[Música] O tu é idolatrado num Palmeiras como é no Grêmio, não é? É. E o a torcida, eu a torcida do Palmeiras a se me encontra em qualquer lugar, eles me adoram. Não, eu tinha eu eu eu sempre tive com todos, mas eu tinha, por exemplo, todo mundo acha que o Daverson é maluco. Uhum. Mas o Davidson é um cara espetacular. Ouvia e muito bem o que o Mortosa falava. Porque Eu vou te dizer o seguinte, se o Mortosa ainda hoje olhar uma criança na rua 50 m jogando bola e cois tal, ele disse aquele
ali serve como jogador ou não. Tá provovado, né, professor? Aprovado. Sabe que em churrasco eu eu sou teu técnico. É, é. Abusei não. Fala, rapaziada. Beleza? A gente tá começando mais um assado para o conteúdo que você sabem toda segunda-feira e também nas quintas-feiras às 19 horas. Mas hoje não É um assado comum, hoje a gente vai receber o maior técnico da história do Brasil. Essa é a minha opinião. E a opinião de muitos. Afinal, o homem é campeão do mundo, é o último campeão do mundo em 2002. Ele, Luís Felipe Escolar, estava na Casa
Mata, nada mais nada menos que Felipão é o meu convidado de hoje. E não foi por falta de convite que a gente tá aqui agora para desfrutar do homem da lenda, Luís Felipe Escolar. Então não passa. Este, este vídeo vai Ser um documento, uma ódia carreira deste treinador que é simplesmente campeão por todos os continentes que passou. Depois nós vamos conversar muito a respeito de toda a carreira do Felipão, beleza? Deixa eu falar aqui também que hoje é um dia muito especial pra gente aqui do assado, porque hoje estamos recebendo o mais novo parceiro comercial
do assado. Eu quero uma salva de palmas para o grupo Sincerra. Tem uma galera aqui em volta Tudo batendo palma. Sincerra tá entrando aqui com a gente no assado e o grupo Sincerra é composto pelas concessionárias Guaibacar, Sinoscar e Tramonto. Ou seja, toda a marca e todo o carro que você quiser. O grupo Sincerra tem essa parceria tá começando agora. Então já sabe, é um grupo que você tem toda a confiança possível imaginar no decorrer da Sada. A gente vai falar muito mais do grupo Sincerra. E a gente vai trazer Sempre ao longo dos assados
boas informações e boas promoções para você que é ouvinte, telespectador, porque pode consumir, né, Spotify, nosso futebol aqui no YouTube. Então, saiba que estamos de patrocinador, de parceiro novo. Muito obrigado pela confiança neste trabalho. Estamos muito felizes e orgulhosas de ter o grupo Sincerra aqui conosco. Eu que sou um cliente, aliás, minha mãe acabou de passar na Guaíba Car e adquiriu um carro. Não vou falar o Carro, tá? Para vocês não vão ficar indo atrás da minha mãe. Mas enfim, tá? Estamos junto. Então, muito obrigado por esta esta confiança. Além do grupo Sincerra, temos também
a Alfa. A Alfa é a casa de apostas do Grêmio e também do Inter. Patrocinador Master tá com a gente também o a Alfa. Então você já sabe, vai lá no site, tem uma novidade. Quando você se inscrever no site, né, fazer o seu login ali, eh, coloca o cupom ali, vai ter para descrever, né? Escreve Duda da Garb. Por quê? Porque no decorrer aí vai ter algumas promoções, alguns benefícios. Ainda não tá rolando, tá? Mas se quiser já pode colocar ali o cupom do da Garb se inscrever em alfa. E claro, diz o time
que tu torce. Se colocar o Grêmio, tem um tutu a mais pro Grêmio. Já tô dando a dica, tá? E não se esqueça, casa de aposta não é investimento e sim entretenimento. Um site para maiores de 18 anos. É a Alfa aqui no assado também desfrutando com a Gente. Ã, patrocinador master Grêmio e Inter. Tá na tela aí no recu a rapaziada de Grêmio e de Inter. Marques Pan também tá com a gente. O Marcelão investiu na gente, a gente tá muito feliz. Mais de 17 milhões de pães produzidos diariamente. É Marquespan também patrocinador da
dupla Grenal, né? E sempre tem o caminão da Marquespan. Onde você olha, tem caminãozinho da Marquespan levando pãozinho para lá, para cá. É uma loucura. Marquespan tá Com a gente, assim como Fruc Bebidas, Água da Pedra. E hoje tem uma ação especialíssima, porque tem guaraná, sabe? Aquele guaraná retrô, guaraná fruc mais top de todos, zero de garrafa, aqueles das antigas. Então, vai ter uma ação especial hoje pro, vou oferecer aqui pro Felipão tomar um guaraná zero da Fru comigo, beleza? Fru bebidas tá com a gente. Além de Dom Fiorelo, ó, sal oficial do assado é
Dom Fiorelo. Sal de colab tá com a gente também, né? Em todos os supermercados aí, região sul tá bombando. Eu sempre recebo a galera me marca ali fazendo o assado com o sal fiorelo. A gente também tem ave serra. Então hoje eu vou oferecer aqui pro Felipão, ó, coraçãozinho já temperado, uma coxinha também e pro Filipão se alimentar. Temos que alimentar o homem, né? Pelo amor de Deus. Ave serra, não perca. Todo mundo que vem aqui sai maravilhado com o coraçãozinho temperado da Ave Serra. Sem esquecer os nossos Parceiros também. Noig Bauer afinal tem 1891,
aquele chocolate mais premium da Noig Bauer Gold Case. Vai levar para casa o Felipão. Ó, eu tenho meu copo térmico. Felipão vai levar o personalizado, tá? Copo térmico Gold Case. Ele vai levar embora. E também tem a garrafa térmica, né? É uma maneira diferente de torcer. E no final também tem La máfia. Grande L máfia. Barbearia mais top que tem. O Felipão vai levar um presentinho da Lafia aqui para sair, ó, Com aquele, né? Vamos ver como é que tá o o como é que chama? O corte do Felipão, né? Tamo junto, rapaziada. Vamos embora.
Vamos começar. Então faz o seguinte, chama os amigos, compartilha, deixa o seu like e coloca o, né, te te te te escorrega no sofá. escorrega no sofá porque tem Luís Felipe Escolar agora para vocês aqui no assado depois da vinheta. [Música] Paramas param agora para sim. Depois dessa vinheta maravilhosa, deem as boas-vindas, gritem, soltem fogos nas suas casas, porque o homem está aqui entre nós. Luís Felipe Escolar, uma salva de palmas plateia. Obrigado, professor. Só para te avisar. Obrigado. Não, não, pelo amor de Deus. Eu vou vou fazer assim, ó. Obrigado. Ah, não é tu,
para mim tu é o maior técnico da história do Brasil. Tá, agora tu vai me corrigir, vai vir com os Cara lá dos anos, sei lá. Não, não tem muita gente boa, pelo amor de Deus. Não, mas tem. Mas tu é o melhor deles. Sei, eu fui um dos dos que participaram do dos Gente Boa. Pronto. Para, para, para. Não seja v dessa. Olha aqui só para dizer que quando vem os meu convidado não lota assim a casa, tá? E eu ainda falei: "Não é para vir". Mas os caras queriam vir. Ah, não, eles vim
comer o teu churrasco. É, é isso aí. Assada, eles não vieram. P aliás, deixa eu Mandar um abraço porque tudo isso aqui se iniciou por duas pessoas. Primeiro Benhur Marquoli, que é um fenômeno, nós vamos falar dele, tem um capítulo especial do Benur e a outra é o teu filho, Fabrício, né? Ah, Fabrício, Fabrício é ela ele diz que assiste o assado. Eu falei o Benhur. É, assiste. O Benhura é uma figura. Esse é maravilhoso. É, sabe que ele conseguiu prender um cavalo, né? Começou, começou. É conessa ele ele um dia eu soube que Ele
como delegado é delegado delegado nativa ele prendeu um cavalo, deu voz de prisão para um cavalo. Deu deu voz de prisão para um cavalo. Ele ele disse que não. Mas é verdade. Então, já que é assim, durante esse papo, algumas eh pessoas que fizeram parte da tua história vão aparecer aqui, tá? Como se fosse um arquivo confidencial. Eu não sei imitar o Faustão, mas ó, um deles que mandou mensagem foi ele, Benur. Para quem não Conhece Benur vai conhecer agora e ele tem dados muito legais que o Felipão vai gostar de ouvir. Bom, Duda, tu
estás entrevistando hoje, talvez o treinador que tenha obtido o maior número de títulos por países diferentes. O Brasil, Palmeiras, Grêmio, Copa do Brasil, por ciumas, torceiro. Beijamente conhecido no Japão, Júbili Wat. Na China o Evergre Uzbekstão, união sei o quê, eh, Emirados Árabes também. Duvido que haja no planeta um treinador que tenha conquistado títulos por tantos países diferentes. Claro que em alguns deles, né, doeste aporte, eu ajudei também. Um abraço aí, Felipão. Tá bom, BR. Não, tá bom, tá bom. Benur é espetacular porque eu conheci o Benhur e conheci o Benur quando eu vim pro
Grêmio em 87, primeira vez, na primeira passagem. E aí nos tornamos amigos mesmo, né? E e ele sempre dava um pitaco ou ele jogava, nós jogávamos eh antes do jogo principal do Grêmio, que era às 4 da tarde, tá? Nós jogávamos às 9 da manhã, os veteranos lá e eu ainda fazia bati uma bolinha. Então o Benhur tava sempre presente, coisa e tal, mas sempre dava um pitaco. Os pitaco de Benhur do deixa, não vale nada não. Será que o Será que eu esse ano eu patrocinei o o Guarani de Bajé, botei ele tinha uma
uma ele foi Técnico do Guarani de Bajé, ele tinha uma, ele gosta de É, ele é de, se eu não me engano, ele é de Bajé, pode ser. Acho que sim. Eh, ele adorava o Guarani, falava do Guarani eh de uma forma carinhosa e e foi e e eu tô sabendo que o Guarani tá fazendo uma campanha, fez uma campanha muito bem muito boa. Que que bom, muito bem. Caiu pro Atlético Paranaense na Copa do Brasil, próbrio, né? Bem difícil, mas se manteve, né? Segundo ano seguido e tal. E esse ano eu coloquei na bunda,
professor, aqui, ó, o símbolo do assado, né? É, pô. Então, estamos, estamos no Mas quem te traz pro Grêmio primeira vez é o Benuro ou tu conheceu o Benuro aqui? Não conheci o Benuro aqui, porque quando eu quem me traz a primeira vez pro Grêmio, eh, é um jogo que acontece no estádio do Caxias, eu sendo treinador do Juventude, porque nós não podíamos jogar no nosso estádio por um problema qualquer. Nós jogamos no Estádio do Caxias e ao término do jogo o seu Verdi, seu Antônio Gá Verarde me chama e começa a conversar comigo e
vai atravessando o campo comigo e diz: "Ó, Felipe, acho que precisamos de ti." Digo: "Então, você está treinador? Não, nós vamos acertar a saída do do uruguaio. H, agora f a memória. E precisamos de ti. Precisamos de ti. Não, para aí um pouquinho. Nós terminamos o jogo. Eu vou conversar com o meu presidente, o do Juventude, vou explicar Ele que eu mesmo e tenho interesse, que eu adoro o Grêmio desde pequeno, que sempre fui gremista e coisa e tal. E eu tenho interesse. Daí fui até o Sérgio Tomazoni, que era o presidente do Juventude na
época, e te expliquei e daí, mas agora e aí vim primeira vez em 87 através do seu Verdi e a gente foi campeão, campeão gaúcho. Gaú. É. E aí depois tu sai do Grêmio. Ã, aí tu sai do Grêmio, né? Eu saio do Grêmio, vou ao ao Goiás. Do Goiás saio pro Coit. Uhum. E fico lá 3, 4 anos, venho pro Grêmio de venho pro de volta pro Grêmio em 93, mas aí venho com o Dr. Fábio. Bom, e aí tu já tinha ganho do Grêmio com a Copa do Brasil, né? Já em 91 com
Cristian, com Cristiuma, mas eu venho pro Grêmio em 93. É daí que começa aquela passagem maravilhosa, né? 87 no Grêmio, 88 no Goiás e daí eu vou pro Cuit. Eu não acredito. Tu lembra tudo de cabeça assim? Não é o do a todos os times que tu Passou, tu não vai me lembrar. Vou lembrando por quando a gente vai falando. Eh, 88 pro Goiás 88 e 88 pro Coete. Daí fiquei até até 91. E aí que fui pro Pelotas. Ah, foi pelotas antes. Depois eu fui, eu fui, não, eu fui, eu passei, eu fui pro
Crisuma e no Crisuma cabe de jogar a final contra o Grêmio na Copa do Brasil. E nós jogamos aqui no estádio Olímpico 1 a 1, gol do Vilmar, um zagueiro. Uhum. Que jogaram no Crisuma e Depois lá 0 a 0. E aí fomos campe pelo resultado, gol qualificado. Ali começa a tua fama de copeiro. É, ali começa e fama de copeiro, fama de de saber jogar e mata-mata, saber jogar copa e coisa e tal, como ali já é o é o é o princípio, né? Mas eu tinha feito alguma alguns trabalhos lá no Kuit, porque
o Kuit não tinha sido o Catsia que eu treinava não tinha sido campeão 10 anos e a gente foi campeão do do de uma da copa do ei lá da um um Campeonato e e aí começa a fama de de saber jogar a Copa, né? E e tu entende que tu é um um quando é que tu entende que tu é um técnico? Eh, o o tentando mecar um pouquinho a volta ali, porque tu era jogador e não, eu era jogador lá no CSA, meu último ano. Sim. E tu começa lá como treinador, começou era
treinado pelo Valmir Louro. Perfeito. Espetacular pessoa, maravilhoso como como atleta e maravilhoso como como treinador, que me Levou. E eu começo no CSA, mas no CSA que eu começo, ah, eu começo com a mesma turma que eu terminei como jogador. E aí sempre fica algumas coisas assim em aberto do dia a dia ali. É, e eu treinei um certo período e vim embora de lá do CSA pro pro Rio Grande do Julinou, porque eu tinha solicitado a minha a minha rescisão de contrato no estado, que eu era professor de educação física. Uhum. e vim embora
pro estado. E quem me deu a oportunidade de iniciar no estado como treinador do Júnior foi o Dalton Menezes no Juventude. Ah, teu primeiro clube no Rio Grande do Sul é o Juventude. Então, o primeiro clube do E aí que eu começo, Duda, a ser um treinador. Aí que eu passo a observar algumas coisas, tem algumas intimidades, mas já não é como jogador, tem algumas situações novas. Aprendo muito mais a colocar em prática Aquilo que eu imagino ser o correto. E aí surge a oportunidade do fazer uma excursão, uma viagem com o Juventude para fora
do Brasil. E o Daltro Menezes tem um problema do coração. Lembra que ele teve um problema do coração? E aí não pôde o Daltro, fui eu. E o time ganhou sete jogos. Que isso? E nesses sete jogos nós éramos dirigidos pelo seu Elias Acur, uma pessoa maravilhosa também que já faleceu. E aí o seu Eliasde gostou do Da equipe do Juventude e disse: "Olha, te prepara que eu vou te buscar para te levar pra Arábia". Opa, Arábia, loucura diferente, né? Então, dólar e coisa tal, vamos embora. Tá bom. Não acaba tão bem como jogador na
época, né? Eu tive a oportunidade de ir pro Brasil de Pelotas. Sim. Aí o Brasil, por alguma razão, seu técnico saiu e ofereceu a oportunidade e coisa e tal. E eu e o fisicultor da oportunidade do Brasil Pelotas era o Mortosa. Ah, pronto. Aí, Ah, ele é de Pelotas. Tem razão. Mortosa é de pelotas. Daí é daí juntamos ali e coisa e tal. Um ano e pouco, seu Zakur liga da Arábia Saudita e oferece um contrato com o Alabab. E aí vai tu e o Mortosa. Eu e Murtosa. E ali começa um casamento. Ali começa
é a pessoa Duda que se hoje no mundo nós temos uma falta de algumas coisas, mas é a pessoa mais leal que trabalhou comigo em toda a minha vida e é o o irmão que eu não tive. tenho duas irmãs, mas é um é uma Pessoa espetacular. Então, aí começa essa, eu acho que ele é o auxiliar técnico mais famoso do Brasil, porque a profissão de auxiliar não era tão falada até, vamos lá, até o Murtosa ficar tão representado em algum certo momento, né, da trajetória de vocês, assim. É, mas e ele sabia quando ele
tinha que colocar algumas coisas e eu ouvia e muito bem o que o Mortosa falava. Porque eu vou te dizer o seguinte, se o Mortosa ainda hoje olhar Uma criança na rua ah 50 m jogando bola e cois tal, ele disse: "Aquele ali serve como jogador ou não." Sabia muito, sabe muito. uma visão para para vislumbrar um jogador fantástica e também eh um conhecimento porque ele foi jogador, o seu tio foi jogador, um conhecimento de de vestiário, de ambiente maravilhoso. E era aí que ele te completava em algum momento. É, é isso aí. Nessa parte
que a Gente junt causou bem. É porque é um cara de vestiário também, né? Não é à toa que se formam família escolar, papaão, tudo. Eu tô com vontade de dar um abraço. Obrigado. Muita coisa, muita coisa. A gente, ele ouvia porque ele era o auxiliar. O técnico não tem a possibilidade de conviver com o jogador tão intimamente como o auxiliar. Perfeito. Então, então o auxiliar consegue às vezes penetrar em alguns que O trein até os jogadores ficam um pouco assim quando é técnico, né? O cara fica mais distante. É, olha aqui, deixa eu dizer,
tem várias coisas que eu quero te mostrar, mas uma delas primeiro é te oferecer o algo para beber, né? Porque eu te ofereci no início e não, não. Obrigado. Então é o seguinte, um dos meus parceiros aqui é a Fruk. A Fruk tá lançando. Olha que legal. Meu amigo, teu amigo pessoal lá de Lageada, Fruc, é a Fruc zero, tá? Mas Garrafa é aquela garrafa que é a melhor que tem, melhor que tem. É a melhor que tem. E a gente, como a gente táa falando de coisas, vamos dizer assim, é saudosas e antigas, acho
que isso aqui representa melhor do que nada. Ótimo. Então, isso aqui é bom demais. Com licença, filho. Obrigado. Deixa colocar um guaranazinho zero. Eu também vou tomar o meu. Obrigado. Só deixa eu dar um tempinho aqui no papo com o Felipão para te dar o recado, Porque hoje tá inaugurando, estreando, melhor dizendo, um parceiro nosso que é o grupo Sinoserra das concessionárias Gaibacar, Sinoscar e Tramonto, rapaziada que vem do coração do estado para para dar aquele toque de craque aqui com a gente. Então você vai começar a se acostumar a ver o grupo Sincerra aqui
no assado, né? As três concessionárias que contemplam tantas marcas que vão poder te trazer as melhores opções do mercado. E de vez em quando a gente vai trazer Algumas promoções aqui de alguns carros para você eh começar a se organizar, né? Quer trocar de carro, quer quer dar uma olhada numa promoção legal? O grupo Sincerra vai te ajudar, beleza? Então já sabe, vamos voltar pro papo. E não esquece, o grupo Sincerra é nosso parceiro agora. Tamamos junto. E eu já quero também ao mesmo tempo, apresentar o que que nós vamos degustar neste bate-papo, tá, professor?
Sim, senhor. Então, com licença. Olha Aqui, ó. Então hoje a gente vai ter no nosso cardápio, professor, coraçãozinho avera já temperado. Todo mundo que vem aqui sai maravilhado, já tá temperado. Então tu comprou ali, já tá temperado. Então uma coxinha também, né, da Zima, né, o também já temperada, então não precisa se preocupar e tudo mais. Então temos esses dois acompanhando um bifeante Las Pedras da PMI, que é uma carne uruguaia top. Então cardápio tá bom hoje, né? Muito bom. É, é ótimo. Demorasse para ver, professor, viu? Mas tu tem? Mas não vamos demorar para
comer. Deixa eu colocar então aqui. Enquanto a gente conversa, a carne vai assando. De vez em quando. Pode ser que eu fique de costas pro senhor, não é mal educação, tá? Eu tô cuidando da da Ficar à vontade. Fica à vontade. A gente tá cuidando da carne aqui que então daqui a pouco a gente coloca a carninha ali. Eu tava te falando dos Eu Tava te falando do desse jeito de paizão e tudo mais. Como eu te disse, eu pedi, mas eu quero dizer para ti do que eu não, eu não, no CSA eu aprendi
algumas coisas que eu imaginava com porque eu era ex-jogador, mesmo formado em educação física, mesmo mesmo mesmo tendo feito o curso de especialização em futebol com o professor Selviro Rodrigues, eh, no IPA, eh, mesmo, eh, quando foi que comecei como treinador, ã, Fui por caminhos e coisas e tal e aí não deu não deu totalmente certo como eu imaginei. Aí depois do júnior do Juventude em que eu também auxiliava o Dout em alguns treinos, em alguns trabalhos, aí eu mais ou menos firmei uma ideia que eu tinha eh sobre treinador. Mas é curioso isso até
até ia falar agora do Grêmio ali de 95 e tudo mais porque putz é muito louco, né? Pensar que eu eu tenho 41 e isso aqui eu tinha 12 anos. Eu tava no auge da loucura, né, de futebol, né? Então, tipo, quando o guri tá despertando pro seu time do coração e tal, então essa fase e todo mundo, sabe, todo mundo, professor que vem aqui sabe decora teu time. Hum. Derley, Art Rivarola, Adilson, Roger, né? Eh, Dinho Goiano, Arios, Carlos Miguel, Paulo Nunes e Jardel. Todo mundo que vem aqui, pode ser o cara lá de
São Paulo, do Rio, de BH, todo mundo sabe, né? É uma loucura o o quanto esse time Ele é histórico, né? Isso é a história, né? E e eu tava dizendo, tava dizendo, é, essa essa tua época de 95, ela ela forma o caráter de uma geração da maneira de torcer. Nós torcemos pro Grêmio. Uhum. Por causa deste time, né? Todo mundo é gremista, mas eu digo a forma de pensar, a forma de torcer, a forma de entender futebol. E eu quero, além de conversar sobre isso, te perguntar se este time também te formou como
treinador de futebol. Esse time também me ajudou a formar a minha a minha ideia de futebol e como dirigir eh pessoas, como montar grupos, porque muitas das coisas que eu vivi no Grêmio com pessoas ali que nem não era nem imaginado. Por exemplo, o Paulo Nunes foi uma foi espetacular, mas chegou aqui no Grêmio, quando ele chegou, ele chegou de chinelo, de dedo e de bermuda no aeroporto. Eu di, quando ele chegou eu já disse pro Dr. Fábio, pode mandar de volta, isso aí é um Marginal. E aí o Dr. Fábio, calma, não sei o
quê. Blá. Então eu fui sendo moldado por pessoas e de dentre os jogadores e dirigentes e aí a gente montou aquele time hã que foi se encaixando uma peça na outra, porque o Jardel não jogava no Vasco, não tinha nem chance lá do Vasco. E o E o E o E o Nico Miranda ofereceu ele ao Dr. Fábio. Hã, dava, por favor, dá faça um favor para mim, me ajude. E e nós precisávamos De um jogador com aquelas características e ele veio e e fez tudo aquilo. Então, foi aos poucos. E a história de que
o Paulo Nunes vem de contrapeso pro Mago não é verdade? É verdade, é verdade. A gente foi buscar o Magnou. É verdade. No nosso Grêmio aqui. Foi muito pouco. Foi muito pouco. E o Paulo Nunes tava e E aí quando a gente lembra disso aí e o Adilson que tava lá, se não Me engano, no Cruzeiro de Minas com uma problema da na perna e veio como ã, né? Veio como e olha v se der deu se não der porque ele tá com problema na perna e coisa e foi o Capitão América e o Rivarola
depois que foi contratado pela dona Ivone. Ah, não me conta, eu não sei se Pois é, um dia eu vol seu Dr. Fábio foi a à Argentina ver um foi lá com a Doniv Ivone passear e Coisá viram o jogo. Hum. E o Rivarola jogou e eu tinha uma amizade com o Dr. Fábio como de pai para filho. Sim. E então ele disse: "Olha, Div, a Ivone quer falar contigo". Não pode. A Ivone disse assim: "Eu vi um zagueiro que é melhor que os teus e não sei o que". Ele f pode comprar, dona Ivone,
pode comprar. Então foi foi isso. O Rivarola foi assim. Meu Deus do céu, velho. Cara, isso é Inacreditável, velho. Bom, o Dinho já tinha sido bicampeão do mundo com São Paulo, né? Vem com um nome assim agressivo, mas tem os moleques da base, Carlos Miguel, Arilson. Esse é outra história. No Natal de do ano anterior, nós nós tínhamos uma equipe que nós tínhamos ido mal no campeonato nacional. Lembra que nós fomos nono em 94, se eu não me engano. Nono, 10º. É porque ganha a Copa do Brasil, né? É. Então nós nós tínhamos ido mal,
meio que remonta, né? Meio que remonta o time. E o Dr. Fábio na véspera do Natal me liga e diz: "Ó, Felipe, vai paraa Londrina." Quê? Vai paraa Londrina fazer o quê? campeonato juvenil que se realiza lá em Londrina, a Copa Juvenil e coisa tal, vai assistir, tem uns jogadores interessantes na do nosso juvenil. Mas fab vou ficar em casa, vou Natal não tá fazendo nada, vai. Bom, lá nós fomos de para Londrina e não pensa que é pegar avião daqui pr pra Cita, é Diferente de carro e tudo mais. Fomos para Londrina e lá
pegamos o Roger, o Roger, o Carlos Miguel, o Arilson. Eh, Emerson. Não, não. Emerson. Emerson. Tá. Era bom esse time, hein? É, quer dizer, eh, era o filho. Derley veio antes. O Danley veio antes porque o a lesão do Emerson, lesão do Emerson, quando o Emerson, goleiro, foi pra seleção, depois voltou, quebrou a perna, aí o o Danlei encaixou. Ela encaixou. É uma loucura. Deixa eu então ilustrar essa passagem porque o cara que chegou de chinelo ã deu uma crescida, né? Tá muito, ele tá muito bem agora. Ele tá bem. Fala Duda, meu garoto, meu
amigo. Passando aqui para passar só um carinho aí para esse cara que tá aí do teu lado. É uma pessoa, um ser humano incrível. Todos já sabem que para mim foi o melhor treinador que eu tive na minha carreira, Mas mais do que isso é a pessoa. Existe o Paulo Nunes antes e depois do Felipão, né? É um cara que me ensinou muito, mencionou muito na na minha vida como pessoa, como atleta, como jogador, como pai de família. me tirou muito de problemas, ele sabe disso, me ajudou bastante, me acolheu quando tinha que acolher, me
cobrou quando tinha que cobrar. Então, para mim é um cara fora de série, é o segundo pai Que eu tive na minha vida, um paizão. E pena que a gente não se vê tanto, né? As agendas, o trabalho, enfim, a vida, né? Vai tirando a gente de perto de pessoas que a gente quer muito. Esse cara aí é fora do comum. Duda, Felipão, beijão pro senhor, tá? Parabéns sempre. Felicidades aí pra família, família que eu amo também de paixão. Esperando você me convidar um dia para ir para Portugal, hein? Fazer um churrasquinho lá para mim.
Tô esperando, Felipão. Tô esperando Tirar um dinheirinho seu aí. Difícil. Te amo, Felipão, sempre, eternamente. Tamo junto. Valeu. Um abraço pr os dois. Demais, né? É Paulo N. Ele é ele é sensacional. Tu acha que ele é bom comentarista como como Bom, ele ele me ele é bom comentarista e ele ele evoluiu bastante. É, é, ele inichou titubiando em algumas coisas, inchou, é normal. Claro. E depois foi soltando, foi e agora eu acho que ele é um dos Melhores eh eh que analisa o jogo quando ele tem a possibilidade de ver o jogo, ele fala
pouco, não se mete muito. Eu acho, tecnicamente ele tá bem, então, né? Consegue muito, eu acho muito bom. Tu gosta de ver jogo ouvindo o comentário da TV ou tu prefere fazer o Depende de quem vai comentar na TV. O Paulo Nunes. O Paulo Nunes é um que eu gosto. Tu deixa o Roger. Ah, o Roger Flores. É, gostam também. Gostam, gosto. Tem muita gente, tem muita gente boa que Colocam o que, o que a gente tá vendo, porque a gente como técnico tá vendo o jogo e vendo algumas coisas que tem que acontecem no
campo. E às vezes algumas pessoas não vivenciaram o campo, tem outra. Não, eu imagino que que seja muito diferente, né? A imagin não tenho certeza, vocês profissionais da bola que já estiveram lá, que já jogaram, que já atuaram, vocês vem tipo assim que nem aquele aquela mente brilhante, aquele filme, Sabe? O cara vê tudo embaralhado porque consegue ver alguma coisa que eu não vejo. É, né? É diferente. A gente vê alguns aspectos do jogo. Ah, vai bater o escanteio. Quantos tem marcando? Quantos tem isso? Quantos fazem aqui? Aí, então é, mas isso te atrapalha na
hora do lazer? Tipo assim, cara, eu quero relaxar aí. Tu vem futebol, tu parece que tu tá trabalhando. Não, não tá trabalhando. É porque eu gosto. É, é. Eu digo, eu faço isso. Eu fiz, faço porque Eu gosto. Eu fiz a minha vida toda. Desde os eu aos 18 anos fui fazer teste no Aimoré, 17 para 18 anos. E quem me contratou como jogador? Osvaldo Rola. Ah, é? É. Tu veja a minha ligação com o Grêmio desde aquela época. É, tem acontecer, né? Foi o foguinho que me que me indicou pro Emoré. Depois quem me
leva pro Caxias é outro grimista doente. Quem? Sérgio MCI Torres Nudes. Caramba, a vida sempre foi muito cheia de é de de idas e vindas. Falar nisso, nesse time aqui que a gente tá falando um pouco do do Grêmio, é é curioso como desse time surgiram vários bons técnicos, né? e vários comentaristas, ou seja, do mundo da bola, né? Uhum. Ã, o próprio Roger hoje que tá no Inter, né? Imagino que tu deja esteja acompanhando o próprio Roger. Sim, sim. Tô acompanhando e bem ele e o Paixão. É, exatamente, ele o Paixão. Ã, aliás, eu
não sei como é que foi para ti ver o Roger no Inter. Eu como Profissional, eu como pessoa, eu acho que o Roger fez o seu trabalho profissionalmente. O clube que ele torce ou não torce ou o clube que que esse é outro assunto. Ele tá fazendo seu trabalho profissional, tem tá dando seus conhecimentos, tá buscando alternativas dentro do que ele sabe e dentro da profissão dele. Ah, então eu não vou trabalhar nunca no num num tal time porque e eu sou eu torço ou torci ou não. Eu acho que ele Ele tá bem. Eu
quer dizer, vejo o Paixão. Quantas vezes o Paixão trabalhou no game? Quantas vezes trabalhou no internacional? Várias vezes várias vezes. É, não tem. Mas no paixão é carioca, né? é carioca, mas trabalha, trabalha profissionalmente. Então é isso, ele faz o seu trabalho profissional e ótimo. Mas o senhor uma vez declarou que jamais treinaria o Inter. Não, eu não disse que não não ia Treinar o Inter. Eu disse que que era muito difícil pela minha eh ligação ligação com o Grêmio. Eu já recebi convites. Eu outro dia eu tive numa festa. Você recebeu convite do Inter?
Do Inter. É uma outra, mas não foi, né? Não fui. Ai, brigala, cara. Tá bom. É, eh, outro dia eu fui numa festa em Xangrilá. Hum. Que eu tenho, tenho veraneio ali, tenho casa ali e coisa tal. Tô lá, me liga 9 da noite a Abel. Vagabundo, que tu tá fazendo? Não Sei o quê, já tá de pijama, dormindo. A, eu vim para cá, vim fazer. É, para aí que eu vou te colocar outro aqui. Sobes. Aí o Sobes que tinha jogado comigo no Cruzeiro. Ah, professor, vem aqui, não sei o quê. Ah, eu sei
que a dona ONG não deixa. Pode, eu vou aí, eu vou aí. Depois tinha, tinha o filho do Feijó, tinha o Marcelo. É o Marcelo, depois tinha o o Fernando Carvalho. Fernando Carvalho. Eh, tinha mais eu. Ah, bom, senhor tava numa trincheira. Só Tinha, só tinha tu. Só era eu e tu só. Era eu e tu. E quem? Mais mais uma pessoa que era ali do Grêmio. Os outros 15 eram colorados. E a gente, eu tenho, eu tenho uma amizade, uma amizade assim, eu pura, sincera, porque eu sempre respeitei o Internacional e o Internacional sempre
também me tratou com muito respeito. É que eu acho, Felipão, também que tu é o treinador da seleção brasileira, sabe? Chega um momento que tu não é mau treinador do, Tu não é o Felipão do Grêmio, tu se tornou o trein, o o Felipão do Brasil. É, né? É mais ou menos. Mais ou menos. Sim. Aham. Tia, eu assim tem uma hora que eu que óbvio que eu te porque eu sou um doente. E para mim tu vai, para mim tu é uma hora técnico do Grêmio, da história. Mas eu já falei isso 500 vezes,
não é porque eu tô na tua frente, eu já falei isso várias vezes. Mas assim, acho que em um dado momento, quando tu, né, voa, faz, vai, vai para Chelsea, vai para Portugal, vai pro Brasil, desvincula um pouco, né, e cria uma outras identidades, né, o Roger ainda hã enfim, mas também, cara, um beijo pro Roger no coração dele, ele cria, desvincula um pouco, mas quando nós classificamos e para classificar, seleção, seleção brasileira precisava ganhar do Paraguai. Sim. naquela época. Claro que no Olímpico o jogo. Ah, porque eu pedi encarecidamente ao Presidente, ao Ricardo T
que trouxesse pro Olímpico, porque aqui no Olímpico eu teria gente comigo e consequentemente com a seleção. E nós ganhamos o jogo ali e então são detalhes que as pessoas não se dão conta, mas que aconteceram na na minha não. E acho que esse jogo tu também convoca jogadores locais, vamos dizer assim, né? Dois, dois daqui. Polga e o Tinga. Não, não. O Tinga foi Tu tinha levado o Tinga na eliminatória? Não, não. O Tinga, o Tinga ficou ao lado, ao lado não, o Tingau, um deu um ao lado do do Candinho no jogo contra o
a Portuguesa que nós ganhamos 2 a 0. Ah, é? É. Ele era júnior e ele ficava do lado do Candinho ouvindo que o Candinho transmitia e depois passava para passava para mim. Ah, tu tá brincando, velho? É claro. É tudo isso na final do brasileiro. Claro, 95. O Tinga foi nosso espião. Claro. Ah, senor não sabia, velho. É, tu botou O Tinga para não fica lá, vai lá. É, isso é genial. É porque a gente ouvia, depois vai fazer. Deixa eu entender. Então, o portuguê treinou ali no Olímpico, no suplementar no jogo. No jogo. Ah,
no jogo. No jogo tá durante durante o jogo ele era gandula. O Tinga foi gandula nesse jogo. Foi Gandula, foi lá do lado, cara. Isso é espetacular, velho. É. E aí ele vinha, é, vai, vai trocar fulano, vai colocar fulano, mandou fazer isso. Então, e nós ganhamos o campeonato brasileiro, lembra? Claro. Aliás, tem uma uma história que que é super famosa que o Dinho pede para sair, né? Dinho, o Dinho é, é isso que é fundamental dentro do, da concepção de um treinador e dos jogadores. O, quando eu ia fazer uma substituição da tava 1
a 0 o jogo e nós precisamos de 2 a 0. O Dinho falou e depois ele: "Professor, saio, eu, saio, eu porque eu não tenho mais utilidade." Era mais utilidade, né? Ele não se Sentia ali, deu, acabou, não precisa de volante. É. E então, e daí que a gente colocou o Aítlon depois no lugar do, eu não me lembro se foi no lugar do Dinho. Foi no lugar do Dinho. Foi no lugar do Dinho. E o Aílton fez o gol. E o Aon fez o gol também. Tu tem uma estrela e um rabo, né, professor?
E de pé esquerdo. É. E uma bola dificíima, cara. Car, vem, vi. Ele não chutava de pé esquerdo. Não, a gente, pô, agora vou me colocar porque eu tava na arquibancada esse dia. A Gente pegava no pé do Aíton. A gente não tá muito feliz. Sim, porque vocês trouxeram do do gol de barriga lá do Renato lá do Fluminense que ele tinha sido campeão agora, mas ele não desempenhou no Grêmio até esse gol e ele sai chou, chegou de fora da área e da entrada da área e fez um golaço. E o Dinho, o Grêmio
foi o campeão também pelo Dinho. O Dinho teve a ombra dizer: "Eu não sou mais útil, eu roubo, eu tem alguém tem que criar mais alguém. Nós Temos que fazer qualquer coisa diferente. Então, não é que o treinador não tenha visto isso, é que também nas concepções de jogo a gente, bom, vamos fazer, vamos para tudo ou nada ou já que já estamos assim. Sim, porque, por exemplo, em determinados momentos do campeonato de de alguns campeonatos que eu disputei com o Cacalo Uhum. como diretor. Ah, que bom que tu lembrou do nome dele. O Cacalo
dizia assim: "Que que tu vai fazer, Felipe?" Colocar o o Alco, o Alci o colocar mais um atacante, tá bom? 0 a 0, tá bom? Não faz, não inventa. E então esse era o nosso ambiente. Mas é raro um treinador dar tanta intimidade para um dirigente palpitar, né? É, mas ele também sabia, ele palpitava até só só até ali. É, tá, mas ele e e a gente ouvia, a gente conversava, a gente assim como a gente tava dentro do papo, a gente batia papo lá dentro do do vestiário. E aí tu também conseguia Medir sem
avisar eles, quem entendia de bola também, né? Vou vou testar isso aí para ver se ele conhece, porque ainda para não ouvir um que não entende nada. Sim, não tinha. e tinha bastante. Olha aqui, olha aqui só para concluir a parte de como esse time era impressionante. E o que era impressionante e que ninguém fala e eu vou te falar é que saudade da do do olímpico. Que saudade. Tudo é muito bom. Arena é Lindo. É tá tudo tá tá bem. Tá bem. Mas o o olímpico, quando os car quando os caras vinham jogar no
Olímpico, meu filho, era tremiam. Bom, tu voltou em 15 depois da Copa, né? E tu voltou em 21? Voltei. Voltei. Voltei em Não, ainda em 14 com o Dr. Fábio. 14. Isso. Logo depois do do da Copa do Brasil. Copa da Copa do Mundo. Voltei com o Dr. Fábio e e depois voltei em 21. E tu diz isso e porque as passagens não foram nem perto de ser Vitoriosas como foi e em 95 ou porque de fato o ambiente era outro? Não, o ambiente era outro, já era outro. É, é, é diferente. O futebol de
hoje é um pouco mais, é um pouco diferente. E nós tivemos aquela aquela aquele ambiente, aquilo tudo que vivemos em, em 87, quando fomos campeões, depois 93 quando vim com o Dr. Fábio, depois e 2014 com o Dr. Fábio e depois em 2021 com o Romildo, se eu não me engano. É o Romiro. Era o Romildo. É Isso. Mas eram eram eram situações diferentes, então, mas sempre sempre foi situação agradável. Mas ô ô, Felipão, mas não é papo da gente, eu também sou saudoso ao olímpico, tá? Uhum. Até tá a grama dele ali. Eh, não
é papo de saludosismo pensar isso. É porque eh o que o o que que te faz assim essa o olímpico, a a impressão que eu tinha que que o campo fazia assim, fazia fazia diferença. Eu eu fui trein treinei Muita, muita gente depois e e quando vinha vai jogar no no Olímpico, meu Deus. É, é difícil. É de não é que não é não vai dizer a arena não é muito bonita, é muito bem bem organizado, os os as arenas multishows e coisas e tal, mas o olímpico não. E depois ainda se criou a geral,
a maneira com que fazia avalanche, tipo assim, era uma que vinheta de de TV, né, de tudo, assim, ela ela e na arena não dá para fazer avalanche. Não dá, claro que Porque cheia das coisas lá. É, esse capítulo de 21 é é pouco conversado contigo. Eu não sei se tu fala muito do ano de 21, eh, porque o Grêmio caiu nesse ano. Ah, sim, eu Sim, sim, sim, sim. Eh, bom, ali tiveram alguns dados. Eu peguei, eu trabalhei com o Grêmio de um Uhum. E nós pegamos, se eu não me engano, depois do Vime.
Mancini. Bom, não me lembro agora. Aí pegamos e fomos indo e fomos indo e fomos até Não, não, Mancini foi depois De ti. Mancini foi depois. Foi, tu pega depois do Thiago Nunes, Santa Maria. Santa Thiago Nunes, Thiago Nunes, Felipão e Mancinho e daí aí fomos indo, fomos indo. Mas quando chegou o jogo e com o Santos que nós perdemos, eu tomei algumas decisões e essas decisões não foram muito bem aceitas. Uhum. Né? Eh, pelas pessoas que comandavam, tá? E aí eu saí, então eu achei melhor sair para evitar choques aí que nós íamos ter
muito grandes. Ó, um tempinho no nosso Bate-papo maravilhoso com o Felipão para pedir para você que tá vendo a gente se inscrever no canal e, claro, deixar o teu like. É muito importante o teu like no vídeo porque assim a gente pode distribuir o nosso conteúdo para mais e mais pessoas. Então, para tudo que tá fazendo, desfruta do Felipão, mas não esquece, te inscreve, deixa o like e claro, se quiser comenta lá no canal, beleza? Tamo junto e vamos voltar pro Felipão. Sabe que eu por gentileza, Felipão, é o coraçãozinho ab serra já temperado. E
também temos aqui a coxinha. Depois se tu quiser comer será que eu v dizer isso aqui comer com o garfo é meio estranho, né, gente? Comer com a mão depois vamos ser bem bem lá de, né? Lá na lá de Caxias. Vamos lembrar da das polentas. Falta uma polenta. Pronto. A próxima vez vai ter polenta aqui, ó. Só para te poder depois. Não, eu ia te dizer, eu nada me tira da cabeça que se Se tu permanecesse, a gente não caía, cara, em 21, sabe? Eu eu uso como chave o jogo lá do Flamengo que
a gente ganha 1 a 0. ainda sobre o teu comando, não sei se vai te lembrar disso. É um jogo que a gente tava com sérias dificuldades porque tava difícil aquele ano, realmente tava tudo muito difícil, mas ao menos tu tinha estancado uma sangria que era dos gols. A gente parou de tomar muito gol. É. E aí uma estocadinha pro Tu traz o Borra, cara, baita jogador que conseguiu em uma bom jogador, bom jogador, conseguiu ajudar ali, mas não sei, tia, eu não, realmente não andou, né? É, mas é a gente imagina-se que que poderia
não ter acontecido, porque nunca vai saber isso. Mas a gente não sabe, não adianta. A gente nunca vai saber. Tem que seguir com a realidade. Pronto, caímos. Tu sofreu com a queda de 21? Ah, sou claro, pô. As pessoas não se dão conta ou a gente não demonstra publicamente o que a gente sente, os bacs que a gente tem, a dificuldade com com alguns resultados, isso e aquilo ou é difícil e aí não se mostra tanto. Mas claro que eu fiquei muito triste com isso, porque eu fiz parte, né? Não é que eu não tenha,
desculpe, pi, eu eu parti bem. É, mas não, não, tu é, tu é lembrado de uma Forma diferente aqui que tu falando um torcedor que convive no meio da torcida, sabe? Que ambientaliza o ano de 21, como o Felipão tava fazendo algo fora da curva naquele ano e foi impossibilidade de continuar. Essa é a sensação que a gente tem, sabe? E não tô aqui puxando o saco, falando muito sério, eu acho que tanto que por aproveitamento é um, tu tava tu tava bem assim, tu não era, acho que era de décimo colocado, assim, coisa que
manteria, né? Uhum. Se, mas enfim, Eh não vamos perder tempo com um ano tão ruim, professor. Além disso, tem outros times, né? Além de Grêmio. E aqui nós vamos dar uma surfada em outras coisas, tá? Precisamos só falar do Grêmio, porque tem um outro time que tu marcou muito e esse aqui é um dos personagens. Fala Duda, tudo bem Marcão por aqui. Tô sabendo que você vai receber o nosso mestre Felipão, hein? Professor, o senhor também só quer saber de churrasco agora, hein? Trabalhar que é bom mais Nada, hein? Um abraço para vocês dois aí.
Ô, Duda, cuida bem do nosso velinho, cara. Esse aí tem que durar 200 anos. Abraço, gente. Fica com Deus. Bom apetite. Espetacular. Vá, maravilhoso. É, é um, é um amigo que eu não não vou esquecer nunca. Eh, eh, Marquão teve uma carreira fantástica e programada, porque em 98, quando nós jogamos A Mercosul, Mercosul, sim. Eh, ele foi colocado para jogar Mercul já visando a Libertadores de 99 para ele se ambientar no ele se ambientar e e ele é essa figura espetacular. Tá sempre sempre com algum receio, sempre com isso, com sempre com alguma dificuldade. A
Copa do Mundo de 2002, Marcos, tu vai ser o goleiro. Eu? Mas por que eu tem o Dida e o Rogério? Rogério são muito melhores. Eu eu eu fico aqui quietinho Coisa e tal. Tu é o goleiro, então te prepara. Mas por que, meu Deus? E tal, ele sempre tinha uma uma dúvidazinha assim nesse sentido, mas espetacular. Ô, Felipão, o quando tu chega no Palmeiras, a diretriz, a ordem era ganhar Libertadores. A ideia era Libertadores, porque eh o Palmeiras vinha de umas de uma Parmalat, lembra? Investia que a gente xingava eles. Sim. Eu fui xingado,
quantas vezes fui Xingado no Palmeiras por por anos anteriores. Mas quando tu chega lá, os caras fala: "Tá". E aí? Não, os caras, é, os caras me cobravam o que eu apresentava em termos de Grêmio. Mas quando tu é apresentado, tem essa carga de de tudo que tu fez, porque eu tinha o 5 a 0 e o 5 a 1, o negócio. Sim. Aí aí nós fomos representados, fomos o trabalhando com a Parmalate e aí o seu Grisende eh da Parmalates nos foi nos solicitando algumas coisas que nós Conseguíamos. Nós fomos pedindo a ele mais
alguns de alguns jogadores, eles e ajeitando. Paulo Núnior. Aí o que que aconteceu? Chegou 99, nós estávamos prepar 97 nós perdemos o Nacional, se não me engano, com dois empates, 0 a 0 com o Vasco. Sim, que eles são campeões. São campeões. E depois nós preparamos o time para 98, para 99. E aí fomos campeões com o com o Palmeiras também. Foi o Primeiro primeiro campeonato ali do Palmeiras Libertadores, né? E é a tua segunda foi uma foi uma foi uma junção de vontades que foram claro que existia da minha parte esse a vontade de
ser campeão também pelo Palmeiras com a Libertadores, porque ficaria marcado também era história e tudo mais. Foi. E foi o que aconteceu. O tu é idolatrado num Palmeiras como é no Grêmio, né? É. E o a torcida, eu a torcida do Palmeiras, Ah, se me encontra em qualquer lugar, eles me adoram. Eu tenho tenho tenho três torcidas que eu sou eu sou o representante oficial, é o Grêmio, é o Palmeiras e a seleção portuguesa. Sério? Em Portugal é assim também? Meu Deus. Portugal, se eu saio na Eu não saio na rua. É, é nesse nível.
É, é, é, é, é, é diferente, rapaz. Não sabia que era tanto. Ah, meu Deus. Por isso que tu adotou tanto Portugal assim Como É, eu depois eu eu fiquei 6 anos lá trabalhando na seleção. Depois eu ter o meu filho casou e hoje eu tenho três netos portugueses. Eh, casou com a com a Mafalda, uma portuguesinha lá e e continua em Portugal. Eh, então Portugal passou a ser o meu meu segundo país. Que loucura. E e assim, não só de vitórias é a tua trajetória. Em Portugal tu teve uma derrota que assim, é, que
foi surpreendente, acho que dá para Dizer assim, né? Sim. Sim. Foi uma derrota pro pra Grécia. Isso. Uma derrota pra Grécia o ano de 2004, né? Mas sabe que essa o ano de 2004 os cara fala que é o ano das zebras que ganha a Grécia. Hum. O Porto é campeão da Champions, o 11 Caldas é campeão da Libertadores, só deu zebra. Essa derrota ela, mas essa derrota, por exemplo, não é tão grande como um 7 a 1, por exemplo, né? São derrotas diferentes. Mas assim, o Significado para Portugal na época era algo gigantesco, não
era? Como uma Copa do Mundo no Brasil. Era porque Portugal eh não via sua seleção como uma seleção muito boa. Você é a Portugal não tava nunca entre as postulantes, né? Nunca as favoritas, vamos dizer assim. Itália, Alemanha, Espanha, nunca, Inglaterra, França e Portugal. Portugal tinha vindo de uma Copa Mundial de 2002 que nós somos campeões, não classificando na primeira fase lá no na Coreia. Verdade. E aí nós fomos eh fazendo aquele aquela seleção ficar encorpada e a população começou a acreditar, a população passou a viver a seleção e aí então nós perdemos, mas ainda
assim não foi Esquecido. pode acreditar que lá foi um foi uma derrota que a gente relembro a os portugueses relembro, mas não tão sentidas como nós perdendo o jogo aqui na pra Alemanha de 7 a 1. Mas é essa esse esse essa tua época de Portugal, tu também além de ter feito esses resultados, tu me revela eh o o próprio Cristiano Ronaldo é uma revelação tua? Não, do Mortosa. O Ah, tá. O Mortosa tava passando na rua, viu? Ele não. O Mortosa foi num Jogo dos junior do depois foi no jogo do do Sporting. Sporting.
É. E aí ele vai no jogo do Sporting e volta e diz assim: "Ô, Felipe, tens que convocar aquele cavalo". Sim, diversão é um cavalo. Ele disse é um cavalo. É isso, é aquilo, é isso. Ah, o Mortosa tem 17 anos, para com isso. Ele convoca. Bom, e aí nós convocamos e e ele não era ele ele se sabia da qualidade, mas ele não tinha nem perto de ser famoso. Não, não. Ele ele era ele Era o que ele é hoje. Ele já era esse hoje. Já era esse que ele já era o que é
hoje, disciplinado, eh, organizado com a vida dele, eh, focado, focado totalmente no futebol e só vivia pro futebol. pro futebol. Com 17 anos já era, já é, já se chama ele de robô, porque ele parece que é moldado para fazer aquilo. Pois é, mas era assim. E aí então desde que o Murtosa o viu pela primeira vez, ele que insistiu Na convocação e a convocação dele foi feita e e aí ele passou a não, ele foi do daí depois da primeira convocação ou antes ainda ele já foi pro Manchester United. Ah, sim, sim. Ele apresentava
Cléberson lá. Quando ele quando ele vinha do Manchester pro pros jogos aqui, eu já disse: "Bom, já vai ligar o Fergon". Fon ligava e dizia: "Felipão, não deix não deixa ele treinar muito. Ele treinou aqui conosco e coisa e tal. Ele ia lá e queria bater sem Faltas. Pelo amor de Deus, para duas, três só cinco. Chega o Freo já ligou de lá e coisas e tal. Então, mas não machucava, né, cara? Não. Uhum. Uma força, um animal. Espetáculo. Ele é o melhor jogador que tu treinou ou o fenômeno? Não, não. Ele é ele é
fantástica, ele é um dos melhores. Mas soubesse quanto joga quando jogava o Figo. Pô, pelo amor de Deus. O jogou mais que o Cristiano Ronaldo. Ah, se tu Soubesse da posição na posição e o que fazia com a bola o Arce, é na posição que jogava e o que era como comandante César Sampaio. Então eu tive muitos Aos poucos tu tá escalando a tua seleção. Não, não, não. Marcos Arce. Vamos, Felipão, completa para mim. Bom, zagueiro tem vários aí, tu pode escolher, mas já fica o meio-coampo tem zagueiro da seleção. Podia ser o Felipão, porque
era o melhor zagueiro do Caxias. Ah, mas do Caxias, né, viu? É, eu bati Não, eu te boto de técnico. Eu te boto de técnico. Eu batia de frente, sabe com quem? Naquela época quando jogava, eu batia de frente com um cara maravilhoso que tu deve conhecer, deve fazer churrasco com ele. Oberdan. Oberdã. Espetacular. Tá lá em Florianópolis. Eh, eu a gente se batia de frente. Então, tu É um injustiçado da bola. Mentira. Só tô falando bobagem. Mas assim, ã, em Portugal, eu não sei se é verdade ou não, mas tu teve também oportunidade de
treinar esse cara ou é verdade ou Solar e daqui ael Ferreira passando só para lhe dar um forte abraço, OK? Desejar-lhe muita saúde a si e à dona Olga, um beijinho para ela, tá bem? E tudo de bom, OK? Muita saúde e até breve. Tchau. Abão Ferreira. Foram duas convocações do Abel. Quando eu treinava a seleção do Portugal, eu convoquei o Abel duas vezes eh na lateral direita e ele era o Abel que aí está. Ele já era eh o liderança fora de campo. Uhum. Porque ele se preocupava com os colegas, ele se preocupava não
só com o futebol e ele olhava o contexto, o redor, geral, o geral. E um cara eh fino, educado, bom. Eh, eu gosto, adoro Abel ainda. Eu acho uma loucura assim como o destino ele ele colocou o Abel no Palmeiras, cara, que é um dos times que assim que tu é super eh e tu é o primeiro técnico campeão da Libertadores, o carregou duas, tipo, deve ter gente que deve bater um pino assim, [ __ ] o Abel passou o Felipão no Palmeiras e agora como é que será que eu falo isso? Deve ser uma
loucura para todo mundo, né? Pensar isso. Eu eu falo pros pros palmeirenses, tiveram um grande treinador, tiveram treinadores Maravilhosos, Brandão, eh, Minelli foi treinador do Palmeiras. Eh, tá bom, mas o treinador que mais deu títulos e mais deu imagem internacional foi o Abel. E é o Abel. Que loucura. Pode gostar ou não. E ah, nós tivemos, nós gostamos desse ou daquele, mas Palmeiras, o palmeirense deve lembrar que de quanto 30 títulos, 3 4 ou cinco foram do Abel. Ah, ah, tem, tinha time, não interessa. Ele foi um dos E tu e e todos esses caras
que tu treinou, a gente Citou aqui, vários, tu conseguia identificar o porque vários viraram bons treinadores, né? Sim, sim, sim. Mas tipo, pô, tá falando agora do Roger aí, agora o Abel que foi o teu jogador, o Adilson, o próprio Adilson, o Arce, o Arce é treinador, treinou, sei lá, passou aí quando tu tava no Cruzeiro, de repente algum virou treinador, eu não tô lembrando, enfim, própria seleção brasileira ali, vários. Tu conseguia identificar a capacidade de de esse jogo Razoável? Ah, quando tu és jogador ou tu és o técnico e tá está trabalhando com aquele
jogador, tu eh tu não analisa o futuro dele como dentro do futebol, um técnico, um dirigente e tu vês alguma luz, alguma coisinha, mas pouco. É porque às vezes o jogador pode ser questionador a ponto de dizer o Felipe Luiz, por exemplo, que é um um exemplo recente. Uhum. Né? Não sei se chegou a convocar ele na tua época. Sim, sim. E dizem, e eu já gravei com ele, já Entrevistei ele, ele disse: "Cara, eu era doente assim para saber por que tu tá fazendo isso?" Queador, com esseador, ele ele trabalhou com grandes técnicos. Ele
ele tem a tem a perspicácia de de ter ouvido aqueles técnicos algumas coisas que eles faziam e ele tá aplicando muito maravilhosamente bem no Flamengo. Impressionante. Ele tá ali bem organizado. Ã, olha, vai ser será um dos grandes Treinadores do Brasil. É, eu acho que um dia ele vai treinar a seleção brasileira questão de tempo. Embora eu acho que o próximo destino dele, a cara é o Atlético de Madrid. Assim que o Simeone bater as botas lá, que daqui a pouco vai, eles vão buscar ele, certo? A cara do Atlético de Madrid, onde ele fez
história, entende? Sim, sim, sim. Eu eu não, eu não sei se ele vai ir, se ele vai voltaria, não sei se ele queria ir, gostaria de voltar, Mas eu ele eu acho que com tudo isso que ele vem fazendo no Flamengo e com o caminho que ele vai trilhar daqui pra frente e que vai aparecer seleção, né, a cara é a cara é a cara. Ele tem tem boa, tem boa qualidade pra seleção, sim. ou para outros grandes times do mundo todo. Antes da gente entrar na Copa de 2002, que é um capítulo lindo, esses
negócios das derrotas e eu acho legal também pegar, né, o antierói, assim, as coisas que não Só a gente eh ganhou, eh, a gente perde o Mundial com o Grêmio, né, embora a gente não tenha perdido, nós empatamos uma beleza. E e você até tava conversando saber que o Rivarola foi expulso pelo VAR, né? Foi pelo VAR. É isso que eu não com não aceito, porque não existia naquela época. É que aquela foi interferência é externa, total externa. E nós com 10 ainda tivemos duas, três chances de de de liquidar o jogo. Não, não, não
Conseguimos. E depois fomos nos pênaltis e aí os pênaltis, as pessoas que erraram os pênaltis eram os que melhor batiam. Exatamente. Deard Ardelé e Arcio. É deardel não, Dinho. Dinho e Árcio. Dinho e Árcio. [ __ ] essa derrota é [ __ ] tio. É muito dolorido para mim essa derrota porque se falava muito do Ajax. Imperdível, imperdível, imperdível. E a gente não perdeu também. Não, não. Nós fizemos um bom jogo, mesmo Com 10 do segundo tempo, nós fizemos um bom jogo bem organizados. Bá, foi, foi. O Ajax teve, se nós tivemos duas ou três
chances, eu acho que o Ajax teve duas ou três no máximo. E aí é o Jardel perde um gol ali muito bonitinho ali que ele podia ter feito, Jardelão. Então, então e é aconteceu depois outro pênalti. Aí o o Dinho bate na trave, se eu não me engano, o Ar também e depois tu vai em 99 e também joga bem com Manchester. Com Manchester E perdemos num cruzamento de bola do lá da esquerda que o o Gigs acho, né? Que o É que o Ar que o é o Marcos Maros vai vai a bola por
causa do vento. Aquilo também foi por causa do vento. Passa no segundo pau e aí faz o cara faz o gol. essas derrotas assim mesmo, porque são dois azarões, né? As derrotas, Duda marcam muito, te ferem muito, faz com que tu sintas situações inusitadas na tua vida. Eh, mas também te dá a oportunidade de que tu voltes a trabalhar muito bem, voltes a buscar um outro objetivo, vais atrás de uma nova de uma nova situação e coisa tal. Então, se a derrota te põe lá embaixo, depois as vitórias e te põe lá em cima. Eh,
tu tem que ir atrás do do teu trabalho, daquilo que tu realmente gosta. Tu lida bem com as derrotas ou lidava? Não, eu não lido bem com as derrotas e eu não sou daqueles que dizem Que tem que ser derrotado para se aprender. Eu não, eu não entendo isso. Melhor aprender ganhando, né? É, eu também acho. E aí, h, eu não lido bem com isso, mas eh com o tempo eu aprendi a ter um pouco mais de paciência em alguns detalhes para mais tarde, então, dar a volta por cima. E para finalizar o assunto derrota,
a derrota mais ferida é o 7 a 1 ou teve alguma outra? Olha, podia ser que tivesse alguma outra. No tempo que eu jogava no início na Minha carreira, no tempo que eu fui do início, pelo contexto, algum essa, por exemplo, de Portugal que todos nós imaginávamos e se era era 80 por 20, pá, imagina é e tudo mais. Tudo bem. Eh, pode ter, mas realmente a a derrota que nós tivemos em casa por 7 a 1 foi uma derrota que marcou para toda a vida, né? Não tem não tem como a gente não lembrar
daquele detalhe. Tu faria algo diferente nesse Dia? Não, zero. Acho que já falou isso algumas vezes, né? Ou não, não faria. Porque quando a gente estudou, o adversário estudou e fez e tomou as medidas que tinha que tomar. Mas tu já entendeu o que aconteceu ou não? Já, já. Eu razoavelmente entendi. Na época eu entendi, na época eu assumi, continuo assumindo. Mas realmente nós ganhamos a Copa de 2002 e nós perdemos a Copa de 2014. Não fui eu que ganhei a Copa de 2002, não Fui eu que perdi a Copa de 2014. Foi nosso, foi
um grupo. Eu queria sentir também, eu gosto, quero sentir que o grupo participe. Uhum. E às vezes um ou outro deixa para lá. O gosta de colocar na tua conta. É, pode colocar, né? Deve colocar porque eu era o chefe e pronto. O responsável era eu. Mas o Neymar fez muita falta, né? Eh, a lesão do Neymar, ela é uma lesão que eu eu não, bom, eu não tava lá, né? Mas assim, acho que o ambiente até com a Própria lesão, acho que os dias posteriores devem ter sido. É, mas não foi isso. Não foi
isso. Foram o foram momentos do jogo. Sim. Situações do jogo que não eram imaginadas, surgiram, aconteceram e e deram resultado pro pro Alemanha. Pronto. É o o porque a gente é uma loucura, né? Quando acontece uma vitória ou uma ou uma derrota, eh, eu eu tenho eu eu tenho isso na cabeça assim, é muito mais fácil de tu lembrar onde tu tava com o que Porque ela marca. Então eu me lembro 2002, eu essa rua que é aqui atrás aqui, eu morava aqui perto, eu eu bebia porque eu já tinha 18, eu bebia a manhã
inteira daquele, eu quero te agradecer porque foi um dos maiores tragos da minha vida quando eu era piada. E aí 2014 eu me lembro tava eu e o Luciano Potter da Rádio Gaúcha, que tu tu deve saber quem é. Uhum. Estávamos na casa dele e só que é é como se tu toma um cruzado e tu não entende Assim, tu demora para assimilar, só fica assim uma hora na frente da TV tentando entender o que que tava acontecendo assim, porque era ninguém entendia, ninguém entendeu, nem nós entendemos, nem eles entenderam, sim. Nem nem a alemanha
entendeu, acho. Nem os caras conseguiram, [ __ ] velho, como é que pode isso ter acontecido? É isso aí, rapaziada. Rapidinho aqui, tá? Não quero atrapalhar a resenha que tá maravilhosa, mas deixa eu falar da Alfa. A Alfa é a nova casa de apostas de Grêmio, de Inter e também aqui do assado. E toda vez que tu for entrar, aliás, toda vez não, né? No teu primeiro cadastro, aproveita e coloca o cupom Duda Garb. Ai, Duda, mas vai dar muitas coisas para mim? Calma, ainda não. Mas no futuro o cupom vai te gerar benefícios. Então
não esquece teu primeiro cadastro na alfa, muito simples. Escreve ali no espaço do cupom do da Garb, tá bom? Te cadastra na Alfa, Participa, desfruta, é entretenimento, não é investimento. E o site é para maiores de 18 anos. Quando tu for entrar, além de colocar dor da Garb, indica o clube que tu torce, o Grêmio, por exemplo, isso vai dar mais, ó, tutuzinho para nós. Beleza, vamos voltar pra Uma vez eu encontrei o o Ah, esse coraçãozinho boneco. Era o goleiro da Alemanha em 2002, o Oliver Cup. Oliver Cup. Hum. E a gente conversou e
ele disse assim: "Ô professor, eu trocava o 2 a 0 pelo 7 a 1." Sério? Aham. Falou, falou, eu trocava 2 a 0 pelo 7 a 1. Eu eu também trocava de ver e em situações diferentes, mas mas putz, é é que o de 2002, aliás, antes de nós entrar em 2002, tem um cara que fez questão de te mandar um recado, disse que te ama, que é o teu melhor amigo lá no Palmeiras. Então, para nós finalizar também o assunto de Palmeiras e que antes de tu Entrar aqui, tu falou o nome dele. Moeda,
moedinha. É, professor, só passando para mandar um beijo pro teu coração. Te amo. Me disseram que tu e ele era aqui, ó. É, nós somos ainda até hoje. Sim, sim, sim. Grandes amigos. E dei uma pesquisada, viu, na tua vida. É, grandes amigos. E ele que me ligou hoje quando eu vinha vindo. Ah, ele te ligou, vem vindo de Gramado. Eles estavam lá fazendo uma homenagem ao João Paulo, tava o Buosel, não sei se o Abel tava junto, eles estavam uma confraternização lá, eu tava dentro do carro, eu disse: "Não, depois eu te ligo". Porque
eu não não foi ele que ligou. Foi ele que ligou, foi uma moedinha. Ele me disseram que tu e ele, olha, são muito amigos, que ele é muito grato a tudo que tu fez por ele. Muitas coisas legais ouvid. É, é que eu teve um determinado momento que iriam sair do Palmeiras alguns funcionários. teve uma Oportunidade lá e aí eu disse, se sair nesses funcionários, eu saio também junto, porque esses funcionários são os que levam assim, assim, assim, fazem isso, fazem aquilo, não tá correto. E aí a direção pensou um pouquinho e não não e
tá lá até hoje. Tá, tá lá até hoje. Claro. Ou seja, tu tava certo. Eu não tava não. Eu não digo que eu tava certo. Não seja humilde, Felipão, que tava certo. Olha aqui, para nós falar de 2002. Esse cara aqui também te mandou um recado. Meu Deus. Esse assado tá virado no, como é que é o nome? Ah, esse, esse meu capitão, grande Duda. Olha quem tá aqui. Capitão Cafu. Duda, hoje você tem um convidado mais que especial no seu programa, né? Grande Felipão Bagori. Que isso? Eles fala que você é bravo, é valentão.
É nada. Coração de mãe além paizão. Felipão. Professor, eu não tenho muito o que falar de você. Eu não sei elogios. Porque nós convivemos Pouco tempo, mas o pouco tempo foi o suficiente para saber o quanto você foi importante para nós em 2002, o quanto nós somos importante para você no antes, no durante, no depois, até hoje, cara, de verdade. Eh, eu tenho, tenho muito orgulho e sempre bato no peito. E onde eu vou, eu falo: "Olha, eu tive um treinador que foi acima da média, que foi fora da curva, que é você, Felipão, não
só pela maneira de treinar, não só pela maneira de trabalhar, mas pela Maneira de conduzir pessoas, como você fez conosco em 2002. Então, como capitão daquela seleção brasileira, tendo um comandante como você, foi muito fácil. Então, nesse dia, só vou pedir que o papai do céu te abençoe eternamente, Felipão. Bá, capitão Cafu na área. O que precisar conta com o capita conta para eles a cena quando você entrou na hidromassagem fazendo crioterapia para falar com o nosso centroavante. Você é fera, cara. Um Abraço, capitão Cafu. Conta agora. É que nós estávamos jogando já terceiro, quarto
jogo, não lembro bem. E o Mortosa andando por ali, ouviu que tinha tinha uma um dos jog um jogador, dois jogadores que estavam eh eh cabes baixos, tristes, reclamando porque não tinham jogado ainda, porque não eram úteis, porque uma série de coisas. Hum. Daí eu ouvi aquilo, digo, bom, é hora de parar com esse essa frescura. E eles estavam lá fazendo a recuperação de um do jogo anterior na hidromassagem lá todos. Eu entrei, tirei o calçado, entrei de calção e lá e cois e tal e aí p pa pá e aí dei uma dura nos
nos dois, três jogadores que estavam que tavam reclamando. E daí também dei e mostrei, não só dei a dura de que precisava, mas mostrei a eles que eles eram úteis, fizeram isso, fizeram Aquilo, poderiam fazer isso, fazer aquilo e que se sentissem valorizados e que eu os respeitava muito e tudo mais, né? Mas, mas o primeiro momento, a primeira, a primeira enchadada foi cavar, cavar as minhoca, dá lá fazer, fazer os caras lá no meio e aí tu acha que tu tens que jogar com aquele ali jogando do jeito que tá jogando? Então, tu é
útil e eu vou te usar, mas dentro do do do tempo que der para fazer alguma Coisa, calma e tudo mais. É, é, são 23 escolhidos no Brasil. Sinta-se feliz com isso. Eu posso até adivinhar quem é. Eu acho que esse cara aí, porque já vazou tanta história de 2002. Hã, deve ser o Edilson, o Júnior e o Vampeta. Não, não. O Júnior, o Vampeta e o Edilson protagonizaram uma das cenas mais interessantes para um treinador de futebol. Hum. Porque contra a Inglaterra nós Treinamos 300 vezes a jogada do gol. Sério? Eles viravam, faziam uma
virada que dá bom. Bom, e aí aconteceu o gol. E quando aconteceu o gol, quando terminou o primeiro tempo e coisa e tal, o Vampeta, o Edilson e o e o Júnior, não, o nosso ponto esquerdo, Denilson. Denilson. Me pegaram pelo braço aqui, ô chefe, não vai lá dar bronca neles, não vai lá dar bronca nele. Não vai fazer isso. Eles eles tão bem, eles viram o jogo. A hora que Querem eles vão ganhar o jogo. Fique tranquilo e pá, pá, pá e pá. Não seguraram, me seguraram. Tudo bem. Eu tinha uns 10 m pra
escada, pensei, desci e não dei bronca com ninguém, apenas é corrigir e tudo mais e nós ganhamos o jogo. Quer dizer, eu iria, quem sabe ter um gesto, ã, que iria pôr mais a equipe empolvorosa e assim eu acalmei a equipe. Eu fui acalmado por aqueles caras que não jamais imaginava, porque o Edilson e o Vampeta eram meus adversários. Eu era do Palmeiras e eles eram do Corinthians. Nós tínhamos tido uma briga antes lá, não, eu com eles, naturalmente, entre os jogadores num acho que era um final do Paulistão. Paulistão, uma coisa assim lá que
o que o Edilson ficou com a bola fazendo fazendo um embaixado. Então, é para notar, é para que os técnicos entendam também que determinados momentos a gente Ouvir é muito importante, não? Eu vi os atletas, né? Que loucura. Não é o teu auxiliar, não foi teu auxiliar que falou isso. Foi um atleta. Foram os três que eram dois adversários diretos em campeonato lá de São Paulo, né? E o Denilson, que era um adversário que também jogava no São Paulo, mas não era sim, não tinha essa. Então, vejam que eles eles fizeram com que eu pensasse,
raciocinasse um pouquinho melhor, eh, colocasse algumas palavras mais leves, Mas com profundidade, ganhamos o jogo. Per, deu o resultado. Vamos ver como é que ficou o ponto para depois a gente seguir nessa coberta que tá agradabelíssima. Vamos pegar aqui, ó. Isso aqui é o bifeante Las Piedras PMI, rapaziada. PMI aqui também, ó. Vamos ver se eu acertei teu ponto, professor. Atenção, rapaziada, dá para olhar ali? Não. Bom, bom. Tá bom, tá bom. Tá. Eu não sei. Eu vou provar. Ah, putz, meu Deus do céu. Para, deixa eu, deixa que eu corto aqui para ti. Vou
provar aí depois eu vou dizer. Não, eu tenho certeza que tu vai. Isso aqui é parece uma manteiga. Se desmete na boca. É uma delícia. Tá provovado, né, professor? Aprovado. Sabe que em churrasco eu eu sou teu técnico. É, é, abusei. Não, não, eu tô aí quando quiser me convidar, então. Então, tá, depois vamos na casa do Fabrício aqui pertinho. A gente a gente assaça mais uma aqui, ficar na Resenha. Ô, professor, deixa eu te perguntar. O gol do Ronaldinho foi por querer ou sem querer? Eu sempre falo para ele que é foi sem querer.
Foi sem querer. Hum. Não me vem dizer que tava treinando aquilo ali. Não, eu digo que foi sem querer. Os jogadores todos e ele inclusive dizem que e a gente conversava que o que o Simes estava sempre jogando adiantado e coisa e tal. Uhum. que pudesse dar uma olhada em cima disso, Tal, mas não que ele tivesse. Eu acho que ele não teve essa se vislumbra todo, eu acho. Mas partindo do Ronaldinho, é, tudo pode acontecer. Tudo pode acontecer. Que jogador fenomenal, meu Deus. Ti, tu sabe que quando tu começa a levar ele, ele não
tá jogando porque ele tava com aquele litígio lá, ele tinha saído do Grêmio e tal. É, esses dois caras, tanto o Fenômeno quanto Ronaldinho, são apostas muito tuas assim, né? Não, o Ronaldo Nazário, a aposta maior é do Paulo Paixão e do Dr. Runco. Eles que falaram para ti, eles que se comprometeram e aí que tá o ambiente de uma grande equipe, se comprometeram dizendo: "Pode, pode contar, pode trazer que nós garantimos para ti. Tá gordo, tá tá com machucado. Pode trazer, eu garanto. Deixa eu olhar. Dr. Runco dis pode trazer. O Paulo Baixão disse:
"Eu sento na mesa com ele, ele vai emagrecer em 10 Dias." E colocaram um cara naquelas condições. Barbaridade. É grupo. Não fui eu que tive essa esse vislumbre total. o grupo assim, ã, por porque nós ganhamos, eh, o assunto do Romário foi desaparecido aos com o tempo, mas tu já parou para pensar que se alguma coisa nesse trajeto não dá certo, vou até parar de falar. Foi o que o Ricardo Teixeira me disse. Ele chamou para uma reunião antes da Convocação. Ele não queria saber os convocados, mas ele disse bem assim: "Pensa, se tu convocares
determinado jogador e formos campeões, sem problema. Se tu não convocares, não formos campeões, te matam. A decisão é tua. Tudo bem, eu fiz, tomei a decisão e pronto. E como foi a decisão? Não sei se eu fui claro na pergunta, embora ela seja bem direta. A decisão foi observando que eu com aquele tipo de jogador naquela posição, jogando daquela forma que jogava, eu não teria as mesmas condições que eu tive com a seleção brasileira, jogando com outros jogadores. Eu teria que jogar de uma forma diferente. E eu não sabia, não sei se as características daqueles
jogadores que nós possuímos no momento casariam perfeitamente. Então eu optei não do [ __ ] Adorei a resposta porque É um não chega a ser uma aposta. foi foi estudado, foi entendido, foi entendido. E nessa circunstância, por ser o Romário, em algum momento eh tipo se se fica mais difícil tomar essa decisão, o peso do nome. Ah, sim, claro. Ele é ele é se se nós formos colocar em termos de jogador aí ele é um dos 10 maiores jogadores do Brasil fora de fora de qualquer lista. Nenhuma dúvida. E tu optes por não levar, né?
Mas eh Nósemos achamos que aquilo era o certo, o ideal e coisa e tal e tomamos a decisão. Não é, eu fico eu fico só assim pensando atualmente que a tua dúvida era entre o Ronaldo Fenômeno e Romário. Tu era um foste um privilegiado neste momento em termos de nomes, né? Vamos combinar. Ronaldinho Gaúcho, Rivaldo, Ronaldo Fenômeno, Roberto Carlos, Cafu. Esses cinco aqui assim, eles devem estar entre os 20 maiores da história do futebol brasileiro. Fácil. Sim, sim. Fácil. Eh, eu eu gostava de um centroavante que é que jogava aqui no Grêmio, Luizão, tanto que
levei e e que e foi um jogador que me ajudou muito, entende? Não que chegasse à condições de Ronaldo ou de de Romário, mas ajudou ajudou muito. Então, eh, eu tinha que fazer uma opção. Sim, óbvio. Tinha que escolher e foi fazer. Aliás, essa história do do Luizão, ela é ela é pouco contada, né? O Luizão para, entre aspas, no Grêmio a pedido teu. Aham. Porque tu precisava que ele estivesse jogando. Uhum. É, essa é a história, né? É. E porque ele ficou aqui, tem gente que nem lembra que que o Luizão é campeão do
mundo jogando pelo Grêmio, jogando, não sei. Eu pedi, eu pedi para que ele eh assinasse, fizesse contrato e coisa e tal, porque ele precisava jogar e aí depois ele fez levei pro Grêmio. Quer ser muito louco, né? E aí Foi lá e e foi lá, ajudou. que eu fui no aeroporto buscar o primeiro gol do o primeiro gol do Brasil de pênalti de pênalti lá com o Rivaldo. Sim, ele quicava. Aliás, não sei se foi pênalti aqui entre nós. Bom, foi pênalti. Marcaram como um amigo meu que é juiz. Uma vez eu reclamei com ele.
Vem cá, cara. Aquele lá não foi pereco. Só um pouquinho o juiz não deu. Falei: "Deu". Então foi pena. E ele era o juiz. Olha que filha da mão. Hum. É [ __ ] né? Não, mas o o Luizão tem essa, né? Ele ele ele também era teu adversário no no nos Mas até hoje a gente se encontra, a gente dá risada das histórias de tudo que a gente passou junto. E depois nós nós morávamos quando eu fui treinar o Palmeiras numa oportunidade, nós chegamos a morar no mesmo prédio. Ah, quando ele faz Ah, ele
fazia o chugaço, ele chefe, tem não, não vou lá que senão tem uma caixa de cerveja Que vai tomar. Chega, calma, pelo amor de Deus. Outro dia eu tenho treino. N tinha nas antigas os caras bebiam tudo e te falavam as coisas da podia beber e falar pro técnico porque hoje em dia o que não pode. Ah, não pode. Aí é que tá. Tu quer ver? Eu vou te contar o que que eu adoro o Paulo Nunes. O Paulo Nunes fazia sem envergonhase dele, fazia as papagai se o quê e chegava lá e difim, assim,
assim. Aí eu disse assim: "Ô, vai pra mesa de massagem, faz uma Massagem, faz isso, faz aquilo. No domingo ele te rebentava com o jogo." Então ele é malandro, ele sa ele era ele era inteligente, mas ele sabia que fazendo aquilo, se recuperando para domingo, ele te dava a resposta. Então, se tu tem a resposta, por que é que tu vai tá brigando? Os caras me perguntam: "Ah, como é? Ah, é difícil trabalhar com um jogador bom? Claro que Não. É muito fácil. Jogador ruim que é é chato. Jogador ruim, tu, pelo amor de Deus.
Hum. Mas tu tava trabalhando até pouco tempo. Uhum. Nos dias de hoje, isso tem espaço ainda? Essa forma de se estabelecer uma relação com o jogador é quase impossível, mas ainda dá pra gente estabelecer eh vamos dizer assim, não nos níveis anteriores, sim, mas dá para ter essa relação de confiança entre o entre entre pessoas e entre jogadores De uma equipe. Hum. Mas mais difícil. Qual foi o último, qual foi o último jogador assim que tu teve, que tu conseguiu criar essa relação aí? Atlético Paranaense, Galo, quem sabe um Palmeiras aí recente, um Grêmio. Não,
eu tinha, eu, eu, eu sempre tive com todos, mas eu tinha, por exemplo, todo mundo acha que o Daverson é maluco. Uhum. Mas o Devon é um cara espetacular, um coração e meu Deus do céu. Ele Entrava num num supermercado, ele saia de lá do supermercado com uma cestinha para uma pessoa, para dar para uma pessoa. E sabe, ele é um cara fantástico. Então não é, de vez em quando ele ó, vou apresentar uma ó, não pode fazer isso, hein, David, pelo amor de Deus. coisas assim que hoje é mais difícil. Uhum. Por isso eu
acho que hoje é muito mais profissional, muito mais profissional e Tem menos um pouco menos ambiente nos clubes. Foi difícil essas duas últimas passagens que tu teve nesses termos, tá? Porque de resultado tu foi vice-campeão da América com o Atlético Paranaense. Sim. com o Galo. Tu fez um campeonato foi bem, acabou. Não, não, não. Fomos terceiro no do Brasileiro. Éamos, éramos era um sexto, sétimo, oitavo e depois fomos fomos perder o último jogo e ficamos em terceiro. Tivéssemos ganho o último jogo, nós éramos segundo por um ponto atrás do Palmeiras. Quer dizer, foi uma campanha
boa. Tá mudando. Eu quero dizer o seguinte, tá? Tu olhas hoje, por exemplo, Libertadores. Uhum. É diferente aquela alma copeira, aquela aquilo tudo que foi vivido nos anos 90, 80, 90 e coisa e tal, ainda existe só quase como um símbolo. Uhum. Porque hoje é muita câmera, é arbitragem, é, é evolução. OK. Mas ainda dá pra gente ter um bom ambiente, ou seja, um fazer um ambiente de amizade dentro de um clube. Hum. Vai ter alguns percalçozinhos de um ano do ano todo, mas eu acho que dá para uma rota, dá para seguir bem. ali
do Atlético Paranaense, foi a última assim experiência que tu teve na Libertadores, porque quando tu vai pra final, eu acho que tu tu fica mais próximo da comebol, Aquelas coisas, né? É, não esquece que a Libertadores, o Atlético Paranaense, quando eu cheguei tava em tava quase que eliminado. E aí nós ganhamos os jogos em que tínhamos que ganhar, classificamos e fomos indo e fomos indo e fomos à final, né? H, você bia que eu tava nessa final e eu me tornei me tornei muito bem bem bem participativo dentro da Comebol também por causa do Atlético
Paranaense que vai por essa a final. Hã, mas tu tem que ter um bastidor muito forte numa Libertadores, né? Tem que ter. E pro Atlético ter tu como treinador deve ter sido muito importante. Foi importante. Foi, foi importante porque eh dentro da Como bola, eu tenho um certo um certo certo status, um respeito tira tua. É. E me surpreendi. É. Então, então eles, a gente foi, fez, mas infelizmente o nosso time não foi, não foi melhor nem pior que o Flamengo. Tivemos o jogador expulso e quando muito cedo, olha, aos 39, se não me engano,
e quando aos 42 o jogador que ia entrar ia suprir uma uma um aquela situação de emergência ali, tomamos o gol. Exatamente. Exatamente. Foi bem. Ah, aí que tu te E no buraco onde onde tu como técnico, tu como técnico, tu por que que eu não fiz antes? O por que que eu fiz isso? Por aí tu te perguntas. Uhum. Mas não é o normal, a sequência do jogo. O que que Vamos fazer? Aquece. Vamos tirar o fulano, botar os tá. É um 2 minutos. E nesses 2 minutos às vezes acontecem nos e foi 1
a 0 só o jogo. É. E vou te dizer que eu nem achei falta, Bos. Oscar do Flamengo vão ficar louco comigo. Eu nem achei uma falta pra expulsão do Pedro Henrique. É que ele aquele eu achei uma falta de jogo. Aquela falta de jogo, mas havia havia uma Mas o primeiro cartão não era para cartão. Primeiro cartão não era para Cartão. Esse podia ser cartão. Esse podia ser o primeiro não era. Não era. Era porque eu tava lá. O meu irmão morava em Guiaquil e aí eu falei: "Pô, o jogo vai ser lá, vou
vou lá." E fui ver esse jogo e e a expulsão dele era na minha frente. E a primeira falta não era para cartão. Não era para cartão. Roubaram o senhor. Não foi que aconteceu. Pronto. Mas já foi muito roubado na na época do Grêmio ali. Deus me lipo de de de futebol às vezes Acontece uns uns erros que a gente não aceita. Ah, mas depois com o tempo passa. Olha aqui, deixa eu deixa eu dizer que tem mais um que queria te dar um recado até para nós finalizar os os recados. Não acabou, hein? A
gente ainda po podemos ir um pouquinho mais, mais um pouquinho, tá? Pouquinho mais também que que, né? O homem também tá com tá com 75. Quantos? 76. 76. Meu, pelo amor de Deus, o homa, né? Essa cadeirinha tá tá bem tá bem, tá, tá te segurando bem. Ó, Vou deixa eu, deixa eu botar esse recado desse aqui, porque nós falamos dele, né? E esse aqui andou na na se aqui. E aí, Duda? Saudações aí. Um abração aí ao paizão, professor Trifão. Que Deus abençoe ele com toda a família. Professor, de contro pro senhor. Parabéns aí.
Que Deus abençoe sempre. É Pedro, de repente ele até tava num goróque. Não, não é de vez em quando ele tom algo diferente, mas é e ele é sempre assim. Esse negócio de rivalidade, tá? Uma perguntinha, de você que é curioso. É rivalidade de mentira. É isso que eu te perguntar. É mentira. Não tem rivalidade nenhuma. Não, mas tu mandou bater no Edilson. De jeito nenhum só com aqui. De jeito nenhum. De jeito nenhum. Chegadinha que eu concordo. Toca de precisa dar chegada, professor. História. Não, mas precisa dar chegada mesmo. Como é que eu não
vou, como é que eu não vou dizer paraos meus jogadores, olha a bola tá aqui, Coloca, vai deu de faz uma falta tática, faz uma coisa assim. Não é só eu, são todos os técnicos. Claro. Não, eu quero só te dizer que eu acho que tu faz muito bem isso, tem que bater, né? Eu acho que recentemente o Grêmio tá muito bonzinho. O nosso Grêmio, não sei se tu tá vindo no Grêmio aí. Eu tô vendo, tô vendo. Eu tô achando que nós estamos muito bonzinho e temos que ter um sabe, temos que ter, aliás,
eh, disseram que tu ia vir pro Grêmio agora no início de 2025. É, pode ter dito, mas eu eu de eu tinha eu tinha um compromisso familiar que há três anos eu vinha protelando, que era de ir passar um mês em Portugal com meus netos, com meu filho, com minha esposa e coisa e tal, e eu não ia deixar nessa oportunidade. E daí eu conversei e disse: "Olha, eu tenho esse compromisso e depois desse compromisso, pode ser que um dia a gente pode volte a falar sobre algum algum assunto grande. Quando essa viagem em dezembro,
dezembro e janeiro. Então podia ter começado a trabalhar em janeiro. Ah, não, eu vi agora. Eu vi no fim de janeiro, [ __ ] Chegava antes do Wagner Leonardo, do Lucas Esteve. F vi no fim de janeiro, ainda dá tempo, então, então eu disse assim, ó, eu volto de lá de Portugal e depois eu vou conversar com qualquer assunto, mas de agora não. E pronto, ficamos assim, conversamos uma vez sobre esse assunto e pronto, deixamos e eu tenho seguido quando eu posso olhar o Jogo, né? Às vezes olha o jogo do Grêmio, às vezes jogo
o ou vejo um jogo do Palmeiras ou vejo um jogo lá da do Manchester. Depende do horário que eu me encontre ali dentro das minhas novas atividades que não são não são nada, é viajar com a família e coisa e tal, né? Mas ver futebol é uma e ver o Grêmio, pelo jeito. Sim, sim. Eu eu vejo, eu vejo sim, quando eu posso, né? Claro. Para nós também encaminhar um pouco no final, tem vários brindes, Muita gente quer te dar presente, tá cheio de brinde aqui. Só que tá melhor que o Natal. Ah, que bom.
Tu vai sair daqui cheio de coisa. Eh, a tua ida pro Chelsea ainda é uma é uma ida, né? Ter treinado o Chelsea ainda é um assunto muito curioso entre as pessoas, né? Imagino eu, porque a Premier League só cresceu depois daquela daquele momento, assim, hoje é disparada da maior liga do mundo assim, né? E ali o Chelsea já era uma potência, enfim, ganhou a Champions Até recente e tal. Mas eh como é que foi a a a tudo que nós conversamos aqui, tá? tava, sei lá, 1 hora e meia, 2 horas contas. A minha
ida foi foi o seguinte, eu estava 6 anos em Portugal e nós jogávamos a a o Copa da UEFA lá na Suíça e aí estávamos classificado entre os quatro finalistas, se eu não me engano, e aí surgiu a ideia de fazer a renovação por mais um tempo e o presidente da época, o Gilberto Madaelu, da seleção, disse: "Não, eu acho que não vou fazer e Coisa e tal. Vamos esperar o final da Copa para que se faça renovação e coisal. Não. Humum. Não vou esperar o final da Copa. Eh, ou fazemos hoje a renovação ou
fizemos fazemos agora, vamos conversar aqui com toda equipe. Eu tinha o Darl Schneider, que era o auxiliar de preparação física, eu tinha o Mortosa. E aí, não, vamos deixar pro final. Tá bom, então tá. Então vocês deixam pro final e eu vou tomar as medidas que são Interessam a mim. Aí o o o empresário disse assim: "Felipe, tem uma proposta do Chelsea, isso também vou embora." E fui embora. Mas as pessoas não entenderam, não. Não entenderam. Os pessoal em Portugal ficou meio assim porque era uma campanha espetacular. Nós o, era uma seleção que não vinha
conseguindo nada, conseguimos o segundo lugar na Copa da UEFA, o terceiro lugar no Mundial de 1996, eh, 2006, 2006, desculpe. Ah, depois conseguimos a classificação automática sem ir para 2008 na UEFA de novo. Eh, estávamos nas finais e eles não entendi, não entenderam. Eu só disse, ó, o presidente foi falou que só iria pensar na renovação depois de terminar o campeonato. Eu já acertei a minha vida. Pronto. E aí tu vai ao Chelsea e e tu tu chega na metade do ano de oito, tá certo? É, chegade o né? Cheg em 2008 e fomos bem,
Razoavelmente bem. Nós estávamos bem razoavelmente. Então, éramos segundo ou terceiro no campeonato, classificado no no na Champions, na primeira fase, classificado na no copa na Copa do Rei lá, lá lá em Portugatra. Na Inglaterra. E aí eu tenho uma um problema com um determinado jogador em que eu tinha tomado algumas atitudes. Por exemplo, eu Não eu não aceitava que ele jogasse como jogou no ano anterior, lesionado do joelho, tomando infiltrações e e tirando 60 cm, 60 mm de pulso todo o jogo. Caramba, velho. E aí eu eu tomei, não, tu vai te operar e depois
vou ah uma confusão. E aí saí do Chelsea. Mas entre aspas esse jogador ganhou a queda de braço. Pode ser. Ganhou. Ganhou. Mas a língua que é o que a gente mais debate porque assim atrapalhou. É, eu ia contextualizar Porque, cara, tudo que nós falamos aqui de relação com os jogadores, de, pô, poder, né, ter essa e esse essa relação de confiança, a língua deve ser primordial para isso. Primordial, sim, foi atrapalhou, porque eu não tinha não tinha, eu não não falando inglês, eu não vou ter a liberdade ou de contextualizar como eu tô falando
contigo. Não tenho palavras diferentes daquilo que eu aprendi. Então não dá para um jogador não dá pra Gente ser aqui só seguir isso tem muitas vezes tem que fazer fazer alguma coisa, pegar um atalho, né? É para chegar no mesmo lugar. Mas tu tinha o Deco que era teu jogador? Tinha o Deco, tinha o Alex, eu acho que era do zagueiro aquele, eu tinha um lateral direito que era do Porto que tinha Ah, Ricardo. Não, Ricardo Carvalho era o meu quarto zagueiro. Ricardo H tinha um goleiro, terceiro goleiro que Era também que é português, que
tinha vindo do Porto. Esse time, esse time era do Mas eu tinha sete africanos. Eh, tinha lá o 8, 9, 10 ingleses. Eu tinha um alemão, um croata, um eu tinha 10 nacionalidades. E a comunicação era em inglês. Era em inglês. Era, não era fácil bar, mas são são Mas foi uma experiência ótima, linda. Vivi muito bem lá. Foi, foi ótimo. Não, tirando os vinhos, tô Dizendo. Não, não. Muito bom. Muito bom. É, é muito bom. Quando os caras fala da tua passagem, comparam muito com a do Lucha no Real Madrid, né? E fala: "Pô,
o Felipão treinou o Chelsea e o coisa lá". Mas foram passagens históricas, icônicas, mas eh que que eu não sei a como é que tu como é que tu dá uma nota assim, tipo assim, cara, eu fui cara, fui fui bem, mas ah, falta como é que tu resume assim? Eu hoje eu faria alguma coisinha Diferente na coloca nas minhas colocações como pessoa e eu agiria um pouco diferente com grupos. Uhum. Porque as coisas vão te colocando, vão te dando, sinalizando diferente. Hã, uma ou outra coisa eu faria diferente, mas eu não tive, eu a
espontaneidade, eu não tive a total liberdade de ser o Felipão que eu que eu É, isso aí era primordial. Isso era primordial. Agora a qualidade dos cara é é muito [ __ ] né? É muito loucura, né? Acho que o Tavchenenko também era desse time. Tinha sim, tinha. [ __ ] Drogb. Drogba. Anel. Deve ser um desses aí que tava Ah, era o Anelka. Que que que d acho que deu? Então tinha lá e sete jogadores de seleções do da do do mundo. Não, do mundo tinha uns 10, 12, 14 que eram da sua quando
as seleções eram colocadas Data f tinha seis, sete só. Não dava. fazer um churrasco. Humum. Cada um para suas caras. Bom, folga geral. Folga, folga geral. Tu acha que um time brasileiro, por exemplo, nesse super mundial conseguiria bater com esses caras da hoje em dia assim um time que vai tipo Real Madrid, Barcelona, algum time da Premier League, a gente teria chance no super Mundial? Eu acho a gente vai ter chance. Sério? Eu acho que vai ter chance. Ah, não, eles não são nada diferent tão diferente não. Ah, eu te amo. Não, pelo amor de
Deus. Nós temos aqui, eles tem duas pernas, dois braços. É, de alguns diferentes que eu tem que ter sempre num time, tendo um ou dois, são os diferenciados que fazem acontecer aquele time tá muito muito bem servido. Dá fazer, dá para fazer. O resto se engloba. Sabe que esse dia eu tava tava conversando com o Víor, Víor Sérgio Rodrigues, é um comentarista Da TNT e putz, manja muito de Champions League e tal. Ele ele colocou muito o calendário como um ponto positivo para que é meio de temporada, sabe? E lá e final tu já pegou,
né, várias vezes. Eh, tu tu vai com uma carga de 70 jogos, 80 jogos, né? E agora os brasileiros não vão assim, é, agora enfrentar eles pela primeira vez ao contrário. Geralmente, né, esses mundiais que tu foi, o Brasil tinha jogado 70, já morto lá, né? É. E aí o tu tá estenoado, sabe? É difícil, Cara. É difícil. As duas vezes que tu passou lá, tu foi muito bem. Dig de passagem. Bom, bom, passou. A gente vai ter o prazer de te ver de novo treinando. Olha, eu eu eu recebi uma ou duas propostas do
Brasil, disse que não. Eh, eu estou ainda mês de mês de março, abril, maio, junho, quem sabe, eh, eu vá para fora novamente. Se eu receber uma proposta Interessante de fora do Brasil, de determinados locais que eu já dei a autorização para que eles, eu vou voltar voltar a trabalhar. E seria técnico ou coordenador? técnico, técnico no Brasil, acredito que eu começaria novamente a ser um coordenador técnico, como fui no Atlético Paranaense. No Atlético Paranaense eu fiz a transição porque eu tinha uma pessoa do meu lado que eu tinha que que oportunizar a chance que
realmente mereceu a chance e Ganhou. e ganhou com essa chance foi o Paulo Tula. Ganhou o Campeonato Paranaense de cabo a rabo com com que 85 anos o o Atlético Paranense não ganhava invicto e o Paulo ganhou. Não sabia. Mas depois eu voltei pro Atlético como como técnico. Então agora é porque até tu tinha anunciado que não ia mais ser e tal e aí foi asas confusão lá no Paraná lá. Mas mas agora se eu receber essa essa algum convite de de duas dois locais em que eu Tô plora do Brasil. No Brasil, o Grêmio
vai ser coordenador no no Grêmio. Prov, provavelmente eu vá, vá, pode ser que vá ser coordenador em alguma equipe no Grêmio. Não sei no Grêmio. Olha aqui. Hum. Muito boa a nossa F aqui, hein? Boa, né? Que não. Mais legal é que é que é zero açúcar, ó. Entendeu? Só que é igual, idêntico. Essa é a das antigas, né? Boa, que aí a gente fica lembrando De coisa. Bom, mas ó, vamos lá então. Primeiro, vamos lá, vamos lá. São vários presentes, tá, professor? Primeiro deles, ó. E aí, Felipão, tudo certo? Pessoal da Fruc, ó, te
mandou, olha só. E ó, daí tu vai levar pra casa toda bonitona. Ah, essa aqui é gosta pouco de um presente. Não, essa aqui é espetacular. Bom, tu vai levar então. Esse aqui é o primeiro presente, tá? Tá bom. Muito obrigado. Daqui a pouco vou ter que pedir pr os guris Chegar perto de ti aí, porque vai ter muita coisa. Ah, esse aqui é muito especial. Deixa eu, deixa eu falar. O pessoal da Laamfia, aliás, os guris estão aqui também. Láfia Barbearia tem inúmeras filiais aí por todos o Rio Grande do Sul. Eles são referência
em barbearia. Eles são um dos caras assim mais top do mercado. É a La máfia já uma parceira daçada. Muito obrigado rapaziada por estar com a gente aqui. Eles querem te Presenciar. Vamos ver o que que eles mandaram para ti. Sim senor. Olha lá ó. Tem uma loção pós barba. Aliás o tu sem bigode não é o Felipão. Não. Agora já tô há tr anos sem bigode. É já tá muito tempo sem bigode esse. Lembra que nós tiramos uma foto aquela? Eu postei os caras assim, pô. Senti falta do bigó. É uma marca, né? Tia.
É, era uma marca. Era uma marca. Ó aqui, ó. Eu e tu aqui, ó. É, mas o teu tá preto. O meu era branquinho. Branquinho. Ah, deou por Causa disso. Claro. Então, a rapaziada da La máfia, depois o Felipão vai tirar uma foto aqui. Aqui, tá? Obado. Obrigado. Obrigado. Lal máfia. Ó, deixa eu dizer essa aqui. Esse aqui é muito legal também, Felipe, que é outro presente, porque sabendo que tu viria aqui, o pessoal da, olha aqui, ó, da Gold Case. Esse é muito legal. Eu quero que tu que tu desfrute quando tu for tomar
o teu, a tua fruk. Pronto. É o copo personalizado da Gold Cage para o Felipão. Copo térmico. 10. Pô, com 10, pelo amor de Deus. Ó, a Gold Case é o jeito diferente de torcer. O Felipão tá levando para casa, não só do Palmeiras. Ô, Felipão, tem a essa é o copo, né? E aqui é a garrafa térmica. Quando tu sumir de coordenador já tem, tem um conjunto aqui, ó. Já tem um conjuntinho, viu? Agora vou ter que pegar de Portugal também. F. Ó, tá passando na tela aí o Qcode. Coloca lá o código assado
que vai ter um Desconto muito especial. Felipão, isso aqui também vai levar para casa. Não é para mim não, viu? Deixar. Obrigado. Isso é para ti. Vixe Maria. Vou chegar em casa cheia de presente. Vá, Olga vai virar. Tem mais, tem mais dois aqui, ó. Tem mais dois aqui. Esses aqui também são muito especiais. Mas esse eu eu digo que comprei tudo e ela ela ela olha para mim e dá risada. Não, olha aqui, ó. Eu tenho o meu sal. É uma Colaborelo. O mesmo sal que nós usamos aqui para, né, salgar o o a
carne das piedras, ave. É o o saldom fiorel. Quem é esse cara que tá aí? Pelo amor de Deus. É para te ver. Tu viu como a que ponto nós chegamos? E também tem o sal para churrasco. Aí tem um timurzinho, tem um gostinho uruguai. Tem tem dois a para te poder assar. Depois vou ver. Eu vou cobrar do Fabrício para ver se tá usando. Ah, ele vai, ele vai. Então dá para ele. Pronto. Não, ele vai pegar. Ele vai pegar. Esse aí vai ficar com Não adianta tu. Ele vai pegar. E quando eu vou
olhar assim. Já foi. Quem é que assa na tua casa? É o Fabrício. Agora é o Fabrício. Mas era tu? Era eu. Mas há 15, 20 anos atrás. Mas isso acontece muito, né, Felipe? É, é passa de pai para filho, né? O, o assador da casa. Sim, ele é ele ele é o Leonardo lá em Portugal. Não, mas lá não tem uma carne de qualidade que nessa aqui, né? Não, não tem. Aí é ruim para Sofrer também, pô. Tu deve ter ficado uns anos sem comer churrasco, ó. E e porque senão nós não vamos parar
de falar. O pessoal da Noig Bower também. Noig Ber. Esse aqui é aqui. Conhece o Ricardo Vontobel? Sim, conheço. É essa fera aqui tá conosco 1891. Tem quatro barras de chocolate ao leite branco, 70%, 55% cacau. É, vocês não vão me roubar, eu vou levar e vou vou esconder bem. Essa é tua. Essa é minha. Essa é tua. Essa é tua. Muito bem. Obrigado, cara. Eu tô assim, obrigado a todos. Eu tô emocionado. Não sei se eu se tem outra palavra para dizer, a não ser agradecer do fundo do meu coração. Tu não tem noção
o quanto eu estou feliz e o quanto foi lindo. Foi um dos momentos mais legais assim que eu já tive, sabe? Foi maravilhoso. E eu acho obado que poder conversar contigo e desfrutar de ti e dizer todo o que eu sinto por ti é enquanto tu tá assim tão tão próximo da gente, sabe? E e é Incrível. Então, muito obrigado por tudo, não só pelo Grêmio, tá? Por por pelo futebol. Obrigado. O futebol agradece. Tá bom. Eu que agradeço pelo convite, pelo pelo churrasco, pelos presentes a todos e pela pelo ambiente que nós viamos aqui
de coração, tá? Abraço. É incrível, cara. Tá incrível mesmo. Ó, enquanto a Bom, foi maravilhoso, foi incrível, foi lindo, maravilhoso. Agora não vai ser completo se tu não der o teu like e deixar o teu. Fala para eles seguirem o canal e te inscreve no canal. Pessoal, inscreva-se no canal. Eu nem sei o que tô falando, mas eu tô. É isso aí, então. A gente vai embora. Beijo para todo mundo. Tchau. Valeu. Tava de [Aplausos] palmas. เฮ [Música]