Olá, irmãos e irmãs da TV V Promessa. Seja bem-vindo, você está assistindo esse vídeo dentro da playlist da conferência de missões 2025. Você é nosso convidado para assistir esse vídeo até o final e as outras entrevistas do dia de ontem.
Hoje nós estamos no segundo dia e ontem nós tivemos aí pelo menos três entrevistas especiais com os palestrantes de ontem, Renato Camargo, Ricardo Costa, Irton Dias e a transmissão do culto de ontem à noite. Tudo isso está na nossa playlist do nosso canal ser nosso convidado para depois desse vídeo assistir aos outros também. E agora eu vou receber aqui o pastor Jaílton Souza.
Pastor, bom dia. Paz do Senhor. Seja bem-vindo.
Bom dia, paz do Senhor. Muito feliz de estar aqui participando desse momento interativo. Prazer.
Prazer nosso, pastor. Seja bem-vindo aqui. Sempre uma felicidade tê-lo aqui, tá?
Muito obrigado. Aos nossos irmãos que não lhe conheçam, sejam de outras regiões de outras convenções, se apresente rapidamente. E e quem é o pastor Jaílton, né?
Maravilha. Sou pastor Jaílton, sou eh esposo da irmã Jessciele, pai do Samuel e atualmente eu pastoreio a igreja de Vila Falque Mauá e também sirvo a Deus na Convenção Regional Paulistana como secretário. Que bção, pastor.
Bção. Então um abraço para os nossos irmãos da Vila Falque. Opa, com certeza, meu irmão.
Obrigado, pastor. Primeira vez que tá aqui na conferência de missões 2025. conferência de missões aqui de Santo Amaro.
Não, não, essa, essa já é a terceira que eu consigo participar, né? Já, já estamos na quarta conferência, mas consegui participar, graças a Deus, de três delas. Muito bom.
É uma ocasião muito importante, muito especial. E aqueles que participam sabem o quão especial é estar num momento como esse. Eu ia perguntar aqui pro senhor para introduzir a nossa conversa, né?
eh, qual a importância, né, de uma conferência que fale sobre missões, né, para a não só a igreja de forma geral, quanto região de São Paulo, a igreja no Brasil, mas para o crente em geral, né? Qual a importância de participar de um movimento como esse? Eu acho que a importância ela é profunda por se tratar de um despertamento.
A igreja vive um momento muito especial em relação a um despertamento missional, missionário. E aqueles que t o privilégio de participar de uma conferência que trata de um tema tão relevante como esse, sem dúvida alguma, sai daqui com um pensamento diferente. É uma nova pessoa, é um novo cristão com uma mente é totalmente revitalizada, digamos assim, pra área de missões.
Que bção, pastor. Que bom. Que bom.
A, e aí para pra gente, já que o senhor falou sobre essa importância, né, essa primeira pergunta, eu acho que ela é exatamente sobre isso. O que significa então na prática para o nosso irmão que tá nos ouvindo, servir a cidade com o evangelho? Porque a gente ouve isso, mas talvez a pessoa não consiga abstrair, né?
Para ser prático, o que seria isso, pastor? Ou como seria? Sim, sim, claro.
Eh, em uma das palestr palestras que nós ouvimos ontem, o pastor Ricardo Costa, ele falou uma frase que é mais ou menos assim e é muito interessante, que eh a igreja, que a missão na igreja ela não é teórica, né? Ou seja, a missão ela tem que ser prática. Então, quando nós entendemos missão, consenso de uma atividade prática, a nossa visão sobre isso muda e as nossas atitudes também.
Eh, a igreja, ela aprende dia após dia a se doar. É uma comunidade que se doa para alcançar as pessoas e ela se doa de muitas maneiras, né? a muitas situações práticas que podem ser utilizadas para se alcançar as pessoas, âmbitos educacionais, acadêmicos, âmbitos sociais, eh âmbitos relacionados a aconselhamentos, enfim, nós temos muitas estratégias hoje que podem ser utilizadas e pela igreja dentro do seu contexto que possibilitam Sim, o alcance de pessoas vulneráveis.
Claro, quando nós falamos de pessoas vulneráveis, às vezes nós entendemos como pessoas que de repente não tenham um poder aquisitivo, né, e eh eh relevante. Mas precisamos entender que nem sempre é só isso. Uhum.
Uma pessoa, ela pode ter muitos recursos, ela pode ter eh uma vida financeira abastada, mas ainda assim ela pode lidar com muitos problemas e que hoje em dia são muito, infelizmente, muito comuns, ansiedade, depressão e tudo mais. Então, a igreja por meio de atividades práticas pode sim alcançar também essas pessoas que estão em vulnerabilidade. Que bção, pastor.
Quando a gente eh tá falando da igreja alcançar essas pessoas, eh é possível a igreja estar num local? Então, a gente perguntou como é que na prática a igreja serve a cidade, né? Eh, com o evangelho.
Sim. Então, é possível também estar no local, uma igreja local, estar num local, numa cidade, num bairro, numa região e não está servindo a cidade? Infelizmente é totalmente possível, né?
Às vezes nós estamos eh atuando num determinado local e às vezes nós estamos alheios às necessidades desse local. Às vezes a igreja está incluída dentro de um contexto e ao mesmo tempo ela pode estar imperceptível aos olhos daquela comunidade. É, infelizmente acontece e isso precisa acender um alerta, né, pr pra igreja, para essa comunidade e que indica que ela precisa sim eh mudar a sua postura, mudar a sua iniciativa em relação a isso.
A igreja ela vive para atender a comunidade local. Se ela não faz isso, então ela tem que se questionar onde está a sua relevância. E a gente a gente interessante sobre isso, pastor, porque a gente pensa sobre isso, né?
E a igreja ela pode estar invisível à comunidade. É uma via de mão dupla, né? Quando a igreja não enxerga a comunidade e, portanto, a comunidade é invisível aos olhos da igreja, ela também se torna invisível aos olhos da igreja, aos olhos da cidade, da comunidade.
Aqui, por exemplo, ao redor de Santa Mara, a gente pode andar um pouquinho, né, entre chegamos aqui na sexta-feira e tem muitas igrejas, né? Aí eu fiquei pensando numa cidade do tamanho de São Paulo, quantas igrejas nós temos agora? Não é verdade que em todas as ruas, em todas as os bairros em que tem uma igreja, aquele bairro foi alterado.
Pelo contrário, né? A gente tem muitas igrejas, mas a cidade continua sofrendo, continua tendo pouco impacto desses que disseram que encontraram com o evangelho. E aí a pergunta vem e como descobrir as necessidades da comunidade que estão ao redor de onde esse povo se reúne para cultuar, para congregar?
Maravilha. Eu penso que isso acontece por meio de um engajamento da igreja local. Eh, hoje a igreja, me refiro a à nossa igreja, a promessa, né, adventista da promessa, eh, a igreja na sua liderança tem trabalhado no intuito de ajudar as igrejas locais a criar a sua filosofia de ministério, né?
Então, a filosofia de ministério da igreja local te dá um propósito, te dá um propósito, te dá uma clareza para que você como igreja atue eficaz no seu bairro, na sua comunidade. Então, eu penso que esse engajamento é super importante. Numa das fases de filosofia de ministério, a igreja, a liderança da igreja, ela vai se reunir para tratar eh dos seus pontos fortes e fracos, internamente falando, mas ela também vai tratar eh das necessidades da comunidade.
Então, eh, isso é possível hoje em dia por meio de informações estatísticas, né? Eu acho que a igreja ela precisa, eh, ter essa disposição para buscar essas estatísticas, visitar a uma escola do bairro, procurar saber se o bairro ali tem uma associação de moradores, né? Eh, eh, buscar contato com essa associação, sobre o que eles tratam.
Então tem tem caminhos que a igreja pode buscar para tentar entender melhor, né, a necessidade do bairro. Quando a igreja entende a as necessidades pontuais daquela comunidade, ela também vai passar a entender a sua necessidade frente a isso, né? Então, se a se a comunidade ela tem um anseio muito forte por resolver questões sociais, então a igreja ela vai entender que ela precisará atuar também fortemente nessa questão social do seu bairro, porque ali ela vai conseguir alcançar pessoas eh para Cristo.
Amém. Olha aí, meu irmão, espero que você esteja anotando, né, os insightes, né, uma palavra que a gente do nosso tempo, né, e nessas conversas surgem, obviamente, muitos insites dos nossos palestrantes, né, e é bom que a gente deixa o Espírito Santo trabalhar em nós, né, anotar. Pastor, uma pergunta que eu acho que talvez o eu me faço, né, eh assistindo essas conversas depois, ouvindo a conferência, né, a gente tá ouvindo aqui.
Uma pergunta que eu me faço é assim, para nós crentes, é é muito claro a questão do da pregação do evangelho. Isso é muito caro pra nossa igreja, né? Pode ser que não seja muito caro para o movimento evangélico.
No geral, a palavra vive um tanto de descrédito, né? Não pela palavra, mas por aqueles que o seguem, né? Aí se torna com foco em milagre, com foco em prosperidade, com foco em dar uma guinada na vida, seja por meio c, etc.
Mas para nós, a pregação do evangelho é algo muito caro. Sim. E talvez o raciocínio mais lógico que a gente faça é: "Eu sirvo a cidade pregando um evangelho cristocêntrico, bíblico, eh, explicado, a palavra bem explicado e tá tudo certo.
" E obviamente isso tem a primazia, né? A igreja ela é chamada anunciar. Mas também é verdade que Paulo vai dizer assim, que nós somos cartas vivas, né?
Eu gosto de falar isso na igreja local. Carta não fala, carta é lida, né? A ideia parece que é que a sociedade nos leia mesmo, né?
E quando eles nos ler, eles vão olhar se o nosso discurso tem a ver com a prática. Como é que a gente pode ser um povo equilibrado nessa questão, pastor, entre não, obviamente, não banalizar, eh, não deixar para segundo plano, o terceiro plano, a pregação do evangelho, que é extremamente fundamental a igreja e o povo de Deus, mas também equilibrar com outras práticas, como a das questões sociais que o senhor, como ser uma igreja equilibrada nisso, né? Que a igreja de Atos parece ser muito bem equilibrada nisso, né?
Sim, sim. Perfeito, perfeito. É, apesar de tudo, de tudo isso que você mencionou em relação à questão do próprio descrédito, né, que que a igreja brasileira sofre.
E de fato você tem toda a razão nessa análise, porque infelizmente nós temos igrejas que de fato não tem esse comprometimento com a palavra. Mas apesar disso, eu me lembro que uma vez eu eu eu tive acesso a uma pesquisa produzida pelo IPEC na época, eu não lembro o ano exatamente, mas não faz tanto tempo assim. eh, em que ela avaliava a credibilidade das instituições brasileiras.
Por incrível que pareça, a igreja, apesar de de tudo tudo isso, ela ainda tem credibilidade. Primeiramente, veio o Corpo de Bombeiro como a instituição mais de mais crédito e e em segundo lugar vieram a igreja e a Polícia Federal. Então, em questão de credibilidade, a igreja está ali entre a as que as instituições que mais tem crédito.
Glória a Deus. Isso se deve, graças a Deus, a pessoas comprometidas, a igrejas comprometidas, a igrejas sérias, eh, não querendo dizer que nós somos os melhores longe disso, mas eu tenho um orgulho pessoal de afirmar que eu faço parte de uma igreja séria, de uma igreja que valoriza a palavra, né, de uma igreja que valoriza ação do espírito. Espírito Santo, discipulado, discipulado de uma igreja que luta, que batalha para que os seus membros de fato sirvam a Cristo.
Quando nós eh tratamos eh da relevância da igreja de servir a cidade, obviamente nós estamos falando de uma comunidade que vai lidar com estratégias. Estratégias. Quando nós trabalhamos eh em revitalização da igreja ou em filosofia ministerial da igreja, nós também lidamos com o estudo daquilo que é essencial e aquilo que é forma essencial, princípio.
Você não discute, você não muda, não tem como a gente mudar. Ah, porque a igreja tem que adorar. Isso, isso é princípio.
Adoração é princípio. A igreja tem que discipular. Princípio.
Discipulado é princípio. Agora, você tem formas de fazer um discipulado, né? Por exemplo, discipulado.
Nós nós podemos fazer um discipulado um a um, a um, nós podemos fazer um discipulado em grupo de de de 10, 12 pessoas ou um grupo menor, enfim, dependendo da necessidade da igreja, do contexto da igreja, né, da disposição da igreja, a forma ela pode ser diferente, mas o princípio continua. Então, eu penso que a igreja ela tem que trabalhar com estratégias, mas sem ignorar o que é essencial para ela, né? E graças a Deus, nós temos trabalhado com isso.
A Igreja Adventista da Promessa, ela tem trabalhado com isso. Ela tem trabalhado com formas diferentes, mas sempre mantendo aquilo que é essencial. Glória a Deus.
Glória a Deus. Pastor, a missão social é parte da missão espiritual ou são coisas separadas? Segundo Thaago, é é junto.
Não dá pra gente separar a missão social da missão espiritual. Thago diz assim: "Olha, se você, enfim, se você eh eh reconhecer que um irmão está passando por necessidade e você simplesmente dizer: "Vai em paz", então você não está agradando a Deus com isso, né? Você tem que ajudar.
Eh, hoje na nossa sociedade nós lidamos com essa realidade também. Aliás, a época de Cristo, isso já era comum, já existia. Inclusive, a Bíblia afirma, né, eh nas palavras do próprio Cristo de que os pobres sempre tereis convosco.
Então, eh, sim, a igreja ela vive num contexto em que eh ela eh se encontra entre pessoas em situação de vulnerabilidade. E quando nós estamos falando assim de um contexto mais urbanizado, isso é ainda comum, né? Então, e não é raro eh você passar por uma via e ver ali pessoas, né, em situação de vulnerabilidade.
A igreja, ela precisa, de certa forma também eh lidar com estratégias para alcançar essas pessoas, né? Eh, levando não apenas o pão que perece, né? Não apenas aquilo que vai satisfazer a uma necessidade momentânea, passageira, diária, mas também levando para essas pessoas o pão vivo que desceu do céu, que é Cristo Jesus, levando uma transformação espiritual, uma transformação de mente.
A igreja, ela foi transformada por Cristo na sua mentalidade, né? E e essa transformação que ela obteve, ela tem ali a possibilidade e o dever de também transmitir a outros que ainda não conhecem o Salvador. Glória a Deus.
O senhor tem algum exemplo, pastor, eh, de impacto social que marcou o senhor nos últimos anos? Assim, pode ser da nossa igreja? É, sim, sim.
Eu penso que eh o o impacto social ele ele é relevante porque ele muda a mentalidade da igreja, a forma como a igreja enxerga e a forma como a igreja trabalha. na na própria igreja local, nós temos eh na nossa IAP de Mauá, eh em Vila Falque, onde eu pastoreio, nós temos lá uma atividade que nós eh conduzimos junto a a a pessoas em situação de vulnerabilidade, junto a a a moradores de rua e tudo mais. Então, principalmente nessa época de frio, a igreja tem a preocupação de fazer ali um um um uma comida gostosa, quente e distribuir, né, para com essas pessoas.
Então isso para mim é reconfortante e impactante. Mas também nós temos pessoas ali na igreja local que atua e em projetos de capelania prisional. Enquanto nós eh temos a liberdade para ir e vir dentro da nossa Constituição brasileira, eh tem pessoas que não têm essa possibilidade, né, porque estão eh numa situação de aprisionamento, né, enfim.
E e às vezes, eh, elas eh não são alcançadas. E quem é que alcança? A igreja.
Nós falamos há pouco que a igreja ela tem credibilidade e muitas vezes essa credibilidade vem por conta desses trabalhos que são realizados, né? Historicamente entra em lugares que às vezes o estado não consegue entrar, né? Não consegue entrar e a igreja entra e faz muito bem esse trabalho.
Verdade. A igreja lá ela ela é respeitada, né? Ela é respeitada.
Eh, eu eu fico impressionado assim com os relatos de pessoas que trabalham com capelania prisional. Quando elas estão lá pregando a palavra, elas pregam com autoridade, elas olham nos olhos da daqueles que estão ali, falam com autoridade. Você tem que se arrepender, você tem que mudar e as pessoas respeitam, entendeu?
Então assim, elas podem colocar medo, né, às vezes por conta da sua situação, por conta, né, dos seus hábitos. Mas eh quando a igreja chega, a igreja ela é respeitada porque ela tem autoridade de Cristo. Aquela autoridade de Atos de Atos 1, né?
Eh, quando quando a igreja recebe poder, poder para proclamar, para testemunhar. Então, a igreja tem esse poder e ela usa esse poder para testemunhar, para proclamar o evangelho. E por fim, um outro eh uma outra ação que me impactou.
E aí numa outra igreja da qual eu já fui, já fui pastor, é uma igreja é uma ação voltada para eh dependentes químicos, né? Eh, me permita mencionar aqui o nome desse projeto é o Gavim, né? que que hoje o pastor que está pastoreando lá, essa igreja de de Parque João Ramalho em Santo André, eh está à frente desse trabalho.
É um trabalho importante porque eh tem tem promovido uma mudança, uma transformação, esperança, eh, em pessoas que, infelizmente, têm lutado contra vícios, né, em drogas, em álcool, enfim. Então, Deus tem nos conduzido a enxergar o evangelho sobre esse prisma de alcançar pessoas por meio dessas ações sociais importantes. Verdade, professor.
Uma vez eu tava, eu trabalhava na Unimed em Curitiba, né? E uma vez almoçando com uma pessoa, eh, ela começou a reclamar da igreja, falar que a igreja só roubava, que tinha muita igreja e tal. E aí eu comecei a ficar incomodado, né?
Que ela tava falando muito tal. E aí eu falei assim: "Cara, mas a igreja vai no presídio, né? Às vezes a família rejeitou o cara, mas a igreja acredita nele.
Exatamente. E aí ele falou: "Não, se eu falei assim, cara, é assim, ó. Eh, se você jogar um livro do Se você jogar um livro do Freud dentro de uma cadeia, acontece alguma coisa?
Você joga um livro do Freud dentro de uma cela, você volta daqui a três anos, tá? A mesma coisa. Você jogar um livro, qualquer outro livro da ciência e de um de um Hawkins, né?
Uhum. É Deus um delírio. Você joga lá o livro do Hawkins, Deus um delírio lá.
Volta daqui a 4 anos a mesma coisa. Agora se você jogar uma Bíblia dentro do Marcelo, os camaradas abrirem e lerem e acreditarem, daqui a um ano você volta, os caras mudou completamente. Tá tendo culto lá dentro.
Sim. Exatamente. Então assim, eh, a igreja tem, obviamente, eh, historicamente ela ela vai se moldando ao seu tempo para ser mais útil à sociedade, porque a sociedade muda.
A sociedade muda, os desejos, os anseios mudam, as necessidades mudam, né? Por exemplo, a a cracolândia aqui em São Paulo não tá aí desde que o São Paulo é São Paulo, se formou algum dia, então de alguma forma a igreja se adequa a essa realidade para atender essa cracolândia que passou a existir. Perfeito, né?
Uma igreja se adequa como uma resposta a essa carência da sociedade. Mas é muito verdade aquilo que o senhor falou aqui. A a credibilidade é muito grande por causa do poder que ela carrega, né?
Com certeza. Não é dela, né? Deus disse, "Vocês receberão poder.
" Exatamente. Exatamente. Inclusive na cracolândia a igreja tá lá também, né?
Por mais por mais que você veja ali pessoas nessas nessa condição tão decadente, mas sempre tem alguém ali fazendo um trabalho pela igreja, voltado para aquela comunidade, né? Eh, o estado tenta, de uma forma ou outra resolver o problema, não consegue, mas a igreja tá lá. fazendo um trabalho de formiguinha, né?
Eh, levando ali a palavra, levando eh situações para tentar mudar aquela realidade. Uma vez eu eh li, eu acho que um artigo de um pastor que dizia assim: "Você acha que a igreja é ruim? Agora imagine a sua cidade sem igreja, né?
Imagine os hospitais sem igreja. " Nós nós abordamos aqui a questão da capelania prisional, mas existem capelanias hospitalares, né, a capelania universitárias, asilo, né? Asilo.
Exatamente. Eh, então assim, imagine, imagine se você acha que a igreja é ruim na sua cidade, na sua comunidade, né? Se você acha que a igreja é tudo de ruim mesmo, tudo de mal que você tem ouvido falar, então imagine como seria a sociedade sem a igreja, né?
Imagina. Então é é simplesmente inimaginável, né? Porque a contribuição que a igreja faza sociedade é indisível.
É é algo assim que não se pode medir e faz porque não é uma uma obra da igreja, né? Não é a força da igreja, não é, mas é o poder do Espírito Santo. A igreja ela atua, ela é relevante, sempre vai ser relevante, porque quem comanda a igreja é o Espírito Santo.
Agora, obviamente, para você crente que nos escuta, né, eu também sou crente, vale dizer que às vezes a única Bíblia que alguns ateus, né, ou uma pessoa não religiosa, às vezes a única Bíblia que alguns que não conhecem a Deus vão ler é a nossa vida, né? Com certeza. E aí se cada crente olhar para si e dizer assim: "Eu preciso ser, se é a única Bíblia que alguém vai ler, alguém que trabalha comigo lá na Unimed, a a eu lá na Unimed eu trabalhava com uma pessoa que ela era bruxa assumidamente.
E aí toda vez que eu ia trabalhar eu lembrava disso. Eu dizia assim: "E se talvez a única Bíblia que essa mulher tiver conta, contato Uhum. for a Bíblia, entre aspas, Gustavo, né?
Porque eu sou lido como carta. E se a única Bíblia que ela tiver contato for comigo, então vai ser triste, né? Se eu for um mau exemplo de cristão.
Exatamente. Nessa responsabilidade social, pastor, eu acho que a gente fecha muito bem dizendo assim: "Se cada crente assumir o seu posto, a gente cumpre melhor, né? " Com certeza.
Com certeza. Nós somos soldados, todos nós soldados de um grande exército, de um vitorioso exército, que é o exército de Cristo, né? Eh, a igreja ela tem atuado no intuito de fomentar eh a ideia de que todos nós somos missionáriis, né?
Antigamente nós tínhamos aquela e é mais forte aquela designação dizendo que eh missionários eram aqueles que se destacavam para um outro país. Tava na na no fronte, né? Isso.
Então, você está aqui na igreja local, mas aí como é que você é missionário se você for designado para fazer missões em um outro país? Vamos fazer missões na África, vamos fazer missões. Então, missionário, a igreja, ela tem procurado trabalhar muito a questão não do missionário propriamente, embora seja muito importante, embora a igreja também fomente isso, mas a igreja ela estimula a questão do ser missional, que é aquela ideia de que cada cristão eh é um missionário onde ela estiver, onde ele estiver.
Então eu eu estou lá na minha família e a esposa é cristã, de repente o esposo não é, mas quem é a primeira pessoa que deve evangelizar esse esse esse esposo não crente, né? Essa pessoa não crente a esposa. Às vezes às vezes ela não vai abrir a Bíblia e e falar da Bíblia, explicar a Bíblia, uma história da Bíblia, um conceito bíblico, mas a sua atitude vai falar, né?
eh eh a forma como ela vai tratar essa pessoa, a forma como ela vai representar Cristo. A Bíblia diz que nós somos embaixadores de Cristo nesse mundo, né? Eu acho que mais profundo que isso ainda, né?
Ou ou tão quanto, eh, nós somos luz e sal da terra. Então, a luz ela é vista e o sal age para transformar, né? Às vezes o sal não é vío, mas o sabor é sentido.
Então a a igreja ela tem essa preocupação e nós devemos ter essa preocupação. Nós somos missionários. Eu como cristão, não importa se eu sou pastor, não importa se se eu sou um líder de ministério, se não importa.
Ah, mas eu sou um membro de igreja sem nenhuma função na igreja, sem nenhum cargo de liderança. Eu tenho eh uma missão de ser um cristão que vá proclamar as grandezas de Deus as pessoas ao meu redor. tem um amigo.
Aquele amigo, ele pode conhecer Cristo através das minhas atitudes, das minhas palavras, das minhas ações, da das dos dos meus pensamentos, né, autenticamente cristãos e assim por diante. Então, isso é necessário que que nós eh entendamos, porque de fato ser missionários é uma responsabilidade de todo soldado, de todo crente. Amém.
Pastor, obrigado por esse tempo aqui, viu? Que conversa boa. Eu que agradeço, meu irmão.
Muito bom. Eu sei que o seu painel ainda vai vir, né? Vai.
E a gente deseja aí que seja um um painel muito abençoador, que seja a bção aí pra conferência. Obrigado. Agradeço aqui a TV Promessa, a TV Viva Promessa, a todos os telespectadores.
Deus abençoe a cada um e orem por nós, orem pela conferência, né? Que Deus continue abençoando grandemente. Ontem foi um dia maravilhoso.
Hoje também vai ser vai ser ótimo e com certeza Deus tá fazendo a obra aí por meio dessas palestras, dessas ações que a igreja tem tem feito para para tornar a missão cada vez mais visível, mais relevante. A gente tem finalizado aqui com todos os as pessoas que a gente traz aqui é a missão e o minuto. Se o senhor pudesse dar uma dica, um conselho para uma igreja ou para um crente sobre missão em um minuto, qual seria a recomendação, conselho que eu daria para para um crente?
Eh, é que se deixe ser usado por Deus com dons espirituais. A Bíblia diz que nós devemos buscar os melhores dons. Dentro do contexto da igreja.
Tem dons que realmente são relevantes para servir aquele contexto, para servir aquela comunidade. Então o a recomendação, irmãos, se abram para isso. Se abram para serem usados por Deus.
Eh, Isaías, ao receber aquela visão de Deus, aquela visão dos querubins, dos serafins, eh, ouviu-se uma voz: "A quem enviarei quem há de por nós? " A resposta: "Eis-me aqui, envia-me". Então, é a recomendação que a gente faz.
Deixe-se usar por Deus com dons espirituais para servir a sua comunidade. Amém, pastor. Obrigado, viu?
Deus abençoe. Muito obrigado. Eu Deus abençoe grandemente você que está aqui na TV Promessa que deixe o seu like aqui nesse vídeo, né?
Não esqueça de comentar, compartilhar e se você não assistiu os outros vídeos, você é nosso convidado para assistir a playlist completa com todas as entrevistas da conferência de missões 2025. M.