[Música] [Música] o caetés pe que faz referência específica que sandra por faca embora não faça menção aos 11 andrade é um romance posterior a obra de oswald quartel é um ainda é fruto do primeiro modernismo foi escrito no final da década de 20 e não sabem 30 na primeira obra de graciliano meu romance de graciliano sabem story no ipad ou não joão valério que é um jornalista de palmeira dos índios no interior de alagoas quer ser um romântico aliás os personagens brasiliana são todos os escritores potenciais é o frustrados ou mais ou menos mal sucedido
do que bem sucedidos né dentro desse mesmo graciliano mas não valeria o primeiro dos candidatos escritor da galeria dos personagens do brasileiro ele quer escrever um romance sobre os índios caetés que teriam sido os primeiros habitantes daquela região de palmeira dos índios né tá é e sabidamente é isso que aponta cerveja - texto esses índios caetés terra não sabidamente antropófagos e teria lá na história do brasil comi dub sardinha né que é algo que o próprio andrade faz referência na obra dele né lembra aquele poema dosagens assim que o ano 1 do brasil é o
11 da deglutição do bispo sardinha e falava sempre isso né na na revista de antropofagia pois é o bispo tinha nome de comida e foi corrido mesmo é pois é com a complicação é o próprio fumante do brasileiro embora indirectamente faz referência a essa mistura a essa essa esse objetivo esse sonho do escritor e que ao mesmo tempo é formado do ponto de vista intelectual por vários modelos que vêm de fora o próprio grande o personagem joão valério e também o próprio graciliano antônio cândido em e outros críticos apontam muitas m anos entrou caetés romance
de graciliano e o romance de eça de queirós é uma um impacto muito grande da lei das leituras de eça de queirós nobres brasileiros quanto mais vocês machado de assis o brasileiro tinha uma querela com machado não gostava da chave e gostava de assistir queiró também não a gente pode levar tão a sério assim gracinhas a lado nenhum escritor de qualquer maneira com essa questão é local histórica não é com essa idéia de deglutição com as idéias o fazia e que aponta para essa noção de mistura de bridgeville sobejamente apontando vocês e também lançar amargo
de uma maneira mais evidente aí já internacional né no jangada de pedra com a imagem da própria tal da jangada de pedra pra quem não conhece nem jogada de pedra é um livro já atuei mais remotos do saramago né mais antiga bíblia não mais recentes eu particularmente gosto de saramago mais antigo que deixará nada mais recente saramago best seller gosto também mas enfim eu gosto mais dos livros anteriores drago olhado com isso consegue uma obra-prima jogada tem o ano da morte de ricardo reis que é maravilhoso também não gosto bastante e isso leitor a vida
de saramago embora não trabalhe criticamente com ele ele é um dos meus autores de cabeceira tem alguns de eleição assim basicamente sangue é são dois ele é um autor israelense que é uma moção que o do colégio tudo tem tudo gosto de tudo quero tudo é certo é que embora ainda não lembrar que um dia chegarei lá quando eu me aposentar já sei que eu quero fazer só curso de línguas e quero aprender línguas mais estapafúrdia tem mais bonitas dizem assim os jovens conhecerem fala hebraico e afastar essa língua horrorosa relaxando em todas as línguas
vindas cada um do seu jeito mas ainda ler o amor love e brian mas qualquer maneira então tentei a minha estante dos preferidos em casa são os dois é a sina inteira do paranavaí inteira dodô amorosos meus dois do coração de qualquer maneira vou tentar jogar então a o enredo do jangada inusitado como tudo de saramago net uma questão lançada a a certa altura lado romance uma das personagens é fim com um cajado força bem na na na fronteira que separa a península ibérica da frança e isso causa um racha é calma na separação a
terra vai relaxando e à península ibérica inteira sai flutuando pelo atlântico como uma jangada de pedra a smo ninguém sabe para onde ela vai e no final do romance ao stoi ler é quem não quiser escutar créditos ouvidos ela estaciona justamente no meio nem no meio do atlântico entre brasil e áfrica então é uma imagem forte cima né do ceará que saramago cria justamente na época da constituição da comunidade economia como europeia em que se discutia a posição de portugal dentro da comunidade econômica européia disse portugal ea ibéria em geral seria europa ou não né
e ele imageticamente chega à conclusão de que portugal na verdade estaria muito mais próximo do hemisfério sul é muito mais próximo de ask brasil do que realmente da europa e tal mas é um livro lindíssimo assim é de novo né essa imagem como um modelo dessa nova com possibilidade de comunidade né eu acho que é muito por aí que você veja me resgatar a imagem do jangada e um modelo questionado ele conta uma história muito engraçada sobejamente coisa estava gestando texto que vocês estão lendo hoje esse é o mundo já conheceu altônia pelo seqüestro desses
bastidores não fez também é ele foi um evento em campinas aqui é a respeito de literatura de língua portuguesa cep ea primeira coisa que ele diz assim não entendo porque os portugueses venham para o brasil falar de literatura portuguesa em inglês das comunicações de todos em vez coisa mais ridícula e nesta lá tentando afirmar a posição mundial da língua portuguesa e os pois alguém falar inglês né e eu fiquei falando lá assim o texto em português no meio da mesa para todas as leis é natural e era parte esse texto falava das jogadas pedras e
falou da jangada de pedra nos anos 90 portanto um momento em que saramago ainda não era não tinha ganhado o nobel não era tão o bico quando saramago se tornou netão polêmico também então best seller e aí ele terminou o texto e de uma discussão grande na mesa porque todo mundo falava num péssimo escritor federal e que essa imagem da jangada que da veia lai mas desceram a lenha no saramago aí já não sei se em inglês ou português desce lei de encerramento era magra e aí a certa altura uma pessoa da platéia pedir a
palavra levantou e começou a de se passar a aí começa a brigar pessoal da mesma em que nada daquilo que eles não tinham entendido nada do livro do saramago total quem é essa pessoa o saramago o próprio saramago estava lá escondido na platéia e que gostava dessas polêmicas como vocês sabem né mas que enfim e que disse que concordava com tudo que provavelmente a falar dele fica todo orgulhoso eu gostava disso mas enfim cupra dizer que quando saramago falou diz não era essa noção no ano tão difundida ainda né como é hoje da briga na
briga mas é mais enfim que esses monólogos modelos de pensamento já estão sendo veiculados dentro disso a literatura eu acho que é um pouco isso que sou benjamin mostra também que mais uma vez não quer falar nada da terceira parte sim fora daquela história de influência de fonte lembra se disso interessa já que serão nesta escola pra trás e nesse sentido é eu queria só falei para vocês no final do texto porque eu acho que é importante vocês é guardar em essa última parte porque ele fala nessa última parte de uma coisa bastante importante para
nós um pouco pra nós e também colocando assim do ponto de vista de quem vem das letras né e seu meu pai por aí a foi muito engraçado me lembro de ter marcado três salários brigado aí eu fui olhar sempre a dedicatória o fenômeno acha que não é o meu então tá bom mas enfim de que a gente no ar quando a pessoa começa a falar e vocês vão enfrentar esse problema nos textos do favor do goring começa a falar de conceitos que foge um pouco da nossa especificidade de metas a gente fica um pouco
inseguro né e é nessa última parte que vai falar da questão da globalização se vocês fossem na festa do mundo está falando disse mas aqui na fiq a globalização então aqui na última parte dizer assim ó hora que ele quer é pegar os olhos assim na 75 e 76 entretanto e para fechou dessa exposição entendemos que o momento solicitar a marcação do nosso solo com a universalidade dessa maneira de ser essa mesma maneira de ser abertas em xenofobia smo convida os outros ao norte do equador a descobrirem que nós e ouvir o que em nozes
nisso como marcas de suas identidades uma identidade historicamente também modelada parte de cento em falta visamos nosso descentramento de perspectiva recentramento equivalente ao reivindicado pelos grupos de resistência a escandalização dos países não periférico convidamos também a se imaginar em de forma equivalente dentro da universalidade crioula uma universalidade que se faz para frente em mas ando carências mais do que por referência exclusiva ao passado não vejo que ele está tentando fazer aqui é uma rede numa crítica a esse conceito de globalização e uma alerta dizendo que o que ele está propondo no texto dele quando ele
fala da noção de como o comunitarismo não é igual ao conceito de globalização muito pelo contrário se eu ponho a ele tá então vejo o conceito de globalização nas danças neves a mim se opõe o conceito de comunitário e aí a gente tem que entender um pouco porque é o que está por trás deste raciocínio é a idéia é a noção que eu acho muito pertinente de que o conceito de globalização tal como a gente entende é vendido para nós com uma panacéia né há hoje nós vivemos nesse mundo globalizado em que não existem mais
fronteiras nem que essa geração sendo apagadas então não vai haver mais guerra mundial neto ninguém mais vai ficar brigando por questões nacionais a gente fala uma língua franca que é o inglês é hoje na primeira aula o malu na tv veio com uma uma noção assim muito diria até o tópica da língua inglesa como uma língua comunitária né porque ela já o inglês que a gente fala na vida em inglaterra em inglês dos estados unidos que eles ficam brigando entre si é o inglês escandalizado no inglês internacionalizado portanto seria uma espécie de língua comum que
as pessoas se entendem foi mais ou menos apetência o inglês e por aí a gente já começa a ver as relações de poder que existem no exercício das próprias línguas é então essa noção de globalização que é vendida para nós começar esse sim das das nações era uma coisa boa com uma coisa positiva na verdade nasce obviamente o pensamento do professor benjamin é bastante marxista na base nesse sentido de questões concretas de questões econômicas sociais e políticas concretas que fazem parte da da vida e que levam a essas novas formas culturais essa nova forma de
expressão cultural no caso da globalização a referência é sempre um tipo de capitalismo muito diferente do capitalismo nacional que o que foi se consolidando depois da idade média com a formação do estado jornais e que ganhou seu auge nos no século 19 com a questão do nacionalismo lá e por certo é certo das grandes nações um tipo de capitalismo que havia nações mais ricas e nações mais pobres dependendo da acumulação de capital dessas nações vocês governo e que não existe mais se hoje a gente questiona próprio conceito de nação de nacionalidade existem alguns textos que
falam sobre isso com que eu sempre uso o texto do benedito andré contran sobre a dor que eu sempre digo aos meus alunos que se chama a comunidade imaginadas comigo neste livro o benê tentando isso mostra que o conceito de nação é um conceito da sdu um conceito que nasce de determinadas configurações históricas e vêm morrendo porque essas configurações históricas também estão morrendo então ele diz assim a comunidade imaginada que é a nação hoje em dia não é mais o imaginado na mesma maneira não perde um pouco a sua validade para um pouco sentiu o
conceito perde um pouco o sentido então esse tipo de se capitalizar no nacional das nações ricas nações pobres entre incrível violência com as guerras na manifestação dessa crise são as guerras as guerras mundiais essas brigas entre nações pela disputa de poder que já não era mais a mesma coisa o exercício desse poder e entra em xeque mesmo depois das guerras e em que ao mesmo tempo começa uma uma hegemonia de um tipo de capitalismo muito diferente que é um capitalismo financeiro de cunho internacional hoje em dia a gente não tem nações mais ricas e nações
mais pobres a gente tem grupos muito ricos grupos mais pobres inclusive no interior de cada nação mas grupos de de caráter internacional irá a alguns grupos de poder não se identificam mais com os estados nacionais e este capitalismo internacional leva a novas configurações sociais culturais e também é enfim estéticas que tem a ver com esse fenômeno da globalização então alerta que o planejamento é a fazenda implicitamente nesse texto explicitamente em outros textos mais recente é que a idéia de globalização não é a idéia de uma de um mundo sem poderes né de um mundo homogêneo
de um mundo em que todos somos iguais muito pelo contrário à idéia de globalização vende ainda vende a noção de igualdade vem a noção de homogeneidade que a coberta por sua vez relações de poder bastante complicadas que estão lembrados por essa a nova configuração do capitalismo internacional não é à toa a globalização em inglês não é à toa que a globalização é exercida em cima de certos centros de produção inclusive cultural estético para outros recebe o problema é que não se configura mais como um espaço nacional de línguas diferentes sabe o que ele está falando
no texto é que trará para que essas comunidades periféricas tenham força suficiente inclusive culturalmente falando de resistência e se assim o impacto dessa essa homogeneidade globalizadora isso só é possível se a gente começar a constituir outros tipos de comunidade outros tipos de blocos comunitários inclusive culturais e quem fátima e não às nossas diferenças mas as nossas possíveis semelhanças por isso que ele fala do tal comparativo da solidariedade e não da necessidade está no sentido de constituir não apenas forma culturais e estéticas na forma de pensamento seja uma forma de pensamento resistência eu falo muito e
disso é uma experiência pessoal mas eu acho que vale muito que a gente está trabalhando agora é uma questão bastante importante pra mim pra mim foi do ponto de vista da visão de vida mesmo mais até do que dinho de questão profissional à falência que assim se você já tiver faz análise há dez anos nas dez anos de vai muita coisa que aprendi muita coisa também uma das coisas que eu fui aprendendo ao longo desses 10 anos é de que na vida a gente trabalha a gente é impactado a gente recebe modelos dos mais diversos
tipos o tempo todo vêm de todos os lugares desde que a gente nasce contina sendo uma estrutura nasce um determinado tipo de modelo fomos impactados por isso depois em modelo de pai de mãe de tio e avô de escola de pais dos amigos de amigos e cetro ea gente na minha opinião também foi isso que ela pode ser que eu mude ainda essa minha teoria né a gente pode se relacionar com os modelos de três formas ou a gente incorpora modelos e acaba repetindo o modelo sem crítica então a gente faz por si mesmo ficar
igual ao pai dele né golzinho haja igualzinho tempo mudou o cara continua fazendo igual ou a pessoa se revela e muitas vezes na rebeldia e é isso que é o perigoso da rebeldes e fotos no sistema gatão revés na juventude vai ser igualzinho a mãe dela tá igual à minha mãe dela né que isso porque muitas vezes a modelo da rebeldia é o modelo do negativo né eu não quero aqui então não serei aquilo não farei isso né mas no fim não existe um modelo alternativo né é sempre o modelo velho e aí quando você
produz eu não vou servir assim que você não tem alternativa pra isso então o modelo da da afirmação o dia da rebeldia e tem um terceiro tipo acho que talvez sejam mais produtivo é o mais difícil que é justamente modelo de negociação com os próprios modelos ainda assim apreciar criticamente modelos que são constituição legais né que vocês querem saber o impacto tudo tente ver daquilo que pode assim pode ser aproveitado ver o que deve ser modificado ea partir disso tentar criar uma terceira via uma vez que um escritor angolano joão melo conquista não é torcedor
veio fazer uma fala aqui na faculdade há muitos anos atrás nesta sext 2005 2004 mas eles dia seguinte é que da realidade angolana gideão grande problema é que não tinha projeto é um grande problema de angola hoje que rola não tem projeto porque porque enquanto nação projecto angolano é um projeto de cunho socialista como foram todos os grandes projectos das dependências africanos no início e depois do esgotamento do socialismo tem mais modelos e capitalista que não se tem um modelo alternativo e isso era uma um alerta que os em salão jazz 2061 combinada o problema
da independência do das nações coloniais é porque os como os colonizados foram foram moldados foram ensinados foram educados nos modos colonialistas a cabeça das burguesias locais é a cabeça da burguesia colonial porque eles foram esses foram ensinados assim que ele viu meu grande medo é que na hora que você tira figura do colonizador o próprio colonizado acabe agindo como o colonizador porque foi criado nesses moldes que não sabe fazer diferente e é exatamente o que aconteceu foi exatamente a gente me aconselhou hoje a não vejo grande problema dos modelos é a gente não trabalhar praticamente
com eles e eu alerta é mesmo modelo de rebeldia muitas vezes como foram todos os movimentos páginas pra gente quase em corrente trabalha com afinco em quase inconcebível você vê o que você vê hoje no país africano como é que você é o aquele que aqueles mesmos grupos aquelas mesmas pessoas muitas vezes que pegaram em armas para tirarem os portugueses de lá e pra montar uma nova nação agem exatamente como os custos no metrô os metropolitanos como os colonizadores o mesmo tipo de ação com o mesmo tipo de violência do mesmo tipo de de singh
de tudo né falam também tô indo bem porque o farol araxa psiquiatra e ele tinha muita da consciência dessa desse colonialismo mental né dessa questão da colonização das mentes não só da colonização dos corpos que é uma coisa né é bastante há muito mais bonita de dia mesmo instante muito mais de difícil descolonizar as almas net colonizados meio mas que têm a ver com a questão do modelo então sim de certa maneira porque eu tô vendo isso pra vocês justamente porque essa proposta desse comunitarismo cultural é a proposta de um novo modelo dentro dos seus
comparados de literaturas momento porque não está consolidado e eu diria que enquanto campo de estudo nós estamos em trouxeram muitas para muitas coisas a gente não tem resposta ainda é porque vejo quando eu observo um fenômeno que ocorre com quem também na guiné-bissau vezes eu tô lá analisando o querer analisar um filme produzido na guiné-bissau do impacto cultural de modelos culturais dessa nova nação eu né daqui da minha perspectiva olhando esse objeto esse filme como é que eu consigo a minha questão é como há como compreender melhor o fenômeno que está à minha frente diante
de modelos meus que são externos ilimitados da professora como é que eu faço eu não sei que a única resposta é que a gente tem que caminhar no processo de aproximação desses fenômenos sabendo que os nossos modelos são nossos novos modelos de compreensão e de são nossos que eles são limitados e que eles são passíveis de revisão e que a gente tem que trabalhar na construção de modelos novos de modelos mais apropriados para a compreensão dos fenômenos que também são nossos eu diria que em termos de campo de estudos nós estamos também processo de constituição
desses novos conceitos para que a gente possa enfim é aprender melhor novos semana tá e então de certa maneira isso fecha para vocês primeiro bloco que é o bloco introdutórias estudos comparados [Música]