Bom dia, pessoal. Bom dia, boa tarde, tudo bem? >> Boa tarde. >> Como vocês estão? Estão me ouvindo bem? Tudo certo? Bom dia, Ana. Vamos lá. Vou aguardar dois minutinhos pessoal chegando e quero saber como vocês estão. Ai, obrigada, Víor. Tô melhor. Dormi e Acordei melhor. Obrigada. Vou dar umas espirradas. Vou, mas tô ótima comparado com ontem. Vamos lá. Maravilha, gente. Vamos chegando. Vou falar pro pessoal que a gente vai começar. Que que nós vamos fazer hoje? Então, hoje nós vamos fazer uma simulação de atendimento. E essa simulação de atendimento, ela vai ser Conduzida por
um de vocês aqui, na qual eu vou trazer feedback durante todo o processo pra gente sempre eh trazer os pontos de melhoria e os pontos que a gente vai analisando, que eu vou introduzindo. Então, a gente vai fazer uma simulação de atendimento. E é importante para vocês prestarem atenção o passo a passo que a gente vai fazer hoje, porque vai ser importante pra nossa avaliação que vai acontecer Janeiro. Eu acho que é final de janeiro, se eu não me engano, já tem a data. Então essa simulação, você um de vocês vão se candidatar, vai, eu
vou fazer análise junto em time e obviamente isso é uma baita oportunidade para quem for fazer a simulação hoje. Já vou abrir para quem quer se candidatar pra gente fazer essa prática e a pessoa receber feedback e todos aprenderem. Então, nós vamos fazer esse formato aqui Hoje paraa gente finalizar com a nossa prática no ano aqui. Isso aí, Ana. A avaliação dia 27/01. Maravilha. Então, gente, vamos lá. Quem gostaria de fazer a simulação de um atendimento eh que vocês vão fazer a sessão coletiva? Quem gostaria de se candidatar? Ana. Excelente. O Vittor se candidatou aí.
Agora todo Mundo sempre assim, né? demora para levantar a mão e eu vou chamar a Ana porque ela acabou sendo a primeira que que falou aí, tá? Mas todos vão pegar o o ponto aí. Vamos lá, então, gente. Que que eu vou fazer hoje ou que vocês vão fazer hoje junto comigo? A Ana, ela vai conduzir o atendimento normalmente, tá, Ana? como se você fosse conduzir o atendimento normal. E se tiver algum ponto eh de feedback ou algo, se Precisar eu vou trazer já na simulação em time para você. Por quê? E mesmo você, se
você tiver algum ponto durante o processo que você tem alguma dúvida, você também pode perguntar. Então é literalmente, gente, é como se fosse um aprendizado ali para vocês terem, pegando mesmo o passo a passo, pegando na mão para vocês aproveitarem e tirarem dúvidas mesmo, tá? Então é um atendimento real, mas que vai ter esse feedback meu aqui e também se alguém Tiver algum feedback pode colocar no chat, tá bom? Então, Ana foi premiada porque é uma oportunidade que ela vai ter aqui e com uma responsabilidade porque dá um friozinho na barriga, mas tudo tem. >>
Isso. Pegar meu material aqui. Vamos lá. E todos vocês, gente, eh, analisem no sentido de de verem o passo a passo e também os meus feedbacks. Então, Ana, se em algum momento eu parar, eu vou fazer algumas observações. Lembrando que tudo que a gente trazer aqui para todos vocês, nada é pessoal, né? Nada é feedback pessoal. Pessoal, eu que eu diga. Ana que já sabe disso. >> Eu que eu diga que nada é pessoal, senão não estaria aqui. >> Isso mesmo. É isso aí, gente. Vamos lá. >> Deixa aí eu pegar minha cola aqui. Cadê?
Ixe, na hora da errada. Então, podemos começar. Deixa só fixar sua câmera aqui. Para Quem chegou aqui agora, nós vamos fazer uma simulação de atendimento, que tem algumas pessoas chegando aqui ainda. E a Ana Germana, ela vai conduzir e eu vou eh tá junto com ela, fazendo feedbacks e análises e e comentários e observações quando necessário, tá? Eh, eu acho que todo mundo tá OK. Ana, eu vou pedir para você começar porque eu acho que vocês estão treinando eh a parte da prática direto, não estão? No início a gente treinou a prática direto. Aí de
umas de semana passada para cá até ontem, aí nós treinamos tudo. Então ontem inclusive a Adriana tá aqui. Foi fantástico. Eu vou até incluir na minha prática hoje um um que ela trouxe ontem. Foi o pit de venda no final, >> mas foi muito interessante. Aí a gente tá treinando agora a prática toda. Então Adriane, o Vittor, eles já a Vera, né? Eles já falaram desde o início, eu não Treinei a prática toda, então eu estou vou treinar com vocês aqui me ajudando. >> Ótimo. Maravilha. Então vou pedir para você começar como se fosse a
primeira vez que você tá fazendo com esse grupo. Então assim, finge que a gente não, que você tá apresentando, que que todo mundo é novato aqui. Faz o seu jeitinho e a gente vai eh você vai trazendo a Eu recomendo você fazer a prática de três, tá? de três, não, a completa, a de três pontos para que porque ela é um Pouco mais rápida do que a prática inteira, que às vezes acaba estendendo um pouco mais, >> tá? Eu faço a temática. >> A a temática não, aquela amostra que a gente fala, sabe que é
são para você mostrar pro grupo, como se você tivesse numa live, que essas vocês vão usar bastante também. >> Então, tá. >> Então, >> então vamos lá. >> Bora lá. Bora lá. Bom dia. Espero que vocês estejam bem. Eh, fico muito feliz de vocês estarem aqui, de vocês terem aceitado esse convite, né, do início aí de de uma nova possibilidade, né, de ativar a autocura. Então, eu vou me apresentar novamente. Vocês me conhecem porque fizemos um contato até chegar aqui, né? Eu sou a Ana Germana, terapeuta integrativa Seven Healings e a técnica que nós vamos
usar, que é a Seven Heals, ela libera memórias celulares adoecedoras. Então são registros que o corpo guarda que geram podem gerar ansiedade, cansaço e alguns padrões repetitivos. Nesse trabalho em grupo que a gente vai fazer aqui hoje, a gente acessa um campo maior. Então as mentes se comunicam e emergem exatamente as memórias mais relevantes para todas as pessoas que estão aqui. Então ele é um processo leve, seguro, libera Eh o excesso interno e ajuda o seu corpo a voltar o equilíbrio, trazendo mais calma, presença e leveza. não vai ter efeito colateral, não tem contraindicação. Então,
é uma exclusivamente eh para o nosso bem, né, pro bem-estar. Eu vou pedir para vocês colocarem no chat como que vocês estão hoje emocionalmente de 1 a 10. Eu gostaria que vocês escrevessem aí para mim como que vocês estão, como que vocês estão chegando aqui nessa Sessão coletiva com essa possibilidade de melhora, né, de uma nova fase a partir de agora. 8 9 Muito bom. 10. Olha que bom, Bet. 9 8. Muito bom, gente. E eu quero pedir para vocês trazerem aqui também qual o tema que vocês gostariam que fosse tratado aqui na sessão, o
que que vocês Gostariam de trazer. Então eu gostaria que cada um de vocês, para ficar dinâmico, escreva um sintoma que vocês desejam que seja tratado na sessão. Pode ser? Então vamos lá, por favor. Insônia, circulatório, autoconfiança, raiva, dores no corpo, dor de garganta, prosperidade, alergia. Dor de garganta, merecimento. Eh, posso pedir ajuda a universitário? >> Pode. >> Aqui cada um escreveu uma coisa, né? Então, insônia, circulatório, autoconfiança, raiva, inflamação, receio, merecimento, foco, >> como eu pedi para minha, pro meu grupo escrever, eu estou um pouco de dúvida em como decidir. Você explicou lá aquele dia,
mas eu gostaria de ajuda nesse sentido. >> Uhum. Qual que você escolheria aqui se você não tivesse ninguém? Que que você Faria nesse caso? Eu senti de fazer o insônia. >> Uhum. >> Quando eu li aqui, eh, você falou que eu tinha que escrever e vir aqui e ver onde que o meu dedo pararia. É uma das formas quando você tá em dúvida, mas tem, por exemplo, aqui tem algumas repetições. É bem difícil porque você tá conduzindo e ao mesmo tempo tem que olhar os feedbacks, mas, Por exemplo, dor de garganta é uma coisa que
repetiu acho que três vezes. >> Foi. >> Então esse é um que provavelmente você vai selecionar pela quantidade de de dor, dor de garganta que tem. Se você sentiu insônia, não tem problema você fazer o insônia, porque a o seu feedback interno pode >> ser considerado nesse caso, quando você tá conectada. E o que você pode ver um padrão aqui Quando quando tá um pouco disperso, por exemplo, merecimento, autoconfiança, eh foco, merecimento de novo. Tá vendo que autoconfiança tá repetindo? Então você pode trabalhar no terceiro essa questão mais emocional de merecimento e autoconfiança, que é
o outro que tá repetindo aqui. Mas você pode ter calma aqui, tá gente? Todos vocês na hora que o pessoal colocar, principalmente se for online, não tenha pressa de escolher, não queira: "Meu Deus, eu tenho que Decidir, decidir, decidir logo". Porque isso é o momento que você realmente tem que analisar, ter calma. Então, Ana, eh, vai sabe na hora que você analisa, vê quantos repetiram. volta, bate o olho. Se tiver muito diferente, aí você faz o processo do dedo lá >> de ver qual que dá. Entendi. >> Mas nesse caso aqui você pode, tem bastante
repetição, >> posso tratar a dor de garganta, >> tá repetido também a >> o auto autoconfiança e merecimento tá bem equilibrado nesse aspecto também que tá os dois repetindo e ele e ele converge pro mesmo ponto, né? merecimento e autoconfiança, ele tem um um aspecto emocional ali junto. >> Então vou trabalhar merecimento >> e a insônia que você >> e a insônia. Isso, >> doutora. >> Então, >> só um minutinho. Uma dúvida aqui. Como tem dor de garganta duas vezes e tem dores no corpo, poderia colocar dores que daí abrangeria tudo ou não? >> Eh,
essa generalização não é legal. na hora que fazer a sessão, porque é muito ampla, >> tá? >> Quando a gente coloca dores no corpo ou emocional, >> tá? >> No nosso treino a gente tava fazendo isso, juntando dores. Então foi bom você ter perguntado. >> É, não, porque ele é muito específico. A mesma coisa que a gente fala, problemas emocionais, dores emocionais é muito amplo, então é melhor ser mais específico. Aí quando vocês tiverem dúvida, gente, só levante a mão, porque se não tiver no processo, tá? Daí vocês eh para não atrapalhar e eu liberar
o comentário Quando vocês puderem. Outra coisa, só para eu não perder como a gente tá que a Ana tá no, a Ana tá no no círculo de fogo aí e eu já vou dar esses os feedbacks. Ana, você conduziu super bem inicialmente. >> Eh, essa parte você falou certinho, explicou a técnica e tudo mais. A única coisa, um detalhezinho que você tem que só tomar um pouquinho de atenção, eh, mas é óbvia, todo o contexto que a gente tá, claramente isso iria acontecer. A Questão de às vezes passar um pouquinho de insegurança. E quando você
fala a parte pode ser, eh, a forma que a gente fala isso pode parecer uma insegurança e não uma assim, eu não sei o que eu tô fazendo. Quando você pergunta assim, ah, gente, vamos fazer isso? Pode ser, dependendo do pode ser, pode tornar. Nossa, mas ela não sabe o que ela tá fazendo. Então, façam, fala um pode ser, mas no Sentido que você tá no comando, >> tá? >> Pode ser, gente. Não, a gente vai fazer. Eh, aí fica mais porque nesse momento, gente, quando vocês estão conduzindo, vocês tm que vocês têm que trazer
que vocês sabem o que vocês estão fazendo, mesmo que vocês não saibam, vamos dizer assim, mas a segurança precisa ser passada, porque se passar um pouquinho de insegurança, o a o público pega, mas claramente a Ana está sendo Avaliada, né, gente? Então, a gente precisa dar esse desconto aqui, tá? Mas prestem atenção nisso, no na para todos. Na verdade, a condução sempre mantenha a postura de segurança, porque isso vai ajudar, tá? Vai lá, Ana. >> Certo. Então, vamos lá. Eu percebi, eu vi aqui no chat, no chat o que vocês escreveram e nós vamos trabalhar
então nessa sessão. Os temas são dor de garganta, merecimento e insônia. Eu vou pedir para vocês, por gentileza, Colocarem aqui no chat eh quem concorda que vai participar. Eu quero. Eu preciso do aceite de vocês para que eh eu possa prosseguir aqui a sessão. >> Ó, vou vou falar de novo. Quem concorda de novo, entendeu? Você >> entendi. >> Essa essa frase não pode ter. É como se você >> que que eu falaria, >> você falaria quem quer participar, estar dentro da sessão. >> Quem quer participar? É porque quem concorda, se tiver uma de pavirada
meio rebelde que não acredita, ela pode querer questionar as coisas, entende? Então >> entendo, >> é você que tá conduzindo. Você não tem que pedir permissão assim, desse jeito, nesse >> entendo. >> Então, quem aceita participar, quem quiser estar dentro aqui, receber, >> quem quer participar, >> quem quer participar, coloca aqui no chat, por favor. Isso. >> Muito bem. >> E esquece a palavra quem concorda. >> Tá. >> Tá. >> Quem quer participar. >> Isso. >> Quem manda aqui sou eu. Então, deixa eu assumir essa réd assuma. Exato. Assume essa. >> Não tá fácil assumir
a rédia, tá? >> Assume essa rédia e acabou. >> Acabou. Então, vamos lá. Nós vamos começar com relaxamento e eu vou pedir para vocês ficarem numa posição confortável. Eh, se tiver alguma coisa tirando a atenção de vocês aí, né, afaste disso. E vamos agora fazer o nosso relaxamento. Vou pedir para vocês fecharem os olhos, sentar numa posição confortável. Nós vamos puxar o ar pelo nariz, soltar pela boca. Puxa o ar lentamente. Segura um pouco. Solta. Solta os pensamentos, solta as expectativas. É um momento de autocuidado. É um momento seguro. Seu corpo, ele sabe o que
você precisa. Pode confiar no processo. Vamos manter essa respiração. Vamos puxar o ar pelo nariz, ó. Solta pela boca. Relaxa o ombro. Relaxa a perna. Relaxa os abdômen. Solta a língua aqui. O maxilar fica bem confortável. Eu vou pedir para vocês manterem os olhos fechados, manterem esse estado de relaxamento. E eu vou fazer aqui a aplicação. Eu vou dividir vocês em três grupos. Então eu vou pegar a memória do primeiro grupo. >> Assim que eu encontrar eu falo com vocês. >> Pode manter os vou parar um pouquinho só pra gente trazer essa parte. Gente, volta
aqui porque a gente tá na simulação junto com a prática. Ana, eu vou pedir para você repetir o relaxamento. Eu tentei relaxar, eu não consegui Porque você tá falando muito rápido assim. Parece que você tá com pressa. A sensação que eu tenho que você tá, se você não tá relaxada, você tá falando da boca para fora. E, óbvio, pode ser que você esteja mesmo, tá? Porque você tá tendo a prática aqui com a gente, o que que eu vou pedir para você fazer? Porque é normal a gente tá o quê, gente? Quando a gente faz
em grupo nervoso, é natural. Então, na hora que você for fazer a prática, porque o que que aconteceu? Você não trouxe uma linha de relaxamento, você foi, você falou fechar o olho depois que já tava. Então assim, precisa ter a sequência paraa pessoa ir relaxando. Então você vai sentindo junto com a pessoa mais do que você eh que mais do que você tá atento o que que você tá falando. Procura você relaxar junto porque daí vai sair a fala na ordem que você vai relaxando junto, >> tá? Tá certo. Eu eu também senti isso Porque
eu fiquei eu estou mais tensa, né? >> Em relação a eu não ter falado antes que eu vou dividir em três grupos, isso não tem problema. Eu deveria ter falado, >> deveria ter falado antes, >> porque eu falei na hora da meditação e aí eu percebi que parece que ficou ruim, então eu vou falar antes. >> Isso e volta. Vamos. A gente não tá na pressa, a gente tá aqui para treinar mesmo e e vocês também lembrarem disso, Tá gente? Então, >> a Ana tá fazendo o favor pra gente aqui de tá conduzindo, vamos dizer
assim. Então, e errar, Ana, não tenha medo, porque a gente quer que você erre, tá? Também senão não tem o que corrigir, >> não. Eu vou dar muita chance para vocês corrigirem. Então, vamos lá. Eh, na sessão, então, nós vamos trabalhar a dor de garganta, o merecimento e a insônia. E nós estamos aqui num grupo maior. Então nós vamos estar dividindo, eu estarei dividindo o grupo em três, grupo A, grupo B e grupo C. E eu vou buscar aqui as memórias. Pode ser que você eh tenha >> Eu vou falar uma outra questãozinha. >> O
pode tá errado. >> Hum. A a justificativa, gente, é é isso, tá? A justificativa tem que falar >> que quando você fala, "Eu vou dividir o grupo porque é um Grupo maior", pode gerar objeção. Então não precisa falar isso. A técnica é dividir em grupo. Nós vamos dividir em três grupos aqui, não porque o grupo é maior, porque é assim que que é feito. Vai lá, pode voltar. responde uma pergunta da Kenia, por favor, que tá aí no chat. >> Da Kenia. >> Se eu escolhi em Sonia, então meu grupo é o terceiro, não é,
né? Porque >> não, gente, não. Vamos lá. >> Eu entendo que não é posso falar o que que eu >> Pode. >> Nós estamos tratando dor de garganta, merecimento e insônia. Eu vou dividir em grupos e vou pegar as memórias. Nós estamos tratando os três sintomas com as três memórias que virão e cada um de nós vamos fazer conexão. Eu vou estar no grupo um ou no três, ou eu posso estar nos três ou eu posso estar em dois. Se Eu não estiver em nenhum, mesmo assim eu recebo algum benefício. >> Boa isso aí. >>
Exatamente. Não tem a ver com o grupo e não tem a ver com os sintomas, com a sequência. Pode, pode ser que nem su a D dessa vez, mas a gente selecionou como como um paciente que a gente atende. A gente não tem esse controle de a primeira memória acetal, a segunda acetal e a terceira acetal. Tá bom? Boa? >> Certo? Então nós vamos trabalhar dor de garganta, merecimento insônia. Eu vou dividir em três grupos, grupo A, grupo B e grupo C. E você pode se identificar com o primeiro bloqueio, com segundo ou com o
terceiro. Pode não se identificar com nenhum. Pode se identificar com um ou com outro. Mesmo assim você receberá o benefício, porque o nosso corpo sabe da nossa necessidade e os canais que vêm podem sim e vão nos ajudar em algo no Nosso que nós estamos precisando aqui hoje, porque nós estamos formando aqui um campo, uma mente maior. Então esse benefício chega para todos nós. >> Perfeito. >> Nós vamos começar agora relaxamento. Eu vou pedir para vocês ficarem numa posição confortável, relaxados. Vou pedir para vocês fecharem os olhos. Vou pedir para vocês Trazerem o pensamento aqui
pro agora. Puxar o ar pelo nariz lentamente, soltar pela boca. Solta expectativa, solta ansiedade, traz o pensamento aqui pro agora. Relaxa as pernas, relaxa o ombro, relaxe o maxilar, o abdômen. Se tiver alguma parte do seu corpo que tá te chamando atenção, só observa, não Tenta mudar. Vou pedir para vocês manterem esse momento, esse relaxamento. Eu vou começar aqui a aplicação para poder encontrar a primeira memória. encontrando, eu chamo vocês. Eu encontrei aqui a primeira memória. Vou pegar os dados. Pode manter aqui o relaxamento. Eu vou parar um pouquinho, tá, Ana? Só para te dar
o feedback. foi milhões de vezes melhor. Você fez perfeito. Agora o Relaxamento eu consegui relaxar. Todos vocês acho que conseguiram relaxar também, né? Comparado ao primeiro. E não tenha pressa de finalizar o relaxamento. Mas você, ó, parabéns. >> Tá. >> E agora na sua conduta que você foi para paraa memória também você manteve. A única coisa só que você eh esqueceu de falar é mantém os olhos fechados e assim que eu Encontrar a primeira memória pode abrir os olhos. E aí agora você pode, se a pessoa quiser abrir os olhos, ela pode abrir ou não
pra pessoa, porque tem gente >> que que não gosta de ficar de olho fechado, que tem, então é mais pra pessoa ficar à vontade, tá? Mas depois que você encontrar informação e aí a pessoa aí você vai conduzindo normal. Mas maravilha. >> Hum. Eh, então vamos continuar de olho fechado. Eu vou pedir para vocês fazerem uma respiração comigo aqui para eu voltar. Puxar o ar pelo nariz, soltar pela boca. Traz o pensamento aqui para esse momento presente, sem expectativa. Solta o controle, deixa vir o que tiver que vir. Vou pedir para você manter os olhos
fechados. Assim que eu encontrar a primeira memória, eu falo com vocês. E quem quiser abrir o olho poderá. Já comunico. Eu encontrei aqui a memória. Pode abrir os olhos quem quiser. pode vir voltando no seu tempo. Vou passar para vocês. Eu encontrei uma memória que aconteceu numa faixa etária, algum conflito, né, que foi vivenciado entre 2 anos e 6 anos De idade, criança. E essa memória pode ter ativado há dois dias atrás. Então, é uma memória que aconteceu aí na infância no período de entre 2 e 6 anos e há dois dias atrás ela pode
ter ativado, tá? E eu vou passar para você, pode ter sentido uma, pode ter tido, né, uma sensação de descrença em relação ao futuro, eh, não ver luz, não ficar discrente, medo de enfrentamento de alguma situação, se sentindo talvez uma sensação de Insuficiência também ali um medo mais forte, um medo que pode estar ampliando as coisas. Angústia, com sensação de angústia. um desânimo maior, talvez até assim uma dificuldade de aceitar algo e um certo desânimo. Eh, também aqui uma sensação de falta de energia, de esgotamento, está nessa memória. Tem também aqui eh um sentimento de
desamparo. queria ter um amparo, queria ser Acolhido, mas não se sentiu amparado, então se sentiu aí eh desprotegido, né? Insegurança também em relação ao espaço e pode ter alguma relação com perdas e separações ou medo de perder, medo de separar. Alguém se identifica com essa memória? Vocês poderiam escrever no chat. por favor, aí se identifica para eu ver. Então é uma memória de 2 a 6 anos de idade e que há dois dias pode ter Ativado. Eu vou liberar aqui essa memória. Quando você finalizar aí, você me avisa, tá, Ana? >> Tá. OK, tá liberando.
>> Maravilha. >> Não pediu comando. >> Uhum. Nesse momento que você passou a informação, eh, antes da informação, eu tô aqui como se eu fosse uma pessoa Nova, lembra que a gente trouxe aqui? Então, uma pessoa que tá assistindo pela primeira vez ou que ela tá conhecendo o trabalho. Eh, o que me veio de uma objeção é como que ela faz isso? Então essa explicação como >> eh faltou no começo que eu fui com você, eu acabei também esquecendo de de trazer, mas para vocês verem a importância de a gente mostrar como que a gente
faz Para quebrar essa objeção, porque é legal, mas me desconectou por essa objeção. E a cliente que tá aqui do lado ou a pessoa que quer depois comprar de você, ela pode falar: "Mas como que ela faz isso?" Então eu vou pedir para você explicar até pros alunos, eh, porque quando você esquece alguma coisa, gente, às vezes é tanta coisa, que que que eu faço no meio da sessão? Eu vou quebrando objeção. Vocês podem Ver que às vezes eu tô quebrando objeção no meio. Então você, se você esqueceu, por exemplo, de falar como aconteceu, que
que você pode fazer agora? Eh, então, gente, só uma coisa para eu mostrar para vocês como que eu faço a liberação. Então, agora você esqueceu e agora você vai contornar isso. Então, vai lá, >> tá? Tá certo? Eu liberei aqui essa memória que eu encontrei E eu vou mostrar para vocês como que eu faço essa liberação. Eu uso esse mapa aqui, que é um mapa corporal onde eu projeto holograficamente, né, vocês que estão aqui na sessão. E nesse mapa nós temos os pontos. Tem aqui os sete principais, ó, que são as sete principais glândulas do
nosso corpo. Tem outros pontos aqui que são os canais que nós chamamos. Então, a memória ela tem um caminho, ela entra no nosso corpo e aí eu vou seguindo o caminho dessa Memória até eu eh encontro os canais e faço e encontro a data. Então, é através desse mapa que eu encontrei e eu fiz, eu encontrei a memória e eu já apaguei. >> A pessoa, gente, ela pode não entender nada o que você tá falando, mas só o fato de você tá explicando e mostrando como é traz o quê? A autoridade que você sabe que
você tá fazendo. Então, para vocês só pegarem a importância da explicação agora. Nunca Deixem de explicar pro grupo. Pode falar, >> tá? Eu mostro o mapa e falo isso que eu falei. Quanto menos eu falar é melhor. Não é >> não é menos. >> A fluidez você tá travando nos momentos, mas é natural >> que tá trazendo os pingos de insegurança. Mas tá perfeito. Eu sei que tá, a gente tá numa situação, mas não não é menos, é você falar na fluidez Mesmo. >> É na fluidez. ficar. É porque eu fiquei pensando assim, a Roberta
vai falar, você vai falar aqui. >> É, então, mas assim, você explicou certinho, >> não >> tá? >> É, é explicar pra pessoa entender. Você não precisa ficar falando 10 minutos, mas ó, gente, eu uso esse map, >> só que eu deveria >> tem um estudo por trás, tudo mais. Eh, mas deveria ter feito isso lá na antes. >> É, lá na praia. Isso mesmo. >> E sobre a Todo mundo pegou essa parte, gente, da explicação. Maravilha. Eh, e outra coisa, quando vocês estão fazendo a parte da sessão, gente, da liberação da memória, o que
que eu percebi aqui é uma coisa até que é legal eu estar fazendo essa análise, porque eu tô vendo também pontos meus que eu posso melhorar, Porque a gente tem sempre questões para melhorar, não é só Ana, não, todo nós temos. Quando a gente traz todas as informações, muitas vezes das memórias, eu não, eu não faço isso, mas eu já eu percebi que pode fazer o a pessoa que tá aqui se perder, porque você começou a falar da dos dois aos se anos, aí depois você trouxe a informação da perspectiva de futuro, depois você trouxe
a informação da >> incapacidade, medo de enfrentamento. Depois você trouxe, ah, eu não lembro, >> da angústia. Daí depois você foi para perda. >> É muita informação para uma memória. Às vezes o menos é mais nessa hora. Mesmo que tenha dado várias, >> de certa forma elas precisam estar um pouco ligada, porque você não parece que tem tudo isso dentro dessa. E eu tava me conectando, mas eu me desconectei depois Porque você falou outras em cima. E aí eu nem sei mais se eu identifiquei ou não. >> Entendi. Alguém sentiu isso, gente? Só para saber
se é uma coisa que só eu passo se sentir. A Alda também. E isso, gente, às vezes é porque você tá fazendo o quê? A a Ana e eu também já tô identificando isso também. Eh, se se é uma memória muito Desconectada uma com a outra, eh, a gente se perde. Então, faz as informações ficam soltas e desconectadas. Exato. Fala às vezes. Por isso que antes você tem que meio que tem fazer a construção na sua mente para você trazer. É difícil. E e se tiver muita informação, menos, porque esse muito às vezes não conecta,
a não ser que seja conectado. Aí como que você pode fazer nesse caso? >> Foram 12 canais. >> Então você não pode falar tudo isso, todo você. E essa construção da história é algo que é com a prática. Hum. Vocês não vão aprender a prática e já vai fazer, não é a experiência dessa construção. Então fala, fala menos, menos quantidade de >> aqui mesmo tem pontos que tem muito a ver, então eu não precisava ter repetido, eu poderia ter falado menos e falava só os que eram diferentes, né, >> que a separação é específica, mas
a Parte do medo, da perspectiva e da angústia, tá tudo muito junto. >> Isso. Eu no começo você falou perspectiva de futuro. Eu tava na criança. Falei: "Nossa, mas perspectiva de futuro na criança? Não, não conectei. Aí quando você falou fal sensação de falta do de falta de sensação de não dar conta, me conectei. Mas o que que eu não eu não sabia? E é uma coisa, inclusive também para vocês, Eu fico atenta junto com vocês, quando vocês trazem duas memórias, por exemplo, a Ana trouxe das de 2 anos e e seis, Ana, foi dois
a seis, >> entre dois e seis. >> Isso. E aí ela trouxe dois dias atrás, a gente tem que explicar um pouquinho mais essa parte porque eu tô no dois a seis e eu não sei se eu tô nos dois, nos dois dias atrás. Então, o que faltou um pouquinho aqui foi, gente, que que acontece? o algo que aconteceu dos dois Aos 6 anos pode ter refletido alguma revivência de ciclo ao há dois dias atrás. Então você pode estar com essa sensação dois dias atrás de e aí você passa informação, porque eu tava conectada na
criança ainda. >> Entendi. >> Então faltou só essa explicação, principalmente porque deu memória de de base e a de e a recente. Daí você pra pessoa conseguir conectar mais. Então, dois dias atrás, se você Sentiu tal coisa, tal coisa, tal coisa, aí eu ia conectar e e menos, daí fala menos. Então, eh, perspectiva de futuro, falta de confiança. E pode ter aqui em alguns casos sentimento, aí você fala assim, sentimento de perda. Mas isso pode ter remetido lá atrás é só a sensação e assim você vai para não desconectar eh essa essa informação. >> Mas
maravilha. >> Vamos lá. Vou pedir para você dar sequência. Então >> aí você fala liberou aí como você falou e >> é liberou aqui, né? A memória. Agora vamos passar para pro grupo dois. Então vamos fazer o relaxamento. Vou pedir para vocês pra gente voltar com relaxamento. Vamos fechar os olhos. Puxar o ar pelo nariz. Segura um pouco. Solta lentamente. Traz o pensamento aqui pro agora. Deixa vir o que tiver que vir. Vou pedir para você manter essa respiração, esse relaxamento enquanto eu vou aqui na aplicação, localizar a segunda memória e assim que eu encontrar
eu falo com vocês. Ô Ana, faltou uma coisa que eu esqueci também junto com você. Eh, você tá nas memórias, faltou falar. Agora vamos pro grupo dois. Quem se identificou com o grupo um? >> Ah, é. Não, mas ah, eu perguntei quem se identificou, eles colocaram e agora eu falei, vou vou pro grupo dois. >> Você falou? Falei, falei. >> Ah, então eu que viajei, então maravilha. Fal, eu já tava no relaxamento, então. Então, tá bom. >> Falei, >> eu falei grupo dois e quem se conectou até escreveu, eu li. Agora faltou mesmo eu ter
falado. Então, quem se conectou Com o grupo um, né? E agora vou passar pro grupo dois. Eu acho que foi, nós fomos, você foi dar o feedback, eu tinha falado, >> tá? Então, vai lá. Então vamos fazer uma respiração que eu tô aqui pegando os canais desse outro bloqueio. Eu encontrei aqui a segunda memória do segundo grupo. Podem abrir os olhos quem quiser, fique à vontade. Passar para vocês as informações. Deixe-me. Essa memória, gente, que essa memória que veio agora, ela é uma memória eh transgeracional. é uma memória do Pai. Então, nós sabemos que nós
podemos ter as memórias que nós herdamos eh do nosso pai, dos nossos avós. Nós somos 50% pai, 50% mãe, né? Nossa formação. E tem as memórias que são vivenciadas por nós no decorrer da nossa vida, na infância, na adolescência e na Vida adulta. Então, essa memória é uma memória que ela vem do nosso pai, né? E ela veio do pai. Então nós nascemos, temos esses canais aqui que eu vou passar para vocês. E há um mês atrás você pode ter vivido algum conflito, alguma situação onde você ativou essa memória. Eu vou passar para vocês. Foram
algum conflito, alguma situação que você viveu onde você teve umas sensação de será que eu vou dar conta? Será que eu vou Conseguir? se sentiu impotente. Pode ter sido algum acontecimento que tenha te trazido um desgosto. É um conflito que envolve ali raiva, justiça territorial, alguma coisa aí no seu território. Eh, ah, sacanagem. E então é uma é gente, eh me desculpem, mas é essa você viveu alguma situação, Conflito territorial é muito forte nessa memória um conflito territorial que você teve, raiva territorial, conflito territorial, alguma contrariedade que você teve que aceitar pode ter um contexto
aí de separação. Alguém se identifica com essa segunda memória? Eu fiz o primeiro grupo, algumas pessoas se identificaram com segundo, com o Primeiro grupo, agora tem o segundo. Talvez você se identifique também com o segundo. Se você não se identificou nem no primeiro, nem no segundo, nós vamos ter agora o terceiro grupo. Você ainda pode se identificar. Então, quem se identifica pode escrever. Tem um ser humano aí nos seus >> tem um hater aqui na minha, >> tem um hater aqui, na verdade, tá querendo entender, acabou de cair na sua sessão e aí ela tá
se Perguntando como que ela consegue datar. E aí, que que você faz? Que que você vai falar? É bruxaria. E aí, como que você vai quebrar essa objeção, Ana? Ou todos vocês? Tá, se para todos essa pergunta, não é só para Ana, não. Como que você >> os universitários vão ter que me ajudar? Porque eu já tô na berlinda fazendo a sessão. Ainda vou ter que fazer essa Resposta. Vocês estão colocando aqui minha, vocês estão me ajudando? >> Quem que pode ajudar, Ana? Se alguém fizesse a pergunta ou antes ou no meio da sessão, porque
faltou uma explicaçãozinha no início e aí vocês estão vendo a importância da explicação inicial. Vai lá, Vítor. Pronto, se calhar aproveitar na altura que mostramos o mapa, mostrar que nós fazemos a investigação através de um Teste em que tentamos aproximar os dedos e através da informação do campo, quando é detetada uma incongruência entre a a nossa a intenção do grupo e a informação que tá disponível, nós não conseguimos aproximar os dedos. E é assim que nós chegamos à informação. E a partir desse teste é possível perguntar não só a informação, mas também a data e
outras especificidades. >> Muito bom, Alda. Muito bom, Vítor. Perfeito. >> Eh, eu se calhar não colocaria essessa parte das mãos porque já tive uma obção também de uma paciente uma vez assim. hã, do estar a tentar explicar. Aliás, a consulta foi mesmo presencial e ela também viu. E depois quando agora quando chegamos à segunda consulta, ela só me disse assim: "Fá desbloqueia lá isso aí com as tuas mãozinhas no". E eu fiquei a pensar, meu Deus, parece que foi assim, tipo, então estar a explicar no online Que nós tentamos aproximar, mas que existe ali aquele
bloqueio e os dedos ficam presos ou algo assim, eu acho que talvez complica um bocadinho mais explicar que todas estas memórias se fazem parte, não é, da dos nossos do trauma vá que fica registado no corpo, seja mais fácil do que de de mostrar assim no mapa com os dedinhos, porque eu acho que aí há mais objeções. Na minha >> como você falaria nesse caso >> que a data f, ou seja, como é que nós encontramos a data, porque realmente fica estas memórias ficam guardadas no nosso corpo, nas nossas células >> e como é que
elas ficam guardadas. >> Isso aí não respondeu como que eu encontrei a data. >> Vai lá, Ana. Eu acho que a Ana sabe também. Tudo depende, gente, a forma que vocês comunicam. No caso aqui, Alda, o Víor, Ele ele passou segurança, ele falou e não gerou muito a objeção, porque ele trouxe a postura junto com a fala. Então, para mim me passou. Tudo depende da hora, de como fala, de tudo, tudo isso. Eh, Ana, bom, eu falaria o seguinte, eu falaria que as memórias ficam registradas no corpo e a técnica, né, a gente estuda, a
técnica, ela a gente encontra essas memórias através de uma cicatriz patológica, Né? Porque tudo tem a ver com a gente, né, dentro da técnica, tem o estudo da micro, uma das bases é a embriologia, a, né, a sinesiologia aplicada. E através dessa técnica a gente consegue encontrar uma data aproximada onde esses eventos aconteceram, onde esses conflitos aconteceram. >> Boa. >> Depois eu vou falar como que eu vou, como que eu explico, >> mas eu não explicaria assim. detalhes da técnica, porque faz parte da técnica em si. Acho que eu eu também não explicaria detalhadamente, eu
só explicaria que através do mapa a gente consegue encontrar, porque isso é o é o desenvolvimento da técnica mesmo, né? faz parte do estudo da técnica, mas a gente tem essa essa expertise de encontraronde tá essa fragilidade na nossa pele. >> Uhum. Vai lá, Valéria. >> Então, eu, nesse caso, eu também faço a minha explicação mais ou menos como a da Ana. Eu não vou ficar lhe mostrando a mão como que aperta ali tudo. Eu falo que é. >> Então vai lá, vai lá. Gente, eu eu quero, eu quero, eu quero assim a situação real.
Tem uma pessoa que acabou de mandar mensagem, ela não para de mandar mensagem igual aconteceu com a Ana. Tem uma pessoa que tá discrente, ela ela na verdade não tá discrente, ela quer entender como que você encontra essas memórias, como que você data essas memórias. E aí a pessoa começou a falar no vídeo aqui, você perdeu o controle da do vídeo da pessoa e agora você vai ter que responder isso. Como você responderia, Valéria? >> E dentro do método da Seven Healings, eu tenho uma tenes na ferramenta onde eu faço testes no mapa, aonde eu
consigo Então encontrar essa informação, tanto por conta da questão da embriologia. Então, eu tô fazendo testes eh em registros eh desses dessas tecidos embriológicos e através da ferramenta que nós temos, que tem base na sinesologia aplicada, eu consigo fazer o teste e identificar em que período a memória celular ela está. Então agora eu vou explicar para vocês, gente, uma questão. Enquanto eu estava aqui procurando a memória, Eh, uma pessoa, a nossa amiga Roberta me perguntou de onde que eu encontro essas datas. E eu não expliquei para vocês no início, mas eu vou explicar agora como
que eu encontro a data. Então, eu mostrei aqui para vocês que é no mapa que eu localizo os bloqueios. O mapa então eu estou holograficamente, né? eh, projetando o corpo aqui. E quem tem essas informações? O nosso corpo. Então, o corpo guarda as informações, o corpo Guarda as datas e com a técnica eu consigo perguntar. Então, eu tenho a maneira com que eu pergunto, é dias, é meses, é anos e o corpo me dá essa data. Precisa. Por isso eu consigo passar para vocês a data. >> Vamos lá. Eh, vou deixar Adriane falar. Depois você
fala. >> Caberia aqui a explicação que como as mentes se comunicam é o mesmo funcionamento que o celular. Como é que O celular funciona sem afiação? Então a gente acessa, né, o celular através do Wi-Fi, tem todas as informações, a gente consegue se comunicar a longas distâncias, então as nossas mentes se comunicam e eu acesso através do mapa ã essas datas e eh todas as dúvidas que eu tenho relacionadas a, no caso, a essas informações. Então, eu acesso o campo e eu entendo, eu sei ali fazendo os questionamentos qual é a data que vai eh
que digamos assim abrange essas eh esses Sintomas, essas emoções. >> Aí ela falou: "Eu sei". Então quer dizer que ela adivinha? É o corpo que sabe? >> É. Então vamos lá, gente. O eu vou trazer assim quem fez uma explicação mais aproximada da do que é é melhor falar pro paciente, por a gente precisa aterrar o paciente. Quando essa pessoa tá perguntando adivinha? Ela não quer muito saber de campo. Ela não quer saber que é só da técnica. Ela quer entender muitas vezes O como tá por trás, como você faz isso. E o Vítor ele
chegou mais próximo. Por quê? Porque ele trouxe a questão, a única coisa que faltou o Víor falar foi da questão que é com base eh num teste muscular que a gente introduz dentro da técnica. Por qu, gente? Como que a gente realmente data? a gente data através do da técnica de sinésio aplicada em que quando o inconsciente entra em conflito com o consciente ocorre uma fragilização Muscular. Isso é fisiológico. Que que eu tô fazendo agora? Eu tô aterrando o paciente. Ele não quer saber de campo, ele não quer saber de mente se comunicam, ele quer
palpável. Isso é com base em estudo. Então, quando, por exemplo, eu até dou esse exemplo, quando eu falo: "Meu nome é Giovana". E quando eu falo: "Meu nome é Roberta", quando há essa incongruência do meu inconsciente, meu nome não é Giovana, eu Tenho uma perda de força muscular, isso é sinesiologia. Só que isso é introduzido na técnica. A própria Seven Healings consegue identificar através da fragilidade ali do ponto, a gente consegue sentir. Então é palpável, a gente consegue identificar quando tem o bloqueio e quando não. É desta forma que nós conseguimos trazer a data. É
a técnica. Ela nos ensina exatamente isso por causa desse conhecimento. Então não é adivinha. Aí Você tá fazendo o quê? você tá aterrando a pessoa porque ela tá, ela já tá achando que o negócio é baixar santo. A pessoa que perguntou isso, ela realmente quer entender. Então às vezes a gente vai precisar dessa desse dessa desse aprofundar. E a forma que que vocês podem trazer é de fato quando a mente inconsciente tem uma crença diferente da consciente, porque o nosso cérebro é consciente e inconsciente, O quê? Essa incongruência faz uma perda de força, uma um
bloqueio. E é quando nós sabemos quando tem um bloqueio ou não dentro da técnica. Então é fisiológico e é ciência. É a hora de aterrar a pessoa, entende? Uhum. >> Faz sentido? Conseguiram >> trazer? Camila, pode, pode, pode falar. >> Aí eu pensei assim, que que eu fui Fazer? Eu fui levantar a mão. Ai, que nervoso. Mas você sabe o que que é? É que é uma coisa que me fixou de explicações suas, Roberta, durante algumas sessões, tá? E eu tenho isso muito na minha mente assim, que às vezes eu até explico aqui com paciente,
sabe? Aí eu falo para eles assim: "Vocês assistiram filmes de detetives aonde eles fazem a pesquisa e dentro dessa pesquisa ele consegue identificar se o bandido tá falando a Verdade ou não" e tudo mais? Então, tem um estudo por trás disso que é a sinesiologia aplicada e através desse estudo a gente consegue perceber uma resistência ali no mapa. na hora que a gente faz as perguntas, na hora que é para dar data e aí a gente consegue eh ver essas resistências. Se tá tudo tranquilo, esse o meu dedinho, ele consegue eh ter uma fluidez, mas
se não tem uma resistência que é como se fosse um muro ali e ele e através dessa Resistência que eu consigo eh datar e tudo mais. Não sei se pode ser usado assim também. Você também tá aterrando o paciente. Eu achei OK sua explicação, sua comparação. Achei bom. >> O que a gente, porque alguns de vocês trouxeram explicações que mesmo assim não, a pessoa saiu com a dúvida ainda. Então, a a sua última explicação, Ana, a pessoa ainda saiu com a dúvida, mas e aí, como que você adivinha? Entende? Então, alguns de vocês trouxeram a
Explicação. Por isso que o do Víor, por mais que, ah, não vou explicar esse detalhe, mas foi aonde eu aterrei, aonde o paciente aterrou, onde ele entendeu ali, por mais que ele não tenha entendido, mas ele tá vendo que tem um por trás, passou mais. Então, às vezes, a gente vai precisar, dependendo de um caso, se tiver uma Roberta no grupo e fizer essa pergunta, às vezes a gente vai precisar aprofundar e essa falta de resposta pode a gente Pode perder o o cliente ali muitas vezes. >> E essa informação da data, ela também deve
ser no início, né? Na hora que mostra o mapa >> deve ser acontecer da Roberta no meio da sessão e ficar me perguntando como é que ela sabe. >> Exato. >> Tem que ser tudo no início, gente, pra gente passar. Pode ser a Mariana, pode ser a Fernanda, pode ser a Vai ter um a Maria. Então, exato. É por isso, gente, que a explicação ela é importante. Eu bato tanto isso na tecla. Eu não peguei muito pesado com você no início não, mas assim, eh, quando eu faço obsessão pela primeira vez é público novo, eu
fico ali uns 15 minutos, às vezes até meia hora explicando pro pessoal. Por quê? porque a galera não sabe mesmo. E aí vem essas objeções. Então, público novo, gente, a gente precisa explicar bem profundamente detalhe do detalhe desses pontos que a gente tá trazendo aqui, porque a pessoa ela não não vai passar muita confiabilidade se a gente não trazer um a gente tem que entender, olha só, a gente tem vários tipos de pessoas, a gente tem as racionais e as emocionais. A gente tem e tem Pessoas que são auditivas, visuais e sinestésicas. você tem que
pegar todas elas. Por isso que essa informação ela precisa vir de várias formas e quebrar as crenças. Camila, você quer falar alguma coisa? >> É, em relação a essa questão de da pessoa, ela às vezes ela no início você explicou tudo e aí no meio da sessão pode acontecer de às vezes a pessoa entrar depois, sei lá, né? E aí ela ela Perguntar ali no meio a mesma coisa que você já tinha respondido, você volta nisso ou você aí e como vocês já viram como que eu faço nesse caso? Se tiver alguma insistência como nesse
caso, eh, eu falo, gente, eu já expliquei para vocês lá no comecinho que é assim, assim, assado. Então, não tem exemplo efeito colateral. Vai ter uma pessoa aqui que vai falar: "Ai, eu tô passando mal, eu tô eu tô eu tô o quê? Como que a pessoa fala? Ai, tô com dor de cabeça." Então assim, a gente vê muito isso no meio da sessão, a pessoa, ai, eu tô me sentindo agoniada ou eu tô com dor de cabeça, começa a vir sintoma. Se você não explicou lá claramente que não tem efeito colateral, a quantidade enchurrada
que vai ter de gente falando de sintoma, isso é proporcional o alinhamento no início. Então, eu ia fazer isso com a Ana, mas eu não já não vou fazer porque já falei, mas eu ia falar e tô com dor de cabeça, Tô com E aí, como que a gente faz nesse caso, gente? não tem efeito colateral, só para reforçar aqui para vocês. Então vocês podem sentir bocejo, é sonolência, é normal, mas efeitos colaterais podem ficar tranquilos que a técnica 100% natural não tem. Você tem que ser e às vezes vai ter que ir fazendo essas
quebras de objeções no meio da sessão, mesmo que a gente falou lá no começo, tá? Vamos lá então. >> Ai, graças a Deus. É o último. >> A Ana nunca mais vai levantar a mão. Agora >> é o último, gente. Vamos lá, grupo três. >> Vamos lá. Mas tá aprendendo, não tá? Olha, agora >> é a melhor maneira de aprender. >> Melhor maneira. >> Eu já tô ansiosa para rever, para anotar. Então, vamos lá, gente, eh, fazer o relaxamento Agora. Eu vou fazer a memória do grupo três. Vamos puxar o ar pelo nariz, soltar pela
boca. >> Aí faltou um pontinho que a Giovana trouxe também, que é importante você trazer, porque eu não me identifiquei com nenhum grupo. E agora? A gente trouxe um ponto importante. Eh, gente, se você não se identificou com o grupo um, com o grupo dois, pode ser agora o momento de você se identificar com o grupo três, mesmo que Você tenha falado antes, mas a pessoa >> Entendi. É bom falar em cada técnica, >> em cada memória eu devo falar. Eh, por isso que eu fico falando no meio da sessão isso repetidamente, porque a pessoa
às vezes não, você tem que tá conectando o pessoal o tempo todo. É como se fosse uma palestra, tá gente? É a sessão coletiva, você tem que tá ali, eh, trazendo a galera de volta. >> Então, tá? Então, vamos lá, gente. Se vocês não se conectaram aí com a memória Do grupo A, do grupo B, nós vamos só trazer agora a memória do grupo C. Se você se conectou com o grupo A ou grupo B, você também pode ter conexão agora com o grupo C. >> Se identificou? Se identificou. >> Se identificou. >> É. >>
Então vamos fazer a respiração. Vou pedir para vocês pra gente entrar no estado de relaxamento. Puxa o ar pelo nariz, solta pela boca. Solta o pensamento, solta o controle. Deixa vir o que tiver que vir. Mais uma vez vamos respirar. Vou pedir para vocês manterem nesse estado de relaxamento, manter respiração. Eu vou aqui pra terceira memória e eu localizando eu falo com vocês. Eu encontrei aqui a memória do grupo três. Quem quiser abrir os olhos, pode abrir. Vou passar para vocês. Essa é uma memória que aconteceu algum conflito que foi vivenciado na faixa etária entre
32 anos a 36 anos. De 32 anos a 36 anos. alguma situação onde você pode ter vivido eh uma sensação de angústia, um medo mais forte, desvalorização, autodesvalorização. Tem aqui também o medo de sobrevivência. Envolve aqui alguma questão de um conflito de perda ou separação? >> Ô Ana, >> e alguma >> pode não, pode continuar você não vai perder a Pode falar. Tem também aqui uma carência, uma falta, alguma dificuldade, pode ser tanto financeira quanto afetiva e alguma contrariedade, alguma repugnância em relação a algum contexto familiar em que você precisou resistir e Precisou ali lutar
por aquilo. >> Alguém se identifica com essa memória do grupo três? Coloca aí no chat para mim, por favor, quem se identifica. Ah, Roberto se identificou. Tô feliz. >> Não fique não, porque foi uma memória péssima. >> Mas eu apaguei. Vou apagar. Então, olha que oportunidade. >> Você viu? Eh, aqui só segura aí um pouquinho. Eh, a única, quando você solta, eh, aqui também pode ter uma questão de sobrevivência, ficou um pouco solto a fala, então sempre procura trazer no contexto. Se não faz, se você não consegue trazer algum contexto, nem não fala. É melhor
não falar do que falar, >> porque eu achei que ainda foi muito. Você falou bastante ainda. >> É, deu bastante canal e eu fiquei Tentando e >> isso, >> mas eu vou melhorar nisso, eu vou treinar. Eh, na verdade, eh, pensa o seguinte, isso vai con, >> eu sei que você tá conectada com a memória e você quer passar a informação o máximo, mas, por exemplo, perda, perda, beleza, sobrevivência é uma coisa que é mais difícil de conectar, porque se que é Sobrevivência, tô correndo risco de vida, a pessoa não sabe que é escudo de
sobrevivência. Então, na hora de passar essa informação, quando você trouxe isso, isso para todos, tá, gente? Foi a hora que eu me desconectei porque eu tava indo, aí falou sobrevivência. >> Então, como a gente pode que não sei que canal que que deu, mas se você não souber falar C5, >> C5, >> eh, pode ter >> pode ter uma correlação de eh querer morrer ou medo de morte. C5. Então assim, aí você pode perguntar, é querer morrer ou medo de morte? Porque quando você passa só sobrevivência e esse cinco dá dá muito >> querer morrer.
>> Aí é outra, entendeu? Aí é outra informação. Daí faz sentido com a Memória que você trouxe. Então assim, ó, se você tiver um sentimento de de pensamentos ruins, até pensamentos depressivos, estados de pensamento de morte, pode ter relacionado aqui nesse período. Aí você faz a historinha dessa memória. Por isso que não tenha pressa, gente, na hora que vocês forem fazer. E quando vocês não souberem passar informação Trazendo essa historinha e a clareza, melhor não passar. Aí pula, tá? Pra pessoa não desconectar. >> Em vez de eu falar palavra sobrevivência, se eu não souber como
eu não consegui aqui agora no contexto, eu deixaria sem falar. >> Deixa quieto, porque você já tá passando bastante informação. >> Você acha que não, mas você tá trazendo já. Se você parasse antes da sobrevivência e não falasse mais nada, Muitos aqui iriam entrar na identificação também. >> Uhum. A perguntou aqui no grupo, ó, posso perguntar se tem um sistema que é mais preponderante, acho que >> e assim facilitar a informação ao grupo? >> Po, pode, com certeza. Eh, na hora de passar a informação, como que eu faço hoje? Tá, eu já eu já tentei
Fazer diferente quando eu vou explicar para vocês. Quando eu tô fazendo explicação com vocês, sai um pouco embananado. Mas como eu faço na realidade? Eu pego todos os canais primeiro e depois eu passo a informação da memória, na memória, né? Ali nenhuma. Então, peguei, tô no mapa quatro, pego todas e aí eu trago a informação, porque eu tenho contexto da informação, eu dato, depois eu passo. É difícil memorizar, então é a nota e depois Passa. Isso vai facilitar na hora de você passar, porque você entendeu a história do conjunto do que você >> é, se
eu analisasse aqui com um pouco mais de calma, eu acredito que eu falaria melhor. É porque eu fiquei ansiosa para falar. né? S4, S6. Então tem que trabalhar essa calma na hora de passar. >> E não precisa passar todas que Bloquearam. Isso, gente, porque senão o paciente vai se perder, a pessoa vai se perder, tá? Às vezes uma é mais importante, aquela predominante. Então assim, ó, teve tem uma sensação de perda aqui. É uma sensação de que que você trouxe? Perda. Teve o contexto familiar, tem a questão financeira. >> É, então é muita, tá vendo
que é muita >> aqui? O Vittor perguntou, só um minutinho, Valéria. Ele perguntou assim, ó. Ele identificou com a situação, mas não nessa idade. Pode ser. Quando eu perguntei pro mapa, ele também deu dias, só que eu não quis falar o dias aqui. E aí deu essa faixa etária de 32 a 36, mas deu também nessa semana. Eu ia falar sobre isso. Falar >> eh por que que eu eu tô errada de não ter querido falar? >> Não, não tem errado, não tem certo. Mas qual que é o grande ponto aqui? Eh, primeiro, se a
pessoa tem 31 anos, então quando você passa a data muito mais tardia, tipo, ah, 52 a 55 anos, num grupo de múltipla idade, você tem que alinhar que é quem tem essa idade, porque senão eu vou pensar, mas eu tenho 25 e eu tenho 25, tá gente? Vocês acreditam, né? Óbvio, eu sei. Então, Aham. Então, o fato de eu ter 25, eu não me identifiquei, entendeu? Com 32. E aí vai acontecer isso às vezes. Então, alinha isso primeiro, gente. Parei a brincadeira. Alinha primeiro, tá? A data. E aí às vezes é melhor nesse caso, quando
é data muito assim próxima, eh, o fato de ter uma idade muito tardia, eh, foi, eh, seria interessante se você falasse dois dias atrás por esse motivo, pelo fato da data ser muito Tarde, ser para algumas pessoas só, >> deu três dias essas sensações aqui deu a três dias e nessa dá. E aí, o que que tá faltando aqui? Por que que você não explicou? Porque talvez você não soube explicar essa junção, que é o que a gente tá, que eu trouxe na primeira memória, que é uma questão só de você aprender e falar: "Olha,
gente, eh tem aqui uma memória que tem um marco dos 32 aos 36 anos para quem tem essa Idade, né? Quem já passou nessa idade tem essa memória, mas também tem uma releitura dessa memória." O que que significa releitura? é quando você revivencia uma sensação similar. Então, pode ter uma memória cíclica, uma memória que você tá vivenciando a situação porque alguma coisa aconteceu nesse período e lembrou e trouxe à tona a memória anterior há três dias atrás. Então você pode estar com a sensação há três dias atrás, tanto quanto naquele Período de tal, tal, tal
e tal. Perfeite. >> Valéria, quer falar alguma coisa? Eh, nessa questão que tava falando ainda da sobrevivência, eh, como ela vinha a história da memória, ela tava muito relacionada a essa perda, essa separação, essa questão. Aí a gente pode pegar essa parte da sobrevivência mais do que tá relacionado no escudo, no aspecto emocional, de que ali a sensação do Abandono, de você tá se sentindo excluída, deslocada ou como que um peixe fora d'água >> eh ao invés de e que tudo isso às vezes dependendo da intensidade até pode dar o medo, a vontade de morrer,
né? Mas aí você não precisa ir lá pro medo da morte, mas sim de toda essa sensação e dessa falta de vontade de viver por conta dessas eh sensações da sobrevivência que estão ali ativadas em dentro do contexto da da perda que ela Vinha falando. >> Sim. É, a gente tem a técnica, a gente tem a parte da do conhecimento técnico, né, da nomenclatura, da Seven Healings e tal, e que às vezes a gente leva para sem querer pra sessão. Então, canal, ninguém sabe o que é canal. Quando a gente fala canal, a gente fala:
"Nossa, mas é uma via, é um canal de luz, o que que é". Então é engraçado isso, a gente acaba fazendo essa essa essa Linguagem, o que não necessariamente, gente, é ruim, desde que a gente explique. >> É assim como na bí a gente usa nível, né? >> É, nível, né? E aí vai diferente. >> É, a minha a minha dúvida era só isso, assim, quando você tem essa questão da sobrevivência ali ativo, >> você vai para aspecto emocional que às vezes a pessoa conecta mais do que como Colocou, só que tá ali no canal
ativado aquilo ali, né? Isso. Exato. Vítor quer falar alguma coisa ainda sobre a questão da das datas, porque nós numa memória perguntamos a data predominante não quer dizer que tenha acontecido precisamente ali para todos, não é? Então, por exemplo, eu pus aquele exemplo mesmo para trazer esta questão. Ah, mas eu identifiquei-me aos 25 anos e aqui é só dos 32 aos 36. E eu percebi o exemplo que você deu e até fez Sentido, por exemplo, se tiver isso e depois dois dias atrás podemos focar essa questão dos dois dias atrás, que é provável que possa
apanhar mais gente, >> mas ainda assim não, mas a mim foi só mesmo aos 25 anos. Eh, podemos explicar à pessoa que, lá está, essa questão de ser a data predominante no grupo, mas que ainda assim a pessoa pode se identificar e pode estar presente por ressonância, hh, algo assim do género. >> Sim, sim, pode sim. E nesse caso de data, o que que quando data muito mais paraa frente, tipo 40, que que você pode fazer? o regresso. Então, 10 anos atrás, 5 anos atrás, em vez de você passar uma data >> de idade, você
passa, você começa a contabilizar do dia atual para trás, 5 anos atrás, 10 anos atrás, 12 anos atrás. E aí é mais chance do pessoal se identificar e conseguir trazer anim. >> Pois que é mais geral, porque todos Conseguem andar para trás um pouco. OK. Isso. >> Então, por exemplo, eu nunca vou falar pro paciente, nunca fiz uma sessão coletiva e falei dos 60 ou 63 anos ou dos 50 ou 53, essa faixa etária para é é inexistente na minha sessão. Nem 40. Eu acho que nem 30, talvez 30, algumas eu falei, mas porque tem
esse ponto desse alinhamento da da idade que pode ser num outro período para uma outra pessoa. Por exemplo, o Víor que se identificou com 25. Mas são é só um detalhes, tá gente que a gente tá trazendo aqui que vai somar para vocês. Daí eu vejo o escudo, mas não falo escudo em si, mas sim, o que significa isso é correlaciona. Sim, a Ana, ela tá na prova de bala aqui, né, gente? Então é normal sair palavra que não tem sair mic, sair umas palavras que não tem nada a ver, né? Porque ela tá sendo
testada. Então é natural ela ela trazer algumas coisas que não fazem, mas a Ana sabe que tem que falar mais aspecto emocional. Com certeza, né, Ana? >> Uhum. Sim. >> Maravilha. E aí, você encontra algum algum comando? >> Não. >> Então vamos testar como se fosse um comando. Vamos. Como que >> vamos fingir que essa última teve Comando. >> E aí, como que você conduziria essa essa hora? >> Eh, para liberar essa última memória, eu vou pedir para vocês repetirem comigo uma frase, um comando, tá? Eu vou pedir, pode ser de olhos abertos, quem quiser
fechar os olhos, fique à vontade, tá? Eh, pode falar alto ou mentalmente. Vou pedir para vocês falarem eh os conflitos que eu tive Já foram resolvidos pelo meu corpo e pelo meu cérebro. Peço restauração das partes conjuntas envolvidas aqui e agora. Foi. Liberou. Fiz o mais simples possível porque eu tô nervosa. Mas >> não, você certinho. Eu queria, eu queria ver o gancho que você fez para falar. >> Você falou certinho. >> E aí agora finalizou? >> E agora nós finalizamos. >> Finalmente >> finalizamos. Quero que vocês coloquem aí no chat como que vocês estão
agora após a sessão de 1 a 10. Como que vocês estão finalizando aqui essa sessão? Dor de cabeça, dor. A sessão, ela não tem efeito colateral, então essa dor de cabeça é improcedente. Roberta na sessão. Eu não vou falar isso não. Mas eu eu ia fingir que eu não li dor de cabeça. Eu ia falar cansada, relaxada. Muito bem, dor na cervical. Ah, não, Michele, me ajuda. Eh, >> mas é bom. Como que como que eu conduzo isso, gente? Porque vai acontecer, tá? A única certeza que vocês têm é que vai acontecer. >> É a
dor de cabeça e a dor na cervical. Se eu tiver numa sessão, se hoje fosse minha primeira sessão coletiva, Talvez eu não ia, eu ia fingir que eu não li, >> tá? eu ia fingir que eu não lia, eu ia prosseguir, ela ia concluir. Aí depois, como eu tenho contato da pessoa, >> creio eu, que eu faria um contato, falaria: "Olha, a sessão não tem efeito colateral, talvez eu esteja errado em fazer isso, mas o meu pensamento seria isso, porque aqui eu não ia falar, eu não ia ler." >> Vamos supor que tem um monte
de gente Colocando: "Tô mais ansiosa, tô mais não sei o quê, tô mais tô irritada, tô sei lá". E e gente, aconteceu isso em sessão comigo, tá? E aí chega uma hora que você não tem como não falar porque tá tão aqui. E aí o que que como que eu conduzo uma situação dessa e trazendo para vocês? Eh, gente, eh, como eu falei, não tem efeito colateral. O que que pode acontecer quando a gente finaliza uma sessão de reparação? a, o sintoma que Você já teve, ele pode vir à tona por algum momento. Então, nada
diferente do que você já estava sentindo ou que o seu corpo já tinha para reparar, mas não tem efeito colateral. O que você pode estar sentindo é esse aumento de sintoma que você já tinha. Então, ninguém tá aqui com dor de cabeça do nada, ninguém. A técnica ela não prejudica ninguém. E às vezes eu tô assim um pouco mais rígida porque quando tá a galera bombardeando a situação, Porque vai chegar uma hora que vocês vão ter que falar alguma coisa. Eu já fingi também de de morta, de que eu não vi, porque às vezes a
gente precisa deixar passar e valorizar, mas às vezes é tanta gente que coloca porque a informação elas não sabem, a conhecimento novo e e às vezes elas podem estar sentindo uma dor de cabeça mesmo, só que nunca é do nada. Não é a técnica que gerou isso, então precisa deixar isso claro. >> Sei. >> E aí a maioria vai colocar: "Tô leve, tô nossa, tô ótima". Isso aí. Eu vou vou quero agradecer vocês que estão aqui. A gente fez essa sessão coletiva, vocês conheceram como é a técnica e se vocês quiserem continuar nessa jornada comigo,
essa foi a primeira e eu tenho um plano especial para nós fecharmos mais três meses de acompanhamento. >> Pera aí, quando vocês forem fazer falar De qualquer coisa extra, que que vocês têm que fazer, gente? Sessão finalizada. Agora, ah, >> porque você não pode ser a a terapeuta que e já emendar com qualquer outra coisa que você for falar. Então, gente, sessão foi finalizada agora. Então, isso e agora o que eu vou trazer outra, entende? Você tem que trazer um corte aqui, sempre falar, gente, sessão finalizada no final. Sempre, sempre, Sempre. Sessão finalizada, gente. Muito
obrigada. >> Se você faz um adendo, gente, um adendo aqui. Fale que isso não faz parte da, ó, vou trazer só uma observação à parte aqui. Isso não faz parte da sessão. Por qu, gente? Para as pessoas não acharem que isso é sessão. Eu faço isso quando eu tô com vocês na sessão coletiva de vocês, que às vezes vem informações que vocês são Alunos e eu quero aproveitar também para passar. Mas eu falo, ó, gente, isso não faz parte da sessão. Vou trazer um uma abre uma uma caixinha aqui. Voltamos pra sessão, porque senão vira
lambança. Agora vou fazer e aí não tem meio nem fim e tal. Então, deixe em claro eh esse começo, meio e fim. Então, finalizou, sessão finalizada, aí agora você vai para para onde? Continua aí. Eh, Ana, >> sessão finalizada. E Não quer ir para nada mais não. Eu vou deixar só assim mesmo. Eu vou deixar para vender sessão coletiva numa próxima. >> Não, não, não. Agora que você começou, vai lá. >> Então, vamos lá. >> Aproveita, aproveita. >> É vocês, eh, é, vou vender. Isso mesmo, Giovana. Eh, a sessão tá finalizada. Vocês vão sentir agora
as recomendações após sessão. Tomar água. não a Quantidade, mas sim eh eh a frequência, né? O nosso corpo precisa de hidratação para que ele ative aí a os mecanismos pra gente entrar em processo de autocura, tá? Eu quero convidar vocês agora para continuar nessa jornada de melhora, de autocura, de liberação. E eu fiz um plano especial para vocês que estão aqui, onde hoje foi a primeira, então eu tenho mais três sessões no pra gente fechar um pacote de 4 meses de tratamento. Então, quem sentir aí >> pacote, pacote, essa palavra pro Sen pra gente fechar
um plano terapêutico de quatro sessões. >> Gente, falou pacote, é exclusão de certificado. >> É, pelo amor de Deus, >> perdeu na hora. >> Deleta, >> deleta. Então, nós podemos fechar um plano e vocês podem caminhar comigo aí por mais 4 meses, por mais 90 dias. A cada 30 dias nós teremos Um encontro. Eu vou colocar o link aqui para vocês e quem tiver interesse, eu vou ficar muito feliz em caminhar com vocês durante esses 4 meses. Agradeço a confiança e nos vemos no próximo mês para quem decidir seguir esse caminho. Obrigada. Finalizei. >> Você
não vendeu nenhuma. Se esqueceu de um detalhe. o valor. >> Uhum. Aí, olha as crenças vindo à tona, gente. Eu adoro. >> Olha, >> eu quero vender, mas eu não quero falar o valor porque me dói. É dolorido falar valor. Vai lá, Ana. Ser slide? Sim, pode ser slide. Pode sim. A preparação, gente, para vocês verem que a venda, né, o pit, enfim. Mas a Ana falou uma palavra muito boa e ela conduziu certinho. Eu convido vocês. Esse convido vocês foi perfeito. Então você conduziu muito bem. Só faltou o fechamento do valor mesmo. >> Certo?
Então eu vou fazer essas três sessões por >> ixe, >> R$ 450. >> Aí, ó, qual que foi o problema aqui? A Ana não tinha preparado o valor da sessão. E se você não preparou o valor da sessão e tá tudo bem que a gente tá em teste, mas o que que vai acontecer? O paciente, o cliente vai sentir, vai sentir, >> vai >> claramente. Então, eh, pit de venda, eh, precisa tá tudo muito bem alinhado, porque senão antes você não gera essa, essas objeções, tá? E sim, o a o slide ele facilita a explicação,
ele pode trazer porque o valor acaba sendo a última coisa que a gente fala. Tudo vem antes do valor e sempre gerando o quê? No pit também que a gente traz que eu no mini lançamento algum tipo de benefício, alguma algum alguma percepção de valor aumentada antes do valor. Isso mesmo de forma sutil dá para fazer, tá? Exemplo de forma sutil. Como que a gente faz a ancoragem de valor? e podíamos fazer alusão ao valor da nossa sessão individual E que em grupo sai muito mais em conta para a pessoa. >> Uhum. >> Talvez fosse
um para mostrar valor aqui, talvez isso fosse bom. Perfeito. É uma forma maravilhosa de mostrar. Gente, a minha sessão individual, ela tem valor de X e no grupo a gente vai trazer um valor aqui para vocês que estão aqui. É, e aí você traz a informação do valor, que eu também não preparei esse pit, gente. Não Sei o valor que a Ana vai vender. poderia ser também >> eh você falar, né, de que o valor, esse valor, se você for pensar nele dividido nos 30 dias que você tem entre uma sessão e outra, é seria,
sei lá, R$ 5, R$ 8 apenas que você vai tá investindo para poder fazer esse tratamento mensal. >> Pode, só toma cuidado de não ficar muito aquela coisa. Eu já fiz isso, tá? Mas eu acho que pra sessão não valoriza, porque Vender sessão, vender plano, principalmente individual, é diferente da da de grupo. Mas você pode fazer isso, só tem tomar cuidado para não ficar não desvalorizar e ficar muito, ah, é um cafezinho por dia. Sabe aquelas falas de marketing que a gente, eu já utilizei essa frase, mas assim, ela é péssima, ela é horrível, então
assim fica, eu acho que se vocês querem pegar pessoas eh mais qualificadas, Eu evitaria esse tipo de frase, mas não é errado não, tá, Valéria? Tá, tá dentro. Tudo vai depender do do seu público, tá? Eu já eu já utilizei frases assim. O que outra coisa você >> O que outra coisa você também pode ancorar? Como você pode ancorar também? Além do que o Víor falou do valor da sua sessão. Hoje uma terapia, se você for fazer, Quanto custa uma terapia por mês, esse é o momento de você aproveitar o o grupo, de estar aqui
com a gente, de você ter um momento para se cuidar, um momento para estar aqui, um momento para olhar para você. Então, quanto que daí eu não sei qual que é o valor que a Ana tá trazendo, mas uma um acompanhamento terapêutico, os custos tem o valor muito mais do que isso. Então, a gente tá olhando não só a questão da terapia, mas também da parte Da saúde por trás. Então você tá olhando o seu corpo inteiro, quanto que custaria isso? Quanto custa você continuar com a dor? Quanto e aí você ancora mesmo na no
quanto custa os seus sintomas hoje paraa pessoa? >> Mas isso >> olha, eu quero agradecer e eu finalizei a sessão. Eu vou fechar meu microfone. Muito obrigada >> pela oportunidade >> e eu quero mais feedbacks aí depois. Que Isso, Ana? >> Terminou não. >> O que que é essa fuga? Que que que que é esse conflito? Eu tô sentindo um conflito de venda aqui. Tem, gente, eu só eu só tenho algo para dizer para vocês. Os três últimos passos são os mais importantes. A gente não ia fazer venda, não, tá? Eh, a ideia não era
nem falar Sobre venda hoje, não, não é isso. Mas eu vou trazer esse ponto porque claramente existe resistência. Se vocês fizerem sessão e vocês não tiverem preparando o pit de venda, vocês não vão vender nada. É só essa a verdade que eu sei. Não tem esse negócio de fluir à venda, não tem esse negócio de vai acontecendo. Tudo é preparação, tudo é oferta. Eh, Quando a gente aprende, ah, vou deixar fluindo, é normal quando a gente tá no começo, a gente tem, não tô nem falando com a Ana, não, tá, gente? Tô falando com todos
vocês. Quando a gente tá no começo, a gente ter resistência dessa parte e a gente acreditar que não, eu vou conduzir meu trabalho, eles vão gostar e eles vão fechar. Então eu nem vou falar o valor, não vai precisar e e vou deixar quieto e vai ter gente Aparecendo, gente. Não vai. Nenhuma venda, talvez que você faça, você podia fazer 10. E e o que que qual que é o ponto fazer uma venda ou fazer 10? Que que é venda? Venda é solução pro seu cliente. Então, se isso não tiver dentro da sua mente que
você tá gerando uma solução para seu cliente e na hora de você falar e ofertar a continuidade do seu trabalho, do seu plano, se você não tiver firme nisso e organizada e Planejada, você vai ficar na técnica e não vai fluir, porque esse é um pensamento muito comum de quem está começando na área, começando na área que eu falo nos quatro primeiros anos, a ideia de que as coisas vão vão fluir e que a gente não precisa de organização para ofertar, para promover. Vocês viram no na imersão first place a importância disso? Eu já tive
esse pensamento, só que eu estou há 16, 17 anos na área. E a única coisa que eu sei que médicos, Fisioterapeutas, psicólogos, terapeutas, os que realmente fazem e crescem são os que precisam e os que estudaram o que a gente tá falando aqui, que estão levando a sério como ofertar a sessão. Caso contrário, não vai crescer, não vai ter paciente. E isso, gente, é algo sério. Então, eu trago isso aqui para vocês e eu trago isso dentro da da Seven Healings, porque eu já passei por essa dor, mas vocês que estão no começo, a maioria
que tá no começo, não são todos, Não entenderam isso ainda. Eu não invisto R$ 200.000 R$ 1.000 num mastermind por ano à toa. Então não ache que você tem a fadinha mágica que você vai conseguir vender fazendo fazer o básico que que não vai. Então eu sei claramente quem tá vendendo aqui ou não. Só olhar no Instagram. Não adianta falar que tá vendendo, porque eu sei que não tá. E eu tô aqui para ajudar vocês e não para para quebrar essas crenças. Mas vocês precisam estar abertos para isso, porque é muito mais fácil para mim
e muito mais lucrativo, pensando como instituto, eu ficar só dando teoria prática para vocês, sem essa parte de venda, sem essa parte de crença. Sabe por quê? De venda. Porque eu sei que vocês não querem saber disso. Eu sei que eu tô quebrando uma consciência que vocês não têm ainda. Tô Trazendo consciência que vocês não têm. E é muito mais fácil para mim. Ia ser muito melhor se eu só falasse da parte de conhecimento de verdade. Olha, mas eu sei que quem vai se prejudicar e depois vocês vão buscar isso em outro lugar, em lugar
errado, porque a internet hoje tá cheio de informação que eu sei e eu tô na fonte, eu no marketing digital, então eu entrei lá em 10 anos Atrás, então eu sei o que funciona, o que não funciona. E aí vocês vão gastar dinheiro com agência, com não sei o quezinho e aí vocês vão ficar o quê? sem paciente. Então, não quero que vocês eh e eu sei que muitos aqui, nossa, a Roberta pode ser mercenária, Roberta só pensa em venda. Não, gente, eu entendi que venda faz parte de ser terapeuta. Venda faz parte. Médico que
cresce, Qualquer profissional só consegue depois que aprende essa parte. Então, coloquem isso na mente de vocês de uma vez por todas. Se você quer uma promoção num hospital, você precisa saber vender seu serviço. Se você quer qualquer coisa, você precisa saber se comunicar. Eu acho que aonde a gente tá agora no nível três, tá mais do que claro isso para vocês, eu espero. Então, primeiramente vamos dar uma salva de palmas para Ana Germana. Ana, você conduziu muito bem. Nota 10. Obrigada pela oportunidade. Você fez muito bem, assim, de verdade, eu sei que eu fui bem
minuciosa, mas você arrasou. Você arrasou. A Ana que da, lembra da primeira sessão que a gente fez juntas lá na no presencial e a Ana agora. Maravilha, Ana, você mandou bem. >> Muito obrigada. >> Você tá pronta para fazer o processo? >> Tá bom. Obrigada. Eu vou aprender a vender >> agora. Aprender vender todos nós. Todos vocês. Exatamente. Bom, gente, dúvidas em relação a ao processo agora da sessão, porque eu não quero entrar hoje na parte de venda, tá? que a gente já falou um pouco sobre isso, mas mais essa parte do processo mesmo da
que a Ana fez da condução da sessão. Se vocês tiverem dúvidas sobre Isso, tragam aqui. E a condução da Ana, gente, foi bom mesmo, tá? Não tô falando para agradar ela, não. Foi realmente ela arrasou, tá? Vai lá, Vítor. >> Só aqui uma dúvida, não tanto do método em si, mas para conduzirmos o grupo. Pronto, já claro que num grupo de muita gente e é bom ser só texto no chat, mas num grupo mais intimista ou mais pequeno Pode ser interessante falarmos, como estamos a falar aqui, as pessoas poderem falar ou indicarmos, tentarmos conduzir sempre
só para o texto no chat. Seria interessante as pessoas falarem, você dar uma abertura no final ou no começo ou no final para você, no meio da sessão, você pode perder um pouco a conduta. Então eu recomendo que se se for um grupo menor, ao final você pode abrir para algumas pessoas, igual eu faço às Vezes em dinâmicas. Gente, alguém quer falar como foi a experiência? Alguém quer compartilhar? Você dá palavra pro grupo num grupo menor pode ser interessante sim e não tem problema. Eh, isso acaba reforçando enfim, tirando objeções, dúvidas. É, é bacana. Mas
>> até as pessoas conectam, conectam mais conosco também nesse caso. >> Sim, sim. >> OK. Obrigado. >> E aí também tem a questão que hoje vocês não olham, vocês vão começar a perceber às vezes a questão de levantar a mão, porque você vai ver que vai ter gente que vai, você tá falando, vai falar em cima de você e isso atrapalha o processo, não fica organizado. Então vai, gente, levanta a mão para quem quiser falar e falar de uma forma que você vai organizando, porque senão vira, É fácil virar cada hora uma falando e você
se perder nisso. No começo, gente, eu passava por cada uma, assim, hoje vocês têm consciência porque a gente alinha isso, mas quando você tá num grupo que as pessoas não te conhecem, é um grupo novo, às vezes senhorinhas, é uma falando em cima da outra e aí você perde a condução. Então, só tomar atenção com isso. Valéria, >> não é nenhuma dúvida. Acho foi mais uma Sugestão de de repente a gente no grupo eh montarmos juntos, cada um colocando ali, é pra gente montar tipo um roteiro eh da dessa dessa iniciação da sessão, né? Porque
a técnica em si todo mundo já já manipula bem, mas é ter esse esse roteiro de eh de tópicos do que a gente não pode deixar de falar quando inicia a sessão, quando tá ali, apresentou o que é a Seven Healings e aí depois falar como que vai ser a liberação. eh falar, Eu anotei, né, que vocês eh perguntar quem que vai querer participar eh sobre os três grupos, eh sobre essa questão do eh do efeito colateral, quem não tem efeito colateral, todas essas coisas que a gente tem que falar antes de começar a técnica
propriamente, fazermos um roteiro, porque aí serve de comum para todos, né, pra gente ter ali mais um direcionamento nessa condução inicial do que tem que falar, né? Do que tem, é Necessário ter. >> Sim. O que eu recomendo e eu já falei também para vocês, é reverem o nosso evento anotando como se fosse resumo mesmo, porque vocês vão precisar rever muitas as coisas do que deve, o que não deve fazer. Eh, vocês assistiram no ao vivo e às vezes o ao vivo passa alguma coisa. Então eu recomendo vocês reverem, fazerem anotação, fazer um resumo mesmo,
porque vai fixar mais e nesse resumo Você fazer essa esse passo a passo, porque tem mais detalhe do que eu falei aqui ainda hoje. Quanto mais vocês assistem, mais detalhes vocês pegam. Mas sim, é válido vocês trazerem esse esse roteiro. A única preocupação é que mesmo com esse roteiro, quem não estudou vai ficar perdido. É só esse o ponto. Por isso que eu não quero trazer de mão beijada no nível três esses roteiros que eu faço no nível Da Seven Healings, lá no padrão que tá lá todo o roteirozinho para vocês. Nível três, nível dois,
é sentar, estudar. mão na massa. Resumo vocês fazendo, vocês estudando, porque senão fica até hoje, gente, tem gente da Seven Healings que não sabe fazer a técnica. Então, assim, quando alguém, quem que trouxe aí a Valéria? A todos que sabem fazer? Não, gente, eu sei que não é todos que sabem fazer, porque nem todos praticaram. Então é esse pegar na mão, pegar que tem que fazer, estudar e fazer a prática. Mas o PDF da aula tem muita informação, tem também. Exato. Mas é válido sim. Vocês podem fazer isso de vocês pegarem, enfim, não tem problema
não, tá? Ros, Rosângela, >> Roberta, sobre o que o Víor falou, né, de nós falarmos sobre, porque eu eu vou me atrapalhar quando as pessoas fazerem Igual como sei que a Ana tava em perto, mas eu iria me atrapalhar se toda hora ficasse perguntando. Se nós falássemos logo no início que nós íamos identificar todas as informações e no final quem tivesse alguma dúvida, que perguntasse, deixasse tudo pro final, não seria melhor? Já que falássemos também logo isso no início para que não v assim, olha, não sei o quê, alguma coisa tipo >> eh sobre você
tá dizendo abrir o grupo Para falar? É sim. Tipo assim, logo no início que vamos dar informação sobre a sessão coletiva, nós explicaríamos. >> Ah, eh, é no início que eu falo, é só para eu entendi que você tá, não é no meio da sessão, é no após a explicação. Alguma dúvida, gente? Alguém quer perguntar alguma coisa? É, é só nessa conduta. E aí no final, porque são coisas diferentes, né? No começo da sessão, a abertura do grupo vai ser, Gente, alguma dúvida, alguma observação, alguma questão? Porque às vezes a pessoa tem, >> é, é
uma conexão e seria e seria mais viável dessa forma, né? Pelo menos para mim, >> para mim é muito mais, porque quando eu faço individual eu sempre explico essa parte da forma que você tá falando e sempre no final eu fico aberta para responder tudo que a pessoa quer, entendeu? >> Uhum. Então >> é, não tem certo, não tem errado. É que são momentos diferentes da sessão. >> Eh, no começo é mais para tirar dúvidas da sessão da técnica, se que você pode abrir o grupo e no final mesmo sobre a sessão, como foi a
sessão, o que a pessoa tá sentindo >> isso. E mesmo assim a gente que precisa conduzir, porque você não vai ter uma pessoa no começo da sessão que vai falar Eh vai perguntar coisas que não tem nada a ver. Então você vai sentindo mesmo o grupo que pode atrapalhar muitas vezes dependendo da da pergunta, sei lá. Agora não nada. >> Eu acho eh eu acho que foi isso que a Ana aplicou, porque fazer individual é diferente, né? Quando várias pessoas fazem perguntas ao mesmo tempo. Eu acho que desconecta o que você tá aqui. >> Ah,
não, mas a Ana tá aqui. É porque a gente tá no triulação. >> Eu sei que ela eu sei que ela tá em perte. Eu tô dando como exemplo, >> tipo assim, se nós ficarmos em grupo e e algumas pessoas fazerem o que nós quiseremos com ela, >> eh, a gente, eu acho que a gente >> jamais, jamais vocês não podem permitir um negócio desse numa sessão que vocês estão conduzindo, não, né? >> É por isso que é por isso que é melhor nós falarmos logo o que tu falaste, né, no início, for >> se
surgiu alguma dúvida, aí no final você deixar eu pelo menos comigo, entendeu? No final assim, né? >> Quanto menos quanto mais explicação vocês dão, mais clareza no começo da sessão, menos objeção durante a sessão e mesmo assim pode surgir uma ou outra. E aí você tem que quebrar essas objeções. Uma outra dúvida, no caso que a Ana falou sobre os 32, 36 e depois repercutiu com as duas semanas atrás, nós poderemos falar, tipo assim que Mesmo que você não se identifique, né, com a memória encontrada, você tá sendo trabalhada a nível inconsciente, mas no caso
um tem um paciente no meio com 25 anos, tipo o caso do Vicó mais ou menos. Aí eu posso dizer assim, e você que se que se identificou apenas com as informações, se identificou com as informações encontrada e repercutiu nossa vida há duas semanas atrás, essa formação pode vir sim eh que você tenha sido vivido, tipo, eu posso fazer tipo Um, porque se a pessoa de 25 anos encontrou uma memória de 32, 36, mas houve uma memória recente, né, que repercutiu há duas semanas atrás, Eu posso dizer que a pessoa pode ter se vivido aquele
conflito, aquela memória, sendo que o campo ali, né? Eu posso falar essa caso alguém pergunte como foi perguntado na >> Pode, a gente a gente falou disso. Eh, você é bom você alinhar isso, falar: "Olha, quem tiver menos de idade e ter Identificado, você pode sim eh tá nessa faixa." Então, mas assim, olha só, o que que só a gente tem que tomar cuidado, tá? nessa hora, eh, quando a gente deixa muita imprecisão de no ar, porque daí tudo pode, tem que tomar cuidado com isso também. Então assim, nesse caso da que a Ana achou
a memória dos 32 aos 36, a única coisa que eu traria, olha gente, para quem tem essa idade, eh, tem essa memória, ou dois dias Atrás, três dias atrás, que foi a memória, acho que a Ana não falou, né, por causa da objeção, que ela tava já com bastante coisa na mente. Então, eh, o aí é uma, se uma pessoa colocasse, eu me identifiquei com 25, aí que eu falaria, mas eu não abriria muito o leque, entende? >> Sim, >> porque senão fica muito impreciso a sessão. >> É, caso a pessoa pergunte mesmo, né? Só
É isso que eu tô perguntando para você. Caso >> tá. Obrigada. Mais alguma dúvida, alguma pergunta? Eu queria te dar uma dúvida, uma pergunta, na da aula em si, mas eh sobre os nossos treinamentos. Eh, como o nosso grupo vai ficar fechado três semanas, então nesse período a gente não vai ter como fazer o treinamento, continuar treinando só depois que o instituto abrir o grupo de Novo. >> A gente pode abrir para vocês se vocês forem treinar. A única coisa que vocês têm que tem ciência é que a gente não vai tá lá. Tirando isso,
a gente pode abrir. A gente fechou, mas a gente pode falar com o link, né? Tudo >> isso. Vocês podem treinar sim. A gente pode abrir esse grupo para vocês, porque para vocês treinarem não tem problema. A gente fechou todos os grupos mesmo para Porque nos outros não tem treino assim. A gente sabe que, né, o nível três é diferente, mas a gente pode abrir sim e vocês continuarem treinando lá. Só saibam que eu não vai ter o meu suporte lá de vocês, nem da equipe, tá? >> Tá. A gente já andou pro dia 23.
>> Ah, ótimo. Sim. A gente abre o grupo para vocês. Tranquilo, sem problema. Tá. >> O suporte vai ter alguém? Não, Rô, acabei de falar que não. Não vai ter, gente. A gente vai est a gente vai est >> totalmente >> totalmente. >> É porque o tu falaste de rever, então ontem eu fui ver a aula do nível três e para mim não tá aparecendo nada, só >> Ah, você tá falando do suporte por e-mail? >> Sim, suporte no lá no no na plataforma. Eu tô te perguntando porque como eu quero ficar também estudando essa
época. E lá não tá aparecendo para mim a segunda aula do nível três, só tá aparecendo o primeiro. E aí eu até mandei mensagem lá para ver se eu tenho retorno, porque só aparece o nem essas aulas que nós estamos tendo no nível não tá aparecendo para mim, >> tá? Eh, a só alinhando, então, tá, gente? Eh, o suporte, a equipe não tá trabalhando de segunda-feira até dia 12, não vai ter ninguém no suporte, não vai ter ninguém. Pessoal tá de férias. Nesse caso, R, se você tiver alguma questão, traz eh lá no grupo e
eu tento resolver isso para você, tá? Mas não, não vai ter suporte, não vai ter e-mail, a equipe recesso, tá gente? Recesso como qualquer empresa, não, a gente também precisa descansar, >> tá? >> Eu enviei ontem, né? Vei inclusive duas mensagens ontem para quem >> Ah, então ontem talvez não tenha passado, mas assim eu vou trabalhar um Pouco mais e vai ter alguma pessoa, algumas pessoas da equipe também que tem que finalizar alguns fechamentos. Então, nesse caso, se tiver algum problema de plataforma, a gente consegue resolver ainda. >> Mas só deixando claro mesmo que a
gente não vai est trabalhando nesse período, tá? Vai voltar em janeiro, né, com a equipe também, né? É só é só para que eu fique fique bem. Sim, sim, sim. Mais alguma dúvida, gente? Alguma questão da avaliação? Eu vou explicar no início de janeiro para vocês. Vai ter avaliação prática e teórica, tá? Como a gente já tinha alinhado que vai ser no dia 27. E início, quando a gente voltar eu vou explicar para vocês como vai ser, tá? Como a gente vai fazer, tudo mais. Lembrando que essa será a nossa única, a última aula Antes
da prova. Sim, Valéria. Eh, provavelmente. Tá. Cadê a Valéria? Isso. Sim. A questão da avaliação é, lembrando, a gente não vai fazer nada para vocês reprovarem. O objetivo não é esse, tá longe disso, mas que vocês realmente aproveitem para estudar e, enfim, tirar o máximo de dúvidas e fazer a aplicação. O nosso objetivo e o que a gente quer aqui é que vocês apliquem, é que vocês treinem, é que vocês levem isso adiante. Esse é o nosso objetivo da Avaliação, tá? Para que vocês realmente coloquem a mão na massa. Mais alguma dúvida? Dou-lhe uma, dou-lhe
duas, dou-lhe três. Até quando vocês vão? Essa aula sobe, sobe antes, tudo sobe antes. É que a gente vai, como eu falei, a equipe vai pegar esse sábado e vai na segunda-feira ou na terça antes do Natal vai finalizar as deixar tudo em ordem, tá? Se tiver um e-mail vai responder. A Gente não vai deixar nada pendente antes de entrar, né, gente? Mas eh assim que subir a gente avisa vocês, tá? Beleza, então fechou mais uma vez, Ana, obrigada pela sua participação, tá? E o pit, o pit que eu falei sobre o pit de venda,
o pit do pit de venda, não foi para você, tá, Ana? Deixando bem claro aqui, foi pro grupo, para todos e com o objetivo de vocês o quê? Acordarem para isso, porque uma hora vai acordar na dor no na dor ou no amor. No meu caso foi na dor e eu não espero que seja na dor de vocês também, tá? Então bora fazer acontecer, gente. E quero desejar aqui para vocês que a gente vai, provavelmente não se vê assim, né? Um feliz Natal para todos. Eh, e que todos vocês passem um período agora também de
descanso, de reflexão, descanso, e que vocês tenham um 2026 aí que tá chegando daqui a 10 dias. É 2026. Vocês tm noção disso, gente? Daqui dias, meu Deus. E quando a gente fala, é o ano que vem, gente, piscou já. É, a gente já tá de novo. Vai passar, tá? tá passando muito rápido. Então, quero desejar a todos vocês um feliz Natal, um período de descanso. Quem for viajar, aproveita, descanse, eh, reflita. É um período também de ver histórico o que você fez, o que não deixou de fazer e principalmente de você Trazer clareza do
que você quer pro seu ano 2026. E é o melhor momento a esse. Então a gente vai inclusive fechar para isso, pra gente também trazer esse momento para eu refletir, para eu melhorar cada vez mais como pessoa, vida pessoal, vida profissional e que vocês façam o mesmo aí. E ano que vem estaremos juntos. Com certeza pode contar comigo, com todos nós aqui da equipe, tá? Um grande abraço para todos vocês E bom bom Natal. E a gente vai abrir o grupo lá, tá? Eu vou abrir aqui o grupo para vocês fazerem as trocas eh no
meio do ano. Aí vocês colocam as datas que vocês forem trocar também. E só lembrando mais uma vez que não vai ter equipe lá, que a gente vai fazer isso para vocês nível três, tá? Maravilha, gente. Um grande abraço para todos. Fiquem com Deus e até. Tchau. Tchau.