Olá pessoal na aula de hoje a gente vai falar sobre o tromboembolismo da veia cava caudal dos bovinos bom primeiro a gente vai definir alguns conceitos o trombo ele é um coágulo um agregado ali de plaquetas e Emes e fatores sanguíneos que se forma dentro do vaso sanguíneo O êmbolo é parte desse coágulo que se solta e aí viaja Ali pela corrente sanguínea e causa obstrução em alguma veia em alguma Vena uma artéria ou ou arteríola E aí dependendo do ponto que ele obstrui ele pode levar a isquemia de algum segmento de algum órgão e
levar a necrose isquêmica dessa dessa região bom qual que é a etiopatogenia dessa doença em específico nos bovinos a principal fonte de de origem da da formação desse tromboembolismo é a acidose subclínica crônica que a gente já lá na parte de laminite Então são dietas ou com elevado teor al de grão de raç com carboidrato facilmente fermentável ou pobres em fibra efetiva que estimule a ruminação então isso leva a um quadro de acidose subclínica crônica e isso vai causando lesões ali na parede do rum E aí essas lesões vão ser colonizadas por fungos e bactérias
e aí esses patógenos acabam ganhando a circulação ali porque o rumem Ele é bem vascularizado para fazer fazer absorção de nutrientes acaba que esses patógenos caem na circulação e caem ali no sistema porta hepático E aí quando chega no fígado ele leva ali a formação de abcessos dentro do fígado e aí esses abcessos podem ficar ali somente causando lesão hepática e algumas vezes eles se formam próximo ali a veia cava caudal e se rompem para dentro dessa veia e aí ele rompendo para dentro da veia ele tá despejando PIS dentro de um vaso sanguíneo que
que o organismo vai fazer vai formar um trombo para tentar isolar essa infecção E aí esse trombo acaba prejudicando o fluxo sanguíneo e aí a tendência a ir agregando cada vez mais células mais hemácias ali e esse trombo vai aumentando cada vez mais e é um trombo séptico então é algo que tem patógenos que tem eh microorganismos fora do de fora do corpo do animal e aí esse trombo vai crescendo crescendo E aí desprende algumas partes formando esse êmbolo E aí esse êmbolo vai causar lesão em várias partes do corpo do animal pode chegar lá
no coração na as válvulas cardíacas e causar endocardite pode chegar lá no rim e causar necrose segmentar do rim dependendo da gravidade dessa necrose pode levar a insuficiência renal nesses animais e chega ali nos vasos pulmonares que é o que vai dar origem a esse tromboembolismo da veia cava caudal que é a doença que a gente tem em questão E aí obstrui esses vasos pulmonares causando pneumonia pleurite aderências abcessos pulmonares e leva a hipertensão pulmonar e causa lesão arterial nas artérias ali de dentro do pulmão causando arterite aneurismas e erosão da parede dos bronquios também
e aí o que que acontece chega um ponto que esse aneurismo arterial ali se rompe e causa uma hemorragia E aí dependendo da do calibre dessa artéria a hemorragia mais ou menos intensa Então essa hemorragia começa ali no pulmão cai ali dentro dos bronquios e vai sair pela traqueia esse animal vai ter aquela epista aquela saída de sangue ali pelas narinas e também bem pela boca à medida que ele começa a deglutir esse sangue então aqui são os exemplos aqui a gente tem um corte da veia cava cdal Olha o tamanho do coágulo que se
formou e aqui o abcesso que deu origem a esse coágulo aqui a gente tem múltiplos abcessos pulmonares e aderência e pontos aí de enfisema por conta dessas lesões causadas por esse êmbolo os sinais clínicos desse tromboembolismo de veia cava caudal eles são referentes à ruptur cura desses aneurismas no pulmão e a hemorragia pulmonar que vai levar esse animal a óbito por choque hipovolêmico tem um link aqui no slide que se vocês quiserem acessar vocês vão ver um animal que teve esse quadro de ruptura de aneurisma por conta do tromboembolismo de veia cava caudal E aí
vocês vão ver como são sinais clínicos Então são sinais clínicos de início agudo e esse animal vem a óbito em poucos minutos por conta da intensidade dessa hemorragia que leva o animal à hipovolemia Então esse sangue volta através dos bronquios e traqueia E aí vai sair ou pela cavidade oral ou pelas narinas então o animal começa a tsir grandes quantidades de sangue e vai indo até o óbito quando a gente faz o diagnóstico como que a gente faz o diagnóstico dessa afecção geralmente esse diagnóstico é feito pós morem ou depois que esse animal apresentar esses
sinais clínicos e uma vez que o animal tem essa clínica de ruptura do aneurisma não tem o que se faça ali que consiga controlar essa hemorragia geralmente o animal vai a opto por choque povolo se ele tem ruptura de pequenas artérias ele vai tendo hemorragia pulmonar Ali vai tendo às vezes um quadro de anemia crônica de pneumonia E aí é mais inespecífico mas a gente só vai conseguir fechar o diagnóstico de tromboembolismo de veia cava caudal devido a acidose por conta por ocasião da necrópsia mesmo tá sobre o tratamento dessa afecção como eu falei após
a ruptura quando o animal tem essa hemorragia não tem o que a gente fazer esse animal vem a opto o máximo que eu posso fazer é abreviar o sofrimento desse animal fazendo uma eutanásia antes que haja ruptura quando se esse animal tá apenas ali com os abcessos hepáticos eu posso fazer uma antibiótico terapia aí de Largo espectro por muito tempo porém que que é o problema os antibióticos vão apenas controlar evitar que essa infecção se Espalhe ali localmente no fígado ele não vai penetrar nesses abcessos e não vai causar a eliminação dos agentes de dentro
do abcesso então é tudo aí uma questão de tempo e do que que esses abcessos vão causar de prejuízo pro animal uma vez que eles se instalam aí não tem o que a gente fazer então o prognóstico para esse para essa afecção é sempre desfavorável uma questão de tempo até acontecer algo que leve esse animal a óbito até levar a ruptura desse aneurismo e esse animal vira óbito ou ele vira óbito devido a ruptura dos abcessos e Eh ocasionando aí um choque séptico E aí como que a gente faz a prevenção o principal fonte de
a principal origem a principal etiologia associada a essa afecção é justamente a acidose subclínica Então a gente tem que ajustar a dieta desses animais para que o PH ruminal fique naquela faixa ideal e não penda aí para esse lado de acidose desencadeando todo esse processo Além disso qualquer doença que curce aí com bacteriemia e sepsemia pode levar a formação de abcessos ali no fígado e ele evoluir da mesma forma se rompendo para dentro da veia cava e seguindo a mesma a mesma trilha dessa doença então diagnosticar com rapidez qualquer alteração infecciosa e fazer o tratamento
correto aí dessas afecções tudo isso vai entrar como prevenção dessa doença nos rebanhos bovinos bom sobre o tromboembolismo de veia cava caudal era isso que eu tinha para falar para vocês até a próxima aula