a observação de estrelas distantes sempre foi um desafio para os telescópios Afinal apesar de estarmos lidando com objetos gigantescos as grandes distâncias dificultam a visualização precisa de suas superfícies felizmente com a técnica correta algumas capturas nos dão uma ideia de como são essas estrelas e recentemente algo interessante foi encontrado em uma estrela longínqua simplesmente bolhas gigantescas fervendo na superfície Estelar no vídeo de hoje vamos ver e entender a imagem que mostra bolhas na superfície de uma estrela centenas de vezes maior que o sol Você já se perguntou como seria a aparência de estrelas distantes pode
ser um questionamento interessante mas muitas vezes esquecemos que temos uma bem aqui em nossas redondezas galáticas e de maneira adequada podemos registrá-la com detalhes incríveis revelando coisas que jamais veríamos facilmente na superfície ardente de plasma Pode parecer Óbvio o motivo pelo qual isso não é viável para estrelas distantes mas há uma série de motivos físicos que certamente você nem imagina para começo de conversa de fato não tem como ver uma estrela distante com nitidez recorde mas realmente temos alguns tipos Estelares na galáxia que valeria muito a pena observá-los de perto como acaba sendo inviável o
lançamento de uma sonda para um objeto A dezenas de anos luz de distância o que nos resta é usar o que há de melhor em ótica de telescópios quando falamos sobre estrelas que podemos ver no céu noturno Muitas delas são gigantes azuis ou gigantes vermelhas com diâmetros que podem alcançar milhões de quilômetros no caso da estrela recentemente fotografada conheci como R Dourados chega a ser 350 vezes maior que o próprio sol no entanto essa imensidão é ofuscada pelas enormes distâncias que nos separam de estrelas como essa variando entre dezenas centenas ou até milhares de anus
Lu por isso para capturar uma foto dessas Estrelas com a mesma nitidez que temos do Sol é praticamente impossível com a tecnologia atual na realidade precisaríamos de telescópios com tamanhos inviáveis para Tais registros mas o motivo físico para essa complicação é chamado de diâmetro angular Resumindo quanto mais distantes menores essas estrelas vão aparecer no céu terrestre mesmo aquelas estrelas mais massivas elas possuem um diâmetro Visual na terra comparável à cabeça de um alfinete esse desafio tem inspirado muitos astrônomos ao redor do mundo a tentar capturar imagens cada vez mais detalhadas e por isso sempre focam
em estrelas gigantes vermelhas com centenas de vezes o tamanho da nossa estrela assim por mais que ainda apareçam pequenas para nós o diâmetro elevado compensa um pouco o problema da distância e permite imagens um tanto interessantes por exemplo já temos duas tentativas de observar essas estrelas gigantes a primeira estrela está na direção da Constelação dos escorpião e é uma super gigante vermelha facilmente visível durante todas as noites de verão aqui no Brasil essa estrela é antaris em contraste a betle JS uma das Estrelas mais conhecidas na constelação de oro seus tamanhos gigantescos as tornam candidatas
perfeitas para tentativas de capturar imagens de suas superfícies foi com essa intenção que os astrônomos utilizaram um impressionante conjunto de observatórios alma no Chile para combinar sinais e obter essas imagens incríveis Claro parecem meros borrões mas já é suficiente para diferenciarmos detalhes superficiais e atmosféricos dessas estrelas bom mas agora você vai se surpreender com nível de detalhes da Nova Imagem divulgada pelo Observatório europeu do Sul de acordo com os astrônomos responsáveis por essa pesquisa o registro da R Dourados é considerado o melhor registro da história da superfície borbulhante de uma estrela gigante vermelha se você
ainda não conhece essa estrela R Dourados está localizada a cerca de 178 anos luz da terra e apesar dessa distância imensa o que chama atenção é o seu diâmetro angular um tanto expressivo Afinal em comparação com a as outras gigantes betle geels e antaris ela está ainda mais próxima e ainda possui um tamanho imenso dessa forma essa estrela é a ideal para tentarmos ver detalhes da superfície as bolhas observadas em R Dourados são a prova de que Gigantes vermelhas são incríveis essa é uma característica comum de todas as estrelas mas cada uma possui especificidades em
relação a Tais bolhas mas o que elas são exatamente Observe essas imagens da superfície do Sol o que estamos vendo é algo chamado de granulos convectivos essas células de plasma possuem um tamanho semelhante a de um estado inteiro mas ver essas características em estrelas distantes é praticamente impossível bom impossível até certo ponto em estrelas gigantes e da natureza de R Dourados os granulos são visíveis na forma de bolhas gigantescas esses granulos São enormes bolhas de gás quente que emergem do interior da estrela trazendo calor para as camadas externas Quando essas bolhas atingem a superfície elas
resfriam e afundam novamente completando um ciclo contínuo de mistura de material esse processo chamado de convexão é o responsável por movimentar o calor da estrela O que torna R Dourados especialmente interessante para o estudo da convexão é o tamanho Colossal dos seus granulos Graças às observações realizadas pelo complexo alma foi possível identificar que os granulos de R Dourados são aproximadamente 75 vezes maiores que os granulos do Sol criando uma superfície borbulhante composta por áreas de diferentes temperaturas o movimento desses grânulos de convexão é notavelmente rápido também em um ciclo que dura mais ou menos um
mês as bolhas emergem e afundam novamente em um ritmo mais acelerado do que o observado em estrelas mais jovens como o Sol isso sugere que a convexão em estrelas gigantes com a r Dourados é significativamente diferente Possivelmente devido às mudanças estruturais que ocorrem à medida que essas estrelas envelhecem as novas imagens que mostram Tais granulos são de extrema importância para entendermos essa dinâmica Estelar ao estudar os granulos de convexão em detalhes os astrônomos podem aprofundar o conhecimento sobre o próprio ciclo de vida dessas estrelas desde a formação de elementos pesados em seu núcleo até a
distribuição desses materiais para o espaço Mas como seria ver essas células tão gigantes de perto as imagens do alma dão uma noção mas somente uma simulação Pode mostrar isso acontecendo com mais exatidão nesse caso mais precisamente em ble GS Essa visão simulada Seria algo muito próximo de como ela realmente se pareceria ao olho humano com a superfície Estelar estando borbulhante exibindo regiões quentes em tons de branco ou amarelo e áreas mais frias em vermelho ou vermelho escuro os granulos apareceriam gigantescos a simulação abrange um período de 7 anos e meio de observações caso fosse possível
vê-la com maior clareza de qualquer forma as novas imagens da gigante RD é a nossa melhor visão da complexa superfície de estrelas gigantes vermelhas acabamos de ver basicamente detalhes de uma superfície de um tipo Estelar complexo e intrigante ela está muito distante da terra mas graças a um dos telescópios mais poderosos do mundo podemos enfim ter uma noção de como é sua real aparência pessoal se vocês gostaram deste vídeo não se esqueçam de deixar o like aqui que é muito importante e se você não está inscrito aqui no canal ainda Convido você a o botão
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