e continuando os nossos estudos sobre distúrbios hemodinâmicos agora a gente fala sobre problema e a gente também já comentou nas aulas anteriores na rua por exemplo ação que a gente tem uma situação de edema quando se observa o cúmulo de líquido nos Espaços intersticiais nos Espaços extracelulares Lembrando que o nosso organismo Ele contém cerca de sessenta setenta por cento de todo o organismo é constituído por água o restante dessa trabalho parte vamos dizer assim dessa água sem ficar de posters os dela são encontradas no interior das células um tenso encontrada exatamente nessa Matriz extracelular no
espaço intersticial 15 por cento dessa água ela encontrada no plasma e o que que acontece quando a gente tem uma rumo dessa água ou no interstício ou nas cavidades corporais a gente tem essa situação que nós chamamos de edema e obviamente se a gente tem um tecido com a situação bem parecida com essa figura que eu coloquei para vocês obviamente a função aí pode ficar comprometida e alguém uma uma infração a um chato naquela área como a gente observa por exemplo no que nós chamamos dia tema pulmonata onde o pulmão é na formação desse recebemos
eles chegam aumentar cerca de duas a três vezes mais de tamanhos ele e nos dos espaços que nós chamamos espaços alveolares lá no espaço intersticial lá no septos interalveolares nós vamos encontrar uma acúmulo de líquido juntamente com a e juntamente também uma hemácia que extravasa para essa área então toda essa condição é que faz com que se órgão ele aumente de tamanho Lembrando que não é dema você tem tanto extravasamento de líquido que pode ser rico em proteínas como aconteceu por exemplo inflamação O que é chamado de exudado ou ainda a gente tem o transudado
quando esse extravasamento desse líquido ele esse acúmulo aí é pobre em proteínas e como nós já falamos do slide anterior ou o emblema é o acúmulo de líquido não apenas do espaço intersticial mas também as cavidades corporais e neste caso essas coleções elas passam a serem chamadas de infusões como a gente é pode observar por exemplo na efusão do líquido da do que nós chamamos de hidrotórax que seriam acúmulo de líquido na cavidade pleural ou o hidroperitonio também conhecido como assitir quando a gente tem esse acúmulo de líquido na cavidade peritonial ou ainda quando nós
temos o acúmulo de fluido de líquido na região de pericárdio formando que nós chamamos de hidrofílica e Vale ressaltar também para vocês o conceito de anasarca mais pro o que essa anasarca anasarca gente é um é dema generalizado Ela é bem mais grave e nesse caso existe o acúmulo de líquido tanto nos tecidos subcutâneos como também nas cavidades como por exemplo que informando a o hidrotórax ascite e o hidropericárdio a professora mas o que causa esse acúmulo tão grande de fluido nesse espaço intersticial ou nas cavidades corporais para gente Entender esse processo a gente precisa
falar de alguns conceitos lá da fisiologia vamos lembrar que o movimento de líquido no sistema intravascular parênteses eu quero dizer e a saída de um fluido de dentro do vaso para o PX ocorre em grande parte devido à ação da pressão hidrostática do sangue então se a gente aumenta a pressão hidrostática Você tem uma maior saída de fluido do sangue no interior do vaso para os tecidos e essa saída ela é compensada por um outro o tipo de pressão então você tem um equilíbrio né porque através de uma pressão que nós chamamos de pressão um
Ótica ou coloidosmótica então o retorno de um tests you are um vaso se dá Principalmente as coxas da pressão coloidosmótica um pouco mais aumentada na poção venenosa então durante as a dinâmica ficam as certa quantidade de líquido residual no ctx que Mas é uma quantidade muito pequena e esse líquido ele é drenado para os vasos linfáticos retornando depois para o sistema vascular Então a gente tem aí um equilíbrio tanto da pressão hidrostática aumentada e logo em seguida da pressão coloidosmótica para que para que não se não se acumule tanto líquido a matriz extracelular mas quando
esse mecanismo aí é afetado e o que é que acontece como por exemplo nos casos onde há um aumento da pressão hidrostática e uma redução da pressão coloidosmótica Esse é o equilíbrio aí ele é quebrado e aí a gente tem uma fumo de líquido nos espaços intersticiais e Tá bom manda linda essa alteração que nós falamos aqueles esse desequilíbrio na pressão hidrostática e da pressão coloidosmótica a gente tem outros fatores também que vão propiciar a formação de uma emblema como por exemplo não obstrução dos vasos linfáticos isso aqui por exemplo no caso de inflamação no
caso de uma neoplasia quando você tem uma retenção de sódio retenção de sal e consequente retenção de água faz com que haja um aumento da pressão hidrostática e uma redução da pressão coloidosmótica E aí gera acúmulo de líquido no interstício no caso de inflamação a gente já falou que no caso de inflamação a gente tem aumento da permeabilidade que gera os tra vazamento dele é rica em proteínas que é o que nós chamamos de exudado umidade no livro do Robin ele traz uma tabela que demonstra toda essa questão que eu falei para vocês que são
as causas da formação do edema então na pressão hidrostática aumentada O que é que faz a pressão hidrostática aumentar Claro se você tem um retorno venoso comprometido Então você tem alguma obstrução por exemplo aqui por exemplo obstrução ou compressão venosa no caso de uma trombose de uma pressão externa da pericardite constritiva então é o que vai fazer com que essa pressão hidrostática aumente e seria uma redução desse retorno venoso a mesma coisa a pressão hidrostática aumenta se você tem uma dilatação arterial lá é bom prova mas e aí a pressão coloidosmótica reduzida quer dizer você
tem menos proteína você tem hipoproteinemia isso principalmente quando você tem baixas da Albumina que a proteína que é presente grande quantidade lá no plasma então é vários fatores podem influenciar por exemplo a desnutrição a cirrose a aqui a glomerulopatias perdedoras de proteínas ontem baixo de proteína que você tem uma Iva para tem nem Mia você tem também uma redução da pressão coloidosmótica obstrução linfática como a gente já falou lá no caso das informações no caso das neoplasias no caso pós-cirúrgico pó sem radiação é se a gente tem retenção de sódio a gente tem uma consequência
de atenção de água nos casos de inflamação E também como a gente já falou no slide anterior seja inflamação aguda inflamação crônica a gente tem aí o aumento da permeabilidade com acúmulo de líquido rico em proteínas que formam aquele exodar e o André não é facilmente reconhecível macroscopicamente com a presença de uma tumefação de um inchaço que pode ser detectado clinicamente por um sinal que ele é chamado de sinal de cacifo ou go de onde após uma contração digital de uma determinada área se formam uma depressão e essa depressão é mantida após se retirar o
dedo ali daquela área então isso aqui Gente esse sinal é sinônimo de formação de a linha os então Clínico para detectar a formação fácil de se detectar a formação do Éden microscopicamente também a gente pode observar como aqui no caso dessa micrografia esquerda onde a gente o corte de coração Contendo a miocardite bacteriana onde vocês podem observar o aparecimento essa Separação das fibras com aparecimento de espaços Claros então esses Passos claro que na verdade ele é preenchido por líquido pela formação esse herdeiro ou essas áreas aparecem que olha Impacto descidas com aumento dos espaços Aéreos
os espaços alveolares no caso de um edema pulmonar E aí e vamos falar do Quarto e último distúrbio hemodinâmico dessa aula o que nós chamamos de hemorragia e quando a gente fala hemorragia a gente já lembra de extravasamento de sangue de um vaso e as causas mais frequentes de extravasamento de sangue vaso seria ou por lesão vascular ou conformação defeituosa de coágulos essa parte aqui da formação defeituosa de com angulos nós vamos enfatizar nos nossos próximos encontros e a hemorragia pergunta diferentes manifestações clínicas presentes pode acontecer de uma hemorragia externa ou ainda uma hemorragia que
a sente que aconteça dentro de um tecido E aí se tem como uma forma uma formação que nós chamamos de hematoma e em cima toma pode ser por exemplo um hematoma muito pequeno pode ser um hematoma que varia desde insignificante no caso do busão até por exemplo hematoma fatal E aí quando a gente trata de vários é de grande sangramentos dentro das cavidades corporais aí a gente tem aquela nomenclatura me muito parecida o que a gente falou os slides anteriores de formação de edema dentro de cavidade por exemplo a gente tem o hemotórax esconder acúmulo
de sangue e lá no pulmão a gente tem o hemopericardio no pericárdio hemoperitônio ou imaturos e o hemoperitônio seria correspondente assim ti só que é o acúmulo de sangue no peritônio E aí matrose seria o acúmulo de sangue nas articulações e e as hemorragias também vale onde acordo também no tamanho Então observa em que elas podem formar o que nós chamamos de petéquias quando elas apresentam diâmetros de 1 a 12 milímetros por exemplo são as hemorragias pequenas ela se apresentam no formato ponte forma como vocês podem observar que essas petéquias formadas na região em área
de colo as hemorragias um pouco maiores do que as técnicas com o diâmetro de 3 a 5 milímetros são os que nós chamamos de púrpuras e as equimoses são as maiores em torno de um a dois a centímetros de diâmetro então é nesse caso aí as hemácias são extravasados elas são fagocitados e degradadas por macrófagos E aí gente vocês tem alterações que são características é que devem-se principalmente à conversões e mágica da hemoglobina peça Vai ter aquela coloração o vermelho azulada para ver rubina que é o brilho bobina a gente já lembra da cor verde
então para São Paulo por uma coloração mais azul e verde ada e eventualmente em hemossiderina que pertence a coloração castanho Dourado isso tudo o que acontece pela degradação das hemácias nesse casos de equimoses que nós vamos observar agora nas gravuras assim então aqui por exemplo Oi gente tem uma hemorragia intracerebral e nesse carro hora dessa sequência sempre será trágica Ainda sempre quis deixa esse caso geralmente ela é de sol parte times e eu novamente a gente tem aqui a formação das petequinha inscrições diminuta seguinte forma as dias como vocês podem observar aqui nessa água de
peixinho e aqui seria um exemplo do mundo de equimose aqui Provavelmente por algum acesso venoso e ir para a finalizar a aula de hoje nós temos aqui a formação de um hematoma indaga retroperitonial a E chegamos ao fim de mais uma aula espero que vocês tenham gostado Essas são as referências que utilizei para construção dos slides e do conhecimento a gente se vê então no próximo momento onde nossos a Lari Universal ou com distúrbios hemodinâmicos eu tô lá já