bom após termos entendido Quais são os elementos que podem ser considerados essenciais para definir um corredor como um corredor de perir abordaremos agora outras categorias e indicadores que são utilizados para uma avaliação mais completa desses corredores indo além do básico as categorias presentes hoje no padrão de qualidade dizem respeito a planejamento do serviços comunicações e interações na relação com os Estações e ônibus tanto a sua infraestrutura como eh a interface entre elas o acesso e a integração e as deduções operacionais Vale frisar que essas categorias e métricas elas também podem ser utilizadas com algumas adaptações
eh na avaliação de sistemas sobre trilhos como corredores de VLT a categoria os planejamento de serviços reúne uma série de quisitos relacionados ao atendimento de desejo de viagem doss passageiros uma forma de aprimorar isso e garantir uma melhor qualidade as métricas avaliadas nessa categoria são se existem ou não múltiplas linhas atendendo o corredor se existe um centro de controle para um planejamento e controle melhor da operação se o perfil de segregação de prioridade de passagem adotado ao longo do Corredor possum uma maior segregação nos fechos de maior demanda garantindo aí uma regularidade maior uma avaliação
sobre os horários de operação se existem outros corredores operacionais atendendo esse corredor ou uma rede de corredores ainda em projeto e uma avaliação sobre os modelos de negócio implementados para esse corredor aqui trazemos em destaque o sistema móvel de BRT de Belo Horizonte que possui uma série de linhas que saem dos bairros e entram no corredor de BRT segregado além de linhas expressas que param somente em determinadas Estações essa série de linhas elas permitem e trazem mais opções então para as pessoas passageiras sobre o acesso e como elas vão chegar a seu destino final em
diversos casos brasileiros a infraestrutura segregada com prioridade de passagem ela é descontinuada justamente onde há a maior ocorrência de congestionamento em geral é na chegada ao centro Esse é o caso deas cidades como Belo Horizonte Recife brasli e Fortaleza perfil da demanda ela avalia exatamente a continuidade do tipo de prioridade de passagem ao longo do Corredor a próxima categoria diz respeito às Estações e os ônibus que são na verdade eh quesitos que trazem maior sustentabilidade a infraestrutura da estação do corredor de PRT e eh ao sistema na verdade também no médio e longo prazo e
a interface entre ônibus e plataforma utilizada para embarque e desembarque nessa categoria temos como métricas as faixas de ultrapassagem nas estações a minimização das emissões de ônibus eh a depender da tecnologia veicular utilizada quanto as estações estão afastadas das das interseções e dos cruzamentos eh se as estações elas são centrais nas vias como é a qualidade do pavimento sobre o qual o veículo passa a distância entre uma estação e outra se as estações elas são amigáveis à pessoa usuária se o corredor possui medidas verdes e de resiliência a quantidade de portas dos ônibus eh se
existem baias de acostamento e sub pontos de parada e se as portas são deslizantes nas estações de BRT com a chegada dos veículos a próxima categoria ela desz respeito às comunicações isso é os quesitos relacionados como o sistema eh publica e informa eh questões relacionadas ao seu serviço planejado à população as métricas relacionadas são consolidação da marca ou seja se a infraestrutura eh os veículos o site toda a parte de comunicação eh visual do sistema ela tem uma identidade única e consolidada as informações aos usuários ou seja como isso é passado para o usuário a
comunicação aos passageiros e a coleta de dados que a gente tem visto é que a identidade visual única no sistema ela tá comumente presente enquanto informações estáticas em tempo real tão mais majoritariamente ausentes desatualizadas ou imprecisas mesmo sistemas complexos não priorizam a informação no lançamento do sistema entretanto nos últimos anos houve diversas melhorias realizadas nesse sentido Principalmente nos sistemas de BRT do Rio de Janeiro e de Belo Horizonte a informação usuário ela é vital para trazer mais confiabilidade ao sistema Entretanto a informação precisa em tempo real é ainda algo raro o BRT de obaba é
um dos melhores exemplos de tempo estimado de chegada com precisão na maioria das vezes as televisões presentes nos terminais e estações não trazem a informação correta do tempo de chegada isso traz maior desconfiança descredibilidade ao sistema a próxima categoria é a categoria de acesso e integração Ou seja todos os quesitos relacionados ao acesso por caminhada ou por bicicleta questões de acessibilidade Universal e de integração com outros modos de transporte as métricas aqui analisadas são acesso Universal integração com outros modos de transporte a segurança Viária e o acesso aos pedestres estacionamento seguro de bicicletas infraestrutura cicloviária
integração com sistemas de bicicleta compartilhadas e questões relacionadas à segurança pessoal e de violência de gênero o acesso e a integração das estações com o entorno ela é o principal calcanhar de Aquiles nos corredores de BRT do Brasil que a gente vê muitas vezes é que essa integração com o entorno ela é muito precária e muitas vezes o projeto de infraestrutura é desenvolvido para para as estações e terminais ela não compreende travessias calçadas no entorno eh infraestrutura cicloviária de acesso Então como as pessoas vão conseguir acessar o sistema e utilizar ele se elas não conseguem
nem chegar até ele o mesmo acontece em algumas vias elevadas que ocasionam aí longas caminhadas eh dos pedestres com baixa segurança condições de caminhabilidade ruins muitas vezes não eh adaptadas eh eh com acesso Universal ao sistema então Isso dificulta muito eh o acesso adequado do passageiro a estação poucos corredores também adotam para ciclos nas entradas das estações como o BRT transcarioca no Rio de Janeiro na maioria dos casos as bicicletas elas são amarradas em Postes em cercas próximas mesmo em Sistemas que já contam com paraciclos deve-se sempre avaliar se há oferta suficiente ou não eh
deve-se partir do pressuposto que toda a estação tenha eh estacionamento ou para ciclos para bicicletas nas entradas das estações seo estimula o acesso ao sistema de diversas formas permitindo Aí eh a complementariedade de acessos bom um corredor ele se destaca bastante que é o caso do BRT mó área Central em Belo Horizonte o m Central ele tem uma característica de projeto muito interessante onde o mesmo corredor tem diferentes tipologias enquanto move eh na Via Expressa ele apresenta ali longas passarelas menor atividade Urbana maior dificuldade de acesso e integração no seu entorno o móv áa Central
Ele tem muito mais acesso direto às Estações eh ciclovias de acesso às Estações maior atividade Urbana iluminação pública áreas verdes isso dá muito mais atratividade ao sistema e permite que as Pessoas sintam muito mais confortáveis eh ao acessar o sistema e utilizar ele por fim entraremos na na categoria na última categoria do padrão de qualidade BRT as deduções de operação são quesitos relacionados à operação verificados a partir do seu início de operação do sistema as métricas utilizadas são a manutenção precária da infraestrutura tanto dos veículos quanto do das estações terminais o nível de superlotação do
sistema Como anda as velocidades comerciais se são baixas ou não a falta de fiscalização da prioridade de passagem como é a distância entre o o o ônibus e a plataforma os longos ciclos de semáforo se existe ou não formação de comboio de ônibus e ausência de confiabilidade no sistema quantas linhas correm em paralelas ao corredor de BRT baixa frequência de pico baixa frequência fora de pico a quantidade de sinistros de pedestres e ciclistas ao longo do corredor e Como se dá a utilização das bicicletas ao longo dele as infraestruturas de BRT Elas têm apresentado uma
série de desafios operacionais desde os seus lançamentos por isso o padrão de qualidade BRT traz com maior ênfase esses aspectos de dedução de operação na maioria dos corredores brasileiros está acontecendo superlotação vandalismo evasão tarifária afetando a viagem eh e a segurança das pessoas usuárias o trabalho dos funcionários e a sustentabilidade financeiro do sistema alguns casos positivos podem ser vistos ao redor do do país eh quando se tem um maior acompanhamento do poder público em relação à operação do sistema em Belo Horizonte por exemplo além do Centro de Controle o poder público controla ativamente a operação
onde foi implantado um projeto de acompanhamento de viagens com a guarda municipal o projeto viagem segura conta com uma série de Guardas que realizam embarque estratégico em linhas de ônibus que circulam pelos corredores com maior índice de roubos Fortaleza é outro exemplo onde eh a cidade concession a manutenção de Estações terminais a uma empresa que aoca funcionários respons para organização de filas e orientação às pessoas usuárias em resumo padrão de qualidade BRT ele é uma ferramenta essencial para permitir uma comparação abrangente entre corredores não somente relacionado ao projeto mas também a operação desses sistemas bom
desta forma chegamos então ao fim da aula um introdução ao conceito de BRT do módulo 2 rede de BRT e ônibus do curso de transporte público nessa aula foi AD de uma forma breve o histórico do sistema de BRT su a evolução ao redor do mundo e no Brasil eh o que caracteriza um corredor como um corredor de BRT a partir dos dados e elementos básicos eh e quais são as categorias e indicadores para avaliação de corredores de BRT com o padrão de qualidade BRT a seguir são Av vontad os materiais de referência que utilizamos
paraa produção dessa aula Esperamos que a aula tenha sido proveitosa