Começo de ano é o início das promessas, gente. Tá todo mundo aqui com aquela expectativa de esse é meu ano. >> Então, acima de tudo, como fazer com que esse seja seu ano? Esse é o como, entendeu? Esse é o clima. Ata performance não nasce da motivação, nasce do hábito. O que você repete todos os dias está moldando o corpo, a mente e os resultados que você vai colher no futuro. Ele construiu uma trajetória Baseada em disciplina, obsessão e constância, mostrando que performance de verdade é consequência de escolhas bem feitas ao longo do tempo. Neste
episódio, você vai entender como criar hábitos sólidos para elevar seu nível físico, mental e profissional em 2026. O convidado de hoje é Renato Cariani. >> Todo planejamento que eu faço do ano, ele é determinado com prazos e micrometas. >> Micrometas. >> Micrometas. Vamos dar um exemplo genérico pra galera. A meta é a quantidade de cursos em que área que você gostaria de fazer. >> A micrometa, a quantidade de páginas que você quer ler na semana. >> Uhum. >> Os microresados, cada livro que você fecha ou cada conclusão de cada curso que você faz. Uhum. >>
Data, bota data, essa semana eu não fiz as minhas 10 folhas. Dane-se. Semana que Vem vai ser 20. Transferir esse sistema metódico como atleta pra minha carreira profissional foi o que me trouxe para conseguir fazer tanta coisa ao mesmo tempo. >> Atleta não tem plano B. >> Exato. >> Chega para um atleta e fala assim: "Tá, e se você não ganhar o campeonato? Como assim? Eu vou ganhar, tá? Mas você não, não, eu vou ganhar, porque se ele acordar achando que ele não vai ganhar, Ele já não vai acordar 5:30, ele vai acordar 6 horas.
Ou dá certo ou estamos todo mundo [ __ ] Você quer se [ __ ] Não. Então vamos fazer dar certo. Turma, você quer ter a possibilidade de acompanhar um episódio do como você fez isso aqui nos nossos estúdios? Vocês perceberam que já faz alguns episódios que a gente recebe uma plateia aqui nos nossos estúdios e é muito legal a experiência. A gente vem recebendo muitas mensagens de vocês querendo Participar. Como é que eu faço para tá aí? Então funciona o seguinte. Se você preencher esse formulário constantemente, o time tá selecionando algumas pessoas, porque são
milhares de pessoas. Não tem como, a gente saber todo mundo, a gente amaria fazer isso, mas não tem como, porque a comunidade do Como você fez isso é gigantesca e a gente fica muito feliz por isso, mas você pode ter uma chance. Então, se você quer ter essa chance, clica aqui no Formulário, preencha com todas as informações pro time te conhecer mais, selecionar à vezes qual episódio tem mais a tua cara seja selecionado. E obviamente cruza os dedos e eu torço para que um dia você esteja aqui, mas eu torço mesmo porque a gente fique
sempre conectado por aqui. Então, recado dado, clique no link abaixo, preenche o formulário e agora vamos voltar ao nosso episódio. Fala galera, sejam todos muito bem-vindos a mais um episódio do Como Você fez isso agora nós em 2026. Eu espero que esse ano seu seja maravilhoso e para começar o ano com tudo, eu não poderia começar diferente do que com um super papo, um papo turbinado com quem você já viu na nossa abertura. Então esse cara que dispensa as apresentações e eu queria que a nossa plateia recebesse Renato Cariani. Palmas para o Cariani. Senhoras e
senhores. >> Ó rapaz, eu fiquei impressionado. >> Gostou? >> Eu perdi a conta de quantos podcasts eu fiz e eu com certeza fui em todos. Mas é a primeira vez que eu tenho uma plateia. Isso aqui é um programa de auditório, gente. Não dá um clima >> tô me sentindo no Silvio Santos. >> Não dá um clima diferente. >> Tá demais. Gostei. Gostei. Sabe por aumenta a energia do podcast. >> Exato, cara. Exato. >> Feliz 2026 galera. >> A gente pessoal já entrou no clima ali. Você viu como? >> Gostei. Gostei. Gostei. Mas você viu
o cara? Tem um cara animador ali atrás. Você viu lá? Palmas, né? Cariane 2026. Ah, ano começando a gente sempre gosta de trazer provocações. Então, talvez esse papo a gente vai navegar por vários aspectos. Obviamente todo mundo, independente do nosso papo aqui, todo mundo quando entra no ano, o cara vem com ciclo renovado, ele quer, eu acredito que todo ser humano quer Melhorar de vida, todo cara quer ir melhor. Seja o empresário, ele quer ir melhor no seu negócio. Seja a pessoa que tá no mercado de trabalho, ela quer ganhar mais, ela quer crescer na
carreira. Então, obviamente, eu quero começar nesse papo, mas eu gosto de você porque você é um cara que você tem muito repertório. >> Isso, >> né? Então eu consigo navegar com você Pela parte, poxa, da dentro do teu setor que é a área fitness e wellderness, mas posso navegar de de negócios que ser um cara inteligente para caramba e também um cara quando a gente fala de mentalidade, hábitos e comportamentos, >> sou atleta profissional, >> pô. Então, né? Então, você vem de uma base, você vem de uma escola onde a mentalidade decide muita coisa. Ah,
então obviamente eu quero começar, eu sempre gosto de trazer um como, mas eu Não quero ficar preso a ele hoje porque é começo de ano. Eu quero fazer um 360 com você, tá? >> E olha que legal, né? Começo de ano é o início das promessas, gente. >> Tá todo mundo aqui >> com aquela expectativa de que o ano vai ser diferente. Esse é meu ano. >> Então, acima de tudo, como fazer com que esse seja seu ano? Esse é o como, entendeu? Esse é o clima. >> Esse é o como clima é esse? É,
esse esse É o clima, sabe? Aí obviamente a gente traz o lance de hábitos, a gente traz o lance da sua visão. As pessoas, pô, como é que o Cariane, o que que o Cariane faz nesse começo de ano? O que que ele tá pensando, né? Como é que ele desenhou 2026 dele, como que ele desenha um ano? Ele chega no final do ano, faz uma avaliação, cara, que que eu acertei? O que que eu errei, que que eu melhorei, qual que é a lógica, né? Um pouco o Globo Reporter, sabe? O que pensa, o
que Come, onde vivem, né? O, então, primeiro, nesse e um ano terminando, né? a gente tá gravando, obviamente, ã, no no no no final do ano e a gente abrindo o ano. O que que você pensa na sua cabeça? Como como que você encara uma abertura de ano? >> Bom, eh, eu faço isso desde antes da internet, eu faço isso a minha vida inteira. Eu sempre faço no final do ano uma reflexão, mas essa reflexão é como se fosse uma Autoanálise muito crítica, >> tá? Eu me transformo no meu carrasco, tiro o mimimi de lado
e analiso como é que foi o ano dentro daquilo que eu planejei, dentro do que deu certo, dentro do que deu errado. E uma coisa muito importante, quais foram os meus grandes aliados? Pessoas. >> Pessoas mesmo. >> Pessoas. Por quê? Porque esse ano de 2026 eu preciso recolocar essas pessoas Mais próximas a mim num outro patamar para que eu mantenha esses aliados. Hum. >> Mas também quem não foi meu aliado e prometeu ser. >> Uau. >> Porque aí eu preciso trocar. Só que eu sou carrasco assim, tipo, zero mimimi, sem justificativa. Sou eu comigo mesmo.
>> Então você não desenha plano só para você, mas paraos seus aliados também. Muito bom, cara. >> Ex. Para que eu tenha longevidade na minha na minha nas minhas alianças, >> tá? Por isso que eu tenho pessoas que trabalham comigo há 10 anos. Só que também tem uma coisa, eu tenho cinegrafista que trabalha comigo há 10 anos e ganha R$ 130.000. >> Mas será que hoje ele só filma? >> Você sabe que você você alugou um triplex na cabeça da galera falando isso, né? >> Alguei um triplex na cabeça dos caras Que pagam os cinegrafistas
também, né? Os cara fala: "Porra, velho, R$ 130 a R$ 150.000 por mês." >> É. É porque na verdade desce um pouquinho mais. Vamos dar um zoom. É porque você não enxerga ele apenas o cara com uma câmera. >> Na verdade, e não é só isso. Talvez 80% do tempo dele é filmar, >> tá? >> E 20% ele contribui com outras ações. Só que ele dorme e acorda obsessivo no Filmar. E aí eu não preciso transferir mais essa obsessão para mim mesmo, >> tá? Imagina um cara como você com 500 compromissos diferentes. Será que dentro
da tua escala de prioridade geração de conteúdo vai ser? >> Uhum. >> Talvez não. >> Uhum. >> Diante dos compromissos. Mas imagina se Tem um cara que todo dia tá ali puxando, orientando, ajustando, trazendo uma forma de você continuar no conteúdo e se na pior das hipóteses ele não tiver você, ele vai correr atrás de outro para que a continue naquele dia. Então é isso, é às vezes você dividir obsessão. >> Muito bom. trans me transforme no meu carrasco, >> avalio quem for meus aliados, construi um plano para mim e garanto que meus Aliados ten
um bom plano para 2026. >> Exato. Que mais? >> E o mais, eu acho que o mais sintético, janeiro eu começo a planejar o meu ano. Só que o que eu falo pras pessoas, planejamento, pra maioria das pessoas, pensa em roupa. Vamos pensar em roupa, >> tá? Planejamento é o seguinte, você vai pegando um monte de roupa que você escolhe e vai colocando em cima de uma bancada. Cada ideia, cada necessidade, Cada situação, uma peça de roupa. Você vai colocando uma em cima da outra, uma em cima da outra. Chega no final do ano, aquele
montoeiro de roupa não saiu do lugar. Para mim, planejar o ano é pegar cada peça de roupa, colocar num cabide, guard, colocar na estante, no num armário. >> Uhum. >> O que significa? significa o seguinte, que eu escrevo, dou prazo, determino meta e essas metas tangíveis, porque eu Sou atleta, eu faço isso a minha vida inteira. >> Uhum. >> Atleta vive de meta, atleta vive de planejamento e atleta vive de microrresultados. e os meus microrresados em tudo aquilo que eu coloco com método. Por exemplo, esse ano, vocês já sabem, eu lancei a minha marca de
academia. Quando eu lancei a minha marca, o planejamento foi feito no Início de 2025. >> Uhum. >> Nós estruturamos o quê? Pera aí. Para eu abrir uma uma rede de academia, eu preciso do quê? Eu preciso de um diretor de expansão, >> cara do mercado, vou atrás. >> Eu preciso dentro desse sistema um contrato de franquia, uma estrutura jurídica. Vou atrás. Dentro disso, eu preciso de parceiros, fornecedores, homologar esses fornecedores. Eu vou Atrás. Quando chegou no final do ano, e eu falei, eu vou lançar entre outubro a dezembro. Quando chegou no final do ano era
só anunciar, mas em janeiro, pena que eu não trouxe. Se você trou, se eu te mostrar o meu planejamento de janeiro tava láum >> tudo que tinha que fazer com prazos. Até quando eu tinha que ter os fornecedores? Até quando eu tinha ter o diretor de expansão? Até quando disso? quando chega no final do ano e eu posso anunciar como Anunciei, já anunciou com quatro academias sendo construídas ao mesmo tempo. >> Ou seja, anúncio, >> o poder de meta. >> Por quê? Porque o diretor de expansão já tava ali, aí ele já chegou e falou
assim: "Poxa, aquela ali ia fechar, ô, vem cá, amigão, em off, o Cariane vai abrir uma um CT dele." Ah, não, ele vai abrir, então eu não vou. Já saiu com quatro. Todo planejamento que eu faço do ano, ele é determinado com prazos e micrometas. >> Micrometas. >> Micrometas. Então, vamos lá. V, vamos dar um exemplo genérico pra galera. Galera, por exemplo, que quer >> aprender um, aprender mais, estudar mais, o que que seria a meta? A meta é a quantidade de cursos em que área que você gostaria de fazer. >> A micrometa, a quantidade
de páginas que Você quer ler na semana. >> Uhum. os microresados, cada livro que você fecha ou cada conclusão de cada curso que você faz. >> Data, bota data, >> coloca data. Eu sempre coloquei data. Essa semana eu não fiz as minhas 10 folhas. Dane-se. Semana que vem vai ser 20. >> Sim. Mas tem que olhar todos os dias pro seu Planejamento, acordar todos os dias de manhã e achar que aquilo salva a tua vida. >> Que que vai ser prioridade pra Cari em 2026? Que que você tá olhando muito? Sabe aquela única coisa, uma
coisa que é foco seu, você não perde a consistência, que ela é muito importante, pensando como tudo. >> A mesma coisa que eu faço desde 2016, geração de conteúdo. Se um negócio for atrapalhar minha geração de conteúdo, Significa que esse negócio vai tirar de mim a minha fortaleza, que é a audiência. A minha obsessão é audiência, Caio. Eu vivo pra audiência. Os outros negócios são frutos da audiência. jog >> se eu tiver voando no suplemento, resultado da minha audiência. Se a minha rede de academias vai escalar, resultado da minha audiência. Se os meus patrocinadores vão
vender mais, fruto da minha audiência. Eu tenho 14 Patrocinadores. Nos 14 eu sou campeão de vendas. Nos 14, tá aqui, ó, falando para você na câmera. >> Uhum. >> Fruto da audiência e da comunicação que eu faço nesses produtos. Ou seja, oratório na audiência. >> E e quando você fala desse jogo da audiência, tem muita gente que tá nos ouvindo e tá jogando jogo da audiência, só que uma coisa é jogar o jogo da audiência, outra coisa é jogar o jogo da Conversão. >> Hum. >> Que é o jogo da audiência jogado bem feito, que
na verdade todo mundo que joga o jogo da audiência quer jogar o jogo da conversão, que é uma audiência para obter mais resultado. >> Exato. Performance. >> Como é que é esse jogo de transformar audiência? em conversão, né? Porque eu acho que isso deve estar no plano de 2026 de muit muitas pessoas agora, né? Aumentar minha audiência, minha visibilidade, eu ter que me tornar mais conhecido, o mais conhecido vence o melhor >> e aí às vezes o cara na sua carreira sabe que para chegar num determinado número ele vai precisar ser mais visto. Então eu
sei que tá no plano de muita gente ter mais visibilidade ou a meta que ele tá colocando vai exigir mais visibilidade dele, ele nem sabe. >> É, >> ele nem se ligou nisso. Mas como como jogar esse jogo em 2026 melhor? >> É um jogo complexo, >> tá? >> Mas é replicável, >> tá? Ou seja, qualquer pessoa consegue fazer a primeiro jogo para você ser uma pessoa de alto poder de audiência, mais alto poder de conversão. Você precisa ser autoridade naquilo que você quer converter, >> tá? Precisa ser autoridade. Ou se você não é autoridade,
você tem que ser uma vitrine muito poderosa e no lugar da autoridade você tem um lifestyle que conecte a pessoa pra pessoa utilizar. Por exemplo, vamos falar sobre fitness e wellness. >> Uhum. Eu não sou professor de educação física, eu não sou nutricionista, eu não sou médico, eu não sou profissional da área, porém O meu estilo de vida, o meu lifestyle, a forma com que eu comunico, a estética do meu corpo, o nível de saúde que eu demonstro ter, a qualidade daquilo que eu demonstro todos os dias como resultado me faz uma autoridade de forma
indireta. >> Sabe por quê? Porque fitness wellness, por exemplo, ele é muito visual. >> É, >> se você vê um cara ou uma mulher com Físico incrível, vai lhe trazer a curiosidade do que ela faz, do que ele faz e do que ela consome para ter aquilo. >> Uhum. antes de perguntar qual é, qual é a profissão dela, qual é a carreira dela. >> É verdade. >> Aí a pergunta é no trabalho desse nosso convidado, como ele traz a autoridade? Cariane, eu sou um advogado, não tem Outro caminho aí, meu amigo, é na tua carreira.
Então, existe o visual lifestyle e existe o acadêmico profissional. Se o seu, se a sua carreira, se a sua profissão ela é totalmente acadêmica profissional, minha visão, ler, estudar muito, ser uma pessoa profundamente comunicativa, ou seja, melhorar o seu repertório de vocabulário, melhorar a tua qualidade de narrativa, Ser uma pessoa não só eloquente, mas muito mais firme na forma com que você comunica o seu produto. a tua vida, a tua história. E você não precisa ser um pósdoc, um doutor. Eu sempre digo, eu sou uma pessoa que comunico diariamente fitness realms. Eu sou formado em
educação física, apesar de ser a minha última formação. Eu sou uma pessoa Graduada, mas eu não tenho mestrado nem doutorado. >> Uhum. Mas eu leio, eu estudo, eu me atualizo sobre os temas relevantes, porque quando a internet vem, as pessoas querem discutir qual o tema de agora do fitness wellness. Fala para mim. >> O tema agora >> é verdade. >> Posta qualquer coisa de Monjaro, se não vai dar bom. >> Verdade. >> Então, se você quer viver desse game, você tinha que ser o primeiro a entender de Monjar. Precisa de de doc ou póstdoc para
isso. Preciso fazer doutorado, mestrado? Não, o que você precisa é viver esse negócio. Então, audiência é entender que isso aqui não é uma ferramenta de estudo. Ninguém acorda pela manhã, senta na privada e fala: "Nossa, eu vou dar uma estudada no Instagram". Não, isso aqui é ferramenta do óssio curto, do microtédio. As Pessoas querem se divertir. Ninguém abre o YouTube e fala assim: "Nossa, vou dar uma estudada agora". Não, o YouTube hoje ele é uma ferramenta de stream tal qual Netflix. As pessoas querem se divertir. Então, o jogo da audiência é pegar o entretenimento, prender
a pessoa com entretenimento e durante esse entretenimento você posiciona a tua autoridade >> informações simples e práticas que farão com que essa pessoa no outro dia ou Aplique ou replique. >> Sou um contador, >> vai ser muito boa. >> Eu uso de uma forma criativa e divertida. para falar, por exemplo, sobre os 10% que agora terão de imposto sobre distribuição de lucro. Eu consegui passar isso de uma forma divertida. Renato, como é que é divertido? Eu faço isso dançando, não, não é dancinha na internet, narrativa, Boratória, carismático. E aí a pessoa assiste, encaminha esse vídeo
ou se não encaminha ela o quê? aplica e replica isso. Ela fica falando pros outros: "Cara, fiquei sabendo sobre isso, sobre aquilo". Então, o jogo da audiência é entender que isso aqui tem que divertir. E se você quer orientar, a orientação precisa vir muito leve, zero densidade. Tem que ser gostoso de assistir, Tem que ser legal, tem que ser leve. A pessoa tem que achar que o tempo dela tá ali, ela tá se divertindo com a tua informação. Impressionante, porque >> eu comecei com videoaula, tá, cara? >> Sim. >> Eu fiz 700 videoaulas e bati
1 milhão de inscritos no meu canal só com videoaula, só que eu percebi que eu já tinha feito a minha missão nas videoaulas. Falei: "Caramba, cara, como é que eu aumento Agora o meu engajamento? Como é que eu faço com que a minha audiência cresça? Vamos estudar isso aqui muito bem. Pô, os vídeos que performam são os vídeos de entretenimento. E aí as pessoas viram e falam assim: "Quem não entende do jogo, pô, Cariane fica fazendo vídeo. Ah, Tecar falou da minha roda, Richard de Rasmusen lá no na África com os animais. Eh, Felka e
foi no shopping com Cariane". temas totalmente aleatórios De uma temática que não envolve o fitness wellness. Cadê a conversão em cima disso? Eu vou explicar. Você, por exemplo, esquece, Caio. >> Uhum. >> Você é um cara sedentário. >> Uhum. >> Vai pra tua casa e tudo mais. Só que de repente você abre o canal e você gosta do Richard Rasmus lá do Biólogo e você começa a ver uma série de vídeos de entretenimento com Cariane, com Júlio e o Richard. Pô, você tá assistindo pelo quê? Pelo fitness, pelo wellness. Isso não interessa para você. Você
tá assistindo pela pela resenha. Daqui a pouco eu troco o personagem, sai o Richard o Thiago Tecar e ele faz uma brincadeira com o meu carro e faz outra e nós vamos em outro lugar e vamos na feira de automóveis. Cara, você tá se divertindo. >> Uhum. Mas todo vídeo ou eu tô comentando algo ou apertando algo pro meu personagem. O Richard, por exemplo, ele tinha um problema na estrutura óssea dele da bacia e fazer uma cirurgia e nós falamos da importância dele perder peso durante os vídeos. >> Thiago Tecar, nós falamos sobre ele, ganhar
um pouco mais de massa muscular, melhorar a recomposição corporal dele paraa estética. para cada um a gente vai fazendo isso. O cara que me assiste, ele Já sabe de uma coisa. Cariane é uma autoridade nessa área. Júlio é uma autoridade nessa área, mas ele não tá pensando nisso. Mas de repente um dia ele acorda, a mulher dele e fala assim: "Amor, você tá muito gordo, tem que se cuidar". Ou ele vai no médico fazer o cheap, o médico vira e fala assim, ó: "Esteatose hepática, pré-diabetes, colesterol alto, tem que se cuidar. acontece algo ou ele
por si decide algo, qual é a autoridade para Ele? Hum. >> Quem tá conectado nele? Qual é o que o sistema que já mostrou para ele o seguinte: "Tô aqui para te ajudar". >> Sei. >> Então, quem não é meu cliente, um dia vai ser. É, você usa o entretenimento para ganhar essa essa relevância, mas você sempre tá >> eh introduzindo o seu o seu o seu no entreter. >> E o meu jogo é gerar conscientização. Devagarzinho eu vou lá conscientizar no cara. Abre o teu olho, cuidado. Tanto que o Conselho Federal de Educação Física
disse: "Cariane", um dos representantes me encontrou e falou assim: "Cariane, vocês são a galera que é a galera que mais coloca a gente dentro da academia. Por quê? Porque vocês ficam apertando ali, apertando, chega uma cara, fala assim: "Vou entrar". Então, fica ali criando conscientização. Como é que você cria tua agenda, cara, para conseguir ser constante em tanta coisa assim? Porque você é um cara que, por exemplo, eu nunca vi você perdeu o shape, >> não. >> Nunca vi. Tem fase. Obviamente você deve estar mais seco, ó, você tá mais tal, mas eu nunca vi
você >> não sem shape, não. >> Perder o shape, >> não. >> Como que você faz agenda? Porque 2026 todo mundo, como que você faz agenda? >> Isso é impacto de uma vida inteira como atleta. Eu sou uma pessoa de rotina. Todo atleta é uma pessoa de rotina. Então eu sou um cara muito alinhado e disciplinado com a minha rotina. Marcamos aqui às 2 horas. 5 para as duas eu tava aqui. Verdade, >> porque atleta respeita o horário. Mas se eu marcar com alguém, o cara não Aparece, você vai ver minha cara desse tamanho ou
o cara chega atrás desse tamanho porque vai me quebrar nas outras agências, nas outras agendas. Então eu acordo todo dia no mesmo horário, entre 6:15 e 6:30. Eu já tenho minha agenda pré-accertada. Se você olhar aqui meu celular, eu já sei o que eu vou fazer até o último dia do mês. Vou alinhando todos os resultados e entregando um atrás do outro. E o mais Gostoso, à noite, a minha dopamina é chegar no final do dia e ver que eu bati tudo aquilo que eu tinha me proposto a fazer. Sou viciado nisso de olhar e
falar assim, ó, matei, matei, matei, matei, matei. Nossa, top, fiz tudo, fera, vamos para amanhã. >> Isso vem da do seu background de atleta era >> é total, porque o atleta é assim. Ele tem horário para tudo. Ele é muito metódico com a vida dele, porque ele Precisa tudo certinho, né? Se você for lá no camarim, você vai ver minha bolsa térmica tá lá. Eu não, eu não saio de casa sem comida. >> Hum. >> Pô, mas tem um restaurante ali do lado. Não, não, não, não vou perguntar onde tem restaurante. Eu não vou correr
esse risco. Então, eu não saio de casa sem comida. Eu não saio de casa sem água, eu não saio de casa sem ter noção certinha para onde eu vou, que eu vou Fazer e que eu vou matar. Então, transferir esse sistema metódico como atleta paraa minha carreira profissional foi o que me trouxe para conseguir fazer tanta coisa ao mesmo tempo. É aonde eu acho que, cara, a melhor parte do meu jogo, acho que é onde eu mais tenho orgulho do meu jogo, é dar conta de tudo que eu dou conta. Eu acho que isso que
é o mais legal. >> E uma das coisas que faz você dar conta é a agenda. >> Agenda alinhada. Amanhã se eu abrir aqui tá tudo alinhado, horário certinho. É muito legal. E aí eu dou conta da geração de conteúdo. >> Início de ano é um é um período que você revê tua agenda, vê se tá funcionando, por exemplo, você repensa muito na tua agenda. Se segunda-feira você vai continuar fazendo as coisas, você troca uma reunião quarta, você repensa muito a tua agenda Assim constantemente ou não? Não, pelo seguinte, toda a minha obsessão tá na
geração de conteúdo, tá? >> O resto é segundo e terceiro plano. Então, tem primeira prateleira. Primeira prateleheira é a sobrevivência do meu ecossistema. Qual a sobrevivência do meu ecossistema? Meu propósito. Aonde tá meu propósito? Atingir cada vez mais pessoas com a minha mensagem. Como é que eu faço isso na geração de conteúdo. Então, essa É a base, esse é meu propósito. Desce pra segunda prateleira, qual é o ecossistema? Então, empresas que nós somos sócios ou empresas que são parceiras, como nós vamos conseguir cumprir a agenda de todas essas empresas? Terceira prateleira, quais são qual é
a terceira prateleira? A terceira prateleira são parceiros. Então, em quais lugares eu vou estar? Em quais podcasts? Em quais isso? Então, vamos pra escala. Para eu tá aqui, eu tenho Que dar conta da minha própria geração de conteúdo e eu tenho que dar conta dos parceiros que confiam no meu trabalho. E aí eu venho aqui no Caio Carneiro tranquilo. Por quê? Porque a prateleira de as duas prateleiras de cima estão alimentadas. >> Hum. Muito bom. >> Então, primeiro eu faço serviço de casa, primeiro a minha audiência, depois a sua. E as pessoas geralmente fazem o
contrário, né? Geralmente a la fal: "Nossa, recebi um convite, então vou correr lá". Não, não. Eu corro lá desde que a minha agência, minha minha agenda aqui, minha minha audiência daqui esteja certo. É você tão afeccionado com com audiência que você é tem muita gente fala assim: "Cara, >> mas que que esse cara tá enxergando, né? Né, o jogo, né? Você você joga tanto o jogo da audiência? >> Jogo >> que para mim sou um dos caras que mais Joga esse jogo assim. É, eu acho, eu acho que, que a audiência e conversão é com
certeza é que o jogo, a, eu aprendi e como é que eu aprendi? Eu aprendi com resultado, sabe? >> E obviamente você tá num setor também que tem uma comunidade muito grande que é o Wellness e o fitness, né? >> É wellness, fitness. E assim, né, uma uma uma comunidade e um conjunto de produtos também, né? Vamos lá. O o fitness wellness, você tem desde Infoprodutos há palestras, há produtos físicos. produto físico, então o universo, suplemento, roupa, medicamento manipulado, acessórios como seu a eh equipamentos de musculação residencial, equipamentos de musculação para B2B, para academias, academias,
lojas de suplementos, que seria o varejo, marca de suplemento, suplementos em especiais, >> alimentos saudáis geral, >> tudo, tênis, Alimento saudável. Então, é um universo muito grande. E como é que esse universo pode se valer da audiência? Quem tem uma audiência forte consegue ser vitrine, ou seja, mostrar aquele produto para muita gente. Quem tem uma autoridade consegue pegar essa audiência e dizer: "Olha, tô aqui atestando que o produto é bom. Olha, esse produto funciona e quem tem audiência e autoridade e também tem Uma coisa que eu acho muito importante, comunidade. A galera vive fala assim:
"Pô, não tô com o cara, mas tô tomando o suplemento do cara. Não tô do lado do cara, mas tô com a camiseta dele." E aí tem aquele senso de comunidade que é muito passivo em cima disso. E foi muito legal. E assim, eu acho que isso, comunidade, minha visão, tá? Resultado de comunidade vem de entrega. Quem mais entrega, entrega, ganha a comunidade. >> É verdade. >> Quem mais se doa, quem mais entrega, tudo mais. Quando eu troquei de uma marca de suplemento para outra em janeiro de 2024, foi interessante porque no primeiro dia eu
vendi mais de R 1 milhão deais. Primeiro dia, >> faz um barulho, né? Quando tem movimentação assim no mercado, >> quando tem movimentação minha car, >> sabia? Eu vi por você, tá? Eu f, nossa, Tem um barulho. É meio que como se fosse >> um apocalipse, >> não? O cara indo pro, né? saindo do Barcelona e indo Paris Saint-Germain. Parece um >> Isso mesmo. É, é isso aí mesmo. É um movimento como se fosse a troca de um jogador para um clube, de um clube pro outro. Por que isso? Comunidade, só a comunidade consegue fazer
isso, né? a comunidade do Barcelona, com a comunidade do do Paris Saint-Germain, Você verifica o tamanho da sua comunidade quando qualquer movimento que acontece com o teu nome faz muito barulho. >> Quer sejam te defendendo, quer sejam te odiando, quer sejam comemorando, quer sejam não comemorando, isso é comunidade. E eu brinco que a categoria de fitness wellness, ela ela é um mundo à parte, né, cara? Você viu? Ela tem jornalista, tem fofoqueiro, tem presidente, tem Tudo. É muito grande, cara. muito grande, envolve muita gente e e eu acho que você viu o crescimento nos últimos
anos, cara, >> absurdo, >> tá absurdo. E eu acho que essa tendência só vai >> só vai crescer, >> só vai crescer. Ah, e como que você vê para não? Muita gente associa disciplina com sofrimento, fazer as mesmas coisas sempre, né? 2026, você acho que falou Comecei no podcast, né? Que janeiro é também o o mês da mentira para muita gente. >> É o mês da promessa, né? >> O mês da promessa, né? >> Vai pular pular o sete ondinha e foi lá, né? shape. E aí, ã, como que na tua cabeça você resolve isso
com fazer as mesmas coisas sempre, sem sofrer? Porque tem gente que sofre, né? Disciplina e sofrimento são coisas meio Que primas para muita gente. >> Ó, eu vou tirar de lado qualquer conversa motivacional de coach, eu vou falar parte prática, tá? Vamos na parte prática. disciplina pra maioria das pessoas é fazer a mesma coisa sempre. Na verdade, disciplina é você ter um padrão de comportamento ligado a uma vontade de vencer muito grande. >> Muito bom. Então, para uma pessoa ser Disciplinada, ela precisa ser extremamente ambiciosa, mas mais importante que ambição, ela tem que ser muito
competitiva. >> Claro. >> Quando eu abri no YouTube e eu vi aquele monte de canal e assim, tá? Ser influenciador aconteceu comigo com 40 anos de idade, tá? Eu tenho 49 até os 40 nem eu tinha. A minha carreira era para ser executivo de empresa. Eu fiz bacharelado em, eu fiz a faculdade de Química, depois eu fiz licenciatura em química para dar aula. Depois eu fiz administração de empresa com ênfase em marketing, fiz especialização em processos gerenciais, ou seja, uma carreira voltada pra indústria, para ser executivo de empresa. Então, zero audiência, zero hype, zero influência.
Mas quando eu entrei nesse mercado, eu olhei, eu fui olhar, falei assim: "Pera aí, deixa eu ver quem são os caras que mandam hoje nisso." Fui ver Os canais, olhei, f, "Cara, consigo fazer isso aqui. Eu acho que eu consigo fazer melhor que isso aqui. Não é arrogância. Fale, eu acho que eu consigo fazer melhor que isso aqui." E comecei a fazer. Eu ol, eu ia lá vídeos em alta, os que tinham mais visualizações, anotava todas as capas, todos os títulos e fazia com o mesmo título, com a mesma capa, só com o meu formato,
com a minha forma de comunicar. >> E aí eu ia lá fazendo. Todos eles gravavam um vídeo uma vez por semana. >> Uhum. >> Aí eu comecei três vezes por semana. >> Uhum. >> Quando eu comecei a ganhar relevância, eles começaram a gravar três vezes por semana. Aí eu comecei a gravar todo dia. Aí quando eles me viram gravando todo dia, aí eles começaram a gravar todo dia também. Aí eu comecei a gravar duas vezes por semana. Mas você sabe qual é a diferença entre eles e eu? >> Hum. >> Eu continuo gravando duas vezes
semana até hoje. São 10 anos gravando duas vezes semana. Em dois, três meses ele já não aguentava, voltava para uma vez por dia, três vezes por semana. Então, a consistência é a arma do negócio. Porque na hora que você tá lá animadão, vibradão, agora vou fazer todo dia tudo, Tal. Ah, fazer todo dia pra vida inteira. E aí você vira e fala assim: "Como é que você consegue fazer pra vida inteira todo dia?" Competitividade, querer se manter ali na liderança. >> Como que você evita distração para não deixar que nada entre assim? Você é um
cara como? Porque deve chegar muita coisa para você. Chega aí, tem um monte de gente para não chegar em mim. >> É assim que você se protege? Então é Fazer um filtro com pessoas, com time? >> Tem filtro? Tem filtro. Então tem muita gente para alinhar. Quando chegou em mim é um negócio já muito amadurecido, muito certo para uma reunião, porque todo dia acorda um louco com uma ideia genial que ninguém teve, né? >> Sim. >> E que ninguém teve até agora. Todo dia acorda. Então tem que ir segurando. >> Então você usa time para
filtrar. >> Filtrar, >> tá? Mas eu acho que a disciplina para quem, por exemplo, vai conselho prático paraa galera de 2026 sobre disciplina. Disciplina é o seguinte, se apega num objetivo. Vai, vamos falar, por exemplo, vamos, vamos voar em outra área, cara. Eu quero passar num concurso público, quero ser policial rodoviário federal, baita concurso. Como é que eu faço? Primeiro já se vê policial rodoviário federal, já se vê. segue os conteúdos desse Segmento, a linha, já vê, tudo tal, você já é uma questão de tempo, se torne ele. Segundo, pega um bom curso, um bom
método e vê o tamanho do que você tem que estudar. Divide isso por semana e coloca na grade. Toda semana eu tenho que fazer isso aqui. Tanto semana eu tenho que fazer essa revisão. Anota. Lembra que eu falei sobre a camiseta na prateleira? Uhum. dobradinha no cabide certinho para você ver até a gola de Cada uma para identificar. >> Aham. >> Anota, vai fazendo. Cara, funciona com tudo. Vídeos. Eu virei e falei assim: "Eu vou gravar três vídeos por semana. um dia antes, de frente de todo mundo que começava o vídeo, não, não, eu vou
estudar, preparar roteiro, quando eu chegar, o roteiro tá pronto para não esquecer dos detalhes. Todos eles davam videoaula, eu falei assim: "Vou fazer um negócio diferente, Eu vou interagir com o meu câmera." O Maurício era o indisciplinado, era o cara que não queria fazer o que >> acabou. >> E não tinha acordo. Não tinha acordo. Ah, teve vezes de a gente grava, por exemplo, nesse período eu mudei de casa e eu tinha um prazo paraa minha obra. construtor não cumpriu o prazo. Eu tive que viver um mês de Airbnb. Uhum. >> E eu fiquei pulando
de apartamento em apartamento porque não tinha um mês Travado. >> Uhum. >> Você vai no meu canal, você vê cenários diferentes. Cada cenário daquele era um apartamento que eu tive que pular e um montarel de caixa do lado que não dava para ver. Dane-se, eu vou fazer. Mas para você, eu já sabia que o nosso canal ia bater 1 milhão. Eu já. Como é que você sabia? Porque eu já tinha enfiado na cabeça e acabou. Não tem plano B. Nada comigo tem plano B. >> Deixa eu fazer uma pergunta de >> atleta não tem plano
B. >> Exato. >> Chega para um atleta e fala assim: "Tá, e se você não ganhar o campeonato? Como assim? Eu vou ganhar, tá? Mas você não, não, eu vou ganhar, porque se ele acordar achando que ele não vai ganhar, ele já não vai acordar 5:30, ele vai acordar 6 horas. Se ele achar que tem a possibilidade de Ele não ganhar, ele não vai dar aquele sprint. que ele já vai, ah, nossa, tô doendo aqui. Ele não vai, por exemplo, ah, ele não vai ganhar. Aí tem aquela graminha, ah, me dá esse pedacinho aqui. Se
ele achar que a chance de ele não ganhar, ele não entrega a alma. Comigo não tem plano B. O meu time sabe, ó, vamos fazer isso, tá? E se não der certo, não tem. Se não der certo, cai ali. Aí o começo do zero. Não tem plano B. >> Você falou uma frase muito boa, cara. Só a entrega da alma quando tem convicção da vitória, né? Ué, se você não tiver convicção de vitória, vai tudo bem. Você já nasce com o plano B, meu irmão, pode ter certeza. É 60 40. 60% de dar certo, 40
pro plano B. Por quê? Porque para cada dificuldade, ah, ainda bem que tem o plano B. Não, Migal, não tem plano B não, velho. Eu falei semana passada pro meu time, a gente tava com uma dificuldade ali, Negócio na parte foi produto. Eu falei: "Neto, Neto, Neto, para, para, para de chorar, meu sócio, para. Tem plano B?" Não tem plano B, [ __ ] Quem mais tem que contratar? Quanto tempo a gente vai fazer? Quantos dias tem que ficar aqui? Quantas horas vamos ficar? Vamos virar. Vamos virar. Não tem plano B. Ou dá certo ou
estamos todo mundo [ __ ] Você quer se [ __ ] Não. Então vamos fazer dar certo. E aí, meu irmão, todo mundo ficou maluco, tá? Três Dias, noite, dia, tudo mais. Pergunta se não virou, pergunta se não der certo. Se tem um plano B. Na hora você vai pro plano B, velho. >> Não, verdade. >> Na hora você vai pro plano B. É toda saída de toda a rota de fuga, ela é magnética porque é a fuga. Atleta não tem plano B. E aí quem trabalha comigo trabalha com atleta. Por isso que eu tenho
que pagar bem, né? Porque senão os caras vão embora. Você entendeu? É [ __ ] velho. Não é fácil trabalhar comigo, não. É [ __ ] Tem que pagar bem que senão os car embora. antes de ir para uma pergunta aqui que me veio nesse nesse começo de ano, mas a gente nossa patrocinadora maravilhosa, Cafe Narme, com um produto que eu sou fã demais, tem todas minhas manhas, que é o Super Coffee. Tô com uma curiosidade. Quem você, quem você chamaria para tomar um superf, para tomar um café, conversar, trocar ideia? Alguém que você nem
tá vivo, mas se você pudesse ali, ó, só você não será filmado, não será? Ratinho, ratinho. >> Sou fã do Ratinho, velho. Sou fã do Ratinho. Vou explicar. Todo, todo mundo achou que era o Arnold, né? >> Todo mundo achou que era o Arnold. Não, não. Eu vou te falar porque eh eu gosto muito do Ratinho pelo seguinte, primeiro, um baita comunicador. Segundo, cara, na Época dele, ele criou uma forma de fazer jornal que todo mundo desceu a porrada. Nossa, que baixaria. Depois todo mundo fez igual. É, >> todo mundo fazendo igual. O que saiu
de programa do esquema do ratinho igual. Terceiro, um baita empresário, várias empresas, vários negócios, vários projetos e por último, um cara que literalmente sabe viver. Então, do nada você vê ele lá na fazenda assando carne Com os funcionários, tudo tal. Então, é um cara que eu gostaria de aprender com ele algumas coisas. >> Verdade. Falando o Ratinho foi o cara que inovou no formato de audiência, de conteúdo. >> Lembra? fazia telejornal pegando cacetete para ti fal assim eu, que baixaria é essa? Que doid tá bom, hoje todo mundo faz igual. Ele criou um formato, não
tô dizendo se você gosta ou não do programa. Eu tô falando sobre Caras que ousam sair da casinha e fazer um negócio muito diferente. O cara virou sócio do SBT. >> Sim, >> cara é dono do SBT no Paraná. Extremamente fazendeiro, dono de empresa, dono de hotel, dono de tudo. Então é um, é assim, é um cara que eu gostaria de aprender. Atinha é um >> cariane >> e uma vantagem tá vivo, >> pô. >> Né >> ratinho, fica o convite do Cariano. >> Ele ele sabe. Já, já, já, já troquei direct. Ele tem, ele
me segue no Instagram, eu sigo ele, já troquei direct. Mas o homem é uma máquina, né? Um dia, um dia eu dou a sorte de chegar perto dele ali e eu ouvir ele. E eu nem queria gravado, tá? Só queria sentar ali e ouvir um pouco dele. >> Pausa rápida no episódio. Olha isso Daqui. 78% de vocês que estão assistindo esse episódio, vocês não estão inscrito no canal e vocês vão perder muita coisa. Às vezes aquele episódio que você não viu tinha o que você precisava. Então para agora só se inscreva no canal para você
não perder nada. Eu tenho certeza que você vai ser o maior beneficiário disso, tá bom? Então, clica agora, se inscreva e você vai garantir que tudo chegue até você. Beleza? Então, volta no episódio, se inscreva e Continue assistindo. >> Que que você acertou em 2025 que você falou: "Cara, acertei, cara". Será que que você falou? Putz, >> ai, não posso falar pessoa física is não gera ciúme, né? Pô, não falou de mim. O que que você >> que eu acertei muito? Uma coisa que eu acertei em 2025, cara, que nos ó, desde 2023 eu venho
acertando uma coisa muito legal desde o começo de 2023, que é o jogo das colab, né? Quando Eu fiz a primeira colabor do Flow e aí eu fui fazendo, né? Fiz Igor, fiz Sérgio Sacani, aí fiz Danilo Gentile, fiz Pablo Marçal, fiz o Felca, Richard de Rasmussen, Tirulipa, eh, Mau XJ, John Vlogs. Eu já fiz tanta colab que eu tenho até medo de esquecer aí o nome de algumas pessoas agora. O Richard Rasmusen, incrível, Rodrigo Faro, foi muito legal. Então, muita gente em 2025, uma coisa que eu acertei, cara, eu acho Que eu acertei no
infoproduto, >> tá? >> Eu tinha colocado, no final do ano, eu coloquei como plano o seguinte: 2025 mais foco na parte digital, nos cursos digitais. Falei: "Poxa". Falei, "Júlio, desculpa, isso aqui a gente entende, cara. Tem gente que não entende, tá performando e a gente não tá performando." É falta de energia. Seu sócio, seu sócio. >> Seu sócio, >> tá >> Felipão, vamos criar isso aqui. Trouxe o Neto para trabalhar comigo, que é um estrategista de marketing incrível. No começo tive eh a sociedade com Marcos Paulo, que é um gênio, velho, >> incrível. Aprendi muito
com Marquinhos. E aí no final aí em agosto nós terminamos a sociedade, mas super numa boa, é porque o tamanho que nós estávamos, a proporção, eu precisava de um de mais entrega, de mais performance, Então foi melhor eu criar a a minha própria agência, mas foi um projeto incrível. Então eu falei assim, vou entregar isso. E eu acho que eu acertei, cara, só para você ter uma ideia, esse ano nós vamos finalizar com aproximadamente 190.000 alunos. É aluno, né, cara? Num ano 190.000 A, >> então, eh, nós, esse ano, eu acho que eu acertei foi
na parte de infoprodutos e eu não falo pelo faturamento, porque Faturamento é consequência de um trabalho e a gente educacional, você acertou. >> É legal você ver 190.000 pessoas como seus alunos, cara. é você pegar múltiplos de milhares de pessoas te mandando antes e depois de um produto, de um produto digital, de um curso, de uma informação digital que você trouxe para ela. Mas é muito antes e depois que não daria conta de mostrar. Se eu fizesse, ficasse uma semana Inteira mostrando todo dia aqui várias páginas, não ia conseguir. Então eu acertei na parte digital,
na parte educacional. Parte educacional 2025 vai ser a parte educacional, como em 2026 vai ser a rede de academia. Eu quero voltar aqui em dezembro de 2026 e falar: "Renato, o que que eu acertei na rede de academia?" Por quê? Porque eu planejei, entendeu? >> Você tá muito motivado, não tá? >> Tô muito motivado. E você vai ver Durante o ano falar assim: "Caramba, o Cariane é sangue no olho mesmo. Você vai me ver, você vai me ver rodando nesse Brasil inteiro, abrindo academia. Brasil inteiro, sem v, sem medo de trabalhar. Sem medo. Não tenho
medo de trabalhar. Eu tenho 49 anos de idade e segurar a minha rotina é difícil. É um defeito, tá? É um defeito. >> Não é uma qualidade, é um defeito. Obsessão. Eu sou obsessivo demais. >> Mas onde te atrapalha essa obsessão? >> Atrapalha na qualidade de vida. Eu tenho que às vezes parar. Eu falo que mulher é o equilíbrio, né? A minha esposa, ela é muito família e ela é muito assim, tipo, minha mulher gosta de viajar, de passear, de [ __ ] Então ela é meu contraponto. Se eu tivesse uma mulher que assim como
eu fosse extremamente profissional, trabalhadora, não teria um filho e estaria dois psicopatas trabalhando. >> Ou seja, se ela fosse um acelerador Também, eu eu sei o seu freio. Por exemplo, às vezes ela, por exemplo, eu tô lá trabalhando igual um louco, ela manda uma uma um vídeo da da minha filha, papai, cadê você? Eu largo tudo. 8 horas. Gente, o seguinte, chega, tô indo embora, entendeu? Final de semana, às vezes meto louco também. Vai sexta-feira não avisei ninguém. Pessoal, o seguinte, ó, essa sexta não vou trabalhar, tá? Sexta, sábado, domingo, tô indo pra praia Fazendo
alguma coisa com as crianças. Tela, meu freio, porque eu sou obsessivo demais. Se eu fosse solteira de segunda a segunda trabalhado enquanto trabalhando enquanto eu tivesse acordado, isso é um defeito, não é uma qualidade, é um defeito, obsessividade, mas é um defeito que vem do atleta. Atleta é muito obsessivo. Eu durmo, ó, desde que eu lancei a rede academia, eu durmo e acordo entendendo quais são os outros lugares que nós Temos que estar dentro do padrão de qualidade que a gente precisa ter e dentro da estrutura que a gente precisa entregar pros clientes. Você é
um cara de poucas coisas, assim, quando você decide um plano é só, você só fala naquilo, é só aquilo. >> Não, é, é um, é um plano enorme, velho. >> O ecossistema é enorme. Só o que acontece, é aí que vem obsessão. Aí eu vou entregando tempo, aí é performance. Por Exemplo, você sabe que Infoprodutos vive de criativo. >> Uhum. No ano de 2025, eu gravei 456 criativos diferentes. 456 criativos. Se você pegar 456 dividir por 12 semanas, 12 meses, >> você acha que a obsessão é treinável? A obsessão ela é treinável, mas muito mais
sobre como você treina o jogo do que como tudo. Não dá para você ser obsessivo pelo dinheiro. >> Uhum. >> A obsessão não dá para ser pelo dinheiro. >> Conte mais. >> A obsessão ela tem que ser pelo jogo. Tá. Eu resolvi fazer infoprodutos lá no começo do ano. Cara, queria que o Marcos Paulo tivesse aqui do meu lado. Eu abro aqui para você. Eu vou abrir para você aqui depois e vou mostrar. Eu coloquei como meta 50 milhões. Vai os cara. Calma, Renato. A gente vai começar esse ano por 50 milhões. Eu confio na
minha audiência, confio na minha qualidade técnica, confio em vocês que são fera demais como agência. 50 milhões. >> Mas esse número você tirou de uma referência sua que você falou: "Eu acho que dá, dá". Eu falei: "Sim, 50 milhões, senhor." >> Tá. >> E aí a pergunta deles é desse desgraçado com esse número? Tá com baseado em quê? Falei assim, ó. baseado no meu ecossistema, baseado no que o mercado tem para entregar, baseado nos meus produtos físicos, o quanto eu vendo, baseado no meu ROI de que de que eu conheço >> e baseado em algumas
referências, >> das minhas estruturas, da minha referência do do mercado, 50 milhões. Falei assim, ó, nós vamos fazer um Número que o fitness wellness nunca fez na vida e o segundo talvez esteja trabalhando para fazer perto disso. 50 milhões. Quando chegou, começou a travar. Quando começou a travar, qual é o plano B? Pô, tá vendo? Então, esse número foi subestimado, tal. Vieram não, Renato, que tem plano B, velho. Aí que eu fiz, nós temos 19 produtos digitais, começamos com um, fui criando outros. Tá? Então Isso aqui, vamos pensar nesse nicho, fazer uma uma analogia engraçada.
Virgínia tá sim >> influenciadora que cara gostando ou não, você tem que ser fã de como ela é obstinada, de como ela sabe reproduzir, como ela sabe jogar o jogo da audiência. É brava. Ela começou a comer ovo todo dia na dieta dela. Você ficou sabendo? Ela passava o dia inteiro comendo ovo. Meu irmão, os nutricionistas queriam morrer. Queria morrer. Eu não acredito. E eles iam pra internet atacar e xingar que não pode fazer essa dieta do ovo. Porque eu tava ali, eu falei assim: "Neto, os nutricionistas não entenderam. Não adianta você meter rate na
dieta do ovo da Virgínia. As pessoas querem fazer o dieta do ovo da Virgínia porque olha o shape da mulher. Então, a gente vai fazer um jogo diferente. Em vez de a gente dar rate na dieta do ovo da Virgínia, a gente vai Ajudar as pessoas a fazer a dieta do ovo >> bem feita. >> Como é que se faz a dieta do ovo bem feita? Minha esposa é nutricionista, eu educador físico. Vamos criar então a dieta do ovo. Como é que você faz a dieta do ovo da forma correta? Ou seja, proteínas baseadas em
ovos, mas você vai colocar os vegetais, isso, aquilo, outro, do tal certinho. Como é que você faz dieta do ovo? Beleza, vendemos 15 milhão e meio só dele. Então, enquanto os nutricionistas tava xingando a mulher, a gente vendeu 15 milhão e meio da dieta do ovo. E aí foi fazendo resultado, esse ano, o resultado ano 2025, pouco mais de 60 milhões vendidos, batemos a >> meta >> porque não tinha plano B, então fui criando outras coisas, velho. Trouxe afiliados, trouxe outros influenciadores. Então, trouxe Mateus Ceará, fui trazendo Outras pessoas. Fui fazendo outros projetos, criando outros
produtos. No final do ano eu falei: "Poxa, eu nunca quis fazer por causa de tempo, mas eu falei assim: "Vamos fazer uma mentoria então pros pros empresários do ramo de fitness wellness". Caramba, cara. Fui diretor de marketing do grupo Supay, fui diretor de marketing da da de Oficial Farma, fui o criador da marca Aonberg, fui diretor de marketing no início da da do do grupo da Grove. Vamos trazer esses empresários don de academia, don de marketing tal, tudo. Vamos fazer uma mentoria ali para eles, uma entrevista comigo, a gente cria um plano, minha equipe cria
um plano e monitora. Fizemos aí, ou seja, eu fui trazendo mais formatos porque eu só tinha uma coisa na cabeça, 50 milhões, velho. Acabou. E aí eu faço isso também pro pra parte de conteúdo, por exemplo, conteúdo começa a cair as visualizações, bora Caçar outra conversa, vamos caçar outro assunto, vamos procurar outra pessoa. Ah, mas não tem, tem, vai achar, tem, vamos procurar. E aí faz convite para um, faz convite para outro, cria um formato diferente, faz outra coisa. >> Você, você tá sempre olhando pauta quente? Você tá sempre olhando o que tá acontecendo no
no Brasil? >> Sempre, sempre, sempre. >> Você deve est pensando em Copa do Mundo já ou não? >> Sempre, cara. Eu penso em Copa do Mundo como efeito colateral, né? >> Uhum. >> Efeito colateral. dois meses de efeito colateral severo. E aí eu já tô criando formas e horários e formatos de como utilizar isso. Então você vai ver a partir de abril a gente começar a falar um pouco mais de futebol, trazer alguns convidados da galera de futebol, tudo tal, para quando chegar lá de repente nós fazemos uma mesa redonda reagindo a Isso, reagindo aos
jogos, reagindo à aquilo outro, não tem problema. Tem que jogar o jogo. Se o jogo é futebol, vamos falar sobre futebol. Pô, Renato, mas você não joga futebol? Mas eu não jogo, mas eu gosto. E eu conheço pessoas que entendem, joga para sentar na mesa junto comigo, com meu canal e fazer. >> Só que de algum jeito você vai, você vai, como é que o futebol linca com a academia? Como é que o futebol linca com saúde? Como é que o futebol linca com Treino? >> Ou na pior das hipóteses, ele, se ele não linkar
com nada, eu tô com audiência. É, ué. Não é, por exemplo, o Richard >> muito bom. >> É, ué. O Richard é um biólogo, animar isso, tudo mal. Difícil lincar a saúde, essas coisas, tudo tal. Mas que que eu disse para vocês no começo da nossa conversa? O cara vem pelo puro suco do entretenimento, mas ele fica e aí eu vou Conscientizando ele, depois ele vem pro meu ecossistema, depois eu convenço ele. Eu brinco que eu falo assim, depois eu catequizo ele, ele converto ele pro fitness. É uma questão de tempo, desde que eu consiga
reter ele na minha audiência, porque às vezes pode demorar anos para ele resolver ser fitness. Então eu preciso reter ele. A minha preocupação não tá, eu não tenho ânsia em meter um monte de CTA no cara, tenho ânsia disso. Eu tenho ânsia em Manter ele na minha audiência, porque com o tempo ou eu ou alguém vai dizer para ele o seguinte: "Meu irmão, tá na hora de você fazer alguma coisa por você. Tua saúde tá mal, essa barrigona tá feia". Então, minha ânsia é sempre reter ele na minha audiência. Você, você tá sempre competindo internamente?
>> Sempre, velho. >> Você tá sempre criando algum jogo na tua cabeça para você jogar assim? >> Pessoal que trabalha comigo virou e falou assim: "Qual é o problema que o Renato vai arrumar esses mês? Eu tô sempre caçando um problema". >> Mas você acha que esse jeito de pensar que você tá, você sempre se coloca, você cria uma competição, mesmo que ela não exista, >> é >> isso te faz, por exemplo, >> acordar cheio de gás? Por exemplo, tem muito atleta que ele se motiva mais para Treinar quando ele tá inscrito numa competição. >>
Todos, né? >> É, >> todos, >> porque aquilo te coloca, >> é, >> agora você tem, então você você acredita que por mais que você incorporou esse jeito do atleta de ver, você tá entre aspas inscrito numa competição, que nem lançou tua rede de academia, você cria Uma competição para você mesmo, não sei quem você quer passar. É, exatamente. Já cria essa competição. Já cria a competição. E aí, como você é muito obsessivo, daqui a pouco você começa a incomodar, né? Aí você começa a colecionar inimigo também, você começa a incomodar. Atleta tende a ter
inimigos, tá? >> Tá. >> O desafeto do atleta não necessariamente é uma pessoa que ele não estima, >> tá? Às vezes o desafeto do atleta é uma pessoa que ele literalmente impacta. Então vamos lá. Eu abro uma academia aqui. Outra franquia deixou de abrir. >> Uhum. >> Enquanto você tem duas, três, quatro academias, tudo bem. Mas quando você tem 50, então >> qual que é o teu sonho? >> Hã? >> Qual o teu sonho? >> Ah, eu tenho um sonho que é uma pira muito louca. >> É, >> é. >> Conte. O meu sonho é
a gente conseguir através do nosso trabalho aqui, da nossa vida, da nossa história, da nossa mudança de comportamento, criar visibilidade ao ponto de mudar a política pública. >> Au! >> Porque hoje a política pública ela fala na pauta de saúde doença. E para mim a pauta de saúde tinha que ser prevenção à doença. >> Uhum. Então, um dia, por exemplo, no ensino fundamental, as crianças terem noção do que é carboidrato, proteína, gordura e calorias, do que é um alimento saudável quanto alimento ultrapalatável. Se você Perguntar para 90% dos brasileiros num prato de arroz, feijão e
carne e salada, o que que é proteína? O que que é fibra? O que é carboidrato? Vocês não tem noção. Não tem noção. >> É verdade. >> Não tem noção. Explicar pras pessoas e dar noção pras pessoas que o que você faz agora a nível de atividade física, você vai colher não só no futuro, você colhe agora também. melhora a tua produtividade, melhora o Seu sistema cognitivo, melhora a sua, eh, vamos dizer assim, a sua, a sua vitalidade para enfrentar a vida, tudo mais, mas isso é uma é um movimento, né? Isso é um movimento.
Então, nós fazemos parte de um movimento, né? tem que criar esse movimento para um dia as pessoas vermem muito valor nisso. Eu já sou muito feliz porque até um tempo atrás quem entregava dieta para um paciente não era um nutricionista, era um médico. Agora não, >> eu lembro do endocrinologista puxar a gaveta e falar assim: "Ó, só fazer essa dieta aqui". Agora não, cada um no seu galho. Pera aí, amigão. Você é médico, você não é nutricionista. Hoje quem prescreve uma dieta? O nutricionista, professor de educação física. Na minha época que eu era criança, professor
de educação física, tava na escola dando aula de educação física pra molecada. Hoje tem professor de educação física com meu amigo Sales, por exemplo, que Anda de Lamborghini, tem uma urus, dá aula pro João Adibe dentro da casa dele. Então, ver a mudança de carreira e de profissão dentro do mercado de fitness wellness já faz parte de um movimento. >> Uhum. Pô, na minha época o cara falava que ia fazer faculdade de educação física, falava assim: "Fracassado já era, tem que fazer direito, engenharia, medicina". Não, hoje tem professorizado, 250 pau, 300 pau a hora. Então,
aí o meu próximo, minha pira é um dia ver ali a galera eh com ensino fundamental dando dando noção sobre nutrição, ensino médio segmentado, né? Tipo lá, eu sou um cara voltado à tecnologia, então eu vou aprender mais sobre isso aqui. Eu sou um cara voltado a humanas, vou aprender mais sobre isso aqui para que o ensino fundamental seja preparatório para uma Universidade mais robusta, né? Pô, eu sou um cara que eu penso em TI. O que que eu tenho que ficar aprendendo sobre biologia, essas coisas, amigão, vou para esse lado aqui, velho. Então, vamos
deixar isso aqui um pouquinho de lado. Ou eu sou um cara de humanas, né? Pô, eu quero ser um cirurgião, quero, pô, então o que que eu vou ficar falando sobre física, essas coisas, pô, sabe? Menos isso aqui que acontece já nos grandes países, né? Cariane, eh, vou te fazer uma pergunta que é pautada numa numa numa numa expressão que é o cancelamento sempre nascidente de casa no sentido significa cham que tá próximo de você que vai atacar a pedra. >> Sim. Você acredita que os profissionais da área da saúde Eles eles mais apoiam ou
é sempre as pessoas que mais aponta o dedo? Porque você é um cara, o que você falou, cara, o que você deve deve levar gente pra academia, gente procurar nutricionista, gente para buscar o médico, gente para você dá um wakeup no cara, você acordar o cara falou: "Cara, eu preciso para academia", >> né? O cara sai de uma palestra sua, o cara tem vontade de treinar. >> Então, então você acaba levando muita Gente para >> numa num efeito colateral e buscar se mexer e ele vai precisar de algum profissional. Professor de academia, então sabe, personal
trainer. Quantas pessoas querem dizer depois de ouvir um conteúdo, ligou para um personal que conhece, bicho, vamos começar a fazer uma aula, velho. >> É, >> é isso. >> Mas >> dentro de casa, >> 99% de apoio. >> É, >> dentro da minha casa é meu solo seguro, >> não? E quando eu falo dentro de casa, dentro da área da saúde, >> da última dia, meu meu solo seguro, >> tá? >> Dentro de casa é meu solo seguro. Então, por exemplo, o personal trainer, eh, o nutricionista, o médico, eles sabem que eu empurro. Por quê?
Porque você tem Vários cortes de eu falando, pessoal, tem que ir no médico. Pessoal, o professor de educação física hoje paga um treinador, valoriza o professor de educação física, valoriza o nutricionista. Então, dentro de caso, faço isso. E uma dica, por exemplo, para algum influenciador que sofre com o cancelamento dentro de casa, às vezes, e a tendência nossa, eu tenho esse defeito, a gente é muito eu, né? Eu isso, eu aquilo, aquilo outro. briga um Pouco pela categoria também. Então, promova a categoria. Então, por exemplo, do nada eu faço podcast, trago outros nutricionistas para dentro
de casa, >> sim. >> Trago outros treinadores para dentro de casa, promovo outros médicos que não fazem parte só do meu grupo, crio, entendeu, linhas para que outros profissionais sejam conhecidos, mostrando acima de tudo que o jogo é o mercado. Porque na verdade é >> sim, >> na verdade é. Se você me vê treinando com o Júlio, gravando com o Júlio, >> você não tá jogando Rouba Monte, né? >> Não, não é Robam Monte. Se vi gravando com o Júlio, por exemplo, ó, hoje eu, Richard e o Júlio vamos fazer um treino. Eu dou um
passinho para trás, Júlio, você conduz. Por quê? Porque o Júlio tem uma vida técnica, prática muito mais poderosa do que eu. Então, entre competências E autoridades como treinador, o Júlio é uma autoridade muito maior que a minha. Qual o problema, Julião? Bola é tua. Se a gente tiver ali num médico ali, numa resenha com o médico, aí tem um médico ali, eu me faço às vezes de desentendido, faço uma pergunta de leigo pro médico para que ele mate essa bola no peito, faça o gol. E eu acho que esse jogo é o jogo de quem
quer se tornar referência no mercado tem que fazer Entender o seguinte, não é só sobre mim, é sobre o mercado. >> Uhum. Então acho que isso é muito importante e é uma coisa que eu me preocupo muito em fazer, porque se eu não tiver apoio dentro de casa, fica difícil, >> não? Total, >> fica difícil. E eu tenho esse apoio dentro de casa. >> Eu sempre, sempre fui dessa estratégia, pô. E o o seu mercado tem que ser seu Aliado, pô. >> É, você entendeu? >> Seu Sim, >> mercado tem que ser meu aliado. Tá,
mas esa aí, como é que eu sou aliado do mercado? Como é que o mercado me vê como aliado? Abaixa um pouco a tua bola e entrega um pouquinho mais. Sim, >> quem quer ser referência em tudo não se torna referência em nada. >> É verdade. >> Então, aonde tá, aonde você se torna Então eh forte? A minha força tá em comunicar o fitness. A minha força tá em gerar conteúdo, em ser o frente da geração de conteúdo. Eu nunca disse que eu era o melhor professor de educação física, o melhor treinador, o melhor expert,
o melhor cientista, porque senão aí também, né, velho? Sabe? Até é duro conviver com G. >> Duro, duro, duro. E assim, como é que o mercado vai te apoiar? Quantos Profissionais da educação física hoje imerso na parte acadêmica, tá lá batalhando? Aí eu chego lá, quero me venho aqui, pô, porque você sabe, né? Ô, ô Caio, hoje o seu considerado maior professor educação, o cara olha fal assim, obrigada, fica estudando para caramba, cara. Então, Cariane, ele não é o melhor professor de educação física, não é o maior profissional da saúde, mas talvez ele seja o
cara que mais traz pessoas Para dentro desse universo. Para quê? para que os profissionais sejam mais valorizados, para que a categoria possa ter um preço mais relevante e de acordo com o tanto que ele se entrega aos estudos, de que a pessoa consiga ver valor numa consulta nutricional e pague R$ 500, R$ 600 por uma consulta nutricional ou que pague R$ 150, R$ 200 a hora para um personal, porque às vezes ele paga 200 pa hora pro professor de inglês e acha que 200 paco. E aí ele começa através dos nossos conteúdos entender, falar: "Cara,
até agora eu não tive resultado porque eu não tenho um bom personal". Se eu tivesse um bom personal, eu teria resultado. Top. Estamos trabalhando pro mercado. >> Animal. Animal. Gente, falas pro carino, gente. Falas plateia. Então, vou chamar a plateia. >> Bora lá, gente. >> Bora. Primeira pergunta da plateia. Quem É? >> A Virgínia. Virgínia, pergunta sua. >> É claro. >> Levanta. >> Pergunta sua. Eu Patrícia Bravel está aqui, né? Até o microfone de pé, velho. >> Você viu ou não? >> Tô me vendo lá no programa do Silvio Santos que eu fiz. >> Só
que essa veio de Curitiba, tá? De Curitiba só para assistir esse episódio. Que legal, que bacana. >> E no shape, hein? Parabéns pelo físico. Tá incrível. >> Você viu que o Renato, ele já >> tem olho clínico. >> É olho clínico, >> viu? Eh, eu sou, eu tenho 40 anos, fiz 40 anos esse ano >> e eu perdi uma filha, eh, tô nervosa, 14 anos atrás, por uma leucemia. E 8 anos atrás, o que me tirou daquele luto, eh, que não tinha fim, foi a atividade física, né, que eu resolvi buscar para Que eu tivesse
um foco em outra coisa. E isso realmente mudou a minha vida. De lá para cá, algumas coisas aconteceram. Eu sou embaixadora de uma academia em Curitiba e esse ano, aos 40 anos, eu criei uma série de episódios justamente para falar sobre isso, para incentivar as pessoas, independente da idade, a começar a buscar a melhor versão. E eu, a pergunta que eu queria fazer era justamente essa, porque normalmente quando as pessoas buscam atividade Física, é, ou é por essa questão que você colocou da saúde física ou da estética, >> uma dor, né? uma dor. E no
meu caso foi da saúde mental, emocional. >> Também é uma dor. >> E eu queria que você falasse um pouquinho disso, da sua percepção sobre isso. >> Você sabe que existe uma grande parcela também, talvez não do mesmo tamanho que envolve estética ou saúde, mas uma Grande parcela que se inicia por saúde mental. a arquiteta do nosso projeto do CTRC, eh, é uma das melhores arquitetas do Brasil em academias. E ela virou e falou assim para mim: "Cariane, eh, eu tinha muito a vontade de trabalhar contigo. Eu vou te contar porquê. Eu tenho um filho
que na adolescência ele entrou num quadro de depressão que ele abandonou a escola, abandonou a vida, se trancou num quarto e nunca saía de lá, nem para Comer. De repente, ele começou a assistir os vídeos de vocês, começou a se motivar, saiu do quarto, falou assim: "Mãe, eu quero entrar numa academia". Ela falou assim: "Naquele dia eu tremia de um jeito que eu não conseguia falar". Ele começou a ir pra academia, voltava para dentro do quarto. Academia dentro do quarto. Daqui a pouco ele começou a fazer as refeições do lado de fora do quarto com
a gente. Daqui a pouco ele falou assim: "Mãe, eu tô preparado para Voltar pra escola". E ela falou assim: "A academia salvou a vida do meu filho". Eu falo que nosso conteúdo não é sobre conhecimento, é sobre ambiente. Continue no seu Instagram ou em todas as redes sociais que você puder criando ambiente. Ambiente salva a gente. Conhecimento, cara, conhecimento você paga. Paga um bom nutricionista, você vai ter sua dieta na mão. Paga um bom sua educação física, você vai ter o seu treino na mão. Agora, o ambiente Para poder tirar você de uma depressão, para
tirar de você de um local totalmente obesogênico, sabe? Todo mundo come, todo mundo bebe. O ambiente é a nossa luta. Eu com a minha equipe somos geradores de ambiente. Então, pode ser na brincadeira, pode ser na resenha ou pode ser até na informação. O que nós queremos é quando a pessoa desligar o vídeo e falar assim: "Top, bora". É isso. Parabéns. >> Obrigado. >> Muito bom. Heí, Regina, não consigo nem imaginar a dor que você sentiu. >> Tá louco? é a dor que você sentiu. Mas com toda certeza você deu um recado para muita gente
no começo de ano que é eh independentemente de qual circunstância que alguém tá vivendo, qual desafio que alguém tá vivendo, uma atividade física pode te tirar de uma caverna, pode tirar você de um de uma de uma cova e e sabe de um de um lado sombrio que você caiu Para algum desafio da vida e levantar o seu queixo e levantar os seus ombros e levantar o seu ânimo, porque o nosso corpo ele nos puxa, né? É, >> tem hora que você tem que embalar o teu corpo paraa tua mente acompanhar, né? Então, então muito,
muito boa pergunta. Quem é a próxima produção? >> Patrícia. >> Patrícia, quem é você, Patrícia? >> Olá, boa tarde. >> Pergunta sua, Patrícia. >> Cariane, hoje tem muita gente que quer sucesso rápido, mas pouco sustentam o processo. Se você pudesse dar um conselho para quem está se formando e quer unir propósito, resultado e estabilidade, qual seria? >> Ótima pergunta, tá? E eu também não vou pra parte motivacional. Eu gostei que ela veio preparada. Você veio com a colinha ali, ó. >> E eu não vou pra parte motivacional, vou pra parte prática. Vamos lá. Bom, todo
Mundo quer sucesso, só que precisa entender o seguinte: sucesso é aluguel. Sucesso é aluguel em todas as áreas. Por exemplo, cara, eu quero ter um físico bonito, fica um ano sem treinar, fica duas semanas sem fazer dieta. Sucesso é alugado. Você tá onde você tá, porque você paga o aluguel todo dia. Para de pagar o aluguel. Nossa, essa é muito boa, car. Essa é muito boa. >> Para de pagar aluguel. Sucesso é alugado. E por que eu tô falando isso? Tenha isso em mente. Não tem sombra e água fresca para quem tem sucesso. Todo dia
é dia de fazer acontecer. E para que isso não se torne um fardo, você tem que amar o que você faz. Escolha a tua carreira. Eu tenho 40 anos de idade, Renato. Sou funcionário de um cartório. Eu detesto o que eu faço. Sai fora daí, velho. Sai. Porque tu não vai ser ninguém nunca. Então tem que amar o que faz para não ser fardo, porque o sucesso é um aluguel que você vai pagar pro resto da tua vida. Primeiro ponto. Segundo, tá estudando, ainda não se formou? Se comporte como um formado. Leia livros da sua
área. Estude, participe de mentorias, participe de simpósios, participe de eventos. Participe, assista vídeos no YouTube sobre tua área técnica para quando você se formar, você tá bala No negócio. Bala. Sabe aquele treinador, o Luiz Sales, que faz as lives comigo, >> que comprou agora uma Lamborghini Ursus, quando ele se formou, ele já tinha feito tanto curso, já tinha tanto livro, ele se formou, no outro dia ele já tava dando consultoria. ficou uma semana na sala de personal, já tava dando consultoria online. Por quê? Porque tinha muita grade de conteúdo. A galera durante a faculdade, tudo
bem, tá? Eu tô dizendo pros pros esquisito, Não tô falando para pr pra estatística, tô falando pros esquisito. A galera durante a faculdade inteira é bar, faculdade, bar faculdade. Tem uns esquisitos lá doido que em vez de fazer esse rolê, que que ele faz durante os 4 anos? Ele tá lá enfiado em estudar, em aprender, ao ponto que se o professor falar besteira, toma a rasteira dele na na sala de aula. Quando se formar, esquece. Quem se formou e não estudou, porque a faculdade, desculpa, tá? Se Você acha que a faculdade vai te formar, não
tem área, pode ser qualquer área. Olha, eu fiz química, que não tem nada a ver com a administração, que não tem nada a ver com a educação física. Fiz três áreas diferentes. Nas três, 90% do que eu aprendi a nível profissional, prático, foi fora da faculdade, mas devo a tudo o que eu sou as minhas graduações, porque mudou a minha forma de estudar, de aprender e foi me levando para outro nível, senão não teria feito Três graduações. saiu da faculdade com o nível de conhecimento aprofundado, você já tá no game. Saiu da faculdade, aonde seu
rolê era bar faculdade, bar faculdade, você vai lá pro final da fila. E aí você vai começar aquele projeto que eu falei para você fazer durante 4 anos. E aí você vai demorar o quê? 4 anos para ir pra fila do cara que já tava lá, ó. Prático, hein? Tô dando exemplar. Faça com que os 4 anos de graduações da Faça com que os 4 anos da sua graduação seja uma verdadeira imersão na sua carreira fora da faculdade, porque dentro da faculdade, esquece, é o básico. Tá bom? >> Muito obrigada, viu? Deus. >> Antes da
próxima pergunta, Renato Cariani, defina esquisitos quem são. Vamos lá. Eu tenho, eu sempre falo para meus, toda vez eu tenho muita reunião com a minha equipe, eu falo o Seguinte, gente, eu falo dos normais e dos esquisitos. O mundo é feito de pessoas normais na sua grande maioria. E o que que é uma pessoa normal? aquela pessoa. E ó, não é crítica, é realidade. Existem, a grande maioria das pessoas, elas nascem, elas começam a trabalhar cedo, escolhe uma profissão, arruma um companheiro ou uma companheira, tem filhos, trabalha de forma secular, Conquistam a primeira casa, conquistam
o carro, guardam dinheiro, viajam final do ano, vivem a vida, terminam a sua carreira. se aposentam junto com a aposentadoria, graças a Deus, um planinho de previdência, alguma coisa, tem uma vida estável, envelhecem, criam os netos, envelhecem e morrem. E isso, cara, é muito importante você entender. Não tem nada de errado. >> E eu acho que até minoria, >> todo podcast vem aqui. Hã, >> eu acho que até a minoria consegue fazer isso. Ela, tem gente que não faz nem bem esse plano, >> mas vamos falar que é o sonho, né? Vamos falar que é
o sonho, né? Son estatístico. É um sonho de um plano normal. >> Sonho de plano dos normais. Sonho de plano a disso, né? Você sabe que isso não funciona, mas tudo bem. Mas vamos falar que o cara acha que o game é esse, Né? Mas vamos falar que no mundo no no mundo de Narnia seria isso. E eu sempre falo, tá? Eu sempre quando me perguntam isso, eu falo do meu exemplo do meu amigo, né? Que ele é tio da minha esposa. Eu falo meu amigo que é o Pedrinho. Pedrinho sabe e vai chegar esse
corte no Pedrinho porque os caras manda para ele sempre. Pedrinho é o seguinte, gênio, estudou na USP, formado na USP, só que ele desde moleque ele dizia: "Vou viver no mato, vou ver no Mato". Se formou, encontrou a esposa dele e falou assim: "Ó, quer casar comigo na faculdade? Vai casar comigo, vai viver no mato". E os amigos tiravam sarro da cara dele. Todo mundo tava tá. Ele se formou, ele foi para Minas Gerais, numa cidade que na época era tudo mato, comprou um pedaço de terra, não tinha luz. Fui ver lá, pegava a motinha
dele, ia até a região central da cidade, dava aula e voltava, dava aula e voltava. Se aposentou como professor Universitário, professor graduado, professor universitário, continua morando no mato. Feliz da vida. Se eu te apresentar o Pedrinho, pensa num cara feliz. Se eu pegar o Pedrinho, meter um terno a Pedrinho, botar ele na paulista para trabalhar 12 horas por dia e colocar 350 pau de salário na mão dele, ele é feliz. Lógico que não, não é uma questão de dinheiro, gente. Não é uma questão de dinheiro. É uma questão de propósito. O Propósito tava no coração
dele, cara. Eu quero ver no mato, viver cuidar meus bichos, ter minhas coisas e tudo mais. Então, ser uma pessoa normal e estatística não tem defeito, gente. Parece. Só que no meio dessa galera existe uns esquisitos. Esses esquisitos geralmente não concorda muito com o sistema de graduação. Às vezes discute, às vezes repete de ano, é meio arredio ou às vezes não é. Mas é o seguinte, os Esquisitos eles trabalham mais do que o normal, tem um nível de obsessão um pouco mais alto, tem um nível de ambição e competitividade extremamente difícil de ser aceito perante
os outros, certo? Trabalha demais, cria demais, erra demais. Porém, os esquisitos tendem a comandar os normais. É aí que dói. Os esquisitos geralmente comandam os normais. Por quê? Porque são os donos de empresa, são os empresários, são os Empreendedores, os que criam negócios. E de vez em quando, a cada 10 milhões de normais nasce um esquisito. E esse esquisito, ele também tem um fardo. Por quê? Porque o esquisito, vive pouco, se diverte menos, tende a ter menos tempo com a família, tende a ter uma série de coisas, pelo menos até chegar no nível de obsessão
que ele escolheu. Aí tem que entender que que você quer Ser, se você quer ser um cara normal ou se você quer ser um cara esquisito. Geralmente os esquisitos têm uma história de vida que em algum momento ele passou do ponto na obsessividade dele. Então ele entregou mais para alguma coisa. Hoje eu tenho muita qualidade de vida com a minha família, mas o meu filho de 26 anos de idade, infelizmente, erro, erro. E ele sabe porque eu já tive muitas conversas, eu não vi meu filho de 26 anos crescer Porque eu tava no perrengue danado,
trabalhando feito um louco de segunda a segunda sem hora para nada. E como eu tive filho com 21 anos de idade e não fiquei com a mãe dele, então além de tudo, era um pai de final de semana. Então é isso que acontece. Então o esquisito para mim é aquele cara que se comporta de uma forma obsessiva e que geralmente tem que entregar uma performance que a maioria das pessoas não entregam. tem um ponto positivo, tem Porque tendem a prosperar muito mais e a comandarem os normais, mas também tem um efeito colateral, não tem aquela
qualidade de vida que é o, vamos dizer assim, como eu falei assim, no mundo ideal funciona >> sim >> e eu acho que se existisse uma cartilha o seguinte, Cariane, se eu estudar, fizer uma faculdade, vão bater na minha porta, me dar um emprego, eu vou ter um emprego suficiente gente, para manter a Minha família, manter uma boa casa, manter um bom carro de final de semana, poder se divertir com a minha família e aos finais do ano eu tenho um mês de férias e poder se divertir com a minha família. Posso falar? Se essa
cartilha fosse padrão e teriam menos esquisitos ainda, porque cara, é um padrão legal. >> Sim. >> É que nem sempre funciona na cartilha, né? Como nem sempre os esquisitos todos Também se dão bem, né? tá cheio de louco aí, quebrado. >> Mas é boa sua provocação, né? >> É >> fal assim, cara, todo caminho tem um preço. >> E eu falo e tá tudo bem. Por exemplo, quando eu falo reunião com minha equipe, falo assim, gente, o seguinte, tá aqui quem quiser, quem não quiser também não tem problema, porque tem vaga para todo mundo. Não
dá para ter só Esquisito, porque se tiver só esquisito, quem vai fazer o trabalho do normal? né? >> É, senhoras e senhores, defina se você quer ser um esquisito em 2026, se você quer e e você quer ser um esquisito para ter um resultado esquisito também. >> É para ter um resultado esquisito. >> Não tem como você ter um resultado esquisito fazendo uma uma coisa comum. Então não tem maior feito >> e às vezes pode dar ruim também. >> Exato. Também >> porque o esquisito assume muita a muito risco, né? >> Exato. Tudo tem um
preço. >> Fala qual o risco que tem. Vamos lá. Tem risco, mas muito. Bom, termino a meu meu ensino primário, sou um garoto responsável, faço um ótimo ensino médio, me entrego, me dedico, passo numa boa faculdade, me entrego na faculdade, Tenho uma boa formação, le tem uma boa formação, vou pro mercado de trabalho. uma boa formação, cara, tendência aí bem, vou me atualizando ali durante os anos, é menos risco. >> Uhum. >> É menos risco do que você tomar crédito em banco, do que você começar um negócio, criar algo, assumir risco, criar empresa, tudo mais.
É menos risco do que você às vezes abrir mão de um Trabalho e ficar 4 anos estudando para um concurso público. Tem amigo meu que demorou 6 anos estudando para um concurso público. Você tem noção? Imagina 6 anos. Todo mundo voando já e você lá fala assim: "Meu irmão, 6 anos." Só que aí você vai lá e passa de um concurso que todo mundo sonhava. Quando você passou, você fala assim, ó, agora sou eu. >> Aí um ano você descobre que não era aquilo que você quer. É, pode ser. Ou não, né? >> Ou não.
>> Porque é assim, cara, eu converso muito com os concurseiros. É um universo diferente. >> É diferente. >> Sabe por quê? Os caras aplicam muita performance e ele vê valor em coisas que outras pessoas de repente não vê. >> Concordo. >> E é um valor assim, pô, o seguinte, por exemplo, um um concurseiro, cara, é muito engraçado. Ele também é obsecado. >> Eu conheço, conheci concurseiros que ele passou em cinco concursos, >> passou em um, depois ele não se conformou que ele outro, outro, outro, outro. já tá lá em Brasília ganhando uma grana preta, trabalha
duas vezes na semana num concurso específico dando aula em outras coisas, fazendo outras coisas. Então o concurseiro não Necessariamente às vezes deixa de ser empreendedor, porque quando a cara tem a mente empreendedora, ele passou em cinco concursos, aí ele tá num concurso que é três vezes na semana apenas, só que ele dá aula ali, dá aula cá, faz mentoria, faz, faz mentoria daquilo, >> só tá jogando um jogo diferente. >> Só tá jogando um jogo diferente. É muito louco, cara. >> É, >> produção, tem a última pergunta? Não Tem? >> Sim. >> De quem? Quem?
>> Catarine. >> Catarine. Vai cá. Via lá. Pergunta é sua. >> Então vamos lá. Eu ia fazer uma pergunta, mas eu acho que eu vou mudar um pouquinho. E a pergunta era, né? Eh, qual foi a decisão mais difícil que você tomou na sua trajetória? Eh, em meio a um monte de incertezas e que fez viral Seu jogo? >> Pô, eu tenho isso muito claro na minha cabeça. >> Tem sim. Vai, >> [ __ ] Traumático, >> né? Eu ia perguntar, foi no dia que tu descobriu que queria ser esquisito? Cara, eu acho que eu
descobri quando eu queria ser esquisito na dificuldade. Qual foi essa? >> Bom, eu sei quando eu descobri que eu queria ser esquisito, eu tinha plena Certeza. Eu sei muito claro. Eu falo que muitas pessoas tm traumas e precisa tratar esses traumas com psicólogo. Os meus traumas são muito claros na minha mente, tá? Só que foi também foram transformadores. O dia que eu descobri que eu queria ser um esquisito foi o dia que o meu tio, irmão da minha mãe, entrou na minha casa com uma cesta básica para ajudar na alimentação da minha família, sendo que
o meu pai ficou 38 anos trabalhando na mesma empresa e Tinha um final de semana só de folga por mês. Eu falei: "Pera aí, meu, essa conta não tá fechando meu pai". Eu tinha 12 anos, tá? O meu pai trabalhou a vida inteira, cara. Cara mais honesto que eu conheci na minha vida. Tinha um final de semana de folga por mês. Quando se aposentou, precisando de cesta básica para se manter. Por quê? Meu pai se aposentou na década, no final da década de 80. Plano Sarney indexou a aposentadoria no equivalente hoje a R$ 780. Depois
veio o plano coloro e congelou a a rescisão do pobre do velho. Meu pai 38 anos na mesma empresa. A empresa resolveu retornar pros Estados Unidos. chegou e falou assim: "Seu Elias, paciência". Foi lá, dispensou meu pai, meu pai em idade de aposentadoria, foi lá se aposentar. Aí veio o Sarne indexou em 785, mais ou menos aposentadoria equivalente a hoje. Aí meu pai falou: "Bom, 38 anos de rescisão, né? Então a Gente come um pouquinho aqui e um pouquinho aqui". Aí veio o color congelou as aplicações. Aí meu pai olhou e falou assim: "Meu Deus
do céu, olha isso. Olha a situação do velho. 38 anos de empresa, uma folga por por mês. >> Qu qu quantas ele tinha naquela época? 56, 57, >> ou seja, para se realocar no >> Não, não. Na década final da década de 80, esquece, emprestava. Aquela época não tinha. Aí meu pai olhou e falou Assim: "Pera aí, R$ 785 e sem dinheiro, um AVC, dois infarto". Cara, que passou a vida inteira, minha mãe era dona de casa. Pai provedor. Qual era o orgulho do meu pai? Papai nunca botou uma gota de álcool na boca. Qual
era o orgulho do meu pai? Chega lá, ó, ele pegava o dinheiro inteiro, cara. Era emocionante de ver, velho. Meu pai pegava a grana inteira do salário, mão da minha mãe, pegava um dinheirinho só, meu pai fumava só pro cigarrinho dele. O resto minha Mãe, a satisfação que meu pai tinha, Tolo. Satisfação do homem provedor. >> Foi lá e cacei e trouxe a caça. >> Aí de repente meu tio entrando com uma cesta básica. Eu tinha quatro primos, os quatro mais ou menos na nossa idade, a gente brincava junto. O olhar dos meus primos para
mim de dó. Aquele dia eu falei assim: "Eu não quero isso aí para mim". 12 anos fui entregar Panflete no farol. Comecei entregando panflete no farol na inauguração de um shopping. Não quero aquele dia, daquele dia pra frente a minha obsessão nunca mudou até hoje. Isso que eu falo, sou meio [ __ ] também, entendeu? Sou meio meio doente. Nunca mudou. Primeiro foi com estudo, sempre fui melhor aluno, depois do estudo foi com trabalho, sempre foi isso. Então com 12 anos. Mas o momento que me virou a chave, rapidinho aqui para não estender, eu Trabalhava
num laboratório multinacional, tinha um chefe que era um militar da reserva reformado. Pensa num casca de ferida, velho. Para você entrar na empresa, perdão, para entrar na sala dele era engraçado, tinha um ritual, tinha que chegar bater na porta e ficava lá quietinho esperando. Aí ele, quem é? Aí você abria a porta, com licença, seu fulano. Aí você ficava olhando para ele e ele lá com a clin aqui, ó. Quando ele olhasse para você, Você tinha que se aproximar. Esse era o nível da fera. Início dos anos 2000, 2000, 2001, mais ou menos, acho que
era. É 2000. Era 2000. Curso naquela época não existia. Hoje tem curso para todo lado. Tinha um curso de atualização de sistema X9000. Eu era auditor da X9000 na época. E aí tinha um curso de atualização no Rio de Janeiro, a empresa ia levar um, todo mundo sabia que ia ser porque eu Era o cara mais obsessivo da empresa. Apesar de ser extremamente jovem, eu era o RT, eu era o responsável técnico, não tinha faculdade, mas como eu tinha o curso técnico em química, eu já era tava na faculdade e eu era o responsável técnico
e comandava biólogo, biomédico, engenheiro de alimentos, farmacêutico, tudo. Só que eu chegava muito cedo, era o último a sair, extremamente obsessivo, era [ __ ] para trabalhar nas empresas. Eu era [ __ ] Todo mundo falou assim: "Ah, vai o Cariane". Esquece, essa vaga é do Carioi. E eu também achava que essa vaga era minha, pô. Eu tinha plena convicção de que ninguém fazia o que eu fazia. Ele contratou a minha assistente para esse curso. Aí eu me enchi de de de desentendimentos, falei: "Caramba, nome tá errado, tudo tal". Me enchi também de coragem, fui
bater na sala do velho >> e aí >> mesma coisa. Espera, com a licença, Entra. Entrei, falei assim: "Olha, seu fulano, eu gostaria de entender porque eu não fui chamado, na onde eu tenho que melhorar, tudo mais". Ele olhou para mim, deu uma resposta evasiva, eu virei de costa, fiquei meio assim. Aí ele falou: "Pera aí, garoto". Acho que dentro do coração dele virou e falou assim: "Pô, esse cara trabalha tão bem, esse moleque dá o sangue, tudo tal. Vou dar uma moralzinha para ele. Não posso ficar aqui sem você, garoto. Isso aqui, Uma semana
sem você vai virar uma bagunça. Qualquer pessoa e olhar e falar assim: "Poxa, top, reconheceu o meu valor, ele acabou comigo." Sabe por quê? Porque quando eu tinha 12 anos de idade, cada oportunidade que aparecia na minha vida, para mim era a chance de eu sair da merda que eu tava. E naquele momento eu tinha um monte de cheque sem fundo para dar conta da faculdade. Eu tinha um bebê de 7 meses porque um dia minha mulher tá Grávida. [ __ ] que pariu na situação que eu tava. Tinha uma criança 7 meses morava num
apartamento de 42 m², minúsculo, e não tinha nenhum carro para andar. Todo dia eu chegava antes das 7, era o último a sair e não fazia nem horário de almoço para dar conta daquele trabalho. Por quê? Porque eu era um puxa-sco. Não, porque para mim ali era a oportunidade para eu sair dessa merda que eu tava. E aí ele virou para mim simplesmente Falou assim: "Tu vai ser a mesma coisa aqui o resto da vida. Tu nunca vai sair dessa merda aqui, porque nenhum curso você vai fazer. Você vai ficar aqui o dia inteiro fazendo
o que eu mandar". Ele acabou com o meu sonho. Ele acabou com o meu sonho, cara. Eu desci pro meu vestiário. Eu juro pelos meus filhos. Eu chorava feito uma criança, velho. Chorava. Eu juro pela alma dos meus filhos. Não porque eu perdi o curso, porque toda Aquela minha obsessão que eu tinha todos os dias, eu tava entregando no lugar errado, nunca ia conseguir sair da merda que eu tava naquele lugar. Me enchi de coragem e voltei pra empresa, subi na sala dele e pedi demissão. Quando eu cheguei em casa e falei para então mãe
do meu filho que eu tinha perdido, ela ficou maluca. Você é louco, cara. Que que você tem na cabeça? >> Você não tinha um plano, você não tinha um outro plano naquela época, né? >> Que que você tinha na cabeça? Eu nunca tive plano B. Nunca tive, não tinha outro plano. O plano era era ser diretor daquela empresa, um dia ser sócio daquela empresa, era o que me acordava e fazia ser o [ __ ] que eu era dentro da empresa. Tinha plano B, nunca teve plano B na minha vida. >> E aí ela gritava
comigo. Eu lembro como se fosse hoje ela gritando, meus amigos, você é louco. Eu me lembro, eu numa Praça sentado perto da da minha casa, olhando, tipo assim, tá? E agora o que eu vou fazer? Quando tinha pulando no B. Voltei na empresa no outro dia, cheguei para ele e falei assim: "Chefe, o seguinte, eu preparo alguém pro meu lugar e você me faz um favor, você me manda embora, me dá minhas verbas esses horas." Porque eu tava ferrado, Caio, mas ele também tava. Sabe por quê? Porque o nível de obsessão d que eu Tinha
na empresa, a empresa tava na mão aqui, ó. Então, se ele não queria eu ausente durante uma semana, imagina eu saindo da empresa. Então, ele, ufa, tá bom, você treina alguém. Peguei 4 e5 meio, R$ 4500. Peguei, fui numa loja de madeira, comprei prateleira, fui no ferro velho, comprei cantoneira, mandei no soldador solda, aluguei um pontinho na cidade de Diadema no ABC Paulista, falei: "Vamos Montar uma loja de suplemento". Todos meus amigos falou assim: "Você é doido. Diadema é um lugar periférico, uma região carente, não tem espaço para lo". Falei assim, querido, o seguinte, não
tem nenhuma loja aqui, é a única cidade ainda que não tem uma loja. Vou apostar, só que eu vou apostar no low ticket. Eu vou vender suplementos populares pra galera, só que eu vou vender de uma forma diferente. Eu não vou vender, eu vou vender, eu vou Orientar, eu vou treinar, eu vou mostrar. Eu fiz um formato diferente, só que eu também tinha uma vantagem. Todo cara obsessivo, isso é uma coisa importante, tá? Guardem. E não é hipocrisia. dentro de uma empresa, você como CLT, tu não trabalha para você. Perdão, tu não trabalha pra empresa,
você trabalha para você. Como eu era um cara muito obsessivo na empresa, no outro dia que eu fui embora, Fornecedor, quero falar com Cariane, Cariane não tá, como assim o Cariane foi embora. Cliente, quero falar com Cari, três dias tinha uma briga entre empresas para m contratar, ou seja, três dias já tava na outra empresa. Obsessivo pr caramba. Só que eu já tinha minha lojinha de suplemento e eu tinha meu emprego, certo? Então, de uma loja virou duas. Aí foi quando eu conheci o Júlio Balestrin, foi trabalhar comigo. De duas virou três, três virou quatro.
Chegou uma hora, eu tinha sete lojas de suplemento numa época que o digital não existia, né? Não existia e-commerce, não existia nada. Tinha sete lojas de suplemento e uma distribuidora. dessas sete lojas de suplemento distribuidora, eu fiz um equity dela, peguei uma grana e fiz um equity da empresa que eu era funcionário e me tornei sócio da indústria que eu era funcionário. E com 30 anos de idade eu acabei me Tornando o sócio mais novo de uma indústria sem ser herdeiro da minha categoria. Ou seja, o pior dia da minha vida, na situação que eu
tava mais lascado, foi o dia da minha grande virada, porque se ele não tivesse me negado aquele curso, talvez hoje eu era o diretor, ceou, sei lá, da empresa dele. Então, o lance é, você só pode trabalhar aonde você vê longevidade, carreira, futuro, aonde você olha e fala assim: "Isso aqui tá meu, é aqui que tá meu jogo". Porque se você trabalha num lugar aonde você não tem profunda fé de que ali é o lugar que você vai mudar o jogo, você não trabalha. Você tá um pé dentro, um pé fora, velho. E quem trabalha
com pé dentro, um pé fora, quem acha que tá levando vantagem porque entregou um atestado, quem acha que tá levando vantagem porque no final de semana, entendeu? e bebeu demais. Na segunda-feira arrumou uma desculpa, não Foi trabalhar. Quem acha que tá na vantagem porque trabalha só em home office e durante o dia vai pra academia, vai curtir essas coisas e não trabalha nada e que o chefe não pega no pé, você não tá na vantagem, velho. Tu só tá vivendo na estatística e você nunca vai conseguir nada. O seu rolê só vai dar certo se
você for obsecado e se você encontrar Roy. Vida profissional vive de Roy. Quando eu olhei, eu falei: "Isso aqui não tem ROY nenhum, cara". todo o Meu investimento não vai voltar e aí não dá para entregar tudo que eu tava entregando pro salário do final do mês. Eu tô sempre no prêmio maior. E aí a pergunta que é muito importante para você fazer, aonde você tá hoje, tem um prêmio maior além do seu salário? Da Se tem, entrega a tua alma. Não tenho, rapa fora. Rapa para fora, porque senão você não vai ser. E não
é papo de coach, é papo de quem trabalhou a vida inteira na indústria. Trabalhei em vida inteira Empresa. Pô, até meus 45 anos de idade, não, até meus 42 anos de idade, trabalhei trancado dentro de empresa. Aí depois eu fui pra internet viver. >> Caraca. É 2026 abriu o ano fazendo reflexão porque é muito bom, né? Às vezes não tem melhor coisa no 2026 do que o melhor plano é ter um bom caminho. Eu falo que o que você pode fazer de melhor para você na primeira quinzena ou no mês de janeiro é Reflexição, >>
pensar na vida, >> porque a gente não tem tempo de pensar na vida, cara. O flow da vida. Vamos lá. Acorda cedo, toma um banho, vai pro trabalho. Se você é um cara dedicado o dia inteiro, chega no trabalho, sai cansado, de repente vai fazer uma atividade física, chega em casa, tu quer paz. E esse flow é muito bom para quem está Querendo você como você está. Então, se no começo do ano você faz uma reflexão e viver assumir risco, Caio, você já assumiu risco para caramba nessa vida, velho. Você sabe que você veio de
um mercado muito agressivo. >> Sim. >> É tudo ou nada no mercado que você era. Não tem médio, né? >> É totalmente variável. >> Mercado de vendas é totalmente variável. Não tenho garantia. E assim, se você não acordar psicopata todo dia, você tá fora do game. >> Acabou. Acabou. >> Táí. Tem um cara que pode falar sobre obsessividade é você, >> porque você veio de um mercado que é um aprendizado, tá? É aula. Aula, aula de venda, aula de estratégia, aula de frequência, de como você manter uma equipe em frequência alta. >> Uhum. >> E
aula de obsessão. >> Uhum. >> Então você sabe que eu não tô falando besteceira, >> não. >> Não tem outro rolê para fazer que não seja esse. >> Cara, eu imagina uma pessoa que chegou com a gente aqui 2026. Se fosse fazer uma pergunta, para quem Você acredita que é 2026? >> 2026 pessoas. Para quem vai ser 2026? >> 2026 tem que ser o ano para quem não quer mais ser gatinho e quer ser leão ou leo? gatinho, aquela tranquilidade, aquela 2026 tem muita coisa acontecendo, gente. Tem muita coisa acontecendo. Eu acho que nunca houve
tanta estratégia e tanto negócio aberto assim, flutuando para você trabalhar. Bom, 20 anos atrás, os as profissões, as carreiras era Padrão. Para você rico, como é que você é rico há 30 anos atrás? Vai 30 anos atrás você tem pai rico. Hoje tem moleque de 23 anos de idade fazendo fortuna que três gerações não conseguiram fazer porque acertou num tech velho num produto de tec. >> Uhum. >> Acertou num aplicativo, acertou numa programação, fechou uma ferramenta que é utilizada em e-commerce e tudo mais. Pô, tem um colega meu criou uma ferramenta, Uma solução tecnológica para
e-commerce, um negócio, um programador, negócio extremamente futurista, vendeu por múltiplos de milhões de dólares com 27 anos de idade. Já tem um outro amigo meu, Marcião, que indústria metalúrgica, o voo começou, passou pro pai, passou para ele e ele não tem nada na internet. Você quer ver ele louco? É ver a molecada de Lamborghini, de Ferrari, ele nossa, dia civil, me mato Aqui para pegar, entendeu? 500.000 por mês de de distribuição de lucro, não sei o que lá. Pois é, eu falo, Marcelão, dinheiro mudou de mão, irmão. Dinheiro mudou de mão. Hoje não tem lugar
mais rápido para você escalar financeiramente do que a internet. É muito rápido. E é difícil, né? O cara tem uma indústria, é difícil botar isso na cabeça do cara, velho. >> Sabe, o voo começou, passa. Ô, 750 funcionários. >> Sim, >> a cabeça do cara com 750 funcionários, sindicato, metalúrgica, área de risco, uma série de regulatórios, é CESB, é ambiental. E aí de repente o garoto de 23, 24 anos de idade, programador, ou que seja um um um um cara que gera conteúdo digital, ou que seja alguma coisa, o cara vai lá, Estoura num produto,
acerta num produto. Cara, principalmente pensando na audiência, que realmente é difícil, né, fazer transplante de cérebro para quem, né, e e tá fora. Eu concordo com você. Eu acho que a internet ela ela ela adubou possibilidades, ela fertilizou possibilidades, né? Ela democratizou, porque é a avenida onde mais passa a gente, né? E todo mundo pode abrir uma lojinha, entre aspas, nessa avenida, né? >> E num custo, né? >> Exato. Então, ah, mas a gente falou muito de no começo de geração de conteúdo, eu fiquei com essa curiosidade assim, se você fosse produzir um conteúdo que
fosse nesse começo de ano chegar para todo mundo, qual seria? Você que é um estrategista de conteúdo? Só vai ter, por exemplo, um stories. O Instagram fala assim: "Cariana, vou te dar um stories, esse vou entregar para todo Mundo." O que seria? Sempre assim, né? Depende muito da área, mas eu sempre vou acreditar no assunto que tá no momento. >> Tava no avião lá na tava na esperando na na área VIP lá do avião, veio um médico falou para mim: "Cariane, cara, não consigo melhorar a minha rede social, tudo tal, pá, el tudo marado." Falei
assim, deixa eu ver. Aí eu olhei e falei assim: "Sobre o que hoje as pessoas estão falando?" Pô, a galera tá falando sobre Monjar tá. Falei: "Não, velho, já foi." A galera tá falando sobre a retatrutida, que é o análenciadores falar e você não falou. Então, se você quer entregar apenas um stories, isso é uma dica, tá? Você tem que ter domínio sobre o assunto daquilo que faz parte da tua categoria. Qual o assunto? Tem que tá na frente. Tem que tá na frente. Tem que tá atualizado. Eu consumo rede social porque eu sou da
rede social. Eu acho engraçado. Chega às vezes às vezes eu tô lá, né? E é a galera. Ah, eu não sou um gerador de conteúdo, não. Eu não sou um consumidor de internet. Eu sou um gerador de conteúdo. Não consumo internet, só gero conteúdo. Top. pro meu game não funciona. Se você quer ser um cara que fala com a audiência, você tem que consumir isso aqui, cara. Quando eu falo consumir isso Aqui, não é consumir parafernalha, tá? Hoje eu sou do mercado de fitness e wellness, certo? Eu preciso consumir muita coisa disso. Que que a
galera tá fazendo diferente, cara? Ou eu sou todo poderoso que eu vou ser sempre atendendo? Não. Que que tá acontecendo lá fora? Tem um monte de perfil que eu vejo lá fora, tem um monte de cara que eu sigo, um monte de profissional, um monte de tendência do tal para eu entender. Eu tenho tá atualizado. Começou a sair um ruído, pô, ruído da retatrutida, que é hoje o análogo de GLP1 que substituiu ou que vai substituir que aprovou semana passada que vai substituir o mja. Monjar é tiros hepatida, tá? Tiros hepatida é GLP1, GIP e
Glucagon. >> Uhum. >> Agora vai ter a retatrutida. que é GLP1, GIP, Glucagon e IGF1, ou seja, mais perda de gordura e mais manutenção, mais massa muscular garantida. Quando começou A sair esse ruído da Eli Lili, que é a empresa que fabrica, eu já tava lá na frente, já tava falando, já tava conversando, tudo mais. É obrigação minha tá na frente disso. >> Sim, >> é obrigação minha. E como é que eu vou saber disso? Tem que tá aqui, tem que estar nos payer, tem que estar nas notícias, tem que consumir, cara. consumir. Óbvio que
eu não vou consumir a vida dos Influenciadores, as dancinhas do TikTok, não. Mas eu tenho que olhar, tenho que me posicionar, tenho que consumir. >> Gente, falas por Carana. >> Alugou um triplex na cabeça das pessoas, senhoras e senhores. E eu tenho certeza. E cara, eu acho que a mensagem final sua e eu vou gente que tá nesse podcast, gente que tá no Como você fez isso, primeiro é todo mundo esquisito. A nossa plateia é toda esquisita. É, primeiro tem um presente da café para >> Obrigado, meu irmão. Obrigado pelo presente pessoal lá da Café.
>> Agradecer toda a galera da cafeína, da cafeíne arm para pelo presente. Muito obrigado. >> Tá, >> tá aqui, ó. >> Presente maravilhoso, Super Coffee, que é de casa, que a gente adora. Morning Shop. >> Besteller, né? Besteller, >> cara. Best seller e o Koala. >> Ah, produtos maravilhosos. Tá presente para você e eu acho que a tua mensagem final para todo mundo que tá esquisito aí em 2026. Ai, bom, primeiro vou pedir perdão pelo meu nível de obsessividade, que eu acabo trazendo isso de uma forma que parece tá o nível de psicopatia. Não é,
gente, é assim, é apenas um atleta que transferiu toda a forma de agir dentro do seu esporte pro seu mundo de trabalho. Eu competi a primeira vez aos 19 anos de idade. Com 16 eu descobri o Que era ser atleta. Porque para fugir de uma obesidade eu entrei numa academia e nessa academia era só de atletas, não sabia. Era academia perto do trabalho e era uma academia de atletas. E eu fiquei fascinado pela forma e pela mentalidade, pelo comportamento dos atletas, a capacidade que eles tinham de se manter numa zona de desconforto tão grande, tão
grande, a fim de um propósito, de um resultado tão pequeno, né? porque o resultado dele era Um troféu, eles não ganhava nada com isso. Resolvi emergir nisso, me tornei atleta, fiz duas competições e quando eu me tornei vice-campeão, me deram um saco de proteína de soja. Assim, eu olhei e falei assim: "Nossa, eu não vou conseguir sair da onde eu quero sair. Eu não quero realizar o sonho de ser atleta acima de tudo. Eu quero realizar o sonho de mudar de vida". Mas todo aquele comportamento obsessivo, Toda aquela forma metódica de levar a vida, a
capacidade de gerar desconforto na tua vida, eu levei isso para mim. Eu tô sempre criando um desconforto paraa minha vida. Talvez aos 49 anos de idade, talvez isso nem seja positivo. Talvez eu deveria até diminuir. Quem sabe um dia eu acorde e decida isso junto da minha família, mas também a vida que eu escolhi. E a gente tem um direito, né, de viver a vida que a gente escolhe. Essa é a vida que eu escolhi para mim. Não necessariamente seria a melhor vida, mas se eu puder te dar um conselho, principalmente se você é jovem,
mais jovem do que eu, ou se você precisa, porque eu não preciso, faço isso sem precisar, financeiramente falando, faço isso pelo propósito. Mas se você precisa, meu conselho para 2026 é: cria um pouco de desconforto pra tua vida. arruma os problema em todos os aspectos. Uma vida muito confortável tende a ser uma vida pouco escalável. Então, criar um pouquinho mais de desconforto, atrapalhar um pouquinho e dormir um pouquinho mais tarde para poder estudar um pouco, entregar um pouco mais, acordar um pouco mais cedo, melhorar um pouco a qualidade da sua alimentação e não olhar apenas
o alimento como resultado paraa liberação de dopamina, mas olhar o alimento como uma ferramenta, como munição para uma Guerra que você precisa enfrentar. Esse 2026 é uma guerra que você precisa enfrentar. E como toda guerra, o desconforto faz parte. Faz uma autoanálise esse início de ano. Vê aonde tá o desconforto que precisa ser gerado. Você sabe e coloque em prática um plano. Mas não debruça um monte de peças de roupas uma em cima da outra. Faça com que cada roupa, ou seja, cada estratégia que você precisa executar esteja muito bem visível. Toma nota. Anota. Cria
planos, prazos, metas. Comemore os microresultados. Cada livro lido é uma comemoração de um microrultado. Cada aquilo perdido é uma comemoração de microrresultado. Porque quando você comemora esse microrresado, encerrar um livro é a grande jogada para você começar outro. >> Claro. >> Perder 1 kg é a grande jogada para você continuar emagrecendo. Mas você precisa enxergar, né? Aprenda a enxergar os seus Microrresultados, que ser humano gosta de olhar para longe, né? Tipo assim, caramba, eu queria meu abdômen trincado, tá? Tu tá com 120 kg, caceta. Não vai ser rápido. Não tô mais com 120 kg, tô
com 118. Yes. Comemore. Vibra, meça, analise, observe, registre. Perdi 2 kg. Porque aquela dopamina liberada daquele resultado vai substituir a dopamina daquele doce que tava te levando paraa Merda. A dopamina daquele livro encerrado vai substituir aquela dopamina daquele daquela série do Netflix que você maratonou a semana inteira e que não vai te levar para merda de lugar nenhum. Estamos junto. Obrigado, meu irmão. Irmão. Ó, para quem não acompanha Renato Cariani, todas as redes sociais do Renato Cariani estão aqui embaixo na descrição. Tenho certeza que com esse episódio você tá reflexivo. Como que falou, tem que
pensar na vida. Abre um ano bem. Que Deus abençoe muito seu ano. Obrigado pela tua companhia, pela tua confiança, o como você fez isso, porque a gente recebeu nossa reavaliação, né? teve a retrospectiva e a gente cresceu absurdamente, graças à tua confiança, a tua companhia. É muito bom ter você presente e que a gente possa seguir ainda mais junto, mais forte em 2026. Então vamos com tudo. Compartilha esse episódio, pega o link Agora, manda no grupo de família, de trabalho dos amigos que eu tenho certeza vai gerar uma provocação muito boa para um ano diferente,
para dinheiro novo, história nova, tem que ter ações novas, é desde isso que a gente deseja nesse 2026. Fica com Deus, plateia, palmas para vocês. Eu tô numa plateia maravilhosa. E você em casa, obrigado pela tua companhia, Renato de novo. Obrigado. Tá bom. >> Estamos junto, pessoal. Fica com Deus e tchau.