É você hoje. É hoje mesmo. >> Beleza. >> Não, hoje, >> olá, boa tarde. Boa tarde. >> Eu me chamo Henrique, ele se chama Celso. >> Eh, nós hoje vamos bater um papinho aqui, tá? Vocês vão participar do que a gente chama de pesquisa qualitativa. É um pouquinho diferente daquelas que as do que a maioria das pessoas estão acostumadas, que é a pesquisa estrativa, que é aquela de ser abordada na rua e o rapaz te fazer uma série de perguntas, ele vai anotando as respostas e as respostas normalmente são respostas objetivas, né? E que no
final daquilo tem um número, sai um percentual. Então, tantas pessoas gostam de azul, outras tantas gostam de amarelo, outras tantas gostam de verde. Então, tecnicamente, X percentual a isso, X percentual aquilo. Isso o que que é? É um número, né? É uma quantificação. Então, por isso que aquela lá se chama-se quantitativo. Essa aqui não. Essa aqui chama-se qualitativo, porque a gente não está preocupado com números. A gente não tá preocupado em quantificar, a gente tá preocupado em obter qualidade na resposta de vocês, entender o porquê das coisas e não o quê. O que a gente
já sabe que é a quantitativa. Nós quero entender agora o porquê. O por que que você pensa dessa forma? O por que eh a cidade tá desse jeito? O por tudo é o Então, todas as respostas que vocês tomam são importantes pra gente. Não existe resposta errada. Todas as respostas são certas porque é a opinião de vocês. O que a gente quer captar é a opinião de vocês. Podem ter opiniões completamente divergentes aqui. Cada um pensar de uma forma completamente diferente. Todas são corretas. Porque o que a gente precisa é exatamente ouvir a opinião de
cada um de vocês, tá? Então não fiquem acanhados. Ah, não, não, só eu que penso diferente, que não vou falar não. Não, muito pelo contrário, fale para que a gente possa entender que tem uma pessoa que pensa com esse tipo de pensamento, enxerga dessa forma. E é assim que a gente eh constrói a nossa pesquisa, tá? Eh, nós temos dois captadores de som, tá? Nós temos uma captação de imagem aqui. Eh, mas fiquem tranquilos, não é para ficar acanhados. Isso aqui só serve pra gente poder melhorar na hora de montar o relatório daquilo que a
gente faz, tá bom? Dá licença. Só serve para melhorar o relatório, porque eu não consigo anotar tudo que vocês vão falar. Ele também não consegue anotar. Então, para não se perder nada, a gente grava, monta o relatório, a gente não perde nada, tem todos os dados depois automaticamente é deletado. Então vocês fiquem muito tranquilos para quanto a imagem de vocês não vai para lugar nenhum, o áudio não vai para lugar nenhum, não sai da sala daqui de edição para ser feito um relatório. Então podem ficar relaxados que a opinião de vocês é resguardada pro grupo
que está aqui dentro. As pessoas, as únicas pessoas que vão saber a forma como vocês pensam, a ideia de vocês sobre vários assuntos são as pessoas que estão aqui dentro. Tá bom? Tudo bem que a gente de vez em quando manda pro fantástico, né? Só de vez em quando. Eh, eu vou, a dinâmica é o seguinte, eu vou trazendo temas e informações individualmente, mas é a minoria das vezes, tá? Então, só vou pegar mais ou menos o nome de cada um para que quando tiver essa oportunidade de perguntar individualmente, eu chamo pelo nome. Marcos. >>
Marcos. >> Ricardo. >> Ricardo. >> Felipe. >> Felipe. >> Júlia. >> Júlia. Marcos também. Marcos 2, >> Rodrigo, Rodrigo. >> Fernando, Fernando. Emanuel, meus amigos, vamos começar o seguinte. Como é viver em Petrópolis? >> Para mim é ótimo, >> mas também nunca saí daqui. Então, >> mas isso é um referencial. É muito bom viver aqui assim em termos de uma paz. Você fica mais bem tranquilo que outros lugares no Rio de Janeiro, Baixado. Acho que aqui ainda é um lugar que ainda tem >> tranquilidade, não tranquilidade, rapaz. termos de trabalho também não é muito, mas
tendo uma qualificação você ainda consegue sobrever adaptação melhor e perto também dos lugares de longo muito longe. chego assim cada 40, 50 que eu também não uso agora também das outras cidades também é trajeto muito longe. >> Periculosidade também. Eu já eu já fui para algumas cidades, São Paulo, Rio, Niterói, já tive como eu faço um serviço. Às vezes eu vou para algum lugar em comparação com cidade muito grande, realmente aqui é muito dá d daquela sensação de de você poder andar um pouquinho mais tranquilo. >> Principalmente quando eu fui em São Paulo, você já
chega sendo abordado, você não sabe quem é que tá te abordando, eu fui saí terminar o TT. Então, tipo assim, um monte de gente te abordando, um monte de coisa aqui nessa nesse quesito realmente traz mais essa sensação de tranquilidade. Do Rio de Janeiro, bem melhor aqui. Às vezes eu trabalho também no Rio, às vezes o Rio de Fora, bem melhor temperatura melhor. >> Eu já andei no Rio também, detestei andar no Rio. É muita gente, é muito movimento, é muito para lá e para cá. Parece que aqui desacelera, você fica mais tranquilo para sua
sensação de tranquilidade. E a cidade me acolheu maravilhosa que vem todos esses anos que eu moro aqui, né? Então, e o tá tendo aqui, ó, na cidade tá sendo invadida muitas pessoas de fora, >> muitas pessoas de forum estão vindo para cá. Nós estamos perdendo um pouco dessa posição da parte de de vamos dizer no hospital aí. Pois dizer já muitas pessoas estão vindo de fora para cá. Às vezes você deixa de ser atendido que eu sou pessoas foram vindo para cá também. >> Vocês enxergam eles enxergam esse crescimento da cidade? Pessoas muito gente >>
até mais também, né? Porque ambulantes >> metari baixadas não só para trabalhar, mas com >> vender as coisas aqui que a gente fala com aqui é um ponto seguro que as pessoas então as pessoas vem para cá um vai chamando o outro vai chamar o outro >> vai vender chamar para cá porque lá é um ponto seguro, entendeu? As pessoas estão invadindo muita questade. >> Eu tenho outro ponto importante para poder falar. Tudo bem que os vendedores estão trabalhando, tecnicamente estão trabalhando, por mais que seja legal, ilegal, esse não é o ponto. Mas eu vejo,
eu vejo a atuação de golpistas na cidade. >> Sim, essas coisas >> abordam, principalmente senhores, eh, pessoal mais idoso, que não tem essa uma lista, vamos falar abertamente, acaba ah, um dinheirinho para poder ajudar numa marmita, não sei o quê. Ali ele pede R$ 20, R$ 30, mas o golpista no final do dia sai. >> É muito isso. >> O seu dia garantido, vamos dizer assim. >> É igual eu trabalho em restaurante, tem uma, hoje eu trabalho à noite, antigamente trabalhava de dia. Tinha uma moça que ela sentava em frente do restaurante, todo mundo que
passava, lá pedia uma marmita. Todo mundo que passava, muitas pessoas ficavam com pena, ia lá comprava e dava ela. No final do dia que ela fazia com as marmitas, vendia. >> Como faz? >> Para quê? Para usar droga. >> Fala também. Mas você vem frente às farmácias pessoas pedindam. >> Andou tendo um tempo atrás também um golpe que era em um grupo até de cachê, se se eu não me engano você que ele chegava para você e falava: "Olha, toma esse presente". Aí você pegava aí o casal você tem que ligar tanto >> isso aí.
>> Eu cheguei dar várias patadas no fal chegar já sabe falar irmão. >> Então vocês t vocês têm percebido as pessoas viam de fora para cá. Acho que Petropolitana é muito bom. >> Eu acho que não é muito bom não. Ele é muito bom, né? É colhedor e a acaba e a pessoa acaba logo lá seguro. Todo mundo é bom. A gente pede pessoa chega, se vai ficar sem >> eu acho que a cidade é muito tranquila. Então quando chega essas pessoas assim abordando, o petropolitano tem aquele poder de acolhimento, né? Querendo ajudar, mas tipo
assim, não reconhecendo o por fora, né? Por quê? Acaba ajudando e depois se prejudicando, né? Querendo ou não, porque >> inclusive nesse último mês eu já conversei com quem eu conheço. Olha, se você tem um parente idoso, se você tem uma mãe, um tio, avisa, saiu pra rua, você não conhece ninguém. Ah, eu sou parente do eu sou parente do tio, do irmão, do cunhado, da sua vizinha. Você não conhece a pessoa, não adianta. >> Direto na rodoviária, direto. Chega te abordando na fila do ônibus, sai a sua mãe, como é que era o nome?
que aconteceu com meu irmão hoje, esses dias aí ele >> já vou dar dica para vocês. Tá em frente ao cor de olho. Deixa eu perguntar para vocês. Eh, vocês me falaram que vocês estão percebendo, né, essa essa mudança com o tempo. vocês olhando de uma forma geral para todas as coisas, né? Tirando essa questão da segurança, que eu est muito ligado também à segurança, mas as outras áreas da cidade, né? Eh, vocês identificam que esse crescimento prejudica outras áreas para vocês? Você deu um exemplo aqui mais ou menos de saúde, né? uma pessoa tá
sair atendida no posto ou você você acha que esse essa esse esse crescimento, esse último crescimento prejudica a cidade? >> Eu acho que sim, porque querendo ou não tem muitas mães hoje em dia pais que trabalham e depende que seus filhos se locomovem, né, sozinho de uma escola para outra e às vezes já nem no mesmo bairro onde moram, né? Então, querendo ou não, eles fiquem seguros de mandar seus filhos pra escola sozinho por conta dessas pessoas, porque a criança tá ali. >> Não, não só essa questão de segurança, tô falando de outra outro serviço
da da cidade. >> Olha, o serviço na parte da saúde, perdi minha esposa tem o quê? 23 dias, eu eu fiquei assim, sabe, tranquilo pelo atendimento que eu fui recebido, muito bom da parte da saúde, por exemplo, o Saad, equipe Saad, equipe de oxigênio, equipe que vão na sua casa. Mas perguntando sobre isso, se você ainda não entramos na nos pontos de saúde, eu vou falar sobre isso depois, mas tô dizendo essa esses outros pontos. Você acha que esse crescimento de população afeta de uma forma geral todos os outros pontos? Outros todos os outros pontos?
É, porque qualquer lugar que esteja super lotado acaba prejudicando em tudo para ir num mercado, para você e ir na cidade, dar uma volta, tá intragável você dar uma volta na cidade, porque é muita gente e assim e e são como são pessoas que a gente reconhece que não são os nossos, eh, aí entra a parte da segurança, claro, porque dá um medo, mas assim, realmente para e e acabam pegando a os benefícios que o petropolitano era para ter. Eles pegam isso. >> A sua pergunta foi referente ao aumento de visitantes na cidade ou aumento
da população da cidade? >> Não, da população, porque visitantes nós uma cidade turística, né? A questão do da pessoa que veio para ficar. Essa aqui é muito afetada aqui ao trânsito, gente. Em qualquer horário do dia, você vai pegar trânsito gigantesco para ir daqui ali do outro lado na chega mais rápido que >> e aí de manhã tu sai para trabalhar, tu fica horas esperando um ônibus para ir para voltar a mesma coisa. transporte público nas linhas intermunicipais também, por exemplo, quem da Baixada pega desce da serra >> aí, principalmente nos horários de pico para
chegar >> às vezes acontece, não é nem questão de atrapalhar não, tipo assim, uma falta de organização geral de empresa, essas coisas, às vezes você vê, passa de Vamos entrar agora no nas responsabilidades disso. Então, primeiro vamos falar sobre o processo. É, nós estamos em 2026, abril de 2026, né? Então tem 1 ano e 4 meses de uma nova gestão de prefeit de prefeitura, né? De um prefeito que tá eleito há um ano e quatro vezes. Eh, bom, antes de eu perguntar sobre isso, como é que foram as eleições aqui? Olha, eu vou te dizer,
eu trabalhei e trabalho o candidato tentou ser tentou ser eleito esse ano foi o Yuri. Ele não conseguiu. O projeto dele para mim eu era o quatro lá. Ele é deputado. >> Ele é deputado. Fo prefeito. Saiu para prefeito. Só que ele não ganhou. >> Mas ele tá, mas ele tá se se se recandatando para para deputado. >> Tá. Então, eh, eu tô próximo para ele porque ele é um professor, ele tem um entendimento muito bom da área da cidade, em tudo, todos os setores que eu fui, >> mas foi bem disputada a eleição. Foi
uma eleição disputada >> nos dois principais. Sim, >> por que que eu não acho por que que eu acho, eu acho que ele foi muito longe demais. Por que que eu acho? >> Você acha que foi longe demais? >> Eu acho que ele foi longe. Por quê? Porque financeiramente, o que ele fez financeiramente com pouco dinheiro? Ele fez, ele conseguiu muitas pessoas e e o prefeito ele conseguiu ser reeleito porque ela o dinheiro falou mais alto por chamar mais pessoas, por exemplo, ele trabal pelo poder econômico. Vocês acham que a eleição teve uma influência de
poder econômico? Eu acho que não. Acho que foi assim bem justo do assim compar se fosse por dinheiro, então seria pro antigo. Falou ele falou assim por quantidade de pantas. >> Mas não era o antigo, não é o não é o prefeito. Ele foi eleito. >> Não foi o antigo era era um, aí entrou o outro. >> Ele era o ele era o sub. >> É. Aí ele assumiu. Ele assumiu quando o Rom tempo foi banido. >> É. Aí ele tinha continuado um bom trabalho. Aí acreditamos nele. >> Vamos, vamos calma. Deixa eu entender. >>
Então aí >> você tinha >> o bom tempo. >> Bom tempo que era o prefeito. >> Prefeito. >> Aí >> ele teve que sair, >> teve que sair período da pandemia. >> Aí entrou o >> o vice dele. >> O vice dele entrou >> que é esse que virou prefeito. >> Sim. >> É. Aí quando veio eleição, ele virou o prefeito. Quando teve >> aí, então ele era prefeito quando teve eleição, >> não tinha eleição, ele era assumiu e ganhou a reeleição no campo. >> Então ele tava como prefeito, né? >> Tava como prefeito no
lugar do do que teve que sair. >> Do que teve que sair. >> Tá. >> Então era o Ro era o prefeito. >> Uhum. >> Na época da eleição. >> Uhum. Sim. >> Como então? E que eu te falo então como ele já era como ele gera? Ele tava com a máquina na mão. >> Tava com a máquina na mão. Então, por supor, se você candidato, >> se eu posso contratar 300 pessoas aqui para correr atrás, pô, o cara tem condição melhor, ele pode botar 1000 pessoas. Então, eu acho que ele ganhou nessa nessa faixa
de muitas pessoas trabalhando para ele em vários setores da cidade. >> E teve algum outro candidato forte além desses dois? >> Então, o Yuri foi o que bateu de frente para ele? >> Não, o Yuri é esse. Tô contado. >> Chegou com ele na final >> contra quem? É porque eles chegaram quer saber foram pro foram pro segundo turno. Tem outro tem outro candidato tem foram pro segundo turno. >> Teve mais teve mais oito. Mas aí nãoev >> teve quatro ser quatro, mas os dois ficaram para cim qual é a suidade Ro >> isso >>
que é o prefeito. >> É o Alem lembra. >> É o B teve bom tempo. Volteiro não era prefeito >> não. Ele sai do blog, né? É, não, não sei se essa última teve ele, tô lembro que teve uma rista também, algo do tipo assim, não sei. >> Não era prefeito que foi afastado. Então >> foi afastado porque teve uma confusão. Ele foi afastado, >> ele foi afastado. Aí entrou o no lugar, >> aí ele voltou pro cargo. >> Ah, ele voltou, voltou, >> voltou quando teve a eleição. O o bom tempo, ele tava na
cadeira. >> Então era o bom tempo que era o prefeito. >> Isso. Ele foi afastado e voltou. Não era o Roco que era prefeito, >> não. O Roco ficou interinamente quando ele foi afastado, >> mas não era prefeito na época da eleição. >> Não, >> não, não era só tava segurando o cargo. Segurou o cargo só por um período até carro. >> Então, teoricamente o candidato da máquina não foi pro segundo turno. >> Não, >> não, >> não foi. >> Entendeu? >> Porque o candidato da máquina teoricamente era o bom tempo. >> Isso foi o
interino e o Iuri. >> Foi o interino e o Iurri. Por isso, >> mas o interino tinha sido perfeito durante algum tempo. >> Ficou, >> já fez a cama, né? >> Já fez a cama. >> Entendi. Agora agora eu entendi. Aí foram os dois pro segundo turno, >> foi? E aí foi uma eleição assim disputado, acerrada. Por isso que eu te falei, por isso que o Ur ele ele foi até longe, por pouco a condições, ele foi pergunta é ele não você acha que ou seja, né, falando com com o Marcos, mas pode ser vocês
todos opinando. Vocês acham que o o Iuri não venceu por causa dessa estrutura do do I ser maior, de ter mais gente? Não acredito. Acho eu acho que o tempo que o o ficou como ele fez um contrato, ele fez isso aí. Eu acho que por já ser uma pessoa que já esteve ali pessoal, tipo, votan Mas tipo se fez por se meses fez bem voto de confiança. Tal faz uma coisa ali, mas eu tinha assim essa noção que ele fez um bom trabalho. Então acredito que seja por isso. O Yuri é mais no é
novo assim, >> é um professor >> e o e o exclusivement. >> E o Inco é mais velho. >> Sim. >> Não, muito velho. Cara, >> vou te explicar. >> Existe aí >> a bagagem do Yur é mais forte do que a dele. >> As pessoas poderem identificar que o Yuri é muito novo ainda ou é novo e acontecido. >> Eu realmente acho que não. Eu acho que é porque o Igor realmente já tava fazendo o trabalho dele. Tem >> uma bagagem. Eu acredito ter sido uma questão um pouco mais ideológica. Petrópolis ainda é uma
cidade, querendo não, >> tem uma é um é uma coisa mais paraa direita, tá? Isso independente do que eu penso, mas assim, eu vejo dessa forma. Então teve um pouquinho de rejeição pelo fato da bandeira que ele carregava que era de um partido. Então tanto é que no no segundo turno a ele mudou um pouco as cores, deu uma quebrada naquelas cores para não parecer tanto de cara que era daquele partido. É o que eu entendi. Ori era do de um partido. >> É de outro pessoal. >> Ah tá. E o E o Rio era
>> de outro partido, de outro lado. Era MDB ou algo do tipo. Era eram minha. >> Então teoricamente, >> teoricamente que você falou o seguinte, teve uma uma briga ideológica aqui de direita e esquerda, é isso? >> Teve assim nas ruas que eu vi pessoas, né? Eu vi alguns grupos de pessoas assim discutindo ferrenhamente questão ideológica. É o que eu na época eu >> você identificou que isso aí, você identificou que isso aí teve uma influência no no processo >> tanto que o bom tempo puxava mais pra linha ideológica do Yuri, que é de esquerda,
que bom temporário do PSD no final das contas, eu não tenho certeza se teve algum tipo de aproximação de apoio, não sei, mas assim, querendo ou não, puxava um pouquinho mais. Tanto é que o e o bom tempo também o pessoal já tava muito carregado dele já na prefeitura de muitos anos, né? Sim. E aí vocês acham vocês como como o Fernando falou, vocês acham que pelo cara do sol >> é >> possa ter atrapalhado um pouquinho numa sociedade mais de direita, mais conservadora? >> Eu acho que não. >> Acredito que sim. >> Você acha
que sim? Você acha que sim? As duas acham que não. Tá beleza. E aí, pum, foi eleição, >> entrou o I, >> assumiu e teve tudo aí começou eh o colégio sem merenda, começou a acontecer diversas coisas aí na cidade. >> Piorou, >> piorou. Depois >> e até hoje tá uma bagunça da bagunça. >> Os hospitais aconteceu muitas coisas. Eles meses >> ficaram sem o pessoal da ficou sem receber 13º não só os pessoal da tinha coleta de l também, mas sendo que o partido anterior também tava assim dessa forma, né? >> Mas eu acho
que piorou. Eu acho que piorou. Só senor entendeu. Vocês acham que as pessoas eh se motivaram também a votar no Ino por causa do tempo que ele ficou na prefeitura e andou bem esse tempo? >> E aí assim que ele assume >> o primeiro dia que trabalha >> muda. >> É porque ele >> muda a forma de governar. É isso >> sim. Ó, o primeiro dia de trabalho ele botou o aumento de R$ 4.000. >> Hã? Primeiro dia de trabalho dele, ele deu um aumento para todo mundo, na câmara, vereador tal recebendo. Não teve o
aumento, mas isso aí é uma coisa que é votada, né? Não quando ele entrou teve um aumento assim, sabe? Muito esperou >> que aí quando >> pera aí, deixa deixa só entender. Vocês falam falou aqui agora teve um aumento, mas eles não falaram que tá falaram tá atrasado de uma opção de gente? Sim, porque quando ele começou ele queria fazer tudo certo, tudo tudo bom. Aí depois que agora que ele tá, ele já jogou as tracasou tudo. Um grupo, mas aumentou por resto dos funcionários. É, >> é, aumentou o salário deles lá dentro para quem
tá no poder. É, aí pro povo da CONDEP, da saúde, aura, até sem receber. Uma pessoa que eu conheço que trabalha na área de saúde no Vocês lembram se vocês lembram manifestações greve por isso tem greve colégio por causa do salário professores. >> Vocês acham que essa essa isso aí foi logo no início que ele que ele propôs o aumento para para ele e pro pro >> foi logo no início. Foi logo no início do mandato. Foi primeiro esse estourou agora, mas mas foi ano passado que eles eh foram lá pro paramento, >> aquele negócio
lá no na pro Planalto, isso para poder pedir o aumento dos de todos os prefeitos. Não era só o de Petrópolis, são de todos. Aí foi aprovado em janeiro, >> mas aí como se fosse ele tivesse, ele não sabia que ele ia ser eh prefeito em janeiro quando ele pediu o aumento. >> Isso aí as pessoas, você acha que isso aí as pessoas identificam >> sem informação? Sim, identifica que ele ele aumentou o salário dele. Isso aí >> e não é uma coisa que ele decide só. >> Então isso aí as pessoas acham que isso
foi ele que fez. Sim, sim. >> Isso também traz um prejuízo pr pra opinião das pessoas sobre ele. Uhum. >> Porque ficou feio para ele. O salário aumenta e o povo não tá recebendo nada. >> Professores não recebe, CONDEP não recebe. 13º atrasado. A os colégios todo mundo na rua aí dos baros >> no período. No período que teve esse aumento que a câmera, a própria Câmara de Petró aumentou o salário que foi >> qualquer chuva que tem. Sim, é verdade. Petrópolis é mor chove, a chuva leva, ela vai, o livro vai parar em outro
lugar. E >> com certeza. >> Então, e olha só, veja bem, 2022 eu perdi minha casa também essa chuva, essas coisas. Então, eu moro no Cachum, estão fazendo obra, não sei se vocês já viram a obra, estão fazendo um helicóptero, vem, botaram uma grade, para ter ideia, 3 anos praticamente, 2022, agora que vai ter eleição que eles começaram a fazer o trabalho. Agora que eles estão começando a botar cara. Felipe tem lugar foi tudo bem. Então vamos ver aqui. Então ele foi eleito, aí teve essa essa fórmula aí de de aumento, as as pessoas identificaram
que foi ele que que deu o aumento para si próprio. E aí as pessoas começaram a não a não estarem satisfeitas a partir logo do início. Foi isso. Foi muito isso. >> E aí as coisas não estão acontecendo. Vocês identificam hoje que se a eleição fosse agora, ele teria dificuldade, perderia. Eu eu votei nele, eu não votaria no Eu perderia, mas ele também depende muito de quem viria. >> Não. Sim, sim. Eu já tô tentando identificar aqui qual é o sentimento de vocês em relação ao resultado da eleição e ao que vocês sentem hoje, um
ano e três meses depois, né? >> E com muito medo de vir a ultra chuva e acabar com a gente. >> Das crianças que vira e mexe é uma reuniãozinha para ficar em casa. suas casas e não tenhum lugar. Tanto dinheiro, tanto dinheiro e as obras >> se batata chuva continua mesmo. Verdade. >> É para a cidade. É só >> particularmente o verdade. >> Então vocês acham assim, ele como prefeito ele, as pessoas esperavam dele uma maior ação da recuperação da cidade? Certeza. >> E ele sumiu também assim popularmente >> porque comparado ao bom tempo,
o que que acontece? Se tivesse e no caso igual teve a chuva, teria trator dentro do rio que sempre teve. Hoje em dia a gente não vê mais os tratores lá dentroagem. >> Mato, mato, >> mato espera crescer para poder ir lá cortar. Então assim, é uma coisa que e igual ele, a área dele é esporte para idosos, essas coisas. Ele tá cumprindo bem essa parte, igual ontem mesmo. Ele inaugurou a piscina lá no Crimeirinho. Então assim, a essa parte que é a área que ele gosta, ele tá fazendo muito bem. Ninguém pode reclamar. >>
Agora a parte de um todo, a cidade como um todo, ele tá deixando a desejar. Sim. >> Poderia ter feito melhor, né? >> É, poderia sim. Essas chuvas aí, as ruas todas esburacadas, demorou para fazer um. >> Vocês concordam comigo, acho que eles deveriam assim pela parte dele e assim botar na cidade assim. É. que a gente poderia fazer perguntar, né? Poxa, eu sou aqui, eu sou prefeito, mas eh o que que vocês gostariam? Uma opinião pública. >> Mas eu acho que é só olhar, não precisa nem perguntar. Tá to tá toda por ele mesmo,
né? Ele não é, ele não, ele não é muito presente hoje. A, o sensação que eu tenho da gestão dele >> é de sumisso igual quando era o Bernardo Rosso. Bernardo Ross assim, Rossu, >> ele não fala >> e é negligência em todas as partes. A única coisa que esse cara fez aqui foi isso, negócio de segurança presente para benefício próprio. >> Exatamente. Não, aqui ainda atrás é trabalhador, né? Porque de vez os caras pegar submorro para pegar bandido, fica pegando a gente que trabalha na frente do motoby. >> Tá saindo com a deputada aí.
>> Hoje vocês sentem do prefeito. >> Sim. >> Sim. Não quer ver? Ele vai nessa agita Petrópolis, que é o que ele coordena, e você vai >> a característica dele não é ser um cara muito popular assim de estar nas pessoas, >> não. Ele mostra que ele é, mas ele não é não, só pelas redes sociais, >> que é por perto mesmo. >> Ele não tem pessoal, >> não. Bom tempo tinha um pouco mais, querendo ou não gostando não, ele tinha essa coisa de falar ir lá no bairro, algumas vezes no bairro, eu já vi
ele lá sem ninguém, saindo sozinho, convenendo que seja falando que é bom ou ruim, só indo, tem mais a, né, para poder falar procura ver o que que a gente precisa. >> Sim, sim. Independentemente se mais identificade. >> Sim. Bom tempo e eu fiação todos os características comentava todo mundo. E aí e aí por exemplo >> ele começou ele começou comando, até teve esse negócio, a confusão, né? Eh, as pessoas identificando então que tá fal faltando uma manutenção mínima preventiva da chuva, >> isso colégio >> recolocação das casas em área de riscos >> eem os
hospitais também, área da saúde, educação. O que que hoje para você olhando pra, né, pr pra gestão, eh, o que que ele precisaria, qual era a prioridade que ele deveria colocar até para mostrar pra população eh que ele tá tentando, entre aspas, corrigir o rumo da >> colégios, creches, que as mães também precisam trabalhar oportunidades. Eu acho que essa questão da das casas, muitas pessoas das casas lá na Vila Felipe tem lugar que tá lá até hoje. >> Você tomando você tomar que tá lá crescendo, eu faço faculdade de arquitetura e esse semestre o nosso
foco é esse, educação social. Tem lugares que a gente foi visitar, o tá lá crescendo e só tá crescendo. Não perfeito nada. >> Eu acho também questão essas coisas de benefícios. tanta gente que não precisa e pega quem mesmo precisa que que faz necessidade de de ter que pegar mesmo, não recebe não. Mas aí você vai, você tá dizendo até que ele tem que fazer se cortar. Tô falando para fora pro povo entender. >> É muitas coisas que a gente não sabe nem que a gente fala. Eu penso assim, esteticamente que temos que olhar isso
porque a nossa cidade é uma cidade turística. Eh, teria que melhorar as ruas, sim, porque o turista chega aqui é uma vergonha, né? Eu já visitei outras cidades que é um tapetinho você andando aqui. É esburacado, é feio, é os pontos de ônibus são horríveis, é tudo muito feio. Então eu acho que se tivesse um uma estética legal, porque não é porque a nossa cidade é antiga que tem que ser velha, tem que ser maltratada, dá para ser uma cidade mais arrumadinha. Então, se se ele olha paraa estética da cidade, o povo pode até falar:
"Ah, não, mas a cidade tá bonita e o bairro tá caino uns pedaços". Sendo que o bairro também não é só a questão do do prefeito e também de cada morador, né? Que tem muita gente porca que deixa as coisas a Deus dará. Mas aí a a é uma cidade que atrair, mas turista que tem dinheiro para deixar aqui e isso e agradar sim, porque se entra turista aqui, as minhas clientes iam ganhar dinheiro, eu ganho dinheiro com elas. Então assim, uma mão lava a outra. >> Deixa eu falar assim, eh, eu eu perdi minha
casa, eu recebo R$ 5.000 por mês, cara. Nós somos quase 2.000 pessoas, eles não constróem nada pra gente. A gente vai ficar nessa até quando ganhando esse dinheirinho aí. Aí coloc vai fazer uns apartamentos lá no Carangola, não sei o que vão fazer um apartamento, mas eles querem vender para nós. Eles querem fazer minha casa, minha vida, não precisa a gente ganhar nossa casa como nós perdemos. E isso aí táando pra barriga até lá. Então vocês acham que assim, você alguns, né, acham que uma uma medida de de assistência >> às pessoas que que perderam
>> casas e as essas coisas desperia uma prioridade inicial >> para mostrar as pessoas que ele tá corrigindo o rumo de da administração. Lógico, >> acho que as pessoas hoje em dia perderam até já a esperança nele em coisa de casa, porque ele mostra em fazer tanta coisa e não tá fazendo nada. >> Na verdade, eu tô, eu tô, >> o foco dele tá em outras coisas, >> tudo prejudicou, porque igual assim, eu pago aluguel, então assim, a questão de dar esses R$ 1.000 de para vocês que perderam a casa, eh, superfaturou o aluguel aqui
em Petrópolis. >> É porque aí agora todo mundo acha que pode cobrar R$ 1.000 o aluguel. >> É mesmo, >> né? Então assim, eu que pago, eu sei que a dona da minha casa aumentou muito o meu aluguel por conta de que eu minha casa não caiu, eu não perdi nada, eu já morava de aluguel, então isso acabou prejudicando. Desculpa, eu entendo que vocês precisam, sim, eu entendo. Só que e acabou prejudicando quem já morava de aluguel há anos. E assim, acha também que deveria igual lá na na no Alberto de Oliveira, eles já estão
construindo, não sei se é prédio, casa, não sei o que que é lá, mas estão construindo para as pessoas que perderam. Mas isso sempre foi demorado, não é por causa disso. 10 anos olhando olhando pra cidade, >> qual é a pior que vocês identificam a melhor e a pior área da cidade? área que eu digo não é lugar, não é área de desenvolvimento, de segurança, saúde. Que que é o pior e o que que é o melhor? >> Eu acho que o pior são as áreas da saúde. Quando a gente vai em um atendimento é
a pior coisa do mundo, porque >> a gente demora para ser atendido há um ano e tem pessoas lá que assim acaba morrendo até por negligência de de tudo, de médico, de demora, de tudo. Fou que falta médico, falta médico, falta medicamento. O que >> acho, falta medicamento também, porque eu já cansei de ir em vários lugares, né? E assim, eh, não eu, no caso, né, não podendo comprar remédio, porque graças a Deus eu tenho uma condição de eu posso comprar, né, querendo ou não, para mim e pro meu filho. Só que assim, tem muita
gente que não tem como comprar um remédio, não tem até mesmo uma de pirona e assim nunca tem posto de saúde, não tem. Bom, pelo menos aonde eu moro nunca tem, >> mas temos uma farmácia popular ali que dá remédio também ali do lado do Celipe ali. Você que você faz um cadastro do governo do governo do governo >> eu acho. >> Aí você faz um cadastro para você governo é do município ou do governo federal? >> Eu acho que essa questão de saúde é muito complicada. >> Eu também acho. Internada mês e dias. A
a minha mãe ficou na UPA na sala de investigação. A minha mãe sofreu seu. Ela ficou quatro dias na sala de investigação. Esperando. >> A minha mãe tava andando, tava falando na sala de medicação, sentada esperando uma vaga na sala dela. E a situação da minha mãe era da situação gripe. Era uma pessoa que precisava deitar. A gente ficou quatro dias que a minha mãe sentava e aí foi pra sala amarela. A sala amarela ali precisava fazer exame, era três qu >> não tinha não tinha não tinha recurso para fazer os exames. >> É, aí
a gente a gente precisou levar remédio. Tinha remédio, minha mãe precisava tomar de pressão, para mim é o básico. Tinha, a gente tinha de levar e aí tinha de enfermeiro. Aí falava, ó, vai transferir pro, ai meu desculpa, aquele hospital que que tá ruim, muito ruim aqui na cidade, HCC, >> vai transferir para HCC. Quando tu fala, Deus me livre lá, sua mãe vai morreu. >> Então vocês identificam que a a saúde é o pior do pior, é o que eu falo, a gente só percebe que a saúde tá ruim porque você crescita da saúde,
eu acho que é saúde também escola que e merenda, né? Porque assim, tem mu merenda, porque tem muita criança que sai de casa para poder comer na escola. Crianças que não tem mesmo dentro de casa. >> Tá faltando merenda na escola. >> Tem diretora a minha, a minha nora, ela é ela é professora. A diretora tira do bolso dela para botar lanchinho pr as crianças. >> Olha só, olha, a minha esposa, a minha esposa morreu tem 23 dias atrás. Ela ficou duas semanas no creeiras, no cío carreiro, sentado num banquinho pequenininho. Duas semanas sentado no
banquinho cadeir improvisar uma cadeirinha para ela. Ela ficou duas semanas minha casa na cadeira lá. Quando levei ela para casa, a doutora falou comigo: "Olha, ela, o que que você prefere que ela morre lá no hospital? Que são são cinco pacientes com o enfermeiro. Ela vai de noite, ela vai ficar mijada, ela vai ficar cagada, ela vai para ir no banheiro e mesmo você aqui na sua casa, com tudo aqui na sua casa, com Saad, vem aqui, respira por oxigênio, a casa de você tá tudo tão limpinho, tão arrumadinho e vocês cuidam, eu e meu
filho, vocês cuid, eu cuidei dela até morrer, morreu nos meus braços. O médico falou assim: "Olha, parabéns para vocês, porque ela tá bem melhor cuidado daqui do que no hospital, porque falta estrutura, mas a educação também tá ruim assim. >> Sim, sim. Merend tá tudo péssimo. E tem bebê, né? Assim, creches onde tem bersário que a criança depende de um leite para poder mamar e não tem. Aí como que a criança mama? Uma criança de meses que não come comida ainda? era necessário, complicada, >> mas os meus primos ontem era pipoca na escola porque não
tinha chocolate. Eu sei que isso eu não tô falando que isso é uma coisa chocolate, mas mas tinha arroz, feijão. Eu tô falando que tem que ter, mas todas as crianças foram problemas bom. Não tem, mas existem tantos mais difícil. Seis dias, há um tempo atrás, o almoço foi biscoito. >> Na creche do meu filho, eles estavam pedindo 2,50 para poder fazer um chocolate de brigadeiro. >> 2,50 só de cada paix. >> Eu já vi a saúde é o pior, depois já táção engraçada no meio. >> Mas tem que ter alguma área boa. >> Qual
é a melhor área? >> É difícil. >> Ah, eu acho igual ele falou ali, Acho que a segur segurança segurança que a segurança. >> Eu acho que a segurança responsabilidade do governo. >> Eu acho que assim na minha opinião, a segurança só é boa de dia, porque assim, quando a gente para para poder ver no Facebook, a rua Teresa, cara, tá se acabando porque é muitos roubes e não tem uma polícia sendo que de dia fica circulando todo mundo pela cidade, >> entendeu? Bom, no meu, no meu caso, eu acho que assim, de noite, deu
6 horas, tinha que dar uma viatura em cada, em cada lugar, entendeu? Porque >> aciona a polícia e não chega de jeito nenhum. Igual assaltaram uma loja alionde eu conheço, né, que era uma loja de trança de cabelos e assim até hoje não foi resolvido nada, a pessoa não foi presa, a polícia não sabe quem é, sendo que assim é complicado, né? E coisas que não interessa, assim, no meu caso, que eu acho que não interessam eles e em busca, eles sempre estão ali. Sem falar que teve caso na rua Teresa que uma moça conhecida
foi identificada, reconhecida, foi levada lá para aquele negócio lá de indo pro >> todo mundo sabe quem é. Ah, tá. Foi ouv foi >> a polícia não prende porque não quer. >> É, eu escutei. Ela roubou para >> A polícia sabe quem é. Todo mundo da cidade sabe. Não prende porque não quer. Roubou uma máquina. Sim, sim. Todo mundo sabe quem é. Ela prestou depoimento. A polícia não prende porque não quer. Gente, vocês identificaram que a segurança é o menos pior e tá assim, >> ao menos pior em alguns dos casos. Não, então assim, eu
vou eu vou falar igual ela falou em questão à saúde. >> Eh, a pessoa só pede a pior, >> a pessoa a pessoa só sabe quando precisa. Então assim, como à noite eu estou dentro de casa, graças a Deus, nunca precisei, mas se mas eu olhando aí durante o dia, quando eu saio, graças a Deus posso andar com meu celular na mão que tá tudo certo. >> Mas aí à noite eu já não sei dizer porque não sabe transporte do céu, >> não >> é isso que eu ia falar em comparação ao valor da passagem.
Mas o que que acontece? Ah, o o transporte a gente é um um grupo de coisas, porque tem o trânsito que atrapalha o horário do ônibus. No meu bairro, se eu não me engano, são cinco ou seis ônibus. Então, assim, não é não é pouco. Eu acho que é bastante ônibus. Só que como é trânsito, os ônibus diminuíram de tamanho, ão, igual biscoito, né? diminuindo o tamanho, então lota mais de gente lá dentro, então acaba vindo super lotação de pessoas e >> passa o trânsito, é o o transporte petró viveu um caótico com as empresas
que estavam antes, que era um conglomerado, saiu fora, graças a Deus. O que aconteceu, pelo menos no meu ponto de vista, foi o seguinte. A empresa de Petrópolis, que era a única que ainda é de Petrópolis, né, que é a Hortênsia, ela era uma empresa familiar pequena, cuidava de uma região pequena, teve um boom, ela cresceu muito rápido. Beleza, cresceu rápido, a tendência é que elas cresçam um pouco mais. Então isso a melhorou durante um tempo, mas pelo menos para mim eu acho que já tá começando a dar sinais, principalmente a a que faz de
região de Taipava, Correias, que o boom foi tão grande que eles não conseguiram se preparar. Então, tipo assim, >> pega ônibus daqui, compra daqui, vai. Tem ônibus com pintura de de São Paulo. Ôniba, >> pintura de São Paulo da ABC pintados, mas são horríveis. Beli de alguns meses, mas assim tendência conta do ônibus mesmo, né? Formação de jovens, cresceu muito rápido. Os caras não se emprego, >> é emprego formação de jovem. Cara, quer ser garçom, quer ser mecânico, só tem SENAI. >> É, >> acho que uma coisa que eu falta que você concorda comigo? A
out quer ser, ela quer, ela quer ser, ela quer trabalhar num, ela quer ser garção, o outro quer ser, quer dizer, tem que ter um lugar para formação de Jorge. Você que 16 anos você não ruma mais nada, cara. >> Isso. >> Você que tem que ter um profissionalismo, dá para você ser profissional muito desde que eu terminei o ensino médio, eu sempre gostei dessas coisas, mecânica, sou técnica eletrônica. Eu nunca consegui uma curso de formação em Petrópolis na área nesse período tempo atrás. >> E quando abre alguma unidade que você começa a unidade fecha
e você não se forma, não tem diploma, não tem nada, >> tem formação e nada. A gente fica. >> Eu fui uma que comecei a fazer técnico de enfermagem, onde eu fazia o lugar fechou e tive que terminar. >> Os cursos aqui são muito nichados pra área hotelheira voltado mais para turismo, mas o pessoal esquece que tem outras áreas também. E outra coisa, eh, aqui em Petrópolis investigular social da CP, >> mudou o o mandato, acabou. Eu sou bolsista, eu participei desse último ano do estulado social, acabou, não tem mais. E aqui assim, é muito
difícil, as mensalidades aqui são muito caras. >> Sim, é verdade. >> Ninguém consegue ficar pagando 2 3.000 em faculdade. É muito difícil. E não tem esse investimento porque as pessoas precisam estudar, mas aí tu termina teu estudo ali, tu não consegue fazer uma fora o teu salário, né? Ou você trabalha ou você paga faculdade, porque não dá não. >> E aqui eu acho que falta muita muita coisa também. >> Emprego, né? É muito grande, tem turismo, mas não tem emprego. Hoje em dia consegue trabalhar é mercado, é >> eh sapataria, farmácia e então e a
gente volta lá atrás. As pessoas que vem lá de fora lá, eles diz ainda pegou pouco de espaço que a gente aí o cara porque consegue se formar lá fora. Uma coisa uma coisa, sabe que uma coisa que aconteceu? Aconteceu o cara ele morador de Petrópolis, ele ftou só ele faltou o emprego duas vezes. O rapaz que falou em Pabetar falou assim tipo assim, poxa, esse rapaz que mora em Pabetar, ele vem todo dia, mas aquele camador de Petrópolis quase ele falta muito serviço. A casa, pô, mas ele morbetar, ele vem direitinho, pô. É com
lanche, mas ele vem direitinho todo dia. A mãe não vou arrumar entre meu amigo lá de baixo aqui para para ocupar o espaço do caral. O cara quase não vem trabalhar aqui morador de petrópolis. A falta muito serviço. Aí tem muitas pessoas que vem para cá leva mais a sério até vocês acham que eu me lembro negócio de a confecção, negócio da rua Teresa, né? Tinha >> Teresa acabou. >> Eu acredito que a Teresa começou a decas lojas também fechadas. a rot a a a decadência, não, antes até quando a o centro de Petrópolis virou
esse centro mais turístico e tinha os ônibus que vinham de fora que paravam >> eles todos de todas as cidades, de todos os lugares paravam no centro. Não sei se não teve um planejamento, alguma coisa. Essa esse terminal, essa rodoviária foi para um extremo da cidade que é o Bing. Então a pessoa quando vem, >> eu perdi muitos clientes que eu trabalhava na minha carrega depois dali, tipo assim, foi aí tinha os ônibus de turismo, ficava cheio de ônibus de turismo de outra cidade. Foi diminuindo, teve a pandemia, caiu mais ainda. E a minha eu
tinha muit trabalhar rota, pessoal, vou deixar de comprar contigo, sabe por quê? Vou ter que ser uma bigou que carregar bolsa, é carrinho de compra. Antes ainda tinha vou ter que fazer, pô, trajeto muito longe para mim não dá. Aí abriu feirão, abriu, abriu o feirão lá embaixo também. >> Abriu feão ainda. Aí o valor valor ainda tinha valor. >> Vocês acham que a prefeitura ou o prefeito eles poderiam de alguma forma eh ajudar na na ah na captação de novas empresas? Com certeza. Porque quem tá lá dentro, eu conheço vários que tá dentro da
câmara, parentes, amigos, todo mundo bota para trabalhar. Agora a gente conhece firma e não pode trabalhar. Morei naquelas fábricas todinha que tinha indústrio, as indústrias todas fecharam. Fica tudo lá na panela lá, né? >> O maior exemplo de empresa que saiu foi a GE. >> A Gand a é aqui a Aurora São Pinto de Alcâncara. A já era, a referência mundial de essa fábrica aqui, ó. Essa fábrica tem uma conta de todos com >> e aí é o que entra é mercado éaria. A >> ho nem mechanendo coisas conta própria. >> É quando a pessoa
igual quem trabalhava na Iquinha, eu tenho várias clientes, elas eh montaram paração em casa. >> Então assim, >> é o jeito de se virar, né, para poder não ficar parada. Tem que ter um plano B. >> E aí eu vou perguntar para vocês, vocês conseguem diferenciar, por exemplo, a imagem do prefeito, né? E aí, imagem da prefeitura? Vocês conseguem conseguem ver tipo assim, ó, o prefeito é um cara desse desse jeito, pararata, ele até tenta fazer isso, isso, isso, aquilo, mas a prefeitura que é o que é o órgão geral, né, que é secretarias, né,
as coisas assim. Isso vocês conseguem diferenciar? >> Sim, >> eu consigo. Tanto é que nem tudo eu culpo ele, >> porque ele é o cabeça, sim. Mas as pessoas estão lá dentro para cada um cumprir a sua função. >> Com certeza, >> né? Isso. Vamos falar até mesmo de de presente, associação de moradores que tem que levar para eles o que o que o bairro precisa. Então assim, não tem que ser muito ingênuo para achar que a culpa é toda dele, que não é. Vocês viram a Besta no passado? Se vocês assistiram a prova da
B é festa, o secretário o secretário