nós estamos com a Professora Doutora Márcia de Souza Xavier médica veterinária patologista Clínica e professora da Universidade Federal Fluminense que começar a conosco sobre hemostasia Professora Márcia seja muito bem vindo ao G pac EA curso de análises clínicas veterinárias muito obrigada professora é boa tarde então Keila demais participantes eu queria agradecer o convite a confiança no meu trabalho eu espero que seja muito proveitoso para vocês o que nós vamos conversar aqui tentar fazer de uma forma mais leve de da Tica possível para que vocês tenham um excelente aproveitamento ó Então nós vamos falar de Bom
dia e nessa primeira conversa que nós estamos tendo nós vamos falar da parte da fisiologia da hemostasia Tá então vamos começar lembrando então que a hemostasia dentro do corpo de um mamífero né Nós estamos focando aqui em mamíferos né ela faz parte do que nós chamamos de homeostasia mas como são palavras bem parecidas eu sempre chama atenção que a gente toma cuidado para não confundir um fenômeno como com outro porque porque a hemostasia está incluída na homeostasia a homeostasia lá é um fenômeno muito mais amplo que se refere ao equilíbrio de todo o organismo vivo
né EA hemostasia é um dos sistemas fisiológicos que se refere a que se refere ao sistema circulatório ao sistema sanguíneo né E como a gente pode definir a mostrar azia a gente vai definir como todos os mecanismos fisiológicos o que visou manter o sangue dentro dos vasos e sempre na forma fluida para que ele possa circular como que a gente vai entender esse ponto 1 e esse ponto dois esse dentro dos vasos e na forma fluida a gente divide a hemostasia didaticamente 13 etapas tá E aqui estão a coagulação que vai ser o foco né
do nosso da nossa avaliação da análises clínicas veterinárias a fibrinólise e a tromba ou resistência a coagulação a gente ainda subdivide sob o ponto de vista didático plaquetária ou primária e plasmática ou secundário e essa população Então ela Visa deixar o sangue dentro dos vasos porque porque toda vez que eu ver qualquer ruptura vascular por mais microscópica que seja imediatamente Vai haver a coagulação para impedir o extravasamento de sangue do leito vascular a fibrinólise vai remover esse coágulo o mais rápido possível para que ele não represente um trombo impedindo o fluxo sanguíneo ele tem que
durar esse com água restritamente o tempo em que o vaso a parede vascular se reconstitua EA trombo resistência que também é chamada de anticoagulante né que são os fenômenos Antes quando anticoagulantes ela tem como papel e impedir que haja a formação do coágulo desnecessário a mente e que esse essa formação do coágulo ela seja limitada apenas ao espaço onde houve lesão vascular Então Jô e ativamente falando dessas etapas e o mais interessante como eu falei é uma divisão didática porque fisiologicamente essas três etapas elas acontecem simultaneamente tá então vamos devagar vamos passo a passo para
entender essa fisiologia da hemostasia tá a coagulação então que ela é a formação do coágulo a gente tem então esse quadro que é um tampão numa fase primária em que a gente vai ter a formação de um tampão plaquetário que é imediatamente após a lesão vascular por isso que é chamado de primário né e uma fase que a plasmática ou secundária que é o que a gente também chama de cascata da coagulação que a formação de fibrina para estabilizar aquele tampão plaquetário que foi formado imediatamente após a lesão vascular tá então esse e logo que
ele é formado ele precisa ser destruído mais rápido possível porque como é uma coisa dynamic simultânea assim que interrompe o fluxo sanguíneo que está saindo esse coagro ele já começa a sofrer uma digestão microscópica e enzimática então ao mesmo tempo que ele está sendo montado ele vai sendo desmontado para que a o fluxo sanguíneo não seja interrompido pelo trombo que vai se formar ali naquele com a né então é simultânea exatamente conta disso parou o a saída do fluxo sanguíneo a parede vascular já começa a entrar em Regeneração por um estilo até plaquetária a gente
vai entender né que as plaquetas liberam fatores estimulantes de mitose e aí rapidamente a parede vascular começa a se reconstituir no momento que ela acabar de se reconstituir em aquele quadro já não tem a existir então a digestão a fibrinólise ela também começa a simultaneamente a formação do próprio Cohab E aí eu já começo a mostrar para vocês como que são fenômenos paradoxais né embora tão antagônicos eles acontecem simultaneamente e pela ação de uma enzima que é chamada a plasmina e da onde vem essa plasmina ela vem da sua forma inativa zimogenica que é o
plasminogênio esse plasminogênio já está no plasma e já está presente em várias células em várias líquidos corporais e ele se transforma em plasmina muito rapidamente a própria ativação da coagulação ativa a conversão do plasminogênio em plasmina e me aprovo resistência que são os mecanismos antigos eles vão contribuir contribuir para regular o volume do coágulo que está sendo formado e impedindo que haja uma disseminação de coagulação pela corrente sanguínea em decorrência de uma ruptura vascular então para conter aquela formação do coágulo e irrestritamente naquele ponto da lesão vascular esses mecanismos de trombo resistência eles vão agir
intensamente ao redor da formação do coágulo para que esses fatores que se ativam pela lesão vascular a formarem coágulo não se disseminem pela circulação então gradativamente eu vou mostrar esquemas que vão ajudar vocês entenderem essa simultaniedade desses fenômenos que são até certo ponto paradoxais porque paradoxal porque um Visa coagular o sangue o outro vida um p o sangue coagule e o outro se preocupa em digerir com coágulo que ainda nem chegou ao seu volume massa tá então vamos devagar tá bem para entender esse paradoxo tão maravilhoso que é uma das partes da patologia clínica que
eu mais iniciado em falar e explicar porque esse entendimento dessas é de fenômenos antagônicos me encanta Tá então vamos lá Esse é o que a gente precisa entender me pode o corpo funciona ele tem um certo atrito entre os tecidos e os órgãos que acaba gerando pequenas rupturas e nível capilar então o animal não precisa sofrer e nós também seres humanos não precisamos sofrer nenhum trauma é maior do que o próprio funcionamento do corpo dos órgãos para que pequenos capilares se rompam né E aí quando isso acontece Nós não vemos sangue Nós não vemos nenhum
é traço de sangue no Animal saudável no animal que está com seu corpo funcionando de maneira equilibrada né entre todas as suas funções Inclusive a hemostasia né então por que que a gente não vê sangue extravasando desses capilares que se rompem pelo próprio funcionamento do é justamente porque existem o que os valores de normalidade para todos esses elementos que estão envolvidos na hemostasia que elementos são esses eu listei ali para lembrar para vocês são as plaquetas os fatores que já estão no plasma e que vão contribuir tanto para a coagulação quanto como fatores anticoagulantes lá
embaixo e a própria com as mina que vai digerir esse coágulo então todo paciente todo mamífero quer seja humano ou não-humano ele tem valores de normalidade para todos esses elementos e é justamente por conta do equilíbrio desses valores de normalidade é que um paciente normal saudável ele não vai apresentar sangue por conta dessas pequenas culturas de nível capilar é claro quando esse paciente sofre um o maior do que eu fisiológico o que que vai acontecer dependendo do grau de ruptura vascular o próprio sistema mostat qo pode resolver o problema mas dependendo do grau de ruptura
vascular E aí Vamos citar a principal característica que são os vasos de maiores calibres Eles não têm condições de ser interrompido a hemorragia só pelos sistemas fisiológicos Tem que haver uma intervenção medicamentosa uma intervenção mecânica pelo médico pelo médico veterinário ou às vezes até pela própria pessoa né se ela tiver condições de agir no próprio corpo para tentar interromper essa hemorragia que é muito maior do que acontece fisiologicamente que apenas em nível capilar e vai existir também uma circunstância em que o paciente que está com problemas na a fantasia ele vai apresentar nessas pequenas rupturas
uma evidência de sangramento da qual não deveria apresentar e que nós vamos detectar esse problema nesse paciente e vamos ter que investigar Por que que o sistema hemostático dele não impede um extravasamento de sangue para essas rupturas de nível capilar que acontecem fisiologicamente Tá então vamos também gradativamente falando de cada uma dessas situações né em que a gente vai pensar em rupturas traumáticas e rupturas de nível fisiológico que são aquelas e nível capilar Tá bom então eu tenho aqueles que ela que representa essa parte da fisiologia interação das plaquetas dos fatores plasmáticos dos fatores anticoagulantes
e da fibrinolysis que é um esquema de um post teve que eu via muitos anos né Tem mais de 10 anos que eu vi esse pôster da propaganda de fabricantes que avaliam hemostasia né nas análises clínicas Gerais não específicas veterinários e esse esquema é muito interessante porque ele mostra todas essas etapas da coagulação tanto plasmática quanto plaquetária da anticoagulação e da fibrinólise Então vamos tentar entender né é esse tema eu vou usar que o meu cursor para mostrar para vocês algumas dessas etapas Então vamos primeiro ver as plaquetas Quem são as plaquetas nesse esquema são
essas estruturas que estão aqui na ponta do meu curso é que são pequenos fragmentos eu estou plasmáticos verdes representados como Verde nesse esquema tá é nós observamos no microscópio essa estaquetas coradas não tão lilás né Vamos mostrar algumas fotografias de esfregaço sanguíneo ele vocês vão ver como a gente vê as plaquetas né o fundo da minha apresentação se vocês perceberem aparecem aqui algumas plaquetas mas no momento o foco Não é esse vamos entender o esquema Então estou aqui atrás aqui estão representadas por essas estruturas esverdeadas né que estão vindo aqui no fluxo sanguíneo aqui branco
grande são glóbulos brancos são leucócitos e vermelhos as hemácias então é que eu tenho plaquetas leucócitos hemácias num pedaço do vaso sanguíneo então aqui um pedacinho de vaso sanguíneo que ele se rompeu nesse pedaço então aqui eu tenho uma ruptura de um vaso sanguíneo por baixo dos glóbulos sanguíneos eu vejo ali o rei o nilto Vasco lá né se elas endoteliais que estão íntegras ali e que aqui no limite do vaso elas sofreram rutura a lesão E aí o que que eu tenho eu tenho aqui as plaquetas já se aderindo e agregando então eu tenho
eu tinha um amontoado plaquetário de cor verde porque as plaquetas aqui estão representadas de verde e o que que eu tenho eu tenho alguns tracinhos brancos já formados aqui por cima desse aglomerado de plaquetas que é deposição de fibrina da onde vem essa fibrina essa fibrina vem da cascata de coagulação que está representada aqui por eles quadradinhos amarelos e vermelhos Então os quadradinhos amarelos são as formas inativas dos fatores plasmáticos e os quadradinhos vermelhos são as formas ativas dos fatores plasmáticos então esses fatores vem pela a princesa que aqui é essa que o meu cortou
tá mostrando aqui vem pela Via extrínseca também né E se encontram na Via comum a onde elas vão transformar o fibrinogênio acompanha aqui sempre meu cursou o fibrinogênio em fibrina Então me mostra aqui tanto disciplina em várias etapas Uma etapa que ela é solúvel para uma etapa aquela se torna insolúvel mas estava e forma então esses tracinhos brancos aqui que é a fibrina que é uma proteína gelatinosa ela funciona como se fosse uma Cola e da resistência a esse tampão plaquetário que está sendo formado e essa fibrina ela vem então sequestrando todos os glóbulos sanguíneos
vem sequestrando hemácias que tá mostrando aqui e vem sequestrando leucócitos também além das plaquetas que já se amontoam aqui para fechar a lesão né É o primeiro informação então é esse tão Boa tarde em que a fibrina vai se depositando e vai sequestrando tudo ao redor além das plaquetas hemácias e leucócitos também e o que que nós vemos aqui nesse esquema também nós vemos a fase fibrinolítica que aqui está representado né pela plasmina veja que junto no meu cursor acompanho sempre meu cursor destacando então aqui a plasmina e que veio ativada por várias minhas vejam
que os bascos das ramificações mostram as várias vias que transformam o plasminogênio em plasmina para que ela comece a digerir já o colar o coágulo desde o início da sua formação né então aqui a gente tem havia fibrinolítica a gente tem havia se Breno lítica representado Então por esses retângulos e quadrados cinzas e para mim aparece como cinza aqui né E tem havia também da anticoagulação né que nós te e nesses retângulos de cores verde Adão esverdeado meio cinza né E que nós temos então duas representações aqui a da antitrombina 3 havia da antitrombina 3
e do outro lado aqui havia da proteína C né Essa proteínas e ela vai se ligar alguns fatores e nós vamos chamar atenção quais fatores né mas já mostramos aqui que é o fator sete né o fator 8 e um fator 5 são os principais que ela vai havia da proteína cê vai vai se preocupar mas principalmente o fator 8 e o fator 5 vai neutralizar esses dois fatores que são amplificadores da coagulação a gente vai entender depois e aqui da antitrombina cujo o fator principal é a trombina que é o fator dois ativado e
que a última etapa de transformação nos hidrogênio fibrina eu costumo brincar com os meus alunos de ver o que a trombina que é esse último elemento aqui né da transformação do fibrinogênio em fibrina que vem no final da cascata de coagulação ele é um meliante eu costumo brincar que ele é um meliante por quê Porque tudo que a trombina quer fazer é coagular o sangue então se a trombina sair desse espaço a onde houve a lesão vascular que é onde ela tem que ficar para transformar o fibrinogênio em fibrina apenas nesse local ela se ela
escapar e se espalhar pela circulação ela vai transformando qualquer molécula vou dizer que ela encontrar em fibrina e isso vai formar Então o que vários trombos vários ângulos pela circulação então o foco dessa via da antitrombina 3 é direcionado para a trombina e também para todas as vias que vem rapidamente para a trombina é porque a via comum esse finalzinho aqui da Via o fator 10 né mas também aqueles que estão envolvidos na Via intrínseca e que pode de maneira acelerada chegar a produção de trombina Então essa via da antitrombina ela diminui a quantidade de
trombina produzida aqui nessa etapa onde eu tô mostrando aqui o cursor e neutraliza a própria trombina que é quem converte o fibrinogênio em fibrina as Lembrando aqui que nessa via da antitrombina 3 nós temos a heparina e substâncias semelhantes a heparina e sulfato de dermatan que em conjunto fazem esse trabalho né eu gosto sempre de lembrar da heparina porque a heparina é um anticoagulante fisiológico presente em sangue de vários mamíferos e eu também utilizado nas análises clínicas como anticoagulante para algumas amostras da Claro então eu gosto muito desse esquema porque ele mostra numa visão E
como que esses fenômenos acontecem simultaneamente a partir de uma lesão vascular e aqui está representado nesse vaso e que a necessidade de controle da formação desse coágulo da digestão desse com água que vai acontecer desde o início da sua formação para quando a parede vascular já estiver re constituída esse coágulo já não exista mais tá então nós temos na fase primária esse esquema que eu tenho aqui que é do livro do jain é de Hematologia clínica veterinária Esse é um livro que já tem a sua edição esgotada iguais nas bibliotecas dos cursos de veterinária normalmente
ele é encontrado ele é um livro relativamente antigo ele é de 1993 então livro que tem 27 anos mas ele é um livro muito interessante muito bom ainda ele tem a parte de Hematologia toda resumida principalmente voltadas para os primeiros livros dos O filme é o primeiro autor em Hematologia veterinária e esse esquema que é do livro dele no capítulo em que estuda a hemostasia ele mostra também alguns de maneira bem simples a interação de algumas etapas da fase primária ou seja da coagulação plaquetária da promo resistência e da cascata de coagulação da coagulação secundária
Então vamos entender esse esquema nós temos aqui o início da fase secundária onde eu escrevi aqui de vermelho Então nós vamos mais adiante falar dessa fase secundária mas o que que é legal nesse esquema que assim já mostra que como elas são simultâneas a hemostasia primária essa secundária nós temos aqui a tia representada a ativação das duas vias dessa fase secundária dessa fase secundária que havia um princípio e a via extrínseca da cascata de coagulação e eu vou mostrar que concurs ou para vocês e eu vou mostrar aqui que esse fator 12 ele se transforma
em 12 ativado no momento em que ele está no plasma normalmente circulando lá no sangue no vaso inteiro e no momento que o vaso se rompe que é cortado que sofre essa ruptura essa parte do sub endotélio encosta no plasma e esse toque físico esse contato físico ativa esse fator 12 transformando ele em fator 12 ativado esse a Zinho que acompanha então né esses números significa que o fator 12 está ativado Então todo fator da cascata de coagulação com esse azinho significa que está ativado então aqui nessa representação do fator 12 ativado é o início
da Via intrínseca que nós vamos ver mais no final da nossa apresentação e a via extrínseca é representada por essa seta Mais Escura aqui por esse pozinho E ai aqui no plasma do tecido e essa é a característica da via extrínseca ela começar com uma proteína que cai da parede vascular no plasma e nós tomamos esse fator de fator tecidual também chamado de fator três em algarismo romano e ele cai no plasma ele usa o cálcio livre que já está no plasma o cálcio iônico né o cálcio ionizado ele vai usar esse caos como cofator
e vai ativar um fator sete e assim começa a via extrínseca antes então fator 7 é ativado por este fator tecidual que cai no plasma quando o vaso se rompe EA gente dá início então a via extrínseca então é esse pedaço aqui mostra o início da fase secundária tá nós vamos falar depois como ela continua né aqui do lado esquerdo nós temos representado um pouco e como Resistência da mesma forma como aqui do lado direito no finalzinho né O que que a gente entende aqui é uma célula e integrada a parede vascular da mesma forma
que a célula íntegra e essa célula íntegra ela representa um mecanismo anticoagulante de trombou resistência ou seja de resistência a formação de trombo como que faz isso com receptores que aqui está representado bem grande né para mostrar bem né que tá na superfície das células esses receptores são receptores para o nosso meliante da coagulação que a trombina Então por que que tem que ter esses receptores porque se a trombina fugir nesse foco aqui ó da lesão vascular porque é aqui que a trombina tem que ficar porque aqui tem lesão vascular se ela escapada aqui o
que que acontece ela vai ser captada por esses receptores nas células endoteliais como mostra aqui do a respeito do esquema tá vendo uma trombina que é o fator dois ativado sendo captado por esses receptores e essa ligação faz parte daquela via da antitrombina 3 que tava Naquele esquema anterior então é um dos mecanismos de trombo resistência e um outro mecanismo de trombo resistência que tem nem este esquema também é esta essa prostaglandina que tá aqui do Cantinho do lado direito da nossa apresentação de si mesmo esquema que é o esquema do Jardim como eu falei
para vocês e saindo da célula endotelial essa seta pontilhada mostra que a célula endotelial estar secretando essa próxima grande na que se chama prostaciclina e de forma abreviada a gente chama de pge2 então pge2 é a abreviatura da prostaciclina que é uma prostaglandina liberada pelas células endoteliais Pan diminuir a formação bom E como que haja essa próstata ciclina essa próxima se inclina vai agir nas plaquetas ela vai desativar as plaquetas e inibe a ativação de outras plaquetas por quê Porque as plaquetas Elas têm que ficar ativado às apenas aqui no local da lesão então Aqui
nós temos as cores que até sendo representadas nós vamos botar aqui o nome Zinho das plaquetas então estão representadas aqui por essas estruturas elípticas cheia degranulação no seu interior Esses grânulos são estruturas celulares são organelas celulares e essas plaquetas Então as chegam aqui no foco da lesão Para fazer a Adesão Como estão aqui ó a Adesão e depois elas vão fazer agregação que é uma se amontoar sobre as outras a gente vai chamar de agregação Então essas plaquetas elas estão ativadas aqui mas se essa porque eu tô fugindo esse local pelo fluxo sanguíneo em pu
e ela pode ser neutralizada por essa próstata se inclina Então esse mecanismo é muito importante junto com os receptores de trombina para restringir no local os fatores ativados esse eles escaparem poderem ser neutralizar então aqui nesse foco da fase primária nós temos Então as plaquetas se aderindo e elas como é que elas fazem essa adesão vamos entender o mecanismo elas são atraídas para esse local atraídas eletrostaticamente por quê que produz vaso tá entrego a parede vascular e as plaquetas têm a mesma carga elétrica e carga elétrica e cargas elétricas iguais se repelem então as plaquetas
nem chegam perto do endotélio íntegro mas no movimento que sofre ruptura essas estruturas subendoteliais elas apresentam uma carga elétrica positiva q é diferente das a carga elétrica das plaquetas então isso causa o que uma atração eletrostática que não é suficiente Para que ocorra a Adesão Para que ocorra a Adesão é necessário um fator de Von willebrand acompanha que alguns ou prestem bem atenção na imagem que aqui está representado de maneira abreviada o fator de Von willebrand que do inglês é Von willebrand Factor e por isso que está de trás para frente vwf é o fator
de Von willebrand que vai entrar aqui olha onde que tá a certa entre as plaquetas E essas células que se romperam da parede vascular esse fator de bombeiro e é uma gripe proteína e ele vai se ligar a receptores nas plaquetas e nas estruturas subendoteliais para ter uma fixação estável para colar né a gente costuma comparar com cimento com uma cola esse fator de vão lembrar é a primeira camada de plaquetas então que faz adesão ela já é e no processo de modificação da sua estrutura celular que a gente vai chamar de metamorfose plaquetária em
que ela quebra o citoesqueleto e ao quebrar esse citoesqueleto aquele citoesqueleto que é formado de proteínas tubulares né ele permite a saída do conteúdo plaquetária então a gente fala também de uma outra função plaquetária além da Adesão e da modificação da forma que é a secreção essa secreção ela é representada principalmente pelo ADP e pela thromboxane A2 né A thromboxane é uma prostaglandina também aqui abreviada de txa2 e essa thromboxane ela é muito importante porque ela é vaso Construtora e essa vaso constrição vai aproximar os bordos da lesão Olá mesmo tempo essa provocação e vai
agir nas plaquetas expondo mais receptores na superfície dessas fraquezas e permite a agregação plaquetária Então ela é uma potente agregadora plaquetária E aí então a gente vai passar das plaquetas dance desse adesão dessa primeira camada de adesão para camadas subsequentes de plaquetas que a gente fala em agregação plaquetária E para finalizar então entendimento desse esquema Vamos mostrar aqui a fase secundária né da coagulação que a cascata de coagulação em que ainda tem uma participação plaquetária aonde ela secreta aqui então aqui tá já mudou totalmente o seu a sua morfologia e ela secreta tudo que tem
dentro dela a ponto de disponibilizar um fósforo lipídio da sua membrana que eu posso lhe pedir plaquetário 3 que age como um cofator para Cascata de coagulação como a gente vai ver adiante em outros esquemas então é importante a gente entender que essa metamorfose Paquetá e ela chega no nível tal que a plaqueta disponibiliza fosfolipídio da sua membrana para agir como cofator nessa cascata de coagulação muita informação muita informação mas é isso que encanta o fenômeno de coagulação dentro da hemostasia juntando a Trono resistência e a fibrinólise porque são fenômenos tão bem encaixados uns nos
outros tá então vocês podem pausar Durante é o vídeo no momento que vocês podem estudar para entender bem esse esquema bom então aqui de forma resumida tudo aquilo que eu falei para vocês as funções plaquetárias então aqui para organizar mais o estudo de vocês eu destaco aqui que para adesão plaquetária atração eletrostática que faltou de bom que lembrar são importante que a ativação plaquetária leva ela a metamorfose plaquetária EA secreção de substâncias do seu interior que isso depende da o sítio esquelético é formado por proteínas tubulares que permite então a saída de substâncias de dentro
da plaqueta e dentre essas várias substâncias que saem de dentro da plaqueta eu destaco o ADP que é um potente ativador plaquetária e destaco também a thromboxane A2 que é uma prostaglandina de efeito vasoconstritor e agregador plaquetário além também de Deus da parte das plaquetas sair em vários fatores coagulantes é e contribuem para Cascata de coagulação EA agregação que é então o amontoado de plaquetas umas sobre as outras que vai dar origem então ao tampão plaquetário que a gente vai ver eu mais uma vez aqui o esquema para mostrar para vocês e voltar em detalhes
a mostrar a fase primária a fase secundária o início da fase secundária a é tensa representada pelos receptores para trombina e a trombo resistência aqui do outro lado do esquema representado pela secreção de próstata se inclina crosta ciclo então aqui é a evolução desse quadro primário do chamado tampão plaquetário em que a gente tem aqui as plaquetas agregadas e já bastante fibrina sendo depositada porque a fase secundária está acontecendo aqui desse lado aqui representado pela Via é intrínseca e comum chegando então a produção de trombina que transforma-se hidrogênio exibindo né e faz então essa deposição
de fibrina junto com as plaquetas além de continuar representando os mecanismos de trombo resistência através dos receptores de trombina da secreção de prostaciclina e aqui havia da antitrombina 3 com o Farina e os fatores então que essa antitrombina 3 vai neutralizar para controlar a coagulação tá então mesmo tempo que o esquema destaca a coagulação primária também mostra a coagulação secundária a fibrinólise e a trombou resistência à fibrinólise então mostrando principalmente que vai ser ativada aqui também pela essa via da fibrina e da exposição de fósforo e pedir um eu estou aqui mais uma vez o
esquema para finalizar sem as palavras de maneira que vocês vejam com nitidez os fatores da Vinci que da Via comum né obesogênico fibrina a exposição do fosfolipídio e havia da antitrombina 3 peça vamos fazer a secundária então para gente batalhar como ela corre aqui como eu mostrei para vocês o início dessa dessa fase secundária que é da via intrínseca aqui do fator 12 que é um fator que a gente chama de ativação por contato porque o contato físico que transforma o 12 em 12 ativado e aqui o início da Via extrínseca representado então pelo fator
tecidual caindo no plasma para ativar o fator sete então aí representa o início da da fase secundária da cascata de coagulação e das duas vias intrínseca Extra né E também Todas aquelas outras fases que a gente já viu anteriormente e pensa a fase secundária a fibrina e a fase aqui avançada dessa cascata de coagulação que a gente vai ver separadamente de uma forma didática para a gente entender então aqui tá via clássica né como é conhecida classicamente pela representação de uma perna de um Y né porque as duas as três vias juntas a gente costuma
dizer que é representada por um Y com Y com uma perna mais longa outro com a perna mais curta que se encontra e termina numa perna vertical que seria então a via comum então eu tenho aqui uma parte do Y que a perna mais longa do Y e a perna reta do Y que havia comum essa via mais longa aqui que a perna mais longa do Y é a via intrínseca e eu costumo dar uma sede para os meus alunos fixare né decorare havia O que é associada ao exame Laboratorial Lembrando que essa via que
é mais longa que havia entre música Ela utiliza um teste no laboratório que também tem uma sigla mais longa que é o ttpa daqui a pouquinho a gente vai falar desse nome mas não tendo um que isso já é uma forma da gente memorizar Qual é o teste que avalia via intrínseca passando pela comum é o ttp a via mais longa sigla mais longa e vamos entender como é que acontece Essa Via intrínseca classicamente Então tô falando falando que essa é a forma clássica é que a gente estuda ainda mas existe largo no final e
vou deixar um artigo para vocês de uma forma que já fala das super da importância das superfícies celulares nesses fenômenos da coagulação tanto primária quanto a secundária mais classicamente a gente ainda estuda essa população plasmática né a coagulação secundária por essas vias Class os principais 3 fica aí comum então é intrínseca vamos vamos para ela ela começa aqui siga o meu cursor né aqui da apresentação ela começa a culpa toda 12 que se ativa fator 12 ativado né E esse fator 12 ativado vai transformar o fator 11 e faltou 11 ativado que vai ativar então
o fator 9:09 ativado e nessa etapa o fator 9 ativado ele vai precisar de cálcio livre né que é o cálcio que já está dissolvida no plasma ionizado né não está ligado a proteína né nem a outra nem açais né tá ionizada ele tá livre e eu fosfolipídio plaquetário 3 né que ela que ele fosfolipídio que eu falei lá naquele esquema que é liberado da membrana para que tá então essas esses três elementos juntos eles são capazes de ativar o fator 10 a via comum e vai ativar o fator 10 ativado não vai deixar o
fator 10 ativado isso acontece de uma forma bem lenta isso acontece sob o ponto de vista enzimático de uma forma lenta mas acontece E aí esse fator 10 ele também vai se ligar o cálcio e também vai se ligar o fósforo ele pediu plaquetário e vai produzir a ativação da pró-trombina em trombina lembra que eu brinquei a trombina é o meliante tudo que ela faz a coagular o sangue e ela faz isso de uma maneira Espetacular extremamente eficiente sob o ponto de vista do comportamento de uma substância cujo objetivo é transformar fibrinogênio em fibrina e
coagular da forma mais rápida possível como que a trombina faz isso assim que são formadas as primeiras moléculas de trombina Ou seja é o dois ativado aqui esse a trombina vai se ligar o cálcio e ao mesmo tempo que ela começa a transformar-se fibrinogênio em fibrina que aqui o final da cascata de coagulação ela retro alimenta esta via pela qual ela chegou então o que que ela faz ela vem aqui do lado direito Olha aqui que eu botei aqui do lado direito no cantinho ela vai transformar o fator 8 no fator 8 ativado e vai
transformar o fator 5 não fator 5 ativado esses dois fatores eles são chamados de amplificadores da coagulação ou aceleradores da coagulação que que eles vão fazer eles vão pegar os dois posso lipídios plaquetário também é cálcio livre tá vendo aqui os dois e vão retornar para vir intrínseca e para virar comum da coagulação então eles voltam aqui na 20 e acelera essa etapa aqui olha que eu tô marcando com cursor eles aceleram essa etapa que faz o que transforma o fator descem fator 10 ativado então isso vai ser muito mais rápido essa ativação do fator
10 vai acontecer de uma maneira muito mais rápida e esse fator 5 vai chegar também a esse fator 10 ativado junto com o cálcio eo fósforo lipídio e vai acelerar a formação da própria trombina vai acelerar a transformação do dois em dois ativado ou seja da protrombina em trombina E aí a gente vai ter o quê na prática um aumento acentuado da produção de trombina e um aumento acentuado da formação de fibrina só para vocês terem uma ideia desce grau de aceleração uma doença genética chamada hemofilia determina a Geni em mente que o mamífero com
essa doença genética Produza menos fator 8 ou nenhum fator 8 vai depender do grau de expressão dessa doença genética então o hemofílico é aquele mamífero que geneticamente tem uma determinação para produzir menos ou nenhum fator 8 e vocês vejam que o hemofílico que ele pode morrer de hemorragia se ele não receber esse fator 8 via iatrogênica se ele não receber como medicamento Então observa em que essa aceleração desenvolvida pelo fator 8 ela é extremamente importante somos ponto de vista da fisiologia da hemostasia Claros Então vamos olhar bem para esse esquema vamos entender novamente que essa
vim princesa chega a produção de trombina de uma forma lenta e tem aqui a própria trombina Ative os seus aceleradores de produção porque o fator 8 e o fator 5 eles vão acelerar a produção da própria trombina e uma vez acelerando a produção da própria trombina ela vai o que mais eficientemente produzir fibrina e mais dos seus próprios aceleradores por isso que aquele esquema lá atrás né que eu mostrei para vocês colorido bonito né que era um cartaz da estátua de Diagnóstico mostra havia da antitrombina 3 e da via da proteína C no foco para
a produção de trombina e principalmente havia da antitrombina 3 claro então vamos ver agora os detalhes importantes dessa via intrínseca ativação por contato contato físico como vocês viram no esquema lá representado pelo contato do 12 nas estruturas subir endoteliais e o 12 ativando o 11 que Ativo 19 e que vão chegar o oito depois que houvesse Brina né e os fatores da Via comum é o 10 o 5 que é formado pela trombina né que a depois que ela é formada a lentamente sem a participação dos aceleradores e a própria pró-trombina e o fator 1
que é o fibrinogênio né o cálcio é um cofator em alguma dessas etapas para vocês virem então ali né que começa esse fator do cálcio ele começa lá no fator é nove né e os testes laboratoriais né o foco do teste Laboratorial que Analisa que avalia Essa Via intrínseca é o tempo de tromboplastina e se ao ativada que nós abreviamos como ttpa e aqui o macete para gente decorar isso para gente fixar na memória que essa sigla mais longa que a gente vai ver que o outro teste é bem mais curtinho abreviatura essa abreviatura mais
longa que é o ttp a está relacionado com a via mais longa da cascata de coagulação que é a via intrínseca tá por outro lado nós temos a via extrínseca que começa com um fator tecidual que nós vemos também lá no esquema do livro do Jair que representado por aquela seta preta mais escura caindo a proteína no plasma né que é esse fatura então tecidual também chamado de fator três e que eles também utilizam o cálcio como cofator para ativar o fator 7 a fator 7 ativado que também utiliza o cálcio como como cofator e
já vai cair então na Via comum e por 10 né lembra o fator 10 que a gente acabou de ver na Via intrínseca que termina na Via comum ativando 10 e vai fazer a mesma coisa para torset vai ativar o 10 que vai pegar a fósforo e pedir para que tário e cálcio para produzir trombina ativar a pró-trombina em trombina e quando essa trombina já ativar o fator 5 esse pa tô cinco também acelera junto com 10 cálcio e fósforo lipídios a produção da própria trombina né E essa trombina junto com cálcio como cofator vai
transformar o fibrinogênio em fibrina ou seja o fator 1 em fator 1 ativado Então essa Vixe triste que ela é bem curtinha porque ela cai do fator três para ativar o set e acabou o set jacana vinha comum então é uma via bem curtinha E aí o que que a gente vai ver no resumo dela e passam pelo fator que sai do tecido e cai no vaso cai no plasma E aí os fatores envolvidos então a fator tecidual que a gente também chama de fator tissular ou fator 3 ou tromboplastina então tudo isso são sinônimos
a e esse fator Então vai ativar o set e o cálcio é um importante cofator nessa etapa o teste Laboratorial vai ser o tempo de protrombina então era como o nome dele é curtinho tempo de pró-trombina e a sigla TP tempo de pró-trombina Então essa sigla curta vai avaliar havia mais curta da cascata de coagulação E aí a gente acaba o nosso resumo de fisiologia e eu deixo aqui para vocês uma referência da fisiologia da coagulação anticoagulação e fibrinólise do professor Franco da e que ele é livre docente da cadeira de Hematologia e hemoterapia e
da faculdade de medicina de Ribeirão Preto e esse texto que eu deixo essa referência para vocês e posso depois deixar com o grupo do gepac com a coordenadora professora Keila é o pdf deste artigo para vocês aprofundar em nesses detalhes que eu falei para vocês verem também que Nesse artigo o professor Franco ele destaca uma visão mais moderna da coagulação que é a ativação pelas superfícies celulares a é uma forma mais integrada das vias intrínseca e extrínseca em comum acontecerem simultaneamente tá lembrando que os testes TP e ttpa são utilizados no laboratório e nós vamos
estudar também aqui no curso de análises clínicas tá para fechar essa etapa eu vou mostrar um vídeo para vocês um vídeo da academia de ciências lá de Ribeirão Preto vou e tirar com vocês então a tela do vídeo tá que tá aqui já preparada para vocês né vou mostrar aqui então o vídeo vou parar de falar que para vocês prestarem atenção no vídeo que não tem fala só tem musiquinha uma musiquinha de fundo mas ele vai mostrar né esse mecanismo bem é integrado da coagulação E aí a gente finaliza essa parte de fisiologia da coagulação
O que é hemostasia e o mecânico 7500 pelo qual o organismo faz com que o sangue permaneça circulando nos vasos sanguíneos do seu estado líquido é realizado a de formar um coágulo para coibir hemorragia eu vou interromper a apresentação gente porque eu acabei mostrando para vocês no vídeo errado tá eu vou interromper vou deixar o link aí para vocês mas não é esse vídeo é só um vídeo de 9 minutos por isso que eu não vou mostrar ele para vocês é um vídeo muito bom também vocês podem depois pegar o link o vídeo que eu
quero mostrar para vocês é esse aqui que é o vídeo mais curtinho é um vídeo de 3 minutos quase quatro tá que é Esse sim é o da academia de ciências de Ribeirão Preto o outro é uma outra fonte desculpa eu eu mostrei o vídeo errado tá E esse vídeo aqui que não tem fala né esse vídeo aqui é que não tem fala descrição Ele só tem a musiquinha E é um esquema é um desenho é uma animação tá E aí a gente vai ver essa animação é para ilustrar o que nós estudamos hoje de
co o som [Música] E aí [Música] E aí [Música] E aí E aí [Música] E aí E aí G1 E aí E aí E aí E aí e a E aí E aí E aí E aí E aí E aí G1 [Música] E aí E aí E aí E aí E aí E aí E aí E aí e é isso aí E aí E aí E aí E aí E aí [Música] bom então aqui há um ano e eu finalizo vou colar para vocês aqui na apresentação no final também é o link do outro no
outro vídeo que eu acho que também é bem interessante mas ele é um pouco mais demorado então vai ficar um pouco difícil para passar também aqui na aula mas eu vou deixar aqui para vocês E também o link tá e para vocês celular Márcia muito grata fantástica como sempre né É Nossa não à toa seus pupilos todos os seus alunos estão apaixonados e se esse vídeo assim ele é bastante antigo né sim é de 2009 aparece a lei de 2009 esse vídeo academia de ciências o outro é um pouco mais novo né o outro vídeo
acho que se eu não me engano ele de 2013 ou 14 o outro mas também já tem algum tempo na internet é mais um vídeo um pouco mais demorado são quase dez minutos né para ficar apresentação separou a gravação se não nós estamos finalizando então nós nós agradecemos agradecemos a sua participação e nós agradecemos e tchau tchau pessoal então tem localizada pela presença de vocês obrigado Keila um abração beijo aí para vocês tá nós agradecemos por essa etapa aí pessoal muito grata tchau tchau tchau [Música]