E aí [Música] Olá sejam bem-vindos eu sua Luana Campos esse aqui é o leituras da lua hoje eu vou falar para vocês de um livro que é um super clássico do feminino que é Mulheres que Correm com lobos da Clarissa pinkola estés ele é um livro de 1992 e ele vai tratar né como tá no subtítulo dele dos mitos e histórias do arquétipo da mulher selvagem a Clarissa é uma pessoa muito interessante Porque ela fez um doutorado em psicologia at clínica então ela tem uma grande formação nessa parte de grupos em tribos depois também ela
fez um pós-doutorado em psicologia analítica ela se coloca como uma na lista e um Diana e ela disse também que ela é uma cantadora uma contadora de histórias uma grande artista e que ela teve a sorte o privilégio de crescer na natureza não é muito próxima daí que vem essa questão dela nos comparar né Nós mulheres aos Lobos né ela tem e pensa é muito prática dessa proximidade com a natureza que faz da obra super legal a Clarissa vai nos dizer que existem muitas semelhanças entre lobos e mulheres saudáveis que são para ela a percepção
aguçada o espírito brincalhão a devoção seja os seus filhotes aos seus parceiros ao seu grupo de pertencimento que são seres muito gregários curiosos que tem resistência força adaptação determinação e coragem então são esses elementos que ela vai trazer o tempo todo na sua obra como que um Resgate Para nós mulheres em relação a esses temas a Clarissa vai dizer que essa obra ela é importante porque a gente tem visto numa sociedade cada vez mais igualitária de gêneros uma perda da natureza em extintiva da mulher né que a mulher cada vez menos entra em contato com
os seus sonhos com seus silêncios o lar com as artes manuais né com os artesanatos com a sua vida criativa com seus amores com a dança com canto com a sua escrita aquilo que a sua essência né E que Quais são as formas né que a Clarissa vem trazer para nos chamar para isso que ela fala que já tá dentro de nós e talvez esteja só ali apagado né ela fala que isso a gente faz por meio dos contos das histórias né então contos de fadas os mitos as lendas dos folclores eles trazem para a
gente isso que tá né e um Diana são chamado os arquétipos é que são conhecimentos ou em sites que a gente pode ter quando a gente escuta uma história de falar puxa parece que isso fala comigo isso tem a ver com uma história que eu já vivi uma percepção algo que no meu íntimo diz isso tem a ver comigo um monte de exemplos em relação a isso e um deles que eu gosto muito ela fala que é o de nós usarmos os calçados Os sapatos é especialmente as mulheres que ficam ali né usando o salto
alto bico fino né aquele sapato que em geral ele é desconfortável e que quando a mulher ela tira o pé do contato direto com a terra ela perde um pouco dos seus instintos que os pés servem para mulher meio que como olhos mesmo né então é interessante a gente vê as pessoas que são mais ligadas à natureza nesse que tem mais essa essa percepção em geral São pessoas que gostam muito do andar descalços né Isso é uma forma delas sentirem o que que tá acontecendo né isso traz uma série de informações achei muito interessante Então
durante todo o livro O Grande convite da Clarissa para para as mulheres é de entrar em contato com a alma né com aquilo que é mais íntimo com a sua Natureza Selvagem que ela vai chamar para sua intuição né E para entender cada vez mais tanto aquilo que tá fora da mulher quanto aquilo que tá dentro dela é os conceitos que ela chama de vida morte-vida mas é deixar viver aquilo que precisa viver às vezes até ressuscitar alguma coisa que tava quase morrendo principalmente alguma coisa da nossa vida mais criativa mas produtiva aquilo que a
gente traz quase que como um chamado dentro de nós e de também deixar morrer aquilo que precisa morrer ela até conta uma história que ela Ela vivia né então muito em contato com a natureza até que ela viu Um dia uma cena de uma loba deixando que o seu filhote que já tava muito doente que ele provavelmente ela percebia que ele não teria condições de continuar vivendo e ela mesma acaba matando filhote não quer Clarissa diga que a gente tem que fazer isso né com os nossos filhotes com os nossos filhos mas ela faz o
paralelo de que tem coisas que às vezes a gente fica lutando demais nessas um relacionamento às vezes uma amizade às vezes um trabalho que já deu sinais de que não tem não é mais para nós não tem mais ali o nosso lugar e a gente fica né como que dando murro em ponta de faca Então ela fala muito da importância da gente deixar viver o que precisa viver e deixar morrer também aquilo que precisa morrer ter essa percepção mais aguçada de ouvir os nossos instintos para conseguir separar essas duas coisas aquilo que eu vou dar
mais energia para que continue Vivo e aquilo que eu vou de fato deixar que vai embora e então para trazer isso à tona para mulher como eu disse ela vai trazendo uma série de contos de Mitos de está oi e ela vai explicando os pormenores em cada um dos contos para gente então por exemplo primeiro ponto que ela abre o livro é sobre la loba né a mulher que vive no deserto não cheia de Sabedoria e que recebe as pessoas que estão perdidas né que recolhe os ossos que canta e que faz ressurgir a vida
então assim de novo a importância do canto a importância de perceber quando que eu preciso ajudar alguém e quanto quando que eu preciso deixar a pessoa aí também o segundo ponto que ela traz nesse livro e que foi assim o que eu mais me identifiquei foi o do Barba Azul que ela fala que aquele aspecto do nosso inconsciente que fica dizendo que a gente não deve fazer aquilo não deve empreender aquela novidade que a gente não é tão bom assim ou que não é o momento que quer bobagem que já tem quem faça né E
que nos afasta dos nossos sonhos do nosso melhor um dos nossos objetivos das nossas esperanças Então ela fala por exemplo ela vai fazendo como ela iria um Diana né ela vai fazendo um paralelo com os sonhos que aparecem para mulher quando ela precisa ficar atenta a esse esse esse fator do nosso inconsciente que geralmente a gente vai sonhar com um homem que tá ali ao redor da nossa casa meio querendo nos pegar né ela fala que a gente perceber esse tipo de sonho como um alerta né que toda vez que esse homem sinistro ele aparece
querendo roubar alguma coisa de nós é para gente se conectar porque tem alguma coisa ali no nosso inconsciente dizendo a isso que você tá querendo ou essa ideia que você teve isso que você tá fazendo não vai dar certo não é bom o suficiente tão interessante nela e fazendo esse paralelo não só das histórias que ela traz mas os sonhos que a gente vai tendo também e que reforçam o que a gente precisa ter de vez em quando na nossa vida um outro conto que eu não conhecia e que ela traz nesse livro também com
uma série de explicações que você vai falando Nossa com isso faz sentido é o conto da Várzea Lisa é a menina com uma boneca no bolso ela vai ver que a mãe dela está muito doente a mãe dela morre e ela mas ela deixa uma boneca para filha dela para ela se conectar sempre que ela se sente perdida sozinha nessa uma menina atrás essa boneca sempre no bolso e Kefir ali como que uma boleto para ela de sorte de se reconectar com a sua essência cada vez que ela se sente perdida e sem a mãe
Então disse ela vai trazer por exemplo a necessidade da gente se separar da mãe boa demais né a mãe que cuida que protege que tem um momento na vida que a gente que vai ter que cuidar de nós mesmas ela vai falar também nesse conto da importância do passar conhecimento de uma mulher para o a geração para geração passar essa intuição esse cuidado do ficar atenta todos os nossos sentidos que podem dar informações super valiosas sobre aquilo que está no nosso chamado ou no nosso coração um conto que ela traz nesse livro que aí já
é bem mais conhecido também eu conto do Patinho Feio ela disse que muitas de nós mulheres sentimos aquela sensação de nascermos uma família errada sabe de não nos conectarmos também se não nos identificar nos tanto com as pessoas da família onde nós nascemos né E aí ela fala que tal qual o patinho feio a gente precisa continuar em busca da família verdadeira qual nós pertencemos é de pessoas que comunguem dos mesmos valores que tenham gostos mais parecidos e que não tem nenhum mal nisso né de nós encontramos pessoas com que a gente com as quais
agentes identifique mais e faz parte também né que a gente precisa é ter força suficiente para continuar buscando Até que a gente encontra essas pessoas com as quais a gente se sinta bem onde a gente compartilha mais pontos em comum e aonde a gente vê mais Florescer as nossas ideias os nossos interesses os nossos gostos uma outra discussão que ela traz em um dos seus contos é a questão de nós hoje em dia valorizarmos talvez em demasia a questão do corpo né da gente não se identificar não tem uma boa relação até com corpo que
nós temos e ela fala que tem muito do nosso corpo que fala né dos nossos antepassados da nossa linhagem né das nossas heranças genéticas e que a não precisa integrar no nosso desenvolvimento né que são parte de nós né para que a gente seja grato também por esse corpo que a gente tem é lógico que cuidar da saúde é importante né teve uma boa alimentação fazer atividade física que isso vai provavelmente trazer um Resultado positivo quando a gente olha e uma estética legal mas hoje em dia as mulheres estão muito presas né Muito Refém de
um corpo assim tão maravilhoso e que para algumas assim é uma custa muito alta né um preço muito alto que se paga por que você tem toda ali uma herança genética aqui é contrária Às vezes a isso né ou que a pessoa é magra demais ou porque é gorda e assim isso causa tanto desconforto para tantas mulheres né senão a maioria delas então que a gente precisa também olhar isso como parte da nossa história da nossa história família a da nossa herança e faz parte de nós e por fim um conta também que me encantou
é um conta que ela vai trazer aqui a importância de nós mulheres temos o que ela fala da volta para casa de tempos em tempos as vezes de calmos um espaço na nossa vida nas nossas agendas para volta para casa aquilo que aquele nosso lugar de nos reenergizar né então ela fala até que por exemplo Aquele mau humor que a gente em geral tem na nossa TPM significa isso né que é um lembrete do nosso próprio corpo que a gente precisa de alguns momentos de estarmos somente com a gente fazendo aquilo que a gente gosta
da Então esse mau humor meio que para me deixa sozinha um pouquinho né esse é o meu tempo nós respeitando os nossos ciclos os nossos momentos e o quanto é importante para o desenvolvimento da mulher e de todos que estão junto com ela né o quanto é benéfico para todo mundo a gente poder ter ao a massinhas de retirada de conexão só com a gente de meditação é de olhar para nós com seres e voltar mais energizada mais fortes para o nosso dia a dia de novo bom esse é um livro assim super famoso então
que vai tratar do feminino né então se você é uma mulher que tá sentindo assim pouco desconectada um pouco distante da sua essência eu acho que é super oportuno Lelo os trabalha com mulheres com o tema do feminino uma coisa que foi super rica para mim aí eu comecei a ler esse livro com um grupo de amigas né a gente tinha ali um encontro uma vez por semana no nosso horário de almoço de uma hora e que a gente debate a cada um dos Contos daquele livro e a gente trazer a muito das nossas percepções
das nossas vivências pessoais isso foi gente Fantástico foi acho que uma das melhores partes de ler esse livro além de você ter uma série de ensaios sobre você quando você conversa com outras mulheres E aí você escuta um pouco das experiências delas Nossa você tem ainda mais aprendizados em relação a esse livro é um faço essa experiência também né convide um grupo duas três amigas pessoas que você gosta muito que vocês têm uma relação de intimidade para poder contar de de coisas muito muito próximas não é muito íntimas porque é muito legal eu adorei essa
experiência Foi uma pena que a gente não conseguiu ir até o final por todas as correrias do dia a dia eu acabei terminando livro mas acho que essa é uma experiência que vale muito a pena ser feita em grupo né ser discutida de batida nossa quantas histórias a gente recuperou e lembrou das nossas manter passadas né das nossas mães das nossas tias das nossas avós coisas que a gente gostaria de passar para as nossas filhas sobrinhas né as pessoas que a gente gosta e já acendesse feminino né então muito legal fazendo esse e também bom
esse foi um pouco então do Mulheres que Correm com Lobos se você gosta de bons livros e inscreva-se no canal ative as notificações assim você sempre vai receber boas dicas de leitura para você ler também Um abraço e