[Aplausos] [Música] olá seja muito bem-vindo ao primeiro episódio do conversa segura de 2025 olá pessoal sejam muito bem-vindos de volta ao nosso podcast que é o espaço perfeito para quem busca estar sempre atualizado com que há de mais inovador em gestão tecnologia e ações voltadas para cpat e cultura de saúde e segurança no trabalho eu sou o léo eu sou pedro e todo esse conteúdo é produzido que seu sistema completo de gestões de cpad e para impulsionar a cultura saúde e segurança na sua empresa se você também carrega a missão de impulsionar essa cultura por
aí não deixe de nos acompanhar também no instagram youtube blog spotify todos os links estão aqui na descrição desse vídeo é isso aí e hoje a gente tá com privilégio conversar sobre o tema eh essencial para qualquer organização que deseja evoluir na saúde na cultura de saúde segurança aprendizagem cuidado colaboração eh esses três pilares eles são muito mais do que palavras bonitas eles são o alicerce para transformar o ambiente de trabalho em um espaço onde a segurança e o bem-estar de cada pessoa são priorizados e vividos de forma genuína é isso aí mas como pegar
esses conceitos né e transformar em prática no dia a dia para que ah nesse caminho trouxemos uma verdadeira referência aqui no assunto geralmente a gente já até introduz falando que temos sendo sentencialista nesse caso realmente referência quando o assunto é cultura de cuidado e comportamento seguro é uma referência mesmo é a pessoa mais citada aqui pelos participantes aí no histórico do nosso podcast a nossa convidada de convidada de hoje é a juliana blei uma das vozes mais respeitadas e influentes no universo de saúde e segurança no trabalho psicóloga palestrante ted speaker autora dos livros comportamento
seguro e gestão da travessia idealizadora do inovador safety lab que já impactou profissionais de mais de 80 empresas no brasil e no mundo é isso aí antes dela tem uma trajetória talvez já até conheça né você que está mas tem uma trajetória impecável tando a mais de 20 anos ao ao lado de gigantes como natura petrobras bale várias várias outras empresas de imperência seu trabalho é transformar empresas e líberes por meio de estratégias de aprendizagem mudança de comportamento inovação na cultura organizacional exatamente ela está entre as 10 maiores palestrantes do brasil famoso famosa top 10
né reconhecida por sua abordagem única que ali a inteligência emocional cuidado com a vida e uma visão profunda sobre como engajar equipes e lideranças e se isso não bastasse seu nome é sem dúvida mais citados em todos os episódios de conversa segura como eu falei no interiorante cara juliana que receber aqui sempre bem-vinda seja bem-vinda hra minha nossa tô muito feliz de estar com vocês que alegria saber que meus colegas estão conectando aí comigo nessas conversas e e esse é um campo apaixonante né a gente que que se dedica aí a a ajudar a construir
espaços mais seguros e saudáveis eh faz isso por profissão por caminho profissional técnico mas faz isso por muita paixão também então é uma honra maior ainda poder conversar sobre isso com vocês e saber aí dessas situações dos meus colegas queridos prais começar como que você enxerga né o papel da aprendizagem né no fortalecimento da cultura de segurança e cuidado das empresas a gente sabe que tem boa parte das empresas né tem aquela correria muita produção precisa produzir produzir produtividade acaba não tendo aquele tempo aquele cuidado talvez os suficiente ou necessário para realmente chegar no estado
da arte nesse sentido de aprendizagem né mas poxa como você enxerga esse papel no do dia a dia das empresas boa boa esse é um tema eu gosto de falar de aprendizagem eh porque aprendizagem inclui treinamento mas não se resume a treinamento né seat é um espaço de aprendizagem eh eventos são espaços de aprendizagem reuniões são espaços de aprendizagem o trabalho real ali acontecendo e a maneira como as pessoas vão descobrindo o jeito mais seguro de trabalhar é a aprendizagem também assim como quando a gente cita para investigar uma ocorrência para analisar uma ocorrência a
gente cria um plano de ação visando a aprendizagem também e aí a organização aprenda que o sistema aprenda que a gente melhore as coisas para evitar que novos problemas aconteçam então quando a gente tá falando de aprendizagem a gente tá falando nesse aspecto mais amplo né de melhoria contínua individual em grupo por área por situação reativa proativa e também do sistema como um todo né é verdade né é realmente porque porque por exemplo você falou ser um problema e o programa repetiu pronto então talvez tenha faltado uma aprendizagem ali seja uma lógica branente né processos
de sistemas realmente eu realmente tinha essa visão de aprendizagem mais focada treinamentos apé campanha isso você falou faz muito sentido e tem um ponto que eu gosto sempre de destacar porque ele é ainda é um ponto de muita confusão inclusive entre os especialistas é da gente achar resumir tudo o que precisa acontecer na área de segurança e saúde como capacitação aprendizagem e mudança de comportamento então eu sou aquela psicóloga que tá há 25 anos indo nas empresas dizer que não é tudo sobre as pessoas que é sim as pessoas fazem segurança o comportamento delas faz
segurança os líderes tomam decisões fazem segurança sim tudo isso é verdade né universo de fatores humanos mas sem processos bem escritos sem riscos bem gerenciados sem um hardware bem construído né sem condições concretas de trabalho eh a gente também não o comportamento humano não salva tudo ele é uma parte ele é o ingrediente desse prato mas ele não é o único ingrediente do prato e eu vejo muitos colegas nossos da área falando isso de que se a gente eh mudar as pessoas tudo vai se resolver não é verdade eh porque isso vira tanto culpabilização do
acidentado quanto eh abrir mão da responsabilidade do negócio sobre oferecer sistemas processos e condições decentes de trabalho né então uma outra coisa importante a falar concluindo sobre aprendizagem é que a aprendizagem é um dos motores da da cultura de segurança mas não é o único não pode ser o único porque não vai dar conta de tudo né perfeito aproveitando esse esse gancho de que a aprendizagem é um dos elementos né eh pensando em em atividades práticas o que que você eh entende que as empresas poderiam proporcionar de atividades práticas tanto do ponto de vista individual
como coletivo para incentivar o cuidado cuidado e a cultura de segurança e até outros elementos quais você pode destacar assim além da além do aprendizado que são muito relevantes aí para para atingir atingir esse objetivo né de mais segurança ali sim ah segurança eh segurança numa indústria é um é uma um processo extremamente complexo né que envolve inúmeras variáveis várias camadas vários níveis eh então existem infinitas eh infinitos ingredientes que precisam entrar desde um epi de qualidade disponível e confortável né a gente eh quer descobrir um jeito de fazer o trabalhador usar o epi mas
a gente não se preocupa na gestão desse epi do conforto dele da disponibilidade do da marca se cabe né então a gente costuma errar no básico e aí bota a na conta do comportamento de quem não usa né mas se você for lá experimentar aquilo que você tá proporcionando para pessoa que trabalha com você provavelmente você também não queira usar então tô dando esse exemplo muito simples que é para mostrar o nível de complexidade que a gente tá dizendo então o que se fala hoje né nas novas visões né que segurança não é ausência de
acidentes mas é a construção de uma capacidade produtiva de de eh produzir eh produtos bem serviços enfim lá no fim da linha com um boa gestão de risco né a capacidade de proteger as pessoas enquanto a gente produz então é um infinito de coisas ações práticas do campo da aprendizagem a gente a a maioria das empresas médias para grandes tem um largo arsenal de coisas acontecendo em termos de aprendizagem tem pat tem evento tem abril verde tem janeiro branco tem setembro amarelo tem panfleto boleto brinde eh mochila treinamento obrigatório nr treinamento com bate incêndio e
sei o quê né tem um universo então para as empresas menores né ou que ainda não se estruturaram eh a contento dentro do do campo da segurança a gente eh sugere que façam o básico bem feito né uma boa integração uma integração de segurança decente que cuidem da gestão do ipi de uma forma empática escutando o trabalhador recebendo feedback buscando né não só preço mas também conforto mas também usabilidade liberação o planejamento de um serviço liberação de serviço análise de risco daquele serviço então o basicão vai funcionar para influenciar as pessoas a terem comportamentos mais
seguros elas vão aprender vão ser conscientizadas vão ser informadas vão ter discernimento e vão começar a ganhar esse valor de que trabalhar seguro é inegociável precisa ser inegociável nas empresas médias maiores que por força de lei e também por força do próprio mercado né vem ganhando cada vez mais robustez no seus seu jeito de fazer gestão de risco a conversa é outra a conversa é eh será que não tem coisa demais o que realmente tá funcionando porque neste campo pessoal da do de influenciar as pessoas para fazerem segurança o que a gente eu escrevi isso
no meu livro lá há quase 20 anos atrás o que a gente mais vê é psicologia de botiquim né então ah eh mostrar foto de acidente faz o cara ter medo e botar o epi da onde mandando hord contrato personagem ah o pessoal tem que falar da família se não falar da família o cara não se cuida da onde dramatizado né eh a treinamento bom de segurança tem bastante conteúdo 700 slides por 8 horas e de filminho com meme que é pro povo não dormir será que isso é uma boa didática então a gente tá
falando de melhorar o discernimento a qualidade e a eficácia dessas ações de cultura de cuidado de cultura de segurança de treinamento de educação então gasta-se muito mas faz-se coisas própria cpat né que é o foco de vocês cpat e nem sempre as empresas têm orçamento bom para fazer uma boa cpat mas tem muitas empresas que t orçamento bom e não fazem boas cpates do ponto de vista educacional sequer escutam a base para saber que tipo de tema faz sentido para aquelas pessoas né sequer pensam em possibilidades mais interativas fica todo mundo no palestrão o tempo
todo né informação informação informação e no final das contas cuido de você porque tem uma família esperando você em casa nã volto para casa ou seja é sempre mais do mesmo né então não é só a muitas vezes né claro existem limitações orçamentárias mas não é só a falta de recurso muitas vezes é a falta de entendimento de como as pessoas aprendem o o que é uma aprendizagem focada em adultos com qual qual o tipo de elemento que traz qualidade para uma um uma ou para um evento de segurança é a quantidade de conteúdo ou
é a maneira como as pessoas conectam esse conteúdo com a realidade de trabalho do dia a dia delas é o nível de linguagem que se usa de acordo com o tipo de gente que a gente tem na plateia então eu diria que dependendo da maturidade e do nível de robustez do sistema de gestão de segurança da empresa a recomendação que foi a tua pergunta ela varia para alguns lugares a gente fala: "epa básico bem feito feijão com arroz um bifinho batata frita bem temperadinho" e para outro a gente fala: "cara não tem prato demais nesse
bifê não dá para diminuir um pouquinho tá desperdiçando e as pessoas estão saindo com fome né eh então são necessidades diferentes eu diria ô jigal seus pode falar juliana isso é incrível que você fala é muito do nosso dia a dia aqui né lutar contra formatos que já são consagrados não se sabe como eh e eu queria te fazer uma pergunta que me intriga muito e e e escutar por que isso acontece do você como né psicóloga por que que há essa desconexão em que momento que isso se quebra por que há essa desconexão das
pessoas que têm a decisão para para elaborar um programa para elaborar um projeto porque que a desconexão delas com o resultado com o simples o que que motiva essas pessoas na hora de montar o o escopo a mais do que gerar resultado e fazer o básico simples por aonde que esse esse caminho ele se quebra olha eu não eu não tenho certezas para te responder eu tenho hipótese do que eu observo por aí eh e de novo né não tô aqui julgando essas pessoas que tomam essas decisões eh pouco eficientes eh no sentido que elas
são boas ou más profissionais eh é mais tentando perceber os vieses né as crenças limitantes muitas vezes as os pensamentos distorcidos as mentalidades eh desalinhadas que estão muitas vezes presentes e que são o gatilho para decisões que a gente pode chamar de pouco eficientes ou infelizes nessa área né eh então eu diria que algumas hipóteses que eu observo com frequência quando a gente vê eh desperdício de recurso ou insistência em determinados modelos que cientificamente e didaticamente não são os melhores a gente sabe então a gente pode começar pela pela pelo desconhecimento mesmo né eh área
de segurança é uma área que por lei inclusive carregada de dispositivos de aprendizagem carregada treinamentos obrigatórios integrações procedimentos padrões mapa de risco ou seja é basta ler os documentos que que que compõem o arcabolso da área para uma indústria que precisa ter né determinado grau de risco determinado número de pessoas pra gente ver a a o quanto a o processo processo seguro depende de informação aprendizagem e aderência das pessoas né então a aprendizagem é um dos motores fortes de fazer as coisas acontecerem e a grande maioria dos profissionais da área não entendem nada de aprendizagem
não entendem nada de didática nunca ler um livro sobre como as pessoas aprendem não entendem de educação então o que que o que que aconteceu a formação é é ah insuficiente né na no na formação técnica na formação própria da própria engenharia de segurança olhando para currículo né medicina do trabalho os técnicos de enfermagem né os clássicos aí mas você vai paraos fisioterapeutas do trabalho psicólogos eh nós não temos esse tipo de formação voltada à aprendizagem na nossa educação básica então a gente tem uma demanda diária de educação vamos paraa sala de treinamento damos palestra
fazemos o briefing de segurança mas a gente não foi preparado adequadamente para isso então essa é uma das hipóteses com qual eu trabalho muito e o safety lab nasceu desse buraco a gente lida com isso todo dia e não sabe o que fazer então vamos organizar o basicão que é pra galera se entender como educadores também não só como fazedores de compliance e caracá e tal então essa é uma hipótese outra hipótese a gente eh também por desconhecimento mas também por moda tem muitas vezes dentro das empresas pessoas que têm condição de tomar decisão e
tem orçamento que embarcam em modismos corporativos e a gente sabe que o mundo corporativo tem esse hábito de embarcar em modismos em hypes em ondas né então ah o hype agora é a ferramenta tal aí todo mundo tem que usar mas aí você não olha pro teu público para entender se é isso que eles precisam você olha pro mercado e fala: "ah minha concorrente tá usando o outro tá usando a outra empresa grandona lá tá usando então se tá todo mundo usando deve ser bom" e aí no lugar de eu olhar pro usuário eu olho
pro mercado e embarco uma ferramenta que me faz ficar mais longe ainda do meu usuário e a última tem a ver com distância de poder né ah a pessoa que vive dentro do escritório ela não sabe o que acontece na área então a pessoa que tá lá no rh no ar condicionado ela não sabe o que acontece na linha de produção agora quando você vai pra área quando você tem o hábito de trabalhar lá de ir lá onde as pessoas estão e aonde o trabalho tá acontecendo e conversar e escutar as pessoas você começa a
descobrir que tem uma alta taxa de não aderência a uso de protetor auricular porque o plug que a empresa disponibiliza é desconfortável ou o cara foi pego numa situação se acidentou e não tinha lá uma determinada ferramenta no lugar de você ficar no te ar condicionado dizendo o cara eh não tem valor de segurança por isso ele fez essa bobagem você vai lá ver a condição de trabalho do cara e entende que ele nem tinha aquela ferramenta disponível naquela hora então é o que o pessoal da ergonomia chama de trabalho real né oi se você
não tá no trabalho real se você não escuta quem faz o trabalho real se você não tem esse drive como gerente de rh gerente de treinamento gestor de de saúde e segurança técnico especialista se você não tem esse essa visão de que é a base que te dá as informações mais importantes para você tomar decisões boas você não chega no simples porque o simples é o que funciona ali para aquelas pessoas muitas vezes você não tem nem que ter a solução você só pergunta para elas que elas já têm mas aí você vai lá num
congresso lindo maravilhoso numa feira linda maravilhosa cheia de olofotes e brindes e não sei o quê para buscar uma solução para um problema que o cara que tá com a ferramenta já na mão já tem só que você não foi lá falar com ele você foi lá no mercado no hypezão né no shopping center das soluções então as coisas vão ficando complicadas e não necessariamente mais eficientes complicadas e engessadas né é inessadas é você falou eh é incrível né então resumindo a gente pode entender que falta a capacitação conexão com o objetivo com o resultado
que aquele projeto precisa gerar e isso faz com que a pessoa siga numa forma de efeito manada sem questionar o que os outros estão fazendo e pior sem perguntar internamente se aquilo funciona se aquilo que o pessoal desita e se aquilo que eles precisam né incrível isso é e eu acho que essas hipóteses também deixa o declaro né a complexidade da da questão por exemplo às vezes por exemplo uma questão de orçamento poxa orçamento quem vai definir muitas vezes é um editor a pessoa tipo tá muito longe da vida real velho da operação ah não
isso aqui é gasto isso aqui não compra os epis todos desse jeito mesmo nesse fornecedor mais barato bora cortar custo aumentar o lucro sabe mas ele não consegue enxergar a cadeia toda que daí depois teve um acidente pronto já foi economia dele ali e acabou na família e tal né poxa realmente é uma complexidade é muito grande até para resolver isso porque no final das contas é um problema cultural né é um problema cultural então todo problema cultural é complexo de de resolver né enfim entendeu tô pensando assim poxa legal ou o colega técnico de
segurança aqui que tá nos ouvindo e poxa trabalho numa dessas empresas que tão tanta atenção ou tão tão preocupadas poxa de bem de cima eh essas ordensitantes de fazer realmente um trabalho de excelência né eu fico até pensando assim poxa sugestão que a gente pode dar para ele conseguir criar esse ambiente essa cultura né de excelência interna será que ele consegue dar esses primeiros passos você sim tem que diga se poderia dar para eles aqui para quem tá deixa só eh eh fazer um adendo que não é exatamente só um problema cultural um problema sistêmico
tá é verdade inteiro aonde tem cultura mas tem outras coisas também né interesses resultado mercado crise econômica crise política tem muitos afluentes nesse rio aí e que mudam a a vela do barquinho da organização muitas vezes para direções menos favoráveis à segurança que é a direção do custo pronto corta custo beleza vamos cortar cortar cortar corta até onde não pode de repente morre alguém ó meu deus teve uma fatalidade aí vamos olhar as raízes disso né da onde como é que nós produzimos essa fatalidade eh então a gente vai ver que é tem muitas variáveis
no tabuleiro não é só a cultura a cultura claro é importante mas tem muitas variáveis nesse tabuleiro e todas elas vão confluir naquela ocorrência por isso é tão complexo o nosso trabalho de compreender porque as coisas acontecem de eh ajudar a empresa a tá mais proativa de ensinar os líderes a tomarem decisões mais seguras porque eles estão longe da operação mas a caneta deles vai influenciá-la lá na ponta de alguma forma né e muitas vezes eles não pararam para se dar conta disso ainda eh esse accountability né essa capacidade de ser responsável quando eu tô
lá numa posição de vice-presidência e falo: "ó agora a meta do momento é cortar custo não quero saber nem como nem aonde" eh de um lado você tem um uma motivação favorável que é salvar o negócio manter o negócio íntegro do ponto de vista financeiro e tal mas essa mesma esse mesmo comando pode ter consequências terríveis de outro lado né ambientais sociais humanas enfim mas aí a pessoa tá numa empresa que ainda tá subindo a ladeira né e eu diria que acho que essa é a maioria da essa é a maioria dos técnicos de segurança
do brasil infelizmente engenheiros alguns sim temos empresas muito parrudas com bastante história para contar de evolução mas que ainda tropeçam em pedrinhas pequenas né então é é realmente um campo de muito desafio a gente tem que ser muito eh apaixonado para para ser feliz nesse cão eu fiz até com o ibol boleto um ativo na proteção ano passado que era esse título dá para ser feliz na área de segurança né porque é tanta encrenca tanto pepino tanta frustração que haja saúde mental então eu acho que assim a gente eu sempre faço uma pergunta pros meus
mentorados em quem é você na fila do pão até onde a tua caneta alcança comece por aí essa é a dica de ouro comece até onde a tua caneta alcança porque parte do nosso sofrimento dentro dessa área é não poder salvar todos os trabalhadores do mundo existem a cada 10 segundos morre alguém trabalhando no mundo eu queria poder salvar todos eles mas se eu me ponho nesse lugar eh eu eu me ponho num lugar onde eu não tenho potência eu não tenho alcance não tenho impacto aonde eu tenho impacto eu sou analista de rh eu
sou um técnico de segurança de campo ou eu sou um técnico que tá mais em auditoria ou eu sou alguém que tem posição de supervisão eh o tabuleiro aonde eu tô quem me ouve o dono da empresa me ouve tem um ou outro gerente que me ouve os outros não quem são meus aliados aonde eu consigo influenciar mais aonde eu consigo colocar energia e fazer com que pequenas mudanças já comecem a gerar uma nova paisagem dentro daquela empresa eu acredito que começa por aí porque às vezes né é uma uma coisa bem forte aí na
nossa área principalmente dos profissionais que estão em empresas muito reativas é um quexume né muito grande as pessoas estão muito amargas muito frustradas muito cansadas muito tipo é um carregar um baita piano trabalhar com isso então isso não é favorável o o agente de mudança não pode adoecer da própria propósito dele né eh então uma das maneiras da gente das pessoas que querem mudar o mundo cuidarem de sua saúde mental elas começarem se responsabilizando só por aquilo que tá ao alcance delas e usar da melhor maneira possível isso porque se tem uma modificaçãozinha numa nota
de um instrumento da orquestra a música já fica diferente e poder e poder qualificar essas pequenas conquistas porque senão a gente fica no discurso que é muito comum no campo nesse campo né da da saúde de segurança que é a empresa não liga para as pessoas os gerentes não estão nem aí o capitalismo não sei o quê isso é tudo verdade tá é tudo verdade mas se você fica conectado com eu não consegui mudar a minha empresa inteira e tem 1000 funcionários eh você não qualifica as pequenas conquistas que você consegue fazer que o teu
time consegue fazer mudanças concretas positivas que estão acontecendo elas não te alimentam você tá sempre olhando para aquilo que tá faltando e que você nunca vai conseguir fazer sozinho né então essa calibragem entre expectativa e potência aonde eu tenho poder com quem eu tenho poder aonde eu influencio mais a o que que tá na minha cara agora o cavalo encilhado passando e que eu posso contribuir se é melhorar o treinamento de integração do tempesto você já cara contribuiu pra vida de várias pessoas eh talvez você não numa encarnação você não consiga mudar tudo mas se
você deixar rastros de boas melhoras melhorias consolidadas você já deu uma baita contribuição para esse campo né certo comprementando isso eu me lembrei de um livro que eu já li há um tempo bom atrás chama originais que ele basicamente num dado momento do livro ele fala poxa as pessoas que fazem a transformação as pessoas que fazem as mudanças elas única vez não são radicais nem para um lado nem pro outro elas não são nem essa pessoa de ah tem que vamos mudar tudo nem a pessoa muito empolgada nem a pessoa que já tá muito conformada
ou seja era uma pessoa ali no meio do caminho sabe naquele ponto ótimo que ela consegue ali aos poucos ir aproveitando de todo esse essas influências que muitas vezes são radicais né as pessoas muitas vezes têm eh eh opinões fortes sobre os temas mas elas vão indutando uma coisinha de cada vez e na hora que elas olham para trás elas fizeram todo um movimento ali dentro né enfim isso esse ponto que você pôs realmente é muito bom é muito mais fácil falar de mudança do que fazer mudança uhum e quando a gente fala de mudança
é muito maior também e quando você vai executar uma mudança umaquinho desse tamanho dá uma trabalheira desgraçada você fica meses para fazer um negocinho assim mudar é por isso que a maioria das pessoas fala sobre mudança mas não não põe elas para rodar né porque dá muito trabalho fazer uma melhoriazinha bem pequenininha mas que esses essas pessoas que você trouxe que estão aí no meio do caminho entre o entusiasta e o pessimista elas são as pessoas que materializam esses pequenos steps que colocam lá o tijolim no muro e são essas que muda a realidade né
eh então eu eu acredito bastante nisso também eu tenho hoje né depois de tantos anos trabalhando com isso eu tenho um eu tenho um cuidado muito grande com os entusiastas porque em geral eles estão a 1,5 m do chão né eh e vamos mudar o mundo nossa segurança cuidado pessoas tá aí e agora e os pessimistas excessivos porque esses já desistiram por dentro né eles não acreditam mais eles só estão ali ganhando salário e então essas pessoas eu também tenho cuidado com elas porque elas já não enxergam mais as possibilidades então como é que a
gente vai para mim eu gosto daquela daquele ditado mineiro não sou mineiro sou de curitiba mas aquele ditado mineiro que é oncotô pronkov então onde nós estamos qual é o próximo passo fazer gestão de mudança é isso onde a gente tá e qual é o próximo passo porque o entusiasta fica olhando lá para cima da montanha falando: "nossa nós vamos chegar" e tem diretor vp entusiasta aí nas empresas que chega lá e baixa no plano estratégico e dois anos a gente tem que estar no no nível máximo oi esse cara não sabe onde ele tá
trabalhando né onde que eu tô para onde eu vou tem uns 15 anos 20 anos de trabalho árduo e incessante para acontecer o que ele quer que aconteça em do anos então onde é que a gente tá põe o pé no chão para onde a gente vai qual é o próximo passo qual é a próxima mudança pequenininha significativa que tá ao alcance da minha caneta que eu posso protagonizar que eu posso materializar e que vai virar a realidade que não vai virar mais um plano de ação que ninguém fez né do interessante que você pautou
realmente desenhou esse quadro né do cenário do mercado muito bem até um pouco tempo mas assim eh qual que é a sua visão de como que vai ser esse mercado por exemplo sei lá daqui uns 10 anos no futuro né porque a gente sabe que tem muitas transformações tecnológicas sociais e tudo que vão acontecendo ali no meio todo esse sistema que você já pautou né uhum eh qual que seriam as suas perspectivas e pensamentos e até teorias e hipóteses sobre esse tutor que irá vir aí na tp legal futurologia é um tema que me interessa
eh essa é a gestão da travessia né a gente tá atravessando para algum lugar que a gente não sabe muito bem qual é mas a gente já tem alguns sinais do que que vai estar no tabuleiro diante de nós daqui a algum tempo eu tenho ido todos os anos pro congresso mundial de saúde e segurança lá em berlim né que é a minha maneira de estar perto dos futuros da área de conversar com a galera que tá pensando o futuro da área e é chocante as coisas que eu ouço lá assim então acho que a
primeira coisa é a a área de saúde e segurança ela tem uma missão que é vertical estratégica pro negócio sim pensando em sg pensando em sustentabilidade né eh como que essa empresa opera no mundo e ela tem também atividades mais operacionais e por n razões que não cabe a mim julgar ah a maior parte dos profissionais que se formaram nessa área foram para as atividades mais operacionais e burocráticas fazer papel checklist papel documentação né eh essa é uma parte do trabalho e precisa ser feito ele tem valor mas tem várias outras coisas que a a
o time de saúde e segurança pode entregar pro negócio como valor que não é só estar atendendo a documentação a legislação então o primeiro o primeiro passo é algumas pessoas lá fora estão falando assim: "olha em poucos anos a inteligência artificial e a internet de dados e a os processadores de dados e tudo mais né os machine learnings eles vão fazer toda essa parte documental para nós." então o profissional de saúde e segurança que for agarrado na papelada vai precisar descobrir como ficar relevante nos próximos anos para que que serve pagar o salário dessa pessoa
para fazer papel mas a a tecnologia vai fazer papel com mais acuidade inclusive do que o humano até boial dando reporte para todo mundo na hora soando alerta então a gente já tem sensores em câmeras hoje que a e a eles contabilizam quantas pessoas entraram numa área classificada quantas pessoas eh passaram sem um plug na orelha quantas pessoas passaram sem o capacete ou seja a gente tem eh um volume grande de dados que vão começar a ser gerados não por não humanos então a gente tem aí um lugar que é inteligência de dados né eh
de competências a gente vai desenvolver para ajudar a organização a aproveitar esses dados como input na gestão esse é um ponto outro ponto que a gente tem conversado muito muito lá tem com esses eh líderes globais aí de grandes indústrias eles dizem assim: "eh a o time de saúde e segurança precisa dar suporte aos gerentes operacionais essa parceria especialista gestor que é o que o rh fez muito bem com a o tema do business partner né e aqui no brasil já estamos já tem curso de business partner em saúde e segurança e algumas empresas já
estão usando essa nomenclatura então é você como coach daquela área eu tenho lá o gerente da manutenção eu preciso descobrir um jeito de influenciar esse cara de dar apoio a esse cara de escutá-lo nos problemas que ele tem de segurança porque cada vez mais quem faz segurança é ele com o time dele mas ele não é um especialista então no lugar de eu ser a pessoa que que determina o padrão procedimento determina os os sistemas de trabalho e volta lá para auditar e dá dedo na cara desse gerente dizer: "tá tudo errado não tem não
conformidade na sua área e você não devia estar trabalhando assim você tem que corrigir isso aqui que é o policial de área que é um papel bem tradicional da área de segurança eu preciso chegar lá e falar: "cara como é que eu te ajudo a melhorar isso bicho não tá legal quais são os problemas que você tem vamos pra área junto vamos descobrir vamos olhar vamos escutar as pessoas vamos analisar o sistema vamos tirar as ferramentas que não estão servindo deixa eu te ajudar a escolher os melhores dados para poder gerenciar a segurança da tua
área puxa teve uma ocorrência aqui deixa eu te ajudar a entender o que aconteceu para você tomar decisões melhores no futuro é por aí que a banda vai tocar provavelmente dizem os futurólogos da área então como é que a gente pode como especialistas trabalhar mais parceiro do negócio e não só como auditor interno não só como a figura que só aparece quando é para dar carteirada queeditar a área e analisar a ocorrência eh ou fica dando aqueles treinamentos de integração com 700 slides que a pessoa sai dali e não lembra nem o telefone de emergência
ou seja eh trazer inteligência pro processo ser um conectador de áreas mostrar pro negócio que tem gente preparada ali para ajudar os os gestores operacionais a tomarem decisões mais seguras reportar para cima estrategicamente a um cenário mais interessante né hoje em dia a gente continua na no reporte de culpados né ou reportando só indicador reativo só taxa de acidente taxa de frequência de gravidade a gente não propõe coisas pro negócio né quais são os indicadores positivos proativos qual aonde que a gente vai botar o foco de segurança no próximo ano ah são raros os executivos
de de saúde e segurança que vão lá para cima e falar isso olha a gente precisa esse ano focar em tal tanto é que na infelizmente né grande uma grande quantidade de grandes indústrias no brasil t fatalidades anuais e eu tenho a infelicidade de participar dos eventos onde esses fatalidades são discutidas muitas vezes com ceo com vp com diretoria com e aí pronto tem um elefante na sala temos quatro fatalidades temos cinco fatalidades no ano passado o que vamos fazer raramente eu vejo uma área de segurança que chega com uma agenda parruda assim estruturada dizendo
olha precisamos olhar para isso precisamos lidar com isso que influencia para cima né eh raramente a gente tem isso a gente chega lá dizendo como é que a gente se protegeu juridicamente em quem a gente botou a culpa e um plano de ação de 200 ações a maioria delas que enxuga gelo não não resolve de fato o problema ou seja a gente não ajuda a autocopular a aprender com os temas de segurança então pensando nesse futuro né nas indústrias globais aí aí tem um último desafio que eu quero colocar que eu tive na frança fazendo
um curso com lecose agora em novembro sobre o futuro da segurança segurança do século xx tem um outro desafio que a gente tem que ele aborda muito bem que que é o a excessiva terceirização a pulverização do cnpj então se um acidente como macondo né deep water horizon lá da da bp sonda que tava a serviço da bp tinha mais de 15 cnpj envolvidos naquela ocorrência os acidentes hoje não têm um patrão eles têm vários dependendo do cenário e em cenários de organizações complexas como aligas mineração siderurgia energia né e atividades de alto risco você
tem quatro cisnolos ali então aumenta o desafio do da do especialista em conseguir demandar aprendizagens melhorias e responsabilidades para todos esses cnpj porque basta botar a culpa no na empresa do outro e aí isso não vira agenda na minha empresa entende eu não preciso melhorar meus treinamentos eu não preciso melhorar minha a a o tipo de tecnologia que a gente usa eu não preciso contratar mais gente porque tá faltando pessoal eu eu é fácil nesse contexto de alta terceirização é fácil jogar a com perdão da expressão o cadáver no terreno do vizinho e as empresas
fazem isso também então o profissional de segurança daqui paraa frente ele vai lidar cada vez mais com essa interconexão de clpj então ele vai precisar ainda mais ser um articulador ser um agregador ser alguém que costura politicamente as coisas eu não tô falando de partidarismo falando politicamente no campo do poder mesmo das relações das costuras internas das parcerias porque não vai esse esse essa organização tradicional um patrão sesmit e os empregados ela já praticamente não existe mais tá numa linha de produção você tem quatro cinco seis fornecedores de mão de obra ali e aí como
é que você cria trabalho seguro com tantos players juntos sentados na mesa né então você percebe que a maioria dos desafios envolve habilidades não técnicas humanas sociais comunicacionais relacionamento foco em pessoas e percebe o tamanho do problema que a gente tem na nossa formação básica as pessoas ainda estão fazendo formação para cuidar de papel e e ser policial de área e achar bonito isso ainda é realmente risco para até dizer que esse episódio com tudo isso que foi falado tá da minha opinião obrigatória para todo mundo ouvir para todo mundo eh da área entender e
se atualizar até para não ser pego de surpresa né porque essas transformações quando aconteceu já aconteceu já demitiu já contratou já foi já e já era né e daí poxa o pessoal fica de surpresa precisa realmente entender esse esses detalhes de apesar das complexidades até de formação de um bom técnico bom cheiro de nosso trabalho porque poxa a pessoa precisa ser praticamente formada em psicologia praticamente formada em direito praticamente formado em gestão pô já é muita coisa muita necessidade né ela tem mais essas que vem aí pela frente pelo futuro para para coroar a boa
notícia é que hoje a gente já tem acesso a capacitações menos conteudistas então para você lidar bem com pessoa você não precisa fazer faculdade de psicologia dois ou três cursos online bem bons já resolvem ajudam você é ou seja a gente tá cada vez menos focado em conte em informação e cada vez mais focado em capacidade de ação né e e esse e essa capacidade de ação ela é mais acessível eh a gente tem inúmeros cursos e programas e plataformas hoje online e outros mentorias e coachings e etc que são formas de você refinar as
tuas habilidades sem precisar fazer 5 anos de faculdade de psicologia não tem sobre isso é verdade beleza é isso vamos ter um pin para finalizar aqui com chave de ouro léo quer puxar a primeira pergunta vamos sim muito muito especial tal esse podcast mesmo eh vamos lá um erro para não cometer nacipate atrelar a presença das pessoas a brinde ou atrás fica comprando presença com com mochila boné e faca de churrasco realmente a essa mas uma prática que você nunca mais quer deixar de lado em qualquer campanha assim que você às vezes é pontada com
né enfim você acha que quando você olha você fica encantada e recomenda para todo mundo fazer mapa da empatia escutativa das dos usuários dos participantes antes de planejar o evento isso para mim é inegociável e se você pudesse dar um conselho para si mesma no início da sua carreira qual que seria esse conselho esse é bem claro para mim eh não insista em convencer gente que não se importa com as pessoas de que cuidar das pessoas vale a pena gaste energia com quem acredita que isso é bom maravilha eh o caso divertido que você já
viu seja alguma palestra que você deu alguma bate algum evento enfim poxa você nunca esqueceu desse caso esquisito divertido nossa eu tenho vários uma vez eu tava numa numa parada de manutenção e o pessoal isso faz 20 anos mais até e aí tinha equipes de de segurança que iam pra área fazer auditoria né para ver se o trabalho estava seguro se as pessoas estavam seguindo padrão e aí quando eles pegavam as pessoas fazendo bobagem eles montaram uma salinha e escura tocava aquela música carmen na burana t t t sabe aquela música bem de filme de
terror e tinha um slide de powerpoint que rodava sozinho só com foto desse dente prego no olho genteada na máquina gente queimada gentefada gente atravessada todos os tipos de desgraça que você possa imaginar tinha foto ali e o cara tinha que ficar acho que meia hora dentro daquela salinha lá na reciclagem de segurança nossa pquisado domos psicólogos da região da psiquiatra né eu odeio eles achavam que estava abafando que eles fizeram uma coisa anuladora é eh eu propago a cultura de saúde e segurança por completa a frase porque eu acho profundamente injusto que alguém saia
saia de casa para ir ganhar a vida da sobrevivência e ajude a construir riqueza e não volte para casa eu acho isso inaceitável não é não é aceitável que a gente produza computador carro eh geladeira construa prédio matando gente a gente já tem tecnologia conhecimento e ciência para fazer isso sem matar ninguém então para mim isso é uma ética inegociável não perna muito obrigado mesmo né por dividir tanto conhecimento tanta inspiração eh mudança né envolve envolve muita coragem muita ambição muita paixão né recomendo para as pessoas assistirem a sua palestra do ted que tá lá
no é no seu site você é prova viva desses elementos no que você fez na sua jornada pessoal né naquela época que você deu uma pausa né naquele momento e isso realmente é muito inspirador e é muito útil para quem trabalha com segurança que envolve de forma inerente ao processo à mudança ali em si então muito obrigado por por esse momento aqui eu tenho certeza que vai ser muito inspirador e ajudar muitas pessoas que que assistirem né a esse a esse episódio de coração muito obrigado nossa eu agradeço demais adorei estar aqui com vocês adorei
o papo e sempre gosto de contribuir nesses espaços onde a gente pode levar reflexões né que possam de repente ser úteis para para as pessoas que estão nos ouvindo aí muito grato pelo convite é isso aí muito obrigado por esse episódio todo especial que a gente fez eu realmente acho que ele tá cheio de ideias insites bacanas que né que estão naquela espera do não sei que não sei que a pessoa se surpreende quando eu pessoalmente sentir isso e para você que está nos ouvindo né muito obrigado pela pela audiência por estar aqui conosco até
agora inclusive se você quiser dar uma espiadinha no próximo episódio que também tá imperdível veja só eh o recado que eu dou paraos meus colegas é corram atrás da da dessa modernidade que está vindo em prol à saúde e segurança do do trabalhador nós sabemos que as nossas normas elas foram escritas lá em 78 de lá para cá poucas revisões tiveram e é algo antigo mas a gente não precisa se prender a isso nós temos que encontrar quais são as formas da gente acessar o colaborador e fazer com que ele tenha um comportamento seguro visto
que a grande maioria esmagadora dos acidentes eles são causados por ato inseguro então um recado que eu tenho pros colegas né que têm dúvida ainda é experimentem eh vão atrás façam uma degustação da ferramenta e depois compartilhem como que foi claro que no começo tem aquele paradigma que tudo que causa uma desruptura do sistema tradicional assusta mas os resultados eles são muito satisfatórios mas estô animado aí pr pra estreia desse próximo episódio que vai pro ar daqui a duas semanas fique de olho aqui no canal e se os assuntos te interessam vejam todas as nossas
redes sociais que estão listadas aqui na descrição do vídeo é e siga também a juliana aproveite conheça os livros dela que eu tenho certeza que você vai ser surpreender ainda mais do que aconteceu nesse episódio é isso pessoal um abraço e até até a próxima [Música]