A gente quer profissionalismo a gente quer um time diferenciado e ó ninguém é obrigado a escolher a vestir a nossa camisa então enquanto você tá aqui você escolheu vestir então jogar contra o time que você decidiu participar aí não é a falta de antiética aí é o cúmulo entendeu da da falta de profissionalismo e tudo que a gente planta a gente colhe o empresário chega pra gente nas mentorias e fala assim: "Quero criar Plano de metas" fui na imersão do acelerador empresarial e vi que o Marcos tem meta para tudo e aí a gente ouve
isso na mentoria e fala: "Vamos então implementar um plano de metas" é como que tá seu faturamento como estão seus resultados pra gente alinhar isso não mas eu não posso mostrar isso pro meu eles não vão entender eles não podem ver nada eles não podem saber de nada a cultura de medo já do empresário então ele quer dar um passo lá na frente só Que ele tem medo aqui atrás eh eu trago para as empresas como um guardião da cultura né eu falo vamos transformar os seus líderes num guardião da cultura que são braços que
você tem ali porque sozinho como você falou é muito difícil né é alguns empresários mais próximos perguntam: "Mas Marco você não poderia bater menos na tecla da cultura porque você já bateu tanto?" Não porque cultura precisa ser cultuada eu não posso ir na missa 5 anos e os próximos 10 não ir Depois não dá consistência olá pessoal sejam bem-vindos ao Pode Acelerar e hoje vocês já perceberam que a gente tá com uma dinâmica diferente por aqui né hoje nós temos aí como convidado do podcast o nosso host aqui Marcos Marques que é o fundador do
grupo Acelerador e que tá fazendo um trabalho incrível nas empresas aí em todo o Brasil com crescimento com mudança de mentalidade dos empresários e hoje a gente vai conversar muito sobre isso mas Vamos trazer um tema muito importante dentro da organização que aqui no acelerador a gente considera o coração de tudo isso que é cultura organizacional não é Pri é isso aí e olha cultura a gente ouve todo dia cada pergunta tão cabeluda dos empresários e o Marcos não vai se livrar dessa hoje a gente vai falar de crença a gente vai fazer pergunta cabeluda
e algumas tranquilinhas também é isso aí tá você tá preparado tô preparado mas com um Frio na barriga porque nunca estive aqui como entrevistado no Pódio Acelerar mas acho que vai dar bom foi legal essa ideia do time aí de me virar do avesso né vamos tirar o Marcos ali de host e colocar ele como convidado e eu amo esse tema cultura então vamos lá meninas não economizem manda ver e também tô honrado aqui de ser entrevistado e bater esse papo com vocês que são duas excelentes mentoras que temos aqui no grupo acelerador que é
a Lise e a Pri ah bora Lá cultura é mudança né cultura é mudança por isso que hoje a gente tá invertendo papéis e aí LZ bora que que você tem aí de cabeluda ou de tranquila olha tanta coisa que eu vou vou tentar né organizar aqui que a gente escuta tanto né eu acho que é legal a gente trazer mesmo questões que a gente recebe né escuta todos os dias dos nossos mentorados aí dentro dos programas que a gente tem aqui no acelerador e que a gente percebe também no próprio Acelerador empresarial que vem
essa demanda né eh quando a gente vai falar sobre cultura com os nossos alunos né uma uma coisa que sempre vem é não mas isso na minha empresa não vai funcionar porque a minha equipe é da fábrica por exemplo né ou a minha equipe eh tem já é um pouco mais limitada como eles falam né você acha que isso faz sentido Marcos realmente só algumas algumas empresas de algumas áreas conseguem de verdade implementar uma cultura organizacional Ou isso é balela ou até uma preguicinha né do empresário aí para poder implementar dentro da empresa dele tudo
que a gente ensina existem modelos de negócio e tipos de empresa que realmente tem ali uma boa parte dos colaboradores muito chão de fábrica pessoas muito operacionais com baixa instrução uma mentalidade mais fechada então é innegável que fazer um trabalho de construção de cultura de ampliar a visão e a mentalidade desse público desse tipo De colaborador é mais difícil mas não é impossível então eu diria que toda empresa pode trabalhar cultura mesmo essas empresas como por exemplo uma indústria que tem lá 50% do time chão de fábrica mas existem algumas empresas que vão ter que
colocar mais energia mais adaptação na linguagem mais mais sensibilidade mais né mais intencionalidade para poder também implementar a cultura com esse público Mais operacional e e chão de fábrica né uma recomendação que eu sempre dou eh falar a língua que eles entendem né então eu não posso chegar lá no meu chão de fábrica e querer falar difícil falar complicado ai o propósito da nossa empresa não é falar gente ó um ser humano vem pro mundo para fazer alguma coisa uma empresa também é aberta para fazer alguma coisa e o que a gente quer que a
nossa empresa faça é isso aqui aí você fala: "A missão da empresa" Mas talvez sem romantizar tanto do que é o propósito a missão da empresa né que é uma diretriz importante ali na construção da cultura então acho que se adaptar à linguagem você consegue ali furar um pouquinho essa essa resistência desse público mais operacional outra coisa que ajuda muito também é quando existe um líder um supervisor um encarregado à frente desse público mais operacional então vamos voltar no exemplo de uma indústria que tem lá o Seu chão de fábrica né aí vamos supor que
tem 30 pessoas ali no PCP no planejamento controle e produção no chão da fábrica aí vamos supor que desses 30 tem três supervisores que antes eram operários então assim os operários eles tendem a ouvir e respeitar muito uma pessoa que antes era igual a eles e subiu na vida uhum entendeu então trazer esses líderes operacionais ali eh junto nesse processo de cultura é importante para ajudar a Furar essa essa essa essa resistência ali que a pessoa tem que não é por mal ela é mais brucutu ela ela tem a cabeça mais fechada ela estudou menos
ela teve um ela teve um ambiente que cria crenças mais limitantes mais existentes então quando a empresa adapta a linguagem para poder implementar essa cultura nesse público chão de fábrica e tem líderes ali que antes eram peões também vamos dizer assim né trazer um essa linguagem aí do português eu acho que essas duas Coisas ajudam ali a implementar a cultura agora não dá para achar que você vai ter o mesmo nível de cultura no chão de fábrica em relação ao administrativo uhum assim como você não vai ter o mesmo nível de cultura nos colaboradores em
relação aos líderes os líderes eles vão ser ainda mais eh exemplos da cultura porque é um outro nível de profissional dentro da empresa né então a gente precisa calibrar essa expectativa também né não dá para um dono de construtor Achar que o os pedreiros lá os auxiliar de pedreiro e o povo de de canteiro de obra vai ter o mesmo nível de postura e cultura do escritório não não vai e tá tudo bem mas dá para ser um pouco melhor dá para pelo menos esse pedreiro não ser deslechado não xingar o colega ser produtivo respeitar
algumas diretrizes ali né da cultura mas esse esse personagem né que você fala do líder eh eu trago paraas empresas como um guardião da cultura né eu falo vamos Transformar os seus líderes num guardião da cultura que são braços que você tem ali porque sozinho como você falou é muito difícil né mas tendo outras pessoas já mais preparadas ou já mais desenvolvidas né nisso tudo acho que facilita também né para essa disseminação né entre toda equipe sim sim os líderes como esses porta-vozes né esses embaixadores e e guardiões da cultura e principalmente com esse público
operacional assim porque esse Público bem operacional né com uma faixa salarial menor desconfia muito da empresa a verdade é que muitos pensam assim: "Ah empresa tá falando isso aí mas meu patrão tá pondo dinheiro no bolso e isso aí é tudo conversa fiada querem tirar o nosso couro e não sei se eu acredito nisso." Não é para mim né não não é para mim né então na hora que eu tenho um líder que foi promovido que antes era né operário chão de fábrica ali igual eles reforçando a mensagem Falando: "Não pessoal pô vamos acreditar na
empresa vamos trabalhar desse jeito vamos ter essa conduta vamos ter vamos ter um coleguismo aqui um espírito de equipe entre a gente né pô afinal a gente passa mais tempo no trabalho do que em casa aí nós vamos ter um ambiente de trabalho cheio de richa cheio de de improdutividade cheio pô não é legal então na hora que você tem esse líder ali né reforçando a mensagem da empresa e vice-versa isso dá muito mais liga pra Construção da cultura com certeza com certeza você fala sobre retenção de talentos né como que a gente vai reter
esses talentos inclusive do operacional uma coisa que eu ouço muito nas mentorias e a gente ensina aqui na imersão nos três dias né você sobe lá no palco e ensina sobre isso eh a gente tá vivendo uma situação no país atualmente muito desafiadora para contratar pessoas boas e ruins né boas e ruins qualquer pessoa né o momento tá muito Desafiador eu nunca vivi um momento aí de de recursos humanos tão desafiador e a gente fala muito aqui no acelerador sobre não é retenção de de talentos e sim cultura forte o que que você pode contar
aí para esses nossos empresários qual é o exemplo do acelerador qual o exemplo do acelerador para reter e contratarmos essas pessoas muito boas com essa cultura forte muito bom é tem uma coisa que eu acredito PRI Liz e todos os empresários que estão aqui Acompanhando que assim do mesmo jeito que um bom marketing atrai clientes uma boa cultura vai atrair talentos sim mas o que que é essa boa cultura né é uma cultura que foi declarada que a empresa intencionalmente reforça quando a gente tá falando de construir cultura a gente tá falando sobre construir um
bom ambiente de trabalho né tanto é que às vezes às vezes não é é meio uma coisa é consequência da outra quando a empresa tem uma boa cultura naturalmente por Exemplo ela consegue com mais facilidade um selo do Great Plate to Work né um selo de ótima empresa para se trabalhar então quando a gente tá falando assim né pro empresário tem uma boa cultura em outras palavras a gente tá dizendo tenha uma empresa que é uma boa empregadora né tem uma empresa que tem um bom ambiente de trabalho porque quando você tem um bom ambiente
de trabalho os próprios profissionais que trabalham na empresa acabam indicando mais profissionais para Vir trabalhar uhum e quando a cultura é muito forte e isso já né sai ali né da das portas da transborda para fora né pro pro mercado começa a acontecer profissionais intencionalmente buscando aquela empresa para poder trabalhar aqui no acelerador mesmo tem um caso emblemático disso nós temos uma profissional que é a Luma ela entrou no comercial hoje ela tá no time de marketing de atendimento digital e ela ficou uns dois anos tentando entrar aqui Assim ela passou uns seis processos seletivos
e a primeira vez que a Luma me viu internamente na empresa num evento de cultura né nós fazemos aqui no acelerador os nossos eventos para declarar reforçar a cultura porque eu falo que a cultura tem que ser cultuada né senão ela não dá liga sim eh eh eh é é um pouco assim que nem religião né e a cultura de certa forma é a religião da empresa poxa eu preciso ir na missa todo domingo não adianta eu ir duas vezes na Vida e achar que eu vou exercer entender toda a fé do catolicismo que eu
não vou né então a cultura é igual não adianta a empresa também falar de cultura uma vez no ano com os funcionários que é um erro muito comum né aí a Luma me viu pela primeira vez no Acelera time nosso evento interno mensal de cultura ela me abraçou começou a chorar e eu falei: "Por que que você tá chorando?" E ela: "Porque eu sempre sonhei trabalhar aqui né?" Então quando a cultura é forte Transborda né é ótima palavra que você trouxe Lis alguns profissionais vão começar a bater na porta da empresa para poder trabalhar na
empresa e aí você tem um profissional que entra na empresa muito mais engajado muito mais comprometido com muito mais visão de construção de carreira no longo prazo porque não foi somente a empresa que escolheu ele ele também escolheu na empresa sim eu eu vejo isso que muitas vezes os profissionais que despontam Dentro de uma empresa principalmente de maneira ali acelerada é o profissional que já chega já agrega muito valor já é promovido rápido enfim geralmente esse profissional que desponta rápido não foi só a empresa que escolheu ele ele escolheu trabalhar na empresa então quando a
cultura é forte cada vez mais profissionais vão escolher trabalhar com você isso faz ali toda a diferença pra atração dos talentos e também pra manutenção aí desses desses talentos né Aqui no acelerador a gente tem uma galera muito jovem né e essa geração né dos 20 e poucos anos eles têm muito esse propósito de se conectar realmente com os valores da empresa né eles não é mais um trabalho só ele também tem que validar se aquela empresa é boa para ele né eles trazem muito essa essa esse movimento mesmo né dessa geração de se conectar
né e não simplesmente vou trabalhar lá para ganhar um dinheiro no final do mês não é mais só trabalho né Não é mais mais só trabalho uma coisa que eu ouço muito também nas mentorias e a gente tava conversando mais cedo sobre isso hoje é que os empresários falam assim: "Prcila eu tenho um colaborador lá que entrega os resultados excepcionais o cara é o cara só que ele não tá adequado à minha cultura que que você pensa disso Marcos teroso conecta isso o cara entrega resultados excepcionais mas não tá conectado com a cultura sim acontece
uma coisa é Performance né outra coisa é postura para mim a cultura ela impacta isso na postura profissional que o colaborador tende a ter ou não se a empresa tem uma cultura forte declarada o profissional que tá tendo um comportamento aderente à cultura ele vai ter uma postura profissional uhum agora uma coisa é postura outra coisa é performance eu posso ter um colaborador num dado cargo que é um exemplo de pessoa que dá bom dia para todo mundo que sorri que não se Envolve em fofocas que tem proatividade que dá o seu melhor que escuta
feedback nossa então a pessoa tem uma postura profissional incrível mas cadê o resultado no cargo dela às vezes não tem eu já tive por exemplo sei lá um vendedor que é um exemplo de pessoa mas um baixíssimo volume de vendas então as duas coisas precisam andar de mãos dadas né a postura e a performance tanto é que muitas vezes não se fala disso quando tá se falando de cultura eu não Adianta eu ter uma empresa com cultura que não tem performance mas também não adianta eu ter uma empresa que tem performance mas não tem cultura
porque provavelmente a performance não vai ser sustentável sim era isso que eu queria saber que que você pensa sobre é um cara muito bom mas será que ele se se perpetua na empresa exato não esse é o ponto então vamos pegar e se torna um exemplo horrível para todos os outros contamina né vamos pegar o clássico Exemplo do vendedor ou da vendedora que é o campeão de vendas numa equipe mas é nariz empinada é tupetudo geralmente é o comercial o comercial é bênção e a fonte dos problemas também né gente é fonte de resultado mas
é é clássico eu já tive em em empresa minha assim né o vendedor vende muito mas postura ruim então mente informação no sistema contamina novos colegas que chegam porque ele quer proteger ali a posição dele ele fala: "Ah vou dar uma minadinha aqui nesses novos vendedores para eu continuar brilhando aqui no top um" é às vezes é desrespeitoso com líder não comparece nos treinamentos já aconteceu de vendedor top performance meu falar assim Marcos eu não foi um treinamento mas ô tanto que eu vendi nos últimos três meses me libera desse treinamento entendeu aí o ponto
é né vale a pena eu ter esse esse esse profissional eh na minha opinião no Longo prazo não tá na minha opinião nenhuma performance justifica uma postura tóxica uhum né nenhuma performance justifica a pessoa ser uma laranja podre porque a laranja podre você bota ela num saco com várias laranjas saudáveis em volta em poucas semanas várias outras laranjas serão contaminadas ah Marcos mas se eu mandar embora esse vendedor que vende muito mas é um péssimo exemplo se eu mandar embora esse profissional que de outra área Qualquer que tecnicamente é muito bom mas é ruim de
postura na hora que eu demitir vai ficar um buraco e aí aí você precisa de um planejamento de demissão né você precisa entender o que você vai fazer para ao desligar esse profissional ao invés de ficar uma cratera ficar um buraquinho como fazer isso na prática eu vou lá e contrato um profissional pra mesma função desse profissional que eu vou demitir e eu chego nele e falo assim: "Vamos supor que seja a Pri." Não É a Pri porque ela é uma ótima profissional não né ou ou a caneca melhor né vamos a caneca caneca caneca
tem performance mas tem uma postura muito ruim eu preciso mandar essa caneca embora eu chego na caneca e falo assim: "Caneca sua função aqui na empresa é muito importante então assim nós vamos pôr outra pessoa nesse seu mesmo cargo até porque assim você tem que ter o direito de ficar doente de tirar férias e é uma função crítica pro nosso negócio Então você vai ter um par aliviando até com a sua demanda o seu trabalho aí você contrata uma outra caneca né uhum aí essa caneca vai aprender no serviço dessa aqui aí você como líder
também você se aproxima dessas canecas porque você sa daqui a pouco você vai mandar essa caneca embora então a hora que você mandar essa caneca embora se essa outra foi minimamente preparada se você se aproximou do processo para entender concorda comigo que não vai ficar uma Cratera vai ficar um buraquinho o problema é que os empresários as empresas às vezes sentam no problema que que é sentar no problema eu me lembro de uma dona de um laboratório de análise análise clínicas né fez o acelerador eh tá no Giantes com a gente e ela tinha uma
responsável técnica no laboratório tecnicamente ezinha a mulher tava com ela já há 10 15 anos mas a mulher deitava e rolava dentro do laboratório entendeu falava mal da Empresa tinha posturas muito ruins contaminava novos colaboradores era resistente a qualquer demanda e tal mas ela pensava assim: "Caraca ela assina as coisas do laboratório ela é muito boa tecnicamente eh não tem como eu ficar sem ela." E aí cria essa crença não tem como eu ficar sem essa pessoa aí essa crença impede o empresário de criar essas estratégias para mandar aquela pessoa embora nem que seja no
médio prazo às vezes f colaborador exato tem e Assim não sei a Pri também deve ter passado já várias vezes por isso eu já aconteceu algumas vezes com empresários né virem com essa dor tipo a Elía eu tenho alguém muito bom e mas eu não aguento mais a pessoa eu já tô com ranço não quero mais meu Deus e a gente monta uma estratégia e a maioria do feedback depois que a pessoa sai glória a Deus melhor coisa como é que eu não fiz isso antes né então dá um alívio realmente não tem É às
vezes aquela pessoa era uma nuvem egra na empresa né e aí fica assim ah mas executa bem ali a função dela mas e todo o efeito colateral negativo às vezes se a empresa pôr na balança direitinho ela vai ver que mesmo aquela pessoa performando bem na função é tanto prejuízo em outras pontas que na verdade o saldo é negativo sim não vale a pena então é melhor mandar embora agora eu concordo não vou imagina emoção ah não mentiu de novo vou mandar embora não se Vai ficar uma cratera pera aí né deixa eu criar um
plano para diminuir o impacto da saída dessa pessoa no caso da dona do laboratório lá que a gente tá falando é isso que ela fez até porque essa responsável técnica dela era muito sobrecarregada uhum então ela chegou nessa responsável técnica falou: "Olha você já tá aqui há muitos anos sua função é crítica às vezes você fica 3 4 anos sem férias você não tem o direito de ficar doente então assim nós vamos Pôr um outro responsável técnico aqui para te ajudar para te ajudar e aí depois de uns seis meses mais ou menos foi lá
e desligou aquela pessoa uhum até porque assim quando entra uma outra pessoa pode acontecer um milagre da outra pessoa acordar acordar entendeu então e às vezes ela tá sobrecarregada só também realmente né pode ser então assim não acho que é antiético eu tá falando para essa pessoa assim ó vai vir outra pessoa para te ajudar e eu tô com A intenção de desligar uhum por que não é antiético porque realmente existe ali uma chance concordo que é pequena dessa pessoa acordar né despertar ter uma nova postura ou não na pior das hipóteses tenta realocar dentro
da empresa se a pessoa é boa realmente né mas se é uma laranja podre se é uma laranja podre eu acho que a minoria isso acontece mas se acorda tenta real quando você fala de medo eu gostei que você falou de medo né os empresários ficam Com medo e tal outra coisa que a gente conversou hoje o empresário chega pra gente nas mentorias e fala assim: "Quero criar plano de metas" fui na imersão do acelerador empresarial e vi que o Marcos tem meta para tudo né e aí a gente ouve isso na mentoria e fala:
"Vamos então implementar um plano de metas eh como que tá seu faturamento como estão seus resultados pra gente alinhar isso não mas eu não posso mostrar isso pro meu Eles não vão entender eles não podem ver Nada eles não podem saber de nada a cultura de medo já do empresário então ele quer dar um passo lá na frente só que ele tem medo aqui atrás e aqui eu vejo que você abre mesmo mostra no palco fala pra gente no Acelera nos stories no YouTube em tudo quant é lugar fala pra gente no Acelera Team todo
mês né o que que você pode dizer aí pros nossos empresários e falar para eles: "Sai dessa vida quebra esse medo" é a maioria das empresas não t em suas Culturas a transparência né então é falta de cultura de transparência isso porque existe um certo folclore de décadas atrás do empreendedorismo que lá no passado fazia sentido que hoje não fazem mais sentido como por exemplo ó se o funcionário souber os números da empresa ele vai crescer o olho ele vai pedir aumento ele vai ficar enilmado ele vai entrar na justiça do trabalho e realmente há
algumas décadas atrás isso fazia um pouco mais sentido porque as Pessoas eram menos instruídas os empresários eram menos líderes você não tinha uma bolsa de valores né hoje existem centenas de empresas na bolsa de valores que são empresas públicas e o que que é uma empresa pública é uma empresa que todas as informações da empresa são disponibilizadas publicamente a empresa tem que abrir o balanço publicamente trimestralmente então se eu quiser saber Lá o quanto o Itaú gastou de folha em 2023 o quanto de marketing eu vou conseguir ir lá e ver se as empresas que
tem mais desempenho no mundo são as empresas com capital aberto na bolsa de valores e essas empresas têm os seus números de maneira transparente como que a transparência é algo ruim atrapalha a performance faz com que o funcionário fiqueilumado e produza menos não faz o mínimo sentido e conecta com prosperidade né porque senão você fica Com aquele medo da escassez e aí fica todo mundo dentro presa com uma cultura de escassez eu não posso mostrar que eu comprei um carro novo porque eu sou dono da empresa porque senão meu colaborador vai ver mas ele tem
que almejar um carro para ele também vai achar que eu tô rico não vai rico e tem outro ponto aqui também viu meninas que é assim quando a empresa não abre nem o faturamento pro time eu tenho certeza que todo mundo jura de pé junto que a empresa fatura o Dobro o triplo ou cinco vezes mais é sempre assim do que de fato do que de fato fatura sim quando as pessoas se o medo é assim meu Deus vão achar que eu tô ganhando muito se você não conta eu te garanto vão ter certeza que
você ganha muito mais do que você tá ganho entendeu melhor contar logo né então se se o ponto é esse assim ai meu Deus vocês souberam enquanto eu faço vão crescer o o olho vai acontecer isso aquilo tal tal tal é então lascou porque Quando você não conta as pessoas acham que é muito mais do que de fato é até porque muitas vezes o funcionário ele ele não tem ali a a dor de dono né então ele pensa assim: "Ah isso aqui é uma indústria de cadeiras a gente fabrica 1000 cadeiras por dia cada cadeira
é R$ 50 então dá 50.000 por dia 30 dias dá 15 milhão conta de padaria 15 milhão e é o lucro dessa empresa mas esa aí das 1000 cadeiras 10% dá avaria sim né 10% o cliente eh Devolve aí tem o quê então eu acho que quando você tem essa transparência tanto de faturamento quanto custo e despesa das duas coisas isso ajuda a gerar essa consciência no empresário e até ajuda com que na cultura da empresa tenha mais esse senso de dono essa dor do custo uhum porque também por outro lado assim ah vou falar
o volume de vendas mas não vou falar minha despesa e meu custo aí você tá contando para as pessoas uma parte boa e contando a parte ruim é tem Que ensinar né eu sempre falo gente isso é um processo de aprendizado mesmo você tem que explicar o que que significa faturamento o que que é a despesa né fazer algumas analogias até com despesas quando eu trabalhava também no corporativo eu fazia muito analogia por exemplo conta de água perguntava: "Quanto vocês gastam por mês em conta de água em casa?" Ah R$ 100 R 150 eu falei
sabe quanto a gente gasta aqui né quando eu era gestora de hotéis né r$ 30.000 Eles R$ 30.000 eles não começam a ter a proporção do negócio que é realmente uma outra dimensão né custo né exatamente ex agora assim ponderando só eh se a empresa tem um baixíssimo nível de transparência nas informações ela não deve chegar abrindo tudo uma vez tão rápido então o que que eu recomendo né faz aí um faseamento né então faz um começa a abrir pros líderes paraas pessoas chave né paraas pessoas que são mais ali os braços direito da da
empresa Os pilares da empresa porque poxa no mínimo os líderes de uma empresa tem que saber faturar margem porque senão como é que eles vão contribuir ali com com com estão correndo atrás do qu né se eles não sabem né não tem nem como né e aí é claro apresenta esses números eh eh sensibiliza coisas por exemplo que eu que eu já falei várias vezes pro time pessoal ó estamos faturando mais de 100 milhões aqui por ano que que é uma coisa que ajuda a Gente a faturar mais de 100 milhões é a minha história
de vida uhum poxa eu tô há 20 anos empreendendo o tanto que eu já e eh comi o pão que o diabo abassou o tanto que eu já ralei então vocês estão vendo aqui a pontinha do iceberg tem muita coisa que aconteceu as decisões corajosas que eu tomei eu saí poxa de uma super zona de conforto na empresa que eu era sócio do meu pai da minha família fazia muito dinheiro para né com a cara e a coragem E a competência vir fundar o grupo acelerador a maioria das pessoas nesse momento falava assim: "Marcos não
faz isso você tá de cabeça quente você vai fazer besteira mas eu tive essa ousadia de ir lá e fazer" uhum então esses 100 milhões com certeza tem tudo a ver com a entrega de todo mundo aqui sou super grato mas esses 100 milhões estão todo correlacionados à minha história de vida entendeu para para para ajudar o funcionário a perceber ali que existe Uma história até porque às vezes acontece assim um gestor uma gestora um vendedor uma vendedora uma pessoa chave da empresa nossa esse ano eu gerei 7 milhões pra empresa como se fosse a
pessoa sozinha que tivesse gerado aqueles 7 milhões mas pera aí gerou esses 7 milhões porque tem um produto mas pera aí tem um produto porque alguém teve a coragem de empreender há 15 anos atrás então quando a gente vai sensibilizando mostrando falando numa Boa eh o que que eu já falei pro time pessoal eu tenho que pôr muito dinheiro no bolso mesmo porque eu fundei a empresa eu corri esse risco eu desenvolvi a metodologia eu tive uma uma visão de mercado você que teve a coragem de a cara tapa deu a cara tapa né não
é assim eu não ten é é não faz o mínimo sentido alguém aqui na empresa ficar com ciúme com dor de cotovelo ai meu Deus olha quantos milhões o Marcos põe no bolso e olha aqui o meu salarinho 1 do Três salarinhos meu Deus como eu tô sendo explorado se você tiver essa mentalidade de vítima você nunca vai crescer você nunca vai ter o seu próprio negócio daqui 5 10 15 20 anos porque poxa qualquer um aqui pode um dia caso queira pagar o preço de e o risco de empreender sim ou de criar o
seu o seu o seu próprio negócio e assim aquilo que a gente fica com ciúme a gente tá repelindo o que você repele você rejeita e você se distancia disso aquilo que a Gente admira fica grato fica feliz porque o outro conquistou eu tô aplaudindo e a gente atrai o que a gente aplaude sim é então assim a gente precisa junto com essa abertura dos números trazer os argumentos e a sensibilização também né se a empresa não tem nada de transparência ela não pode do nada pôr uma TV lá no escritório começar a fazer gestão
à vista mostrar tudo sem ir criando um clima um clima um contexto uma sensibilização cultura é Criada ela é construída né e quando a gente fala aproveitando puxando esse link né de de crescimento você sabe que uma das coisas que os nossos mentorados mais gostam de saber são os segredos do grupo acelerador né eles falam: "Li segred conta como que o Marcos faz tal coisa." E a gente a gente que tá já dentro da mente do Marcos a gente vai deixa eu pensar aqui vou puxar né eles adoram isso né e já né falando um
pouco disso falando dessa projeção e o quanto A cultura é importante nesse contexto de crescimento né ano passado a gente finalizou o ano aqui com quase 100 colaboradores a gente tá na metade de 2024 a gente tá com o dobro de colaboradores a gente tá quase 200 né que eu fui consultar as meninas ali antes de vir então estamos com quase 200 colaboradores como que a gente consegue manter uma cultura consistente num crescimento meteórico assim como a gente tá tendo aqui no acelerador Processo de construção e manutenção de cultura a gente faz isso muito bem
aqui no acelerador né então por exemplo religiosamente tem o Acelera Time Mensal que é o evento mensal de cultura então o grupo acelerador eh tem aí uns 5 anos de empresa e não sei eu não me lembro de um mês que não teve talvez tenha tido um ou outro mês que não teve o acelerativo mas eu não me lembro então existe energia sendo alocada na construção da cultura desde a chegada do colaborador aliás Desde antes da chegada do colaborador né porque na nossa seleção a gente procura muito ali nas entrevistas e nos testes entender se
aquele colaborador né tem o jeitão para trabalhar ali junto com a gente o fit dessa cultura o fit dessa cultura aderência dessa cultura né eu gosto muito da metáfora de compatibilidade sanguínea uhum a gente não pode doar e nem receber sangue para qualquer um tem que ser compatível sim trabalhar na Empresa é a mesma coisa trabalhar na empresa é a mesma coisa tem que ser tem que ser tudo é uma escolha né tem que ser compatível então assim uma coisa muito forte da nossa cultura é o intraendedorismo né a gente fala que os colaboradores são
intraempreendedores então a gente não pode contratar eh eh eh pessoas que por exemplo eh são muito apegadas à questão de horário de feriado de final de semana pessoas que têm muito essa orientação ah Eu trabalho das 8 às 18 e acabou por quê porque não vai sobreviver aqui uhum não vai ser bom pra pessoa nem bom pra gente e não é que a nossa cultura é a única cultura que pode performar não mas é o nosso jeito e a gente quer pessoas né que vão ser compatíveis com esse jeito então assim é muita intencionalidade e
energia na construção e na manutenção dessa cultura desde da contratação até a integração cultural eh via de regra o colaborador ele não vai para pro posto De trabalho pro dia a dia dele antes de passar né o primeiro dia de integração que hoje o nosso nosso time de gente gestão RH faz esse onboard né coloca o colaborador ali no no barco fica um dia ali passando as nossas atitudes o que a gente não aceita os nossos valores a gente tá até redesenhando agora esse dia de integração né John Bormir colocar no barco que eu falo
que é o é o banho de cultura ali é inicial então assim a intencionalidade o segredo é que não tem Segredo mas tem um processo é o arroz com feijão que é bem feito consistentemente e isso faz com que a nossa cultura seja excelente assim é que eu acho que não sei se nós adultos às vezes a gente tem a tendência de ver alguma coisa que tá funcionando e achar que tem alguma ciência da NASA por trás daquilo ali aham não é e falar: "Pô qual que é o segredo qual que é o e que
que o Marcos coloca na água daquele pisa que eles acham que é mágico que vai Acontecer uma mágica depois que acontecer o evento de cultura é o evento de cultura aconteceu a empresa tá salta ahamã querendo fazer o evento não Lisa o Marcos disse que tem que fazer o evento de cultura logo porque senão eu falo gente vocês estão preparados pro pós evento porque o evento de cultura é fácil a gente faz lá num dia pá pum a galera vai sair com energia aqui ó e o dia seguinte vocês vão fazer o quê vocês já
planejaram aí manutenção eventos Trava a tela do Windows né ele ficou com aquela cara tipo depois não não pensei eu falei então não é assim né senão a gente vai dar até você usa essa expressão né que é o voo de galinha eu também uso né dá aquela crescida daqui a pouco pum desce de nota não tem como né então tem que vamos organizar vamos esperar um pouquinho mais né para fazer porque não tem milagre não vai ser um dia como você disse né vai mudar é é muito construído quando você a gente Fala do
intraendedor né todo mundo aqui no acelerador tem que ter esse intraendedorismo aí eles falam assim: "Eu não posso pôr o valor de senso de dono nem postura de dono" eu falo: "Por quê porque eu ouço deles assim acho que você já ouviu isso também eu não ganho como você chefe eu não sou dono." Você já deve ter ouvido isso já já já os empresários já devem ter te falado isso aham e a gente ouve muito isso nas mentorias e aqui na aceleradora A gente usa postura de dono como que você conta pros empresários como que
é a nossa postura de dono sendo que a gente não fatura o que o Marcos Marques fatura verdade nem lucra né nem lucra que mais importante faturamentos o que importa não é o quanto entra e o quanto o quanto sai é o quanto sobra né nosso primeiro valor é postura de dono eh e até uma lição aqui né a ordem dos valores importa né a hierarquia dos valores não dos valores de uma empresa Né que compõe a cultura não porque um valor é mais importante que o outro mas porque numa tomada de decisão ou numa
intervenção específica junto com o cliente ou numa reunião às vezes dois valores podem colidir e aí a hierarquia vai dizer assim: "Não eu vou por esse caminho" uhum no nosso caso primeiro valor postura de dono segundo encantamento então pera aí tem um cliente aqui pedindo um carro zero pô pelo valor do encantamento eu vou dar Para ele o carro zero o que a gente vai ficar feliz e tal vai falar na rede social mas deixa eu puxar a cabeça de dono aqui uhum cara vale investir toda essa grana para deixar satisfeito um cliente será que
a relação aí nesse momento não vai ficar perde pra empresa e ganha pro cliente e relações tem que ser ganha ganha ah não então não vou dar esse carro pro cliente pera aí vou negociar aqui com ele vou calibrar a expectativa então a a hierarquia dos Valores importa e muitas vezes a empresa desenhando a cultura e aí é essencial ter os valores ali na cultura ela não ela não se atenta a isso né esse ponto Primo gerar nos colaboradores sentimento de dono senso de dono sendo que eles não são donos de fato e nem faturam
ou lucram como dono né que argumentos que eu uso junto com o time né um é assim a gente pode se sentir dono de alguma coisa mesmo sem ser o responsável jurídico daquilo vou trazer Dois exemplos: o nosso país e o seu time de futebol você se sente brasileiro né se eu perguntar pras pessoas qual que é o seu país todo mundo vai falar o Brasil você é brasileiro sim o Brasil é o seu país é você se sente gente não deixa ninguém falar mal do nosso país né exato a gente pode falar é então
assim o Brasil não distribui dividendos para você o Brasil não te dá um percentualzinho dos impostos arrecadados mas você tem um Sentimento de dono de zelo em relação ao seu país e outra nenhum cidadão é responsável jurídico pelo país então assim se você soltar uma bomba em outro país não vai fazer com que esse outro país entre em guerra com o nosso agora se for um representante do nosso país por exemplo um um um presidente ou alguém das Forças Armadas aí sim porque essas pessoas representam de fato em certos contextos o nosso país então esse
é um exemplo que eu posso me sentir dono Sem ser dono outro exemplo time de futebol existem milhões de pessoas que gostam lá do Corinthians do Flamengo do Palmeiras não importa ali o clube e esses clubes não polemiza é não polemiza sem polêmicas aqui né todos os clubes são maravilhosos pergunta para mim Márcio que time você torce o time que o cliente torta mas de vez em quando você conta no palco mas não vamos contar aqui é não vamos vamos não vamos revelar não vamos revelar na verdade vou falar gente Eu sou palmeirense não praticante
mas aí no final do podcast a gente explica vocês lembram tá por que que isso palmeirense não praticante eu vou contar eh mas enfim existem milhões e milhões de brasileiros apaixonados pelos seus clubes de futebol e tá tudo bem só que esses brasileiros também não recebem dividendos do clube não recebem eh pagamento lá do sócio torcedor metade do que um jogador lá ganha coisa é pelo contrário né esses torcedores gastam Dinheiro para ir no estádio para assinar para ter assinatura e tal mas se sente dono chegar na pessoa: "Esse é o seu time é o
meu time é o meu time você não muda de time de jeito nenhum mais um exemplo que a gente pode se sentir dono não sendo responsável jurídico vou dar mais um exemplo tá eh muitas vezes um um um casal casa e um dos dois tem um filho de outro de outro relacionamento e aí aquele homem ou aquela mulher assume um papel de paium ou de mãe sem de fato ser Sim biologicamente não é não tá na certidão de nascimento tem um amigo meu que se casou recentemente e que a filha da esposa dele chama ele
de pai uhum e antes ele relutava tal mas eu não sou pai não sou o pai até que ele começou a ver pera aí eu busco na escola eu faço tarefa eu assumo papel de pai ela me chama de pai eu sou o pai dela sim e aí ele começou a falar: "Eu te amo minha filha" começou a ter orgulho disso sim mas ele é o pai biológico tá lá na na Certidão de nascimento não tá então assim quando a gente pede pro colaborador postura de dono é postura de dono é cabeça de dono eu
não estou dizendo para ele que ele é o dono eu não estou dizendo para ele que ele vai ter o faturamento e o lucro do dono até porque não seria justo né uhum porque se fosse assim pô eu abandonaria o grupo acelerador iria trabalhar lá no Itaú com postura de dono e pediria para parte do lucro do Itaú que é 1 100 vezes maior Que o meu lucro então assim não não seria coerente né não é lógico ah não ah mas tá pedindo para mim postura de dono mas eu não faturo igual o dono mas
você não é o dono agora o curioso é que quando uma pessoa tem postura de dono senso de dono cabeça de dono atitude de dono tudo isso são sinônimos geralmente são essas pessoas que crescem mais dentro da empresa geralmente são essas pessoas que se tornam donos dos seus próprios negócios no futuro geralmente São essas pessoas que se tornam gestores e diretores ou sócios minoritários das empresas que trabalham porque para mim todo mundo no mercado de trabalho é um produto a pessoa tá numa função o produto é o que ela executa no dia a dia é
as horas que ela vende pra empresa quanto mais ela agrega valor no produto dela que é o trabalho dela mais ela pode pedir um preço maior no produto dela que é o salário dela e qual que é a melhor maneira de um colaborador não importa a Função agregar mais valor para a empresa pensando como dono porque aquele colaborador que pensa como o dono ele vai ponderar a satisfação do cliente do funcionário mas o caixa ele vai ter mais equilíbrio nas decisões ele vai sair da sala vai desligar o ar condicionado então ele vai ele vai
entregar mais valor no produto dele que é as horas de trabalho dele no mês quanto mais a pessoa gera valor pra empresa mais essa pessoa tem condição depois de 6 meses 1 Ano 2 anos depende da entrega dela de chegar lá na empresa e falar assim: "Ei empresa eu quero rever meu salário uhum meu produto me entrega tá agregando muito mais valor o que vocês estão me pagando eu acho que não tá compatível mais vamos rever sim aí é muito comum um colaborador ao ouvir isso que eu tô dizendo falar assim: "Mas e se eu
tiver postura de dono entregar entregar entregar e a empresa não me promover não me reconhecer não me valorizar?" Simples você vai sair dessa empresa você vai pedir demissão e eu tenho certeza que você vai arrumar uma oportunidade melhor porque é o que a Pri tá muito difícil para as empresas achar profissionais até profissional médio quanto mais profissional bom gente boa escolhe onde vai trabalhar é verdade a gente teve um processo seletivo recente aqui para diretor de marketing e um dos candidatos numa entrevista comigo falou assim: "Marcos eu tô com cinco boas Propostas incluindo vocês me
convence que eu tenho que escolher trabalhar com o grupo acelerador." Legal que legal por quê porque o cara é bom entendeu então gente boa não fica sem oportunidade então o colaborador não precisa ficar ressabiado meu Deus eu der o sangue e essa empresa não me reconhecer e não valorizar eu não sei explicar mas existe uma mão invisível do mercado que percebe gente boa que não tá sendo reconhecida e valorizada e tá desmotivada ali na Empresa e a mão invisível vai ai essa mão já me lascou várias vezes mas eu mereci né porque às vezes o
empresário ele é ele é mesquinho né ele vai atravessar uma correnteza ele não abre a mão para nadar né com medo de perder dinheiro e às vezes quase morre afogado é mas tem uma coisa que você usa também que eu acho legal que é quando a gente percebe né o colaborador percebe que ele tá nessa crescente ninguém tá vendo tipo vai lá e fala também porque o empresário Cuida de 850 coisas às vezes ele tá com um olhar direcionado para aquilo para aquele momento da pessoa né então é importante também ter essa maturidade né de
falar só para fechar esse negócio do senso de dono que você me encorajou aqui eu acho bem legal no teve um dia das mães aqui no acelerador que nós mamães ganhamos um roupão da mamãe acelerada você lembra disso lembro lembro e eu uso aquele roupão quando eu levo meu filho na Natação e aí teve um rapaz que me parou lá na natação do meu filho e falou: "Moça que que tá escrito no seu roupão?" Eu falei assim: "Ah logo da empresa que eu trabalho" ele falou: "Você fica fazendo propaganda de graça?" Aí eu olhei pra
cara dele não eu olhei pra cara dele eu falei assim: "Depende o que é de graça para você." E fui embora com meu filho só que eu tô lá toda semana com aquele roupão que meu filho entra de roupão e eu entro com o Meu da mamãe acelerada ele veio me perguntar de novo "Você conhece o Marcos Marques?" Eu falei: "Ele foi pesquisar foi pesquisar para ganhar logo não tem como não ver né?" E é enorme nas costas eu falei assim: "Conheço" ele falou assim: "Eu sou louco para fazer a imersão do acelerador." Eu falei:
"Então vamos quer que eu te apresento aqui agora?" "Ah mas é muito caro." Eu falei assim: "Você que escolhe vai continuar aí até na sua Empresinha do jeito que você quer." E aí quando a gente fala de senso de dono né eu não lio não lucro o que você lucra se quiser dividir depois a gente conversa que faz vamos fazer um Pix vamos conversar depois aí depois em off depois a gente conversa é isso aí mas brincadeiras à parte tudo é uma escolha sim e quando a gente fala de cultura que eu vou lá na
empresa fazer mentoria com o cara falo: "O que que você quer de cultura paraa sua empresa o que que você Escolhe que que você sabe o que que eu vejo muito isso que você falou sobre esse empresário que ainda não fez acelerador mas às vezes também mesmo os que fazem acelerador lá você vai ver eu já percebi também às vezes existe uma resistência por para não ter tanto trabalho nossa mas tem que fazer tudo isso para implementar a cultura esses tempos eu recebi um WhatsApp de um de uma pessoa de um empresário ele mandou: "Lis
eh tô com problema de engajamento Aqui dá duas ou três dicas rapidinho para eu poder implementar coisas aqui para eles ficarem engajados." Daí eu falei eu escrevi para ele eu falei "Se você descobrir você me conta porque essa é pergunta de 1 milhão de dólares." Eu falei para ele né às vezes eu falei "So quer uma varinha mágica ali né?" Não dá não dá para emagrecer da noite pro dia não dá para ter um casamento bem sucedido da noite pro dia não dá para ter uma empresa que dá lucro e liberdade Pro empresário da noite
pro dia eu falo que tudo que é incrível é que nem academia você nunca tem resultado da noite pro dia mas as pessoas querem o milagre mas não querem a peregrinação né eu quero uma cultura de alta performance eu quero o colaborador vestindo e transpirando a camisa né eu quero colaborador tatuado a gente tem colaboradores aqui que fizeram a tatuagem da marca eu quero um time apaixonado mas eu quero isso num estalar De Deus não vai rolar né eh a gente trata cultura aqui no Grupo Acerador como prioridade desde o primeiro dia assim desde o
day one empresa 5 anos de vida a gente deve ter 60 edições do Acelera Time eu gente sempre conversei com o time sobre cultura e às vezes até e alguns empresários mais próximos perguntam: "Mas Marcos você não poderia bater menos na tecla cultura porque você já bateu tanto?" Não porque cultura precisa ser cultuada eu não posso ir na Missa 5 anos e os próximos 10 não ir depois não dá consistência cultura é a religião corporativa e a gente precisa estar catequisando o colaborador não só pelo bem da empresa mas também pelo bem do próprio funcionário
porque entendo eu que a empresa que decide fazer o que a gente chama de construção consciente intencional da cultura essa empresa ela vai ajudar as pessoas a terem uma mentalidade diferenciada e um comportamento diferenciado então essa Empresa ela vai ter um trabalho social junto ao seu funcionário fazendo esse funcionário pensar diferente porque assim a esmagadora maioria das pessoas pensa como esse cara que chegou aí no roupão com você e falou assim: "Pô você faz propaganda de graça pra tua empresa mas você é besta né?" O que as pessoas escutam em suas casas é assim ó
"não faz mais que você é pago para fazer não hein não cai no papinho da empresa não ó eh deu 6 horas seu horário cai fora e aí a Gente acaba tendo infelizmente milhões e milhões de brasileiros que não conseguem nem vencer a inflação que que é vencer a inflação a pessoa não consegue incremento salarial a a pessoa não consegue um incremento salarial que nem é compatível com a inflação né tipo assim passa 5 anos a pessoa tá ganhando agora 4.000 antes ganhava 2.000 mas a inflação do período foi 150% então ela precisava tá ganhando
no mesmo No mínimo 5.000 para para ter o mesmo poder de compra aí as pessoas vão falar que a culpa é do governo que a culpa é da empresa que a culpa é do mercado que a culpa é do capitalismo que a culpa é da China que a culpa é da esquerda é da direita é do centrão sei lá e aí a gente tem as pessoas muito vítimas porque não tem como eu trabalhar a cultura sem trabalhar as pessoas porque a gente molda a cultura para moldar as pessoas e as pessoas então entregar cada Vez
mais resultado pra empresa para elas pro cliente pra sociedade é ganha ganha ganha ganha todo mundo sai ganhando então entendo eu que a empresa que decide trabalhar a cultura vai ser uma melhor empresa formadora de pessoas porque a cultura é a mentalidade da empresa que é a somatória da mentalidade das pessoas então como é que eu vou ter ali uma mentalidade da empresa sendo vivida pelas pessoas sem trabalhar a Mentalidade delas no nosso caso aqui por exemplo talvez a gente seja uma das empresas no país com maior índice de intraempreendedorismo assim sabe eh arrisco a
dizer que se não for a maior é no mínimo top cinco assim porque a gente tem o time muito empreendedor assim a galera faz o que tem que ser feito se precisar virar uma noite precisar vir no final de semana mas por um outro lado a empresa reconhece tem 10 benefícios tem oportunidade de carreira A empresa tá sempre reconhecendo valorizando né distribuindo participação nos lucros então assim é um equilíbrio né que que eu enquanto empresário procuro ter pô time vem cá entrega entregou toma de volta é uma via de mão dupla né uma via de
mão dupla isso muitos empresários erram um empresário às vezes assim ele não quer compartilhar da prosperidade dele ele tem um pensamento mesquinho ele pensa assim: "Ah me deu aqui esse dinheiro esse Dinheiro é meu pronto acabou eu viro e mexe eu pego eu já pago o salário de sala." É eu já pago o salário que é para ele trabalhar e pronto né eu vio e mexe assim às vezes eu pego dinheiro da minha pessoa física do meu lucro e e faço ações com os colaboradores que nem a gente teve uma a gente vendeu um pedaço
da empresa né e aí eu fiz questão de pagar um salário a mais pros colaboradores tinham mais de 2 anos de casa e isso foi dinheiro do Marcos não da não da empresa entendeu então acho que é isso o o empresário ele ele precisa exigir que o time entregue mas ele também tá disposto a entregar né então pera aí se eu quero que a minha equipe entregue mais que o combinado deixa eu entregar mais que o combinado e às vezes esse mais que o combinado por parte do empresário da empresa são coisas simples né tratar
as pessoas de maneira justa eh sabe é é é é é é convidar um líder uma pessoa que tá se Destacando para para almoçar né é é reconhecer é saber dar um abraço no colaborador eu era um empresário muito brucutu então assim na minha cabeça tipo assim ah vou abraçar meu ron sa carinhoso com a equipe eu sou eu sou bravo eu sou exigente mas por outro lado eu procuro ser carinhoso eu procuro às vezes ensinar eu cobro mas ensinou uhum então acho que eh eh trabalhar a cultura é crucial aí para para pras empresas
terem sucesso porque trabalhar a cultura É sinônimo de trabalhar as pessoas e as pessoas são a grande causadora do resultado ou da falta de resultado de toda e qualquer empresa de todo e qualquer segmento e de todo e qualquer tamanho legal deixa eu fazer uma pergunta que tá aqui ó no editando só só antes da pergunta vocês falaram de pergunta cabeluda e vocês estão caprichado caprichando aí né ótima que tá aqui ó no nível de cabelo disse hein eu vou sair careca desse desse super Contextualizado com isso que você tá falando no nosso aceleratime mensal
que é o energizar ou a manter a cultura passou eh nos últimos meses eu tenho notado que todo mundo tem participado do Acelera Time os colaboradores como anfitriões do Acelera subindo no palco envolvidos com essa cultura que que você vê disso que você pode falar pros empresários porque eles falam: "Ah mas só eu que tenho que falar meus funcionários não sabe nada da empresa só Eu que sei." E eu tenho visto vivido e sentido isso aqui dentro o que que você pode falar sobre isso é isso aí mérito do nosso RH do Mourão que cada
vez mais trouxe o colaborador como protagonista dos nossos eventos internos de de cultura né né então cada evento agora tem um mestre de cerimônia que é um colaborador diferente e tal e o que eu tenho a dizer pros empresários é você precisa dar o holofote pro teu time né é o time que tem que brilhar é o time que Tem que estar no palco é o time que tem que entregar o empresário ele tem que ser cada vez mais ali um maestro né que conduz uma orquestra com a sua batuta e para mim a batuta
do empresário ela vai intervir ali em dois ps né processos e pessoas do mesmo jeito que o maestro com a batuta ele vai intervir no tom no ritmo na melodia o empresário com a sua batuta ali vai intervir nos processos e nas pessoas e e não ter medo de deixar o funcionário o gestor protagonizar e e Entregar né e aí a gente volta num ponto assim né do às vezes do medo das crenças limitantes de coisas que foram ouvidas dos pais ou dos avós ou de folclores que tem no mercado né ó o funcionário que
destaca muito toma cuidado viu vai virar teu concorrente vai querer um aumento né e aí a gente precisa substituir aí essas crenças limitantes por por crenças fortalecedoras e e possibilitadoras de que sim as pessoas elas elas elas são Protagonistas ali né então acho que é é perder o receio de às vezes dar um espaço pro gerente apresentar perder o receio às vezes de dar espaço pro vendedor conduzir uma reunião chave e perder o receio ali às vezes de deixar alguém da equipe fazer uma entrega que não deixaria e eu sei que não é fácil é
um exercício de desapego constante assim né por exemplo a Pri tem ministrado uma parte aí do acelerador empresarial e talvez há dois Anos atrás eu não deixaria ninguém subir no palco do acelerador porque tem um apego ali né tem um carinho tem um amor né o o a empresa pro empresário e pra empresária é como se fosse um filho a própria Lilica né e ela ela ela sempre falou isso antes do João Pedro nascer muitas vezes já ouvi ela falando ah muita gente fala aí que eu e o Marcos não temos filhos mas a gente
tem sim tem dois uma é de quatro patas é a cloclô lá em casa e outra é a empresa é o grupo Acelerador é o Jantes é os nossos clientes então é uma relação muito visceral né de certa forma sim o empresário quando ele confia ali nas pessoas é como se fosse um pai ou uma mãe confiando né o seu filho uma dada tarefa com uma outra pessoa que você não conhece há tanto tempo assim então assim é difícil praticar esse desapego né mas a gente precisa conscientemente e intencionalmente praticar eh esse esse esse desapego
eu eu às vezes ainda tem Certas coisas que eu falo: "Nossa cara isso aqui eu não vou me meter né vem uma vozinha assim vai lá Marcos que se você dar um pitaco não vou errar se você dar um pitaco vai dar mais resultado se você dar um pitaco vai vai economizar energia se você dar um pitaco vai vai melhorar o retorno daquilo ali aí eu vou lá não não vou dar pitaco já tem os líderes lá e tal e se precisarem de ajuda que venham me pedir uhum então esse esse esse exercício de praticar
o desapego né e e Se a gente olhar ali pra composição da palavra desapego né o final da palavra desapego tem ali um ego de ego então é é é deixar ali o ego de lado e para mim deixar o ego de lado é deixar a vaidade o orgulho o autoritarismo a arrogância ou a crença de que só eu consigo eh eh fazer uhum então é é eh eh o empresário eu queria sensibilizar para isso aqui assim sabe porque tem a ver com o que você trouxe Pride dar o espaço para as pessoas estarem no
palco do evento de Cultura darem espaço ali pro gerente tomar decisões claro que também assim a gente confia e acompanha confia e controla delarga não delarga lega mas não delar exato exato né eu falo que delegar não é abdicar né abdicar num país que é uma monarquia o rei vai lá e abdica do trono então ele fala assim ó não quero saber mais disso aqui e depois que você abdicou do trono não tem volta sabiam é irreversível é que nem quando você transfere um imóvel no cartório se Se eu transferir para você eles é irreversível
tudo bem você pode doar para mim mas aquela transferência não tem reversibilidade você pode me devolver né então assim você não pode abidicar né na hora que você passa uma coisa você não abdica você não vira as costas para aquilo aí você vai acompanhando e vai aumentando a confiança conforme a entrega das pessoas e se as pessoas não entregam você vai puxando de volta para você assim sabe e É muito simples é difícil para chuchu mas eu defendo muito isso como é simples é simples é simples é difícil mas é simples é simples mas não
é fácil né perfeito é isso aí né é não é porque é simples que é simpló sim mas eu acredito que muitas vezes porque a gente complica várias coisas na nossa cabeça sabe ai meu Deus mas como é que eu vou confiar confiando pô né abrindo mão se tem algo que você faz chama a pessoa treina ela explica e tal fala: "Ó próxima semana Você vai fazer eu vou confiar em você e aí na segunda nós vamos sentar e eu quero ver como você fez porque que você fez que jeito você fez vamos melhorar e
vamos melhorar entendeu se você mandar bem eu vou confiar mais se você mandar mal eu vou puxar de volta para mim uhum então como que se confia confiando como que se delega delegando como que se lidera liderando tem que exercitar né exercitar senão não vai não vai chegar lá exatamente ô Marcos esse episódio Aqui ele vai ser assistido com certeza pelos nossos alunos que já fizeram acelerador né o pessoal que tá no Giants enfim nos nossos programas mas também por empresários que ainda não tiveram a oportunidade de fazer o acelerador ou est próximo da gente
né então deixando dinheiro na mesa né Lu tô achando que é hora de repensar né isso aí para de perder tempo empresário vem acelerar e aí eu queria que você desse aqui né para finalizar uma dica de Ouro para quem precisa começar essa história de cultura não fiz ainda acelerador não sei de nada não sei nem por onde que eu começo essa coisa sei nem que é cultura que que eu faço primeira coisa que eu tenho que fazer essencial para começar a dar o start aí depois antes de fazer o acelerador né que ele já
faz isso depois ele vem aqui a gente ensina o resto ô já vem já vem ali com a com a com a quente né base né comum exatamente ah essa foi a mais Queuda do Essa foi a mais muito boa muito boa eu acho assim uma sugestão de ouro né algo assim simples prático que eu realmente acredito que pode fazer a diferença na cultura da empresa e o empresário pode fazer imediatamente é começar a ter conversas de cultura com os colaboradores uhum então assim uma vez por mês ou uma vez a cada dois meses reúna
todos os seus colaboradores e durante uma hora converse sobre cultura junto com eles né Explica o que que é a cultura da empresa quais são os valores da empresa reconheça colaboradores que estão sendo exemplo da cultura que a cultura ela é muito sobre quem a gente reconhece quem a gente demite quem a gente contrata porque as pessoas que eu demito eu tô deixando muito claro que tipo de pessoa não combina com a empresa então isso dá uma mensagem muito forte né e a e a mensagem da ação ela é mais forte do que a mensagem
das palavras né na construção Da cultura as pessoas ouvem muito mais o que a gente faz do que o que a gente fala eh quem eu reconheço ou promovo também dá uma mensagem muito forte pro time que tipo de pessoa que sobe dentro da companhia por isso que o empresário nunca pode promover alguém só porque é familiar só porque puxa saco só porque gosta da pessoa só porque começou junto com o empresário no fundo de quintal porque quando eu promovo alguém por por favoritismo como eu disse aqui as Pessoas escutam mais o que a gente
faz que é o que a gente fala que que eu tô ensinando pro time não adianta vocês quererem ter mérito porque quem vai crescer aqui é quem eu escolho é meu favoritinho é meu puxa-saco e aí eu destruo a meritocracia dentro da minha empresa né então tem esses momentos de conversa com os colaboradores reconhece quem tem que ser reconhecido eh nesses momentos com os colaboradores fale sobre comportamentos Ruins que talvez estejam acontecendo na empresa e não deveriam acontecer né esses momentos de conversar sobre a cultura que são os eventos de cultura reuniões de cultura treinamento
de cultura eu poderia chamar de treinamento de postura né então essa esse esses momentos de falar sobre a cultura periodicamente e consistentemente em três a se meses começa a a surtir ali um efeito no time né mas eu faço um alerta na hora que você vai deixando claro a Cultura que você quer dentro da empresa o que você aceita o que você não aceita porque cultura é você deixar claro como é que a banda toca dentro da empresa as regras do jogo as regras de principalmente comportamentos de atitudes de de de princípios de mentalidade né
eu já falei inúmeras vezes aqui dentro do grupo acelerador ó aqui na nossa empresa a gente não aceita fofoca vitimismo fala mal da empresa a gente não aceita preconceito a gente não Aceita corpo mole a gente quer profissionalismo a gente quer um time diferenciado e ó ninguém é obrigado a escolher a vestir a nossa camisa então enquanto você tá aqui você escolheu vestir então jogar contra o time que você decidiu participar aí não aí a falta de antiética uhum aí é o cúmulo entendeu da da falta de profissionalismo e tudo que a gente planta a
gente colhe então você tá achando que não faz mais sentido a Empresa para você de alguma forma chega na gente vamos conversar talvez você peça desligamento a gente te demite não tem problema não né porque eu acho que o profissional tem o direito de escolher qual camisa ele quer vestir o que ele não tem o direito é de jogar contra o time que ele decidiu estar com a camisa vestida porque aí é uma falcatrua né é muito antiético né pera aí eu escolhi vestir essa camisa aí tô aqui dentro jogando Contra fofocando com um minando
o outro falando mal do outro tal enfim então assim fica com essa sugestão de ouro constantemente converse sobre cultura com seus colaboradores e também com seus líderes porque o colaborador ele tem que viver a cultura mas o líder tem que ser um embaixador da cultura e saiba que cultura é um cascateamento os donos da empresa cascateiam para os gestores aquilo que eles acreditam de princípios valores atitudes tanto atitudes Essenciais quanto atitudes não admissíveis atitudes inadmissíveis e aí você como o dono cascateia pros gestores os gestores cascateiam aí para os colaboradores tá cultura não é coisa
somente da Secretaria da Cultura do Ministério da Cultura as empresas precisam trabalhar aí a sua cultura a cultura é um grande patrimônio que a empresa tem eu até faço um paralelo assim né patrimônios que uma empresa tem né os patrimônios que uma empresa tem São patrimônio físico infraestrutura máquina sede equipamento frota outro patrimônio que a empresa tem a base de clientes outro patrimônio que a empresa tem a marca essa nossa marca aqui ó esse A tem valor outro patrimônio que a empresa tem o caixa a saúde financeira ali da empresa outro patrimônio que a empresa
tem as pessoas o capital humano o time que tá dentro ali jogando o jogo junto e um outro patrimônio igualmente importante a todos Esses patrimônios é a cultura ou seja é como a banda toca dentro da empresa os valores que são vividos as atitudes que são recorrentes ali dentro da empresa e o legal é que quanto menor a empresa é mais fácil é trabalhar a cultura né porque alguns empresários eles pensam que isso é coisa de empresa grande e quanto mais jovem a empresa é e quanto menor ela é mais a cultura é uma folha
em branco né você você transformar e deixar uma ótima Cultura numa empresa que tem 10 colaboradores e 2 anos de vida é muito mais fácil porque uma empresa 100 funcionários e 30 anos de vida com certeza então quanto antes você trabalha a cultura melhor porque depois se vai ficando coisa tóxica na cultura é fofoca jogar contra puxa saquismo e tal estirpar essas coisas ruins da cultura de uma empresa que tem anos de mercado ou muitos funcionários é muito mais difícil então começa antes que você vai Gastar menos e ter mais resultado o que que achou
do nosso convidado o que que você acha eu ficaria aqui mais algumas horas porque eu amo falar de cultura mas a gente precisa acelerar então muito obrigada amei a entrevista obrigada pela confiança eu laminei também adorei esse podcast adorei obrigado obrigado obrigado acho que ele tô à disposição inclusive no na descrição aqui do YouTube do Spotify tem um link para vocês entrarem lá na página Do acelerador empresarial preencher o formulário e fazer a imersão acelerador empresarial pode deixar tá perdendo fica a dica viu empresários na descrição tem o link aí obrigado amei aqui vamos fazer
um po de acelerar vamos lá bora lá bora vamos lá pra câmera soquinha do acelerador e pode acelerar eu adoro vai 3 2 1 e pode acelerar [Música] deus เฮ