Certinho. Daí, bom dia. Bom dia. Bora. Eh, B um, semana um aí do material de vocês. E aí, antes da gente começar com a aula em si, ah, tem que comentar algumas coisinhas aí em relação ao material, procedimentos, tá? Eh, e também me apresentar, né? Meu nome é Júlio, eu vou dar biologia um, biologia três para vocês também, tá? Então, eh, a gente tem aulas na terça e na quarta de BI um, tá? Já vou comentar o porquê de dois dias, né? E aí, se eu não me engano, é na sexta-feira que a gente tem
a biologia três, tá? Então, eh, eu acabo pegando duas frentes aí com vocês. Bom, em relação daí, no caso, a material, procedimentos, tá? E, eh, coisas que tão no drive do curso, vamos falar rapidinho sobre isso aí. Eh, a biologia um de vocês, tá? Essa com a qual a gente vai começar a trabalhar agora, ela das três biologias, eu acho que ela é a mais carregada em conteúdo e aí automaticamente, tá, ela acaba ficando com mais aulas por semana, enquanto a biologia dois e a três tem duas aulas de 40 minutos, né, cada uma por
semana, a biologia um tem três, tá? Eh, porque tem mais assunto dentro dela, tá? E aí realmente precisa dessa aula adicional. E eh dentro desse conjunto de três aulas, tá no horário, isso acaba ficando dividido da seguinte maneira, né? Você Tem hoje, por exemplo, tá, duas aulas, né, que é o que a gente vai pegar agora, duas aulas de 40 minutos e aí uma terceira aula amanhã. Então, fatalmente, né, ao longo do ano, dentro das unidades aí da biologia um de vocês, a gente vai acabar tendo, no caso, por exemplo, na semana um, hoje, né,
a gente vai correr, eh, parte do assunto aí da semana um, mas eu não vou terminar ele, tá? A gente termina amanhã. Eh, então essa unidade, por exemplo, ela tem três setores bem distintos, né? Ela tem a parte de a parte introdutória e célula, aí tem a parte de microscopia, que é bem rapidinho da gente ver. E aí tem um terceiro setor dentro dessa unidade que é uma análise eh comparada superficial, tá? Sobre material genético. Essa parte vai amanhã, ela não vai hoje, tá? Então se quando acabar a aula de hoje você quiser fazer os
testes, você vai acabar pegando uma ou outra questão já falando sobre eh o DNA, tá? De forma bem eh superficial, tá? Falando sobre cromossomos, aploide, diploide, isso é assunto de amanhã. Então, se depois da aula de hoje você quiser fazer as questões, pode ir. Só que se você bater uma questão falando sobre ploidia, n, aploide, diploide, triploide, alguma coisa assim, eh, pula, deixa para depois da aula de amanhã, beleza? Eh, então vocês vão acabar pegando essas questões aí, dá para fazer a maioria delas, tá? Mas uma ou outra falando disso daí vai acabar aparecendo e
aí isso vai ser o assunto de amanhã. Eh, então a biologia três, ela tem esse inconveniente, né, da gente não ter eh, no caso, as três aulas no mesmo dia, né, mesmo porque ficaria amassante para Então, a gente é Separado duas em um e daí uma aula em outro. O bom que são dois dias próximos, né, fica na terça e na quarta. E aí se vocês depois da aula de terça quiserem resolver questões, vão acabar pegando questões que vão entrar no assunto que vai ser dado amanhã. Aí pula e deixa para correr a questão depois
da aula de amanhã, beleza? Eh, na biologia três isso não vai acontecer, tá? São sempre duas aulas seguidas e aí terminou a aula, já dá para pegar as questões que estão aí na apostila. Eh, só na bio um que vai acabar acontecendo isso aí dentro do contexto da BIO um, tá? Já deixa eu avisar isso já para vocês. Eh, as duas primeiras semanas de aula, essa de hoje, tá? E a da semana que vem também, elas são meio introdutórias, tá? Então você vai estranhar uma coisa, por exemplo, na aula de hoje nem tanto, é tipo,
na aula de hoje acontece já, tá? Eh, eu vou acabar falando os nomes das organelas, eu vou acabar comentando, ah, o gold, o retículo liso, rugoso, vocês já viram isso desde o ensino fundamental, sabe mais ou menos o que que são essas organelas aí? Mas eu não vou entrar em detalhes na parte de função de nenhuma delas. E aí quando termina a aula, né, eh, é normal o cara se perguntar, pô, mas você falou, deu, falou do nome do GO, da mitocôndria, do retículo e não falou nada sobre eles? É, essa aula é introdutória. A
gente não entra em detalhes das organelas. Hoje a gente vai trabalhar trabalhar mais eh dentro de padrões comparados. Então, não termine a aula de hoje achando que você viu organelas, tá? Você não viu, vai ter uma unidade inteira sobre organelas adiante. A gente vai falar muito sobre organelas lá paraa frente, só sobre mitocôndria. São três aulas, tá? Então, eh, isso aí a gente vai ver adiante. Então, vai acontecer, por exemplo, na aula de amanhã, eu vou comentar sobre cromossomos, vou falar sobreploidia, mas eu não vou entrar em detalhes de cromossomos, tá? A gente só vai
fazer uma comparação, no caso, de cariótipo, entendeu o que que é uma ploide, diploide, triploide. E aí quando termina a aula, né, e aí para piorar, né, eu ainda faço um comparado geral de divisão celular. Eh, e aí é aí, tipo, termina a aula, eu falei de mitose, meiose, mas não falei de prófase, metáfase, anáfase. Eh, então não termine a aula de amanhã achando que você viu mitose, tá? Ou meiose. Vai ter duas unidades lá pra frente pra gente falar sobre mitose e meiose. Então, eh, as duas primeiras semanas, elas são assim, elas são mais
introdutórias, tá? elas vão trabalhar, no caso, com a introdução de alguns conceitos, alguns comparativos, tá? Eh, e aí mais tarde a gente entra nas organelas, a gente entra na membrana, que eu vou comentar dela hoje também, a gente vai entrar na divisão celular. Então, não termine essas duas primeiras semanas achando que você já viu o assunto, tá? Detalhadamente. A gente só traçou alguns comparativos. Por que precisa desses comparativos? Cara, você tem que ter uma noção básica de mitose e meiose para poder tocar a semana três da biologia três, que já entra na embriologia. E aí
a mitose atrás de mitos tem que saber onde tá localizada a meiose. Então, eh, a gente vai acabar tendo essas duas primeiras semanas da Bio um, sendo introdutórias para poder dar base para vocês, para poder correr algumas unidades da biologia dois e da três, tá? E também da um, que a gente vai ver adiante. Então, não estranhe, tá? Ah, então tranquilo, entendi. Eh, se essas duas primeiras semanas da Bio elas São, no caso, mais eh de base, isso quer dizer que as questões vão ser tranquilas, né? Não, não se engane, tá? Eh, mesmo dentro de
um assunto de base, se você tiver, de repente, um elaborador de questão com certo grau de criatividade meio alto, ele pode vir a ferrar, tá? E você vai acabar pegando umas três questões aí nessa unidade que realmente o cara não deixa passar em branco, tá? Então, mesmo tendo um assunto mais superficial, dependendo de como é colocada a proposta da questão, a situação ela pode azedar. Eh, e tem algumas questões aí onde isso aí acaba azedando mesmo, tá? Então, é só para comentar, tá? Porque às vezes termina a aula, eu falei do de tipo que nem
a aula de amanhã, né? Eu comentei sobre mitose, meiose, mas não entrei em detalhes, não falei das fases de cada uma, não falei da condensação cromossômica, não comentei nada disso, tá? Eh, não, cara, não termine a aula de amanhã, por exemplo, achando que você viu divisão celular. Você não viu, você só viu um comparativo geral pra gente poder correr a aula da semana que vem e correr coisas na biologia três também, tá? Aí, a partir da semana três começa o assunto mais aprofundado aí da biologia um. Eh, para onde a biologia um vai, tá? Ela
vai transitar, hoje é uma introdução sobre célula, basicamente, tá? Na semana que vem ela trabalha com a parte de reprodução também, ciclos reprodutores e aí depois ela entra em bioquímica, daí vem origem da vida, célula, aí ela trabalha com célula procariótica, análise de protozoários que são eucariotos e aí termina o ano lá na genética, tá? No azão azinho. Então esse é o cara o contexto geral da biologia um aí de vocês. Dá para acompanhar isso pela primeira página aí da biologia um. Tem um índice geral da apostila, tá? Das 10 apostilas. Beleza? Já na biologia
três, a gente começa com taxonomia, depois vai para embriologia, zoologia e depois histologia e fisiologia humana, tá? Então esse é o contexto daí no caso da biologia três como um todo. Beleza? Tranquilo isso aí? Eh, sobre as questões, tá? Quando termina a unidade, a gente fecha a unidade, tem 22 questões aí para você fazer. Eh, das 22, 20 acabam sendo questões eh de múltipla escolha ou somatória. E aí tem duas discursivas no fim de cada uma das semanas, tá, cara? A federal aboliu a prova discursiva depois de muito tempo, tá? Eles começaram a fazer discursiva
lá entre 2004 e 2005, né? E agora eles resolveram abolir de vez. Eh, então é assim, né? Se as provas que você tá querendo pegar são federal, PUC, né? é pequeno príncipe, Mckenzie, eh, nenhuma delas tem discursiva, né? O Enem, nenhuma delas acaba tendo discursiva. Então, não, tipo, não vale a pena você dedicar um tempo a tentar entender como você tem que responder aquela questão, mas eu acho que ainda é válido você ler a questão e pelo menos pensar no que seria a resposta e dar uma conferida no gabarito. Ah, por quê? Porque muitas questões
discursivas trabalham num nível acima, um degrau acima de dificuldade. E é bom você ter a experiência de pegar uma questão de degrau acima de dificuldade, caso venha aparecer uma surpresa desagradável numa prova. Se você já tiver tido essa experiência, ela Não vai ser desagradável, tá? Então, eh, vale a pena dar uma olhada. Agora, se você tem prova discursiva aí pela frente com biologia, né, UFSK, Fest, Unicamp, Famema, Famerp, né, que são duas provas discursivas muito boas, inclusive, tá? Eh, cara, aí dedique um tempo a entender como você tem que escrever aquela resposta da questão discursiva,
tá? Mas se for o caso de não ter prova discursiva, dá uma olhada nas questões, pensa no que seria a possibilidade de resposta, dá uma conferida no gabarito, mas não perca muito tempo em cima delas, tá? tentando entender como tem que escrever, só tenta entender a resposta dela daí. Belê, tranquilo? São questões que trabalham num nível acima, né? É sempre bom ter eh um contato com isso aí. Eh, em relação às questões como um todo, tá? Eh, dá uma olhada no que tá ali no slide. Questões comentadas no drive do curso, né? Eh, esse aviso
vai aparecer para vocês só até a semana 30, tá? Todo início de aula eu vou colocar isso aqui. Eh, é importante isso, tá? Ah, todas as questões da tua apostila estão comentadas com as alternativas falsas justificadas no drive do curso, tá? Ah, o pessoal da secretaria já tá passando o link do drive para vocês já. Então, cara, já tá lá as questões comentadas das biologias 1, 2 e 3 da semana um já estão no drive, tá? Assim como os slides que eu vou usar aqui na biologia um e na três também na quinta-feira já estão
lá. Então vocês já podem baixar os slides se quiserem para acompanhar a aula até pelo slide ou para ter para estudar depois revisar. Eh, e vocês podem baixar já as questões comentadas no drive. Por que que a gente Coloca as questões comentadas no drive, cara? Otimiza o tempo de vocês e o nosso na assistência, tá? eh, é melhor para todo mundo. Ao invés de você chegar na assistência e de repente ficar esperando numa fila 20 minutos, você poderia estar estudando, você poderia estar resolvendo outras questões. Então, às vezes o cara, de repente, ele faz uma
questão e ele não viu um detalhe assim, tipo, mínimo, né? Passou batido, eh, e ele não precisa da explicação da questão, ele só precisa perceber aquele detalhe. E aí nas questões comentadas você vai acabar percebendo isso aí. Então, você não precisaria esperar em fila de assistência, isso vai acabar agilizando bastante a vida de vocês e a nós também, né? que daí dá uma desafogada na assistência, a gente vai acabar tendo daí a tendência de ter menos fila ou até mesmo não ter fila, beleza? Então isso aqui é importante, tá? Eh, pegar as questões comentadas no
drive do curso, beleza? Vai ter da pina inteira, tá? Eh, já tá até a semana 30 tá meio pronto já, tá? Isso daí. Eh, só que daí eu vou postando para vocês na, no caso das questões comentadas, à medida com a qual a apostila for correndo. Beleza? Tranquilo isso aí? Vamos lá, então. Tá? Eh, vamos cair em cima da bio um, essa unidade de hoje, que nem eu falei, é mais introdutória, tá? Mas não quer dizer que não tenha parte pesada ao longo da aula, tá? Tem tem uma partezinha aqui da ao longo da aula
que acaba sendo bem sofrida, tá? E o começo da biologia um é uma coisa assim que tem uma coisinha ou outra que pode ser alerta de prova, tá? Mas ela é até meio besta assim, né? Comentando com vocês é da seguinte maneira. A biologia é a ciência que estuda a vida. Como toda a ciência, hoje em dia, ela acaba sendo Dividida em partes, tá? A medida com a qual o ser humano ele foi agregando ao longo da sua história conhecimento, houve a necessidade de dividir a ciência em setores, né? Química, física, matemática, biologia e assim
vai. Eh, houve uma época, tá, em que a quantidade de conhecimento que o ser humano tinha não era tão grande e aí dava para chamar tudo isso por um nome só, filosofia, beleza? Depois de um tempo, tá, tiveram que começar a quebrar em outras áreas, tá? E a biologia hoje é quebrada em uma enormidade de setores. Tem 10 principais, tá? Mas aí a gente acaba tendo subsetores dentro desses 10 que acaba levando a biologia a ser fragmentada em uma pancadaria de coisas. E aí dentro dessa eh desses setores, né, de divisão da biologia, alguns deles
são relevantes, tá, para provas. E eu já vou te dizer como eles são relevantes. Então, olha só, biologia celular ou citologia, tá? parte da biologia que acaba estudando a célula. Eh, é isso que a gente vai começar hoje aqui, né? E o detalhe, a Federal do Paraná não usa o nome citologia há muito tempo, tá? Ela usa biologia celular, beleza? Aqui acaba sendo mais moderno. Istologia, análise de tecidos, tá? A gente vai ver isso aí adiante. Fisiologia, funcionamento de órgãos, tecidos e do indivíduo como um todo, tá? evolução, parte da biologia que analisa mudanças que
ocorrem nos seres vivos ao longo do tempo e tá em vermelho. Se tá em vermelho é porque já aconteceu de cobrarem de vocês e foi prova de é relevante, tá? Ah, o quê? O Enem, cara, o Enem pegou na raiz da Palavra evolução e montou uma questão inteira uma vez, colocando para vocês, no caso, tá, alternativas que estariam eh tentando explicar o sentido do termo evolução. E evolução é uma parte da biologia que analisa mudanças ao longo do tempo, não necessariamente melhora. Eh, no senso comum, a gente se costuma entender o termo evolução como sendo
melhora, né? E é claro que o Enem colocou isso aí numa alternativa e muita gente caiu. Evolução não é melhor, evolução é mudança. Se a mudança vai ser para melhor ou para pior, tanto faz. Acontece que a evolução, no caso, vai acabar analisando mudanças. A gente não sabe se é para melhor ou para pior. Beleza? Então, cuidado, tá? Evolução não é melhora, evolução é mudança. E você tem, no caso, o conceito de ecologia também já aparecendo de forma indireta até em prova discursiva, só que foi em São Paulo, tá? Ecologia, parte da biologia que acaba
analisando as relações dos seres vivos entre si e com o meio no qual eles vivem. Eh, muita gente pensa que a ecologia é o estudo da preservação ambiental, não é isso não, tá? É, é bem mais amplo que isso, análise das relações dos seres vivos entre si e com o meio no qual eles vivem. Beleza? Em provas de São Paulo já andou aparecendo isso aí de forma indireta, tá? Tem que tomar cuidado com esses conceitos aqui. Botânica, analisa vegetais e grupos correlacionados. E a zoologia, animais e grupos correlacionados. Você vai acabar tendo a embriologia, analisando
o desenvolvimento embrionário, tá? E a genética clássica, aquela do azão azinho, a hereditariedade, beleza? A gente vai Passar por ela na bio 3 essa semana, lá na sexta-feira, tá? Eh, eu vou acabar entrando com vocês na taxonomia, que vai acabar traçando critérios para classificação da vida dos seres vivos em geral. Beleza? E aí a gente tem, né, a bioquímica que começa já na semana três da Bio 1, analisando composição química dos seres vivos, engenharia genética. Essa é a nossa semana 30 da biologia um, é a última aula do ano, tá? Eh, biotecnologia, transgênico, clonagem, crisper
e assim vai, beleza? Eh, essa semana é bem pesada, tá? E ela tem caído bastante. A gente vai acabar tendo a parasitologia, analisando parasitas humanos. Pode englobar bactérias que estão aqui dentro da microbiologia e vírus que estão dentro da biologia, da virologia também. E aí a gente tem a anatomia e tá em vermelho. E eu acho que esse daqui, dessa primeira parte introdutória que até meio besta, tá? Eh, esse tópico e o 17 que tá no próximo slide, eles são bem perigosos, tá? Eh, ué, por quê? Anatomia é análise de estruturas internas, tá? Ah, quando
você fala que você vai fazer um estudo anatômico no indivíduo, tá? É abrir e vem o que tá e ver o que tem dentro e como as coisas estão ali dentro. Beleza? Agora, quando você vai analisar morfologia, aí você tá analisando aparência externa. Cara, eu já vi questão e sabe, tipo, tem questão que é difícil e tem questão que é venenosa, são diferentes, tá? Trai Suoira, né? Eu já vi questão traiçoeira com isso daqui. O cara pegar e colocar para você assim, né, no comando da questão, aquela frase imediatamente antes das alternativas, tá? Eh, sobre
conceitos morfológicos de briófitas, né? Tipo o cara falando lá de músculos, né? Assinale a alternativa correta. E aí o cara põe na letra A, briófitas são avasculares. Elas são, mas ele deu como errado. Ué, por quê? Porque ele pediu conceitos morfológicos. Você tá falando que é a vascular, isso é estrutura interna, é anatômico. Então a alternativa não obedece o comando da questão. Na letra B, possuem pequeno porte. Aí valeu. Aí é morfológico. Você tá dentro da estrutura externa. Então toma cuidado porque a galera não percebe isso, tá? um passo batido, eh, anatômico. Eh, quando você
fala de anatomia, tá analisando estrutura interna. Quando você fala de morfologia, formato. Se o cara colocar no comando da questão, tá, sobre a ótica morfológica, você não pode assinalar uma alternativa que tá falando de estruturas internas, porque essa é uma ótica anatômica. Se o cara colocar para você sobre a ótica anatômica, uma análise anatômica, você não pode analisar uma alternativa que tá falando só da aparência. Você tem que assinalar uma que tá falando de estruturas internas. Então, por exemplo, brióftas, tá? São vasculares, possuem pequeno porte. Se ele botar cada uma dessas em uma alternativa, as
duas estão corretas sobre briófitas, mas aí veja se ele tá pedindo análise morfológica ou anatômica, porque se for morfológica você não pode falar do tecido vascular. Se for anatômica, você vai ter que falar do tecido vascular. Então, toma cuidado porque não dá para perceber isso aqui, tá? Você passa batido por isso no comando da questão e aí fica na dúvida. Putz, é a A ou a B, né? Eh, fica bem esperto. É questão caiuera e eu já vi fazerem, tá? Com e a esses dois termos aí. Micologia, estudo de fungos, tá? Mastzoolia de mamíferos. E
olha só, a federal já usou, tá, faz tempo, ictologia de peixes, tá? Tem muita gente que não se liga aqui. Teologia é a parte da biologia que estuda os peixes. Beleza? Eh, toca adiante. Malacologia, moluscos, tá? Entomologia, estudo de insetos. E eu deixei em vermelho, não porque vão perguntar para vocês o que que é entomologia, não vão. Só que lá na botânica, quando vocês estudam polinização, tem uma que ganha o nome de entfilia. E aí esse nome cai. O prefixo entomo quer dizer insetos. Então tá em vermelho a entomologia por causa do prefixo entomo quer
dizer inseto. Beleza? E o de baixo também ornito quer dizer ave, beleza? Então ornitologia, estudo das aves lá na botânica, na polinização, ornitofilia, tá? Polinização pelas aves, esses nomes aparecem, tá? Eh, os das polinizações, por isso que eu deixei já em vermelho aqui para dar o destaque. Herpetologia analisa principalmente répteis, mais alguns anfíbios também raramente cai em prova. Batraqueologia, somente anfíbios da ordem anura, que são sapos, rãs e pererecas. Haja especificidade nisso daqui, né? Não cai, não cobram de vocês. Eh, paleontologia, análise de fósseis. E aí, para fechar, ficologia, análise de algas. Cara, mesmo dentro
de uma parte besta dessa daí, de abrir de repente partes da biologia, você tem algumas coisas que podem ser perigosas, tá? Eu acho que, eh, vamos dizer assim, a atenção maior vai para aquele alerta entre anatomia e morfologia, que aquilo é perigoso, você nem percebe, beleza? Tá? Aquele tipo de coisa que não dá para notar. É que nem falar que as células de actina eemi miosina da musculatura, pois é, actina e miosina são proteínas e não células. Você não percebe a palavra células. Tem uma questão da federal que você vai ver que joga com isso
em duas alternativas. Em uma você percebe, na outra não. A mesma coisa. Numa você percebe, na outra não. Beleza? Então, cuidado, tá? morfologia e anatomia. Não dá para perceber quando o cara coloca esse tipo de critério no comando da questão. Fica bem ligado. Beleza? Foi essa parte. Então vamos lá. A gente vai começar pelo que esse ano, tá? A gente começa eh com uma análise superficial, tá? Não entrando muito a fundo a princípio, eh sobre células. A gente vai começar com a biologia celular, mas é só um um comparativo geral. Depois a gente vai passar
pela bioquímica e aí mais tarde a gente vai acabar caindo em outras partes. Volta pra célula e cai em outras partes, tá? Então o que que é isso? Eh, a invenção do microscópio, que até hoje a gente não tem certeza de como aconteceu e quem foi, não sei se vocês sabem disso, mas quando você pega livros diferentes, tá? Eles dão nomes diferentes pro inventor do microscópio, não tenho consenso em relação a isso aí. Eh, a o microscópio ele foi sendo criado assim por um conjunto de pessoas e uma hora ele apareceu, tá? Eh, e a
partir da invenção do microscópio, a gente começou a descobrir isso aqui, né? Que os seres vivos eram formados, no caso, animais e vegetais, por partes menores que acabaram sendo chamadas de células. Na época, tá? Não se conhecia protozoários, bactérias. E aí, eh, eles já imaginaram assim, pô, animais e vegetais, né? Eles também não, tipo, os fungos eram colocados dentro das plantas na época, né? Eh, eles imaginaram assim, se animais e vegetais são formados por isso daqui, então isso quer dizer que todo o ser vivo é formado por células. Então, a a célula é a base
da análise, no caso, da vida hoje em dia, tá? Aí, eh, pera aí. Todo ser vivo é formado por células, mas eu pensei em um negócio e os vírus. Então, eh, vamos fazer um favor. Faz um favor a você mesmo agora, tá? Esquece os vírus nessa aula aqui, porque os vírus eles são, se você quiser achar uma exceção para alguma regra da biologia, certamente dentro dos vírus vai ter, tá? Dentro de bactérias também. Beleza? Então, os vírus são uma bagunça. Tem gente que diz que não é ser vivo, tem gente que diz que é ser
vivo, mas não possui célula. Eh, não tem consenso sobre isso aí. É por isso que os vírus são tratados numa unidade à parte, porque eles são uma zona, tá? Então, esquece os vírus, deixa eles de lado hoje, tá? E a gente parte da premissa de que todo ser vivo é formado por células. Beleza? Parte disso daí. Agora, o que que seria isso? Então, tá? Hoje a gente Coloca uma célula sendo definida da seguinte maneira. é a unidade morfo fisiológica de um organismo. E você já tem condições de traduzir esse nome. Ah, por morfo tá relacionado
a quê? Formato próprio. Beleza? Lembra? Morfologia, estudo de forma, beleza? eh formato próprio e fisiológica é uma alusão a funcionamento. Então, seria a menor unidade constituinte de um ser vivo que acaba tendo um formato particular, singular, tá? Próprio e também um funcionamento singular. Isso seria uma célula. Ah, eu eh eu lembro é a menor parte de um organismo capaz de sobreviver sozinha. Já escutou esse conceito, né? Eh, todo mundo já ouviu ele, tá? É o mais popularizado que tem por aí, cara. Ele tem problemas, né? Não sei se percebeu. Ué, por quê? Porque você pegar
um neurônio do teu cérebro, tirar do cérebro, jogar no chão, ele não vai sobreviver sozinho, ou seja, e ele é uma célula. Então, o conceito técnico de célula é outra coisa, tá? É isso aqui, é a unidade morfofisiológica de um organismo, tá? Ou seja, a menor parte de um organismo que vai acabar tendo um formato e um funcionamento singulares, beleza? Eh, exemplo, tá? Uma célula do tecido epitterial e um neurônio tem formatos diferentes, são células diferentes e o funcionamento delas também é diferente. O neurônio conduz impulsos, a célula de tecido epitelial não. Então a gente
vai acabar tendo esses dois tipos de células. No caso, tá? Tendo forma e função diferentes, por Isso são consideradas células diferentes, beleza? tipos celulares diferentes. Então, a menor parte de um organismo, tá, com formato e funcionamentos singulares. E assim que as células foram descobertas, tá? Começaram a criação, no caso, de uma teoria que eh tenta cobrir, né, as células, tenta cobrir o que elas são e como elas funcionam. E ela é chamada pelo nome de teoria celular e que é pouco mencionada em provas, tá? Eh, eh, na boa, eu acho que deveria ser mais mencionada,
porque ela contempla algumas coisas bem relevantes. E a primeira eh o primeiro postulado da teoria celular foi aquele que apareceu na descoberta das células, tá? Onde esse primeiro postulado diz o seguinte, tá? Todos os seres vivos são formados por células. Então, primeiro postulado da teoria celular, todo ser vivo é formado por célula. Ponto. Beleza. Eh, a medida com a qual a análise da célula veio avançando, a gente veio colocando mais postulados na teoria celular. Tem mais dois. Beleza? O segundo postulado da teoria celular tá relacionado ao funcionamento das células, tá? Metabolismo delas que acaba comentando
assim: tipo celular acaba possuindo, tá, um metabolismo, ou seja, um funcionamento singular. E isso entra naquilo que eu comentei agora a pouco com vocês, né? Eh, o funcionamento de um neurônio é totalmente diferente do funcionamento, por exemplo, de um hepatócito, uma célula do fígado, tá? Cada tipo celular tem um funcionamento singular, um metabolismo singular, beleza? E aí mais adiante, já no século XX, vem o terceiro postulado colocando assim: "Toda célula é originada a partir da divisão celular. Então toda célula surge a partir da divisão de outra pré-existente, tá? Vírgula, com exceção da primeira que a
gente que existiu, que a gente vai ver como apareceu adiante, tá? Eh, a origem é pela divisão. Beleza? Esse é o terceiro postulado. Cara, da onde vem essa ideia aqui? Ah, e esse terceiro é bem relevante, tá? Porque ele acaba vindo a partir de um e da conclusão de um experimento que aconteceu no caso, tá? Eh, no fim do século XIX, onde um indivíduo irrelevante pra história da ciência chamado Luis Paster, paster irrelevante, né? Imagina, acabou concluindo isso, tá? eh, a gente acaba tendo o paster acabando com a teoria da abiogênese e depois que ele
termina de destruir a teoria da biogênese, ele vem com essa dizendo assim: "Portanto, a geração espontânea não existe. Assim sendo, todo ser vivo é originado a partir de outro pelo processo de Reprodução, tá? vírgula, com exceção do primeiro. Então, esse terceiro postulado, ele vem da ideia do pasteiro, só que ele acaba aparecendo muito depois, no caso, do primeiro postulado, por exemplo. O primeiro ele vem já com a descoberta da célula, o terceiro ele vem muito mais tarde. Eh, a gente acaba tendo dois indivíduos começando a teoria celular, tá? Schneider e Chuan. E eles começam dizendo:
"Todos os indivíduos são formados, todos os seres vivos são formados por células. Os outros dois postulados eles vêm só mais tarde, beleza? Tá bem mais tarde, mas eles compõem a teoria celular hoje em dia. Susci, na boa. Eh, no material de vocês, a gente normalmente prioriza a coleta de questões da região Sul e Sudeste, tá? Que estão mais dentro daquilo que vocês vão fazer de provas, né? Só que vocês vão pegar uma ou outra aí, de repente de uma região mais deslocada, tá? daqui, exemplo, nessa aula aí tem uma questão que é estadual ou federal
do Ceará e ela fala disso aqui. Eh, ué, mas ah, por que que você tá comentando isso aí? Cara, normalmente as questões que são de muito distante daqui, elas entram no material porque elas são singulares, tá? Ou porque elas têm um grau de dificuldade ou de repente uma criatividade, tipo, uma criatividade na elaboração muito altas, tá? E foi o caso dessa do Ceará que fala disso daqui, cara. Pensa numa questão perigosa, tá? ele acaba eh comentando com você assim o enunciado, tá? Eu já vou te dar o alerta porque dá, cara, dá pau nessa questão,
tá? Eh, ele comenta com você, né, que os criadores Da teoria celular, no caso Schuan Schneider, né, acabaram postulando o que, né, e daí dois pontos e vem as alternativas. E se eu não me engano, é nas letras A e B já que ele pega e coloca, né, na letra A, que toda a célula é originada a partir da divisão celular e na letra B ele coloca todo ser viva de eh formado por células. Os dois postulados estão certos da teoria celular. Só tem um problema, ele quer o fundamental, aquele que deu origem a teoria
celular, porque ele fala do Schwan Schneider, beleza? E aí tem que ser todos os seres vivos são formados por células. Eh, a divisão celular como sendo a origem dos seres vivos, tá? e de todas as células, no caso, atualmente vem muito mais tarde e não é derivado das ideias, no caso, do Chuan e do Schneider, mas sim do pasteiro. Então, no comando, ele ele pede a base da teoria celular desses dois indivíduos. E aí é todo ser vivo é formado por células. Beleza? Ele coloca duas alternativas com postulados corretos da teoria celular, mas ele pede
a base fundamental. E aí não pode ser a divisão celular, tem que ser todo ser vivo é formado por células. Pensa numa questão sacana, tá? Eh, só para você ter uma noção, a gente tá vendo essa aula agora, né? Ela já foi na assistência essa questão aí. Beleza? Então, ontem ela esteve na assistência já. Então, toma cuidado, tá? Tem uma questão ou outra aí que acaba sendo mais perigosa, tá? E essa daí é uma delas. A gente vai passar por isso aqui. Hoje a gente já transita por esse daqui, tá? Um pouco melhor da aqui
no quadro, tá? Já já. Ah, na biologia dois vocês vão acabar entrando nisso daqui, ó. Um comparativo metabólico na semana dois, beleza? Energético. E a gente vai amanhã dar uma passada por isso daqui, ó, a origem pela divisão celular. A gente vai abrindo essa teoria, tá? Mas hoje a gente tem que, no caso, abrir isso aqui, ó. Se a vida na Terra é bem diversificada e todos os seres vivos são formados por células, então isso quer dizer que dá para classificar os seres vivos segundo alguns critérios celulares, tá? E essa classificação, segundo critérios celulares, ela
pode vir a acontecer, por exemplo, tá? Segundo a quantidade de células que o indivíduo tem. E aí é inevitável, né? Você acaba lembrando daquilo que você viu na escola, sabe? Que existem dois tipos de seres vivos, os chamados pelo nome de unicelulares, que o pessoal diz assim, né? Ah, ele é formado só por uma célula. Cara, não é que ele é formado, ele é uma célula. Independente no ambiente consegue sobreviver sozinho. Beleza? E os chamados pelo nome de multi ou pluri celulares, tá? Eh, ah, já entendi, é tranquilo. Unicelular é uma célula, né? Independente no
ambiente consegue sobreviver. Multicelular formado por muitas células, tá? Eh, já ouviu falar num tipo de bactéria chamada de pelo nome o gênero dela, né? Streptococos, por exemplo, tem streptococos pneumoniai, né? causa um tipo de Pneumonia. Eh, os estreptococos, eles são formados por uma bactéria esférica que se liga a outra esférica, outra outra outra outra outra outra formando uma fileira de bactérias esféricas ligadinhas umas às outras, tá, cara? Bactérias são procarióticas, tá? São procariotos e a gente tem como premissa, no caso, a gente já vai falar do que que é procarioto, que todo procarioto é unicelular
sempre, tá? Todo procarioto vai ser unicelular. Mas daí você tem o maldito do streptococos, onde você tem uma bactéria ligada em outra, outra outra outra outra compondo várias células no mesmo corpo. Pera aí, mas isso é multicelular? Não, porque todo procarioto é unicelular. Per, o que que é isso? Então, porque você tá dizendo que é unicelular, mas tem mais de uma célula. Isso quer dizer que a definição de um dos dois conceitos aqui está incompleta. Beleza? Você sabe o que que é multicelularidade de verdade? Tá. Ah, o ser vivo tem que ser formado por mais
de uma célula. É. E as células têm que dividir tarefas entre si. Tem esse adendo, tá? Para definir a multicelularidade. Se você tiver divisão de tarefas entre as células, tá? Tá caracterizada a multicelularidade. Se não tiver, você não pode dizer que o cara é multicelular. Então, para um indivíduo ser multicelular, ele tem que cumprir dois quesitos, tá? ser formado por mais de uma célula e haver e tem que existir divisão de tarefas entre as células. Se não tiver divisão de tarefas entre as células, você não classifica como multicelular. E aí a gente volta à Pergunta:
"E o streptococos unicelular colonial?" Beleza? Mas ainda é unicelular, não tem divisão de tarefas entre as células. Beleza? Tranquilo isso aí? Então, unicelulares, multicelulares, você caracteriza multicelularidade, tá? Formado por mais de uma célula e com divisão de tarefas entre essas células. Se não cumprir esses dois quesitos, os dois, vai cair no ramo de de unicelular. Aí pode ser um unicelular simples ou colonial. Beleza? Tranquilo isso aí. E aí dá pra gente caracterizar os seres vivos também, tá? segundo a complexidade estrutural das suas células. E aí entram dois nomes bem perigosos. Primeiro, seres vivos chamados pelo
nome de procariotos ou eh procariontes, tá? Ou células procarióticas. E existem os seres vivos chamados pelo nome de eucariotos ou eucariuntes ou células eucarióticas. A Federal do Paraná, ela tem usado mais os nomes procariotos e eucariotos, tá? Os nomes procarionte e eucarionte ainda são usados, mas eles são mais antigos e aí a federal ela não utiliza. Eu vou Mais na linguagem da federal aqui, é que nem multicelular, né? Pode ser chamado também de pluricelular, mas a federal prefere o termo multicelular. Beleza? Tá, mas não tá errado chamar de pluricelular, não. Eh, no ensino médio, multicelular
e pluricelular são a mesma coisa, tá? No superior daí tem uma certa diferença, mas no ensino médio é tudo igual. Beleza? Agora, eh, a gente vai acabar tendo, no caso, tá, ah, organismos procariotos e organismos eucariotos. E o que diferencia eles? Ah, já sei. É a presença ou não do núcleo. Então, você sabe que isso é contestável e variável porque, eh, por exemplo, dentro do corpo de uma bactéria, que é um tipo de procarioto, na região onde tá a maior parte do DNA dela, a composição do citoplasma é diferente, tá, da composição do resto do
citoplasma. E aí existem alguns pesquisadores que encaram isso como um núcleo químico, porém não delimitado fisicamente do resto do citoplasma. E aí se esse cara faz uma questão eh e você coloca de repente que bactéria não tem núcleo, ele pode tirar ponto teu, porque ele é do time de pesquisadores que acredita que o núcleo químico existe. E aí se você fala que não tem núcleo, o cara pode te dar uma descontada. Pera aí. Isso acontece em que prova a CAF? A CAF ela já fez questão considerando a existência de núcleo químico bacteriano, tá? Eh, essa
questão ela vai aparecer adiante na tua apostila e você vai ver, da dúvida, tá? Agora aí você pega fuveste, eles consideram que não existe núcleo em bactéria. E aí de quem que é o problema? Então é nosso, né? Porque se você tem que saber um negócio, mas os vestibulares consideram de forma diferente, o problema é nosso, né? Ou seja, os caras não estão nem aí, tá? Eh, a gente vai acabar tendo no caso, tá? Vocês vão ter que dar uma olhada bem firme no caso do enunciado da questão para ver como o cara tá considerando
a situação. Isso vai estar no enunciado, tá? Tem que dar uma dica no enunciado se ele considera ou não a existência do núcleo químico dentro de bactérias. Então, caracterizar procariotos ou eucariotos pela existência do núcleo pode gerar ambiguidades. A gente acaba tendo, no caso, um outro tipo de caracterização que acaba sendo mais certeira, tá? eh de procariotos e entre procariotos e eucariotos. E eu vou usar a linguagem da Federal do Paraná. Beleza? Eh, já ouviram falar de organelas celulares? Já tiveram isso no ensino fundamental e no médio? Ah, as organelas, tipo ribossomo, centrílulo, gouge, mitocôndria,
retículo liso, rugoso e cloroplasto e assim vai, tá? Eh, essas organelas elas são divididas em dois grandes grupos, tá? organelas proteicas e membranosas. As membranosas são aquelas que são delimitadas por fosfolipídeos. Aí as proteicas são as outras. Eh, das proteicas só tem dois tipos, tá? Ribossoma e centrilo. O resto é tudo membranoso. Aquelas organelas mais famosas, né, Goldge, retículo liso, rugoso e mitocôndria, elas são membranosas. Elas fazem parte daquilo que a gente chama de conjunto de Endomembranas da célula. Olha o termo, tá? Esse termo federal usa, tá? Conjunto de endomembranas, traduz isso, conjunto de membranas
internas. E é isso que procarioto não tem. Os procariotos não possuem um conjunto de endomembranas. Eles não vão ter retículo liso, rugoso, gold, mitocôndria e nem envoltório nuclear, antigamente chamado carioteca. Então, a caracterização de procariotos para essa aula aqui, ó, é essa. Eles não possuem um conjunto de endo membranas. Eh, ainda dentro da linguagem da Federal do Paraná, tá? Eh, numa linguagem mais técnica, de uma questão mais pesada, tá? a gente poderia dizer assim: "Então, procariotos não formam compartimentos internos, tá? Eh, e tá certo isso, porque se você tiver um conjunto de endomembranas formando organelas
fechadinhas bioquimicamente, você forma compartimentos internos. Se você não tem esse conjunto, você não forma compartimentos internos." A federal gosta dessa linguagem, tá? Procariotos não tem compartimentos internos. Procariotos não tem endomembranas. membranas internas. Já nos eucariotos você vai encontrar isso, beleza? Com conjunto de endomembranas, belê? Endomembranas envolvem, tá, as Membranas das organelas membranosas e também o envoltório nuclear. Além da membrana plasmática, as células podem vir a ter endomembranas, tá? que seriam as membranas de várias organelas e também o envoltório nuclear. Já nos procariotos você não vai encontrar isso aí. Ah, pera aí, o que que eu
encontro então no caso, tá num procario, vamos lá dar uma olhadinha rápida, tá? Aqui tá um esqueminha de uma bactéria, né? De uma célula procariótica, na verdade. E a gente vai analisar a estrutura de bactérias aprofundadamente mais adiante, tá? Não é hoje não. Eh, hoje é só uma base. Vindo de fora para dentro numa bactéria, você vai encontrar parede celular aqui, ó. Eh, também chamada membrana esquelética, né? Eh, que não é formada por celulose, tá? Ela é formada por peptídioglicanos, que são agregados de aminoácidos e carboidratos eh pequenos, tá? Aí mais para dentro. Aqui em
preto, membrana plasmática, em amarelo, citoplasma ou citozol. Você sabe que tem diferença entre citoplasma e citozol, né? Mas a gente vai ver isso pra frente, tá? E aí em azul aqui, ó, essas bolotinhas azuis ali dentro são ribossomos. É a única organela que você vai acabar encontrando em bactérias. Aliás, é a única organela que existe em todas as células, tá? Que seria o ribossomo. Aliás, eh, não sei se você sabe, mas todas as células possuem quatro estruturas em comum: membrana, citoplasma, ribossomo e RNA. Toda célula Tem isso aí. Não é DNA não. Emsecia adulta não
tem DNA. Ela se livra do núcleo e das mitocôndrias. Não tem um resto de DNA numa adulta humana, por exemplo. Beleza? Então, membrana, citoplasma, ribossomo e RNA. Beleza? Dentro do ribossomo tem RNA. Então, o RNA está em todas as células, já que o ribossomo também está. Beleza, cara? Agora o que que eu vou encontrar aqui dentro? Tá. Tá vendo esse filete aqui? Esse novelinho aqui, ó. Cara, isso daqui, ó, é o DNA dessa bactéria, beleza? É um dos formatos de DNA dela, tá? Ah, o local do citoplasma, tá? Local do citoplasma, onde se encontra esse
DNA, é chamado pelo nome de nucleoide. E a composição dele, composição química dele é diferente do resto do citoplasma. Por isso que tem muita gente que diz que o nucleoide é um núcleo químico, só falta o envoltório nuclear. Então, eh, o a forma mais tecnicamente adequada de falar sobre diferenças entre procariotos e eucariotos fala sobre o conjunto de endomembranas. Aí não tem erro. Procariotos não tem conjunto de endomembranas. Eucariotos tem. Beleza? Tranquilo isso daí? Porque falar sobre a existência do núcleo ou não pode tornar coisa meio ambígua, tá? Se falar de Núcleo fisicamente delimitado, aí
você tá falando do envoltório nuclear e aí fica bem correto, tá? Proacariotos não tem involtório nuclear. Beleza? Tranquilo? Já nos eucariotos aí é uma bagunça. Eucariotos tem uma diversidade brutal, tá? E a gente acaba dividindo os dois tipos, a gente acaba dividindo os eucariotos em dois tipos celulares gerais. Tem mais, viu? Vocês acabam perguntando às vezes, pô, mas e fungos, né, cara? Fungo é uma bagunça, não é nem vegetal nem animal. Eh, eh, tem vários protozoires que ficam na na fronteira das duas também. Então, mas didaticamente falando, a gente separa assim, em eucariotos tem célula
animal e célula vegetal. É claro que tem mais coisa, mas pro pra prova é só essas duas aqui. Beleza? A gente vai acabar encontrando como característica fundamental de células animais, eucarióticas animais. A ausência de parede celular. Células animais não têm parede celular, tá? E dentro das células vegetais, o que caracteriza elas é a parede celular sendo feita de celulose, tá? A existência de uma organela enorme dentro da célula chamada vacula de suco celular, que pode servir até para digestão, beleza? Mas normalmente acumula água e e íons também. E também pode ter cloroplasto. Então, para diagnosticar
cada tipo celular, dá para organizar coisa assim. Essa tabela não tá aí no material, tá? Ela vai tá aqui nos slides e tá disponível. O slide tá disponível para vocês daí eh no drive, tá? Procariotos Não tem estruturas membranosas internas, ó, não tem eh retículo endoplasmático nenhum deles, tá? Nem gold, nem mitocôndria, nem cloroplasto, tá? Também não tem involtório nuclear, núcleo fisicamente delimitado. Beleza? Eh, células animais. O que diagnostica uma célula animal é ausência de parede celular, beleza? E você vai ter em células vegetais a presença do vaculo de suco celular e também do cloroplasto.
É claro que a gente vai entrando em detalhes disso daí adiante. Hoje é só um padrão comparado, tá? E tem que traçar esse comparativo, falar das endomembranas, tá? Porque a gente tem que entrar hoje mais aprofundadamente nisso daqui, cara. Eh, apesar de ser uma aula introdutória, tem um momento na aula que é tenso, beleza? E é esse momento aqui. E você já desconfia quando você vê o slide, né? A gente tá falando de célula, de repente começa a aparecer área e volume de um cubo, né? Com eh tipo valor de aresta, eh quer dizer que
o bicho vai pegar e vai. Beleza? Então vamos lá. Eh, essa parte das endomembranas, tá, que eu comentei com vocês, o traçado do comparativo, foi pra gente poder pisar nesse território agora, beleza? Acompanha a linha de raciocínio porque a situação agora vai longe, tá? E ela não é uma coisa simples de entender, beleza? Ah, todo ser vivo para poder se manter, ele precisa pegar coisas do ambiente. Os seres vivos, eles têm uma química Diferente da química ambiental. Se a tua bioquímica fosse igual à química ambiental, você não seria um ser vivo, você seria parte do
ambiente geral. Beleza? Então, a bioquímica de um ser vivo, no caso, acaba tendo uma sofisticação maior do que eh a composição química do ambiente que cerca ele. Isso quer dizer o quê? Que um ser vivo, ele vai construir moléculas complexas, tá? Só que para poder construir moléculas de alta complexidade, ele precisa de matéria-pra e essa matéria-pra ele tira do ambiente. Então os seres vivos vão acabar pegando compostos do ambiente e vão utilizar esses compostos para fazer outros compostos que são úteis para ele. E é claro que no meio disso tudo ele vai produzir toxinas e
vai evacuar isso aí pro ambiente. Cara, é o que a gente faz. Por que que você acha que você come? Você precisa de matériapra para construir seus carboidratos, construir, no caso seus lipídios, suas proteínas, tá? Então, todo ser vivo precisa de compostos ambientais. Beleza? É claro que no meio dessa metabolização maluca de componentes, a gente produz restos tóxicos que a gente vai eliminar. É a tua urina, beleza? Tá? Que você vai botar para fora daí, no caso do teu corpo, levar para ambiente. Susce, tranquilo? Numa célula não é diferente. Para uma célula poder se manter,
ela precisa pegar compostos do ambiente. Ela vai precisar, no caso, construir compostos dentro dela mesma. Ela vai produzir toxinas e vai ter que eliminar. E aí nessa de pegar compostos do ambiente e eliminar toxinas, a entrada de compostos e a saída das toxinas, ela vai acontecer pela membrana plasmática, tá? Então, a membrana plasmática, ela é o limite, né? Eh, no caso da célula, é a Fronteira da célula em relação ao ambiente para todas as células, tá? Algumas ainda vão ter a parede celular, outras não, mas de qualquer jeito, tá? A membrana ela delimita o metabolismo
celular, vamos dizer assim, beleza? E para entrar ou sair da célula, tudo vai ter que passar por ela. Aí a entrada de compostos pode se dar por eh osmosees, se for a água, difusão, transporte ativo e a saída daí no caso, por alguns mecanismos bem específicos. Beleza? Agora, onde eu tô querendo chegar com isso? Daí percebe uma coisa, então? O que que é a membrana? Cara, a membrana nesse contexto é uma superfície de trocas. A membrana da célula, ela é uma superfície que tá em contato com o ambiente e é por ali que trocas vão
acabar acontecendo. A membrana plasmática, nesse contexto, é uma superfície de trocas, beleza? E aí, se a gente for pensar em toda a membrana, inclusive as endomembranas de forma indireta, essas endomembranas também são superfícies de trocas. Então, a primeira coisa que você tem que colocar na tua cabeça agora é toda membrana é uma superfície de trocas, seja a membrana plasmática, a membrana do Golg, a membrana do retículo rugoso, do liso, da mitocôndria, porque eh a bioquímica da mitocôndria interna dela é diferente da bioquímica do citoplasma. E o ATP produzido na mitocôndria tem que ir pro citoplasma.
Então, a membrana da mitocôndria, que é dupla inclusive, tá, é também uma superfície de trocas. Toda membrana é uma superfície de trocas. Beleza? Tranquilo? Só que aí a situação ela funciona assim, tá? A medida com a qual ela uma célula vai crescendo, ela vai aumentando a superfície dela de contato com o meio. Beleza? Percebe a palavra superfície? Quando uma célula cresce, ela aumenta a superfície de contato com o meio. E aí quando a gente fala de superfície, a gente tem que lembrar que superfície, no caso, tá? ela vai acabar sendo mensurada como sendo uma área
e a área é mensurada numa unidade de medida bidimensional elevada ao quadrado, tá? Cm qu m², área, superfície é sempre bidimensional, por isso eleva ao quadrado duas dimensões. Beleza? Agora, a medida com a qual uma célula cresce, o volume dela também vai aumentar e o volume é 3D, ele vai acabar sendo mensurado numa unidade, no caso, elevada ao cubo, por isso que é elevado ao cubo, três dimensões, beleza? eh, cm cic, m cico e assim por diante. Quando uma célula vai crescendo, ela vai aumentando a superfície de trocas dela numa unidade elevada ao quadrado, mas
o volume dela vai aumentando numa unidade elevada ao cubo. Ou seja, quando uma célula cresce, o volume interno aumenta muito mais do que a superfície de trocas, tá? É, dá uma olhada. Se eu for fazer uma análise num cubo desse daqui de aresta de 1 cm, tá cara? Com 1 cm de aresta, a área de contato dele com o ambiente vai acabar sendo essa aqui, ó. Tá? 6 cm². Beleza? Já o volume dele seria 1 elevado³, vai acabar dando 1 Cm³. Se eu fizer uma relação matemática, área sobre volume, essa relação na biologia, ela é
bastante usada, tá? na no ensino superior, eu vou acabar tendo 6 di que vai acabar dando seis, beleza? Tá? Agora, se esse cubo aumentar e ele ele passar para a ter uma aresta de 2 cm, tá? Eu já vou ter uma área de contato com o ambiente de 24 cm² e o volume dele vai ser 8 cm³. fazendo a divisão área sobre volume, o meu valor vai dar três. Olha o que que aconteceu. O que que aconteceu com a eh relação área sobre volume com o aumento do tamanho do cubo? Ela caiu porque o volume
aumenta mais do que a área, já que ele é elevado ao cubo e a área é elevado ao quadrado. Então, a medida com a qual esse cubo vai aumentando, vai caindo a relação, vai reduzindo a relação área sobre volume. Em células é a mesma coisa. A medida com a qual uma célbula vai aumentando de tamanho, a relação superfície sobre volume, superfície de troca sobre volume, ela vai desabando, tá? Chega uma hora em que o volume ele pode estar muito grande para uma pequena superfície de trocas relacionada ao volume ao volume da célula. Como uma célula
para se manter, ela tem que pegar coisas no meio, talvez o volume interno dela esteja grande demais para uma superfície insuficiente para poder manter a estrutura interna dela. Ou seja, se uma célula crescer muito, ela vai morrer, beleza? Ela não vai conseguir sobre, ela não vai conseguir se manter, manter aquele volume citoplasmático, entendeu? A Ideia, tá? Agora, eh, é aí que entra a lei de Spencer. A lei de Spencer diz assim: quando uma célula cresce muito e toda célula vai ter períodos de crescimento, tá? Chega um ponto onde a superfície de, tipo, de contato com
o meio, ela tá muito pequena perto do volume celular. E aí, de duas de uma, ou a célula morre ou ela coloca essa relação superfície e volume em patamares mais adequados, tá? a manutenção dela própria. E como ela pode fazer isso aí? Divide. Então, a lei de Spencer fala assim: etapa de crescimento, a a divisão celular é uma necessidade. Se a célula não fizer essa divisão, ela vai morrer, porque a relação superfície do volume tá inadequada à manutenção da vida. Então, é isso que fala a Lei Spencer, tá? Uma célula cresce e a partir de
um certo ponto de crescimento, ou ela divide ou ela morre. É isso. A lei de Spencer é isso aí. Ela fala que a divisão é uma necessidade paraa manutenção da vida no caso. Beleza? Tranquilo isso daí? Mas vamos retornar para essa análise superfície volume aqui. Eh, procariotos, tá? E agora que eu vou ligando com aquilo que tá no quadro, beleza? E aí, Procariotos tem membranas internas? Não, não tem. Toda a membrana não é uma superfície de trocas. Foi aquilo que eu pedi para você guardar agora a pouco, né? Então, se procariotos não tem membranas internas,
a única superfície de trocas que uma bactéria vai ter é a membrana plasmática dela. Isso quer dizer o quê? A superfície de trocas de Procariotos, ela não é grande. E aí, não sei se você percebeu, se a superfície de trocas não é grande, o volume também não pode ser eh não dá para crescer muito. Com pequenas superfícies de trocas, você não pode aumentar muito o teu volume celular, senão você não se mantém. Agora, em eucariotos tem endomembranas. Se tem endomembranas, a superfície de trocas e toda membrana é uma superfície de trocas, tá? Em eucarioto, se
tem endomembranas, a superfície de trocas é elevada. Se a superfície de trocas é elevada, o volume da célula também pode ser. E é basicamente isso que justifica o fato de eucariotos serem bem maiores que procariotos. Se procariotos não têm endomembranas, a superfície de trocas é limitada, o volume também será. Em eucariotos tem endomembranas, a superfície de trocas é bem aumentada e aí o volume também pode ser. É por isso que eucariotos são bem maiores que procariotos. É, na maioria dos casos. Beleza? E aí imagina agora uma questão discursiva que solte para cima de você uma
dessa, né? Analise a diferença de tamanho entre procariotes e eucariotos, segundo a superfície de troca de cada tipo de célula. Massa, né? Eh, ainda bem que nunca caiu. Depois você vê a 21. Beleza, cara? Isso não é, isso é questão difícil, velho. Uma raiz, raiz mesmo, tá? É questão difícil, raiz. Onde você olha assim e fala: "Como é que eu vou começar esse treco?" Porque você até, tipo, às vezes nem tem ideia, né? Mas às vezes você tem a ideia, mas não sabe como ir para cima da questão. Então é uma questão antiga da Federal
do Paraná essa aí, tá? Eh, a questão 21, Mas vale a pena você dar uma olhada para você ter em contato com aquilo que é realmente uma questão difícil de resolver, que é o caso dessa daí. Beleza? A 22 não deixa por menos não, tá? Ela entra nessa história da superfície de troca de volume, só que daí ela entra no contexto mais multicelular, que é o que a gente vai abranger agora. Beleza? Tá? As duas são difíceis, tá? Essas duas questões aí dessa aula, beleza? Então vamos lá. Eh, essa história da eh área sobre volume,
tá? Limitando o volume corporal. Se tem pouca área, o volume tem que ser pequeno. Se tem muita área, o volume pode ser grande, tá? Ela não se aplica só a células, ela se aplica também a organismos multicelulares, tá? Exemplo, o ser humano é tido como sendo um ser vivo de médio para grande porte. E aí para para pensar, tá? Se você é de médio para grande porte, quer dizer que teu volume corporal é apreciável. Se por acaso você tem um grande volume corporal, isso quer dizer que tua superfície de trocas, ela também tem que ser
bem ampla. Beleza? Ué, pera aí, como assim superfície de trocas ampla? Porque a superfície de trocas que eu vejo é essa aqui. Não é teu intestino, é teu sistema circulatório. Na verdade, para seres multicelulares do reino animal, a gente encara como superfície de troca a existência do sistema circulatório, porque é ele que vai levar nutrientes, oxigênio para todos os seus tecidos, tá? Então, a situação funciona assim. Se você tem sistema circulatório, você pode crescer. Agora, se você não tem, não dá Para ter grande volume corporal, não dá para ter grande porte. Olha uma plana, olha
uma tênia, olha um plateum minto, que são esses dois caras aí são plateumintos, tá cara? Platel mintos não tem sistema circulatório. Uma tênia pode ter grande volume corporal, então não, não pode, porque se ela não tem uma grande superfície de trocas, ela não pode aumentar seu volume. É por isso que esse essa porcaria de verme tem que ser achatado. Não pode ter grande volume. Platumin tá achatado. Se não tem sistema circulatório, não dá para crescer. e crescer e aumentar volume corporal nessa situação. Entendeu isso aí? Por que que briófita tem pequeno porte? Porque não tem
tecido vascular. A superfície de trocas é limitada. Por isso que é briófita musgo sempre vai ter pequeno porte. Então dá para expandir essa história da superfície de trocas e volume para seres macroscópicos. Não vale só pra célula. É regra de vida isso aí. Se a superfície de trocas é limitada, o volume também será. Aí para células a gente encara a superfície de trocas como membranas. Então naquela questão 21 como é que você argumentaria ela? Tá? Você colocaria: "Procariotos não possuem membranas internas. A superfície de trocas é limitada, o volume também vai ser". Eucariotos tem membranas
internas. A superfície de trocas é elevada ao volume também pode ser. Pronto. É essa argumentação, mas até você descobrir como você argumenta, ela vai meio meia prova, né? Porque é Uma questão difícil. Beleza? E aí a 22 ela pergunta, né? Como é que teu corpo resolve o problema da falta de oxigenação de esferoides? Depois você vê que que é esferoide aí nessa questão, tá? Criação de vasos sanguíneos, aumento da superfície de trocas, é para esse lado que ele vai. Beleza? Na boa, é o sistema circulatório, que é a superfície de trocas nessa situação. Foi essa
parte, não é? Porque é uma aula introdutória que a gente vai ficar só no basicão, né? Sempre tem um pedaço mais tenso da aula. E esse aqui é tenso, tá? Ah, mas numa primeira fase nunca poderia cair. Depois você vê a Campo Real aí, tá? Eh, que é banca Federal do Paraná e fez uma múltipla escolha com isso aí. Depois você dá uma olhada, tá? Ele fala sobre superfície de troca e volume, beleza? Numa questão de múltipla escolha. Foi essa parte. E aí, pra gente fechar a aula de hoje, vamos para uma coisinha mais básica,
tá? Eh, cara, microscopia, tá? A gente já deu uma olhada em célula, já entramos aqui na superfície volume, que é o a parte mais tensa da aula. Mas agora a gente tem que dar uma olhada, no caso, tá, em, eh, no basicão sobre microscópios, tá? Ué, por quê? Ah, você tem que conhecer um pouco de microscopia para poder tocar algumas questões de prova, tá? Eh, especialmente quem vai fazer Federal de Santa Catarina. Ué, por quê? A UFSK tem uma mania infernal de colocar imagem real de célula na prova, não dizer o que é e sair
da 01 até a 64 te cobrando aquilo ali. Ou seja, é Maluquice, tá? Você tem que reconhecer parte real. Não é pouca coisa. E aí você tem que você tem que conhecer um pouco de microscopia para poder entender isso. Daí na Federal do Paraná dificilmente cai microscopia, mas é bom ter uma noção do que acontece na utilização de microscópios diferentes, tá? É sempre bom dar uma olhada nesse tipo de coisa aí. Então vamos lá, né? Que nem eu falei com vocês hoje, a invenção no microscópio é uma coisa bem incerta, a gente não tem certeza
de quem foi o cara que terminou, finalizou o o equipamento, mas o primeiro eh microscópio que apareceu foi o microscópio ótico, que se bobear você usou na tua escola, tá? Tem muita escola aqui no laboratório da escola tem esses microscópios aí, alguns mais modernos, outros mais antigos, tá? Mas eh talvez já tenha tido contato com um desse daqui. O microscópio ótico, tá? Ele vai acabar sendo eh tem dois indivíduos, no caso, tá? Que históricos que a gente acaba colocando como eh sendo colaboradores muito relevantes paraa formação desse tipo de microscópio, tá? O primeiro é um
holandês, né? Onde você tem ele sendo chamado Anthony van e daí alguma coisa, eu não vou pronunciar esse creco em holandês porque eu não consigo, tá? onde ele acabou montando um microscópio chamado de simples, que só tem uma lente, beleza? Eh, e aí você tem o Hans Yansen, tá, que era parente do Zacarias Yansen, né, eh, que acabou montando o microscópio composto com duas lentes. Eh, pera aí, diferença entre os dois, que esse aqui é um composto. O que você usou na escola, provavelmente foi um composto, tá? Eh, o composto além de ter Pelo fato
de ter duas lentes, além de provocar, de promover um aumento maior, tá? Ele vai acabar deixando a imagem direita para você, né? Já o microscópio simples que tem uma lente só, ele vai jogar para você a imagem invertida. Isso é ótica lá na física, tá? Então, se você tiver olhando no microscópio simples um material biológico e você pegar um alfinete e for cutucar teu material biológico pela esquerda, aqui no teu visual, no microscópio, o alfinete vai estar entrando pela direita. Isso é bem inconveniente, tá? Ele inverte a imagem. Já o microscópio composto com duas lentes,
ele deixa a imagem para você sendo direita. Eh, putz, mas cobram isso? Depois você vê a questão da Unicampí, tá? Eh, onde o cara vai cobrar de você partes de um aracnídio. Isso é coisa da biologia três adiante, mas você deve ter visto já no ensino médio, tá? Só que ele joga para você um um microscópio simples no pedido da questão. Aí você tem que inverter a imagem na tua cabeça, tá? E a resposta da questão depende disso daí. Então, solta a imaginação na hora, tá? Você vai precisar. Beleza? Uma questão bem sacana, tá? Vai
tá aí no material de vocês. Agora, no microscópio composto, né, que é o mais atual, você vai acabar encontrando, tá? Oular aqui, ó, que é onde você põe os olhinhos para ver o material biológico. Aí você vai acabar tendo aqui para baixo uma peça e giratória chamada revólver, tá? Que vai acabar escolhendo qual lente objetiva você vai usar para observar o material biológico aqui embaixo. Então, são duas lentes, tá? objetiva e ocular. Você usa uma objetiva por vez, tá? Eh, nos microscópios mais modernos, você tem de três a quatro lentes objetivas com aumentos diferentes. Aí
você olha e Fala: "Tá, mas como é que eu calculo o aumento que esse microscópio vai me dar?" Eh, é obrigatório, tá? Na lateral da lente objetiva tem que ter o aumento dela, tá? O fabricante tem que colocar e da ocular também. Para você calcular o aumento total, é só multiplicar os dois valores, tá? Objetiva de 50, ocular de 10, o aumento vai ser de 500 vezes. Beleza? Objetiva de 100, eh, ocular de 10, o aumento vai ser de 1000 vezes. É assim que você calcula, beleza? Você vai acabar tendo daí, no caso aqui uma
mesa onde você coloca o material biológico aqui. Daí dois parafusos macro e micrométrico para fazer foco, levantar e baixar a mesa. Ele dá com um foco e aqui embaixo uma fonte de luz. Pera aí. Luz. É, ah, o microscópio ótico ele trabalha assim. Uma luz é emitida aqui embaixo, ela vai atravessar o material biológico, ela vai atravessar as duas lentes e vai chegar até você. Então, para você ter o material sendo observado, ele tem que ser cortado bem fino, tá? Se você colocar, por acaso, cortar ele muito espesso, a luz não vai atravessar ele. E
aí você vai encontrar uma imagem totalmente preta na tua frente, não vai ver nada, tá? o material biológico a ser observado, ele tem que ser cortado fininho. Ah, e o que que dá para ver com o microscópio desse daqui? Ele chega, os melhores, chega uma ampliação de 1500 vezes, tá? Eh, e a gente acaba vendo, no caso, tá? Núcleo, uma outra organela talvez dê para observar de forma bem limitada, tá? Dependendo do microscópio, não enxerga bactéria, beleza? Vírus, Pode esquecer. Ah, eu vou enxergar a membrana, não vai, beleza, tá? não vai enxergar membrana plasmática, não
vai enxergar moléculas. Nesse tipo de microscópio aqui, ele é bem limitadinho, tá? Ah, ele é limitado porque ele aumenta pouco. Além do pouco aumento, a resolução dele não é grande coisa, tá? Eh, sabe o que é resolução, né? Capacidade de diferenciar dois pontos próximos na imagem, tá? Eh, se a resolução for baixa, o cara não diferencia dois pontos, tá? Fica tudo meio fosco. Beleza? Então ele tem uma resolução bem limitada também, tá? Esse microscópio aqui. Então não dá para ver molécula, DNA, eh não dá para ver eh vírus, raramente v bactéria, tá? Eh só mais
célula eucariótica de forma bem superficial. Beleza? Agora, para poder enxergar o material biológico, a gente vai ter que usar corante, tá? Ué, por quê? Porque mais de 80% de uma célula é formada por água e a água é translúcida. Então quando você não põe corante no material biológico, você vai enxergar pouca coisa. Colocando corantes, você tem partes da célula que acabam sendo destacadas, tá? Os dois principais corantes laboratoriais utilizados, os mais utilizados são hematoxinina eina, tá? A hematoxinina tem característica alcalina e ela vai ter afinidade por compostos mais ácidos com pH abaixo de sete, tipo
DNA. Beleza? Ele tem uma ele tem característica ácida o DNA. Eh, e ele é roxinho, tá? A hematoxilina é roxinha, então ela serve para corar o núcleo de uma célula. Então o que você tá vendo ali, eh, bolinhas roxinhas, tá na imagem, é o núcleo das células, Beleza? Eosina, ela é mais ácida, tem afinidade por componentes mais alcalinos, que é o caso do citoplasma, e ela tem coloração rosinha. Então, o que você tá vendo ali na imagem rosinha é ela, beleza? É o citoplasma da célula corado por eosina. Eh, existem alguns fixadores, tá, que a
gente pode utilizar também. que vão acabar fixando o material em resina, tá? E preservando ele por gerações, podendo ser observado adiante. Beleza? Tranquilo isso aí? Tá, vai. Microscópio de imunofluorescência. A gente muda o degrau agora, tá? A gente tá num patamar acima na na microscopia. Esse não tinha na tua escola. Para comprar um microscópio desse daí, ele tem o valor no mínimo de um carro, tá? Eh, isso. Os piorinhos, os piores, tá? Os melhorzinhos vão além disso aí, beleza? A gente tá falando agora de microscópios bem caros, tá? Eh, e cara, muito precisos naquilo que
você eh tipo quer enxergar, tá? Microscópios de imunofluorescência, tá? Eles vão acabar trabalhando, no caso, com a identificação de coloração emitida, no caso, por compostos fluorescentes. A gente vai acabar construindo anticorpos, certo? Tendo anticorpos em laboratório. Esses anticorpos eles vão acabar tendo afinidade por alguma parte da célula. Então, quando você joga eles na tua amostra biológica, eles se ligam numa certa parte da célula e esses anticorpos têm derivados de fluor. Aí você deixa uma luz em cima daquele material biológico, aquele derivado de fluor vai absorvendo aquela energia luminosa. Depois você apaga essa luz e coloca
o material no microscópio. Na hora que você faz isso, o derivado de fluor do anticorpo, que tá ligado a uma parte da célula fica fluorescente, começa a emitir iluminação e aí você tem partes da célula sendo destacadas. Cara, o que você tá vendo aqui é um troço chamado citoesqueleto, tá? Então você tá vendo moléculas, proteínas, essa malha verde que tá aí são proteínas, beleza? A gente tá falando de um outro outro patamar agora de microscopia, tá? Dá para localizar moléculas, seguir moléculas dentro da célula por dentro de organelas. É uma coisa maluca, tá? Essa microscopia
aqui, eh, você e ela serve muito bem para perceber bactérias, tá? Ela percebe facilmente bactérias. Agora, a gente vai acabar tendo, tá, essa microscopia não tendo uma ampliação muito maior do que do microscópio ótico, tá? É maior, mas não é tão maior assim, tá? Só que a precisão de localização de compostos é realmente bizarra, tá? Nessa nessa microscopia aqui, se você quiser ampliação, aumento de verdade, aí você tem que ir paraa microscopia eletrônica, beleza? Tem dois tipos de microscópio eletrônico, tem o de transmissão e o de varredura, tá? Esse é o de transmissão. Para lidar
num desses daqui, você tem que fazer um curso. Não adianta sentar ali e começar a apertar botão, tá? Se você começar a apertar botãozinho e sair uma fumacinha daquela torre de elétrons ali, a tua vida acabou, tá? Ué, por quê? Porque os microscópios eletrônicos de transmissão começam em R$ 4 milhões deais, beleza? Começam, tá, mais ou menos R$ 4 milhões deais e aí você vai ter que pagar, beleza? Então, tua vida acabou nessa situação. Você vai acabar tendo, no caso, tá, microscópios eletrônicos trabalhando assim. Aqui em cima tem um emissor de elétrons. Aqui eu coloco
o meu componente biológico, tá? dentro do tubo. Esse componente biológico, ele tem que est encrustado com metais pesados, ou ouro ou prata, tá? Que vão acabar tendo pequeno raio atômico e alta capacidade de reflexão de elétrons. Elétrons são mandados daqui de cima pro material biológico. Alguns deles vão ser refletidos, outros vão passar. Aqui embaixo você vai ter uma plaquinha sensível aos elétrons. Você vai tendo ampliação desse feixe de elétrons ao longo do tubo. E na plaquinha, os elétrons que passaram vão acabar deixando a plaquinha esbranquiçada ou amarelada. Aqueles que foram refletidos vão acabar gerando pontos
escuros na placa. Isso acaba me gerando uma imagem bidensional de alta ampliação, toda em contraste de tons de cinza, tá? sem tá colorida. Ou seja, é isso aqui. Eh, aqui você tem uma mitocôndria, tá? A gente tá falando agora de aumentos de até 150.000 vezes, tá? Eh, então dá para ver organelas e até dentro delas, tá? E aqui você tem uma célula, metade dela pelo menos, tá? Pera aí. Uma célula, mas não dá para reconhecer. Aqui tá a membrana, tá? Aqui tá o involtória nuclear, aqui tá heterocromatina, aqui tá eucromatina, aqui tá o nucléulo. Tá
vendo essas esses essas linhas aqui, ó? Esse é o retículo endoplasmático rugoso. Beleza? Aí você olha e fala: "Pô, mas não tem nada a ver com aquele desenho que eu tenho na apostila". É aí que você começa a a tipo entender, né, o valor do trabalho de um desenhista de livro didático, tá? Que o cara deixa a imagem bem limpinha para você. Uma célula é uma zona, é difícil de você ver as coisas ali. Isso aqui é um troço de verdade, tá? É um esporro. Você acha que é o quê? Que tem uma mitocôndria dentro
da célula? Tem tem dezenas, elas estão amontoadas. É uma bagunça. Boa faculdade para vocês. Beleza? Tá. Mas é uma zona. Isso aqui é um pedaço de uma célula. Então, dá para ver dentro? Dá agora. Dá. Dá para ver até a molécula se bobear. Beleza? E essa é a microscopia de transmissão. Percebe uma coisa? Ela serve para verificar estruturas internas, objetos cortados, bem fino, tá? Tem que ser cortado bem fino. Sus. Tranquilo? E aí você tem a microscopia eletrônica de varredura. Essa daqui serve para analisar superfícies, beleza? Então você vai pegar o objeto biológico, tá? O
teu eh material de estudo eh sem cortar, ele não verifica estruturas internas, tá? Você vai incrustar em metais pesados ou ouro ou prata, tá? Eh, e você vai colocar dentro desse microscópico. Também tem um feixe de elétrons, tá? que vai ser mandado em cima do material biológico. Esses elétrons, eles vão ser refletidos, capturados por sensores e aí um computador vai analisar a captura do do dos elétrons pelos sensores e montar uma imagem em 3D. Então, na microscopia eletrônica de varredura, tá? A gente vai acabar tendo, no caso, a formação, a análise de superfícies e tendo
imagens tridimensionais, beleza? O aumento é bem relevante, tá? Eh, aqui você tem os elementos figurados do sangue, ó, hemácia, plaqueta e um leucósito. Beleza? Eh, as imagens são geradas assim, beleza? Depois, por computador você pode colorir, tá? Mas elas são geradas assim, em tons de cinza. E ali do lado você tem a ampliação de um animalzinho, tá? Que a gente não vê no ensino médio, é um parente próximo de artrópodos, tá? Chamado pelo nome de tardírado. Beleza? Eh, tem vários grupos do do reino animal que a gente não vê no ensino médio, tá? Não são
só nove filos, não, tá? Poríferos, quinidários, tem em torno de 42 filos, na realidade, tá? E aí os tardígrados estão dentro de um desses que a gente não vê no ensino médio, tá? É um animalzinho microscópico e que tá no mundo inteiro, tá? E que é considerado ser vivo mais resistente da face da Terra. Beleza? Eh, ah, não, mas as baratas Não, barata é uma sutileza Perto disso daqui, tá? tardío é resistente. Eh, o animal cotado para iniciar uma colonização possível de Marte é esse cara, para você ter uma noção, tá? Porque já colocaram tardíos
na estação espacial internacional na parte de fora e eles sobreviveram por duas semanas, ou seja, é bizarro, tá? O que isso daqui aguenta, beleza? E tá por aí, tá no mundo todo. Susce essa parte. Então, dá para ver superfícies por esse microscópio aqui, cara. Já dá para fazer questões, só que daí pegou questão que fala de DNA, cromossomo, ploidia, aploide, diploide, pula. É a aula de amanhã, as outras vai fundo, tá? E pega as questões comentadas no drive. Amanhã a gente fala sobre material genético aí, beleza? Tchau.