quando a gente tá falando de uma venture building a gente precisa ter perfis empreendedores a gente precisa trazer pessoas que pensem diferente que tenham essa cabeça mais oxigenada que tenham essa esse senso de urgência muito forte que tenham esse olhar mesmo de Poxa eu preciso garantir hoje porque amanhã pode ser que não venha o faturamento Pode ser que depois de amanhã a empresa não esteja da mesma forma Então essa pessoa não pode ter muita aversão a risco grow [Música] halex Olá aqui é Pedro van gertner eu sou cace Ventures e esse é growth holic o
podcast para quem adora inovação empreendedorismo se você curte e acompanha grta Rolex pare 30 segundinhos e avalie o podcast com cinco estrelas pela plataforma de áudio que você utiliza isso ajuda mais pessoas a encontrarem nosso conteúdo hoje vamos falar sobre um tema que pode ser decisivo para muitas empresas startups o venture building se você já se perguntou como esse modelo funciona na prática se dá certo ou não Especialmente para quem às vezes quer fazer um Corporate venture building que é a versão corporativa desse modelo a gente vai entrar a fundo ver os pró contras metodologias
que a gente recomenda de governança e muito mais e para nos guiar na nessa conversa eu trouxe Vittor Moreira que é diretor de investimentos da oxige aventures E a Milena Fonseca que é CEO da Ace Cortex que é a nossa consultoria de negócio a gente vai entrar em vários temas se você se interessa sobre venture building eu tenho certeza que você vai gostar desse Episódio aproveitando a presença da Cortex no episódio de hoje deixa eu te contar uma novidade estão abertas as inscrições paraa segunda edição do impulsiona startups que é o programa de aceleração de
startups com impacto social positivo da Serasa Experian uma parceria aqui com a ess Cortex serão escolhidas oito startups que estejam em estágio de validação ou tração para desenvolverem seus protótipos e o mais interessante as quatro startups mais aderentes vão avançar para a fase de aceleração entre os benefícios as startups selecionadas podem receber até r$ 50.000 de Investimentos equity free além de mentorias e acesso a soluções da Serasa Experience se você gostou desse projeto você pode se inscrever no link que tá na descrição desse Episódio agora vamos direto ao ponto e falar sobre venture building e
aí será que esse modelo para de pé funciona no seu contexto dá o [Aplausos] play hoje eu tô aqui com Vittor Moreira que é é diretor de investimentos do oxia seja muito bem-vindo Vitor Obrigado Pedro Obrigado Milena prazer est aqui com vocês boa e a Milena Fonseca que é a CEO aqui do nosso braço de consultoria da Consultoria Ace Cortex tudo bem Milena Tudo ótimo melhor agora muito bom est com vocês Tá de novo coig aqui participando do nosso podcast ser muito gostoso nosso papo boa e falei do ox né rapidinho Vitor para quem não
conhece fala o que que é oxija para situar todo mundo aí vamos lá oxija é o veículo de Corporate venture capital e Corporate venture building da brasken é uma iniciativa que que que começou no final de 2022 com compromisso da brasken de investir ali 150 Milhões de Dólares nessa iniciativa eh que tem uma tese eh central com dois focos em sustentabilidade e transformação digital na indústria e três formas de atuação sendo elas o a PR de Corporate venture capital um programa de aceleração chamado Ox LBS e a própria prática de Venture building legal e é
sobre esse ponto o último ponto que o Vittor falou que a gente vai mergulhar hoje a fundo é um assunto e no mínimo polêmico né porque tem muitas teses muitas crenças sobre o modelo e a gente trouxe o Vitor aqui justamente porque ele tá operando isso então ele já viu o que funciona o que não funciona a gente vai discutir sobre isso mas antes eu queria pedir para Milena né o O Vitor falou Corporate venture building a gente eh qual que é a difer o que que é venture building no geral como é que a
gente entende esse conceito aí né e depois se você quiser complementar V fica à vontade legal Pedro quando a gente fala de Venture building a gente tá falando de nada mais do que a criação de um novo negócio por parte de uma empresa já consolidada eh que quer expandir seus horizontes e a a gente pode falar de Venture building tanto muito conectado ao Core Business gerando alavancas e sinergias estratégicas com Core Business muito simples porque eu tô ali quase que num num mercado adjacente com o mesmo perfil de clientes ou o mesmo mercado ou eu
posso ter uma venture building ali que vai um pouco mais distante do meu Mercado Core mas que eu entendo que é para onde o meu setor tá indo ou um novo setor que faz sentido por tecnologia ou por modelo de negócio eu abarcar mas resumindo é nada mais nada menos do que a criação de um novo negócio por parte de uma empresa consolidada legal então assim a gente pode falar de Venture Building Stand Alone como a gente vai lá enfim geralmente é um modelo onde a gente tem um estúdio né um como se fosse uma
aceleradora né a gente poderia olhar e e e aí a gente vai criando negócios ali dentro né a gente teve múltiplas experiências nessa área né enture building e Corporate venture building e eu queria entrar aqui já de cabeça perguntando pro Vitor Vitor na sua vivência né porque eu já falei com muita gente no mercado muita gente do mercado corporativo f p isso aí não funciona a gente já tentou não deu certo outros caras falam Pô a gente fez isso aqui deu super certo quando funciona Vitor O que que você aprendeu sobre isso que eu acho
que isso é o é importante aqui depois a gente pode até entrar no modelo mais amplo aí de de de de Venture building mas vamos falar do no seu caso o que que você aprendeu não legal eh eu acho que é importante ressaltar que venture building de um modo geral é uma iniciativa de de longo prazo eh eu tive a a o privilégio de antes de de entrar na na oxija liderar eh um venture building Studio por 2 anos e meio então tem um pouco dessa e desse entendimento do do Qual a diferença de o
venture building Studio para um um Corporate venture builder que eu acho que ajuda eh também a dar esse direcionamento mas eu acho que é importante ressaltar essa questão do longo prazo seja no Corporate no venture building Studio ou no Corporate venture building eh porque você precisa de tempo para maturar essas ideias eh E essas iniciativas dentro de casa né a a oxig ela tá rodando faz eh faz um pouco mais de do anos eh o que não é tempo suficiente para as empresas eh digamos assim que participam desse programa já estarem eh florescendo e ou
eh no estágio avançado eh então a gente tá tá no começo dessa jornada eh mas já tem alguns bons aprendizados do que que do que que ajuda a fazer dar certo ou não né Eh o venture building ele ele é um modelo eh que em tese na teoria ele é menos arriscado eh do que o modelo tradicional eh de Venture capital ou startups isso Por quê eh porque porque essas ventes elas já nascem não só com recurso financeiro mas também eh com time mais estruturado com com apoio das estruturas eh de um venture building Studio
ou de um Corporate Venture builder eh que ajuda impulsionar essas Ventures né Eh o o mercado T de chamar isso de unfair Advantage né são são são são as formas como a a Corporação consegue impulsionar eh essas Ventures seja abrindo porta para testar tecnologia dentro de casa né E você chegar um product Market Fit de uma forma mais ágil eh então prover esse testing Ground para as startups e as Ventures eh se desenvolverem de forma mais rápida ou eh utilizar a de stakeholders da da Corporação para ajudar eh no go to Market na comercialização né
abrindo portas ali para clientes fornecedores parceiros da Corporação eh e ajudar a impulsionar eh essas Ventures nesse early Stage né Então essas são algumas das das unfair advantages E o que e o que faz eh com que esse modelo seja mais eficaz mais mais eficiente no caso né quando você tem uma prova de sucesso é quando o sponsor de fato consegue destravar essas alavancas para impulsionar as Ventures na na minha na minha opinião e até onde a gente tem navegado nesses últimos dois anos eh é isso que faz com que eh o modelo de Corporate
venture building seja eh mais eficaz E para isso acontecer você precisa ter um alinhamento extremamente relevante eh entre Corporação eh a venture builder e as Ventures que estão sendo eh impulsionadas né E esse alinhamento parte de liderança das diferentes áreas de negócio e assim por diante legal é eu ou seja o que Você acabou de dizer é eh pescar no mar aberto Ou seja estar solo na tua antiga eh na tua antiga função né de de com estúdio e tal eh versus você ter um um Corporate sponsor que já que tem conexões ali né com
com com o negócio que você tá construindo esse segundo modelo fornece eh vantagens eh importantes pro Sucesso aí quer dizer consegue levar ele para um outro patamar Milena dentro desse contexto né a gente fala muito de n eh por exemplo se eu tô falando de Corporate venture building é muito diferente eu falar cara vou criar um Marketplace aqui né totalmente digital pá pá pá com baixa intersecção com a empresa versus eu tô indo eh capturando uma adjacência uma coisa mais mais mais óbvia né de de eh como é que você plota essas eh eh eh
essa escala em termos de de chance de sucesso do projeto depois queria ouvir o Vitor também em relação a essa captura mais imediata de valor que tá que passando ali Acho que existem dois modelos de muito sucesso assim quando a gente fala de de Corporate venture building principalmente né um primeiro modelo é como que eu consigo crescer quase que numa Ótica de plataforma Então eu tenho uma tecnologia ou eu tenho uma estrutura muito forte dentro da minha empresa E aí eu começo a crescer em outros negócios outros setores outros modelos de negócio dentro da mesma
base tecnológica é mais ou menos se a gente pega o que a palantir fez começando lá dentro da jornada do do mercado governamental pensando em segurança né e migrando também pro mercado corporativo então eu tenho uma tecnologia essa tecnologia tem um Core muito forte e eu cresso sobre uma ótica de plataforma existe uma segunda ótica que é como eu capturo essas adjacências dentro do do meu negócio como que eu entendo ou por uma ótica de jornada do cliente ou por uma ótica de movimentos estratégicos que vão fazer uma movimentação no meu mercado como eu consigo
capturar um um mercado maior então poxa se eu tô hoje dentro do da Indústria Farmacêutica provavelmente olhar para bem-estar ou para olhar paraa jornada do paciente pode fazer mais sentido se eu tô em empresa de tecnologia aonde que eu pego as tecnologias embarcadas que eu tenho forte será consigo oferecer isso para outros setores para outros clientes para outro tipo de de negócio e existe uma terceira ótica que aí é mais distante que é Poxa eu quero entrar nesse mercado estrategicamente para minha organização faz sentido entrar nesse mercado é um mercado mais distante mais longino mas
eu vejo um potencial muito grande então eu acabo apostando nesse terceira Ótica essa terceira Ótica geralmente ela tem uma taxa de falha maior Porque existe uma instab idade ainda uma incerteza até mesmo de como a empresa e Ger quando a gente tá falando de Corporate building a gente tá falando principalmente de corporações né vai se posicionar nesse novo mercado são modelos de negócio muito diferentes é uma operação muito diferent e geralmente você consegue capturar uma sinergia estratégica no primeiro momento menor então geralmente o que mais funciona é a primeira ou o segundo caminho ali é
eu acho que para complementar no caso da oxija a gente tá olhando mais as adjacências quando é alguma coisa muito ligado ao Core Business eh isso desenvol eh o desenvolvimento disso é feito dentro de casa né pelas áreas de negócio e quando é eh Algo Mais adjacente qual o mercado ainda não provê uma solução ou uma oportunidade para para brasken eh ou paraa Corporação eh digamos assim se beneficiar disso eh a gente pode eh explorar o venture building para destravar eh essa dor ou essa oportunidade que foi vislumbrada dentro da Corporação eh e do qual
a Corporação vai ter um papel eh crucial de impulsionar não só como um usuário não só e contribuindo com com com eventualmente contribuindo com tecnologia mas o o foco pelo menos da oxig já tem sido mais nessas adjacências tá pegando pegando teu gancho aí Vitor eh existe uma crítica em relação ao modelo Adventure building eh que tá ligada ao talento que tá tocando o negócio que que eu quero dizer com isso né quando você tem um uma Startup você deve ter vivido muit muito isso aí na na n tuas vivências até anteriores né cara você
tem empreendedores dados eh com com um alinhamento de incentivo muito claro e a crítica hoje ao modelo é uma das críticas né o modelo é que você acaba fazendo uma seleção adversa pegando empreendedor que talvez não seja tão top Tier né do ponto de vista de porque esse cara não o cara que que é top Tier não precisaria entrar numa venture Builder poderia criar o negócio sozinho e isso afeta negativamente o outcome daquele projeto né ou seja daquele negócio existem exemplos eh abundantes de casos de sucesso nesse modelo ou seja eh como entender essa questão
né e e e qual o Framework de análise que você usa para talentos e estrutura de gestão enfim o que que você aprendeu em relação a isso e qual a diferença dos dois modelos você que já vi viveu os dois lados aí em relação a isso né ao talento e tudo mais não bacana P Você tocou num ponto que é que é crucial aqui para pro Sucesso eh de qualquer iniciativa de Venture building seja ela eh independente ou sponsored por uma corporação né Eh E no caso aqui eh você precisa trazer eh founders com mentalidade
de de com DNA e e e mentalidade de founder né Eh na sua grande maioria a gente busca a second time founders então Eh pessoas que já tiveram essa experiência que entendem eh como se constrói uma empresa do zero eh e vão replicar eh esse modelo E aí pro seu ponto das dificuldades de achar o perfil que se encaixa Eh você precisa ter um eer relevante então se você não tiver um alinhamento de equer para trazer esse founder que tem já um um um DNA de founder no mercado eh você não consegue trazer então eu
eu acho que esse foi um um dos ajustes que é o que se já fez eh no modelo de Corporate venture building que foi extremamente importante de ter um equ relevante em favor dos founders eh E que esse inclusive esse equity possa crescer ao longo do tempo eh de forma que que os founders eh possam vir a ser controladores desse veículo tá a gente não falou disso no começo mas na pelo menos na minha experiência do que a gente tem visto no mercado A grande maioria dos dos dos venture Builders eles detém controle eh dessas
dessas startups dessas Ventures a gente entende que isso eh a oxija também tem essa prerrogativa no começo mas a gente entende que ao longo do tempo eh a gente gostaria que os founders detivessem o controle dessa eh dessas Ventures eh e que essas Ventures justamente por ter essa configuração tivessem maior atratividade eh de outros possíveis investidores que não só eh o sponsor dessa desse venture builder né Eh então Respondendo a sua pergunta assim a a forma que a gente achou de trazer talento eh que se assemelha eh eh ao talento de de de empreendedores de
Startup tradicional eh foi trazer um alinhamento de ecor relevante para que eles tenham o mesmo incentivo de participar dessa construção e e dessa jornada ou seja eh eh trabalhar no incentivo é uma forma de você atrair eh os talentos que estão mais alinhados e e e provavelmente vão gerar mais resultado exato e a medida que ele tem eh digamos assim eh um eco de relevante da empresa ele ele fica menos suscetível a eventualmente receber uma proposta de uma outra corporação de virar executivo em outra cadeira eh você traz um alinhamento maior de de longuíssimo prazo
eh paraa construção dessa plataforma E aí Obviamente você tem que ter um vesting associado eh condizente com com com ecor que você tá concedendo eh você tem que ter os gatilhos de de incentivo para aumentar essa participação de ecor ao longo do tempo eh eu acho que essa esse é um grande diferencial do modelo daxia para de fato conseguir atrair talento de Mercado Perfeito Ô mi pegando a linha de de da construção né Eu eu acho que às vezes mu muitas vezes especialmente no Corporate venture building existe uma uma contaminação muito grande da companhia pro
pro negócio né ou seja existe uma um direcionamento que muitas vezes pode esmagar a chance de sucesso daquela iniciativa né e eu eu vou te perguntar num nível mais macro E aí eu queria que o Vitor falasse um pouco de como tu gerencia porque não dá para descasar totalmente porque a gente quer aproveitar sinergias né Ou seja a gente precisa das sinergias para ele dar certo mas o paradoxalmente quanto mais o Executivo ou né a companhia for meter a mão né fando não não vai por aqui vai por ali ah e e minando poder decisório
dos founders da dos emprendedores que estão na linha de frente também existe um balanço delicado precisa ser seguido que que você aprendeu em relação à governança desse processo e como lidar com isso né eh e e e depois eu queria ouvir o Vitor também de como como lidar com isso porque é natural são movimentos naturais né ninguém tá mal intencionado no processo mas é o incentivo é o modelo é um corpo estranho como lidar com isso assir Eu acho que o Vitor trouxe um ponto muito bom que é sempre que a gente tá olhando para
um para um Corporate venture building a gente tem que entender não só as adjacências mas existe uma segunda Ótica de como que eu consigo garantir essa perenidade desse negócio tá sendo criado a médio e longo prazo porque demora para você ter um retorno de um negócio que você vai criar do zero e aí quando eu tô dentro de uma corporação principalmente né em que eu tô falando Poxa eu faturo um 3 5 bilhões E aí eu tenho um esforço dedicado para um negócio que às vezes vai faturar 1 Milhão no primeiro ano e ainda não
vai gerar ebit da nos primeiros dois anos e tem uma tendência a você precisar investir cada vez mais para esse negócio conseguir crescer e mesmo assim ele não vai chegar num negócio de 1 bilhão tão rápido né É muito difícil você conseguir manter essa esse negócio rodando e recebendo o investimento necessário quando a Corporação não tem três aspectos Eu acho que o primeiro é essa governança muito clara que você trouxe Pedro não apenas num separação de gestão então a oxid faz isso muito bem né Vocês têm um CNPJ para oxija um coo para oxija em
que eu consigo ter autonomia Óbvio que eu tenho quase que uma olhar dos investidores da oxig né de para onde eu tenho que ir em termos de drivers estratégicos Mas você consegue ter uma autonomia maior para que eu consiga ter uma proteção de Budget a segunda frente é que eu consiga ter uma gestão de métricas de resultados que seja adequada para aquele modelo de negócios para aquela estrutura há um mês atrás eu tava num cliente que eles criaram serviço financeiro eles são uma empresa de B de consumo Eles criaram uma empresa de serviços financeiros e
a grande dificuldade é Poxa quando eu olho uma empresa de Invest de crédito eu não tenho que olhar só para bit tem outros indicadores que eu tenho que olhar mas eu sou cobrado a trabalhar o indicador que a empresa de bens de consumo tá acostumado a trabalhar eu tenho que olhar o que eu tenho under Management aqui então esse tipo de quebra entre modelos de negócio Principalmente quando eu tô em setores diferentes dentro do que tá sendo criado enquanto novo negócio versos a empresa mãe o cor do negócio né Isso precisa tá muito claro isso
é algo que tem que ser combinado desde o começo porque senão eu posso minar o negócio eu posso minar o potencial futuro desse negócio por fazer ele entrar numa caixinha que não necessariamente é onde ele vai se adaptar e eu acho que uma terceira coisa que é muito importante que o Vittor tangencial muito bem É eu preciso ter empreendedores para tocar esse negócio eu acho que um dos erros que muitas corporações têm é eu vou colocar aqui um executivo muito bom ou um profissional muito bom aqui dentro da minha Corporação para tocar esse novo negócio
mas a gente sabe a política corporativa a forma como os nossos negócios são geridos principalmente aqui no Brasil gera uma limitação da Liberdade do acesso ao risco então quando eu pego alguém que estava muito acostumado com o Core muito acostumado a seguir pelas regras e governanças de uma empresa que precisa ter essas regras de governança porque é uma empresa que fatura 1 2 3 bilhões e eu coloco numa Startup num negócio 100% novo é muito difícil fazer o shift na mentalidade desse profissional então trazer profissionais de Fora para reciclar isso é muito importante também quando
a gente fala de Corporate venture building eu acho que tem um Outro fator que é importante a gente consolidar que é não pode ser um negócio que não gera valor também pra empresa mãe por mais que no primeiro momento o valor monetário financeiro seja pequeno existe uma construção política a ser feita de mostrar poxa esse negócio tá sendo criado por x y z as sinergias que a gente vai capturar são n sinergias como a gente vai capturar essas sinergias porque um erro que houve muito eh nas empresas nos últimos se anos principalmente foi Criei um
novo negócio tinha uma estratégia de captura de sinergia mas criou-se uma contracultura tão grande que eu não consigo depois capturar sinergias entre os negócios que eu criei e entre esse negócio e a empresa mãe então eu acho que se ol a gente olha por esses quatro aspectos fica muito mais fácil da gente conseguir seguir com esse cvb conseguir seguir com esses novos negócios mas sabendo também que não são todos que vão pra frente tem negócios que vão morrer dentro desse portfólio a estratégia da empresa mãe pode mudar querendo ou não a empresa mãe que tá
investindo nesses negócios a gente pode ter diretrizes diferentes que vão associar principalmente num cenário a gente sabe do cenário corporativo brasileiro um executivo ele fica aí de três 5 anos se muito dentro de uma cadeira quando quando a gente fala de um uma venture building eu preciso ter mais tempo ainda para ter estabilidade do negócio se eu falo de um Marketplace que você trouxe de exemplo Pedro são 7 anos para esse negócio ver equiv e é por isso que as empresas já não estão mais Apostando em Marketplace a gente teve um grande Boom ali por
volta de 2018 2016 hoje a gente não tem esse bum tão grande Tem empresas sofrendo para consolidar os delas Então existe esse entendimento e acho que precisa ter essa clareza muito certa também de Poxa a gente vai entrar nesse modelo de negócio para esse modelo de negócio funcionar as premissas são essas o investimento é esse a gente não vai ter um retorno de curto prazo ou a gente vai ter um retorno de curto prazo e eu acho que esse jogo precisa tá muito claro pros dois lados boa aí são vários pontos importantes eu queria ouvir
o Vitor aí sobre você que tem que lidar justamente com com esse desafio no dia a dia né Eh que que que que você aprendeu né qual melhor forma de de eh de administrar de de encarar isso Vitor não vamos lá eh construindo aqui nos pontos que a Milena trouxe eu acho que eh uma governança estabelecida e um alinhamento com a Corporação eh são as duas ferramentas digamos assim primordiais para fazer o venture building funcionar e e de que forma né a gente a gente fez um benchmark bastante relevante não só no Brasil mas fora
do Brasil do que que o que que faz eh o sucesso e de uma venture builder né e na maioria dos casos o que a gente viu é ter uma governança apartada Então à medida que você eh que você consegue fazer com que o time de Venture building eh esteja num veículo apartado com suas próprias políticas regras e e governança você dá eh autonomia Independência agilidade eh para que você consiga auxiliar essas startups essas ventes que nascem dentro de casa para atingir seu seu objetivo né Eh então assim essa governança apartada para mim é é
é primordial para para para para fazer a prática de Corporate printer building funcionar porém mesmo tendo uma governança apartada se você não tiver o alinhamento estratégico como a Milena comentou né se você não tiver resolvendo eh uma dor da Corporação trazendo algum tipo de sinergia eh você não você não vai conseguir impulsionar essa venture eh junto com a Corporação né então ter o alinhamento com lideranças com as diferentes áreas de negócio que vão participar disso eh que vão usufruir do produto ou serviço que tá sendo desenvolvido pela Startup eh que vão colaborar para dar o
aquele feedback Inicial na construção do primeiro MVP eh isso é extremamente importante e e e bem ou mal Isso exige um tempo eh dos times das corporações para para participar dessa construção para dar esse feedback eh então se você não tem um alinhamento muito claro da participação desses times eh na construção do da da Venture eh você também não vai ter sucesso eh ao mesmo tempo Acho que um outro ponto que é importante ressaltar essa venture que tá sendo criada ela não pode eh ter o mindset de só resolver o problema da Corporação ela precisa
ser construída para ser escalável ela precisa pensar que eu não vou ser eh eu não vou ter um um um único tenant eu vou ser multitenant eu vou ter vários diferentes tipos de cliente que precisam usar essa plataforma eh eh e por consequência se eu fizer é um nível absurdo de customizações eh para para fazer alguma coisa Taylor made para a Corporação específica Possivelmente isso não vai ser replicado ou replicável eh para outros casos eh com outros outros clientes né então Eh aqui tem um trabalho muito crucial da da venture builder da Corporate venture builder
de direcionar fala ok precisamos trazer resultado precisamos trazer eh eh digamos assim esse esse Fit estratégico com a Corporação Mas se eu não criar alguma coisa que é replicável e escalável eh eh isso daqui não vai ser uma venture bem-sucedida vai ser só mais uma unidade de negócio dentro da Corporação digamos ass projeto corporativo é exato e pelo menos do ponto de vista de oxija esse não é o objetivo a gente qu quer criar vente os startups eh que que sejam startups de mercado e ten o potencial de fazer captações com outros investidores também oxija
não quer necessariamente ser o único investidor ou sponsor dessa iniciativa né a gente acha que a gente tem muito agregado para e para dar o pontapé inicial para eh a gente não falou de time talvez a gente possa falar de time depois né como é que a oja tá estruturada para para para impulsionar essas essas startups mas eh a gente acredita ter um papel eh muito importante nesse começo para a construção desse primeiro eh modelo de negócio junto com a Corporação mas desde que ele seja replicável e escalável porque senão é um tiro no pé
Você tá construindo uma coisa que na melhor das hipóteses vai ser absorvida pela Corporação Em algum momento e não uma vente ou Startup de mercado tem um ponto que que que eu acho que é você pincelou aí que eu acho que é muito ele impacta muito a vida do do da Startup criada que acho que são dois momentos na trajetória momento de fazer funding né adicional e momento de matar né são duas decisões de duras de fazer né quer dizer ã porque até o momento que eu vou pro mercado eventualmente trazer outros investidores e etc
que é você mencionou que é um no seu caso né um objetivo acho que Imagino que eh várias corporações também não não tenham Essa visão né fala não eu vou ser o eu vou ser o vici desse cara aí pro resto da vida ã como como conectado com a governança né conectado com esse processo como chegar lá e falar olha eu recomendo que a gente mate esse cara eu esse cara precisa de dinheiro quanto dinheiro em quanto tempo durante né Eh eh qual qual que é o racional é muito próximo de vc mesmo de gerenciar
o portfólio de vc ou tem algum Twist aí adicional é eu ia eu era essa comparação que eu ia fazer Pedro eh na minha visão essas métricas são muito parecidas com as métricas de uma Startup investida por um WC né então você Você atingiu o seu product Market Fit Você tem uma atração comercial relevante seus Junior economic são saudáveis você foi bem sucedido em construir um um time para para para liderar essa iniciativa né então assim H se se você não tem eh os milestones de comprovação tradicional da rota de um de um de uma
Startup eh que entra num num track de Venture capital eh Provavelmente você não vai ser bem sucedido no venture building Stand Alone eh de novo a não ser que você esteja muito focado em resolver um problema muito específico de uma corporação em qual caso talvez nem precisava ser via venture building poderia ser um projeto dentro de casa eh eh então na na nossa concepção eh essas métricas esses esses Eh esses checkpoints eh de validação eh para determinar se damos continuidade eh no investimento né Se damos continuidade para para para continuar suportando eh essa companhia eh
São muito parecidos com os os as métricas de de vc como um todo da mesma forma eh se você não atinge esses objetivos eh esperados eh a gente tem a dura decisão de fechar a iniciativa ou seja se tentamos eh eh eh digamos assim eh construir o modelo de negócio eh a quatro mãos eh não fomos bem-sucedidos seja por uma questão de mercado seja por uma questão de produto seja por uma questão de time Qualquer que seja e acho que esses são os três principais né inclusive dentro de de de de Venture capital eh se
por qualquer uma dessas razões eh a venture não está sendo bem sucedida a gente tem que ser de gente com o recurso que a gente tá investindo para falar talvez a melhor alocação desse recurso seja numa numa outra oportunidade que não essa venture né eh e aí você tem algumas escolhas né Você pode eventualmente matar a iniciativa parar de de de de de fomentar essa iniciativa ou se tiver algum eh já for já tiver algum laço ou algum vínculo muito estratégico para com a parent Company Vê se a parent Company tem ah eh a intenção
de internalizar isso ou de fazer uma aquisição disso eh por Qualquer que seja a razão né Eh mas nós aqui pelo menos no papel de oxija a gente tem um olhar muito financeiro eh e um olhar muito de comprovação de modelo de negócio parecido com o de um vc mesmo porque a nossa prerrogativa é ter e é conseguir atrair capital de terceiros ao longo da jornada dessa dessas ventas perfeito então Teu Framework de análise eu você tem que ter uma paridade e um benchmark com o o melhor dessa classe no mercado então se você tá
fazendo Marketplace você vai usar as métricas de Marketplace plotar falar olha a gente tá aqui estamos estamos aqui no Tier superior inferior e por isso a gente recomenda e eu acho que isso é super importante você tá falando Vitor eu acho que existe um elemento eh de aculturação de quem eh do do do do executivo né do outro lado da mesa que que tá enxergando isso porque são coisas que nem a Milena comentou Milena deu esse exemplo de de a métrica aqui é ebit da métrica Lá é outra eh e e aí eu pergunto Milena
eh e também quero ouvir o Vittor nesse aspecto a questão cultural né porque existe elementos aí eh culturais da da da empresa mãe né digamos assim da empresa que está criando a iniciativa que podem ser jogar contra podem jogar a favor né Tem elementos culturais que são bons tem elementos culturais que às vezes que que para esse funciona pro Core business não funciona exatamente pro para um novo negócio H como é que se trabalha isso mi Qual que é a tua a tua experiência pensando em adaptação Cultural de quem tá interface com essas iniciativas né
e depois eu queria ouvir um pouco o Vittor em relação na prática quanto tempo ele investe ou investiram né para colocar essa bola no chão mas eu mas Começando aqui por por você me legal Pedro você fez a pergunta de 1 milhão de dólares aqui porque quando a gente fala dessa gestão cultural entre entre a venture foi criado e a Corporação é um grande desafio que a maior a maior a maior parte das áreas de gestão de pessoas tem inclusive por qu quando a gente tá falando de uma venture building a gente precisa ter perfis
empreendedores a gente precisa trazer pessoas que pensem diferente que tenham essa cabeça mais oxigenada que tenham essa esse senso de urgência muito forte que ten esse olhar mesmo de Poxa eu preciso garantir hoje porque amanhã pode ser que não venha o faturamento Pode ser que depois de amanhã a empresa não esteja da mesma forma Então essa pessoa não pode ter muita aversão a risco mas ao mesmo tempo a gente tem que encontrar um equilíbrio a ponto de que eu tenho um cara que seja empreendedor o suficiente para tocar bem o negócio mas que consiga fazer
esse translate pra Corporação porque senão ele não vai ele vai conseguir encontrar cada vez mais Barreiras n nesse alinhamento político nesse alinhamento estratégico nessas alianças que são importantes para que ele consiga investimento consiga o baim da alta gestão consiga disponibilidade de recursos que são três dos maiores desafios que a gente tem quando a gente tem um novo negócio né E ao mesmo tempo pela ótica da Corporação existe uma tendência muito grande de falar poxa aqueles caras estão com uma diferença cultural muito grande a gente tem que pasteurizar ou masterizar então acho que geralmente existe uma
uma curva em que eu tenho um um distanciamento cultural no primeiro momento até que esse negócio se consolide ou até que ele tenha uma estabilidade a ponto de eu começar a aproximar as culturas o que eu vejo em muitos dos meus clientes é eles criaram culturas muito apartadas então tenho cultura da empresa a e a cultura da empresa mãe são muito apartadas existe essa demanda para para se aproximar mas eles não vão 100% da cultura da empresa mãe o as áreas de gestão de pessoas os próprios líderes eles tentam encontrar aem o meio do caminho
é praticamente impossível você masterizar e ter 100% a mesma Cultura né mas o que existe muitas vezes são Poxa eu tenho valores iguais eu tenho às vezes uma forma diferente de interpretar e eu tenho padrões de performance que são necessárias para um negócio ou para outro de como eu tenho que performar aqui como que eu tenho que performar ali mas eu preciso ter um alinhamento mínimo cultural para conseguir capturar essas sinergias Mas eu vejo que geralmente as empresas distanciam para depois voltarem a se aproximar é muito difícil você nascer com novo negócio e fazer ele
rampar 100% na cultura da empresa mãe que muitas vezes nunca fez um negócio ou ainda tem um distanciamento ou versão a risco muito grande legal eh eu acho que a questão de valores é é muito relevante você tem que ter eh uma uma paridade de valores eh entre Corporação e a própria venture builder e as eh e as ventes que estão sendo desenvolvidas ali dentro eh mas do ponto de vista de Cultura eh na Nossa experiência na nossa visão ela é muito driada pelos eh cofundadores né os os empreendedores que a gente escolhe para tocar
as diferentes iniciativas né na nossa visão se se você tentar implementar uma cultura diferente Eh Ou mais alinhada para com a Corporação você vai acabar desvirtuando um pouco eh ou diminuindo a chance de sucesso ali eh da da própria venture né então Eh essa é uma prerrogativa importante pra gente eh porém eh pegando no gancho do do que a Milena tava comentando se você não tiver um um alinhamento relevante para com a Corporação você eh você também não vai ter sucesso né Se tiver uma cultura muito eh que faz um contraste muito grande eh isso
isso se dificulta e a gente tenta mitigar esse risco eh Justamente na contratação eh via o perfil dos founders que a gente tá contratando né então Eh idealmente founders que já tiveram experiência em trabalhar com grandes corporações no passado e que sabem Navegar grandes corporações né porque no final do dia o sucesso da venture também vai ser dependente eh digamos assim dessas interações iniciais para com eh a Corporação eh para fazer o modelo de negócio vingar no no começo né então eh acho importante ter founders que obviamente eh cumpram com os requisitos ali de eh
resiliência de de de vestir a camisa eh de senso de urgência perfil de de founder tradicional mas que também já tenham vivenciado eh tivessem tido experiências eh com grandes corporações né Eu acho a gente tem tem muito aprendizado aqui e eu queria tentar pegar os aprendizados aqui as dicas que a gente dá para quem quer se aventurar nesse nesse meio e eu capturei muita coisa né a gente falou aqui de alinhamento de incentivo com os founders investir na governança deixando o jogo Claro o Vitor trouxe a questão de de avaliar o negócio com um olhar
muito alinhado com o mercado de Venture capital para que a gente não não incorra aí em em em em erros comuns né Eh Milena também trouxe os aspectos culturais e o e o e o Vitor também que mais assim o que que a gente tem de de dicas para quem quer iniciar uma prática de Venture building eh O que que a pessoa deveria se ocupar o que que quais os primeiros passos eh o que fazer né Eh um projeto só faz sentido para para aprendizado ou a gente já tem que criar mais de um O
que que vocês aprenderam aí nesse processo começar pela mi aqui e aí o o Vittor complementa Claro quando quando a gente olha para venture building Eu acho que o principal aprendizado é começa por algo que tem uma sinergia muito estratégica e uma adjacência muito clara com o negócio eu não apostaria também num primeiro no curto prazo ou num primeiro negócio que tem um tempo de rentabilização ou de monetização muito longo porque quando você tá tocando seu primeiro negócio dentro de de de uma corporação ou de uma venture builder você precisa mostrar que aquele veículo gera
resultados as empresas que hoje mais performam quando a gente fala de virit building são as empresas que conseguiram capturar muito rápido essas adjacências gerar pro Core e ter uma rentabilização aí no Médio prazo tô falando aí num Horizonte de 2 a 3 anos um segundo fator que eu olharia é se a gente tá começando a pensar em venture building Não tente fazer tudo dentro de casa o aspecto que o Vittor falou de ter um founder que trabalhou em Corporação mas que tem esse olhar de Startup já empreendeu é muito importante porque senão você vai ficar
preso na cultura mais tradicional na estrutura mais tradicional nos processos mais tradicionais na versão na Corporação e eu acho que uma terceira frente que eu vejo como no brainer é tem uma estratégia e uma governança Clara então se a sua empresa se você dentro de uma empresa tá pensando em criar uma iniciativa de cvbi Ou tá pensando em ir para uma iniciativa de cvbi é super importante você garantir que a estratégia esteja muito amarrada com a estratégia da empresa mãe que exista uma sinergia muito clara seja na hipótese ou na tese que precisa ser feito
e uma governança bem l então eu diria essas três dicas aí para quem tá querendo começar boa e você Vitor agora voltando pro começo alguém te fala Vitor Vou tirar do chão que que que você diria aí de dicas você já aprendeu que você já errou já aprendeu e não não deixaria outra pessoa errar não legal eu acho que eu não vou ser repetitivo de entrar no detalhe dos pontos que tanto você quanto a Milena comentaram mas eh a governança apartada para no no no nosso no nosso entendimento eh eh é o é o é
o fator preponderante para pro Sucesso de um de um programa de Venture building eh bem sucedido tá eh esse alinhamento com as diferentes áreas eh lideranças e áreas de negócio da Corporação eh é extremamente relevante também eh eu acho que a questão de compromisso eh com os recursos financeiros isso isso é um tema que a gente falou pouco mas dado que é uma iniciativa de longo prazo se você não tiver o compromisso da da Corporação eh de financiar eh essas eh essas ventes a longo prazo eh É melhor nem começar eh porque a única certeza
que você tem é que vai vai vai tomar tempo eh eh como qualquer outra Startup né são eh eh projetos de longo prazo 3 5 7 anos eh então se você não tiver a mentalidade o compromisso eh de de aportar recursos nessas venters eh É melhor nem começar né Eu acho que um outro ponto que a gente não falou é de ter um time multidisciplinar e aqui não não não tô falando do time das Ventures em si eh a gente falou bastante já de de ter co-founders que que tem um viagem de mercado né para
ser complementar eh com essa visão de corporação mas o próprio time do do venture builder né Eh o time do venture builder precisa ter pessoas com visão de negócio precisa ter pessoas com visão de investimento eh precisa ter pessoas com visão de ecossistema precisa ter pessoas com visão de produto eh então assim você poder trazer eh digamos assim essas disciplin Minas para ajudar a direcionar a venture nesse começo é extremamente relevante quando você tem uma tá falando do você tá falando o Core team da da da venture builder ter esses recursos de backoffice exato E
aí eh e quando você tem uma prática eh estruturada eh para atender diversas Ventures você justifica ter um time Com todas essas disciplinas eh porque é isso que vai trazer de fato o value Creation e vai poder direcionar eh impulsionar essas startups eh na jornada delas eh na nossa experiência eu acho que eh Esse é um dos dos grandes fatores que que atraem eh founders de mercado para para se juntar a nós hã eh para tocar uma uma nova Vent porque eles entendem que esses times de value Creation vão ser complementares com os times das
próprias Ventures eh e e e e no final do dia o o Corporate venture builder ele acaba sendo um co-founder desse negócio né a gente não entra n execução eh da da da da da Estratégia mas a gente participa da da da definição digamos assim do da tese da definição do modelo de negócio nas avaliações estratégicas eh de curto médio e longo prazo eh de prover o direcionamento necessário eh para ajudar essas startups serem bem sucedidas né então acho que o time da venture builder em si é é extremamente relevante eh reagindo a uma última
provocação que você fez Pedro acho que eh faz sentido testar as águas com uma eh venture antes de de se aventurar a ter um time inteiro e e uma prática mais consolidada eh eu acho que a nossa Corporação dentro da prática eh dentro da área de Open innovation a gente teve eh diversas eh Ventures que nasceram dentro da Corporação h e por não ter as ferramentas necessárias ou a governança necessária não foram bem-sucedidas eh então assim se você tem a intenção de fato eh de criar negócios eh para impulsionar o Core ou para ou para
trabalhar nas adjacências para ser sinérgico Abrir portas à tecnologia etc e você quer fazer isso dentro de casa faça uma estrutura apartada eh com a sua própria governança eh e de uma forma escalável né que você tem um time multidisciplinar por trás para para conseguir fazer impulsionar isso então pessoal só pra gente eh aqui migrar para nossa última pergunta eu a gente faz isso aqui nos Episódios que é o que que tá inspirando vocês agora que que vocês estão lendo vendo e ouvindo que tá inspirando vocês que que tá que que é legal aí e
pode ser em qualquer área não precisa ser no tema que a gente tá falando pode ser de qualquer coisa então vamos começar aí você quer falar primeiro Mi vamos eu vou indicar até conectado aqui com o tema eu vou indicar o livro venture de se eu não me engano ele é do Brad feld ele fala muito não só sobre cvbi Mas como que você enquanto empresa pode atuar em vários tipos de capital de risco eu acho que é bem legal para quem tá querendo começar e entrar nessa área Esse é uma bo uma boa dica
e você Vitor que que você diria bacana não necessariamente ligado ao tema mas mas muito ligado ao tema de de Venture capital eu tô lendo o The Code start problem do Andrew Chen eh que fala como como você começar e escalar businesses pautados em Network effect né na sua maioria dos casos aí marketplaces mas eh é é uma uma aula digamos assim de de como construir uma Startup baseada em Network Effects então altamente recomendada É eu gosto muito cara excelente dica as duas excelentes dicas a gente vai colocar o link aqui na descrição do episódio
e eu já queria agradecer Vitor Obrigado pelo teu tempo obrigado pelos teus aprendizados aqui compartilhados com todos os nossos ouvintes Valeu pela sua participação Obrigado pelo convite um prazer est aqui com vocês eh à disposição para futuras futuros bate-papos show de bola he Milena fsea Obrigado aí também novamente pela sua participação aqui no grow holic Obrigada a você Pedro obrigada a Vittor pelas trocas também tô sempre aqui com vocês valeu valeu Um abraço e aí gostou de descobrir mais sobre venture building esse modelo é muito interessante e muitas empresas poderiam se beneficiar dessa prática com
tanto que façam corretamente se você está considerando esse caminho ou teve algum insite euv esse episódio compartilha com a gente nas redes sociais marca @ac Ventures e Conte a sua opinião a gente também quer ouvir sua sugestões se você tem sugestão de convidados a gente tem o link para você indicar convidados pro growth holic aqui na descrição do episódio então clica lá se você tem uma indicação a gente quer ouvir a gente tá ansioso para saber que você quer escutar nos próximos episódios valeu e até a próxima [Música]