Fala pessoal, tudo bem? Como é que vocês estão? Imagino, espero que estejam super bem.
Bem-vindos a mais um vídeo. Espero que você esteja bem e saudável e todas aquelas coisas importantes que a gente sempre fala sobre a vida. E também não se esqueça, só para eu lembrar logo de início, que eu tô fazendo minha turnê de palestras pelo Brasil.
Semana que vem, Belo Horizonte, depois Rio de Janeiro, Manaus, Fortaleza, Belém, São Paulo. Primeiro link na descrição. Você tem acesso a todas minhas palestras.
Clica, garante o teu ingresso e vem me ver ao vivo também. Todos os meus cursos e todos os meus livros também estão nesse primeiro link na descrição. Fechou?
Avisados, vamos paraa nossa conversa de hoje, que é a seguinte: será que talvez por uma eventualidade a vida dos outros não tá te deixando um pouco chateado? E vamos entender o porquê e como é que a gente pode desconstruir um pouquinho isso. Fechou?
Vamos lá. A comparação hoje em dia é uma coisa difícil para todos nós e a gente vai ter que trabalhar essa comparação, principalmente quando a gente ainda é mais jovem, porque a gente não tem a nossa vida tão formada, né? Então a gente tá descobrindo e a gente começa a se comparar e ver porque a gente não consegue e os outros conseguem.
E antigamente a gente se comparava com quem? Com o nosso vizinho, se comparava com a pessoa que a gente trabalhava, duas, três, o nosso círculo era muito pequeno, né? Então o vizinho trocou de carro.
Nossa, porque ele trocou e eu não consigo. Hoje eu me comparo com pessoas que eu nem sei quem são, não conheço, não entendo da onde vem o dinheiro, ou às vezes a gente até supõe, mas enfim. E a gente se compara com pessoas que não estão na nossa realidade e que nem sempre são tão inspiradoras assim.
O importante é, e eu quero falar isso sobre você e falar sobre eu e não sobre o que os outros fazem. é como a gente pode ter uma relação melhor com esse sentimento. A comparação ela nunca é muito justa, porque ela sempre é uma comparação eh com o pau, alheio e com o nosso bastidor, né?
O nosso bastidor é simples, como eu falo para vocês, a vida é simples, não se luda. A vida é simples. A vida é todo mundo vai no banheiro, toma café, né?
Lê um livro, conversa com a família. Claro que tem coisas maravilhosas, viagens, mas isso é uma parte fragmentada da vida que a gente decide mostrar. Então, quanto mais você estiver alinhado com a tua história, menos você vai se comparar.
Quanto mais você se conhecer, saber quem você é, porque a comparação sempre vai ser uma maneira injusta de colocar métrica. E mais do que isso, a gente acha que às vezes se comparando a gente tá se motivando, mas não tá, entende? Começa a olhar paraa comparação com uma maneira de ou diminuir a história do outro ou diminuir a nossa própria autoestima, né?
Se inspirar, ok? Outra palavra, outra semântica. Se você se inspira, tudo bem.
A questão é, se tá te fazendo mal olhar tanta rede social dos outros e te comparar, isso baixa a tua autoestima, isso te dá uma síndrome de impostor e você começa a entender se você não tá chegando onde deveria chegar, começa a ter como referencial a tua própria história, o teu próprio crescimento. Eu olho sempre pra minha história, não para quem vendeu mais livro do que eu, não para quem é teve mais números do que eu. Vamos dizer, um exemplo prático para você entender.
Se eu olho aqui pro meu canal, é, ultimamente as visualizações não estão tão grandes, certo? Você olha, fala assim: "Pô, tá pequenininho, devagar". O meu sentimento muitas vezes vem como se eu faço um conteúdo com tanto amor e carinho, tem gente que faz tanta besteira, é óbvio que esse sentimento vem, mas eu converso com ele.
E a consciência de conversar comigo é o que me torna uma pessoa com mais inteligência emocional. Não é o sentimento que eu tenho, mas é a maneira que eu converso com esse sentimento, entende? Você não controla esses sentimentos, você não controla esse início, você controla a conversa e essa conversa que precisa ser inteligente e saudável.
Então a comparação vem às vezes quando eu vejo algo muito ruim, eu falo: "Meu Deus, como é que isso faz sucesso? " É claro que esse sentimento vem, porém eu converso com ele, tá? Mas por que eu tô me comparando?
O que que eu tenho a ver com isso? O que isso me ajuda ou deixa de ajudar? Eu foco no meu.
Quanto mais eu fico aqui focado no meu, mais eu começo a balizar pela minha própria história. Você pode ver que eu, Fred, não sigo ninguém em muitas redes sociais. Por quê?
Pode parecer um pouco arrogante para muita gente, sim, mas já tô numa idade que eu não tô me importando muito com que os outros vão pensar. Mas eu não quero ver muita coisa. Eu não quero perder muito tempo na rede social, eu não quero ficar vendo muito, porque mais desagrega para mim do que agrega.
Porque às vezes eu vejo histórias de vida de pessoas que eu nem quero ver, né? Surge cada matéria lá que você fala: "Meu Deus, quem é essa pessoa que aconteceu isso, gente? Da onde surge essas coisas?
" Isso para mim não é uma uma coisa agregadora. Então eu tento criar um ecossistema de coisas mais agregadoras para não desvirtuar tanto meu tempo com outras coisas. Isso é é uma maneira de criar mesmo.
Putz, tem gente que não quer usar rede social. Eu uso rede social por quê? porque é o meu trabalho, eu preciso estar aqui, conversar e eu gosto de estar aqui, mas eu não quero ver muito outras coisas que não sejam o meu universo ou coisas que eu acho muito eh muito eh agregadoras como um todo, sabe?
Então eu seleciono, eu crio esse ambiente, eu chacoalho a árvore de quem eu sigo e das amizades e as folhas caem para ficar o que me traz mais conhecimento, mais eh tranquilidade e assim por diante. Então, cria um ambiente saudável para você cada vez ver coisas mais que tenham a ver com o teu universo e com que você gostaria de ser, sabe? que te impulsionem para um lugar melhor.
Também é importante entender que essa comparação não leva a gente para lugar nenhum, sabe? Porque a gente precisa buscar mais pertencimento com o que é nosso. Uma pessoa madura, emocional, é uma pessoa que tem uma relação muito saudável com a própria história.
E cada um de nós temos a própria história. Então, saia um pouquinho dessa linha de raciocínio de ficar sempre eh ou culpando os outros ou culpando a si mesmo, ou enaltecendo os outros e diminuindo a si mesmo. e pensa menos e constrói mais a tua história.
Consistência dia após dia, se educa, cria ação e mantém consistência. É isso. Não tem muito mais que isso.
Quando você entender e olhar pra vida e aceitar que a vida é mais simples, não que ela seja fácil, mas mais simples, faz as suas coisinhas. Ai, mas não sei o que. Surge tanta coisa hoje no mundo que no fundo a gente volta pro dorme bem, bebe água, come bem, faz exercício, cuida de você, não compara, né?
Faz teu trabalho, mantém consistência. São poucas coisas que a gente tem que fazer. Então segue um pouco nesse caminho, constrói esse lugar que vai ficar tudo mais simples e menos esse gasto de energia sempre, sabe?
se comparando, achando que tinha que ser assim, mas porque o outro não se questiona, não fica olhando tanto para esse lugar, porque ele não é um lugar saudável e não vai te levar lugar nenhum e você não vai encontrar a resposta que você quer. Talvez a resposta que você vai encontrar, ela é muito reducionista e ela ou vai diminuir o outro ou vai diminuir a si mesmo, ou vai te trazer, né, num processo de de baixa autoestima. E não é sobre isso.
Não é. Se eu ficar toda hora, ai, por vendeu mais livro que eu, será que meu livro não ficou bom? Ai meu Deus, olha como eu sou [ __ ] Olha como eu não sou.
Não é isso, cara. Esse livro novo vai ficar legal. Fiz com amor e carinho.
Vamos lá. Tomara que dê certo, cara. Vender um pouco menos, mas será que eu posso melhorar aqui?
Vamos. É, é, é esse o caminho. Não é aqui.
É aqui. Entende a diferença. E além disso, é importante perguntar a si mesmo se tudo isso que você tá vendo é o que você quer também, né?
Às vezes a gente olha, nossa, que legal o carro, a casa da pessoa, que às vezes nem foi conquistado de uma maneira honesta, digamos assim. Alguns sim, outros não. Vocês sabem do que eu tô falando.
É, e a gente, será que eu quero isso? Por isso que eu tenho que ter muita clareza qual é o meu objetivo e o que me faz feliz, porque daí eu não me perco em comparações que não fazem sentido, entendeu? Eu não me perco em comparação, comparações que não são minhas.
Se eu tenho clareza que eu quero ir morar no mar, eu não vou me comparar com quem mora na montanha, porque eu já sei para onde eu quero ir. E eu não vou ficar me desvirtuando tanto. Eu sigo o meu caminho.
E eu sigo o meu caminho não porque eu sou uma pessoa mega produtiva e preciso de resultados, mas porque eu sei que o caminho com uma direção mais clara me faz ficar mais tranquilo mentalmente e não me desvirtuar tanto com coisas que não me faz bem. Porque senão a gente vai entrar num cenário onde até alegria virou competição. Quem é mais alegre?
Quem tem mais. Mas isso é tão pobre, espiritualmente falando, é tão pequenininho, é tão bobinho, é tão, sabe, evita essa comparação, foca na tua história, faz com carinho, descobre o que te faz bem, não cobre que os outros te valorizem como você gostaria, faz o teu. Te valorizem no sentido não que não devam te valorizar, mas que tenha expectativa que a reação do outro seja como você gostaria.
Então, eh, para poder se distanciar um pouco dessa comparação, são dois pontos importantes. Primeiro, cria um círculo melhor de conteúdo que você vê nas redes sociais, das pessoas que você sai, né? Quem vai estar junto com você, que te enaltece e não que te fica colocando sempre nessa situação de competição.
E segundo ponto, foca na tua história. Você só tem você, cara. Não tem muito mais que isso.
Foca na tua história, no que você pode fazer. e confia que a tua história feita com carinho, com amor, vai trazer resultado. Talvez você não fique multimilionário, nem eu, mas talvez a gente viva em paz, tem uma vida legal, né, saudável e e consiga entender o que realmente a alegria e a felicidade querem dizer, além só de conquistas ou de quem chegou mais rápido, quem chegou mais devagar, porque a vida distribui seus momentos de uma maneira que nem sempre a gente consegue compreender.
Então, às vezes é só aceitar isso mesmo. Se você ficou até o final desse vídeo, eu vou escolher um emoji para você deixar aqui, porque eu sempre faço isso em todo vídeo. Quem fica até o final, deixa um comentário de emoji para mostrar que ficou até o final.
E hoje o emoji é um livro. Qualquer livro que tem dentro do seu hall de emojis, deixa no comentário. Deixa o teu comentário.
Do lado um emojizinho de livro ou só o emojizinho de livro, caso você não tenha muita paciência. Por quê? Porque isso mostra que estamos juntos aqui sempre.
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