Meus amores, o podcast Prosperidade 360 traz um convidado que eu vou falar para vocês. É o maior empreendedor e o maior empresário deste Brasil, um homem completamente inspirador que vai contar a história dele, Flávio Augusto. Mas antes da gente apresentar esse podcast, eu quero pedir para você curtir o vídeo, compartilhar, ativar o sininho, se inscrever, mandar no grupo das famílias, mandar para todo mundo. É muito Importante, gente, que você interaja com a gente pro YouTube entender que esse é um conteúdo legal e mandar para mais gente, tá bom? Olá, bem-vindos ao nosso podcast Prosperidade 360.
Hoje é um dos podcasts mais incríveis que a gente vai gravar, porque ele é um cara para ser estudado. Realmente, cada podcast dele é uma aula. Cada vez que ele abre a boca, ele dá uma aula, uma aula de vida, de princípios, de vendas, de como ser um empreendedor Num país como esse. Ele é uma das pessoas mais disruptivas da internet. Ele começou quando tudo já era ainda era mato. Ele começou quando tudo ainda era mato aqui na internet. E ele é uma pessoa que transforma vidas. E eu estou falando de Flávio Augusto. Muito bem-vindo,
Flávio. Que prazer um prazer estar aqui contigo. Muito bom estar por aqui. E hoje, gente, a gente vai mostrar o Flávio como você nunca viu. Comecei com violão aqui. Não, exatamente. Começando porque o Flávio eu nunca vi. Se se existe alguém me manda aí, mas eu nunca vi. Você já tocou em algum podcast? Não me lembro, acho que não. Ai que demais. Então a gente vai fazer um dueto musical. Nós vamos fazer um fit e o Flávio vai tocar comigo Over the Rainbow, valendo uma vaga na minha banda, porque se ele tocar melhor do que
os meus músicos, eu vou tirar ele da Trinca e a gente vai ter que fazer uma turnê por aí. Mas que responsabilidade, meu Deus do céu. Eu vou tocar violão com a Luía Aposto e é possível. E eu vou cantar com Flávio Augusto. É isso mesmo, Brasil. Estão preparados? Estamos preparados? Eu, Tomara que eu esteja. Tomara que eu esteja também. Então, vamos lá. Muito bem. Vamos lá, hein? [Música] Somewh over the rainbow way up high. There's a land that I heard of once. in somewh over the rainbow skies are blue and the dream you d
to dream really do come tru some i wish upon I wake up where the cloud far behind Me where trouble smell like lemon drops away above the team. That's where you find me somewhere over the rainbow. No bir fly. Bird fly the rainbow. Oh, why can I [Música] [Música] Wish on the wake up where the clouds are behind me where troubles like lemon drops a bomb of ts that's where you find me somewh on the rainbow Blue birds fly [Aplausos] [Música] Fly. Oh, the rainbow. Why? Oh, why can I [Música] bem? Lindo demais. Muito lindo.
Muito lindo. Eu não sabia que você tocava tão bem. Você é muito modesto. Ai, eu tô tremendo aqui, né? Não. Quer uma água, quer um whisky. Não Tem uma água aqui, ó. Aqui uma aguinha aqui também. Vou tomar uma aguinha aqui pra gente descontrair. Muito bom. Excelente. Linda música. E não tem como não lembrar, né, da do mágico de não tem como lembrar da Disney. Exato. Disney me lembra Orlando. E Orlando te lembra a tua casa? Me lembra a casa. Me lembra Futebol. Te lembra? Exato. E me lembra a própria Disney, que foi nossa patrocinadora
lá também. É mesmo? Pois é, gente. E me lembra também minha infância. Por quê? Quando eu nunca nem sonhava ir na Disney. Mas sonhava? Não, Nem sonhava. Eu acho que uma boa defesa é a gente não perder tempo sonhando com aquilo que tá muito longe da gente, muito inalcançável, sabe? Então, quando algo é tão distante, você acha, ah, isso não é pro meu bico mas eu tava errado, né? Tava bem errado. Tava bem errado. Ainda bem que a gente comete erros, né? Mas começando a falar sobre sonhos, O Prosperidade 360, ele vem muito para pegar
essa galera que tem uma vida e uma mentalidade muito escassa ou de muita desesperança. Quer que alguém? Não, não. Tá bom aqui. Deixa eu ficar com ele aqui. Tá bom. Tá gostando dele? Abraçadinho com ele. Estão amigos? Estão amigos. né, de pessoas que têm uma mentalidade muito escassa, de que tem uma vida onde elas Realmente não se enxergam em outra realidade. Uhum. E a nossa proposta é levar para essa pessoa, exatamente uma pessoa como você, que saiu de uma cidade do Rio de Janeiro, eh, de um de um lugar que não era nada próspero e
chegou a ser uma das pessoas mais ricas do Brasil. Uhum. Então assim, dentro da tua cabeça, eu conheço o Flávio de de vários podcasts de de do conselho, de canais de Internet, mas eu eu quero te perguntar talvez uma coisa que ninguém tenha te perguntado ainda. Uhum. Dentro da tua cabeça, você intentava as coisas? Você intencionava? Você sonhava? Você visualizava? Você tinha um método para chegar onde você chegou? Não um método prático, um método mental ou espiritual. Eh, eu penso que cada pessoa ela alcança até onde enxerga. Então, eh, como eu comecei aqui falando sobre
que eu sequer desejava ou sonhava e visitar a Disney, eh, porque aquilo era tão fora do meu alcance que eu nem desejava. Então, as pessoas elas não desejam aquilo que elas consideram que estejam muito fora do seu alcance, porque é sofrer, sim. Você desejar algo que você não vai alcançar, é é impor a si próprio um Sofrimento. E elas também não desejam aquilo que elas não sabem que existem. Aquilo aquilo elas não sabem que existe. Sim. Ou seja, como eu vou desejar algo que eu sequer sei que existe? Sim. E o ponto, o ponto que
eu queria para concentrar na tua resposta é dizer que o desejo é o início de tudo, certo? Você primeiro precisa desejar algo. Então, como eu vou desejar algo que eu não sei que existe? Ou como eu vou desejar algo que eu tenho certeza que está fora do meu alcance? Uhum. Então, quando eu só reúno essas duas possibilidades, eu não sei se está ao meu alcance, não está ao meu alcance e eu não sei que existe. Grande parte das pessoas não podem sequer desejar, sim, Quando não sabe que se que que existe ou que está fora
do alcance dela. Então, como o início de tudo é o desejo, é a o desejo, o apetite, eh muitas pessoas que ainda não tm uma referência, não conheceram possibilidades, elas acabam não desejando. E como não desejam, não lutam por aquilo. Você só luta por aquilo que você deseja. Sim. E você só conquista aquilo que você pelo Que você lutou. que você luta. Então, se você só conquista pelo que você luta e você só luta pelo que você deseja, você acaba não desejando porque acha que tá fora do seu alcance ou porque você não sabe que
existe, muita gente acaba se eliminando de qualquer possibilidade de evolução por conta disso. Então, como só para eu concluir aqui, quando eu tava lá na naquela minha situação inicial, Jabura, a tua cidade, É, bairro Jabura, era um bairro, né? Então, o que que acontecia? Eu só conseguia desejar aquilo que eu enxergava. Então, obviamente, o meu desejo era ter um Fusca, era o que eu desejava, entendeu? E você conseguiu? Não, foi muito rápido, eu já fui pro melhor depois. Mas o ponto é esse, né? Eu eu primeiro eu quis ser militar, Aí acabei estudando e me
preparando pro concurso e consegui passar, mas aí eu não me identifiquei com o processo. Mas você você acha assim, por exemplo, eu já vi você falando várias vezes que o que te levou a querer trabalhar foi a tua o teu desejo de se casar com a Lu. Mas esse foi um segundo momento, não é? Porque depois que eu saí do militarismo, eh, até não fui muito bem comportado lá, inclusive fui convidado a me retirar. Ia Falar, saiu ou foi saído? Eu fui assim convidado gentilmente a sair. Ah, eu não consigo, desculpa, imaginar você não se
comportando bem. Que que você fez no exército? Não, mas é porque eu eu não seguia muita rotina, eu não cumpria muito, eu realmente não me identifiquei, né? Foi foi excelente que eles me ajudaram a a tomar essa decisão por mim, não é? Tomando essa decisão por mim. Mas quando eu conheci a Luciana, eu tinha 18 anos, ela tinha 15. Uhum. Quando a gente se conheceu, e aí você vê o poder que uma mulher tem sobre um homem, foi a primeira vez que eu pensei que eu precisava ganhar dinheiro. Incrível. Foi a primeira vez. Até então
eu só estudava, eu queria passar num concurso, mas assim, eu não tava preocupado com o Dinheiro que eu ia ganhar manhã. Eu tinha uma vida muito simples de classe média baixa, mas mas tava tudo bem. Tava tudo bem, tava tudo certo, mas quando eu conheci a Luciana, eu falei: "Não, eu preciso casar com essa menina." Eita! Quero passar o resto da vida. Vocês conheceram? A gente se conheceu numa igreja. Olha, é, ela tinha 17 e eu tinha, não, ela tinha 15 anos e eu tinha 18. E ela casou, ela ainda era menor de idade. Quando
a gente casou, eu tinha 20 e ela 17. Ela teve que se emancipar? Teve. Teve que? Não, eu também. Você também? Ah, porque você não tinha 21? 21. É, os pais tiveram que assinar para que a gente casasse. E você tinha certeza que ela era mulher da sua vida e que você ia ficar para sempre? Ta, eu tive certeza. Eh, na primeira vez que a gente ficou junto, eu tinha certeza que eu queria passar o resto da minha vida com Ai, gente, que coisa linda. Já são 31 anos. São 34 anos dessa que história linda.
Até porque a gente vai falar mais dela daqui a pouco, porque ela ela caminha Junto com você profissionalmente. Mas quando eu falei: "Eu preciso ganhar dinheiro" porque eu precisava ter uma vida independente Uhum. Eh, foi quando eu vendi relógio, comecei a vender relógio. Eu tinha um relógio, você tinha um, aí vendi o meu relógio e aí comprei mais dois relógios e aí vendi os dois relógios. Aí comprei aonde isso? no Camelô, na rua. Ah, comprei no Camelô, comprei eh ali na não é, depois já até comecei minha carreira internacional depois, né? Como assim? Como assim?
Porque eu fui pro Paraguai. Ah, comprar as mercadorias, entendeu? Então, mercadeira internacional até começou naquele momento, né? Mas assim, ah, vendendo o relógio, eu me recordo que num determinado mês eu ganhei um Valor que era mais do que os meus pais ganhavam. Uau! E aí eu pensei, comecei a questionar, porque esse é a minha natureza, eu sou um cara muito questionador. Por isso que não rola o exército. Não rolou o militarismo por isso. Mas te ensinou alguma coisa? O militarismo, muita coisa, por exemplo, para mim foi muito importante a Marinha, Né? Eu eu estive na
Marinha, a Marinha me ajudou muito, me as primeiras lições de disciplina eu aprendi na Marinha, companheirismo, lealdade com os amigos. São meus amigos até hoje. Olha que máximo. São meus amigos até hoje. E eu sei que eu tô indo e voltando no tempo da cronologia, porque às vezes a gente tá falando da Marinha e esse ano você foi foi convidado Isso para ser uma pessoa de honra lá dentro, para ser um conselheiro. A Marinha me nomeou embaixador. Embaixador. Embaixador da Marinha de Comunicação da Marinha no Brasil. Gente, isso é numa cerimônia com o comandante da
Marinha num navio de guerra. Foi um negócio super bonito. Isso é uma cura, né, da tua própria História. É, eu assim, a minha, eu internamente eu acredito que o meu desligamento foi a minha cura. Olha, é porque não era para mim, mas mesmo assim te ensinou. Me ensinou. Foi difícil pros meus pais na época, né? Mas para mim foi muito importante. Para mim a saída da Marinha foi muito importante. A entrada na Marinha foi muito importante porque me Mostrou que eu podia passar num concurso. Eu fiz 3 anos de concurso. Eu era de escola pública,
então eu tive que ralar muito para conseguir entrar e conseguir. Eram 30.000 candidatos para 200 vagas. É, era um negócio muito concorrido. E essas tuas vitórias, né, assim, foi muito importante para mim, porque aí ela ela vai te dando uma chancela, né? Eu sou capaz, eu consigo. E esse foi o primeiro ponto, o quanto eu Era capaz de conseguir aquilo que eu poderia lutar, desejar e desejar. Na realidade, foi o meu primeiro desejo. Eu conquistei. Depois, o meu, depois meu segundo desejo foi me casar. Você vê que você percebe que eu comecei a desejar coisas
que estavam ao meu alcance. Sim. Ali na tua ali no meu no meu radar visão. No meu campo de visão. Sim. Ah. e lutei por aquilo que estava no meu campo de visão. Só que cada vez que você sobe um degrau, aumenta a sua visão, você começa a enxergar mais. Claro, e você não deve parar de desejar. E aí você começa a descobrir coisas que você pode desejar, desejar que você nem sabia que existia, que existiam, porque você tá num platô maior, Você tá num platô maior. Então você começa a ampliar a tua referência. Você
como ser humano aumenta o seu referencial e aí você pode se atrever a desejar coisas novas. pelas quais você pode lutar. E aí eu experimentei a cada passo e lutando por cada uma dessas coisas. E cada e cada degrau que eu fui subindo, eu eu continuei desejando subir mais. Agora vamos voltar lá no relógio no Paraguai, carreira internacional. Interon você começou a ganhar mais que seus pais. E isso é uma vez eu ganhei, não foi todo mês, mas mas naquele mês que eu ganhei eu fale eu eu me questionei por as pessoas trabalham 44 horas
por semana para ganhar um salário mínimo porque eu era de uma família pobre. Eu via pessoas ao meu redor que saíam de casa, pegavam um trem lotado e por 2 horas para ir, 2 horas para voltar, 4 horas em transporte Público lotado. E eu andava, eu frequentava esses transportes públicos também. Uhum. E eu comecei a fazer um questionamento do porquê não batia para mim aquele nível de esforço absurdo para aquele para aquela baixa remuneração. Sim. Quando eu tava vendendo o relógio, que era uma coisa que eu tinha em casa, ah, eu tinha um relógio e
fui aumentando, Aumentando, aumentando. Talvez eu tenha vendido uns 150, 200 relógios, não sei quantos exatamente. Mas eu comecei a me questionar, porque as pessoas não seguem esse caminho? Sim, que já era um empreendedorismo. Eu nem sabia que isso era um empreendedorismo, mas eu tava experimentando produzir dinheiro através da venda. Sim. E aí o meu segundo momento de Questionamento que eu me recordo, Luía, era quando eu ia pra escola, eu atravessava uma rua chamada Avenida Suburbana, Rio de Janeiro. E nessa nessa rua, eu talvez passasse uma hora só atravessando essa rua. Eram 2 horas de viagem,
2 horas me às vezes. Uau! E nessa e ônibus cheio, eu em pé. E nessa rua tinham vários bancos públicos nessa rua. Então eu percebi que ao longo dos meses existe uma data que Você tinha ali vários velhinhos cortando o quarteirão, circulando o quarteirão numa fila para entrar nesse nesse nesse banco. E eu olhava aquilo e não entendia bem. Até que um dia eu perguntei para uma pessoa do lado do ônibus o que que era aquela fila. É. E ela disse: "Aquilo ali é fila da aposentadoria". E eu olhei Rio de Janeiro, verão, 35º Ali
de manhã para ser aqueles velhinhos ali numa fila cruzando quarteirão e para pegar a aposentadoria, que já tinha consciência que era uma muito pequena, um dinheirinho muito pequenininho. E eu olhei para aquilo e e questionei, é isso que eu vou querer pra minha vida? Não, não. Eu decidi, eu nunca vou ficar nessa feira. Eu nunca vou entrar nessa fila. E Comecei a pensar que esse é um sistema cruel. Não vou entrar nessa fila, eu não vou trabalhar 40 anos para parar terminar minha vida naquela fila, nessa fila. E aí essas coisas começaram a não fazer
sentido para mim. uma pessoa trabalhava 44 horas para ganhar um salário baixo, para ter ainda um desconto do seu salário para depois receber uma merrequinha no final do ano, no final do final da vida. É muito injusto. E aí eu falei: "Essa vida eu não quero, então eu não vou seguir o arquétipo, o plano. O plano, estuda faculdade, arrumo um emprego, 40 anos no emprego INSS". Você fez faculdade? Eu abandonei a faculdade. Do que que era? Era ciência da computação. E você acha, você acha, não, me diga se vender relógio foi a tua primeira Experiência
com venda e que e se ali você já começou a se formar como grande vendedor que você é. Eu acho que eu ainda não tinha consciência daquilo. Tanto é que eu nunca planejei quando tava vendendo relógio, ah, vou abrir uma rede de loja de relógio. Não, para mim aquilo era um bico. Entendi. Eu estava ainda dentro do arquétipo. Eu tava dentro do arquétipo. Eu trabalhava, vou estudar, trabalhava, fazia a minha faculdade. Eu passei nas melhores faculdades. Eu era muito bom aluno. Passei nas melhores faculdades e no final eu não tinha ainda fechado essa lógica. Mas
aí fiz a a a o vestibular, passei. Quando eu namorei, comecei a namorar Luciano, foi quando eu falei: "Cara, eu quero casar". E aí eu comecei a refletir, pensar que Saída eu poderia ter para ter uma vida independente ainda jovem. Uhum. E aí eu penso que que às vezes aí nesse momento o universo, né, papai do céu, ele te dá um caminho. E eu atendi um anúncio de emprego, eh, que não tinha carteira assinada, ou seja, tava fora do arquétipo. Aham. Não tinha, era 100% comissionado, tinha que vender curso de inglês. E você já sabia
falar inglês? Não, falava nada de inglês, era de escola pública. Sim. Nada, nada de inglês, mas era para trabalhar no curso de inglês como vendedor. E ali eu comecei, quando eu comecei a trabalhar nessa empresa, informal, ia para telefone público, orelhão, com ficha, com ficha telefônica para ligar, cara. E aí você pegava transporte público, passava 4 horas, Transporte públ 4 horas, ia pro centro do Rio, que era longe para caramba, da periferia que eu morava. Sim. Bom, e ali eu comecei a aprender a venda profissional, como fazer a venda do ponto de vista profissional. Eu
tinha tinha experimentado a vender informal, de maneira informal. Ali eu comecei a aprender de uma maneira mais profissional. Mas Eu trabalhei 4 anos nessa empresa dessa maneira. Ah, o primeiro ano dessa maneira porque era vendedor. Sim. Só que eu fui promovido a gerente, depois eu fui promovido a diretor, depois eu com 22 anos estava ganhando 7.000 dólares por mês. Isso para Brasil e para minha realidade, de onde eu vim, era um ganho extraordinário. Ou seja, eu tive sucesso nessa carreira de vendas ali por 4 anos, ou seja, dos meus 19 aos 22, eu tive sucesso
ali. E aí foi quando eu decidi sair dessa empresa para fundar a WasAP, a minha primeira escola da WasAP em 1995. Deixa eu te falar uma coisa. Outro dia eu entrei numa farmácia no interior do Rio de Janeiro, tava fazendo uma turnê e eu lembrei muito de você. Eu pensei muito em você. Por quê? Me conta. Porque eu entrei na farmácia e eu falei, Sei lá, me dá uma novalgina, me dá um paracetamol. E o cara falou assim: "Pô, só um paracetamol pede não sei que que eu preciso bater minha meta." E eu olhei pro
cara e falei: "Você precisa ver um curso do Flávio Augusto". Eu fiquei tão chocada porque assim eu aí eu queria muito te perguntar porque você tem nós temos uma coisa muito em comum, eu estudando a tua vida, eu também nunca contratei alguém do sistema. Eu sempre peguei empresários Que não eram empresários, mas que tinham características, né? Lealdade, coração aberto, vontade de aprender. E falei: "É você?" Não, mas eu não sei. Mas vai saber, mas eu sou um caminhão pequeno, você é muito areia. Então vamos aumentar esse caminhão. Uhum. E você conta que você faz isso.
Então eu queria saber se você fosse eu, entrasse nessa farmácia e ouvisse esse cara falando isso, claro que você ia comprar seu Paracetamol, ia embora, mas se ele te pedisse um conselho, um uma tática que pudesse mudar a vida dele como vendedor, porque claramente me deu me deu vontade de nem comprar o paracetamol. Claro. O que você falaria para essa pessoa? É, primeiro eu diria para ele que a meta dele não é problema do cliente, não é? E que essa ansiedade que ele tava demonstrando, na verdade, ela mais desvende do que vende. E que venderam
a mistura de ciência com Arte. Uau! É, ela tem lógica, ela tem técnica, mas ela tem a parte da arte. E a arte principal da venda é a arte das relações humanas. E na arte de relações humanas, a principal ferramenta não é falar, é ouvir. Então, eh, talvez eu dissesse para ele, eh, é para você mesmo esse remédio? Muito provavelmente você, mas é para Mim. Tá com um pouquinho de dor de cabeça, né? Olha, tem esses daqui, Vou te trazer todas as opções. Você tá com um pouquinho de estresse também? Tá um pouquinho estressada. Uau!
E aí ouvir a pessoa, ouvir a pessoa, porque quando você ouve, essa pessoa está indicando para você as suas dores. E vender é curar dores. Vai anotando, tá gente? A aula vai anotando aí, por favor. Então, quando você ouve, duas coisas acontecem. A primeira coisa que acontece é que você está se conectando com a pessoa. Quando a pessoa chega, eu quero comprar um remédio, a conexão é zero nesse momento. Sim. Mas quando eu olho no teu olho e te escuto e você se sente olhada, vista, você desconecta, você cria uma conexão, você cria um rapó,
você cria uma, é como Se os dois cérebros eles vibrassem em frequências diferentes e a partir da conexão eles passem a vibrar na mesma frequência. E aí você cria uma conexão. Quando você cria essa conexão e você dá importância pro teu cliente, ouve o seu cliente, ele vai te dizer as dores dele. Então eu tenho um desafio para você. Hum. Que eu vou te contar por que eu te conheci. Me conta. Eu te conheci porque era inevitável te conhecer, mas eu te conheci porque eu precisava melhorar as vendas do meu show. Olha. E eu queria
ensinar pras pessoas que vendem o meu show o método Flávio Augusto. Hum. E eu pensei comigo, falei: "Cara, imagina". Uhum. Na minha doce ilusão, mas assim, você vai entender. Imagina se o Flávio Augusto vendesse meu show, eu ia fazer muito show. E aí depois eu pensei, não, imagina se eu pegar alguém que trabalha com o Flávio Augusto para vender meu show, porque eu já fui mais humilde, né? Já foi pra humildade, mas já que você tá aqui bem na minha frente. Uhum. vende o meu show para mim. Muito bem. Primeiro lugar, eu te perguntaria, quem
compra seu show? Empresas para final de ano, pra festa, pra comemoração. Eu tenho um show que chama Festa da Luía, que é um show animado, que tem um repertório amplo, que passa por pop, rock, samba. Tá. É um show animado pra empresa. Esse é teu foco mais mais corporativo foco nesse momento, tá? Eh, venda para empresas, basicamente é um modelo de venda chamado B2B. É o business to business. Então, a venda B2B, ela segue uma lógica um pouco diferente da da venda B2C, que é business to consumer, quando você vai vender para um consumidor direto,
não é? A venda B2C é quando você entende a dor de um cliente. A venda B2B é quando você entende a necessidade de uma Empresa. E para você partir de uma necessidade de uma empresa é importante estabelecer relacionamento. Numa, numa venda B2B, o networking e o relacionamento, ele tem mais eh peso do que a dor de um consumidor final. Uhum. No final das contas é bit si. Sim, porque no final das contas o consumidor vai est lá na ponta final, mas essa Empresa ela quer ou entreter o seu funcionário ou criar uma uma uma um
clima bacana, um momento bom para esse funcionário. Numa venda B2B, eu acho que é muito importante, tá relacionado com quem compra. Então, por exemplo, geralmente quem compra é o marketing ou é o RH? é uma agência, é um interveniente. É o o a agência é que vende pra empresa. Exato. Mas essa Quem compra é um CEO. Então, geralmente é o CEO, geralmente é o RH da empresa, geralmente é um marketing, é uma campanha de marketing que ele tá fazendo. Isso, não é? Então é importante primeiro identificar qual é o setor da empresa que vai comprar
que vai comprar essa esse ponto. Uma agência pode vender, mas você também pode ter um time de venda direto na tua equipe. Sim. E aí, nesse caso, essa pessoa, esse teu, esse teu líder comercial, ele vai estabelecer esse relacionamento com essas empresas. Onde ele vai estabelecer esse relacionamento? Ele vai visitar essas empresas. você vai ter que criar um mediat kit muito bonito, vai ter que criar um uma um trabalho de vídeo muito bonito. Você tem que ter no teu Instagram, por exemplo, que hoje o nosso Instagram É a vitrine da vida, vitrine. Então é importante
ter ali uma comunicação para empresa também, não é? E e estabelecer com essas empresas esse relacionamento. Às vezes são eventos, são congressos. Mas eu tô dizendo assim, igual você vendeu paracetamol para mim, igual você vendeu o curso do ISAP pro Joel J. Então, mas é que esse é B2C. Entendi. Para que que é pro consumidor, né? Aí você tá falando com consumidor. O que eu quero querendo te dizer que para uma empresa estabelecer o relacionamento ele é um pouco mais de longo prazo, sabe? O paracetamol o cara é papum, vendeu, passou a dor, passou a
dor, vendeu, foi. Você talvez nunca mais volte naquela farmácia. A empresa não, o cara que compra, ele vai comprar teu show hoje, pode comprar teu show uma vez por ano e por aí vai. Então Esse relacionamento ou com RH ou com departamento de marketing ou com se é que tem que se estabelecer. Maravilhoso. É mais relacionamento, é mais networking e mais o o B2B é relacionamento. Por exemplo, quando a gente vende contrato B2B, a gente vende contratos B2B de curso de vendas, por exemplo, nós hoje treinamos time de vendas de várias empresas. Como é que
a gente vende o B2B? A gente Geralmente convida os diretores de RH ou gerentes de RH para uma apresentação no nosso escritório. Aí aparecem lá 80, você traz o cara pro teu ambiente, traz o cara, faça um evento, ofereça um conteúdo que é de interesse dele. Uhum. Ele não tá indo lá para comprar o meu produto só. Eu vou fazer um evento sobre a importância do soft skills, dos soft skills na sociedade moderna pros empresários. Então a gente oferece um Conteúdo, leva uma pessoa bacana para dar uma palestra para eles e leva ali 80 diretores
de RH. Começo estabeleço um relacionamento com esses 80 diretores de RH. Em algum momento desse evento, eu apresento ali um pit de 3 minutos, 4 minutos apresentando, dou material para essa turma e começa uma conversa, começa um followup, uma ligação, uma conversa, uma reunião. Daqui a pouco você começa dos 80, você vai fechar quatro, cinco contratos, mas que já é o objetivo, já é o objetivo daquela apresentação. Já, já, já foi cumprido. Só que você vai realizar, a gente realiza isso quatro vezes por ano. Uau! Você entendeu? Aí você fecha um contrato com uma com
uma empresa, aí você faz uma baita de uma entrega e aí esse cara tá satisfeito quando esse contrato tá Acabando. Você gostou da entrega? Não gostei. A gente tem essa essa essa solução. E você tem uma esteira de produtos para você oferecer para esse cara. Aí esse cara faz uma recompra. Quando ele faz uma recompra, a o relacionamento já tá cada vez já tá estabelecido. Dessa recompra vai ter uma outra recompra. Então você abre uma esteira nova que a gente chama de um funil. Uhum. um funil novo que é para Apresentação que começa com diretores
de RH e depois você parte pro relacionamento. Então B2B é relacionamento maravilhoso. E quem vende vende tudo. Eu acho que quem vende pode vender tudo. Sim. Quem vende pode vender tudo. Você teve um mentor assim, alguém uma pessoa que que Claro que você tem um método próprio, Flávio Augusto, mas teve alguém na tua vida que foi muito Importante? Eu tive várias pessoas muito importantes na minha vida, várias pessoas dentro do âmbito eh da área de vendas. Meu primeiro chefe lá, ele era, o nome dele era Manuel. Ah, e ele foi um cara que me ensinou
a venda do ponto de vista profissional. Numa outra fase, dois anos depois, eu tive o era o presidente dessa empresa, o nome dele era Mário Magalhães. Uhum. E ele foi também um cara muito importante na minha etapa de aprender a Liderar. Então assim, cada fase da sua vida, eh, você tem você tem pessoas que você usa como referência, com quem você vai aprender. Hoje você se considera o quê? Se você tivesse que botar na tua biografia, Flávio Augusto, eu me identifico como empresário, como alguém que empreende, constrói negócio, né? Ah, eu me identifico quando eu
falo da Minha identidade como aquele mesmo garoto da periferia que andava de ônibus. Você continua sendo a mesma pessoa na essência? Eu eu continuo sendo essa pessoa, até porque se eu fosse separar a minha persona em diversas fases da minha vida, aquela persona é a que eu mais admiro. Uau! É porque sair de onde aquele cara, Aquele garoto saiu, era muito difícil. Eh, pagar o preço que ele pagou era muito era muito duro. Então, andar 4, 5 horas por dia de ônibus, não é? Era muito difícil. E você, no meio daquele caos, você conseguia acreditar
num degrau que você ainda nem sabia que existia. Isso você chama de fé. Você precisa ter fé, porque fé é acreditar no que você não enxerga ainda. Mas quando você sobe um degrau, você Começa a ver, aí você vai alimentando a sua fé. aquele aquele menino se apaixonou pelo uma adolescente e ela foi inspiração para que ele tivesse força para vencer aquela barreira intransponível. Então aquela persona, se eu fosse dividir em várias personas, né, em cada fase da minha vida, é a que eu mais admiro e a que eu procuro manter, porque eu quero manter
aquela fé que eu tinha, Eu quero manter aquele desejo que eu tinha, aquela aquela paixão que eu tinha, tanto por ela quanto pela vida, por ela pela vida e por aquilo que eu quero conquistar. E você tem uma das características que eu acredito que são que é uma das características mais importantes da prosperidade, que é não prosperar sozinho. Tudo que você faz, você procura escalar, tanto em vendas quanto ensinar pessoas, Treinar pessoas. Você nunca entra num negócio e tá sozinho, né? Você entra e e vai gerando grupos. Aí você faz um podcast e vai gerando
grupos. você você de repente tá ali e tudo que você faz eh as pessoas acabam tendo, abrindo outras empresas, virando bilionários, milionários. Isso é de propósito? Você pensa no compartilhar? Você Qual que é a tua cabeça em relação a não prosperar sozinho? Eu tenho dois lados. Primeiro, não tem graça fazer nada sozinho. E segundo, você não consegue fazer nada sozinho. Então você também tem um lado útil de compartilhar. Tem uma frase, acho que é do Nelson Rodrigues, eu acho, aquele cafagest. Eh, deixa eu tentar lembrar que eu parafrasei uma frase dele. Eh, se o egoísta
soubesse o quanto que é um bom negócio Compartilhar, ele compartilharia por malandragem. Uau! Não é por egoísmo até. Ele compartilhe por egoísmo. Que maravilhoso isso. Porque o que eu quero dizer é o seguinte, eh, você quer pensar em si? Não pense em si, então é meio louco, né? Pera aí, vamos lá. Volta e evolui. É o que eu quero dizer é o seguinte, uma boa forma de você pensar em si é não pensando em si. Quando você pensa em compartilhar, impactar pessoas, pode parecer muito altruísta, mas também egoísta. O que compartilhar dá lucro? Dá lucro
para você? Eu sei, mas dá um lucro porque assim, vou Você dá lucro espiritual. É isso que eu ia falar. Dá um lucro espiritual. Dá lucro financeiro. Por quê? Vamos lá, então. Vamos ser você um pouco mais filosófico e um pouco matemático, tá? Filosoficamente, quando você compartilha, você está lançando sementes na vida de outras Pessoas. Essas sementes vão dar frutos para essas pessoas, mas elas dão frutos para você também. Isso é um pouco mais filosófico. Do ponto de vista matemático, você não cresce empresarialmente sozinho. Se você for um cara que só pensa em si, você
não vai juntar pessoas ao teu redor. Você não vai ter um exército de pessoas lutando por você. Você não vai ter um exército de aliados. Você no Máximo vai ter funcionário que faz o dele e depois ele vai embora. Ele vai embora. e que tá tudo certo. Se o cara quiser ser assim, não tá, não tem nada de errado nisso. Mas para você construir um projeto e crescer, você vai precisar construir um exército. E você não vai ter um exército leal se você não lutar pelo seu exército. Você vai ter que investir em pessoas, formar
pessoas, desenvolver pessoas, promover pessoas para que elas sejam Ótimas quando antes eram rejeitadas, mas e depois elas se tornaram desejadas e ótimas. E quando elas se tornam ótimas, quem é que vai ter retorno com isso? Você você. Então, quando você tem um uma empresa, por exemplo, você não vai conseguir fazer sozinho essa empresa. Você vai precisar investir em pessoas. É como se fosse um treinador de futebol. Hum. Você vai ter que descobrir o Messi, vai ter que descobrir novos talentos, vai ter que desenvolver esses talentos. E aí eu te Maravilhoso, mas isso já me leva
para um outro gancho. Por que que você comprou um time de futebol? Você ama futebol ou era um negócio? Febal, eu gosto de futebol, mas era um negócio. Todos os meus negócios são negócios. Não tem coração, não. Eu amo todos eles também. Isso. Mas É como um filho. Você ama seu filho? Amo. Você quer ele perto de você? Muito. Muito. Mas e no dia que ele casar? Vou sofrer. Mas vai ficar feliz ou você vai sofrer? Ou os dois? Os dois. Vai ser os dois, né? Então é mais ou menos isso. Uma empresa minha como
um filho. A WAP, por exemplo, que eu vendi A Wasap. Não, isso é é muita coisa, gente. Flávio Augusto é muita coisa. Você vendeu? Eu chamo de filha. Ah, ela é menina. Aap é menina. Aap é menina. A menina que você não teve ali, né? Você tem três meninas. Só tive meninos. É. Aap é menina. E ah, você vendeu tua filha? Não, meu querido. O a venda da empresa é o casamento da sua filha. Ah, você entregou? Eu entreguei pro noivo e ele te deu um dote. E ele me deu um dot bem gordinho. Claro,
né? E ela casou. Só que eu não fui muito feliz nesse casamento. E aí você falou: "Pera aí, voltou paraa casa machucada, sem dente. Você comprou a WAP de novo porque você viu que estavam deteriorando ela ou porque você viu um bom negócio? Ah, eu comprei a Wasap primeiro porque era um bom negócio, porque negócio é negócio, hobby é hobby, caridade é caridade. São três coisas distintas, né? Negócio, eu boto dinheiro para ter retorno financeiro. Hobby, eu boto dinheiro para ter prazer. Por exemplo, você vai lá, tem uma coleção de violão que são bem caros,
inclusive, mas me dá prazer. É hobby. Em que é que é muito assunto. Vai, Continua. É hobby. E o terceiro é caridade. É quando você põe o seu dinheiro para ajudar outras pessoas. Entendo. Então, o negócio é negócio. Então, primeiro lugar, eu comprei a recompreto do valor que eu vendi. Uau! Era um baita negócio. Baita negócio. Dois, é só negócio. Nunca é só negócio. A vida não é só uma coisa. A vida é é 360. A vida É, a vida é múltipla. É múltipla. Então, eu também queria melhorar aquela história sendo contada. Eu sempre olho
que tudo é uma história. Tudo é uma história que nós estamos contando. Então eu pensei, legal, esse capítulo dessa história. Eu recomprei, minha filha voltou para casa. Você ficou feliz? Fiquei super feliz. E aí ela já tá linda de novo. E aí deu um grau, né? Daqui a pouco ela vai casar de novo. Mentira. Toda empresa que você faz, você pensa vender. Sempre. Todas as empresas que eu tenho são para ser vendidas, Flávio, sem exceção. Como que você consegue ser um cara tão coração, tão sentimental que você é, a gente sente e ao mesmo tempo
tão racional e e e esses dois lados coexistirem dentro do Teu negócio? Como você separa isso? É porque eu vejo a lógica de que a sua filha casar é um momento feliz e que ela precisa viver paraa vida. Eu não quero minha filha vivendo comigo o resto da vida. E dois, eu sou um construtor. Eu construo negócios. Então eu construo um negócio hoje, amanhã eu vou construir outro negócio. Para mim, sabe o que você é? Uhum. Um agricultor, Uma boa metáfora. Eu acho você um agricultor, uma boa metáfora, que semeia, que planta, que rega, que
colhe, mas que quando a produção é colhida, eu vendo a produção. Eu não vou vou não vou guardar a produção no meu celeiro ali, apodrecer, inclusive. Exato. É, exatamente. Tem que vender essa produção. Pessoas Têm que se alimentar daquela comida que eu que eu produzi. Tá vendo? faz parte da metáfora. Uma outra metáfora. Agora a Lu, qual foi a importância dela na WhatsApp? Porque parece que ela era o financeiro, você era a cabeça. Quando você decidiu fazer, foi na sala da tua casa, você já saiu, já alugou um escritório? Como é que foi essa construção
da WhatsApp com a Luciana, Tua esposa? A Luciana foi parte ativa da construção da WhatsApp. A começar, que nós abrimos a WhatsApp com R$ 20.000 do cheque especial. Do cheque especial. com juros de 12% ao mês. Uá, que coragem. Juros amigáveis, né? Você dormia à noite? Ah, igual uma criança. Tranquilo. Acreditou completamente. É que não é um acreditar da fé. Nesse momento já eram acreditar da racionalidade. Eu sabia exatamente o que eu precisava fazer para dar certo. Matematicamente. Matematicamente. Entendi. Não era algo que eu dependia de algo metafísico que acontecesse depois para que desse certo.
Eu já trabalhava 4 anos no setor, já dominava, já vendia. Eu era Um diretor de vendas muito fortes. É, já tinha sido promovido a Já vários. Estava eh fazia 600 matrículas por mês. Meu Deus. E eu precisava para dar certo na WAP fazer só 100, percebe? Ah, então dava para dormir, hein? Dava para dormir sem rivotril, sem nada, sem nadinha, igual uma criança. E aí o que acontece? Então, os 20.000 do cheque especial, apesar de eu ganhar bem, na Época eu ganhava bem, mas tinha 23 anos, não tinha herança, meus pais não tinham como me
ajudar financeiramente. Era eu e Luciana, pai dela também não tinha. Então ela trabalhava, a Luciana trabalhava comigo, eu era na área de vendas, ela trabalhava na área administrativa. Ah, uau. Exatamente. Então quando a gente decidiu sair, esses R$ 20.000 do cheque especial Eram 10.000 no no cheque especial dela e 10.000 no meu. Ou seja, os dois CPFs comprometidos matematicamente, Skin the game, a gente estava completamente comprometido ali e saíram os dois, tipo Jerry Maguire. A gente saiu exatamente assim, a gente saiu para fazer acontecer. A gente pedi, eu pedi demissão e cheque, cheque especial e
a gente tinha que vender para pagar o aluguel do mês que vem para Pagar funcionário. A gente inaugurou a escola com 20 funcionários já assim grandão, porque ou era grandão, porque se eu fizesse para eu dar certo, para para se pagar, tinha que fazer 100 matrículas. Mas para fazer 100 matrículas tinha que ter pessoas para cuidar de 100 alunos novos por mês. Então eram 1200 alunos no ano. Então não existia hipótese de começar mais ou menos. Ou eu começava com 20 funcionários num espaço de 450 m² No centro do Rio de Janeiro. Entendeu? Que coragem.
Então é até muita coragem, mas eu eh é menos do que parece, porque eu já dominava essas essa rotina toda já dominava, entendeu? E a Luciana era quem cuidava do financeiro. E digamos que ter alguém competente cuidando do financeiro quando você não tem dinheiro é muito importante. [ __ ] mas assim, você não tinha o nome, não tínhamos nada. Então isso é difícil assim, por mais que, ah, eu tô fazendo ali venda, eu sei que eu preciso de 100, mas eu eu vendo 600 num escritório. Mas qual era o nome da empresa que você trabalhava?
Ah, quem trabalhava antes era Minemo System. Pô, isso que isso que também não é ter nome, é, mas assim, era uma empresa que já existia e tal, deveria na época as Pessoas ouvirem falar ou não? Não, o nosso processo de prospecção de aluno era completamente ativo. A gente tinha que trazia os alunos, não eram os alunos que vinham. E de onde veio esse nome, Wap? Ah, esse é uma história interessante. Primeiro não era Wise UAP, quando a gente abriu, era Winners. Winners. É muito pretencioso esse nome, né? É um pouco Muito pretencioso, mas acho que
naquela fase com 23 anos, a gente tá ainda se alto tá afirmando, né? É, mas esse era o nome que a gente escolheu e a gente inaugurou a escola. Duas semanas depois, recebemos uma notificação extrajudicial dizendo que já existiu uma escola com esse nome e mandando a gente mandando a gente tirar o nome, senão sujeito à multa diária de não sei quantos mil. Meu Deus. E a gente ainda foi lá tentar negociar. Tomamos um passa fora justo, inclusive lá. Vocês não vocês não fizeram pesquisa para ver se já tinha uma é que a gente fez
pro CNPJ. A gente, eu achei que não, eu não sabia que precisava do INPI. Ah, também não sabia. Você acabou de me dizer. É, então você tem, você tem que ter a pesquisa no CNPJ, você tem a pesquisa do INPI. Entendi. E aí, empreendedor é assim, eu fui aprendendo, cometendo falhas. A primeira falha foi o nome. Erramos no alvo, erramos feio, erramos bem. E aí, a quando a gente voltou lá do Passa Fora, a gente pensou, não, não vamos começar brigando, né? O problema era o seguinte, Luía. Os livros que a gente tinha feito, todos
Eles tinham lá na na capa, ó, Winners e o W, que era logo, em todas as páginas. E a gente não tinha dinheiro para fazer outra. E aí a gente falou: "Não, vamos trocar o nome". Foi uma tristeza enorme, ah, mas vamos arrumar o nome com W, porque eu mantenho os livros, eu só troco a capa. Claro. Então, inteligente tinha que ser com W. Aí fizemos um concurso lá entre os professores e aí vieram vários nomes. O Único que tava liberado no NPI era o que eu menos gostava, que era o WAP. E que que
quer dizer o WSAP? OAUP é fica esperto, se liga. É super cool. Wap legal. Não, Wapp é ótimo, é super legal, cool significado. Mas naquele momento, cara, é WSAP, vai mesmo. Vai aí WSAP, vai WhatsApp mesmo. Tá bom. E ficou wsap. A gente hoje adora WhatsApp. E Você fez WhatsApp? Não, não fiz WhatsApp. Que que você fez para aprender a falar com isso. Eu estudei sozinho, né? Comecei a estudar. É super auto de data. Comecei a estudar. É porque o que acontece? A o método da WAP que a gente ensinava, eu utilizei, só que eu
não fui pra sala de aula, não é? Porque eu fiquei, Não era sua cara, não era, não era assim, quando eu comecei a estudar, foi quando eu fui pra Austrália e fiquei lá quase um ano morando na Austrália. Então eu fui estudar, eu fiz umas 3 horas de aula por dia, pelo menos. Me fala uma coisa, eu tenho tanta coisa para te perguntar que eu f minha cabeça vai e volta, mas assim, como que você consegue? Você já me falou que você morou em vários lugares, que você vai, Mora, Luciana também super desprendida, mora, os
filhos também não sofrem, é uma maravilha. Mas como que você tem uma empresa tão grande, tantas empresas e elas conseguem sobreviver sem, né, o olho do, como é que é? Quando o dono engorda do boi, é, é no negócio do gado. Então, como que você consegue ficar fora? Como que você tem esse desprendimento de ficar fora? Eu concordo. O olho do dono engorda o boi. Obrigada. O olho do dono engorda o boi. Eu concordo com essa frase, mas aqui hoje em dia o olho não é só pessoalmente, né? Mas não é só hoje em dia.
Quando é que você começou com essa história de morar fora? Então, foi em 2005. Então, não tinha negócio de Tinha Skype? Já tinha Skype? Já dava. Já dava. E você acha que que o Skype era Suficiente ou teve alguma crise? Ó, vamos lá. Quando foi 2005, eu inaugurei o WAP 95. 2005, 10 anos de WhatsApp. A gente fez uma festa linda lá no Morro da Urca para comemorar 10 anos da WasAP. A gente tinha 100 escolas. Uau. Com 10 anos já tínhamos ali uns bons 3.000 funcionários. Quantos alunos devia ter ali? Uns 20.000 1000 alunos,
talvez 30.000 alunos. Cheque especial. Não, foi não. Não, mas foi rapidinho. Foi rapidinho. O cheque especial. O cheque, o cheque especial foi em 95. Ah, eu abri a segunda escola em São Paulo ainda em 95, no mesmo ano, com cheque especial também. A partir das outras a gente praticamente não usou mais, porque a gente começou a gerar caixa e o próprio negócio foi financiando o negócio. Mas 10 anos depois ele já tava muito bem, o negócio já faturando milhões de reais. Ah, nesse momento eu achei super importante que a empresa funcionasse na minha ausência. Achei
super importante para que essa empresa tivesse de fato valor que ela funcionasse na minha ausência. Então, eh, a gente sempre gostou de viajar, a gente gosta dessa aventura e a gente decidiu ir paraa Austrália e a gente Escolheu Austrália. É isso. Exatamente. Escolheu Austrália por um motivo muito simples. É que é na Austrália. É longe para caramba, né? É, eu queria ficar longe, mas achei que você ia para Sorocaba, entendeu? Não, Sorocaba é muito pertinho. A mensagem para equipe é assim, ó. Eu tô na Austrália, cara. É, pr você ter ideia, Austrália é longe do
Japão. São 12 horas de voo do Japão. É do outro lado do mundo, mas é 12. Austrália é um é um pouco antes do planeta do Pequeno Príncipe. Pois é. É um, é uma estação antes. É uma estação antes. Você desce na puxa a cordinha do PA cordinha e desce uma antes. Exatamente. Hã? Então, Austrália é longe. Essa era a mensagem que a gente queria e a gente planejou ficar um ano lá. Nesse momento meu filho mais velho tinha cinco, o segundo tinha três. Eu sempre trabalhei muito numa intensidade muito grande. Eu falei: "Cara, quero
ter um tempo com as minhas com meus filhos também. Vou ter um tempo". Você pesava? Não, não, não me pesava. Era algo que eu achava que era o tempo, porque eu penso que na vida não existe equilíbrio. Ah, obrigada por dizer isso, Fláv. Na vida existe conciliação. Conciliação é não equilíbrio. Porque quem busca equilíbrio vai se frustrar. Não dá para não dá para equilibrar. Você tem 80 papéis diferentes na sua vida. Você não vai conseguir equilibrar. Uma hora você vai deixar o pratinho cair, sabe? você vai rodar o pratinho, ele vai cair. Então eu entendo
que existe acordos, conciliações. Então vamos combinar todos Aqui que a gente vai dar, vai focar nisso aqui agora, porque depois a gente vai colher fruto disso. Uhum. Eu acredito nisso. Então eu penso que do de uma determinada época eu viajei para caramba, trabalhei para caramba, a Luciana segurou as pontas em casa. Naquele momento eu queria um tempo com a família. Então aquele foi um novo acordo. Então eu acho que a gente vai fazendo acordos com as partes. Quando a gente faz um acordo, ó, vamos todo mundo se sacrificar nisso aqui porque depois a gente vai
ter esse benefício. É muito melhor do que eu criar expectativas que eu não vou conseguir cumprir. Claro. Eu não vou conseguir equilibrar. Sim. Então é melhor a gente ser realista e fazer acordos e e de acordos em acordos A gente vai avançando na nossa vida. Muito bom. Então, na Austrália eu passei esse tempo com a família e aí eu ia ficar um ano. Então, os primeiros seis meses foram muito bem. A empresa continuou crescendo e eles ficaram de boa, trabalhou o psicológico deles? Ficaram de boa. Eu voltei, eu eu viajava de dois em dois meses
pro Brasil para tocar, fazia minhas reuniões dois dois meses. Fazia uma agenda de reuniões por Semana pelo Skype. Já tinha Skype em 2005. E do primeiro semestre foi muito bem. Segundo semestre o resultado começou a cair. Hum. E aí? Aí a gente botou o rabinho entre as pernas e botou numa boa. Deu errado. Não estamos pronto ainda. E aí voltou a subir. Voltei e voltou a subir. Quando você voltou, voltou a subir. Isso. Voltou a subir. E eu cheguei pro meu time e falei: "Olha, eu quero pedir desculpas a vocês. Eu não tô, não tava
preparado para deixar vocês sozinhos". Vocês também não estavam preparados para ficar sozinho. Isso. Então, mas a culpa é minha. Eu errei. Achei que vocês estavam preparados. Não estavam. Uau. Entendeu? Você tem essa humildade. É, era humildade, mas era um baita de um aperto para eles, né? Eu vi o chefe dizendo que voltou porque eles não estavam preparados, né? Não, você disse que você que não tava preparado. Sim, eu disse, mas quem entende também entendeu que eles também não estavam preparados. Eu não tava, eles também não tavam. Entend Sim, exato. Não é? E aí? E aí
o que acontece? Aí voltei e realmente eu não tava preparado, eles não estavam preparados. E aí a gente voltou, aí eu voltei, trabalhei mais 2016, 2006, 7, 8, 2009 eu fui morar nos Estados Unidos. Aí você já tava preparado? Aí eu tava supondo que estava preparado. Ã, e aí o negócio voou aí, aí eu tava e aí conseguiu ficar lá. Aí consegui, eu consegui ficar os três anos que eu fiquei direto lá, até aí os tr anos redundaram na venda na empresa. Existiram crises ou não? Que tipo de crise? Que tipo de crise? Na na
empresa, na empresa, né? No meio do caminho existiram problemas. A gente teve assim, não, eu eu eu chamaria de crise porque foi uma variável, mas não foi uma grande crise. Em 1999 A a gente teve um descompasso de fluxo de caixa por alguns erros de gestão que eu cometi. Ah, e depois a gente foi lá e consertou. Não dá nem para chamar de crise, né? Mas eu poderia ter quebrado naquele momento se eu tivesse, se eu não tivesse consertado, não é? em 1999, mas assim, a gente nunca quebrou, a empresa sempre cresceu, sempre avançou. E
aí, o time de futebol? Vamos pro time de futebol. O futebol, o futebol foi quando eu fui paraos Estados Unidos de 2009, meu filho mais velho começou a jogar futebol lá no teu time, não, mas não tinha time não. Ah, entendi. Ele começou a jogar futebol, começou a jogar futebol lá. E aí, e aí eu comecei a acompanhá-lo nos jogos. Uhum. E comecei a observar o comportamento dos americanos e de todo mundo que ia acompanhar seus filhos. Era Lotado de gente como aqui. Mais do que aqui. Mais do que aqui. Mais do que aqui. Eles
são mais fervorosos do que aqui. É os os jogos das crianças tinha 800 pais, 1000 pais assistindo. Era um negócio assim que me chamou muito atenção. E eu comecei a perceber que existe uma dinâmica na economia americana em que os Pais investem muito no esporte. É, tem as bolsas, né, por causa de esporte, por causa da bolsa. Eles ainda eu sempre me perguntei por que os Estados Unidos ganhava muita medalha, né? Aquele minha mania de me questionar. Sim. Sempre me perguntei por que que Estados Estados Unidos ganha tanta medalha nas Olimpas. Ah, o governo investe?
Não, não é o governo que investe, são os pais que investem. Uau! Nós sabemos. Mas os pais investem incentivados pelo quê? Pela bolsa na faculdade. A faculdade é muito cara nos Estados Unidos. Uma anuidade custa de 50 a 70.000 000 por ano e o americano médio não pense dinheiro para pagar. A gente tem uma visão de que o americano é super rico. Não, não. O americano médio vive no financiamento. Ele não tem 70.000 para pagar por ano. A maioria não tem. Aham. Então uma uma forma de financiar a faculdade é ele gastar $800 por ano,
que isso ele tem? Sim. Para pagar um esporte pro filho, para ele ser bom em algum esporte, porque sendo bom em algum esporte, ele vai ganhar bolsa. Caraca. Nunca ia imaginar que era por causa disso. Exatamente. E aí eu via os pais todos Envolvidos. Eu achei aquilo muito interessante. Comprei pesquisas, isso era em 2012 e percebi que o futebol já era o esporte mais praticado nos Estados Unidos. Tinham 5 milhões de crianças entre 5 e 17 anos praticando futebol. 5 milhões. Isso. Mais do que futebol americano, mais do que beisebol, mais do que basquete. O
futebol americano, as crianças batem a cabeça, né? Horrível. As pais não querem que eles pratiquem esses pais. Eu também não ia querer. Tem criança que morre, fica isso. Tem criança que morre, tem criança que fica paralítica, tem criança que fica tantando a cabeça, enfim. Infelizmente você bate cabeça com cabeça, capacete com capacete, não faz bem. Que isso? Então os pais não querem que os filhos praticam. Ah, o beb é chato para caramba. É lento. E não dá para entender. É chato. Eu não entendo até hoje também. Vai ali, corre aqui, bate ali. É chato para
caramba. A nova geração não gosta. O público do Bism inclusive é mais velho, então é um esporte que tá envelhecendo. E e e o basquete, se você não tem 1,90 m você tem uma barreira genética muito Grande para jogar. Eu tentei jogar. Não, mas você eu tenho 1,59. Eu achava que eu era, eu achava que eu era uma grande jogadora e a minha melhor amiga, olha o que ela fazia, Flávio. Ela fazia assim, ela era tão incrível. Ela era chefe do a qual o nome? A a capitã. E ela fazia assim, eu era armadora, né,
obviamente. Aí ela fazia assim: "Vem aqui, você vai ficar no banco, Porque você é minha melhor jogadora, você é minha". Ela fala assim: "Você é minha arma secreta. Você vai ficar no banco porque eu não posso te cansar. Então você vai ficar aqui no banco porque eu vou precisar de você, eu vou precisar te usar." e nunca me botava para jogar no time das Vikings. Eu fiz um time de basquete. Então, só para dizer que a gente pode sonhar, mesmo tendo, eu tinha ali 1 m 1 m, eu era menor da sala E eu sonhava,
eu era arma secreta. Mas aí, mas enfim, o basquete você tem que ter uma Estados Unidos é acima de 1,90 m para você ter chance de jogar na NBA e você tem que ser muito bom para se você tem 1,90 m, ou seja, você tem uma barreira genética muito grande. Então o futebol acabou ganhando muito espaço. Quando eu percebi isso daí eu comprei uma outra pesquisa para analisar o futebol profissional e vi que em 2012 a Média de público nos estádios, nos Estados Unidos, eram 50% maiores do que as médias de públicos do Brasil. Nossa,
nunca ia imaginar isso. Nem nem eu e nem ninguém imaginava. E essa era a parte boa, porque toda todo fenômeno ainda não percebido é um fenômeno ainda não precificado. Em outras palavras, tá baratinho ainda. Então aquilo aquilo determinou para mim que era um timing para eu entrar no futebol nos Estados Unidos. Foi por isso Que eu comprei um clube lá. Eu tinha acabado de vender o o a WSAP. Comprei o Orlando City, fui lá no Real Madrid, contratei o Kaká. Não é, Kaká foi o nossa nossa estrela e e e o clube super prosperou e
o clube arrebentou. Nosso primeiro jogo, eh, não sei se você pode botar a imagem, eu posso mandar para você uma foto. Tinha 62.500 pessoas no no estádio. Mentira. B qu eu quero ir Bagens. E Bagens. Eu quero ir Bagens, por favor. E a a gente teve uma média de 33.000 torcedores por jogo no primeiro ano, que era uma média eh maior do que qualquer clube do Brasil na época. E você fez um trabalho social no clube? É, o clube também acabou também tem vários trabalhos sociais que a gente fazia e a gente construi um estádio.
Então, construímos um estádio. Nada que você entra é para fazer pouca coisa, nada é pequeno. Isso. Construímos um estádio para chamar de nosso e tá lá até hoje. Aí você, aí você vendeu. Você você não tem apego? Mas apego não, ela precisa casar. Meu filho, o anc era menino. Casado. Era menino. Era menino. Então ele ele casou casou bem. Casou muito bem. Não voltou para trás? Não. Não. Tá ótimo. Inclusive, bom. Excelente partido. E aí, por que que você entrou na internet? A internet eu entrei em 2010. Não, você era tudo mato, né? Tudo mato.
2010. E era pelo seguinte, lembra que eu falei que em 2009 eu fui morar lá? Sim. Lembra que eu disse que a empresa deu certo começou a crescer? Sim. Então, eu trabalhava 12 horas por dia. Quando eu fui paraos Estados Unidos e a empresa deu certo na minha ausência, eu passei a trabalhar 12 horas por semana. E te deu um pouco de tédio. Muito tédio. Nossa, imagina uma pessoa como você devia ficar a gente muito tédio. E aí não não gostei muito desse dessa ociosidade. E aí o Facebook tava entrando no Brasil naquela ocasião e
aí eu fiz uma conta no Twitter, no YouTube e no Facebook. 2009 você tá falando 2010. 2010. E aí eu falei: "Olha, vou fazer o seguinte, eu deixa eu começar a me comunicar com essa galera nova". 2010 eu tava com 38 anos. Ah, eu falei, vou fazer o seguinte, eu não quero ficar aqueles aqueles velho, eh, no conselho que não trabalha, que saiu da realidade, né? Sabe, eu deixa eu Ficar antenado, deixa eu, deixa eu. [ __ ] mas aqueles velhos com 38 anos tá pegando pesado, hein? Não, mas não, porque eu não disse que
38, mas daqui pra frente ia ficar só no conselho. É, não ia ficar mais jovem, não ia mais. Daqui pra frente, né? Eu falei, deixa eu fazer o seguinte, deixa eu me conectar com essa juventude, deixa eu conversar com eles, deixa eu aprender. E outra coisa é o seguinte, Luía, quando você tá na tua empresa, a Gente já tinha uns 7.000 funcionários, eh, todo mundo acha lindo que você faz. Sim. Todo mundo elogia o chefe. Aham. Você entendeu? Eu queria estar na internet e ser xingado um pouquinho. Ah, sério? Você entendeu? Eu queria assim, não,
cara, tudo errado. Você tá falando, você é o maluco e maluco para não para não estragar aqui teu podcast, né? Mas mas você não deve ter tido isso. Mas claro que eu tive. Você teve isso? Claro. Mas baseado em quê? Ah, base não precisa ter baseado em na internet. Precisas. É verdade. Não precisa ter base. Na internet não precisa ter motivo. Não. Não. Imagina. E você queria passar por isso? Não. Eu queria o seguinte. Eu queria Convencer. Ah, você queria continuar convenc? Eu quero, eu quero convencer, eu quero mostrar. Eu quero, eu quero ser contrariado.
Eu quero, eu quero usar argumentos. Você entendeu? Então, a primeira coisa que eu entrei foi no Twitter, que era o inferno da internet. Não, o é hoje, né? Hoje você fala bom dia. Bom dia. Por quê? Por quê? Exatamente. Então, começamos ali. Depois eu fui pro YouTube, que é outro lugar também super hostil. A gente fez, fazia vídeos e teve super audiência na época. Foi, foi super rápido, né? E aí o que acontece? O ponto é que a minha entrada na internet, ela teve um propósito. Eu falei: "Eu vou fazer o seguinte, eu vou agora
dividir o que eu sei e deixar essas e para contribuir com as pessoas". E a minha pretensão era só essa, né? Que é o teu propósito. Isso é o meu propósito de vida. Eu vi você falando outro dia no Instagram numa caixinha de perguntas que você responde super, né? Eh, a pessoa falando: "Pô, você nem precisava mais estar aqui. Eu preciso. É, e você tá aqui?" É o que a pessoa fala que eu não preciso porque ela pressupõe que precisar é não precisar de dinheiro. Sim, mas como se dinheiro fosse a única Necessidade do ser
humano. Então o senso de propósito, ela é uma necessidade básica do ser humano. Então eu tenho como definido para mim, meu propósito de vida é aproveitar minha vida com as pessoas que eu amo e impactar pessoas. Já que você acha que eu sou agricultor, né? Lançar semente, não é? Lançar semente, impactar pessoas e não deixar no celeiro para não deixar no celeiro. Ela vai estragar. Então assim, a internet ela se tornou Para mim um meio eh que eu tenha que eu possa impactar pessoas. Então, hoje eu falo com 40 50 milhões de pessoas por mês
em todas as minhas redes. Em todas as redes. Eu vi você falando pro Ícaro que você saiu do YouTube, você se arrependeu disso? Você voltou? Ah, é o YouTube, YouTube é uma baita plataforma, né? Eu comecei no YouTube, ele teve 15 milhões de views no primeiro ano em 15 vídeos. Isso 2011, tudo Orgânico. Tudo orgânico, gente. Tudo orgânico. É que eu fui muito pioneiro, entendeu? Luía não tinha muito o que visitar. Era um empresário. Hoje tem muitos empresários e que bom que tenha. Tem que ter muitos mesmo. Eu era, acho que eu fui o primeiro
empresário a botar cara para fora, porque Brasil, brasileiro, o empresário se esconde. Sim. Ele não quer ser visto. Ele tem vergonha do sucesso. Você acha que ele tem vergonha? Ele tem culpa pelo sucesso. Ele tem vergonha do sucesso. Ele, ele, ele, ele entrou na pilha da sociedade, entendeu? Você acha que o Brasil é um país onde a gente não é ensinado a prosperar? Isso é no mundo inteiro. Visa mundo inteiro. É, mas nos Estados Unidos não tem uma coisa de vamos prosperar? Tem uma parte, a outra parte é o Contrário. Cada vez mais essa polarização
ela cresce no mundo inteiro e isso cresce nos Estados Unidos positivamente e negativamente. Também acontece que eu tenho claro o por que eu tô ali. Então não tô preocupado se alguém vai me criticar. A diferença é que eu venho de baixo, eu fui pobre, eu andei de ônibus, andei de trem e eu nunca fiz negócio público, nunca tive um centavo de dinheiro público. Eu Não faço licitação, eu quero distância do do do poder público. Então, ninguém tem nada para falar a meu respeito. Então, eu me posiciono como alguém que saiu do zero e chegou lá.
Então, é como se fosse um conto de fadas. Sim. inspiradora história de ponto de fadas que se tornou uma realidade. Eu sei que eu sou minoria, eu sei que não é todo mundo que vai conseguir e nem todo mundo precisa conseguir o que eu consegui. Claro, conseguir alguma coisa já é eu acho que todo mundo pode melhorar de vida. E eu tenho essa convicção que todo mundo pode melhorar de vida. Todo mundo se sai do arquétipo convencional do faculdade de emprego INSS, porque as pessoas, grande parte delas entram nesse arquétipo sem questionar. Então, se é
a lei natural da vida, é a lei chamada natural, que na minha opinião não é natural. Tô sendo bem Irônico. Claro, claro. Não é natural. E aí o que acontece nesse nesse cenário? Meu discurso passa a ser um pouco subversivo. Sim. Você é totalmente disruptivo. É disruptivo. E quando isso desafia as pessoas a se tornarem pássaros que voam, porque o passarinho dentro da gaiola, ele tem alpiche todo quinto dia útil E ele, o gato, não come ele dentro da gaiola, mas ele não voa. Ele não vive. E o passarinho foi feito para voar. Ele não
vive seu propósito, ele não vive e não voa. Então o cara que o passarinho que voa não tem a comida garantida, ele não tem nada, ele tem que caçar, pode morrer, tem predador, mas ele voa. E aí você sente que o cara que tem medo de sair da gaiola é o cara que te Critica? Não, não, não posso. Eu acho que muitos me criticam, né? Mas assim, vamos, deixa eu ser justo aqui. Eu tenho pouca gente matematicamente que me critica. Pouquíssima, pouquíssima. Eu não tenho quase hater nenhum, entendeu? Eu não posso reclamar nesse sentido. Mas
o que eu quero dizer é o seguinte, geralmente se a pessoa vai reagir, por exemplo, eu quando falo do do passarinho comendo a piste do quinto dia útil, eu estou Provocando um incômodo em quem me ouve. É isso que eu tô te perguntando. E e a minha finalidade é provocar o incômodo, porque as pessoas só mudam se estiverem incomodadas. É porque o ruim é o melhor amigo do ótimo e o bom é o pior amigo do ótimo. Exatamente. Pois é. Então o que acontece? Eh, eu penso que fazer as pessoas refletirem é o é a
minha missão. É por isso que eu boto a minha cara na internet. Entendi. Fazer as pessoas pensarem que existe vida além do INSS, que esse modelinho que foi apresentado para as pessoas não é o único modelo, você entende? Então, e eu abracei isso como um propósito, porque eu isso foi o que mudou a minha vida e eu já vi a vida de muitas pessoas modificando também do teu lado, do meu lado e que não estão tão do meu lado, porque hoje eu comprei empresas e Sou sócios de empresários que começaram a empreender ouvindo o meu
conteúdo. É, quando eu digo do teu lado, das sementes que você das sementes jogou, né, ali das sementes que você jogou. Agora eu te pergunto uma coisa baseado nisso que você tá falando, eh, a gente tá perto aí de uma reessão braba. A gente passou por uma pandemia que fez o país ficar também completamente numa situação difícil E você saiu muito bem na pandemia. Você acredita que um país, dependendo do governo que ele esteja, dependendo de como de como as coisas estão vindo do estado, é capaz de derrubar as pessoas ou que as pessoas conseguem
ir além e fazer a sua própria vida e e prosperar dentro de uma crise? Vamos lá. dentro de um cenário de normalidade, na minha opinião, na minha visão e o que eu tenho experimentado em 30 anos, não Importa qual é o político lá, não vai fazer nenhuma diferença. Ah, isso dentro de um cenário de normalidade. De normalidade. Existe um cenário de não normalidade. Quais são os cenários de não normalidade? Uma pandemia. Uma pandemia, uma guerra, um golpe, uma ditadura. A Venezuela, por exemplo, se tornou uma ditadura. E você morou lá numa época ótima. Nó época
ótima. Então, a Venezuela virou uma ditadura, era um país ótimo. Eu fui morar na Venezuela porque era melhor que o Brasil. Eu fui morar em 1993. O Gusta Chaves estava preso. O Gusta Chaves assumiu o país e transformou o país numa ditadura, entendeu? Com umas ideias malucas. E o País, ou seja, ele tirou o país de uma normalidade democrática. Então, em em em situações extremas, a intervenção de um estado acaba com a vida das pessoas. Aham. Uma guerra, uma pandemia, que é uma contingência, ou numa quebra eh democrática, como foi o caso da Venezuela. Agora,
numa numa situação normal, numa situação de normalidade democrática, ah, vai entrar um cara de Direita, vai entrar um cara de esquerda, ah, eu gosto dos fulanos, gosto do beltrano, enfim, as diferenças são pequenas. Sim. E dentro dessa normalidade, eu digo que eu eu fundei a minha empresa em 1995, era Fernando Henrique. Cresci no governo Fernando Henrique, não por causa dele, o meu trabalho. Sim. Aí ele foi reeleito, eu cresci de novo. Aí saiu Fernando Henrique, entrou Lula, Aí eu cresci também com Lula. Aí Lula foi reeleito, aí eu cresci com Lula. Aí foi eleito a
Dilma, eu cresci com a Dilma. Aí ali a Dilma foi reeleita, eu dobrei a meta, entendeu? E aí o Temer entrou, eu cresci com o Temer, entrou Bolsonaro, eu cresci com o Bolsonaro, Lula tá aí, eu cresci com, ou seja, não importa qual é o Eu vou escolher um adjetivo legal, carinhoso. Porta quem é o panaca que tá lá. O meu trabalho não depende deles. E o problema é que de dois em dois anos tem eleição. De dois em dois é que tem para presidente e tem para governador. Ah, dois em dois anos tem eleição
e de dois em dois anos os discursos políticos vão tentar sempre sequestrar as pessoas da sua vida dizendo: "Se fulano ganhar, acabou. Acabou para você". Então aí tu pensa, Cara, fulano não pode ganhar, fulano pode ganhar e aí deixa eu abandonar aqui meus shows, minhas empresas, vou abandonar tudo porque, cara, vamos ajudar porque fulano não pode ganhar se ganhar. Ó, o Brasil não vai virar uma Suíça se fulano ganhar e nem vai virar uma Venezuela se o Beltran der. E você vai continuar no teu eu vou continuar trabalhando. Isso. Tudo que eu tô falando funciona
dentro de uma Normalidade. Fora a guerra, fora uma pandemia e fora um golpe e uma quebra democrática. E mesmo na pandemia você cresceu. Na pandemia a gente conseguiu com muito sufoco, dar uma virada e a gente cresceu. Como é que você fez isso? Porque você é uma das únicas pessoas. É, a gente tinha 420 escolas físicas, né? Ah, E todas fecharam, né? Ah, é e para manter essas pessoas, os professores, a equipe, os alunos, manteve o quanto teu e a gente transformou tudo em online e virou tudo pro online. Saímos de 80.000 alunos para 400.000
alunos da pandemia. Então a gente é, então a gente conseguiu porque as pessoas também tinham mais tempo para estudar e e tinham mais ociosidade, tinham que procurar algo que fazer. Então, a gente teve que Reorientar o foco da empresa para isso. Se isso não tivesse acontecido, se eu tivesse ficado apegado, você não tem apego, né? Já te percebi isso. A gente, eu tenho apego ao crescimento. Ah, anotou? Anotou? Eu tenho apego ao que é necessário pra gente crescer. E você manteve esse online depois que a pandemia passou? mantivemos e as escolas estão voltaram a abrir.
Esse ano estamos Inaugurando 65 escolas, mas mesmo assim manteve online. Porque porque depois da pandemia, essa coisa do curso online, que inclusive você tem seus cursos onlines, ele passou a existir de forma muito muito forte, né? Uhum. Porque as pessoas elas viram que elas não precisam mais estar, assim como o home office, assim como as reuniões, a gente viu que a gente não precisa mais Estar presente. E isso depois de passar a crise deve ter sido incrível. todos os públicos, né? Porque, por exemplo, eh, você prefere delivery no restaurante ou prefere ir no restaurante? Eu
prefiro os dois, depende do momento, né? É, tem momento que tem que ser delivery, tem momento que tem que ser presencial. Então, eh, cada produto tem seu espaço, tem seu objeto de consumo. Então, tem Hora que você quer ir num restaurante legal e tem hora que você quer receber na tua casa. Então você tem gente que quer fazer curso online, mas tem gente que quer conhecer, se conectar com pessoas. Mas essa coisa do curso online veio mais depois da pandemia. A gente já tinha começado antes, mas da pandemia pra frente foi um ponto de inflexão
aí pros cursos online. E nesse tudo que você fez, você começou A estudar violão. A música entrou na tua vida quando? Ah, a música entrou na minha vida com 11 anos de idade. Eu comecei a tocar violão. Sozinho, autodidata também, revistinha. Toco sozinho. Toquei na igreja. Ah. também tocava na escola, aprendeu sozinho. Eu eu cheguei a fazer acho que duas semanas de aula, mas depois eu saí fora da aula. Isso. Vamos terminar com uma música que para mim ela é uma bul de ler todo dia antes de sair de casa como propósito de vida que
é trembala. Linda essa música. Linda, né? Ana Vilela foi muito feliz de fazer essa música. Linda. Ela mandou muito bem. Então vamos lá, hein? Nossa. Não é sobre ter todas as pessoas do mundo para si, É sobre saber que em algum lugar alguém zela por ti. É sobre cantar e poder escutar mais do que a própria voz. É sobre dançar na chuva de vida que cai sobre nós. É saber se sentir infinito num universo tão vasto e bonito é saber sonhar. [Música] E então fazer valer a pena cada verso daquele poema sobre acreditar. Não é
sobre chegar no topo do mundo e Saber que venceu. É sobre escalar e sentir que o caminho te fortaleceu. Também não é sobre correr contra o tempo para ter sempre mais. Porque quando menos se espera, a vida já ficou para trás. A gente não pode ter tudo. Qual seria a graça do mundo se fosse assim? [Música] Por isso eu prefiro os sorrisos e os presentes que a vida trouxe para perto De mim. [Música] Não é sobre tudo que o seu dinheiro é capaz de comprar. E sim sobre cada momento, sorriso a se compartilhar. Também não
é sobrecorrer quanto tempo para ter sempre mais. Porque quando menos se espera, a vida já ficou para trás. Segura teu filho no colo, sorri e abraça teus pais enquanto estão aqui. [Música] Que a vida é trembala, parceiro. Que a gente é só passageiro. Prestes a parte. [Música] Uh. [Música] Segura teu filho no colo, sorri e abraça teus pais enquanto estão aqui. [Música] que a vida é trembala parceiro. E a gente é só passageiro para X. [Música] La [Música] [Aplausos] [Música] muito bem, muito bom. Bem, Luía, parabéns. [Aplausos] Muito bom. Flávio, eu queria que você deixasse
uma mensagem pras pessoas que estão assistindo a gente. Luía, sabe? Eu Quero pedir que as pessoas eh reflitam, questionem, não aceite padrões, que elas não só acreditem na sua capacidade, mas se proponham a descobrir novos referenciais, porque a gente deseja aquilo que a gente sabe que existe, que a gente acredita. E a gente só luta pel aquilo que a gente deseja e a gente só conquista aquilo Pelo qual a gente lutou. Então, o desejo é o início de tudo. Desejar, sonhar, ter apetite pela vida é o início de tudo. Então, isso que eu desejo para
todas as pessoas. Muito obrigada, Flávio. Demais, gente. Olha, Flávio, foi um prazer enorme. Não sei te dizer quanta honra e quanta sabedoria você compartilhou aqui com a gente. Muito obrigada por ter vindo, muito obrigada. Sua participação foi Fundamental para esse programa e espero que você tenha curtido. Gente, esse foi o Prosperidade 360 com Flávio Augusto. Tô muito feliz. Que aula. Peguem um caderno, uma caneta, não se esqueçam de compartilhar, ativar o sininho, comentar, mandar pro grupo de amigo, de família, de quem você quiser e continuem com a gente aqui. Flávio, obrigada. Um enorme prazer, Luía,
um prazer muito grande. Muito bom conversar contigo. Muito bom. Eh, [Música] olha, por trás das câmeras desse podcast tem muita gente boa trabalhando com muito gás e eu faço questão de agradecer e dizer quem eles são para vocês. Primeiro nós temos a equipe da YAD Filmes, Felipe Sotoni e Sua equipe, os Estúdios São Paulo, Vando Mantovani, Reinaldo Mantovani, Estter Batista, Thaís Gomes e a equipe da Helena Produções, Dani Tabarelli, Dani Namur, Patrick Pontes, Telma Coselo e Gabi Nascimento. E o diretor desse programa, Cris Gomes.