É, meus amigos, vamos acompanhar aí. A Globo News entrevistou o deputado Sorte Cavalcante, que é o líder eh da oposição, líder da direita lá dentro do PL, eh dentro do eh do da Câmara dos Deputados. E ele bateu boca aí com os militantes, com a Sadi, com Otávio Guedes, que quis falar: "Ah, é um golpe, é um golpe de estado".
E ele mostrou que não houve golpe de estado, teve um bateboca aí, vamos acompanhar esse vídeo, tá espetacular. Mas antes eu queria fazer um pedido para você, a galera assiste nossos vídeos aqui e ainda não se inscreveu no nosso canal, assiste e não deixa o like. É muito importante você dar essa moral.
Já chega deixando o like aqui e deixe seu comentário aqui também se você apoia aí. Eh, o o Alexandre Moraes travou lá o que foi aprovado, a PEC aí da eh a PL da desometria e o debate tá aí à tona, vamos ver o que que vai dar. E pegou fogo esse debate aí do deputado Sorte e a militância da Sadi e a militância do Otávio Guedes aí são um dos piores comentaristas jornalista aí se dizem jornalistas, né?
Vamos acompanhar o vídeo, tá? Espetacular. Lei da 12etria.
Vamos entrevistar o líder do PL na Câmara, o deputado só Cavalcante, que já tá aqui comigo. Deputado, boa tarde. Seja muito bem-vindo ao estudio mais uma vez.
Boa tarde, Andreia. Boa tarde a todos os seus colegas aí de bancada. É uma alegria poder mais uma vez podermos aqui compartilhar deste momento mais doloroso da nossa do nosso processo de anichia, dosimetria, redução de penas.
Deputado, eu queria começar perguntando a respeito da repercussão do final de semana. O senador Flávio Bolsonaro fez uma fala dizendo que foi uma canetada burocrática nas palavras dele do do ministro Moraes e que na visão dele parece mais uma vez aspas do senador Flávio Bolsonaro, parece mais uma vez um jogo combinado, mais uma vez é uma decisão do Congresso Nacional e ele diz assim ó que numa canetada monocrática o ministro revoga a decisão de nós, os verdadeiros representantes do povo. E aí ele diz que achou estranho porque segundo ele foi o próprio ministro Moraes que escreveu o texto que foi aprovado no Congresso Nacional.
Do que que ele tá falando? Bom, eh, durante toda a construção deste processo da redução de penas, eh, eu conversei muito com o relator da matéria na Câmara dos Deputados, deputado Paulinho da Força, que inclusive em nota eh ele tenta, eh, desfazer da declaração do Flávio, mas não desmente a questão da participação do ministro Alexandre Moraes na construção do texto. A verdade dos fatos é que, estranhamente na República atual do Brasil nós sempre defendemos, se fosse pé que o projeto de lei, a anistia total geral e restrita.
Nós fomos chamados pelos presidentes da Câmara, do Senado, no diálogo do parlamento, que é típico e republicanos e republicanos, para dizer que teríamos problema com a Suprema Corte se votássemos anistia. O que a Suprema Corte aceitaria era esta redução de penas, o que para mim já é um reconhecimento do erro das penas aplicadas pelo STF. Bom, partimos para fazer esse texto e durante todo o período, e aí eu também sou testemunha e quero corroborar com a fala do Fábio Bolsonaro, o relator, deputado Paulinho da Força falava: "Eu vou alinhar também com a STF".
Em alguns momentos ele falava: "Vou inclusive conversar com Alexandre Mora". Este texto teve sim a interferência e a participação da Suprema Corte como que para mim não deveria ser desta forma, mas ultimamente nós para buscarmos fazer minimamente justiça à pessoas do 8 de janeiro, era o que nós tivemos que nos submeter a texto conversado e dialogado com STF. Houve sim a participação e consulta por parte do relator, alguns ministros do STF.
E este texto, na nossa avaliação, era um fruto de um acordo falado, mostrado pelo eh relator, deputado Paulinho da Força, em vários momentos. E o que estranhamente nós não conseguimos entender é que se tudo foi conversado com inclusive o ministro Alexandre Moraes, por dessa decisão esdrúxula e 24 horas após, menos que 24 horas após a sanção pelo Congresso Nacional. Eu queria perguntar isso se foi um acordo, como o senhor está narrando e como o senador Flávio falou no final de semana, o que que o deputado Paulinho argumentou a respeito dessa decisão do ministro Moraes no final de semana?
Bom, eu imediatamente soube pela imprensa, enviei o link ao deputado Paulino, que não tinha conhecimento ainda do que aconteceu, e ele me falou: "Vou conversar eh com outros ministros e depois te esclareço eh alguma coisa". Eu não consegui falar com o deputado Paulinho da Força após isso. Espero falar com ele chegando, vou paraa Brasília hoje à noite.
Espero conversar com ele para tentar entender o que houve, porque se é é fruto desse diálogo, porque agora mudou. Na verdade, eu acho que o erro foi nosso em querer acreditar mais uma vez que existe possibilidade de diálogo entre os poderes, o que não deveria nunca nós deveríamos ter acreditado nessa falácia e legislarnos à luz do que a gente entende que era correto e não buscar nenhum tipo de entendimento, porque não vale a pena. Mais uma vez aqui está aprovado nenhum entendimento com alguns desses ministros do STF.
Malu, deputado, isso que o senhor tá chamando de diálogo entre os poderes também não pode ser entendido como uma espécie de acordão, Malu. É tristemente eu tenho que concordar que você tem parte de razão. E acho que ainda é mais sério do que você fala.
Não é só acordão, é submissão de um poder ao outro. Os poderes são independentes, mas a nossa república e a nossa democracia está tão combalida que nós temos que nos submeter à vergonha desse tipo de acordão, de submissão, seja a palavra que for dada. Para nós, eu, o meu entendimento, nós deveríamos votar sem nenhum tipo de consulta.
Cada poder tem sua atribuição constitucional, mas é lamentável ao nível em que chegamos no Brasil. E aí concordo com o seu termo ou outro que alguém queira usar. Otávio.
Deputado é o Otávio Guedes, prazer falar com o senhor novamente. Deputado, o que tá por trás disso tudo é uma desconfiança no resultado da eleição. Aí eu quero perguntar pro senhor, o Lula ganhou a eleição do Bolsonaro?
Sim ou não? Não, eu acho que não é só a questão do resultado da eleição. O que está por trás disso tudo é o 8 de janeiro.
Logicamente que o resultado da eleição foi proclamado. Eu não estou aqui para questionar resultado eleitoral o sistema. O Lula ganhou eleição, logicamente.
Tanto é que é presidente da República. Eu queria perguntar pro senhor sobre a PEC da Nichia. O senhor mandou mais cedo para alguns jornalistas as assinaturas.
Queria que o senhor falasse um pouco sobre essa articulação em equipar. Bom, vamos lá. Eu sempre defendi que nós devemos votar anchia total geral e restrita.
Neste suposto acordo com parte de alguns ministros do STF, é que veio essa ideia para mim que não tinha anexo, mas em nome de amenizarmos o sofrimento das vítimas do 8 de janeiro, nós aceitamos este texto de redução de penas. Hoje, depois, aliás, depois dessa decisão, num sábado, menos de 24 horas depois da promulgação da da lei da redução de penas, não me restou outra alternativa de que voltar ao texto de uma PEC, porque aí não vai ter questionamento do Supremo Tribunal Federal, projeto de emenda constitucional. Já estou colhendo assinaturas, inclusive coloquei na justificativa da PEC esta decisão do ministro Alexandre Moraes, que é uma decisão que inicialmente quer que é em nome da segurança jurídica jogar para o pleno.
Olha, olha o absurdo da decisão. É é claro que a legislação brasileira é préu sempre quando há benefícios e é o que acontece no escarboço jurídico brasileiro. Só que dessa vez não é pró o benefício.
Ele prefere manter o réu do 8 de janeiro preso, mesmo que depois o pleno venha decidir que a redução de penas vale. Isso é um um uma decisão esdrúa lá no mundo jurídico, porque se esse benefício acontecer pro réu, olha o inúmero de problemas que trarão de eh de problemas jurídicos futuros dessas pessoas pedindo indenização, não só pela condenação, como agora também pela redução das penas, que por um dia que seja a mais que essas pessoas passem no cárcere, darão a elas o direito de pedir eh ressacimento ao ao governo brasileiro, o que é um absurdo, é uma decisão realmente que não tem explicação no mundo jurídico. Gostaria de até ver quem pode justificar essa decisão do ministro Alexandre Moraes.
Boa tarde, San. Sou eu de novo. Eu tô igual, tô igual o seu Vasco.
Eu vou aos pouquinhos. Vamos lá. Então, o senhor admite que o Lula ganhou a eleição.
Aí aquelas pessoas estavam quebrando lá a Câmara, STF, quebrando tudo porque não queriam que o Lula fosse o presidente. Então eles estavam ali tentando um golpe. Tá tratando de golpistas.
Eh, o seu Botafogo, assim como o meu Vasco, eh, tem algumas características muito semiliares. A gente sofre um pouco mais de vez em quando a gente é campeão. Respondendo a sua pergunta pontualmente, ô, eu discordo, respeito sua opinião e de quem quer pensar da forma que você pensa, mas eu discordo totalmente.
Eu sou um defensor da democracia. Toda manifestação ela é bem-vinda no estado democrático de direito, desde que não haja depredação de patrimônio público, que ali houve, e acho que as pessoas que depredaram o patrimônio público têm que responder à luz deste crime. Agora, dizer que aquilo é golpe, assim como você afirma que foi, eu, com todo respeito, quero te afirmar que não foi.
Não existe golpe sem armas, não existe golpe eh não existe golpe contra prédios públicos e sim contra autoridades, desde que tenha alguém que vai ser plano. Tinha plano até para matar a autoridade. A regra número um da democracia não é aceitar o resultado das eleições, porque se eles estavam lá, eles estavam lá quebrando, o senhor admite que o Lula ganhou, que a eleição então foi limpa, as pessoas lá estavam quebrando tudo.
Per, eleição limpa, eleição limpa. Eu eu tenho um questionamento sobre isso. Eu acho que não houve um juiz da do Tribunal Superior Eleitoral com a devida imparcialidade nas suas decisões.
Ganhou, ganhou. Aí as pessoas estavam lá quebrando o Congresso porque não queriam que quem ganhou eleição governasse. Mas isso não é golpe, não.
Desculpa, não é golpe. As pessoas foram fazer uma manifestação. Algumas pessoas que deveriam ter suas condutas individualizadas depredaram o patrimônio público como a esquerda sempre fez manifestação e depredou patrimônio público no Brasil.
E ninguém foi preso por causa disso. É só ver as manifestações da esquerda. E acho que as pessoas que depredaram deveriam ter suas penas individualizadas e quem depredou pagar por este crime.
Golpe tem que saber. Eu te pergunto, se você acredita quem era GOP, quem ia assumiu o lugar do Lula, você sabe? Bom, eh, pelo segunda investigação, haveria uma junta militar, essa junta militar seria encabeçada pelo general Heleno, mas todo mundo, os nos meios militares mesmo, desconfiam que haveria um autogolpe do Braga Neto.
Então, tá tudo documentado. Então, seria em tese uma junta militar com com o general Heleno na cabeça. Me desculpa.
O autor desta peça toda é o mesmo juiz que para mim não teve a imperialidade para ser o presidente do TSE. Logo, eu não acredito. Tudo que está nesta peça para mim é fictíssimo.
É meu direito de acreditar no que eu acredito. E vocês acreditam no que vocês querem acreditar e desse desse julgamento que para mim não foi um julgamento justo. E por isso vocês verão e a história provará que em breve nós vamos anunciar todos estes condenados.
Para mim nunca houve golpe que houve uma manifestação que alguns depredaram patrimônio público e devem responder pelos seus crimes, não por um golpe que nunca existiu. Porque senão seria fácil. Vocês já me diriam quem sentaria na cadeira do presidente é fulano de tal.
Você tá falando aqui agora, já tem dúvida. Deixa eu já tem dúvidas. É Lenon, é Braga Neto, nem se sabe quem é sentar na cadeira de presidente.
Que golpe é esse? Golpe sem armas, golpe com um monte de idosas ali na manifestação. Desculpa, eu não acredito nisso.
Bom, a opinião do senhores, o fato é, houve uma tentativa de golpe, foi julgada no Supremo. Eles foram, eles foram, foi 4 a um julgamento na primeira turma. O senhor tá dizendo e o senhor tem a opinião o que quiser, só para organizar, né, do que a gente tá falando.
E é bom dizer que um dos ministas para uma corte do golpe. Não, o senhor, o senhor fala, o senhor tá aqui, o senhor vai falar sempre o que quiser, mas só para organizar o fato. O fato.
Tem uma questão em relação, a minha questão é justamente em relação a isso, deputado, pelo seguinte, o senhor tá eh focando a sua argumentação nas pessoas que estavam lá no 8 de janeiro e depredaram o patrimônio público, mas esse projeto da dosimetria, ele também possibilita a redução da pena do presidente, ex-presidente Jair Bolsonaro, que foi condenado há 27 anos por uma série de crimes como golpe de estado, abolição do estado democrático de direito, eh, crime organizado, todas esses crimes que a gente conhece. Então, eh, e a gente sabe que a boa parte da discussão sobre a doimetria no Congresso aconteceu justamente porque não se tratava de um projeto só para, só entre aspasos, mas só para as pessoas que estavam envolvidas na depredação, mas sim que ele tinha que ser aprovado dessa forma para reduzir a pena do ex-presidente Ja. Bolsonaro.
Só não acha que também houve um erro de articulação ou essa insistência em soltar em diminuir a pena do Bolsonaro não levou esse ponto que nós estamos agora. Se fosse só pro pro pessoal do 8 de janeiro, não teria sido resolvida essa questão de forma mais fácil? Por que insistir no ex-presidente Jair Bolsonaro?
Eh, Malu, obrigado pela oportunidade de esclarecer. Primeiro dizer que o texto não foi nosso. O texto é do deputado Paulinho da Força, que nos trouxe este texto dizendo que este texto teria aqui a ciência dos ministros do STF, inclusive na figura do ministro Alexandre Moraes, que eu cansei de ver em algum momento dizendo ali que estava consultando o ministro.
Então assim, se o texto é ruim porque inclui Bolsonaro, não partiu da gente. Nós sim queremos anestia ampla, geral e restrita para todos, inclusive para gente Bolsonaro. Mas este texto da remução de penas nunca partiu de nós, nunca foi nosso.
Nós tivemos que eh nesse fruto desse acordo concordar com um texto que nós mesmos não estávamos satisfeitos, que era o que podia ter até a próxima eleição, que foi o que nos foi dito, na eleição vocês resolvem o assunto. Então, aceitamos pelo bem dessas pessoas. E o texto já veio com a inclusão do presidente Bolsonaro, não foi com a exclusão dele.
Então quem propôs o acordo é que tem que dar essa resposta a você, não eu. Valdo, líder sócio de Cavalcante, Valdo Cruz. Bom tê-lo conosco, líder.
Eh, primeiro, né? Eh, quando o senhor questiona a decisão do ministro Alexandre Moraes, tecnicamente eh, ela me parece correta a partir do momento que tem ações de diretas de inconstitucionalidade lá tramitando Supremo. Então, você precisa julgar essas ações para depois decidir, né?
Então aí você não pode aplicar a lei enquanto ela tá sendo questionada, né? Você não pode proibir, tá? Teve um acordo com o Supremo.
Bom, se tem um acordo com Suprema, você não pode proibir as pessoas de entrarem. Você não acha correto isso? Esse caminho, se as pessoas entraram, eh, não tem esse direito, Valdo, deixa eu, eu, deixa eu tentar te explicar.
E apesar de eu não ser advogado, e acho que você também não, eu andei consultando alguns advogados esse fim de semana para tentar entender o mérito da questão, que aí já foge um pouco do nosso conhecimento pleno, mas o critério eh jurídico brasileiro é sempre prrelu. Neste caso, eu discordo da decisão do ministro Alexandre Moraes, porque se há uma lei aprovada, sancionada pelo Congresso Nacional, né, depois o veto do presidente da República, sancionada pelo Congresso Nacional, é sempre a lei eh benefícia, ela é sempre próre. Neste caso, o que que ele deveria fazer?
aplica-se a lei e se lá na frente, quando o pleno a as ADIs entraram, se o pleno entender que a lei não é constitucional, tem algum problema na lei, este réu que foi beneficiado por ela deve voltar à prisão para continuar cumprindo sua pena. É simples assim. Agora, você não pode punir o réu com uma lei aprovada e depois para esperar, não se sabe quando.
E essas pessoas cada dia que passa, se a lei tiver valor, elas estão passando um dia na prisão totalmente ilegal, porque há uma lei que as amparas para que estejam soltas, elas depois vão acionar o estado. Nós estamos criando a decisão do ministro Alexandre Moraes, na minha avaliação e pelo que eu conversei com alguns advogados, está criando um problema jurídico sério de várias ações indenizatórias que virão a posterior. Então eu acho pelo meu pouco conhecimento legislativo, mas a gente estuda um pouco de direito, que foi uma decisão totalmente esdrúxula e que vai trazer problemas e jurídicos futuros.
Deputado, muito obrigada mais uma vez pela participação aqui. A gente tá sempre à disposição pro debate. Um abraço, até a próxima.
Eu que agradeço vocês. Parabéns pelo belo jornalismo que vocês sempre fazem e agradeço aí a todos os assinantes da Globo News. Um abraço.
Daqui a pouco a gente vai entrevistar. Eh, o deputado federal lá do Rio de Janeiro, Sócio Cavalcante, ele não abaixou a guarda, ele foi para cima e mostrou que não houve golpe coisa nenhuma. A esquerda sempre tenta colocar esse e a esquerda mostrando a a a verdadeira face, porque a esquerda sempre de não é só uma vez, foi várias vezes durante esses últimos anos.
A esquerda sempre entrou lá no Congresso, quebrou tudo, tomou conta, fez tudo. Mas não é golpe. Ali é a manifestação, ali é a democracia, ali é isso, é aquilo.
Nunca responderam por sequer nada. não se responderam por sequer nada. Essas pessoas aí, como a direita gosta da coisa correta, essas pessoas tinham sim que responder eh por quebrar o da o patrimônio público, responder por isso, mas por golpe de estado, por perseguição política de um grupo político, de um de um ministro do STF que perseguiu o presidente Bolsonaro durante todos esses anos.
Não foi somente os 4 anos que o presidente Bolsonaro foi era presidente da República, mas até hoje colocando ele eh na prisão, colocando essa milhares de pessoas dentro da prisão julgando de forma eh assim absurda. E o Fux, o Fux foi o único que ficou pra história em colocar a verdade na cara deles. O presidente Bolsonaro e essas pessoas foi julgada pelo seu inimigo, Alexandre Morais, foi julgada pelo advogado do Lula e foi julgada pelo aliado político comunista, o próprio Lula disse, comunista, o Flávio Dino.
Olha só essa farça que foi colocada e muitas pessoas ainda eh, infelizmente acredita, mas é hora de fazer como sorte aí, encarar e falar que não houve golpe, que não existe esse negócio de golpe. Foi uma das maiores faças da história da República do Brasil. É muito triste o que aconteceu.
Rapaziada, queria fazer um pedido para você que acompanha nossos vídeos aqui. Deixa o like aqui no vídeo, galera. Não custa nada.
Deixa o like, se inscreva no canal se você não fori inscrito, dá essa moral para nós aí, beleza? É, você não custa nada dessa moral. E deixe seu comentário aqui que é importantíssimo a gente saber aí a quem vai fazer campanha pro Flávio Bolsonaro tirar esse esse Lula, tirar essa coja aí do poder, porque o Brasil não aguenta mais.
Beleza? Tamo junto rapaziada e até o próximo vídeo.