bom então diante das considerações que nós fizemos né primeiro ponto do Resgate técnico de grandes animais contenção de cabeça que já foi visto e subsequentemente a proteção de cabeça e muitas pessoas como eu já disse acabam negligenciando o traumatismo cranioencefálico só por se tratarem de animais de grande porte que são em tese rústicos muito fortes e com a cabeça né até uma estrutura anatômica bem robusta e bem resistente no entanto no nosso dia a dia quer seja nas ocorrências com o bombeiro ou quer seja numa rotina e tradicional ali de hospital convencional nós percebemos que
existe um alto índice de traumatismo cran enfático nos indivíduos aí nos equídeos e ruminantes e que e que acaba sendo uma sistemática tão grave quanto o humano com um agravante os recursos que nós temos hoje hoje de medicina intensiva para tratar o traumatismo cran encefálico nesses animais ele é mais limitado dos recursos que nós temos para os humanos portanto é muito melhor trabalhar com a prevenção do que com o tratamento de tal enfermidade então Aqui nós temos um equipamento esse equipamento Ele é americano e tem também disponível na Europa algumas outras eh variações dele mas
é um protetor de cabeça de espuma de alta densidade e totalmente ajustável inclusive com uma proteção de acrílico no aparato ocular caso você queira utilizar ou não Lembrando que como eu disse lá anteriormente o traumatismo crano encefálico na região frontal lateral e principalmente na região de aparato ocular é extremamente grave e é uma lesão adicional que muitas das vezes na ocorrência isso não vai ser um problema para os operadores ali de salvamento resolverem mas depois o tutor o proprietário ou o responsável por esse animal terá que despender tempo dinheiro e obviamente recursos para poder sanar
esse tipo de problema então Eh esse capacete o protetor de cabeça de Equino que nós falamos aqui também se aplica aos ruminantes né Nós vamos colocar agora a grande vantagem dele tá ó perceba nós fomos nos aproximar são animais hostis ele não consegue entender o que tá acontecendo né então a gente faz uma aproximação amigável né Nós vamos fazer a colocação sempre apresentando com muita calma claro que na ocorrência isso muda um pouco a dinâmica né mas a gente acaba passando então essa parte aqui de cima fica na região da nuca né Nós vamos sincronizar
isso aqui na região do olho e agora a gente vai fazer nós vamos apertar né todo esse aparato aqui para poder ajustar de acordo com o tamanho do cavalo então nós fazemos os ajustes frontais fazemos os ajustes na parte de baixo tá na nuca e ele fica com essa configuração qual é a vantagem também vem desse protetor de cabeça desse capacete ele possui duas alças laterais se o animal estiver caído eu consigo pela alça sustentar a cabeça dele se o animal tiver em pé eu também consigo sustentar com maior firmeza e geralmente é essa posição
que a gente adota o nosso antebraço ele fica apoiado aqui e eu consigo fazer a sustentação além do que esse capacete ele tem várias argolas e que me permitem eventualmente amarrar algum tipo de corda não para fazer tração na cabeça mas para poder guiar sustentar e orientar a cabeça de acordo com o movimento que eu preciso fazer com esse indivíduo outra grande vantagem é que o cabresto que foi colocado e feito inicialmente ele se mantém eu não preciso tirar o cabresto para colocar o capacete o protetor de cabeça tá fora que ele se adapta muito
bem e eu consigo trabalhar com ele de uma maneira bem segura e tranquila um outro ponto só para destacar é que Independente se o animal estiver em posição quadrupedal de pé se ele tiver caído num poço atolado num buraco enfim qualquer situação eu nunca devo utilizar pescoço e cabeça como ponto de tração como um ponto de ancoragem para eu colocar força e puxar eu puramente devo conter e posso até direcionar posso fazer uma leve pressão para o quê para manter o cavalo orientado mas nunca devo tracionar a mesma realidade se aplica para pequenos e para
o ser humano a gente nunca vai puxar o ser humano pelo pescoço e pel a cabeça porque como eu disse é um animal pesado esse peso na vertical por exemplo ele pode até dobrar dependendo da dinâmica da Ali da da da sistemática da ocorrência e qualquer tração que eu faça pela cabeça toda a parte cervical aqui ela pode sofrer algum tipo de lesão de novo uma fratura luxação subluxação algum entorse grave que nós sabemos que isso vai refletir num pós num num pós ocorrência ali né grave para aquele indivíduo bom nós representamos o método e
de um padrão Aí internacional que inclusive consta na nfpa né então assim é a tendência é o futuro então é importante estar familiarizado Mas claro que a gente tem que aplicar também o que é a realidade hoje então nós podemos eh de uma maneira improvisada adaptada porém extremamente efetiva utilizar o colete salva-vidas é claro que o colete ele vai ter uma limitação e de tração de sustentação não é tão quanto o capacete né específico para essa finalidade no entanto o colete salvavidas ele pode ser colocado ali e ele protege exatamente as regiões que a gente
principalmente precisa o cabresto ele é mantido nós vamos agora passar o colete né então aqui a parte da frente nós vamos vamos deixar as costas do colete na região aqui né da da na região frontal do animal que é a mais vulnerável então de novo ó nós estamos aproximando isso esse animal é super tranquilo ele é um animal professor é didático Mas você percebe que mesmo assim ele é hostil então isso faz parte aí do do treinamento né do do curso aí para vocês darem uma olhada no comportamento ó orelha ele tá tendo vai falar
meu o que que vocês estão aprontando aqui comigo então a gente vai aproximar né então nós vamos vestir esse equipamento vocês percebem que a gente não precisou forçar fazer nenhum movimento brusco se eu aperto ele aqui nós vamos ter mais problema né então a gente faz tudo de uma maneira muito suave muito tranquila e agora eu vou fechar esse colete para poder adaptá-lo aqui na situação Então nós vamos subir ele um pouquinho mais ó e nós vamos vestir o colete nessa posição eu posso fazer os ajustes devidos aqui mas dessa maneira eu consigo configurar o
quê a proteção principalmente pra região frontal é claro que o tamanho do colete tá relacionado deve ser proporcionalmente ali e equivalente a ao tamanho da cabeça do cavalo e isso vem muito do diagnóstico ali do bombeiro na hora então o tamanho do colete compatível com o da cabeça mas que a gente consegue aqui adaptar e eventualmente o bombeiro pode e amarrar alguma corda aqui na ponta de baixo com a ponta de cima para poder deixar cooptado né e de quebra nós conseguimos restringir mesmo que parcialmente a visão do animal Esse é um outro método que
super funciona que é a oclusão visual tanto do Equino quanto do ruminante Porque a partir do momento em que eu restrinjo essa visão ele tende a ficar um pouco mais calmo Lembrando que isso não deve ser instituído como padrão isso deve ser avaliado de indivíduo para indivíduo havendo aqueles que se adaptam melhor e havendo aqueles que não se adaptam o mesmo se aplica paraa proteção de cabeça nós sabemos que a grande maioria dos casos do dos das vítimas elas se adaptam à proteção de cabeça só que vai ter aquele um outro indivíduo em que eu
vou ter que ponderar ele ficou muito mais agitado com esse equipamento e aí compensa né ponderado ali pelo bombeiro na hora eu retirar esse equipamento o que o deixa mais tranquilo do que mantê-lo Então esse é um diagnóstico muito particular da ocorrência em si mas Lembrando que essas duas considerações são importantes esses dois materiais são extremamente aplicáveis né e a gente deve buscar utilizá-los para prevenir o traumatismo cranioencefálico o que vai obviamente favorecer oo prognóstico dessa vítima