hoje só renata almeida do instituto de geociências da usp nessa aula é parte do nosso futebol nomeou a sedimentar no módulo janeiro e na aula de hoje a gente vai ter uma introdução com mecanismos de subsistência como nós vimos antes do ponto de vista das ciências atuais mas é importante entender o mecanismo classificar bacias sedimentares da cordez tectônicos interpretado então pra poder entender os mecanismos nós vamos discutir um pouquinho da origem dos esforços na esfera do discutir o conceito de perfil de resistência da litosfera como se propagam esforços e como ocorre a formação numa escala
global e quais as implicações disso pra as bacias sedimentares que são tema de um conjunto de aulas oi eu sou renato almeida então jogos inicialmente vamos discutir como se entende hoje a origem dos esforços da litosfera uma primeira geração da técnica de placas contava muito com a idéia de que as células de convecção da atmosfera transferir um esforço para baixo da série promover um movimento das placas tectônicas mas hoje nós sabemos quem esse mecanismo muito pouco eficiente para causar movimento de placas de informação da litosfera os principais esforços são chamados de sla buemi de bush
e existem outros tipos de esforços topográficos e esforços secundários decorrentes desses movimentos nós vamos brevemente resumir inicialmente discutindo que é israel bull bull seria então o puxão de uma placa subducção nós podemos considerar que quando a litosfera cínica é muito velho a crosta oceânica tem uma espessura normal mas o manto litosféricas oceânico só que se ele então a crosta uma dos ferros e ano que é mais denso que a atmosfera fica cada vez mais espesso num determinado momento a densidade média dessa litosfera oceânica é maior que as das feras e ela inicia um processo de
subducção ela afunda na atmosfera então o que seria uma dorsal e aqui uma zona de subducção aqui a continuidade da litosfera que não entrou subducção isso como nós sabíamos da origem arcos magmáticos nessa placa de cima mas não apenas isso como também esse processo aqui gera transformações nessas rochas da litosfera o se liga que está a profundidades cada vez maiores reações metabólicas de desidratação com danças de fase e aumento da densidade óssea é uma cena que já era mais densa que nossa atmosfera neste momento fica cada vez mais denso isso promove um esforço um esforço
para baixo que é uma habilidade negativa desse material mais denso imerso nas esferas é claro que isso tem uma componente de esforço pra cá e é isso que a gente chama de placa vai ser movimentado então nessa direção em decorrência desse esforço gerado pela sua esfera esse processo então é um dos principais processos capaz de gerar esforço na esfera esses esforços da ordem de muitas dezenas ou mais de 100 a 120 e 140 nega pascal de esforço tectônicos diferença entre o esforço mínimo eo máximo um dado elemento gera movimento de placas oceânicas onde placas que
tem uma porção do oceano de subducção são altos os esforços secundários relacionados a isso então além desse israel bull existe uma situação em que o arco magmático que se desenvolve desenvolve como um autográfo local em decorrência da presença de corpos magmáticos a litosfera que são produto de na fusão do manto auxiliada pelos fluidos da desidratação de se metamorfosear que discutiu esse ar presente aqui gera um desnível topográfico importante mas também manter uma escala razoável que se auto não tem uma espessura significativa perto da litosfera mas também essa situação de ruptura que da placa de separação
da placa em duas geradoras uma opção diz a copa um regime de esforço daqui daqui então aqui esses leve por puxado aqui tem outro esforço que a gente vai discutir com o homem depois que parte da dorsal e esse mês depois superava que antes da subsecção cativa agora que a subida opção tática essa placa já não sofre mais esforço pode haver se assume opção para baixo o ângulo uma componente compressivo aqui mais subducção folhinha em alta o ângulo a tendência é que esse ponto aqui onde o mergulho começa a acontecer me gradualmente para trás você
tem um beque da da subsecção o que pode promover um esforço de extensivo na região do arco e atrás do arco então além de promover esse esforço faz a placa andar aqui uma consequência direta da subida opção pode ser uma distensão atrás do arco pode ser significativa é importante também notar que no caso de uma solução em baixo o ângulo 1 a litosfera sendo forçada a solicitar alguma maneira ou no caso de haver um corpo delito a senhora continental associado a essa placa portanto é difícil dizer sobre o estado continental e manter o troféu continental
mais flutuantes - nem isso é menos densa então a média da litosfera também é menor nesse caso esse esforço aqui de mais de 100 km/h pascal do épo esse esforço ele vai poder ser transferido com uma compressão na placa de recente você tiver uma atmosfera continental aqui um arco em interfere continental estou certo que o maior esse arco e litosfera continental pode sofrer o efeito de uma impressão muito intensa porque o corpo não subir lutava sofre hoje levo um e transmitir o esforço do épo como uma convergência de posições continentais de placas adjacentes essa é
uma das situações na terra em que a prova continental sofre esforços de grande magnitude voltando então uma situação mais simples vamos tentar entender o efeito da confecção da atmosfera nesse sistema de esforços em movimento da litosfera ea gente tem que lembrar da escala desse e sistemas só quem geralmente porção centro de uma placa com muitos milhares de quilômetros de comprimento e de fato hoje se sabe que as células de convecção que existem na atmosfera elas podem ser muito importantes mas ela não tem essa mesma dimensão mas são menores do que isso só esse fato já
implicaria em já aplicaria um arrasto da base da das componentes horizontais da confecção atmosférica na base da litosfera não ser coerente sempre na mesma direção a gente precisaria de uma grande célula do tamanho de metade do oceano para permitir um arrasto coerente aqui na base da litosfera mas não só isso como outras linhas de evidência apontam pra que não seja esse esse rastro das componentes horizontais da confecções transfere o principal elemento que faz as placas andarem por exemplo nós sabemos que as placas que têm posições continentais grandes têm até velocidades menores que as placas que
têm posições continentais pequenas um nenhuma porção continental então parece que as quilhas de litosfera mais espessa embaixo do continente mais atrapalha que ajuda no ouvido se o movimento fosse coerente uma direção estenderia ajudar mas não ajuda e também de outra maneira nós sabemos que a viscosidade da atmosfera de limita a velocidade que ela pode alcançar quanto menor a viscosidade mais rápida é essa componente horizontal da confecção atmosférica por outro lado quanto menos quanto menos viscosa menor eficiência de transmissão para a placa de cima desse esforço e as velocidades que nós temos nas placas litosféricas que
são da ordem de centímetros por ano implicaria descosidas muito baixas da atmosfera porque só uma parte dessa velocidade é transmitida para placas litosféricas você precisa de velocidade muito alta nós temos fé e portanto as quantidades muito baixas hoje se admite que se existe algum efeito nas células de convecção da atmosfera no movimento das placas litosféricas esse é um efeito de arrasto negativo a conexão externa oferta reduz o movimento das placas e um pronto dentro do movimento das placas finalmente é importante discutir o segundo principal mecanismo que faz com que as placas do principal pode ser
usado buquê placas rápida sempre deixa uma possível substituição porque a placa e outro leite bush é um esforço que opera a partir das dos ais a partir do site levando a litosfera assim ea continental adjacente se houver pra isso é importante a gente entender o conceito de esforço fotográfico então o fato que não era considerar seria um canal da deputa dos anos 60 e 70 é o de que a existência de israel está vazia e compensações aos tática de relevo gerado por avaliação de densidade e espessura de uma crosta ou de uma litosfera que flutua
sobre os temas fera essa questão resolvida fazia gera desequilíbrios gravitacionais ou gradientes laterais de pressão hidrostática dentro da litosfera que tem uma magnitude muito grandes estão se para calcular o modelo unidimensional a altitude que uma área de victor ser dispensada alcança em relação à área adjacente a gente usa esse conceito de profundidade de compensações estática ou seja a profundidade máxima do perfil onde a litosfera mais espessa tem uma uma pressão peso de uma coluna de rochas que é igual à de uma área adjacente onde a litosfera menos espessa então aqui a gente tem pelo peso
do das rochas sobre elevadas aqui no relevo comparado ao peso do adjacente uma coluna de crosta é mais espessa que outra kim uma coluna de mantê-los fere porque é mais espessa que eu tô aqui e aqui uma entrada já temos fera para compensar essa raiz como motores fere que tem uma densidade maior que esta esfera então essa esse peso maior aqui do alto topográfico é compensado pela densidade dos demais elementos dessa coluna em relação a este da costa mais espesso aqui tem o autobiográfico que tem uma certa zona que já equilibrou peso mas tem outra
lá embaixo que o peso mesmo de novo essa profundidade compensações nos tática o problema é que fora desse ponto e desse outro ponto aqui sempre existe um gradiente lateral de pressão hidrostática a prisão do estado que é maior em baixo do autograph do que na área de jesus e sugere esforço tom autobiográfico sempre gera um esforço de extensiva na crosta como a juventude desse esforço é difícil de calcular se você tem uma sobre a elevação aqui por exemplo de três quilômetros com rochas na crosta superior lê cidade próxima 2.5 2.6 gramas por centímetro cúbico o
que é equivalente a tonelada por metro cúbico então a gente tem que ter uma área de um metro quadrado uma pressão de três mil metros de rocha com densidade de 2.5 gramas por centímetro cúbico isso daria 25 é capaz cal para cada quilômetro então soube se auto nós temos aqui nesse caso 75 metro pascal de pressão hidrostática que perto da superfície enquanto que aqui perto da superfície a pressão da torcida que a gente conhece gradiente lateral para 3 quilômetros 175 mega pascal céu é um esforço muito grande que promove a distensão de se auto topográfico
ea compressão das áreas adjacentes que podem ser deformadas compreensivamente com falhas do bairro nobre acontece de fato em qualquer área sobre elevada de alguns quilômetros 115 quilômetros como no prato tiver então nós teremos 125 mega pascal é um esforço equivalente aos maiores for success as placas andar em que é o sapo notem que aqui tem um ponto de compensações prática daqui para baixo a estrutura está toda em compressão é muito difícil fazer a placa andar com um sistema desses porque a parte superior da extensão e feriram com pressão por outro lado existe em que o
relevo tá relacionado a ela relacionado a uma perda da censura do motor ferro que é mais denso castelos feche então isso resulta um segmento nessa situação o esforço é extensiva na coluna inteira qualquer ponto abaixo da superfície aqui a pressão hidrostática é maior do que aquele e isso depende inicialmente enquanto relembra gerado na verdade a gente pode atingir o próprio rei depois como esse sistema a gente tem uma crosta continental oceânica de densidade perto de 3 sobrelevado anthony transfere que afina mundo e na região dorsal praticamente não existe uma densidade três esferas tem uma densidade
3 35% dos fere com ou sem um único uma densidade 13 3 para a atmosfera por exemplo o que acontece nessa situação isso tudo tá abaixo de água no mar então a gente tem água com densidade um aqui eo a pressão hidrostática exercida por essa coluna de rocha a mesma profundidade que o fundo adjacentes encontra geram gradiente lateral de pressão hidrostática de quanto é bom se a gente considerar a densidade que da atmosfera que é o que está praticamente operando q3 e 3 - a densidade da água a gente vai ter 23 mega pascal por
quilômetro de relevo da dorsal como gradiente lateral de pressão hidrostática pressão aqui o peso da coluna d'água pressão aqui o peso da coluna de astenosfera promotor sal de dois quilômetros de altura isso vai a 46 na capital e é exatamente esta ordem de grandeza do esforço calculado na ordem de 20 a 40 mega pascal de esforço que faz a placa inteira se deslocar então esse mesmo esforço que faz as placas andarem no meio de post é um esforço que é encontrado em qualquer ao topo do gráfico 1 crosta continental porque esse faz a placa andar
e os esforços em placa continental geralmente geram de formação local e não são propagadas a grandes distâncias para isso a gente tem que entender o conceito de perfil de resistência da litosfera então estudos de petróleo visto então e considerações teóricas mostram que as rochas da crosta ganham resistência à profundidade pela sobrecarga pelo aumento de pressão quando a relojoaria controlada pelo quarto como na crosta continental elas ganham resistência até uma determinada profundidade onde a temperatura chega próximo a 200 graus e começa a assistir a formação do último pelo aumento da temperatura a partir desse ponto a
resistência diminui progressivamente rock em 35 quilômetros abaixo da crosta a resistência é muito pequena ea parte da crosta continental que mais existe aquela zona ali de metal filho de baixo grau já não cometê-los idade ea temperatura não suficiente para tornar o quarto totalmente do vídeo com a existência da crosta de formação seria essa a área sob essa curva integrado note que nessa escala nós temos 800 700 mega pascal que esse pico assistência integrada que é muito maior alta da ordem de muitos diga pascais com a geologia da o livina se tratada a gente teve um
outro químico de resistência uma queda não existe esse aumento com a profundidade porque não tem um regimento útil sódio tela começa com uma resistência maior com a profundidade a temperatura resistência cai o perfil integral de resistência da litosfera é a soma dessas duas áreas sob as curvas o que a gente vem aqui é que você precisar de fato de esforço muito grande para formar do ceará continental isso traz um paradoxo do esforço tectônicas o que disse que os esforços necessários não existem na terra então deveria haver de formação mas de fato a gente vai entender
porque daqui a pouco mas a gente faz um gráfico parece parecido com o do chelsea única a gente vai entender por que o redd plus faz a placa andar e os esforços topográficos container continental já eram de formação aqui eu não via outra controlada pelo fim dos patos marrecos de onde a base eo perfil diferente para o livina também mais ainda sobre tons fera oceânica na litosfera oceânica ea resistência integrada da litosfera oceânica é muito maior do que a da litosfera continental para esse modelo nessa área que é muito maior que essa área então mesmo
esforço exercido sobre torcer oceânica vai provavelmente não ser suficiente para reformar o setor 05 esse esforço é propagado é como se você empurra se uma mesa ea mesa num quebra enquanto você empurra mesa porque a resistência dela é maior do que o atrito dinâmico que ela tem com o chão já a litosfera continental é como se eu pudesse essa mesma mesa dentro de uma caixa de papelão e quando você empurra a caixa de papelão a caixa de papelão de forma localmente você não consegue provar o esforço a mesa não anda então essa é a questão
porque esforços até maiores do que o vídeo bush não fazem a placa andar quando um autográfo continental mas ainda sobrou paradoxo do esforço técnico porque esses 800 mega pascal que são inatingíveis os maiores esforços que a gente conhece não trouxeram são da ordem de 140 160 mega pascal mas há de fato de formação inclusive tem esforços muito menores uma primeira pista do que acontece com a observação de que esse perfil de resistência não é absoluto ele depende do fluxo externo então como esse ponto aqui é função de uma temperatura fluxos tempos menores fazem com que
a resistência seja maior então pra 82 mil watts por metro quadrado a gente teria esse ponto a 10 quilômetros de profundidade mais pra 50 miliwatts movimento quadrado está a 20 quilômetros de profundidade com anomalias de temperatura podem trazer esse perfil de resistência para áreas muito menores e aí já entrando em regiões próximas do que existe um esforço da litosfera mas ainda não é o suficiente uma outra questão importante é que esse perfil de resistência que a gente desenha para a crosta continental ele na função só da temperatura mas como também da taxa de deformação uma
taxa de formação para uma data a taxa de formação aqui que dez menos 15 sido menos um a gente tem esse perfil mais pra taxas de formação maiores ou seja o esforço aplicado mesmos mesma informação acontecendo em menos tempo a gente teria taxas de informações maiores resistências maiores então a litosfera com medo tio ela se comporta com elas e com foco comporta como um todo como um material plástico dependente da taxa de formação uma relojoaria bastante particular que se o esforço aplicado rapidamente o material resistir se o esforço aplicado lentamente o material resistir - isso
aqui é como o mingau de maisena se você e ele tá frio se você enfia o dedo dele nem devagar você de forma o dedo entra e se você bate nele existe e talvez se comporte até ultimamente então é se esse perfil de resistência da litosfera que a gente está olhando ele vale por uma determinada taxa de de formação para a taxas muito pequenas esforços prolongados com um tempo muito longo o perfil de resistência dos feras mostra uma resistência muito menor mas nada disso explica de fato porque a deformação ocorre na atmosfera em muitos lugares
se o perfil de resistência seria esse mas o que ocorre é que a litosfera nelson rocha costa continental muito nos fere e uma coisa que é muito comum são eventos geológicos que promovem a presença de magma difuso fluindo em câmeras magmáticas dentro da crosta alojado na base da cruz enquanto as imagens matar líquido ele tem residência muito baixo então qualquer esforço de formas a câmara magmática e esses pontos de fraqueza funciona com sementes a partir das quais a de formação começa não é um material mourinho da mesma forma descontinuidades preexistentes uma resistência muito menor que
a média da litosfera podem ser ativadas mas a presença de magma é vista cada vez com mais freqüência com uma condição necessária a um início de um processo de formação anomalia técnica esforços de longa duração fraqueza preexistentes anisotropia mas principalmente a presença de corpos matemáticos que nucleia a informação outra questão muito importante para as nossas aulas somente foi discutir os mercados subsidência os tipos de bacia é que de fato a resistência a esses perfis de resistência que a gente tem colocado pela esfera representa normalmente a resistência à compressão mas a resistência esforços de extensivo sus
é muito menor nas rochas da litosfera do que esforços compreensivos então a informação diz tem silva é muito mais fácil porque o esforço de extensivo de magnitude muito menor do que um esforço compressivo comum é capaz de deformar as rochas enquanto compressivo não é então isso implica um que se você distribui heliton aleatoriamente esforços pela litosfera transporte compreensivos e esforços extensivos diferente magnitude e freqüência variável uma proporção muito maior dos esforços extensivos acaba resultando em de formação permanente do que os esforços compreensivos bom com todas essas informações agora a gente pode imaginar que é muito
mais fácil propagar esforços compreensivos do que dispense vos porque a distensão já era da informação ea compressão tende a não gerar então se você comprime o segmento de litosfera ele tende a propagar esse esforço como o movimento da placa enquanto se você diz tende a ser mesmo segmento de litosfera ele tende a resultar em de formação intensiva então se você distende aqui de forma que essa distinção não propaga por outro lado da mesma forma é muito mais fácil propagação forças da litosfera se oceânica do que na continental e com isso a gente pode entender porque
altos topográficos como platô do tibete com himalaia na borda geram um esforço de mais de 100 mega pascal descanse ver esse esforço de fato resulta em uma técnica do estêncil importante no platô estiver com bacias com basse tipo graves extensivos lá no alto gera falha de baixo o ângulo e de formação compressiva local esse esforço tem dificuldade em fazer a placa da índia se mexer porque esse esforço de extensivo aqui gerado pelo alto topográfico é acomodado como de formação local aqui na costa continental enquanto que uma dorsal com gradiente lateral depressão muito menor faz uma
placa inteira andar porque não há de formação local expressiva dessa litosfera então isso tudo se traduz em movimento [Música] quem como nós veremos os três principais mercados sua residência dependem de formação em crosta continental e as implicações do que a gente acabou de ver para sistemas são grandes primeiro que permeiam o raciocínio lógico tradicional a ideia de que eventos de formação ocorre quando há uma anomalia de esforço de um esforço muito grande acontece e deixa a informação que é observada nas rochas de diferentes idades isso pode acontecer uma malha de esforço típica é quando você
tem uma configuração 1 em que o leve poeta transmitido para a crosta continental porque a convergência entre dois segmentos muito flutuantes de crosta continental um deles amarrado numa atmosfera oceânica em substituíção então é possível transferir esse esforço de grande magnitude como convergência litoral continental então existe uma linha de esforço mas a maior parte da informação na terra na verdade é controlada por anomalias de resistência os esforços normais como aqueles que fazem as placas andarem quando você tem uma área de muito baixa resistência por ter zonas de fraqueza ou principalmente porque magma naquele intervalo de tempo
começa a ver de formação tanto compressiva quanto desconhecido é claro que depois do que a gente viu a gente pode imaginar que a deformação de extensiva muito mais freqüente na crosta continental ou nada trouxeram como um todo do que a deformação compressiva simplesmente porque a litosfera muito menos resistentes fosse extensivo do que o compreensivo de fato quando a gente olha o nível do hospital ruth onde é fácil distinguir de formação defensiva e compreensiva e transcorrente a estrutura assistencial são muito mais freqüentes da mesma maneira bacia informadas directamente ou como consequência tardia de eventos técnicos intensivos
são a maior parte das bacias do planeta não a classe não em termos de classificação porque tem um grande número de tipos de bacias compreensivos mais freqüência de ocorrência nós estamos muito mais bacias de extensões e térmicas na terra do que bacias associados ao regime compreensivo é importante notar que a localização da informação relacionada às zonas de fraqueza preexistentes e acórdãos magmáticos implica na localização de bacias sedimentares então onde ocorre em bacias sedimentares até zonas áreas de esforço a 9º em zonas abundantes de resistência normalmente passa