เฮ [música] [música] M. Igreja do Senhor, boa noite. Muito obrigado pela recepção.
Vocês são muito bem-vindos aqui, viu? Você que está aqui, receba o nosso abraço. Eu não sei se você já recebeu um abraço aí.
Se não recebeu, depois você vai ali atrás, quero abraçar você. É muito importante esse momento, esse relacionamento que nós fazemos aqui. Afinal de contas, meus queridos, pensem, nós vamos junto pro céu, tá tudo certo?
E você, tá tudo certo com teu irmão para ir pro céu com ele? Tá tudo certo? Tem alguma coisa para fazer, para acertar, para você ir pro céu?
Hum? Tem alguma coisa para ser feita na sua vida para você participar da Santa Ceia, dessa programação maravilhosa que terá nesse próximo sábado? Anota aí na sua agenda.
Santa Ceia, final da semana de oração com Santa Ceia. É muito poder que Deus está reservando para quem estiver aqui e para quem estiver aí também na internet. Mas eu quero continuar dando as boas-vindas a cada um.
Esse é o momento para você se acertar. Aí você faz uma Santa Ceia e participa do lavapés e de todos toda a cerimônia, mas tem coisa para acertar na vida ainda. Esse é o momento, meus queridos.
Igreja é para isso. A Santa Ceia é um mini batismo, eu chamo, eu falo onde você se acerta as contas com Deus. Depois da Santa Ceia tá tudo certo.
Pudera Deus voltar depois de uma Santa Ceia. E dona UDA tá todo mundo salvo porque pecados perdoados sem nada para trás, né, professora? Que coisa maravilhosa.
Anotem na sua agenda. Todos estão convidados. A partir das 9:15 teremos o lavapés.
O lavapés aqui não é durante a programação, é antes. Então chegue antes para você participar. Vai ter os avisos todos lá para você participar do lavapés.
Eu às vezes com a minha esposa, nós lavamos o pé em casa, um do outro. Oramos ali, cantamos e já fazemos essa parte da cerimônia lá para para ela ser completa. Vocês entenderam?
Mas aqui eu acho mais gostoso porque você faz da forma como você acha melhor. Aqui é mais gostoso por causa da irmandade, da fortaleza aqui dá isso, né? Da nossa amizade.
Mas é isso. Dado recado especial, curve o teu rosto e vamos orar. Querido Deus, muito obrigado, Pai, porque o Senhor tem preparado coisas maravilhosas para nós durante essa semana.
Cada sermão maravilhoso que nos leva para próximo, mais próximo, pertinho de Jesus. Que bênção. O pastor Manolo aqui conosco, um homem ungido do Senhor e não será diferente hoje.
Prepara o nosso coração para nós recebermos essa mensagem. Todos aqui, todos da internet são muito bem-vindos à casa do Senhor. Se você que está aí na internet orando conosco e vai cantar conosco daqui a pouco também, sentir o desejo de vir aqui na semana de oração, ainda teremos amanhã, quinta-feira, sexta-feira e sábado, programações maravilhosas.
Venha aqui receber o nosso abraço. Obrigado por essa programação. Iremos te louvar.
Aceite a nossa adoração, o nosso louvor. Oramos em nome de Jesus. Amém.
Você já exaltou a Deus hoje em algum momento? Você pode exaltar de várias formas, nós não vamos falar. Você pode orar, você pode cantar, você pode agradecer [música] a Deus no teu trabalho, tá?
durante o dia, mas aqui agora, [música] de forma mais concreta, você vai ficar em pé e você vai exaltar o nome de Deus [música] cantando essa música com muita emoção. Cante comigo. Re [música] exaltado, rei exaltado dos [canto] céus, eu louvarei.
Ele [música] exaltado para sempre exaltado o seu nome. [canto] Louvarei. [música] Ele [canto] é o Senhor.
Sua [música] verdade vai sempre reinar. [canto] Terra e [música] céus glorificam o seu santo nome. [música] Ele exaltado, [canto] o rei exaltado [música] no céus.
Ele exaltado, [música][canto] o rei exaltado nos céus eu [música] louvarei. Ele exaltado [canto] para sempre exaltado seu nome. Louvarei.
[música][canto] Ele é [canto] o Senhor. Sua verdade vai sempre reinar. [música][canto] Terra e céus glorificam [música][canto] o seu santo nome.
Ele exaltado, [música][canto] o rei exaltado nos céus. [canto] [música] Ele exaltado, o rei exaltado dos céus. [música] Amém.
Agora que você já exaltou a Deus, de forma plena, nós nos colocaremos aos pés da cruz. [música] Às vezes a gente fica pensando, né, pode deixar comigo, [música] pode deixar comigo, eu dou conta do recado, eu vou e tá tudo certo e dá tudo errado. Às vezes não foi assim, não é assim, eu vou fazer.
Pode estar comigo na minha força. Se você [música] não se render a Deus de forma [música] completa, somente se rendo, você [música] será um vencedor. Amém.
Cante se rendendo aos pés do nosso Salvador e ele [música] chegará próximo de você e fará de você um vencedor. [música] Declare a Deus: "A ti eu vou [música] clamar, pois tudo vem de ti e tudo está em ti. [música] Por ti vou caminhar.
[música] [canto] Tu és a direção, [música] o sol a me guiar. [canto] [música] Tudo [canto] pode passar. [música] Teu amor [canto] jamais me deixará.
[música] [cantoria] Sempre [canto] há de existir. [música] Novo [canto] amanhã preparado para mim. [música] Eu [música] me rendo aos [canto] teus pés.
[música] És tudo que eu preciso [música] [canto] para viver. Eu me lanço [música] aos [canto] teus braços, onde encontro [música] o meu refúgio. [música] Jesus [música] [canto] eis-me aqui, Jesus.
Eis-me aqui. [música] [música] A ti eu vou clamar, [música][canto] pois tudo vem de ti e tudo está em ti. [música] Ti vou caminhar.
Tu és a direção, o sol a [música] me guiar. Tudo [música] pode [canto] passar. Teu amor jamais me deixará.
[música] Sempre há de existir. [música] Novo [canto] amanhã preparado para mim. [música] Eu me rendo [música] aos teus pés.
És tudo que eu preciso [música] [canto] para viver. Eu me lanço [música] aos [canto] teus braços, onde encontro o meu refúo. [música] Declare a Deus.
Eu me rendo aos [música][canto] teus pés. És tudo que eu preciso para [música] viver. Eu me lanço aos [canto] teus braços, onde [música] encontro o meu refúgio.
Jesus [música] e-me aqui. [música] [música] Jesus, eis-me [música] aqui. Amém.
Uma boa noite a todos. Quem que não recebeu esse folhetinho aqui? Você pode pegar lá na recepção, por aqui, se você tiver quatro presenças na sexta-feira vocês vão ter um presente.
Não é sorteio, mas você tem que comprovar que veio quatro dias da semana, tá? OK. Então, procura a recepção, pega e se você veio, só carimba e tá tudo certo.
Esse é um momento onde nós temos a oportunidade de adorar a Deus com os nossos dízimos e as nossas ofertas. Aqui tem o gasofilácio. E para você que tá lá do outro lado da telinha, tem o Qcode, tem o link.
Fique à vontade. Os dízimos e as ofertas é algo muito particular entre o adorador e Deus. é muito íntimo.
E se você talvez não tenha essa situação resolvida com Deus, abra o seu coração a ele, conversa com ele, seja honesto com Deus, porque ele é pai e ele sabe do que se passa na tua vida, do que você está enfrentando, mas ele sempre vai estar lá de braço. abertos para poder te ajudar de todas as formas. Que Deus possa abençoar.
Fiquem à vontade. [música] Você vai orar depois? Você vai orar, né, pastor?
[música] Tudo, [canto] ó Cristo, a ti me entrego. Tudo [música] sim [canto] por ti darei. Resoluto, [música] mas [canto] submisso.
Sempre a ti eu seguirei. [música] Tudo entregarei, [canto] [música] tudo [canto] entregarei. [música] Sim, por ti, Jesus [canto] bendito, [música] tudo deixarei.
[música] Tudo, ó Cristo, [canto] que [música] entrego. Corpo e alma [canto] e aqui este [música][canto] mundo mal renego, quero [música] dedicar-me [canto] a ti. [música] Tudo entregarei, tudo entregarei.
[música] Sim. Por ti, Jesus [música][canto] bendito, tudo deixarei. Tudo, [música] ó Cristo, te entrego.
Que trazer, [música][canto] ó meu Senhor, paz perfeita, [canto] paz completa. [música] Glória, glória ao Salvador. [música][canto] Tudo entregarei, tudo [música] entregarei.
Vim por ti, [música][canto] Jesus bendito, tudo deixarei. [música] Curve sua fronte. Vamos orar.
Querido bom Deus, aqui está o teu dízimo santo, Pai. o Senhor possa abençoá-lo na tua obra e levar esse evangelho a todos os corações que estejam precisando. Abençoa também cada doador e que a fidelidade nunca se aparte de nenhum deles.
É no teu nome, Jesus, que eu faço essa oração. Amém. Eh, pode se assentar.
O que eu vou falar para vocês assim, acho que é melhor vocês estarem sentados mesmo, porque a palavra de Deus ela ela me atravessa assim, às vezes, sabe? Me corta ao meio. Eh, a não ser que você seja muito indiferente, né, dona Rita?
Às vezes fala coisas assim que [música] Deus fala com a gente, né? Meu Deus, ele [música] me derrubou, mas ele vai me erguer. Eu não sei quando você canta tudo, entregarei.
É isso mesmo que [música] acontece na tua vida. Eu canto meio até com certo temor, viu? Porque eu canto tudo [música] entregarei e repito ainda, né, para confirmar.
[música] Tudo entregarei. Aí tem o couro e volta de novo. Tudo entregarei.
Meu Deus. Nós só iremos entregar toda a nossa vida completa. O dia que você viver a letra dessa [música] música que nós vamos cantar agora.
Ele conhece o nosso coração. Ele nos ama. [música] É um processo de entrega.
Eu peço perdão para Deus, porque [música] nem sempre eu entrego tudo o meu tempo, a minha vida. Queridos, que depois dessa semana de oração abençoada, de fato, quando nós cantarmos essa música, viu Cristian, tudo entregarei, [música] que seja uma realidade na nossa vida e que vivamos a letra dessa canção que vocês vão cantar comigo aí agora. Se ajeitem.
Vamos lá. Senhor, [música][canto] conhece? Louve a Deus comigo.
Meu coração. [música][canto] Mesmo [música][canto] quando erro, sei [música] que me ama. [canto] Junto [música] com o ministério de louvor.
Vem envolver-me [canto] com teu perdão [canto][música] e em todo [música] [canto] tempo. [música] Sei [canto] que me amas. [cantoria] [música] Me ajoelha [canto] aos pés da cruz, onde o [música] sangue [canto] de Jesus foi vertido em amor.
[música] Toda a [canto] morte e todo mal, seu amor venceu ali. [música] Nada vai nos separar. [canto] [música] [música] [música] O meu caminho seguro [música] está [música] Sei que [canto] vais à frente.
[música] Sei que me amas. [música][canto] Entregue a Deus. Me ajoelha aos [música][canto] pés da cruz, onde o sangue de Jesus [música] foi vertido em amor.
[música] Toda [canto] morte, todo mal, seu amor [música] venceu ali. Nada [canto] vai nos separar. [música] Já posso [canto] ver o céu se abrir.
[música] Cristo vem para me buscar. [música] Já posso [canto] ver o céu [música] se abrir. Cristo vem para me [música] buscar.
[música] Me [canto] ajoelho aos pés da cruz, onde o sangue de Jesus [música] foi [canto] vertido em amor. [música] Toda a morte, todo mal, [música][canto] seu amor venceu ali. Nada vai nos separar.
[música] [canto] [música] E quando o mundo [música] chegar [canto] ao fim, nós [música] veremos o rosto de Jesus. Eu verei seu rosto. [canto] [música] Sei que me amas.
[canto] [música] Sei que me [música] amas. [música] Louvado seja Deus. Amém.
Boa noite. Que bom que você vê a igreja. Esta tem sido uma semana especial porque nos dá a oportunidade de reflexões muito, muito pertinentes na nossa relação com Cristo e na percepção que temos do evangelho.
Pegar carona com uma semana dessa e embarcar numa jornada seguindo pistas. Olhando pro evento já tão conhecido para cada um de nós sobre perspectivas bem específicas de quem esteve lá a partir do registro bíblico. Tem sido uma jornada, não sei para você, mas muito estimulante para mim, revigorante e me e parar para pensar nisso, para meditar nisso, é de um valor eh inestimável, mesmo depois de tantos anos em contato com o cristianismo.
Se você tem a sua Bíblia, por favor, abra o livro sagrado no capítulo 23 de Lucas. Você deve ter reparado que ao longo desta semana nós temos nos concentrado eh temos nos concentrado bem na narrativa dos evangelhos e na visão ora de Mateus, ora de Marcos, Lucas e João para montar este grande mosaico. Cada um dos evangelistas nos empresta uma percepção específica destes que estiveram lá neste evento marcante que dividiu a história e que deu sentido e propósito à nossa vida.
Tendo encontrado o texto, vou convidar você a inclinar a sua cabeça. Nós vamos orar a Deus mais uma vez. Vamos pedir a sua ajuda, o seu auxílio.
Amantíssimo Deus e Pai Celestial, nós nos colocamos diante de Tua Face santa em mais uma oportunidade, pedindo para que o Senhor nos abençoe através de sua palavra. Nós precisamos de instrução, precisamos de direcionamento, precisamos da tua ajuda. Que o teu espírito governe todas as nossas inclinações, que o teu espírito governe a nossa vida, os nossos sentimentos.
Usando a liberdade que o Senhor nos deu, nós abrimos as portas do nosso coração, dando completo e total acesso a cada canto de nossa alma para que o Senhor complete a obra que já começou. A tua palavra está aberta diante de nós e ela é poderosa para transformar o coração das pessoas. Pedimos humildemente que o Senhor fale com a gente e ao deixarmos este recinto, tenhamos a clara certeza de que o Senhor esteve no meio do seu povo.
Por favor, é em nome de Jesus que nós oramos. Amém. Lucas, capítulo 23.
Chamo a sua atenção para o verso 26, que na minha versão está assim: Enquanto o levavam, agarraram Simão de Sirene, que estava chegando do campo, e lhe colocaram a cruz às costas, fazendo carregá-la atrás de Jesus. Nesta altura Jesus já havia sido condenado. Vimos que num tribunal religioso e ontem diante da covardia do governador romano, também condenado num tribunal político.
Agora o caminho até o Golgota precisava ser feito e o trajeto que foi determinado era um trajeto, um percurso para causar vergonha. Eles não usaram o caminho mais curto, eles não usaram o caminho mais fácil. Eles perambularam pela cidade, pelo maior número de ruas possível para dar publicidade a condenação.
O corpo de Jesus está exausto. A madrugada havia sido longa, o açoite tinha sido brutal. E a cruz, que agora é colocada sobre os seus ombros feridos, não é apenas um símbolo teológico.
Ela é um instrumento de tortura. e o seu peso é real. No meio da multidão, um homem, segundo o que lemos, foi puxado.
Simão de Sirene. Ele não planejou aquele encontro. Ele não saiu de casa naquele final de semana esperando carregar uma tora pesada em seus ombros.
Ele foi constrangido a isso. Mas talvez a gente precise permitir que a imaginação complete a cena. Imagine alguém chegando a Jerusalém naquela semana especial, festiva.
Não é uma semana comum, como já é dito e conhecido, foi era a semana da Páscoa. Cidade pulsava, gente vindo de todas as regiões, Galileia, Judeia, Decápolis, Europa, Ásia e também da regiões da África como Sirene, de onde veio este tal Simão citado aqui. Jerusalém cresce de repente, as ruas se enchem, as casas recebem parentes, as tendas se multiplicam pelos jardins, pelos cantos de Jerusalém e o templo se torna o centro de tudo naquela semana.
Ali o adorador traz o seu cordeiro, ali a lembrança da libertação do Egito. Ali revive a história de um povo que havia sido salvo por Deus. A Páscoa não é apenas um rito, é uma memória viva, presa e grudada no calendário anual de uma nação.
A Páscoa traz a identidade de um povo. A Páscoa é redenção. Cada símbolo evoca um momento em que Deus desnuda o seu braço para salvar seu povo, arregaçando as mangas.
O cheiro de sacrifício está no ar. O som dos cânticos ecoa pelas esquinas de Jerusalém. Os sacerdotes se movem sem parar e numa escala alucinante cada um cumpre o seu papel.
E no meio desse cenário religioso intenso, há também naquela semana, especificamente, uma tensão política. Roma está atenta. Multidões são perigosas.
Qualquer movimento pode virar revolta e de repente algo quebra o fluxo da festa. Uma procissão, ela não é de adoração, mas de execução. Um condenado atravessa a cidade espancado, sangrando, carregando uma trave sobre seus ombros, carregando sua própria cruz.
O contraste é brutal. Enquanto alguns se deslocam ao templo para celebrar a libertação, levando sua oferta, outro caminha para morrer, deixando a cidade a uma colina próxima, fora dela. E é nesse momento que alguém recém-chegado na cidade, sem entender completamente o que está acontecendo, cruza o caminho de Jesus.
No meio desse cenário, alguém que não estava procurando Jesus acaba encontrando Jesus. Simão não estava procurando o mestre, ele vem do campo, como lemos, ele vem de sua rotina, ele vem da vida comum, ele vem de um lugar distante, ele vem de uma caminhada longa, ele vem de semanas de peregrinação. E ele entra numa cena que não lhe pertence.
A multidão grita, o condenado cai, a cruz pesa e de repente ele é puxado pro meio do negócio. Não foi um convite gentil, não foi uma solicitação, foi uma imposição arbitrária, mas há um detalhe decisivo, é que ele demonstrou compaixão e é exatamente isso que o expõe e o distingue dos demais. Ele não foi escolhido por seu porte físico.
Ele foi escolhido porque ele parou para sentir. E há aqui algo ainda mais profundo. Não é apenas emoção, não é apenas impacto visual, não é apenas como momentânea.
Há algo naquela cena que atravessa a superfície do coração de Simão. Há uma singularidade ali, uma dignidade no sofrimento daquele condenado comparado aos demais. Um silêncio que fala, uma presença que desconcerta.
A mente ainda tenta organizar, mas o coração de Simão já havia sido alcançado. E esse é o mistério do evangelho. A cruz confronta a razão, mas antes também a atravessa.
A cruz não se impõe apenas como argumento, ela se impõe como realidade. E quando alguém se permite sentir, é porque já começou a entender. A cena é quase insuportável.
Jesus cai, levanta, cai de novo. E como eu já mencionei, a cruz não, nesse caso, não é o símbolo como nós costumamos nos referir a ela. Neste dia, nesta manhã de sexta-feira, a cruz ela ela era esmagadora.
Então, surge o vazio. Ninguém quer tocar na cruz, nem a multidão, nem os religiosos para não se contaminar com o sangue. Carregar a cruz significava vergonha.
contaminação, associação com um condenado. E é exatamente nesse espaço vazio, quando ele exausto, desmaiado, não consegue dar conta de levar o peso que Simão entra em cena. A senora White faz uma afirmação extremamente relevante.
Ela diz que o conduzir a cruz ao calvário foi-lhe uma bênção. Aquilo que parecia humilhação se transformou em graça para Simão de Sirene. E eu me arrisco a dizer a vocês, depois de alguns anos de cristianismo, hoje com a compreensão que eu tenho, com a visão que eu tenho, essa é uma honra que eu também gostaria de ter tido.
E esse é o ponto da virada. Simão começa obrigado, mas ele não termina assim. Naquela sexta-feira, ele foi obrigado a carregar a cruz, mas depois desse dia ele a carregou como uma escolha consciente.
O que começa com constrangimento termina como uma decisão. O que começa como um contato externo se torna compromisso interno. Esse é o movimento do evangelho, da circunstância para convicção.
Simão não apenas carregou madeira, ele passou a carregar a cruz depois desse dia como um estilo de vida. Lucas diz que Simão levou a cruz após Jesus. Simão anda atrás de Jesus.
E essa posição pode ser vista de uma maneira apenas como um detalhe perdido nos evangelhos. Mas eu estimularia você a olhar isso não de maneira casual. Isso é discipulado de forma visível.
Porque de onde Simão está, caminhando atrás, após Jesus, ele vê tudo. Ele vê o sangue, ele vê a dor, ele vê o silêncio, ele vê a dignidade. Não há discurso, não há convite formal.
Jesus não faz um apelo a ele usando suas palavras ou quem sabe seu poder de argumentação. Não, ele é forçado a fazer aquilo. Então, sem nenhuma formalidade, há apenas uma exposição.
E isso começa a bastar para Simão. A fé de Simão não nasce de um sermão na encosta de uma colina às margens do mar da Galileia. A fé de Simão não nasce ao testemunhar o milagre de um leproso chegar com a carne apodrecida e voltar como a pele de um bebê.
A fé de Simão não nasce de um sermão onde alguém é descido por um telhado, alejado, inutilizado, voltando, andando, saltitando. Não. A fé de Simão nasce de um encontro e o evangelho continua funcionando assim.
O Salvador que carrega o pecado do mundo permite que alguém que arregue a cruz me ouça. Porque diferente da exaustão da sexta-feira, o discipulado é uma cruz que Deus não precisa que nós carreguemos, mas ele permite que a gente carregue. Isso revela algo profundo sobre o reino.
Deus não divide a redenção com nada e nem com ninguém. Seus atos de justiça, seus atos de obediência, isso não acrescenta virtude à salvação. Porque a salvação é algo que Deus não divide com ninguém.
Redenção é uma obra exclusivamente dele, mas Deus compartilha o caminho com seus seguidores. Cristo salva sozinho, mas ele não caminha sozinho. E aqui há espaço para pra gente entender isso com mais profundidade, não para suavizar o discurso, porque Jesus nunca suavizou.
No primeiro século, cruz metáfora, é a mais cruel sentença de um império poderoso. É o último caminho de um condenado. Mas Jesus se empresta disso para definir o discipulado com absoluta clareza.
Repare no verso 23 do capítulo 9 de Lucas, voltando a algumas páginas, o capítulo 9 de Lucas, no verso 23, Jesus antecipa algo que parecia estranho até o episódio daquela sexta-feira de Páscoa. Se alguém quer vir após mim, a si mesmo, se negue dia a dia, tome a sua cruz e siga-me. Mais três ou quatro páginas à frente, no capítulo 14, verso 27, ele diz: "E qualquer que não tomar a sua cruz e vier após mim, não pode ser meu discípulo".
Repare no verso 33 do mesmo capítulo. Assim pois, todo aquele que dentre vós não renuncia a tudo quanto tem, não pode ser meu discípulo. Não há ambiguidade aqui, não há romantização do cristianismo.
Ele tá dizendo, você precisa morrer para si mesmo. E esse chamado ele vai ecoar nas epístolas apostólicas. Gálatas 2:20.
Não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim. Capítulo 12 de Romanos, verso 1. Apresenteis o vosso corpo como sacrifício vivo.
Primeira Pedro, capítulo 2, verso 21. Cristo sofreu em vosso lugar, deixando-vos o exemplo para seguirdes os seus passos. Primeira João, capítulo 2, verso 6.
Aquele que diz que permanece nele, esse deve também andar assim como ele andou. Meus irmãos, olhem para mim, porque nessa noite de quarta-feira, eu lhes afirmo, não existe discipulado sem cruz, não existe seguir Jesus sem renúncia, não existe Cristo como Salvador, sem Cristo como Senhor. Vivemos numa época difícil do cristianismo porque estão vendendo Jesus no varejo e não estão entregando.
Estão apresentando às multidões um Jesus que não é o Jesus da Bíblia. Eu não sei se você já se enfiou numa fria, comprando o que não devia, fechando um contrato que não leu as letrinhas miúdas lá no final. Já aconteceu isso aí com você?
Você já comprou um negócio que falou: "Opa, me dei mal, como é que faz para devolver? Como é que faz para cancelar? Como é que faz para?
" E aí você descobre que você assinou aquelas dezenas de páginas sem ler as letrinhas miúdas. E nas letrinhas miúdas você não tinha escapatória. Você se colocou numa posição em que você assinou um contrato sem ter lido direito ele e você tá preso a ele e não tem como sair dele.
A menos que você pague uma multa, uma multa que você não pode ou não tá disposto a pagar. Então você tem que cumprir o contrato. Deixa eu dizer a você uma coisa.
O cristianismo que nos é proposto, o cristianismo bíblico não tem letrinhas miúdas. Para falar verdade, qualquer pessoa que entende um pouquinho o básico de marketing sabe que o que Jesus entregou as multidões como um produto, que é o discipulado, do ponto de vista comercial, ele só deu tiro no pé. Você não vê ele alimentando falsas esperanças nos seus discípulos.
Você não vê ele propondo uma vida, um mar de rosas? Você não vê Jesus convidando seus discípulos a navegar num céu de brigadeiro, num lago tranquilo, com uma brisa que vai fazendo o seu cabelo ficar esvuaçante e você ali como se tivesse curtindo um passeio numa tarde de verão? Não.
Quando você vê Jesus propondo discipulado não somente aos seus discípulos, mas as multidões, ele está entregando um negócio que num primeiro momento você vai olhar e vai dizer: "Eu não quero isso para minha vida". Porque ele propôs, você precisa morrer para si mesmo, você precisa tomar sua cruz, tomar a cruz, negar-se a si mesmo. Não, não, não.
Hoje e sempre foi assim, nós somos estimulados a fazer com que as pessoas nos respeitem. Nós somos extremamente estimulados a levar as pessoas a se impressionarem com o nosso currículo. Nós temos que nos dar o respeito.
Tudo fala. Vivemos numa sociedade em que o orgulho é glamorizado. A vaidade é tida como virtude.
Tudo comunica. Não use isso. Não vista assim.
Não vá desse jeito. Ou eu tô falando aqui alguma mentira. Ou nós não ficamos o tempo inteiro subestimando ou superestimando as pessoas pela casca.
E aí você vem agora com esse papo de negar-se a si mesmo, olhar pro outro como superior a você, ajoelhar para lavar os pés de uma outra pessoa que eu não tô muito aimersar e tomar um chá da tarde. proposta de Cristo aos seus seguidores. Tá longe de ser o tipo de vida dos sonhos.
Mas igrejas que se autodenominam cristãs hoje estão tentando vender uma ideia de uma vida muito boa e confortável. A partir do momento em que você se entrega a Jesus, ele vai dar conta de resolver as tuas questões. Ele vai te colocar num outro patamar da existência, de realização, de felicidade, de satisfação.
Meus irmãos, a teologia da prosperidade, ela se sofisticou. Eles não estão mais apenas dizendo pra gente que a gente vai poder mudar de nível social, de ter o carro, o apartamento dos sonhos. Não, a teologia da prosperidade hoje tá tentando vender uma outra coisa, um cristianismo ao gosto do seu cliente, para que você se sinta a pessoa mais amada do mundo, ainda que você permaneça nos seus pecados.
Olhe para mim. Jesus veio salvar você dos seus pecados e não nos seus pecados. Tomar a cruz é tomar a decisão de você seguir um caminho sangrento, um caminho de morte.
Sabe porque muitas vezes temos sérios conflitos matrimoniais? Sabe porque muitas vezes não conseguimos restaurar alguns relacionamentos? Sabe porque saem faíscas de relacionamentos com os nossos irmãos em igrejas, em processos deliberativos, em conversas que levam a decisões, a rumos, a votos, a relatórios.
Sabe por quê? Porque tem muita gente viva na igreja ainda. Porque estes que deveriam votar, opinar, liderar, estes já deveriam ter morrido para si mesmos.
Mas porque permanecem vivinhos da Silva, sem carregar a cruz e seguir os passos de Cristo de renúncia, ainda tem o seu ego muito forte, muito vivo. E com qualquer ameaça de diminuição do seu valor e da sua imagem, nós arrepiamos, nós nos ressentimos, nós nos entrincheramos, nós buscamos aliados para ver se alguém compartilha da nossa dor e da nossa decepção. E a gente vai se entrincherando no nosso azedume, porque estamos muito vivos ainda.
O discipulado que propõe a cruz diz a mim e a você que nós precisamos morrer para algumas das nossas certezas, vontades, tendências. O evangelho não apenas quer livrar você das consequências do pecado, ele quer restaurar a imagem de Deus em você. para que a gente consiga desenvolver algumas características.
A gente tem que parar de pensar apenas em nós mesmos e nos nossos próprios interesses. A gente não é último biscoitinho no pacote. A gente não é a última aguinha perrier no deserto.
A gente não é. Mas igrejas cheias, não com pregadores do evangelho, mas com animadores de palco que estão lá para massagear o ego de sua audiência. E eles são pagos para dizer paraas pessoas que mesmo em seus pecados, tá tudo bem, tá tudo bem.
Você é a coisa mais lindinha de Jesus. tomar a cruz, morrer para si mesmo. Não há aqui ambiguidade, como eu já disse, há aqui uma clara e absoluta proposta de discipulado.
Morra para si mesmo. Morra. Simão se torna uma parábola viva disso, porque ele está tomando uma cruz.
Ele não escolhe o momento, ele não escolhe o peso, ele não escolhe o caminho. Ele apenas entra e segue atrás. Tome a cruz e siga.
Essa é a posição do discípulo. Não à frente, não conduzindo, não negociando, seguindo Jesus. O discipulado é uma entrega existencial que excede aspectos intelectuais.
Não é apenas o entendimento, mas é a vida. e uma vida marcada por sangue, suor e lágrimas. Talvez você esteja aqui como Simão.
Talvez você veio à igreja hoje ou abriu o link sem um plano espiritual muito profundo. Você apenas veio, chegou o negócio aí apareceu, você clicou, mandaram para você o link, você abriu. E talvez os seus planos espirituais para essa quarta noite não tenha sido um plano muito bem elaborado.
Simplesmente você se esbarrou com o que tá acontecendo aqui, aqui agora, ao vivo ou quem sabe em algum ponto do futuro, próximo ou distante, tipo, Simão, você tava indo para lá e aconteceu um negócio no meio do caminho. Alguém convidou, alguém insistiu, você veio, abriu, sugeriram, talvez até sem muita vontade, mas você tá no caminho, isso importa. Simão não decidiu no início, mas decidiu depois.
A pergunta não é como você começou. Pergunta é o que você vai fazer com esse encontro. Simão entrou na história por alguns metros, mas aqueles metros ecoaram por toda a vida.
que pare o que parecia ser um acidente era providência. O que parecia ser apenas um peso, tornou-se um privilégio. E talvez hoje não seja coincidência.
Talvez seja o início de sua caminhada, que você ainda não entende completamente, mas que pode redefinir tudo, tudo para você daqui paraa frente. E às vezes alguns passos são suficientes para mudar uma trajetória inteira. O encontro com Cristo pode não ter sido planejado por você, mas não tenha dúvida, isso foi provocado pela providência.
Talvez você acha que o que aconteceu foi apenas uma mera coincidência, o seguir de dias normais como qualquer outro, mas talvez numa esquina muito despretenciosa, Deus tenha se revelado a você. Talvez esta noite Deus tenha se mostrado a você. Talvez esta noite nós estejamos falando para alguém que disse sim ao cristianismo, que disse sim a oferta de salvação, mas que acha que caminhar esse percurso carregando a cruz é pesado demais.
Me ouça. Você não tem opção. Ninguém faz esse percurso de mãos vazias.
A vida já tratou de machucar você. Você tem as marcas do que a vida andou fazendo com você. Isso também é inevitável.
No meio dessa confusão que a gente se enfiou, no meio desse mundo contaminado, vindo com defeito de fábrica, você tá cheio de marcas, traumas, más lembranças, traições, colhendo as consequências de pessoas que você julgava que podia confiar ou colhendo as consequências de suas próprias lambanças. Entenda, eu não viajei essa distância toda para chegar aqui e ofender você. Não, eu não quero ofender você.
Mas a graça é coisa que faz sentido para pecador. E se a gente não sentir que de fato a gente é pecador, a graça não vai fazer sentido. E se você reconhece o seu estado?
E se você tem trazido em seu corpo, em sua alma, as marcas, as feridas, como que alguém [música] ainda pode propor que no meio dessa confusão toda você acrescente ainda o peso de uma trave nos ombros? Mas deixa eu dizer a você, ele diz que vai haver o suprimento necessário para você dar conta do recado. Vai ser leve.
O julgo é leve e manso, porque nós estamos tomando dele, aprendendo dele, seguindo as orientações dele. Deus não vai botar você em fria. Esse negócio que você vai ter que levar nos ombros feridos, [música] esse negócio ele é habilitador.
Ele vai dar sentido à sua jornada. Ele vai dar propósito a essa coisa que você tá chamando de caminhada cristã. E esse negócio muito semelhante ao que aconteceu com Simão de Sirene.
O que de início parecia ser um negócio estranho, forçado, difícil, tornou-se uma bênção para ele. Você já tomou sua cruz em seus ombros? Em algum ponto de sua caminhada você deixou essa trave na beira do caminho, nós vamos ter que voltar para buscar, porque ninguém pode prosseguir sem levar nos ombros a sua própria cruz.
Ela não é familiar, ela não é conjugal, ela não é matrimonial. A cruz é pessoal, é minha. Eu tenho a minha, com a minha medida e com o peso que a graça me dará conta e me ajudará a carregar.
Cadê a sua? Onde você deixou a sua? Tome a tua cruz e siga.
Isso não é com letrinhas pequenas, isso tá em letras garrafais. Se você quer ser meu discípulo, tome a sua cruz. e me siga.
Caminho apertado, estreito, porta apertada, estreita. Mas esse é o caminho, esse é [música] o acesso, essas são as condições e ele não vai negociar. Me ouça.
Deus não vai rebaixar o nível de suas exigências às nossas conveniências. Dói, machuca, é difícil, mas é redentora. Você não vai acrescentar nada a sua salvação.
Mas esse é o processo. Se você quer ser meu discípulo, tome a sua cruz e siga-me. Pastor Denis vai cantar e alguns de vocês vão reconhecer.
Esta poesia, essa música é muito forte, não vai exigir apenas dos pulmões dele, mas exige de nós uma posição, uma [música] resposta. E eu espero que ela estimule você a tomar a sua cruz e seguir para que você possa afirmar, como [música] disse o apóstolo, já não sou eu quem vive. Mas Cristo vive em mim.
Enquanto o pastor Denis cantar, se você quer dizer a anjos e demônios para que fique claro no mundo espiritual que você tomou consciência do que foi tratado aqui hoje, eu estimularia você a colocarse em pé para dizer: "Eu vou eu vou recuperar minha caminhada [música] mesmo com os ombros feridos, mesmo com o peso, mas eu vou retomar a minha caminhada e vou tomar a minha cruz". Você tem alguns instantes para tomar sua decisão. Quando [música] penso na maneira que eu vivia, [música] oprimido e sem forças para lutar, desisti de [música] procurar uma saída [música] por achar o meu Meu esforço sem valor.
Finalmente [música] minha [canto] vida entreguei e o [música] poder da cruz me transformou, mas tive que deixar morrer meu eu pra nova [música] vida encontrar. Crucificado [música] com Jesus, já não vivo eu. [canto] Jesus [música] agora vive em mim.
[canto] Em sua cruz eu encontrei [canto] forças para vencer, pois não há [canto] poder em mim, nada [música] tenho oferecer, mas crucificado [música] [canto] com Jesus. [música] Vida encontrei. [música] Respondendo ao chamado do meu mestre.
Eu me entrego cada dia [música] aquela cruz. Minhas mãos estão cravadas [música] para sempre. Na cruz onde encontrei libertação, [canto] [música] vou gloriar-me no poder daquela [música] cruz, pois [música] nela eu encontrei meu Salvador.
tinha [música][canto] escolhido perecer, [canto] mas [música] pelo seu poder e amor vivo [música] estou. [canto] Crucificado [música] com Jesus já não vivo eu. [canto] [música] Jesus agora vive em mim.
[canto] Em [música] sua cruz eu encontrei forças para vencer. [música] Pois não há poder [canto] em mim, nada tenho a oferecer, [canto][música] mas crucificado [música] com Jesus, [música] vida encontrei. [música] Entrego tudo a Cristo, pois [música] sua cruz não foi em vão.
Descobri [música] que a vida é Cristo e com [música] ele vou vencer. Crucificado com o Jesus, [música] já não vivo eu. Jesus [música] [canto] agora vive em mim.
[música] Em sua [canto] cruz eu encontrei forças para vencer. [canto] Pois [música] não há poder em mim, nada [música] tenho [canto] oferecer, [música] mas crucificado com [música] Jesus. [canto] vida encontrei.
[música] [música] Querido Deus e Pai, em Cristo Jesus, Teu filho, encontramos tudo, tudo que a gente precisa. tudo que de fato vale a pena. Então, nos ajuda, por favor, a valorizar, a apreciar este dominário manifestado em Jesus Cristo.
Nós insistimos ainda com as nossas coisas, nos esquecemos fácil daquilo que vale a pena. E esta semana tem sido uma oportunidade pra gente voltar os nossos olhos aquilo que de fato tem valor. Alguns de nós precisamos voltar no caminho onde deixamos a nossa cruz para caminhar com a desenvoltura que a cultura, a época, o século atual nos propõe, que é o tipo de vida que a gente tem que viver.
Mas não é o tipo de vida que o cristianismo não apenas sugere que a gente tem que viver, mas nos ordena a viver. Mas o Senhor não não nos colocaria numa posição de desvantagem em relação à salvação e à eternidade? Não.
Na realidade a esperança está em seguir os passos ensanguentados de Jesus Cristo. É isso que a tua palavra nos propõe. Seus discípulos são marcados pela semelhança com seu mestre.
E o Senhor disse: "Quem quiser ser meu discípulo, tome a sua cruz e siga-me. Por favor, leve a sério a decisão que nós tomamos hoje, Senhor, e nos ajuda a mantê-la, a preservá-la". Nós oramos no precioso nome de Jesus Cristo, que nós amamos, que nós servimos, pela fé agradecemos.
Amém. Que Deus te abençoe. เฮ [música] [música] [música] M.