Olá, gente, tudo bem? Bem-vindo ao podcast do site RD News. Boa semana pra gente.
Estamos começando aí depois do período de Páscoa. E para falar essa semana, nós vamos falar de política internacional, porque aqui no RDTV Cast a gente fala é de tudo. E você vai achar que, ah, vamos analisar o que, Grace, o que que tem a ver Mato Grosso com política internacional?
Tem muito a ver, principalmente na área de educação, viu? Porque o presidente americano Donald Trump, ele fez algumas alterações e aí nós vamos saber se são alterações mesmas em relação a migração. Isso atinge os brasileiros que estudam nos Estados Unidos.
Nós vamos conversar com o Gavu, que ele é especialista nesse assunto e ele vai me falar o sobrenome porque alemão. É chique demais, gente. Esse podcast tá demais.
Tudo bem, Gabu querido? Tudo bem, tudo bem. Muito obrigado aí para me receber.
Ô Gavu, como que é seu sobredome? Kirst, você é brasileiro comência alemão. Brasileiro.
Sim, sim. E, cara, você trabalha com essa parte tão chique e ao mesmo tempo pouco se fala, né, que essa questão da da dos nossos estudantes brasileiros irem aos Estados Unidos estudar lá. Tem muito brasileiro que sonha em estudar fora?
Muitos assim. E, e não é só Estados Unidos, na verdade. Eh, o Brasil, eu sempre digo asseguin Brasil é um dos países mais isolados do mundo, na verdade, em várias questões.
E eu digo muito também nessa questão da educação internacional, eh, mas da América Latina você fala do mundo mesmo mundo. Do mundo. Tem países no mundo que assim a pessoa entra no ensino médio e já faz parte da preparação delas.
Olha, quando você chegar no seu terceiro ano, seu final para ir paraos Estados Unidos assim, Inglaterra assim, o pessoal já vai. Aqui eu acredito que você, eu também, nós nunca no nosso ensino médio alguém veio dizer que olha, quando você terminar você pode fazer uma faculdade nos Estados Unidos, na Inglaterra. Não se fala disso aqui, não.
A gente já fica no Enem, né? Aquela básico mesmo. A gente é preparado para Brasil e não se fala de outra coisa.
Isso tá mudando um pouquinho, mas me ainda assim o Brasil, só para você ter uma ideia, todos os anos cerca de 7 milhões de pessoas saem dos seus países para fazer uma faculdade ou uma graduação, uma pós-graduação fora. 7 milhões. O Brasil, que tem a quinta maior população do mundo, representa 1%.
1% de, ou seja, cerca de 60, 70. 000 brasileiros saem para fazer uma faculdade fora. Cara, isso é muito pouco uma população de 200 milhões, 70.
000 saírem todos os anos para fazer uma faculdade fora. Mas aí é a questão da localização, é a questão econômica? É a questão de não trabalhar isso com os jovens, é questão realmente de dinheiro?
É uma questão assim, vários fatores, todos que você comentou são, mas para mim o principal fator é justamente a falta de informação. A cara, a grandissíssima maioria dos dos brasileiros passa todo o ensino médio só falando de Brasil. E aí muita gente pensa, muita gente sonha, muita gente pesquisa e tal, mas não sabe como dar o próximo passo para ir, né?
Sim, tem a questão financeira. Eh, uma faculdade no exterior pode ser bastante custosa. Pode ser, mas ela pode ser gratuita, ela pode ter um valor de menos de R$ 1.
000 por mês, que qualquer escola particular no Brasil custa bem mais que isso. Bem mais. Então, assim, tem para todos os bolsos e gostos e projetos, né?
Eh, muita gente procura Estados Unidos, obviamente é o principal destino não só do Brasil, mas do mundo, mas também é o destino mais caro, né? Mas tem muita gente que vai para Canadá, para Inglaterra, para Austrália, Nova Zelândia, para Portugal, Espanha, Itália, enfim, tem muitos destinos aí que tão, o mundo inteiro, na verdade, tenta atrair alunos internacionais por várias razões. Por várias razões.
Isso, de novo, aí entre o isolamento do Brasil. Eu fiz faculdade aqui também, dei aula 15 anos em faculdade no Brasil e eu nunca tive um colega ou um aluno estrangeiro, enquanto que no mundo inteiro você vai para qualquer universidade do mundo, de 10 a 30% dos alunos das universidades vem de várias partes do mundo, entendeu? Isso dá um mix tão legal, sabe?
você estudando com pessoas do mundo inteiro, você trocar ideias, entender o mundo, enfim, isso é fazer um network. Hoje qualquer lugar que você, né, quem estudou fora que você pensa, pô, Itália tá na Ásia, você, pô, o cara, aquele cara estudou comigo, ele pode me dar uma mão, tals, essas conexões, esse network é uma coisa que nós aqui somos muito limitado. A gente não tem essa essa possibilidade porque não foi criada, né?
As nossas faculdades tem um um relacionamento internacional muito pequeno, né? tanto para mandar quanto para receber, né? E enquanto que o mundo tá ávido por receber alunos internacionais por diversas razões.
Agora, Gavô, você foi um visionário, né? Porque você viu essa lacuna aí da da questão das universidades, eh, e políticas públicas também para incentivar. E aí você montou uma empresa, você tem uma empresa hoje que, eh, como que faz?
da consultoria ou é é uma assessoria, né, que a gente faz para aquele aluno que quer fazer um curso superior fora, tanto para graduação quanto para pós-graduações, mestrados, MBAs e tal. E aí se eu quiser, não, Gavu, eu quero ir para uma universidade, mas eu quero uma que eu não pague, tem também esse serviço, não é? A o aluno vai pagar ou a família vai pagar a consultoria da sua empresa.
Uhum. Exatamente. Aqui em Mato Grosso nós sabemos que nós somos o celeiro do país e até que sai do mundo, né?
Temos aí agora essa necessidade de de pessoas com com essa experiência internacional, eh, chineses, né? Americanos pouquíssimo, mas noroegueses, tem bastante franceses também aqui que fazem negociação com IMAC, com indústrias de soja e de carne também aqui, empresas. Eh, como que tá Mato Grosso em relação a isso?
Os matogrosses estão mandando muitos filhos para fora. Eu acho que é um assim modesta. Não tá tá.
O Brasil tem o Mato Grosso tem um certo destaque até pela pelo tamanho da população. Existe um número grande de alunos daqui que saem, né, assim, hoje o Mato Grosso para nós é o quarto estado de maior quantidade de alunos que a gente trabalha. a gente trabalha no Brasil inteiro e e assim modesta parte, eu acho que isso é uma é uma até uma certa consequência do nosso faz 15 anos que a gente tá tá nisso, né?
A gente Uhum. Eh, visita as escolas aqui do Brasil faz muito tempo e todo mundo tem a gente com uma certa referência nisso aí e a gente percebe que isso foi uma cultura, tem que ser construído, tem que tá falando, tem que tá mostrando, tem que tá dizendo que é possível, tal. Então, eh, o Mato Grosso, sim, tem procurado, tem aumentado bastante o interior, né?
Tinha muita gente saindo de Cuiabá e agora a gente tem recebido um número grande de alunos interessados vindo desse de várias cidades aqui do estado. Quais assim que você se recorda assim? Olha, a gente teve um número bacana de Cácceres, eh, Sinope, é Sapezal.
Nós temos alunos de Sapezal, Rondonópolis de Sapezal. Eh, nós temos, a maioria deles tá nos Estados Unidos mesmo, inclusive fazendo a eh coisas do agribusiness, né? Eles estão vão para universidades americanas estudar o agro, mas mais essa parte comercial do agro.
Uhum. Porque querendo não, a parte técnica do agro, a parte de eh bom, é técnica mesmo, é a parte técnica do agro. Na verdade, o Brasil aula, né?
Brasil é uma referência, né? Mato Grosso, principalmente. Então, muita gente diz que não faz sentido sair daqui para estudar a agronomia fora, já que aqui a gente tem uma coisa e talvez estejam certos mesmo.
Muita gente procura para uma pós-graduação em alguma área específica nisso aí, mas na área de negócios, de business, justamente e principalmente por essa questão até do network, né? você vai fazer um curso Estados Unidos e tal, claro, você vai aprender toda a parte de negociação e e os exportações e tal, né? Área de de comodes, enfim.
E você vai se conectar com pessoas também que vão estar trabalhando nisso de várias partes do mundo. Então isso também abre um leque enorme de possibilidades, né? Então muita gente tá procurando por isso também.
Agora assim, uma coisa, né? A gente eu abri o programa falando do presidente Donald Trump em relação a essa questão da imigração. Você me falou antes da gente gravar GRE não teve alterações na no governo que ele tá fazendo, ele tá apenas mostrando que já era feito.
Mas eh essa questão do de mostrar, deixa eu, por exemplo, os seus clientes lá nos Estados Unidos preocupados, os estudantes brasileiros estão com medo. existe um receio, né, de novo, assim, eh, nós avaliamos que não há nenhum tipo de mudança, pelo menos nenhuma mudança radical nas leis de imigração nos Estados Unidos. A única coisa é que eles estão sendo mais rigorosos com os ilegais, né?
Então, estão fiscalizando mais, por exemplo, estão fiscalizando mais, eles estão indo atrás daqueles, porque querendo não, ele eles conseguem achar aqueles que estão ilegais, né? aquelas pessoas que entraram de foram como turista e acabaram ficando. É aquelas pessoas que fazem, contratam os coiotes e atravessam um rio, aquela coisa que a gente acompanha, né?
Uhum. E e agora assim, puxa vida, a pessoa sofreu uma multa de trânsito, já vão atrás e já é motivo de deportação, né? Ah, eles estão meio que criminalizando demais ou ou excedendo na na punição a essas pessoas.
Então tem muita deportação ali de gente que tá há muito tempo nos Estados Unidos, que de repente por uma questão mais banal assim acabou sendo motivo de deportação. Na sua carteira de clientes tem algum estudante que, por exemplo, tá lá, tava lá nos Estados Unidos e tal, sei lá, eh, bateu o carro no trânsito de lá ou teve uma multa pro lixo, alguma tô tentando achar algo bem pequeno para não tentar justificar atos, né, que são graves. Eh, mas tipo assim, pequenas delícias que que essa pessoa pode que ela olha, ligou para você e falou: "Olha, tô preocupado, graças a Deus".
Eu vou te dizer assim, um dos caminhos mais seguros que você tem, ah, meu sonho é morar nos Estados Unidos, eu quero eh ficar lá a vida inteira e eu queria ter uma uma vida, o sonho americano. A maneira mais correta e segura de você fazer essa caminhada é através da educação internacional. é você fazer uma faculdade, ou seja, você sai do Brasil com um visto de estudos que vai valer para todo período da faculdade, podendo estender por mais 3 anos ainda.
a pessoa pode trabalhar eh legalmente com certo algumas limitações, mas durante o curso, após o curso, ele pode trabalhar e muito provavelmente a pessoa que terminou o curso, começou a trabalhar depois, esse trabalho vai se transformar num visto de trabalho que lá na frente vai ser um green car e vai acabar ficando assim. Essa, esse é o caminho que muita gente faz. Então, em nenhum momento desse que eu falei para você, Grace, esse aluno, essa pessoa se tornou ilegal.
Ele é legal desde o momento que ele sai do Brasil. E é uma e é um tipo de imigrante que os Estados Unidos e todos os países do mundo querem. Ele, eles querem pessoas bem qualificadas, pessoas que têm um potencial grande de gerar riqueza pros Estados Unidos.
Então, assim, muito né? É exatamente. Muito dificilmente esse tipo de pessoa vai ter, ah, sofreu um uma multa de trânsito, bateu, teve uma discussão num boteco e deu polícia.
Dificilmente esse tipo de aluno vai ser expulso por qualquer coisa, muito raramente e e mas mesmo assim geram uma atenção aí, né? Então, tem muitas pessoas que nós estamos trabalhando hoje, que os alunos estão prestes a embarcar ou pra graduação, pra pós-graduação, e eles estão tensos, puxa vida, mas será que eu vou? Se eu não vou, vai dar problema?
Vai chegar lá? Só para você ter uma ideia, nós nunca em 15 anos a gente já mandou mais de 1000 alunos para várias partes do mundo. A gente nunca teve um visto negado.
Nunca tivemos um caso que o aluno chegou lá e se meteu uma confusão e foi deportado. Nós já tivemos até até aluno que nós tivemos que contratar advogado para tirar de cadeia porque se meteu em briga de bar, aquelas coisas. Uhum.
E também nunca teve problema assim. Então, não vejo para esse para esse tipo de imigrante nenhum problema gravíssimo. É lógico que o que a gente tem eh falado para todo mundo é o seguinte: cuidado, tem um cuidado extra de se meter em confusão, entendeu?
Cuidado com o que publica nas redes sociais. Eh, sabe, o pessoal tá de olho. Pois é, eu eu vi esse tópico que me foi brifado e justamente o que que acontece lá, por exemplo, eu tô lá e aí eu posto, eu faço um post na minha rede social e o que que post que pode dar complicação para mim lá no coisa de neonazismo, questão de muito eh eh questão racista, eh questão até de você questões políticas mesmo, ah, o cara é mais conservador ou mais de esquerda e tal e e publicar e fazer participar de manifestações.
Não é o momento. Eu acho assim, claro, você você não tem que eh ser apoiar nenhum dos lados, nem ser muito radical, nem os Esse é o momento de ficar quietinho na sua, espera essa poeira, a linha tá muito tênua, entendeu? Então assim, eu acho que as coisas vão se normalizar, né?
Ele ele tá querendo mostrar poder, ele tá querendo mostrar que, né, o o tamanho da da importância e tal. Então, deixa deixa o pitbull latir e tal, daqui a pouco ele cansa, a coisa vai vai normalizar, entendeu? Agora assim, só tomar cuidado.
É o que a gente tem falado para todo mundo. Nós temos vários alunos que estão já nos Estados Unidos há há muito tempo fazendo faculdade. Eles vão entrar agora a partir de metade de maio, termina o ano acadêmico dos Estados Unidos.
Então eles vão entrar no período de férias, que é de maio até agosto. E tem muitos que estão com medo de vir para casa passar férias, porque depois eles têm medo de voltar. Será que eles vão deixar eu entrar?
Eu falo assim: "Cara, se você não se meteu em crenca, venha, passa suas férias, cuidado com que ficar publicando e tal, aquela coisa toda, fica pianinho e não acredito mesmo que você vai ter problemas de voltar paraos Estados Unidos". É o que a gente tem orientado. Não, óbvio, não sou assim com Trump a ponto de dizer assim, aí aí Trump pode mandar o pessoal, mas não vejo para Cuiabá passar, é, vem para Cuiabá passar férias e volta pros Estados Unidos depois, mas não vejo de verdade assim, eh, a gente tá lidando com pessoas que estão legais, muito legais, assim, ele é um é um público que que é o que é um público que o que é necessário pros Estados Unidos.
Então, de novo, eh, não vejo que esse seja um problema para nós, para esse público de faculdades. Ô, Gavo, aproveitando que você tem essa bagagem incrível aí, eh, quanto tempo você já tá atuando nessa área? Bom, tem a parte que eu já estou legalmente, assim, é, é formalmente há 15 anos, mas eu eu tive a oportunidade de fazer faculdade nos Estados Unidos e eu me formei em 98.
E desde 98 eu auxilio. Você tá, tô nisso, né? E durante os 4 anos de faculdade ainda eu trabalhava na faculdade do outro lado da moeda.
A gente recebia os alunos, recebia os documentos, avaliava. Então, na verdade desde 94 eu tô eu tô nisso, né? Então, já tá indo para Sim.
Você pegou aí anos 90, né? Eh, Gavu, todo mundo sabe que o Brasil tá numa onda da direita. Na verdade, o mundo pode se dizer, porque quando a gente fala de Estados Unidos, tá falando praticamente do mundo, né?
Porque Estados Unidos é uma potência mundial. E aí tem o Donald Trump lá nos Estados Unidos. Aqui a gente tem, tá com o governo Lula, mas a gente percebe nas eleições municipais que a direita varreu aí muito, muito à esquerda para escanteio, né?
Deixou ela ali apagadinha. Não temos um cenário assim de não, acho que 2026 vai ser uma uma eleição que pode vir um candidato de esquerda pelo cenário. Acho que vai a direita, extrema, direita, ou centro, né?
Uhum. Mas você acha que essa febre aí de direita, ela tá motivando a galera a buscar os Estados Unidos atrás do sonho americano? Você acha que aumentou essa vontade dos pais também de investir nos filhos para ir para lá?
porque quer que o filho aprenda e esse jeito do Trump, se é que se tem um jeito ou que exemplo dos filhos do Bolsonaro, né, dessas pessoas que são lideranças aí desse movimento. A gente falou antes do que que impede o brasileiro de ir, né? Então, a gente falou que não tem informação, a gente falou que para alguns é muito caro, tem a questão cultural de que a gente é bem latino, gosta de ter filho e pai, né, todo mundo pertinho e tal.
Isso é o que faz que as pessoas não vão. O que que tem feito muito as pessoas irem pro exterior, e eu não tô falando de agora, não tô falando de Lula, não tô falando de Bolsonaro, é um movimento constante. Essa questão política e econômica, ela sempre é um dos motivadores.
Então, a pessoa não concorda com o governo atual e fala: "Puxa, a vida, desse Brasil tá uma porcaria. Eu não quero isso pro meu filho. Eu quero que meu filho eh cresça num lugar mais seguro, não sei o que lá e parará.
Eu quero mandar ele para fora. Isso sempre foi assim, sempre aconteceu. Então sempre aconteceu.
E não é só Estados Unidos o destino de que os pais procuram, né? Então é o mundo inteiro. Eles querem um lugar em que tenha mais segurança.
Mas antes era só o pessoal rico gavu. Agora o povo assim da classe média, tipo, né? Uhum.
Eu eu considero servidores públicos classe média, né? Tipo os servidores públicos hoje eles já pensam aí, né, em aposentar e morar. Eu já ouvi essa conversa.
Sim, sim. E de novo, é é uma é uma coisa que acontece no mundo inteiro. A gente que é muito fechado ainda, a gente não entrou nessa onda ainda, mas é uma onda centenária.
Todo mundo, de várias partes do mundo, tem essa mobilidade, entendeu? O pessoal pensa no exterior, visita, conhece, quer saber como é que funciona e a gente que tá entrando nisso agora. Mas, mas de novo, né, é uma é uma é uma questão que hoje talvez com a com a internet, com as mídias sociais, o pessoal tá se tornando um pouquinho mais consciente de que é possível, como é que funciona e tal.
Então as pessoas estão procurando. Então sempre na nosso planejamento estratégico da empresa, a gente vê assim p a questão política, ela é política econômica, ela é um desafio, por um lado, porque a gente também lida com moeda estrangeira que fica nessa flutuação, aquela coisa doida, né? E também pelo lado é bom para nós, pra empresa, porque de novo, ah, entrou a um governo de esquerda, ah, o pessoal da direita quer mandar os filhos estudar fora.
Então, para nós é legal. Ah, entrou o governo de esquerda. Aí o pessoal da, desculpa, entrou do governo de direita, pessoal da esquerda que não, aqui, isso aqui não é o lugar porque eu quero, meu filho.
Então, para nós, sempre tem esse movimento de gente querendo sair e a questão política realmente influencia bastante, tá? E aí para onde vai, né? Então de novo, agora é um governo de direita extrema nos Estados Unidos, então tem muita gente que tá evitando mandar pros Estados Unidos porque não sabe o que que vai ser, tá?
Então vamos ver na Inglaterra, vamos ver na Itália e tal. Então o pessoal procura assim algum destino que seja um pou não para isso. Não para, não para.
Entendi. Não para. Gou incrível você trazer esse tema pra gente.
Te agradeço por você ter compartilhado isso, porque a gente realmente, você tá fazendo eu entender que a gente tá bem numa caixinha muito pequena, né? Muito, muito. E e de novo, né?
Não é culpa da escola, não é culpa sua, minha, dos pais, é que realmente a gente foi treinado a pensar aqui, né? E e um dos nossos papéis aqui de novo, né? a gente tá tenta criar essa cultura de que é possível fora.
Não tô dizendo que as universidades brasileiras são ruins, que aqui é uma porcaria, não, de jeito nenhum. Até um dos motivos de não ter tantos brasileiros saindo é que nós temos um um número de universidades muito boas no Brasil. dependendo se eu for fazer, não precisa sair realmente do Brasil, mas você não vai ter aquela experiência internacional, network, aquela coisa toda que também tem um peso muito grande no mercado, no seu currículo, né?
Então, e pode voltar para cá e trazer, né? Claro, claro. É o meu caso.
Eu eu saí do Brasil, fiz faculdade nos Estados Unidos com foco foco aqui. Eu nunca quis ficar lá. Eu fiz faculdade e apliquei tudo aqui.
E foi um plano muito bom, sempre deu certo. Deu certo. E tá aí, né?
Gavu, obrigada por você ter vindo aqui. Boa semana para você, que a gente possa aí abrir mais oportunidades paraas pessoas, para que eu espero que as pessoas vão lá estudar e volte para cá, né? É, é.
E assim, ou tem um sucesso também se ficarem, né? A gente tem muitos alunos que vão, ficam, fazem uma caminhada de de vida e se dão super bem lá também, né? E só um recado para você que de repente pensa nessa possibilidade, eh, sabe, não fica só sonhando com isso, coloca em prática de repente, ah, não, mas é muito caro, é muito difícil.
Para todo projeto tem um uma caminho, gente que financia um apartamento aí 30, 40 anos, né? Nem vai chegar isso não. Aí, aí que tá abre, sabe?
Tem possibilidades de bolsa. seu aluno é bem dedicado, eh, tem muita coisa que dá para trabalhar, né? Então é uma questão mais de procurar informação, cuidado onde se procura informação.
Por isso que assim a gente se coloca à disposição. A gente tá nisso há muito tempo e tem, enfim, não vai pagar coyote, né? Pelo amor de Deus.
É, pelo amor de Deus. Acabou. Obrigada.
E olha, para você ficou com a gente até agora, obrigada pela sua audiência. Boa semana. Vou deixar aqui o Instagram da equipe do Gavu, do Gavu, para você entrar em contato aí, conhecer um pouco mais e abrir a sua, acho, creio que você abriu sua cabecinha aí se você tem esse desejo guardadinho aí no seu coração, tá bom?
Boa semana para você e nos vemos logo logo.