aqui a Professora Zélia do prepara Professor estaremos agora trabalhando a obra registros na educação infantil pesquisa e prática pedagógica a organizadora da obra Luciana Esmeralda também é quem vai ser a autora do primeiro capítulo e depois teremos outras obras falando sobre esse registro a obra foi realizada a partir de um projeto de pesquisa numa um meio do Rio de Janeiro em Niterói e eles colocaram várias modificações e mudanças onde estudaram a importância do registro da documentação pedagógica Portanto vocês verão durante a obra voltar em várias formas de organização e de registros com colocações dos profissionais
que trabalharam nessa pesquisa nesse momento dentro dessa instituição iniciamos então com o capítulo 1 no tecido da documentação memória e identidade e beleza da própria Luciana Esmeralda A autora coloca justamente no início do capítulo a justificativa da importância desse registro diário como um objeto de pesquisa e do percurso pessoal para eleger essa problematização dentro dessa escola afirma que ao escrever sobre o cotidiano vivido pelas crianças O professor vai sempre criar um espaço de reflexão ele vai refletir sobre o seu fazer refletindo sobre possibilidades de avaliar o seu percurso do seu caminho pedagógico que foi planejado
redefinir o reafirmar este caminho articular projetado com concretizado vai colocar as que em todas as suas Produções iniciais sobre essa temática ela apontava o registro como um instrumento de formação continuada de professores de Alto formação e É nesse viés que a obra será apresentada e que a própria pesquisa foi realizada contudo na recolha ela foi percebendo durante os seus estudos de Campo a importância também se colocar o protagonismo da criança Nas questões referentes ao registro e a documentação pedagógica vai descrevendo a sua pesquisa o caminho metodológico que foi desenvolvido e quais são os princípios que
a constituíram junto com as educadoras segundo ela para registrar dentro do cotidiano vivido com um grupo de crianças nós professores temos que observar as Sensações observadas reações as interações das crianças e do próprio docente então observar prestem muita atenção não é um ato neutro ele é um ato interpretativo os dedos nos coloca a importância de que ao registrarmos Temos esta postura de um ato interpretativo e interpretar para autora é atribuir o significado ao que dizem é o que fazem as nossas crianças e por isso essa observação e essa Documentação são instrumentos que irão contribuir para
valorizar todas essas experiências para ampliar a compreensão e os conceitos e também ampliar a compreensão das teorias vai ser uma memória das experiências ela coloca que projetar e documentar é um modo de ser professor mais do que meramente uma atividade burocrática é um modo de ser de pensar de agir profissionalmente enquanto ser humano existe então desses professores dessas professoras que respeitem a identidade das Crianças escuta escutem e reflitam sobre o que testemunham sem e nenhum momento simplificar ou desqualificar os gestos as palavras as expressões dos nossos meninos e meninas que não procura falhas mas procura
registrar o que conquistaram buscam juntos professores e alunos o sentido das coisas e o sentido do mundo é um livro bastante pedagógico bem até no chão e que é uma aventura muito fácil muito de muita compreensão e de muita identificação para todos nós professores a documentação assim entendida segundo a autora não pode ser algo estático não representa o melhor relatório final não representa um mero relatório final uma coleção de documentos um portfólio que vai apenas ajudar na memória e na avaliação documentação e Registro é um procedimento para autora que vai sustentar a ação educativa que
é o ensino no dia então todos os processos de aprendizagens nas nossas crianças ainda assim que gere um produto necessário para a memória precisaremos de registros de portfólios e de outros momentos que estaremos trabalhando aqui então mesmo que gere esse registro esse produto necessário para memória e a comunicação o interesse maior do registrar do documentário vai recair sobre o processo e É nesse momento específico que a memória alimenta o planejamento A reflexão a partir de tudo que foi coletado vai alimentar o planejamento desse Professor então planejar e documentar para autora são ações contiguais são ações
que acontecem ao mesmo tempo complementares andam juntas uma alimentando a outra ela vai destacar também a dimensão comunicativa da documentação outro aspecto essencial na obra o momento em que o professor vai fazer esses preparativos vai selecionar vai organizar mas vai sempre pensar que tem que tornar essa documentação compreensível disponível para outros olhares ou seja daqueles que estão fora do processo então documentar é contar histórias testemunhar narrativamente a cultura as ideias as diversas formas de pensar das crianças é inventar tramas e poetizar as Produções das nossas crianças devem utilizar diferentes linguagens assim como estão propostas nos
documentos oficiais as linguagens gráfica visual e cônica são uma parte importantíssima são então uma parte importantíssima da documentação deve viver sempre acompanhadas da interpretação do professor e quando possível devem conter os diálogos e os pensamentos das Crianças ao longo das pesquisas que ela realizou nessa lei ela inventariou diferentes materiais de registros que foram sendo aplicados e utilizados são eles blocão são eles o blocão é um álbum formado de uma cartolina de atriz no qual são anotadas todas as experiências e descobertas e histórias do grupo podem conter fotos desenhos pinturas dentre outros mas é algo que
fica de retrocesso para criança colocamos numa mesa num local na sala no local onde estamos para que a criança no momento em que sentido necessidade vai até o blocão e faz o seu registro o mapa conceitual o mapa conceitual é bastante interessante ele é um instrumento que vai contribuir para que a aprendizagem significativa aconteça verdadeiramente vai se pautar na ideia de que os conhecimentos vão se desenvolverem rede e como uma teia como uma lista de conteúdos com interligações entre si relacionados a partir de um tênis inspirador a conhecimentos prévios e dos interesses que as crianças
têm o professor vai mediar a construção de novas ideias essas novas ideias vão sendo colocadas graficamente dentro do mapa conceitual e vão se organizando em formas de redes de acordo com isso feito com os alunos são construídas então novas ideias novas informações que a turma irá buscar novos interesses e temas e são esplanados ali os elos cognitivos que cada turma tem para chegar a esse conteúdo sistematizado que temos que saber dentro da educação formal esses mapas vão sendo confeccionados ilustrações a partir de uma ideia central e eles vão evoluindo esse mapa conceitual Central ele pode
ter uma forma Inicial e depois também e sendo construído no decorrer do processo e mesmo não sabendo escrever a partir de uma ideia Inicial que vai evoluindo a criança vai organizando as suas ideias vai compartilhando novos conhecimentos partindo daquilo que já sabe os mapas conceituais foram resultados em todas as turmas nesse processo formativo e nessa pesquisa da autora e eles apresentam sempre uma estrutura bastante similar mas variam as cores as formas os pontos de articulação na Trama no seu desenho uma aproximação para que possamos compreender seriam por exemplo os mapas conceituais ou anagramas que fazemos
com tudo devemos alimentar que a questão é a teia cognitiva que se forma nesse mapa o percurso cognitivo escolhido pela turma que é o mais importante são consideráveis também as diferenças de um mapa conceitual de uma turma para outra em relação aos conteúdos e eles perceberam no decorrer da pesquisa que é uma forma muito eficiente de se planejar auxilia muito no planejamento do professor e esses mapas conceituais vão ser uma forma bastante eficiente também de experimentar de criar de fazer autoria de superação do planejar e do avaliar em seguida trabalhamos os relatórios quais seriam quais
seriam as funções em seguida trabalharemos com os relatórios outro instrumento todos os avanços que vão sendo obtidos no processo de formação de cada criança são cuidadosamente registrados em relatórios são aqueles relatórios mas feitos com as individualidades das Crianças colocando realmente o processo e servindo de reflexão para professor não é algo meramente burocrático estes representam que a observação diária é elemento crucial para reflexão consciente das ações educativas e dos elementos mediadores projetados no momento do planejamento docente com o principal intuito de promover o pleno desenvolvimento das crianças eles são uma observação diária diariamente O professor vai
ter um momento de registrar observado sobre todas as crianças o texto coloca que relação a elaboração dos relatórios devemos pontuar o que colocar nesse relatório e vocês precisam ficar enquanto professores atentam a todas as situações cotidianas e precisamos ficar atentas a todas as situações cotidianas descrever o comportamento da criança contextualizar o momento em que isso ocorrer e qualifica-lo não desqualificado não criticar o que está acontecendo contextualizar contextualizar também as aprendizagens as aprendizagens que são construídas naquele contexto vivido pela criança que são mediadas por nós profissionais por outras crianças por outros espaços por outros materiais por
outros materiais com os pais ela entra em contato por outros materiais com os quais ela entra em contato dessa forma devemos organizar um texto com bastante coerência agregando os itens que vão se afinando e evitando a repetição de informações vamos fazendo ali um relato diário um retrato das grandes evoluções de cada uma das crianças é importante destacar também que esses registros escritos no relatório individual não tem um objetivo de avaliação de julgar as crianças que são ou não capazes de fazer determinada atividade ou determinar a situação específica as fotografias para que se constituir uma documentação
pedagógica as fotografias e os vídeos não podem ser uma aglomerados de registros aleatórios feitos pelos professores mas sim ter uma seleção cuidadosa de imagens que são produzidas intencionalmente para explicitar o processo de conquistas de descobertas de conflitos e de crescimento das Crianças valorizar esse processo de ensinar revelar as aprendizagens infantis indicar novos caminhos para ação docente para isto precisam ter intencionalidade eu não vou sair tirando foto de tudo mas eu tenho planejado no momento em que eu sei que poderão acontecer alguns momentos importantes eu vou me organizar fotografar e para gravar eu tenho que ter
consciência planejamento e reflexão por parte de quem Vai eleger as fotografias e os vídeos como uma forma de documentação real intencional os murais os murais das nossas escolas as paredes das nossas escolas também precisam para se tratar de um registro Real de uma documentação pedagógica chamar e convidar a uma parada a observação a interação com o conteúdo exposto a interação com o conteúdo exposto as paredes os murais falam muito das nossas concepções de como acreditamos ser a educação o desenvolvimento da criança a concepção de criança a concepção de professor a beleza o cuidado e o
Bom Gosto são elementos que devem ser inerentes à composição da documentação pedagógica contudo precisamos garantir a autoria das Crianças nos murais vamos ensiná-los a organizar Mas temos que garantir que seja uma coisa organizada mais feita com a mão da criança porque em muitos lugares os murais são feitos Pelos professores para as crianças as crianças no máximo cola o glitter Cola a lantejoula cola alguma coisinha faz uma coisa pequenina não é parte integrante do processo Então os murais vão possibilitar o compartilhamento a publicidade de produtos de processos de estratégias de aprendizagem das crianças são um convite
à reflexão e ao diálogo com as diferentes pessoas que circulam pelo espaço da escola as próprias crianças os adultos os pais as comunidades constituições [Música] constitui-se em objetos culturais que falam a comunidade e a autora finaliza afirmando que na área é preciso que a partir dos dados de sua pesquisa atestou a potencialidade da documentação pedagógica partimos neste momento para o capítulo 2 a criança como centro da ação gestora desafios na educação infantil das autoras Leda Marina e Célia Cláudia Wolf as autoras vem contar a história da educação infantil nessa Almeida na mesma lei que elas
teto está fazendo sua pesquisa elas contam como foi um desafio para a equipe pedagógica construir um vínculo com a comunidade que pensava nessa um meio de uma forma diferente é uma creche uma creche comunitária uma creche com bastante projetos voltados para a questão mas assistencialista e se transformou em uma escola municipal para isso houve vários Desafios que tiveram que ser para tanto vários foram os desafios que tiveram que ser trabalhados por essa equipe gestora professores recém-contratados porque eram professores que não eram mais específicos da creche eram os professores da rede Municipal o vínculo com a
comunidade que pensavam sempre na creche e no jeito que se fazia na creche para isso houve uma necessidade urgente de você uma necessidade para isso [Música] para isso constatou-se uma necessidade emergente de investir na formação continuada dos Professores de ideia foi colocar esses professores fazendo visitas culturais na cidade em lugares que muitas vezes museus é Exposições cinema teatro que era um poucos culturais da cidade que muitos dos professores não conheciam e começaram iniciando essa formação estética e essa relação de pertencimento a cidade de Niterói depois estabelecer uma parceria com universidade para refletir sobre as questões
relacionadas à infância e a própria educação infantil neste capítulo essas questões relacionadas Principalmente nesse início do processo a organização da rotina a compreensão do espaço como um elemento do currículo a importância do registro como um instrumento de prática pedagógica são colocados pelas autoras temos falando sobre a rotina no planejamento da rotina entre o cuidado e educar a criança deve ser o centro temos que trabalhar o cuidar indissociável do educar e colocar essa criança no centro essas situações de cuidado devem ser vistas como possibilidade de aprendizagem as atividades de rotina devem ser feitas não de uma
forma repetitiva como uma mera tarefa que vai ser cumprida mas como uma atividade que vai ganhar no sentido educativo com o adulto interagindo com a criança sempre de forma respeitosa sempre acreditando que quem cuida educa já em relação ao espaço as autoras colocam o espaço como o outro educador salientam que a escola não é um terreno neutro um simples prédio mesmo a própria infraestrutura a forma como se é construído o prédio já nos diz um pouco sobre as concepções que temos a organização do espaço Então vai falar muito mais sobre como acreditemos que aconteça o
desenvolvimento infantil para isso a escola que veio e pegou o prédio adaptado foi interferindo em reformas em reorganização dos espaços e garantisse essa visão de criança competente e de direitos eles organizaram as salas com zonas circunscritas O que seriam isso a zona circunscritas são compreendidas como áreas espaciais claramente delimitadas pelo menos por três lados por Barreiras formadas por mobiliários mesas e cadeiras a própria parede às vezes um desnível do solo um sofá que se Coloque uma estante dentro da sala haviam zona circunscritas para que as crianças pudessem brincar se movimentar o tempo todo em diferentes
atividades de uma forma autônoma de que exigisse uma menor atenção individual do professor mas que ao mesmo tempo quando precisassem disso estivessem disponíveis os professores para essa atenção porque os outros alunos estariam trabalhando de forma mais dessa forma mantém-se um contato com o desenvolvimento das atividades nos pequenos grupos e com as necessidades e singularidades das crianças como um todo com a zona circuscritas o professor vai deixar de ser o centro do processo Ouvindo a Voz estabelecendo relações horizontais com as crianças ele não é quem fala para todos ele não é quem ouve todos a todo
momento ele se coloca como um parceiro mais experiente eu espaço que é compreendido como um ambiente que vai favorecer encontros interações trocas entre as próprias crianças garantido tanto bem estar de cada uma individualmente quanto Bem Estar do grupo como todo e como elas colocam a questão de registrar e documentário vivido registrar diariamente de forma escrita o desenvolvimento das atividades planejadas a proposta é que esses registros detalham o que foi feito e as estratégias detalhe o que foi feito e as estratégias utilizadas pelos professores podendo ser compartilhado com a própria equipe gestora e pedagógica Além disso
essas anotações pessoais e a respeito da observação das crianças e dos acontecimentos dos fatos que transcorreram do cotidiano da sala a ação de diálogo o caráter público tem que estar sempre no viés de respeito e de solidariedade conclui com a seguinte questão compreender a criança como uma pessoa pequena que mesmo contou um pouco tempo de vida já traz inúmeras experiências Elabore hipótese teste veículos afetivos descobre caminhos ainda não imaginados faz inúmeros questionamentos sempre trazendo as crianças para o centro do nosso fazer partimos para o próximo Capítulo registre documentação pedagógica Como projeto de Formação docente de
Guilherme Garcia e de Cristina sobre marcas de desejos o capítulo vai falar sobre a beleza da textura desses registros e da documentação em parceria com muitos sujeitos envolvidos nessa troca a busca da ação de tornar-se professor vou citar o filósofo Walter Benjamin que estabelece relações entre experiência e narrativa chama a atenção para um vínculo entre o episódio narrado e o narrador beijo me traz luz ao ato de contar o vivido e você se tornaram o narrador demonstra a importância das narrativas individuais de cada professor narrar segundo as autoras é escolher narrar escolhas para professores escrever
sobre o seu trabalho pedagógico é fundamental pois significa contar a sua história ele vai traçar a sua trajetória ele vai traçar a sua trajetória comunicar certezas incertezas suas dúvidas suas alegrias ele vai refletir sobre a sua prática e nesse processo ele Vai eleger as importâncias do vivido e deixar as suas marcas e desse vivido para o projetado sonhando novas práticas para educação infantil A novidade do registro que foi colocado na segundas autoras cita a introdução de um relatório semestral de relatórios avaliativos sobre o trabalho que foi realizado no grupo de crianças chamado de relatório de
grupo nessa ocasião nesta lei ele já realizava os relatórios semestrais individuais que são propostas pela secretaria de educação e que estão na LDB como uma forma de registro nas descendentes também resolveram então fazer o relatório de grupo Nesse contexto eles criaram dois instrumentos o primeiro instrumento foi o caderno de Registro para que para que em duplas porque eram turmas de integrais as professoras que atuavam em cada turma tivessem essa estratégia de memória de coleta de elementos para que realmente avaliassem revalizasse compreendíamos que registrar o vivido narrado que foram planejado ou marcaram inesperado vivenciado e desci
a prática do professor esse caderno de registro era o primeiro instrumento para compor o relatório aí do grupo o segundo instrumento colocado foi o caderno de campo era uma espécie de caderneta ou de bloco de notas que servia de suporte para essas anotações que aconteciam nos momentos cotidianos de as cenas das experiências das falas e elas eram individuais o professor pegava esse caderno e às vezes escutava alguma coisa registrada para não esquecer o que é alguns lugares chamam de diário de bordo ele chamaram de cagar tudo isso a buscava o olhar do professor colocando como
um sujeito que vai se tornar um Historiador naquele momento aí tecer essa história mas o que registrar Como registrar essas propostas é claro não eram fáceis de ser realizado segundo eles uma forma que se encontrou e que ajudou aprimorar o olhar foi o trabalho com os projetos segundo Hernandes e Ventura um projeto pode organizar-se segundo determinado eixo a definição de um conceito a definição de um problema geral ou particular ou um conjunto de perguntas entre relacionadas ou matemática que vale a pena ser tratada por si colocam que nesse processo de trabalho com projetos ficou muito
mais significativo e envolver as crianças e registrar recriar os limites e a possibilidades da intervenção pedagógica deste modo partiram como eu já citei os capítulos anteriores de um mapa conceitual e esse mapa sempre ficava arquivado no diário de classe de cada grupo em relação ao os dois registros anteriores nós temos que se alimentar que o caderno de registros ele era para a dupla coletivo e o caderno de campo era do professor no caderno de campo o professor escolhe quanto e se quer socializar as questões que Ele registrou e no caderno de registros ele é um
pouco mais aberto mas público porque ele estará à disposição da colega de turma ele estará à disposição muitas vezes na equipe pedagógica dos Pais de uma supervisão de uma gestão então esses cadernos são mais compartilhados e outra questão importante é que as anotações do caderno de Campo vão ajudar a compor o registro o caderno vão ajudar a compor o caderno de registros a refletir e a compor os registros realizados para a turma no processo tão de formação continuada Eles foram colocando esses registros propostos que é o bloco de notas de caráter pessoal e o caderno
de registro de caráter mais público e refletindo sobre a documentação pedagógica e perceber uma outra grande questão que as anamneses feitas com os pais e aqueles atendimentos individuais com a família também eram possibilidades de aproximação e de parceria com os responsáveis e familiares e de formas de registro das peculiaridades das crianças para além do registro escrito e outras formas de documentário deste modo eles perceberam as duas autoras que os registros escritos não é o suficiente e foram para um novo patamar já queriam aprofundar o seu olhar e avançar para os registros fotográficos e vídeográficos usando
o termo documentação pedagógica que é colocado por Eduardo scardini e formam acerca de regia ou das experiências italianas considerando a importância da escuta da observação e do registro para se conhecer as crianças foram avançando e outra forma de registro que utilizaram foram os murais e coloca o que os murais também são a documentação que falam sobre a proposta da escola seus objetivos educacionais que revelam os processos e intenções construíram orientações sobre a composição dos murais E essas orientações são bastante interessante os trabalhos expostos devem sempre conter um título e um pequeno texto informativo que explicaria
o contexto dessa atividade o que deu origem a essa produção o espaço o espaço não precisaria apresentar Obrigatoriamente os trabalhos de todas as crianças ao mesmo tempo o importante era escolher o que mostrar dentre as atividades realizadas em cada semana ou quinzena então cada criança estaria aparecendo nos murais em diferentes momentos devido à restrição dos espaços mas sou houver essa possibilidade de mostrar todos tudo bem deveriam cuidar para que os trabalhos fossem respostas com beleza e revelassem as marcas das Crianças a autoria e sempre vão avançando para a composições cada vez mais significativos não contentes
com essa forma de registro passaram a utilizar um blog como uma outra ferramenta importante do recurso pedagógico do registro e do trabalho desenvolvido colocaram amostra pedagógica dando visibilidade anualmente realizaram também a nossa pedagógica dando visibilidade ao trabalho desenvolvido e ao final do ano com base em toda essa documentação já realizada socializar num momento de reunião com os pais a partir de slides e de uma escolha numa roda de conversa todo percurso vivido pela turma Vamos para o próximo Capítulo as crianças natureza e seres vivos importantes de Marina coelho e Suyane Souza esse capítulo vai relatar
uma vivência uma experiência com turmas de quatro a cinco anos das professoras ali citadas onde uma de início a partir de da observação do grupo do a janela do que acontecia lá fora dos espaços externo eles começaram a se interessar pela natureza a partir do interesse com as naturezas a partir do interesse da natureza e de um poema introduzido pelas professoras de Manuel de Barros o apanhador de desperdícios as professoras passam a observar as crianças em relação a os interesses que elas tinham no começo do ano entendam que nessa escola o mapa conceitual já era
construído nos primeiros dias a partir dos interesses das crianças e é subsidiar o planejamento do ano todo ou de um semestre então começou tudo com observação das crianças e quais eram seus interesses passaram para a construção do mapa conceitual e começaram a buscar os seres desimportantes que ela fala de Manoel de Barros e construir um insetário que eles queriam construir em seguida eles passaram a realizar pesquisas sobre os atos dos animais passaram a ir buscando outros alimentos que iam surgindo como curiosidade compartilhavam tudo na roda de conversa registravam em textos coletivos também fizeram observações de
lagartas larvas besouros a família também participava como se a família também participava quando se encontrava algum inseto dentro da família ou de larvas e mandavam para escola montar uma coleção de elementos também naturais porque quando toda essa questão do inseto foi ganhando forma eles partiram para o estudo das coisas naturais e criaram coisas de plástico transparente ou é coisas da natureza trazidas crianças ou coletadas pelas crianças na escola como passar do tempo só começou a ser acessado diariamente por elas no final ele realizaram do semestre a TV inseto onde cada aluno escolheu um inseto para
falar sobre ele sua forma de vida a sua pesquisa sobre esse censitário né E gravavam isso e gravaram também um mini documentário de toda essa parte da natureza e esse trabalho foi tão intenso que foi premiado numa feira de tecnologia e ganhou na categoria da educação infantil na verdade esse capítulo vem nos trazer o uso desses instrumentos de registro e materializar a forma como instrumentos de registro de documentação aconteceram né Vamos para o próximo capítulo da escuta das Crianças a intencionalidade do planejamento na educação infantil Alcione de Lima usei e Renata Malafaia também é uma
socialização de uma prática das crianças de 5 e 6 anos agora das professoras que em 2015 tiveram como ponto de partida a questão da mãe coruja no momento de entrada uma das crianças quando via a despedida das Mães fiz o seguinte comentário ah essas mães corujas e a criança falou assim a minha mãe não é uma mãe coruja não muito pequena ainda no minimimismo né que é natural da idade a mãe volta a falar para criança não querido mãe coruja é a mãe que tem bastante cuidado bastante carinho pela criança é uma questão de cuidado
não é questão do animal coruja mas mesmo assim a criança continua minha mãe não é coruja se assim a partir do interesse dessa própria criança e de outras que vivenciar nesse momento a partir da expressão mãe coruja todo um trabalho sobre a expressão nesse momento da estrada na escola a partir dessa expressão uma coruja minha mãe não é coruja essa situação de entrada na escola como questionamento O que é ser mãe coruja consultar o blog e fizeram um trabalho com fábulas sobre a questão da coruja e Seus Filhotes pesquisas e brincadeiras conversas realizaram o mapa
conceitual e a coruja foi a questão geral e a identificação também de possibilidades de se trabalhar com animais diurnos e noturnos os sons dos animais da natureza a escuridão a luz sombras diferentes sentimentos colocaram o mapa conceitual em Ação trabalhando com cantinho de leitura com bastante obras literárias que falassem dessa questão levantadas no mapa conceitual trabalharam com pinturas e obras de pintura pintores trabalharam com os registros do brocão e ao degradação partido então para essa experiências musicais a partir da música certas coisas de Lulu Santos e colocar no diferentes estilos musicais trabalharam sobre os sonhos
silêncio dia e a noite preferência sobre os estilos grátis percebam que o mapa conceitual Como eu disse internou anteriormente ele vai se reconstruindo eu começo de algo central de algo que a gente considera o interesse dos alunos e depois ele vai criando novas conexões Por parte dos alunos e da participação dos alunos e dos encaminhamentos dos Professores necessidade de se colocar a partir de um gráfico que fizeram a votação dos estilos musicais outros ritmos outros sons presentes é além outros ritmos outros sons além daqueles presentes no cotidiano da criança estudaram villa-lobos Mozart depois passaram para
a exploração dos sons do corpo trabalharam com a questão dos embalos musicais e das danças trabalharam também as interações que as músicas podem ter com as expressões dos sentimentos o que As certas músicas e canções trazem de memória para as famílias a história dos músicos várias e várias questões a necessidade de se trabalhar com as partituras das músicas as notas musicais que surgiram da criança então confeccionar um pau para brincar no momento da hora da brincadeira então confeccionar um Palco para a hora das brincadeiras e finalizando organizar uma banda e onde se apresentaram para a
turma toda da escola mais um exemplo de como podemos usar as diferentes formas de registro e a importância do registro que é essa questão do olhar dentro das professoras as possibilidades de redirecionamento as possibilidades de as possibilidades de redirecionamentos do planejamento a música começou e se tornou mais do que um recurso foi o fio que foi puxado pelas crianças para conduzir a todas essas práticas aí vivenciadas e compartilhadas conosco Vamos para o último capítulo ao infinito e além de Angélica Costa da Silva Soares os espaços as rotinas as brincadeiras As Aventuras aí das crianças de
5 anos que são partilhadas e foram registrados no início eles passaram a conhecer a história do grupo no segundo semestre a turma tinha vindo Vamos então para o penúltimo capítulo ao infinito e além Angélica Costa da Silva Soares este Capítulo vai nos trazer a questão de uma turma que tinha Assim passado por vários professores muita muita mudança de professores estavam muitos Seguros era aquela turma que já não tinha mais Limites não se respeitavam não brigavam o tempo todo e não produzir as duas professoras acabaram assumindo a turma e fizeram desde o mapa conceitual o levantamento
a partir da literatura a questão da afetividade para construir a identidade do grupo é iniciar com um livro coisas que chegam e coisas que partem foram construindo essa identidade do grupo em roda de conversas trabalhando com os sentimentos das Crianças fizeram um acordo tinha uma caixa de afetos e outras questões foram compondo cantinhos a partir das formas que as crianças conseguiram se expressar melhor eram inclusive batizado pelas próprias crianças ler camarim casim esportes José era infinitas experiências com a arte para aprender a se conhecer e conviver e deste modo conseguiram dar uma identidade para turma
melhorar e melhorar as questões de relacionamento de afetividades e o infinito e além porque não há limites para afetividade e é preciso incluir essas crianças o outro Capítulo marcas Prazeres e fazeres das crianças e professoras da Isabelle Coelho Figueiredo vem nos fechar essa questão do registro vem como o último capítulo da obra falando da documentação pedagógica na educação infantil como um instrumento verdadeiro do trabalho pedagógico salienta a importância desse registro ser diário novamente de dar visibilidade ao trabalho das Crianças enquanto protagonistas e de reafirmar a questão do professor como educador narrador da sua própria prática
é também fala da questão da documentação pedagógica ampliando as a memória as vivências os diferentes meios de ferramentas que podemos usar que vão potencializar essa investigação e vem nos trazer também contribuições sobre esses registros na educação infantil um sub item memórias eu lembro eu registro e eu conto traz o conceito de memória compreensiva da autora que o registro é ele precisa trazer a memória autoria que o dia a dia Muitas vezes não nos permite que ele qualifica o trabalho do educador e esse exercício esse tipo de trajetória é chamado de memória compreensiva na obra que
vai nos ajudar a rememorar ressignificar reconstituir os enredos de vida da formação docente e projetar novos trabalhos fala sobre observar o registrar o refletir na educação infantil essa prática de registro não é fácil mas precisa ser construída tá que não basta você colocar em pastas portfólios para retratar o vivido que só é a documentação pedagógica a partir do momento que realmente o registro for significativo e retratar o vivido retratar as experiências os crescimentos as falas os momentos As Memórias tem que estar se tornando vivas nesses escritos e esse registro diário vai ser sempre o instrumento
que vai alimentar essa ligação entre a teoria e a prática entre o velho novo entre o que foi efetivado os nossos conhecimentos que surgiram para que a documentação pedagógica ganhe voz cor e materialidade dentro da Educação Infantil cita-reggio Emília e os educadores que deram três funções específicas para documentação pedagógica primeiro oferecer as crianças uma memória concreta e visível do que difere fizeram a fim de servir como ponto de partida para os próximos passos de aprendizagem a criança vem reviver aquilo que fez que construiu vim contar essa história oferecer para os educadores uma ferramenta de pesquisa
é uma chave para melhoria e renovação contínuas o educador vem buscar modos de se replanejar de se rever dentro da memória desses materiais e oferecer aos pais é o público informações detalhadas sobre o que ocorre nas escolas como meio de se obter o seu apoio ou seja os pais vai vão os pais vão reconhecer o trabalho realizado e vão apoiar esse trabalho mas e pense que destacaram que a documentação como conteúdo e como um processo ela é um conteúdo nas próprias formas de instrumentos de documentário e ela é um processo quando vai trazer o diálogo
para essas experiências o diálogo com as próprias crianças com outros profissionais e com todos que atuam na Instituição deste modo definir que documentar não é recolher os dados sem um compromisso porque os registros dos professores realizados de diferentes formas devem ser sempre voltados em uma observação aguçada e uma escuta tenta o que seria essa observação aguçada Aquele olhar curioso de questionador a partir de uma pauta de interesse já escuta tenta ser a audição no corpo como um todo se colocarem audição não só pelos ouvidos mas para todas as sem linguagens que a criança possui e
a produção de todo esse material de documentação pedagógica deve ser realizada em diferentes maneiras o vivido que são saberes todo esse material os desenhos as fotografias que traz esse contexto que revela a palavra da própria criança e a socialização que seria o momento em que se cruza os diferentes pontos de vista as diferentes interpretações que são muito facilitadas em torno daquilo que foi registrado e feito pelas crianças e registrado também pelo professor deste modo surge o que é realmente currículo então o currículo passa a ser tomado pelas observações dos professores e sobre as ideias e
os interesses das crianças e elaborado com base nos pontos que o professor acredita que irão realmente contribuir para o crescimento de cada uma delas finalizamos aqui a obra do registro deseja todos vocês Bons estudos e boa prova [Música]