Fala aí só para ver a voz. >> Alô, alô. Testing. >> Alô. Pronto. >> Uhum. >> Olá, pessoal. Olá, pessoal. Sejam bem-vindos à aula seis. Agora, considerando que vocês já tiveram uma explicação sobre os modelos, tanto conceituais, possibilidades, eh fizemos uma reflexão sobre a problemática que a gente vive no país, vocês já devem ter eh pensado, né, que algumas das atuações de profissionais ou de equipes que vocês já conviveram ou convivem não são ah da maneira como idealmente a gente gostaria que fosse, né? Mas ao mesmo tempo devem estar se preocupando, né, como é que
eu faço para me aproximar de modelos que vocês gostariam que a equipe tivesse de convergência, né? Bom, como eu disse, não há muita literatura muito clara para dizer como o que cada um deve fazer, tá? Mas, eh, considerando essa minha vasta experiência e atuação, eu vou trazer para vocês aqui especialmente o modelo, né, eh aqui separado em alguns conteúdos do modelo que eu trago para treinamento desses profissionais de educação física para compor a equipe de tratamento do TEIA, usando análise do comportamento, para se comunicar em equipe, diminuir aquelas distâncias entre a atuação de um profissional
e de outro. né, e que essa conteúdo, né, não somente mostrar para vocês que é possível atuar, né, mas também ainda que vocês não sejam eh da área da educação física, dar guias, dar possibilidades, dar um caminho das pedras para você atuar ou para você treinar profissionais, orientar profissionais de outras áreas que não o AT, que não necessariamente o profissional. al que tá ali atendendo diretamente a pessoa e aplicando os programas da análise do comportamento. Então essa aula vai falar um pouquinho sobre como você vai documentar o que ensinar, né? O que ensinar é poxa,
onde eu quero chegar, como que eu vou, né? Ah, eh, o que é que eu o que que é prioridade na minha intervenção? Então eu vou exemplificar da área da educação física, mas que permita a possibilidade de vocês possam refletir, ressignificar, repensar sobre objetivos que vocês estão atuando ou que vocês podem atuar, objetivos que outros profissionais estejam ah atuando, que podem até estar alcançando objetivos bacanas de efeitos terapêuticos, mas que possivelmente precisem de profissionais para ter objetivos comuns. comuns não quer dizer iguais, comuns quer dizer semelhantes, parecidos, a os mais necessários ali, vamos chamar assim,
tá? Então, para iniciar esse conteúdo, né, eu sempre falo que ela é uma parte do processo de reflexão do profissional, que é o que ensinar, como ensinar e como saber se aprendeu. O como ensinar ele vai est é parte de toda a minha fala e eu vou separar aqui conteúdos agora em sequência aulas 6 e 7 sobre o que ensinar e na sequência como saber se aprendeu sobre esse desempenho que você tá se propondo ao que ensinar. Como saber se o aluno aprendeu aquilo que eu quero ensinar? Então, lembrando que uma terminologia é ensinar é
na perspectiva de quem gera ocasião para alguém aprender algo. Pode ser que o que eu me proponha ensinar o aluno não aprenda para aprender. Pode ser que ele tenha aprendido por outra coisa que não pelo mecanismo que eu ensinei. Então, esses termos, embora sejam muitas vezes utilizados como sinônimos, né, a e equivalentes, eles não são ensinar se eh na perspectiva da análise do comportamento se refere às condições, né, de ah produzir a aprendizagem de algum comportamento, né? Ah, e aprendizagem é exatamente o processo de aprendizagem de de algum comportamento que seja ter sido programado, ter
sido ensinado diretamente ou não. Por exemplo, eu posso ensinar A e B para algum aluno e o meu aluno aprender C. Para além de aprender A e B, ele pode aprender C. A gente chama isso de aprendizagem emergente, tá? Então, ensinado diretamente, eu ensinei A e B, mas gerou ocasião para aprendizagem de além de A e B ele aprender ser, como vocês devem ter visto, em conteúdos que trabalharam, por exemplo, com equivalência de estímulos. Bom, bom pensar que alguns profissionais de áreas relativas de de especialidades possam querer ensinar aqueles objetivos das próprias áreas, né? Então,
na área da educação física, em geral, alguns pessoas vão falar: "Poxa, você não vai na parte motora?" A parte motor, o atraso motor, ele não é um core, ele não é uma característica definidora do TEA, embora a uma grande porcentagem de pessoas com autismo tenha atrasos motores. Então, intervir sobre uma parte motora de uma pessoa com autismo não é tratar o autismo, é tratar o atraso motor de uma pessoa com autismo. é importante, é, mas lembrando que um profissional de educação física também, assim como as especialidades médicas, uma outra especialidade da educação física é priorizar
aquilo que define o TEIA numa especialidade. Então, uma coisa não eh sobrepõe, não eh nega a outra possibilidade. Embora haja uma discussão da possibilidade de colocar o atraso motor como uma red flag, a gente chama de um sinal, um indicativo de autismo, porque logo ah, recém-nascido, você pode identificar alunos com atraso motor, mas a a literatura diverge se esse atraso motor ele é por conta do autismo ou se ele já é uma consequência do aluno ter inabilidade em outras coisas. Então, por exemplo, se o indivíduo não se atenta a estímulos, a gente chama de a
discriminação auditiva, que é fez um som aqui, eu viro o meu pescoço, se ele não tem esse repertório de discriminar, de identificar, eu não faço o movimento. Alguém com baixo conhecimento pode falar: "Ele tem atrás do motor porque ele não olha". Outra pessoa pode virar e falar: "Ele não discrimina". E por isso ele não faz esse movimento. E o fato dele não ter essa habilidade faz com que ele se movimente menos. E aí você logo já identifica atrás os motores do indivíduo como consequência dos coreomes, das características definidoras do TEA. Então, embora haja uma discussão
para colocar essa inabilidade, esse pequeno atraso motor logo na infância e você perceber, vocês devem, se tiverem filhos, se tiverem a clientes que têm atrasos motores, mas muito provavelmente eles têm esses atrasos motores como consequência da melhor ou menos qualificada exposição àquilo que outras pessoas com doento típico que não tem esses atrasos teriam. Então, por exemplo, se você tiver um indivíduo que tem ah uma dificuldade em questões sensoriais ou uma dificuldade em permanecer próximo de outras pessoas ou dificuldade em se comunicar com outras pessoas, certamente ele vai ser muito menos exposto e ao ser exposto,
muito menos qualidade de aprendizagem dos movimentos, saltando menos, brincando menos, se esforçando menos do que outras pessoas que não teriam esses comprometidos. Então, em geral, ah, o atraso motor ele não é típico do TEIA, mas ele está atípico do TEIA. E quanto mais a gente reduzir os prejuízos típicos do TEIA, né, aquilo que define o TEIA, menor chance do aluno ter pouco aproveitamento de desenvolvimento motor em outros lugares. Quanto mais você trabalhar no coreomes do TEA, mais chance do aluno esperar contato visual, é, a, a tolerar a presença de pessoas, se comunicar e aí ele
tem muito mais chance de desenvolver habilidades motoras quando exposto, certo? Essa é uma discussão bastante importante que vale a pena de você refletir em qual área você atua da mesma maneira. Então, ele não aprende matemática por inabilidade de em outras coisas. Talvez ele não aprenda a tomar banho por inabilidade de outras coisas. Talvez ele aprenda a ficar com uma postura, né, adequada, porque talvez a a as consequências sociais que ele tá sensível é diferente de uma pessoa que tá sensível quando alguém fala melhora a postura ou que perceba que essa postura abaixada ela não gera
um efeito de eu conseguir observar coisas melhores, de eu conseguir entender ou compreender, não tendo uma relação entre a minha minha postura e o efeito dos meus ganhos, né? Que isso aqui teria uma ampliação de ganhos que essa postura não me dá. Se eu não fico sensível ao quanto o meu corpo tá e a relação entre o meu corpo e o meu tipo de ganho, para que que eu vou ah levantar o meu corpo se isso é mais custoso, se isso é mais ah ah ah ah ah ah difícil para aquele indivíduo do que ficar
nessa posição. Então, muitas vezes a gente precisa olhar, né, para além daquele comprometimento. A gente precisa entender qual é a a a o pré-requisito, qual é a o a as habilidades pivotais que, por conta de estarem comprometidas geram outros comprometimentos e que as pessoas podem olhar e falar: "Ele precisa se beneficiar disso". Não menor dúvida que precisam se beneficiar, mas a questão é o que que é prioritário? Então, nesse caso, a gente entendendo que a parte motora, né, a aqui eu listo para vocês uma quantidade bastante robusta de avaliações, não somente específicas motoras, não exclusivas
motoras, mas avaliações eh de várias naturezas, educacionais, sensoriais, acadêmicas, que incorporam partes de avaliação motoras. Algumas são mais comuns, como eu já disse, KTK, TGMD, Bolt, né? Mas uma outras avaliações de desenvolvimento como o P, como por exemplo a a o Pierce, como por exemplo Vineland, são avaliações, a escala Bailey, são avaliações que trabalham com complexidade de currículo e que tem parte delas avaliação motora. Bom, para que que eu tô dizendo isso aí? Porque essas são ferramentas que os profissionais da, especificamente da área da educação física, mas tentem aplicar isso para as avaliações ou de
práticas baseadas em evidência das áreas específicas de outras categorias profissionais que às vezes não conseguem aplicar. Então, por exemplo, eu posso pegar aqui um exemplo de um uma avaliação em que o aluno tem que hã olhar para um certo professor, né? Ele tem que olhar para onde o professor tem que andar em cima de uma pista. Ele tem que encostar a ponta do pé no calcanhar do pé da frente e depois voltar encostando a ponta do pé no calcanhar da frente. Olha o tanto de habilidades que estão incorporadas numa avaliação motora que se o aluno
mal consegue seguir a instrução de que tem que tocar ou se ele tiver uma questão sensorial, se ele tiver a uma questão de imitação comprometida, você não consegue nem avaliar a parte motora. Se não consegue avaliar a parte motora, obviamente esse aluno vai ter atraso motor, porque ele vai ser muito menos exposto e quando exposto com melhor menor qualidade de aprendizagem motora em outros lugares. Ele vai ser menos convidado pra festa de aniversário e quando ele for, ele não vai brincar tipicamente, ele vai ficar perto de uma outra pessoa. Ele na festa junina vai ficar
o tempo todo olhando para uma outra coisa. Olha como é que a inabilidade de algumas características faz com que esse aluno seja cada vez menos exposto a um aprendizado qualificado da parte motora e alguém poderá dizer que ele tem atraso o motor porque ele é autista e na verdade não é. E alguém poderá dizer, ele precisa focar na parte motora. Perfeito, desde que também tem alguém focado no ensino, podendo ser inclusive da educação física, focado no core, nas características do tratamento do transtorno espectro do autismo. uma outra avaliação em que você pode pedir para que
o aluno olhe o movimento e daqui a pouco é usando uma raquete, né, ao pegar uma bolinha, jogue para cima ou e rebata ela ou que você pegue uma bola, olhe por cima e arremesse de uma certa distância para avaliar o movimento, motor. Muitas vezes esses aluno não vai olhar uma a instrução. Muitas vezes o aluno, especialmente nível dois, nível três de suporte, não vai olhar para onde tem que jogar. o profissional tem que pegar na mãozinha e fazer o movimento. Essa avaliação já fica toda comprometida. Então, pensando em avaliações como essas, a literatura vem
trazendo algumas adaptações. Mas quando você faz adaptações nesses protocolos, pensem comigo, para ensinar matemática, para ensinar eh a flexibilidade, para você ensinar a correção postural, que, né, que são não são características do TEIA, mas a gente tem as práticas baseadas em evidência da nossa área. Você pode em algum momento fazer alguma adaptação. A literatura já traz isso. Então, usar pistas visuais para para aplicar uma avaliação motora, por exemplo, do MBC, você usar inclusive animais para motivar o aluno a permanecer no ambiente para usar uma outra avaliação, você usar rotinas, né, ah, mostrando as figuras ou
usar um próprio vídeo mostrando, né, pro aluno. Essas adaptações, de certa maneira, tem viabilizado uma parte das pessoas com autismo que não fariam o teste de uma maneira tradicional, padrão, fazer esse teste. A questão é que quando você adapta esses testes, você não pode comparar os resultados desse aluno com aqueles alunos que fizeram os resultados, criam os dados normativos do teste padrão. Então, quando você faz uma adaptação, você não vai poder dizer que aquela que aquele resultado é bom, ruim, melhor ou pior, porque os testes padrões, os dados normativos da norma foram avaliados com pessoas
que fizeram o teste de forma padronizada. E você fazendo adaptação, você não pode comparar, porque se você pegasse, por exemplo, todos os alunos que eh tivessem que foram base para as dados normativos também tivessem utilizados esses recursos, provavelmente uma grande parcela deles teria um dado um resultado muito melhor. Então você não pode comparar, não deveria comparar, embora muita gente faça isso, comparar os dados de um aluno exposto a um teste adaptado com as condições, com os dados normativos de melhor ou pior. O que que eu deveria fazer? Então, você deveria descrever como foi feita essa
adaptação, considerar os resultados desse aluno e, numa próxima ocasião, avaliar novamente, com as mesmas condições de adaptação e comparar o resultado desse aluno com ele mesmo e não com um grupo maior para sinalizar valores de bom, ruim, melhor ou pior no repertório desse aluno, mas ele com ele mesmo, tá bom? E para definir o que é prioridade aqui, eu vou trazer um pouquinho mais de detalhes naquela avaliação que eu ah, conhecendo as barreiras do VIPMAP ah, entendi então que era uma possibilidade de você ao aplicar um teste motor, você observar quais são as variáveis que
impediram o aluno fazer o teste motor padrão. É porque ele tinha dificuldade em contato visual, é porque ele teve dificuldade em intolerância, frustração. E eu listei, então, 20 possíveis barreiras para que um aluno ah que comumente pessoas com autismo, né, dos variados perfis, normalmente tende barreiras para ser exposto a um teste padrão tradicional, tá? Eu criei cada uma delas e eu criei uma classificação h para cada uma delas para que você verifique se o aluno você fez uma adaptação, por exemplo, o sensor a a h dificuldade em >> por exemplo, >> por exemplo, o aluno
tem a dificuldade em questões auditivas, né? muita estimulação auditiva. E aí você no teste, você pede pro aluno fazer com abafador. Se o teste motor ele não diz não disser que isso é um problema, essa a essa modificação no padrão a gente vai chamar de ajuste. Por quê? Porque o teste não diz se pode ou se não pode. Então, eh, acontece que o fato de você está precisando colocar um abafador no aluno, isso é um sinal para você que provavelmente o aluno vai ser menos exposto a um aprendizado motor em outros contextos que tenham essa
estimulação sensorial ou que ele requeira ter esse fone de ouvido. De forma que ainda que você consiga avaliar a parte motora, é importante ter um outro profissional que auxilie ou alguns profissionais de forma coesa que auxiliem esse aluno a lidar, a tolerar. Não quer dizer gostar, que tolerar ruídos. Se ele não tolerar ruídos, pode ser que provavelmente é exposto a algumas situações, ele possa bater em outras pessoas, tolerar no sentido de não bater nas pessoas, não se machucar, né, ou aprender a pedir um fone. Então isso é tolerar e não necessariamente gostar de ruído, tá?
Então, se você tem num teste motor a necessidade disso para aquela variável eh tolerância a ruídos, você coloca uma sinalização de um ajuste. Pode ser que algum teste que ele tenha que fazer não possa permitir que o aluno faça com o o teste padrão, não permita que ele faça com o fone. Nesse caso, usar o fone para fazer o teste, eu vou chamar de uma adaptação, que é diferente do ajuste, que não alteraria o padrão de aplicação, mas nesse caso alterou, mas mesmo assim, com essa adaptação, o aluno conseguiu fazer o teste, tem uma pontuação
então um pouco maior. E aí uma outra característica é se, por exemplo, mesmo com o fone de ouvido, aquele aluno não conseguir nem fazer o teste. Então eu vou falar que esse impedimento, essa característica de intolerância ruído impediu a comprometer. E essa mesma lógica se aplica ajuste, adaptação, impedimento para 20 dessas barreiras, sejam de intolerância, frustração, de dificuldades de contato visual, de segmento de instrução ou uma questão intelectual de compreensão das regras ou uma dificuldade de dar continuidade para uma certa atividade, enfim. Listada essas barreiras, você consegue então ao aplicar o teste motor sinalizar se
é a placa, algumas que possam comprometer, se é ajuste, adaptação ou impedimento. E considerando que para cada uma delas um, se você não precisou fazer nenhuma modificação, não pontua. Se você precisou fazer ajuste, pontua um, se precisou fazer uma adaptação, pontua dois. E se fizer uma uma modificação e mesmo assim com aquela adaptação o aluno não conseguiu ser exposto, pontua três. De forma que no final do teste você pega essa avaliação de barreiras e só, opa, de forma que ao final do teste você pegue toda essa pontuação possível que o aluno teve de necessidade de
fazer ajustes ou adaptações e e ou impedimentos que foram impedidas e soma que uma pontuação mais alta vai sinalizar que aquele aluno tem muitos comprometimentos e vale a pena você ter uma equipe muito muito mais centrada em sinalizar os ensinar os comportamentos, né, pivotais do que as habilidades típicas da categoria profissional. E se ele tiver uma pontuação um pouco menor, então vai sinalizar e uma transição de possibilidades de intervir com objetivos mais típicos da categoria profissional, né, eh, e em condições de intervenção cada vez mais inclusivas. Então esse é um guia que complementa a intervenção
dos profissionais e também deve ser levado para relatórios profissionais, relatórios médicos de maneira geral. Tem um gráfico também baseado no na quem já tem as noção das barreiras do Vibmap, que vai considerar, né, ao longo do tempo, vamos supor, a cada 3 meses, a cada 6 meses, eu reaplico essa avaliação e aí eu posso ter uma noção se a minha intervenção focada no os coreos, eh, se ao longo do tempo eu tô intervindo e aí eu faço uma nova avaliação daqui se meses, se a pontuação é menor, sinaliza para mim que eu tô no caminho
correto, né? E se eu tô trabalhando sobre algumas características e o aluno ao daqui se meses pontuou mais nessas barreiras, quer dizer que eu preciso mudar o meu modelo de intervenção, tá? Então isso aqui combina, né, uma atuação de um profissional que não deixou de usar uma avaliação, uma prática da sua própria área, mas ele agregou a ciência da análise do comportamento para tomar decisões sobre o que ensinar prioritariamente. E um profissional de supervisor de área pode guiar os profissionais para criar avaliações dessa maneira, certo? Ahã. Ah, as muitas vezes, né, eu faço uma brincadeira
aqui com o Homer Simpson, né, que muitas vezes alguém pode virar falar, ó, se aprende isso, né, eh, ele tem teia, ele tem algum atraso, ele não pratica esporte, então foco na parte motora, né? E aí a brincadeira final é que a hora que você tá olhando por trás, na verdade tem muito mais áreas comprometidas, né? Ele não joga, ele não brinca. Não é porque ele só tem atraso motor, mas atraso motor foi como consequência dele não ter condições ou ter comprometimentos em esperar, em atenção compartilhada, tolerância. Então, as áreas precisam ser atendidas, mas algumas
áreas precisam ser prioritárias em benefício do aprendiz em detrimento, né, em comparação a você pensar o objetivo típico da sua área, tá? Então aqui é um documento, né, que a gente vai poder eh ter como alvo para que você possa documentar e aí vocês podem ter acesso e pode ser guia para outros profissionais naquilo que é o quem documentar ou quem ensinar. Então, ah, vocês vão perceber que esse documento ele é ele é preenchido da da esquerda pra direita, em que primeiro você vai colocar na primeira célula à esquerda >> e que primeiro você vai
>> que primeiro você vai registrar nesse documento da esquerda pra direita, primeiro qual é o objetivo que você vai ensinar. E aí, já eu vou explicar para vocês na próxima aula como é que a gente vai fazer isso em termos comportamentais, tá? Identificando lá nas avaliações comportamentais ou da entrevista, você vai colocar um código e o nome dela. Então, por exemplo, nas avaliações comportamentais, portas de pique ou checklist Denver, ou você tem no VBMAP ou no Abs, no Pic, essential for Living, Socially Save, Social Skill Solution, são várias avaliações ah comportamentais que vão avaliar, permitir
avaliar repertórios diferentes. ou, por exemplo, IGLR, que é uma avaliação de inventário de um bom aprendiz, você vai ter objetivos e muitas vezes o o comportamento que é avaliado nessas áreas, ele já tem um código, tá? Então, por exemplo, no né, para algumas pessoas que talvez já conheçam, que talvez seja mais comum, cada coluna de e habilidade que você vai avaliar, ele tem ah númerozinhos. Então, por exemplo, né, o olhar para um colega, né, ele já tem um número de um código. Então, para que você tenha aí um espaço economizado, você pode colocar ali o
nome da habilidade, mas você já coloca também o código dessa habilidade. A segunda ah coluna desse documento da ainda na mesma linha, ele vai tratar da onde que você tirou esse objetivo, por que você criou, por que que isso é importante? Porque muitas vezes a gente vê na literatura vários profissionais e cada um tirando objetivos daquilo que sua própria avaliação e unicamente da própria avaliação. Se você fizer isso unicamente, nós estamos trabalhando uma equipe eclética ou multidisciplinar. Se a gente pensar numa lógica interdisciplinar, aqueles objetivos precisam ser semelhantes. Então, que alguém traga avaliações, algumas pessoas
tragam avaliações e a equipe decida coletivamente quais são os comportamentos mais alvos. Então, em geral, você poderá aprender a prescrever a sua intervenção baseado numa avalia, no resultado de uma avaliação comportamental que eu vou trazer. Então aqui essa segunda coluna é de onde eu tirei esse objetivo? É um pedido de mãe? É um resultado do VBMAP? É do Bles? É de uma entrevista? E quando foi que eu tinha? Porque uma uma equipe cada vez coesa, ela vai ter avanços cada vez mais rápidos. Então, uma avaliação do Vibmap, que hoje um objetivo poderia ser do nível
ah do nível um, né, do nível um de da avaliação. Ah, daqui 2 meses, 3 meses, eu posso ter ah a como objetivo uma um outro comportamento, uma outra habilidade do nível dois ou do nível três. Então, é, a gente precisa colocar quando é que você é eh definiu aquele comportamento como alvo de ensino. Então, você coloca o nome da avaliação ou a fonte de informações que serviram para você definir aquele objetivo na segunda célula e também a data que foi definida aquele comportamento. Depois nós vamos escrever daí pra frente o como ensinar, que seriam
basicamente uma relação entre a brincadeira que eu fiz da Alice no País das Maravilhas, essas duas primeiras células, onde a gente quer chegar, né? Qual é o comportamento alvo? Depois eu vou dizer como é que eu vou ensinar essa habilidade, se é contato visual que eu tirei da do, agora eu vou falar como é que é a brincadeira, como é que é o exercício, como é que é a atividade, como é que é o a ferramenta que eu vou utilizar para ensinar contato visual. Então, um profissional de educação física pode adotar uma brincadeira de jogar
bola, o outro pode usar, adotar um circuito, o outro pode ser mergulhar na piscina, o outro pode ser escalada, estourar bolinha. São vários caminhos diferentes. E aí eu posso criar após uma linha abaixo da outra vários caminhos. Então, se eu tenho um código, por exemplo, do ensino de contato visual e criei três brincadeiras, eu vou repetir esse objetivo contato visual mais duas vezes e vou escrever como número da atividade 1, 2 e 3. E na próxima coluna eu vou escrever nome da atividade resumida é estourar bolinha, chutar bola e mergulhar na piscina. Ou seja, eu
tenho três atividades que vão me oportunizar ensinar contato visual sobre controle instrucional para criança que eu tirei do dessa maneira a gente tem uma equipe que não deixa de atuar os seus profissionais na sua própria área, mas eles têm objetivos comuns e agora vai me passar como é que eu vou consequenciar a o desempenho do esperar na minha brincadeira que eu criei que vai ser a quinta coluna, que são as consequências. Então eu vou ter que colocar ali qual é a consequência se o aluno fizer aquele repertório de independente, de forma independente. O que é
que eu vou consequenciar se ele precisar de algum tipo de ajuda? O como é que eu vou consequenciar se ele precisar de muita ajuda? Como é que eu vou consequenciar se esse aluno não fizer a atividade nele de comportamento não acontecer? a gente não vai utilizar punição, não vai utilizar controle aversivo, não briga, não insiste com o aluno, não eh seja desagradável com o aluno, então vai ter uma consequência. Então é sempre ganha ou ganha mais com desempenhos cada vez maiores. Bom, professor, mas é claro que na hora da brincadeira de jogar bola, que eu
tô querendo trabalhar contato visual, ele pode estar ganhando também força, ele pode estar ganhando coordenação motora. E aí, nesse caso, eu vou colocar ali na a sétima coluna, que são os objetivos secundários. Certo, professor? Mas e se meu aluno começar na brincadeira de contato visual, ele tá melhorando? Como é que eu, né, sigo para uma pró criar uma própria linha? Não, eu vou escrever a parte de metas, que é ali a sexta coluna, que eu vou escrever contato visual meta um, olhar por meio segundo, pode ser daqui a pouco. E aí, lembrando que ao levo
para o restante da equipe e junto com o supervisor, cada um tá criando esse documento de fisioterapia, esse documento da fono, de TO, de pedagogo para ensinar uma habilidade, por exemplo, de contato visual, que é fundamental para aquele aluno guiado por outros. Então, como é que algum alguém vai esperar o contato visual diferente do outro, né? que se torna muito diferente, é uma equipe eclética, uma equipe que define esses objetivos de forma bastante alinhados, eh, tende a ser muito mais efetiva. Professor, mas eu ensinar contato visual um para um de frente é mais fácil do
que eu ensinar contato visual quando eu tô lá na piscina, porque tem um monte de estimulação. É claro, então, as metas para aquele profissional que tá trabalhando na piscina são diferentes das metas do quem tá trabalhando na salinha separada. é diferente do contato visual para quem tá trabalhando no pedagogo na sala de aula. São contextos diferentes, mas a precisa colocar metas de dificuldades cada vez maiores em relação ao comportamento alvo, que nesse caso aqui eu tô dando um exemplo de contato visual, mas poderia ser qualquer outro comportamento. Então você vai colocando metas e a cada
vez que essa equipe se reúne, esse supervisor ou tendo um supervisor de área, vai ajudando a estabelecer novas metas para você alcançar e verificar se tá tendo um progresso no contato visual ou naquele comportamento alto. Ali ainda tem mais outras duas colunas que você vai poder sinalizar quando é que você preencheu, quando é que você documentou esse objetivo. Isso é muito importante pra hora que você criar um relatório de evolução do aluno. Olha, em semestre tal eu trabalhei tais objetivos. No semestre que vem ou no mês que vem eu trabalhei outros objetivos. Isso é muito
importante para te lembrar e te te documentar. Isso é muito importante. Seria muito importante. Isso ainda é mais importante, porque muitas vezes a hora que você profissional de outra área documenta dessa maneira e leva um documento dessa maneira sem precisar e ficar explicando para um analista do comportamento, você vai ser muito melhor compreendido, você vai ter muitas possibilidades de feedback, você vai ter muito mais quisto pela família e ter a o resultado da sua intervenção muito mais bem eh avaliada de forma que vai impactar não somente no ganho pro seu aprendiz, mas vai impactar financeiramente
e o a o impacto, né, no na na forma como esse profissional, como você profissional tá sendo eh desejado, né, e recomendado para atuar com outros aprendizes. E aí você pode ter uma célula ainda que permite que você coloque algumas observações. Esse documento ele é físico, ele é disponível, ele é gratuito, ele é uma cortesia de desenvolvimento tecnológico meu, que não é eh possível que você utilize ele e faça as adaptações, eh, e coloque o seu próprio nome, tá? Então, você pode utilizar, você pode utilizar ele n vocês percebam que ele não tem logotipo, tá?
Mas eh eh é uma tecnologia desenvolvida por mim por conta dessa história que vocês podem utilizar eh de uma forma extensiva, mas se adaptar precisa escrever, né, que esse é um documento adaptado desse documento já patenteado, já registrado por mim como uma tecnologia analítica comportamental para facilitar a comunicação e a viabilizar uma equipe interransdisciplinar em comparação a um outro extremo que seria uma equipe eclética. Pronto. Mas, mas e se você ah, e se você tem condições de acessar as avaliações comportamentais feitas, aplicadas, avaliadas por um outro profissional, você vai ter ainda mais ganhos para compor,
para documentar o que ensinar para esse aprendiz. Então, se você eh não domina o Abes, o Vib Map, o Essential for Living, né, é importante que alguém da equipe domine qual seria a avaliação mais apropriada para aquele perfil do aluno e saiba avaliar. e outros profissionais, então, vão aprender a interpretar essas avaliações, esses resultados para então preencherem aquele documento, né, tendo objetivos comuns. E é assim que eu vou trazer para vocês. Eu vou trazer alguns exemplos aqui, né, de interpretação do Vibmap, do Portage, do PIC, ah, do, mas existem várias outras avaliações que se aplicam
ah de mais ou menos a mesma lógica, tá? como social save. Então, para iniciar, eu vou trazer para vocês a noção do Vibmap, tá? O Vibmap é uma avaliação comportamental que identifica atrasos, né, ou marcos do desenvolvimento da comunicação de zero até eh 4 anos, tá? Então o nível um de avaliação, ele vai pegar até os marcos da linguagem ainda até 1 ano e meio. A a o nível dois vai pegar os marcos de 1 ano e meio a 2 anos e meio. E ah o nível três vai pegar a os marcos do desenvolvimento da
comunicação, da linguagem, comportamento verbal, enfim, ah de eh 2 anos e meio até 4 anos, certo? Ele é uma avaliação que hã é baseada numa escala desenvolvimentista de quais são aquelas aspectos marcantes da comunicação que um indivíduo em termos de linguagem apresenta. E aí você, a hora que você avalia com pessoas com autismo, você consegue saber se ele tem aqueles marcos, se ele apresenta na mesma etária ou se não apresentar quão atraso está comprometido isso, né? Então, por exemplo, um indivíduo que numa 3 anos teria como um marco do desenvolvimento linguístico X e ele na
verdade não apresenta, ele apresenta relacionado a qual carga horária, a qual faixa etária, melhor dizendo, tá? Isso é muito importante porque quanto maior esse atraso, quanto maior esse gap, essa falha, essa lacuna, né? falha aqui não no sentido de aluno, mas uma falha no desenvolvimento, mas a necessidade de suporte cada vez mais intensivo, quanto menor o atraso, né? Ah, pressupõe que essa intensidade não é tão grande quanto a um atraso bastante significativo, tá? Então, por exemplo, eu trago uma imagem aqui do VBMAP, que é então a gente chama isso de grid, né? ou um relatório.
As pessoas aprendem a aplicar o o o Vibmap, mas poucas pessoas aprendem a interpretar esses resultados e a prescreverem aqui nesse caso. Então, todas as células que estão preenchidas, seja com essas cores ou com outras cores, porque não é necessariamente você precisa colocar a mesma cor, a cor define que aquele indivíduo tem aquele marco do desenvolvimento, tá? Então vocês percebem que na parte de baixo são as habilidades que são marcantes para até 18 meses, as habilidades do nível dois até marcantes até 2 meses e meio e a parte de cima aquelas habilidades que são marcantes
até 4 anos. E se vocês olharem por colunas, são habilidades, são repertórios separados de todo que é uma comunicação. Ah, como eu disse, o Vibmap, ele pega enfatizado comunicação, mas ele tem algumas habilidades que são associadas à parte da comunicação, por exemplo, parte de matemática, de brincar, de brincar em grupos, acadêmicas. Alguns são pré-requisitos, são coisas bastante semelhantes à área da comunicação. Então, quando você olha para um documento como esse, você vai perceber que várias partes estão pintadas com cores diferentes. Isso quer dizer que foram avaliações do VIP BMAP em etapas da vida diferentes do
aluno. Se você perceber as partes de baixo que estão pintadas em amarelo, mas poderia ser qualquer outra cor, muito provavelmente se pintou com essa cor na primeira avaliação que fez e se colocou então tudo aquilo que ele tinha naquela época. entre o período da primeira paraa segunda avaliação e você interview baseado no resultado da primeira avaliação, lá na segunda avaliação você vai pintar com uma segunda cor diferente. Pode ser aqui, nesse caso, a gente imagina que seja a avaliação da cor verde, que ele então ele evoluiu entre a primeira e a segunda avaliação, certo? A,
a medida que o aluno vai desenvolvendo, você consegue fazer avaliações sem precisar aplicar todo o VBMAP e aplicar avaliações pontuais para algumas características e avaliar. Bom, nesse caso aqui, vocês percebam que a gente pode ter a o nível um para especificamente esse aluno. Todos os marcos do desenvolvimento são preenchidos. No nível dois, a gente tem uma habilidade ali que é habilidades de grupo que está comprometida. Ele tem o os níveis, o marco do marco um e o marco dois do nível dois, mas não tem os os outros nesse período que tá sendo avaliado com o
aluno. Lá no nível três, ele tem algumas habilidades que já tem ali o a os marcos do 1, 2, 3, mas alguns não têm nem o marco um do nível três. Então, uma equipe que senta a partir recebendo todos eles uma avaliação como essa, você pode então ter a escolha de quais são os marcos que devem ser alvo de intervenção de mais de um profissional, ainda que esses profissionais não sejam necessariamente fonodiólogos ou fonodiólogas ou atesa ou aplicadores em análise do comportamento. Você pode ter a a utilização desse marco, como eu disse, né, dentro do
próprio contexto da sua atuação, desde que você saiba fazer essa lógica de oportunizar esse comportamento do próprio contexto da seu trabalho e consequenciar o desempenho desse comportamento em habilidades. Alguns vão ter mais dificuldade para pensar, então você começa a pensar em outra, então não consigo trabalhar de habilidades de grupo porque eu atendo um para um. Então eu vou trabalhar aqui na parte de de leitura ou na parte de de de eco ecoar, repetir os sons. Eu não vou descrever a avaliação do PBME porque certamente vocês já tiveram e sabe que cada quadradinho desse é um
marco do desenvolvimento. Então à medida que você pega aqui, escolhe quais são os que eu vou trabalhar, que a maioria vai trabalhar, você vai lá e vai interpretar. Então vai pegar, olha qual que é o marco um, qual que é o marco dois do nível um de imitação, qual que é o marco três ou quatro do mando. E aí isso vai lá para aquele documento que eu expliquei para vocês logo lá no início. Então é o marco um do nível dois de mando, por exemplo, eh que eu vou trabalhar, que eu retirei da avaliação feita
em segundo semestre de 2024, quais são as atividades em linhas diferentes que eu vou trabalhar o mando, seja na no alongamento, seja para ele pedir uma coisa que ele vai querer ou para trocar ou para, enfim, mando, né? Vocês devem saber pedido de maneira geral, como é que eu posso oportunizar isso especificamente naquele marco. Então, seu aluno tá um mando para dois objetos, eu não vou ficar criando uma atividade em que o aluno tem que pedir várias coisas diferentes. Então, eu vou oportunizar atividades que ele tem aqui, por exemplo, pedir. Ah, ele tá pedindo para
mando por água. Poxa, então por que que eu não posso criar um exercício que gera um esforço físico e aprender da ocasião gerar oportunidade pro meu aluno solicitar a água naquela atividade? Então, a minha minha atividade vai ser uma oportunidade para gerar oportunidade de mando, assim como ele tá trabalhando mando em vários outros lugares e não apenas um profissional para trabalhar aquele repertório. Dessa maneira, o mando para aquele aluno de forma coesa, é impulsionado, ele é avançado, ele é muito melhorado com muito mais robusteza. Então aqui é um exemplo usando o Vibmap. E agora eu
vou passar para um exemplo, por exemplo, do Ables, uma avaliação de aprendizagem de linguagem, tá? que você também vai listar eh 23 ou 24 habilidades e cada uma delas existem tarefas que você avalia esses repertórios, seja de linguagem receptiva, de imitação, de ecoico, de mandos, habilidade motora fina, grossa, né? Então, algumas pessoas podem avaliar ou uma uma única pessoa pode avaliar e aí você vai então sentar com uma avaliação dessa e em equipe fazer a interpretação dela para escolher os principais comportamentos que toda a equipe pode trabalhar, né? Eles não vão trabalhar da mesma maneira,
mas os objetivos podem ser semelhantes. Então, vamos supor que você escolha, por exemplo, ali a da área de imitação vocal, né, que seria a coluna E. a gente tem uma conjunto de 20 tarefas para avaliar ele. Então você tá trabalhar o E1, o E2, porque estão parcialmente preenchidos, né? Eh, mais uma vez, com cores diferentes, porque são etapas diferentes. E algumas dessas habilidades, algumas dessas tarefas, o aluno pode ter plenamente desenvolvido, ele tá quase totalmente desenvolvido, parcialmente desenvolvido, pouco desenvolvido ou nada desenvolvido, depende da quantidade de eh quadradinhos que você vai preencher. Algumas dessas tarefas
são avaliadas em quatro em quatro qualidades de resposta. Outras são avaliadas parcialmente, consegue ou consegue plenamente, e outras são avaliadas simplesmente se faz ou não faz, como é o caso da avaliação motora grossa e fina. Nesse caso, então, sentando com uma avaliação como essa, a equipe decide o que é prioritário. Isso vai pro documento de todo mundo, facilita um olhar pro outro. você ajuda a estabelecer as metas, ter as consequências de forma coesa para que nenhum nem todo mundo fica usando as mesmas consequências ou um usar umas consequências e outro usando outras consequências. Então é
importante vocês também terem essa alimentação de informações. Quando você quer saber qual é a linha, é só pedir, né, o que significa cada uma daquelas linhas. Por exemplo, aqui eu trago o exemplo do brincar, né? Ah, que você tem a letra K de K1 a K15. Quando eu falei para vocês lá, que naquele meu planejamento você pode colocar o código, por exemplo, o K7 usa brincadeiras consistentes com o tema, não? Ou com o K10, que seria executa papéis enquanto brinca. Então esse é o mesmo comportamento que pode ser alvo por vários outros profissionais. A maneira
como você vai intervir sobre esse comportamento difere de uma área para outra. Isso é interransdisciplinaridade, tá? No caso do Social Save, é uma avaliação pra parte social, é o meu ah são é o terceiro que eu vou mostrar para vocês, a parte, né, que você tem aí não somente o a qualidade, mas a consistência, né, a fluência que ele executa algumas habilidades. Então, se tiver uma avaliação como essa, são sete áreas que são avaliadas de atenção compartilhada, brincar social, autorregulação, enfim, a atividade, habilidade de a sala de aula. E para cada uma delas existem condições
de testagem desse repertório. Quando o aluno não pontua nada, quer dizer que ele não faz aquela habilidade em nenhum contexto. Se ele faz um quadradinho, quer dizer que ele pontua, ele faz aquele repertório, ele exibe apenas algumas vezes. Se você pontua dois de três quadradinhos, quer dizer que ele faz quase sempre aquela avaliada quando solicitado. Se ele preenche três, quer dizer que que esse repertório não somente ele faz, mas ele faz em vários contextos. Então, uma avaliação como essa pode ser compartilhada em equipe e a equipe decidir aí o papel do supervisor do caso, falar
com fono, com too, como é que você interpreta esses resultados para que poder escolha, por exemplo, de social, emocional ali, ah, o um, né, que ele tem dois preenchidos, mas não tem três preenchidos. Ou seja, como é que a gente vai criar ocasiões para lidar com aquela com aquela aquela aquela necessidade ali de brincar social, né? Eh, no nível um, que em contextos em que ele ainda não faz. Então, para exemplificar o que seriam cada uma dessas linhas, né, ou tarefas de brincar social, por exemplo, de de 1 a 24, eu trago para vocês aqui
listado todas elas. Então o um é se envolv em jogos sociais interativos, dois brinque em paralelo, ou seja, próximo de uma pessoa por 5 minutos. E o 24 seria vence sem fazer comentários ou sem se gabar de uma outra pessoa que você venceu. Olha como é que são tudo isso é brincar social, mas são comportamentos dentro desse repertório de brincar social. E aí à medida que você escolhe essa habilidade, isso pode ser alvo por vários profissionais, certo? Para aproximando da finalização desse conteúdo, a gente tem um pique, porque o pique também é dividido em quatro
cadernos com avaliações diferentes. E você tem, por exemplo, aqui demonstrado nossa pirâmide verde, que é o caderno de que você ensinar habilidades diretamente, as habilidades pivotais. Se você não, os autores entendem que, eu tô tentando com o tempo. Os autores entendem que se você ensina diretamente algumas habilidades, outras podem ser aprendidas sem o ensino direto. Então, de cima para baixo são as habilidades mais básicas e para baixo as habilidades um pouco mais complexas. Aqui no caso tá pintado algumas células e são as habilidades mais simples. E à medida que o aluno você vai reavaliando, você
vai pintando com novas cores para eh mostrar a evolução do aluno ao longo do tempo. A pirâmide vermelha vai ser não somente do do treino direto, mas vai ser o treino de generalização, né? Então são quatro cadernos que aplicam um conceito teórico de equivalência de estímulos, né? eh, comportamento verbal e também RFT, que é a teoria dos quadros relacionais. Então, ah, se você tiver um aluno que tem uma avaliação como essa, por que não compartilhar o grid do relatório disso, né, com a equipe e ajudar a equipe decidir objetivos de forma comum para que não
fique um profissional uma vez por semana, poucas vezes, aquele comportamento que é muito comprometido e em vez disso ter esse comportamento alvo de forma coesa, né, por vários alunos, por vários profissionais, melhor dizendo. aqui, tá? Por exemplo, o que que seria um A, um B, cada quadradinho daquele, né? Então, de cima para baixo são as linhas A, B, C, D, E um da esquerda pra direita, né? Então, no caso do primeiro, nós temos apenas duas células, 1 A e 1 B, depois 2A, 2B, 3A, B, C e D. E dessa maneira a gente tem então
várias habilidades que vocês podem ter a noção de o que ensinar pro aluno de uma forma muito com mais chance do aluno aprender e não ficar ensinando alguma coisa que o aluno não necessariamente eh saiba, né, os pré-requisitos. Tem os pré-requisitos. Para uma atuação como essa, eu lembro, é preciso o desprendimento da lógica de atender na categoria profissional e mais ênfase em benefício do aluno, de forma que às vezes uma área comunicativa vai ser alvo por profissionais que não sejam tipicamente da área de comunicação, desde que eles sejam orientados, sejam ah eh oportunizados esses comportamentos,
né? né? Porque comunicação eh pode acontecer em vários contextos, na aula de matemática, na aula de judô, na aula de alongamento, ela pode acontecer, não é somente na aula de fono que vai ter comunicação, tá? Então é importante que sejam coesos. E aí um exemplo aqui de de exemplo de preenchimento que eu trouxe para vocês, né, de uma escolha de uma habilidade, né, 9H, 6B, 5D, né, e retiradas do pique que foi avaliada, por exemplo, lá em maio de 2023. Criei três brincadeiras diferentes, as consequências para cada uma delas, outros objetivos ou metas podem ser
preenchidos dessa maneira. E para finalizar essa aula, eu vou trazer para vocês o inventário Portage, que é a uma avaliação que também muitos de vocês devem conhecer, que faz uma avaliação por um repertório bastante complexo e amplo de que são são marcos do desenvolvimento até 6 anos, né? Então ele é menos detalhado que o Vibmap, mas ele amplia as possibilidades de idade e ele pega até 6 anos, coisa que a faixa etária do Abos também vai ali até os marcos de 5, 6 anos, cinco, né, alguns de 6 anos, tá? E aí no VIBMAP, no
portage, ele vai trazer a listagem de comportamentos que são típicos da área social, da área de cognição, da área de autocuidado, da área de linguagem, da área motor, típicos de zer a um, de um a dois, de dois a trê, três a quatro a cinco e de cinco a se tendo alguém feito essa avaliação, leva-se o grid dessas avaliações e se prioriza por mais profissionais aqueles comportamentos, aqueles marcos que estão mais atrasados, né, em detrimento da sua própria faixa etária. Dessa maneira você consegue ter objetivos comuns em equipe e imporcionar o desenvolvimento do seu a
próprio aluno, tá bom? Se vocês não souberem usar essas avaliações comportamentais, vocês não tiverem acesso, vocês podem utilizar inclusive a o próprio CDCE, que é aquele órgão americano que faz bianualmente, né, o a incidência do autismo no mundo e que ele tem um próprio site. Vocês podem entrar no site, né, cdc.gov, do GOV, né, Milestones, ou seja, marcos do desenvolvimento, que ele vai ajudar e ele também tem uma parte em portuguesa, inclusive, uma tabela e você pode usar o próprio aplicativo, tem o próprio aplicativo do CDC gratuito, em que você observa cada marco da área
de social, da área motora, da área cognitiva, né, e da área de lazer, que o indivíduo possa apresentar de zero a, se eu não me engano, a 5 anos. Ou seja, você pode pegar para você adiantar isso para uma mãe para avaliar, né, se o o filho dela faz aquelas coisas que são marcantes para aquela faixa etária. E se não fizer e recuperando, olhando para trás, o que é que ele faz para você então ter um processo de estimulação, de ensino cada mês mais impulsionado. Esse esse site e esse aplicativo, ele não somente te mostra
quais são os marcos, mas ele mostra vídeos para você identificar, né? é o vídeo de uma criança fazendo daquela daquela área o marco e também vai te dar orientações de como estimular, de como intervir sobre essa área, tá certo? Bom, a gente encerra por aqui essa aula e vejo se Bom, a gente encerra por aqui essa aula. Se vocês tiverem dúvidas, usem o espaço abaixo pros comentários e perguntas. Até lá. Eu não contei o tempo.