por fim agora aqui no capítulo seis a gente vai falar dos micronutrientes micronutrientes porque eles têm menor peso molecular são estruturas muito menos complexas e eles também estão presentes a em menor proporção a gente precisa muito deles mas numa dose menor e eles são muito importantes no leite humano e na verdade na alimentação porque eles participam de vá as cascatas Cascatas imunológicas né inflamatórias do desenvolvimento eu preciso de muitos deles por exemplo para compor várias proteínas e quem são os micronutrientes são os minerais e são as vitaminas as vitaminas a gente divide muito em lipossolúveis
que é a adec vitamina A vitamina D vitamina E e vitamina k e a gente tem as hidrossolúveis que eu colque a para vocês as principais mas existem um monte de vitaminas hidrossolúveis B12 vitamina K vitamina C e vitamina B6 o leite humano ele tem a quantidade de minerais adequados para o bebê eu não preciso ficar suplementando o bebê Mas é claro que vai variar essas vitaminas de acordo com a idade do bebê e também a depender da dieta da an da mulher que alimenta esse bebê então a depender da lactante que eu tô olhando
vai ser importante uma suplementação a lactante nem sempre ao bebê tá uma outra coisa interessante de falar que quando eu suplemento o bebê a absorção é menor do que a absorção pelo Leite humano porque a do leite humano tá ligado à proteína então a biodisponibilidade é maior eu tenho alguns minerais que são bastante importantes e eu vou chamar atenção a esses dois minerais nesse momento nessa parte aqui do nosso curso porque eles são os mais comuns e os mais importantes para esse bebê pequeno porque depois de um tempo eles podem cair consideravelmente no leite humano
então a depender do público que você está adiante que você está orientando que está te procurando para ter uma informação vai ter que sim ser direcionado essa pessoa essa lactante para conversar com a pediatra desse bebê quais minerais são esses o ferro que é importantíssimo pro transporte dos gases né então o que que o ferro faz o ferro ajuda no transporte do gás carbônico e o da oxigênio porque ele ele tá ali conectado a hemoglobina que é a proteína olha de novo ela aí que tá presente na hemácia que faz que é a célula que
faz esse transporte ele ajuda também tamb né bastante aí na composição muscular Então eu preciso do ferro para ganhar massa muscular e ele também tá presente na síntese do próprio DNA e do colágeno aí a gente tem algumas diferenças a depender da academia que a gente tá olhando se a gente olhar pra OMS o que ela fala é que nós não precisaríamos suplementar nenhum bebê menor do que 6 meses mas em regiões que são endêmicas que tem uma taxa muito alta de anemia ela fala sim que esses bebês seriam provavelmente suplementados com ferro antes a
academia americana de Pediatria fala em 4ro meses a Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda três meses e prematuro desde o primeiro mês mas de novo tem muitos estudos Depende muito da via de parto depende do alimento que esse bebê recebe a maior parte dos estudos tem um Bas né um viés em relação aí isso não tá muito segmentado quem é o meu bebê o que eles vem por exemplo é que locais como o Brasil Aonde a maior parte dos bebês atualmente nascem de parte cesárea e não chegam à taxa de se meses de aleitamento materno exclusivo
eles têm uma deficiência de Ferro maior e de forma mais precoce então por isso seria importante suplementar esses bebês Mas isso é uma coisa que precisa ser olhado Quando possível no um a um Lembrando que nós consultoras nós podemos ofertar essa informação pra família mas não somos nós os prescritores E aí eu tenho também um outro nutriente que às vezes diminui com o leite materno ao longo dos anos que é o zinco né então o zinco vai diminuindo eh mês a mês mas quando o bebê passa a ter uma carência diríamos assim de zinco ele
começa a comer e o zinco é um mineral presente bastante na alimentação brasileiro então ele tá presente nas leguminosas como no caso o feijão e as vitaminas Lívia as vitaminas mudam não mudam que Seara que é essa as vitaminas também eu tenho em qualidades e quantidades excelentes no leite materno mas também podem mudar de acordo com a dieta materna E no caso da nossa querida vitamina D se é uma mulher que tem uma exposição baixa a luz solar talvez é possível que essa vitamina D seja melhor nela os estudos têm sugerido muito que você suplemente
a mulher que está com uma deficiência de vitamina D uma baixa dosagem de vitamina D mas a gente sabe também que alguns países como no caso o Brasil a gente eh tem aí uma prescrição de vitamina D por conta dos hábitos das pessoas que são cada vez mais dentos de seus ambientes do que expostos ao Lu solar Então esse bebê precisaria também ser suplementado faço de novo o apelo para você conversar aí com o pediatra se você notar algum sinal e sintoma de deficiência de vitamina D que depois a gente também vai conversar sobre isso
muitas vezes nosso consultoras a gente é a primeira linha de frente é o primeiro batalhão né então a gente chega ali e olha essa mulher e a gente vai avaliando fazendo uma boa anamnese observando Qual é o estado que ela tá a gente sabe que ela me puerpera Mas se a gente vê uma mulher por exemplo que não tem muito ânimo que ela relata um cansaço ainda maior E à medida que a gente vai entrando na consultoria você vai pegando um pouco isso Será que essa mulher tá com as dosagens eh eficientes dentro dos padrões
de normalidades ou será que ela tá com deficiência de alguma coisa muitas vezes é uma mulher que não se alimenta direito ela tá ali na demanda do bebê amamenta o bebê troca a fralda do bebê dá colo pro bebê tem Viva esse bebê e às vezes você vai conversar com essa mulher ela passou horas sem se alimentar então quando a gente estuda sobre a vitamina sobre os minerais o que a gente observa muito é que o estado nutricional dessa mulher importa demais Veja a mulher pode comer qualquer coisa não existe nada que ela não possa
comer ali porque ela tá amamentando mas quando eu tô fazendo uma consultoria que tem muitos familiares ele sempre vem me falar ela pode comer feijão pode ela pode comer brócolis pode que que ela não pode comer Olha não sei o que que ela não pode comer que que vocês gostam de comer Ah mas não é verdade que se ela não comer dá leite fraco eu falo não não dá leite Fraco mas uma coisa que eu gosto muito é de reforçar que é importante alimentar essa mulher ó Leite fraco não dá mas ela fica fraca ela
fica muito fraca E aí ela vai depletar o corpo dela vai desnutrir para esse Leite bom com tudo que eu tô mostrando para vocês mas Em contrapartida como é que ela Cuida dessa criança como ela dá continuidade como que ela se sente Então eu tenho que nutrir essa mulher de comida e de afeto para Que ela possa cuidar bem desse bebê então com essa aula vocês não vão falar mais que existe Leite fraco nem deixar ninguém falar vocês vão propagar eu tô diante do melhor alimento que eu já vi nessa terra nesse hemisfério porque dentro
dele eu tenho tudo para esse bebê desenvolver mas eu preciso dar suporte para essa mulher que amamenta e quem mais que eu tenho aí nessa jogada eu também tenho a vitamina K que é uma vitamina que a maioria dos bebês vão receber uma dose única ao nascer e que é importante pra cascata de coagulação a gente não costuma suplementar vitamina D depois disso e na verdade ade não é nenhuma recomendação a não ser algum bebê que tem uma condição especial para encerrar essa aula eu gostaria só de lembrar vocês que colostro também é leite colostro
é um leite diferente do leite então tem literatura falando assim colostro não é leite mas é comida é a primeira comida do bebê a colostro não foi produzido e secretado pelos pelas células pelos lactos sim mas foi permitido que ele entrasse e fosse sintetizado ou que viesse um monte de células que estavam ali permeando essa corrente sanguínea e caísse dentro dos alvéolos Então colostro você caracterizando ele leite ou não na literatura ele é a primeira comida do bebê e aí vocês lembram que eu comecei essa aula fazendo uma pergunta lá por que que eu tenho
tanta proteína no colostro eu tenho tanta proteína no colostro porque as proteínas Elas têm uma função importantíssima imunológica e é o colostro que tem uma maior volume de proteínas do soro do leite então eu tenho um monte de anticorpos eu tenho um monte de ciga eu tenho um monte de enzimas para eu falar para esse bebê assim ó você tá chegando num ambiente que tem muito invasor mas eu vou te proteger eu vou te ajudar a passar pel esses primeiros dias porque eu estou transferindo para você todos os anticorpos que eu acumulei ali da sua
mãe então a gente classificando colostro como leite ou não Leite ele é comida e ele é uma comida importantíssima depois vocês terão uma aula só para falar de colest de colostro de colostroterapia Porque o bebê quando ele deixa de receber o colostro ele deixou de receber esse alimento que tem prazo de validade e não volta nunca mais não para esse bebê não com leite tão específico dessa mulher que ele está recebendo ele tem algumas características diferentes do leite humano não at ele tem viscosidade diferente cor diferente volume diferente o volume é muito baixo ele tem
menos lactose menos potássio menos s Por que que né mais cloreto mais magnésio em comparação ao leite maduro E por que isso porque o bebê precisa eliminar o mecônio que é esse cocozinho mais escuro mais preto o mecônio vai se acumulando ali no intestino do bebê e é muito importante que ele seja todo eliminado porque senão aumenta a chance dele fazer uma hiperbulia E aí ele não vai conseguir eliminar se ele não tiver um laxante eu eu diria que o colostro é esse laxante Tá além de tudo que ele oferta ele também ele é laxativo
e é por isso que quando eu tenho um bebê que teve goldener respeitada mamou colostro nas primeiras horas de vida e nas horas subsequentes recebeu o leite que veio da poj dura recebeu desse leite que veio da pojadouro que tem tudo isso que eu falei ele tem uma menor chance de desenvolver todas essas doenças que eu fiz questão de listar de novo apesar da aula da Carol já também ter apresentado isso para você quando ela fala de políticas públicas né um bebê amamentado ele tem menos risco da morte súbita do lactente porque eu tenho uma
digestibilidade melhor porque é um bebê que acorda mais vezes para mamar isso não é ruim isso é positivo para ele é claro que você tem um impacto na saúde mental materna sobretudo se ela não tiver um suporte ele tem 78% menos chance de morrer por doenças infecciosas porque as bactérias não conseguem se desenvolver ali e para aquela agressão toda ele tem 60% de chances menores de desenvolver pneumonia que também é uma outra bactéria se você for pegar a literatura você vai ver ali ó stos streptococos heliobacter você vão ver todas que causam por exemplo não
só diarreias como pneumonia a bronquiolite eu diria que é um que mais interna a bebê né os bebês aí do primeiro ano de vida então ele tem menos chance de pegar e menos chance de desenvolver pra gravidade quá de virar uma pneumonia né porque daí vem as bactérias oportunista ele tem menos chance de desenvolver otite ele tem menos chance de ter leucemia o sistema imune de uma criança ela vai terminar ali de de maturar com qu ou 5 anos então o bebê que vai mamando eu tenho ali alguém modulando o meu sistema imune enquanto o
meu sozinho não é capaz de fazer isso então o bebê mama só por conta de tudo isso