perfeito então então boa tarde a todos e a todas Espero que estejam bem Ah vamos iniciando aqui o nosso kmg talks em que a gente vai discutir um pouquinho sobre a ifrs S1 e a S2 sobre tudo num cunho aqui um pouco mais preparatório né O que que você deveria fazer para ter uma adoção desses normativos de uma maneira menos traumática Ok bom então primeiro lugar eu gostaria de apresentar aqui os os meus colegas que vão fazer parte dessa apresentação começo ind delicadamente por mim Ah meu nome é Samir Saed eu sou gerente Sênior do
account advisory Services da kmg H E eu aqui atuo h sobretudo na preparação de reportes relatórios memorando sobre Norma contábil e Norma de sustentabilidade Ah eu atuo nesse mercado há mais de 18 anos sou Dr mestre em bacharel em ciências contábeis pela Universidade de São Paulo eu sou fsa level One do isb do sasb ah e também tenho a aí uma série de diplomas e certificações internacionais no no no campo das ifrs ah junto comigo tá a sócia Maria Eugênia boose que é a nossa sócia do do esg aqui da kmg tenho muito prazer de
atuar em várias dobradinhas com ela e a qual agradeço enormemente a presença nesse nosso evento ah Maria Eugênia também ela tem mais aí de década de experiência nesse ramo de SG é uma das profissionais mais gabaritadas e mais Samir entregando uma idade aqui Gente que absurdo falei mais de década mais de décadas né quase duas já quase duas décadas aí de experiência uma das profissionais mais gabaritadas Ah nesse ramo de SG no nosso país e também tenho aqui conosco a a Patrícia Alves que é sócia diretora do do nosso account advisory Services né A Patrícia
aí Ah uma profissional das mais brilhantes que eu conheço aqui na kmg Ah tenho muito prazer de de compartilhar aqui e essa essa reunião e muitas outros trabalhos e discussões técnicas aqui na parte de accounting e na parte de sustainability report bom sem mais delongas ah a gente vai começar a discussão esse nosso kmg talks ah fazendo uma breve introdução do tema né bom ah o que a gente observa quando a gente fala de Reporte de sustentabilidade é uma grande sopa de letrinhas né então não é algo tão novo né eu vou voltar H quase
mais de 40 anos no tempo se você voltar lá no final dos anos 70 na França surge a figura do Balanço social né lá em 77 com TVA para aqueles que são contadores a demonstração de relação com o ambiente de relação com funcionários com recursos humanos né então não é algo tão tão novo e nesses últimos 40 anos surgem sobretudo aqui no final dos anos 90 e começo dos anos 2000 uma série de instituições e regulações com esse vio mais voltado paraa sustentabilidade justamente porque viu-se que o modelo econômico clássico ã ele não é ele
não desculpa a o trocadilha ele não é sustentável né então eu exaurir ao máximo para oferir o maior lucro possível é algo que é inviável né ã inclusive Há muitas pesquisas eh de punho acadêmico que demonstram que as empresas que têm práticas sustentabilidade elas geram mais valor né E já que sustentabilidade e hoje aqui no Brasil a gente observa uma das maiores se não a maior catástrofe climática que esse país já observou com os nossos amigos do Rio Grande do Sul né então para aqueles ainda que tinham dúvida que a emergência climática de fato não
é nem uma emergência ela é uma urgência acho que a gente a gente teve isso muito bem cristalizado ã nesse trágico evento do Rio Grande do Sul e nesse sentido uma série de iniciativas começam a ser tomadas para evidenciar Ah se as entidades e como as entidades vem colocando a agenda de práticas sustentáveis nos seus negócios isso ainda mais com uma pressão Grande de de investidores credores e diversos outros stakeholders ã acerca de informações de fato confiáveis e relevantes sobre o tempa e surgem aqui né várias taxonomias várias regulamentações inclusive da da da ONU ã
com os seus objetivos de desenvolvimento sustentável e várias órgãos criam frameworks ou padrões requerendo requerendo não acerca aqui dos temas vinculados à sustentabilidade e na Nosa cop 26 né surge o nosso aisb que é o nosso foco da da nossa conversa de hoje que ele tem como uma das suas maiores ambições ser como o ifrs foi no processo de convergência das normas Contábeis né ser um um grande Esperanto de de linguagem aqui para fins de Reporte de sustentabilidade voltado aqui para investidores porque muitos dessas estruturas que a gente menciona aqui várias delas bem conhecidas pelo
mercado e pelos senhores e pelas senhoras aqui ah por exemplo g a gente não tem um olhar tão voltado pro investidor né E são muito mais aqui ferramentas de comunicação do que ferramentas de informação e com isso como Eu mencionei né o isb ele surge em resposta a a a cop 26 né com essa intenção de ser esse Esperanto na linguagem de sustentabilidade e com esse vio muito olhado pro investi né o isb ele surge no bojo da fundação ifrs então ele é um braço da fundação ifrs e nesse interim de tempo ele condensou dentro
da sua estrutura diversas outras ah frameworks e diversas outras instituições então por exemplo sasb tcfd né que é a nossa força tarefa para divulgações H sobre clima ã yr entre outras elas já constam na própria estrutura da ifrs fundeo da e do do isb melhor dizendo E com isso em linha né ã desde 2021 da sua Fundação Ah o issb ele se debruçou aqui sobre alguns temas e em meados do ano passado ele emite a nossa ifrs S1 e a a nossa ifrs S2 a nossa ifrs S1 com um olhar mais geral né ah em
que ela como se fosse uma grande estrutura ela é uma mistura né de uma estrutura conceitual com um Standard né Ela traz aqui alguns conceitos importantes sobre a nossa a nossa a o Reporte de sustentabilidade como um todo e ele também traz alguns ichos de divulgação baseado no os quatro pilares do tcfd que a gente vai ver a sequência né e a a o conceito de sustentabilidade para fins do issb ele tem a ver muito com o conceito de materialidade sob a ótica do investidor né então a gente tem que verificar se as informações sobre
riscos e oportunidades relacionados à sustentabilidade eles fazem a diferença na avaliação pela qual o investidor e o credor fazem acerca da capacidade da entidade de gerar fluxos de caixa tanto de curto como no médio e também como no longo prazo ã e nesse ponto né a os riscos e oportunidades relacionados à sustentabilidade eles surgem em virtud da dependência e das relações que a instituição tem né então a instituição ela está localizada no CNE e a gente tem dentro da estrutura dessa dessa entidade toda uma cadeia de valor né isso aqui é um vio até um
pouco diferente do que a gente tem quando a gente fala da Visão contábil né porque a visão ela foca muito né na entidade e no máximo no seu grupo econômico e as dependências de recursos elas surgem não só nesse grupinho econômico Mas elas surgem na cadeia de valor né então quando a gente fala dos fornecedores dos distribuidores dos clientes a gente tem vários riscos que surgem dessas relações dessas tendências Ok então nesse cenário a gente tem uma primeira tarefa que é qual entender Qual que é a cadeia de valor da entidade tanto a sua cadeia
de valor upstream né em que a gente vai analisar os seus fornecedores identificar se nessas relações e dependências que eu tenho com meus fornecedores há riscos e oportunidades relacionados à sustentabilidade inclusive aqui na minha cadeia de valor downstream né na minha cadeia abaixo da da minha entidade ã em que eu tenho que identificar eventuais riscos e oportunidades que surgem das minhas relações e dependências com esses entes das cadeias sobretudo aqui com distribuidores e clientes Então a primeira tarefa que a gente vai ter que ter aqui quando a gente pensar num Reporte de sustentabilidade padrão s
S1 e S2 é ter muito bem estruturada e entendida aonde aonde surgem esses conceitos ã E essas relações E essas dependências na minha cadeia de valor para que eu consiga identificar quais são os riscos e oportunidades nessa cadeia de valor e nesse sentido eu fazer o primeiro filtro aqui que é o filtro da materialidade né que ã a lente da materialidade sob a ótica da ifrs S1 e da S2 ela é um pouquinho diferente do que a gente tem por exemplo num padrão G porque sob a ótica do do isb Ah o foco aqui né
a materialidade é o lente a lente da materialidade financeira é aquela informação que é importante pro investidor e pro credor fazer a avaliação dos fluxos de caixa da minha entidade Ok e nesse ponto ah o que a gente tem é que as informações e que a gente vai colocar no nosso Reporte de sustentabilidade no padrão do isb Ele tem muito mais um vio financeiro do que um vio de entre aspas contação ã ou contar história ou contar aqui uma ah como eu me Como Eu me comunico com o mercado Acerca das minhas eh ações sobre
sustentabilidade né a gente costuma até brincar né se você pega aí um Reporte de sustentabilidade atual Ah você aliás se você pegar qualquer Reporte de sustentabilidade de toda e qualquer empresa nós não temos problemas sobre acerca de sustentabilidade causado pelas empresas o problema deve estar nas pessoas físicas porque todas as PJ aqui do mundo que reportam um relatório de sustentabilidade só causam Ah bem aqui pro pro pro pro pro mundo pro ambiente pras relações sociais etc etc Ok e nesse ponto vai haver com o advento da S1 e da S2 cada vez mais Ah uma
interrelação muito forte entre o Reporte de sustentabilidade a nossa demonstração financeira E o planejamento estratégico e financeiro da entidade o a no futuro com com a adoção aqui dessa desse reporte dessas normas sobre Reporte de sustentabilidade Ah o que a gente vai ver e o que a gente e que o board do isb almeja é que a gente tenha ã essas mdna report de sustentabilidade demonstração financeira como sendo Faces diferentes do mesmo reporte né em que essas informações são interconectadas e elas se conversam e se complementam não como é feito hoje como informações muitas vezes
bem segregadas ok então ã inclusive com o advento da das normas aí no nesse futuro próximo aqui que nos espera no Brasil a ideia inclusive que a gente tenha ah referências cruzadas Entre esses relatórios inclusive com um influenciando o outro por exemplo um reporte Ah no Reporte de sustentabilidade algum risco climático impactando por exemplo o meu imperm dos meus ativos não circulantes ok E além disso informações que constam na minha demonstração financeira impactando e sendo divulgadas de maneira conjunta com o meu Reporte de sustentabilidade Ok bom então aqui a gente abordou ã em termos bem
iniciais aqui ah uma introdução do tema agora eu quero entrar aqui em algo mais direto e algo mais vinculado à adoção da ifrs S1 e da ifrs S2 então aqui a gente traz para vocês que participam aqui do nosso do nosso evento né é como a gente pode se preparar para esse novo ambiente como que a gente pode ã estar aqui mais aptos a passar por esse processo sem grandes Sofrimentos sem grandes dilemas e nisso ã eu vou apoiar aqui a essa discussão nesses próximos minutos com base em cinco Grandes Questões né E essas cinco
Grandes Questões elas são aí o que a gente geralmente observa quando a gente contata aqui os nossos clientes né então a primeira questão que a gente vai abordar aqui é o que de fato já foi emitido muitos clientes né Eh eles muitas vezes nem sabem o que de fato foi emitido e o que que eu tenho que divulgar Então essa primeira pergunta aqui a gente vai tentar desmistificar obviamente em virtude do tempo em virtude aqui de ser um evento de uma hora de focar aqui nos principais aspectos da ifrs S1 e da FRS S2 depois
a gente vai falar aqui também bem numa visão de alto nível o que que eu tenho que divulgar segundo esses novos eh normativos sobre Reporte de sustentabilidade em terceiro lugar a nossa terceira pergunta aqui ela Visa discutir ã Como que essa Norma ela Quais são as Fundações dessa norma em que essas normas a e a S2 elas são baseadas e por fim as questões qu e 5 tem a ver aqui mais com a adoção de Fato né como essas normas afetam a tua empresa e quando elas podem te afetar né e por fim e a
nossa última questão ela tem a ver aqui com Ok eu não estou partindo do zero eu já tenho um Reporte de sustentabilidade preparado aqui sobre uma outra estrutura por exemplo tenho report sustentabilidade padrão G eu já divulgo alguma informação do sasb eu já divulgo um relatório climático padrão tcfd né O que que eu tenho que fazer aqui para essa questão da adoção da S1 e da S2 o que que eu posso ganhar o que que eu já saio na frente se comparado a algum alguma instituição que não tenha ã nenhum reporte nenhuma estrutura de de
divulgação de sustentabilidade em casa bom em primeiro lugar pessoas vamos eh tentar entender aqui o que de fato foi emitido aqui ã em meados do ano passado Então a gente tem que entender que a gente tem duas normas a S1 e a S2 ã a S1 ela é uma Norma Como Eu mencionei que ela tem duas facetas né A primeira delas é uma faceta de Norma Ok então eu tenho os pilares de divulgação sobre os riscos e oportunidades relacionados a sustentabilidade e aqui é importante a gente frisar que a S1 ela não trata de nenhum
risco e oportunidade específico relacionado à sustentabilidade ela é uma Norma que ela é válida para todos os riscos e oportunidades relacionados à sustentabilidade ela não tem uma visão por exemplo em capital humano em biodiversidade em gestão de resíduos em questão climática ela é uma Norma geral Ok então ela tem os seus Pilares de divulgação que são utilizáveis para todos os riscos e oportunidades relacionados à sustentabilidade Ok e esses Pilares eles se baseiam na estrutura da Força Tarefa das divulgações climáticas do tcfd né os quatro Pilares de divulgação então a S1 ela exige aqui que eu
divulgue informações sobre governança né Então como que a minha entidade está estruturada está desenhada acerca dos pilares de governança para fins de sustentabilidade Qual que é o órgão que toma a decisão Qual que é o órgão que é constituído Qual que é a pessoa responsável se isso está relacionado por exemplo à remuneração de gestores né então num nível mais organizacional como a minha estrutura está organizada no nos aspectos aqui relacionados à governança e a sustentabilidade Além disso ela tem um segundo Pilar que é o Pilar da Estratégia né ou seja dados os meus riscos e
oportunidades relacionados à sustent ilidade Qual que é a minha estratégia ou Quais são as minhas estratégias o quanto e o quão isso estão ligadas às minhas estratégias financeiras Qual que é o impacto de curto médio e longo prazo na minha posição Financeira no meu desempenho no meu fluxo de caixa em decorrência desses dessa dessa estratégia ã sobre os meus eh acerca dos meus riscos e oportunidades relacionados à sustentabilidade por fim né A minha gestão de riscos relacionados à sustentabilidade hoje a gente tem muitas empresas TM ã estruturas de gestão de riscos financeiros robustas e muitas
vezes deixa a se deixa desejar muito a gestão de riscos relacionados à sustentabilidade e quando tem elas não são muito linc adas aqui com a nossa gestão de riscos financeiros né então eu também tenho que providenciar e prover informações no meu Reporte de sustentabilidade no padrão S1 e S2 sobre dado cada risco que eu tenho lá relacionado à sustentabilidade como que eu faço a gestão do mesmo qu Quais são as ferramentas como que eu identifico como que eu monitoro como que eu mitigo esses riscos o quanto esses riscos relacionados à sustentabilidade estão vinculados a minha
estrutura de gerenciamento de riscos financeiros né então a gente tem esse terceiro Pilar de divulgação que é o Pilar de gestão de riscos ok e nesse cenário né veja que a gente vai derivando né a gente começa num num item muito High level muito qualitativo governança ele vai criando corpo Quais são as estratégias como que eu gerencio esses riscos relacionados à sustentabilidade e como que eu em termos mais de kpis quais são as que eu utilizo para cada um dos riscos e oportunidades relacionados à sustentabilidade Quais são as metas que eu tenho em relação aos
meus aspectos sobre sustentabilidade eu sou aderente aí a algum acordo por exemplo um acordo de Paris eu tenho aí um compromisso público de redução de gases de efeito estufa eu tenho aqui alguma alguma meta estipulada por exemplo em relação a práticas de capital humano a relações sobre questão de trabalho escravo né então você tem que fazer a divulgação das métricas que você utiliza Ah para para os riscos e oportunidades relacionados à sustentabilidade e também as metas que você estipulou e não é só falar olha eu tenho uma meta né Qual a minha meta aqui né
eu tenho de emagrecer 10 kg até o final do ano né eu também tenho que falar a cada reporte que eu venho fazendo quanto eu vou chegando perto disso por isso é importante pro meu usuário né eu falo olha eu vou reduzir lá 50% de emissão de gás de efeito estufa até 2030 até 2030 daí vai chegando lá 24 25 26 27 28 chega lá em 28 eu reduzi só 15% eu posso ser acusado inclusive de um eventual de um eventual Green washing de de uma eventual lavagem verde né fala olha por que lá em
20242 você falou que você ia reduzir 50% até 2030 e até agora 1 ano 2 anos antes você não chegou nem a a 20% dessa meda né Então nesse cenário a a a a estipular as metas e fazer esse acompanhamento como você vem ah chegando perto dela é importantíssimo pro investidor e pro credor né Ah então a S1 e também a S2 e espera-se que a S3 e S4 e SX elas se baseiem nesses Quatro Pilares de divulgação né nos aspectos de governança de estratégia de de gestão de riscos e de metas e métricas e
se você pegar aqui né a S2 quando ela traz esses Pilares de divulgação A única diferença que ela faz é que ela traz isos e pontos específicos sobre questões relacionadas aos riscos e oportunidades voltados pro clima mas você tem que divulgar aspectos de governança sobre questões climáticos Quais são as suas estratégias para lidar com as questões climáticas Como que você gerencia os riscos relacionados aqui às questões climáticas Quais são as métricas vinculadas ao clima que você tem né então divulgação de de emissão de escopo nível 1 nível do nível TR por exemplo quais são as
metas que você tem acerca de questões climáticas então espera-se né que as normas futuras aí que a gente tem né aliás bem recentemente aí o isb colocou aí mais dois pontos de discussão né A questão ã aqui de de ecossistema e de capital humano né na sua na sua agenda né então espera-se que as normas futuras também se apoiem nesses quatro pilares do tcfd por fim né a nossa S1 ela também como Eu mencionei ela é uma Norma que trata também de uma estrutura conceitual e um dos pilares aqui que a S1 vai ter é
também ter um conceito muito importante que é o conceito de materialidade né Eh Porque toda a divulgação ela tem que e a identificação dos riscos etc ela tem que se apoiar no Pilar da materialidade ou seja aquela informação que de fato faz a diferença pro nosso investidor e pro nosso credor Ok E além disso a S1 também traz alguns guias práticos de aplicação e quais são alguns ichos aqui e wavers que a gente tem na primeira adoção ire acho que é importante reforçar né que essa esse conceito de materialidade da S1 é uma das uma
idades aí vamos dizer assim né comparada com com os outros frameworks que a gente que já existe já existiam antes então ele traz um novo conceito de materialidade Acho que até dando um spoiler aí da da última questão que a gente vai endereçar e essa é uma das das Diferenças Então tem que tomar um um certo cuidado ali Porque de fato né é um standar novo ele traz conceitos e requerimentos diferentes do que já existem hoje né exatamente Então muitos clientes falam Ah eu já tenho uma matriz de materialidade é um bom ponto de partida
é né mas a matriz de materialidade que a gente vai fazer para fins de S1 e S2 ela tem a ver mais com a vertente financeira da coisa OK então é a materialidade que de fato impacta aqui os fluxos de caixa da ou que podem impactar os fluxos de caixa de curto médio e de longo prazo Ok tamir acho que é legal a gente trazer um pouco esse contexto né porque sempre que a gente fala de materialidade dá uma bugada na cabeça das empresas aqui em grande parte do tempo porque a materialidade ela é uma
visão um pouco mais até subjetiva do que que a sustentabilidade significa paraa companhia né Então nesse sentido O que que a materialidade financeira trouxe de diferença ela trouxe uma visão de qual é o impacto da agenda de sustentabilidade para os negócios da empresa né a gente começou trabalhando materialidade num conceito de O que é importante pra companhia versus O que é importante pros stakeholders da companhia né esse conceito evoluiu para um conceito de dupla materialidade que eu ter essa visão de Mão Dupla entre como eu Impacto a agenda de sustentabilidade portanto né a empresa emite
Gas de efeito estufa contrata fornecedores contrata pessoas gera Impacto Social e Ambiental com as suas atividades e isso é importante para que ela tenha uma noção né do tamanho do impacto que ela gera da externalidade que ela gera né do seu processo produtivo e na contramão E aí sim o foco muito grande do ifrs né Como que essa agenda impacta as operações da companhia portanto como por exemplo que a empresa tá exposta a risco climático tá exposta a riscos sociais isso pode gerar um passivo uma flutuação do seu custo eh de produção das suas capacidad
de distribuição de bens e serviços e etc e é legal a gente trazer essa diferença porque em muitos casos a gente tá vendo as empresas fazerem um puxadinho da Matriz de materialidade né para trabalhar esse tema dentro da organização mas a gente de fato vai precisar ter uma revisão desse tema dentro e associado Principalmente ao modelo de negócio das empresas para que a gente possa chegar nesses temas materiais e é importante pensar nesse curto e Médio longo prazo à luz do que é importante né paraa continuidade de negócio da companhia e crescimento da companhia no
tempo perfeito né esse comentário aí da da Maria Eugênia ele foi fundamental né porque é a materialidade que vai driv tudo ela que vai definir o que que eu de fato devo me preocupar e o que de fato eu devo divulgar né então ah indo aqui né paraa nossa segunda questão né o que que eu tenho que divulgar e muito lincado com que a Maua Eugênia colocou aqui o que a gente vem comentando no slide anterior eu tenho que evidenciar uma explicação completa e equilibrada dos meus riscos e oportunidades relacionados à sustentabilidade tanto nos pilares
de governança nos pilares de estratégia nos pilares de gestão de riscos e no Pilar de métricas e metas ok e nesse cenário como a gente mencionou né ah essas informações materiais é sempre olhando aqui o olhar do investidor Ok Então como que o investidor vê a minha entidade Como que o meu investidor vê ah os riscos e as oportunidades que podem impactar o capital que ele colocou em risco e nesse cenário aqui né Eh os parâmetros de materialidade que a gente vinha divulgando aqui ã eles são colocados no ditame tanto da S1 né que traz
os aspectos mais Gerais acerca eh do que é materialidade e também as normas específicas né Atualmente como a gente mencionou a gente só tem o sas2 né para para questões climáticas ela já tem aqui né dentro dos seus Pilares de divulgação o que em tese seria material Ok então são as informações que em tese seriam relevantes mas obviamente isso tem que ser posto à prova para escrutínio da entidade para ver que se de fato aquela informação ela é relevante ela é material para os parâmetros da entidade Além disso né muitas entidades divulgam já as suas
seus as suas seu Reporte de sustentabilidade utilizando lá os padrões de indústrias do sasb né então o sasb né é um é um é um é um são standars voltados aqui paraas indústrias né então a gente tem 77 setores né então telecomunicações varejo instituições financeiras em que já é é feito um um uma análise de materialidade por setor né Então quais são as métricas que eu tenho que divulgar por exemplo para um setor de varejo Quais são as métricas que eu tenho que divulgar para uma instituição financeira né então tanto se apoiando nas normas do
isb S1 e S2 como nas normas do sasb inclusive não necessariamente algo que você tem na Norma né Mas se a entidade entende que ela tem alguma métrica que é importante ser divulgada porque ela é material mesmo não contida nem na S1 nem na S2 nem na Norma do sasb nem no G nem nada ela pode usar aquele parâmetro definido aqui pela própria empresa OK então a as normas do issb elas permitem que você utilize aí outros frameworks por exemplo algumas questões G obviamente desde que materiais né e a do sasb sendo observadas aí de
maneira compulsória e na primeira adoção né a a gente tem aqui alguns Alguns wavers de transição né então o primeiro deles né que a gente não tem aqui a necessidade de prover aqui informações comparativas né então após a primeira adoção a gente já vai ser requerido né além disso a gente também tem a permissibilidade de colocar somente aqui h informações sobre riscos e oportunidades relacionadas ao clima né você não tem por exemplo requerimento formal de divulgar outros riscos e oportunidades ã que não sejam aqueles relacionados ao clima né então por exemplo capital humano biodiversidade entre
outros você pode não divulgar nesse primeiro exercício inclusive aqui né as emissões de escopo nível 3 né que mesmo que você divulgue um relatório só com questões vinculadas ao clima você não tem essa necessidade de fazer essa divulgação no na sua primeira transição aqui para esse reporte bom terceira questão em que as normas são baseadas né Como Eu mencionei as normas do issb elas não caem num vácuo regul né como a gente viu a gente já tinha uma série de outras entidades outros Framework e outros standards voltados para sustentabilidade né a própria estruturação da Norma
como a gente viu ela se apoia nos quatro pilares do tcfd governança estratégia gestão de riscos e métricas e metas espera-se também que as normas futuras aqui elas u dizem alguns conceitos da tnfd do próprio gri das normas europeias né que já tão aí em voga pras nossas entidades pros nossos colegas aí da Europa né a as próprias normas do sasb que foram incorporadas na no bojo do disclosure de S1 e S2 né a gente é compulsoriamente a gente deve utilizar as normas do sasb então tenho que ver o setor ou setores que a minha
entidade está situado e pegar esses frameworks dessas indústrias específicas para ã utilizá-lo aqui no meu Reporte de sustentabilidade padrão ISSP Além disso pros nossos colegas contadores e contadoras que a gente tem aqui na Norma da na Norma que a gente tem aqui nesse evento ã muitos conceitos que a gente tem nas normas ifrs conceito de materialidade características qualitativas da informação contábil relevância representação fidedigna comparabilidade tempestividade etc Eles foram incorporados na Norma do isb ok então nesse cenário essas normas elas TM grandes inovações mas elas não são baseadas ou estruturadas num vazio regulatório Além disso muitos
países né a gente viu aí até se eu não me engano né Hoje é quinta-feira a gente perde aqui noção do tempo se eu não me engano no México né Essa semana a gente teve lá os pilares de sustentabilidade do do Reporte de sustentabilidade que a gente tem alguns requisitos locais influenciando ou sendo influenciados pelo padrão is né Então nesse cenário né Eh além das normas do issb eu posso ter também parâmetros jurisdicionais por exemplo nesse caso do México por exemplo o próprio caso da Europa que a gente tem as ah a o padrão euru
né que a gente viu aí até semana retrasada sai um documento de interoperabilidade entre as normas do ISS e da e da da da das normas europeias de sustentabilidade né então como fazer esse esse esse aproveitamento de uma estrutura na outra né Hã Então esse que é o ponto né Essas normas do issb elas não têm esse vácuo regulatório E essas questões elas já são muito bem alinhadas com outros conceitos que a gente tem e também somados aqui a requisitos específicos das jurisdições bom quando e como elas podem te afetar isso depende né Por quê
eh as normas ou a isb ele não tem enforcement legal para requerer a adoção das suas normas isso vai depender de cada regulador local falando aqui né da Norma como um todo não dos reguladores a norma el saiu lá em meados do ano passado e ela já é válido para primeo de Janeiro de 24 né Inclusive permite-se a adoção antecipada se você quiser fazer pro relatório de 23 você em tese pela Norma do isb você poderia né mas como a gente sabe que muitas vezes as empresas não gostam de fazer nada sem uma um enforcement
aqui o Brasil né foi o Pioneiro no mundo aí então a gente teve a resolução CV 1993 né que pras companhias sob a ESD da comissão de valores Imobiliários ah a gente tem a adoção primeiro de maneira não obrigatória a partir de primeiro de janeiro de 2024 né com asseguração e esse é um dos grandes dilemas que a gente vai ter aqui né ã a questão da asseguração né então com asseguração num primeiro momento limitada e a partir de 1eo de Janeiro de 26 pras companhias sob a egd da cvm de maneira compulsória E aí
a régua da asseguração ela já sobe um pouco aí a gente já vai falar um pouquinho h de asseguração razoável Então esse vai na na nossa visão aqui vai ser uma das maiores dificuldades que a empresa que as empresas vão enfrentar como ficar pronta como ficarem prontas para a seguração como criar controle sistemas processos e políticas que de fato deixem elas ã prontas ou Preparadas para um processo de asseguração e a gente também teve a nossa resolução 1710 no nosso glorioso Conselho Federal de contabilidade que ele coloca a elaboração e a asseguração dos relatórios de
sustentabilidade primeiro utilizando aqui as normas brasileiras de sustentabilidade que vão se dar aqui com base nas normas do cbps né então a gente também teve a resolução 1770 que criou o comitê brasileiro de pronunciamento de sustentabilidade que tende a ser o nosso CPC aqui né para FS de Norma de sustentabilidade e nesse cenário ele colocou a essa resolução para aqueles que tiveram oportunidade de ler ele colocou aqui uma obrigatoriedade disfarçada para as empresas no Brasil que preparam Reporte de sustentabilidade preparar relatórios de sustentabilidade Com base no padrão do Conselho Federal de contabilidade que vai ser
o padrão dos da do cbps né então o cbps aí emitindo as normas o CFC Vai fazer igual ele fez com cpcs para fim de Norma contábil vai soltar uma resolução e uma norma brasileira de pronunciamento de sustentabilidade e daí isso transcende o universo de cvm e se vocês lerem lá a se eu não me engano aqui o Artigo terceiro pode me falhar a memória aqui h da resolução 1710 ele fala você se você fazer você tem que fazer utilizando esse padrão então acaba sendo quase uma obrigatoriedade disfarçada para todas as empresas que prepararem reportes
de sustentabilidade terem reportes sustentabilidade no padrão do CFC que é o do cbps preparados ou assinados por um contador e assegurados também por um contador habilitado no Conselho Federal de contabilidade né Samir por favor a gente abrir essa fala sua sobre como se preparar prazos e etc pra gente lembrar que apesar da gente ter aquele hábito gostoso de deixar as coisas para cima da hora nesse caso quando a gente tá falando da necessidade de preparar a empresa para uma asseguração razoável em 2027 é importante que a gente construa esse caminho né que a gente construa
essa jornada desde já né são aí 2 anos para que a empresa faça esse teste na prática eu Eu tenho esse ano para fazer um baseline no ano que vem para melhorar e no terceiro ano é gol né então não é muito tempo se a gente for parar para pensar na mudança estrutural que essa agenda requer das instituições financeiras aliás desculpa das empresas eu acabei de responder aqui uma pergunta que veio no chat sobre instituição financeira fiquei com isso na cabeça mas é dizer que as empresas precisam esse ano já começar a fazer seus levantamentos
já entender Qual é o tamanho dos gaps porque eu costumo brincar né que as empresas tendem a produzir os seus relatórios de sustentabilidade naquele sistema SAP né Sistema avançado de planilha e a gente vai precisar melhorar os nossos processos e controles para que a gente possa conseguir chegar em 2026 com uma uma seguração razoável sem dores de cabeça né então é é legal a gente pensar nessa timeline como na prática a gente tem dois ciclos de reporte pro gol então exatamente eh e só complementando aqui aproveitando eh as entidades que não fizerem a adoção antecipada
né deixarem de fato ali para 2016 elas não vão ter a chance de passar por uma asseguração limitada né Elas vão ter que encarar direta aí a a asseguração a asseguração mais completa né E e aí tem um risco aí de Exposição de né de de fazer algo que não esteja de acordo né E ter algum algum tipo de problema nesse nesse relatório a ser emitido em 2026 então a a a possibilidade de fazer a adoção antecipada aí né E você passar pelo teste de de uma asseguração limitada eh é muito mais vantajoso sim inclusive
aqui complementando isso que a Patrícia e que a Maria Eugênia trouxeram ah depois da primeira adoção tanto Reporte de sustentabilidade como a demonstração financeira elas vão ter que ser publicad na mesma data Então hoje usualmente o A DF sai lá em fevereiro março o Reporte de sustentabilidade sai em maio junho muitas vezes até Julho e muitas vezes o Reporte de sustentabilidade sem tá assegurado né então vai ter aí uma dificuldade e um trabalho muito grande para criar esse esse esse timeline hábil para que isso de fato ocorra logo após a nossa primeira adoção e aqui
né E essa é uma dúvida muito comum aqui dos nossos clientes né poxa eu já adoto aqui G sasb tcfd né O que que eu tenho que fazer bom primeira coisa aqui que você tem que pensar é para obviamente você não sai do nada né mas você tem que ter aqui em primeiro lugar As definições muito Claras do que você tem que fazer e das metodologias que você tem que utilizar para fins de S1 e de S2 você vai ter que também fazer um exercício muito grande de reavaliar a sua materialidade né Para que de
fato PR informações aqui que são relevantes pros nossos usuários primários do reporte sustentabilidade que são os investidores e os credores né e dadas as diferenças de reporte e de enfoque você vai ter que aqui de algum jeito ou de outro preencher essas lacunas que a a S1 e a S2 tem comparado a esses outros dois frameworks e um ponto aqui que é muito importante e que agora que vai ter um Xerife aí que é o nosso mercado que é o nossa a nossa os nossos fiscalizadores de mercado de capitais olhando isso evitar o máximo esse
Green washing que muitas vezes a gente observa nos reportes de gri Ok ah é o que a gente fala né o o Reporte de sustentabilidade atual muitas vezes ele é construído por um escritório de comunicação né então não tem aquele ceticismo que a gente tem aqui na nossa na nossa demonstração financeira né aquele ceticismo aquele aquela aquela aquela secura que uma demonstração contábil tem né então a gente vai ter que mudar um pouco o próprio enfoque do relatório para deixar de ser uma ferramenta de comunicação e ser uma fonte de informação que seja neutra neutralidade
é uma é um subtópico de uma característica qualitativa que é a representação fidedigna né ah porque Green washing se vocês acompanham aí as notícias já vem dando aí Alguns burburinhos inclusive ações judiciais ah em virtude dessas questões né então muito cuidado com isso né então por exemplo se você faz um reporte tcfd né É bom que você já tem vários parâmetros para questão climática mas para outras questões que não clima você vai ter que se ajustar né Além disso na própria ifrss 2 A gente tem alguns refinamentos de e ajustes de base de cálculo que
a gente não tem na tcfd né ã própria questão se você usa sasb né o sasb ele é muito vinculado a questões de métricas né e voltadas aqui muito usualmente pro setor mas os aspectos de e de estratégia muitas vezes eles ele não tem esse olhar né E além disso as próprias questões climáticas que a gente tem na S2 muitas vezes o sasb ele pega algum ponto específico não todo né e por fim né como ã muitos aqui devem utilizar né o g Ah muito cuidado quando você pega aí um relatório de G né Fala
Ah não eu já tenho isso já tenho isso já tenho aquilo cuidado porque a materialidade que você tem pro gri é diferente você usa o conceito da dupla materialidade né então muita coisa do que você talvez divulga no gri você primeiro vai ter que tirar aquele entusiasmo que você tem né aquela contação de história ser algo mais cético e fazer o filtro da materialidade financeira apenas para ver de fato Quais as informações que po podem impactar os fluxos de caixa de curto médio e longo prazo da entidade ok e por fim tem uma tem uma
pergunta da Andreia que ela pergunta aqui o que precisamos mudar e acho que você respondeu super bem né mas tem uma outra pergunta já que a gente tá falando aqui de prazos e etc do Danilo em que ele traz aqui que embora a no Brasil a data seja 26 a norma Nacional tem como data 24 então pras empresas que emitem DF exclusivamente FRS se já precisaria ter o S1 assegurado em 24 acho que não né não Danilo não há essa o é o que a gente comentou o isb ele não tem enforcement legal para requerer
que você divulg ele fala minha Norma vale a partir de quando da data X masem termina quando de fato a obrigação legal que você tem é o regulador local então é cvm Banco Central Sec mercado A Comunidade Europeia o órgão Regulador do México Hong Kong né que bem recentemente aqui Colocou também as as normas do issb né então isso depende do regulador local perfeito Então você tem que ver onde que você tem Qual que é a jurisdição que você tá sob sob iegd E aí é uma grande dificuldade sobretudo para entidades multinacionais né que elas
têm que atender vários reguladores né então isso pode ser uma dificuldade bem grande e aqui né ô ô Samir eu acho que vale só uma correção aqui no no no que o danielo falou é que a cvm na resolução 193 ela permitiu que as entidades elas adotassem as isbs mesmas moldes então para as entidades que né que que tivessem que gostariam né de adotar antecipadamente elas poderiam também tá poderiam com asseguração limitada né inclusive limitada e obrigatório a partir de 1eo de Janeiro de 26 com asseguração razoável como a gente mencionou tá bom danil exatamente
igualzinho a a a S1 S2 sim e aqui né O que que você precisa fazer agora primeiro é fazer uma análise de impacto um diagnóstico né faça um diagnóstico do que você tem do que você precisaria ter tanto em relação à divulgação controles internos materialidade depois de saber de ter esse diagnóstico determine a sua materialidade o que de fato é material para você reportar né dado que é material avalia aqui o seu nível de maturidade o quão maduro os seus processos os seus controles os seus dados as suas políticas elas estão atualmente O que que
você vai precisar fazer né entenda também os aspectos de governança de conhecimento e de Skills que a sua entidade tem por fim transforme os seus relatórios desenha aqui esse relatório futuro com base nessas três etapas anteriores e por fim esteja pronto PR seguração né de fato que como aqui no Brasil a gente vai ter essa asseguração né avalie e faça os ajustes necessários para que esse processo se desenrole e isso vai muito em linha com uma fala que a Maria Eugênia sabiamente mencionou a pouco aqui né utilize esse tempo do não obrigatório para esse ciclo
aqui que a gente esquemático aqui que a gente desenhou para que você de fato esteja pronto para uma seguração né então não deixa a roda Começar a andar a partir da adoção obrigatória aí você vai ver por qu o que a gente observa aqui da nossa prática diária é que esse processo ele tende a ser ã muitas vezes até doloroso e muitas vezes vezes até com uma extensão de prazo um pouco maior do que você tá esperando então gente não corra esse risco de fazer a adoção só lá na frente ok e para terminar aqui
né a nossa a nossa sessão de hoje né um roadmap aqui bem esquematizado de seis Passos até o relatório né então primeiro passo aqui que você tem que ter é entender a sua situação atual de organização interna de controles de cadeia de valor né E também qual que é a sua ambição quanto à prática de relatório você quer ser um cara que você vai cumprir com mínimo você quer ser um cara que uma empresa que coloque a sustentabilidade como uma vantagem competitiva Ou você quer ser um de mercado porque dado o entendimento do que você
é e para onde você quer ir os outros Passos ficam muito mais claros de você dar e daí você já vai para um segundo passo entendendo como você é e o que você quer ã ser né você já vai pro segundo passo é que já é analisar a cadeia de valor né Liste lá todos os seus fornecedores relevantes Liste lá todos os membros da sua cadeia downstream de valor Identifique as dependências e os relacionamentos nessa cadeia de valor porque identificando essas dependências e relacionamentos você já consegue fazer uma identificação de todos os riscos e oportunidades
relacionados à sustentabilidade que é o nosso terceiro passo na tua cadeia de valor Ok e identificando esses riscos e oportunidades Você já consegue fazer um filtro fala beleza eu tenho todos esses riscos e oportunidades agora o que é de fato material aqui para mim então você faz esse quarto passo que é o filtro da materialidade E aí você já entra pra implementação de fato em que você desenvolve metodologias controles dá robustez nos dados cria processos adquire ou constrói sistemas cria protocolos técnicos né e após esse quinto passo que é a implantação de fato você vai
de pro passo final que é fazer o relatório né e muitos clientes ligam aqui pra gente falam não eu quero fazer o relatório fala cara o relatório não é tão simples assim Você tem todos esses cinco passos anteriores que você tem que dar antes de dar o sexto né ã você você não você tem que primeiro aprender a engatinhar para poder andar né E você tem que est bem preparado para ter esse relatório Ok perfeito Samir mais uma questão aqui que acho que vale a gente eu até eu tô tô me aventurando aqui tô respondendo
um monte de pergunta que tá aparecendo tá vontade mas aqui acho que a gente tem um comentário importante da Tati que ela pergunta se a gente tem fazer de forma separada o relatório de sustentabilidade de relatório ifrs se a gente ficaria por exemplo com um g e um ifrs E aí Eu já respondi mas eu acho que vale a gente Trazer isso aqui na nossa discussão de que não é a recomendação tá a gente já tem um esforço enorme para levantar informações SG dentro das companhias elaborar esses relatórios de sustentabilidade sejam eles no padrão que
for voluntariamente a ideia de um relato de de regular o reporting sustentabilidade eu trazer duas questões muito importantes para esse relatório primeiro é a confiabilidade né eu ter informações que sejam confiáveis eh que sejam asseguradas que Tragam maior clareza pro investidor e pro mercado das suas práticas isg e o segundo talvez mais importante talvez a tivesse ter começado com eles é a comparabilidade né é a comparabilidade desses dados no tempo e a comparabilidade dos dados em entre as companhias e nesse sentido é importante que a gente traga essa essa visão porque aí eu não não
adianta muita coisa eu continuar fazendo mais um relatório de sustentabilidade A ideia é que é o relatório que as empresas fazem voluntariamente eu trazer mais robustez para essa informação à medida que ele se torna regulatório mas não não não pelo amor de Deus não vários relatórios deidade senão todo mundo vai ficar louco no merado sim e por enfim aqui né faço um convite aqui a gente já tá encerrando aqui a nossa sessão Ah o accounting Journey aqui né que é um evento que a nossa kmg Business School faz e um dos temas do do accounting
Journey esse ano vão ser as normas S1 e S2 né então hoje a gente abordou aqui temas bem em tempo bem curto aqui algumas questões mas a ideia é que a gente traga aí maiores profundidades a gente também vai ter outros k de talks em que a gente vai falar de aspectos específicos da S1 e da S2 vamos falar de asseguração vamos falar de controles vamos falar de aspectos de sustentabilidade né então a ideia aqui né que ã a gente aqui divulgue eh bastante conhecimento para vocês e bastante prática do que a gente observa aqui
na nossa na nossa dinâmica eh de atuação aqui diária Ahã em meu nome nome da kmg ã em nome da Patrícia em nome da Maria Eugênia eu agradeço H bastante aqui a participação de todos vocês ã e nos vemos aqui numa numa outra numa outra oportunidade aqui se se Deus nos permitir Ok então aqui novamente fica os nossos tem os CR codes aí se você quiser fazer um PX pra gente tá bom brincadeira esse aqui D acesso a minha conta isso C direto nas contas né brincadeira isso aqui é acesso às nossas redes sociais aí
pra gente manter um relacionamento de curto médio e longo prazo tá bom gente então um grande abraço aí a todas e a todas e fiquem bem obrigada obrigada gente