[Música] hoje nós vamos em continuidade com aqui na questão apresentada e discutida na semana passada sobre a regra da maioria nós vamos discutir duas novas questões uma levando essa questão da regra da maioria para o tema específico das eleições pode parecer muito específico para o curso na disciplina cs educação mas eu acho que é fundamental essa discussão pelo seguinte às eleições o momento das eleições são objectivamente a oportunidade de se explicitar a articulação entre o interesse pessoal e coletivo interesses pessoais têm interesse coletivo sozinho e articulam esses dois níveis de interesse puramente pessoal e coletivo
é a idéia de cidadania como a gente já conversou em outros momentos o a cidadania consiste principalmente na articulação entre o interesse pessoal do coletivo e ao votar no momento dele são agente exercendo a cidadania mas há outra dimensão onde entra a economia que é a dimensão profissionalismo o profissional a idéia de profissional é também a de articulação entre o pessoal o coletivo mas o público eo privado e quando a gente fala lado a relação direta com o pessoal e o público com um coletivo mas é outro recorte mas é isso também é muito visível
marcante nos momentos de eleição o dinheiro de rola as formas eleição financiamento e como essa mistura público-privado tarde é inevitável mas pode contaminar o processo eleitoral começa um livro pé do gabinete johnny kenneth carros um livro chamado a economia das fraudes inocentes o último livro do gaúcho que morreu aos 97 anos e este é um livro um pouco panfletário mas muito sério de uma pessoa que na idade assim projectar a exerceu todos os cargos e todas as responsabilidades no âmbito da economia e ele é crítica que as fraudes inocentes que são os ensinamentos das faculdades
de economia de administração pelo mundo ele está centrado nos estados unidos mas fala especificamente de lá mas inserindo aos cursos de economia no mundo e que ensinam coisas que não existem na realidade são um esforço em mim né por exemplo um dos uma das fraudes aí a distensão entre o público eo privado e ele para ilustrar como essa distinção é é confusa se refere aos momentos das eleições e também tem a ver com o processo eleitoral indiretamente o que ele se refere é assim com um outro exemplo de uma real de inocente fraude porque é
ensinado nos livros e tudo mas eles não é isso que ocorre outro exemplo é a frase entre aspas os acionistas é que mandam na empresa está aberto e manda são os acionistas a maioria regra da maioria é 50 e 51 por cento das ações então determina o rumo da empresa né eles são a fraude não é assim que funciona pode te quantidade de ações que tiver mais a empresa ela não está sozinha não é sua e é encaminhada por uma série de outras decisões que vão muito além de quem tem a maioria e isso tem
pouco a ver com as eleições não é supostamente a gente elege e tudo e de repente o controle se perde o controle inteiro da situação então se é que se refere a essa regulação da articulação entre o pessoal o coletivo por meio de normas isso é condição sine qua non para a vida sem na sociedade e se a questão ética mais geral assim mais fundo é uma norma legítima porque eu devo de de ser uma norma porque eu não posso trabalhar para mudar essa norma e quando a partir de quando eu digo essa não dá
mais pra encarar eu tente procurar mudar isso as normas em geral mas isso se refere muito especificamente as normas que regulam a vida política eleitorais eleitorais semana um um livrinho chamado quatro textos excêntricos e pega quatro pessoas notáveis na área que eu voltei gás e robert russell e aí vai e quatro textos sobre o professor saiu um livrinho quatro textos excêntricos são quatro visões assim sobre o trabalho do professor e revendo esse texto esta semana via 101 texto do detran lúcio é extremamente interessante né é o seguinte lúcio sobre oa função do professor o visual
da tarefa do professor tarefa principal do professor em qualquer nível que ele atue porta isso é criança adulto e tudo né mas o principal a principal tarefa do professor é assim lutar contra o fanatismo o fanatismo é coisa de quem tem uma ideia única na cabeça a idéia única na cabeça todo o resto não presta a única coisa que preste a isso daqui é assim que está caracterizada do fanatismo no texto ele disse eu fosse reduzir o trabalho do professor a senha as funções mais essenciais e reduzir duas uma é o combate ao fanatismo não
dá não dá pra compactuar com isso de que existe uma ideia boa que é a minha e todo o resto é uma portaria não dá não dá para dizer em sociedade assim não é a função do professor é a função do professor filósofo matemático em alto nível é o combate ao extremismo que é ligado à primeira mas aqui ele está se inserindo a as polarizações não há ou isso ou aquilo e você tomar decisões baseado seu lado e não daquele morte aquele outro lado eu estou desse lado e morte ao outro e isso daí as
guerras de um modo geral todas essas guerras assim que são atualizações de de projetos assim projetos a realização de projetos então eu diria assim tem uma idéia só é uma das desgraças uma dá uma ideia só esse é o fanatismo e se resume a há ou não há é o extremismo e se resume a duas assim dizendo outro desse lado outro daqueles e quem não está comigo é meu inimigo o professor se fosse reduzir a função do professor ao mínimo mínima é é a adoção mais nítida a função do professor é interessante porque não é
fugir do anão lá é transcender o anão a não é porque a criança visual não há quanto de fada imprensa começa por aí é binária mas você permanecer depois de adulto é que ela traz de vida a criança é bem o mal o certo e errado a bruxa fada o herói ou vilão mas isso é tá no meio do percurso da construção de uma consciência que isso mesmo bem eo mal e assim o verdadeiro falso sair dessa é amadurecer ea vida não é um conto de fadas e deixando que relação voz isso tem a ver
com a questão eleitoral não é porque está presente em todas as áreas e atividades da agência na vida essa essa problemática a tolerância está toda aí agora especificamente no momento das seleções das eleições isso se manifesta de uma maneira assim é muito com ele uma maneira muito unida por exemplo o fanatismo o fanatismo no momento das eleições está a dog mas a respeito da democracia e do regime democrático dogmas você falando eu tenho contra isso você não existe não tem nem polarização você é uma mãe é paralítica ia deixar de lado mesmo dogmas assim teve
em relação a propósito disso uma professora francesa que a gente já usou no dia que conversou sobre a autoridade a mídia vovô dalônio lembra o el aquele livro e povoada como em cima o poder dos começos a idéia de autoridade como essa ideia de a responsabilidade por começar algo nos outros ela veio até ao brasil e houve um lançamento aqui no brasil esse livro é de 2010 o título do livro é assim a democracia é porque nós não amamos mais a democracia é evidente que é uma ironia vindo de uma pessoa como ela mas é
essa a derrapada democráticas entre aspas e que evidentemente a mensagem do livro não é democracia não é dizer sobre isso porque não dá não dá pra encarar assim né vira a idéia única a funcionar a escola tem que funcionar a democracia uma democracia e isso é idéia única é é a democracia não é só do povo do mal quem não está com a gente quem não é democracia falando de fanatismo assina na no artigo do bezerro russo como a idéia única ea isso não pode ser mais colocada em discussão e é um pouquinho só isso
a intenção dessa conversa nossa hoje a gente vê como é faltam elementos pra gente compreender em geral e certamente como se dá a um processo eleitoral elementos assim técnicos né a matemática do processo essas coisas então nós vamos é discutir hoje para essa discussão vamos tomar por base um teorema isso mesmo teorema no sentido matemático que é uma coisa demonstrada demonstrada obviamente a partir de teoremas anteriores ou de verdades iniciais que não são discutíveis não é mais um teorema chamado pela de ferro ela é um economista que ganhou o nobel discutir o conceito de função
de bem estar social função de bem está social e uma função de bem estar social é uma função e sentido matemático que associa as escolhas a uma coleção de escolhas individuais uma escolha que seria representante dessas escolhas individuais está pensando em economia em contínuo e tudo mas é inevitável que ele chegue a pensar no seu nome do na questão eleitoral não é e falas apesar de ser economista está interessado inicialmente na função social de uma maneira muito mais ampla o caso que é examinada que o leva a um teorema interessantíssimo é é o caso das
eleições mas eles são com um momento de ter de articulação entre as posições pessoais ea oposição coletiva que vai representar tudo né então o problema do elo de tem a ver com essa esse conceito essa noção de função de bem estar social para simplificar o nosso trabalho imprimir até uns quadradinhos aí pra gente fazer o exercício prático mas é esse material é vem aqui de vários livros mas principalmente desses dois livros a 1 a matemática das eleições não manual mas um manual teórico e outro o cargo lu do consenso de como se chega sem o
consentimento e esse daqui têm mais matemática ainda mas nós vamos a mais o mais simples que está representado aí uma série de de questões se situa se na na ante sala antes de a gente começar a examinar a a matemática mesmo das eleições na questão da democracia quando a amiga revolda longe e fala no livro dela é porque não amamos mais a democracia é falar de democracia é sinônimo de falar de regra da maioria não disso a gente já conversou na semana passada no regime democrático mais perfeito funcionando elege o presidente a regra da maioria
sempre se refere a uma universalidade de interesse colocando todos os cidadãos junto né de um país então todos são iguais perante a constituição perante as leis do país nem todos são iguais e se nessa condição de iguais a elege um representante cada um vota tudo bem agora a coisa começar a funcionar pra tudo funcionar é preciso que o presidente escolha ministros que exista existam tribunais que exista esse e aí não há as indicações não são universais são específicas são áreas específicas poderia pensar assim que os juízes elegem seus representantes no judiciário isso faria sentido mas
não topa' você reúne todo elege os juízes do tribunal poderia pensar em que as universalidades internas funcionam democraticamente mas sempre pressupondo que a universalidade quer dizer todo mundo igual né as leis que regulam caracterizam essa igualdade né então não venceu não é sinônimo de regra da maioria uma segunda questão aí o roteiro sem pra vocês quem volta é que hoje com esse essa idéia única da democracia não é isso já não está mais em discussão mas a democracia grega de ver ou com 6 a 7% da população votando né o resto não o voto da
mulher nos estados unidos não é e engana nos estados unidos é coisa do século 20 no início então quem vota isso não é uma pergunta então é claro que a resposta tem que passar por presidente do brasil i o país o zoom mulher não importa o gênero não somos todos iguais perante as leis não é se está pensando na universalidade do país né agora dentro dessa universalidade tem os ramos vamos ver as sessões específicas e é não dá pra automaticamente em cada como eu a summit é todo mundo volta para eleger o que está ali
naquele tom então tem volta não é uma questão dos presídios além da questão da mulher mas isso é uma coisa superada hoje né mas vejo nos estados unidos no no sistema eleitoral quem volta na eleição do presidente numa primeira num primeiro momento são as pessoas os cidadãos mesmo mas a eleição se dá mesmo no âmbito dos delegados dos delegados que são representantes dos estados não é a briga inicial é no interior de cada estado pra ver para orientar os delegados e aí os delegados vão vão pra a eleição do presidente comprometidos com tendo aí no
seu estado né eles não vão mais lá votar como pessoa física eles vão votar como representante representantes lá do estado e é de urina take off dizer o ganhou no estado todos os delegados têm que votar naquele que ganhou no estádio é proporcional à população é como é tem uma uma relação de proporcionalidade com a população não sei exatamente quantos são mas não é muito é da ordem de 500 mil pessoas votando para decidir o presidente do país inteiro agora esse voto intermediários já é orientado por um voto anterior e vai por aí isso sem
falar na atenção dos partidos na constituição dos partidos que é outro nó muito mais sério esse norte para nós do que digamos nos estados unidos onde essencialmente existem dois grandes partidos 2 e isso poderia parecer um extremismo nesse sentido de polarização em parte é ou se é democrata ou se é ou não é republicano liberal conservador mas ao mesmo tempo existe essa essa aparente polarização não existe nesse sentido isto do extremismo na medida em que as regras para você sair candidato não são iguais aqui a nós [Música]