Olá, pessoal. Em meio a essa grande guerra tarifária iniciada por Donald Trump, desde a sua posse na presidência da maior potência econômica do mundo, o Brasil fecha diversos acordos em sua viagem para a China. Afinal de contas, isso vai ser bom para a economia brasileira?
Este é o assunto do vídeo [Música] hoje. Bem pessoal, antes de mais nada, se você ainda não é inscrito aqui no canal, inscreva-se e ative as notificações para ser avisado sempre que eu postar um novo conteúdo. Caso você goste, não esqueça de clicar no like e fazer os seus comentários aqui abaixo.
Estamos quase lá, hein? Faltam só 4ro dias para o nosso dia da libertação, que não é o dia da libertação de Donald Trump. que esse é o nosso dia da libertação.
É a libertação da nossa falta de entendimento de como funciona todo o sistema e todo modelo econômico que nos domina e nos aprisiona aí no desconhecimento e na desinformação. Então, no Dia da libertação, que agora domingo, dia 18 de maio, às 20 horas, eu vou fazer uma live com todos vocês para explicar como funciona todo esse mecanismo de transmissão de crises, como funciona o modelo econômico dominante e como esse modelo nos mantém refém de toda essa situação e não nos deixa prosperar, seja prosperar profissionalmente no trabalho, no dia a dia, nos investimentos. E é um dia em que a gente vai adquirir bastante conhecimento aí para poder navegar e sobreviver nesse modelo econômico.
E não só isso, né? Não é sobre enriquecimento pessoal, não é sobre ficar rico, sobre ganhar muito dinheiro. É simplesmente prosperar.
É uma forma da gente ter conhecimento para promover aí a nossa transformação social e a gente poder sobreviver melhor nesse capitalismo e nesse modelo que nos domina. Então eu aguardo vocês lá no dia da libertação, dia 18 de maio agora. domingo às 20 horas, tá?
OK. E vamos lá, então, eh, ao assunto de hoje. Bom, antes de mais nada, também não poderia deixar de registrar aí o meu pesar pelo falecimento de Pep Mujica, que independente da corrente ideológica que a gente seja, que nós acreditemos, Pep Mujica está além disso, né?
Além de direita, esquerda, comunismo, capitalismo, eh, Pep Mugi nada mais era do que um grande ser humano e que deu grandes contribuições aí para a humanidade, né? E ele é um dos poucos líderes que viveu exatamente aquilo que ele pregava, né, com a sua simplicidade, com seu combate aí as desigualdades, eh, com a sua forma de viver, com a sua forma de se comunicar com todo o povo e sobretudo aquilo que ele combatia contra a pobreza, né, e esse consumismo desenfreado. Então, Pep Mjica tem muito a nos ensinar e vai deixar aí um grande legado e o meu pesar aí pelo falecimento de Pep Mujica.
Bem, vamos lá então ao assunto de hoje. É, o Brasil fez uma viagem pra China com uma grande comitiva, né? Vários ministros, presidente do Senado, o representante da Câmara dos Deputados e e vários e vários empresários aí, parece mais de 200 empresários.
E fechou ali grandes acordos comerciais com a China em meio a essa guerra tarifária aí iniciada eh pelos Estados Unidos, né? E grandes números em torno de 27 bilhões em que vai ter montadoras chinesas no Brasil, plataformas de delivery, né? hubs de energia renovável, tanto eólica quanto solar, eh parques industriais em neutros em emissões de carbono, eh rede de bebidas, sorvetes, grupos mineradores, enfim, vários eh acordos foram fechados em vários setores da economia que vai propiciar aí esse investimento nesse montante de 27 bilhões.
É um grande acordo, né? São grandes números eh em que a China vai investir no Brasil. Eh, entre isso também memorandos de cooperação, eh, nos setores de finanças, tecnologia, infraestrutura, né?
Uma sinalização aí, principalmente no discurso, né, do presidente Lula de uma adesão, apesar de o Itamarati, né, não ter muito essa essa pretensão ser ser muito mais diplomático, mas no discurso do Lula ficou claro aí uma adesão em direção aí o que ficou conhecido como a nova rota da seda, né, que na realidade chama cinturão em rota. eh uso de moedas locais, né, que inclusive eu falei já em vários vídeos aqui que seria uma boa ideia, né, nesse nessa nesse desacoplamento, né, da utilização do dólar, eh, para fazer as transações internacionais. Inclusive, o presidente do Banco Central tava lá nas cerimônias, assinou ali e esses memorandos aí de entendimento, né, de de utilização de moedas locais.
Ou seja, o Brasil tá fazendo negócio com a China, utiliza-se real e Ian, né? Você não precisa utilizar o dólar, né? combustível sustentável de aviação, também combustíveis marítimos, né?
E tudo isso se traduziu, como a gente gosta de olhar números de mercado, né? Se traduziu aqui na nossa bolsa aí batendo o recorde de todos os tempos aí próximo de 139. 000 pontos.
É, o dólar continua em queda, né? Bateu 5,60, então surge é isso aí, pô, são sinais de que isso é bom pro Brasil. Bom, não deixa de ser boas notícias, não deixa de ser bom.
É um acordo histórico, né, no montante que tá se fazendo. Eh, para aqueles que se que gostam de tomar partido e ficar meio melindrado, ah, mas que será que os Estados Unidos eh vai achar, os Estados Unidos vai retaliar, né? Porque que o Brasil tá se aproximando da China?
Eh, como eu digo, o Brasil não não temos que ser a favor dos Estados Unidos e não temos que ser a favor da China. Nós temos que ser a favor do Brasil, n? O Brasil tem que fechar acordos que seja bom para o Brasil.
Aí o que tá se mostrando nesse cenário geopolítico mundial, geoeconômico, geocomercial, o que quer que seja, é que a China é um país que está se mostrando muito mais parceira dos outros países, inclusive dos países historicamente aliados eh dos Estados Unidos, né? Haja vista que Japão e Coreia e China conversaram, são rivais históricos, né? Eh, o Japão, já comentei aqui, desde o pós-guerra, virou como se fosse uma colônia entre Estados Unidos.
E o próprio Japão já se aproximou da China. A União Europeia tá se aproximando da China, né? Inclusive o Canadá, que o Donald Trump considera ali como se fosse o não só o quintal, ele fala que é o 51º estado norte-americano.
Eh, e o próprio Canadá se aproxima também da China. Ou seja, todos os países estão se se aproximando da China. O Brasil não poderia deixar de se aproximar, até porque a China é o maior parceiro comercial eh do Brasil.
O Brasil não tem que ficar preocupado se os Estados Unidos vai ficar merindrado ou não. O Brasil tem que fazer o que é bom para ele. Então, se os se a China está eh oferecendo parcerias e acordos que seja bom para o Brasil, o Brasil tem que abraçar isso eh de forma contundente, desde que, como eu sempre falo, o Brasil tem que ter um plano, né?
Quando a gente tem um plano de Brasil, um plano de nação, eh, a gente vai fazer acordos com aqueles países que colaborem, né, para que nós brasileiros, né, nós enquanto nação, eh, vamos atingir, tá, em direção à aquele nosso plano. Então, a China pode fazer grandes acordos com o Brasil, os Estados Unidos também pode fazer grandes acordos pro Brasil. Não pode ser um país, né, propondo cooperação para nos ajudar economicamente, o desenvolvimento da nossa economia e o outro país nos ameaçando, né?
Então, não existe. O Brasil tem que tem que ser soberano e defender os seus interesses. É sempre isso que eu que eu falo aqui.
Não é sou a favor da China, sou a favor dos Estados Unidos, não. Nós somos a favor do Brasil. Aqueles países que colaborarem com o nosso país para que a gente caminhe em direção ao desenvolvimento e ao crescimento econômico.
É com esses países que a gente vai fazer a nossa cooperação e os nossos acordos. Então, nada impede que os Estados Unidos também eh ofereça vantagens aí para o Brasil eh atingir o seu crescimento e, obviamente, eh, atingir os objetivos que a gente tem nesses nossos planos. A única preocupação que eu tenho, inclusive eu falei no programa na segunda-feira, é o acordo vai ser bom pro Brasil, o acordo vai ser bom paraa nossa economia, mas não necessariamente isso pode ser bom pra sociedade como um todo.
Mantida as condições normais de temperatura e pressão, né? Ou como dizem os economistas séteres páribos, a nossa economia crescendo, sendo tudo bom pro Brasil, mas a gente perpetuar as desigualdades econômicas que a gente tem na dentro da nossa sociedade, isso não é bom pro povo como um todo, tá? Então, não pode continuar sendo bom só para algumas elites econômicas, só para alguns setores que continuarão a concentrar a renda nesse modelo econômico que a gente tem.
Então, a nossa preocupação enquanto nação, né, enquanto sociedade, é fazer com que esse crescimento econômico possa ser distribuído para toda a sociedade e a gente possa de alguma forma diminuir as desigualdades, né? Então eu tenho uma grande preocupação é dentro dos acordos pegar para pegar um exemplo, ah, vai vir um aplicativo de entregas pro Brasil. Se for para ser um aplicativo de entrega chinês, mas que seja igual eh um Uber, que seja igual eh a um iFood, que continue precarizando o trabalho pra maioria da sua força, né, para aqueles que realmente fazem o serviço, para aqueles que realmente estão na ponta, eh não vai fazer grande diferença pra sociedade como um todo, né?
só mais uma empresa que vai est vindo aqui e vai continuar concentrando riqueza na mão de poucos. Então eu acho que o Brasil precisa caminhar não só para o crescimento econômico, mas para distribuição de toda essa riqueza que a gente produz aqui no no país. E quem produz a riqueza é a classe trabalhadora, é a grande maioria da população que produz e trabalha eh e cria essa riqueza e que essa riqueza seja melhor distribuída dentro do da nossa sociedade.
Essa é a minha grande preocupação e é por isso que a gente tem que continuar lutando. Bom, o comentário aqui desses acordos Brasil e China é basicamente esse. Espero que vocês tenham apreciado.
Se você ainda não é inscrito no canal, inscreva-se e ative as notificações para ser avisado sempre que eu postar um novo conteúdo. E lembre-se, dia 18 de maio, às 20 horas, é o dia da libertação. Vai ter um link aqui na descrição, ou vocês acessem o meu site joscobori.
com. br br para que a gente se encontre lá no domingo, dia 18 de maio, às 20 horas, numa live em que eu vou estar direto com vocês. Um forte abraço e até o próximo vídeo.