Salve salve viajantes, sejam bem-vindos. Apertem os cintos, pois estamos indo para Vênus. Acho que a gente começou pontualmente pela primeira vez no ano. É, só que atrasado. Só que atrasado, só que pontual no horário normal. Horário normal. Caraca, que honra, né? E olha, o episódio de hoje é muito especial. Minhas parças, faça as honras. Minha Parça, faça as honras. Tô muito feliz hoje porque é um convidado que eu queria há muito tempo. Sou fã desse cara há muito, muitos anos assim, conheço a história dele demais e tô muito honrada dele ter arrumado um tempo na
agenda dele que eu sei que não é fácil, mas ele conseguiu e deu um jeito de estar aqui. Então tô muito feliz de estar aqui hoje com o Rick Chester. E pega a visão. Honra para mim estar aqui. É importantíssimo trabalhos como esse, espaços como esse, que possibilitem informação e conteúdo de verdade e de qualidade para essa gente que carece dessa parada chamada conteúdo. Então, saber que a minha história de sucesso hoje é referência para outros que querem esse resultado e saber que tem esse tipo de espaço para que essas histórias sejam contadores necessários para
que essa gente se potencialize na ponta. Bora Para cima. Incrível. É isso mesmo. E é de fato isso, assim, porque eh eu não sei se você tem alguma noção de onde a sua história já pode ter chegado na vida das pessoas. Assim, é, hoje a gente acaba tendo pelo pelo barulho, né? Mas no início eu não tinha noção que ia chegar nesse lugar. Hoje a gente sabe pelo número de pessoas que acompanham a gente, pela quantidade de pessoas que nos param na rua, pela Quantidade de conteúdo nosso que tá espalhado, pela quantidade de livro que
eu vendi, pela quantidade de palestras que eu faço. Hoje nós temos uma noção quase que exata do peso da nossa mensagem e da importância dessa mensagem, principalmente nesse momento que o nosso mundo atravessa, né? Então hoje nós temos essa noção e aí é melhorar si próprio todos os dias para continuar sendo digno de todo esse olhar dessa Gente, continuar sendo referência para essa galera. Porque é uma gente vai contar sua história todinha do início, mas é muito doido porque você abre live 5 da manhã e tem lá não sei quantas mil pessoas assistindo, fazendo pergunta
e querendo uma dica de alguma coisa. É muito doido isso, né? É muito doido na nossa gente hoje. A rede social ela é uma potência descomunal e essa galera que tá na ponta, essa galera procura o tempo todo Algo que se pareça, que se que seja semelhante à sua história de vida, a sua história de a sua realidade, mas de alguém que tem alcançado algum tipo de resultado diferente, tendo nascido naquela condição. E aí quando surge um Rick, essa galera olha pro Rick e fala: "Cara, esse cara é um cara igual a mim, que chegou
onde eu ainda não cheguei". Sim, esse cara pode falar para mim, eu Preciso ouvir esse cara. Tem alguma coisa no caminho desse cara? Tem algum lugar que esse cara foi, no mesmo caminho que nós estávamos, teve algum lugar que esse cara foi e nós viramos, erramos o caminho, nós precisamos observar esse cara para ver o que ele fez de diferente e tentar trilhar caminhos semelhantes a esses. E aí, por isso, eu acredito que por isso tanta gente nesse país chamado Brasil consegue, sei lá, uma simples live que a gente abre, milhares de pessoas automaticamente estão
ali tentando pegar algum tipo de visão para praticar no seu dia a dia, né? É porque é muito isso que você falou, a gente vê muita história, tava falando isso com a com a Nanz antes de começar, que o doido de assistir você e de te ouvir falando é que quando você fala onde chegou é uma pessoa que a gente sabe de fato de onde saiu e onde chegou. Então você tem Realmente muita força na tua palavra, porque não é alguém que ah que que a gente vê na internet às vezes, né? Meu primeiro milhão
com 18 anos, o pai deu 500.000, né? E aí a pessoa fez fez a outra metade, né? Trabalhando na empresa do pai, sei lá. Mas você então quando você conta a tua história, quem quem tá na outra ponta, como você disse, é isso aí. Olha e fala: "Cara, preciso ver que que tipo de atitude". Às vezes não é nem ó ó copiar, mas é ver que tipo de Pensamento te levou a agir desse dessa forma, né? É, tipo, que tipo de hábito que você teve, que tipo de pensamento, que tipo de postura, que tipo de
fé, como você lida com os problemas quando ele surge, tudo isso são dificuldades que essa galera tem e que falta referências nesse sentido, baseado no lugar que ela tá, que ela saiu, que ela foi criada, naquele tipo de referência. Então, qual a maneira que eu cuidei do dinheiro, como eu cuidei das emoções, Tudo isso, essa gente tem problema, problema de educação financeira, problema de controle emocional. Então, ouvir alguém que veio desse meio falar sobre isso e alcançar resultado falando sobre isso, não sendo apenas uma falácia, sendo alguém que de fato alcançou um resultado muito complexo,
muito difícil de ser alcançado, mas possível porque eu alcancei, essa galera fala: "Cara, eu tenho que trilhar isso". Então, é muita gente com os mesmos Problemas e com poucas referências parecidas com eles para falar das soluções desses mesmos problemas. Você acha que tem muita gente assistindo que fica meio eh sei lá, eu eu queria fazer, mas eu não tenho, não consigo sair, não se consigo dar o primeiro passo, sabe? Tem, porque no Brasil foi contado pra nossa gente que várias coisas não são pra gente, para quem nasceu na minha realidade, né? Ó, isso aqui não
é para Você, isso aqui não é para você, isso aqui não é para você, isso aqui não é para você e isso aqui não é para você. E aí as opções ficaram pouquíssimas demais. É como se tivesse sobrado pra gente mesmo a miséria, o causa, a escassez. O que restou de resíduo na humanidade ficou pra gente. E a galera foi acreditando nisso, o que não era uma verdade. A galera foi acreditando que era verdade e foi deixando de lutar e o Tempo foi passando. E aí a galera ficou meio que, ah, eu acho que não
dá, eu acho que a minha idade chegou e não dá, eu acho que não dá, eu acho que não dá. E foi parando. Uhum. Então, quando essas crenças são quebradas na mente dessa galera, a galera fala: "Eu, por exemplo, comecei a trabalhar porque eu queria comer carne." Me falaram que não era para mim. igual falaram várias outras coisas e eu falei: "Não, eu vou eu vou comer carne". Quando eu determinei que eu ia comer carne, aí eu comecei a trabalhar no sentido de fazer o que falaram que não dava para ser feito e provar que
tinha que ser feito, que dava para ser feito. Isso aos 7 anos de idade. A partir dali, a partir 7 anos de idade, eu não, eu tive a infância roubada pelo trabalho infantil. Isso não é bonito. Uhum. Na minha, na minha no meu caso não tinha Opção, era fazer ou fazer, não tinha outra opção. Já você, você nasceu no Rio? Nasci em Minas. Ah, você nasceu em Vamos, vamos contar essa história então do começo. Você é de São Paulo? Vocês são de São Paulo? Sorocaba. Eu sou de São Paulo. Eu nasci em Minas. Nasci em
Pitangui, interior de Minas Gerais, uma cidade com 25.000 pessoas quando eu nasci. Uhum. E causa da miséria, né? Eu costumo brincar que existe a classe A, B, C, D, E, F, depois o lugar onde eu nasci. E falo isso com muito orgulho, que eu consegui sair de lá. Só que mas é bom sempre lembrar que existe, né? É sempre bom lembrar que existe e realmente existe. Não é uma brincadeira. A galera fala da classe C, é porque não tem noção de quantas classes tem depois da classe C. É complexo a caminhada. E eu sou filho
de um pedreiro e de uma dona de casa. Meu pai, ele baixa escolaridade e minha mãe do lar. Então o que dava para fazer era qualquer coisa que não exigisse muita escolaridade que, por outro lado, quem tivesse disposição conseguia fazer. Em resumo, trabalho braçal, mão de obra barata era o que dava para fazer. Uhum. E nessa nós fomos trabalhar em Carvoeira, onde você faz carvão. E eu já tinha sete. Calma. Do do você nasceu lá e até o sete Ah, tá. Então até o sete meu pai ficava migrando de cidade em cidade. Onde que o
que dava para fazer? Ó, hoje dá para cortar uma lenha de não sei meu pai vai. Amanhã tem uma casa para construir na cidade tal. Meu pai vai. E nessa de meu pai vai leva todo mundo. Que ela parar de pegar as poucas roupas que tinha, colocar dentro do ônibus ou no caminhão e ir mudando de Lugar para lugar porque era onde tinha o trabalho é que dava para ficar. Uhum. que onde tinha um trabalho que você conseguia chegar no dinheiro e automaticamente você conseguia comer. Era correr mesmo da miséria, da fome, da escassez, era
isso. E aí aos 7 anos de idade, trabalhando em uma carvoeira, fazendo carvão. Minha mãe sofre derrame cerebral nessa carvoeira, porque trabalho pesado demais, tinha que encher forno de carvão, tirar forno de carvão, Encher caminhão de carvão, era muito tenso. E os filhos todos pequenos mais velhos nessa época tinha 13 anos, eu tinha sete. Eu sou filho do meio. Aí minha mãe sofreu derrame cerebral. Hum. Hum. Pegaram a minha mãe e levaram pr pra cidade mais próxima dessa cavoeira que era Campina Verde. E chegou lá, o médico falou, meu pai falou: "Olha, não dá nem
para mexer na paciente aqui, porque vocês andaram muito com a paciente com Sangue derramando na cabeça. Se vocês quiserem arriscar levar paraa Uberlândia, leva, porque só em Uberlândia, que era a cidade mais próxima de lá, mas esse mais próximo era mais de 300 km, então era horas de viagem. Aí vai meu pai com a minha mãe e os filhos dentro de um caminão paraa Uberlândia. Chegou em Uberândia, o médico olha para minha mãe, muito pior do que ela chegou em Campina Verde, vira pro meu pai e falou: "Ó, não tem como Fazer nada para essa
paciência, nós vamos até operar". Mas é operar por operar. Você pode chamar os filhos aí para ver a mãe pela última vez, porque dificilmente ela passa dessa cirurgia. E aí meu pai chama os filhos, não para ver a mãe, chama os filhos para uma reunião. Faz uma reunião conosco, fala: "Olha, isso aqui é uma empresa, tá? Nossa família se comporta como se fosse a empresa da Silva. Eu sou o líder, a mãe de vocês é a líder e os filhos são os Liderados". Segundo a medicina, a mãe de vocês não passa, ou seja, uma das
líderes não passa dessa data. Se isso acontecer, o líder vai precisar dos liderados para superar esse momento. Eu posso contar com vocês? Todos falaram: "Pode, pai, pelo exemplo." Meu pai sempre deliderou pelo exemplo. E aí meu pai virou pro médico, falou: "Pode fazer a cirurgia. Já conversei com a minha equipe. O médico não entendeu nada. Aquele cara chamando aqueles os garotos De equipe. Ele deu senso de responsabilidade para vocês ali naquela hora. Ele deu senso. Olha, posso, eu tô tô tô sentindo dor. Se meu pai falando, posso perder a a líder, no caso dele, a
esposa e preciso de vocês aqui. Pode não acontecer, mas se acontecer, precisa de vocês. E aí o médico foi fazer cirurgia, isso em 85, nós estamos em 2022, tem 37 anos que essa cirurgia foi feita. Tem 37 anos que aquela doninha que tá lá em Casa até hoje não passaria daquela mesa de cirurgia. O que o médico não conseguia, a que o médico não sabia é a força do Deus vivo que a gente serve. Quando ele entra na cirurgia, mudou tudo, mudou o cenário. E ali começa a minha história de sucesso, porque ali eu ouvi
pela primeira vez os termos trabalho em equipe, empresa, pensamento empresarial, ter uns aos outros e conhecer a força do Deus vivo que até hoje eu sirva. E Falei: "Com essa soma de fatores aqui, eu faço o que eu quiser na terra. E a partir dali eu voltando para Pitangu porque não tinha emprego, não dava mais para ficar na cavoeira, porque minha mãe ficou dois anos fazendo corativo na cabeça, então não tinha como ficar num cenário onde não tinha poeira, tinha carvão, não dava. Só que chegamos em Pitanguinha, não tinha emprego e aí meu pai tinha
que voltar pro campo para trabalhar. E nessa E ela ela não voltou a trabalhar, não. Ela não voltou porque ela ficou com várias sequelas, apesar de viva, ela ficou com várias sequelas. Aí meu pai tinha que voltar pro campo para trabalhar. Só que ali ele percebeu que a qualquer momento poderia faltar a líder, poderia faltar os líderes. E se e se isso acontecesse, quem ia tocar a empresa? No caso a família da Silva. Aí ele entendeu que a missão de um líder Não era só colocar comida na mesa, era formar sucessores, porque o líder não
tá aí eternamente, uma hora ele vai embora. Então, antes dele viajar, ele sentou a galera e falou: "Olha, anotem essas coisas que eu vou falar com vocês. Identifique o principal dom de vocês e passe o restante dos dias na terra lapidando isso. Busquem conhecimento, joguem em equipe, aprendam sobre venda, plantem e cultivem se vocês querem Colher." Se não plantou, não reclama porque não colheu. Se plantou e não cultivou, não reclama porque não colheu. Se plantou vento, vai colher em cima de vento. Se plantou abacate, vai colher abacate. Você quer plantar, colher alface, não planta abacate.
Planta alface. É o que você plantar e na proporção que você plantar e na proporção que você colher, cultivar, que você vai colher. E se porventura ele saiu para viajar, Falou: "Antes de eu ir, se porventura a mãe de vocês não suportar o pós cirúrgico e se porventura eu também sofrer um derrame cerebral no caminho, o mais preparado de vocês assumam a equipe." Só que o mais preparado tinha 13 anos de idade, era meu irmão mais velho, com 13 anos, que era office boy de pedreiro. É uma maneira leve, né, de não chamar meu irmão
de ser ventão. E ele era o mais preparado porque ele era o único que tinha recurso Financeiro. E a min primeira ótica dele foi pegar os filhos, os irmãos e matricular na escola. Eu cheguei na escola e os meus colega de escola tava falando sobre car. Seu irmão te matriculou na escola? Foi. Caramba. O que era uma responsável. Meu pai sempre nos ensinou. Os mais velhos cuida dos mais novos. Ele era o novo líder ali enquanto ele Era novo líder na ausência do meu pai. Ele era o líder. Aí matriculou geral na escola. No primeiro
dia que eu vou paraa aula, os amiguinhos de escola tava falando de carne, que carne era gostoso, carne era gostoso. E eu não conhecia carne, eu nunca tinha comido aquilo. Quando eu falo que nasci no caos do causo do caos do causo, de fato era caus do causo. Uhum. E aí eu perguntei para eles o que que é Carne? Eles começaram a rir. Eu não aceitei o riso também, mas também não briguei, né? Porque eu tenho líder. Aí eu fui para casa, perguntei pra minha mãe: "Mãe, o que que é carne? Você gatilho da curiosidade?
Eu quero saber o que que é isso". E a minha mãe me falou: "Esquece, não é pra gente". Foi aquela crença limitante de que isso e aquilo não nos pertence. Falei: "Não, mas não vou esquecer de mim. Que que é isso?" Ela me contou o que é. Eu falei: "Por que que a gente não come?" Ela me contou porque a falta de condição. Eu falei ali, por que e o que que eu tenho que fazer se eu quiser comer? Que aí já é protagonismo, né? Ela me falou: "Pom, para car dinheiro, para ter dinheiro você
tem que trabalhar. Só que você só tem 7 anos, ninguém vai te empregar." Eu falei: "Não, então deixa que eu resolvo, eu vou trabalhar". E aí saí e vi um cara vendendo verdura. Perguntei para ele como ele fez para chegar na verdura. Ele Também falou que tinha uma equipe e me contou qual era a distribuição da equipe dele. Aí eu chamei meus irmãos para montar minha minha primeira equipe e fazer nossa primeira horta e colher nosso primeiro alface. E eu fui pra rua para vender alface e com dinheiro em casa, quintal de casa e com
o dinheiro desse alface eu consegui comprar carne. E quando eu consegui comprar carne, eu falei: "Cara, eu determinei que eu ia Comer carne e eu tô comendo carne". Então eu vou ser aquilo que eu determinar. E aí eu comecei a determinar as coisas. Eu calçava kichute, que era o pior calçado da época. E eu determinei que eu queria a conga, que era o melhor calçado depois do que chute. Aí eu comecei a lutar para comprar a conga. Eu era filho do meio, porque eu era, não sou filho do meio. E na realidade que eu nasci
não se comprava roupa para filho do meio. A roupa era comprada pro irmão Mais velho. Depois passava pra irmã e chegava no filho do meio, eu tinha que cuidar da roupa porque ia ter mais dois irmãos que usar a roupa. Eu determinei que eu ia comprar minha roupa nova. E aí comprei minha roupa nova e aí comecei a determinar que eu ia ter minhas coisas. E aí eu fui vendendo mais, vendendo mais, vendendo mais. Pitangu ficou pequeno para mim. Eu fui para para Belo Horizonte, cheguei em Belo Horizonte, Você foi só para Belo Horizonte? Não,
meu pai foi para Belo Horizonte para construir a casa do meu tio na mesma ótica de ir para onde tinha alguma coisa que dava para fazer isso. Já tava na adolescência e eu fui para ajudar meu pai. Só que quando eu cheguei em Belo Horizonte, a veia de trabalhar para mim mesmo, de vender, já tava latente dentro de mim. Eu fui para Foi todos. Não, foi primeiro eu e meu Pai, depois foram os restantes, o restante. E aí eu voltei pra rua para vender, só que eu comecei a vender muito e aí começou a interferir,
trabalhar, estudar, começou a ser no mesmo horário. Eu tinha que escolher um dos dois e escolhi trabalhar. E aí meu pai falou: "Mero, não te entendi. Eu te falei que o conhecimento é que transforma. Você tá abandonando o conhecimento para trabalhar, você vai até conseguir Vender, mas você vai ser um vendedor mediano com o nível de conhecimento que você tem. ter que buscar conhecimento complementar. E aí eu comecei a ler, comecei a comprar livro por minha conta, descobri aquelas lojas liv usado e comecei a comprar livro, comecei a comprar livre, comecei a comprar livro e
aí foi melhorando a minha mentalidade. E aí eu veio aquela crise 2016, 17 e várias coisas aconteceram na minha caminhada. Nessa época eu falei: "Cara, eu vou pro Rio de Janeiro vender alguma coisa lá". Então, na verdade ali quando você tinha, quantos anos você tinha? Quando você foi para Belo Horizonte? Era para Belo Horizonte, 14, 15, mais ou menos. Então você passou a juventude toda lá. Eu passei de de 7 até 15, mais ou menos, eu passei em Pitangui. Antes do sete era migrar de cidade em cidade, onde tinha alguma coisa para fazer. Depois de
15 ainda a gente ainda era um processo de ficar em Belo Horizonte enquanto tinha a casa do meu tio para fazer e voltar para para Pitangui. Ah, ainda ficou nesse É, ainda ficou nesse processo. A partir de 97 é que eu de fato fiquei em Pit em Belo Horizonte. Fiquei de 97 a 2016, 2015, 16. 2016. E aí trabalhei de várias coisas em Belo Horizonte. Eu sempre era aquele cara que fazia o que dava quando dava, até que Houvesse coisas melhores que aquilo para fazer. Eu só não deixava de fazer o que dava. e não
deixava de ler, não deixava buscar conhecimento, porque o meu pai, minha maior referência contra o líder, meu pai. E tudo que meu pai me falava, eu queria fazer, porque meu pai tava me falando que ele era bom para mim, meu pai, a preocupação do meu pai era nossa família, a preocupação dele era faltar ele e eu não ter conhecimento para tocar, para seguir aquele barco. Então, Levava a risco. Então, lia muito, lia muito, lia muito. E seus irmãos estavam já fazendo o quê nessa época? Ah, nessas, nessa altura o meu irmão mais velho já era
pedreiro, que meu pai sempre trabalhou em obra. O meu irmão mais novo também já trabalhava em obra, eu também já era pedreiro. Meu pai sempre ensinou pra gente o que dava para fazer. Então todos faziam, tinha algum tipo de ofício que de fome não morreria Se escolhesse ser trabalhador. Uhum. Mesmo que aquele trabalho fosse pesado para caramba, é é tão digno quanto fazer uma cirurgia. Então todos já estavam trabalhando. As minhas duas irmãs já estavam trabalhando também. A minha irmã mais nova, hoje ela é enfermeira. Nessa época ela tava estudando. Ela hoje ela é auxiliar
de enfermagem. a técnica de enfermagem tá fazendo enfermagem. Ela ainda não é Enfermeira, só uma correção. E o meu e a minha outra irmã é secretária, trabalhando num escola. Todos trabalhando desde essa época todos. Meu pai sempre nos ensinou a trabalhar, apesar de ter nascido e sido criado no Caos da Miséria, sendo, tando morando ou em bairro carente de cidade pequeno ou em periferia de cidade grande. Meu pai não buscou filho em presídio, minhas irmãs não engravidaram na adolescência e todos comem no suó do seu rosto com Dignidade e através da honestidade. E já é
vitória para caramba, considerando o cenário que nós nascemos. Claro, com certeza. Só que quando vi essa crise de 2016 para 2017, aí falei: "Cara, deu para mim nessa cidade, vou para um lugar que eu consiga visualizar outras coisas e aí me mudo pro Rio de Janeiro. Chego no Rio de Janeiro, aquela parada de ver o que que dá para fazer." E aí você tava só nessa nesse momento Você sozinho, só eu. Nessa, nesse Essa foi uma decisão minha. Eu já tinha divorciado em 2000. Eu eu casei com a mãe da minha filha e divorciamos em
2009, eu acho, 2008, 2009. Então, nessa época era só eu mesmo. Depois eu tinha até casado novamente, divorciei e fui, fui embora. Falei, deu para mim essa cidade, eu preciso de respirar outras coisas, eu preciso de ver outras coisas. E eu tinha Muito conhecimento e pouco tava praticando pouco o conhecimento que eu tinha até nessa época. Então, na verdade, você não teve uma oportunidade no Rio, você foi primeiro. Não, eu fui para É, eu sempre tive a ótica do meu pai. Eu vou para um outro lugar. Quando a gente sente que saturou o que foi
feito naquele lugar, deu. Cumpri ali, fechei um ciclo, eu vou para um outro lugar e ver, percebeu o que dá para fazer nesse Outro lugar. Aí eu fui pro Rio, cheguei lá, eu vi que tinha uns vendedores no trem. Eu não fui pra capital do Rio, fui para Piabetá. Não sei se vocês conhecem o Rio, a ponto de saber regionalizar, mais ou menos, mas é a primeira cidade para baixo de Petrópolis. Ali tem Duque de Caxias, Maé, por ali. E aí eu fui para lá, bem longe de Copa Cabana, só que tinha um trem. E
aí eu comecei a vender bala nesse trem E depois fui conhecer o mar e comecei a vender água na praia. E aí de continuar dessa parte da história, desculpa interromper, a gente tem que dar alguns recados pra galera completamente. Exatamente. Então a gente dá esses recados, parou na parte do da de vender água na praia, que é uma parte um turning point aí da história, né? Olha só, se você quiser mandar pergunta, mensagem pro Rick, acessa agora nv99.com.br/venus, Que é a nossa plataforma. Lá a gente tem o limite de 15 mensagens e elas custam entre
100 sparks, ou seja, R$ 10, e 300 sparks, ou seja, R$ 30. Você também pode fazer sua propaganda com a gente no final por 4.000 sparks, ok? É isso. Se você tiver assistindo a gente pela Twitch e tiver uma conta da Amazon, lembra sempre que você pode linkar sua conta da Amazon com a sua conta da Twitch, porque isso te dá um sub grátis por mês e aí você pode ajudar o nosso Canal sem gastar o seu rico dinheirinho. Então linka lá e dá o sub pra gente. Exato. E lembre-se que no dia 7 de
dezembro estaremos com Vênus ao vivo no Clube Barbichas. Você pode estar na plateia, teremos surpresas, shows, convidados. Vai ser muito legal. Os ingressos já estão à venda, então compra logo, tá? O link na descrição. O último ano será o último para sempre. Último. Não sabemos. Sabemos. Então, compra, garanta o seu ingresso que vai Ser muito legal. E temos uma surpresa pro nosso convidado. Vamos ver. Ai, que legal. Ah, que demais. Que demais. Pega a visão. Pega a visão. Que massa. Ficou tudo. Quando eu crescer, crescer igual esse cara. É o nosso emblema do episódio. O
Gigalvão que faz, é o nosso ilustrador aqui. Incrível. Valeu, Gigalvão. Maneiro. Gratidão. Gratidão. Depois manda para mim que eu quero postar. Claro. É seu. É seu. É. Qual que é o código, Dani? Pega a visão. Escol seu difícil. Escolha o seu difícil. Escolho o seu difícil. Boa. Eu adoro essa frase. Então resgata lá. Você tem 24 horas. Boa. Agora sim. A parte de vender água chegamos na água. Pois é. Aí fui vender água na praia, né? Que era o que dava para fazer uma cidade de 40º. Você imagina falou: "Vou vender água na praia". Só
que você descobre quando você chega na praia que 40º não é garantia que você vai vender água, que tudo muda o cenário o tempo todo. Só que ali eu já tinha muita maturidade. Eu costumo brincar que na vida das pessoas, Dos 15 aos 20 anos, o regente na nossa vida é a vontade. Você tem vontade de fazer várias coisas, só que você ainda não tem coragem. Aí dos 20 aos 25, 30, o regente passa a ser a coragem. Você tem coragem de praticar suas vontades, só que você quebra muita cara porque você só tem coragem
de vontade, você não tem muito conhecimento. Então você faz várias coisas que hoje você não faria. Passou dos 30, começa o regente do discernimento. Você continua tendo Coragem, continua tendo vontade, mas você já põe na balança se aquilo compensa ou não compensa. Sim. Então, quando eu fui pra Copacabana, eu já tinha, quando eu fui pro Rio, eu já tava na é na fase do discernimento. Tinha várias coisas que eu tinha vontade, várias coisas que eu tinha coragem, mas a balança do compensa e não compensa, isso é para mim ou não é para mim, é o
momento ou não é o momento, já era mais latente dentro do Rick. E aí eu fui pra praia para fazer o que dava, tendo vontade de trabalhar, tendo coragem de trabalhar e sabendo que aquilo compensava, que era o momento do Rick cuidar do Rick e praticar tudo aquilo que ele tinha buscado de conhecimento durante uma caminhada, durante uma vida toda. Quando eu chego em Copacabana, eu descubro que não dava para vender tanta água assim só porque o sol era 40º. E aí eu começo a lapidar as minhas técnicas de venda e começo a Vender mais
pelo relacionamento do que pela água propriamente dita. A minha intenção era vender água, a minha estratégia era me relacionar para vender água. Então os vendedores vendia muito rápido, andava muito rápido, vendia cantando, gritando água, água, água e eu parando cliente em cliente, trocando ideia. No final de cada ideia daquela eu vendia. No final de algumas daquelas ideias eu vendi. Aí eu descobri que não era tão simples. Descobri que tinha Muito não entre um sim e o outro sim. Nossa, você postou uma coisa um dia que me marcou tanto, eu cheguei até a citar isso aqui,
que você falou, eu não lembro qual era a conta exata, mas você falou assim, eu percebi que para cada água que eu vendia, eu recebia não sei quantos nãos. A conta é o seguinte, essa água aqui, isso chama taxa de conversão e por isso muita gente não consegue avançar, principalmente essa galera que não tem Conhecimento, porque até hoje estão nos contando dentro da escola que o Brasil foi descoberto em 1500, que a Terra tem a forma de uma laranja levemente achatada nos polos com uma pequena elevação no meio. E ninguém fala com essa gente de
negócio, ninguém fala com essa gente de conhecimento, ninguém fala com essa gente de empreendedorismo, ninguém fala com essa gente que dá para fazer outras coisas para além de CLT e concurso público. E por isso essa gente Ainda tá se apegando ao Brasil que foi descoberto em 1500 e ao fato da terra ter a forma de uma laranja levemente jetadas nos polos com uma pequena elevação no meio. Eu descobri outras coisas por minha conta e risco, porque eu fui formado na faculdade da vida. na essa escola formal eu tive que abandonar para colocar comida na mesa.
E quando eu caio na faculdade da vida, ali, eu tive que aprender na tora várias coisas que me possibilitou mudar meu hábito e meu Hábito mudou meu resultado. E essa fórmula é uma que eu aprendi na faculdade da vida e que dificilmente eles iam me ensinar dentro da escola, porque o conhecimento liberta e a estratégia não é nos libertar, a estratégia é nos manter presos para que nós peguemos alguns diplomas e temos a impressão que estamos formados e paramos de buscar conhecimento. E aí nós estamos dentro de uma jaula preso a um canudo que muit
das vezes não garante o seu Sucesso. Com certeza. E eu fui pra faculdade da vida. A faculdade da vida me ensinou isso. Taxa de conversão. O que que é taxa de conversão? É a minha meta vez a vez a quantidade de vezes que eu tenho que oferecer esse produto. Ou seja, água. Eu oferecia 30 água para vender uma. Eu tive que descobrir isso na tória. Que eu com tempo eu comecei a forcer água, água, água tem, não vendia. Tenho que Contar quantos eu tô tomando aqui. Aí comecei a contar e descobri que mais ou menos
a cada 30 águas que eu vendia, que eu oferecia, eu vendia uma. A minha meta era vender 120 garrafas de água. Então são 30, eu multiplico 30 por 120, que vai dar 3600. Como eu tomava 29 nãos a cada 30, eu multiplico 30 por 29, que são 3480 nãos. 120 é a minha meta. 3600 é a quantidade que eu tenho que oferecer e 3480 é a quantidade de não que eu tenho que Ganhar, tá disposto a tomar para tá disposto a tomar para vender 120 garrafas de água. Com o tempo eu descobri que não tem
a ver com quantas águas que eu consigo vender, tem a ver com quantos não eu consigo suportar até que eu consiga vender a minha meta. O mundo dos negócios não tem a ver com quantos sims você se alcança, mas sim com quantos não você se importa. Quem entender que o mundo dos negócios é um jogo de quem Suporta mais nãos, alcança o extraordinário. Quem achar que o mundo dos negócio é um jogo de quem consegue mais sim fica pelo caminho. Quando eu entendi isso, eu entendi minha taxa de convenção e isso me conduziu a resultados
diferenciados porque tava longe de ser extraordinário até o episódio do do gravar o vídeo da água. Até ali eu tinha um resultado diferente dos demais, porque eu já tinha cálculos matemáticos, eu já tinha educação Financeira, eu tinha controle emocional para suportar 29 nãos. Tem gente que começa a vender água na praia, pega a caixa de isopor no primeiro dia, vai todo animado, toma 15 nãos, fala: "Isso não é para mim". E por que que não é para ele? Não é por causa do sol, não é por causa dos nãos, não é por causa do peso
da caixa do isopor, é por causa da falta de controle emocional. Ele pensa que não é para ele. Eu já tinha controle emocional, eu tinha educação financeira, Não conseguia ganhar rio de dinheiro vendendo água, mas eu conseguia ganhar R, R 400 num dia bom, conseguia ganhar um valor desse num domingo, por exemplo, tinha muito sol. Mas na segunda-feira os demais que também conseguiam ganhar um valor desse, já não ia na segunda. Eles se reuniam na segunda para fazer um churrasco, para ir pra casa da piscina, para ir para não sei onde. E na segunda eu
tava lá novamente, porque eu sabia que a concorrência era Menor. Uma uma uma vez que eles não estavam na areia, tinha menos concorrência pra mesma oferta. Eu tava lá na areia vendo. Quando chegava na terça-feira, eu tinha dinheiro que eu ganhei no domingo, dinheiro que eu ganhei na segunda e a possibilidade de ganhar dinheiro na terça. Eles não tinham dinheiro que eles ganharam na no domingo, eles não tinham ganhado nada na segunda e eles não tinham nada para investir para tentar ganhar na terça. Eu Tava anos luz à frente deles. E aquilo começou a formar
em torno do rico uma um diferencial e um instinto de liderança que começou a servir como base pros demais. A galera começou a me perguntar: "Como é que você faz? Como é que você vende? Como é que você consegue esses cálculos, como é que você chegou nessa taxa de conversão? Como é que você conseguiu desenvolver esse controle para suportar tantos nos? Eu comecei a contar para aquela galera e eu descobri que ensinar venda dava mais dinheiro que vender. E aí eu comecei a vender a ideia de de como eu fazia para ter aquele resultado mesmo
que pequeno, mas aquele resultado pequeno era melhor que o resultado dos demais e os demais queriam aquele resultado. Sim. E eu tinha muita tranquilidade para fazer isso até o dia que eu tô lá vendendo água na Praia. Chega um turista, um grupo de turistas, um deles me pede uma água, tinha uma galera junto com ele, eu tô vendendo água para ele e um turista tá reclamando que o Brasil tava em crise, que ele tava indo embora daqui, tentava em outro lugar, mas ele tava falando assim com diminuindo muito o Brasil. E aí eu ouvi aquilo
tudo em um dado momento eu viro para ele e falou: "Ó, meu parceiro, o Brasil não tá nessa crise toda que você tá falando não". Aquele cara levanta, começa a falar pro: "Cara, quem é você para falar de crise?" Você é a crise, você é o retrato dela. Você tá com uma caixa de isopor com 50 kg nas costas, você deve pesar menos que essa caixa. Você é a crise. Acorda, eu rodei o mundo todo. Tô indo embora desse Brasil por causa de ignorância como você. Porque aqui no Brasil tem um cara que vende água,
pensa que pode falar de crise. O cara não sabia com quem ele tava falando. E eu na Minha tranquilidade ali, eu ouvindo aquele cara falar aquilo. Quando ele terminou, agradeci o rapaz que tinha comprado a água, virei para ele, falei: "Meu parceiro, opinião não se discute. Se é a sua, eu tenho que respeitar. Se precisar de uma alguém enquanto tiver por aqui, me chama que eu trago para você. E fui saindo. Só que quando você não responde uma ofensa com outra ofensa, você ganha uma luta sem subir no ringo daquele cara, né? Quando você Responde
uma ofensa com outra ofensa, você se torna ofensor. E eu não consigo ofender. O Deus que eu conheço só me ensinou sobre amor. Eu só consigo amar. Então não subo no ring dele. Eu que determino se eu subo no ring dele ou não. Como não subi, fui saindo, ele não aceitou eu sair, virou pro cara que eu vendi arca e falou: "Esse [ __ ] pensa que pode falar de crise". Eu ouvi ele falando aquilo, falei: "Quer saber? Eu vou falar de crise." O que eu mais Enfrentei na vida foi crise. Não parei por nenhuma
delas. OK. Não alcancei nada que pode ser considerado muito extraordinário. Mas dentro do que eu me proponho a fazer e dentro baseando no cenário que eu saí, eu já tô anos luz melhor do que eu comecei. Vou falar de crise. Aí fui para casa e gravei o vídeo que ficou conhecido como vídeo da caramba. através de um ato de preconceito e um Cara que falou que eu não poderia falar de crise. Eu gravei só por por causa daquele cara. Não era um cara que tava gravando o vídeo para que através daquele vídeo, se algo acontecesse,
você nem sabia o que, não tinha menor noção. Mas a fé que eu tenho hoje, né, baseado na fé que eu tenho, eu penso que naquele dia Deus falou: "Agora chegou a hora da promessa se manifestar na sua vida". É muito doido como às vezes eh a gente se depara Com umas situações de eh sei lá, uma uma ofensa, como você disse, ou eh um momento de raiva. Eu contei aqui outro dia que eu passei por um momento de raiva muito grande esse ano que me deu um start que eu não teria tido sem passar
por aquele momento. E às vezes a gente eh não enxerga que vem desses momentos, é, sei lá, de tapa na cara, de desaforo, de um sei lá, um clique, alguma coisa que Você não sabe para onde vai ter o caminho depois. É, eu costumo dizer que a vida é como se tivesse alguém com uma metralhadora, aquelas metralhadoras que joga bolinha de brinquedo, uma metralhadora te jogando limão. O tempo todo a vida tá te jogando limão, limão, limão, limão, limão, limão. E você fugindo dos limão, que para você limão é amargo, limão não dá isso, limão
não dá aquilo. E eu comecei a pegar esses limão e fazer minhas limonadas dele. Então, Quando você entende a ótica de pegar limão que a vida te dá e fazer limonada, ao invés de reclamar que a vida tá te dando limão, você entende a mágica de se alcançar o extraordinário, que é olhar para onde tá todo mundo olhando e chegar o que ninguém conseguiu ver ali. Eu poderia voar naquele cara porque ele me chamou de [ __ ] que vem de água. Isso é preconceito que não sei o quê, não ia resolver. Falta de control.
Apareceria no jornal à noite. É, eu ia aparecer no jornal à noite e não ia resolver meu problema. O que o que eu fiz com aquilo? Eu fiz daquilo uma oportunidade de mostrar para aquele cara que eu poderia sim ser um [ __ ] que vende água com muito orgulho, inclusive. Isso aí é méd. Mas eu poderia também falar de crise. Eu poderia mostrar para ele que eu, apesar de estar naquele cenário, eu tinha conhecimento para estar ali. E pela Falta, pelo quão ele levantou a voz para tentar diminuir o que eu falei, eu mostrei
para ele que ao invés de levantar a voz, muit das vezes nós usamos é melhorar nossos argumentos. E aí eu tirei o argumento, saí da condição de vendedor e gravei um vídeo com argumento suficiente para mostrar para aquele cara que eu poderia falar do que eu quisesse, inclusive de crise. Que ano foi que você gravou o vídeo? Foi foi dia 28 de março de 2018, Mais precisamente. Caramba, que que virada de vida, né? Então é, então aquele cara que a princípio tentou me diminuir, ele me deu um triplex. Uhum. Ele me deu alguns imóveis em
Belo Horizonte. Ele colocou minha filha uma em uma das escolas mais renomadas da América Latina. Ele me possibilitou ir em todos os continentes do mundo, em todos os capas, Em todos os estados brasileiro. Ele me deu várias capas de revista, ele colocou milhão na minha conta. Aquele cara não sabe o quão ele contribuiu comigo. Se não fosse aquele cara, talvez eu tava lá vendendo água até hoje, sem demérito nenhum, que de vez quando, de vez em quando, quando eu tenho tempo, eu tô lá. Mas graças a um cara que tentou me diminuir e fez isso
com um cara preparado, ele mostrou para mim que o mundo era maior do que a Copa Cabana. Perfeito. Quando, a minha curiosidade, quando você chegou nesse dia para gravar o vídeo, você preparou algum roteiro? Você como é que como é que foi esse momento? Você chegou em casa, botou celular? Porque é muito simples, né? Falar que falar de fazer algo honestamente no Brasil é muito simples. Tem muita coisa que dá para fazer. Não, mas o que eu quero dizer assim, você nunca tinha, você já não tinha gravado vídeos antes? Não, não, não, não tinha gravado
não. Eu já tinha feito um ou outro vídeo. Eu sempre, eu sempre tive muita facilidade em oratória, sempre falei com muita facilidade. Então, fazer vídeo não era algo que para mim seria difícil, mas eu não era um cara que vinha fazendo vídeo para se alguma coisa viralizasse a partir dali. Não, eu nem conhecia esse tempo viralizar. Eu não era desse planeta. Se você pegar a minha página antes do vídeo da água, você até vai ver Um ou outro bem esporádico lá, mas você vai ver lá outras coisas que não tem a ver com o que
eu faço hoje. Você vai ver umas legendas que eu sempre gostei muito de escrever em cima de imagem de vídeo e eu sempre tive facilidade para fazer isso. Você vai até até ver umas legendas fortes, mas uma série de vídeo de pessoa que tava tentando. Não, eu não era esse cara, eu tinha lugar para pagar, eu tinha outras coisas para fazer, eu tava em outro cenário. Minha preocupação era Vender. Você sabe o que foi que fez esse vídeo? Tipo assim, teve algum site, algum portal que publicou, que viralizou ou foi natural? Como é que foi
isso? Não, esse vídeo ele reuniu muito elemento de empreendedorismo, muita coisa de empreendedorismo estava nesse vídeo. Pr só para quem não assistiu, explica pra galera, para quem perdeu esse vídeo, o que o que que tinha no vídeo. Bom, esse vídeo ele falava basicamente Que se você de fato quiser começar um negócio, você não precisa nem fazer empréstimo em banco para ter uma quantidade grande de recurso. Você não precisa abrir mão de muita coisa. Você não precisa mudar muitos hábitos para começar. Se você, por exemplo, tiver alguém que te empresta R$ 10 no máximo, ou se
você tiver R$ 10 no bolso, você compra aí um saco de gelo meio e um pacote de gelo, um fardo de água, coloca nisso e vai para um semáforo, vai pra Praia e vai vender sua água. E depois de vender 12 águas, você tenta fazer com que aquele dinheiro multiplique, sei lá, chegou em R$ 20, tenta fazer aqueles 20, virar 25, vendendo mais água. Depois tenta fazer os 25, virar 30 e tenta fazer os 30, virar 40. Só que eu fui passando isso com a com lógica de início, meu e fim, com o valor que
você aplicava em Copa Cabana naquela época. Tinha uma coisa que você falava no vídeo que você falava assim, eh, a hora que Você pegar o dinheiro, volta a pagar o cara que te emprestou os R$ 10. Isso tudo são elementos importantes no empreendedorist, porque normalmente você hoje você pede um empréstimo, sei lá, eu vou pedir um empréstimo no banco X para eu começar meu negócio, aí o banco X me empresta o dinheiro para eu começar o meu negócio. Aí eu começo a ganhar dinheiro com o meu negócio, só que aí me dá vontade de trocar
de carro. Só que aí eu tô devendo O banco X. Aí eu falo: "Não, o banco X tá com dinheiro. Quando der, eu pago o banco, eu vou trocar de carro". Só que quando eu compro no seu negócio e não te pago, você me chama de caloteiro. O problema é que você comprou um carro com dinheiro que você deveria pagar o banco. Então, para você pagar o banco não é necessário, mas se eu não te pagar, eu sou caloteiro. Então, voltar lá e pagar o banco ou voltar lá e pagar pagar aquele maluco Que te
emprestou R$ 10 é tão importante quanto comprar o seu carro. Sim. Mas a galera não consegue fazer isso. Então aquele vídeo reuniu tudo isso, princípios básicos e eu finalizei aquele vídeo com uma provocação, né? Falei: "Ó, se depois de saber que dá para fazer, depois de voltar lá e pagar R$ 10, depois disso tudo, se você não começar, aí não ven a mim falar que o meu país tá em crise não, porque a crise maior tá dentro de você." E finalizei Falando, pega a visão. E aí aquilo foi espalhando, espalhando, espalhando. A galera começou a
marcar o Flávio Augusto, Flávio Augusto da Silva. E o Flávio chegou, esse vídeo chegou pro Flávio e o Flávio resolveu postar esse vídeo. E aí esse vídeo ganhou uma conotação absurda, né, que foi postado na página Geração de Valor. E aí muita gente começou a me procurar e dali para lá vieram outros vídeos e as coisas foram fluindo. No início daquele vídeo Foi bem complexo porque a galera falou: "Tem que esperar, vocês estão jogando esse cara muito em cima. Pode ser um cantor de uma música só que não sei o quê". Eu não tinha nada
para provar para ninguém. Não precisava provar nada para ninguém. Eu tava 40 anos comendo carne, 37 anos eu tava comendo carne, 33 comendo carne. Então não tinha nada para provar que eu só queria comer carne. Só que eu fiz um vídeo com o início meio e fim, com muitos elementos. E o que levou Aquele vídeo a a ser um vídeo que hoje a galera fala que é um vídeo histórico, que é um vídeo lendário, que não sei o quê, foi a identidade. Era muita gente igual o Rick. Eu era como se naquele momento que o
país estava muito machucado, um cara se levantou no meio daquele daquela quantidade de gente machucada, um cara também machucado com visíveis marcas no seu corpo de de tanto que ele lutou. Esse cara se levanta e dá um tapa na mesa. Aquele vídeo foi um Tapa na mesa. Aquilo não foi necessariamente um vídeo. E quando eu dou esse tapa na mesa, todo mundo olha para mim. Aí ia tá preparado pro que vem depois do tapa, né? Quando você chama atenção, a galera te olha, você tem que segurar o rojão. Então, quando eu dou aquele tapa e
gravo um segundo vídeo e um terceiro vídeo, um quarto vídeo, um quinto vídeo, a galera falou: "Cara, esse cara ele tá muito mais preparado do que vocês imaginaram Naquele vídeo." E aí dali para ali, passa um tempo, vem um convite de Harvard, aí muda pro cenário porque Harvard te convida e aí eu volto assim no contrato com Santander e aí eu vou na primeira entrevista do Danilo Gentilho e aí é verdade, teve o lance do Santandé, não lembrava disso. É verdade. Eu lembro quando aconteceu isso. Pois é, eu voltei de Ravd e assinei um contrato
com Santandé e um contrato Muito relevante. Eu aí eu fui pro horário nobre em todos esses canais de televisão do país. Meu rosto foi para hot dog. Uhum. relógio de de metrô aí. Aí aí a coisa tomou uma outra dimensão. Aí foi capa da primeira revista, da segunda, aí depois fui convidado para ir para Paris, pro Japão, para Portugal. Aí quando eu vi a coisa já tinha fluído e a responsabilidade vai aumentando, né? E aí mais pessoas foram acompanhando Porque a galera olhava falava: "Cara, esse cara é um dos nossos, esse cara é um dos
nossos, esse cara é um dos nossos. Esse cara é um dos nossos e é muita gente vendo esse cara como um dos deles. E aí eu chego nesse lugar que eu tô hoje. Mas a luta começou aos 7 anos de idade e o motivo do vídeo foi um ato preconceito na areia de Copa Cabana. Eu não saí de casa pensando em gravar vídeo. Eu e nem vinha gravando vídeo e nem comecei a Trabalhar por conta através daquele vídeo que eu não falo nem empreendendo, não. Eu falo trabalhar por conta porque eu sou de outra geração.
A minha geração falava trabalhar por conta. Por conta. Uhum. Empreender para mim é o é o filho do trabalhar por conta, é a evolução do trabalhar por conta. Cara, que doido de você pensar que você podia ter chegado aquele dia em casa e só ter ido dormir como mais um dia comum se não tivesse acontecido aquilo. É exatamente. Eu poderia ou eu poderia só chorar aquela dor. É. É porque é muito caótico você ter que viver num país missigenado igual o Brasil e ter que ver que ainda depois de tantos anos que esse país foi
descoberto ou foi invadido, ainda tem pessoas que acham que tem uma raça pura aqui e viram para você com ato de preconceito. Só que é mais caótico ainda se a pessoa que ouviu Esse ato de preconceito não se preparar para isso. Então eu tava muito preparado quando o cara me falou aquilo e eu fiz daquilo uma limonada e não fui dormir apenas. Uhum. Só que eu não tinha noção, né, que o vídeo ia não tinha. Para mim, na minha mente eu ia gravar aquele vídeo, é que ele ia chegar naquele cara. Na minha mente era
isso. E baseado na fé que eu tenho, eu penso que naquele dia Deus determinou que minha promessa se Manifestaria ali naquele dia, porque falou: "Agora eu te tiro dessa areia". Só precisava de um fato porque você não ia sair daqui por sua conta riscva de alguma coisa para te tirar daqui. Sim. E aquele vídeo me tirou daquela areia. Quando vem o livro, os livros na realidade, o primeiro, o primeiro, quando vem o Flávio? O Flávio, o Flávio é um cara muito pé no chão, né? O Flávio nunca me Prometeu nada exorbitante. Conheço igual meu pai
e o Flávio nunca nem vi de tão pé no chão que eles têm. E ele nunca me prometeu nada exorbitante. Falou: "Cara, não tô te prometendo nada não, mas tem algumas coisas que dá pra gente fazer junto. Você topa? Uma delas é escrever um livro." Eu pensei: "Pô, os cara pirou, né? Eu vendo água, cara". Mas top. E aí comecei a rabiscar sobre a minha história. E aí o Flávio, ele é sócio da Buzz Editora, Que é a editora que lançou os livros dele, inclusive. Uhum. E aí eu assinei um contrato com eles e começamos
a rabiscar e lançamos o primeiro livro. Eu lembro quando eu lancei o livro, eu vi aquele selo de bestell na capa, né? Eu achava aquele bonito para caramba. É igual a questão da carne. Falei: "Que que tem que ter para ter esse selo na capa?" Igual igual a pergunta que eu fiz pra minha mãe. Como é que eu tenho que fazer para comer carne? E o Anderson Cavalcante, que é o editor da B, falou comigo: "Esquece". Falei: "Não esqueço não, tá maluco? Carne, eu não esqueci, eu quero saber". Falou: "Não, para vender, para colocar esse
co na capa, tem que vender 30.000 cópias. É difícil demais, porque 30.000 é incontestável, mas no Brasil vender 30.000 copias é muito difícil". Falei: "Tá beleza". E aí o vídeo vendeu, o livro vendeu 5, 10, 15, 20, 25, 30.000 Copos. Aí vendeu 50, 100, 200, 300. El seri o segundo que vendeu, vendeu, vendeu. Hoje passaram de 5 milhões de cópia dos dois. Meu Deus, caramba. E por falar em livro, eu trouxe o terceiro para você. Ah, dentro da caixa de isopô, porque eu não sou maluco. Você sempre anda com a caixa de isopor. Ah, essa
caixa aqui é de onde eu venho, Né? Essa caixa é meu. Você leva pra palestra? Essa caixa foi em todos os continentes do mundo, em todos os estados brasileiros. Foi capa de revista. Mesma ainda não. Essa é uma réplica da minha caixa original que tá na minha casa. Porque falar assim: "Meu Deus, que marca é essa caixa?" A minha tá no vidro. Ah, minha caixa para mim é você tá louco. Mas essa caixa simboliza que eu sei de onde eu venho. Eu acredito muito que não importa para onde eu vá, só me importa de onde
eu vho. Os desafios que vão vir pela frente, seja eles quais for, eu vou encarar. Mas eu tenho que ter a ombridade de poder voltar por onde eu passei e ser reconhecido nesses lugares. Então eu nunca vou jogar essa caixa fora. E é é um exercício interessante também, porque quando a gente se compara Com a gente mesmo do passado, porque a gente sempre tá, a gente todo mundo, né, humano, a gente é humano e é fáho como humano, mas a gente sempre tende a buscar e OK, é saudável essa ambição saudável, OK, mas a gente
sempre fica olhando, né, e quando a gente se compara com a gente mesmo, a gente falou disso aqui, né, que a gente olha o que a gente tava há um ano, olha onde a gente tava há dois anos, olha onde eu tava há 3 anos, eh, o, olha, olha o quanto Já Mudou. É muito saudável olhar pra frente, mas é muito importante olhar também e sempre lembrar, né, o caminho. A nossa referência da nossa própria história é muito melhor do que você olhar para outras pessoas, porque senão você vai falar assim: "Eu, por exemplo, ah,
fulano, olha onde fulano de tal tá e onde eu tô, eu sou ninguém". Mas não é porque você tá comparando o seu degrau, seu quinto degrau com centésimo degrau do outro cara, você não vai entender. Mas se você olhar para você ontem, você vai ver que você tá cresceu. E uma outra coisa que a gente faz é comparar o palco do outro com o nosso bastidor. Pois é. Então, né? Porque de você conhece a luta, do outro você só vê o que ele posta, o que ele conta. Exatamente. Então aí você fala assim: "Pô, para
ele é tudo tão fácil." Ó lá, ele posta foto, palestra cheia, posta foto, show, posta Foto, publ. Tá lá. É, mas não vê o rala, né? Não, não vê o rala. Ontem, por exemplo, eu tava em Belo Horizonte 16 horas em Goiânia 19 horas para fazer palestra. Tava num palco Belo Horizonte, descendo um palco de 16:19 eu tava pousando em Goiânia para subir no palco às 20. Eu fui pro hotel quase meianoite, acordei 4 horas da manhã para pousar aqui de manhã para trabalhar. Eu saio daqui, vou pro Rio hoje e amanhã vou Para Belo
Horizonte. Fico em Belo Horizonte até domingo. Uhum. até sábado, depois vou para Recife, aí depois volto pro Rio para dormir, aí vou para Salvador. De Salvador vou paraa Minas para Três Maria. De Três Maria eu vou para Ipatingue. Essa vida. Essa galera não vê essa parte. A galera vê um post com 1000 comentários, a galera vê uma publicidade do Santandé, Na verdade a galera vê o que ela quer ver. Ela sabe que existe um bastidor, mas ela olha pro troféu e fala: "Caraca, é que tem uma coisa, Rique, que eu tenho a impressão que assim,
se a pessoa eh afirmar para ela mesma que existe o trabalho, tirar a parte da mágica, porque se é mágica, ela não controla o trabalho, ela controla. Então, se ela admite para ela mesma que isso é possível com o trabalho, ela não tem justificativa para ela. Se ela Acreditar, ainda que seja uma ilusão, mas se ela olha e fala assim: "Ah, mas que sorte, né, que ele teve". Nossa, olha, você viu como as coisas acontecem na vida da Cris? Nossa, olha como é tudo é fácil. Se ela acreditar que é mágica, ela tem uma desculpa
para não fazer, porque é mágica ela não controla. É, se ela se ela eh interiorizar que é trabalho, acabou a desculpa dela. Então é mais fácil acreditar que é mágica, porque daí não preciso, não Preciso me esforçar. No Brasil nós temos uma galera que por algum motivo, eu costumo dizer que a maneira mais nítida de você escancarar a sua falta de realização pessoal é tentando diminuir o mérito de outra pessoa que conseguiu pelo trabalho honesto, seja lá o que essa pessoa faz. Sim. Então, vez ou outra você vai ver alguém chamar de sorte, você vai
ver alguém chamar de um em 1 milhão. Ah, a crise é Um em 1 milhão. Você vai ver alguém lincar a qualquer um outro elemento que não seja o trabalho duro para justificar o fato de você ou do Rick ou de qualquer um outro ter chegado. Com certeza. E aí é a desculpa que você tá falando. Se ela linkar o trabalho, ela fala: "Se foi trabalhando que a crise conseguiu, então eu vou trabalhar também. Vou Tentar conseguir. Foi trabalhando que o Rick conseguiu, então vou trabalhar também. Eu vou tentar conseguir. Mas eles não lincam. Eles,
a maneira dele cancarar a sua insatisfação é tentando diminuir o seu resultado. Sim. A, a Mon Jacoin veio no Flow outro dia e teve um corte dela rolando que ela fala que ela tava numa reunião com os caras e tinha um uma um pessoal do prêmio Nobel lá. E aí ela tava Perguntando que ela falou assim: "Ah, porque no Brasil não tem? Por que que, né, tanto, tanto tanta coisa legal e tal, nunca tem." E aí o cara meio que desconversa e sai, né? E aí daí a pouco o cara volta e fala: "Ah, você
perguntou por então eu vou te falar por quê". Eh, aliás, eu que eu falei que foi a M jacó, não, não tenho certeza agora se foi ela, porque eu vi um corte dela outro dia, mas agora me falhou a memória se foi com ela mesmo. Mas alguém contou isso, Depois eu vou lembrar quem foi. E aí a pessoa fala assim que é, depois a pessoa volta e fala para ela: "Você perguntou por que, então eu vou te contar. Toda vez que um brasileiro chega perto de ganhar, os próprios brasileiros começam a criticar essa pessoa, começa
a botar para baixo, a minimizar o trabalho, falar: "Mas não é não é lá aquelas coisas também, é, sabe? Começa a jogar porque se eu não Posso, então eu vou jogaria no outro, porque daí a gente limita aqui embaixo e ninguém fica com inveja de ninguém. É, a inveja nasce na intimidade, né? Costumo dizer isso. Se você fizer um custo de manicure e tiver uma família grande, quase ninguém da sua família vai fazer unha com você. É verdade. Se você for barbeiro e tiver uma tropa do futebol grande, quase ninguém do seu futebol vai cortar
o cabelo com você. Se você for confeiteira e tiver muitas Amigas, quase nenhuma das suas amigas vai comprar bolo na sua mão, porque a ideia é: "Eu quero te ver bem. Desde que te ver bem não significa te ver melhor do que eu." E isso já por si só impede que essa galera torça por você, admire seu trabalho, compartilhe o seu trabalho, comente o seu trabalho, curta o seu trabalho e de lá comprar na sua mão. Sim. Sim, Por causa de um negócio chamado inveja. E essa inveja nada mais é do que outra maneira de
escancarar a falta de resultado na sua própria vida, a falta de lapidação dos seus próprios dons e a sua própria falta de luta para alcançar o seu extraordinário ao invés de impedindo que outras pessoas alcancem o extraordinário delas baseado ou ancorado num negócio chamado inveja. E aí é muito doido isso, né? É muito doido, Mas é típico da nossa gente e consegue estourar as bolhas quem entende rápido que é isso mesmo. E quando você entende que é isso mesmo, você começa a voar para conhecer novas pessoas todos os dias. Você já não se ancora mais
a sua família que é grande, a tropa do seu futebol, as suas amigas, você já vai para uma rede social, você quer conhecer a pessoa do outro estado, do outro país, da outra cidade, você já tem coragem, Até mostrar o seu trabalho em outros lugares, né? Exatamente. Você já tem coragem de ir para um outro bairro, você tem coragem de sair, porque a princípio você fala: "Vou abrir uma hamburgueria na garagem da minha casa, porque aí eu não pago o aluguel". Só que na sua rua ninguém vai comprar porque é na garagem da sua casa
é você. Se você tivesse pagando lugarel dois bairros depois, ninguém te conhecia, ninguém te invejava, você Conseguia vender o muro. Então a galera nunca, os águias entende que tem asa e as é para voar, então a gente consegue entender de outra maneira. Mas enfim, eu peguei a caixa para te mostrar e Ah, é verdade. O livro pesquisa para mim, Nobel, no Flow, só para eu falar que certo quem foi a pessoa. Tem dois livros que eu não tiro dessa caixa aqui, Cris. O primeiro é esse aqui, né? Esse manual aqui, eu chamo de manual. Sem
esse aqui eu não saio nem de casa. Eu não saio sem a caixa e sem o manual. Sem isso eu não sai. Sem água eu saio porque eu compro na rua. E esse aqui é o terceiro livro que trouxe para vocês. Escolha o seu edifício. Escolha o seu edifício. São as 10 regras básicas de Rick Chess para se alcançar o extraordinário. Então é é a prova. Em resumo, é a prova Que dá para fazer. Tem como fazer. É difícil para caramba, mas você escolhe qual que é o difícil que você quer escolher. Você quer escolher
a dificuldade de morrer ancorado na mediocridade ou você vai escolher a dificuldade de alcançar o seu extraordinário? Eu escolhi a dificuldade de tentar alcançar os meus extraordinários. O meu extraordinário, a princípio, era só comer um pedacinho de carne, só que depois eu descobri que Dava para fazer mais do que isso. E aí eu cansei o difícil de querer comprar cong e o difícil de querer comprar roupa nova e o difícil de querer não mais dormir no chão. E de tanto escolher os meus difíceis, acabou virando livro. Eu só trouxe para vocês. Espero que vocês gostem.
Obrigada. Olha, é muito legal. Incrível. É, é a prova de que dá para fazer, mesmo não sendo fácil, dá para fazer. Uhum. E dando para fazer, você não pode se dar ao luxe de no mínimo, não tentar fazer. Eh, eu vi a frase aqui, eu ia te perguntar uma coisa e lembrei agora dentro dessa frase. O verde rosa é mangueira? Sim, eu sou diretor de comunicação. Não, perdão, eu não sou mais diretor de comunicação, agora eu sou diretor e embaixador da mangueira. É porque a minha mãe ama a mangueira. E Aí em 2017 teve o
samba, como era o nome? Meu Deus, agora eu sei cantar a letra toda, mas não vou lembrar o nome agora que fala: "Nascido e criado para vencer demanda". E eu li isso aqui que tá a sua frase tá aqui, né? Nasci para fazer tudo aquilo que um dia disseram que eu não iria conseguir. E eu amo essa frase desse samba da Mangueira que é nascido e criado para vencer demanda, que é bem isso mesmo, né? Que assim, É bem a cara da nossa gente, do nosso Brasil, né? Porque se você não lutar, a luta que
tem que ser lutada, você pede para você. Então você tem que ser nascido para vencer. E e respondendo sua pergunta sobre Mangueira, eu desfilo na Mangueira desde sempre. Hoje eu faço parte da ala de passço da Mangueira, sou diretor embaixador da Mangueira e para mim é uma honra imensa ser parte daquele lugar e daquela gente. E quando eu vendi a água na praia, eu Para para me diferenciar dos demais, por eu ser desse lugar e para me diferenciar dos demais, eu fitei a minha caixa, coloquei essa fita verde rosa na caixa toda para que a
galera conseguisse olhar de longe e saber quem eu era e de onde eu era. É identidade visual, né? Eu dei uma, eu dei um rosto pro meu negócio, mesmo estando na areia de uma praia. E aí é essa caixa aqui simboliza não apenas a areia de Copacabana, a luta de Copa Cabana, mas também a minha Comunidade, meu povo e o meu lugar, Morro de Mangueira. Muito legal. Mas aí é é esse esse samba ganhou, foi o melhor samba enredo de 2017. Foi, foi, foi. É lindo demais esse samba. É, eu fui lá na bom, provavelmente
tive passando, nem sabia. Eu fui porque eh foi o ano que a Portela ganhou. Sim. E tinha muitos anos que não ganhava. Falei: "Não, eu quero ir lá ver." A gente foi no desfile das campeãs sim. Falei: "Cara, eu quero ver essa a eu quero ver o desfile da Portela Campeã tem muitos anos". E aí eu fui e a minha mãe apaixonadíssima Pela Mangueira falando: "Mas o samba é é a mangueira que vai ganhar, porque esse samba tá muito lindo". E de fato ganhou porque era muito especial mesmo. Esse Tem que levar sua mangueira. Dia
que você quiser me fala. Nossa. Nossa, ela não fala isso que ela tá vendo ao vivo. Ela vai pirar lá em casa. A senhora tem que ir no morro de mangueira. Tá o dia que senora quiser ir se sinta sinta-se convidada. Mangueira é uma mãe. A gente costuma falar que Mangueira é uma mãe. A Mangueira vai falar agora em em 2018, em 2022, das Áfricas que a Bahia tem. Eh, o morro de Mangueira é um celeiro de potências em todas as áreas. Nós temos uma escola de samba linda. Escola de samba essa que não faz
apenas um carnaval para desfilar na avenida, mas é uma escola de vida. É uma quadra aberta o dia todo, cheio de projeto social, projeto cultural, que possibilita várias coisas pro povo daquele lugar. Tem centenas de jovens do Morro de Mangueira que conheceram vários países do mundo por ser ritmista, por ser passista, por ser aderecista, Por ser mestre de bateria dentro daquele lugar. A Mangueira possibilita o tempo todo pra juventude daquele lugar e mostra caminhos, outras opções pra juventude daquele lugar. Legal. Então, quando a galera olha pro carnaval e pensa que o carnaval é aquele produto
que se passa nessa pocaí durante uma hora e pouco, é porque não sabe o mar de possibilidades e quantas vidas são salvas através dessa cultura. Então, deixo aqui a minha minha meu meu pedido A essa gente, estudem mais sobre os bastidores do carnaval para que vocês entendam o quão esse boa essa cultura salva vidas. Você você mora lá perto ainda? Moro perto lá. Mangueira é o meu lugar. Sim, você consegue ainda tá próximo das pessoas ali? Consigo. Primeiro sou diretor, né? Hoje A a presidente da Mangueira é a Guanaíra, é da nossa comunidade, uma mulher
guerreira histórica naquele lugar e ela fez uma direção de pessoas daquele lugar. E a minha filha participa de projetos na da Mangueira. Hoje a minha filha faz parte do projeto de Messal Porta Bandeira da Mangueira, Mateus Oliveira. Eh, o projeto, inclusive, eu sou um dos patrocinadores do projeto, como passista, eu estou lá sempre. E eu não Sou apenas passção Pira de Mangueira, eu sou um parceiro também da ala de passção Pimeira de Mangueira. E sempre que dá, eu estou dentro da quadra, corto o meu cabelo no morro de Mangueira, porque é a minha maneira de
mostrar para aquela gente. Eu sei onde eu estou, mas eu não esqueci dos dos meus. Pablo, que é o barbeiro lá da Mangueira, que corta meu cabelo quando eu estou no Rio, né? Porque quando eu tô em Belo Horizonte, quem Corta é o PH, que é também barbeiro de comunidade. E sempre que dá eu tô lá na Mangueira. Amanhã mesmo tem ensaio no Mangira. Amanhã não, dia 27 tem ensaio na Mangueira. Não sei se eu vou, não vou est, vou estar em Recife, né, Chad? Vamos estar em Recife, mas dia 27 já começa os ensaios
de rua da Mangueira. E perder o lasço aquele lugar seria para mim um uma perda inenarrável, porque muita é muito difícil alcançar extraordinário, mas é muito fácil você Alcançar o extraordinário e esquecer de onde você veio. E teve um dia que eu cheguei na Mangueira para uma apresentação, quando eu tava entrando na quadra, um garoto virou para mim e falou assim: "Iric, quando eu crescer, eu quero ser igual a você". E aí eu percebi o grau de responsabilidade que que eu carregava comigo. Eu pensei: "Cara, eu preciso fazer alguma coisa por essa gente". E aí
eu comecei a ser parceiro do Projeto MAL Porta Mandeira e parceiro de várias outras ações. Tem um projeto da Evelyn B. Você tem que trazer Evelyn que Rain de bateria da Mangueira. Mulher incrível com história fantástica, que cresceu naquela comunidade que hoje é rainha de bateria, que tem um projeto chamado semente de rainha que você tem que conhecer, você tem que ver a fibra dessa mulher chamada Evely em Basso. Absurdo. Então é o projeto dela é outro projeto que sempre que dá e sempre. A gente tem a diretora da escola de samba junto com a
legal a presidente, né? presidente a fantástica a história das duas, duas mulher que assim, o que essas mulheres fazem baseado de onde elas saíram e com a luta que elas têm de raça, de defender a comunidade, defender o seu local, Guanaíra Firmino e Evely Bastos, são duas pessoas que se sentar nessa cadeira aqui impressiona do que elas, de onde Elas conseguiram chegar e de do que de quão espelho elas são para as outras gerações futuras lugar chamado Morro de Mangueira. Teve um dia que você postou um negócio que eu achei muito legal, que você tava,
acho que é no Saara, foi que você foi encontrar um menino lá que tava vendendo, é isso? Que te falaram dele e você foi lá encontrar ele, não foi? Ah, eu faço muito isso, né? Eu faço muito isso. Eu no Saará eu já fiz isso, Mas sempre que alguém me fala que, ah, será que era lá que você tava? Que eu sei que era o menino que você foi lá levar o livro para ele? Não lembro. Ele ficou todo emocionado, que não acreditou que você tava. Eu faço muita ação dessa. Sempre que eu tenho tempo,
tem duas coisas que eu faço. Uma é pegar minha caixa e ir pra Copa Cabanda vender água. As pessoas devem ficar maluca te ver lá. Fica porque hoje eu sou o Rick Chesser. Naquela época eu era o Mangueira. Uhum. Aí o que que eu faço quando eu chego lá? Eu não compro água no depósito. Eu vou te contar dessa segunda ação que você me perguntou, mas essa primeira é importante. Eu chego lá, pego a minha caixa, aí eu vou pra areia, chego lá, eu compro a água na mão de um vendedor e vendo a água.
Depois compro mais água e vendo a água. Compro mais água. e ved da Água para me manter líquido com aquele lugar, porque para mim é um é um orgulho imenso ser aplaudido em Harvard. É um orgulho imenso ter sido aplaudido na França, em Portugal, no Japão. Mas voltar a Copacabana e ouvir daqueles vendedores ambulantes que trabalhavam comigo, que eu os represento quanto objetivo de vida, é inenarrável, porque é dificíimo você ser bem quiso depois de alcançar extraordinário no lugar que você saiu. Então eu tenho que manter lá Com aquele lugar. Então sempre que dá eu
tô lá vendendo água. E a outra coisa que eu sempre faço, sempre que dá, é de conhecer pessoas que por algum motivo me tem como referência de vida. É lógico que hoje eu tenho milhões de pessoas que me tm como referência de vida e não teria a menor noção, menor condição de conhecer todas elas, mas sempre que eu tô em com um espaço de folga de tempo, eu falo: "Hoje eu vou conhecer fulano de tal". Então eu já fiz isso, isso no Sara, já vim hoje aqui e roda esse Brasil todo. Sempre que dá tô
conhecendo alguém, levando o livro, porque esse conhecimento é intangível, né? Uhum. Então, leve para potencializar a mentalidade dessa gente. Não sei se o caso que você tá falando no Sara, mas eu já fiz isso várias vezes. É que esse me marcou muito assim, que era o menino que ele ficou, eu lembro a cara dele de desacreditar Que você tava lá assim, como assim? Como assim? Era um era um menino que tava vendendo e alguém tinha mandado uma mensagem para você falando: "Ó, tem um menino aqui que tá fazendo isso, isso, isso, meio que aplicando as
técnicas, sabe assim?" E aí você apareceu lá de surpresa, falou: "Vem aqui, senta". Levou o livro para ele, o menino ficou doido assim. Eu lembro que você ter aberto a live com ele assim e o menino tava, ele não Conseguia falar. Eu lembro que você perguntava as coisas para ele, ele ficava meio, cara, não acredito que você tá aqui, não acredito que você não acredito que é muito grande. Cria-se esse, a galera tem mania de olhar pra gente por causa do resultado e achar que nós somos intocáveis, né? Que a gente não vai à rua
e a gente, nós somos pessoas comuns igual todas as outras. Almoçamos, jantamos, vamos ao banheiro, dormimos, Roncamos, sei lá. E só que a galera não pensa que vai encontrar com a gente. Quando você chega lá, e eu chego com a caixa de isopor, né? Quando você chega lá e o cara se depara com você na frente dele, ele fica sem chão assim, ele fica, não tem fala. E eu adoro fazer essas coisas para mostrar. E quando eu vou, eu começo a vender com eles, né? Eu sou assim, fico uma hora lá no final, só que
aí eu abro uma live, começa a chegar gente, eu tenho que ir embora, né? Mas Eu adoro fazer isso. Isso é a minha verdade. Isso é o lugar de onde eu venho. Eu tenho orgulho demais dessa gente. Galera falar assim: "Hoje é palestrante". Fala, não, eu sou vendedor por ocasião. Eu também vendo palestra. Uhum. Mas eu sou vendedor. Se parar de vender palestra, vai vender outra coisa. Eu vendo água, vendo qualquer coisa, vendo livro, eu vendo. Eu sou vendedor. Então, eu não perco essa veia da rua, porque eu fiquei nessa rua dos 7 anos de
idade aos 40. Não tem como eu perder aquela veia. E se faltar essa veia, me tiraram um pedaço absurdo. Teve um dia em Belo Horizonte que eu tava vindo para uma palestra, cheguei o Charles, o Charles é gestor do Instituto Pega Visão, que é o instituto que nós criamos. E aí eu tava indo pra palestra, faltava uma hora e pouco pra palestra. Nós saímos do instituto, pegamos avenida Em Belo Horizonte, chego no semáforo, tem um garoto vendendo água. Eu falou: "Encosta aí". Ele encostou, eu abri uma live, comecei a vender água com o garoto, faltando
uma hora pra palestra e o povo lá da palestra vendo a live. Gente, o Rito não ia vir para cá, ele tá fazendo uma live, então imagina, o cara tá vendendo água, alguém busca ele lá, cara. Tá vendendo água. vendia a água do Garoto todo. Depois fui pra palestra, chega lá o pessoal, caraca, mano, impressionante que você tava fazendo. Você tava vendendo água agora lá na contorn e eu adoro fazer essas coisas. Uhum. E eu não consigo passar por essa gente podendo parar e não parar para potencializar mentalmente essa galera, entendeu? Então faço isso muito.
O menino não te conhecia? Esse conhecia. Não é muito comum essa Tropa da rua me conhecer. Muito comum. Muito comum eles me conhecerem. Só que eles não esperam do nada você aparecer. Não, não espera porque eu não marco. Inclusive, tem um garoto lá perto do Charles que ele é meu fã, ele vende num semáforo lá na na na esquina da Barão. Com qual rua que ele vende? Barão com Tibiriçá. Ele é meu fã. Esse garoto é meu fã. Ele vende lá. Eu falei: "Nossa, já divulgando o negócio do Belo Horizonte". É, ele vende num semáforo
lá. Falei: "Qualquer dia eu vou aparecer lá e eu apareço. Eu adoro fazer essas coisas porque pessoal, se eu sei que eu sou referência para esse garoto, eu sei a realidade que esse garoto, esse garoto tá entre a Ventosa e o Morro das Pedras. duas comunidades onde o tráfego impera. Esse garoto tá tentando empreender porque ele me viu empreendendo. Ele tá tentando ler porque ele me vê lendo. Ele Tá tentando ser cidadão de bem porque ele me vê sendo cidadão de bem. E eu saber disso tudo e não ter a ombridade, o cuidado comigo mesmo,
com o meu povo, com aquele garoto de ir lá potencializar aquele garoto, talvez eu já não seja mais digno de ocupar esse lugar, porque pode ser que a vaidade já imperou na minha mente a ponto de eu não mais me importar com transformar aquela vida. E aí num clique, Deus me tira desse lugar, porque ele não me levantou Para comemorar resultado pessoal, ele me levantou para provar que tem como chegar nesse lugar, mas é para eu potencializar os dele que eu a minha ment é para ser instrumento. Eu acredito muito nisso. Então pode ser que
esse garoto seja o próximo Rick Chester. Uhum. E pode ser que esse garoto seja o próximo Rick Chester, me odiando porque eu não dei atenção para para ele quando ele ainda não era, ou me eu passando um Testemunho que do que eu fiz na vida dele quando ele ainda não era. Então eu tenho a obrigação de fazer por outros um que um dia, por exemplo, o Flávio Augusto fez por mim. No mínimo de mostrar o que o Flávio falou. Eu não tenho como garantir que você vai voar, porque voar é contigo. Eu só tenho como
garantir que você tem asa. Voar é contigo, mas eu te garanto que você tem asa. Então eu posso não conseguir pegar um garoto daquele e Colocar onde eu tô, mas eu posso garantir para ele que ele tem asa. E isso eu tenho como obrigação fazer e não fazer isso. E eu até peço vocês que estão assistindo, se um dia eu não mais fazer, me puxem, tá? Porque pode ser que eu esteja num lugar chamado zona de conforto ou dominado por alguma coisa chamado ego e longe de mim, que era esse cidadão. Uhum. Cara, conta um
pouco da história do Charles. Você tava falando tanto Dele, vocês se conheceram lá no começo, né? Tudo. É o Charles, ele vem da mesma comunidade que eu venho em Belo Horizonte, né? Na mesma assim, o Charles morava na Indiana, que é uma pequena comunidade que tem dentro do bairro Jadin América, e eu morava na Vila Ventosa, que é o a comunidade que fica acima do bairro Já de América. E o Charles para para você entender de onde vem esse cara, com 12 anos de idade ele perde o pai. E aí no velório do pai dele,
ele ali sofrendo a dor do pai, a mãe dele vira para ele e fala: "Engole o choro que você agora é o homem da casa". E aí ele tem que engolir o choro e ajudar a criar os demais. Só que esse cara sempre acreditou que depois Belo Horizonte fica entre um monte de montanha, né? Um monte de montanha. E a galera ficava viajando naquelas montanhas e vendo aquele universo ali dentro. E o Charles sempre Acreditava: "Cara, deve ter alguma coisa do outro lado dessas montanhas. Aí eu vou querer conhecer o que é. Ele não sabia
o que era, mas ele já tinha essa curiosidade. E aí ele começou a cuidar e por ele, a história dele é muito parecida com a minha, ele teve que abrir mão da infância para colocar comida na mesa e para criar os irmãos. Aí ele começou a cuidar desse pouco dinheiro que chegava. Ele queria fugir daquele caos, daquela miséria, daquela Escassez. Ele também nasceu no meio de arma, no meio de prostituição, no meio de tráfego. E aquilo não atraiu esse cara. Ele também tem uma fé muito parecida com a minha. E ele começou a querer ter
sua primeira casa. E depois ele começou a entender que se ele tivesse mais uma casa e alugasse poderia virar uma renda. E ele começou a lutar para ter essa segunda casa e começou a lutar para ter a terceira casa. Hoje ele tem 10 casas em Belo Horizonte. Ele tem Uma vila residencial em Belo Horizonte com 10 casas alugadas. Ele tem um sítio grande em Belo Horizonte. Ele tem um casamento lindo com uma esposa que tem uma fé inabalável, que é a Flávia, pai da Ana Clara e da Isabela, que duas filhas que dispensam comentários aqui
do nível de fé e de percepção de vida que elas têm. e é barbeiro, tem uma barbearia em Belo Horizonte e é um cara que conheço há anos, que eu só vi lutar na vida, só vi Lutar. E lá atrás teve uma época que ele, o de maior dinheiro que esse cara pegou na vida dele foi R$ 20.000. Ele é um cara que desenvolveu a técnica de juntar as goteiras de dinheiro que pingavam e encher copo de tantas goteiras e usar a seu favor. Só que teve uma vez que ele chegou a R$ 20.000 foi
maor dinheiro que ele pegou. E nessa época eu ainda morava na Ventosa e ele me emprestou R$ 2.000. Ele não tinha garantia nenhuma para além Da minha palavra que eu ia pagar ele aqueles R$ 2.000, mas ele me emprestou a si mesmo. E hoje aí eu fui embora de Belo Horizonte em 2016. Uhum. Voltei em 2018 com a vida transformada. Criamos o Instituto Pega a Visão e aí eu chamo esse cara, falo: "Agora chegou a hora da gente rodar o mundo porque tomou água quente ao meu lado e para tomar da minha água gelada tem
que Ter tomado água quente ao meu lado. Ou para tomar da minha água gelada tem que ter passado sede ao meu lado." A Cris fala essa frase sua aqui, né? É, citei aqui uma vez. É, mas é muito importante a gente ter, como você disse, né? Lembrar o lugar de onde veio e quem tava com a gente desde o início, né? É, eu costumo dizer que tem três tipos de pessoas que você não pode esquecer na sua vida. Quem te colocou em tempos difíceis, quem te viu em tempos difícil Não fez questão de te ajudar
a sair de lá e quem te ajudou em tempos difíceis. Então isso é saber quem passou sede ao seu lado, quem se propôs a tomar água quente ao seu lado, quem tinha água quando você estava com sede e não se propôs em te dar. Uhum. Porque quando você chegar na sua água gelada, de tanto não desistir, você vai chegar na sua água gelada, você ter noção com exatidão para quem você pode oferecer daquela água. É simples assim. Sim. Eu acho muito legal quando você fala isso nos vídeos, que você fala assim: "É, de tanto desistir,
uma hora você chega." É, de tanto não desistir, uma hora você acaba conseguindo. É. E eu sou esse temoso, né? E eu fui um cara que foi muito humilhado na vida, né? Porque eu eu sempre fui sonhador demais. sonhador. Assim, eu sempre tive Instinto de liderança. O instinto de liderança incomoda muito, né? Então eu falava de alcançar algumas coisas que pra realidade que eu tinha era quase que surto, só que eu falava. E aí a galera humilhava, a galera zombava. E aí eu sempre ia guardando, a galera zombava em rede social e eu sempre ia
guardando os prints. Eu costumo dizer que eu não guardo raiva, eu não guardo rancor, eu não guardo mágoa, mas print eu guardo. É, então print a gente guarda pra gente saber conseguir enxergar o seu destino e a maneira que as pessoas se trataram em cada fase da sua vida. Sim. Quem zombou quando você era sonhador? Quem não comprou quando você ofereceu ainda como sonhador? Quem criticou sem motivo? Então é importante surgir isso para vocês, tá galera? Hoje eu trabalho com Água, hoje eu trabalho com livro, com publicidade, hoje eu trabalho com lavoura e trabalho com
print também. Façam como eu. Seja lá o produto que você trabalha, seja lá o serviço que você trabalha, não deixe de trabalhar com print. Trabalhamos com prints. Pega essa visão. É muito doido essa. E é a vida real, tá? Sim, claro, claro. Mas é é muito doido essa eh capacidade que você é uma das Pessoas que tem isso de de repente falar uma frase e essa frase ter tanto efeito assim na vida de outras pessoas. Eu fico imaginando porque às vezes eu eu não posto tanta coisa assim. Eh, mas quando eu posto, sempre veio uma
mensagem de precisava ouvir isso hoje, mudou meu dia, nossa, aconteceu tal coisa. Teve uma vez que eu postei uma foto e escrevi assim, eh, eu não sei como termina a minha história, mas em nenhum capítulo você vai ler que eu desisti e postei. OK, passou o dia, eu tinha postado, era meio da tarde, sei lá, à noite uma amiga minha me liga chorando. A gente não, a gente tava algum tempo sem conversar, mas é aqueles amigos que assim, passa 20 anos, mas continua a mesma coisa, sabe? chorando. Cris, você não sabe o impacto que teve
teve essa frase no meu dia? Porque eu tava assim, tava assada. E aí obviamente contou coisas que eu não vou dizer aqui, mas eu eu fiquei tão impactada porque eu falei, cara, porque Muitas vezes as pessoas mandam mensagem, são pessoas que a gente não conhece, então a gente não tem muito o parâmetro, né, da mudança que teve ou não. Ela tava ali, minha amiga, chorando por uma frase que leu. Eu fico imaginando quantas mensagens você não recebe assim de gente próxima ou não. Não é muita mensagem. Hoje durante uma live você lendo os comentários você
salvou minha vida, aquele vídeo tal, salvou minha vida. Outro dia eu recebi Uma mensagem de uma filha me relatando que a mãe dela, ela tava para cometer um ato de suicídio e a filha mandou um vídeo meu pra mãe dela e a mãe dela assistiu meu vídeo e por causa desse vídeo ela não cometeu um ato de suicídio. Isso é de uma grandeza absurda. É digno da gente colocar o joelho no chão e agradecer a Deus que todos os dias, todos os dias eu amanheço e falo: "Meu Deus, me permita identificar a minha missão e
trabalhar No sentido de cumpri-la antes desse dia terminar". E talvez naquele dia aquele vídeo foi só para aquela pessoa, para que aquela pessoa não desse fim na própria vida. Isso que a nossa gente, ela é muito carente dessas coisas, né? Muito carente de conhecimento, muito carente de referências palpáveis, muito carente de gente igual que conseguiu, muito carente de controle emocional, muito carente de educação financeira, carente dessas Coisas todas. E o caos que tá o mundo aí levam as pessoas até esses trem de querer tirar a própria vida. Sim. A sua caminhada eh é digna, a
abençoada a ponto de de impedir um ato desse e essa informação chega até você, tá louco. Eu vez outra, eu posto no meu no meu WhatsApp. São poucas pessoas, salvo engano, são 79 pessoas que tm meu número de WhatsApp. Então eu posto lá algumas mensagens, é claro que eu preservo as pessoas que Mandaram, mas eu posto algumas coisas lá que eu choro, eu sou chorão para caramba, né? e depoimento que você lê e fala: "Cara, valeu viver até essa data para chegar nesse depoimento aqui." Sim. Então, é transformador para mim saber que a minha história
transforma outras vidas, né? Claro, isso é é o troféu maior, não é nem a condição que eu que eu alcancei, não é Essa, não é isso. É saber que o que eu faço motiva outras vidas. E de tanto saber que o que eu faço motiva outras vidas, teve uma coisa que a galera começou a pedir rico, você tem que lançar um curso, você tem que lançar um curso, você tem que lançar um curso, você tem que lançar um curso. E aí nós lançamos agora um curso para tentar ajudar essa galera a entender o caminho que
nós trilhamos, né? A entender o que nós fizemos de diferente do que foi Feito ou onde em algum momento da caminhada a gente tava aqui, tava todo mundo. Aí criamos um curso para tentar falar isso com essa galera, né? para tentar passar essa informação para essa galera para para te mostrar, cara, você você é tão potente quanto eu. Às vezes você ainda não entendeu algumas coisas óbvias que eu entendi, mas dá tempo de você entender, porque até 40 anos de idade eu vim de água na praia, então por que que você não consegue entender? Sim.
Aí reunimos tudo isso dentro de um curso e lançamos. Só lançamos semana passada, inclusive, não lançamos agora, essa semana, segunda-feira. Ah, é recente. É, lançamos agora. Tá aqui fazendo propaganda no meu curso. Lançamos, olha, olha eu aqui. É, foi segunda-feira, cara. Lançamos. Não, tá lá no na B do meu Instagram, tá lá o Curso, A Tropa de Rickchester. É, é, são aulas gravadas. Como é que é uma, é, eu não gosto muito do tema mentoria, curso, porque fica muito, eu sou um cara muito simples, mas dentro da minha simplicidade eu consegui reunir algumas coisas que
me levou à mentalidade que hoje tem. Mas dado o nome que a maioria chama, é uma mentoria com algumas coisas gravadas, alguns encontros presenciais, Porque como eu viajo o tempo todo, se eu sei que um garoto do Panamá comprou meu curso e eu tô no Paraná, não custa para mim almoçar com esse garoto e dar umas dicas para esse garoto. Se eu tô em Fortaleza e duas pessoas lá acompanharam o meu curso, não custa para mim reunir com essa galera e dar umas dicas para essa galera. Então são várias aulas gravadas e algumas possibilidades de
encontros presenciais reunidos, reunindo coisas que eu fiz Durante a caminhada que fizeram muito sentido para mim, que são simples de ser aplicada, mas tem que ter uma organização de aplicabilidade. E nós reunimos tudo isso em um lugar e transformamos em um curso. Tá disponível no meu Instagram aí, tá? Tá lá na Bio do meu Instagram, Tropa de Rick Chester. Clica aí. Importantíssimo. É importantíssimo o conhecimento, né? Porque o conhecimento é intangível. E como eu consegui esse resultado e eu não aprendi isso fazendo outra coisa senão enfrentando. De tanto enfrentar aquilo que eu falo, de tanto
não desistir, eu acabei conseguindo. Só que de tanto não desistir, eu errei muito. Só que eu fui desenvolvendo técnicas de corrigir os meus próprios erros e indo pras próximas tentativas. E aí eu fui anotando tudo isso. Ah, isso aqui eu não posso errar mais. Eu posso cometer erros Novos todos os dias, mas eu não posso errar novamente na mesma coisa. Eu fui corrigindo, melhorando, corrigindo, melhorando. Com tempo eu vi que eu tava com uma apostila pronta, que aquilo era um curso pronto. E aí reunimos tudo isso e transformamos o curso que tem para além de
material didático, muita dica gravada, tem essas possibilidades dos encontros presenciais e bora fazer. Tem, ele tem um período ou ele tem quantidade de aulas? Ele tem uma quantidade, ele tem um período, né, um tempo determinado. Vai começar em janeiro agora. E na verdade esse curso ele é ele é quase que um início de uma caminhada que nós pensamos em fazer de várias outras coisas na área do conhecimento. Então ele tem um período e aí a partir desse período, se a galera quiser continuar, a gente vai criando os outros períodos. Indico muito, tá? Eu indico meu
curso para você. Pega essa visão. Faça lá, faça lá. por mim, porque a gente é, nós somos uma, um, uma galera que nós temos o hábito de falar que não temos condição de fazer as coisas. Ah, eu não tenho condição de comprar um livro, mas você tá falando comigo em uma live que você não tem condição de comprar um livro. Nessa live você tá usando um smartphone e tá conectado à internet. Esse smartphone custou no mínimo uns 2.000. O seu plano de internet custou no mínimo R$ 100 por mês. Isso reunido dá para você comprar
30 livros. Você tem condição de comprar um livro, você não compra porque você escolheu não comprar. Então o curso é a mesma coisa. A galera fala que não tem condição de fazer as coisas, mas na verdade ela tá falando isso no espaço e para tá naquele espaço, ela tá com muito mais valor, muito mais preço investido em alguma coisa do que o valor do que ela tá falando que não tem Condição de comprar. Então você tá calçando um tênis de Nike 12 molas falando que não tem condição de comprar um custo de R$ 1.000. Como
que seu Nike custou R.000 e você teve condição de comprar? Porque o curso você não consegue comprar? Então nós precisamos mostrar para essa gente que elas eles podem o que eles quiserem, desde que eles de fato queiram, porque ele só tem um tênis que ele quer de verdade, ele só tem um Smartphone porque ele quer de verdade, ele só tem um plano de celular porque ele quer de verdade. E ele só vai ter o curso se ele que quiser de verdade. A diferença é que o tanto do plano de celular, o smartphone, o tênis, ele
vai ter que fazer de quando em quando, porque aquilo tem data de validade. O conhecimento, esse ninguém te tira mais. Pode ser que hoje você compre um curso para aprender algo que você ainda não sabe. Pode ser que através disso amanhã Você lance seu curso. Então a galera precisa começar a entender que conhecimento não é caro, que conhecimento é necessário, que o conhecimento é para ontem. A galera não compra um curso, a galera não compra um livro. Eu sou grato a Deus por ter vendido tanto livro num país onde o povo não lê, mas eu
queria ver se a gente compra mais. Não, o curso do rico, o livro do rico apenas buscar mais conhecimento. É muita potência dentro de Um país só e é muito dessas potências sem alcançar resultado, porque são teimosos. Ah, eu não gosto de ler, eu não tenho paciência para ler. Ah, eu não gosto de curso, eu não tenho paciência para estar na frente do computador o tempo inteiro. Mas esse cara não percebe que ele tá na frente do celular o tempo todo rolando a barrinha e tá falando que não tem paciência de estar na frente. É
o mesmo tempo. Só que para fazer um curso, ele precisa de uma concentração Maior, etc. para ler o livro precisa de uma concentração maior. E não é uma questão de ter paciência, não é questão de gostar, é uma questão de ter necessidade de estourar algumas bolhas que você criou por falta de conhecimento e enxergar que o mundo é muito maior do que o pequeno universo que você resolveu habitar. Sim. Uhum. E quando você enxerga isso, você pode ser o próximo cara a estourar o mundo Aa. Sim. Mas enquanto você não sai desse lugar, você acredita
que o mundo tá de sacanagem contra você, que o universo conspira contra você, mas na verdade você entrou para dentro de uma bolha e se contenta com o nível de conhecimento daquela bolha. Eu ia te perguntar sobre isso também. Às vezes quando eu posto alguma coisa, já aconteceu, não é frequente, ainda bem, porque eu acho que também a gente vai Selecionando o conteúdo, seleciona quem segue o conteúdo, né? O próprio conteúdo faz isso sozinho. Mas às vezes aparece alguém falando assim: "Ah, não, mas eu tô feliz do jeito que eu vivo. Eu tô feliz na
minha mornidão". E eu até falei isso outro dia, eu falei, "Eu entendi que tem gente que só não quer e que tá tudo bem não querer." Não dá. É pra pessoa, como você diz, plantar abacate e querer colher limão ou plantar alface e querer colher morango. Você vai colher Aquilo que você plantar. Então, ou você faz o o extraordinário e recebe o extraordinário, ou você faz o mediano e recebe o mediano. Não dá para fazer o mediano e esperar o extraordinário. Mas você percebe isso que tem gente que de fato tá bem aqui e não
sei, eu não sei explicar, tipo que que tá tudo bem, eu só quero isso aqui mesmo e tá bom. Perceba. Na verdade, sucesso são níveis e uma coisa que nós temos que praticar Quanto ser humano é respeitar o nível de sucesso que o outro resolveu alcançar. Então, se pro, sei lá, se pro meu pai ser pedreiro tá bom, cabe a mim respeitar o fato de que para ele ser pedreiro tá bom, mesmo que eu visualize que existe outras coisas para além de ser um bom pedreiro e caminhe naquela direção, porque a única maneira de mostrar
para ele que talvez ele pode ser mais do que pedreiro é eu alcançando um resultado Melhor do que um pedreiro e ele olhando pro meu resultado e falando: "Caraca, Dá para ser mais do que um pedreiro. É melhor eu, o meu resultado gritar e despertar naquele cara a vontade de ter esse resultado do que eu gritar e falar com aquele cara, você pirou, dá para ser mais do que pedir sem eu ter resultado, que é o que acontece no nosso país e que é o que na verdade irrita a nossa gente. Porque para você falar
com outra pessoa que ela pode ter resultado, você tem que ter resultado melhor do que aquela pessoa. Então é muita gente falando de vitória sem ter vencido. É muita gente falando de ring sem estar em cima do ring. É muita gente falando luto sem tá lutando. Então é muito complexo e essa gente tá cheio desses de gente querendo dizer o que tem que ser dito. Uhum. Então se o cara resolveu ser pedreiro e Apenas pedreiro, deixa ele ser pedreiro. Agora, não deixa de tentar ser engenheira, porque pode ser que o cara olhe e fala: "Pô,
mas a crise é engenheira e eu sou pedreiro, eu vou tentar ser engenheira". Eles vai tentar porque a Cris se transformou em uma engenheira. Não porque a Cris falou com ele sem ser engenheira que ele pode mais do que pedreiro. Porque você não consegue, Cris, mudar a mentalidade de alguém que Resolveu estar num determinado você não consegue. O ser humano adulto tem todas as respostas. Adulto tem todas as respostas. A verdade é essa. Quem tá colhendo em grande porção sabe porque tá colhendo em grande porção. Quem tá colhendo em pequena porção sabe porque tá colhendo
em pequena porção. E quem não tá colhendo, sabe porque não tá colhendo. E para justificar pro mundo, cada um vai contar a sua versão. A Versão que melhor te atende para defender ou o seu a sua bonança ou o seu resultado mediano, ou sua falta de resultado. Agora, às vezes não é falta de resultado. Às vezes a pessoa de fato não quer ter milhão na conta, não, isso dá trabalho demais. Eu não quero ter uma poste, não, só quero ter um pequeno carro aqui para eu fazer uma compra no mercado, ir a um médico de
vez em quando, fazer uma viagem de pé, tá tudo Certo com resultado daquele cara, desde que ele esteja colhendo, comendo do sol do seu próprio rosto. Uhum. Desde que seja honesto o que aquele cara faça e desde que aquele cara não apedreje o meu resultado que tá acima do dele, chamar de sorte meu resultado, porque eu nasci na condição que ele tá e escolhi que escolhi colher outros tipos de fruta e tive que ter muito mais empenho do que ele, porque para você ter um resultado pequeno basta Um empenho pequeno. Um resultado mediano, o seu
empenho também precisa ser mediano. Agora, para resultado extraordinário, seu empenho tem que ser muito extraordinário. E a ampla maioria das pessoas que pararam nos degraus abaixo, elas pararam ali porque elas não estão dispostas a ter um esforço extraordinário para alcançar um resultado extraordinário. É muito difícil Tá no lugar que o Rique tá chegar aqui, difícil se manter aqui depois de ter chegado, difícil continuar crescendo depois de ter conseguido se manter mais difícil ainda. E cada dia que passa, mais difícil. Sim. E não é para qualquer um. É. Então, a galera não tá disposta a pagar
o preço que a gente paga. A galera tá disposta ao ae a galera tá disposta a Ter milhões de seguidores. A galera gosta do fato de ter muita curtida, muito comentário, de ser conhecido. Agora conta metade do meu bastidor para ver quem topa. É, não topa. Você sair de casa, sei lá, uma semana atrás e voltar daqui 15 dias na sua casa. Topa não. A galera não topa não. Vai falar: "Ah, não, eu achei que ia ser um pouco mais fácil". Uhum. Aí eu achei que eu ia curtir mais, Porque para a concepção de curtir
é diferente de pessoa para pessoa. Uhum. E eu curto porque eu trabalho com que eu gosto, mas pra galera curtir é só não estar trabalhando e sei lá, uma balada é curtir. Trabalhar não é curtir. Sim. E as duas coisas é curtir para pessoas diferentes. São concepções diferentes do que é curtir. Então a galera não tá disposta a pagar esse tipo De preço. Nem todo mundo tá disposto a abrir mão de um sábado, de um domingo e de correr risco, né? É. E é risco porque não tem garantia nenhuma. Nenhuma. Isso é uma coisa que
me pega também que às vezes a pessoa fala: "Eh, mas qual que certeza eu tenho que vai dar certo?" Eu falo: "Então não tem". Esse é o negócio. Agora, se você não tentar, aí é certeza que não vai dar. Essa é a única certeza. Isso são regras Do do livro que eu tô desse livro que eu te mostrei. As regras desse livro são, regra um, nunca pensa em desistir. Regra dois, nunca se esqueça da regra um. Regra três, não vai ser fácil. Regra quatro, não precisa ser fácil. Basta não ser o impossível. A regra cinco
é justamente essa. Se você começar um negócio hoje, pode dar tudo errado. Não tem garantia que vai dar certo. Regra seis. Se você não começar um negócio, já deu tudo errado. Perfeito. Porque alguém começou naquele dia. Então essas regras é, são as regras que eu costumo dizer pras pessoas, cara, entre não começar porque vai dar errado e começar começa, porque pode sim dar tudo errado, não tem garantia, mas se você não começa, já deu errado. 0,1 de chances já é mais do que zero chance. É, e eu prefiro me apegar o 0,1. Uhum. falar: "Ô,
Rico, mas você é um e 1 milhão. O meu compromisso é: se for um e 1 milhão, tem que ser eu. Se for dois e 1 milhão, é eu e mais um. Se for 10 em 1 milhão, sou eu e mais nove. Mas eu vou me colocar na condição de ser uma dessas pessoas que vai alcançar esse tal de extraordinário. E a galera não quer isso. A galera quer, ah, eu queria um negócio que fosse mais fácil. Eu queria, eu queria um negócio que não fosse pesado. Eu queria um negócio que eu Trabalhasse só meio
horário. Ou seja, a galera quer um negócio que dá menos trabalho e esse negócio que dá menos trabalho dá menos dinheiro. Sim. E quando elas conseguem esse negócio que dá menos trabalho, elas falam: "Graças a Deus, estou empregado". E aí entra para dentro da bolha de pessoas que até estão trabalhando, mas que não consegue vislumbrar coisa melhor ali dentro. Sim. E aí também não adiantou muito, Adiantou pouco, que o potencial dessa pessoa é muito maior do que o que ela tá ali atuando. Só que para ela tá bom. E muitas das vezes ela não percebe
que tá bom, porque a régua de referência dela, ela para para na mentalidade dela, ela faz questão de andar com pessoas que têm menos conhecimento ou menos resultado que ela para que essa pessoa seja a melhor da galera. E é um perigo você andar com gente que tem menos capacidade de raciocínio e menos resultado que Você, porque a sua satisfação de ser o melhor da sua galera leva você a não aprender. Então, se na mesa que você senta, você é o mais inteligente o tempo todo, você tá numa mesa muito perigosa. Uhum. E essa galera
não entende isso. Aí ela entra para dentro dessas bolhas de ser o cara ou a garota da galera e não avança porque não tem mais referência de avanço. Eu prefiro sentar na mesa com o Flávio, com a Cris, com Anderson e eu vou aprender com essa gente e vou continuar me potencializando. Então na vida vence quem se coloca na condição de aprendiz. Uhum. Quem vislumbra o próximo nível que ainda não foi alcançado. Sim. Quem quer de fato alcançar o resultado extraordinário. Quem tem fé inabalável. Sim. esse tipo de pessoa que vence na Vida, entendeu? Outro
dia eu tava assistindo uma live, o cara falou assim que eh quando alguém fala para ele eh ah eu não consigo vender, eu não tenho dom, você tem o dom? Ele falou assim, cara, eu me incomodo muito quando falam de dom, porque isso te protege e me ofende aí o cara, como assim? Ele falou: "Não, te protege porque se é dom você não precisa ter, né? Porque você ou você nasceu com ou você nasceu sem". Então te protege Porque você não precisa correr atrás. Ah, nasci sem. Poxa, que pena. É um olho azul. Nasci. Olha
aí. Então, se é um dom, você não vai atrás, né? Porque se não tem, não tem. E me ofende porque você não sabe quantos livros eu li, quantos cursos eu fiz, quantos tapa eu tomei na cara, quantos, sabe? Então assim, eh, não é só questão de dom. Dá para você aprender, dá para você estudar, dá para você treinar, dá para você correr atrás. Ah, não dá. Assim, eu penso que todo mundo tem um dom. Nem todo mundo busca esse dom, porque é difícil para caramba identificar dom. Tanto que eu falo com as pessoas que o
meu pai me falou: "Identifique o seu principal domin todo mundo tem um dom". Agora você não precisa viver ele é difícil do não. Primeiro identificar ele já é difícil. É, mas não dá para você fazer várias outras coisas. Vou te dar um exemplo. Eu hoje vou te dar um exemplo de um lugar que eu morei, Bom Sucesso, Barreiro de Cima. Bom Sucesso, Belo Horizonte, tá? Barreiro de Cima é uma região, Barreiro é uma região de Belo Horizonte. Barreiro de cima é uma região do Barreiro que é uma região de Belo Horizonte. Esse bairro é um
bairro de periferia. Próximo a ele tem Vila Bernadete, tem Araguaia, tem Conjunto de Esperança, tem vários bairros, todos esses bairros de periferia. E nesse bairro, quando eu me mudei para Belo Horizonte em 94, eu mudei para esse bairro, me mudei pro João Pinheiro para construir a casa do meu dia. Depois me mudei para esse bairro, bom sucesso. E aí hoje eu sou o Rique que eu conheço, que o mundo conhece. Rique. Esse que identificou seus dons de oratória, de percepção, De venda, etc. E foi ganhar o seu dinheiro. Nesse mesmo bairro tem um cara que
chama Vantui. Esse Vantuí, se você olhar para ele hoje, você falar: "Qual que é seu dom, Vui?" Talvez ele fala que não sabe o dom dele, mas ele estudou engenharia. Engenharia não precisa ter dom, é treinável. E aí ele estudou engenharia. Hoje ele é um grande engenheiro. Hoje ele come do suó do rosto dele. Hoje ele tem uma Família linda. Hoje ele é referência na área dele. Ele tá no mesmo bairro. E ele é tão alegre e feliz quanto o Rick. O Rick é um cara que identificou o dom e foi viver pelo dom. Ele
fez uma formação e foi viver pela formação. Ou seja, é treinável. O sucesso é treinável. Se você identifica seu dom, ele é treinável. Se você quer ser engenheiro, ele é treinável. Se você quer ser vendedor, ele é treinável. O sucesso é treinável. O Vantuir é um Cara que treinou o sucesso de ser bom em engenharia e hoje vive feliz dentro da área de atuação dele, a quem inclusive deixa aqui o meu abraço, não apenas a ele, a toda a minha comunidade de Bom Cesso Barreiro de Cima, Belo Horizonte, Minas Gerais. Então você não precisa de
identificar seu dom, você pode identificar, sei lá, um grande jogador de futebol identificou o dom dele e lapida o dom dele e ganha dinheiro com aquilo. Mas você pode ser Um engenheiro, você pode ser um médico que é treinável, você pode ser um dentista treinável. Ou você pode identificar o dom da oratória e treinar, porque se você não treinar, independente de ser dom ou não, não vai desenvolver, você não vai desenvolver, você não vai conseguir lapidar aquilo. Então é um processo constante de lapidação, não apenas no dom identificado, como no meu caso, como no na
área do vantuí, porque Toda hora saiu uma nova lei aí que mudou não sei o que da engenharia, o cara tem que estar dentro da sala de aula de novo ou no computador se lapidando o tempo todo. E no Brasil nós temos aquela ótica que peguei o canudo, formei e não estudo mais. Aí você começa a ficar para trás porque se é dom você parou de lapidar e se é estudo você parou de estudar. E aí você começa a se estagnar em um determinado degrau de uma escada que é muito maior do que o lugar
que você Conseguiu alcançar. Então seja via seu dom, ou seja ensinamento de área de curso em questão, você tem que estar em constante processo de lapidação, em constante processo de busca de conhecimento. Essa é a visão. Uhum. Pegou? Incrível. Muito legal, cara. E como é que é o Rick pai? Você ensina pra sua filha o que seu pai te Ensinou ou o que a vida te ensinou? O meu propó as meu pai me ensinou foi o que a vida ensinou pro meu pai. Então é mais ou menos a mesma coisa. O meu propósito de vida
é honrar o que meu pai me ensinou e tentar repassar parte disso paraa negona. E ela tem quantos anos? Ela tem 19 anos. E eu penso que eu que eu compro isso no exemplo. A minha fila não é alguém que eu falo: "Olha, você tem que ir à igreja. Você tem que ler a Bíblia. Não faço isso com a minha filha. Eu apenas leio a Bíblia. Se eu ler a Bíblia e Deus me abençoasse e vir como referência para ela, ela vai ter a curiosidade de conhecer esse livro. Foi o que o meu pai fez.
Meu pai não me falou que eu tenho que ir a igreja. Ela apenas creu e que tem uma fé inabalada em Deus. E ele leu a Bíblia. E eu comecei a ler a Bíblia por causa do meu pai. Meu pai não me convidou para trabalhar com ele, mas ele trabalhava e Ganhava dinheiro pelo trabalho. E eu tive a curiosidade de começar a trabalhar. O meu pai amou para falar de amor. Meu pai foi exemplo para falar de exemplo e é o que eu tento ser pra minha filha. Na na verdade, no que se refere a
minha filha, eu sou grato à mãe dela por ter criado a minha filha desde do nosso divórcio lá em 2008, sozinha, uma guerreiraça. Inclusive, deixa aqui meu abraço a Renata de Souza Gomes, uma das Mulheres mais de fibra que eu conheci na vida. Em nome dela, deixa um abraço aqui a todas as mães solas espalhadas por esse Brasil, que cria um filho sozinho aí, que faz papel de pai e mãe, que não sabe de onde tira força, mas pela aquela cria ali dá a vida e faz a engrenagem girar. E talvez se não fosse a
capacidade da Renata a partir do nosso divórcio em 2008, 2009, talvez nós não tínhamos uma filha tão aguerrida, mas aí com a realidade transformada a Gente conseguiu contribuir muito pra formação da negona e hoje a meu propósito de vida deixar o mundo maior para ela através das minhas ações, o que para ela é complexo, porque hoje ela tem a vida que muita gente queria ter, né? E e isso não pode ser motivo para que ela perca a essência de guerreira. Ela viu a avó lutar, a avó paterna, dona Vera, Sou Pedro. Ela viu o tio,
o irmão da dona Vera Ronaldo, ela viu meu pai, minha mãe, as tias dela do meu lado, a Mãe dela vê essa gente toda lutar para caramba para colocar comida na mesa. A minha filha é daquele cenário que a gente tinha no mercado e passava nas gôndolas e a filha pegava um iogurte e olhava pro pai ou pra mãe e no olhar a gente respondia que não dava para levar no olhar por causa da condição, né? E de repente essa garota tem uma condição dos sonhos. Essa condição dos sonhos faz com que ela perca o
instinto de guerreira. Se Necessário fosse, a vida resolve testar. Gente, ela tem coragem que a mãe teve, que o pai teve de subir ao ring, de ser pedreiro, auxiliar ser vist, limpador de vidro para colocar comida na mesa, honestamente. Então, a minha maior preocupação da negona não é falar: "Faça engenharia porque é legal, faça medicina porque é legal, faça a perícia porque é legal". A minha maior preocupação no que se refere a Negona é ser exemplo para que ela tenha visualmente perto dela Alguém que serve como referência para milhões de pessoas e aí que ela
escolha ter esse contor referência ou não. Então eu penso que ela é muito centrada. Hoje ela é porta bandeira. Hoje ela tá estudando para caramba. Tá namorando, negona. Tá namorando. Tô contando num podcast que você tá namorando. Tá fã da Cris. Ô meu Deus, como é o nome dela? Ludmila. Ludmila. Um beijo gigante para você. Fã da Crispa. Caramba. Então, é a maneira de a a a maneira mais fácil que eu acredito de de ter uma filha e criá-la é sendo exemplo. É melhor do que falar faça isso ou faça aquilo e para além da
negona ainda tem a filhota ainda, que é uma pessoa que eu encontrei pela caminhada e que eu tenho como filha de sangue, que não é minha filha de sangue, mas que é uma pessoa que eu tenho como filha mesmo, que é chata para caramba e quebrou o pé Sozinho outro dia. E e que também eu eu me sinto na obrigação de tentar deixar o mundo melhor para ela, para que elas para que elas vejam o mundo com outros olhos, para que elas entendam que dá para fazer, para que elas entendam que não precisa ser fácil,
para que elas entendam que basta não ser impossível, para que elas saibam sobre luta, porque elas me viram lutar a vida toda. A negona me viu lutar a vida toda, a filhota me viu lutar depois de 2012. E Essas duas pessoas são as minhas referências. Meu pai é o cara que eu que eu sou grato pelo que ele me passou. E a negona é é como se isso aqui, isso aqui é o bastão que eu recebi do meu pai. Eu melhor esse bastão e passo pra negona. Essa é a minha proposta de vida. Pegar o
bastão, melhorar o bastão e repassar o bastão. Pegar o bastão, melhorar o bastão e repassar o bastão. Então eu acredito que eu tô melhorando para caramba o bastão que eu recebi do Meu pai e que quando chegar a hora de repassar pra negona, ela vai saber o que fazer com esse bastão, entendeu? Você já identificou atitudes nelas? Eh, de espelho, de olhar e falar, caramba, isso aqui já vários. Primeiro nível, a busca dela pro conhecimento é absurda. Ela busca muito conhecimento, ela é muito centrada em conhecimento. Ela ouve mais do que fala e quando ela
abre a boca para falar, ela é muito Assertiva no que ela fala. Ela não faz as coisas por indução de outras pessoas. Ela tem uma percepção se aquilo é ou não é para ela e se for em qual momento. Ela, por exemplo, ela me viu participando do carnaval muitos por muitos anos e apenas esse ano que ela foi participar pela primeira vez de um projeto carnaval para ser porta bandeira. Não porque eu falei com ela para que ela tinha que ser, etc. Ela por sua conta e risco, saiu para ser. Então ela é muito isso
e e ela é muito parecida com a mãe dela também, né? Porque a mãe dela é uma guerreiraça e ela foi criada com a mãe dela. Então a mãe dela só, ela só viu a mãe dela lutando e ela tem esse instinto de lutar. A negona ela foi identificada com um tipo de hepatite muito nova. E eu me lembro dessa cena que eu tava em Belo Horizonte, divorciado da mãe dela. Eu encontrei com, eu cheguei no no hospital, Hospital, como é que é o nome daquele hospital que tem do lado do Parque Municipal? centros CGP,
Centro Geral de Pediatria, eu acho que é esse o nome do hospital. E aí a minha filha tava lá na sacada internada e a mãe dela lá fora, eu lembro que eu dei um abraço na mãe dela, olhando pra negona e a negona tranquila, serena, ela identificou essa hepatite ali e ela enfrentou essa hepatite com Toda a seriedade do planeta. E inclusive eu deixo aqui um abraço a toda a equipe do CGP. A gente tem o hábito de falar que a saúde pública desse país não presta, mas nós nós somos falhos em agradecer quando nós
somos bem atendidos nessa mesma saúde. Então deixa aqui a minha gratidão ao pessoal do CGP por tudo aquilo que fizeram para minha filha, quando nós inclusive não tínhamos recurso para fazer. Desde lá a Negona Levou esse tratamento com muita seriedade. Hoje ela tá praticamente livre de todos os remédios que ela tá tomando aí daquela época. E ela faz isso por conta e risco dela. Ela sabe o que ela pode comer, ela sabe o que ela tem que tomar. Ela sabe o que ela não pode comer, ela sabe essas noções todas elas ela faz pelo nível
de responsabilidade que ela tem. Então isso é muito parecido com avô dela, que é o meu pai, é muito parecido com a avô dela, que é o seu Pedro, que é o avô de parte de mãe que ela tem. As ações dela são muito adultas pra idade dela. Você olha pra minha filha, você fala: "Ah, ela parece ser mais velha e agora ela tá namorando." Então agora quero quero ver se ela vai nos decepcionar quanto filha. Mas nós o dia que ela anunciou, ela falou com a mãe dela assim: "Mãe, eu eu vou trazer um
pretendente pra senhora conhecer". Aí a mãe dela me mandou uma mensagem: "Ó, a Negona tá namorando. Não, negona vai trazer um a Ludmila vai trazer um pretendente aí e eu chamo ela de negona. Eu chamo agora, eu chamo ela de maior. Aí para mim ela já contou diferente. Ela falou: "Pai, tô namorando". Ela não me perguntou: "Pai, eu posso namorar que ela é convicta, ela sabe o que é para ela." Aí o que eu falei com ela? Nós confiamos na filha que criamos. Se você acredita que é para você esse momento, vive isso. Você tá
na idade de Viver essas coisas e vive. Não sei se é pra vida, se não é pra vida, mas vive as suas experiências. Nós confiamos na criação que demos para você e agora é hora de você mostrar pro mundo o beço que te criou. apenas não nos decepciona, mas acima de tudo não se decepciona. Então não vai ser eu que vou falar com ela: "Namore ou não namore, vá pra igreja, não vá pra igreja, vista isso, não vista aquilo, eu vou apenas ser exemplo, assim como eu Sei que a mãe dela sempre foi exemplo, que
os avós dela sempre foi exemplo, e ela que vai escolher ser reflexo ou não desse exemplo." Sim, eu tô doido para que chegue o carnaval que eu vejo a minha filha desfilando assim. Hum. Linda. Mandar um abraço pro namorado dela que é mestre sala também. Tô de olho em você. Manda, manda um abraço. Já manda um Aviso. Pessoal do chat falou que ela tava por aqui mais cedo, ela tava assistindo. É, pô, que maneiro. Precisa levar ela num show. Ela, ela, ela mora, mora no Rio. No Rio. Quando tiver lá, vou avisar para ela. Ela
me avisa sim. Falar que ela é para ir. A gente tá com algumas mensagens aqui na Plataforma, viu? Show. Manda aí. Ó, a Dani_line 94 mandou: "Rick, você é uma inspiração para esse mundo. Obrigada por compartilhar suas histórias com a gente. Você já pensou em desistir de algo na vida? Se sim, o que não te fez jogar jogar tudo pro alto? E tem algum sonho que falta você realizar? Bom, primeiro, Dani, obrigado pela mensagem. Eu já desisti de projetos, que é diferente desistir do propósito. O meu propósito era comer carne. Para comer carne, eu poderia
plantar uma horta ou trabalhar num lava-jato. Se a horta não desse, eu desistia da horta e ia pro lava-jato. Mas o propósito era comer carne. Tô dando exemplos aqui. Uhum. Então, de projetos eu já desisti porque não adianta você ficar dando murro na ponta de faca. Agora do propósito eu não desistia. Isso. Eu mudava o projeto para chegar no mesmo propósito, certo? Então, Dani, eu não sei qual é o seu propósito. Dele você não desiste, mas dos projetos, se você vê que é murro em ponta de facas, você pode desistir sim, porque no Brasil tem
uma concepção distorcida sobre o que é desistir. E desistir de projetos e mudar a rota várias vezes para chegar no mesmo propósito, não tem problema algum. Inclusive, eu falo muito disso nesse Curso que nós estamos lançando agora, porque essa distorção do termo desistir leva, por exemplo, a pessoa acreditar: "Não, eu tô vendendo água na praia", então não posso desistir de vender água na praia e passar a ser barbeiro, não, porque o povo vai falar que eu desisti e esse cara não desistiu. Porque o propósito dele não é vender água. Ele tem um propósito. Ele só
tá trocando o produto ou o serviço para chegar no mesmo propósito. É, trocando o caminho para chegar no mesmo lugar. Então, nós temos aula no curso que é sobre exatamente isso aí, que é uma confusão que a galera tem. Eu não me lembro de ter dado murro em ponta de faca, eu me lembro em ter mudado várias vezes para chegar na minha carne. E no que se refere a grandes sonhos, sempre existe um lugar chamado próximo nível. Tanto que isso é a regra nove do meu livro, né? Sej um apaixonado pelo Próximo nível. Mas eu
acredito que eu já rece eu já realizei muitos sonhos assim que eu jamais pensei que ia realizar. O primeiro deles entrar no supermercado e fazer uma compra dos sonhos. Nossa, isso para mim sempre foi pegar dois carrinhos e falar: "É, quando eu ganhei o meu dinheiro que eu de fato falei agora eu tenho dinheiro, eu peguei dois carrinhos e falei: "Hoje nós vamos fazer a compra do sonho." Isso é para quem nasceu na realidade que eu nasci, você Entrar com dois carrinhos, não ter que comprar pelo preço, levar de fato o que você quer levar
foi para mim uma realização absurda, né? E esse foi um dos maiores sonhos. Aí a casa do meu pai, o Instituto Pega a Visão, que é para transformar a vida de pessoas, eh as coisas que eu tenho hoje, minha lavoura, meu sítio, e o quão eu sou grato à minha família pelo que eu posso fazer por essa família, né? As vidas que eu transformo, eu não posso, eu não, eu, Eu não me sinto no direito de pedir nada a Deus, mas todos os dias e eu falo com ele, me identifique a missão, me permita identificar
a missão e trabalhar no sentido de cumpri-la. E o meu maior sonho quanto ser humano é daqui a 10 anos poder voltar aqui e saber que tudo que eu falei aqui hoje se mantém de pé e daqui a 10 anos eu poder olhar no rosto de toda essa gente que tá nos assistindo aí, passar por eles com dignidade, não Decepcionar essa gente quantra o povo, porque nosso povo já tá muito sofrido. Muita gente se levanta para falar por essa gente e e as máscaras vão caindo durante o caminho e eu não quero que isso aconteça
na minha caminhada, porque é muito fácil se perderum nesse meio que nós vivemos pela vaidade, pela condição, pela Uhum. pela impressão de que você é intocável, que você é superior, que você é isso, que você é aquilo. E se eu for Para esse lugar, eu me decepcionei com pessoa e eu me decepcionei os meus. Então, se daqui a 10 anos eu puder passar pela Dani, pela rua, e ela tiver o mesmo orgulho que ela tem de mim hoje, eu já vou ser o cara mais realizado da vida. Até lá eu vou procurando os próximos níveis
e vou subindo para lá. Perfeito. Muito legal. Vamos lá. A Carol Dias, olha quem apareceu. Os sumidos. Aparecendo a Carol Dias mandou mensagem aqui. Oi meninas, que saudade que estou de vocês. A gente também, sua traíra. A gente tem umas pessoas que estão sempre aqui, quando some a gente percebe, viu? Dona Carol ansiosa para o nosso episódio presencial. A gente também. Quero agradecer ao Rick pela belíssima história. Ele é realmente inspirador e se torna ainda mais por toda essa conexão com Deus. Um super beijo para Vocês. Pô, Carol, beijo, Carol. Gratidão, Carol. Eu penso que
muito do meu resultado vem do meu link direto com o treinador. Nós temos o hábito de acreditar que nós somos o dono do jogo. E na verdade quando você se coloca na condição de jogador de um time desse cara e você coloca nas mãos deles para que você seja para que as suas jogadas sejam direcionadas, você tem mais Possibilidade de chegar ao gol. Então sou muito grato ao treinador dos treinadores, ao Deus vivo que sirve. Gratidão pela mensagem, por acompanhar. Boa. E eu acho que dá até mais tranquilidade, né? Dá, porque eu falei isso uma
vez, falei: "Minha, a minha calma tá na minha fé". Exatamente. Quando você entende que tem controle, que você não é o controle, você crava os Dois pés no chão. É muito perigoso quando o ser humano começa a acreditar que ele é o controle, que ele dá as catas, que ele é regente. E na verdade nós somos apenas um instrumento. E vez ou outra, por isso você vê alguém que tá voando, pessoa um tapete puxado, cai, não consegue se juntar mais. Provavelmente aquela pessoa começou a achar que ela era o controle. Então eu sou muito grato
a Deus por não me permitir me perder na caminhada. E eu Faço questão de lembrar isso todos os dias no início das minhas live, todos os dias nas minhas orações e todos os dias as minhas nas minhas ações. Ficamos sabendo de um caso ontem, eu tava comentando com Charles de um fato que eu não vou comentar o fato, mas ficamos sabendo em Goiânia ontem de um fato que consideramos lamentável. Falei: "Pô, que pena, né, que que as pessoas elas não conseguem sustentar de pé a postura delas no dia a dia. Hum. E aquilo, quem é
de verdade conhece quem é de mentira, né? Então ficamos sabendo aquilo, falamos: "Que pena". E eu tava falando com o Charles sobre isso, falei: "Cara, a nossa felicidade é rodar Brasil aa e poder voltar para casa com a mesma ombridade que saímos daquela casa". Então, é isso para mim é primordial. Isso vem da fé que eu tenho, do caráter que eu tenho, do mundo que eu quero pra minha filha, né? Como é que eu vou cobrar da minha filha postura amanhã se Ela assistir o pai dela não ter postura no hoje, né? Uhum. Então, o
mundo que eu quero é o mundo das minhas, o mundo das minhas próprias ações que melhora o meu lugar e que fica como referência para as pessoas que vem depois da do Rick. Perfeito. O Brunão Souza mandou aqui, ó. Salve, salve viajantes. Iaz e Cris no plural. Rick, o seu talento e o da foram descobertos por conta de um único vídeo, Mas o esforço e trabalho duro manteve vocês no hype. Hoje tem pessoas que viralizam e somem e você é sempre referência em assuntos de empreendedorismo. Obrigado por tudo. Você já perdeu a paciência alguma vez?
Abraço. Bom, primeiramente, Brunão, gratidão pela mensagem, obrigado pela pergunta. Eh, nós somos, nós temos o troféu de nos ter de ter passado por um processo de lapidação e De busca de conhecimento, que é conseguir se firmar a partir de uma grande oportunidade, que foi o meu caso, por exemplo, o vídeo da água foi uma grande oportunidade e a partir dali eu consegui me firmar. O fato de eu me firmar depois daquele vídeo tem a ver com que eu fiz antes daquele vídeo, que foi buscar muito conhecimento, muito conhecimento. Não tem espaço para amar dobro, não.
Quando o mundo olhar para você, você tem que est pronto. Eu falo Isso sempre. Tem duas coisas que não dá tempo de você ser preparado durante a caminhada do quando a oportunidade chega. A primeira, não dá para você ganhar dinheiro antes de ter educação financeira. E a segunda, se você tiver a oportunidade antes de ter o preparo, você não consegue se sustentar de pé. E eu consegui fazer as duas coisas. Eu busquei educação financeira antes de chegar ao recurso financeiro e eu me preparei antes da oportunidade de Chegar. E talvez por isso eu consiga me
firmar depois daquele vídeo pela soma de fatores de busca de conhecimento em todos os níveis antes de ter a oportunidade de ser visto por mais pessoas. Porque muita gente quer ser visto por mais pessoas. Só que quando isso acontece, aquela pessoa não consegue se sustentar de pé pela falta de controle emocional, pela falta de conhecimento pros próximos passos e pela falta de educação financeira. Então o Cara ganha, sei lá, 100.000 e quer andar de poste. E ele descobre depois que ele comprou uma poste financiada que o imposto dessa poste dá para comprar dois carros populares
no final do ano. Só que aí ele já comprou a aposta e aí ele perde os 100.000, perde a aposta e perde a possibilidade de ter dois carros porque ele não tinha educação financeira antes disso e porque ele quer viver uma vida de aparência. Eu tinha tudo isso quando eu fui visto por mais pessoas. Então, quem consegue se firmar depois de ser visto por mais pessoas são as pessoas que se prepararam antes de ser vista por mais pessoas. Não dá tempo de você se preparar depois que a oportunidade chega. A pior coisa que pode acontecer
para você, Brunão, ou para qualquer uma outra pessoa, são o dinheiro chegantes da educação financeira ou a oportunidade chegantes do prepo. Pega essa visão. Gratidão pela pergunta. Pega, pega a visão. É isso aí. Muito legal. Tem mais alguma coisa, Dani? Não. Tá. E sabe o que eu queria saber? Além do curso agora, quais são os próximos passos? Tá viajando com Bom, primeiro, nós estamos dedicando muito ao curso porque eu sempre falo com as pessoas que não tem a menor. A a galera olha pra Cris, certamente a Cris se prepara o tempo todo para fazer o
que ela faz. A galera olha pro Ric, olha Para qualquer um outro. Nós nos preparamos o tempo todo para fazer o que nós fazemos. E ainda assim a galera continua achando que a crise deu sorte, que é 1 milhão, que o Rick deu sorte, não é preparo. E por isso a gente insiste tanto na necessidade da galera se preparar, buscar conhecimento, de fato, ter coragem de pegar um valor X e investir num curso para mudar alguma coisa aqui dentro. Porque a primeira coisa que você Tem que fazer é mudar o hábito. O hábito muda o
resultado. O resultado muda a quantidade de pessoas e quantidade de recursos que chega até você. E isso muda a sua vida. Mas primeiro você tem que mudar o hábito. Então nós estamos insistindo, trabalhando muito nessa ideia do curso para que a galera entenda através de um cara que fez coisas óbvias, mas que o levou ao resultado extraordinário, quais foram os elementos principais que esse cara pegou para Chegar nesse lugar. Sim. Então esse curso é muito importante e nós estamos falando muito desse curso e é claro que para além dele, eu tô fazendo muita palestra, eu
cheguei de Portugal outro dia, cheguei de Portugal e fui para os Estados Unidos, aí voltei para fazer o lançamento do livro e tô numa maratona de palestra agora em novembro junta com eh acopladas a lançamentos. A próxima palestra é Belo Horizonte, né, Mina, Expo Minas, dia 25, sexta-feira. E aí Tem lançamento do meu livro no BH Shop também, Belo Horizonte sexta-feira. Aí eu saio de lá e já vou para Recife, depois para Salvador, depois volto para Minas e essa correria. Então, esses dois projetos estão muito vivo. É o que tá ocupando seu tempo agora, sua
agenda. É isso. É o principal nosso agora nesse final de ano, é deslanchar esse curso para quem de fato quer começar um 2022 diferente depois de ter anos de pandemia, depois De ter tanto causo, não há momento mais propício para da para que você melhore a si próprio e depois de melhorar a si próprio busque o resultado e levar esse livro para mais pessoas, né? Então, eh, e as palestras, essas eu nem conto porque a minha agenda de palestra é absurda. Uhum. E inclusive eu sou muito grato ao meu time. Falar nisso, galera, trabalhem em
equipe, tá? Vocês não têm noção do que é A vida do Rique, mas essa vida só consegue se manter de pé pela quantidade de pessoas que estão no meu entorno para que eu possa estar aqui agora, por exemplo, trabalhando paraa crise. Enquanto eu tô aqui, tem alguém cuidando de um embarque, tem alguém vendendo uma palestra, tem alguém atendendo alguém que nesse exato momento tá clicando num link de um curso, tem alguém cuidando de uma publicidade, tem alguém cuidando da minha lavoura lá em Minas, tem alguém Fazendo alguma coisa para que eu possa estar aqui parado
conversando com você. E muit das vezes você vai convidar alguém para est aqui, sei lá, o cara tem uma hamburgueria e você convidou ele para est aqui, ele tá preocupado com o celular dele, porque o fornecedor vai entregar o hambúrguer, porque ele tem que pagar o imposto tal, porque o cliente vai chegar 18 horas e ele tem que abrir a hamburgueria, ele é um exército de um homem só e ele não Consegue chegar. Então, trabalhe em equipe. Então, essa agenda de palestra, de correria, de publicidade, de revista, de viagem internacional, só é possível pela quantidade
de pessoas que estão no entorno do Rick. Você falou da lavoura, você tem plantação. Plantação do quê? Tem uma plantação de mxirica. No Brasil eu descobri que mxirica chama bergamota no Sul. Também é E tangerina no Rio de Janeiro. E agora descobri outra maneira de no laranja. Laranja. Esqueci como que fala. Em Pernambuco, é outro nome também. Eu tenho uma plantação em Minas. Daqui a pouco o pessoal fala no chat aí qual o nome. É como é, galera, o nome de de Mixirica, de Tangirina, em Pernambuco, em Recife, tem um outro nome. É, eu não
vou saber também. A gente tava comentando aqui outro dia de Eh jeitos diferentes de falar dos lugares que a gente vai. Tem isso, tem isso. Brasil é um celeiro de falar diferente, né? E essa plantação você começou por conta da sua experiência anterior com Não, na verdade eu acho que é laranja crava. Laranja crava. Isso mesmo. Laranja crava. Leila Nascimento me falou isso outro dia. Leilinha, um abraço para você. Leila Nascimento, ela tem um Projeto, é uma empreendedora de Pernambuco, tem um projeto, chama Vira Gira, mulher fantástica. E ela me falou que chama Laranja Cravo
lá. E mas aí essa essa plantação eu sempre gostei, eu sempre acreditei muito na lei da semeadora. Para mim, a ótica do sucesso, o sucesso não é aquilo que você colhe, é o que você planta. A galera pensa que a crise hoje tá no nível máximo de sucesso, que o rico tá no nível máximo de sucesso, mas na verdade o sucesso da Crise foi um dia ter identificado o dom dela, plantado aquilo e cultivado para colher isso que você tá vivendo hoje. Então, sucesso é a semente, não o fruto. Sempre é. É. E eu acredito
muito nisso. Então, quis Deus que eu começasse minha vida plantando. E aí, quando a vida foi passando, quando eu fui transformando a minha realidade, eu fui adquirindo algumas coisas, só em Belo Horizonte hoje eu tenho 30 imóveis. E aí esse cara aqui que sempre gostou de sítio, sempre gostou de terreno, sempre falava comigo que eu tinha que ter essas coisas. E eu comecei a falar com ele, ah, olha uns aí que é ele que compra as minhas coisas. Sempre é o Charles que faz essas coisas para mim. Olha uns aí para mim que eu vou
comprar. E aí ele me ficou sabendo através de um amigo nosso também que é Cristiano, que é o Cristiano, que tava vendendo parte da lavoura de Mixirica lá perto desse Cristiano. E aí o Charles me levou lá para ver e aí eu comprei o primeiro sítio e aí eu queria comprar um da de esquina e os da esquina já tinha vendido. Tinha vendido da esquina eu acho que uns quatro. Aí eu falei: "Ah, vou comprar esse do meio aqui mesmo". Aí depois o cara do lado colocou dele para vender, eu comprei. Aí o outro colocou,
eu comprei. Aí o outro colocou, eu comprei. O outro da poira eu comprei. E aí eu comprei todos os sítios em volta Do meu e fiquei com a plantação toda de uma grande parte desse mxirigal. E agora tô tratando, tô cuidando e tem lá minha plantação de mxiriga. Igual tô plantando algumas outras coisas lá. Você consegue ir lá com frequência? Você gosta? Não da quantidade que eu queria, porque minha vida é muito corrida, mas eu sou muito grato por trabalhar em equipe, então tem gente cuidando, né? Esse final de semana eu vou lá. Eu tive
Lá essa semana, inclusive quero deixar um abraço pro Jefinho e pro Miltinho, que é quem cuida das minhas coisas lá em Minas, no que se refere ao sítio. E aí eu tive lá para ver a cerca, estão mudando algumas coisas lá, tive lá para ver. Eu adoro ver, né? Fui lá plantar um pé de abacate, até postei uma foto eu plantei nesse pé de abacate. Eu adoro isso que é lei da semeiadura. Você só colhe aquilo que você planta. Então para mim estar lá é muito gratificante. E Quando eu falo das minhas conquistas em Belo
Horizonte, eu saí de Belo Horizonte com a mochila nas costas, né, em 2017. muito machucado, muito surrado pela vida e voltar lá com essa condição hoje é para mim gratificante. Retornamos um projeto lá agora que é a nossa junina. A nossa junina é um um grupo cultural de quadrilha junina e o movimento junino, a cultura junina brasileira é absurdamente grande. Tem no Brasil todo. Eu tenho pouco registro no Sul, mas tem também no Sul. E eu sempre trabalhei com cultura junina. E paramos de fazer isso em 2016, né? quando eu me mudei de Belo Horizonte.
E aí agora retornamos esse grupo para fazer um grupo profissional que é o empreendedorismo cultural na sua mais profunda atuação ali. Aí reunimos alguns recursos, alguns amigos para fazer isso acontecer. Um projeto fantástico de pessoas que se reúnem para fazer cultura. Essa galera que normalmente vem de periferia, vem de Comunidade e vão fazer um trabalho belíssimo para mostrar o quão o empreendedorismo cultural. na verdade existem vários eventos da cultura junina no Brasil, né? Nós vamos criar um grande em Belo Horizonte tem um grande evento que chama Mas um de vocês vai ter vai ter um
nosso, porque a nossa ideia é tem o Arraial de Belô, que é o grande evento de Belo Horizonte, mas nós queremos fazer, nós estamos fazendo um Grupo de fato profissional, reunindo elementos que através do recurso que hoje temos nós podemos possibilitar e indo para uma realidade que vai combinar e um grande evento que apresente um grande espetáculo para que as pessoas olham, fala: "Dá para fazer essa cultura de maneira séria? Dá para fazer essa cultura de maneira organizada e dá para fazer dinheiro através dessa cultura e dá para salvar vidas nas comunidades através dessa cultura.
Então, nós sempre Fizemos a vida toda sem recurso e hoje estamos fazendo novamente, só que com recurso e com a maneira sistematizada, organizada e linkcando essa a nossa junina ao Instituto Pega Visão, que é o nosso projeto maior de passar conhecimento, né? Então nós vamos passar esse conhecimento de como fazer da maneira correta em Belo Horizonte. Isso vai combinar num grande evento. Vou te convidar para ir nesse evento. Quero muito. A sua equipe deve ser Gigante. Eu tava aqui pensando quantas pessoas, quantas pessoas devem ter trabalhando em volta de todos esses projetos. Você tem ideia?
Tem, tem muita gente. Tem muita gente, porque você não consegue, é aquilo que eu falei, né? Se tem três coisas que é igual em todas as pessoas que alcançaram extraordinário. A primeira delas é uma fé inabalável, todas elas têm. A segunda é a busca incansável por conhecimento e a terceira é o trabalho em equipe. Essas três Coisas são iguais em quem é alcançou extraordinária. É igual no Jeff B, no El Musk, no Steve Job, no Thiago Negro, no Joel J, no Brunet, em você, no Flávio Augusta Silva, no Rico Chess, qualquer um outro. Nós não
abandonamos a condição de aprendiz, nós não trabalhamos sozinho, nós temos uma fé inabalável. Então, para para gerir essa nossa junina, tem uma diretoria que trabalha para caramba. Inclusive, quero aqui deixar meu abraço pro Alan, pra Richele, Pra Lorena, pro Lun e pro Cristian, pra filhota, perturbada da filhota. E deixar o meu abraço para mim mesmo, pra Renata e para toda a equipe que tá por trás disso, levando pra Leil que é coreógrafa, pro Kelvin que é figurinista. É um trabalho, é cada um no seu, é muita gente envolvida para que de fato o espetáculo, para
que quem assistir fala que lindo. Tem previsão já de data para Bom, o espetáculo sempre acontece em Junho, né? Então deve ser em junho. Eu vou te convidar para vocês. Nossa, eu quero muito. Adoro, adoro a cultura junina. Sou doida. é muito bonito e é um grupo profissional muito organizado que nós já fizemos em outras épocas, mas com pouquíssimo recurso, então a gente conseguia chegar muito longe. Hoje sistematizado a gente consegue fazer essa galera sim pensar isso de maneira organizada. em Sorocaba, na verdade, Votorantim, né, que era parte de Sorocaba e depois a cidade separaram,
mas a gente é irmão. Eh, tem uma festa que é é muito bacana e Sorocaba faz também, é que a as duas cidades, como são cidades irmãs, entraram no acordo que uma faz a festa metade, a outra aí o dia que acaba essa festa começa da outra para não concorrer. Mas é a mesma a mesma lógica. E aí todas as barracas são alguma on da cidade. Então a barraca de da sopa é uma ONG da cidade, a barraca do milho é outra on da cidade. Então você anda na festa e tudo que você consome, né,
você vai lá para consumir, para comer, para jogar um negócio, para não sei o quê. Só que tudo é, então é muito legal porque você sente que todo o seu passeio naquela noite, tudo o que você fez, então aqui tem, é, aqui tem um GPS, aqui tem um, sabe, e você vai e ajudar. E é muito legal essa e É justamente isso que nós estamos fazendo lá, que é um projeto que pense para além do nosso próprio umbigo, que consiga possibilitar coisas para para várias pessoas e para várias entidades dentro de algo organizado, bonito de
se ver e que envolveem sérias juventudes em cultura que é riquíssimo, né? Então, um país tão rico em cultura igual o nosso e que investe tão pouco em cultura, quando você pode fazer isso e você não faz, você passa a ser parte desse problema, Né? Então é justamente isso. Nós queremos fazer um grande evento com um grande espetáculo e com todas as pessoas que estejam inseridas naquele espetáculo de alguma maneira falou: "Aquela barraca ali, ela tá ali porque ela é do projeto tal e através dali eh vai beneficiar não sei o que". É exatamente isso,
porque hoje a gente, graças a Deus, não é mais por dinheiro, a gente não faz, pra gente vai Dar mais gasto do que qualquer uma outra coisa. Mas para nós que temos noções de o quão rico é o conhecimento, isso é investimento nas próximas gerações. Sim. E deixar de fazer isso seria um erro enorme. Então eu retomei esse projeto, estamos fazendo com muita garra, com muita determinação para que lá no ano que vem as pessoas possam olhar e falar: "Que lindo isso aí". E minha filha negona que hoje é Porta bandeira, ela começou a dançar
nesse grupo e hoje ela é porta bandeira. Nossa, que incrível. É. E ela aprendeu muito sobre giro lá e hoje ela dá esses giros em outro lugar. Isso é muito maneiro pra gente. Sim. A perturbada que a minha filhota ela quebrou o pé dois dias antes do ensai. Ela é aquela, sabe aquela música que eu não preciso de ninguém para fazer merda comigo? Foi feito para perturbada da Minha filha. Ela é perturbada. Ela quebrou o pé descendo no morro sozinho e aí ela tá sem, tá maluca, tá doidona. Mas tá sendo muito incrível fazer isso.
Então é, a gente a gente é muito grato por transformar a realidade e não se esquecer de tentar fazer essas coisas no lugar onde você nasceu, porque no lugar onde você foi criado, porque eu eu fiz parte disso e retornar com condição para fazer isso da maneira bem feita e deixar um legado imaterial para quem vem Depois. Isso é muito importante pra gente. Uhum. Então tô me executando. Muito legal. Se você já visitou todas as capitais do Brasil? Eu já fui em todos os continentes do mundo, em todos os estados brasileiros e eu já fui
várias, eu já fiz muit, eu fiz muitas palestras em todos os estados. Eu acho que não tem nenhum estado brasileiro, até os mais longe, Acre, os mais distante, que eu fiz menos do que umas 10 palestras. São Paulo, Belo Horizonte, Rio nem conta. O Sul também nem conta. Qual foi o país mais doido que você fez, que você mais imaginou? Japão. Japão. Japão. Eu tava, eu tava no lado da rua. Eu nunca pensei que eu fosse no Japão, né? Aí teve uma cena que foi muito, foi muito engraçada. Eu tava, eu tava saí do hotel
mexendo no celular, tipo de brasileiro. Aí eu fui atravessar Uma avenida e o sinal tava aberto, só que não envia carro e tava muito japones do lado de cá e muito japones do lado de lá esperando para atravessar a avenida. E aí eu vim, não envia nenhum carro, eu simplesmente atravessei assim, ó. O povo, eu falei: "Caraca, que não pode atravessar a rua não, mesmo que não venha nenhum carro, enquanto o sinal não fecha, ninguém atravessa." E eu atravessei porque tava aberto e não envia nenhum carro. O povo para eles Aquilo foi o auge do
Você viu o vídeo que postaram da lá da Copa? Foi ontem, anteontem que postaram? Não, não vi não. Que eh não era nem o jogo, não tinha nada a ver com o Japão, só que tinha japoneses no estádio. Acabou o jogo, eles saíram limpando tudo, tudo e as pessoas filmando, falando assim: "Que que tá acontecendo?" Então, pois não, o nível de Aí eles falaram assim: "Japonês não Deixa lixo para trás". El falou: "Mas não é de vocês". El falou: "Não importa, a gente deixa o lugar melhor do que a gente encontrou". Pois é. E tem
isso. E a galera assim filmando desacreditando, inusitado para mim aquilo no Japão. E outra coisa foi a França, né? Quase morri de frie. Fala, única vez na vida que eu achei que eu ia morrer. Eu Cheguei lá, tava -5º. Ninguém me falou isso. Nossa. E aí eu fui, eu comecei a sentir frio. Sentir frie, só que o frio ele começa de fora e ele vai entrando. E quando eu vi ele tinha chegado no osso e aí começa a doer, doer de doer, de doer. Eu fui pro aeroporto, tava na hora de eu ir embora. Eu
cheguei no aeroporto, eu tava passando tanto mal que eu falei, deve ser fome, aí fui fazer um lanche, deixei Até meu cartão lá e aí aquilo não passava. E eu tava com frio, mas muito frio. Falei: "Cara, eu vou morrer aqui nesse aeroporto, em Paris". Aí peguei meu celular, desbloqueei o celular, coloquei todos os meus contatos no celular e fiquei com ele na mão. Falei: "Cara, se eu morrer aqui, eles têm pelo menos como me achar". E aí eu consegui embarcar e vi embora. Meu Deus, foi essas duas situações foram as mais inusitadas assim Que
eu me lembro fora do Brasil. Agora a felicidade é quando eu chego, fui para Portugal outro dia, eu tô lá na Praça do Rossil para gravar com meu livro e as pessoas rique rique rique. Eu tô na Time Square vendendo água. Eu tava lá outro dia. Rique rique. Povo é muita gente que conhece a gente no mundo. Eu ia te perguntar isso. Você e quando criança ou adolescente, sei lá, tinha algum lugar que você tinha o sonho de ir e acabou realizando por conta dessas Viagens? Não, eu sempre fui um cara muito local, tanto que
eu adoro meu país. O lugar que eu mais gosto é a casa do meu pai. Então eu nunca eu nunca tive muitas pretas. Eu sou eu fui um cara que sonhou pouco. Ah, eu quero ter uma casa, eu quero ter sonhar. Eu nunca sonhei em ter uma casa para você ter uma noção. Eu quero conhecer Nova York. Nunca tinha. Porque eu a possibilidade de eu chegar nisso era muito fora da minha realidade. Só que eu tinha algumas referências, por Exemplo, eu sempre fui fã do Michael Jordan, né? Então hoje eu cole só calço Jordan hoje.
Hoje eu tenho uma coleção de Jordan. Então eu tinha essas referências. Quando eu transformei minha realidade, quando eu comecei a me transformar, eu falou: "Cara, eu quero ir nos Estados Unidos comprar um Jordan e eu quero fazer isso". Coisas simples, mas lugares assim, nunca ti, nunca fui um cara desse, não. Sou eu, eu fui um cara muito simples. Eu me preocupava Mais em, sei lá, arrumar o banheiro da casa da minha irmã do que conhecer a Time Square. E quem são as pessoas que você segue? Porque você é uma das pessoas que eu sigo. Então,
quem são as pessoas que você segue para você aprender mais assim? Primeiro eu sirvo a Deus. Depois eu sigo algumas das pessoas que tomaram água quente comigo ou passaram sede comigo. E Você é uma pessoa que eu sigo. Negro, Thago Negro, Flávio Augusta Silva, Anderson Cavalcante. Você conhece Anderson Cavalcante? Não. Você tem que trazer esse cara aqui. Esse cara, vou procurar o Twitter dele. Anderson Cavalcante. Esse cara, ele ele é o editor de Fala, Augusto da Silva. editor Caio Carneiro, ele editou Gustavo Cerbaze. Ele editou Paulo Coelho, ele Editou, ele editou Valir Carrasco, ele editou
Marcos Rossa, ele editou Adriana Santana, ele editou Rick Chester, ele editou vários outros. Ele é uma das pessoas que eu sigo. É esse, esse cara, esse cara. Não tem como você estar na presença do Anderson e terminar a conversa do mesmo tamanho que você começou. Não tem como você sentar com o Anderson Cavalcante e não sair maior do que o depois que você Ouviu ele. Ele é o auge da serenidade. O Anderson é um cara de uma capacidade raciocínio absurdo de um pensamento rápido, um nível de humildade incrível, de uma história fantástica. Um cara que
começou como livreiro, vendendo o livro e hoje ele é publish da B editora. Então ele é um cara incrível, um cara que eu adoro ouvir o Anderson Cavalcante falando e como ele não é desses milhões de seguidores, é um cara que passa despercebido pela multidão. É, eu vi que ele tem acho que 35.000. É, pois é. Então que nós temos essa mania de acreditar que os extraordinários t milhões de seguidores, né? Mas na verdade tem um ano cavalcante passando aí, a galera não tá nem percebendo. O cara é incrível, incrível, incrível. Esse cara você tem
que trazer esse cara. Comeir já. Anderson Cavalcante, ele é aula máxima, então ele é um um dos caras que eu sigo. Eh, o Flávio nem eu não nem conta, né? O Joel J é um cara que eu gosto para caramba. Nossa, eu gosto demais de ouvir ele. O Joel é aula máxima. O Jonath Azevedo, que eu não sei se você vai lembrar por Jonathan Azevedo, mas ele é o é Autor Sabiá. Você lembra do Sabiá? Aham. Ele Moleque do Vidigal, cara. aula máximo, cara incrível, de uma capacidade de raciocinar absurda, cara criado dentro do morro
do Vidal, que escolheu ser cidadão de bem dentro daquele lugar e que é referência para muitos garotos daquela comunidade. Tem uma história fantástica que vem do lugar que eu venho. Eh, bom, essas pessoas são algumas das referências que eu posso te colocar aqui que que são que eu gosto. Thiago Brunet, gosto muito. Essas são as referências que eu posso te situar aqui, rápida, de gente que eu acredito que agrega valor na vida de muita gente. E eu queria saber o que que, qual é o teu lazer, fora tudo que você se diverte fazendo, trabalhando. Ah,
eu sou um cara muito casa, né? Ir pra casa do meu pai para mim é um lazer. Visitar minhas terras lá no lazer, visitar pessoas que me conheceram na época dos barracos de pau na favela é Lazer. Ir a Copacabana sempre que dá para mim é lazer. Eu todas as datas, como Natal, eh, meu aniversário, eu vou para Copa Cabana, sento lá e fico lá sozinho. Meu sonho de choro quando eu chego lá, que a minha história ali é muito gratificante, né? Então, eu sou um cara muito simples no que se refere a lazer, mas
eu sou um cara muito família, eu gosto muito da casa do meu pai, gosto muito de estar fazendo a obra de atuando de alguma Maneira para ajudar em algum projeto, alguma coisa do tipo. A nossa Junina agora para mim é um lazer, é um lazer que a gente transforma em missão, né, pela, pelo produto final que a gente acredita que aquilo vai dar. Está na quadra da Mangueira para mim é uma obrigação, é uma missão e um lazer, porque é o meu lugar. Eh, servir para mim é um lazer. Saber fazer uso do meu lugar
fora do da tela do smartphone para mim é um lazer, Porque tem muita gente que não tem congruência, né? A galera é um ser é quem quiser na frente do smartphone, mas aquilo não se sustenta de pé quando aquilo desliga, né? Então, conseguir ser a mesma pessoa nos dois espaços para mim é um lazer. Isso tudo para mim é lazer. Eu não jogo bola, né, cara. Eu não, eu como pouco, mas tá com os meus é o meu maior lazer. Servir a Deus e levar o nome dele pro maior número de pessoas possível, da maneira
mais leve possível. Para mim é um lazer. Essas coisas eu gosto de coisas simples. Sou um cara simples. Vender água para mim é um lazer. De vez em quando eu saio hoje que eu não vai dar tempo, senão ia vender uma água. Qualquer dia eu vou te convidar pra gente vender uma água. Eu vou. Vamos. Nossa, eu quero muito. Se tiver no Rio, você você conv você rou no Rio, nós vamos pra Copa Cabana, você vai colocar um Tirar essa meia do pé, tirar o tênis e chamar a negona que é minha filha, ela topa
tá sempre que eu vou ela vai. Nossa, eu quero muito passar por essa experiência com você. Então pronto, então nós vamos vender água. Para mim isso é um lazer, cara. Aí eu abro uma live, você não tem, você não tem noção do barulho que isso dá em Copacabana. Não, nós vamos mesmo. Vou te cobrar essa bar. Quero não, mas eu quero, eu quero de Verdade isso. Pronto, nós vamos fazer isso. Para mim é um lazer. eh estar com os com as pessoas que me ajudaram de alguma maneira, o João Kepler, Davi Braga, Cris Braga, é
uma família de Maceió, está próximo ao Charles da esposa dele, tá com a filhota e a casa da dona Vera, que é e e do seu Pedro em Belo Horizonte, comer o pudim da dona Ana. São cara Simples para caramba. Apanhar manga em Martinho Campos, que foi onde eu apanhei manga quando era criança. Então temo que ir lá, hein, chag época de manga. Panhar manga em Martinho Campos, visitar a quitanda. na agenda senão você não vai ter tempo de apoiar mangitar a Kitanda Aguiar, que é uma galera que cresceu comigo em Pitangui, Fernanda, Tatiânia, a
família da Boventura lá em Pitangui, cidade que eu nasci. Aí eu quando eu vou a Belo Horizonte, que eu tenho tempo, eu Saio lá de Belo Horizonte e vou lá em Pitangui, são quase 300, 200 km só para comprar quitanda na mão daquela gente. E eu passo por milhares de lugares que tem quitanda no caminho, mas é tão rico eu sair lá visitar aquela gente e e e possibilitar aquele encontro que para mim isso é um lazer. E na casa da dona Roselie, que foi quem me emprestou os R$ 10 para começar a vender água
na praia, para mim é um lazer, não perder os laços com essa gente. E isso para mim é lazer Me policial. E eles devem ter muita saudade também, né? Porque é a vida, a sua vida ficou muito corrida, né? Eh, e óbvio que você tem saudade de visitar essas pessoas, mas eles ainda estão lá, né? Então eles têm que esperar você vir, porque não adianta eles Onde é que eu encontro o Rique? Nem você sabe onde você vai estar amanhã. É, não é a minha a minha vida é uma correria, então eles torcem muito por
mim. Eu Tenho 79 pessoas que tem meu WhatsApp. A dona Mariva, que é onde eu gravei o vídeo da água, que eu morava deugel, ela é uma dessas pessoas. Só na casa dela tem três pessoas que tem esse número. Então só lá são três. E sempre que dá eu tô lá. A cama que eu falo no meu livro que é a cama dos sonhos, ela tá na casa da dona Maria Alva até hoje. A família da dona Roseli, eles me vê pouquíssimo, mas sempre que eles vê alguma conquista minha, eles postam, eles se divertem com
Isso. Dia das crianças eu vou na casa deles, pego todas as crianças e levo numa loja que tem lá em Piabetá e falo: "Vocês pode pegar o que vocês quiser". Eles fica doido dentro da loja comigo, anda nos meus carros para eles uma alegria. Nossa, esse banco é bonito, esse carro é bonito. Quer me tirar uma foto aqui dentro? Para mim isso é lazer. Porque isso desperta o sentimento mais puro daquela criança de querer ter aquele tipo de vida e de saber que se um Dia você alcançar aquele tipo de vida, você não deve se
esquecer de onde você tá vindo. É. Nossa, você falou isso agora. Eu vi uma cena outro dia que eu fiquei tão impactada com a cena que eu acho que o semáforo abriu, eu nem andei. Tinha uns meninos ali no semáforo e, enfim, uma cena que a gente odeia ver e que a gente eh que embora seja comum, normal nunca vai ser, né? É é comum de ver, mas normal isso não é. Só que o cara parou e Ele tava com uma moto, uma motona alta assim, sabe? E aí ele percebeu que os meninos olharam, ele
chamou os meninos e deixou os meninos ficarem acelerando. Aí os meninos grudaram assim na do lado dele e faz r, sabe? E ouvi o barulho e tal, não sei o quê. E o tempo todo que aquele semáforo ficou fechado, ele deixou os meninos aí vim e o outro vinha acelerado. Posso não sei o que dele pode. E os assim ele nem chegou a descer da moto, ele só ele só deixou aquela Grandeza do gesto aquela criançada se divertir ali, sabe? E aí beleza, né? passou, o semáforo abriu, foi embora e tal. Cara, eu fui até
em casa pensando naquilo, o que deve ter sido para aqueles meninos, a aquele momento, sabe, de porque po, isso pode mudar a percepção de vida, pode mudar o sonho da criança, mudar, você pode migrar a mentalidade daquele garoto. Você, Cara, eu fiquei doida. Eu fiquei doida a hora que eu vi aquilo. Eu tomo muito cuidado com isso, porque o lugar que eu cheguei é um lugar muito sedutor, né? E é um lugar que nos possibilita algumas coisas. E essas coisas que nos possibilita é sonho de milhões de outros ricos, que talvez é um garoto que
tá dentro de uma comunidade de frente para um fuzil. E aí eu chego numa mangueira da vida e esse garoto olha pro meu carro, eu não tenho Humildade de colocar ele dentro, dar uma volta no corteirão e parar ali. Aí ele entende que não é para ele por aquele viés e vai buscar por outros viéses e aquele garoto se pede pode ter sido culpa minha. E o gesto de colocar dentro de um carro, deixar eu dar uma aceleração, isso pode mudar a mentalidade. Caminho bom, né? Outro dia eu fui pra Nova York e aí eu
eu coleciono o Jordan e teve um dia que eu cheguei no projeto com a minha filha, eu Falo: "Pá, tem um garoto que chama Biel, eu até postei esse vídeo. Biel é um garotinho que faz parte do projeto na Mangueira. Ele olha pros meus Jordi fala: "Cara, eu queria ter um Jordan, mas no Brasil não tem, porque o pé dele é desse tamanhozinho, né? Falei: "Tá, um dia eu vou te dar um Jordan". E aí eu fui para os Estados Unidos e aí trouxe o Jordan para ele, igual o meu. E aí cheguei na mangueira
outro dia, virei para ele e falei: "E aí, Biel, tudo bem Com você?" pedir minha filha para gravar. Vem cá, deixa eu gravar com você. Conta pra galera quem é você. Falar meu nome é Biel, sou aqui da Mangueira, faz parte do projeto que não sei o quê, tal, tal. Falei, você lembra que eu te falei que eu ia te dar um presente uma vez? Eu falei: "Lembro". Eu falei: "O que que era o presente?" Falou que um dia você chegou aqui com o Dioda, eu falei que eu queria ter um. Falei: "Pois é, eu
fui para Nova York, trouxe Um para você". Esse garoto ficou louco. Você vê o abraço que esse garoto me deu. Uma das coisas mais gostosas que eu recebi na vida foi o abraço do Biel quando depou se deparou com Joda. Então quando você sabe que o seu, que um gesto seu, que para você é algo simples de se realizar, pode mudar a mentalidade daquele garoto e você não faz esse gesto, você não é digno de ter a condição de ter aquilo. Então eu tomo muito cuidado com a com a Dignidade para ocupar esse lugar. para
saber que tem coisas que são simples para mim e que pode, não é pelo tênis, é pelo aquele garoto fala: "Caramba, mano, um dia eu vou fazer isso por alguém". Se essa mensagem entra no automático na cabeça daquele garoto, o Biel pode ser o próximo a comprar um dia para alguém, entendeu? Então, esses gestos para mim são grandes para caramba e eu sinto falta de ver pessoas de condição fazer esses gestos. Então, nós temos que fazer Esse tipo de coisa, essa acelerada que esses garotos deu nessa moto. Sim. Um tênis desse, isso muda a mentalidade,
muda o dia. Se não mudar o resultado da vida daquele cara, mas mudar o dia daquela criança já valeu. Sem mais, é mais do que a grana, né? Foi a atenção que você deu. É o dinheiro, não é o o gesto é o gesto. Não é o tênis ou a pô a mão, é o gesto. É ver o outro quanto o ser humano. Porque normalmente o cara passa na moto E ele acha que ele é um gigante, que o outro é um ninguém. Ou eu chego na mangueira calçando um joda e acho que eu sou
um gigante, que o B é um ninguém. Não, cara. E quando eu vejo o Biel como ser humano e faço gesto, eu tô estimulando o Biel a agir como ser humano. Eu lembro a mãe dele me ligou R que o Biel agora não quer tirar esse tênis mais falei deixa o garoto usar o tênis. Se tênis 34 pedo vai crescer, ele não vai conseguir com seus tênis. Então isso é muito de comunidade, né? Guardar o melhor nosso pra festa tal de não sei o quê. E eu falo que nós pecamos quanto o ser humano, como
quando nós guardamos a melhor louça pra pessoa que vai vir de fora, a melhor toalha para quem vai vir de fora, você se veste pras pessoas de fora, então você não se preocupa com os de dentro, você não curte a vida dos de dentro. Então é no gesto, é no pequeno gesto. Eu faço isso em casa. Eu comprei um jogo De taça, eh, não taça de de champanhe, taça de que normalmente tem restaurante que você vai para restaurante, é tão gostoso, né, que te serve a água na taça, serve o refrigerante na taça e tal.
E aí um dia eu falei: "Quer saber de uma coisa? Depois eu vou tomar água em taça na minha casa, porque eu acho legal". E aí, às vezes tô lá, Dan, eu e minha filha comendo o almoço requentado, mas nós estamos tomando o suco na taça. A gente bota a taça lá na mesa. É curtir o melhor, exatamente. Nós temos esse erro. Nós trabalhamos para mostrar pras pessoas de fora. Você veste a melhor a roupa quando você vai no casamento tal e fica na sua casa de qualquer maneira. Você dorme de qualquer maneira, mas se
a sua visita chega, você tira o melhor travesseiro, melhor lençol, melhor cobertor, coloca no melhor quarto da casa. Você não coloca um jogo americano quando tá só a sua família. Quando chega um de fora, você Corre e coloca o jogo americano. Quando tá só você, você come de qualquer jeito, come em cima da cama, como não sei o quê. Quando chega a pessoa de fora, você se arruma na casa correndo para que aquela pessoa comer. Então você crucifica os seus para agradar os de fora. E mal sabe você que quando de fora vai à sua
casa, ele que tem que se comportar igual aos seus. Ele tem que receber a vida que os seus recebem. Não tem que ser tratado de maneira especial. Então, um erro absurdo nós guardarmos o nosso melhor pros de fora e preservarmos os e e crucificarmos os nossos. Então, eu fui aprender isso agora, né? Então, para mim, se um de fora for me visitar, ele vai pegar o meu convívio e não um convívio especial por ele ser onde fora. Sim. E nós pecamos nisso, nós erramos nisso. Então, parabéns por ter comprado as taças. É, agora toma o
suco em taça. Agora Quero nem saber. Agora me conta uma coisa aqui. Você tá lavando a toalha depois do banho? Você pegou esse corte, gente, zoando, cara. Não. E você sabe que isso virou um debate eterno agora lá no meu Instagram, porque a galera vem e a galera começou, porque tem muito isso, né? Tem muita gente que me conheceu depois do Vênus, obviamente muita gente conheceu, mas eu venho da comédia, então às vezes eu eu esqueço que eu preciso lembrar as Pessoas que eu sou humorista, eu venho da comédia. E aí eu achei muito engraçado
porque eu postei esse negócio e teve gente debatendo, não porque quando você deixa a toalha no banheiro, as bactérias, eu falei: "Mas eu sei, eu estava brincando, era uma piada, caramba". Mas agora eu só deixo quando a pessoa vem falar: "Ai, obrigada", viu? Pode deixar, vou vou lavar minha toalha. Obrigada. Mas é sinal que o conteúdo fez sentido naquela Pessoa. Ótimo. Se fez ela pensar, tá tudo certo. Tá ótimo. O cara mandou outro dia para no Twitter para mim falando assim: "Cris, eu tô vendo os vídeos da fritada e eu tô impressionado como você não
se abala. As pessoas mandam piada, te detona e você não se abala". Aí eu falei assim: "Olha, tem algumas coisas aí, autoconhecimento, amor próprio, senso de humor e um pouco de psicopatia também que a gente fala que Mas é uma analogia Muito interessante essa ideia, porque se a ideia de você tomar banho para se limpar e colocar a toalha para secar ao invés de lavar a toalha." Então você tá confiando no banho. É exatamente. Então você não confia no seu próprio banho. P não entendi. É uma analogia, mas isso aqui é Brasil, né? A galera
tem mania de distorcer as analogias. É, é por isso que nós estamos tão machucado, é porque a galera não perde uma oportunidade de distorcer Algo. Sim. Para ficar brincando com as coisas, levando a sério de mais as coisas. É, eu eu acho mesmo que a gente a gente tem, infelizmente, hoje, acho que comentamos isso ontem, anteontem, eh, que assim, o antes era eu gosto disso, consumo. Eu não gosto disso, não consumo e sigo minha vida. Ô, eu gosto disso, isso pode existir. Eu não gosto disso, isso não pode existir. Eu vou destruir Isso. Eu quero
destruir isso. Calma, gente. Calma. Tem com a faca no dente, tem raça negra e tem gazeroso. Tá tudo certo. Pode tirar a faca do dente aí, né? Pode ir no no negócio que você gosta, tá tudo bem. Então eu sinto muito, mas agora eu já a pessoa comenta, eu só falo: "Ai, tá bom, querido, tá tudo certo, É, tá tudo certo." Eu também sou assim, porque é aquilo que eu falo, você faz um post na sua rede social e ele tem lá, sei lá, 3.000 comentários, bacana para caramba, mas você se apega a um comentário
destrutivo ali, aquilo muda seu dia. Então, quando a gente faz isso, a gente acaba pecando. Eu prefiro me apegar a quantidade de pessoas que pegam a visão da informação do que a um ou dois que tá ali para tumultuar o negócio. Sim, tudo certo. É, até porque, enfim, a pessoa que vem com essa intenção dificilmente vai ter algo para acrescentar, né? E você difilmente dificilmente vai alcançar um resultado, porque esse tipo de intenção já é digno de quem não se viu como ator principal da sua própria caminhada. Então, ele tem que tentar tormentar alguém para
justificar o seu caos. E essa gente acaba contribuindo para que Outros se deslanchem, porque ao invés dele estar lutando pelos seus próprios sonhos, ele tá destruindo o que alguém tentou construir com as suas mesmas 24 horas, né? O dia tem 24 horas para mim, para você e pro restante da humanidade. O que muda é o que cada um de nós fazemos nessas mesmas 24 horas. É verdade. E aí o cara pega as 24 horas dele para te atormentar e você pega as 24 horas Para crescer, você passa atar 48 horas na frente daquele cara e
ele nem percebe que tá fazendo isso. E é por isso que as caras tá ficando para trás. Uma vez eu fiz uma publicação, eh, eu comentei, fui no podcast, contar a história da minha separação e como foi e tal, e acabou que esse assunto muita gente conhece a história e tal. E aí, eh, uma vez uma uma menina ela publicou, não sei, não lembro se foi no vídeo ou se foi onde Foi que ela comentou assim, eh, que eu tava comentando a história e que imagina ficar falando disso para quê, não sei o quê. E
aí eu fiz uma publicação falando para ela, escrevi uma carta aberta para ela assim falando: "Então, eh, não é por mim que eu falo. Se eu falo é porque já tá tudo bem. Eu não estaria falando e respondo. Se eu tivesse sofrendo pelo assunto, estaria resolvendo isso na minha cama chorando. Agora, se você quer saber por que eu falo, eu vou te Mostrar." E aí eu printei algumas mensagens que eu recebi, obviamente tirando a o nome e o rosto da pessoa, né? o a bolinha ali da foto e postei tipo um monte de mulheres, principalmente
mulheres, mas muitos homens também falando depois que eu vejo da sua separação, eu tive forças, eu eu me reconheci na sua dor, que bom que você falou, eu não eu não sabia como expressar o que eu tava sentindo quando Você falou isso. Muitas mensagens, eu falei, é por isso que eu falo não é para não serviu para você. Que ótimo, eu não quero mesmo que você sinta essa dor, não. Que bom que você não entendeu o que eu tô falando, quer dizer que você nunca sofreu essa dor. Parabéns para você, segue tua vida. Vai lá,
dancinha, tá tudo certo. Mas isso serviu para outras pessoas, outras pessoas que estavam nesse momento de dor se identificaram Com isso. Então, para de querer destruir o conteúdo porque aquele conteúdo não é ah, não, essa dor eu não valido. Tchau. É, a galera tem essa mania que se não serve para mim, eu não valido e vou criticar ao invés de apenas passar. É, e é desnecessário, né? Porque toda mensagem ela serve para alguém, não necessariamente para você. Sim. Mas ela de repente serve para ela, que serve para ele, que serve para ele, Tá tudo certo
e vai a mensagem. Por isso que eu coloco, eu sou só um mensageiro e para quem quer a mensagem, que ela não se aplica a todos. Exatamente. Eu eu acho muito isso também, porque, por exemplo, eu gosto de como você se comunica. o Joel, o Negro, são pessoas que eu, o Gustavo Borges, são pessoas que assim, essa comunicação funciona para mim, mas toda vez que eu falo disso para as pessoas, eu falo: "Mas não funciona para você, tá tudo bem, tá tudo bem, procura alguém que funciona, só não deixa de procurar uma mensagem que vai
te ajudar, seja ou seja essa pessoa que funcione para outras pessoas". Pronto, que seja isso, é? Porque você vai se encontrar na fila do pão, entendeu? Porque senão a galera acha que se não aplica para ela, tem que Criticar. Esse é bem típico do nosso país, né? É a nossa gente. É, mas tomara que encontre, né, num Tomara, porque precisa de mais crise, precisa de mais rico, precisa de mais. Tem espaço para muita gente. Se grande parte dessa galera que tá só criticando e resolvesse se encontrar, eram mais pessoas motivadas, motivando outros que ainda não
são tão motivados quanto. Então, É muito, é, são pouquíssimas pessoas perto do universo de gente que tem num país que se despontaram, porque são pouquíssimas pessoas que lapidaram esses dons para ir para esse lugar. Então, se parte da galera que não tá se procurando parar para se encontrar, esse time aumenta. Uhum. E tem espaço e tem um curso. Divulga o curso de novo pra galera. Tem um curso e o curso tá aí, compra, tá Galera? Tá lá no seu Instagram, lançado. A tropa de Rickchester tá lá no meu Instagram. Tá na bio do meu Instagram.
Fala o Instagram pra galera. Rickchester. R K Ch e S T H E R. Você encontrei esse rosto feinho lá na capa de perfil. Eu costumo dizer quando a minha filha nasceu falaram assim: "Sua filha é bonita, é a cara do pai". Eu falei: "Ou ela é bonita ou ela é a cara Do pai. Besta as duas coisas não tem como ela ser não. Mas tá lá só encontrei esse rosto feinho aqui lá no Instagram. Tá lá e acompanha. Começa em janeiro curso. Começa em janeiro o curso, mas a venda termina agora em novembro. Então
cai lá e compra. Não deixe buscar conhecimento, não apenas o meu curso, mas não deixe buscar conhecimento, porque você melhora a si próprio. E melhorando a si próprio, você possa Melhorar as suas possibilidades. Pode ser que amanhã ou depois seja você sentado aqui nesse mesmo lugar, contando a sua história de sucesso e pode ser que um curso como esse possa contribuir para que você seja uma pessoa bem-sucedida em todos os níveis. Perfeito. Pega essa visão, hein? As palestras as pessoas conseguem comprar também ou normalmente são fechadas? Duas editoras Lá também. Tá lá, tá lá no
na no na nos contatos no Instagram, tá tudo lá. Tá lá o contato da Marisa. Todo mundo tem que ter uma Marisa, tá? Tá lá o contato da Marisa lá. Eu tenho a minha Marisa que é minha mãe. Pronto, eu falo isso. Todo mundo tem que ter Marisa. Tem a sua Marisa. Todo mundo tem que ter uma Marisa. Então é Marisa que faz esses contatos de palestra. Tá tudo lá. Tá, tá nos Contatos do meu Instagram, tá bem abaixo nos destaques ali. Tem uma aba de contatos, tá? Todos os contatos lá. Perfeito, Henrique, muito obrigada
por ter vindo. Obrigada pelo seu tempo, pelo corre que você fez para est aqui hoje, que a gente sabe que não foi fácil, mas muito obrigada mesmo. Foi eu que agradeço pra gente. É uma honra imensa ter esse tipo de espaço num momento tão complexo. Nós viemos de uma Pandemia aí seguida de eleição, possibilidade de retorno de vírus, muita coisa acontecendo ao mesmo tempo. E esse tipo de espaço aqui, isso funciona como um remédio para essa gente aí, porque o conhecimento para mim é um remédio, é a vacina da humanidade. E todas as pessoas que
você traz aqui, de alguma maneira, elas têm algo a agregar na vida de alguém. E esse conhecimento é a vacina desse lugar. Então, saiba que todas as vezes que alguém, que você convida Alguém para vir aqui e abre essa ao vivo, você tá oferecendo vacina para milhares de pessoas que acompanha seu trabalho. E eu, em nome das pessoas que eu sei que não estão aqui, que ainda não estiveram aqui, eu te agradeço por não ter desistido da sua caminhada, por ter enfrentado seus trames, por ter identificado seus donos, por ter encarado a luta que tinha
que ser encarada, por ter lutado todas essas lutas e por estar aqui de pé para ser Uma das pessoas extraordinárias desse país. Respeito e orgulho máximo por sua pessoa. Poxa, muito obrigada. Obrama por todos vocês. Obada mesmo. Obrigada mesmo. Obrigada de coração. Eh, pra gente é uma alegria muito grande receber você aqui, de verdade. A gente, como a Iagu Joel, já veio, o Bruno já veio, o Thiago tá devendo, né? Qual é? Nigro, pega essa visão. É, mas o Nigro mandou um abraço para você. Ah, ele é maravilhoso. Nigro, quase que eu esqueço. Abr. Tava
com o Nigro agora. Ele mandou um abraço para você, tá? Ele é incrível. Um cara, um coração gigante. Gigante mesmo. Assim, é. Eu já era fã, mesma coisa toda, já era fã, acompanhava e quando conhecia, é muito bom quando a gente admira tanto a pessoa e aí conhece o o CPF atrás do CNPJ e Descobre que é tudo aquilo mesmo. Então é muito legal. Exatamente. Um abraço grande pro Thiago para cá, maravilhosa, a esposa dele que é o amor também. Eh, mas é isso. Obrigada de verdade pelo corre. Eu sei que você tem horário também,
tem que ir para aeroporto agora que o dia não acabou. Para você, pra gente também não, né? Acho que nós temos ainda mais um. Talvez tenha acabado. É, é, rolou, rolou. Ah, a Dani já vai te explicar. Ah, entendi. É que a gente tinha mais uma gravação depois. Exato. Mas de qualquer forma não acabou porque a gente tem outras gravações. A gente fica ainda um tempinho aqui. Mas é isso. É vocês que ficaram até aqui, é a parte do recado que aí. Ah, eu tô aqui, gente. Eu também tô aqui. Sei que ficou até aqui.
Se inscreve aí no canal do Vênus. Eh, sigam A gente em todas as redes sociais @Venuspodcast. E é isso, né? É isso. E segue a gente também nas nossas redes pessoais, sensuais, Cris Paiva com dois S e as e assine. Segue a gente lá no nosso Instagram que a gente vai ter novidade para falar. Ah, e o dia 7? Dia 7. Comprem os ingressos. O link tá na descrição desse episódio. Corre que vai acabar. E aí não tem mais, talvez, hein? Então, corre lá. Não sei. Será só esse ano. Esse ano é o último. Mas
est, mas esse ano a gente tá preparando uma coisa legal. Esse de encerramento vai ser muito legal. Vai, não vai ser só um podcast, vai ter entretenimento junto. É. E ah, eu ia falar alguma coisa da gente, cara. Ah, sim. A festa de 1 milhão pra gente, a gente tá na meta do 1 milhão agora. Então, tava 900 e quanto agora, F? Deixa eu ver Quanto nós estamos agora. 900 e deixa eu ver. E tr 903.000. Já entramos em contagem regressiva oficial ou é muito cedo para isso? Muito cedo, muito cedo. Ah, me deixa. Tá,
vamos começar aqui. Falta falta 900. Não, para milhão97. 97.000. Ô, Fernanda, sou boa na Fanda. Mas 900 para 1 milhão. Se eu fosse boa, eu tava na engenharia. Quem diria? Quem diria? Falta 97.000. Essa é a nossa meta. 96.000 e alguma coisa que já tem mais de 903. Tem 903 e alguma coisa. Então fal, é verdade. Bom, então 96.000. Tá bom. Rapidinho a gente chega, a gente dá a nossa festa de 1 milhão aqui pro V. É isso. A gente vai fazer essa contagem regressiva diariamente, igual o resultado parcial da telecana de Natal. E a
gente vai falando os números aqui. E aguarde o episódio da Cris vendendo água com Rick Chest arei de Copacaban. Isso vai ser a aula máxima. Vou, eu vou, eu vou, eu vou. É isso. Beijo, até amanhã. até visão.