[Música] e enfim o nosso tema porque a gente escolheu falar sobre os princípios naturais da moral a primeiro porque não é novidade todos nós sabemos e principalmente quem frequenta as universidades ou frequenta as mídias nós sabemos que nós vivemos numa época diz relativismo moral o que se chama de relativismo moral hoje talvez o termo melhor não fosse nem relativismo moral Mas fosse moral arbitrária moralismo arbitrário porque é tão certo sentido existe uma relatividade na moral quando a gente fala de coisas como certo e errado justo e injusto existe uma relatividade nisso porque as situações humanas
elas têm ela sofre uma variação tão grande que esses conceitos assumem a dimensões e qualidades mais ou menos diferentes em ocasiões diferentes é claro que essa variação não é absoluta Existe sempre um núcleo que permanece o mesmo mas a a moral ela consiste em você sem perder esse núcleo que permanece o mesmo sem perder esse critério absoluto consegui adaptá lo às situações concretas muito diferentes ah então o termo moralismo arbitrário talvez fosse mais adequado para definir o que acontece na época de hoje porque o que acontece na época de hoje é a veiculação da ideia
segundo a qual não existe certo e errado não existe junto Em juízo não existe bem mal todos esses valores são definidos arbitrariamente por cada indivíduo ou por cada grupo humano de acordo com seus interesses particulares eu chamo algo de justo e algo injusto não é porque esse alvo seja de fato justo esse outro alvo seja de fato injusto mas porque eu tenho algum interesse particular o está a partir do qual chamar esse álbum é injusto esse outro algo injusto Favorece a realização desse interesse que o tempo tão justo e injusto seria um simplesmente uma forma
disfarçada de você falar de você nomear aquelas coisas que são agradáveis para você o úteis para você e de saúde desagradáveis para você e inúteis para você então a rigor o que se tem hoje é uma como um apagamento dos conceitos morais e uma exaltação dos conceitos puramente egoístas que dizem respeito ao interesse individual do de cada pessoa Apesar de que mantêm se os nomes justo e injusto certo e errado bem mal você mantém o nome mas você preenche o conteúdo o conteúdo desse nome trocado você passa a chamar de justiça aquilo que diz respeito
ao seu interesse particular ou interesse no seu grupo do seu partido faça chamar de injustiça aquilo que é contrário ao seu interesse particular que é desagradável para você o que é inútil para um grupo que você pertence ou para o seu partido Quando você faz isso mantendo os nomes justo e injusto certo e errado bem mal você dá uma certa aparência de legitimidade para esses para esse empreendimento para os seus interesses particulares então é importante perceber isso porque há é uma espécie de trapaça linguística pela qual você mantém nomes antigos que carregam ainda um ranço
de legitimidade de força mas preenche o conteúdo desses nomes com objetos que na verdade dizem respeito a interesses Particulares que podem muito bem serem justos apesar de estarem sendo chamado de justus e serem justos apesar de estarem sendo chamados de injustos acho que todo mundo sabe do que estou falando que a gente vivencia isso o tempo inteiro hum a você vê por exemplo a alguém estava me contando ontem mesmo que um professor na sala dos professores estava comentando horrorizado achando um absurdo O policial tenha tirado aquele sujeito que queria botar fogo no ônibus com dezenas
de pessoas inocentes lá dentro estavam em trabalhar visitar seus pais não sei lá o que é isso gente ficou horrorizado e diante do huck ele sentia ele se expressava assim podia ser o seu público seu filho aquele sujeito que foi morto pelo policial que estava tentando matar os outros é claro que se ele não falava não pronúncia não descrever a coisa Corretamente é uma maneira de você não despertar o resquício de sentimento moral que ainda tem dentro de você então você não descreve direito você você investe a descrição e descreve a situação de um jeito
que o sentimento moral se inverte então dizer podia se o seu filho aquele cara que foi morto e eu conversava com os professores a gente pensou em ser a quem não pensou que tinham 32 outras possibilidades de de ter um filho seu lá Dentro daquele ônibus é quantitativamente é a coisa é fácil de você equacionar porque quantitativamente ela já te leva a fazer um juízo moral correto sem levar em conta que aqueles que estavam lá dentro inocentes é podia ser 32 bandidos lá dentro entendeu e um só aquele que foi que estava lá sequestrando os
outros bandidos só quantitativamente já dava pra você fazer essa diferença mas tomou o fato é que todos lá eram inocentes o Sujeito não conseguia perceber isso há evidentemente sá sabendo ele ou não existia por trás desse juízo dele uma descrição das coisas que parte da idéia de que na sociedade existem dois grupos os ricos e os pobres e que tudo na sociedade funciona segundo uma luta entre esses dois mundos de modo que aquele sujeito no final das contas era um pobre que não encontra na oportunidade na sociedade seqüestrou o ônibus que provavelmente estava cheio De
ricos lá dentro e que é por conta disso o que ele estava fazendo só é uma injustiça na visão dos ricos mas como os ricos já são ricos em virtude de uma justiça que eles cometem contra os pobres inclusive contra esse sujeito a aquilo que os ricos chamam de injustiça na verdade não é justiça ea justiça do ponto de vista daquele que foi injustiçado no início que é o bandido deu pra entender isso então veja bem você descreve a situação De outro jeito como é claro e é por isso que a gente vê pessoas bem
intencionadas às vezes fazendo juízos morais completamente é equivocados e entorta né isso não tira isso não deixa a pessoa imune a responsabilidade do que ela está fazendo ela está errada e muito pra mim ela vai isso vai pesar no juízo final quando ela for é é julgada porque ela não é uma criança uma criança fazer uma criança ainda não é capaz de descrever a realidade corretamente mas um adulto o Professor universitário ele tem obrigação diante de fazer qualquer juízo deste tipo de tomar consciência de todos os elementos envolvidos de estudar teoricamente para ver o que
é uma sociedade realmente e tendo se esforçar o máximo para conceber as coisas como elas são e descrevê las corretamente fazer um juízo moral pelo menos razoável e o ideal é que no final ele ainda pediu isso aqui é até onde eu consegui ver pode ser que alguém esteja vendo algo Que eu não vejo a maneira correta de fazer esse tipo de obrigação de fazer isso mas é se ele é um ser humano dotado de razão estudado tem a responsabilidade da sua função e educa outras pessoas e provavelmente falou isso para alunos é ele está
realmente ocorrendo um pecado aí muito provavelmente grave porque ele não está sabendo algo que ele deveria saber e nesse caso ele não pode alegar ignorância Essa ignorância chamada de ignorância afetada uma ignorância que ela não não a elimina dele a culpa porque porque ele está ignorando algo que ele deveria saber na condição na segunda natureza dele a posição social delícia então isso para dizer que a escolha desse tema se dá em razão dessa confusão que nós temos hoje no geral quando nós que sabemos que existe o certo eo errado justo e injusto seja porque nós
no geral acreditamos na Revelação que facilita muito a gente porque você já tem alguns mandamentos de uma série de preceitos que já tinha assim que você precisa pensar muito ela já te disse que ia te dá o caminho ou seja porque a nossa inteligência em razão da vida mais ou menos regrada que nós tentamos levar a nossa inteligência de um pouco mais clara para perceber as coisas o que realmente é certo eo que é errado ou seja porque nós fomos bem educados e já temos é já fomos moldados Segundo bons costumes que derivam de uma
compreensão moral correto é apesar de tudo isso quando nós tentamos explicar para as pessoas qual é o fundamento desses valores morais que nós acreditamos serem verdadeiros e que nós usamos como pauta das nossas ações muitas vezes nós fracassamos muitas vezes a gente não consegue explicar de onde nós tiramos a ideia de certo e errado de justo e injusto de bem mal Isso é comum em sociedades que se degeneram porque como essas coisas são fundamentais e como num certo sentido relação à tão pouco óbvias a quando uma sociedade chega no ápice do seu desenvolvimento todo mundo
segue os padrões morais mais ou menos o que não segue pelo menos sabe que está fazendo algo errado a coisa é tão natural que não é mais necessário você fundamental aquilo Racionalmente não tem mais essa necessidade você só precisa reproduzir isso só precisa ensinar às pessoas que as coisas são assim mas você não precisa explicar para elas porque as coisas são assim qual é o fundamento lógico ontológico dessa vez a dessas dessas ações sobre esses critérios mas na medida em que a sociedade vai se degenerando e grupos mal intencionados começam a penetrar nessa sociedade ea
Modificar o padrão de comportamento dele os critérios pelos quais ela deve se basear na hora de agir na medida em que isso vai acontecendo começa a surgir necessidade de você tem que fundamentais racionalmente para algumas pessoas porque as novas gerações começam a esses grupos mal intencionados só vão conseguir ensinar algo diverso do costume através de argumentos e de argumentos muito sofisticados como por exemplo o Argumento do dnit o argumento do nit sofisticadíssimo ele vai na etimologia da palavra dos termos bem mal justin justo nas culturas mais antigas possível para tentar dar lhe extrair uma possível
origem à fictícia dos valores morais e quando um adolescente que dentro de casa simplesmente ouvi dizer que tem que fazer o que é certo e não tem que fazer o que é errado chega na universidade na escola ou um Professor explicando com argumentos racionais elaboradíssimos que na verdade o errado é o certo eo certo é que é errado isso além de dar pra ele uma espécie de refrigério intelectual de movimento a inteligência dele isso gera um certo prazer isso dá pra ir a sensação de que ele está descobrindo algo que os pais não sabe justamente
na idade em que ele está querendo portal cordão umbilical da Juventude em relação aos pais então ele vai ter a sensação de que está saindo da caverna vai ter um exercício mental que em casa muitas vezes não têm a e um dos elementos principais que essas teorias e moralistas oa moralistas se utilizam para questionar a moralidade natural é dizer que ela só é tomada como natural porque ela foi naturalizada pelo uso não dizer ou como quem diz a senhora repara se você perguntar por seu pai porque é certo isso ele vai falar porque É certo
se você insistir em falar o chinelo daquilo ou você faz você não faz ele não vai te dar uma razão para que a única razão que existe pra que aquilo ali seja tomado como como certo como justo é porque as pessoas se acostumaram a fazer se o adolescente vai ver vai parecer que é assim ele vai sentir que há sim uma série de tv vai ver que é assim porque o pai não vai saber fundamental aqui e tendo o adolescente tido essa impressão De que as coisas realmente são assim aí o professor vai começar de
escrever pra ele uma historinha de como foram criados nesses valores lá no início dos tempos fala não é porque lá no início dos tempos as classes dominantes tinham que encontrar uma maneira de manter os dominados no seu lugar então eles começaram a chamar de bom e justo aqueles comportamentos mais mansos mais obedientes então disciplina é uma coisa Boa obediência é uma coisa boa ajudar o outro é uma coisa boa tudo isso faz as pessoas se tornarem mansas e não questionarem domínio dos mais fortes então veja como que moralidade foi criada justamente para manter o domínio
do mais forte sobre o mais fraco e o professor explicando isso tudo racional pode ser tudo mentira e no geral é é e eles geralmente eles projetam no início da humanidade Histórias que se você for verificar mesmo não tem razão nenhuma para acreditar que aconteceu e do outro lado você tem o pai repetindo que deve ser assim deve ser assim deve ser assim e você tem a bíblia que a coisa tá escrito de modo simbólico e não de modo racional e não existe mais pessoas capazes de ter a chave para compreender o simbolismo da bíblia
então a própria bíblia passa a ser vista como um livro que foi escrito somente Para legitimar o poder dos poderosos sobre os mais fracos no final das contas a criança está contra o pai e tá com a moralidade completamente pervertida e achando que saiu da caverna e que descobriu a verdade eu acho que todo mundo entende o que estou falando é possível que isso tenha acontecido inclusive com alguns de vocês comigo aconteceu exatamente isso então não será sentido os pais hoje tem que ter mais conhecimento do que os Professores na escola porque o número de
ideologias e o grau de sofisticação das ideologias são ensinadas pelos para as crianças e para os jovens nas escolas na universidade é tão grande e é uma coisa intelectualmente tão embolado é tão difícil de você diz fazer que a única maneira possível é os pais hoje ser intelectuais pelo menos o suficiente para que eles possam juntando a autoridade natural que o pai tem o amor natural que o fim do tempo pelo pai ea Capacidade intelectual superior dos professores o adolescente ea criança entenda muito mais rapidamente que o pai está falando é verdade que o professor
está falando é é um bando de besteiras então a curiosamente não sei se infelizmente mas pelo menos é mais trabalhoso os pais onde tem obrigação de de 17 de toda a filosofia olha que coisa estranha que ponto a gente porque a filosofia e é isso que a Gente vai tentar explicar nesta palestra lá não foi ela foi um instrumento inventado a dialética é o grande técnica da filosofia ela foi inventada justamente num momento onde na grécia imperava os chamados ofícios que eram relativismo e que eram pessoas dotadas de uma capacidade impressionante de convencer as pessoas
das razões mais fracas o lema do surfista é tornar forte aquela razão que é mais fraca Então é aquela história do surfista que conseguiu é absorver o sujeito que estava sendo condenado porque matou outro com a uma flechada e como é que iria absolver o sujeito ele conseguiu desenvolver um argumento para colocar a culpa na flecha a gente ouve isso e parece impossível isso mas não é impossível a linguagem humana quando ela é desvinculada da objetividade do mundo e quando você se dedica ao estudo somente Da das articulações da linguagem independente da verdade você pode
adquirir efeitos assim fantásticos tanto é que alguns oficiais eram considerados ofensivos porque articulavam a linguagem de tal maneira que convenceu as pessoas das coisas mais absurdas possível eu veja bem não é muito diferente do que se diz hoje quando se fala que há um sujeito que ia botar fogo no ônibus mas a culpa não era dele era da sociedade não é muito Diferente você falar que a culpa da flecha a flecha é uma causa instrumental a gente sabe que ela não se move sozinho tem que ter um sujeito para poder atacar flash mas é uma
causa não é errado dizer que a flecha foi causa da morte do sujeito só que é uma causa instrumental ea causa instrumental preciso de uma outra causa inteligente para poder colocar em ação simples o dialeticamente resolve o Problema a sociedade não é uma causa instrumental ela não é um instrumento pelo qual o sujeito usou botou fogo no ano tentou botou ele botar fogo nome mas é uma causa remota ela não é uma causa imediata a causa imediata o sujeito quem vai riscar o fósforo ou isqueiro ou sujeito não é a sociedade ou seja não tem
mão da sociedade é uma causa remota que pode ter criado para aquele sujeito a algumas Situações que podem ter levado ele fazer aquilo mas veja bem essa causa remota é tão ampla e tão múltipla que se torna um absurdo você atribuir uma coisa tão linear a ela porque provavelmente essa sociedade também falou esse sujeito de deus falou pra ele mostrou as pessoas ajudaram e da própria sociedade o ajudou em muito mais situações do que eu que o digo sem dúvida então a filosofia à dialética surgiu nessa situação uma situação muito parecida com o que a
Gente viu hoje de uma confusão de opiniões tão grande que só tinha um jeito a você tinha que aprender a usar sua inteligência para penetrar nesse mar obscuro de opiniões e consegui achar o fio da verdade lá no meio e seguindo esse fio para desenrolar aquele aquela confusão toda a verdade tem que estar ali de algum modo porque nada escapa da verdade só que às vezes a coisa é tão confuso que é preciso desenvolver uma técnica e uma habilidade de penetrar por Assim dizer dentro da caverna mas sem ser obscurecido pela própria caverna e poder
tirar de lá dentro quem está lá ea dialética faz isso reparem que a função da dialética num certo sentido é análoga a função do cristo cristo era chamado de 1 o peixe porque ele penetra no mar do mundo no mar da confusão do pecado e vai mais ainda ele vai lá na mansão dos mortos sem se manchar sem sair do trono de venda ele vai resgatar e abrir um caminho você Seguir eu sou o caminho se você seguir ele você sai dali também a dialética faz isso e por que é análogo à ação do cristo
porque isso pelo que a dialética é permite você penetrar na escuridão no mundo das opiniões e desfazer os equívocos e encontrar a verdade é uma coisa que os gregos chamavam de logos que a gente traduz com razão e cristo é o logos só que ele não é um ônibus particular de Um indivíduo ele é um lobo universal reparem que existe um aspecto salvífico na própria atividade filosófica e hoje não basta mais a gente educar os nossos filhos no costume é preciso a gente ter habilidade de debelar os erros que vão chegar nas suas mentes através
das escolas nas universidades do mundo da televisão do sul a gente fala vai falar mais sobre isso lá no não foi vamos então ao nosso tema ver se a gente Consegue falar do nosso tempo vocês querem que ele guarda não é bem a quando em quando nós falamos aqui dá nós demos aquela palestra sobre dólar cria nós começamos falando da prova da prova nacional da existência de deus essa prova é muito simples não fosse aplicada aqui de novo nos seus detalhes mas é basicamente todas as coisas que existem existem mas poderia não existir então elas
são contingentes uma coisa Contingente que existe mas poderia não existir ela existe não em virtude de si mesmo mas em virtude de uma outra coisa que a causou se existisse em virtude desse mesmo ela seria necessária e não contingente o fato é que todas as coisas da natureza são contingentes existem em virtude de outra essa outra como também uma coisa da natureza existe em virtude de outro e você pode olhar para todo o universo e Todo o universo é um conjunto de coisas contingente então o próprio universo a própria criação é contingente se você pensar
na criação inteira ela poderia não existir inclusive um cristianismo disse que a houve um momento por assim dizer onde ela não existiu e depois passou a existir se toda a criação é contingente é evidente que para que ela exista tenha que ter uma causa anterior a ela e que essa causa não seja por si mesmo Contingente essa causa é necessária ela não pode ter sido causada por nada porque se você for retroagindo na contingência na causalidade ou seja se você conceber uma infinitude retroativa ou seja um passado que sempre se estende de modo que sempre
tem antes a cada começo que você imagina você sempre pode conceber um antes a esse começo a pensar isso imaginar isso é simplesmente negar a possibilidade de que as coisas existem porque se sempre Existe um antes nunca teria começado na água dá para perceber isso na então cita a totalidade das coisas são contingentes e se elas no entanto existem é porque teve algo que é causou esse algo que a causa tem que ser causado tem que ser necessário então a existência dele ea essência dele são uma coisa só faz parte da essência de existir ele
existe porque ele é o que ele é diferente de nós nós existimos não Porque nós somos o que somos mas porque nós somos causados por outras coisas esse ser é deus porque ele é deus porque ele tem todos os atributos de deus é uma causa em causada ele não pode ser físico porque todas as coisas físicas são contingentes então ele tem que ser um ser metafísico sobrenatural espiritual ele tem que ser eterno certo porque a atemporalidade é simplesmente um outro nome da contingência tem que tá fora do tempo nunca nasceu nunca foi gerado nem Nunca
vai deixar de existir e num certo sentido é esse é o ponto que eu quero chegar ele tem que ser inteligente porque eles sentem que ser inteligente ele tem que ser inteligente pelo simples fato de que o mais não pode vir do menos do ponto de vista qualitativo do ponto de vista qualitativo mas não pode vir do - eu não posso te dar algo que eu não tenho se eu não posso te dar algo que eu não tenho é porque uma causa ela tem que Conter de algum modo o seu próprio feito ela tem que
ser mais ampla do que o seu efeito ea causa de todas as coisas têm que ser mais amplo do que todas as coisas ela tem que conter de algum modo todas as coisas senão ela não poderia ser a causa de todas as coisas se entre as coisas que existem existem algumas que são inteligentes é claro que essa casa tem que ser inteligente a senhora não poderia criar as Inteligências criadas usando e os homens então essa causa primeira inteligente ou nada disso a gente precisa da revelação tudo isso a simples razão pode nos dizer deus é
uma inteligência em causada eterna espiritual que mantém todas as coisas não ser se deus é uma inteligência é claro que deus pensa em si mesmo o que deus inteligente antes de tudo ele intellij a si mesmo ele entende assim mesmo tem consciência De si esse ato de deus intellij a si mesmo é num certo sentido o que a gente chama de verbo divino é o próprio jesus cristo no seu aspecto divino não encarnado então deus que é uma inteligência ao pensar em si mesmo ele produz uma imagem de si mesmo a imagem de si mesmo
é o intelecto de vinil logo divina o verbo divino é claro que aqui eu estou usando o tom fazendo uma analogia com o que a gente Fala de inteligência de consciência de si mesmo a gente fala disso porque a coisa mais nobre que existe na criação é a inteligência a gente quer falar de deus a maneira menos equívoca de você falar de deus é utilizando como analogia às propriedades daquela criatura que é a mais nobre das criaturas certo então seu aaa a mais nobre das criaturas é a criatura inteligente e se eu só posso falar
de deus a partir das criaturas Porque eu não vejo deus eu não conheço deus estou abaixo dele eu vou usar aquela criatura mais elevada como um símbolo para poder tentar de algum modo conceber algo de deus então é claro que deus não é uma inteligência no mesmo sentido em que nós somos é muito mais do que nós somos é claro que quando deus pensa a si mesmo é a consciência que ele tem de si mesmo não é no mesmo sentido em que nós temos de nós mesmos quando você tem Consciência de você mesmo consciência uma
outra pessoa não é é ainda é a sua pessoa mas deus quando pensa em si mesmo esse pensamento de si mesmo uma outra pessoa só nisso dá pra ver que é uma coisa que escapa da nossa compreensão então saibam que quando nós falamos de deus assim é uma analogia uma das mais nobres que existem mas deus é mais do que isso no final das contas muito mais o fato é que deus consegue assim mesmo e Essa concepção que deus tem de si mesmo essa a imagem que ele tem de si mesmo é o filho é
o verbo é um logos só que de onde vêm as criaturas como é que dá consciência que deus tem de si mesmo nós passamos para o mundo criado o mundo das coisas que não são deus a as escrituras dizem que deus criou todas as coisas do nada então a gente pode pegar esse nada aí e tentar de uma maneira não muito rigorosa mais mais ou menos simbólica e talvez um pouco Dialética tentar compreender esse processo a partir dessa idéia da criação do nada a partir do nada é claro que esse nada não é a matéria
que deus usou para fazer as coisas certo porque se nada se a matéria que deus usou para fazer as coisas funcionar da não tenham coisas pelo próprio razão do nada que não é nada assinado é uma espécie de metáfora tá é uma coisa que parece nada sendo deus uma inteligência e sendo nada Algo que objectivamente não pode existir porque essa é a própria definição do nada aquilo que não existe convém imaginar que esse nada seja uma idéia na mente de deus porque enquanto ideia ou nada pode existir aliás a existência do nada é uma pense
somente mental ou nada é um conceito a que não tem existência real e só tem existência formal na sua mente então vamos imaginar que esse nada sejam um pensamento de deus um conceito na Mente de deus deus pensa ou nada só que quando deus pensa ou nada o que é o nada em face de deus o nada em face de deus como até então antes da criação só existe deus o nada em face de deus é o outro de deus certo deus é o senhor absoluto só existe ele não existem criaturas ainda só existe deus
e não ser somente o ser é quando esse ser que é uma inteligência concebe ou nada ele está concebendo um outro de si mesmo O outro de deus é um nada esse nada é como se fosse deus pensando 'não eu de deus certo então esse nada é como se fosse uma negação mental que deus faz de si mesmo e num certo sentido vamos fazer um esforço pra acompanhar essa essa descrição que é mais ou menos simbólico quando deus pensa em si nada a ele como o que dá um segundo passo e ele como que se
consiga concebe dentro de si nada como o que pensa como eu seria se eu não fosse eu seja como eu Seria nesse nada nesse outro que não sou eu quando ele pensa como ele seria se ele não fosse quem ele é quando ele pensa quando ele tenta se conceber no nada que ele concebeu o primeiro ele concebe a possibilidade em conjunto das possibilidades de todos os seres que existem de fato na criação porque cada uma das coisas que existem é uma maneira de não ser deus então quando deus se pensa dentro de si Nada ele
pensa o conjunto de possibilidades de todos os seres que não são deus ou seja ele pensa o que a gente chamaria de homem possibilidade une potência de ver isso a onipotência dívida num certo sentido a onipotência divina é um conjunto de todas as possibilidades de existência e o conjunto dessas possibilidades é pensado pelo verbo devido ao pensar a si mesmo nesse nada que ele concebeu nesse outro Que ele concebeu é essa a descrição que a gente está fazendo a gente ouviu o primeiro ela um professor descrevendo as coisas dessa maneira e depois nós fomos durante
muito tempo a gente ficou procurando nos padres da igreja nos filósofos teólogos a fundamentação dela e ela está em são tomás de aquino não dessa maneira mas se você ler e estudar bastante são tomás de aquino em alguns pontos específicos você vai ver que toda essa descrição aqui ela É uma síntese do modo como é são tomás de aquino concebe o processo de criação então ela pode parecer um pouco assustadora num certo momento não sei obscura mas é ficar tranqüilos que ela é filosoficamente teologicamente fundamentada e valida legítimo e se essa onde potência divina ou
seja a estrutura de possibilidades é como se fosse a moldura dentro da qual a criação existe porque só existem coisas que são possíveis as coisas Impossíveis não existem então tudo o que é possível está contido dentro dessa rede de possibilidades que é o verbo dando a si mesmo dentro de si disse nada só que quando veja bem é o verbo de vindo pensando assim mesmo dentro de si nada é deus se pensando dentro de si nada então as coisas o melhor todo todos os elementos e as articulações dessa estrutura que deus está pensando que é
onipotência divina que é o que o platão Chamava de mundo das idéias mundo dos arquétipos e ouve não fala disso já nós estamos aqui na mente divina e no nos nos arquétipos de todas as coisas que existem na mente de vida como de santo agostinho aquilo que o patrão chamava de mundo das idéias nada mais é do que a mente de deus e deus antes de fazer as coisas pensou em todas as coisas só que quando deus pensa em todas as coisas ele pensa nessas coisas de forma essencial de forma marketing e ele Pensa em
todas essas coisas juntas porque no fundo está pensando em si mesmo só que como invertido no espelho essas coisas num certo sentido faça um esforço me ajuda elas são como que uma mistura de deus e de nada mas tem algo de deus porque é o deus se pensa pensando assim mesmo mas ela tem algo de que ele nada que foi a primeira coisa que deus pensou ao Projetar como que um outro em si mesmo claro que na sua mente porque fora de deus não tem nenhum outro só tem ele é claro que num certo sentido
nós estamos em deus o apóstolo fala nele nós nos movemos e existimos e sons então nós estamos em deus nós somos pensamentos de deus e deus não sustenta não ser na medida em que ele pensa em cada um de nós isso dá a impressão de que nós de que tudo só que a ilusão como as nossas Ideias são bolhas que começam e apaga da impressão de que nós somos pensamentos no sentido humano mas foi por isso que nós fizemos aquele alerta de que o pensamento de deus é muito mais do que o pensamento humano então
como diz são tomás deus pensa por meio de palavras e coisas as coisas são pensamentos devendo mas elas não deixam de ser coisas por conta disso é que o pensamento divino é muito elevado Não só não é a nossa existência é que é é completamente vazia como um pensamento humano que vem comece passa é o pensamento divino que é elevadíssimo ao ponto de pedir ao pensar produzir coisas certo tá dando a entender isso então todas as coisas quando deus concebe cada uma dessas coisas ele consegue todas elas juntas porque é uma imagem dele mesmo o
conjunto de todas as possibilidades é uma imagem de deus como que colocada num espelho como que Invertida num certo sentido pois o cosmos inteiro é uma imagem de deus a ordem de todas as coisas é o próprio deus como que desdobrado colocado para fora de si emanado de si mesmo então todas as coisas que existem são análogas a deus elas representam algo do próprio deus misturado com um pouco daquele nada que deus concedeu então todos nós temos uma semana e qualquer criatura tem uma semelhança com tenha algo nela pelo qual ela se assemelha a Deus
e algo nela pelo qual ela não se assemelha a deus esse algo pelo qual ela não se assemelha a deus esse algo que falta a ela tem uma outra criatura que possui social e é por esse algo que essa outra criatura se assemelha a deus sei lá tem alguma coisa na borboleta que faz com que ela se assemelha a deus e que falta no ser humano mas juntando o ser humano boleto rio a montanha o sol a lua e de 77 o conjunto de tudo isso é uma imagem perfeita do próprio deus É é só
por isso que se diz que as criaturas cantam a glória de deus é só por isso que a criatura considerado livro da vida o livro sagrado porque ela expressa deus só que ela expressa deus diferenciado através de uma multiplicidade de seres cada um guarda nenhuma semelhança com deus e uma diferença mas nessas diferenças eles se comunicam uns com os outros e se uns com os outros e se relacionam no conjunto dessas relações Você tem uma grande sinfonia que reflete a onipotência divino o próprio verbo divino então a criação começa quando deus destaca desse conjunto de
possibilidades que ele concebe cada uma dessas coisas ele poder viver lá tem uma possibilidade de não ser deus é o sérgio quando ele penço sérgio separado do resto do elenco com sérgio aparece isso é existir é isso é deus pensar uma possibilidade destacada das outras Aí você e existe você passa como que ter uma existência externa você deixa de ser potência em deus potência ativa em deus e passa a ser uma coisa realmente existente há é claro que todas a deus não realiza o existência todas essas possibilidades ao mesmo tempo porque uma das maneiras pela
qual ele existência todas e se todos esses arquétipos e modelos que ele tem na sua mente é através do tempo então por exemplo meu avô a existência Do meu avô só era possível lá na época em que ele viveu não era possível a existência do meu avô ea minha o mesmo tempo ou para ficar mais clara do meu tataravô ea minha mesmo tempo ou do pedro álvares cabral ea minha ao mesmo tempo então é existir é destacar nesse conjunto ordenado de possibilidades cada uma dessas possibilidades ea existência vai-se dano paulatinamente no tempo e o tempo
é como que como dizia platão a imagem invertida da eternidade O tempo é uma imagem da eternidade ele é a realização temporal do eterno é a realização analítica e momentânea daquilo que em deus é uma coisa só o conjunto dessas possibilidades é fácil perceber que rege todas as coisas existentes nada do que existe extravasa o campo dos possíveis eu só eu enquanto o ser humano só posso realizar aquilo que é possível para a forma humana que deus pensou certo o gato enquanto o gato individual todas As ações que o gato individual pode fazer por mais
indefinidas que elas sejam ou infinitas que ela seja estão contidas dentro do tipo primordial gato dentro do pensamento de deus quando ele pensa gato então nós temos uma descida de nível de deus o verbo divino que é gerado ali dentro pensando é no sentido do verbo divino jááá como o nih possibilidade onipotência do verbo divino para as Criaturas e tem uma outra descida de nível então cada descida de nível está contida em cada nível inferior está contido no nível superior e tudo isso está contido no deus absoluto perante o qual nós não somos nada e
é por isso que a bíblia diz que ninguém pode ver deus aquele que visse deus morreria quer dizer que aquele que vive esse deus morreria Quer dizer que diante de deus as criaturas voltam porque ele nada então há a visão que nós temos face a face de deus ela num certo sentido ela ainda guarda um grau de diferença entre você e deus nós podemos e se deus quiser iremos ter um dia no paraíso ah então se cada coisa existente é como ilimitada e regida por essas possibilidades que são muito mais amplas e maiores do que
as coisas que existem Isso é importante perceber dá porque dá uma impressão como nós estamos abaixo da mente divina quando nós falamos da mente divina nós temos uma leve impressão de que esse mundo aqui é mais do que o mundo da mente divina do mesmo jeito quando eu tenho uma ideia tem uma idéia de uma coisa e produziu essa coisa eu fui com a impressão de que essa coisa é mais do que a ideia que o time dela Essa coisa é real a maçã eu posso comer mas a idéia de uma ação não posso comer
só que na mente divina não é assim porque a maçã que eu posso comer só existe por conta do arquétipo de maçã que está lá em cima isso quer dizer que o arquétipo de maçã ele é muito mais mas ando que as maçãs individuais a forma humana é muito mais ser humano do que todos os seres humanos existentes juntos somados é na hora de conceber o que eu só Consigo conceber como uma coisa abstrata mas do ponto de vista ontológico ele é mais real do que qualquer ser humano ele tem que ser mais real porque
o princípio de cada ser humano individual então é um erro imaginar que os arquétipos são apenas idéias no sentido humano não eles são ideias num sentido muito mais elevado muito mais amplo e muito mais real do que os seres humanos individuais por isso que platão de êxito no mundo Das idéias é mais real do que esse então o mundo das idéias a mente divina as formas das coisas na mente divina está para estão para as coisas físicas como as coisas físicas estão para as fotografias as coisas físicas recebem esse mundo é como se fosse uma
fotografia da mente divina se na mente divina o mundo tem na 54 dimensões nesse mundo aqui só tem três se você tira uma foto das coisas nesse mundo da Passada terça 2 duas dimensões estão percebendo como nós só podemos conceber as coisas a partir das dimensões do nosso mundo na hora de conceber a mente divina a gente acaba reduzindo ela para três dimensões isso dá uma impressão de que não vem aí a nossa fraqueza de vez em quando achar que quer pode ser que tudo seja ilusão da minha mente um real mesmo isso aqui não
é o céu não é deus ou quando nós pensamos assim o céu deve ser meio sem Graça né deve faltar um colorido lá no céu porque lembra que todo mundo lá que tinha a fazer o exame assim é mas isso é o que é porque nós estamos pensando o céu a partida das dimensões inferiores nas quais nós estamos inseridos na verdade ele é muito mais do que isso aqui é então todo mundo das criaturas e agora a gente vai chegar se deus quiser na ideia de lei natural que é a base da moral todo o
mundo das Criaturas é regido por uma regra promulgada pelo próprio deus deus é o grande legislador do mundo porque antes de criar as coisas ele pensou num esquema em uma estrutura dentro da qual essas coisas foram destacadas ao serem criadas o conjunto das formas e dos arquétipos que regem regulam todo o nosso universo fazendo com que ele esteja sempre em ordem e que por mais que ele tenha um grau de nada e de privação essa privação Nunca venci a ordem o que mantém essa ordem sempre vigorando é o que nós chamamos de lei eterna lei
eterna com letra maiúscula welle eo eterno a lei eterna nada mais é do que a estrutura habilidades pensada por deus antes de criar o mundo e pela qual o mundo criado se ordena e se regula veja só que isso é uma coisa completamente racional se não existisse isso não existiria Ciência a ciência nada mais é do que você tentar encontrar essas razões internas das coisas no entanto os cientistas são incapazes de de aceitar esse raciocínio que a gente está fazendo porque eles só aceitam as informações que chegam pelos cinco sentidos e esse é sem raciocínio
a a esse objeto do qual nós estamos falando só chega pela inteligência não pelos cinco sentidos no entanto depois que ele pede é que Eles pegam os objectos através dos cinco sentidos eles começam a raciocinar buscando por trás desses objetos aquelas leis eternas as mesmas das quais nós estamos falando inclusive eles tentam descrevê-las matematicamente porque a matemática a é uma linguagem tão ordenada que ela reflete muito bem esse mundo da mente de veneno então veja ciência seria impossível sem algo que ela pelos seus próprios meios não pode alcançar jamais mas que se ele Utilizar somente
razão eles poderiam perceber isso muito facilmente então deu a entender que ela é eterna pois bem a lei eterna ou qualquer lei ela existe no sujeito de dois modos ela pode existir um sujeito como algo existe na mente do legislador então essa lei eterna existe um primeiro sentido mais nobre mais ativo na mente do próprio deus mas ela também existe nos sujeitos sobre os quais elas ela recai então todas as Criaturas por participarem de algum modo da lei eterna também possuem algum modo a lei eterna em si mesmo quando você pega uma forminha enche de
areia na praia forminha doado um cavalinho e faz um cavalinho a forma do cavalo existe primeiro naquela formiguinha mas ela também existe naquela areia que agora têm a forma do cavalo e é por isso que você pode contar e perguntar para alguém o que é isso ela Vai ver um cavalo então algo da forminha passou por um cavalo na verdade a própria forminha é só uma participação na forma cavalo porque quem fez a família ver o primeiro cavalo real e um cavalo real participa da forma do arquétipo cavalo que tá na mente divina então veja
que a lei eterna ela está presente nas próprias criaturas que são reguladas por ela só que ela está presente de forma Passiva porque as criaturas participam dela estão subjugados a ela estão vestidas por essa lei por este conjunto de leis o nome dado à lei eterna na medida em que ela participa das criaturas na medida em que ela está impressa nas criaturas é lei natural então lei natural nada mais é do que a face da lei da lei eterna que está impressa nas criaturas que foram criadas sob o modelo da lei das leis eternas e
por isso participam das leis eternas Então a lei natural nada mais é do que a lei a terna vista sob a ótica das criaturas que estão submetidos a ela é por isso que se diz que a lei natural está inscrita no coração do homem porque o homem foi criado segundo um modelo perfeito de um homem e ele só tem resistência na medida em que participa desse modelo e essa participação reverbera nele de algum modo a lei eterna pela qual ele foi criado pela lei natural nada mais é Do que a lei eterna tal como aparece
nas criaturas que dela participam que existem dois tipos de criaturas de que as criaturas e irracionais e as criaturas racionais as criaturas e racionais a elas participam são regidas também pelos seus arquétipos por assim dizer e também participam da lei eterna só que elas não participam ativamente da legenda elas são regidas pela providência divina que a providência divina Aprovei o que a gente chama de providência divina nada mais é do que a ação pela qual deus governa todas as coisas a partir dessa estrutura de possibilidades se a providência divina a providência divina para os seres
irracionais ela funciona de uma maneira porque eles não tão eles não participam ativamente da providência de deus os seres racionais participam ativamente da providência divina que você tem uma Semelhança maior ser que mais das criaturas naturais o homem é aquele que mais se assemelha a deus então ele participa mais perfeitamente de deus e por ser dotado de livre arbítrio um homem acaba tomando partido na providência divina de de modo ativo então a lei natural no ser humano tem um aspecto um pouco mais mais nobre a presença dela é como que uma natureza um pouco diferente
no homem em relação aos seres irracionais Porque convenhamos o cio se uma árvore de uma determinada espécie só produz fruto daquela espécie em virtude da lei natural ela está seguindo o caminho dela mas ela não tem consciência disso e ela não faz isso voluntariamente não existe nela algo pelo qual ela possa negar a lei natural que modula o seu comportamento só o fator externo pode mostrar a execução da lei natural que está impressa melo No caso de uma planta no caso de um animal também o animal não pode voluntariamente conscientemente rejeitar a lei natural que
rege o seu comportamento só por uma causa acidental externa mas no geral ele é completamente mudo lado hoje nós chamaríamos extinto extinto empobrece muitas coisas e pensa em instinto você está pensando numa um conjunto de leis físicas espontâneas que você não sabe muito bem de onde elas vêm e no geral você pensa que elas podem ser Modificadas com a evolução da espécie etc então é uma visão mais pobre mas o objeto é o mesmo no caso do ser humano justamente por ser regulado pelo arquétipo humano e por nesse arquétipo está contido o elemento livre arbítrio
em seguir a lei natural para o ser humano é ser livre é ter a possibilidade de rejeitá la ou de acatá lá percebe o ser humano é seguindo a sua própria lei natural a sua própria essência a sua Própria causa exemplar em deus que um ser humano exerce o seu livre arbítrio exerce a possibilidade de seguir essa lei ou não é uma coisa curiosa é uma coisa é parece paradoxal mas se você acreditar nela você vai ver que não tem que ser assim isso é ser humano é como quem diz é como aquele velho problema
cabelo disse se deus é onisciente se ele sabe tudo o que acontece e vai acontecer não é possível ser uma terra livre amigo Que tem uma contradição entre ao a providência divina eo livre arbítrio humano só que essa contradição começa a se dissipar quando você percebe um detalhe que às vezes escapa o ser humano é obrigado a ter livre arbítrio quem determina que um ser humano tenha livre arbítrio não é o ser humano pode escolher um monte de coisa - ser livre ou não - escolher ou não ele é obrigado A escolher e é nesse
ponto que a providência está agindo no ser humano e que deus está acima do ser humano certo então é quando o ser humano exerce a sua própria natureza que ele pode escolher seguir a lei natural ou não embora essa escolha seja bem relativas a gente vai ver que um ser humano num certo sentido ele sempre vai na direção do bem mas ele tem uma certa autonomia para escolher os meios pelos quais ele chega e se bem e é nesse grau de Autonomia que ele começa a errar saleh é mas isso é porque não é não
é contrário a gente está dizendo porque o que a gente chama de mau que a gente chama de bem vamos pegar esse essa questão da érika e vamos tentar parte dela pra concluir seu raciocínio o que a gente chama de bem é nada mais é num certo sentido do que a perseverança no próprio ser que é um bem para uma coisa um bem para uma coisa é perseverar no Seu próprio ser se a minha existência ela emana se eu sou um exemplar desse grande arquétipo que é o ser humano o bem pra mim é me
aproximar cada vez mais de ser ético se é esse arquétipo que me da existência e da ser o bem para mim nada mais é do que perseverar no meu ser então como dizia platão e como os filósofos cristãos concluíram junto com platão serem bem são dois aspectos de Uma mesma coisa bem é um é o nome do cerco na medida em que ele é desejável então como quando você deseja permanecer no seu próprios e perseverar no seu próprio selo está mais próximo do modelo que constitui do critério pelo qual você existe isso é chamado de
bem também é um outro nome para ser e é por isso que deus um dos principais nomes de deus é bem o que a gente chama de mau é justamente aquela ação ou aquele fenômeno aquele fato que privam ser do Seu próprio ser então veja bem se serem bem são num certo sentido sinônimos são a mesma coisa vista de óleo ponto de vista diferente o mal não é um ser o mal não tem existência o mal não tem estatuto ontológico não é uma coisa ele não é uma criatura o mal nada mais é do que
a privação que um determinado ser pode ter seu próprio ser ele é como ele é como a cegueira a Cegueira não é uma coisa a visão é uma coisa a seguir é o nome que você dá para a falta de visão a cegueira só existe na verdade como conceito mental o que existe é uma visão privada de boa parte da sua capacidade ou visão nenhuma e só agora só hoje sua matéria a seguir é o nome que você dá para chamar a atenção para o fato de que aqueles ele está sendo privado da sua própria
existência e está está se afastando do arquétipo Que o define e é por isso num certo sentido que quando algo está muito afastado do arquétipo que o define mesmo antes de ele estar completamente é mesmo antes de romper totalmente com esse arquétipo nós já dizemos que ele não é aquilo que ele é então imagine por exemplo a será uma aula que é tão ruim mas que é tão ruim que é tão ruim ou um professor que é tão ruim que você pegue fala assim você Chama isso de professor isso não é um professor quando você
diz isso você está percebendo que que ele está privado da essência do que é ser professor não tem quase semelhança nenhuma entre ele e ele é o arquétipo professor por assim dizer nesta então você acaba dizendo que ele não é professor há então o ser humano lhe o que a gente chama de livre arbítrio vou chegar nacional na questão do catecismo já o que a gente chama de Livre arbítrio nada mais é do que uma potência um aspecto de uma faculdade humana que a gente chama de vontade e que a vontade à vontade é o
que os filósofos chamam de apetite intelectivo à vontade um apetite à vontade o querer é uma espécie de desejo embora a palavra desejo seja remetida mais aos desejos corpóreos mas a vontade é uma inclinação é uma faculdade que te move na direção de algo por isso que quando nós desejamos ao nosso dizemos Muitas vezes que estamos com vontade de ao então vontade e desejo são coisas análogos mas tem uma certa diferença mas o fato é que há vontade há um apetite só que há um apetite intelectivo que quer dizer isso é uma petição que é
gerado e ativado na sua alma quando você inteligência algum ser o objeto próprio da inteligência do intelecto é o ser é a ordem à sua inteligência só capta ser isso é entender algo entender a ordem o Arquétipo a forma a lei que rege o fenômeno ou em última instância os ser daquele fenômeno do mesmo jeito que o olho vê cores ouvido ouvir som o paladar prova sabor a inteligência capta o ser das coisas ao captar o ser das coisas você está captando um bem pode não pode até não ser um bem em relação a você
mas em relação àquela própria coisa é um bem em relação a uma outra coisa um bem na medida em que você captou com a sua Inteligência ou ser de alguma coisa uma ordem específica um arquétipo específico a lei que rege aquela coisa que está nela de algum modo a sua inteligência a sua inteligência apresenta esse ser para a sua vontade para o seu apetite intelectivo que é um ser apresentado a esse ser deseja esse ser de algum modo e aí que você passa a chamar se servir bem o bem é o ser captado pela inteligência
na medida em que é apetecível será desejado pela vontade Então a vontade só pode desejar bem porque ela é determinada pela inteligência ea inteligência só pode captar ser por não sei não é entendível eu não sei não existe você não pode pensar lo assim o objetivo em mente então quando você capta pensa algo real você está pensando um ser ao pensar esse ser ele é apresentado para sua vontade a sua vontade de inclina na direção dele de algum modo Vocês estão aqui nessa aula o que você frequenta o instituto que não se entenderam algum bem
que é encontrado aqui no instituto que a gente vai à missa que a gente entendeu algum bem que está presente na missa e se bem que nós a pt semus seja na missa seja na numa aula de filosofia ele deriva de um ser que você capitonê ele uma verdade que é um outro nome por ser que você capitonê essa verdade esse ser que você captou ele tem uma afinidade com seu próprio Ser e se eu tivesse o que estivesse sendo ensinado aqui fosse uma maneira mais fácil e mais prático você fica bom senão ia vir
aqui porque é aquele seria tão minguado que não é contribuir para que você perceber no seu próprio ser então isso não movimenta movimentaria sua vontade na direção oposta você não queria estar ali e se alguém te obrigar se você está se você sentir tristeza é porque a gente sente muitas vezes na faculdade não queria estar naquela aula Mas é obrigado daquela aula que se entendeu que não há nenhum mal eu só estava gerando raiva eu aprendo nada então eu tô aqui então é um mal não estou falando centro intelectual porque mesmo uma aula boa intelectualmente
às vezes do ponto de vista com o possível é desagradável cansa dá sono é calor mas ainda assim você está aqui porque porque a sua inteligência percebeu um bem mais universal do que o bem do prazer que não É perceber que é um bem que diz respeito ao seu desejo mais animal e se bem superior ao simples prazer é o bem que tem mais afinidade com a sua natureza humana porque a natureza humanas têm algo a mais do que a natureza animal pureza normal sua busca o prazer um cachorro só fica que se for agradável
e não tem como percebeu uma ordem superior ao agradável ele não tem vontade então ele não pode ficar aqui a despeito da fome do calor Do sono no entanto vocês ficam aqui a despeito da fome de não ter café de atacante e de dar sono por que vocês entendam bem superior que é um bem intelectual e sendo vocês um ser de natureza intelectual vocês suprimem a tristeza afetiva em nome de um bem intelectual intelectivo então todo bem é o melhor a vontade só desejam o bem porque o ímpeto da vontade dele vedação do intelecto intelectos
o Capitão ser ao captar os ser sendo ser um bem à vontade o desejo ea vontade não pode desejar o mal um certo tipo você não pode escolher o mal o que é então escolher um mal metaforicamente falando falando já não no sentido literal escolher o mal é escolher um bem menor ou melhor ainda falando de uma outra maneira é escolher algo que contraria a sua própria natureza e se algo que contraria a sua própria natureza em si Mesmo ele é o bn é um bem em algum sentido por exemplo possa escolher sei lá dar
um tiro na minha cabeça mas dá um tiro uma arma é um bem em algum sentido tanto é que existe se existe um bem em algum sentido para mim é fácil perceber que às vezes você passa um animal para se proteger aquilo ali é um bem só que quando pega sua arma e deu um tiro na minha cabeça na minha própria cabeça ou numa criança Aquela ação que eu estou fazendo ela está privando aquela criança ou a mim mesmo de algo que pra mim é um efetivamente naquele momento tá dando pra perceber isso então o
mal que eu faço quando eu escolho fazer algum mal em si mesmo aquilo que eu estou fazendo aquele instrumento que eu estou usando aquela ação que eu estou realizando aquele fim que eu estou procurando em si mesmo é um bem em algum sentido para alguma coisa pode ser até Pra mim mesmo porque se eu ficar em casa só vendo televisão enquanto ramo de doce em algum sentido estou fazendo um bem para mim mesmo em que sentido no sentido da minha dimensão animal do meu apetite compulsivo aliás é por isso que as pessoas ficam em casa
vendo televisão comendo doce é um bem pra você mas é um bem para o quem você você é um ser músico você tem mineral vegetal animal e humano em você Divino ainda aquilo é um bem para a sua natureza animal e um bem para a sua natureza animal a partir de uma certa medida se torna uma privação de um bem próprio da sua natureza humana é aí que você chama aquilo de mal e aí que você disse que ao escolher ficar em casa comendo doce veneno televisão todo dia você está fazendo mal escolhendo um ao
para você não é porque o que você está escolhendo seja um mal em si mas porque em relação Ao que você é a natureza que você pertence ao arquétipo que rege aquilo ali representa um mau porque está te privando de realizar em você plenamente aquela medida a partir da qual você foi constituído dando a entender o que estou dizendo sim ou não sei então na verdade são tomás de aquino fala isso na verdade todo o mal é um bem relativo é um bem relativo é um bem que você escolheu mas que tati privando de algum
outro bem ele pode não ser um bem Pra você não são bem pra você costuma ver nem tomar veneno é um bem para mim fosse tenha em aspecto nenhum então é evidente que ele está me privando do bem da minha existência tá mas o veneno ele foi criado se eles pelo simples fato de existir vamos por que ele seja uma um veneno uma planta natural que um simples quadro de chuvas é um bem é que na articulação desse bem com a minha natureza não tem Conveniência têm inconveniência essa inconveniência o que eu chamo de mal
então de onde nós tiramos os nossos valores morais as nossas noção noções de bem mal certo e errado justo e injusto nós tiramos da conveniência entre a nossa ação e um objeto da nossa ação se a minha ação promove o bem do objeto sobre o colo está recaindo essa ação é boa dito de outro modo se a minha ação aproxima o objeto sobre o qual eu estou Agindo do seu arquetípico da sua lei natural da lei natural que o rege ou seja se a minha ação está em conformidade com a lei natural daquele objeto que
é está em conformidade com a própria vontade divina no final das contas eu estou fazendo bem se a minha ação está privando aqui o objecto da sua própria lei natural da sua própria existência da sua própria realidade eu estou fazendo mal é uma coisa tão óbvia que é se torna Claro porque que mesmo pensando que não existem sete que não existe certo e errado bem mal as pessoas no geral continua na maior parte das vezes do dia a dia fazendo bem fugir do mal isso só é possível porque uma coisa tão óbvia que às vezes
passa despercebido é assim dentro de sala de aula de uma universidade todo mundo e relativista todo mundo é maluco mas nas suas relações se o cara não foi um psicopata no geral Boa parte das vezes ele vai pelo menos nas coisas mais simples quando são decisões que exige muito raciocínio aí o sujeito vai começar a caducar então por exemplo é por exemplo na hora de votar na hora de votar o sujeito vai caducar é uma ação mais complexas tem que analisar muitos elementos para poder ver onde tal bem onde está o mal ali mas assim
se você cair perto do comunista estudo com você entendeu machucar feio uma criança Caiu muito difícil ele não ajudar ele não te ajudar e não ajudar essa criança e ele não faz isso por que ensinaram apenas ele fazer isso ensinaram a ele fazer isso por que fazer isso é seguir a lei natural das coisas estão percebendo e só que as coisas não existem sozinhos pra gente encerrar as coisas não existem sozinhos as coisas existem dentro de determinados contextos nos quais elas se relacionam com outras coisas então na hora de avaliar se uma ação é Certo
ou errado justo injusta ou seja na hora de buscar a lei natural você tem que usar sua inteligência o segredo é usar a inteligência para capita as várias naturezas que estão envolvidas no processo porque captando as várias naturezas envolvidas no processo você já está captando a lei natural que rege cada um desses elementos que estão compondo o cenário interno depois você tem que começar a analisar a Relação ea proporção existente entre esses vários elementos e um contexto no qual eles estão como eles não estão sozinhos você vai ter que analisar a situação tá é uma
criança ela está sozinha não vai ter um adulto perto esse adulta o pai dela ou é um sequestrador eles se conhecem não se conhecem então analisando as várias naturezas dos seres as relações entre eles que você vai ter um pequeno cosmos pequeno universo vai estar desenhado ali pra você Então o segredo da boa ação moral é descrever o cenário corretamente porque a e descrevendo o cenário corretamente que a balança do juiz injusto vai vai vai entendendo por um lado para o outro eo critério vai se desenhando vai-vai que se clarifique clareando na sua cabeça é
isso que o investigador faz o que ele tem que ter às vezes um elementos em que aparece muda tudo não foi o que aconteceu com o santo Afonso ligório quem está você estava lá o pessoal estava contando que ele venceu o último caso dele que fez ele desistisse advogado nunca tinha perdido um caso que teve um caso que ele pegou e venceu o caso o advogado da oposição ficou extasiado foi lá dar os parabéns para eles que maravilha é uma argumentação o senhor da perfeita certíssima e está de parabéns em santo afonso e agora só
aceitava caso depois de analisar o caso inteiro e ver que o Sujeito estava certo e só aceitava defender caso justos aí o sujeito outro advogado que estava dando os parabéns para o santo afonso pergunta pra ele mas só me diga uma coisa tem uma coisa que eu não entendi como é que o senhor é explica esse elemento aqui ele abrirá um livro de provas e mostram uma página um documento o santo afonso quando ler aquilo falou é mas eu não estava aqui onde apareceu eu não estava que o senhor leu isso não lhe A ele
vai pegar o livro dele quando ele vê a página estava colada e esse documento mudava toda a situação provável que o sujeito é injusto afonso fica tão é como é que se diz afetado por essa situação que ele se tranca no quarto fica o tempo lá e sair falando quero ser sacerdote então quer dizer um elemento às vezes é um elemento que muda tudo e é por isso que o porquê que essa turma da ideia da cultura da morte comunista o Que for joé tomam o justo pelo injusto em junho pelo justo porque a descrição
que eles fazem as coisas é muito pobre é uma descrição muito pobre e muito e já definida para que o resultado seja conveniente a eles para descrever se você tem que ter muita sensibilidade é que deixa a realidade de falar e tentar abarcar o maior número de elementos possível porque às vezes matar vai ser injusto às vezes matava sua obrigação Moral naquela situação porque às vezes matar vai ser matar somente acidentalmente essencialmente vai defender uma criança que está sendo morta estão percebendo é isso que são tomás diz quando ele fala que a dificuldade da moral
está em você pegar princípios gerais e abstratos e aplicá-los as situações concretas porque na situação concreta as coisas podem se inverter aparentemente então se a vamos supor por Exemplo aqui dentro tem vamos porque dentro de um dinheiro que é do augusto alguns não está aqui hoje alguém que passa mal precisa a gente precisa comprar um remédio embaixo correndo e ninguém tem dinheiro só tem dinheiro alguns abstratamente eu pegar o dinheiro do augusto sem avisar sem autorização de roubo mas nesse caso se eu não fizer isso muito provavelmente o augusto vai me condenar de injusto vai
dizer que eu acho mal porque a Situação está desenhada de tal modo que se torna minha obrigação moral pegar o dinheiro e lá comprar o remédio e nem me preocupar com que augusto vai achar se ele achar ruim é ele que vai tá agindo de forma imoral é claro que depois têm que devolver o dinheiro pra ele melhor ainda se a pessoa que estiver doente depois de curado devolver um dinheiro aí então veja bem pra gente finalizar o mundo é regido por uma lei eterna Essa lei eterna se projeta nas criaturas e bota o mundo
inteiro numa ordem existe uma ordem cosmos tudo está em equilíbrio quando você age contrário a natureza das coisas contrariando a lei natural você coloca um coeficiente de desequilíbrio no mundo o mundo fica um pouco desordenado e isso é pecado causar desordem você desordem no mundo e dentro de você tem uma balança que porque te dá um sinal de que Você deixou um rastro de desordem no mundo quando você faz uma ação justa mesmo quando não precisa mesmo que não seja para corrigir uma desordem pode ser uma qualidade pode ser um ato assassino não tem nenhuma
injustiça que eu só vou melhorar isso você tem a sensação de que você está aumentando a ordem do mundo e com isso você enquanto ser humano está se aproximando cada vez mais do arquétipo sobre o qual você foi feito Porque ser humano é isso é agir deliberadamente segundo o que o intelecto percebe como sendo um bem e contrariamente ao intelecto percebe como quando é como sendo um mau ou 11 bem inferior não apropriado e não conveniente então tudo é uma questão de ajustar a sua são as coisas a ajustar as coisas umas às outras e
por isso e é por isso que não usamos o mesmo termo justo pra falar das ações morais e para designar a Apropriação por exemplo de uma roupa com o corpo que é uma roupa justa uma roupa justa ao contrário do que muita gente pensa não é uma roupa apertada é uma roupa justa certo que se molda corretamente sem violentar a natureza daquele corpo e você pode violentar essa natureza como que dois modos tem dois modos de uma roupa está em justa muito apertado muito larga muito largas e tropeça e cai muito apertada te machuca nos
dois casos você está violando aquele Corpo a roupa justa é adequada ela não viola ela se enquadra aperfeiçoou isso vale tanto para o aspecto vamos assim elástico da roupa quanto o aspecto mais estético também então uma ação justa é aquela que este corretamente uma situação uma ação injusta é aquela que viola ou por negligência ou porque não levou em conta a natureza ou as naturezas envolvidas no processo como as ideologias modernas todas elas negam a existência da Inteligência ea existência da natureza das coisas pra ele só resta definir como injusto injusto aquelas ações que estão
na clave do gostoso e do desgostoso do prazeroso dodô útil do inútil deu a entender isso só é possível fundamentar a moral em bases naturais se você entende o que é inteligência e entende que as coisas possuem naturezas próprias determinações objetivos que foi dada foram dadas a elas pelo bb por deus ou pela própria natureza como queria mas se Você abole a idéia de que as coisas têm natureza de que você tem uma inteligência capaz de pegar um ser das coisas não têm como os conceitos morais vão permanecer na sua memória como palavras mas você
vai preenchê los com as únicas potências que sobraram na sua alma que são as potências com possíveis e as potências irascíveis gostoso desgostoso útil e um inútil o fácil e difícil e comunismo pensa assim A ideologia de gênero está baseada nisso e todas as ideologias que nós conhecemos é se enraízam concepções mais ou menos como essa deu pra entender sim então tá down