gente boa tarde então eu vou começar a nossa prática falando um pouquinho né É sobre cárie que que é a presença da cárie porque que surgiu a remoção seletiva de cárie tá porque no padrão geral né como se sabe do conceito de carne né você deve ter estudado o mecanismo de desenvolvimento da cárie por exemplo numa fase oclusal que a gente tem dois triângulos sobrepostos e base então a gente consegue observar aqui nesse Mauá o desenvolvimento da cara que ele inicia aqui no esmalte né A partir do momento que ele chega na dentina a gente
tem esse desenvolvimento né mais acelerado e a gente consegue ter essa aproximação cada vez maior aqui do tecido pupar não sei se vocês conseguem visualizar Aí no dentinho que eu tô mostrando Então os tratamentos antigos né antigamente a gente tinha um conceito chamado de remoção total do tecido cariado Então o que a gente pegava tudo que é caro então todo esse tecido preto que tá aqui é removido Então dessa forma dependendo da profundidade da Carne algumas situações a gente poderia ter até exposição do tecido culpar como por exemplo que nessa cara aqui do lado vocês
observam que se a gente for remover todo o tecido cariado a gente vai ter uma exposição do tecido por par ou um grande risco de ter essa exposição então é em virtude justamente da necessidade de reduzir essas agressões e pela comprovação que se tem de que existem características morfológicas diferentes dentro desse tecido cariado né foram se desenvolvendo novas técnicas de emoção de tecido cariado então por exemplo aqui a gente tem a carinha de esmalte e depois a Karen já chegando aqui na área da dentina a gente tem duas áreas diferentes tá então a gente consegue
observar depois dos estudos foram avaliando que existe uma dentina essa mais superficial aqui que fica mais superficialmente na cavidade ela é uma dentina mais amolecida ela é mais desorganizada ela não é capaz de se recuperar ela não consegue se remineralizar e é uma dentina mais infectada então normalmente a gente denomina ela de dentina infectada ela é mais contaminada ela tem uma maior quantidade de bactérias mas a medida que a gente vai se aproxima do tecido pupar e a medida que a gente vai se distanciando daqui da do setor onde tem a cárie onde se formou
a cárie e vai se adentrando aqui nesse tecido dentário é uma tendência a cada vez maior dessa dentina dessa dentina acareada se modificar então a gente passa a ter uma dentina menos amolecida ela vai ficando com uma consistência mais dura ela vai começando a ter uma resistência na hora remoção consequentemente é uma dentina que tem uma menor quantidade de tecido de contaminação de bactérias e é uma dentina que já é comprovada que ela consegue se remineralizar então ela ainda tem uma organização estrutural que ela consegue remuneralizar ou seja o que eu preciso fazer é se
eu parar o processo carinhoso estagnar esse processo essa dentina que fica aqui embaixo ela consegue se remineralizar se não tiver mais ação daquelas bactérias daqueles ácidos a fermentação de carboidratos tá E aí por essa razão então surgiu esse conceito na remoção se seletiva consiste justamente em que vejam remover todo esse tecido cariado que correria esse risco de expor a polpa e estaria gerando agressões aqui nesse tecido que não tem necessidade a gente vai remover apenas a gente na infectada então a gente remove essa dentina mais superficial da carne e essa dentina que a gente chama
de dentina afetada seria essa dentina mais interna da cárie ela é mantida nessa região aqui do fundo da cavidade porque que que acontece a gente depois remover essa dentina infectada essa dentina contaminada essa dentina que fica aqui vai ser recoberta por um material instalador Então a gente vai ter um selamento dessa cavidade Então já se sabe que se houver o selamento adequado dessa cavidade essa cara que fica aqui dentro vai se estagnar Então não vai ter mais desenvolvimento da cara ela vai parar esse processo e essa Argentina com o passar do tempo vai se regeneralizar
ela vai se recuperar e esses microrganismos que ficam aqui dentro eles vão morrer porque não vou ter acesso aos alimentos do os carboidratos da cavidade oral então é muito importante né para que esse tratamento seja efetivamente tratamento de sucesso que a gente tenha um selamento adequado da cavidade que é para impedir o acesso né é a comunicação né dessa dentina infectada dessa dentina afetada que ficou aqui dentro que ainda tem um pouco de microrganismos com o meio oral tá e dentro do contexto da foto de saúde coletiva A gente trabalha também com o RT que
é o tratamento de restauradores automáticos que a gente chama que o RT ele faz um tipo de remoção seletiva né só que normalmente a gente faz uma remoção mais gradual Porque existe um conceito de remoção gradual do tecido criado que é quando você remove é uma parte do versículo acareado faz uma restauração provisória e depois Em outro momento você vai remover essa restauração provisória Se necessário remover o restante de cárie que ficou e fazer a instalação definitiva e no conceito de remoção seletiva propriamente dito ele já é um tratamento que é o tratamento final você
pode fazer também a remoção seletiva que é você remover essa dentina mais superficial manter a dentina afetada no fundo da cavidade e já fazer um procedimento restaurador de resina composta convencional tá que provavelmente é o que vocês vão executar na clínica de dentística futuramente tá então o processo do Art o objetivo do RT para gente aqui na disciplina é justamente primeiro parar esse processo carinhoso que tá acontecendo naquele dente porque enquanto aquele dente está com aquela cavidade ele tá lá aberto essa cara ela vai continuar se desenvolvendo vai continuar se aprofundando podendo até o dente
vir a chegar atingir a polpa a ter outros problemas né e Outro fator também importante que o Art tem né que é seria essa técnica instaladora é a gente conseguir diminuir o risco de carga do meu paciente porque eu vou estar diminuindo ali ao cúmulo de biofilme Imaginem que se o paciente tem um buraco do dente se ele tem uma cavidade né aberta lá uma dentina exposta é vai ter acúmulo vai entrar alimento ele não vai conseguir higienizar adequadamente então vocês entendem que isso daí vai aumentar a quantidade de microrganismos neural eu vou afetar o
equilíbrio da minha microbiota eu vou afetar o PH da minha microbiota da minha da minha cavidade oral Então tudo isso vai favorecer o acontecimento vai aumentar o risco de carne né então aqui na disciplina a gente trabalha justamente com essa questão do risco de cara de reduzir esse risco né então aqui eu vou demonstrar para vocês se vocês conseguem visualizar bem aqui a gente tem um dente que tem uma cavidade E aí eu preenchi ele com massinha de modelar então aqui pra gente a massinha de modelar ela vai servir como se fosse a nossa dentina
tá então vocês vão ver que vai remover essa dentina então qual é o conceito principal da odontologia restauradora automática é fazer a remoção dessa dentina acareada apenas com instrumental instrumentos manuais então aqui no caso a gente vai lançar mão de uma colher de dentina Então se vocês quiserem visualizar ó a gente tem essa colher de dentina ela parece uma colherzinha mesmo e ela tem uma pontinha afiada Então essa ponta afiada que a gente vai cortar essa dentina vocês vão ver que a medida que a gente vai se aprofundando nessa cavidade Essa dentina É clinicamente né
tá no caso porque aqui a massinha de modelar ela vai ter uma consistência única Então você não vai conseguir sentir isso né mas quando você for atender um paciente que você for fazer um procedimento de emoção seletiva você vai perceber que aquela dentina infectada É no início Ela é bem amolecida então você não precisa fazer tanta força você vai cavar ela vai passar a colher de dentina e ela vai com muita facilidade ela vai saindo aqueles pedaços no passado tem uma medida que você vai se aprofundando né que vai chegando na transição dessa dentina infectada
para afetada você começa a ter é uma certa resistência desse tecido ele vai ficando no tecido levemente mais endurecido não é aquela dentina totalmente mineralizada mas ela começou a ficar mais farenta e ficando com aspecto que a gente fala parece um couro então na medida que a gente vai sentindo essa mudança da consistência a gente é uma forma da gente identificar que a gente chegou na dentina afetada então normalmente a gente interrompe o processo de remoção da cara e quando a gente chega nesse nesse nessa consistência tá então aqui eu vou simular para vocês a
remoção tá então uma das coisas que é muito importante a gente saber é que eu vou mostrar depois que eu fizer a remoção aqui desse dessa carne vocês vão ver que a gente tem a nossa cavidade de cárie ela funciona como se fosse uma caixa tá então a gente vai ter o fundo da caixa que é a parede de fundo que seria essa parede que tem íntimo contato com o meu tecido papar nessa parede é onde eu posso deixar ainda dentina acareadantina afetada tá as paredes laterais as paredes ao redor os arredores da Caixa não
pode ficar dentina cariadas nenhum tipo nem a infectada nem afetada tem que ser removida por completo essa dentina acareada por quê Porque é como a gente vai fazer efetivamente o selamento dessa cavidade então se você tiver cárenagem proximidades ali a gente nos arredores a gente não vai ter um selamento adequado uma adesão adequada e consequentemente vai ter um infiltração Então vai por terra aquele conceito do da remoção seletiva então aqui ó vou mostrar para vocês a gente pode começar fazendo movimentos com a cureta com a colher de dentina Então a gente vai afundando vai aprofundando
e aí A princípio eu tô fazendo movimento ao longo de toda a cavidade para remover essa dentina acareada mas com o passar do tempo que é o que vocês vão fazer depois lá no manequim de vocês a tendência é vocês irem fazendo nas paredes laterais que seria nas paredes circundantes ou então é onde a gente quer remover a carne tá vendo Então a gente ouve fazendo movimentos removendo aqui da parede circundante e eu não tô mais fazendo força para a parede de fundo lá para dentro do dente então Vocês conseguem ver aqui ó ao redor
que tem essa aqui ó é uma parede circundante tá vendo Então eu removi toda a dentina acareada dessa parede circundante então na parede circulante não ficou dentina acareada tem que ficar bem limpinho tudo branquinho aqui como se fosse já o dente totalmente ó aí eu vou virar um pouquinho aqui o manequim Então se vier para cá eu removo da outra parede aqui do outro lado e a gente já vai conseguindo ver as laterais da nossa caixa mas lá no fundo da parede lá no fundo da cavidade a gente continua tendo aquele restinho então vocês viram
que eu removi fiz uma remoção superficial aqui nessa parede de fundo mas eu vou deixar o restinho de dentina afetada lá que é aquela dentina que a gente vai manter tá então ó se vocês verem aqui ó já limpei a parede desse lado Já Limpei essa lateral aqui também então agora eu vou limpar essa parede aqui de dentro Vocês conseguem visualizar aqui ó bem Aqui tem uma parede circundante e ela tá totalmente limpa tá dando para visualizar então ó bem aqui a gente tem uma parede totalmente limpa de cárie agora vou limpar essa última parede
aqui que seria essa do lado de cá então removi de todas as paredes circundantes tá que seriam essas paredes do ao redor aos arredores da Caixa então isso é o processo de remoção seletiva de cárie e na parede de fundo quando eu começo a sentir se fosse no paciente eu começaria a sentir aqui uma certa resistência a remoção então vocês viram remover uma boa quantidade de cárie mas ainda ficou um tanto lá no fundo Essa vai ser a quantidade de dentina afetada que a gente Manteve lá que vai ser a nossa dentina que vai ser
mantida no fundo da cavidade tá dando para visualizar Aí como a gente tem aparelho circundante toda limpas todas limpas arredores e lá no fundo a gente tem um restinho de uma camadinha de Dentinho afetada que no caso no paciente vai ser aquela dentina que a gente já tem uma certa aqui a gente só vai mesmo tirar mais superficial e deixar uma camadinha no fundo para vocês entenderem o conceito tá aí agora o Ada vai falar um pouquinho para vocês porque depois que a gente faz isso procedimento boca aberto não o objetivo aqui é removi toda
cárie para poder selar essa cavidade de que forma que eu vou fazer esse selamento com o meu número de vidro que é o que o Ada vai falar para a gente agora como é que a gente manipula Quais são as características que a gente tem nesse material É isso aí Boa tarde gente então vocês viram né na aula teórica de vocês é eu acho que dá para vir para cá Ju um pouquinho né com o material que um dos materiais que a gente pode utilizar nesse momento de adequação do Meio bucal é o e o
número de vidro né e o número de vidro ele tem várias características interessantes Né desde liberar foreto né conta também relacionado a sua possibilidade de comercialização é um material que não é muito caro né E aí a gente vai utilizar ele com a primeira escolha para Nossa Clínica de saúde coletiva né então quando você compra e o número de vidro vem nessa caixinha aqui o pó né que você pode ver aqui o líquido né que é um ácido que a gente utiliza né esse pó esse líquido eles vão se encontrar a gente tem uma colher
dosadora né no qual a gente vai utilizar essa agulhadadora para pegar esse pó e também a gente tem o papel de manipulação né Se vocês forem observar o lado que a gente deve utilizar para fazer manipulação esse lado brilhoso até um pouquinho Sujinho que a gente usou de manhã mas esse lado brilhoso nunca esse lado opaco para fazer a manipulação tá bom E aí a gente avança né entendendo que vem dentro dessa caixa e a gente vai utilizar uma espátula né plástica para fazer a manipulação desse material né alguns alunos que fazem estágio fora podem
estranhar né porque por algum motivo utilizou placa de vidro espátula metálica para fazer uma manipulação do meu número aqui dentro da escola entendendo a relação né dos componentes tanto de fluretos né ou os componentes do próprio e o número de vidro a gente vai evitar fazer esse tipo de manipulação utilizando placa de vidros metálica aqui a gente vai utilizar o papel de manipulação que já vem na própria caixa do meu número né E essa espátula plástica Tá bom então falando sobre o pó né quando você abre aqui né o potinho que vem o pó do
e o número de vidro você vai perceber que tem uma membrana aqui dentro né ó Vocês conseguem observar essa membrana ela é muito importante foi quando você leva a colher né de encontro com pó você vem puxando nessa membrana usa excessos E aí você consegue ter a medida que o fabricante recomenda para você poder fazer a manipulação Tá bom então é muito importante que você utilize sempre a colher relativa e o número que você tá trabalhando porque isso né pode dar alguma diferença durante o processo de manipulação né então você vem coloca aqui ó sobre
a sua área de manipulação sobre o papel de manipulação dessa forma fica uma bolinha certinho né Dá sim Acho que essa porção dá era maior é verdade e aí quando você vem com o líquido né que vem dentro aí do número de vidro você abre esse líquido e é muito importante que você deixe né bem verticalizado esse momento e aí tem uma gota né exatamente uma gota né para você ter essa proporção de um para um né para você poder fazer a manipulação de forma adequada E aí alguns autores recomendam a gente dividir né Essa
bolinha aqui que a gente fez da manipulação do meu número nesse processo de manipulação E aí você vai encontrar esse pó né esse pó vende encontro ao líquido você vem trazendo devagarzinho né esse pode encontrar o líquido e aí a gente chama isso de um processo de aglutinação né não é uma espátulação propriamente dito porque é um material que ele tende a geleificar ele vai se tornando uma geleia então você pode utilizar toda essa área para trazer o pode encontrar o líquido Olha como vocês podem ver conseguimos né feito isso você observa um brilho superficial
nesse material que é importante e também um fio não tá vendo que a gente chama de fio de bala alguns autores chamam assim e aí dessa forma você já tá com o material apto para levar né de encontro a cavidade que você fez a remoção seletiva de ter sido criado e aí vai fazer isso aqui para a gente observar feedback ou uma espada de sessão de resina tá aí olha vem mais líquido mesmo então você vai a princípio incorporando ele fazendo movimentos condensando ele aqui na cavidade tá é bom a gente sempre colocar um pouquinho
a mais né a gente deixa um excessozinho de material porque aí depois a gente vai e vai fazer uma pressão digital aqui para a gente poder ajudar esse material a se assentar então aqui ó vejam que ele tá com brilho ainda então a gente espera um pouquinho só para ele dar uma diminuída nesse brilho e aí a gente já pode utilizar a vaselina tá então a gente mela um pouquinho o dedo assim na vaselina não precisa ser muito não só melar o dedo na vaselina E aí a gente pode assentar esse e o número a
gente faz esse movimento de pressão com o dedo e aí a gente espera ele dá uma leve geleificada para a gente poder remover os excessos mais grossos o próprio rolembeque Exatamente é importante reforçar que o número de vida é LG ele fica né então esse processo de gelificação de um número de vidro ele não é instantâneo assim como vocês devem imaginar algo relacionado a resina composta né que vai uma luz lá e aí tende a endurecer com e o número de vidro não ele tende a geleificar né então esse processo ele é demorado E aí
quando vocês observam né até espetando para fazer a pressão digital vaselina é exatamente por conta de uma característica pior número tem que a inibição e cinéreas ele perde ganha água para o meio então a gente utiliza esses agentes né de impermeabilização para proteger esse material ao longo desse processo de eletrificação existem outros agentes que a gente pode utilizar existem né existem vernizes que a gente pode utilizar com essa finalidade também né e outrora utilizavam por exemplo esmalte né sem cor de incolor de unha então entender o qual é a função aí é a gente impedir
essa característica de perda e ganho de água no meio ao longo desse processo de eletrificação que o número vem vai passando né ao longo do tempo tá bom mas nem quando ele já começa a ter uma leve consistênciazinha ele um pouquinho melhor você já apertou ele com o dedo né já fez aí preço digital e aí você pode fazer aqui ó tirar aqueles excessos mais grosseiros fazer ali alguns movimentos ali no sentido da vertente da cúspide né dar uma certa anatomização aqui no seu e o número tá vendo e aí vocês vão ver que a
tendência é ele perder o brilho tá então a medida que ele for perdendo o brilho significa que ele está já começando a fazer o seu processo de edificação então perceba que a cavidade já tá toda fechadinha já não tá com excesso a gente remover o excesso de mandio grosseiros E aí nesse momento o paciente fica com a boca aberta ainda né com isolamento relativo lá não pode ficar em saliva até ele finalmente começar a perder esse brilho a gente consegue Observar isso até pela própria espátula ou o próprio restinho de material que fica ali na
no papel de manipulação Quando você vê que ele vai ficando opaco significa que ele já tá no ponto de finalizar o procedimento aqui não sei se vocês conseguem visualizar ele já vai começando a tornar a perder um pouco brilho já tá vindo quem vai ficando mais opaco porque às vezes aqui na cavidade pode gerar um pouquinho de confusão por causa da vaselina que dá um brilho superficial né por causa dela então é uma das opções também você pode visualizar aqui no restinho que ficou no papel isso agora a tesoura vai falar um pouco sobre as
características anatômicas dos dentes que precisam fazer selante né E a gente tem aí uma das formas de fazer o selante que é se fechar hermeticamente né dente que apresentam fósforo e fissuras repentivas ali para ver o filme associado a características dos pacientes né de risco de cárie a gente pode utilizar e o número de vidro também para fazer esse sela que são selantes geoméricos né Tais então por exemplo se a gente visualizar aqui ó a gente tem alguns dentes você Visualizar por exemplo esse segundo molar superior aqui ele tem os sucos bem marcados está vendo
são sucos bem profundos Então na verdade aqui a indicação é paciente que possuem ali um determinado risco de cárie normalmente um alto risco de cárie que apresentam esse tipo de condição que pode facilitar o acúmulo de alimento e facilitar ali o processo carinhoso é alguma situação que a gente tem essa indicação de fazer esse selamento né esse selante dessas cavidades então basicamente você vai manipular o número da mesma forma tá aí você vai pegar uma porçãozinha na verdade vai ser uma porção menor porque é uma cavidade Rasa você vai ter aqui uma região só mesmo
do sucos né então você aplica lá uma porção E aí você vem pode vir com uma Sonda um explorador só para fazer aqui ó esse espalhamento desse seu número e preenche R aqui esse suco essa região de suco de cicatriculas E fissuras então a gente faz esse esse mesmo processo né do selamento só que só espalhando aqui nas regiões mais profundas E aí depois a gente também vai fazer o mesmo procedimento com vaselina que é Para justamente ajudar nessa adaptação do selante e também para fazer esse processo de impedir a inibição e assinales e desse
desse é o número de vida então se vocês conseguirem observar não sei se ela consegue dar um zoom aí percebam que a gente melhorou bastante aí não fica aqueles espaços tão profundos dos sucos a gente faz o preenchimento mesmo só apenas ali naquelas regiões mais profundas dos sucos percebam que é o cruzar não tá toda coberta de o número é só uma quantidade mínima realmente para selar aqueles sucos que são aqueles acidentes anatômicos que vão ter uma possibilidade maior de gerar ali é um processo carinhoso Principalmente nesse paciente que tem esse risco mais elevado da
carne e o número que a gente utiliza é importante quando a gente observa a caixa é o meu número restaurador então vocês vão observar esse R né se porventura vocês queiram comprar o meu número para alguma ação social ao longo da vida de avisou para Nossa Clínica enfim é importante que lá na dental vocês observem que tem um R aqui que é o que nós utilizamos porque tem o números né para cimentação tem o números com outras finalidades e às vezes os alunos eles compram esse enganados enfim Então essa é uma questão importante da gente
levar em consideração o meu número também tem corpo né então você pode observar né a coloração aqui nesse ambiente aqui da Caixa esses entendimentos sobre povo vocês vão ter mais para frente na pré Clínica mas é importante a gente chamar a atenção para isso aqui é um número restaurador que a gente trabalha né dentro da saúde coletiva dentro desse processo de adequação de meio bucal de RT além do excelante que a gente falou a gente tem também um selante que ele é a base aí de matrizes né resumosas com pouca carga Você pode falar teste
por gentileza a gente tem os selantes à base de materiais Como por exemplo esse daqui é um exemplo dele que eles são fotopolimerizáveis então a vantagem dele com relação aos materiais convencional É porque ele possui esse essa presa dele por meio de fotopolimerização então é o mesmo processo que acontece para resina composta acontece nesse tipo de material né ele vai utilizar um equipamento que possui comprimento de onda em torno de 640 680 nanômetros que é o comprimento de luz azul que é o que vai fazer ele endurecer então a aplicação é a mesma você aplicar
uma camada fina preenchendo ali e foto polinizar ele imediatamente vai fazer esse processo de endurecimento a única questão é que para que ele tenha essa adesão ele acontece essa união dele com o dente é um pouco diferente da União do e o número de vidro o meu número de vidro ele tem um processo de que relação então no caso ele você não precisa fazer nenhum tipo de preparo no dente você ele vai interagir com os íons do dente e vai fazer aquela União Química né Já os materiais eles precisam ter essa união então a gente
aqui tem no ataque gel por exemplo que é o condicionamento ácido prévio que é para criar as microprosidades no esmalte para que esse material fique retido né Então essa é a forma que ele vai acontecer e a gente tem também o número de vidro à base de resina modificados por resina que também podem ser foto polimerizáveis eles também vão ter o processo de que elas são normal só que a diferença com relação a esse convencional É que ele endurece imediatamente então é um pouco mais confortável para o paciente que você já colocou a luz ele
já vai polimerizar isso aqui é importante a gente mostrar para vocês olha como vai perdendo o brilho então a gente consegue acompanhar Nossa espátula no nosso papel de manipulação como é que tá o meu número né A princípio tinha um brilho Inicial quando a gente coloca ela na cavidade tem fio de bala e agora Ó já tá como uma geleia tendendo a endurecer cada vez mais esse é um parâmetro importante que a gente tem que adotar para entender ali que momento esse é o número começou a perder esse brilho especial e o paciente já deve
fechar a boquinha né E aí a gente vai fazer algumas recomendações para esse indivíduo como por exemplo na evitar mastigar naquela região né naquelas mesas oclusais porque é um material que ele não vai endurecer automaticamente ele vai ter um processo uma curva de gelificação né associada esse processo de que relação que ele faz ali esse processo de adesão que ele faz ao longo do tempo tá bom então você dá essas recomendações para o paciente para ele evitar mastigar naquela região para que a gente não perca essa restauração né que a gente tá fazendo dentro da
adequação de meio bucal Tá ok se vocês puderam observar aqui já tem uma consistência totalmente diferente ele já tá bem mais gelatinoso mas se eu forçar ele sai se eu apertar ele sai Então essa é a importância que vocês orientarem os pacientes para ele evitar comer ali naquelas primeiras horas então é que nesse momento ainda dá para a gente fazer remoção de algum excesso que for preciso tá vendo mas ele ainda tá borrachóide então você consegue sentir que não dá tá meio amolecido ele já tá com uma consistência meio amolecida tá ele instrumental ele entra
um pouquinho no material