o olá princesa seja muito bem-vinda meu canal papo de consultório comigo e lino oliveira eu sou psicóloga clínica especialista em terapia cognitivo-comportamental e esse é o quinto vídeo da nossa série a depressão sob a perspectiva da tcc nós vamos discutir então hoje quais são os recursos adicionais estratégias e ferramentas que a gente pode sacar para ajudar o nosso paciente aí a fazer a remissão dos sintomas em depressão ok então para além das técnicas cognitivas e comportamentais quais são os outros recursos que a gente pode adotar em consultório ok se você ainda não assistiu os outros
vídeos da série eu recomendo que você assista vou deixar aqui embaixo na descrição todos os links para você acompanhar desde o início é assim você tem acesso a esse conhecimento mais amplo de como que é o manejo em tcc para a depressão ok para lá então tá bom então o que que acontece como a gente já viu lá no primeiro vídeo a depressão é uma dois cimento mais amplo ela não em basta apenas a vida da pessoa que sofre desse transtorno mas impacta de um modo global inclusive até mesmo economicamente né uma vez que ela
se afasta do trabalho precisa entrar muitas vezes pelo inss né ou tem o índice de desemprego que satura mais também a economia da família e assim sucessivamente ok então nesse caso a gente deve pensar também espero até diz que sejam mais amplas nós temos as ferramentas as técnicas cognitivas e comportamentais e a gente pode incluir outras ferramentas no nosso arsenal para ajudar então na remissão desses sintomas depressivos ok nesse caso então eu vou começar pelo encaminhamento psiquiátrico nesse caso eu posso ter realmente um psiquiatra da minha confiança que eu posso orientar o meu paciente a
procurar muitos deles né não faziam tratamento psiquiátrico nunca fizeram então nesse caso eles não têm muitas vezes né uma indicação e aí você encontra o terapeuta se conhecer um bom profissional se achar que o seu paciente vai sim ele identificar com aquele profissional faça então o encaminhamento ok se ele também tiver as condições de às vezes pagar uma consulta particular mas vai ser bom também você ter outros psiquiatras de referência que atendam a convênios ea planos de saúde agora se o seu paciente já tiver um psiquiatra da família o psiquiatra de confiança que ele já
foi antes fazer algum tipo de tratamento ok ele pode ir fazer o importante dessa relação né quando a gente entra com o medicamento é a gente fazer um tratamento combinado então aonde nós vamos e o recurso também do medicamento para contribuir nesse sentido geralmente as depressões leves né a gente consegue conduzir apenas com terapia porque a pessoa já está apresentando o impacto aí no funcionamento dela mas ela consegue funcionar como determinado esforço quando a gente já tá falando de depressão moderada a grave a gente já tem um impacto maior no funcionamento então o medicamento ele
vai entrar aí como uma necessidade muito importante em especial se o paciente também já está apresentando uma ideação suicida mais ativa ou seja uma ideia mais ativa de morrer um plano suicida alguma coisa nesse sentido então vai ser extremamente importante avaliar necessidade do medicamento muitos deles né muitos dos pacientes eles são resistentes porque eles acreditam que aquilo vai gerar neles não é uma dependência ou ele vai ser taxado com outro lado como uma pessoa louca ou a família não vai poder a entender isso nem os amigos mais próximos então existem vários tipos né de temores
em relação ao medicamento e aí vai ser o nosso papel conhecer um pouquinho mais sobre os medicamentos né que podem ser utilizados os mais comuns que podem ser utilizados e assim a gente trazer algum tipo de esclarecimento para o nosso paciente o mais importante nesse caso é a gente realmente ajudá-lo a compreender os benefícios e que não necessariamente o medicamento vai ser para o resto da vida assim como a gente toma um medicamento para nos ajudar nos sintomas de uma gripe forte né ou de uma pneumonia ou de uma infecção grave a gente também vai
utilizar medicamentos para nos ajudar então nesse equilíbrio emocional ok então é importante a gente trazer essas informações e e conversando com o nosso paciente ajudando ele a retirar esses mitos né em relação ao medicamento e a gente a conservar os nossos próprios mitos enquanto terapeuta também relação ao medicamento a tez ela trabalha em conjunto aí muito próximo com a psiquiatria e nesse caso né se você conheceu o psiquiatra ou se o seu paciente já vier medicado é importante pegar o contato desse psiquiatra para vocês trocarem uma ideia claro que se for de convênio e isso
vai ser mais complicado mas se não for de convênio se for particular se for um conhecido seu dá para se fazer parceria e hoje os psiquiatras estão muito abertos a esse tipo de parceria como os psicólogos ok claro que tem alguns que nem tanto mas tem muitos que tem essa liberdade aí para fazer justamente esse acompanhamento né em grupo esse acompanhamento multiprofissional cada um contribuindo dentro da sua área além disso a gente deve pensar no outro recurso muito valioso que a família e os amigos mais próximos ok isso é importante porque a maior a vida
do seu paciente acontece no ambiente familiar na relação social na relação com os amigos e assim sucessivamente então conseguir trazer né a família e essas pessoas mais próximas também como uma fonte de apoio em terapia como recurso né de apoio social é extremamente importante ok não é raro os pacientes com depressão relatarem para gente que está apresentando alguns conflitos familiares principalmente porque a família na tentativa de ajudar muitas vezes fala para levantar para deixar de preguiça cobra tenta estimular de uma maneira que para o paciente depressivo serve como o oposto ele vê isso como uma
crítica ele vê isso como uma cobrança ele vê isso como a manifestação da incapacidade dele de ficar bem e ao invés dele se motivar ele acaba paralisando cada vez mais e se isolando cada vez mais socialmente e nesse caso a gente poderia trazer a família também é fundamental porque aí a família vai conseguir compreender melhor e você vai poder passar informações muito úteis para essa família para ele poder manejar se a família já é mais consciente se o ambiente familiar já é um ambiente mais favorável ok tranquilo então e que bom né que seu paciente
tem essa oportunidade mas para aqueles que estão apresentando dificuldades você pode então solicitar autorização dele para entrar em contato com a família e dessa forma você fazer uma né uma sessão uma reunião com essa família para ensinar né para mostrar o que é a depressão como que vai ser o trabalho o que que vocês vão fazer nesse sentido e como que eles podem contribuir e comportamentos né que às vezes podem prejudicar nessa recuperação então isso é importante eu criei um e-book prazer a depressão vou deixar aqui também na descrição aonde eu trago justamente todas essas
informações voltadas para famílias voltada para o paciente voltado para os amigos justamente para as pessoas compreenderem então que elas podem fazer nesse sentido e o que elas não devem fazer nesse sentido porque não vou contribuir aí com o estado emocional e com a remissão desses sintomas ok e terceira coisa aí que a gente pode sacar dentro da terapia cognitivo-comportamental no tratamento para depressão também vou ser outras atividades agregadas como atividade física vai ajudar muito na liberação de endorfina uma sensação maior de energia nesse caso claro a gente deve com começar né com passos que estejam
adequados para o paciente então não adianta a gente querer falar para ele correr 5 km sendo que ele nem faz consegue fazer uma caminhada então a gente começa com passos oi gente ficando qual o tipo de atividade física pode ser mais prazerosa para ele além disso né a gente trabalha aí com uma questão dentro do sistema de valores coisas adicionais que essa pessoa pode fazer então muitas pessoas vão para meditação vai vão para yoga vão por mais vão para a fé né então todos esses elementos eles são importantes claro que isso deve ter conexão ou
sistema de valores do seu paciente a gente não vai indicar né por exemplo na parte da fé um lugar específico para ele ir muitos pacientes são agnósticos ou seja não tem fé né como a gente conhece religiosamente então a gente vai pensar em outras coisas que vai trazer prazer então a gente vai avaliando nem de sistema de valores o que funciona e o que não funciona para ele ok e aí sim a gente vai fazendo um tratamento mais integral tudo que puder com o no mesmo sentido né de enfraquecer os sintomas e de trazer uma
resposta mais funcional para a vida do seu paciente faça com ética com coerência e dentro do sistema de valores que ele tem ok então espero que esse vídeo tenha contribuído aí desejo muito sucesso em seus atendimentos terapêuticos e até o próximo e último vídeo onde eu vou falar do manejo ao suicídio ok beijo tchauzinho