lembrar agora o que. Quer, mas não sei se foi.
Ó, a Legião Urbana, com um "Não quero caminhões", né? Ano ainda que eu falasse a língua. Nos une, só perdemos.
Nós fizemos um trabalho com isso também. Agora, lembrei dessa, a munição que é exatamente o amor. É fogo que anda sem se ver.
Nós temos alguma coisa com essa música também. Vem de lembrar dessa vez a passagem no meio da memória. Agora, aqui, então, olha só que maravilha que foi essa união, né?
Da minha parte musical, que eu sempre amei a música e descobrir toda essa coisa da literatura. Graças, não sei quem trouxe essa oportunidade para nós que dançam juntos. Pra essa, mais uma ligação, perguntando, mas nega, mas tremendamente importante!
É muito importante. Foi o mundo, o filme importante mesmo. E agora, falando um pouco da experiência, a chegada dela a 0, quem diria, né?
Filha do evento sempre incentivou, né? Um dia na casa não tiveram o mesmo problema desde pequenininha. Então, aí já foi pegando fogo, dando.
Foi além do emblema. Etapa sim, e aí eu fui crescendo. Foi no pessoal do MP, eleito por quatro.
Eu comecei no teatro quando tinha 11 anos. Então, deve haver um pouco antes, porque tudo fazia, tacinha. Meu time, coral, canto coral, vai sempre.
Mas aí, eu entrei em contato quando tinha 11 anos e fiquei no teatro. Ano eu comecei lá no camarim, o amigo esperando. Então, eu fiz vários cursos, maconha, e fui andando por aí.
Vamos marcar fechado como era perto do seu carro com chofer, por várias pessoas que necessitem. Tudo nessa adolescência que eu criei no teatro, né? E isso foi muito importante para mim, porque eu fui tirando o meu caráter, o leitor e cultural da própria Lara.
Não quero. Então, a poesia entrou na avenida sem saber que era poesia. Na escola, começando a gente estudava no colégio, anos, no Milan.
E harmoniza da aula, filho. É um exemplo de contação de história. Já estava interessada, mas eu nunca imaginei que harmoniza também queria ser.
Só foi descoberto no ano passado, e agora acaba de lançar no sábado o projeto “Ou Manter”. Não vai aí? Contato, além da contação de histórias, sempre, livros e um treino coletivo no colegial.
E Marisa, a professora que foi aluna também, sempre falava. E a Marisa, ela foi a porta para entrar para o mundo da literatura para sempre. Não sei o que mais.
E ela sempre me falava, aqui, tinha acontecido com ela. Porque, é, um professor saiu com ela, o professor chegou a fugir também. E ela fez comigo, “Você, em algum momento, ele começou a fazer letras da Uniso”.
"Professor, tem livro? " Nem imaginado. Achei na Uniso e, logo no primeiro semestre, teve aulas de literatura infantil e juvenil.
E já vê Robert, falou: "Bom, final, né? Tem que apresentar uma peça à sala em um terreno pra mim, para o primeiro dia que eu fazia teatro, né? " Nossa!
Agora, vai ter que fazer uma peça. Festa, apenas um olho pra lá. Todo mundo trabalhar junto.
Vamos descobrir. E, no colegial, a minha diretora sempre incentivou. Levava para a escola que a gente criou um grupo de teatro dentro do colégio.
Objetivo que não era o objetivo, sempre é o objetivo do norte, que é bem pequenininho. É só ensino médio. Eu comecei essa atividade, exceto lá dentro.
Achei que ia acabar como é quando feito de lá. Vim pra cá e continua. Aí, a gente acabou entrando nessa de fazer pastel, frente, contou Peter Pan, que foi sensacional!
Nossa! Aí, depois ele contou Peter Pan para os alunos que estudam comigo, os outros estudantes. Ele era perguntar: “Quando a gente vai fazer a próxima?
” Porque, através desse caso que ele fez na faculdade, a gente aprende muito melhor. Toda aquela que lhe conteúdo que a gente estava vendo, a gente coisa prática de entender o que estava acontecendo. Até hoje, às vezes o Felipe, que fez com a gente, ele começa a falar, fala do PT, dando nada.
Aí ele quiser, prefeito, ele aprendeu, ele está bem, está interessado. Por aí eu acabei, e depois que ele tentou, que a campanha, tem o sarau. E eu fui participar do primeiro sarau aqui na Uniso com a aluna, já ano passado, em 2018.
E aí eu tive mais contato com você, Roberto. E a gente foi se conhecendo, o professor de literatura infantil e juvenil, Robertson, a Moela, existem Sorocaba, né? E olha, não sei, mas ele é professor da Uniso.
Vamos conversar! Então, aí eu descobri que o meu professor, professor, e a professora da minha outra professora, investigando esse caminho, foram alunos dele. Então, conversa, aí a gente começou a falar.
Eu não soubesse fazer teatro. Aí o pai falou: "Não gosto de 2004, um pouco mais na parte afetada". Outro dia vi uma peça de teatro e, por conta dessa peça de teatro, lembro até hoje a história de um anjo que, com certeza, se eu só tivesse repassado, ainda não celebraram, não ia ficar peso.
Mas como ele fez, ele atuou na perna, não? É, então, tem um pouco da minha história. Eu cheguei machucado, não é?
Pessoal, aliás, estou a dormir, mas também baseado nele tirar alguma coisa nessa história do jogo. É aquele do anjo. Ele tirava alguma coisa, não me quer.
Mas eu sempre fui muito desastrado. Então, acho que te conhece. Dilma.
Aí ele começou a falar que sim, eu sempre soube que meu pai não era muito fã de leitura, do jeito que eu sou, de ler cinco livros. Assim, ela vem: "Gente, que você acha difícil? " Um show!
Nossa! Pureza que reuniu-se com um aro no Iraque para o orgulho que eu! Então ele falou, mas lembra que ele está um livro com Roberto?
E eu lembro que esse professor, que não tinha exatamente sério mesmo. Eu tive um professor. Ele foi.
. . O único professor que me senti realmente teve alguma coisa interessante.
Isso conversando até que surgiu o segundo sarau, o 3º sarau da semana de letras. Nós participamos; aí eu fui tomando frente das coisas que eu quero fazer, o que estou fazendo aqui. Ó, pronto!
Aí eu acabei sendo coordenadora da semana de letras. Não sabe nem que uma semana de letras foi coordenador, apresentador e também um sarau. Perguntei: "O sarau, nossa, onde?
Coisa eu vou batendo, pecando sempre, falando: faz assim, rejeita assim. " Virou o ano, não era mais favorável. E agora, José, vai falar, agora apresentará os novos feitos.
"Faça, meu amor, eu fui trabalhar, eu topei vencer. " Vamos à Daniela! Também comecei até com o padre, ela é professora da Unisul.
Viajar amanhã em masculinos, o sangue começa a excitar, que você é o dono. Um ano, um ano ou antes, mas ela então trabalhou segundo J no primeiro jogo. Eu também tive um contato com ela quando ainda estava entrando na enchente do Alto, mas ela foi auxiliada por conta de promessas e projetos que do organismo.
É esse ano, 2009, comecei a ter aulas de literatura inglesa com ela. Aí a gente. .
. Pro dona! Então, daqui a pouco você continua contando essa história da literatura inglesa.
Então, um pouquinho mais e daqui a pouco estaremos de volta.