Salve camaradas, tudo bem? O tema do vídeo de hoje do canal é Iago Braga, o falsificador fugiu do [Música] debate. Antes de começar propriamente o tema do vídeo do canal, quero muito agradecer a você que ajuda a manter e melhorar nosso canal a partir do apoias. Seu apoio é fundamental, indispensável pra gente continuar o nosso trabalho aqui no Farol Brasil. A você, meu, muito Obrigado. Se preferiu Pix, tá aparecendo aqui como QR code na tela do vídeo. Camaradas, note, nas últimas semanas, né, teve alguns vídeos aqui nas redes, vocês acompanharam que ia ter um debate
com o Thiago Braga, né? Mas o Thiago Braga, ele correu do debate. Ele correu do debate. E aí, que que a gente vai fazer aqui neste vídeo? Eu vou provar que o Thiago Braga fugiu ao debate e mentiu para a base dele e vou começar a expor o método de falsificação, Falsificação de citações, falsificação de cronologia histórica, omissão de fatos, enfim, como o Thiago Braga, ele não é um historiador, ele é alguém que falsifica abertamente o conteúdo que ele se propõe a abordar. A gente vai mostrar isso a partir de exemplos do livro dele e
de exemplos do vídeo dele sobre a Coreia do Norte. Eu não vou aqui expor todos os argumentos já nesse vídeo, por não? Dia 10 de junho eu vou para o Inteligência Limitada. Vou participar de Um episódio sobre a Segunda Guerra Mundial e o Pacto de não agressão germano-soviético. A gente não sabe ainda se o episódio vai ser gravado ao vivo. Conversei com a produçãoista limitada e defendi que o episódio fosse ao vivo, mas ainda estamos vendo aí. Então, no dia 10 de junho, estarei lá em São Paulo, estúdios de inteligência limitada. Já que o Thiago
fugiu, hã, já que o Thiago fugiu, eu vou est lá sozinho. Era para ser um debate, né, Thaago, mas eu vou est lá. Então, vou deixar para dia 10 de junho, né, expor todas as falsificações do Thiago Braga, presta atenção. E vou fazer mais. Eu vou no final de maio para o Três Irmãos Podcast e vou participar de dois debates. Um debate com o deputado bolsonarista da bancada do agro sobre agricultura e agronegócio no Brasil. Um debate com o Wilk Leão sobre educação e universidade pública. Esses debates vão fazer com que minhas redes cresçam, meu
Canal no YouTube e por aí vai. Que é que eu vou fazer em sequência esses debates no Três Irmãos Podcast? Eu vou soltar um vídeo só com falsificações do Thiago Braga. eh, mais antigas sobre Coreia do Norte, Rolodomor e por aí vai. Então, vai ser um material mais antigo, só com um resumo de falsificações do Thiago Braga. Depois vou para o Inteligência Limitada, vou mostrar as falsificações do livro dele e no episódio do Inteligência Limitada vou fazer um Anúncio muito importante. Então eu vou pedir, por favor, que vocês aguardem até o dia 10 de junho
ou um pouquinho depois, se o episódio for gravado. Eu aviso para vocês. Isso por um lado. E aí, gente, vamos lá. Thiago Braga, ele lançou um vídeo, né? É um vídeo com estética adolescente tardia. Comunistas choram com meus vídeos. A lapada final. O vídeo com uma estética de adolescente tardi que é basicamente para tentar acalmar a base dele, porque ele sentiu a Lapada, viu? Sentiu a lapada. E aí, como é que a gente vai mostrar? Vamos eh recontextualizar a história. O Thiago Braga foi para o Inteligência Limitada dar uma entrevista para falar do livro dele,
né? No dia dessa entrevista, eu mandei uma mensagem pro Vilela, fal e falei assim: "Vilela, chama o Thiago Braga para um debate comigo sobre a história da União Soviética e do Pacto de não agressão germ no Soviético." E aí quando acabou o episódio, o Vilela foi e Conversou com o Thiago Braga sobre isso e ele falou que não queria debater, né? Ele falou que não queria debater no meu vídeo, as mentiras de Thiago Braga sobre a União Soviética. Aos 2 minutos e 30 segundos eu conto essa história, né? Bota aí na tela, Maxuel, o trechozinho
da minha fala, por favor, marcar um debate aí nós dois. E aí o Vilela propôs ao Thiago, o Thiago disse que não topava, não aceitava debate. Então assim, você que é fã do Thiago Braga, só Para você saber, eu propus ao Vilela um debate os dois sobre o tema de história da União Soviética, história das experiências socialistas e o Thiago Braga não topou, viu? A partir do momento que o Thiago Braga decidiu não debater comigo, falou que não gostava, não se sentia à vontade com debate, por aí vai, eu lancei o primeiro vídeo, né, Mentiras
de Thiago Braga sobre a União Soviética, parte um. Nesse vídeo, esse vídeo o Thiago sentiu muito, viu? Isso Aí pegou no coração dele. Ele foi exposto como alguém que não tem capacidade de formular sobre teoria e metodologia da pesquisa histórica, né? Neste vídeo eu digo abertamente a partir dos 3 minutos e 50 segundos que meu problema com Thiago Braga não é o fato de ele não ter graduação história, não ter mestrado, não ter doutorado, é que ele não entende nada de teoria, de metodologia, de análise histórica, né? Bota aí, Maxuell, a a minha fala, por
Favor. Meu problema com Thiago Braga é que ele não entende nada de teoria e metodologia da história e que ele busca colocar-se como alguém neutro e que não é. E quando ele tenta falar alguma coisa, ele acaba escapando e saindo da falsa neutralidade. Isso aqui é importante, né? E ele é um cara desqualificado no trato dos documentos, no trato da pesquisa histórica, no trato da metodologia, no trato do que a memória, de como abordar As fontes e por aí vai. Inclusive, esse vídeo é engraçado porque a partir dos 5 minutos e 39 segundos é dito
que o Thiago Braga é o terror dos comunistas. É engraçado, é o terror dos comunistas que não tem capacidade, coragem de debater comigo, né, Thaago? Um terror dos comunistas engraçados, né? também. Aliás, hoje vai sangrar cara vai sangrar também conhecido como terror dos comunistas. O pessoal tá falando aqui, ó. A galera chama, né? Mas vamos lá. Aí Beleza. Nesta entrevista que o Thiago dá pro Vilela, Inteligência Limitada, fica claro duas coisas. A incapacidade dele de formular sobre teoria e metodologia da história e a insegurança que ele tem, o ressentimento que ele tem por não ser
uma pessoa aceita, considerada relevante no debate acadêmico na universidade brasileira. começa dizendo o seguinte: aos 6 minutos e 2 segundos, é, o Thago fala que tá publicando o livro para uma editora acadêmica muito respeitada. Aqui Na câmera, olha aqui, ó. É por uma editora acadêmica, editora dialética, uma editora muito respeitada. A editora dialética é uma editora comercial que não é acadêmica. É provável que vários de vocês t a sua caixa de e-mail lotada com e-mail da dialética chamando para publicar o livro. É, pagou, publicou. Você entra no site da editora, a primeira coisa que tem
é clique aqui, publique seu livro, bota aí na tela, Maxwell, por favor, né? Não é uma Editora acadêmica. E aí, veja, isso não é nem uma crítica ao trabalho das pessoas lá da dialética, respeito o trabalho de todo mundo. É uma editora comercial, perfeito. É uma editora que publica livro de autoajuda, que publica livro de coach, que não sei o quê. E qualquer pessoa que quiser publicar é só pagar e vai ter o livro publicado. Não é uma editora acadêmica, né? Já, já, inclusive, a gente vai voltar nesse ponto e vai desenvolver um pouco mais.
E Aí, depois de mostrar toda a insegurança acadêmica que tem, o Thago Braga é confrontado com duas perguntas pelo Vilela. Aos 9 minutos e 55 segundos, ele é perguntado por ele é historiador, porque tem gente que fala que ele não é historiador. Bota na tela Maxel a pergunta do Vilela, tirar esse telefone da sala. Não pensa falarse que você não é historiador. Não, claro que não. Eu não só sou historiador quanto eu tenho uma pós-graduação em ciências humanas, História, filosofia e sociologia. E aos 11 minutos 55 segundos, tudo está no meu vídeo, né? As mentiras
de Thiago Braga sobre a União Soviética. Vila, ela pergunta: "Qual é a diferença entre história e propaganda?" Propaganda. E aí então a galera se afasta. Não, peraí isso aí é propaganda por diferença. Qual a diferença? Como a gente estabelece um limite de um vídeo, de uma obra, de um de um estudo, até onde aquilo é baseado em alguma coisa? Qual o espaço do Historiador de colocar? Assim, eu estudei, peguei peguei eh peguei e escritos, depoimentos, não sei o quê. E daí eu tiro uma conclusão. Qual é a sua, qual é a parte sua que você
pode tirar uma conclusão? Ou você pode a partir daqui falar, quer saber? Eu considero esse, esse e esse não. Como funciona? Aí eu mostro no meu vídeo que o Thiago Braga não conseguiu responder as duas coisas. O Thiago Braga, ele tava ao vivo pro Vilela, num ambiente amigável. Ele o Vilela tem uma boa relação, tudo tranquilo, sem pressão, sem nada. E ele não conseguiu responder simplesmente porque ele é historiador. O argumento dele é que ele fez uma após em ciências humanas e não conseguiu responder a diferença entre uma análise histórica e uma mera propaganda. Simples,
objetivamente. O Thiago Braga ele é brabo na frente do computador dele, né? Mas assim, numa entrevista fe não era nenhum debate, ele simplesmente não Conseguiu responder duas perguntas básicas do Vilela. Eu gravei o vídeo dando a lapada nele. Ele sentiu e sentiu muito. E aí ele vai e posta no Twitter um textão me desafiando e desafiando o Gaio Fato para o debate. Veja, o Gaio Fato até então não tinha nada a ver com a história. Há dois anos atrás o Gaio Fato e o Thiago se desafiaram para um debate e tal, mas dessa vez agora
o Gaiofato não tinha nada a ver com a história. Ele coloca o Gaiofato no meio. Bota aí na tela, Maxel, o textão dele do Twitter, por favor. No textão dele do Twitter, ele inclusive vem com uma proposta ridícula que é eu mandar um dossiê para ele sobre tudo que tá errado no livro dele antes do debate para ele conseguir se preparar pro debate. Veja o nível de insegurança da pessoa. Destaca aí, Maxel, por favor, só esse trecho, né? Mas aí eu aceito de cara, sabendo como Thago é, muita gente falou, inclusive, Jones, eu duvido que
ele vai, Ele vai desistir, tal. Eu em seguida já gravei um vídeo. Tiago Braga aceitou o debate, né? Neste vídeo, a partir dos 8 minutos, eu afirmo que o livro de Thago é um livro ruim, cheio de omissões e que omite informações propositalmente para construir uma narrativa falseada, né? Eu afirmo isso a partir dos 8 minutos até 8 minutos e 25 segundos. Coloca na tela, Maxuell, por favor. Igo, o seu livro é um livro mentiroso, é um livro ruim e no caso específico do terceiro capítulo, é Um livro cheio de omissões. Você omite propositalmente informações
para construir uma narrativa falseada do que e você quer chegar, né? Então você, ao criar uma linha do tempo histórica, você exclui dessa linha do tempo todos os fatos que são prejudiciais à sua narrativa e a sua ideologia prévia. você não tem nenhuma objetividade científica, você não tem nenhum regórico. Esse e aí eu gravei esse vídeo já para deixar salvo, né, Registrado para além do perfil dele, o texto do Thiago Braga, ele chamando pro debate, eu dizendo que aceito e sabendo que ele ia desistir, porque eu tenho certeza que ele postou esse texto no momento
que ele ficou nervoso, afetado quando viu meu vídeo. Eu já adiantei algumas questões. Primeiro, a partir dos 10 minutos e 25 segundos do meu vídeo, eu falo que não vou entrar em contato com o Thiago, que a produção vai do Inteligência Limitada vai mediar a Organização do debate e falo que não posso em maio. O trecho começa de 10 minutos e 25 segundos até 11 minutos e 32 segundos, né? Maxwuell vai colocar na tela para vocês verem eu falando. Eu hoje, domingo, mandei mensagem pro Vilela e disse: "Vila, não quero entrar em contato com Thiago
Braga, não vejo necessidade. A produção do Inteligência Limitada faz a mediação entre as partes, define a data, define as regras básicas da metodologia e a gente faz o debate." Adianto para vocês o seguinte, eu não vou poder fazer esse debate em maio porque eu tenho aula doutorado, porque eu tenho trabalho, porque eu tenho tarefas de militância e porque eu já tenho dois debates marcados, né? Nesse mês de maio. Eu vou participar de um seminário em São Paulo, no meio do mês, vou pro Mato Grosso do Sul no começo de maio e vou para Minas Gerais
no final de maio. Então já tem uma agenda lotada, né? Tem uma agenda lotada de atividades De demandas e tal. Não é possível fazer esse debate para mim em maio. Eu já mandei mensagem pro Vilela falando assim: "Vilaela, vou marcar o debate ou para junho ou para julho. Até um tempozinho aí, viu? De estudar. Ou para junho ou para julho. É isso. Então não venha reclamar da data não, que é isso. Minha agenda não tá disponível para os seus caprichos. Não tenho trabalho, tenho doutorado, tenho militância, tenho compromissos públicos Pelo Brasil e tal. Junho, julho,
nem vai demorar, viu? 40, 45 dias e tudo certo, feito. Não corra não. Por que eu fiz isso? Eu tinha certeza que o Thiago Braga ia chegar com a ideia, ó, tá, vai ter debate, vamos na semana que vem, pode não fugiu. Então, veja, antes da produção do Vilela entrar em contato comigo ou antes de eu falar com a produção eh do Vilela, eu lancei o vídeo para deixar claro, avisar publicamente, ó, não posso em maio por tenho aula de Doutorado, eu tenho trabalho, eu tenho atividade de militância, tenho atividade em seis estados. O Thaago,
Thaago, eu sei que você tem uma insegurança acadêmica muito grande, mas assim, eu rodo as universidades do país, né? As principais universidades do país, fazendo debate, né? Então, tive recentemente na Universidade Católica de Brasília, depois tive na Federal do Mato Grosso, na Estadual do Mato Grosso. Agora, essa segunda-feira, quando esse Vídeo tá estiver indo a ar, eu vou estar no avião indo pra USP, né? participar de um seminário. Então assim, Thaago, é isso. Eu tenho atividade, não tô disponível a partir dos seus caprichos, não. Então, eu já soltei o vídeo, né? Bota aí na tela,
Maxwell, eh, Thiago Braga aceitou o debate, bota a data que eu soltei o vídeo, por favor, dizendo que eu não podia em maio, mas vamos fazer junho ou julho, qualquer dia de julho. Poderia ser no primeiro dia de Junho, aliás, no primeiro dia de junho, segundo dia de junho, vamos fazer, né? Aí a partir disso, veja só, presta atenção. A partir disso, sabendo como é o Thago, inclusive eu até falo nesse vídeo, a partir dos 16 minutos, eu falo que eu tô gravando esse vídeo pro Thiago Braga não desistir. Perfeito, Thiago Braga não desistir. Debate
vai acontecer junho ou julho. Vou falar com Vilela nessa segunda-feira. Assim que tiver a data fechada, eu falo com vocês. Já tô Gravando esse vídeo que é pro Thiago não desistir, para ele não dar para trás. Então fica todo mundo aqui, todo mundo viu o texto dele no Twitter, tá gravado, ele não pode dar para trás. E aí começou a conversa com a produtora do Inteligência Limitada. No meu vídeo, Thiago Braga está desistindo do debate. Eu não falei o nome dela, mas o Thiago Braga postou um print que eu acho que é falso, diga se
passar. Já já a gente chega lá e aí aparece o nome dela. Então Thiago expôs o nome dela, o nome dela é Fabi. Evidentemente que eu não vou aqui colocar foto e tal e tal. Eu começo a a a dialogar com ela e tal, o Thiago Braga para de responder. Aí eu gravo um vídeo, Thiago Braga está desistindo do debate e aí vê a partir de 1 minuto e 55 segundos, eu já digo, eh, nesse meu vídeo, né? Eh, eu imaginei que que Thiago iria propor um debate paraa semana que vem. Aí eu falava que
não podia e ele falar que o debate tá Cancelado. Bota aí na tela, Maxel. Eu imaginei que o Thiago ia fazer o seguinte: "Ah, vamos fazer o debate, eu posso na semana que vem, pode não. Então tá cancelado." Eu imaginei isso. Foi justamente isso que aconteceu. E a partir dos 4 minutos e 44 segundos desse vídeo, eu falo que se o Thiago Braga frescar e mentir, mostra os prints da conversa com a produtora do Inteligência Limitada. Bota aí na tela de novo, Maxuell, minha fala, Por favor. Sabendo como é malicioso Thiago Braga, a produtora do
Inteligência Limitada. E aqui, atenção, eu não vou falar o nome dela, nem vou mostrar os prints da conversa no WhatsApp, porque eu acho que não precisa. Se o Thiago Braga frescar e mentir publicamente, aí eu vou falar com Vilela, vou dizer assim: "Ô, Vilela, ó, Iago tá mentindo, eu quero autorização para mostrar os prints. Corto o nome da produtora de inteligência limitada, Corta a foto dela e quero autorização para mostrar os print, porque o Thiago tá mentindo, né? E aí não dá para deixar ele mentir em público. Perfeito. Eu não estou falando com Thiago Braga,
quem está falando é a produtora inteligência limitada. de novo. Foi justamente isso que aconteceu. Então, primeira parte aqui, vou deixar provado por A mais B que Thiago Braga mentiu dizendo que foi eu que cancelei o debate. Tem outro ponto que é importante. O Gustavo Gaiofato, ele não falou com a Produção Inteligência Limitada. Eu fiquei falando com a produção inteligência limitada por mim e pelo Gaiofato. Então, toda a conversa foi comigo, toda a conversa, o Gustavo não interferiu em nada. Eu só perguntava ao Gustavo, Gustavo, tu pode nessa data? Pode nessa data e tal. Veja qual
é a malícia que o Thiago Braga faz? Ele começa já com a mentira. É uma mentira leve, mas é uma mentira. Aos 3 minutos e 50 segundos do vídeo dele, Comunistas choram com meus vídeos. Ele diz que eu e Gustavo tomamos a iniciativa de chamar ele pro debate. Isso é mentira. Gustavo chamou ele pro debate anos atrás. Quem chamou ele pro debate foi eu. E aí os dois tomaram a iniciativa de me chamarem pro debate. Inclusive esse rapaz aqui já tinha me chamado lá atrás. Depois da humilhação dos meus vídeos. Eu aceitei, mas depois ele
disse que não queria vir debater. Agora de novo, os dois juntos me Chamaram pro debate. Ele disse pro Vilela que não aceitava. Ele me conhece, falou pro Vilela, não quero não debater com Jones, não, não sei o que e tal. Depois que ele viu meu vídeo, as mentiras de Thiago Braga sobre União Soviética, ele ficou puto. Aí ele foi pro Twitter me desafiar para um debate, né? Então veja quem trouxe de volta essa história de debate foi você, Thaago, não foi eu. Você disse pro Vilela que não queria debater comigo, eu falei: "Beleza, vou responder
aqui seu conteúdo, suave, segue a vida, né?" Aí a mentira mesmo, a mentira mesmo começa a partir dos 4 minutos e 10 segundos. Tiago fala que eu e Gustavo queríamos jogar o debate lá pra frente, né? Em seguida, a partir dos 5 minutos, é ele mostra 5 minutos e 5 e 5 segundos, ele mostra um print de uma mensagem de Zap que provavelmente é falso. Já já vou mostrar para vocês. E ele fala que deu o assunto por encerrado no dia 28. Eu vou Mostrar para vocês que isso é mentira, né? Aí aos 6 minutos
e 31 segundos ele posta de novo o suposto print. Maxuel, coloca o trecho do Thiago Braga falando, por favor. Trecho inteiro dos 4 minutos e 10 segundos. Coloca em velocidade acelerada para aparecer a versão dele. Eles queriam jogar o debate pra frente lá para junho, julho, agosto, setembro. Eu falei que não, que eu queria que fosse logo, porque depois eu não podia e nem queria. E aí a produção do Vilelo Intermediou no dia 28 de abril. Só que no mesmo dia eles ficaram pulando fora, dizendo que não dava, que tinham aulas na faculdade. Os caras
vivem de react treta o dia inteiro. Aí ficaram arrumando desculpinha agora que eu aceitei aulinha na faculdade. Só lembrando galera que foram eles que me chamaram pro debate, não eu. Se eles chamaram, eles tinham que aceitar fazer logo, mas eles não aceitaram. Eu insisti, falei que poderia escolher Qualquer dia e hora até dia 16 de maio. E eu falei que a responsabilidade era deles porque foram eles que me chamaram pro debate, então eles que tinham que dar um jeito. E eles continuaram negando e começaram a tentar me provocar para eu aceitar jogar pra frente. E
aí, já que eles negaram todas as vezes que não iam fazer o debate até o dia 16, eu deixei claro pra produção do Vilela que meu assunto estava encerrado com eles. Isso tá claro aqui na mensagem que vocês Podem ver agora. Depois de várias trocas de mensagens, eu dei aquele contato por encerrado, já que eles não ciram. Como vocês puderam ver, essa é a narrativa mentirosa do Thiago. Aí ele diz que deu o assunto por encerrado no dia 28. Deu o assunto por encerrado dia 28. Bota de novo, Maxel, só esse trecho dizendo que deu
o assunto por encerrado. Bota em slow motion devagarzinho pra galera ver. Eu deixei claro pra produção do Vilela que meu assunto estava encerrado com Eles. Isso tá claro aqui na mensagem que vocês podem ver agora. Depois de várias trocas de mensagens, eu dei aquele contato por encerrado, já dei aquele contato por encerrado, já aí em seguida, em seguida, aos 7 minutos e 15 segundos, ele diz que não estava deixando de responder a produção do Vilela. Vamos ver se é isso mesmo. Bota na tela, Maxwell, tá vendo tudo bem transparente para vocês. Eu não tava deixando
de responder a produção do Vilela. Eu não Tava deixando de responder a produção do Vilela. Pronto. Então essa é a versão do Thiago Braga para dizer que supostamente eu corri, né, do debate. Aí vamos ver o que que é a verdade. Veja, no dia que eu soltei meu vídeo publicamente, né, no dia que Thiago Braga aceitou o debate, bota aí na tela, dizendo no vídeo que eu não posso em Maio, presta atenção, dizendo, veja, no vídeo eu falo que não posso em maio, tá público. Esse vídeo foi ao eh cedinho. Aí nesse dia a Maxwell
vai colocar os prints na tela para vocês. Vamos lá, Maxel. Print número um. Nesse dia, às 4 horas da tarde, depois que meu vídeo já foi ao ar, né? Já tava com mais de 20.000 visualizações, um bocado de gente já tinha visto. Aí eu recebo a mensagem da Fabia, produtor de telista limitada aqui. Diz: "Jônios, tudo bem?" Vilela comentou que você aceitou o debate com Thago, certo? queria ver qual seria a melhor data, porque daí vamos pegar um Estúdio no Rio. Ele exigiu que fosse no Rio de Janeiro. Aí eu respondo: "Salve, Fabi, boa tarde.
Em junho, as melhores datas seriam da semana do dia 16 até o dia 20, qualquer dia, da semana do dia 23 até o dia 26. Em julho, da semana do dia 7 até o dia 11, qualquer dia. Da semana do dia 14 até o dia 18 qualquer dia. Print número dois, Maxuell, por favor, na tela. Aí Thiago Braga responde. Tá lá, vocês estão vendo no print encaminhado, né? É a Fabi me Encaminhando. Não falei com Thiago Braga em momento nenhum. Em julho, julho, essas datas estarei realizando avaliação e fechamento de semestre na faculdade. Em agosto
e setembro tenho viagem, trabalho no exterior. Oi, o Thiago respondeu: "Você acha que final de maio não seria possível final de maio?" O Thaago, eh, meu vídeo eu falo que eu não posso em maio, só poderia junho, julho, comecinho de junho, eu podia. Aí o Thiago podia ir Em maio, né? O Thaago, podia em maio, qualquer dia de maio. Presta atenção. Aí eu respondo: "Não, já tenho datas marcadas em maio, além de aula, doutorado e palestra pelo Brasil, mas ele passa junho inteiro viajando. Não tem nenhuma data na primeira semana de junho que possamos usar.
Por exemplo, dia 2 de junho, numa segunda-feira, é começo do mês, quase maio, mas que só é o print número três, por favor. Aí ele responde, tá ali, mensagem encaminhada. No início de junho, já estou nos últimos dias de aula para avaliação. Aí eu respondo: "Fabi, objetivamente, o que Thiago tá dizendo é que se o debate não for em maio, não vai mais rolar, porque não pode em junho, julho, agosto e setembro. Só resta a opção de jogar para outubro ou não fazer nesses termos. Vou falar com Gustavo. Presta atenção. Vocês lembram que foi perguntado
pela produtora se podia alguma data em maio, né, que ele podia em maio, né? Aí ele Queria já cancelar o debate, eu dizendo que não podia em maio. Perfeito, volta print número três pra tela, Maxwell. Aí eu falo: "Vou falar com Gustavo para arrumarmos uma data em maio." Perfeito, então vou desenrolar maio. Só pode maio? Eu desenrolo maio. Vamos lá. Mas adianto que não tem flexibilidade muito não. A data desenrolada em maio ele vai ter que topar. Opa. Se realmente quiser debater e não usar a a questão das datas como desculpa para cancelar. Maxel print
Número 4. E aí vem a resposta, né? Qualquer dia até 16 de maio, de segunda a sexta, amanhã ou tarde, estou lançando o segundo livro. Eh, Mensagem do Thiago encaminhada pra produtora de interesse limitado. Ela manda um áudio que fala basicamente a mesma coisa. Print número cinco, Maxuell. Depois disso eu falo, então Fabi, o seguinte, hoje às 2 horas da tarde lancei um vídeo explicando como será o debate. No vídeo falei que não poderia em maio, tenho aulas de Doutorado, tenho atividades em seus estados e tenho dois debates já marcados. Tiago escolheu o estado do
debate Rio de Janeiro. Se fosse em São Paulo, eu até seria, eu poderia até tentar, viu? Atenção, se fosse em São Paulo, eu poderia até tentar, porque eu tenho atividade em São Paulo nessa segunda-feira, né? E é isso. Poderia até tentar porque já não gastaria passagem e tal, mas é isso. Jogou pro Rio. Tiago escolheu o estado do debate, escolheu o Tema, escolheu ser um debate de dois, eu e Gustavo contra ele, está escolhendo o mês. Ele basicamente está escolhendo tudo e eu dizendo sim para tudo, para o debate acontecer. Mas tem uma coisa que
não abre mão. É impossível realizar o debate até o dia 16 de maio. Tô com a agenda lotada de compromissos e ele sabe disso. Falei isso no vídeo. Para maio eu consigo fazer dia 31 de maio. É no mês de maio demanda inicial dele. Pode ser qualquer dia também no começo de junho. Ele colocar que só pode ser em maio, no máximo até dia 16. Sabendo que eu não posso, é só malícia para cancelar o debate. Veja, essa mensagem foi de 6 horas da noite, né? Aí a Fabi não me respondeu mais. Aí dia 30
Maxel print número se por favor vocês estão vendo ali, ó, quarta, 30 de abril, ali em cima no print, né? Fabi, boa tarde. Olá, boa tarde. Tudo bem? Tudo sim. Temos resposta do Thaago. Preciso saber se o debate vai rolar ou não para programar Minha agenda. Aí ela responde: Junes, ele não respondeu mais. Presta atenção. Thiago diz que dá o assunto por encerrado dia 28. Mas pera aí, dia 30 eu tô conversando com a produtora do Inteligência Limitada e ela diz: "Jones, ele não respondeu mais. Eita, Fabi, espero que não tenha desistido do debate e
não queira dizer como faremos. fala de novo com ele quando mandei mensagem para ele novamente dia 30 de maio às 5:20 da Tarde mandei mensagem hoje de novo, mas não respondeu também. Então ele não respondeu a mensagem do dia 28, ela mandou mensagem dia 30 e ele não respondeu. Aí a desculpa dele é: "Ah, eu tava sem celular e deu o assunto por encerrado na segunda, mas isso não é verdade". Pelo que a gente tá vendo aqui, né? E mandei mensagem agora de novo. Isso na quarta-feira. Aí segue. Aí eu respondo: "Ma que só é
o print número sete". N aí tem a resposta, eu falo: "Perfeito, obrigado." Ela: "De nada, assim que ele responder." Então, não tinha respondido, né? Eu te aviso. Dia 2 de maio, sexta-feira, eu falo: "Fabi, bom dia, novidades?" Ela responde na quarta-feira às 1:50 da tarde, tá? O print número 7 aí na tela. Oi, Júniores, tudo bem? Ainda estou aguardando o retorno de Thiago. Opa, mas Thiago não disse que tinha dado por encerrado o assunto segunda-feira, dia 28. Bota na tela de novo Maxwell o print dele. Então Assim, alguém tá mentindo. Eu tenho certeza que é
Thiago viu, gente? Eu tenho certeza. Eh, mas Vilela pediu para ver com você se realmente não rola até dia 16/05 mesmo. Você acha que não é possível? Aí eu respondo: Oi, Fabi. Boa tarde. Eu estou em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, dando palestra universidade, né, Thaago? [ __ ] sabe bem o que que é isso, mas vamos lá. Só volto para Recife na sexta, segunda já viajo de novo e só volto na quarta. Sexta viajo para Alagoas. Como já disse antes, é sem condição. Liguei paraa Vilela, faz dois dias para extensão. Ele disse
que Thago tinha dito a ele que poderia qualquer dia de maio e depois veio com isso de até dia 16. posso dia 31 de maio. Eu liguei pro Vilela nesse meio tempo, falei: "Porra, Vilela, eu queria muito que o debate acontecesse, tal, tenta a mediação aí, fala com o Thago, porque como vocês são amigos, quem sabe tu falando ele aceita, né?" Aí Vila, ela fala: "Pois é cara, tá difícil, né? Ele tinha me falado que podia qualquer dia de maio e agora tá com isso que só pode até dia 16." Então assim, a ligação, a
conversa com Vilara foi por ligação, né? Enfim, mas é isso, é, é verdade, viu, gente? Aí, aí, Fabi responde, viu? Veja, print número 8, né? Aí, Fabi responde: "No dia 30/05 poderia ser, porque dia 31 é feriado, mas de qualquer forma teria que ver se ele topa essa data também". E aí, veja, eu tô Conversando com a Fabi, nós dois conversando. E aí eu tenho certeza que uma trabalhadora não vai perder seu tempo. O Thiago disse que deu o assunto por errado dia 28. Isso é mentira, viu? Por isso que ele postou o print daquele
jeito, viu? Porque aquilo ali você consegue escrever no inbox de qualquer pessoa, né? Tira o print e pronto, né? Vamos lá. Aí eu respondo, ele não pode sábado também. O Alecrm dourado é cheio de frescura. Eu volto de Minas dia 29, Fabi. Mas que só é o print número nove, por favor. Eh, ele não falou nada de ser sábado, não. É porque normalmente não fazemos o pó nesse dia. É preciso de no mínimo um dia entre a viagem e outra para lavar roupa, descansar, essas coisas. Normalmente fazemos segunda a sexta, só dia 31 ou dia
1 mesmo. Ela responde: "Normalmente fazemos segunda, a sexta-feira, mas se pudesse nesse dia, tenho certeza que o Vilela ela faria, tal". Aí, Maxuel, pode eh print número 10. Aí só na quarta-feira passada, presta atenção, quarta-feira passada, dia 7, aí Fabi manda mensagem dizendo assim: "Oi, Jones, bom dia. Tudo bem?" passando só para avisar que consegui falar com o Thago só agora, viu? Só agora. Eu não tava deixando de responder a produção do Vilela. Eu não tava deixando de responder a produção do Vilela. É. E realmente não vamos conseguir fazer o debate. Acabou que as agendas
não bateram. Veja, na Quarta-feira, dia 7, ela diz que finalmente Thaago respondeu quarta-feira, 7, dia 7. Por que ele não respondeu na segunda-feira, dia 28? Hã? Aí eu eu respondo: "Oi, Fabi, bom dia. Ele lançou um vídeo ontem dando desculpa para não fazer o debate. Agradeço o trabalho de sempre. Um abração. Imagina o que precisar. Estou por aqui. Beijos. Aí é em seguida eu falando com a Fabi para marcar, né? Tinha acertado com Vilela a entrevista Dia 10 de junho da lista limitada. Então veja, tá aqui provado que o Thiago mentiu. Aquele print que o
Thiago colocou na tela é falso, viu gente? O X da questão é, veja, o Thiago chamou o debate para o Rio de Janeiro, eu aceitei. O Thiago queria um limite de debate de 2 horas, eu aceitei. O Thiago disse que não podia à noite, só podia ser manhã ou tarde. Eu aceitei. Tiago escolheu um debate de duas pessoas, eu e o Gustavo Gaiofato. Quando o começo da Conversa foi eu perguntando ao Vilela se ele não aceitava debater comigo. Ele impôs um debate duas pessoas. Eu aceitei. O Thaago escolheu o tema só o pacto de não
agressão germano soviético. Por mim eu falava toda a história da União Soviética ou toda história da Segunda Guerra Mundial. Eu aceitei. Eu aceitei tudo, tudo, tudo, tudo, tudo, tudo que ele propôs. Aí ele vem com a história. Ah, não, mas os caras me chamaram pro debate e queriam jogar lá Paraa frente. Lá paraa frente não, meu irmão em Cristo. Seria dia 31. Eu tô gravando esse vídeo dia 9, né? Ele tá indo ao ar e a 12, praticamente 15 dias, 16 dias depois a gente tava tendo um debate, sabe? Por qu, qual é a ansiedade?
Hã, basicamente ele desistiu. Aí quando ele desiste, quando ele arrega, o que que ele faz? E aí, Thaago, parabéns, viu? você foi muito inteligente. Ele parte para me desqualificar, para tentar quebrar o Efeito na base dele de que ele correu de mim e tá com medo. Aí o que que ele faz para tentar me desqualificar? Ele a partir dos 15 minutos e 40 segundos, ele começa a imitar meu sotaque, né? Mas sabe quem é o culpado disso tudo aqui? É o Vilela, aquele podcast burguês, reacionário, vice anticomunista, vai pro gulag quando a revolução brasileira chegar,
vilelinha, vai quebrar o gelo com osso da bunda, Acaba e aí a pela xenofobiazinha do bem, imita meu sotaque. Ele usa a montagem, nós, o povo soviético contra mim, eu nunca falei isso. Ele usa essa montagem contra mim, ele começa a diminuir eh o tamanho do meu canal, dizendo que o canal dele é muito maior, que ele tem muito mais audiência. Mas sim, Thago, você tem muito mais audiência, mas quando você aceitou o debate, você não sabia disso não. Você vai dizer que não me conhecia. Você me conhecia muito bem, Inclusive você falou pro Vilela
que me conhecia e que não topava debater comigo, né? Então ele cria uma justificativa de bolha para a bolha dele eh assumir uma narrativa de que o ídolo deles correu do debate. A invés de dizer que correu, ah, Jones é irrelevante. Ah, Jones tem poucos inscritos. Ah, Jones só fica xingando. Jones não sei o quê. Veja, Thaago, você tem mais inscritos do que eu. Seu canal é maior que o meu. E aí? Porque você e veja, o teu argumento Foi tão ridículo que até o Henriugalho, veja, até o Henriugalho ficou contra e fez uma crítica
a você, sabe? Tão ridículo nesse ponto, né? O Henri Bugalho fez uma créugalho que adora eh aproveitar e falar mal de comunista, até o Henri Bugalho falou assim, ó: "Delírio de grandeza, nada a ver". Porque veja, Tiago, se a gente for por esse prisma, eh, enquanto eu faço doutorado, tenho mestrado, tenho vários livros publicados, roda, rodo as maiores Universidades do Brasil, já publiquei em revistas acadêmicas e por aí vai, você assim, você é uma nulidade acadêmica, né? Assim, o seu lattis tem uma página, bota aí na tela, Maxwell, a foto do lattis do Thiago Braga.
E veja, eu nem gosto de usar esse tipo de argumento. Eu tô usando contra você porque você se dói com isso, né? Você tem uma insegurança acadêmica clara e evidente. Essa insegurança é tão expressa que você ficar mentindo para dizer que tem Relevância acadêmica. O que é curioso porque eu particularmente nem ligo para isso. Eu tô fazendo doutorado muito mais por questões profissionais de futuro profissional do que por querer ser validado pela academia. Mas você tem essa carência. Por exemplo, no finalzinho do livro dele, ele fala que ele vai continuar enfrentando os comunistas com relevância
acadêmica a partir dos 54 minutos e 30 segundos. Bota aí na tela, Maxwell, bem Devagarzinho, pra gente ver. De maneira objetiva, com estudos, escancarando a hipocrisia e com relevância acadêmica. E com relevância acadêmica. E com relevância acadêmica. Aí depois que ele fala isso, ele tenta reafirmar um ponto, porque antes disso ele mente. Veja, ele pega a foto do Conselho Editorial da Editora Dialética e diz que o livro dele foi revisado em pelos pares acadêmicos. Veja, ele mente para você que não conhece Mercado Editorial. Gente, o Conselho editorial de uma editora, ele não necessariamente vai avaliar
o livro, né? Inclusive, ele não vai propor, grosso modo, mudanças teórico-metodológicas. Ele faz a editora, ela faz a revisão do livro, vê se não tem nenhum erro, faz a formatação e tal e tal e tal. Mas assim, isso não é praste no mercado editorial. Você, por exemplo, apresenta um livro para publicar com tese X, a editora vai dizer se a tese tá certa ou tá errada. Isso Não é papel de editora, isso é papel de banca de doutorado, de banca de mestrado, de banca de pós-doutorado. Não é papel da editora. A editora não avaliou a
obra do Thiago. A editora recebeu os originais, né? Fez a revisão ortográfica, fez a formatação e publicou. Aquele conselho editorial é o conselho das pessoas que fazem parte de alguma forma da editora. Não significa que aqueles nomes avaliaram o livro do Thaago. É mentira. O livro dele não Passou por avaliação nenhuma entre os pares, mas ele tem tanta insegurança disso que ele precisou mentir. E aí é isso, ficou tão feio que, repito, até o Henri Bugalho falou assim: "É, o Thago ele posta foto do Conselho Editorial da Dialética como se aquilo fosse revisão entre os
pares." E não é, né, Thaago? Isso não é verdade. Veja, até o enribualho, a insegurança dele é tão grande que ele tenta até falar de temas que ele não domina. Por exemplo, no Vídeo dele, ele cita o nome de quatro acadêmicos estrangeiros para dizer assim, ó, a eu tenho dois pontos aqui para provar que minha obra é boa. Validação externa. Ele cita o Conselho Editorial da Dialética que uma editora comercial, de novo, nada contra, nada contra e tal, uma editora comercial pagou, publicou, né? O que é óbvio, eu tenho dois pontos externos a isso, bem
objetivos do porque que meu livro é sério e muito relevante. O primeiro Ponto é que eu submeti o meu texto à equipe editorial da dialética, que é composta por doutores e historiadores que fizeram revisão por pares e enviaram a aprovação do texto final de volta para mim. Não é como se o meu livro fosse publicado por uma porcaria de editora revolucionária qualquer que só faz propaganda comunista. Isso por si só serviria pro meu público perceber que meu livro se trata mesmo de um estudo e um trabalho sério revisado pelos pares e Ficar tranquilo quanto a
qualidade da obra. E cita quatro professores que supostamente deram orientação para ele. Eu falo e eu provo. Olha aqui minha conversa com o professor Stephen Witchroft, uma das maiores autoridades na era de Stalin e na fome soviética inclusive, que eu já citei tantas vezes nos meus vídeos. Mas, ô Thago, por que nenhum desses professores aceitou fazer o prefácio do livro? Porque o prefácio livro é escrito por um Zé Ninguém, um João, alguma coisa que ninguém conhece, que tal como você também não tem nenhuma aceitação na universidade. Vai dizer que é por quê? Porque a universidade
é de esquerda, é marxista. Você vai dizer que é isso? Porque assim, tem vários autores anticomunistas que são lidos, referendados, reconhecidos, professores importantes, famosos, autores liberais, por aí vai. Por que, Thago? Sabe, a coisa chega até a ficar ridícula que aos 31 minutos e 50 segundos ele fala que Uma tese do doutorado não é um artigo revisado entre os pares. A segunda fonte aqui é um dos únicos três estudos que prestam no vídeo dele. Ela é uma tese de doutorado, não um artigo acadêmico revisado pelos pares para publicação e uma revista acadêmica importante. Artigo inclusive
que o Thiago nunca publicou nenhum, viu? Só para vocês saberem, tá lá no látis dele. Pode botar aí de novo na tela. Maxel, Thiago nunca publicou um artigo acadêmico em canto nenhum, nem Congresso, nem revista, nem encontro, nem colóquio, em nada, né? E o Tiago nem sabe o que que é uma tese. Veja, uma tese, ela tem muito mais revisão entre os pares do que um artigo, né? Uma tese, você tem que passar na seleção do doutorado, apresentar o projeto, ser aprovado. Depois você faz a qualificação do projeto, que é uma banca examinadora, que pode
reprovar você. Depois você marca a defesa da tese. Então, mais uma vez, o Thago ele simplesmente não sabe o Que é a diferença em passar para um processo de doutorado, apresentar uma tese e publicar um artigo numa revista acadêmica. Inclusive, é muito comum revistas acadêmicas convidarem pessoas para escrever em que seu artigo vai ser aceito, porque você foi convidado. Eu inclusive já tive situações assim, já fui convidado para escrever, escrevi o artigo, enviei e vem algumas sugestões de mudança estilística, de estilo, de fluidez do texto, mas ninguém mexe no Meu argumento e tal, porque é
isso. Eu fui convidado pela revista para escrever. Então veja, Thaago, você tem muito mais audiência no YouTube do que eu, tá? E aí, você não sabia disso não? Quando me desafiou para debater, tá usando isso como desculpa, né? E aí eu mostrei para vocês os prints que, na verdade, quem fugiu foi ele. Mas vamos sair de um debate formal e vamos para um debate de conteúdo, né? Sabe porque o Thiago Braga fugiu? Eu vou mostrar para Vocês a partir de agora. Coisas que ele não encara no debate público ao vivo, face a face. Agora, gente,
a gente vai sair dessa polêmica, né, sobre o debate. Já provamos que o Thiago Braga arregou, fugiu do debate e eu vou começar a mostrar para vocês, a provar que Thiago Braga é um falsificador da pior qualidade, né? Qual a principal característica do Thiago Braga? Ele falseia a cronologia, a linha do tempo dos fatos históricos que ele tá Se propondo a descrever. Ele falseia no sentido de criar uma narrativa que é favorável à ideologia dele. Ele comete várias omissões, né, históricas de fatos importantes. Ele erra data, ele erra eventos, ele erra cronologia, assim, negócio bizarro,
bizarro. Recentemente Humberto Matos soltou um vídeo no canal dele, que é o Mansu do História Islâmica. Eh, reagindo ao vídeo do Thiago Braga. O Mansul mostra como Thiago Braga erra uma porrada de datas, Erra a data da terceira cruzada, erra data do envolvimento militar de Saladino, eh, nas lutas ali no período das cruzadas e por aí vai. Além disso, o Thiago, e esse é o mais grave, o Thiago ele tem uma mania de trapacear com as citações, no sentido de que ele pega uma citação, às vezes a citação não diz o que ele está afirmando,
né? Ou então ele pega uma citação e só repete, não faz debate teórico nenhum, sendo que o mesmo texto que ele tá citando, o autor Desmente ele em outros momentos ou o que é mais comum, ele pega qualquer livrozinho e faz uma mera citação de argumento de autoridade. Porque repare, a função da citação é você comprovar ou adensar um argumento. Então, vamos dar um exemplo futebolístico para ficar fácil de entender. Se eu digo a frase Romário foi o melhor camisa nove da história da seleção brasileira, isto é uma afirmação, não tem argumento, né? Eu preciso
explicar por Romário foi o Melhor camisa nove da história da seleção brasileira. Afirmação, a coisa, argumento é outra. O que que o Thiago faz nesse exemplo? Ele ele trabalha assim: "Romário foi o melhor camisa nove da história brasileira". Eh, prova disso tá aqui Craque Neto, né, ídolo do Corinthians, dizendo que Romário foi o melhor camisa nove da história da seleção brasileira. Aí ele coloca uma afirmação do Craque Neto. Isso é o mero argumento de autoridade, né? Isso não Provou nada. Isso não trouxe nenhum argumento, isso não trouxe nenhum elemento, isso não trouxe nenhuma análise. E
ele mente trapasseia com citações. Eu não vou, presta atenção aqui, eu não vou aqui esgotar todas as falhas, todos os problemas, todas as omissões e todas as falsificações do livro do Thiago Braga. Eu vou deixar para fazer isso no Vilela, quando eu for lá em junho, né? Tá marcado para dia 10. Eu não sei ainda se Vai ser ao vivo ou se vai ser gravado, mas dia 10 eu vou lá e dia 10 debatendo a Segunda Guerra Mundial e o Pacto não agressão germano soviético, eu vou mostrar todas as falhas, todas as manipulações, todas as
mentiras, todas as omissões do livro do Thiago Braga. Aqui eu vou dar só um aperitivo e aí eu vou mostrar para vocês porque o Thiago Braga correu do debate comigo. Porque se frente ao Vilela, que fez duas perguntas simples, ele não conseguiu responder, Imagina ao vivo comigo eu mostrando as manipulações, mentiras, falsificações, distorções dele. Só que antes de entrar no livro do Thiago Braga, ele no vídeo dele, ele cita a questão da Coreia do Norte ou Coreia Popular e o vídeo do Castanhari, né? Veja, o vídeo do Castanhari é bom. reafirmo isso e é muito
melhor que o do Thiago Braga. O vídeo do Thiago Braga é um ajuntamento de mentiras e falsificações. Eu vou lançar, eu vou Lançar agora final de maio, começo de junho, um vídeo mostrando todas as mentiras e falsificações do vídeo do Thiago Braga sobre a Coreia do Norte, a guerra da Coreia, melhor dizendo, né? Todas as mentiras. Mas eu quero dar só um aperitivo para vocês, só para dar um exemplo de como o Thiago trabalha. Eu peço para você que tá assistindo esse vídeo e que eventualmente for fã do Thiago Braga, me responda assim, sinceramente, você
já parou para Pesquisar as fontes que ele cita? Você para para ler os artigos, os livros que ele cita? Já conferiu a forma como ele utiliza o material que supostamente seria comprobatório do que ele afirma? Vejam, eu vou dar só dois exemplos para vocês de falsificação no vídeo dele sobre a Coreia. Eh, o segundo, inclusive, é flagrante, assim, é tosco, eu diria, a propósito, né? E aí depois a gente vai pro livro dele, entre aspas. Vamos ver o que é que o Thiago Braga diz E vamos ver qual é a realidade. Vamos ver como é
que ele usa a citação. Eu não vou acelerar o vídeo que é para vocês verem com tempo, com vagar e eu vou colocar na tela depois a transcrição da fala dele. Preste bem atenção. Qual foi a fala do sujeito? Tá no normal. Bora lá. Claro que não. O ponto é que a ONU convoca os seus membros para defender a Coreia do Sul porque está seguindo as orientações do governo dos Estados Unidos. Essa foi uma das decisões mais Ágeis da história da ONU, com uma resolução que foi elaborada e aprovada muito rápido. E mesmo assim os
Estados Unidos não conseguiram esperar, porque hoje se sabe que as tropas estadunidenses entraram em conflitos antes da resolução ser aprovada. Sabe por que os Estados Unidos entram tão rápido? Veja, o Felipe Castanhari afirma e que é algo tranquilo, nem é polêmica. Os Estados Unidos entraram eh em ações militares antes da resolução da ONU, né? A resolução da ONU eh seria uma forma de dar legitimidade e legalidade, com muitas aspas possíveis, a invasão da Coreia. Perfeito. E aí o Castanha falou: "Ó, as tropas dos Estados Unidos já estavam em ação militar antes da aprovação da resolução
da ONU. Isso é ponto pacífico. Ninguém discorda disso e tal. Tranquilo, beleza? Aí o que que o Thiago faz? Ele tenta criar uma espécie de igualação, né, entre os dois lados, né, ou igualdade entre os Dois lados, dizendo assim, ó, sabe porque os Estados Unidos já estavam em ação militar? Aí olha como é que ele trabalha. citação na guerra. Sim, porque eles sabiam que os soviéticos estavam entrando também. Os americanos já tinham interceptado inteligência sobre envolvimento massivo soviético chinês na guerra. Mas olha só que interessante isso aqui. Todas as partes resolveram manter isso em segredo
para não haver um confronto direto entre eles e talvez Estourar até uma terceira guerra mundial. Mas aí quando a União Soviética caiu e os pesquisadores tiveram acesso às fontes, eles descobriram que Stalin tinha provado a invasão e pretendia, veja, preste atenção nesse documento, ele coloca a citação em inglês, né? E repare que aqui tá novembro, né, de 1950. November. Novembro de 1950, porque isso é importante. Vamos lá. Dia enviar mais de 70.000 homens pra guerra. Mas no Vídeo do Nostalgia a gente aprende que os imperialistas invasores eram só os americanos. Os soviéticos não eram. A
versão oficial é então o argumento do Thiago Braga, citando este artigo, é que os Estados Unidos já estavam em ação militar na Coreia antes da aprovação da resolução da ONU, porque eles interceptaram inteligência soviética e que a União Soviética tava prestes a invadir com 70.000 Homens, aprova ele, aquele artigo. Só que qual é o problema? O artigo que ele cita, o Maxwuell tá colocando aí na tela o título dele em inglês e em português, né? Veja qual é o trecho completo que ele não lê para vocês. Haliday e McCarty descrevem o envio por Joseph Stalin
de mais de 72.000 soldados soviéticos para o teatro de operações coreanos após novembro de 1950, sendo que esse número total de tropas soviéticas rotacionadas que atingiu seu pico em 1952 com cerca de 26.000 soldados, incluindo 5.000 Pilotos. Qual é o pulo do gato, gente? Quando foi que começou a guerra da Coreia, gente? Maxwell, bota aí no Google, por favor, quando foi que começou a guerra da Coreia. O que que aparece, gente? A guerra da Coreia começou em 25 de junho de 1950. O artigo que o Thiago Braga citou para justificar os Estados Unidos já estarem
em ação militar antes da resolução da ONU e desminuir o Felipe Castanha Dizendo que os Estados Unidos estavam fazendo isso porque a União Soviética meio que também já tava a ponte de bala para entrar na guerra. O artigo que ele cita fala do envolvimento soviético 5 meses depois de começar a guerra. Veja, 5 meses depois de começar a guerra. Maxuell, coloca aí de novo, por favor, o trecho do artigo que ele citou e aí com a tradução em português, tá bem claro, novembro, né, de 1950, a guerra começa em junho. Então ele tentou dizer assim,
Ó, o Castanhari está mentindo porque ele escondeu a informação que a União Soviética tava pronta para enviar 70.000 soldados. Não era 70.000 soldados. 70.000 foi o número total, né? 70.000 foi o número total. E o artigo fala do envolvimento de tropas soviéticas após novembro de 1950, quando a guerra já tinha começado há mais de 5 meses. Perfeito. Vocês perceberam a manipulação grosseira? Ele não se ligou que ele foi tentar citar um Artigo para ver se conseguia achar um ponto de igualdade entre os Estados Unidos e União Soviética. E ele não se ligou na data do
início da guerra. Ele faz uma citação que fala de envio de tropas soviéticas após novembro. sendo que a guerra começou em junho. E assim é ponto pacífico também que a União Soviética não queria guerra. No vídeo sobre a guerra da Coreia que eu vou gravar, eu vou debater isso com vocês. Só que essa manipulação nem é tão grave Assim. Alguém poderia dizer assim: "Ah, Jones, bichinho, rapaz, ele se confundiu, ele errou as datas, né? É, é, pode acontecer, né, gente? Eu tenho dislexia, erro bastante números e tal, acontece. Perfeito. Não acontece data acontece. Mas eu
quero mostrar para vocês uma manipulação ainda mais grave. Presta atenção aqui sobre a questão dos Estados Unidos matarem ou não civis durante a guerra da Coreia. tá na Coreia e leva um Pau. Mano, eu não tô entendendo toda essa alegria não. Aliás, uma coisa importante, nesse começo de guerra, muitos civis tentam fugir das batalhas. Agora, para evitar que os agentes norte-coreanos se aproveitem disso, para se infiltrar em territórios das Nações Unidas, os Estadunidenses atacam todos os grupos de refugiados que encontram. Em Bussan, isso sai do controle e qualquer civil que se aproxima da linha de
defesa é massacrado pelas tropas dos Estados Unidos. Então essa é uma das mentiras mais pesadas e descaradas do vídeo inteiro. E antes que alguém Ele fala que é mentira, viu? Mais pesadas e descaradas do vídeo inteiro. É mentira, né? Tá, vamos continuar. Vamos continuar. É mentira, viu, gente? Dica que eu tô defendendo Estados Unidos e a Coreia do Sul. Deixa eu te dizer uma coisa, amiguinho. Eu não acredito o inferno de fogo, não. Mas se existisse, eu ia est torcendo para Marcarthur, Re e Kim estarem de mãozinhas dadas, queimando no colo descarada dizer que os
Estados Unidos estavam atirando em todos os refugiados. Eu mostrei para vocês ainda pouco, ó, a obra do professor Stanley, onde ele mesmo mostrou que milhões de norte-coreanos fugiram desde 1948 e durante a guerra, centenas de milhares fugiram pro Sul também. E eles receberam abrigo e comida dos Estados Unidos e da ONU. Então, se fosse uma matança Indiscriminada desse jeito, como ele disse aqui, porque que eles continuariam fugindo pro Sul durante toda a guerra? Mas o que ele tá tentando fazer durante todo o vídeo aqui é apelar pros sentimentos e jogando informações soltas, sem nenhum tratamento
objetivo. Se um dia ele fizer um compilado acadêmico com todas as atrocidades cometidas pelos Estados Unidos, eu vou bater palma. Eu não ganho nada defendendo Estados Unidos aqui, mas o Que foi feito aqui no vídeo dele é sensacionalismo barato, antentífico, para apelar ao sentimento do público, mais nada. E aí, gente, os Estados Unidos estavam ou não estavam matando cvis coreanos? Veja, o que o Thiago faz é apelar para uma pseudológica, né, que é assim: "Não, você acha que se os Estados Unidos estivessem matando civis, os civis estariam buscando abrigo no Sul controlado pelos Estados Unidos?"
O que que uma coisa nega a outra, sabe? Eh, Você parte do pressuposto que todas as pessoas que estavam ali envolvidas sabiam exatamente qual era o comportamento de cada unidade militar, de cada ator político, estavam plenos de informação que, por exemplo, um massacre contra civis numa vila corria a notícia no país inteiro, né? Veja, esse tipo de lógica é tão falsa que é a mesma coisa que dizer assim: "A ditadura militar ela não perseguia comunistas não. Tanto é assim que tinha professores marxistas Nas universidades e livros comunistas foram publicados durante a ditadura, como por exemplo
os cadernos do Cácer e de Antônio Grames. Visto é verdade. Livros marxistas foram publicados durante a ditadura. Ainda existiam professores marxistas nas universidades. Nem todo mundo se exilou. Isso prova que a ditadura não perseguia, não torturava, não exilava, não prendia? Não, essa é uma falsa lógica. Mas respondeu de maneira simples e objetiva, gente, é Verdade ou é mentira que os Estados Unidos estavam matando civis durante a guerra da Coreia? É muito simples de responder isso. Repare, o livro que o Thiago Braga citou é um livro escrito pelo Stanlin Sandler. Eh, foi lançado em 1999. E
aí, que curioso, sabe o que foi que aconteceu também em 1999? Deixa eu contar para vocês aqui, ó. 1999, o ano ficou marcado por uma série de matérias da Sociate Press sobre os crimes de guerra cometidos pelos Estados Unidos na guerra da Coreia, que a propósito ganharam diversos prêmios como Pulitzer. O site do Pulitzer registra os vencedores e a razão do prêmio. No site tá dito o seguinte: Sun Hun Shui, Charles J. Harley e Martha Mendoça da Societ Presar com extensa documentação o segredo de décadas de como os soldados americanos no início da guerra da
Coreia mataram centenas de civis coreanos em um massacre na ponte no Gunri premiado do Pulitzer. Foram Esses três aqui, ó. Esse aqui é o site do Pulitzer, né? Deixa eu ampliar aqui. S, Charles e Martha Mendonça, por revelar com ampla documentação o segredo de décadas de como soldados americanos mataram centenas de civis coreanos no início da guerra da Coreia em um massacre na ponte no Guni. Veja, isso aqui foi um prêmio para uma reportagem especial só referente a um massacre, viu? Só referente a um massacre de civis. Aqui descendo no site, né? Aqui Tá Sociate
Prés tá o presidente da Universidade de Colúmbia, os jornalistas, prêmio Pulitzer investiga de 2000, né? A reportagem saiu no final de 99, setembro de 99 e eles ganharam o prêmio no ano 2000. Aí aqui tem basicamente eh os capítulos, capítulos não, né? As reportagens que comporam a série. E aí, capítulo oculto da guerra. Soldados contam sobre assassinato de refugiados coreanos. Moradores coreanos relembram morte e terror sob uma ponte. Foi bom falar sobre essas coisas. Cronologia de uma guerra esquecida. Veteranos. Outros incidentes de refugiados mortos por soldados durante o retiro na Coreia. Milhares morreram em atentados
na Coreia do Norte durante a guerra. Relato general. Centenas de refugiados subiram com a ponte. E aqui, quase terminando, testemunhas coreanas e norte-americanas apoiadas por registros militares dizem que refugiados foram metralhados. Testemunhas dizem que Bombas dos Estados Unidos provocaram um incêndio em caverna e mataram centenas. Então assim, o Thiago Braga ele diz, presta atenção aqui, presta atenção aqui, deixa eu até abrir a tela. O Thiago Braga, ele diz que o Felipe Castanhari está mentindo que os soldados dos Estados Unidos não estavam matando civis coreanos, que isso é uma mentira descarada, que o que o Castanha
tá apelando para sensacionalismo e por aí vai. Só que no final de 1999 sai uma Série de reportagens especiais da Sociate Press sobre as barbáries praticadas pelo exército dos Estados Unidos na Coreia matando civis em massa. E essa série de reportagens ganha um prêmio Pulitzer do ano 2000 de reportagem, né? O prêmio Pulitzer por mostrar o assassinato de civis coreanos pelas Forças Armadas dos Estados Unidos. Vocês repararam como o Thiago Braga mente descaradamente? É fácil pegar ele na mentira, né? Ou será que os fãs do Thiago Braga vão dizer que o prêmio Pulits é comunista?
É isso mesmo? Então veja, o vídeo do Thiago Braga é só isso, viu? O vídeo inteiro. Eu vou lançar, repito, finalzinho de maio agora. Vou lançar um vídeo completo mostrando todas as mentiras, manipulações e distorsões do vídeo do Thiago Braga. São mais de 49 mentiras no vídeo. Talvez eu nem consiga tratar de todos. Vou ter que selecionar umas melhores e tal, né, para mostrar aqui para vocês. E aí, detalhe, Essas duas não são nem as mais bizarras, viu? Eu selecionei as mais fracas porque eu vou esperar sair o vídeo completo para colocar as mentiras mais
bizarras, beleza? Dito isso, vamos aqui fazer alguns comentários sobre o livro do Thiago Braga. Como eu já falei, eu não vou abordar todo o livro, né? Eu vou abordar só algumas falhas e tal. Qual é a primeira coisa que vocês precisam saber? O Thiago Braga, ele como é um manipulador, um falsificador da História, o que que ele faz? Ele omite dois elementos centrais para o debate que ele se propõe a fazer, que é o pacto de não agressão germano soviético. Ele omite a força e adesão ao nazifascismo por parte de amplos setores dos países eh
ditos democráticos, né, na Europa Ocidental, na França, na Inglaterra, na Holanda, na Noruega, Dinamarca, etc. et, etc, etc, etc. Então, ele simplesmente não debate o crescimento do fascismo na Europa como Um todo e consequentemente não debate os esforços diplomáticos da União Soviética desde 34 para firmar uma aliança antifascista entre a União Soviética e as democracias burguesas ocidentais, com protagonismo para França e Inglaterra. E essa omissão proposital é fundamental para o objetivo que ele quer construir, que é tipo assim, ah, Stalin tinha e intenções expansionistas, imperialistas. Assim que ele viu a oportunidade de fazer um pacto
Com Hitler, ele topou porque ele era imperialista, porque ele queria anexar território. E e essa é a narrativa ideológica do Thiago Braga. Então, para fazer isso, ele omite todo esse contexto histórico e também omite a questão oriental, né? Ele omite, por exemplo, os enfrentamentos entre União Soviética e Japão, a pressão que a União Soviética sofria na sua fronteira oriente com o Japão. E o grande temor da União Soviética, que era uma guerra em duas Frentes, né? Japão no Oriente, Alemanha no Ocidente e o risco do de uma parceria entre Alemanha, Inglaterra e França contra a
União Soviética no Ocidente e Japão no Oriente. Então ele pratica uma um grande apagamento histórico, né? Assim, é um negócio bizarro, bizarro. E aí retém essa informação na sua cabeça que Thiago Braga não debate a força do nazismo, a adesão do nazismo e amplos setores da sociedade, porque inclusive ele quer tratar o ocidente liberal Imperialista como uma mera vítima do nazismo alemão, né? Então assim, ele não vai tratar disso e ele não vai tratar do Japão porque isso inclusive vai ajudar ele a mentir durante o livro. Beleza? Dito isto, vamos começar aqui. Eu vou começar,
eu dividi isso aqui em três partes, né? Primeira parte eu chamo de erros pequenos. Mais uma vez, eu não coloquei todos, só coloquei alguns, porque eu vou expor todos na entrevista Inteligência Limitada, dia 10 de junho. Erros pequenos, graves omissões de contexto histórico e três erros grandes, três falsificações grandes. Perfeito. Vamos começar nos erros pequenos. Eu abri um documento em PDF, eh, na verdade em Google Docs, né? Eu mandei para Maxuell, eu vou est lendo aqui e Maxuell vai colocar na tela tudo que eu vou estar lendo, todos os trechos, porque esse documento já tá
com ele. Logo no começo do vídeo, você vê que o Thiago Braga é um otário, porque ele ele se Ressente, né, de não ter nenhum reconhecimento acadêmico. Isso magoa ele. Ele realmente se importa com a academia, embora a academia não se importe com ele. Aí ele chamou quem? Um tal de João Engen, acho que é assim que pronunciou o nome desse bicho, para fazer o prefácio do livro dele. Já no prefácio do livro, na página 15, o tal do João, ele mente, ele diz o seguinte: "Os aliados, com o objetivo principal de derrotar Hitler salvaram
a União Soviética ao lhe emprestarem bilhões de dólares via lei de empréstimos e arrendamento, sem expectativa de serem pagos. Afinal, a única possibilidade de emprestar dinheiro a um comunista é apenas para derrotar um nazista. E mesmo sabendo que Stalin provavelmente os trairia ou se voltaria contra eles em algum momento futuro, a Guerra Fria foi prova disso. Vejam, é um dado aceito e comprovado que o início da Guerra Fria é marcado pelo discurso de Winston Churchill, né? Eh, assim, não foi a União Soviética que começou a Guerra Fria, pelo contrário, a União Soviética, inclusive queria prolongar
o máximo possível aliança antifascista ali entre Estados Unidos, União Soviética e Inglaterra. Mas tudo certo. Nem a questão central. Qual é a questão central? O o esse o sujeitinho aí, o João, ele diz o seguinte: "Os aliados, com objetivo de derrotar Hitler salvaram a União Soviética ao lhe Emprestar bilhões de dólares via lei de empréstimos e arrendamento." Veja o programa dos Estados Unidos de apoio Financeiro à União Soviética. foi que salvou o país, foi o que permitiu derrotar Hitler. Vamos colocar isso em valores concretos. A lei de empréstimos e arrendamento, ela foi aprovada em 1941
e permitiu o fornecimento de armas e equipamentos no montante de 50 bilhões, né? 50 bilhões. Aí pensa, pô, Jones, um valor significativo, né? Só que veja, Deste total, somente 11.3 3 bilhões foram destinados à União Soviética. Então, veja, a União Soviética tava enfrentando eh o grosso das forças nazistas. Mais de 80% das divisões nazistas estavam combatendo em território soviético. O programa de empréstimos e arrendamento dos Estados Unidos destinou um valor de armas e equipamentos no montão de 50 bilhões. Só 11 bilhões foi pra União Soviética. Corrigindo esse valor, esses 11.3 3 Bilhões e para cotação
atual. Sabe o que é que isso significa? Isso daria hoje 180 bilhões. Os Estados Unidos e Reino Unido e a União Europeia destinaram desde 2022 a Ucrânia. vocês terem uma ideia, para vocês terem uma ideia, 280 bilhões de dólares. Então, veja, você pega o valor que a União Soviética recebeu da lei de empréstimos dos Estados Unidos, isso dá 180 bilhões, né? Desde 2022, o que os Estados Unidos, União Europeia e Inglaterra destinaram à Ucrânia dá 280 bilhões. A Segunda Guerra foi o maior conflito militar da história da humanidade. A guerra da Ucrânia são 100 bilhões
a mais. Mas esa aí, esses números talvez não convençam você, né? Então vamos pegar dados mais objetivos. Qual foi o papel dessa lei de empréstimos de arrendamentos em termos concretos? Veja esse aporte, ele foi importante para resolver estrangulamentos específicos da Logística, deficientes em transporte, com a entrega de caminhões e locomotivas que chegaram a representar 35% dos meios de mobilidade da União Soviética durante a guerra. Aí, como bem lembra o jornalista Breno Altman, bota a foto dele aí na tela, Maxuel, por favor, em um livro recente, O Salvavidas da Rússia, auxílio financeiro por meio de empréstimos
e arrendamentos à União Soviética na Segunda Guerra Mundial, tradução livre, né, do título do livro Inglês. Bota o título inglês, Maxwell, por favor, na tela. Eh, o pensador norte-americano Albert Wix, assessor do Departamento de Estado dos Estados Unidos, eh, reivindica que o auxílio prestado foi essencial em vários setores, mas não contesta os números soviéticos de que seu volume ficou apenas entre 4 e 10% de toda a produção industrial da União Soviética, de 1941 a 1945. Ou seja, o apoio dos Estados Unidos Correspondeu a no máximo 10% da produção industrial da União Soviética durante a guerra.
Então assim, dizer que a lei de empréstimo de arrendamento dos Estados Unidos foi que garantiu a vitória sobre Hitler é um absurdo completo e não tem fundamento. Imagina você chegar assim e dizer assim: "Ah, quem derrotou o nazismo foi os Estados Unidos". Foi mesmo? Por quê? N os Estados Unidos emprestaram muito dinheiro pra União Soviética, eh, deram Crédito para financiamento de armas, de equipamentos, de meios de transporte. É mesmo, bicho. Olha, mas em termos de produção industrial militar, o financiamento dos Estados Unidos correspondeu a quantos por cento da produção militar soviética durante a guerra? Não,
correspondeu a 4 a 10%, tá ligado? No máximo 10%. Aí quer dizer que uma força que ajudou a garantir 10% da produção industrial é responsável por destruir o nazismo, né? E os outros 90% Perderam a importância. Vocês entendem? E aí veja, a coisa tão bizarra, mas tão bizarra, que mesmo quando a União Soviética tinha começado a receber o financiamento, o senador Henry Truman, futuro presidente dos Estados Unidos, soltou a sua famosa frase, né? Se virmos que a Alemanha está ganhando a guerra, teremos de ajudar a Rússia. E se a Rússia estiver ganhando, teremos que ajudar
a Alemanha e, entretanto, deixaremos que eles se matem tanto Quanto possível. Isso saiu no The New York Times no dia 24 de julho de 1941, eh, citado no livro do Palmer, Problemas de História Contemporânea. Coloca aí na tela, Maxel, a frase, por favor, com a fonte. Então, veja, esse é o Truman, senador, influentíssimo, político do primeiro plano dos Estados Unidos. primeiro plano dos Estados Unidos, futuro presidente dizendo isso, sabe? Então, o livro já começa com a mentira, mas até aí é isso, né? Enfim, Não dá para esperar muita coisa não. E aí a coisa vai
piorando, piorando e piorando. Na parte de pequenos erros, eu coloquei, por exemplo, a questão da Polônia, né? Porque o Thiago Braga, ele quer construir uma narrativa de que a Polônia foi devorada por dois monstros totalitários, eh, pelo Hitler e pelo Stalin. Então, consequentemente, consequentemente ele simplesmente não aborda a história da Polônia, o papel da Polônia nos anos 30. E aí que veja, gente, ninguém tá aqui chamando esse contexto histórico para justificar nada, não. É assim, entender o processo histórico, inclusive você julgar os fatos. Então, o que que Thiago Braga faz? A Polônia é tratada como
uma simples vítima, né? O interesse da União Soviética é meramente imperialista. O que é que ele oculta? Isto é muito importante. Ele oculta que a partir do pacto de não agressão germano-soviético, os territórios que a União Soviética se Apropriou eram territórios que anteriormente eram russos e que tinham ucranianos e bielor-russos vivendo nessa nessas regiões. Esses ucranianos e bielor-russos, eles eram oprimidos. Eles não tinham direito ao uso livre da sua língua, das suas práticas religiosas, das suas práticas culturais, do seu folclore e por aí vai. O grau de opressão nacional era tão grande que os nacionalistas
de extrema direita da Ucrânia, fascistas, como o Stepan Bandeira, que era o principal líder dos nacionalistas de extrema direita, para o Stepan Bandeira era a dominação da Polônia na terra natal dele, a Galícia, cuja principal cidade é Livov, que era o símbolo da opressão contra os ucranianos, né? Opressão contra os ucranianos feito pela Polônia num território anexado pela Polônia que antes não era polonês. Aí o Stepan Bandeira, inclusive ele ficou famoso depois que participou do assassinato de Um ministro polonês, o Bronislau Pierak. Maxel tá colocando aí na tela o nome dele e a foto. E
veja, o Stepan Bandeira e os nacionalistas de extrema direita ucranianos, eles só passaram a tratar a União Soviética como principal inimigo a ser enfrentado a partir de 1939, porque até 39 o grande inimigo era a Polônia. Tanto é assim que o Stepan Bandeira em colaboração com os nazistas depois, diga-se de passagem, matou milhares de poloneses, né, colocando os Poloneses como eh elementos eh que personificavam a opressão dos ucranianos nos territórios que foram tomados pela Polônia durante o processo de guerra civil russa e a paz ali feita com as potências liberal imperialistas. Então, nada disso é
debatido. Não é debatido, evidentemente, o pacto germando germano polonês, né, de 1934, do começo de 34, para ser mais preciso. E ele inclusive riário do Georg Dimitrov, famoso Dirigente comunista, que fala que o Estado polonês era fascista, né? Ele fala: "Ah, os comunistas são cínicos, estão chamando Estado polonês de fascista só para justificar a sua invasão e tal". E aí veja, é isso, você pode plenamente achar o processo do não agressão imoral, é de boa. Só que assim, vamos lá. A Polônia, o era governada por um governo ultranacionalista, o Joseph Pilsudskip, ele era um ultranacionalista,
Anticomunista, conservador, um cara inclusive que tinha várias semelhanças com Mussolini, era comparado na sua época inclusive a o Mussolini, anticomunista violento, foi o primeiro a fazer um pacto de não agressão com a Alemanha nazista era admirado por Hitler, que inclusive colocou um guarda especial da SS no túmulo dele durante a ocupação da Polônia. Então, veja, é muito curioso como tudo isso sai de Cena. Então, veja, você não tem um quadro realista sobre o que que era a Polônia. E aí, ainda nessa parte dos, entre aspas, erros menores, tem um momento que é muito curioso, né?
Eu acabei de dizer para vocês que o Thiago Braga ele cita o diário do Dimitrov, no trecho que o Dimitrov fala que a Polônia era um estado fascista. Beleza? Coloca aí a citação que ele faz ao George Dimitrov, por favor. Vocês estão vendo aí na tela a citação diária do Jord Dimitrov que supostamente ele leu. Beleza, massa. Aí o Thiago Braga ele faz uma citação do molotov que é para dizer assim, ó, os comunistas eles quando fizeram pacto de não agressão com a Alemanha nazista, eles abandonaram qualquer compromisso de combater o nazi-fascismo. Eles aderiram, inclusive
criticavam a França e a Inglaterra, que eram os verdadeiros antifascistas. Veja o que o Thiago diz. Maxel tá colocando aí na tela. Os comunistas estavam muito Satisfeitos com a parceria dos nazistas e com suas conquistas. Sabemos disso pelas palavras de carinho e amizade aos nazistas pronunciados por Molotov em seu discurso ao sovieto supremo em 31 de outubro de 1939. Molotov diz em seu discurso: "A Alemanha está na posição de um estado que se esforça pelo fim rápido da guerra e pela paz, enquanto a Inglaterra e França que ontem clamavam contra a agressão são agora pela
continuação do conflito Armado e contra paz. Círculos governantes da Inglaterra e da França tentaram recentemente se apresentar como lutadores pelos direitos democráticos dos povos contra o hitlerismo. Um governo inglês declarando que seu objetivo na guerra era nem mais nem menos a aniquilação do hitlerismo. Não faz o menor sentido, como é também criminoso travar tal guerra para aniquilar o hitlerismo sob o falsoarte Da luta pela democracia. Nossas relações com a Alemanha melhoraram fundamentalmente. Isso aconteceu pelo fortalecimento de nossas relações de amizade, nossa colaboração prática e por meio de nosso apoio político à Alemanha pelo esforço que
faz pela paz. Aí em seguida, essa é a situação do Molotov, né? Aí em seguida o Thago Braga diz o seguinte: "Esse discurso foi feito na mais alta cúpula do legislativo soviético e Molotov criticava Abertamente o an o antihitlerismo da Inglaterra e França, chamando de criminoso. Para assegurar paz com a Alemanha e manter suas conquistas expansionistas, os soviéticos se submeteram ao papel imoral de defensores das agressões nazistas. Ou seja, Molotov admite abertamente que os antifascistas eram as democracias e que os soviéticos eram críticos abertos desse antifascismo anglo-francês. Então, veja, o Thiago Braga ele passa o
livro inteiro dizendo Que os soviéticos são falsos dissimulados cínicos e por aí vai. Aí ele pega uma fala pública e não analisa o quanto dessa fala pública, tá? Tinha dissimulação, tinha jogo de cena, tinha mero tapear político, o contexto histórico que a fala foi feita e por aí vai. Sabe o que que é mais grave? Ele cita, como eu já mostrei para vocês, o diário do George Dimitrov. Beleza? No diário do George Dimitrov tem um trecho relatado de uma conversa com o mesmo Molotov que o Thiago Braga acabou de citar. Presta atenção. No meu livro
A Batalha pela Memória, Reflexões sobre o socialismo e a revolução no século XX, eu cito esse diálogo entre o George Dimitrov e o Molotov. Na página 74, Maxwell do meu livro, coloca aí na tela, por favor. Vou ler para vocês. Jorge Dimitrov, importante líder da Internacional Comunista, em diálogo com Molotov, um dos principais dirigentes do Estado soviético, afirma: "Nós levamos Adiante uma linha de desagregação das tropas de ocupação nos vários países, de ocupação nazista. E sem alarde, queremos reforçar mais esse trabalho. Isso não perturbaria a política soviética?" Isso foi Dimitrov perguntando para Molotov. E Manuel
Lotov responde: "Naturalmente, é preciso fazer isso. Não seríamos comunistas se não seguíssemos um alia assim. só se deve fazê-lo sem barulho. É basicamente Dimitrov debatendo com Molotov sobre papel soviético num Trabalho subterrâneo eh de minar a ocupação nazista de vários países e pergunta ao Molotov se isso não perturbaria a política soviética de o pacto de não agressão. E o Molotov responde: "Naturalmente a gente tem que fazer isso. Não seríamos comunistas se não seguíssemos essa linha. Só que deve fazer isso sem barulho. Ainda no meu livro, um pouco acima, eu cito, né, o o trecho do
Isaac Dolcher, que era um historiador muito famoso, trctista e Tal, e diz o seguinte: "Enquanto Stalin exprimia a Hitler a sua confiança numa conclusão rápida da guerra, os seus enviados diplomáticos e seus agentes no exterior favoreciam toda a forma de resistência à nova ordem. Os jornais de Moscou, que até então não tinham poupado observações irônicas ou de desprezo aos aliados, começaram a assumir um tom de simpatia na avaliação da batalha da Inglaterra e a encorajar os patriotas franceses na luta contra a dominação Nazista. Anteriormente, também o ministro exterior alemão se viu obrigado a protestar contra
a propaganda antinazista desenvolvida pela senhora Colontai, ministra da União Soviética na Suécia. Veja, eu poderia passar a noite inteira citando para vocês reclamações dos nazistas de que os soviéticos estavam descumprindo o pacto. Eh, historiadores e historiadoras debatendo de como durante o pacto de não agressão, a União Soviética para de fazer um Combate antifascista público, mas nunca deixa de ter seu trabalho subterrâneo, clandestino, para enfrentar a ocupação nazista em vários países da Europa Ocidental. É, é curioso porque esses caras ele, como é o caso do Thiago Braga, eles traçam uma um quadro demoníaco dos soviéticos e
do Stal em particular. Então eles são paranóicos, dissimulados, cínicos e por aí vai. Mas o cara que é paranóico, o cara que é dissimulado, o cara que mente, não sei o Quê, por algum motivo que nem Deus explica, quando ele firma um pacto com Hitler, ele para de ser paranóico, ele para de ser dissimulado, ele para de ser desconfiado, ele para de ter duas, três, quatro intenções, né? Aí ele vira um anjinho e confia na palavra do FR e a União Soviética. Porque inclusive, veja, até de um ponto de vista de uma teoria, assim dizer,
realista, das relações internacionais, não fazia sentido nenhum a União Soviética abdicar de suas posições de enfraquecimento do nazismo, né? Porque o pacto de não agressão tava tinha sido feito, mas isso não significa que a União Soviética não podia ser vítima no futuro como foi. E o próprio fortalecimento da Alemanha era ruim pra União Soviética, considerando a fronteira entre as duas, né? A proximidade entre as duas. Então assim, vocês entendem que uma coisa bizarra, veja o diário do Dimitrov que o o Thiago Braga citou desmente a afirmação do próprio Thiago Braga. Beleza? Isso é só os
erros menos graves, né? Aí aqui a gente vai entrar e e aí lembrando, eu não estou tentando os erros menos graves, viu? Eu vou poupar vocês porque você tá todos na entrevista com Vilela. Aí aqui a gente vai dar algumas pinceladas nas omissões do contexto histórico que o Thiago Braga faz, porque vocês vão ver como essas omissões fazem todo sentido, né? Se ele fala o que ele Deixou de falar, não tem como chegar às conclusões que ele chegou. Como é que a gente vai fazer isso? A gente vai citar um livro do professor Paulo Vicentini,
que ao contrário do Thiago Braga, é um historiador respeitado, prestigiado, com ampla obra publicada, né? Professor Paulo Vicentine tá lançando um livro recente agora pela editora da 20 sobre a Segunda Guerra Mundial. Bota o livro aí na tela Maxwell, por favor, comprem um livro. Ficou fantástico, ficou incrível. Professor Paulo Vicentino é muito bom, vale muito a pena. E livrinho curtinho, didático, rápido, ótimo para quem tem pouco tempo e não não pode, infelizmente ler muito e que é um bom material de síntese crítica sobre o que que foi a Segunda Guerra Mundial. E aí eu não
tô com livro em mão, eu recebi o documento do livro pela própria editora, né? Então eu vou citar a partir do documento de Word. Quando o livro é impresso, pode ter alguma diferença na página, né? Mas É sempre diferença pequena. Então pode ser que eu esteja citando um parágrafo que no meu arquivo tá na página 12, mas quando foi impresso, tá na página 11, na página 13, mas não é muita diferença. Beleza? E presta atenção nas citações aqui do Vicentine que a gente vai fazer. Maxwell vai colocar na tela tudo isso. Neville, Chermelin e Lord
Halifax, expoentes de um grupo do Partido Conservador Britânico junto com o casal Astor, organizam um grupo de Cleviden, Nome da mansão dos Astor, que articulará politicamente o cartel do aço e do carvão em nível mundial, obtendo apoio na Suíça, na Suécia, na Bélgica e na Holanda. Segundo este grupo, a Grã-Bretanha não resistiria a outra guerra fraticida europeia. Nesse contexto, em 1936, com a morte do rei George V, Eduardo VI que abdicar, pois ele, e especialmente sua noiva estadunidense William Simpson, tinham fortes conexões Com a Alemanha nazista. É mesmo? É, gente, o príncipe tinha fortes conexões
com a Alemanha nazista. É. Hum. Para este grupo era necessário criar uma frente de potências europeias, onde o império britânico e a França exerceriam seu poder nos impérios coloniais e a Alemanha acaberia a tarefa de dominar a Europa centro-oriental, destruindo o Estado soviético e o movimento operário no continente. O apoio desses políticos industriais a Hitler foi decisivo quando As opções se esgotaram na Alemanha em crise no início dos anos 30 e serão eles os principais mentores da chamada política de apaziguamento, que vai permitir aos nazistas ampliar o território e o poder militar industrial da Alemanha
sem encontrar resistências sérias. Isso professor Paulo Vicentine diz na página 12. Então veja, o Thiago Braga, quando ele vai tratar da política de apaziguamento, da política do Chamberlin e do da Aladier, é erro, é Ingênuo e tal, e ele não mostra que existia um amplo interesse de classe, um caudo cultural e político muito forte de apoio ao projeto nazifascista. E a ideia de que na redivão do mundo pelas colônias, o império inglês mantinha seu império, a França mantinha seu império colonial, o Japão ia para cima da China e da Manchúria e a Alemanha ia para
o leste. A Alemanha ia lá pegar os povos eslavos, o os estados Bálticos, a União Soviética e faria seu império colonial No leste, na Europa Oriental. diz que tinha um fundamento político econômico de interesses de classe empresariais objetivos na política de apaziguamento. Um dos autores citados pelo Thiago Braga, o Anthony Bívor, ele tem uma abordagem ridícula sobre a a postura das elites políticas da Inglaterra e da França. Já já eu vou mostrar para vocês. Assim, é curiosíssimo. E como o anticomunismo é uma coisa fantástica, né? Mas continuando aqui, informações de Contexto histórico que são importantes
para vocês e que o Thiago Braga ocultou para construir a narrativa ideológica dele. Veja, eh, na página 13, o professor Paulo Vicentine diz: "A manchúria é invadida em 21 de setembro de 1931, a pretexto de um incidente menor na ferrovia de propriedade japonesa e Jerou em 1933. Parte da Mongólia interior também foi ocupada. Mais curiosamente, o governo central chinês de Shangai Cheek Não apoiou os militares locais que resistiram. Tudo isso é próximo da fronteira com a União Soviética, né, na frente oriental. E aí, continuando com o professor Vissantini na página 14, em 1935, a Itália
invade e ocupa a Abissinha, atual Etiópia, e em 1936 tem início a guerra civil espanhola, deflagrada por um golpe militar do general Francisco Franco contra o governo republicano da Frente Popular. Conflito durará até março de 39 com a Participação italo-alemã, ou seja, italiana e alemã ao lado dos golpistas, das brigadas internacionais e da União Soviética ao lado do governo e com atitude ambígua anglo-francesa que facilitou a vitória do fascismo franquista. Durante todo esse período, a Alemanha desrespeitou todos os itens do tratado de Versales sem que os anglo-franceses reagissem. Remilitarização da Renânia, reincorporação do SAR, introdução
do Serviço militar obrigatório, ampliação da marinha de guerra e fabricação de aviões, tanques e submarinos. Então, veja, era os fascistas e os nazistas preparando-se para a guerra, invadindo países, devorando países, eh, tanto no Ocidente como no Oriente. E a Inglaterra e e a França nada, né? E aí o caso da guerra civil espanhola é muito interessante. O Thiago Braga simplesmente não fala nada da guerra civil espanhola, né? sendo que ela teve Um papel central em conformar a mentalidade política dos dirigentes soviéticos sobre qual eram as intenções das democracias liberal-burguesas do ocidente. Veja sobre a guerra
civil espanhola, deixa eu dar só alguns números aqui para vocês que eu acho importante. Na página 70 do meu livro Batalha pela Memória, eu dou os seguintes dados sobre o apoio militar da União Soviética aos republicanos na luta contra os fascist. né? Maxwuell vai Colocar aí na tela para vocês lerem. Veja na na nota 21 da página 70. Durante a Guerra Revolucionária Nacional do Povo Espanhol contra a Revolta fascista e a agressão da Alemanha hitleriana e da Itália fascista 3639, a União Soviética enviou à Espanha Republicana 648 aviões, 407 carros blindados e de assalto, 1186
caminões, 20.5.000 metralhadoras e cerca de 50.000 fuzis. Ao lado das Tropas republicanas espanholas lutaram cerca de 3.000 voluntários soviéticos, conselheiros militares, pilotos, condutores de carros blindados, marinheiros e outros especialistas militares. Muitos dos voluntários soviéticos destacaram-se com sua proeza. Cerca de 200 morreram heroicamente no campo de batalha. Essa foi a participação da União Soviética na Guerra Civil Espanhola, apoiando os republicanos contra os fascistas. Qual Foi a posição, gente, dos Estados Unidos, da França, da Inglaterra? Fizeram o quê? Foram contra os fascistas. E aí, claro, o Thiago ele esconde, né, o papel da guerra civil espanhola na
certeza dos soviéticos que a Inglaterra e a França queriam jogar a Alemanha hitlerista contra a União Soviética, possivelmente com a União Soviética enfrentando uma guerra em duas frentes, Alemanha e Japão, né? Então, essas informações fundamentais vão sendo Ocultadas. Em outro momento, continuando com o professor Vicentine na página 15, ele diz o seguinte: "A próxima etapa seria a conquista gradual da Tzechoslováquia, país industrial democrático e situado estrategicamente na retaguarda do terceiro manipulando as questões das minorias alemães do Sudeto em 1938. A União Soviética prometeu socorrer militar o governo de Praga, mas o presidente Edward B declinou
para obter adesão dos conservadores Tchecoslovacos e não alienar o apoio anglo-francês. Ele foi pressionado por ingleses e franceses a ceder e manter a paz, recusando o apoio da União Soviética e aceitando as garantias de Hitler. Além disso, Polônia e Romênia recusaram-se a permitir passagem de tropas soviéticas. para defender o território Tcoslováquio. Em caso de invasão alemã, Hitler compreendeu a política de apaziguamento britânica e as vacilações francesas e Explora a situação. Veja a coisa ainda mais grave. Ainda continuando na página 16, veja o que diz o professor Vicentini. Em Munique, Chamberlin, Eduard Dalier e Benito Mussolini
reuniram-se com Hitler em 30 de setembro, sem convidar a União Soviética e as autoridades técoslovacas, esperando em uma sala ao lado, sendo apenas notificadas das decisões. Benes, que era o presidente, foi pressionado ao extremo, advertido de que a paz dependia Dele 20 anos após o encerramento da Primeira Guerra Mundial e aceitou o ceder os Sudetos por etapas. Londes e Paris entregaram a Alemanha parte de um país soberano, democrático e aliado. Os apaziguadores sabiam que sem o Sudeto, onde se localizavam as defesas checas, a sobrevivência do restante do país era questão de tempo. Esse ponto é
importante, viu? Não é como ah, o acordo era para Hitler, o acordo de Munique era para Hitler só pegar o Sudeto e para ir. Veja, tem uma questão militar aqui básica. Os apaziguadores sabiam que sem o Sudeto, onde se localizavam as defesas checas, a sobrevivência do restante do país era questão de tempo. É importante neste momento, colocar um mapa da Europa, só para vocês visualizarem é onde é que fica hoje a atual República Checa, né, que mudou de nome, tal, tem algumas pequenas mudanças territoriais, mas vocês estão vendo aqui no mapa. Maxal tá colocando aí
na tela. A República Teca tá aqui do lado da Polônia, da Eslováquia, da Áustria e Ucrânia, Bielorrússia e por aí vai. Já era fronteira da União Soviética, né? Infelizmente esse mapa não é do período da União Soviética, é um mapa mais atual, mas Belorússia e Ucrânia isso era a fronteira da União Soviética. Então repare, a Alemanha tá aqui. A Alemanha anexa a Áustria em 38. Em seguida, no acordo de Munique, ela devora a Tcoslováquia e vai rumando a leste, né? Vai rumando próximo à fronteiras da União Soviética, em que tinha basicamente aqui a Polônia como
um tampão entre a União Soviética e a Alemanha nazista e a Polônia negando qualquer tipo de cooperação militar com a União Soviética, negando possibilidades de um acordo militar dos dois para impedir uma possível invasão da Alemanha à União Soviética e um declarado e aberto o anticomunismo da Polônia. Nada disso, nada disso aparece No livro do Thiago Braga. E aqui, veja, eu tenho muita fé na humanidade, viu? Eu tenho certeza que tem uma, duas, 3, 10 pessoas, não sei, que leram essa porcaria, vão estar assistindo esse vídeo e vão pensar: "Porra, eu não sabia nada disso,
né?" Por exemplo, você sabia que no acordo de Munique a União Soviética não foi convidada para o acordo de Munique? Você sabia que a União Soviética, tal como no na Guerra Civil Espanhola, foi o único país a Defender a integridade territorial, a soberania da Checoslováquia? Você sabia que a União Soviética colocou a disposição da Tcoslováquia mais de 300.000 homens para entrar em guerra e manter a soberania do país? Sabia de nada disso, né? Provavelmente, né? Entendeu? Mas vamos continuar aqui ainda com o professor Vicentine. Aí a gente vem pro Fronte Oriental, né? que o Thiago
Braga não trouxe absolutamente nada. Veja o que é dito. Enquanto isso, No Extremo Oriente, as tensões e incidentes entre Japão e União Soviética escalavam. Em 1935 foram 136 choques armados na fronteira e 203 em 1936. É importante notar a coincidência das tensões internacionais com a dinâmica interna soviética, coletivização agrária, industrialização e depuração político administrativo. Stalin contemporizou no exterior até estar preparado internamente. Em 29 de julho De 1938, tropas do primeiro exército japonês atacaram a União Soviética na região do lago Carçã, em uma zona de litígio próximo à fronteira com a Coreia, mas foram derrotadas pelo
exército vermelho em duros combates ao longo de duas semanas. No ano seguinte, em 11 de maio, o território da Mongólia, o único aliado da União Soviética, foi atacado pelo exército nipônico na região do rio G. Os mongóis receberam apoio soviético sobre comando do general Georgukov. Após médios de combate, os japoneses foram novamente derrotados, 20.000 mortos pelas tropas soviético-mongóis, 10.000 mortos em 31 de agosto, uma semana após o pacto nazi soviético e dias após a invasão da Polônia. Veja, a União Soviética tava eh durante toda a década de 30 em tensão permanente com o Japão, com
expansionismo imperialista do Japão. Eh, antes de começar oficialmente a Segunda Guerra Mundial, teve vários e vários Conflitos militares do Japão provocados pelo Japão, sabe? do expansionismo japonês. E ao mesmo tempo que tava enfrentando no Oriente o imperialismo fascista japonês, via eh Alemanha se expandindo em direção à União Soviética, devorou a Áustria, depois devorou a Tcoslováquia e estava se rearmando com tudo e nada da Inglaterra e da França buscarem realmente uma política de segurança coletiva, uma aliança antifascista. Vale dizer que 1934 a União Soviética entra na Liga das Nações. Ainda de 34 e 35 a Internacional
Comunista muda a política e adota a política de chamada frente popular, buscando uma aliança com os partidos socialdemocratas, os partidos operários burgueses para isolar o fascismo. Vale dizer ainda que a diplomacia soviética ainda consegue assinar o tratado anglossoviético de assistência mútua, né, que os trabalhos começaram em 34 final, avançaram em 35 e na prática o Acordo foi assinado em 36 e a União Soviética também fazia intensos esforços para estabelecer uma aproximação com a Inglaterra. Então, a União Soviética, sendo pressionada na Frente Oriental pelo Japão, buscou o máximo que podia aliança com as potências ocidentais e
elas dizendo não, ao mesmo tempo apoiando de maneira indireta o projeto imperialista expansionista alemão, deixando que a Alemanha se armasse, né, entregando tudo que a Alemanha queria. Veja, já já a gente vai citar eh historiadores citados pelo próprio Thiago Braga, que dizem assim, ó, os aliados, e aqui penso França, Inglaterra junto com a União Soviética, que repito, colocou à disposição mais de 300.000 soldados para salvar a Tácoslováquia, eles poderiam ter parado a Alemanha ali, né? Porque inclusive em 38 o aparelho industrial alemão não era essa brastempo ainda não, viu? um ponto de vista de capacidade
de guerra, assim, eles Poderiam ter sido parados ali. Aí vamos continuar com o professor Vicentini. Aí o professor Vicentine lembra uma coisa muito importante que você nunca vai saber pelo livro do Thago Braga e que confirma ou no mínimo levanta amplos debates sobre o quão os países liberalimperialistas realmente resistiram ao nazismo, né? Na página 18, professor Vicentino diz: "A queda da Polônia em 39 e da Dinamarca, Noruega, Holanda, Bélgica, Luxemburgo e França em 1940, da forma como ocorreu, até hoje provoca controvérsias". Por que provoca controvérsias? Porque o grau de resistência foi ridículo na maioria desses
países. O caso mais famoso é o caso da França, né? Da República Colaboracionista de Vich, mas não é exclusivo da França não, viu, gente? E aí eu quando tava em escola, quando dava aula, uma das coisas que eu sempre chamava atenção pros meus alunos, eu perguntava assim: "Ó, sem ter Informação, que país tu acha que é mais poderoso para uma guerra? Tu acha que é a Holanda ou tu acha que é a Grécia? Tu acha que é a Grécia ou tu acha que é a França?" E aí todos os alunos e alunas, claro, respondiam: "Professor,
é a Holanda, né, professor? Holanda aí é [ __ ] né? Ou já invadiu aqui Pernambuco muitos anos atrás, não sei o quê". Chamava atenção para eles que é em alguns lugares os nazistas comeram o pão que o diabamaçou com a resistência Antifascista, né? Inclusive chegaram a tomar pau, né? Penso por exemplo na antiga Yugoslávia, na Grécia, na Bulgária, os nazistas levaram espau. Aí quando você vai parar para pensar, você vai ver quem era que era essa resistência antifascista, bicho. Era basicamente operários e camponeses, boa parte deles organizados pelo partido, pelos partidos comunistas e tal.
E a gente tá falando de países pouco industrializados, países Majoritariamente agrários e tal, países que não tinham exércitos poderosos. Mas pera aí, o que que explica que os nazistas como o pão que o de abamaçou tomem pau na Grécia, mas a conquista da Holanda seja um passeio no parque, a conquista da França em muitas dimensões, seja um passeio no parque. A manutenção depois da França é outro assunto, mas assim, a conquista foi um passeio no parque. O que que explica isso? É militar. A explicação não é militar, é Fundamentalmente político ideológica, consequentemente militar, né? Tinha
uma ampla adesão ao nazismo, viu, gente? Foi por isso que foi um passeio no parque para Hitler. Ampla, ampla ampla adesão ao nazismo na Europa Ocidental, sabe? E aí, inclusive, dentro desse debate da das simpatias ao fascismo, ao nazismo que existia na Europa Ocidental, a gente não pode deixar de citar alguns dados importantes, né? Professor Paulo Vicentini na página 24 lembre o Seguinte. Dada por encerrada a operação aérea pela capacidade da RAF em debilitar a Luftva VFT, enquanto a se preparava a invasão da União Soviética, ainda houve o misterioso voo do vicefer Rudolf H a
Inglaterra, tentando o último acordo. Então, enquanto a Inglaterra já em guerra com a Alemanha nazista, né, a Alemanha se preparando para invadir a União Soviética, o segundo comando, né, o Rudolf Hz, viaja pra Inglaterra para tentar um acordinho, né, com a Inglaterra, buscando uma unidade, buscando uma unidade entre Inglaterra e Alemanha nazista contra a União Soviética. Mas essa hora alguém vai dizer assim: "É, Jones, mas isso era o partido conservador alas dele, porque Churchill era antifascista". Churchill era antifascista. É, era antifascista do Churchill. É, vamos ver o que é que diz o John New Singer
no texto O espírito elitista de Churchill, publicado pela revista Jacobina. Maxwell tá colocando Aí na tela. Veja o que é que diz ali. Também fornece um relato poderoso da atitude de Churchill em relação ao fascismo nas décadas de 20 e 30. Pelo menos inicialmente, Churchillo viu o fascismo como uma arma útil para combater a ameaça comunista. Como Ali coloca, Churchill era cego ou seria guiado por preconceitos de classe imperiais e consequentemente apoiou totalmente o fascismo europeu contra seus inimigos de esquerda. De fato, em 1927, Church realmente conheceu o Benito Mussolini e o elogiou por seu
comportamento gentil e simples e seu equilíbrio calmo e desapegado, e proclamou que o ditador fascista da Itália não pensava em nada, exceto no bem duradouro, como ele o entendia, do povo italiano. Aí um pouco mais à frente, o mesmo texto diz ainda mais revelador, em novembro de 39, quando Hitler já estava em plena corrida armamentista pra futura guerra Mundial, eh, Chuchu disse à Câmara dos Comunes sempre disse que se a Grã-Bretanha fosse derrotada na guerra, esperava que encontrássemos um Hitler para nos levar de volta à nossa posição legítima entre as nações. Sua objeção aos fascistas
não era a imposição de regimes policiais brutais e repressivos ao povo, mas sim a ameaça segurança do império britânico. Para ser justo, é claro, Churchill não tinha nenhuma objeção ao Estado britânico por impor Regimes policiais brutais e repressivos nas colônias do país. Na verdade, ele era totalmente a favor disso, sempre que o governo imperial fosse desafiado. Churchillo, ele não era antifascista não, viu? Inclusive, o que Chucho não era era burro, né? Porque ele viu que não tinha como compatibilizar os interesses imperiais da Inglaterra e da Alemanha nazista. Mas assim, tá em 38, dizendo que se
a Inglaterra fosse derrotada numa guerra, era importante Para a Inglaterra encontrar um Hitler para se reerguer. Mas Junes, Chuchu era figura isolada. Isso não era assim não. Vamos voltar aqui para meu livro. Na página 69, eu digo o seguinte: "Em 1935 é assinado o acordo naval entre Gran Bretanha e o terceiro Heich, que é outra coisa, né? O Thiago Braga, ele nunca detalha o desacordo dos outros países com os nazistas, né? Ele fala: "Ah, é normal pacto de não agressão, acordos, mas ele não detalha, ele não explica, Ele não analisa as minúncias e por aí
vai. Ele criou uma narrativa, o acordo soviético foi o imoral porque tinha protocolos secretos, mas todo acordo tem elementos secretos, viu, gente? Nenhum acordo entre nações, todos os elementos são 100% públicos, não. Um acordo estratégico, diga-se de passagem. Mas vamos lá, vamos continuar. A Alemanha tinha reproduzido o alistamento obrigatório. A sua indústria armamentista estava a todo vapor Descumprindo as regras impostas pelo tratado de Versalhes. Mas a Grã-Bretanha não cogitava tomar qualquer medida séria contra o projeto nazista. Na conferência de Mônaco, o embaixador estadunidense na França, William Bully, afirmava que era de extrema importância isolar o
despotismo asiático e salvar a civilização europeia de uma guerra fraticida. em poucas palavras, jogar o nazifascismo contra a União Soviética. Norman Montago, governador do Banco da Inglaterra, que sendo o Banco Central, também foi um banco privado até 1946, declarou numa conferência em Nova York em 1934, Hitler e Chaft, presidente do Race Bank e ministro da economia de Hitler são na Alemanha bastiões da civilização. São os únicos amigos que temos naquele país. Defendem o nosso tipo de ordem social contra o comunismo. Se eles fracassarem, os comunistas chegarão poder na Alemanha e nesse caso tudo será Possível
na Europa. Aí tem aqui um arremate de Lurdo que é muito bom, velho. Lossurdo sublinha que na conferência de Mônaco a União Soviética foi o único país a desafiar o terceiro Richo e apoiar o governo de Praga. A Tzecoslováquia foi dominada pela Alemanha com referendo da conferência, colocando 70 divisões e estado de alerta. O filósofo italiano sintetiza da seguinte maneira a questão: "Portanto, os agressores nazi-fascistas tinham Devorado sucessivamente a Etiópia, a Espanha, a Tácoslováquia, a Albânia e na Ásia a China, graças à cumlicidade direta ou passividade das potências ocidentais, propensas a dirigir contra o pacto
nascido da Revolução de Outubro as ulteriores ambições e olhares expansionistas do terceiro Rich. Então era a União Soviética trabalhando para criar uma aliança antifascista e só bola nas costas. Só bola nas costas. O caso espanhol e o caso da Tacoslováquia é Flagrante assim, é para diga-se de passagem, encerrar o debate. Encerrar o debate porque muito menos do que isso, por exemplo, por muito menos do que isso, os Estados Unidos ameaçou acabar com a humanidade na crise dos mísseis em Cuba. Veja, eh, um país próximo dos Estados Unidos, os soviéticos instalaram mísseis, né? Eh, aí os
Estados Unidos ameaçou que ou tira os mísseis ou vai ter guerra nuclear e por aí vai. Beleza. O Hitler junto com Mussolini, a Itália, Né, meus filhos? O Hitler junto com Mussolini, o primeiro ministro britânico e o os dirigentes franceses se reúnem e decidem entregar a Tzecoslováquia para Hitler, né? eh, ampliando o expansionismo alemão para o leste. A União Soviética não é nem sequer convidada paraa reunião. A União Soviética se prepara militarmente para defender a soberania do país, é sumamente ignorada. E aí era claro para todo mundo que o próximo objetivo da Alemanha nazista seria
a Polônia. Isso assim, ninguém tinha dúvida e depois escalar pra União Soviética, porque era dito desde o começo dos anos 30 que a Alemanha ia ter suas colônias no Leste Europeu, na Europa Oriental. Isso era aberto e declarado. No meu livro Raça, classe e revolução, a luta pelo poder popular nos Estados Unidos, eu detalho isso, né? a relação entre o Hitler e a cultura estadunidense, como Hitler se inspirava na marcha para oeste dos Estados Unidos e pensava eh o o seu velho oeste como se fosse a Europa Oriental, né? Ali ele teria o seu espaço
vital, ali ele teria suas colônias. Então assim, era aberto e declarado que o objetivo do Hitler era pro leste. O Hitler tava rumando pro leste e a Inglaterra e a França deixando ele ir, né? Aí o professor Paulo Vicentini, que é um historiador sério, é depois de dar todo esse contexto, de debater amplamente a situação eh pré guerra e Pré-pacto de não agressão, aí é que ele chega no pacto de não agressão. E aí veja, faz esse contexto histórico, muda toda a perspectiva do que foi o pacto de não agressão, né? Mas o Thiago Braga,
ele não é sério. Veja como o professor Vicentine aborda a questão. Então Raquim Van Ribentrop aproveitou a oportunidade e ordenou a embaixador alemão em Moscou, Frederich von Schulenberg, que pedisse uma audiência com Stalin. Os soviéticos ficaram em silêncio enquanto os alemães Insistiam. No dia 15, Ribentrópio foi consultado por Molotov sobre como encararia a assinatura de um pacto de não agressão. Em apenas 24 horas, Hitler concordou, oferecendo ainda garantias nos países bálticos e mediação na guerra nipoética, lembrando que a União Soviética estava enfrentando pressões e conflitos militares com o Japão na Frente Oriental e a União
Soviética não queria uma guerra em duas frentes, o que ocorria na Mongólia. O Kremle manteve o Contato duplo, respondendo que antes do pacto era necessário um acordo comercial imediato. Hitler tinha pressa, pois precisava mostrar a Inglaterra e a França que poderia virar a mesa se eles não apresentassem uma solução satisfatória à questão polonesa. Face à resistência soviética, fez algo que não era do seu estilo, escreveu diretamente a Stalin no dia 20, aceitando todas as suas condições. Era a primeira vez que um dirigente estrangeiro se dirigia Diretamente a Stalin. Para a União Soviética, isso representou uma
conquista de garantias futuras e está de grande potência, bem como um ganho de tempo para seu preparo militar e para evitar uma colisão antisoviética, bem como um ganho de tempo para se preparar militarmente e evitar uma coalizão antissoviética, simbolizando uma réplica ao acordo de Munique, que foi na prática isso mesmo, viu, gente? Foi uma coalisão Antissoética que devorou a Tzecoslováquia mirando a União Soviética. O item secreto acerca da Polônia permitia a fronteira soviética avançar de 200 a 250 km a oeste, recuperando que a Polônia tomara da União Soviética em 1920 e aumentando a zona defensiva.
Esse ponto aqui é importante. O Thiago Braga em nenhum momento faz um debate sério sobre isso. Veja aqui novamente a gente não tá justificando nada, né? Eh, eu tenho uma Opinião sobre isso que tá no meu livro, diga-se de passagem, muito clara e objetiva. Para mim, a questão é o seguinte, o Thiago Braga, ele chama de imperialismo, né? E ele não faz um debate nenhum sobre a população que tava ali naquela naquele território que não eram poloneses étnicos, eram ucranianos e bielorrussos. E ele não fala que aquele território era da Rússia e que a Rússia
perdeu durante a Primeira Guerra Mundial/ra Guerra Civil, né? Então, para Ele fazer um um debate moralista meio tosco, lá o Stalin, o imperialista, União Soviética imperialista. E aí essas informações até para você julgar, para você, porque veja, você pode conhecer todos os detalhes e dizer assim: "Jôni, bizarro, injustificável, eu vou dizer cheque, tamo junto." Dito isto, você precisa conhecer o contexto histórico completo que o Thiago não oferece, né? Neste momento, o país entrava em conflito com O Japão na Mongólia, o que reforçava o sentimento de que existia uma convergência entre os inimigos soviéticos. Mais do
que ganhos territoriais ou expansão do comunismo, Moscou tinha um objetivo geopolítico, criar uma barreira projeção alemã para o leste. Os países bálticos seriam, pelo acordo, zona de influência soviética. Aí veja todo esse contexto histórico, especialmente a questão oriental, o papel do Japão. É Que inclusive, gente, vocês sabem que a Rússia faz fronteira com o Japão, né? Ainda mais inclusive na época da União Soviética. Eu vou colocar aí na tela um segundo mapa novamente. Eu peço desculpas para vocês, não é um mapa da época da União Soviética, é um mapa atual, mas Maxel tá colocando na
tela. Aqui em rosa tá o Japão, em rosa também a Mongólia. Aqui é meio laranjinha e tal, tá? Rússia. E aí vocês conseguem visualizar melhor, sabendo que boa parte Da Coreia tava colonizada pelo Japão. Então isso aqui também era fronteira eh nesse pedacinho aqui com a Rússia e que uma parte importante também da China tava sendo devorada pelo Japão. Então visualizar o papel da Frente Oriental nas decisões soviéticas na frente ocidental é fundamental. E aí visualizar eh todo o papel das disputas políticas, das adesões ao nazismo, da complacência dos governos, tudo isso é fundamental para
julgar eh Com precisão histórica, avaliar o pacto germano soviético. O Thiago Braga passa ao largo de tudo isso. Eu dei todo esse contexto histórico para vocês verem como historiador sério, como o professor Paulo Vicentini trata o tema. Agora a gente vai voltar diretamente pro texto do Thiago Braga. Vamos ver como é que o Thiago Braga trata a questão aí. Veja o Thago na página 161, veja o que que ele diz. Entretanto, por mais que fosse estranho essas duas nações assinarem um Tratado de não agressão pela animosade histórica entre elas, esse tipo de tratado já vinha
acontecendo na Europa antes. Outros países europeus fizeram tratados de não agressão com a Alemanha também. O objetivo desses tratados era semelhante, manter a paz entre os países para evitar escolar de conflitos. Afinal de contas, a sombra da Primeira Guerra ainda pairava na Europa. Ele não faz o debate sobre os significados tratados. Ele não faz o debate sobre a importância Do acordo naval eh germano britânico para o rearmamento da Alemanha. Ele não faz debate absolutamente nenhum sobre como esses tratados foram alimentando a sede expansionista de Hitler. Ele não faz um debate sobre o devoramento da Tácoslováquia
no crescimento do aparato industrial e bélico alemão, né, com acesso aos recursos naturais. Nenhum debate sobre os tratados é feito, né, como esses tratados contribuíram para a sanção da máquina de guerra nazista. Nenhum debate. Inclusive cita rapidamente e faz questão de você não saber, por exemplo, da existência entre do tratado, entre a Alemanha nazista e a Polônia, diga-se de passagem, né? Mas aí continuando no livro do Thiago Braga, repare o seguinte, né? Ainda na página 161, veja o que que ele diz. Contudo, a partir de 1939, um ano antes do inverno, a situação na Europa
estava ficando desesperadora. A sede de território de Hitler era insaciável. Ninguém estava Querendo guerra na Europa, com exceção da Alemanha, que ameaçou invadir a Tcoslováquia inteira porque tinha uma minoria alemã na região conhecida como Sudeto. Mas para a surpresa de Hitler, os ingleses e franceses resolveram entregar a região para Hitler como uma forma de diplomacia e apaziguar o líder nazista. Para forma realizar o acordo, eles assinaram o tratado de Monique, que entregava a região dos Sudetos, permitia a anexação da Áustria, que já era uma Demanda antiga da própria Áustria desde 1918. votou a favor da
anexação. Só que aí é curioso, né? É curioso. O Thago afirma isso e cita o livro do Anthony Bvor, né, que tá aparecendo aí na tela para vocês a Segunda Guerra Mundial. No livro do Anthony, veja o que é que a gente lê na página 18. Maxel tá colocando aí na tela para vocês. O governo de Neville Chamberlin, como a maior parte da população britânica, ainda estava preparado para viver com Alemanha rearmada e vitalizada. É mesmo? Rearmada contra quem? Muitos conservadores viam os nazistas como um baloarte contra o bolchevismo. Lembra que eu acabei de falar
do apoio ao nazismo e ao fascismo em vários setores democráticos liberais? Chamberlin, ex-prefeito de Bimhan da de região antiquáda, fez o grande erro de esperar que os outros chefes de estado compartilhassem valores similares e o horror à guerra. Ele fora um ministro Muito hábil e um ministro da fazenda muito capaz, mas não sabia nada de política externa e de questões de defesa. Com seu colarinho ereto, um bigode eduardiano e guarda-chuva apostos, ele demonstrou ser completamente incapaz ao ser confrontado pela cintilante desumanidade do governo nazista. A fonte que o Thiago Braga cita é curioso porque fala
da simpatia e do apoio que tinha vários setores do Partido Conservador ao nazismo, vendo Ele como arma contra o contra o bolchevismo. fala que a Inglaterra tava tranquila com a ideia de rearmar a Alemanha, mas não faz uma reflexão sobre vem cá, esses setores do Partido Conservador que consideravam o nazismo uma arma contra o bolchevismo e deram a cobertura diplomática necessária para a Alemanha se rearmar, estavam contribuindo de maneira objetiva para rearmar a Alemanha e jogar ela contra a União Soviética. Sabe? Nem Thago faz Essa pergunta e nem o autor faz. É muito massa que
você consegue ver vários furos na no próprio dos próprios livros que ele cita, né? Ainda no livro do Anthony Bivor, que é um dos livros mais citados no terceiro capítulo do livro do Thiago Braga, digas passagem na página 19. Veja o que o autor diz. Em outubro, Hitler então decidiu que queria invadir a Tcoslováquia. Isso foi programado para bem depois que os camponeses alemães fizessem a colheita, porque os ministros Nazistas temiem uma crise no fornecimento nacional de alimentos. Mas para exasperação de Hitler, Chamberlin e sua contraparte francesa, Eduardadier ofereceram os Suditos na negociação de Munique
de setembro, na esperança de preservar paz. Isso privou Hitler de sua guerra, mas permitiu-lhe mais tarde tomar o país inteiro sem lutar. Chamberlin cometeu também um erro fundamental ao recusar-se a consultar Stalin. Isso influenciou a decisão do Ditador soviético no mês seguinte de agosto a concordar com o pacto com a Alemanha nazista. Veja, o próprio autorro estado Tiago Braga diz assim, ó: "O o acordo de Munique, né, o a União Soviética não foi consultado. Isso teve um papel fundamental na hora da União Soviética decidir assinar um pacto de não agressão com a Alemanha, porque os
soviéticos estavam convencidos que a política da Inglaterra, eh, principalmente, né, na França em menor Medida, mas a política da Inglaterra e dos Estados Unidos era jogar a Alemanha nazista contra a União Soviética, percebe? E aí essa parte o Thiago não citou, né? Essa parte o Thiago não citou. bichinho. Ainda nesse livro do Anthony Bivor que o Thiago Braga cita, ele diz o seguinte: "Ainda na página 19, alguns historiadores argumentam que se a Grã-Bretanha e a França estivessem preparadas para lutar no outono de 38, as coisas poderiam ter Resultado de outra forma." Isso certamente é possível
do ponto de vista alemão. O fato é que nem os britânicos e nem os franceses estavam psicologicamente preparados para a guerra, principalmente porque haviam sido mal informados pelos políticos, os diplomatas e a imprensa. E os que tentavam advertir sobre os planos de Hitler, como Churchill, eram considerados simplemente simplesmente formentadores da guerra. Veja como o Anticomunismo é uma coisa fantástica. o autor citado pelo Thiago Braga, mesmo sendo anticomunista violento, assim, diga-se de passagem, veja como a a coisa é incrível. Se a Grã-Bretanha e a França tivessem preparados para lutar no outono de 38, as coisas poderiam
ter resultado de outra forma. Isto certamente é possível do ponto de vista alemão, né? Poderia ter evitado a Segunda Guerra Mundial e toda barbária e nazista. Aí a desculpa que o autor dá é o fato é que Nem os britânicos, nem os franceses estavam psicologicamente preparados para a guerra. Olha os cara, os cara matando com sua [ __ ] nas colônias guerreando, os britânicos matando na Índia, os franceses matando na Indochina, no norte da África, mas não estavam preparados pra guerra não. Principalmente porque haviam sido mal informados por políticos, diplomatas e a imprensa. Bichinho, né?
Os políticos. Veja que falta absoluta de rigor teórico. Os Políticos, né, que políticos estavam mal informados pela imprensa, né, pelos diplomatas e por aí vai. Então, bichinho, eles foram vítimas e não uma política de jogar o expansionismo alemão contra o leste. Aí o mesmo autor citado pelo pelo Thiago Braga na página 21 diz o seguinte: veja, a ocupação hostil da Tzechcoslováquia pela Alemanha revelava claramente a determinação de Hitler dominar a Europa. Aquilo era uma ameaça ao status qu mesmo uma Gran-Bretanha Enfraquecida e não belicosa nunca toleraria. Então assim, para o autor o Anthony Bivor, a
ocupação hostil da Técoslováquia pela Alemanha revelava claramente a determinação de Hitler de dominar a Europa, né? a Europa. Éí, isso fez com que a França e a Grã-Bretanha buscassem um acordo com a União Soviética para parar o expansionismo alemão, sabendo que eh a União Soviética era alvo necessariamente, que o expansionismo ia continuar para o leste, Para o Oriente. Isso fez com que a França e a Inglaterra procurassem a União Soviética? Vamos ver. E veja isso aqui. Eu tô citando o autor citado pelo Thago, viu? que é um livro bem mais ou menos, diga-se de passagem.
Na página 28, o mesmo autor diz: "Hitler havia levado seu ministro do exterior, Joaquim Von Ribentrop, a tentar uma aproximação com a Polônia mediante a oferta de uma aliança. Os poloneses, conscientes do risco de provocar Stalin e suspeitando Certeiramente que Hitler cobiçava seu país como um satélite, mostraram-se excessivamente cautelosos. Contudo, por puro oportunismo, o governo polonês cometeu um erro. Presta atenção aqui. Quando a Alemanha se instalou nos sudetos em 38, as forças polonesas ocuparam a província tca de Chessen e desde 1920, Vassorfia reivindicava ser etnicamente polonesa e também empurraram a fronteira nos cárpatos. Essa atitude
antagonizou os soviéticos e assombrou os Governos ingleses e franceses. A confiança excessiva dos poloneses favoreceu Hitler. A ideia polonesa de criar um bloco europeu central contra a expansão alemã, uma terceira Europa, como o denominavam, provou ser uma ilusão. Então, quando Hitler invadiu a Choslováquia, a Polônia aproveitou para invadir uma outra parte, né? A mesma Polônia que não queria eh nenhuma aliança militar antifascista com a União Soviética contra a Alemanha nazista. Essa parte o Thiago Braga não disse para vocês, né? que ele não disse para vocês, porque isso ia complicar o quadro. Ele cita o autor,
cita as páginas, inclusive ele cita páginas que eu tô lendo trechos para vocês, mas ele omitiu essas informações. E aí, continuando, só para não cansar vocês, veja ainda o mesmo livro, né, o Anthony Bivaô, ele diz na página 29:30, era uma exigência que nenhum dos dois podia tolerar. Ambos suspeitavam visceralmente os comunistas Em geral e de Stalin em particular. O tempo passava enquanto as conversas infrutíferas continuaram na segunda metade de agosto. E até os franceses que estavam tão desesperados por um acordo não conseguiram persuadir o governo de Varsóvia a ceder neste ponto. O comandante em
chefe polonês Marechal Eduardo, e aqui eu não vou arriscar pronunciar o resto do nome dele, gente, vocês estão vendo na tela, afirmou que com os alemães nos arriscamos a perder a Nossa liberdade. Com os russos perdemos a nossa alma. Então o o comandante em chefe polonês vendo a Alemanha se expandindo para o leste, já devorando a Checoslovllováquia, o próximo alvo era a Polônia, a União Soviética negociando para formar um acordo com França, Inglaterra, Polônia e tal. Porque veja, para atacar a Alemanha, gente, o ataque por terra passava necessariamente pela Polônia. O acordo era a Polônia
ceder passagem aos soviéticos para uma Política de defesa e de necessariamente se fosse necessário, de ataque contra a Alemanha. Os poloneses disseram não, de jeito nenhum. aproveitaram do devoramento da Checoslováquia para tomar um pedaço do país. Então, na visão dos soviéticos, o governo polonês, ele não aceitava um acordo defensivo contra a Alemanha e aproveitou o expansionismo alemão para praticar seu próprio expansionismo. E o comandante chefe polonês disse essa famosa frase que é: "Com os alemães nos arrescamos a perder a nossa liberdade, mas com os russos perdemos a nossa alma". Então, a aliança com com os
russos, com a União Soviética, não vai perder a alma. Com os nazistas é [ __ ] a gente vai perder a liberdade, né? Veja, isso é o livro citado pelo Thago, né? Se o Thiago colocasse as coisas nesses termos, você ia ter outra leitura de todo o processo histórico. Mas a coisa é mais bizarra, porque a Gente aprofunda o tema, né? Por que não aconteceu o pacto? realmente entre União Soviética, França e Inglaterra, né? Eu coloquei no arquivo Doc Alemanha, mas é em Inglaterra. Deixa eu até corrigir aqui para não confundir Maxuell. Vamos ver o
que que fala Thiago Braga e depois vamos ver o que é que fala as próprias fontes dele. Presta atenção aí. Vamos ver como é que o Thiago Braga trata a questão, né? porque Não teve acordo. Presta atenção. Stalin observava atentamente tudo isso e queria entrar no jogo também. Então, em abril de 1939, Stalin também buscava uma aliança com a Inglaterra e a França para se ajudarem contra qualquer ataque estrangeiro. Veja, isso aqui é mentira. Stalin não entrou no jogo em 39, né? Desde 34, a União Soviética buscava uma aliança antifascista com a Inglaterra e com
a França. A União Soviética entra Nas ligas da na Liga das Nações e 34. Ela adota a política de Frente popular na internacional comunista. Ela faz o esforço de buscar uma construção de uma aliança antifascista. No caso da guerra civil espanhola, ela se propõe a uma aliança antifascista no caso do ataque à Tcoslováquia. repetindo, colocando 300.000 soldados à disposição para defender o país. Ela firma o tratado, né, de com a França e nada andava porque os países ocidentais não queriam e Preferiam uma política de jogar Hitler contra o Leste. Não era contra qualquer invasão estrangeira,
era contra a invasão da Alemanha nazista. Lembrando que o Thiago Braga fala isso no livro dele na página 162. Continuando, bota na tela, Max, por favor. Porém, as intenções de Stalin não eram tão altruístas assim e a Inglaterra, em especial sabia disso. É mesmo, os franceses estavam mais dispostos ao acordo, mas a Inglaterra era Tradicionalmente anticomunista. Ele escondeu que também tinha vários setores do Partido Conservador que eram apoiadores do nazismo, né? Segundo a própria fonte dele, o Anthony Bvor. Mas tudo bem. e tinham motivos reais para desconfiar desse acordo com Stalin. As ambições expansionistas da
União Soviética em relação aos Estados Bálticos, Finlândia e leste da Polônia. E a Polônia, por sua vez, não queria deixar o exército vermelho se instalar Dentro do seu país, que era uma das exigências de Stalin. Os poloneses não confiavam nos comunistas desde a guerra com os bolchevics nos anos 20. Veja, o bicho é tão, bota aí de novo, Maxwell, o mapa da Europa, por favor. Ele fala em expansionismo, ignorando que qualquer política de acordo para evitar o avanço da Alemanha nazista precisava necessariamente passar pelos estados que faziam fronteira com a União Soviética. Não dava para
estabelecer uma política De acordo com França e Inglaterra. E aí, por exemplo, a Polônia e a Finlândia, os estados bálticos ficarem de fora, porque eles poderiam, inclusive, estabelecer depois um acordo com a Alemanha nazista e permitir uma instalação de forças nazistas na boca da fronteira da União Soviética. Ele não debate isso. Ele faz um debate. Ah, os franceses e os ingleses não queriam o pacto porque a Inglaterra era anticomunista e porque eles sabiam que o Stalin era do mal. Ele Era imperialista, expansionista, sabe? Mas vamos lá. Vamos lá. Continuando aqui o texto. Portanto, Neville Cherbelin
e Lord Halifax, respectivamente o primeiro-ministro e o secretário do exterior britânicos, viam claramente as segundas intenções de Stalin ou primeiras, na verdade, com o acordo, Stalin conseguiria controle fácil sobre aquelas regiões rebeldes que desde a revolução russa eram tidas como parte do império soviético. Então, a Culpa de não ter o acordo é do Stalin, né? é da União Soviética, segundo Thago, porque na verdade o acordo para Stalin era só uma desculpa para suas ambições expansionistas. Vocês entenderam o viés? Então tudo que a gente mostrou até agora, lendo o livro do Paulo Vicentino e lendo o
livro inclusive da própria fonte que o Thiago Braga cita amplamente, ele desconsidera, né? O Andony Bivor, como a gente viu, ele fala que depois da questão da Tácoslováquia, Estava claro para toda a Europa que Hitler queria a guerra, que Hitler queria a dominar toda a Europa. Mesmo assim, o Thiago Braga justifica não ter um acordo por parte da Inglaterra e da França, porque o estal era do mal expansionista. Veja, quem tava se expandindo era o Hitler, né? Tava se expandindo era o Hitler. As potências liberalimperialistas não estavam fazendo nada, mas a culpa de não ter
um acordo para conter a expansão do Hitler é do Stalin, que supostamente queria se expandir. Vocês entenderam que lógica maravilhosa? Aí, presta atenção. Para falar essa atrocidade, o Thiago Braga, ele cita o Oleg Kunit, né, no livro dele, Stalin, a nova biografia do ditador. Eu peguei a versão inglesa da biografia porque eu não achei o PDF da versão portuguesa, né? brasileira, enfim. Então, tô traduzindo Google Tradutor, tem alguns problemas Google Tradutor, né, gente? Aquela Coisa, Maxwell vai colocar na tela a versão inglesa e a gente vai ler aqui com a tradução. Como eu mandei o
arquivo para Maxwell e Maxwell sabe inglês, qualquer coisa, Maxwell, dá uma olhadinha aí se dá para melhorar alguma coisa na tradução, mas dá para entender tudo muito bem no fundamental. Veja o que o Oleg diz. Sim, Stalin, sem dúvida, considerou tal marginalização insulto, né? Imaginação na conferência de Munique. Munique Apenas intensificou o seu medo de que as democracias e os fascistas estivessem conspirando contra a União Soviética e planejando canalizar a agressão nazista para o leste. Munique é o acordo de Munique, Vangente, que devorou de Jazolováque. Ele não podia responder a partir de uma posição de
força, além de expressar sua indignação. No final de setembro, Stalin ordenou o aumento das tropas do exército vermelho ao longo da fronteira oeste da União Soviética. um Movimento puramente demonstrativo que dificilmente teria preocupado os alemães. De qualquer forma, poucos dias depois, em meados de outubro, o Politiburo decidiu, Politgão decisório do Partido Comunista da União Soviética, decidiu dissolver as unidades de reserva que haviam sido mobilizadas em resposta aos eventos na Tcoslováquia. Um total de 330.000 soldados, 27.000 1000 cavalos e 5000 veículos e tratores foram dispensados do Serviço ativo. Então assim, Stalin considerou a não participação da
União Soviética na conferência de Munique uma marginalização e Munique apenas intensificou seu medo de que as democracias e os fascistas estivessem conspirando contra a União Soviética e planejando canalizar a agressão nazista para o leste. Isso é Oleg Kunit debatendo porque não aconteceu o acordo entre União Soviética, França e Inglaterra. Fonte citada pelo Thiago Braga, viu? Ainda nas fontes citadas pelo Thiago Braga, a gente volta pro livro do Anthony Vivar, que diz o seguinte, presta atenção, na página 29, ele ficou ainda menos impressionado com a delegação franco-britânica que partiu para Leningrado em 5 de agosto a
bordo de um lento vapor. O general Aim Dek e o almirante Sir Regnald não tinham nenhum poder de decisão. De qualquer modo, sua missão estava fadada ao fracasso por outros motivos. D Mac e Drax enfrentavam Um problema insuperável com insistência de Stalin sobre o direito de atravessar os territórios da Polônia e da Romênia com as tropas soviéticas. Era uma exigência que nenhum dos dois podia tolerar. Veja, esse ponto é importante. O Anthony, ele cita isso e que o Thiago não debate em momento nenhum no livro dele. É um canalha, né? Veja, ele ficou menos impressionado
com a delegação franco-britânica que partiu para Leningrado em 5 de agosto. Gente, 5 de Agosto foi antes do Pacto de não agressão germano-soviético, beleza? Foi antes o pacto na agressão germano soviético, ele foi firmado no dia 23 de agosto. E aqui, presta atenção, segundo o próprio Anthony, que a gente já citou, né, depois da invasão Jacoslováquia, era claro para todo mundo que Hitler ia dominar toda a Europa e que teria uma nova guerra mundial. Ao mesmo tempo, o Japão estava atacando a União Soviética na Frente Oriental. Sabe o que foi que Aconteceu com essa visita
da delegação anglo eh francesa na União Soviética dia 5 de agosto? Eu vou abrir aqui para vocês. Eu cito isso no meu livro, mas eu vou abrir direto na fonte original, que é uma matéria do The Telegraph, que faz um debate muito interessante sobre a não existência, né, de um acordo entre União Soviética, Inglaterra e França. Eu tô mandando a matéria para Maxuell. Maxwell vai colocar a matéria original. Ela tá em inglês e a tradução é o seguinte, Presta atenção. A oferta soviética feito pelo ministro da guerra, Marechal Vorosilov e pelo chefe do estado maior
do exército vermelho, Boris Sapanovic, colocaria até 120 divisões de infantaria, cada um com 19.000 soldados, 16 divisões de cavalaria, 500 peças de artilharia pesada, 9.500 tanques e até 5500 caças e bombardeiros na fronteira da Alemanha em caso de guerra no Oeste. Mostram as atas desclassificadas da reunião. É uma Matéria baseada em documentos que seriam alguns anos atrás sobre essa reunião, né, citada pelo Olég Kunit. E aí isso aí era oferta soviética para uma aliança no combate à Alemanha nazista. Mas o almirante Sir Reginaldo Drax, que liderou a delegação britânica, disse aos seus colegas soviéticos que
ele tinha autorização apenas para conversar, não fazer acordos. Veja, a Europa tava na beira de uma guerra, o expansionismo alemão tava com tudo. Era muito claro os Planos de Hitler para dominar a Europa. Vai uma delegação britânica e francesa pra União Soviética no dia 5 de agosto para negociar a tão esperada pela diplomacia soviética aliança antifascista. Os representantes da Inglaterra e da França não podiam firmar nenhum acordo. Oxente, como é? É. Não podiam firmar nenhum acordo, só podiam ouvir a proposta. Vocês não entenderam isso aqui? Só podiam ouvir a proposta. Vamos Voltar aqui pro texto.
Se os britânicos e os franceses e e sua aliada europeia, a Polônia, tivessem levado essa oferta a sério, juntos poderíamos ter colocado cerca de 300 ou mais divisões em campo em duas frentes contra a Alemanha. o dobro do número que Hitler tinha na época, disse o general Souzkov, que se juntou ao serviço de inteligência soviético em 1956. Esta era uma chance de salvar o mundo ou pelo menos Determin. Então, se tivesse um acordo entre França, Inglaterra, União Soviética e Polônia contra a Alemanha, eles teriam o dobro de número de divisões da Alemanha, né? E poderiam,
inclusive ter evitado uma Segunda Guerra Mundial ou ter liquidado o nazismo ali. Aí continua a matéria. Coloca na tela, Maxel, por favor. Quando perguntado sobre quais as forças a Grã-Bretanha poderia mobilizar a oeste contra uma eventual agressão nazista, o almirante Drax disse que havia apenas 16 divisões prontas para o combate, deixando os soviéticos perplexos com a falta de preparação da Grã-Bretanha para o conflito eminente. Veja, então a a conferência de Munique, o acordo de Munique deixou claro na cabeça dos dirigentes soviéticos que estava sendo planejado jogar Alemanha contra a União Soviética. A União Soviética faz
uma tentativa desesperada de firmar o pacto antifascista. Dia 5 de agosto, eles se Reúnem na União Soviética. A França e a Inglaterra mandam dois representantes que não podiam firmar nenhum acordo, só ouvir proposta e conversar. Isso é sério? Isso é sério, sabe? Mas e nada disso é falado pelo Thiago Braga. Você que leu o, entre aspas, livro do Thiago Braga, você não sabe disso, né? E o Thiago Braga sabia disso porque as fontes que ele cita eh eh debatem isso aí, frente a todo esse Contexto, aí o Thiago Braga ignora tudo isso, oculta o que
tá dito nos próprios livros que ele cita. Ah, mas ele tem um objetivo. E qual é o objetivo? O objetivo dele é construir a ideia de um demônio, o demônio da União Soviética, o demônio do Stalin. Na cabeça dele, a culpa da invasão da Polônia, né, pela Alemanha nazista é da União Soviética, porque a Alemanha, segundo ele, só invadiu porque fez o acordo com a União Soviética. Então, a culpa é da União Soviética, né? Veja o que ele diz na página 166. Com esse acordo moral, Stalin não só dava sinal verde para Hitler fazer seu
ataque à Polônia, como tornava a União Soviética cúmplice em deflagar a guerra mais violenta da história. Então assim, o início da guerra foi culpa da União Soviética, né? Ela foi cúmplice. Mas veja o que diz o livro do Anthony Bivor na página 21, livro citado pelo Thiago Braga. Repito, em retrospecto, pode parecer que o ciclo De ressentimentos desde o tratado de Versales, tornou o cimento de outra guerra mundial inevitável, mas nada na história é predestinado. As consequências da Primeira Guerra Mundial certamente haviam criado fronteiras instáveis e trenções em grande parte da Europa. Mas não há
dúvida de que Adolf Hitler foi o principal arquiteto desta deflagração nova e ainda mais terrível que se espalhou pelo mundo e dizimou milhões, inclusive ele próprio. E no Entanto, em um paradoxo curioso, o primeiro enfrentamento da Segunda Guerra Mundial começou no Extremo Oriente. Então veja, o Thiago Braga, ele fala que o acordo imoral e tal faz com que a União Soviética foi cúmplice da guerra e por aí vai deflagar a guerra. O próprio autor que ele cita trabalha com a ideia de que a responsabilidade da guerra é de Hitler e do projeto nazista, né? Mas
aí o Thago ele vai além na página 177, 178 ele vem com essa história. Veja. Além Disso, os soviéticos invadem a Polônia 17 dias depois da invasão nazista, porque eles estavam seguros com a arquitetura do protocolo secreto. Os soviéticos apenas cumpriram sua parte num acordo. Em outras palavras, a Alemanha, presta atenção aqui, gente, a Alemanha só invadiu a Polônia porque já tinha combinado a destruição do Estado polonês uma semana antes com os soviéticos. E os soviéticos, por sua vez, invadiram a outra metade, não para Proteger a Polônia do avanço nazista, mas porque já tinham assinado
um acordo com os nazistas de parção daquele país e ganharam com facilidade um território que desejavam desde os anos 20. Mesmo assim, os apologistas poderiam argumentar que Stalin, presta atenção aqui, gente, mesmo assim os apologistas ainda poderiam argumentar que Stalin teria invadido a Polônia, mesmo sem um pacto com os soviéticos e com a ameaça de guerra dos ingleses e franceses. Neste caso, entraríamos novamente no campo da mera especulação. Dizer que uma pessoa faria em outras circunstâncias está além das habilidades do historiador que você não é. Porém, a materialidade histórica apresenta uma realidade clara e objetiva.
A invasão da Polônia só acontece depois do consentimento de Stalin. Veja aqui, ele provoca uma falsificação grosseira. A invasão da Polônia estava nos planos de Hitler há meses, meses, meses, meses, meses, Meses, meses. A invasão da Polônia iria acontecer. A questão para Hitler era: invasão da Polônia iria acontecer numa aliança com a Inglaterra e com a França contra a União Soviética, que era o que ele tava trabalhando. Vamos lembrar que eu li para vocês um trecho do livro do professor Paulo Vicentini falando da visita do segundo comando do Rich, buscando um acordo com a Inglaterra,
né? Visita estranhíssima. Pois bem, essa invasão iria acontecer. Isso fato dado. Fato dado. A questão seria qual seria a configuração diplomática dela? O Hitler preferi uma aliança com a Inglaterra e com a França contra a União Soviética. A União Soviética, sabendo das intenções da França e da Inglaterra, fez o pacto de não agressão para essa invasão não ser feita em aliança com as democracias burguesas ocidentais contra ela. Veja o próprio livro citado pelo Thago, o Anthony Bivor, na página 28 29. Veja como ele desmente Thaago. Veja. Em 8 de Março de 1939, pouco antes de
suas tropas ocupassem Praga e o resto da Tchoslováquia, Hitler disse aos seus generais que pretendia esmagar a Polônia em 8 de março. O pacto não agressão foi firmado em agosto, só final de agosto. Argumentou que a Alemanha ainda poderia desfrutar dos recursos poloneses e dominar a Europa central em direção ao Sul. havia decidido garantir a eficiência polonesa pela conquista e não pela diplomacia antes de atacar em Direção ao oeste, né? Ele também lhes disse que pretendia destruir a democracia judaica dos Estados Unidos. Em 23 de março, Hitler tomou da Lituânia o distrito de Memel para
anexá-lo à Prússia Oriental. O seu programa de guerra seguia acelerado, pois ele temia que o rearmamento inglês e francês logo equivalesse a um alemão. No entanto, continuava não levar a sério a garantia de Chamberlin a Polônia, anunciada na Câmara dos Comunes em 31 de março. No Dia 3 de abril, ordenou que os generais preparassem os planos para operação W branca, uma invasão a Polônia que deveria estar pronta no final de agosto, no dia 3 de abril, segundo a fonte do Thiago Braga, o Hitler já mandou os generais preparar a operação de invasão à Polônia. Chamberlin,
relutante em lidar com Stalin, devido ao anticomunismo visceral e por superestimar a força dos poloneses, tardou em criar um bloco defensivo Contra Hitler na Europa Central e nos balcans. Na verdade, a garantia britânica a Polônia excluía explicitamente a União Soviética. Veja, o governo de Chamberlin só começou a reagir a esta omissão flagrante quando chegaram os informes sobre as conversas comerciais germano-soviéticas. Stalin, que odiava os poloneses, ficou prontamente alarmado com o fracasso dos britânicos e franceses em fazer frente a Hitler. A sua missão no ano anterior Incluí-lo nas discussões sobre o destino da Tchakoslováquia só havia
aumentado o seu ressentimento. Ele também suspeitava que os ingleses e franceses quisessem manobrar para lutar em um conflito com a Alemanha, de modo a evitar que eles próprios tivessem que lutar. Naturalmente, ele preferia ver os estados imperialistas fazerem sua própria guerra. Veja, no meio de todo o anticomunismo do autor, você percebe que a verdade vem aparecendo, né? Eh, tá Aqui dito que desde o começo de 39, Hitler estava decidido a conquistar a Polônia, que em 8 de março de 39 ele falou pros generais que iria amar a Polônia e que em abril ele pediu a
a seus generais o plano para dominar a Polônia. Então assim, a invasão da Polônia iria acontecer. Isso não é um em si. Sabe o que que é? Veja, o Thaago, ele é tão tosco que ele nem sabe o que que é um ISI na história. Sabe o que que é um ISI de verdade na história? É Assim, por exemplo, alguém chegar e dizer assim: "Se o Lula e o Brizola em 89 tivessem feito uma aliança eleitoral e saísse numa chapa junto, eles ganhavam do color." Veja aí é realmente não tem como saber disso, sabe? Por
que não tem como saber disso? Porque a gente não sabia como sairia o discurso da chapa, se a chapa daria certo, se o eleitorado iria apoiado. Não, não dá para você especular meramente. Outra coisa é você tem um estado em expansão militar, esse Estado tá se armando até os dentes e ele tá em expansão pro leste, né? Aí o cara no começo de 39 já tá decidido a tomar a Polônia. Em abril, ele pede pros generais a operação para tomar a Polônia e tá se preparando militarmente para invadir a Polônia, né? E aí essa invasão
acontece depois do pacto germanoético. Nada, mas nada, mas nada indica que se não fosse o Pacto, não teria invasão contra a Polônia. O que dá para debater nesse caso é se seria na Data que foi, se seria em agosto, né, a invasão da Polônia. Mas assim, a evasão da Polônia estava sendo preparada de maneira objetiva enquanto o plano militar desde abril. Sabe como Thiago Braga? Veja, eu nem preciso pegar outros livros, nem preciso citar meu livro, é só pegar o livro do Thiago Braga para refutar o Thiago Braga. Você percebe como ele é um falsificador?
Mas aí, gente, vamos fazer uma pergunta. E vem cá. Quando a França e a Inglaterra viram Que a Alemanha invadiu a Polônia, eles, [ __ ] eles tinham um acordo diplomático, né? Eles foram lá e declararam guerra aos nazistas, né? Eles começaram a lutar contra os nazistas e tal para defender a Polônia. Não foi isso que aconteceu? Vamos ver. Vamos ver como foi que aconteceu. A gente vai voltar pro livro do professor Vicentine na página 21 e 22. Presta atenção aqui. Os fracassados blefes diplomáticos, dos quais o povo polonês havia sido a Principal vítima, eram
apenas parte de uma grande maquinação internacional que continuava a desenrolar-se. Depois de mais de 8 meses, as tropas franco-britânicas permaneceram praticamente inativas na fronteira da Inglaterra. Durante mais de 8 meses, as tropas franco-britânicas permaneceram praticamente inativas na fronteira da Inglaterra, contra a qual estavam formalmente em guerra. Inclusive, em setembro de 1939 e em abril de 1940, Quando o grosso do exército alemão se encontrava em combate na Polônia e na Escandináva, haviam forças mínimas na fronteira ocidental. Veja, setembro de 39, a Alemanha nazista tinha invadido a Polônia, né? E o que que a Inglaterra e a
França estavam fazendo? Nada. Essa situação foi denominada pela historiografia e diplomacia francesas como guerra engraçada, né, aqui em francês, pelos alemães como guerra sentada e pelos anglo-americanos como Guerra fingida. No fronte houve apenas algumas escaramuças com os franceses ocupando duas pequenas saliências de fronteira alemã, mas delas se retirando sem que tivesse havido um contra-ataque. Vejam, eh, a França, né, solidária a Polônia, né, em guerra com a Alemanha, né, ela, eh, a França ocupou duas pequenas saliências de fronteira, mas dela se retirou sem que tivesse havido um contra-ataque. Essa foi a França, né? Muito, muito valente
na luta contra os Nazistas. A mobilização militar industrial se processou em uma lentidão inexplicável, tanto na França como na Inglaterra. Tampouco houve qualquer preparação defensiva consistente. Supostamente porque a linha Magn seria capaz de deter um ataque. O governo francês deixou arquivado projetos de aviões e tanques modernos que jamais foram fabricados. Todo um exército poderia ter sido criado nesse período. Quase nada foi feito. Enquanto isso, o Partido Comunista Francês era proibido e a esquerda e o movimento sindical perseguidos. O tempo que Hitler precisava para completar seus preparativos estava sendo concedido pelos governos conservadores de Londres e
Paris. Então assim, a Polônia foi invadida. França e Inglaterra tinhaam um acordo com a Polônia em caso de invasão da Alemanha. E aí a Polônia foi invadida, começou a Segunda Guerra Mundial, correto? [ __ ] se você chamar Isso de guerra, da metade de 39 até abril de 41, os imbecis conservadores não fizeram nada para proteger a Polônia, não fizeram nada objetivamente para confrontar o nazismo. E na França, os conservadores, né, que era postura que a gente acabou de ver, colocaram o Partido Comunista na ilegalidade, estavam perseguindo o movimento sindical e as esquerdas. E aí,
vem cá. A União Soviética tinha ou não razões para desconfiar que o grande Interesse da França e da Inglaterra era só jogar a Alemanha nazista contra a União Soviética e a União Soviética ser atacada em duas frentes, né, pelo pelo ocidente, pela Alemanha e pelo Oriente pelo Japão imperialista, sabe, gente? Entende? E aí você que leu o livro do Thiago Braga, você não sabe disso, né? Tiago até fala assim: "Enquanto os franceses e ingleses lutavam em defesa da Polônia, lutavam, Thaago? Lutavam, era. Ó, continuando, veja, a gente acabou de ver a postura da Inglaterra e
da França quando a Polônia foi invadida, né? A disposição deles de combater os nazistas. No mesmo período, a União Soviética buscava um acordo com a Finlândia para proteger suas fronteiras. A Finlândia não quis. A União Soviética entrou em guerra com a Finlândia. Veja o que foi que aconteceu ainda com o professor Vicentini, página 2122 do livro dele. Em 30 de novembro, os Soviéticos atacaram a Finlândia pelo ítimo da Crimeia, mas encontraram ferrência, sendo a União Soviética então expulsa da Liga das Nações. Os soviéticos haviam subestimado o adversário, que também recebeu auxílio em armas alemãs, italianas,
modernos aviões suecos, americanos, franceses e britânicos, além de pilotos suecos, dinamarqueses, britânicos e franceses. Além disso, os anglo-franceses prepararam planos de intervenção na Guerra de inverno. O primeiro deles previa um desembarque de tropas no porto norueguês de Narquik, cruzando Noruega e Suécia e atingindo a Finlândia. O segundo iria avançar na fronteira romeno-soviética e atacar a Ucrânia. O terceiro projeto previa utilizar as tropas francesas na Síria, atravessando os territórios turcos ou persa em socorro a uma rebelião a ser provocada na Armênia soviética para dominar o petróleo do Cáaso. Veja, enquanto a Polônia estava sendo devorada pelos
nazistas, os franceses e os ingleses que deveriam socorrer a Polônia, estavam apoiando a Finlândia no enfrentamento contra a União Soviética, em parceria, inclusive de maneira direta com os nazistas, que também estavam apoiando o governo finlandês. Era ou não era o objetivo central das democracias liberalguesas jogar a Alemanha nazista contra a União Soviética e deixar que eles se matassem, né? E aí cumprir a Máxima ali do Henry Truman, que assim, ó, apoia a Alemanha se ela tiver perdendo a guerra, se a União Soviética tiver perdendo, a gente vê se apoia a União Soviética, mas o fundamental
é que os dois se matem. Era ou não era? Sabe nada disso. O Thiago Braga debateu no livro vagabundo dele, nem nos vídeos vagabundos dele. Aí gente, tem dois últimos pontos, né? Mais uma vez o vídeo tá ficando maior do que eu esperava. O Thago ele mente falando que a União Soviética não tava preparada para eh a ruptura do pacto, né, germano soviético e que foi pega de surpresa e que o Stalin ficou paralisado. Isso é mentira, mentira grosseira. Isso já foi refutado no meu livro. Mas como o o vídeo tá ficando muito grande, o
que que eu vou fazer? Eu não vou refutar esse ponto nesse vídeo. Eu vou deixar para gravar um vídeo específico, específico, só para derrubar esse ponto, essa mentira do Thiago Braga. Beleza? E eu vou só é Mostrar como o Thiago Braga ele é tosco, porque ele pega uma citação do Oleg Clavinuk e ele não confere e tal e ele repete como se fosse um eita, [ __ ] peguei os soviéticos agora, ó, fodi eles, né? Eh, reparem como isso aqui é tosco. O Thiago Braga no, entre aspas livro dele, né, ele diz o seguinte, repare
na página 179, coloca aí na tela Maxwell. O professor Clavinuk mostra como Stalin usou o acordo com os nazistas para não apenas mantê-los longe De seu território, mas também para assimilar novos territórios. E a assimilação no mundo de Stalin significava agressão. E como de costume, a dissimulação de Stalin ficava escancarada. Ele aguarda 17 dias para invadir a Polônia para não levantar suspeita aos aliados de que havia combinado a invasão com os nazistas. Ao mesmo tempo, os propagandistas soviéticos faziam questão de mostrar ao público que a invasão soviética, a Polônia, Ucrânia e Bielorrussa era um ato
de libertação. Veja, não tem invasão a Bielor-rússia e a Ucrânia, né? Mas tudo bem, isso vou vou nem entrar nessa barbeiragem. Isso aqui é uma afirmação do professor Oleg Clavinuk. E aí ele pega e só repete, ó. Os soviéticos esperaram 17 dias para ocupar a parte oriental da Polônia para não levantar suspeitas que tinham combinado com os nazistas. Aí você se pergunta, mas por que 17 dias, Jones, e não 15 e não 14 e Não 18 e não 19 e não 20? 17 é o quê? Um número cabalístico. É porque na verdade não foi bem
assim, né? Mas aí o Thiago ele é tão tosco que ele leu e pensou assim: "Ah, mas uma lapada nos soviéticos. Vou repetir o que o Aleg Clevinuk falou, né?" Mas vamos ver o que é que diz o próprio Anthony Bivor, né? Na página 27 do livro dele, amplamente citado pelo Thiago Braga. Vamos lá lendo aqui para vocês. As forças de Komatsubara foram cercadas e quase Totalmente destruídas em um massaque prolongado que provocou 61.000 baixos. O exército vermelho teve 7.974 mortos e 15.221 feridos. Na manhã do dia 31 de agosto, a batalha terminou. Enquanto isso,
o pacto nazi soviético era assinado em Moscou e como resultado, as tropas alemãs atravessavam a fronteira polonesa, dispostas a começar a guerra na Europa. Enfrentamentos isolados persistiram até meados de setembro, mas Stalin decidiu que à luz da situação mundial seria prudente concordar com o acordo de cessar fogo dos japoneses. Veja, a União Soviética, ela se move para a fronteira, para a parte oriental da Polônia, depois que ela assina o cessar fogo com os japoneses, né? A União Soviética não queria fazer movimentos para o ocidente, né, no sentido da União Soviética indo para lá, pro Ocidente,
tendo problemas ainda no Oriente. Então eles assinam cessar fogo Com o Japão e depois fazem a operação na Polônia, né, com na fronteira polonesa. O professor Vicentini, ele diz o seguinte na página 2021, Max tá colocando aí na tela: "Os soviéticos aguardaram os acontecimentos e somente no dia 17 de setembro, quando os japoneses firmaram a paz, o exército vermelho ocupou, sem enfrentar resistência à zona que ele cabia na Polônia, conforme estipulado pelo Pacto nazi Soviético." Esta área era povoada Predominantemente por bielorrussos e ucranianos que não tinham sentimento de lealdade para com o Estado polonês. A
linha divisória da nova fronteira passava por Brad Litrovski e coincidia praticamente com a linha Gurson, traçada pela Grambretanha ao final da Primeira Guerra Mundial como fronteira russo-polonesa. Essa larga faixa de território havia sido incorporada pelo governo polonês em 1921 e as populações locais não haviam sido bem tratadas por Varsóvia. Repetindo, o começo professor Vicentini. Os soviéticos aguardaram os acontecimentos e somente no dia 17, quando japoneses firmaram a paz, o exército vermelho ocupou sem contrar resistência à zona que ele cabia na Polônia, conforme estipulado pelo pacto nazi soviético. Os soviéticos eles avançaram depois que firmaram a
paz com o Japão, dado a preocupação central deles de evitar uma guerra em duas frentes. E qualquer movimento na frente Ocidental precisava ser garantido, né? A paz, pelo menos temporária na Frente Oriental. O Clavinuk, que é um anticomunista também, maluco, ele pegou assim pensando: "Caralho, 17 dias, hein? Isso aí, isso aí foi malícia dos soviéticos, foi só para tapear o mundo." Esqueceu o problema dos enfrentamentos com o Japão. O Thiago Braga pegou isso e pensou assim: "Hum, peguei Stalin, ó, vou lascar ele". E nem seca deu uma pesquisada, você entendeu? E vejam, eu Iria desmentir
mais uma mentira que era que os soviéticos não estavam ganhando tempo compacto, não se prepararam pra guerra e que o Stalin teve depressão, paralisou. Como esse vídeo tá ficando muito longo e eu não vou fazer isso com Maxwell, eu vou terminar por aqui e vou continuar. Acho que eu dou um jeito de gravar um vídeo sobre teoria do totalitarismo e alguma coisa assim. Insiro esse debate e volto a bater no Thiago Braga. Vai ser ainda essa semana, Né? Mas só pro vídeo não ficar muito longo, veja, esse é o tipo de falsificador, argumentos pobres, manipula
mal a bibliografia que usa, trapasseia em citações, oculta informações históricas importantes, faz uma cronologia podre, uma argumentação risível, né? Ele basicamente ele apela, ele apela para o seu senso comum, né? Ele apela pra ideia de que confia em mim, confia no pai, tudo que eu tô falando aqui é verdade. Mas será que Falta falar alguma coisa? Não sei. Confia no pai. Não, mas será que você, o que você falou tá certo? Não sei. Confia em mim, né? É basicamente isso. Então, veja, é por isso que esse sujeito ele tem medo de debater comigo, porque ele
não conseguiria responder nada disso, sabe? Não consig assim, perguntas bem simples para ele. É só você chegar e perguntar assim: "Ô, ô, ô, ô, jovem ô fã das cruzadas, me tira uma dúvida assim: por no teu livro tu não falou que quando Teve o acord de Munique para devoraroslováquia, a União Soviética estava disposta a colocar mais de 300.000 1 soldados para defender o país e evitar o expansionismo de Hitler. Por que tu não falou isso? Vem cá, ô jovem, por que tu não falou, por que tu não falou que em agosto, quando a delegação francesa
e inglesa foi pra União Soviética, eh os caras fizeram uma piada que é mandar uma delegação na boca De uma guerra mundial em que simplesmente a delegação não tinha a capacidade de decidir nada, era só para ouvir uma proposta, só para ficar de conversado. que ele não falou que depois que a a Inglaterra e a França supostamente declararam supostamente não, oficialmente no papel declararam guerra à Alemanha nazista, porque ele não falou que eles não fizeram [ __ ] nenhuma para defender a Polônia e tiveram engajamento, envolvimento muito Maior eh na Finlândia contra a União Soviética?
Por que nada disso foi falado? Por que você esqueceu de debater a Frente Oriental, cita rapidamente a Mongólia, citar rapidamente e tal, mas simplesmente não debate. Sabe, vocês acham que aguentaria? aguentaria. Não é por isso que ele tá correndo no debate. Veja, Thago, você tem uma profunda insegurança acadêmica, né? Você se sente alguém injustiçado, que merecia mais reconhecimento e tal e tal. Mas veja, Você é fraco, viu? Seu texto, ele não seria aprovado por uma banca de TCC. Não seria aprovado por uma banca de TCC, porque a argumentação é fraca, não tem reconstrução histórica dos
principais acontecimentos. Você maneja mal a bibliografia que você usa, você trabalha mal as fontes, você tá falando de uma guerra e você não faz nenhuma consideração sobre teoria, estratégia militar, absolutamente nada. Você inclusive, pelo visto, não entende [ __ ] Nenhuma, né, de teoria, estratégia militar. Você não faz considerações, inclusive sérias de ordem nenhuma geopolítica sobre os lances e movimentos diplomáticos, sabe? É um negócio patético. Patético. Você não sustenta esta porcaria que você chama de livro num debate. É por isso que você gravou um videozinho de uma hora engraçadinho, muito massa. Eu dei aí duas
risada, viu, Thiago? Engraçadinho, cheio de piada. Chamou o assunto paraa Coreia do Norte, Atacou Gustavo Gaiolfato, atacou Humberto Matos, atacou João Carvalho, atacou Ian Neves, me atacou, debochou do meu sotaque, postou mentira, nós, o povo soviético, você fez tudo porque você sabe, você sabe que você não dura nada, você não dura, você não aguenta um debate sobre a Segunda Guerra Mundial e o pacto na agressão germano soviético comigo, porque seu livro é um lixo e ele é correspondente. a capacidade que você tem de ser Historiador. E aí, presta atenção, esse aqui é só o primeiro
vídeo, é um aperitivo. Eu vou participar de vários debates e entrevistas em maio, junho e julho. Cada debate, cada entrevista que eu participar, em seguida, eu vou lançar um vídeo mostrando suas mentiras, suas falsificações, suas simplificações, suas distorções. Eu, como prometi, eu vou destruir você, sabe? Porque cada vez mais pessoas vão ver, você tem mais alcance que eu, tem mais alcance que eu, Mas cada vez mais pessoas vão ver que você é um falsificador. Vão abrir os olhos para o seu porco trabalho enquanto historiador. Você vai ser cada vez mais pressionado a debater comigo, porque
seus fãs vão ficar pedindo isso, porque eles não vão ter argumentos, porque cada vez que eu participar de um debate, de uma entrevista grande e consequentemente minhas redes sociais crescerem, tiverem alta, eu vou lançar um vídeo batendo em Você. E aí, claro, o vídeo não vai ter o mesmo número de acesso que o seu, não. E seu vídeo tem 500.000, 400.000 acessos, beleza, o meu vai ter 50, 60, 80, 90, 100.000, 150, 120, sei lá. Mas eu vou est no seu pé, porque eu peguei você como um arquétipo do que que é o falsificador da
história. Eu vou bater, mas vou bater tanto até o dia ou que você cancele seu canal ou que você aceite um debate. Porque aí entre a guerra e a deshonra, ou melhor, entre o Enfrentamento e a deshonra, você escolheu a deshonra, né? Você vai ter a desonra e vai ter que ter o enfrentamento, sabe? É isso que vai acontecer. Então se prepare, viu Thiago? Que esse foi só o primeiro aí. Pode fazer videozinho debochando, fazendo gracinha, ataque. Eu dei uma passeada nos comentários dos seus vídeos e você apaga os comentários. Diga de passagem. Até seus
fãs estavam comentando aí: "Porra, Thaago, esperava um vídeo mais Sério. [ __ ] Thaago, me faltou refutar os caras. Pô, Thaago, né? A galera vai ver esse vídeo, vai ver a diferença de seriedade entre eu e você. E você pode fazer vídeo me atacando, debochando, rindo meu sotaque, por aí vai. Fique tranquilo, viu? Eu vou continuar nesta pegada mostrando que você é um falsificador e eu garanto que você não vai aguentar. É isso, galera. Espero que vocês tenham gostado do vídeo de hoje do canal. Se esqueça de se inscrever no Canal, ativar o sininho, curtir
esse vídeo, compartilhar tudo isso que vocês já sabem. Um beijo e até a próxima.