em [Música] [Música] Santa Catarina dos alemães dos portugueses dos poloneses E aí é a primeira expedição de um europeu em terras catarinenses é atribuída ao francês binot Palmier de gonneville em 1504 na Ilha de São Francisco do Sul a [Música] com a criação da província de Santa Catarina aconteceu apenas em 1739 a partir da separação da província de São Paulo e os registros arqueológicos a ponta no vestígios dos indígenas na região onde hoje fica a Santa Catarina de 400 há novecentos Anos Antes da invasão dos europeus E aí [Música] a henkel o botão de coco
Leo tu ao nó Close que a tomate que não tenho 11 torrent e é planta o que que tá vindo aqui com o joinha um buraco na tende a equipe ficou no ok aqui meu com gota Henrique o mangá uma me é uma mãe um game mais uma mesmo mãe a mulher de Tom o Ramon Xangô talking bandina eu tô na o barco na Marina tô a lipídico na paz tchau Mona vadmecu na vasilha yukuna Angola toda em Oi Ju um gato combina.com pronto o quê que não tem nenhuma minha bem um vendeu em banho
e atualmente atualmente com alguma coisa ontem tá vendo ó italki tu tá bom é de um palmo que largo algum caso no meio e agora tá mais ok conta pediu que eu tenho não tem uma grande Thank u E aí [Música] E aí E aí E aí [Música] E aí [Música] e aqui toquem lá com a noite vira na Top Car não der aqui na derme Oi virina Connection Kiko Lan o andante algum ao pau nele colar Azul catmania muscular uma vai Caio que é aqui tá o shopping a canal tenho o território choclen compreende
a região intermediária do Planalto ao litoral e do Paraná ao Rio Grande do Sul e não é para da colonização no Vale do Itajaí o que seja em Santa Catarina é quando o governo brasileiro incentivou a vinda dos europeus né isso sem levar em consideração que havia então um povo aqui então o governo brasileiro na época né decretou guerra contra os botocudos chamava e botocudos os índios por causa de botox Zap que é o show em então missão desse Jesuítas da do século passado né era a colonizar os indígenas trazendo para e para ter acompanhar
o mesmo a identidade não indígena daquele tempo já trazendo também a a invasão vamos dizer assim da crença na que tem que ter a natural dos nativos né então função deles também era educação tirar a educação familiar contato Dia dos Pais e famílias ar junto com os portugueses da língua portuguesa é serem são deles também uma delas e outras delas era a exploração de recursos naturais do Brasil também o povo sofrerem é um povo tem o domínio do seu território né então esse domínio da forma que ele dominava ele tem que ter amplo conhecimento né
o povo tinha sobre o território onde ocupava desde jogando Sul a São Paulo então dominava a região sul com a colonização né Isso já final de 1800 isso fez com que o povo então não andasse mais né nesse território porque ele tinha conhecimento dia Daqui Rio Grande do Sul eles tinham os pontos de referências Rio Grande do Sul Santa Catarina Paraná então através desses pontos de referência ele se deslocava sem dificuldade nenhum então dessa forma e dominava território com a vinda dos europeus pelo incentivo do Governo da província na época é ouvir então esse confronto
o governo ele fez achando que para ter Progresso tinha que então eliminar esse povo que tava aqui mas o povo não oferecia perigo ao e os colonizadores mais um incentivo do governo de então explorar a área o incentivou a vinda dos europeus em Santa Catarina precisamente no Vale do Itajaí quando foi ocupado e dessa forma o povo choclay no início de 1920 900 é precisamente 1914 Então teve então a chamada pacificação é isso Onde foram confinado em um determinado local que é terra indígena lá para nós no caso eu sou do neto do primeiro clarão
chocantes contato com um homem não indígena Qual é o código da terra entre dois de setembro de 1914 o meu meu avô com Eduardo tu pode ir parar Então as lembranças são triste né porque o segundo que ele contava até meus pais contavam que a troca de Matança pelos do guerreiro era um prêmio assim de quem me matasse mais em impressão segundo a história aqui era por par de orelhas que traziam e apresentava lá para o te mandou né programador daquele tempo e conseguiu falar ele por isso então a mulher é muito crista a região
Blumenau principalmente eu fui ontem que deu maior Mateus ele essa região do Vale do Itajaí Blumenau no Alto Vale medvale aqui no baixo Vale aqui de Itajaí foi muito massacrado escova indígena desde aquela vez Dessa Matança é ouviu essa discriminação e por isso que hoje nós não confiamos A então hoje existem a idade lá que tá aqui sobrou ela tem uma desconfiança da Condado próprio branco de dizer não eles quando passa quem não é um bandido e que vem e no passado eles matavam o próprio índio com armament de fogo hoje a gente vê que
mata o índio de cansaço com caneta Santa Catarina sul do Brasil é um dia foi o território da cama show Plan é um dia foi território kaigang território Guarani esses três povos sempre viverão em ambiente viver Mania continuar com a natureza cada um respeitando seu espaço cada um tirando da da terra da natureza aquilo que necessitavam e quando a gente senta com nossos Anciões a gente é ouvir essas histórias aí que o que estava acontecendo ali no momento a gente percebe quanto vale a pena a gente se lutar por eles acho que a nossa aí
eu acredito que toda a juventude lá que eu não sou Klein E se eu esse é o ideal é o objetivo de todos eles quando tá a resistir para existir como lá que eu não sei quem é [Música] E aí E aí [Música] E aí E aí [Música] E aí E aí [Música] E aí a ler a taxa tem grande e meio tá aí leite e a outra forma linha que tá Angel tá danger Pacific taxa ainda pele cata e uma certa tem ainda de pele Bom dia mas a ganhou Manda foto dos Santos Sônia
tá em cultura cultura para minha moto ta pepino aqui em cabul no Shana em costura o território kaigang compreende as Terras Altas desde o interior do Estado de São Paulo até o centro-norte do Estado do Rio Grande do Sul a colonização a colonização seria para dominação das próprias populações indígenas né dominar para poder colonizar no início era para cativar os indígenas Mas a forma que foi cativado foi dolorosa né ela foi exploratória ela foi massa massacrando os inimigos né eu vou para atualização E aí quando não não conseguiam se eu não conseguia fazer com que
essa classificação acontecesse o que que era introduzido né é a frente condensadora o próprio sistema permitia que os contém assim o exército né o exército que fazia essa essa captura dos indígenas na selva e as captura ela não era pacífica era uma Capítulo assim é Se conseguisse pegar trazer prender e colocar nesse aldeamento tudo bem se não conseguisse é muito simples e diz seriam mortos é a ao Fio da Espada é espancado né É muitas vezes é um Com balas de armamento de fogo né aí Luzia se a religião ensinava-se a região faziam que o
indígena não aprendesse mas a língua com a gente deixasse nessa língua materna e em todos os dias ser a língua portuguesa ensinando fazendo assim ensinamento que Jardim as escolas não é para ensinar esses indígenas Bom dia sim dia então seriam é pacificar dessa forma nossas ancestrais aí Lutaram batalhar né e não aceitaram colonização né Foi um povo bastante nossos antepassados foi muito guerreiro ter medo muitas vezes pelos pelos próprios colonos aqui Aonde eles foram colocados em reservas né pelo e criado pelo governo spi governo criou spi foi colocando eu nosso povo foi morando em aldeias
não foram ao terras indígenas Possivelmente criado o segundo que a gente sabe que os nossos antepassados passaram a gente tem da história também a terra em Chapecó ela é uma extensão de aproximadamente 78 mil hectares né que compreender o decreto ou sete né que o o Estado do Paraná que era a província do Paraná antigamente né quando foi aberta a linha telegráfica que que liga o Rincão até a linha ali do a ponte lá do goioen eles receberam e fica vampírico é hoje o que é o líder nosso maior da região ele pediu terra né
para o pagamento que a gente abrir essa linha do asfalto né eles abriram E se eu for em meados de 1890 por aí então criou-se é essa de 78.000 hectares que ele é que ligava então o governador decretou e da linha telegráfica desligo a Rio que compreendeu Rio Chapecó grande o chapecozinho Entre esses Rio pela linha telegráfica seria a terra dos Coroados das antigas cai ganhos como eles falavam mas aí eu devido tempo o governo mudou EA Guerra do Contestado o segundo aqui no sábado e Santa Catarina ficou Quest do Oeste né E aí o
governo não respeitou a determinação do Decreto certo e foi doando as terras para os colonos e se eu for encurtando a terra em Chapecó posteriormente agora os próprios caindo que retomaram o Embu né mais uma parte disso mas ainda tem muita Terra isso e o nosso território mesmo dos nossos ancestrais a data em Chapecó é Palmas até o Goiânia que elas o território dos nossos kaigang aqui no Estado de Santa Catarina E aí e [Aplausos] eu Me apresento sou Cacique Teófilo daqui do Morro do cavalo Aldeia e tapete de Santa Catarina meu nome é guaranicar
aí o território Guarani compreende as terras baixas desde o litoral até a bacia do Paraná Paraguai desde 1500 quando o português chegou aqui na nossa terra e Caravela o que veio para nós foi morte de todas as formas e as pandemias o as epidemias elas foram umas uma das mortes que veio para os povos indígenas né é muitos povos foram instinto muitas famílias muitas pessoas e povos internet foram em chifre com os contos pandemias que chegaram né dentro dos nossos territórios e ela E isso ainda a na época né quando foi essa experiência de extermínio
que a gente teve nós sem saber com quem que estávamos lidando uma das coisas que ficou muito marcado para nós indígena era que aquele remédio que cura era o remédio era o veneno que nos matava né então tipo essa memória para nós povos indígenas principalmente com as pessoas mais velhas ficou muito aberta Então hoje quando chegou essa pandemia foi mesma coisa que chegar naquela cicatriza e abrir de novo né É acho que todo mundo conhece a história de Sepé tiaraju né que foi um dos líderes Guarani que foi assassinado né no Rio Grande do Sul
quando ele fez um confronto né para defender Sete Povos na guerra Conquista espanhóis né contra outros reinados que vinha naquele período para querer terminar os os povos indígenas o momento muitos Guarani morreram então para nós ali já é um extermínio né é a quantidade de povos que são mortos por que a maioria dos povos foram dizimados a gente tem o povo choclen Poxa o clã que tem um grupo só no Brasil todo né de indígenas concluem aqui no Vale do Itajaí Santa Catarina em Blumenau e eles também sofreram extermine quase praticamente foram extintos nesse povo
e agora então se fortalecendo e todo mundo se puxar pela história desse povo vai encontrar ali na época dos bugueiros né onde caçavam os indígenas portavam orelha Netinho pessoas que trabalhavam né para para outras pessoas e eram contratados especificamente para matar indígena né Então essas são formas de extermínio para nós né de quando eu falo de povos né Não especificamente povo Guarani mas dos povos e aqui são Catarina do Brasil todo [Música] E aí [Aplausos] [Risadas] E aí E aí E aí E aí um mês de 1951 quando das primeiras contagens de população até 2012
os registros oficiais apontam um aumento das populações indígenas em Santa Catarina é mas os colonizadores e as políticas oficiais desde o spi estiveram longe de garantir território adequado e tradicional para os nossos povos e é todo todo todo ano quando tens algum contra algum encontro entre o povos indígenas aquele sempre continua falando sobre a questão do território né por isso que a gente precisa muito né É aqui no morro do cavalo o que falta é fazer homologação sou homologação que faltou para afinar o papel né o governo né o Governo deveria reconhecer o nosso o
nosso necessidade né o nosso direito né do povo sem dizer não à política de demarcação das terras indígenas ela começou através da Luta dos nossos antepassados né Para a gente poder ter uma um território garantindo né Mas sendo que esse território inteiro era é nosso né é a cidade que a gente tem hoje são construídas em cima de grande cemitério Guarani 1 bom então as a política de demarcação ela já vem sendo discutida desde 1900 1800 né hoje ainda a gente briga muito né aqui no nosso território né no Morro dos Cavalos a gente tem
a terra demarcada ela já é declarado uma terra indígena mas ainda falta o processo de homologação que é o último processo na distância de demarcação que é feita pela pela presidência e vai deve o gato que já terra do povo indígena no é para vender por um Vampiro e nos Guarani ficamos lá peça em nada mas não temos a terra boa E aonde é que eu tinha terra boa de pronto o governo leva tudo e nós ficamos lá é que nem que nem um cachorro não sem dor [Música] E aí [Música] bom então a BR
assim para nós assim ela não já tem um impacto ruim desde a época que foi construída né onde ando meus meus bisavós já estavam aqui né eles viram a construção da BR é a gente teve que recuar porque já começou a chegar as pessoas de fora queria interagir já começaram a entrar dentro da terra indígena então a gente tinha um ponto mais aqui para cima a gente teve que sair e voltar para esse lado aqui subir mais para cima para o Mato para poder ter o nosso sossego né então hoje a br-101 e ela corta
o nosso território no meio bom então ela tá fazendo uma espécie de linha divisória né aqui no meio não que seja um uma terra dividida Mas é porque ela tá ali então acho que o pessoal ver isso como uma linha divisória porque é difícil você tá percorrendo o seu território sendo que aquilo tá ali no meio dividindo né E algo perigoso né Oi e a gente travou várias lutas até mesmo pela a dita duplicação da br-101 que ficou bastante tempo paralisado esse trecho do modo os cavalos a tem então que chegou um tempo que os
próprios governantes do estado e e estavam falando que os indígenas do modos cavalo eram um impasse para o desenvolvimento do Brasil né puro a gente tá no aceitar essa duplicação dentro da terra indígena né a gente passou por vários momentos tensos assim né então que a gente chegou a fazer bastante vigílias pelo território né nas casas aqui próximos né mas sofremos bastante ataques assim pela madrugada passava carro na BR atirando em direção as casas uma vez também invadiram a casa da minha avó onde ela sofreu esse ataque e ela teve a mão decepada é né
E são tudo frutos dessa perseguição contra os indígenas né a gente sofre muito esse preconceito por tá lutando por um direito nosso acho que a gente deveria ser mais respeitado né porque nós vivíamos aqui não foi nós que invadimos território de outras pessoas mas sim outras pessoas invadiram o nosso território Então hoje a gente está buscando garantir pelo menos esse pequeno pedaço que a gente tem para manter a floresta os rios né porque hoje você vê nas grandes cidades para você ver um rio limpo igual a gente tem aqui dentro da nossa comunidade já você
não consegue você não consegue ver árvores dando os frutos lá dentro da cidade é porque já tá toda poluída e já está sendo plantada Árvores em cima de concreto isso a gente não quer para nossas terras né o povo Guarani luta pela defesa da natureza e da terra então a gente sempre vai lutar para manter o nosso espaço da maneira que a gente gosta da maneira que a gente quer viver quer meio da natureza junto em convívio harmônico tanto com os animais e tanto com as próprias pessoas que ali habitam em E aí E aí
E aí [Música] E aí E aí [Música] E aí [Música] E aí [Música] [Aplausos] E aí [Música] G1 é o fato é que a barragem barragem Norte nela causou muito prejuízo à comunidade choclen e devido essa essa construção da barragem que a gente teve que se deslocar na no local a gente a gente habitava para ir para as costas ele foi construído as dessas aldeias na realidade a barragem trouxe muitos prejuízos tanto como é cultural social ambiental e vários fatores né tirando a própria sobrevivência da comunidade indígena caça e pesca que hoje quase não existe
mais devido a barragem devido dessa barragem população verso subindo tô na beirada daqui do imperial essa odeia tá condenado pela barragem Aldeia coqueiro tá condenado de Figueira Palmeira condenado devido essa bagagem existe um o cemitério a perto da beira do rio tá debaixo da água agora cemitério os índios trabalhavam ali por perto ali tinha casa tinha criações isso estragaram tudo ela continua dando Estrada Quando chove desse lado de cá nosso camisa lado o colégio é para o lado do do outro viu o nossos filhos não desce para lá não tem condições né porque daí não
passa ônibus né então nós vivemos dentro de um prejuízo O quê que foi pensado na população branca de baixo né e nós entendemos também né que o governo também quer proteger eles né mas então que olhasse então para nós também né ver esses dois lados porque nós vivemos dentro do prejuízo a barragem Taquara botar o construída né E eles estão lá é tudo tão bem lá porque existe uma barragem segurando ali mas só que nós vemos dentro desse prejuízo para falar da comunidade já bater Temos que falar antes da barragem Norte em José Walter é
uma barragem que pertence à união não é uma barragem pertence ao estado cabe ao estado a operação manutenção e segurança da sua estrutura e ela foi concluída no ano de 1992 embora pertença à União ela está em processo de transferência pelo estado em que a gente acha entende que Deva acontecer durante esse ano problema que se a barragem durante a sua construção ela não teve o canal extravasor concluído Então esse canal extravasor elas sai do vertedouro e essa água O Vencedor desce até encontrar o rio mais abaixo uma ponte mas não sabe quando ela ver
ter aquela nunca verteu em 2014 ela teve a 20 cm para ver ter mas isso não aconteceu a gente não sabe qual vai ser o comportamento dessa água que quando a gente opera-se a barragem é essa comunidade de instalado diretamente afetada Porque hoje o acesso dela se dá a montante da barragem Um percurso de mais ou menos 900 metros que eles conseguem acessar a Via Principal para acessar o município José bater quando você opera barragem essa parte fica toda inundada eles são diretamente afetados tendo que dá a volta de 20 30 40 km para acessar
a cidade porque eles ficam diretamente afetados então é nós temos um plano de contingência para que para ver o apoio a essa comunidade que é afetada mas temos cestas básicas gente doa para a população nós temos lavar prevista também com acordo nós temos o Ministério Público Federal nós vamos disponibilizar ônibus para trazer essa população para esse caminho que é maior né E temos também um trabalho que foi feito esse e participando de contingência foi feito um trabalho com uma equipe da Defesa Civil nós temos uma gerente preparação que também tem origem indígena nós para se
passaram mais de seis meses dentro da comunidade lista levantando família por família então a gente sabe hoje a faixa etária Quantas pessoas tem lá dentro por faixa etária Quantos cachorros quantos gatos tudo isso foi levantado para fazer esse plano de contingência que eu acabei de comentar não é verdade a barragem ela começou a tirar uma liberdade que nós tinha como pessoa indígena Porque o povo indígena ele gosta de ter contato com a natureza com as coisas da natureza e e querendo não aonde nós conviviam nas brincavam a barragem ela tirou sua liberdade porque é como
nós somos dependente da natureza e sobrevivemos daquele daquilo que Ele traz para nós como alimento bom então ele tirou essa alegria de nós viver como um povo indígena quando eu falo assim eu falo na questão da dos frutos da natureza né Ingá umas bananas as cortiça é entre outros frutos que a natureza ele pega os peixe é a lavoura que nós então assim nós fazia para nós se manter o devido essa questão ela tirou muito a forma de nós viver como o povo indígena eu tô escrevendo não nós vivemos um vamos ver se não fudeu
Encurralado é isso que bagagem para os planos é porque nós somos considerados que não não não adianta ter indígena e que só só assim para ter terra e filhos preguiçoso malandro lá né porque quer eterno né Essa é uma das questões do presidente atual que fala o e assistir devido a nossa luta pela demarcação das nossas terras né então hoje a cidades circunvizinhas ela tem um olhar de desprezo a tinha choclen então por isso que a gente sofre essas agressões verbais agressões físicas Por este motivo a gente perdeu um grande líder né que foi fazer
o seu trabalho era professor era juiz da terra indígena awá kua non e nas suas férias para fazer um trabalho extra e onde ele sofreu essa agressão e morreu a paulada né então a gente sempre sofrer essa agressão física verbal e moral em todos os aspectos no sentido da nossa convivência dentro da nossa Cultura o professor indígena foi agredido e mesmo caído O agressor voltou e bateu na cabeça da vítima com um pedaço de madeira Condes nambla foi brutalmente assassinado na madrugada do dia primeiro de janeiro deste ano na Cidade de Penha E aí [Música]
E aí E aí e nós vemos um passado aí muito muito Tenebroso a gente pode ser né de lutas dele aí mas a gente tem se organizado bem né tem que sair dessa organização quando ouvia para perfumar aí ela estipulou arrendamento aqui dentro na colocar andares aqui dentro e arrendou a nossa terra indígena Então o que nós estava falando de hoje a questão das Araucárias aí desapareceram com as nossas reservas própria Funai está lá uma Serraria aqui dentro para tirar essa madeira Mas depois dos anos 80 por aí houve um grande avanço na parte da
Agricultura né um dos indígenas começaram a trabalhar aí começou arrendamento ver até pouco tempo agora trás então depois quem vai ficar se a gente conseguir eliminar andamento Mas a nossa organização social aqui é possível cada ainda eu tenho seu sítio eu tenho seu pedaço de planta aqueles que não querem implantar ele ele negocia com outro o direito de usufruir daquele pedaço e a liderança e ela faz com que seu respeito esses esse sítio né então cada cada família tem uma quantidade de sítio e ele planta eles o filho faz hoje ele não nós não poder
mais ter parcerias e nem plantar com os amigos né são os próprios índios que planta aqui dentro então a gente está tentando buscar novas alternativas também para não ser só os olhos são milho mas outras alternativas também que venham ajudar também o desenvolvimento da tela em Chapecó a ela se sustentava mesmo na parte de produção Mas hoje tem vários indeferido um galeteiro índios produzem um milho produção soja tem as lavouras de subsistência né que tive que trabalha só para se manter e vários vídeos que trabalham fora da reserva também Olha eu acho que a a
flor época foi quando meu contato mesmo com os nomes né ele aquele contato o mortes tanto natural de natural em dias morrer no outro fazer assassinados outros foram pegaram doenças que não tinham nosso povo nem acabaram dizimando muitos população muitas aldeias nossa né e hoje e hoje eu caí grande luta é ser um carinho sempre É é um guerreiro né ele lutou lá no passado hoje continua em continuar lutando para manter os nossos costumes na seleção os costumes os nossos antigos né a gente tenta tentar revitalizar tenta ter com nós o que o modo de
vida deles né não é fácil porque nós estamos cercados de de de cima da civilização na urgência ligação não índia hoje está por toda a parte nós vivemos numa pequena Ilha né aonde nós tentamos manter um pouco da nossa cultura dos nossos sistema tradicional é da nossa organização social que eles nos deixaram para nós aqui nós tudo que nós fazemos hoje nós recebemos deles né Então a nossa organização social muitas coisas hoje eu não tiro Grande Barreira aí interferência de fora do próprio sistema a própria lei na interfere muito aqui dentro para Ministério Público a
justiça federal interferem coisas que é da nossa Cultura bom então é bem complicado acho que para nós está sendo bem difícil isso aí a interferência a interferência do poder público aqui dentro tá tá criando vários problemas para nós aqui dentro praticamente matando a nossa cultura pouco de cultura que a gente tem tentados estão tentando quase matando essa cultura então o quando ouve essas e desmatamento a grande degradação do meio ambiente né que pelos colonizadores da que vieram a agricultura veio muito forte nessa região Neve muito tempos atrás e muitos do de da prática culturais do
povo kaigang e foram deixado Alguns ainda estão preservadas até hoje como por exemplo alimentação hoje ainda é preservado por que ainda existe um pouco na natureza um pouco desses dessas desses alimentos não é para os repórteres Amato porta esanato tem pouca matéria-prima e muitos batizado já estão sendo a chave de ser praticado não é a dança caingangue por exemplo a dança kaigang ele é uma coisa que era feita na mata então era uma coisa que eu que eu que a natureza parecia que influenciavam o povo que ainda está praticando isso e hoje hoje eu não
tenho mais isso muitos líderes carregando e perderam a vida né o sangue derramadas e para conquistar os é Os territórios direito nós estamos hoje é se hoje nós sobrevivemos quê Porque nós temos chamado outra remanescente e é de todo esse processo de colonização é os nossos antepassados Guerreiros de guerrear para sobreviver e se hoje nós estamos aqui é graça aos nossos Anciões para nossos parentes que perderam muito perder a vida família inteira à destruída na costa frente colonizadora né Que que aconteceu acredito que seja aqui olha ficou carregando passo E aí [Música] E aí E
aí a internet pelo lado brasileiro [Música] e eu penso hoje assim o que o que o meu avô me deixou de ligar essa persistência o que meu pai me deixou de delegado essa persistência de sobreviver e se manter enquanto o seu prêmio na crandon carregar essa essa essa essa cultura e identidade que eu tenho né como o seu Klein e pretendo que a minha família meus filhos meus netos meus bisnetos que futuramente viram tem orgulho de carregar isso e essa identidade ela começou bem e a juventude os adolescentes e as Crianças de hoje e eles
não vivem mais como eu vivi a forma deles brincar Ah tá querendo dar uma gente brincou um pouco na natureza nós nadar no Rio hoje a nossas crianças já não brincam mais dessa forma da forma que brincava com arco e flecha Eu estava brincando mas eu já estava me preparando para o dia a dia eu tava brincando com a canoa mas eu tava ele tava me ensinando a Remar para mim aprender a a pescar já então isso essa é a diferença é que tem e hoje é pela pela pela vida que muitas famílias têm que
trabalham hoje para buscar a o mantimento para sua família então muitas vezes hoje e nós vivemos como um homem branco porque muitos deixam seus filhos na creche né a brincadeira uma brincadeira e que eles vivem lá diferente mas a tecnologia foi avançando e chegou na terra indígena não tô já criança trocou uma boneca ou o carrinho de madeira um balanço no cipó foram celular eu fico no YouTube vendo aquelas brincadeira temos que fazer uma estratégia para que nós tira o foco das Crianças na tecnologia que ele usa mas que não venha isso é tirar o
que ele podia viver como criança e criança indígena que eu faço entendeu a minha esperança é que eu quero que a comunidade indígena e aqueles que buscam por dias melhores eles busca seu direitos independente do Independente daquilo que tem na frente que é Talvez uma caneta dos governantes não que é uma palavra negativo daquele que vai dar posse para nós aquilo que nosso mais sempre manter o seu grito de guerra é sempre manter o seu grito de guerra para que os poderes político veja que tem um indígena ainda gritando pela sua nação Ah tá eu
é a minha esperança é que não marco temporal ou não indígena ele quer usufruir dessa matéria rica que a gente tem nas comunidades mas para uso próprio não é para uso geral da população né então é essa questão que os governantes hoje tem em mente usufruir para benefício próprio mas não retribui para o próprio país ou para o próprio Estado então até que ela veio com esse intuito de anular né as portarias declaratórias de terras e para que como é o o atual governo diz né é fazer a integração dos povos a sociedade antes de
1500 ano o nosso Labor antigo né ele precisava muito né e para poder conseguir o local né tudo aonde que vai poder morar aonde que é o lugar tudo isso ele realizar sabe no Rei da muito né o antigamente né e a Isa o espírito que fala para ela é aonde que vai ser o lugar né para ele morar né mas só que eu tinha dicas é mais complicado por isso que é muita veio a gente precisa muito não esquecer da Cultura né do nosso antepassado né É isso que eu sempre falo para para para
o jovem criança eu sempre faço algum conselho né para criança como é que a gente precisa viver né para poder viver tranquila né o nosso povo aqui no morro do cavalo a gente tem em casa beleza a gente sempre continuar precisando para nós e para poder conseguir alguma ajuda né pelo nosso dela né que eu sempre falo né porque e por isso que muita vez para o pessoal mais antigo ou mas se mais velho mais velha eu não quero que meio separado né eu preciso ajudar mesmo né o mais velho mais velho é tudo isso
né porque o pessoal mais antigo ele tem conhecimento né sobre a questão da planta medicinais tudo isso né E também sobre a questão da planta medicinal hoje em dia é difícil de a gente conseguir também né Por causa que eu sempre falo né Porque faz muito dematamento né para não não índia né mas acaba com a natureza nessa mais adiante alguma parte a gente consegue alguma planta medicinais para curar se alguma coisinha né mas só que não tem mais quase bom de plantar medicinais Ah então é por isso que eu fico muito preocupado né porque
é muita vez é a cada vez mais acaba né com a natureza aí é difícil deve ser conseguir remédio as coisas né ainda para usar em nossa cultura tá com 18 anos com 14 ano nós viver tua vida e trabalhando é nosso desde o paraíso não tinha não tem nem se a viver na roça abertura plantamos vivemos feliz e vem dos tempos para cá aí foi mudando foi mudando e causa cada ano vai mudando foi mudando é onde é que nós que os 60 eu tô com os 65 anos nós já vemos que mudou bastante
mudou bastante por todos os jogos ou jovem de hoje nós não tinha escola não ia na escola vivendo a luta roçando só que e o nosso adulta Naruto por isso que hoje veio quando veio português acho que a escola aí mudou bastante eu não sabia ler não sabe escrever nem conhecer dinheiro na não conhecia eu sigo bastante O Legado que meu avô me deixou né o meu avô ele foi um dos primeiros professores indígenas a lutar para a gente ter a educação diferenciada nas escolas né que a nossa educação ela não vem só de escrita
e leitura Mas vem tanto da parte da da espiritualidade do Convívio com a natureza essa é a nossa educação diferenciada né então eu vou sempre ele buscou me mostrar isso né Essa o fortalecimento da nossa cultura é que a escola ela tá ali para a gente aprender a escrita e leitura para a gente poder defender o nosso povo para a gente poder lutar de igual para igual Contra esse governo hoje atual né bom então ele diz se você tem que estudar aprender o português aprender a matemática conhecer leis estude mas nunca deixe de estudar sobre
a sua cultura também sobre a a sua origem porque é dali que vai vir força tanto fisicamente como espiritual para você conseguir manter a nossa comunidade e o nosso povo em harmonia Porque eu sou uma pessoa querendo muito a cultura indígena presencialmente nosso povo né que ao longo dos tempos né vem Acabando os usos e costumes né e a gente está lutando né então hoje nossa nosso papel hoje como educador como líder da comunidade é continuar lutando né pela prevenção né da nossa cultura que tá se perdendo os dias de hoje né No entanto que
principalmente a nossa língua sempre o friso bastante sobre a língua porque a nossa língua hoje é uma identidade nossa se acabar a língua não vamos terminar nossa identidade né talvez que a gente fala muito a gente pega muito sobre essa essa esse Resgate é isso que a gente sentiu muito jovem praticada na sua cultura né E que para os dias de hoje tá tão difícil né pela tecnologia mas no fundo até que hoje também ajuda bastante a gente divulgar Nossa cultura e mostrar para nossa indígena o valor que nós temos sobre a nossa Cultura né
hoje a escola né a escola eu acho que ele não só na nossa na nossa comunidade mas na maioria das Comunidades indígenas a escola ela virou como um centro né é da comunidade onde toda a expectativa de preservação Resgate né da cultura da língua fortalecimento dessa cultura indígena ele tá com a escola hoje a escola tem um grande papel é fundamental dentro das Comunidades ela é o ponto de referência né dentro da comunidade lá com a mão choclen então eu vejo as duas linhas paralelas né é uma linha quer essa linha do fortalecimento que é
o que eu busco muito e estou atuando hoje na coordenação de uma comissão Guarani um território brasileiro né que são em seis estados e essa é a maior busca que a gente faz hoje de fortalecer a nossa espiritualidade Nossa cultura através da política também né porque a política dentro de todos os sistemas que foi colocado para nós é o que nos mata seja ela com o genocídio né de chegar e matar o corpo físico mas mais do que isso é matar a nossa cultura matar nossa mente matar nossa espiritualidade então assim a gente tá nessa
nesse dois viés de luta né que uma é a gente permanent e com a fortalecer mais o nosso estrutura cultural espiritual que é o que a gente tem que nos mantém como povo Guarani né nossa espiritualidade Nossa cultura nossa língua que nos mantém com um pouco mas também dentro dessa de uma outra luta maior né que é dentro dessa questão política do direito mesmo de nós fortalecer com um povo Guarani mas também nos garantir dentro desses direito a uma política pública dentro da comunidade que atende especificamente povo Guarani uma política da educação a política da
Saúde garantiu lá fora politicamente essa política pública dentro das Aldeias que atenda de acordo com a cultura né então assim nós temos um se nessa nesse rumo assim então a ideia assim que a gente tem a nossa luta é que através da escola que no passado foi Quem matou nossas mentes matou nossas culturas retirou nossas crianças de nós embranqueceu a cabeça dessas crianças hoje através dos professores que são formadas dentro das escolas indígenas eles vem através dessa educação escolar fortalecer essas crianças como povo Guarani com esses dois conhecimentos conhecimento cultural espiritual e conhecimento a política
né do que esse sistema também é entendesse sistema né e o quê Qual é o objetivo dele então a partir daí então a gente tem aqui por exemplo na escola no Morro dos Cavalos a gente tem todos os professores são indígenas todos os professores falam a língua Guarani dentro do nosso currículo escolar por exemplo a casa de rezo canto o reza Nossa culinária quais parte desse currículo então quando isso ele se torna né é uma política garantindo uma política que vem do estado para dentro da Aldeia e ele é garantido que a gente faça esse
ensina do nosso jeito a gente consegue aliás essas duas linhas né que é a o fortalecimento da cultura e a política pública em si né fortalecer cada vez mais que isso chega em todas as aldeias Guarani então assim o nosso objetivo e o nosso futuro né que a gente prevê com um pouco Guarani é que a gente consiga cada vez mais fortalecer nossa língua fortalecer Nossa espiritualidade mas fortalecer com esses dois olhares né consegui identificar o sistema lá fora mas também proteger o que a gente tem de mais sagrado né que a nossa forma e
o nosso modo de vida e E aí E aí