Que o meu pai ele me perguntava, velho, é o que que você vende, filho? Você fala que você vende produto físico na internet, mas eu nunca vi os seus produtos. E aí foi nesse momento que eu comecei a pensar, cara, eu vou começar a construir produtos que tem mais qualidade. E isso depois que eu já tinha faturado R milhões deais ali. >> Mateus Mota, fundador da Before Youu, referência na criação de marcas virais. >> Ele já faturou nove dígitos no digital, explorando a força dos creators. >> Isso aqui é um produto comum, beleza? É uma
creatina da Grove, mas é um produto que é vendido por R$ 50. E aqui é uma creatina rosa para mulheres que querem ter o shape explosivo, crescer glúteos, mulheres que treinam. E aí você olha os dois, qual que você tem mais desejo de comprar. Então isso é uma marca viral. Essa creatina aqui ela é vendida por R$ 54, a Big Boy é vendida por R9. >> [ __ ] >> E esse produto, velho, vende vende cerca de R 2 milhõesais por mês, >> [ __ ] >> Sem tráfego. Eu ensino pessoas a criarem marcas com
creators em primeiro lugar, que é um movimento que eu já sabia que ia vir pro Brasil, tipo TikTok Shop agora no Brasil. Basicamente o que eles estão fazendo é o que a gente já faz há muitos anos. Depois de ter investido nos maiores influenciadores do Brasil e Conectar os meus produtos físicos com eles, eu vi que os grandes influenciadores parou de pararam de funcionar, não dava mais resultado. Tá acontecendo esse movimento já alguns anos, que é um movimento que até é conhecido como uma nova economia, que é a create economy, que é uma economia de
criadores de conteúdo. A Create Economy potencializa uma marca viral crescer na internet. Hoje em dia você constrói uma marca com R$ 20.000 de investimento. São Três etapas. Primeira etapa de mineração, que é como escolher o produto certo. Segundo, R$ 20.000 de investimento. Hoje essa marca tá passando por um de mas deu um valo de mais de 80 milhões. É, na minha visão, né, uma das maiores janelas de oportunidade que já surgiu na história do mercado digital. Fala pessoal, bem-vindos aqui ao podcast Segredo da Escala, que é o podcast do Veturb. A gente vai começar aqui
o Podcast com o Mateus, tá? Vou falar um monte de coisa bem interessante, mas antes, se tu não é cliente do Vetor B ainda, eu queria te dizer que a gente tem 15% de desconto durante dois meses para você que tá aí virar o nosso cliente e aumentar a conversão do teu vídeo de vendas, do teu VSL, enfim, do vídeo aí que tu usa para vender alguma coisa. E se tu não conhece ainda o VTURB, gente, é uma hospedagem focada 100% em aumentar a conversão do teu Vídeo. Então, se tu quer ganhar mais dinheiro com
o teu vídeo sem gastar 1 centavo a mais em tráfego ou mudar uma única vírgula da tua COP, é só criar uma conta aqui embaixo, aí subir o teu vídeo lá no VTurb e ativar todas as nossas funções que vão aumentar tua conversão, beleza? Então, se tu ainda não é cliente, clica aqui embaixo e cria tua conta, mas agora aproveita aí o episódio com o Mateus. Valeu. E aí, Mus? Estamos junto, irmão. Obrigado pelo convite. Uma Honra estar aqui contigo. >> Obrigado tu por ter aparecido. É, pois é. Exatamente. Jun. >> Para as poucas pessoas
aí que não te conhecem, que estão vendo aqui o podcast, conta pra galera um pouco do do que que tu faz, quais são as tuas empresas, qual que são os seus negócios pra galera, enfim, conhecer um pouco mais aí sobre sobre o meu super convidado. >> Tá, tá beleza. Primeiramente uma honra Estar aqui. Vamos junto. Cara, eu era um ex ofoferteiro, né, igual eu te falei, que eu comecei igual o João, né? Acho que na mesma época ali criava produtos físicos, encapsulados, cosméticos e criava as ofertas e escalava essas ofertas através do tráfego pago e
mudei minha vida assim. Só que aí chegou o momento que eu comecei a ficar incomodado. Fiquei incomodado. Eu falei: "Cara, é sério que é só isso, né? Tipo, qual que é o próximo nível?" Pô, faturei R milhões deais, só que no final eu vinha que só tinha que ficar trocando de produto, de rótulo. >> Uhum. >> E aí foi quando começou, né, algo a me incomodar assim. Eu lembro que que é legal contar esse contexto, né, eu falava o que que eu tenho hoje nas minhas empresas. E eu lembro que o meu pai ele me
perguntava, velho, tipo assim, ah, é o que que você vende, filho? Você fala que você vende produto Físico na internet, mas eu nunca vi seus produtos. >> Hum. >> E ele falava isso toda semana e ficava suspeitando, falou: "Meu filho tava vendendo alguma coisa errada na internet. >> E para mim era tipo, não, pai, eu vendo os produtos na internet, não fica aqui, fica lá na logística, tal, mas eu nunca vi. Porque que não?" Tipo, ninguém nunca viu seus produtos. E aí isso ia me Incomodando, saca? e incomodando. Eu e até que chegou um momento
que eu falei: "Cara, realmente faz sentido". E aí foi quando eu tive a virada de chave, assim, que eu comecei a entender que não era porque todo mundo tava fazendo, que eu tinha que continuar fazendo aquilo. E aí eu comecei a entender que existia algo de errado no mercado, que era todo mundo vendia produtos de baixa qualidade e aquilo não se sustentava por muito tempo. Era nada mais do que uma oferta Que a gente escalava, parava o tráfego, a oferta morria. E aí quando meu pai começou a me incomodar com isso, aí eu tive a
virada de chave. E aí foi nesse momento que eu comecei a pensar, cara, eu vou começar a construir produtos que tem mais qualidade. Isso depois que eu já tinha faturado R milhões deais ali com essa esse processo, né? >> Uhum. >> E aí foi quando eu falei, cara, o grande problema tá em produto, né? O produto se A gente constrói um negócio com um produto que tenha qualidade, eu consigo gastar energia naquilo, aquela energia ela vai ser continuada. Então eu vou investir >> R$ 100.000 no mês em tráfego, porém aquele R$ 100.000 R vai gerar
cliente, aquele cliente, ele vai falar no boca a boca da minha marca, ele vai comprar de novo e isso gera um efeito de consu de uma marca. >> Uhum. >> Só que eu não sabia nada disso, né? Acho que a gente aprende tudo que a gente a gente que começou do zero no digital, a gente aprende do zero. >> Uhum. >> Então eu fui entendendo esse jogo e nesse processo, né, eu era fazia no começo do mercado digital ali, eu fazia engenharia civil, então era estagiário engenharia civil, então não nasci pronto, né? Igual você, a
gente foi construindo as coisas aos poucos. >> Uhum. Só que acho que a grande virada foi isso, assim, se fosse resumir de uma forma rápida, deixei de construir ofertas e comecei a entender o jogo de marca. Uhum. >> E aí foi quando eu comecei o processo. Eu comecei a construir produtos que em vez de construir um produto de R$ 10, comecei a criar um produto de 30, de 25. Então, quase o dobro do preço. >> Uhum. Só que eu comecei a entender que o segredo era fazer um produto de Qualidade. Não fazia sentido eu gastar
energia em um produto que não tinha qualidade. Aí eu comecei a mudar isso. >> E aí quando eu comecei a jogar esse jogo, eu não tinha muito conhecimento que que era branding, que que era marca, como construir uma marca de fato, igual o Veturb hoje é uma marca, né? Você parar pensar, você construir, >> se Deus quiser, mano. >> É uma marca muito forte assim, >> ó. Se vocês acham que o Vet é uma marca, Pessoal, comenta aqui embaixo marca. Quem comentar marca eu, bom, tu não vai ganhar nada, mas eu te agradeço, tá? Porque
daí eu vou saber que que eu tenho uma marca e daí estamos junto. Então comenta aí marca boa. >> Não, VTV é uma marca muito forte, inclusive acho que como play de vídeo é maior porque você tá focado respirando e vivendo um negócio e você bota no peito a marca que você construiu. >> Eu boto no peito literalmente >> aqui pessoal viu quem falar que eu não boto no peito é mentira né >> então construir marca é isso. Então assim, antes eu tinha vergonha, como eu falei, tinha vergonha de falar paraos meus pais o que
que eu vendia. Uhum. >> E aí depois eu comecei a entender que o segredo era, cara, você botar no peito a marca que você vende e viver aquilo. >> Então o segredo era viver o que você vende. >> Uhum. >> Mas tu tem todo um rolê, né, que a gente tava conversando antes, que tipo, não é só as marcas que tu tem em si, mas é todo um ecossistema por trás, né? >> Exato. >> Conta pro pessoal um pouco desse negócio aí, >> tá? Tá beleza. Aí nesse processo eu construí mais de 40 marcas, >>
[ __ ] >> Comecei a conectar as marcas dos maiores influenciadores do país. >> Com 25 anos eu fui o patrocinador oficial da live do Gustavo Lima. >> Hum. Então assim, eu conectava essas esses produtos que eu comecei a criar com uma pegada de marca depois de ter aprendido sobre oferta e tal e colocava na mão da Virgínia, Carlinhos Maia, Andr Suía, Débro Seco, Ronaldo Gaúcho. Então eu conectava os produtos com essa galera aí bem bem famosa. Então eu comecei a jogar esse jogo >> e aí foi quando surgiu o ecossistema que A gente construiu
que é a BFU. >> Uhum. Então, a Bifilu é a plataforma que é o meu negócio principal hoje, né, que é uma plataforma de tecnologia que nós vendemos, né, e ajudamos, né, na verdade, marcas a escalarem as suas vendas, marcas de produtos físicos, principalmente. Esse é o nosso foco. Então, a gente vai >> principalmente ou unicamente? >> Principalmente porque tem como rodar infoproduto, porque a plataforma ela foi Criada no início para ser uma plataforma de infopruto, porém o nosso ICP, o nosso público é dono de marcas de produtos físicos. a gente decidiu dar dizer não
para algumas marcas e focar nesse público. >> Uhum. >> Que aí é o cara que cria uma marca e a gente conecta essa marca com uma base de mais de 200.000 creators ali dentro e ele gerencia todas as vendas deles ali dentro da nossa plataforma. >> Uhum. >> E aí a Bifoyu ela nasceu com esse conceito, com esse incômodo que eu tinha de, cara, eu preciso construir algo de valor, algo que que resolva alguns problemas que o mercado tem de ficar, né? Fica rico, fica pobre, fica rico, fica pobre. Você deve conhecer várias pessoas no
mercado que estavam com a gente há muitos anos atrás, que sumiram, sei lá, geraram R$ 100 milhões deais de faturamento no ano >> e depois esses caras sumiram. E aí eu vi que o grande problema era produto, velho. Produto não tinha qualidade. >> E aí isso me incomodou. Então a Bifavela nasceu com esse pilar assim de ser uma plataforma com objetivos nossos lá na época. Eu falei: "Cara, a gente vai criar Hotmart dos produtos físicos, a Kifi dos produtos físicos". Nem existe a Kifi na época. Ah, não, na verdade já foi na mesma época, ele
foi bem próximo, mas a minha ideia sempre era cara fazer Um ecossistema de marketing, uma plataforma focada em produtos físicos e ajudar essas marcas a escalarem com criadores de contributo afiliado, que são nada mais do que o novo afiliado. E aí a gente conecta esses dois mundos, donos de marca de produtos físicos com criadores de conteúdo, afiliados que ganham comissões eh desses produtos através da nossa, né, da toda a tecnologia ele que faz a gestão da marca e além disso faz esse todo esse split de Pagamento, né? O Create ele vende, ele recebe comissão, ele
saca e tem toda a estrutura para donos de e-commerce. Então, a única plataforma do mercado que tem integração com o e-commerce e ao mesmo tempo essa integração tem o sistema de afiliados integrado. Então o Create ele usa o cupom da sua marca, por exemplo, de Atena, por exemplo, se fosse uma marca de e-commerce e todos os produtos que forem adicionados no carrinho, o Creator ganha comissão. >> Entendi. >> Então a Bifu nasceu assim. >> Uhum. >> Só que aí antes disso, né, como eu falei, eu criei um monte de produto, conectei com os maiores influenciadores
do Brasil e antes das ofes desses dessas marcas eu criei um monte de oferta. Ah, entendre encapsulado com. Então, pelo que pelo que eu entendi, então tu fazia oferta, faturou 10 milh, aí tu falou: "Mano, esse negócio aqui não é tão Sustentável assim, eu quero uma coisa mais longo prazo". Perfeito. >> Começou a fazer marcas nisso daí. >> Perfeito. >> Aí depois que tu fez as tuas marcas, aí sim tu fez tu fez a BFO YouU, que é a plataforma que eh que era para englobar tudo isso aqui. E aí hoje o teu negócio principal
é a BFOU, mas tu tem também todas as outras marcas que e processam pela BF4U. E o teu canal principal é o canal de creators. É isso que eu entendi Até agora. Tá correto esse não. >> Correto. É um dos canais, mas é o canal principal que que um conceito que a gente chama de creative force. Tipo assim, criamos marcas e ensino pessoas a criarem marcas com creators em primeiro lugar, que é um movimento que eu já sabia que ia vindo pro Brasil, tipo TikTok Shop agora no Brasil, basicamente o que eles estão fazendo é
o que a gente já faz há muitos anos. Eu sabia que esse movimento ia acontecer. >> Hum. >> Então, Creators First é um conceito que eu trouxe pro Brasil, onde nós queremos marcas de produtos físicos com modelo de negócio atrelado a Creators em primeiro lugar, >> tá? >> Beleza? Que aí você vai entender porque isso acontece. >> Sem dúvida, man. >> Velho, eu vou te explicar, >> cara. A gente vai falar que Anderson, a Gente tá quanto tempo de podcast? 10 minutos. >> 12. >> 12 minutos, mano. Então é tipo, a gente vai falar horas
aqui, meu amigo. Vai, ele acha que ele vai escapar, pessoal. Ele não entendeu. >> Eu tô tentando resumir, mas >> onde é que ele se meteu aqui, >> mano? Eh, tu falou para mim que lá no começo o teu pai, ele te perguntava sobre os seus produtos e aí tu tinha um Pouco de vergonha de falar para ele dos produtos que tu vendia, pelo que eu entendi. >> Perfeito. >> E E aí, a partir disso fez essa troca para fazer marcas, tá? Perfeito. >> Aí minha pergunta é o seguinte: e esse negócio ele foi a
motivação principal? Foi uma coisa de ética porque tu não se sentia feliz com o que tu estava fazendo ou era que tu só tu simplesmente queria Ganhar mais dinheiro e tu pensou: "Cara, isso aqui que eu tô fazendo, ele dá a grana, mas o verdadeiro dinheiro ele está no longo prazo, logo eu quero fazer esse negócio aqui do longo prazo." Qual que foi o processo de decisão que tu que tu teve lá na época? Cara, você falou uma palavra que é um movimento que eu puxo, que é o ética gera equity. Então eu fui entendendo
esse jogo, ética gera equity. A palavra equity a gente sempre ouve, né? Tipo Flávio Augusto falando em vários livros, só que pra gente que começa do zero é algo muito distante. E aí ética, branding são palavras que eu ficava incomodado e querendo entender. Mas assim, eu fui criado num lar cristão, tipo, né? Minha mãe sempre tentou educar a gente muito bem ali e tal. Meus pais eram, não vim de família rica, eram servidores públicos, mas eu tinha isso e me incomodava, sabe? E eu olhava pro mercado, os as referências do mercado, Tava todo mundo vendendo
cura da diabetes, não sei o quê, emagrecimento e vendendo. E pra gente era normal, né? Só que aí eu comecei a entender, cara, não é normal. Só que eu comecei a entender isso quando eu vi a galera caindo, 3 anos, 2 anos de mercado, o cara faturava e pum, caía. Uhum. E aí tem esse lado da ética, dos princípios que que eu tive na minha criação. E aí isso foi me incomodando, foi me incomodando. E aí eu começava e meu pai e meu me minha minha Mãe, eles achavam que eu vendia eh besteira na internet.
Na verdade era, né? Porque a gente vendia, pô, emagre, emagreça tantos quilos em tantos dias ou colágo, né? Um colágio que vai rejuvenecer a sua pele. >> Então isso ia me incomodando, só que eu não enxergava porque eu via todo mundo fazendo mesmo. Então acaba que chegou o momento que despertou. >> Sim. E esse momento foi quando eu vi os grandes players caindo. Aí eu falei: "Cara, tem algo de muito errado aqui". E aí foi quando eu comecei a parar de olhar para esses caras. Eu lembro certinho. Eu falei: "Cara, não vou mais pegar os
gurus no mercado como referência, porque, pô, o cara fica dois anos e some e tem algo de muito errado, tem algo de errado nisso." Aí eu comecei a buscar referência de fora. >> Então assim, a ética era algo que me que com certeza me incomodava, >> porque eu não tinha orgulho que eu Vendia, escondia os produtos, né? a gente não colocava produto, né, que a gente vendia, não colocava no peito, não tinha camiseta. Hoje eu vou treinar com com camiseta das marcas que eu tenho, da Big Boom, da Blue. >> Sim. >> Então tem orgulho,
né? Isso é algo que eu vivi de perto. Quando eu comecei a, pô, colocar a minha marca no peito da no peito da Virgínia, por exemplo, né? uma vez a gente patrocinou um evento que Ela tava aí você vê Virgínia, tipo Carlinhos Maia, Ronaldo de Gaúcho. Então assim, eh, com 25 anos eu patrocin live do Gustavo Lima com a logo da BFO embaixo, velho. Então eu comecei a ver, eu falei: "Caraca, velho, olha que bizarro". Tipo, o prazer de você construir algo que você acredita >> interessante, é >> que tem ética. E aí comecei a
entender o jogo do equity. >> Eu entendi, cara, não tem como construir Equity se você não constrói e ética. E não tem como olhar pro longo prazo se você não olha pro curto prazo. E o curto prazo é o que você vende, o que você faz. o seu negócio é um negócio que ele tem estrutura para seu negócio de longo prazo. Que aí foi quando eu entendi que se a gente começa errado, se o nosso produto não é um produto recorrente, não é um produto que que eu vou ter orgulho que eu tô vendendo, não
é um produto que as pessoas vão comprar e vão recompricar Para outras pessoas, então o meu curto prazo tá totalmente errado. Vai ter longo prazo. Exato. >> Uma coisa que eu achei muito interessante sobre isso é que o pessoal diz, né, que poxa, o teu negócio que tu vai construir, ele vai te dar um certo faturamento e um certo tempo com um certo retorno. >> Perfeito. >> Então tu vai gastar, sei lá, R$ 1.000, pode voltar 2.000 ou 10.000 ou 100.000, Pode voltar em 6 meses em tanto tempo. >> E aí essas configurações, se tu
escolhe errado, o que tu quer, tu tá [ __ ] >> Então, eh, uma analogia interessante é de tu construir um prédio, >> cara. Se tu quer construir um arranhaacé, o burro de cali falar >> tem que fazer uma uma fundação fodidona. É, tem que ser uma [ __ ] fundação. >> Quilômetro de fundação. >> É, senão esquece, senão o negócio vai cair. É isso. >> E se que é uma coisa que é pequeninha rápida, a fundação não precisa ser tão tão grande assim, sabe? Então, só que tu não vai com uma fundação pequena construir,
conseguir fazer um um prédio gigante. Aí não rola, ele vai cair. Então, a maneira que tu começa de fato, ela vai determinar o longo prazo do negócio. Sem dúvida alguma. Isso é bem interessante. >> É o famoso castelo de areia, né? negócio descartável. Eu entendi que o mercado Digital é um >> é uma máquina de construção de negócios descartáveis para quem joga esse jogo. >> E aí eu eu virei para esse jogo e hoje eu ensino pessoas a jogarem esse jogo de longo prato. >> Cara, eu vou te contar uma coisa, tá? Eh, eu respeito
esse jogo que tu joga, eu acho muito interessante e eu tentei jogar ele, tá? Com a de Atena. Sei. Praticamente, >> eu lembro que quando eu era afiliado, eu Vendi um produto e o produto era um produto de colágeno e daí a gente vendeu um monte o produto, tal. Eh, depois a gente chegou a fazer o nosso produto de colágeno também. E eu tinha lido na internet que para tu tomar pro colágeno fazer efeito, >> se eu não me engano, tá, acho que era 10 g de colágeno ou cinco, tá? Cinco, é 10, não lembro.
>> Na minha cápsula, mano, tinha 0,5. E daí eu pensei, que [ __ ] é essa, Velho? Sabe, >> eu também fiz esse mesmo cálculo, né? >> Então eu lembro que eu pensei isso e eu lembro que quando eu era filhado até fui falar com o produto, falei: "Mano, mas tipo, recomendei isso aqui". É. >> E daí ele, a cópia dele foi: "Não, mas a gente manda un uns e-books junto aqui que a mulher vai fazer tal coisa, daí consegue ter resultado". Ah, mas [ __ ] sabe? E daí aí depois eu comecei a a
a ir assim um pouco mais a fundo e daí eu Vi que o meu o produto que eu criei ele não era colágeno de fato, era um pré-mix de vitaminas para cabelo, unha e pele. Então de fato, a cópia era agressiva, só que o produto ele até ajudava, sabe? As pessoas vinham ali o o a unha crescendo, o cabelo também tinha um efeito positivo, tinha boca a boca, tal, que é uma coisa que é bizarro. E eu acho que era muito por causa do nicho de rejuvenescimento, que eu acho que esse nicho de rejuvenecimento é
um nicho por Si só muito melhor do que talvez emagrecimento >> ou função erético, coisas assim. >> Eu tive essa sorte, sabe? >> Uhum. >> E depois eu migrei eh desses meus produtos ali de cápsula para cosméticos com com a diatena. Coloca uma foto aí, Thagão, do de um poste da diatena, alguma coisa aí que eu tentei fazer uma marca legal agora. Sabe qual que é o doido, mano? Hum. >> Eu não sei se vale a pena, sabe? Mas é o que eu te falei, a energia e quantos milhões você deve ter investido em tráfego
na diatena? >> Ah, sei lá, mano. Não sei. Não sei. Muitos milhões >> não. Para [ __ ] Acho que no mínimo uns 40. Mas o Mas o ponto é o seguinte, >> [ __ ] Para mim é loucura, doido. >> Você vesti R 40 milhões de reais em um produto e aquilo não se não se perpetuar ainda, né? >> Sim. Mas eu eu acho, tá, que se eu tivesse focado em ganhar grana e daí voltado pro pro e sei lá, só feito o Veturb ou talvez nem feito o Veturb, só focado em ganhar grana,
como aqueles caras que a gente tá falando no almoço, sabe? >> Porque tem pessoal que tá só vendendo carro para você ganhando uma grana [ __ ] Talvez eu teria mais dinheiro hoje, sabe? >> Claro que eu não soube jogar o jogo da Marca. >> Perfeito, >> né? Mas eu fico, eu acho isso muito interessante. Eh, >> tipo, quem que deve tomar essa decisão de sair das suas ofertas e eventualmente construir uma coisa de de um pouco mais longo prazo. Eu tomei essa decisão, tá? >> Eh, para certas pessoas eu recomendo, para certas pessoas eu
não recomendo. Tem até um mentorado teu que é o Mateus Moreira >> que um abraço aí pro Mateus aí. >> A ele construindo a marca dele. >> É, então ele fazia ofertas. Ele rodava nutra na gringa. >> Exato. >> Cara, eu gravei um podcast com o Mateus. Eu gravei gravei, né? Gravei. Pô, Mateus, desculpa aí, mano. Vai aparecer na tela aí, tá? O podcast do Mateus. Se eu não gravasse, eu ia te chamar. É que eu esqueci, mano, que eu já gravei tanto podcast. >> É, não gravei. Gravei. E o Mateus, ele fazia oferta, vai
aparecer aí na tela, como vocês podem ver, tá, pessoal? Olha o podcast dele. E daí ele migrou para fazer marca. É, >> marca. E daí >> eu tenho um cal com ele, inclusive tô acompanhando ele no processo todo. >> É. E eu achei muito interessante isso, sabe? Porque tem pessoas que essa decisão faz muito sentido, >> assim como deve ter pessoas que não faz Também. >> Na no meu caso, tá, eu acho que se eu pudesse voltar atrás, eu acho que eu não faria depois que eu vi as consequências. >> Perfeito. >> Mas de novo,
não tô falando que é melhor, tá? É porque eu não sei, é outro rolê. Outro rolê. >> Aí eu queria te perguntar, >> eh, cara, pras pessoas que estão vendo a gente aqui, porque tem vários Mateus que estão vendo a gente, uma porrada. Eh, Mateus Monteiro, não tá, pessoal? Não, malta aqui, >> mas pr essa Moreira, [ __ ] Monteiro é o é o parceiro do Vetub que faz teste pra gente. >> Um abraço pro Mateus Monteiro também. >> Mas o Mateus Moreira tá que gravou o podcast, vai aparecer na tela. O bicho é bravo,
tá pessoal cheipado, pá. O moleque é desenrolado. Tava e ele namora uma mulher aqui do de Floripa, >> esqueci o nome dela. Éá, é Larissa Também. Larissa >> e enfim. E o que que tu qual que é o momento, cara? Já enrolei muito. Qual que é o momento de um cara parar de fazer oferta e fazer marca? Quando que ele vai fazer isso? >> Top, top. >> Conta pra galera aí. >> Ó, hoje, hoje no mercado digital, irmão, eu entendi que tem dois tipos de pessoas. Tem aquele cara que é o Nei e tem aquele
cara que é o Inconformada. O Nei, ele tem o perfil de, cara, eu tô no digital, tô ganhando dinheiro, tô rodando tráfego direto, Did Response, esse é o meu foco, quero fazer caixa. É, esse é o meu jogo, esse é o jogo do digital. Ah, o tal é só isso aqui. Não tem como jogar outro jogo se não for esse. Então esse cara ele não tá pouco se lixando, não quer saber de marca, ele quer fazer caixa rápido. E tem aquele cara que ele quer ganhar dinheiro, né? Ele mudou a vida dele através do Digital,
porém ele é um inconformado. Ele é aquele cara que fica incomodado. Pô, beleza, eu ganho dinheiro, só que não sei se eu quero fazer isso o resto da vida, eu quero ir para um próximo nível, eu quero construir uma parada onde eu não fico nessa loucura de ficar fazendo oferta todos os toda semana uma nova oferta. Quando eu acerto na oferta, vem um monte de negro, vai lá, me copia, pega ali a, né, a minha oferta, minha VSL e tento replicar o que o cara Acertou. Então eu cancelei esse jogo na época. Eu lembro, eu
era esse inconformado >> que entendeu o jogo, ganhamos, ganhamos, ganhei muito dinheiro e aí só que chegou uma hora que eu cancelei essa parada de como é o mercado, né? Então você tem esses dois tipos de pessoa. Se você é esse cara que tá inconformado, né, não tá feliz com o que você vende, não tem orgulho do que você vende, que quer construir algo que fique, né, algo que Sua filha, seu filho, sua família vai botar no peito a camiseta da tua marca e vai sair na rua, tipo, seu filho vai acordar querendo ir pra
escola com a camiseta da tua marca. Então, a gente tem vários cases de mentorados que é bizarro. Tem mentorado meu, o Fábio e a Bia, que eles vendiam oferta no tráfego direto nos Estados Unidos. >> Hum. E era encapsulado e eles vendiam produto, mercado de ereção, né? Saúde sexual masculina. >> Ah, então são rico. >> Então aí é eles fizeram uma grana, >> só que eles falaram: "Mateus, a gente tinha que trabalhar com a porta do nossa do nosso nosso quarto, que era o escritório deles, né, dedicado, nosso nosso escritório fechado, porque meu filho não
podia entrar, >> porque a gente tava fazendo uns anúncios agressivaço, tipo muito agressivo. >> E e aí eles falando, né? Aí eles falando agora, pô, agora quando a gente começou A construir a máquina, eles entraram na mentoria, que é um dos meus negócios, né, que é a mentoria acelera marca, a gente ensina empreendedores a construírem marcas virais do zero. Aí eles entraram e começaram a construir. Aí eles falam: "Mateus, hoje o nosso filho, ele vai pra escola e fala para todo mundo da marca, quer ir com a camiseta da Ziva, que é a marca que
eles estão lançando agora, que é um produto do nicho de saúde íntima feminina. Então Assim, eles contando como que é a vida depois, né? Hoje a mesa de sinuca deles tem a logo da marca que eles construíram do zero ali. >> Interessante. >> Então assim, >> esse é um tipo de perfil que que são as pessoas que estão junto com a gente e que buscam ir para um próximo nível. Assim, eu acho que empresário de verdade é dono de marca. Eu entendi isso. Você deixou de ser dono de oferta, assim como Eu. A gente deixou
de ser oferteiro >> e viramos o quê? Dono de dono de marca. A Vetub é uma marca. Você largarou >> e construiu a marca. >> Quem diria, né? Quem diria, né? Anderson. Hoje estamos grande aí. Viramos adulto, né? Viram adulto. >> A gente só jogava tíbia, ficava o dia inteiro jogando tíbia fazendo merda. Agora estamos aí dando de marca. Loucura isso. Então acredito muito nisso. Empresário de verdade não tem como. Ele Tem que ser um dono de marca. E essa frase ética gera equity foi algo que que eu comecei a entender, que todo empresário ele
tem alguns caminhos. Ou ele quebra, né? Ou ele deixa a empresa, herda a empresa pra família, pros filhos quebrarem lá. Depois a grande, a maioria das empresas que são herdadas, a família quebra. >> Uhum. ou ele vende a empresa que é o famoso equity. Então tem alguns caminhos. Aí eu comecei a ver, pô, entre Quebrar, entre herdar e entre vender, eu quero um jogo de vender. Aí eu comecei a entender que jogo de vender era o jogo de de equity. Então eu entendi que para construir equity você tem que construir uma marca. >> Então assim,
o cara que que tá inconformado sabe que você tem esses três caminhos. >> E para mim é isso, pô. Eu quero jogar esse jogo. Beleza. Se você quer jogar o jogo do caixa rápido, de oferta rápida e Ficar fazendo grana cash flow, né, que a gente fala, beleza. Teu teu é teu momento. Você tá focado nisso. >> É o rolê dele. É, >> mais uma hora você vai cansar. E eu vejo que a maioria das pessoas, pelo menos todo mundo que eu conheço, assim, que fez muita grana no digital, chega e me fala: "Mó, cansei,
velho." >> O pessoal cansa. Pessoal cana, >> cansei. Tipo, eu quero ir um próximo nível, quero fazer algo que eu tenho Orgulho, quero. E e a verdade é essa. Empresário de verdade é don de marca, >> mano. Eh, eu eu é eu eu acho que esse é um bom framework, tá? de é uma coisa até que eu recomendo pras pessoas que é a pessoa começar no mercado com as suas ofertas e fazer caixa, botar dinheiro no bolso, pessoa física. Depois de fazer isso, unicamente depois de fazer isso, apenas após, tá? Somente após fazer isso, aí
sim construir o jogo de fazer uma marca. Por que que eu julgo assim, tá? Dá menos dinheiro isso daí, na minha opinião, porque sei lá, se tu fica 4 anos ali fazendo oferta, >> são 4 anos de marca que tu perde. >> Perfeito. >> E, pô, eh, o negócio da marca é feito composto, né? >> Então, os últimos anos vai vai ter a maior curva ali de crescimento, é onde tu exatamente colhe mais. >> E só que eu acho que é um caminho mais Conservador pras pessoas, porque tu começar marca sem caixa na loucura é
[ __ ] sabe? É complicado. >> Teria que talvez levantar investimento. >> Uhum. eh, enfim, fazer alguma outra coisa, né? Não sei. >> Mas hoje também tá um tá um time bem interessante. >> É, falou falar, tá? Vou até anotar aqui, >> tipo, time. >> Mas uma coisa interessante é que assim, Ó, o que qual que é o meu, o o que eu recomendo hoje é o cara fazer grana com as ofertas no curto prazo e assim que ele tiver alguma coisa legal, uma coisa interessante, ele construir uma coisa mais de longo prazo. >> Uhum.
Só que no longo prazo, tá? Eu eu recomendo daí a pessoa fazer alguma coisa com tecnologia, com software, não necessariamente com produto físico. Perfeito. >> A minha experiência com marca de produto físico não foi tão boa. E daí >> eu vou te explicar por >> com software, é, com software tá sendo um pouco melhor, eu diria, mas ainda não, não tá 100% como eu quero. Aí, eh, o que que tu acha assim, o que que tu falaria pr pro pessoal que ele quer dar esse próximo nível e ele tá querendo escolher o modelo de negócio
em primeiro lugar? Sabe por que que fazer uma marca De produto físico talvez seja superior a fazer software ou não é superior, mas é mais fácil ou qual que é a tua visão sobre sobre isso daí? >> Perfeito, velho. Inclusive, isso é legal porque a gente tá vivendo um momento que tudo para quem quer construir marca tá mais fácil. Então o time do mercado, cara, mudou muito. Então assim, tem um um estudo bem rápido que que eu comecei a a estudar um pouco do que que tava acontecendo relacionado ao comportamento De compra das pessoas. E
eu comecei a estudar sobre neuromarking e tal. E aí eu vi um estudo uma vez que falava sobre um estudo que eles fizeram com 4.000 juízes. E eram 4.000 juízes. E eles viram que os juízes tomavam uma decisão muito mais ríspida na hora do julgamento, na hora de julgar o réu, quando eles estavam muitas horas antes da última refeição. Então se eles estavam com fome, eles tomavam uma decisão muito rípida, >> arrombava o cara. >> É, arrombava o cara. E isso, tipo assim, é uma é uma variável que nem o cara sabe porque ele tomou
aquela decisão, mas a fome influencia diretamente na tomada de decisão. >> Eu vi esse estudo também, >> entendeu? Então eu comecei a entender. Aí tem um outro estudo também, Riro, tipo eles colocaram um monte de pessoas que tm opiniões políticas de direita e esquerda e colocaram dentro de uma sala, Colocaram cheiro ruim e botaram eles para para discutir sobre. E eles viram que o cheiro na sala ruim influenciava e nas nas opiniões dessas pessoas que eram extremistas, elas passavam a ser mais passivas. E aí, tipo, o cheiro é uma variável externa que influencia na tomada
de decisão. E aí o calor também tem um estudo que mostrou, mostra o calor, o calor dentro do ambiente atrapalha no foco, na concentração. >> Então se você estudava num colégio que não tinha condicionado, você tirava nota ruim, >> só reprovava. Às vezes o calor era um dos motivos. >> É, tu não era, tu não é burro, mano. Tava, tava muito quente. Esse era o meu caso, por exemplo, >> era, né? Então assim, eu comecei a entender que existe um estudo por trás da tomada de decisão das pessoas. E o que que isso tem a
ver com o momento que A gente tá vivendo? Eh, eu comecei a entender depois de ter investido nos maiores influenciadores do Brasil e conectar os meus produtos físicos com eles, eu vi que os grandes influenciadores parou de pararam de funcionar, não dava mais resultado. Então, cara, eu cheguei a pagar pra Virgínia, tipo, 60.000 em três stories, né? Hoje é depois de sei lá, um ano depois, alguns meses depois, eu fui falar com ela de novo. Ela tava cobrando 2 milhões, >> [ __ ] >> por mês. E se quisesse, era um contrato de seis meses
ainda, >> [ __ ] >> Então assim, eu paguei seis e do nada foi para dois, só que era seis por stories, foi para 200, sei lá, foi para 500.000 por sequência. E aí e a conta não fechava mais, não fazia sentido mais pagar esses grandes influenciadores. E aí eu fui entender porquê. E aí eu Comecei a entender que, caramba, teve a gente tá passando por uma transição de mudança de comportamento de consumo. E esses fatores externos que influenciam na tomada de decisão das pessoas é o que tá acontecendo hoje. >> Então as pessoas hoje
elas tomam decisão de comprar um produto, assim como aquele estudo que eu falei dos juízes e tal, o ser humano ele toma decisões em cima de variáveis externas que ele nem sabe, ele nem nem entende o que que tá Acontecendo, mas ele toma decisão. Então hoje você vai comprar um produto, você é altamente influenciado por pessoas comuns. Cara, igual você tava eh comentando, né, quando você comprou o seu carro, que é o audi, você tava a gente tava, você tava num evento meu lá em Balneária, a gente tava junto e do lado você lá e
comprou o carro. Mas enfim, ali não sei se pode ser que já você já tinha tomado essa decisão de comprar o carro. Às vezes você tava no Ambiente ali e os amigos próximos, o Júnior, eu, você, Ítalo falou alguma coisa de carro, tu foi lá e tomou a decisão. >> Não, pessoal, vocês não saem com o Júnior, vai aparecer o podcast aí dele aí na tela, tá? é o cara, um dos caras mais gente boa do mercado, mas ele faz tu gasta grana, desgraçado, velho. Fis eu comprar o carro, velho. >> Ele comprou, ele comprou
um carro, velho, de tipo, sei lá, quase R 1 milhão De reais assim do nada, >> porque ali o ambiente você tomou uma decisão, só que é uma decisão que você já tinha tomado, só que o seu tava, eu tava de olho já, só que o Júnior que >> que deu que deu incentivo. Então o ser humano hoje toma a decisão de comprar produtos baseados em pessoas próximas, pessoas comuns que não são grandes influenciadores. Se o Neymar falasse para você, compra aqui um Audi RS Q5, não sei o quê, você não ia tomar a Decisão
de comprar porque o Neymar falou, agora eu falei para você, o Júnior falou, você vai lá e compra. Então >> tá acontecendo esse movimento já alguns anos, que é um movimento que até é conhecido como uma nova economia, que é a create economy, >> que é uma economia de criadores de conteúdo. Então é tão forte essa parada que deu o nome de nova economia, né? Economia de criar contos. É tão bizarro Que isso movimenta a economia. Então isso tá totalmente ligado à tomada de decisão das pessoas. Então eu comecei a estudar isso. Eu comecei a
ver, caraca, velho, que doideira, create economy. Velho, eu lembro que em 2021 eu falava, ó, afiliado vai deixar de ser afiliado e vai se tornar creator afiliado, que é o novo afiliado. Naquela época a gente era afiliado de tráfego pago. E aí a tendência é o quê? O tráfego tá cada vez mais caro e vai continuar cada vez mais Caro. Eh, o lucro é cada vez mais difícil de você ter lucro como afiliado no modelo tradicional. E aí vai vir a transição do mercado de criadores de conteúdo, que é o novo tráfego, que é um
tráfego orgânico que você faz e que tem um alto potencial, tá? Pelo que eu entendi, então, e o fato da Creator economy está bastante em alta, >> favorece a criação dessas marcas. Então, na tua opinião, é mais interessante a pessoa criar uma marca >> vai gerar mais equity do que a pessoa eventualmente fazer alguma coisa com tecnologia que pode dar certo também, né? de acordo com in que tu coloca. >> Eh, só que tu acredita que a marca é mais eh, talvez fácil fazer demais retorno. >> Perfeito. Muito mais fácil. Hoje em dia você constrói
uma marca com R$ 20.000 de investimento. A Big Boom, que é uma marca que tá aqui atrás, depois eu Mostrar para vocês, mas a Big Boom é uma marca de criatina rosa que faz um ano e dois meses e foi criada. >> Creina rosa. É, >> tem diferença entre cretina normal? >> Sim. >> Ah, é. Olha. >> Então, a creatina, por exemplo, a Big Boom é uma criatina rosa que foi criada há 1 ano e dois meses com R$ 20.000 de investimento. Essa marca faturou nesse ano, né, perto de R$ 9 milhõesais, com Uma margem
de lucro líquido de 35% líquido a 40%, depende do mês. Só que é uma marca que tem um movimento muito forte e essa aqui é um exemplo de uma marca viral. >> Posso ver? >> Pode. >> Tu falou que é creatina rosa. >> É o nosso. É uma creatina para mulheres que querem ter um shape explosivo e crescer glúteos. >> [ __ ] >> Claro. Não é mulheres que vai tomar e vai crescer o bum sem fazer nada. É mulheres que treinam. Esse é o nosso >> óon para ti, hein? Tu que quer crescer o
glúteo. Lembra que tu falou para mim que tu queria ficar poder sentar na cadeirinha do estúdio? Aí >> você tiver dando agachamento afunda. Só tomar um big boom antes e vai. O Anderson um negócio dele agachamento, né Anderson? Depois eu vou te mandar o que ele fez aí na semana passada ali que ele Construiu na caixa ali. Ou agachamento que ele faz. Cara, que interessante, mano. Mas no caso, quando fala cretina rosa é porque é só uma cretina que é rosa ou tem algum mecanismo, alguma coisa. >> Sim, ela é rosa, tem colágeno, tem BCA
e e cretina. Só que a pegada é isso, marca viral é isso. >> O diferencial então não parece ser os ingredientes em si. Claro que é muito bom pelo que eu vi, mas parece todo toda Essa a embalagem do produto, né? >> Exato. É é um contexto, né? São três etapas. Primeira a etapa de mineração, que é como escolher o produto, certo? Segundo, a etapa de construção de narrativa, que é uma narrativa viral. Então, a narrativa shape explosiv que tá escrito aqui em cima, ó, tudo isso é estratégico. Big boom, próprio nome, big boom boom.
Então são narrativas virais. Então o conceito de marca viral é um conceito que a gente trouxe pro Brasil. >> Hum. >> Então assim, marca viral é uma marca que é criada para viralizar na internet. Tem até um outro produto que eu trouxe aqui de um concorrente só para mostrar para vocês. Que é legal. Isso aqui é um produto. >> Mostra pra câmera ali, ó. Faz o teu merchan aí. Isso aqui é um produto comum, beleza? É uma canatina da Grove, >> mas é um produto que é vendido por R$ 50. >> Aham. >> E aqui
é uma creatina rosa para mulheres que querem ter o shape explosivo, crescer glúteos, mulheres que treinam. E aí você olha os dois, qual que você tem mais desejo de comprar? >> Ah, eu queria, eu não sei, o meu glúteo já tá bom, Anderson. >> Não, você não é o ICP, né? Mas você bota isso na frente de duas mulheres. >> As mulheres, sem dúvida, vão querer a Big Bom. >> Exato. Então isso é uma marca viral. Essa creatina aqui ela vendida por R$ 54. A Big B é vendida por 169, >> [ __ ] >>
169. Então isso aqui é uma marca viral. Sape explosivo aqui em cima, cores fortes, narrativa viral e um brand muito viral. >> Então qual que é a parada? A create economy, a economia dos criadores de conteúdo. E as pessoas, lembra que eu falei que as pessoas tomam decisão de Comprar um produto baseado em pessoas comuns que estão falando bem de um produto? Então, a Create Economy potencializa uma marca viral crescer na internet. Então, TikTok Shop, por exemplo, Estados Unidos tá movimentando bilhões. Isso, quais são os produtos mais vendidos? >> Suplementos e cosméticos virais. São produtos
que tem alto poder de viralização. Então, a Big, por exemplo, esse produto aqui parece você tá tomando Um areia, parece você tá tomando cimento. É uma merda tomar creatina. Creatina, todo mundo par de tomar porque a experiência é muito ruim. Aí aqui você toma um suco, ela é rosa, tem sabor pink, limonade, você bota, você toma na hora que você tá almoçando, então você não percebe, é uma experiência de consumo muito boa. Então a gente tem um produto com valor agregado muito maior, muito mais sexy, muito mais atraente, enquanto tá todo mundo focado em vender
Um produto barato, que tem uma margem muito baixa e que simplesmente não, né, não gere esse desejo. E a gente e a margem, além disso, é muito baixa também. Ah, mas a Grove é gigante. Claro, esse é o jogo deles, vender um produto barato e acessível. Mas quando você constrói uma marca viral, você começa pequeno, R$ 20.000 de investimento. Hoje essa marca tá passando por um deal, né, que a gente tá tá em negociação, até comentei com você. Di, posso abrir assim, mas deu um valation de mais de 80 milhões e claro a gente tá
negociando, né, para sustentar esse valo, mas é uma marca de um ano e dois meses que ela já tem um val de R 80 milhões deais e eles estão e e realmente eles estão sustentados nesse valor e eles querem investir para alavancar um negócio e entrar, né, dentro do negócio para acelerar ele. E aí você começa a ver, cara, como assim? Começou com R$ 20.000 um ano e dois meses. Cara, o Segredo é create first, que é o que eu falei lá atrás. A gente tem, a gente cria marcas virais criada para esse modelo de
criadores de conteúdo em primeiro lugar. Se você entrar no Instagram da Big Boom, você vai ver que >> é criador de conteúdo fazendo movimento o tempo inteiro. >> Então a gente não vende produto, a gente vende movimento. >> A Red Bull não vende produto, ela vende movimento. >> Você entra no Instagram da Red Bull, eles nem mostram o produto direito. Só que é um movimento de tantas pessoas falando que aí isso gera um desejo. Então assim, é um jogo que a gente começou a entender, cara, não vou vender produto, eu vou construir uma marca e
vou construir um movimento. E aí esse movimento é acelerado pelos criadores de conteúdo. Então hoje na BFU, por exemplo, a gente tem 200.000 creators, afiliados que se conectam ali dentro. E Aí várias marcas como a Big Boom, Popozuda, Dreamscofe, vários, né? Sofá na caixa. Então são marcas que estão ali junto com a gente e essas marcas estão na no ecosistema da BFU e elas se conectam ali dentro e aí tem criadores de conteúdo que querem vender esses produtos e ganhar comissão por, por exemplo, você quer vender big boom seus seus amigos, suas amigas que querem
ter querem ter um shape explosivo, que treina e quero crescer glúteos e quer Ter uma cretina. Vou dar para ela ter o shape explosivo. Gostei disso aí. Botar ela para treinar, >> velho. >> Sentar o chicote, ó. Pá, meter o shape aí. >> E o e o legal é que o que a gente faz para criar oferta, a gente vai fazer para criar uma marca. A única coisa que a habilidade de criar oferta é a mesma. Igual falou shape explosivo. Quantos mecanismos você já criou no mercado de Colágen? >> Ah, mano, >> eu lembro que
você fazia. Só que a gente faz essa narrativa viral para um produto, para uma marca, para um produto que a gente vai conseguir gerar esse movimento orgânico. Então esse é o jogo. E aí a Create Economy, se você tivesse lançado a a de Atena hoje, no momento que a gente tá vivendo hoje, cara, você ia, se você aplicasse, né, isso que a gente faz hoje, você ia tá arregaçando, Irmão, >> por >> a parada é o tráfego tá caro, certo? >> Qual que é o modelo? Creator first, creators em primeiro lugar. Cre os creators em
primeiro lugar, tipo, a Big Boom tem 70.000, mais de 70.000 creators afiliados que estão afiliados à marca. Cá, não é todo mundo ativo, mas é a galera que se afilia. E essa galera que tá ali, eles estão gerando o quê? Movimentos orgânicos do produto, porque O produto é altamente viral. Se eu faço um vídeo no Instagram, no TikTok, é muito fácil de viralizar, porque o produto foi criado para ser uma marca viral. E aí esse movimento orgânico gera muita visualização orgânica. E aí o tráfego que a gente tá rodando, a gente roda tráfego pago, claro,
não é o canal principal, porque eu falo construir marca é quando você para suas campanhas de tráfego, você continua vendendo. Se você conseguir isso aí sim você Construiu a marca. Então hoje a gente joga esse jogo, tráfego orgânico com criadores de conteúdo. E aí o tráfego pago tá rodando como defesa, só que esse tráfego orgânico faz o o tráfego pago, né, o CPA do tráfego pago despencar e aí consequentemente a nossa margem de lucro aumenta. Então hoje a gente investe, velho, olha que bizarro, >> quanto você acha que a gente investe em market para faturar
R 1 milhãoais por mês em tráfego, por exemplo? >> Ah, mano, não sei. Talvez. Bom, chutando, acho que talvez uns sei lá, R$ 50.000. >> É, quase acertou. pega, >> mas eh tipo 1 milhão a gente investe cerca de 6%, 7%. >> Uhum. >> Do do investimento em tráfego para uma marca que fatura, mínimo, >> 60 pau ali. Aí >> tem noção para você, pra gente faturar no mercado de tráfego direto, a gente Veste no mínimo 50%, 60. É isso se tiver bom, >> 600.000, Se tiver bom, >> se tiver bom, é, se tiver interessante.
>> Então esse é o jogo. E aí a Creator que se você tivesse lançado a de Atena hoje com a Create Economy do jeito que tá, com ecosistema da Bif que a gente construiu, você ia construir um negócio muito mais previsível que iria se perpetuar porque você iria construir algo orgânico junto com tráfego pago. Não que você tenha que não rodar tráfego pago, claro que não. Tem muito mentorado nosso que roda funil de tráfego pago, fatura R$ 2 milhões deais por mês, só que 1 milhão vende creators e 1 milhão vende vende o tráfico. Uhum.
>> E aí você equilibra a equação. >> Uhum. A minha percepção e estudando o mercado é hoje é muito simples você construir uma marca viral muito fácil por causa desse time de mercado que é a Credit economy e da e da tomada de Decisão das pessoas de comprarem um produto. A pessoa compra um produto quando ela levei um vídeo de uma ruiva, ela se conecta porque a menina é ruiva, ela não tem 1000 seguidores >> e ela vai lá pro gostei, eu confio nessa menina, vou tomar a decisão de comprar o produto. Então esse é
o movimento. >> É isso. É muito real, mano. Eu comprei uns perfumes. Tu gosta de perfume? Não >> gosto bastante. >> Eu comprei um da Dior, aquele home Coloney, tá ligado? Tô até usando, mano. Tô cheiroso hoje. >> Eu eu gosto de sentir o cheiro do próprio perfume. >> É, também comprei. É, então. E eu comprei porque eu vi, eu tava no YouTube vendo shorts, daí apareceu lá o moleque assim: "Ah, perfume para fazer tal parada, esse aqui perfume para não sei o que tal". Aí eu comprei um lá, >> olha aí. >> Exato. Tomou
a decisão. >> E daí? É, daí eu usei a Larissa, falou: "Cara, que merda esse perfume horrível, vai tomar banho do que?" Aí eu comprei esse outro da Diork e ele falou que era o contrário daquele que eu comprei, tá ligado? >> Entendi. >> Mas, mano, eu tenho duas coisas para falar, tá? Referente ao que tu falou. Primeiro, eu queria extrair um princípio do que tu falou e explicar isso aqui pro pessoal de casa, porque eu acho que isso É muito interessante, esse princípio que tu disse que tu cria marcas virais com esse conceito de
creator first, que é tipo criador em primeiro lugar. lugar. Perfeito. >> Que se eu fosse simplificar isso, eu iria falar: "Cara, tu cria o produto com base no que vai vender." >> Perfeito. Que vai viralizar e consequentemente vai. >> É porque no final das contas, o que que tu quer? Tu quer, tu quer o que? Que é Uma marca de sucesso, cara? Aliás, é um negócio de sucesso, é uma coisa que vende bastante e vai vender por muito tempo. >> Uhum. >> Então, se tu cria uma coisa que ela já tem muito mais probabilidade de
vender em primeiro lugar, por mais idiota que pareça, tá, pessoal? Isso é muito bom. Perfeito. >> Eh, às vezes isso é óbvio, mas as pessoas não fazem muito isso. E no Marketing direto isso existe. Então, a galera que roda oferta e tal, como que o pessoal pensa nisso? Eles eles pensam: "Ah, eu vou criar um produto, não um produto aleatório." Ele não procura um produto para criar, ele procura um mecanismo único, diferente para ele poder introduzir no mercado. E esse mecanismo, se ele for realmente o único, ele vai vender. Então, a gente já cria pensando
numa coisa que vai vender em primeiro lugar. Perfeito. >> E daí aqui tu faz exatamente a mesma coisa, só que tu não tem esse olhar de mecanarismo, tens um olhar de marca viral, de alguma coisa que os creators consigam facilmente divulgar. >> É isso. >> E é que venda, entendeu? Então eu achei isso muito interessante, porque daí tu já cria um negócio, é é meio que um uma vantagem eh injusta assim contra a competição, porque tu já cria parada preparado para vender. É >> isso. >> E as pessoas e o resto da galera que não
sabe isso, eles vão criar um produto aleatório e depois vai descobrir como vender aquilo ali. >> Fazer >> cara, eu aprendi isso aqui, pessoal, com o Gary B Venga, que é um dos maiores copywriters da história. Se não for o maior copyritter da história, vai aparecer uma foto do Gary aí na tela, tá, do podcast. E cara, isso aí mudou Completamente a minha vida. O Renova 31, a minha cápsula, quando eu criei ele, eu pensei, cara, >> um gênio, inclusive a Nart Cu, velho. Lembra? >> Lembro demais. >> Todo mundo começou a copiar aquela narrativa.
>> Todo mundo. É. E eu pensei, como que eu posso diferenciar isso aqui? E veio com esse negócio de criar um mecanismo novo que era o colágeno, tipo três e um. >> Uhum. E aí eu eu criei o produto com base nisso. O nome do produto é renova 31, renova de renovar pele. Então foi tudo baseado, né, nesse diferencial, mecanismo novo. Eh, e isso aqui pro tráfego pago é o mais importante. E daí, olha que interessante, tu viu o que que era o mais importante para esse negócio dos creators e tu fez exatamente a mesma
coisa. É exatamente a mesma coisa, né, só que para outro tipo de canal, >> em outro tipo de, >> sei lá, de de nicho de mercado, talvez. É, você entra no mercado de marca, vai brigar com dono de e-commerce, mas você entra em grandes mercados e constrói algo mais previsível. Aí você consegue realmente construir o naquilo. >> Mas eu achei muito interessante, cara, esse esse negócio aí, >> mano, é a mesma mentalidade de construir oferta. Fal, por exemplo, você citou o Matous Moreira, pô, o Gabriel, que é o Meu sócio na Big Boom, todos eles
são mentorados. Tem o Gustavo que também vendia encapsulada, era um oferteiro igual a gente e construiu o primeiro café termogênico do Brasil. Então assim, todos eles, o todos os nossos mentorados de sucesso, todos têm o mesmo perfil. Eles sabiam fazer oferta, eles já sabiam, já faturaram milhões com a oferta, entenderam o jogo e eles só falaram: "Caraca, velho, o Moto abriu minha cabeça e ele mostrou para mim que É só eu aplicar isso para uma marca". Então, mecanismo único é nada mais do que construir uma narrativa viral, construir um brand viral, que essa parte do
brand faz muito, muita diferença. Até a caixinha ela precisa, ela precisa gerar um impacto em menos de 5 segundos. a pessoa tem que olhar o seu produto e ela tem que prender atenção. Então, cores fortes, eh, meio que a headline, o mecanismo único aqui em cima, o nome da marca faz diferença. Então, é a mesma Coisa de como construir uma oferta. Inclusive, se você tivesse naquela época, só que nessa época que a gente tá vivendo, cara, você ia você ia construir uma marca com certeza muito forte, porque você entendeu o jogo. Renova 31, por exemplo,
foi um, cara, um mecanismo absurdo. >> É, se eu soubesse isso daí naquela época, o Renov, eu vejo hoje que eu sou um empresário mais e com mais experiência, mano. A gente a gente Faturava de 4 a 6 milhões por mês com tráfego direto. Não tinha um Instagram, mano. Eu lembro, >> tipo, não tinha, tá ligado? E detalhe, e não era black, não tá? É o pessoal que acha as copas antigas aí era no máximo Grey hat. No máximo. Nunca rodei Blackzão fodidão que nem a galera lembro sa >> você conseguia comprovar meio que pelo
científico, né? Pelo pela própria lógica do que eu te falei, tá ligado? Tipo, tem Que criar um negócio que tu consiga convencer a pessoa. A melhor maneira de fazer isso é criar um negócio com bastante prova. >> Perfeito. >> E daí eu só apliquei o que eu falei para ti. Então, de fato, mano, eu perdi uma oportunidade boa, mas tudo bem, né? Não sabia. >> É, era o time, né? Não tava no momento. >> É, é. É, foi foi o que o que aconteceu, >> mas se a gente se a gente parar é uma Hora
para ficar, tipo, eu tenho ideia de produto todo dia, o segredo não é a marca, o segredo é os donos de marca, tipo hoje, po, >> porque a parada é assim, ideia de produto, em 10 de marca viral, mano, eu tenho todo dia assim, se eu parar, se a gente parar aqui 30 minutos, a gente executar a metodologia que a gente tem, que é a primeira etapa mineração, que é encontrar ideias de produtos virais lá nos Estados Unidos, porque lá nos Estados Unidos eles têm mais dinheiro, tem mais time, tem mais conhecimento que a gente.
E lá eles jogam jogo de marcas virais há muito tempo. É, >> o mercado é muito grande lá, é muito capital para acelerar empreendedores igual e você que querem construir marca viral. Então, se a gente aplica a metodologia, começa a minerar produto lá, ideias, a gente acha ideias muito rápido. Só que a parada é quem vai executar aquela ideia. Então, o segredo De marca viral é quem tá por trás, é o dono de marca. >> Sem dúvida, sem dúvida. >> Treor bom, >> tem que ser um cara bom. E esse e a galera que que
roda oferta, que fatura com com oferta direta, com encapsulado, cosmético, só que tem essa expertise, essa malícia de botar R$ 1.000 em tráfego e voltar 10.000 com tráfego direto. Cara, esse cara quando ele vira a cabeça pra marca, mano, é bizarro. Tipo, ele ele gera equity, ele gera resultado, ele vive algo que ele acredita, ele tem mais lucro, né, mais margem e ele sai dessa loucura de ficar dependendo de CPM do Facebook, né? Hoje a gente, igual eu falei, é 7% do investimento em é em marketing, >> então a gente vira o jogo, entendeu? >>
Uhum. Sim. >> Não depende tanto do tráfego, porque eu acredito muito que o a tendência do tráfego paga é: "Ah, eu tenho que mentir Cada vez mais, >> é >> para conseguir ter um lucro. Você mente cada vez mais para vender, cada vez menos". >> Sim. É, então >> é muito louco, né? Já chegou um ponto que a galera já não sabe o que que que ela vai prometer. >> Complica. Complica. É, mano, uma coisa eu quero falar contigo sobre como criar marcas de fato, mas eu tenho duas Perguntas, tá? pra gente ir para esse
assunto. Primeira coisa que eu queria saber era o o a marca em si, tá? Tu falou que poxa, que que é muito fácil criar marca. Com R$ 20.000 tu consegue criar uma marca. E eu lembro que quando eu tinha de Atena, de fato, tem produtos que que são bem baratos, que sei lá, tu paga R$ 7, >> aí tu pode pegar um produto que não é mais sete, na verdade é 15 ou 25 e e vai >> 25. E e da queria entender assim o o Quanto de diferencial que é produto de fato ou o
quanto que é mais marca e também o o que que essas marcas grandes aí, tipo a Creamy, a Salve, que que eu lembro que eu me inspirava neles naquela época, eh, se se eles têm esse diferencial de produto ou é só marca mesmo? E o 8020 é tu saber vender a parada. >> Perfeito, cara. Eu falo que para você construir uma marca, você tem que conseguir primeiro equilibrar o que você Tá prometendo e o que você tá entregando. Então marca é muito isso. Tipo, hoje no mercado de oferta a gente promete muito, entrega pouco. Então
o problema às vezes o produto pode até ser bom, mas pra gente conseguir prometer muito e ter um, né, uma escala maior com tráfego, a gente tem que ter um custo mais baixo. E aí no jogo de marca é diferente, você tem que prometer e você tem que est pelo menos o produto tem que entregar o mínimo possível alinhado ao Que você prometeu. Então a promessa não é muito agressivo, tipo creatina, a pessoa vai tomar cretina, ela sabe que a creatina gera resultado para ela, >> para treino. Então >> não é uma promessa urgente, né?
>> É, não é uma promessa, tome essa creatina especial que você vai ficar bombado. Não tem como prometer isso vendendo creatina. >> Então o segredo é você equilibrar essas duas pontas. E cara, é muito louco. Se a Gente for analisar, tem muita marca muito forte que tem um produto mediano. >> Tem >> tipo assim, a Red Bull você para para pensar, é um energético, velho. É uma marca de um produto só, é um energético. Qual a dificuldade de replicar o produto da da Red Bull? Nenhuma. Você vai em qualquer fábrica faz. É, eu até diria
que a maioria das marcas são assim, pô, para elas conseguirem ter eh ali, ter margem, ter uma estrutura de custos onde Ela consegui escalar muito. Então, para ela ser muito grande, eu acho que necessariamente tem que ser uma coisa mais baratinha ali. >> É só vend, né? Pô, tem um relógio aí não é todo mundo que tem. Por quê? Porque é bem caro, sabe? >> Então, geralmente as coisas mais caras tende a ser um mercado diferente, né? Perfeito. Então assim, mas o mercado de suplementação cosmético, igual você deu o exemplo, cara, você tem que entregar
o Mínimo possível. Então é um equilíbrio. Eu vejo que é isso, pô. Eu tô prometendo, por exemplo, a Big Boom, a nossa narrativa é ser a maior marca de suplementação feminina do Brasil. Então a gente tem uma missão de até 2030 atingir 1 milhão de mulheres. Mas, cara, o produto ele é bom? Claro, é, é um produto que já foi criado, que é creatina, BCA e Colágeno. São produtos que já foram criados. A gente só juntou isso em um, criou um mecanismo diferente E o produto entrega o mínimo possível. A gente deixa claro, uma marca
criada, um produto criado para mulheres que treinam e que querem fazer parte de uma comunidade. Então, a gente entrega tudo que tá dentro do que a gente promete, só que a gente constrói um senso de comunidade muito forte. Então essa questão da entrega, né, a maioria desses produtos, você deu o exemplo da Creamy, da qual outra da Salve, cara, eles têm um produto que realmente tem qualidade Porque é o mínimo possível, porque se você gasta energia em uma marca, marca é K LTV, custo por aquisição de cliente, o LTV que é o quanto que aquele
cliente compra do seu produto ao longo do tempo. Então, se você gasta dinheiro em captar um cliente e o cliente não compra de você durante um ano, tá, tem alguma coisa muito errada. Então você tem que melhorar o seu produto o mínimo possível para você ter recompra. E aquele cliente gastou e comprou um produto de R$ 100, Ele vai comprar depois de dois meses outro de 100, outro de 100, outro 100. No ano ele vai gastar R$ 800 com você. >> Uhum. >> Então você tem que entregar o mínimo possível para você conseguir aumentar esse
LTV. Senão não faz sentido você construir uma marca. Então marca é isso, velho. É você conseguir equilibrar isso. Promessa, entrega, resultado e recorrência. Se você consegue alinhar esses três, esses pilares, né, você Consegue realmente ter um ter uma marca interessante. Mas tem muito produto que não é tão bom. Eu tenho certeza que tem um monte de refrigerante aí que é melhor que a Coca-Cola. Só que o marketing na ausência de comunidade é tão forte, o hábito que foi construído é tão forte que acaba que a gente vai e compra. Então marca é isso. Tenta equilibrar
o máximo, gerar uma recorrência, mas não precisa, ah, eu preciso ter o melhor produto do mundo, cara. O tanto de Produto muito bom que tem no mercado que tem um marketing ruim. Então assim, tem muita marca que não precisa ter o melhor produto. Você tem que ter o produto mínimo viável possível, que entrega o mínimo de resultado possível e a sua promessa, o seu posicionamento tem que ser o mínimo possível para suprir uma certa necessidade. >> Eu acho que até difícil, né, cara, tu ter um produto que seja realmente muito Bom em termos de produtos
físicos, porque tem um negócio Visa, tem um negócio de >> pô, tu vai fazer um produto diferente, eu nem sei como é que é o processo, tá? para tu aprovar um produto, se ele for realmente diferente, porque se ele for aprovado lá pela RD 240 é muito mais de boa, porque daí ele entra, ele entra com suplement como um nutracêutico, né, que tem nutracêuticos, fitoterápicos e medicamentos, né? São essas três classes Aí, viu como tô ligado, pessoal? >> Tá vendo? É, ele nasceu nesse nesse mercado. >> Já tentei fazer umas coisinhas aí, alguns milhões. >>
É. E aí, eh, eu acho que para criar um produto realmente diferente, eu acho que tem que ser uma coisa mais, tem que ter, sei lá, uma aprovação da Anvisa que vai lembrar um tempão para tu desenvolver, sei lá, uma provação, eu não sei como é que é, sabe? >> Uhum. >> E >> mudou inclusive algumas coisas. >> É, eu acho que mudou. É, mas assim, assumindo que a gente pegue um produto que já é aprovado ali pela RDC 240, >> perfeito. >> Que é uma regulamentação aí e >> necessário. >> E a gente faz
uma marca viral, sabe? Uma coisa similar a Big Boom aí. Eh, o que que isso pode gerar assim? O Que que tu vê de resultado, de case que que tu que tu já conseguiu fazer ou que tu vê e pessoas do teu ecossistema fazendo, eventualmente sócios? >> Legal. Tá, cara, irmão, tem uma frase, velho, que que o Stev Jobs é um dos caras que eu mais modelo assim, que ele falava assim que acho que é legal contar isso. É, bons artistas copiam ideias, excelentes artistas roubam ideias. Então, o que que ele quer dizer, Cris? Ele
quer dizer que vai lá e copia os Produtos que já deram certo. Ele quer dizer, copia ideias que já deram certo. Pô, o iPhone foi criado, ele até fala, de uma série de ideias que já tinham sido criadas por outras pessoas. Ele só pegou, ah, aquele cara fez o toach, pô, vou pegar aquilo ali. O outro cara fez, colocou o telefone e música no mesmo dispositivo. Ele pegou aquela ideia. Então, ele pegou um monte de ideia e juntou e fez o iPhone. Big Boom, a mesma coisa, colagem, BCA e creatina. Não Coloque nenhum. Então, Big
Boom hoje falando de resultado, é uma marca que faturou seus 9 milhões em um ano e dois meses, tá passando por um dial agora. Inclusive era para ficar em off, mas abrindo aí pra galera para vocês entenderem, tangibilizarem, tá passando por um DI, margem de lucro de cerca de três vezes maior, né? Lucro líquido maior do que uma operação de tráfego direto tradicional. Então essa é uma grande vantagem. A gente não fatura Muito, mas a gente tem muito lucro e a gente constrói equity. Eh, outro case, por exemplo, de marca que a gente tem, que
é o Dreamscof ali, que é um café termogênico, primeiro café termogênico que acelera o metabolismo e ajuda a queimar a gordura. Então, a gente usa um pouco da de narrativas, né, de oferta direta, >> só que é um conceito de marca viral, é um sachezinho que você bota, em vez de você tomar o café, igual a gente tá Tomando aqui, você toma um café que ajuda a acelerar o metabolismo e dá mais energia. >> Uhum. não vai emagrecer horrores. Então a promessa é alinhada, não é uma promessa altamente agressiva, é uma promessa que vai ajudar
a desinchar, vai fazer seu intestino funcionar e você vai consequentemente ajudar a perder peso. Então esses esse produto que eu que eu citei do doc faturou seus R 12 milhões deais no ano passado com uma margem de Lucro de 32% líquida. >> Uhum. >> Eh, tem um sofá na caixa também que foi um produto que é o primeiro marca de sofá entregue na caixa do mundo, né? Então o Rubens é um grande parceiro, a gente acompanhei ele durante todo esse processo de construção da ideia. Então a gente quer >> sofá na caixa, mano. >> É,
nunca viu, >> [ __ ] Anderson, conhecia essa. É >> um sofá que chega compactado. >> Que loucura, mano. >> E aí ele você abre, se gente, em vez de quebrar a logística do sofá que é complexo, você quebra a logística enviando produto dentro de uma caixa, você abre e infla. >> Caramba, essa não sabia. >> É, então o sofá na caixa hoje, pô, em um ano de marca foi vendido aí por mais de deu mais de R$ 100 milhões o valor da marca. que eles fiz deram um di bem Forte com a fábrica. >>
Então, uma marca que nasceu no nosso ecossistema. Ano passado a gente tava lá no Vale do Silício, >> eh, vários amigos, até o Marinho tava lá, o Maum Mau. Então eu levei os meninos ali porque eles estão no meu masterm, a gente foi e ali a gente tava começando a ideia, né? Já tava sendo construída essa ideia do sofá e aí hoje virou um case de categoria. Então tem aí o case do sofá na caixa. Eh, eu eu criei uma marca também que é um travesseiro ortopédico de grafeno. Então foi o primeiro travesseiro com a
capa de grafeno do mundo. Então é é uma fronha de grafeno que tem vários benefícios, que você bota uma lâmpada em cima, a lâmpada liga. Então eu vendi R milhões de reais desse travesseiro em dois anos. Então mais de 300.000 unidades. Então assim, são cases de produtos diferentes. Você tá vendo tudo que eu tô falando é diferente. Aí tem um Case, por exemplo, >> de pessoas que entram no nosso nosso ecosistema aqui também que já criou marca, só que tá travado. Igual tem a Mari, a R, ela tinha uma marca, ela tem uma marca chamada
Hoje tem, que é um tipo um chocolate com pimenta que ajuda. >> Gostei, gostei dessa marca >> que ajuda a aumentar a libido feminina. Bem legal, >> cara. Essa marca é a como é que eu invisto? >> É legal. Tá vendo, ó? Inclusive, você falou como que visto, foi o que aconteceu. Ela tava com a marca há 5 anos, a marca um produtaço, só que ela não sabia como fazer esse produto se tornar algo viral, sendo mesmo que a narrativa dela fosse viral, que é o nome hoje tem bem legal. E aí ela travada há
5 anos, chegou em mim num evento, falou quase chorando, falou: "Mateus, não sei mais o que eu faço, já investi tudo que eu tinha nessa marca, não consigo fazer Elas deslanchar de verdade, me ajuda." E ela entrou no na nossa mentoria, entrou no ecossistema e a gente fez a marca dela se tornar uma marca viral. E aí três meses depois que ela aplicou, ela zerou estoque e aí tipo vendeu tanto que ela nem tava preparada, que aí ela vendeu, esgotou o estoque muito rápido. Isso com poucas creators, foi tipo cinco creators começaram a usar a
narrativa. Ah, eu que quase quase divorciei, eu que tava quase divorciando o meu casamento, Até que eu conheci esse produto, salvou o meu casamento, porque eu não tinha mais vontade de fazer nada. Então aumentou a libida e a mulher voltou. Então creators fazendo essa narrativa no TikTok, no Instagram viralizou e o produto começou a viralizar na internet. >> Uhum. E aí ela gerou o estoque e aí fez ali uma reestruturação na empresa para fazer o novo estoque. E seis meses depois que ela entrou no nosso ecossistema, um fundo bem grande comprou Cerca de uma porcentagem
do negócio. Não tudo, mas comprou, investiu. >> Uhum. >> E assim deu mais de 10 milhões, né, o a negociação ali, o valueto da marca e agora tá preparando pra expansão na América Latina e tá lá, roda com a gente na BFU. Então tem vários keys assim de marcas que às vezes a gente acha que é muito distante essa questão do equity, mas não é. Uhum. >> Cara, tem a marca da popozuda, é uma Marca que fatura popozuda. Então vocês estão vendo que todas as marcas têm um diferencial que é o mecanismo da marca viral.
Eu sei que se você entendesse isso há um tempo atrás que é sua habilidade de criatividade absurda, mano, você ia criar um monte de ideia absurda assim que o mercado ia parar. >> Porque um like mais criativo que eu conheço para criar mecanismo virar você. >> É, é possível. Provavelmente vai criar uma coisa ali pro Anderson. Ele, ele é Com sonho muito de disfunção herétrica, né, Anderson? É, a gente tem outra marca de funeras também que é a Blue, >> não é Anderson? >> É, é o é o futuro da Viagra. A gente lançou que
é o Drops de Tadal na fila. >> Ó, quem quiser aí, tá, quer quer ter um sócio bom que conhece do problema de função herética, >> o Anderson tá ali, >> é só chamar o Anderson ali, ó, que ele tá >> ele vai ser o nosso garoto propaganda na bunda. Esse é o avatar transformado, né, mano? Isso é [ __ ] É complicado, >> mas é interessante, tipo, que a gente, vocês estão falando, mas todas essas ideias são ideias de produtos. >> Uhum. >> Então, a popozuda é um creme que ajuda celulite, eh, estrias. E
esse produto, velho, vende vende cerca de R 2 milhõesais por mês, [ __ ] >> sem tráfego. >> Por quê? Porque vende tanto que eles não conseguem acompanhar o estoque. Ele falou: "Mano, eu não posso rodar trafo, deixa as crator vendendo". Então, vendendo 2 2.5 milhões. Teve meses que já vendeu mais só com Creators velho. Bizarro, porque é um novo tráfego. E aí é um creme poposuda que você passa na coxa, então é muito viral. >> E aí você mostra aquele tanto de menina fazendo um monte de vídeo viral, passando o creme, ah, isso aqui
que me Ajudou a amenizar estria, celulite e aí isso vira uma viralização. Por quê? Porque é uma marca viral. E aí o tráfego, em vez de você depender do tráfego pago, você escala com tráfego orgânico e o tráfego pago vem para otimizar. Claro que você tem que rodar tráfego pago, eu falo para todo mundo, tem, quem tem marca tem que tentar funil de VSL, tem que, inclusive, igual falei, uma marca nova que a gente tá lançando que é a Blue, que é o Drops Tadala Fila, Né, que é um produto que a gente tão alguns
anos preparando, é tipo um house que tem toda lafila, vitaminas, taurina, bem legal, é um é uma healthcch, né, um tratamento, não é um produto, é um tratamento porque a gente vende medicamento online, mas é um produto que a gente precisa ter esse cuidado, né, e de como viralizar e tal, >> mas assim, são produtos altamente virais >> e aí tem vários cases, tipo igual esse da Popuda, é um case que >> que além desse tem vários outros também, mas que dá para ter noção dos resultados que essas marcas têm no no nosso ecossistema. Mas
é isso, criar um mecanismo único atrelado a uma marca e fazer esse negócio bombar, tá? Cara, tem marca no nosso ecossistema assim que ao ser criada, tipo assim, criei a ideia, fez a ideia, aplicou a metodologia, criou a ideia, no stage zero, a marca nem começou, recebe aporte de 2, teve uma marca que recebeu uma aporte de R 2 Milhõesais só na ideia do projeto que já foi construído e aí tava sendo em processo de criação, um fundo pegou, já aportou inicialmente no Dzer e é uma das marcas que a gente tá acelerando ali dentro
da BFU, né, que a BFU não é só uma plataforma, mas é um ecosistema que acelera essas marcas. Então, então é bem interessante. É isso que eu falo, o time do mercado atualmente tá ligado à mudança de comportamento de consumo, a create economy. Então, criar marca Viral, marca que viraliza através da create economy, através de criadores de conteúdo, é, na minha visão, né, uma das maiores janelas de oportunidade que já surgiu na história do mercado digital. >> Uhum. Não, igual você falou, ah, tem forma de você ganhar dinheiro rápido, tipo, ah, vendendo oferta nos Estados
Unidos, né, que é um um modelo que tá em alta, mas voltar a um negócio mais previsível, lucrativo e que você consiga vender um Dia, que você consiga de fato construir um equity ou consiga ser acelerado para um grande fundo, cara, esse é o melhor caminho e o melhor time da história, assim, já existiu, sem dúvidas nenhuma, que é o que os americanos já fazem há muitos anos. a gente, eu tô puxando esse movimento no Brasil e ajudando empreendedores a fazerem o mesmo. >> É, eu lembro disso dos americanos fazendo, lembro que um tempo atrás,
uns seis anos, tinha aquela marca era coco Ou alguma coisa, Coco Blunch, sei lá. >> Hum. Davi, >> que é um negócio de aquele pau preto que escova o dente, sabe? >> Sei, sei, eu lembro. E é viralizava muito. Tem aquele, >> tem Dollar Shave Club, >> Dollar Shave Club, tem o Snow te tit whitening, que é o kit lá do Josh Snow, que é um negócio tu compra assim, tu morde, da clareia teu dente em casa. Esse kit aí é bem interessante, >> tá ligado? >> É isso, velho. Resumindo, é isso. Não é só
suplemento, só cosm dá para fazer de tudo. >> Dá para fazer de tudo. Opa, desculpa interromper o teu episódio aqui rapidinho. Eu só queria te pedir, tá, se tu quiser me ajudar aqui um pouco no podcast, que é para tu pegar e se inscrever aqui no canal, isso é 100% de graça, tá? Obviamente não paga nada para fazer isso. Eu tô te pedindo isso porque Eu vi que 57,8% de vocês aí que estão em casa assistem o podcast, mas infelizmente não se inscrevem no canal. E aí, cara, se tu não se inscreve, o canal não
cresce, o YouTube não entrega isso aqui para mais pessoas, a gente não consegue atrair mais convidados aqui pro podcast para criar um conteúdo legal para ti. Então, cara, se tu quer me ajudar, por favor, clica aqui embaixo, tá, em se inscrever e vamos tentar diminuir esse valor aí, Vamos tentar chegar nos 50%, colocar essa meta pra gente poder crescer o canal aqui do Veturb e aí trazer mais conteúdo para ti, para que tu possa ganhar ainda mais dinheiro, beleza? Então, de volta pro episódio. Mano, tu falou que para para lançar uma marca é R$ 20.000,
né? O que que o que que esses R$ 20.000 eles vão fazer? O que, o que que entrega isso aí? V, é muito dura essa parada do 20.000, velho. Por quê? >> Porque assim, muita gente fica: "Como Assim, velho? Não faz sentido." Só que a parada é hoje você consegue produzir, né? por exemplo, no nosso ecossistema ali do Aárea Marca, a gente construiu para alimentar a nossa própria nossa própria base de clientes. Então, a gente educa os nossos clientes. A gente tem conexão com os maiores parceiros assim de fábrica, eh, logística, fornecedores, enfim, tudo que
você precisa para construir a marca, a gente conecta você ali dentro e aí você consegue produzir 300, 300 unidades de um produto. >> Então, >> 300, hoje a gente consegue 300, 500. Então, se for fazer a conta por R$ 25 ou R$ 20, R$ 30 vezes 300, ah, R$ 9.000. >> Então já já começa aí. Aí depois é o quê? Projeto de branding. Pô, mas R$ 5.000 para você fazer um projeto de brand bem feito. Então, a Bigbom, por exemplo, é um case aqui. Se você não fiz, se você fizer de qualquer jeito, não, cara,
não, não vai encaixar. Então, A narrativa tem que ser construída junto com brand viral. Então, o nome hoje tenho nome Big Boom, nome Dreams Coffee, nome sofá na caixa, Popozuda, cara, o nome da marca, o título, a redline, as cores, tudo tem que tá encaixado. >> Então você tem que fazer um projeto de brand realmente bem feito. Então, R$ 5.000 para brand, então 9000 mais 5000 vai dar 13.000. >> É 14. >> 14. Tô sou engenheiro. >> Pessoal, não morem nos prédios que o moto ia construir. Vai cair tudo, velho. >> Cara, e uma parada
a engenharia civil acabou com o meu com a minha habilidade de fazer conta de cabeça, porque eu lembro, você já fez engenharia, eu acho. >> Eu lembro que na hora que eu fazia prova, n primeiro semestre, eu errava um menos, um mais uma vírgula e aí eu fiquei burro para fazer conta automática. Bizarro. Eu perdi porque eu não confiava mais em mim. Eu ia lá na Calculadora 1 + 2, beleza? 3 + 5, porque eu já me lasquei em tomar zero em provas, porque eu errava isso. >> Engraçado, mano. Deixa eu fazer uma pergunta sobre
esses dois fatores que tu disse, tá? A criação do produto e o projeto de branding. >> Então deu 14.000. Aí o resto é >> já vamos seguir, tá? Para fechar os 20. >> Eh, sobre o produto, por que que eu não posso só fazer o projeto de branding, tentar vender? Perfeito. >> Uma vez que que validou que eu vi que deu certo, aí eu faço o investimento no produto ali das 300/ 500 unidades. Ou ou o que que tu pensa sobre isso? >> Não, eu eu gosto, inclusive eu ensino também esse esse método de teste,
né? Fazer o MVP antes de lançar. >> E aí a o que que a gente faz, por exemplo, pô, vou lançar um café. >> Aí a gente pega, eu ensino a galera. Galera, compra um produto no na loja do suplemento na farmácia que tem a mesma Textura do produto que você tá lançando. Ah, eu quero fazer um caféogêno. Ah, eu quero fazer um café que desincha. Cara, faz a mesma, não mostra o produto, você só bota e testa a narrativa. E aí essa parada entra no conceito creative first que a gente fala. É muito doido.
Antes e a maioria do mercado de tal tá acostumado a quê? É criar uma oferta e testar aquela oferta. Hoje a gente cria narrativa para viralizar TikTok, por exemplo, com creator e quando essa Narrativa viraliza, tá? O produto tá validado. Então a oferta é meio que essas narrativas de vídeos virais. >> Uhum. Então, a gente tem dentro do nosso ecossistema, a gente tem creadoras, por exemplo, que a gente conecta as marcas do nosso ecosistema com elas >> e aí elas ficam testando narrativa no TikTok. O TikTok é uma ferramenta que entrega muito, né, organicamente. Então,
cara, você cri no TikTok hoje, em três dias, você postar no vídeo, três vídeos Por dia, no terceiro dia, se você entender a metodologia, se as narrativa, se sua narrativa tiver validada, cara, você vai bater 3 milhões, 2 milhões, 4 milhões de views, >> [ __ ] >> Então, essa é essa é a parada. a gente gera muito tráfego orgânico de uma forma muito barata. Então, a gente ensina, inclusive uma das etapas da metodologia é essa, você testar antes de fazer. Você tá fazendo o a ideia, o projeto, cara, Já começa a testar, compra o
produto do mercado que é igual, bota para rodar, começa a criar narrativas, a gente entrega várias para eles criarem gante, essas narrativas virais e elas e eles começam a rodar vários vídeos ali. E os vídeos que viralizam, opa, acertar uma narrativa. Cara, tem narrativa que é bizarro assim, tipo, por exemplo, esse um produto que é um Greens, né, que é um que é um Greens super food, iso um suco verde que ajuda a desinchar. E aí, uma Narrativa que algumas creator usa é tipo barriga de baiaku. E eu que cansei, eu cansei da síndrome de
barriga de bayaku >> e comecei a tomar esse suco verde, me ajudou a desinchar, tipo barriga de baiaku é tipo ela mostra a barriga tipo inchada >> e aí tipo viraliza. É um gancho. Então assim, hoje são ganchos ridículos e bestas como esse que a gente acaba viralizando. Então isso é o que faz o modelo de negócio crescer. É o creator Fazendo vídeos virais. E aí isso faz a alavanca começar. Então é o tráfego mais barato que existe, que a gente não paga para validar. Você pode validar no tráfego, pode, que é um método tradicional,
mas você colocar creators que sabem viralizar produtos para falar sobre aquele produto, aquela ideia ou você mesmo começar a atuar. Hoje tem como criar a Creator com IA, então já tá muito avançado. Agora com o Google V V V3 ali é absurdo. >> Acho que é Voy, né? Voy >> vo é Voy 3. Você consegue criar um creator e botar para para validar. Aí tem gente fazendo isso, inclusive. >> Então é isso assim que a gente valida o produto. Tem como assim? Aí inclusive a gente ensina e recomenda a fazer isso. >> Sim. Eh, eu
vou te perguntar sobre o projeto de branding, tá? Eh, vai ser o meu próximo passo e depois eu vou te perguntar sobre o que mais pra gente fechar os R$ 20.000. Depois a gente vai Seguir. >> Beleza? >> Só que, mano, eu tenho que perguntar sobre isso. >> Hum. Eu até anotei aqui, tá, antes de tu falar, que eu fiquei pensando, cara, e agora com essa parada aí da inteligência artificial, a gente tem a capacidade de fabricar esses influenciadores. >> Até tem e e viralizou influencers que são eh criadas para meio que ser Namorada dos
caras, sabe? Uma i que namora, sei lá, uma parada assim >> que aí conversa ali com a pessoa como se fosse uma namorada pelo chat >> e mano, tu tu tu consegue tu tem alguma op? Eu não sei se tu tens uma opinião sobre isso, tá? Mas é, tu tem alguma coisa assim a dizer sobre o futuro, sobre o que que tá acontecendo? Porque se a gente parar para pensar um pouco, o que que vai acontecer, né? Vai facilitar A criação de conteúdo para [ __ ] >> Então, vai criar um monte de conteúdo ali,
o pessoal vai encher as redes sociais, aí em vez de ter, sei lá, 10, sei lá, 1000 influencers, vai ter, sei lá, eh, 10.000 ou 100.000, não sei. >> E aí vai ser meio que uma loucura. Aí eu não sei o que que vai acontecer exatamente no futuro. No >> eu sei que no marketing, aliás, eu acho que no marketing direto a tendência é as coisas ficarem muito mais competitivas, O nível de soficação aumentar muito mais. >> Uhum. >> E aí e eu não sei como que essa parada da da IA mais influências ela vai,
eu não sei se prejudica ou se melhora, tá? >> Uhum. >> Porque talvez ela melhore. Talvez a IA só potencialize os criadores que já existem. Humum. >> Tipo, sei lá, imagina uma Virgínia com I, ela poderia criar muito mais conteúdo Dela mesmo, sem ela >> e ela conseguiria e ainda manter a relação dela com com o público, porque ela é real. >> Então, em teoria essa essa humanidade, essa realidade iria melhorar a relação dela com o público, que que uma Iá e no futuro provavelmente vai ter. Só que a real é que no momento acho
que ainda não tá, sabe? Pelo menos eu não conheço nenhuma e a influencer como eu conheço a Virgínia ou Neymar ou sei lá, sabe? Então, eh, a coisa tá só começando, né, essa esse futuro. E eu sei que é difícil >> a gente prever essa parada, nem prever, né, sei lá, tipo, opinar, porque é uma loucura, a gente não sabe o que vai acontecer. Pode ser que a gente nem esteja mais aqui na Anderson daqui uns 10 anos. >> Vai casear as domin aí, pessoal. Ó, o podcast do Alan aí, tem dois podcast dele. Ele
fala aí que o que o mundo que não sei o que, que vai Vir a Iá, tá, nem lembro do que ele falou. Tanta loucura que que é lá. >> Mas, mano, tu tu tu tu tu tu tens alguma opinião sobre isso? Tenho, tenho, com certeza. Eu acho que é igual igual você falou, eu vejo que a IA pro mercado de creators, né, que tá ligado à mudança de comportamento, tá ligado a create economy, né, os criadores de conteúdo, cara, eu vejo que o criador de conteúdo, usar IA para montar o seu próprio template é
algo Muito muito interessante. Tipo, ah, eu monto, você grava um vídeo seu, vários vídeos seu e isso monta um template, um avatar seu. E aquele avatar ele vai ficar cada vez mais realista para produzir conteúdo. Pô, se você quiser botar um avatar para ficar fazendo corte de podcast e você bota na lá treinada de acordo com todos os podcasts que você fez, enfim, ela vai ficar gerando um monte de corte você postando conteúdo em massa sem você tá aqui. Então, acredito Muito que esse jogo vai ser um jogo muito interessante, que é o quê? não
vai perder a naturalidade e não vai perder a autenticidade de uma pessoa real, né, de uma pessoa que realmente tá usando a IA para potencializar a produção de conteúdo. Então, acredito que esse é o caminho que inclusive, cara, um ano atrás eu tava falando com o Marinho, que é o confundador da Kify, falou: "Marinho, se você quiser fazer um negócio, faz isso aqui com isso aqui, Velho, vai dar muito certo." que é essa ideia de tipo, eu vou lá, gravo um vídeo, boto na no na ferramenta, boto o produto tal, boto o produto tal e
aí ele vai gravando, tipo, vai trocando um produto na minha mão de acordo com o que eu colocar. Então, acredito que isso vai acontecer, já tá acontecendo. Então, a gente já consegue tirar o produto da mão do Creator e mudar, só que ainda não tá muito bom. Então, acredito que isso vai acontecer. Só que o outro caminho é Ficar muito realista e muito natural. Por exemplo, essa nova IA do Google ali tá muito boa, tá muito, tá até com com stack e tal, >> só vai ficar melhor, mano. >> Então vai melhorar muito. Eu acho
que com essa melhora pode ser uma arma, né, que pode prejudicar porque a galera pode chutar o balde e ser muito agressivo e aí acabar com que, tipo, as pessoas vão parar de confiar em qualquer vídeo, né? Ah, eu vi um vídeo seu falando sobre a Big Boom. Ah, isso aí é IA. Quem garante que isso aí não é IA? Igual eu falei, essa desconfiança dos grandes influenciadores. Então, hoje os grandes influenciadores eles se queimaram muito porque eles começaram a divulgar muita bet, né, muito produto de baixa qualidade e isso foi gerando uma desconfiança no
público. Então, as pessoas não confiam mais nessas pessoas grandes e confiam mais nas pessoas pequenas. Então, pode ser que se se a IA Usada da forma incorreta para essas pessoas pequenas pode gerar essa desconfiança das pessoas ficarem tipo: "Pô, será sei? Não sei se eu vou comprar esse produto, porque aí às vezes não sei se ela tá falando e realmente eh o que ela acha, não sei se ela realmente tá dando feedback de uma pessoa real. Então isso pode acontecer, pode ser que as pessoas comecem a ficar com pé atrás de confiar em qualquer vídeo
na internet de uma pessoa falando sobre o produto. Porque o segredo de um criador de conteúdo é a autenticidade a conexão, né? Então as pessoas se conectam com ah, uma ruiva morena, uma loira, eu me conecto. Se eu for igual, eu vou me conectar com o feedback que ela deu, mesmo que ela não seja famosa, eu vou tomar a decisão de comprar o que ela falou através disso. Só que se a galera começar a usar isso de uma forma muito agressiva, tipo, ah, compra essa creatina que você vai, sem você treinar, Sem você fazer nada,
você vai ficar com bumbum gigante em s dias. Então assim, é o que acontece no mercado quando quando o mercado começa a ficar mais agressivo. Então pode ser que aconteça isso, fica mais acessível e muita gente usar da forma incorreta. >> Só que eu acredito que as redes sociais vão começar >> a a blindar um pouco isso, a tentar filtrar esses mecanismos de bloqueio, mas a própria o próprio TikTok tá tá com A ferramenta de a para produzir conteúdo creator >> para ainda ser para [ __ ] ainda mais o cara. Eles estão desenvolvendo. Um
amigo meu tá testando que ele é parceiro lá da Bance. Uhum. >> E aí ele mostrou, tipo, o próprio TikTok vai ter, não é o Capcut, é outra que é para construir creator com IA, vídeo de creator com IA. >> Só que >> então eles vão liberar pra galera usar Para virar um uma bagunça assim, a galera vai loucura. O pau vai pegar, vai ser conteúdo infinito, mano. >> Exato. Mas aí acho que vai ser o filtro, né? Que qualquer mercado tem o risco. >> Cara, que loucura, mano. O que que vai acontecer, mano? >>
Daqui a pouco a gente não vai precisar ter a gente, né? Pois então é aí que tá. Por isso que tem essa, tem tem essa urgência de tu criar as paradas agora, né? Porque a gente não sabe o futuro. Eu Sempre falo, respeita a conversão, velho. >> Aí a gente não sabe. Vai que esse que esse negócio aí eh vai parece vertente mesmo que ah, agora todos os criadores de conteúdos vão ter automaticamente treinado em todos os conte. >> Só digita o texto ali que vai aparecer e vai falar e tu pode e solicitar edições
ali do vídeo como tu quiser, tu não precisa mais gravar, é só conversar com a do TikTok >> que ela já era para ti, mano, conteúdo infinito, bum, nível de soficação lá em cima. >> Agora o cara soltava um stories por dia, um reals, agora vai soltar 100 de cada. Aí fodeu. E agora multiplicar isso por todos os criadores. Como é que tu vai competir com essa atenção, mano? Aí o que que vai acontecer, sabe? Será que eh vai ter alguns poucos criadores que vão conectar muito mais porque eles são os melhores de todos? Eh,
uma outra coisa Que eu pensei era que ao invés de das redes sociais melhorarem, sabe, a IA e fazer com que a galera tenha mais output de conteúdo, é eles terem filtros para dizer: "Olha, isso aqui é feito com i, isso aqui não é". para o pessoal poder até se defender. Uhum. Colocar o selo assim. É porque se eu pego, sei lá, eu pego tu, faço um deep fake teu lá no regim, >> mano, eu posso usar a tua a tua marca que tu construiu para mão de merda, Entendeu? >> Exato. >> Então, e é,
não sei. O ponto é incerteza no negócio é ruim, é isso prejudica com os teus luxos, por isso que tem ainda mais urgência de fazer a parada, sabe? Por isso que eu sempre falo, cara, respeita a conversão, respeita, faz tudo para ontem, tá? Vurb, eu tô tentando fazer as coisas para ontem. Eu não sei se v é uma coisa que vai vai existir no futuro. É possível que não. >> Pode ser que pode ser ou pode ser que [ __ ] não tem mais porque o nível de sofisticação tá tão alto >> que o pessoal
não acredita mais em marketing direto de tanto que é de tanto conteúdo. >> Então assim eu não sei. Pode ser que não, pode ser que seja o contrário. A gente entre numa época de ouro de de dos VSLs aí e o VTUB cresça muito. Se Deus quiser vai ser isso daí pessoal para eu poder ganhar um trocado também, né? Poder pagar aqui o podcast ganhar, né? >> Poder pagar o Anderson ali, ó. Voltando ali então sobre o projeto de branding, aí tu falou que tu vai gastar ali uns R$ 5.000, né, para tu fazer uma
coisa mais ou menos isso daqui, que as cores importam, >> isso >> tudo isso daí importa. >> Uhum. Aí o meu ponto é um empresário que ele trabalha com marketing direto e ele quer fazer isso daí, só que ele não tem Ideia como que ele consegue avaliar se ficou bom, se não ficou, eh, qual que é o critério que ele pode usar, ele ele só confia na pessoa que vai fazer isso aí mesmo e assume que tá legal? É uma coisa de instinto ou o que que tu tem a dizer sobre isso? Porque eu achei
meio eh nebuloso, sabe? Tu vai investir a parada e tipo, ah, mas tá bom, não tá? Tipo, eu acho que eu sei cobrar, né? Perfeito. >> É exatamente. É o como que tu avalia Para saber se isso aqui tá bom ou não, porque parece uma coisa muito importante, né? Essa parte inicial, tu tá, tu tá meio que definindo qual que vai ser a direção da marca por anos. Anos >> em teoria, tu vai gastar R$ 5.000 para um um moleque aí, não sei o quê. Eu não sei se é, se eu tiver viajando, tu me
fala, tá? >> Tá certíssimo, cara. Por isso que quando eu te falei, quando eu criei marca, eu Entendi que existia um método por trás das marcas que davam certo. E aí eu peguei falei: "Cara, eu preciso criar uma metodologia, uma forma de acompanhar." Eu nunca fui de criar mentoria, ensinar a galera. Eu gosto, sempre gostei de ganhar dinheiro com produto, né? Vendendo e, pô, o produto é entregue pro cliente, ele compra de novo e eu não preciso ficar ali botando minha cara e produzindo conteúdo. Enfim, então a gente, eu construí uma metodologia Durante esse período
que é uma metodologia de consução de marca viral. Então, a primeira etapa é a etapa de mineração, segunda etapa é a etapa de consumo de narrativa. Então, a narrativa viral, ela tá muito ligada ao brand viral. >> Hum. >> Então, assim, todo dono de marca, ele precisa estudar profundamente o que que ele tá construindo. Então, Essa marca representa da Big Boom, né, a na etapa de mineração, eu encontrei um produto na época encontrei um produto lá nos Estados Unidos que estava vendendo com a narrativa de creatina para mulheres que querem crescer glúteos. Então assim, essa
era a narrativa deles. Na hora que eu vi, eu falei: "Caraca, o Brasil é o país do bumbum. É o país das mulheres que tem um bumbu, né? Conhecido mundialmente por isso." Eu falei: "Caramba, >> graças a Deus". >> Graças a Deus, >> né, pessoal? >> Graças a Deus. >> Comenta aí, bum, bum. >> Tô brincando, pessoal. >> Comenta aí, vem bum. Frontos passado. Então, eu comecei a a ver que, caramba, essa narrativa no Brasil vai dar muito certo. Então, aí que começou a ideia, aí que surgiu a ideia. Então essas ideias elas surgem no
processo de mineração e Depois no processo de mineração você definiu uma ideia que você viu baseada em algo que já foi validado. Então a gente não cria nada do zero, velho. A gente sempre pega uma ideia que já foi criada ou várias ideias que foram criadas e junta isso. Porque, pô, se a gente vai começar com pouco, >> não tente reinventar a roda, vai ser um desafio maior. Então tenta pegar alguma coisa que já foi validada lá fora, >> mano. Eh, vamos só entrar um pouco mais A fundo nesse negócio aí de de mineração, >>
tá? Eh, o que que é importante quando alguém tá minerando que ele tem que olhar para dizer que olha, essa aqui é uma ideia que vale a pena ser replicável, replicada ou vale a pena ser combinada com alguma outra ideia que eu tive. >> Legal, velho. Perfeito. Então, eu sempre analiso o quê? Primeira coisa, de cara eu já olho se aquela ideia tem alto Potencial de viralização. Isso é muito louco, velho. Mas a gente que é isso exatamente? A gente entendeu que, por exemplo, energia, se você vai criar um produto para energia, é muito difícil
você mostrar energia, não é? Tipo, energia, como que você vai mostrar, cara? Tomei isso aqui, tô muito focado em muita energia. Você vai falar verbalmente, mas visualmente você não consegue explicar. E aí a gente entendeu que nesse processo de mineração, os Produtos que têm um potencial de escala mais rápida ou de validação mais rápida são produtos que geram um resultado mais visual visual ou que usam e todos os sentidos ali, que é os cinco sentidos. Tipo assim, a pessoa ela olha uma creatina rosa no copo, o rosa chama atenção, a cor chama atenção. >> Ah,
um produto demonstrável. >> Isso. Um produto demonstrável, tipo que tem cor. >> É, realmente é muito similar a criar Oferta, mano. Realmente. >> Exato. A mesma coisa. Aí um produto, por exemplo, popozuda, que é um creme pra celulite, pô, você mostra a perna e vai passando e aí fica vermelho na hora. E aí isso é visualmente muito viral. Então a nesse processo de mineração, a gente faz uma procura de de produtos, a gente usa uma metodologia que a gente chama de que eu chamo de engenharia reversa, que é você procurar direto na fonte dos maiores
produtos do mundo, que é a Amazon, que é o é óbvio, né? Então aí entra na Amazon americana, coloca lá o zip code e americano de alguma cidade lá de de da Flórida e tal e aí ele vai mostrar os produtos mais vendidos. Você entra lá no tem um bestseller que é os produtos mais vendidos e lá você vai ver os produtos mais vendidos de todas as categorias que existe no mundo. Categorias subcategorias. Ah, eu quero lançar um suplemento. Você vai lá, nicho de suplemento, vai mostrar a as Creatinas, suplementos mais vendidos, greens. Ah, eu
quero ver os produtos de emagrecimento. Queto que chama de queto, né? dieta quieto lá. >> Setogênica, >> é isso, cetogênica ou weight loss. Então você vai lá e vai olhar, pô, esses são os produtos que estão trabalhando com marca ou outros não, outros só vendem muito, mas não tem marca muito forte. E aí você começa a mapear isso e aí você vai entender, pô, esse produto é legal, Isso é legal. E aí, quais são os principais fatores? Primeiro, mecanismo de viralização. Então, de cara, igual eu te falei, eu vi um produto lá fora, eu falei:
"Cara, esse produto é muito viral no Brasil. narrativa de bum no Brasil vai pegar um criativo para mulheres. E aí você vai analisando isso. Então tem um método ali que a gente que a gente validou que você vai entendendo se faz sentido ou não. Claro, o volume de vendas você tem que acompanhar para ver Se aquela ideia já foi validada. A gente sempre olha qual que é o volume de vendas desse produto na Amazon Americana, qual que é o volume de vendas desse produto no TikTok Shopping? Porque no TikTok Shopping é um é a plataforma
que cria marcas virais. Então os produtos que vendem no TikTok Shop, eles só vendem se eles forem virais. Se eles não forem virais, eles não não vão vender. A não ser que se que for um produto muito baratinho, aqueles Produtos chinês e tal, que é tipo, sei lá, dó, né? A pessoa compra por impulso ali, mas é tipo bujingan, >> mas as marcas que mais vendem lá tem narrativas altamente virais. >> Então a gente sempre cria produto pensando nisso. Esse produto já foi validado, beleza? Esse produto tem tem um alto potencial de viralização, beleza? E
então esses pilares são pilares que vão vão fazendo eu passar no crio, né? que é uma análise que eu faço Para entender. E aí eu começo a ver, tem tem demanda no mercado brasileiro. Aí eu começo a analisar, ah, pô, o tamanho do mercado de cretina no Brasil, aí eu uso, posso usar manus ali a IA para fazer pesquisa de mercado. Qual o tamanho do mercado de cretina no Brasil? Qual o crescimento desse mercado ao longo do tempo? Então você vai vendo se tem demanda, ah, qual que é o volume de pesquisa da palavra-chave criatina
para mulheres? Aí você começa a ver se tem Demanda no mercado brasileiro. Então, todo produto a gente segue esse passo a passo seguindo ferramentas como tem uma ferramenta que eu vou deixar aí pra galera de brinde que é Calodata que é uma ferramenta muito legal que mostra os produtos mais vendidos no TikTok Shop nos Estados Unidos e mostra quais são os vídeos das creators que mais viralizaram. >> Nossa. >> Então, calo data é bem interessante. >> Escreveo normal e data normal. Calo data >> é com K. Calo com K. Ah, com K. >> Calo data.
>> Uhum. E aí você consegue ver lá, lá mostra quanto que aquele vídeo específico gerou de faturamento. Eh, tem creator que em um vídeo fatura 500.000, 400.000. É bizarro. velho, >> então o mercado americano tá bem avançado em relação a isso. >> E aí a gente analisou para esse produto aqui, ele já tá vendendo muito, então Calodata é uma mina de ouro, velho. >> Só que nem sempre tudo que tá lá no Brasil vai dar certo. Então que aí que é o ponto de você viabilizar o que eu consigo produzir no Brasil, de acordo com
estrutura de fábrica aqui, o que é viável com a cultura, o que tá alinhado com a cultura, >> porque tem muita coisa tipo eletrólitos. No Brasil ainda muita gente não sabe o que que é, mas lá nos Estados Unidos é muito forte. >> Então você tem que fazer essa analogia também na cultura brasileira. >> Sim. E aí você vê volume de tráfego no Brasil, volume de pesquisa, beleza, passou no crio. A ideia é uma é muito >> volume de tráfego no caso da da do ingrediente chave ali que tu tá usando. >> Isso se tem
muita demanda, se é um mercado interessante e às vezes você pega, tipo assim, pô, é igual aqui, ah, creatina tem muito volume, né? É o Suplemento mais vendido do Brasil. A Amazon, produto mais vendido da Amazon Brasil, é a cretina por tr 4 anos seguidos. no Mercado Livre também, então é bizarro, é um dos produtos mais vendidos, mas na Amazon, principalmente, eles já me falaram que é o produto estrela deles é cretina. >> Uhum. >> Então é um dos únicos produtos que vendem muito no Brasil. E aí você começa a ver, beleza, tem volume. Mas
aí tem um Mercado de queratina, que é uma creatina que é vendida por R$ 50, e tem um mercado que a gente que é uma subcategoria que a gente construiu, que é a creatina para mulheres. Então essa foi a primeira creatina para mulheres do Brasil, creatina com sabor, criada para mulher. E aí você cria uma subcategoria dentro de uma categoria muito grande. Então assim, tudo isso é aplicado dentro dessa metodologia de um processo de mineração, que é usar as ferramentas Certas para encontrar potenciais de produtos que tm alto potencial de viralizar no Brasil. E aí
quando você encaixa tudo isso na nessa etapa de mineração, cara, quando você começa, velho, é muito rápido, velho. Tipo, a Big Boom, ela foi bateu R 1 milhãoais em 90 dias. Tipo, não é muito, só que, velho, praticamente orgânico, [ __ ] >> Praticamente, tipo, investindo só market que é que é muito, tá? É o, >> é porque a gente perde a noção dos Números, né? É, porque o pessoal aí de casa aí é que a galera do tráfego direto lá para fora, realmente os valores são absurdos, mas no Brasil e com marca tá louco,
é uma coisa que eu acho que é bem considerável. Eu acho que é bem bem interessante, sabe? Um valor bem bem curioso. >> Fatura 7 milhões, 9 milhões, 5 milhões no ano com marca, com algo que realmente, cara, isso tem um valor que aí quando você vai >> fazer um de ali, alguma coisa, você calcula o EBIT dentro da marca. >> A tendência é aumentar e aí como a tendência é aumentar tu tem igual equit ali. >> Aliás, não só aumentar, mas a tendência é ter lucro no futuro. É uma coisa mais previsível, >> mano.
>> Então, mineração assim, falando bem rápido, é isso. >> Deixa eu ver se eu entendi, tá? Eh, Então a gente vai ver quais são os produtos que estão lá fora, estão vendendo muito. A gente vê se algum deles tem alguma capacidade de viralização. E o que que é a capacidade de viralização? É o produto ser demonstrável. É a gente conseguir construir a segunda parte, que vai ser, pelo que eu anotei aqui, a narrativa viral. >> Então, pô, um exemplo que tu deu, ah, essa creatina aqui é uma creatina, agora Ela é rosa, pô, isso aqui
é uma coisa diferente. >> Então, às vezes pode ser sua cor. Tem, tinha, tem um produto, tinha um produto na Austrália que era uma máscara rosa de skincare que viralizou um monte. Eu não sei se tu se tu ouviu falar disso aí. >> Acho que eu >> E aí tem um um amigo meu que mora até aqui em Floripo, Neto Moritz. Vai aparecer a o podcast dele aí que ele tem uma marca que é a Pink Perfect, eu acho, Tá? >> Ah, >> que é um negócio de que é uma coisa de cosméticos >> pro
rosto. >> É, pro rosto. É. >> E daí eu acho que ele só pegou a ideia lá, tá? aplicou aqui. E então assim, é uma coisa que eu eu acho, tá, que que foi mais ou menos isso. Então, achei muito interessante que, pô, às vezes é só cor o diferencial, mas basicamente é, Cara, isso aqui é demonstrável. É, se se tu consegue demonstrar, pelo que eu entendi, >> é mais fácil. >> É um produto é um produto que ele tem, ele vai passar mais no crio. E é outra coisa que tu falou, vê se esse
produto tá vendendo no Brasil também, se tem demanda no Brasil. E aí quando tu junta esses três fatores, cara, vende muitos Estados Unidos, esse produto aqui tem uma capacidade viral, eu consigo vender No Brasil. No Brasil tem essa demanda aqui por, por exemplo, pelo pelo produto chave aqui, >> sei lá, creatina. E daí eu consigo oferecer a mesma coisa, só que com um a mais, tipo, ah, creatina, só que o meu é rosa. >> Vou melhorar aquela ideia. É isso. >> Pelo que eu entendi, foi isso, tá? >> É isso, >> mano. O que mais
que tem que tu falou que tem ferramenta, tu falou desse calo Data? Tem mais alguma coisa que eu deveria saber? >> Tem tem outra ferramenta chamada Exploding Topics, que é tópicos explosivos, né? uma ferramenta gringa que ela mostra quais são os tópicos que são tendências no mercado americano e ela mostra tipo assim nos últimos cinco anos e também mostra uma previsão futura do crescimento desse nicho específico no mercado americano. Então eu uso ela também para analisar tipo novas Tendências. Por exemplo, ah, o mercado de CBD tem um crescimento absurdo nos Estados Unidos e ainda a
gente consegue ver lá meio que isso vai vir pro Brasil. Então a tendência, então o mercado da create economy, quando eu comecei a entender, quando eu fiz a bifí, eu sabia que ia vir chegar no Brasil uma hora ou outra. Então eu eu uso essa ferramenta para analisar e ela mostra, tipo, vários nichos e produtos que tão bombando, tipo assim, cara, começou a bombar nos Últimos seis meses, aí você consegue ver o gráfico de ascensão daquela marca. Aí ele ele ele filtra e organiza tudo isso. Ah, eu quero ver o mercado de suplementos. Quais produtos
no nicho de suplementos estão tendo um tópico explosivo, né? Um explosioning topic. é um tópico que tá em alta nesse momento, nos últimos seis meses, no último ano. Aí ele vai listar para mim. Esses são os produtos suplementos, esses são os produtos cosméticos, eles esses são os Produtos eletrônicos. Então ele traz para mim esses esses dados. É muito interessante que eu consigo tomar várias decisões ali baseado nisso. Então assim, o produto que você vai vender, velho, é muito importante. Tipo, a capacidade de criar algo, de estudar e de trazer ideias muito inteligentes, que é o
input, né? você traz o input e vai trazer, vai virar um output no final. Então o processo de mineração é nada mais do que trazer input pro seu Cérebro, criatividade, criatividade, criatividade. Você fala: "Caramba, vou fazer isso que já fizeram, só que eu vou melhorar isso, isso, isso, isso, isso". Então, a gente melhora, o brasileiro ele tem a capacidade de melhorar e o Brasil é um mercado que a concorrência é muito baixa. Então, é, tem várias, essa é mais uma ferramenta, exploding topics. Aí tem o simular web que você já sabe, né? >> Uhum. que
é o também é muito importante pra gente ver realmente o volume de Pesquisa de tráfego e o ICP daquele produto. >> Aí é já no no site da marca gringa mesmo, de fato, né? >> Exato. A gente faz aí a gente inicia é a gente depois de usar essas ferramentas, a gente inicia o processo de benchmark, >> que é um estudo aprofundado da concorrência. Então hoje com IA velho, antes eu tinha um time de cinco, seis pessoas para criar marca. Então, para criar marca, criar oferta, a gente Ficava uns três, qu meses criando. Hoje a
gente consegue criar uma ideia, o plano todo em horas. Então, tipo, com manus eu consigo fazer o quê? Eu vou lá no uma das etapas da metodologia nossa de benchmark. Ah, é, levanta para mim todos os feedbacks de reviews dentro da Amazon desse produto, que é um produto que eu tô modelando para trazer pro Brasil para lançar. E olha para mim os feedback de cinco estrelas, quatro estrelas, três estrelas e uma estrela. Aí eu quero saber qual que é os pontos fortes e os pontos fracos dessa marca, fazer uma análise swatch. E aí eu boto
lá na manus quais que são os links, boto o prompt certo e ele vai trazer para mim, ah, esses são os pontos fortes, esses são os pontos fracos, faça otimizações baseado nisso e cria o produto fazendo isso, isso, isso, isso. Então, ah, o sabor Pink Limonade, por exemplo, a gente tomar decisão porque é um um sabor que chama a atenção das Mulheres. Poderia fazer outro, poderia, mas baseado no que a gente analisou e viu, faz mais sentido. Ah, colocar BCA e colágeno são componentes que fazem mais sentido do que colocar outros. Então a gente começa
a melhorar o produto baseado na fraqueza dessa marca que foi lançada lá fora, mas que já foi validada. E a gente vai otimizando isso com IA e a gente monta esse estudo, né, que é um benchmarker, era nada mais do que um estudo muito aprofundado daquele Concorrente e a gente faz esse estudo, usa IA e a gente cria até o projeto, né, de brand ali, né, a gente deixa basicamente quase tudo pronto para chegar no design, a narrativa, tudo a gente tem para constução de narrativa, a pra construção do brain brands também. E aí você
aplica, você já chega tipo no cara que vai fazer o projeto de brand que a gente tem, a gente recomenda, né, pr as pessoas certas. E aí você, o cara já vai receber tudo muito bem redondo. E Aí quando ele vê aquilo, ele vai falar: "Caramba, eu vou fazer isso de uma forma muito rápida porque já tá tudo muito bem mastigado". Então é basicamente isso. >> Entendi. Entendeu? Entendi. Vamos assumir então que eu selecionei, é, selecionei um produto ali, tipo, ah, eu vi um produto legal, >> pode ser aquele produto ali do da da do
carvão ativado, aquele negócio preto que dos cobriar ideia agora. Beleza. É, >> imagina que a gente fez isso daí, tá? >> E daí a segunda etapa seria o teste de narrativa, né? >> Perfeito. >> O que que é esse negócio aí? Explica pra galera o que que é e como e como é que faz isso daí, >> tá? Cara, hoje a etapa de conso de narrativa é é literalmente você conseguir explicar o que é o seu produto de uma forma muito óbvia e simplificada em 10 segundos, 5 segundos. Então, Quando você olha, né, o produto
da Big Boom, por exemplo, uma creatina rosa, essa é uma narrativa viral. A gente criou esse movimento ser a primeira creatina rosa do Brasil. Então, CR K C na Rosa é um uma narrativa viral que a gente construiu depois de muito estudo. Big Boom é uma narrativa viral. Shape explosivo é uma narrativa que faz parte da da estratégia de posicionamento da marca. Cretina 31. Então, a narrativa é uma forma óbvia e Simples de você explicar o que que é o seu produto. É nada mais do que um mecanismo único, só que atrelado a uma marca.
Eu sou muito bom nessa parte de mineração, na metodologia, só quando a gente começou a entender que, cara, realmente existem narrativas que precisam ser construídas do jeito certo. E isso quer dizer o quê? Por exemplo, um produto que uma que uma mentorada ela criou, ela chegou a mim, pô, moto, eu não sei o que que eu lanço e tal. Ela Tinha uma sócia que era nutricionista. E aí eu fiz uma call com elas, ela falou: "Ó, a gente faz isso, isso, eu trabalho com n produto e a sócia dela era nutricionista e atendia muita gente."
E aí nessa reunião ela falou: "Ah, eu sou nutricionista, eu produzo conteúdo, eu atendo muitas pacientes que t problema com lipedema." E aí na hora que ela falou isso, falei: "Cara, Lipedema, que que é isso?" Aí eu fui e pesquisei, pesquisei no TikTok e Falei: "Cara, aí tava tendo uma uma alta porque uma participante do BBB, ela sofre de lipedema e e ela tava tava tendo Big Brother na época e tava em alta assim absurdo, todo mundo falando sobre Lipedema. E aí eu fiz essa análise e vi que esse que esse termo tava muito em
alta. E aí eu falei: "Cara, você vai lançar a E a gente viu que não tinha nenhum produto para esse nicho, você vai lançar o primeiro suplemento alimentar que ajuda a reduzir e ipedema do Brasil". Elas foram lá e fizeram. Uhum. E aí assim, o que que isso tem a ver? Tem a ver que às vezes a narrativa viral é simplesmente você entender uma demanda que já existe, só que explicar isso de uma forma óbvia. E você não precisa sustentar tanto com muitos mecanismos que aquela que aquela sua narrativa, aquele seu mecanismo único realmente funciona.
Só que você tem que entender como deixar essa oferta, a forma de explicar esse produto de uma forma muito Mais sexy e atraente. >> Cara, basicamente você, >> o que você faz para construir uma oferta é construir uma narrativa viral. Só que essa narrativa, ela tem que tá alinhada não só ao mecanismo tipo de entrega que a gente fala, né, que é o mecanismo único do produto, mas também tem que tá alinhada ao posicionamento da marca como um todo. E são, e essa narrativa, a gente vai usar esses elementos, essas frases que posicionam a marca
em vários Elementos dentro do posicionamento da marca. Então, shape explosivo, a gente bota aqui de cara, pá, a pessoa vê, ela já sabe, é um mecanismo, é uma narrativa viral. Big Boom, o próprio nome, Big Boom Boom. As pessoas lá, eu fui lá paraos Estados Unidos, que eu participo de um masterm lá fora, com os maiores donos de marcas do mundo. E aí, a primeira vez que eu fui, eu falei: "Ah, eu tenho algumas marcas no Brasil, uma delas é a Big Boom". Na hora todos os Americanos falaram: "Big boom, oh! Ver, tipo, que ideia
genial, tipo, todo mundo entende." Então, quanto mais óbvio, quanto mais simples, mais fácil. Então, acredito assim que narrativa viral é como você explica o seu produto de uma forma muito óbvia e ridícula. E as pessoas vão bater o olho no seu produto e vão entender o que que é sofá na caixa. >> É um é uma narrativa altamente viral que ao mesmo tempo virou uma subcategoria Que virou uma categoria chamada sofá na caixa. >> E a marca é sofá na caixa. Tá, mas pelo que tô entendendo, então nessa etapa aqui da nossa criação da da
nossa marca aqui, o que a gente tá buscando depois da gente ter minerado, encontrado o tipo de produto, aqui na etapa da narrativa viral, eu tô criando quais são as palavras, o nome, as coisas associadas à marca. Não é necessariamente um script que eu vou passar para um criador de Conteúdo, por exemplo. >> É, aí o script ele sempre vai est alinhado. Então, a narrativa que você constrói do seu produto, ela vai ser repetida inúmeras vezes sempre que alguém falar do seu produto. >> Então isso acontece >> sempre o o criador de conteúdo que vai
falar do meu produto, ele vai seguir. Gente, essa é a caratina rosa três em um, criada para mulheres, sabeme. Se você treina como eu, quer ter um shape Explosivo e que e quer ter um bumbum, compra aqui Big Boom. primeira creatina rosa é criada para mulheres. Então são elementos de palavras que ela >> explica o que é o produto em de uma forma muito óbvia e rápida e atraente. Então essa narrativa ela é sexy, ela é atraente e ela desperta o desejo na pessoa ao ouvir. É um mecanismo único, só que atralar a um produto
e aí a gente não a gente não deixa o produto, por exemplo, ser um produto premium, sabe? Com cores gold e tal. Então a gente cria produtos com objetivo que a pessoa vai olhar, o visual vai comprovar o que a pessoa tá falando verbalmente. Então o verbal e o visual ele tem que tá alinhado, que é isso. O verbal é a narrativa e o visual comprova essa narrativa que foi construída. Tanto que o brand ele só é construído depois que foi definida a narrativa. Ele vem, a narrativa vem antes do branding, porque a narrativa é
onde a gente entende o Público que a gente tá vendendo, o que que essa pessoa espera ao comprar o produto, o que que chama a atenção dela. Então é um estudo de CP, né, de persona que a gente faz bem aprofundado e aí a gente define qual o posicionamento que essa marca vai ter. Então, a Big Boom, por exemplo, é um case que ela se posicionou como a primeira cretina rosa 3 e1, criada para mulheres que querem ter um shape explosivo e crescer glúteos para mulheres querem tonificar músculos E crescer glúteos. Então, é muito rápido.
Uma frase eu explico todo o mecanismo do produto >> e isso é é o que todo mundo replica e começa a falar. >> Mas o que a gente tá buscando então nessa etapa é essa frase. Esse é o output ali, a coisa concreta que tu tem que ter. Isso. >> Então, depois que tu minerou, tu quer definir essa frase que ela vai ser meio que a inspiração para todas as cops que Vão vir no futuro. >> Perfeito. É isso. E isso. Só que narrativa viral, irmão, depois que você define a principal, que é, por exemplo,
essa aqui é a principal da Big Boom, mas tem um monte de creator que falam dessa mesma coisa, só que de forma diferente. Eh, por exemplo, você que tá cansado de ter bundinha e agora vai começar a ter bundão, tipo, >> Anderson, Anderson, chega tua vez, ó. Então, então Tem várias narrativas que elas falar e você que cansou de ter de parecer um chassi de grilo e começou a treinar e tomar creatina rosa e e conseguiu crescer e deixou de ser chat de grilo e começou a ter mais performance. Então, >> tem várias formas de
você falar, igual eu falei a síndrome da cinoma do Biaaku. >> Aham. >> Eu falei, velho, quando eu vi a creator falando isso, eu falei: "Car, olha o nível de criatividade da pessoa. >> Só que tudo tá alinhado à mesma dor, que é o quê? Desinchaço, performance." Então tem várias formas de você falar da narrativa, só que a principal, ela sempre vai ser o posicionamento claro da marca. >> Eu posso falar do que a Big Boom faz de várias formas diferentes, sem falar de bumbum, só falar: "Se você é uma mulher e e não gosta
de tomar creatina pura, que parece você tá tomando cimento, tome agora uma creatina sabor pink limonde, Parece um suco. Nunca foi tão delicioso tomar creatina." Então, a gente vai criando várias narrativas em volta do produto, mas todo produto ele tem que ter uma clareza muito grande, porque senão se ele é um produto para todo mundo, se ele serve para tudo, ele não vai servir para nada, porque ele vai virar só um genérico. Esse produto aqui, por exemplo, é uma cretina genérica. Quem compra isso aqui, é a pessoa que tá lá no mercado, eu compro açúcar,
compro Arroz, compro sal. Ah, vou comprar essa cretina aqui também. R$ 50. É só para eu recompor minha minha creatina do dia. Mas a pessoa não, ela paga muito barato, a margem é muito baixa e o nosso modelo, a pessoa ela desperta o desejo, ela quer comprar esse produto. E eu acredito fortemente que assim como tá nos Estados Unidos, né, os o varejo, os mercados, as farmácias, elas foram dominadas por marcas virais. Então, se você vai nos Estados Unidos, quem já foi aí, vocês Vão ver que, cara, é bizarro, toda farmácia só tem produto viral,
produto que é diferente, produto que é criado para um público específico. Eu não vou criar para mulher, para homem, para idoso, vou criar um produto para idoso, vou criar um produto para mulheres tem cabelo cacheado e aí você vai ser o melhor produto naquele nicho específico, aquela >> Então isso é a narrativa tá ligada ao posicionamento único da marca e depois Você só externaliza isso através do brand. >> Uhum. Uhum. Hoje o um dos meus sócios na Celera marca, que é o Cris, né? Ele ele é o especialista nessa parte de cono de narrativa. E
a gente tem um processo muito muito aprofundado assim que a gente usa várias metodologias e há ali para você construir um processo de narrativa viral muito aprofundado. Então ele é o especialista nessa parte dentro da nossa estrutura, ele que é o cara que Puxa esse movimento. E tem um Brunão que é o o meu outro sócio no Acelera marca >> que é especialista em conção de brand viral, já construiu centenas de marcas. Todas essas marcas foi ele que fez. Essa aqui foi ele. E aí ele é um cara, um designer altamente estrategista que ele construiu
as minhas 40 marcas, 35 foi ele que fez. >> Uhum. >> Então a gente >> eu tenho as pessoas certas ali também Para ajudar nesse processo. Eu >> eu não sei se tu sabe, tá? Porque pelo que eu tô entendendo, os teus outros sócios que são mais especialistas nessa parte aqui que eu tô perguntando, mas eu vou perguntar, tá? Meu trabalho, >> cara, a metodologia foi eu que construí assim, aí eu falei: "Ó, foca nisso aqui, você foca nisso e vamos juntar as forças que cada um é muito boa nisso." >> Ah, legal. entendeu? Cada
um é muito bom em cada tópico. >> Boa. Eh, mas assim, ó, pelo que eu tô entendendo, o o que que o que que é o complexo da da narrativa viral? Porque o objetivo não é a gente definir a frase. Uhum. >> Aí, tipo, existe complexidade atrás da frase >> ou ou é definir a frase e deu? Eu não entendi. Tipo, o que que tenha a mais do que isso que eu perguntei, sabe? Não sei se ficou claro eu acho que o resumir assim, se fosse simplificar é cara como Ser muito criativo dentro de de
um processo de construir uma marca. Pô, eu quero ser porque o posicionamento único tá muito ligado à narrativa, porque a narrativa você pode usar várias formas de falar sobre aquele produto, igual eu falei, mas o qual que é o posicionamento claro e único daquela marca? Então isso tem que ser definido também dentro desse processo de constrativa. Então além de tudo isso que eu falei, é Você realmente entender, cara, como eu posso ser o mais óbvio possível e diferente possível e atraente possível em um produto que nunca ninguém fez. Então construir uma narrativa viral é você
conseguir construir algo diferente do que todo mundo já fez e ter o seu posicionamento muito claro e único, que você é o melhor produto naquele segmento, naquela dor específica. >> Uhum. >> Então acho que se fosse resumir, tipo, é Isso assim, sabe? Não tem muito, claro que tem uma metodologia por trás de você entender realmente o seu público, seu ICP, mas quando você clareia sua narrativa, você não fica tentando comunicar algo que não atrai as pessoas. Então você tem que saber como atrair as pessoas a quererem consumir o meu produto de uma forma divertida, atraente
e sexy. E que você use isso através de palavras e você cria um posicionamento atrelado dessa narrativa. >> Uhum. Tem vários cases às vezes, por exemplo, um case de uma marca que até esse meu sócio que é responsista em narrativa, que é um produto que que inclusive vou dar spoiler aí que ele vai lançar agora em breve, mas é um produto muito óbvio, que nunca ninguém pensou, que é basicamente uma creatina com sabor de Coca-Cola. >> [ __ ] >> que vai ser uma cracola. >> Creacola. Ó, Anderson. Ah, não, mas essa Aí não é
por Anderson, né? O negócio dele é o Big Boom. [Risadas] Então assim, é uma cracola, é uma creatina com sabor de Coca-Cola e aí vai ser tipo uma creatina que você toma e tem muitas experiências de estar tomando a Coca-Cola, só que sem ser Coca, né? Mas tem sabor de Coca e tal e coloca ali vários componentes para gerar uma experiência. Eu tô tomando creatina ao mesmo tempo parece que eu tô tomando a Coca-Cola. >> Tu sabe que a Coca-Cola tinha cocaína, né? >> Não >> tem, pô. Tinha, >> claro. Só que tiraram. Tem que
botar nessa Coca-Cola aí de você aí. Aí vai vender >> aí. vai vender >> aí tu vai ver o que que é marca viral de verdade das aí. Aí, né Andíalizar >> aí aí ia ser a marca mais iniciante do mundo. >> A Nina Alagoa da Conceição mesmo. Ia ser a creatina mais usada da disparada, né? Só os caras não iam estar tomando. >> Então eu acho que narrativa viral é isso, velho. Tipo, sofá na caixa é um grande exemplo de uma narrativa altamente viral e óbvia e simples. Quanto mais óbvio, melhor. >> Pelo entendi.
É, pelo que eu entendi, o o processo complexo que tu tem, que tu Falou, é basicamente tu conseguir pesquisar as coisas para tu criar uma ideia realmente original. >> Isso é isso. Uma ideia única que ninguém fez. Esse é o ponto, porque senão você vai brigar pro tubarão, né? Vai ver ser só mais um e não vai ter diferencial. >> É igual o supercofe, >> né? O Supercof é, pô, é o maior marca de café energético que tem no mercado hoje. E aí você vai criar, tentar criar uma marca para competir com eles. Então eu
Faria, por exemplo, uma marca de café energético para mulheres, por exemplo, e colocaria colagem, colocaria componentes para segmentar para aquele público. >> Uhum. Então, construir uma marca viral, uma narrativa viral, é você entender como usar a fraqueza daquele público e criar uma narrativa para um para um ICP específico para eu conseguir focar naquilo. >> Tem que fazer um café com microdose de tadala fila para o cara tomar todo dia e Tá sempre tá galudo. >> É sempre no shape, né Anderson? >> No shape >> é isso quando é blu. A ideia a ideia da Blue,
sabe como que surgiu? Que a blue é o drops, é um house, né? que tentar fil vários várias vitaminas taurina. >> Aham. >> Eu conheci um médico que era diretor de urologia do Hospital Albert Einstein. E aí ele falou: "Ah, eu tenho um sprayzinho aqui, Mateus, que eu passo Para vários pacientes meus, Ratinho, Lucio, Hulk, eu atendo um monte de gente famosa e eles não ficam sem esse produto. Eles vem de helicóptero aqui para comprar, >> para fazer o tratamento e pegar o produto, porque eles não ficam sem." Aí eu falei: "Doutor, se a gente
pegar esse produto e fizer em formato de gamato de drops, a gente vai ficar bilionário?" E aí ele gostou da ideia e foi lá a gente começou a fazer. E aí sabe que a Gente faz uns dois anos atrás, aí eu >> lancei na época, só que travei. Agora a gente tá lançando de novo. Então assim, as ideias surgem assim, eu não tô fazendo nada diferente. Aí eu depois eu fui ver que lá nos Estados Unidos tem algumas marcas que fazem isso. >> Uhum. >> Que a Rins, a Blue enfim, a R. Mas são marcas
que estão no mercado multimbilionário. Mas assim, a ideia surge assim, velho. Tá ali conversando, Às vezes a criatividade vem. E aí só que a a capacidade de executar, que é o grande diferencial, né? Sem dúvida. Eh, o bom, eu não vou acho que te voltar. Bom, será que eu te coloco mais na parede? Mano, >> essa parada da narrativa, você é um copyright nato. Eu queria entender que que você entendeu de narrativa viral comparado à conção de copyright. É a mesma coisa. V >> quer ent fazendo >> na tua cabeça. É, na tua cabeça. O
que que você entendeu? Tipo, com a sua, com seu conhecimento de COP, o que que é uma narrativa viral para uma marca hoje? Cara, beleza, vou te responder porque eu entendi alguma coisa de fato. Não tô Pessoal, vocês acham que eu tô aqui só de bobeira assim, só escutando as paradas e tipo concordando igual um [ __ ] Eu tô pensando também, mano. O que eu entendi é que tu tem que desenvolver Uma cópia. >> Perfeito. >> Tá. Não, não é nem uma cópia, não é, não é um texto, não é tipo um anúncio de
100 palavras ou de 1000 palavras ou sei lá, um negócio tal. É um conceito, tá? uma bigidia. >> Perfeito. >> Um é um conceito que desse conceito ele vai poder ser expandido >> numa cópia de 50 palavras ou de 5.000 palavras. Então, da mesma maneira como vocês conseguem fazer com um mecanismo único aí, o pessoal do do direct mecanismo único, tu faz um VSL ou tu faz um advertorial ou tu faz um criativo tipo um, sei lá, um vídeo ads aí do Facebook de 1 minuto, 2 minutos. >> Uhum. com o mesmo conceito. Então, tem
que desenvolver esse conceito que seja um conceito que converte. E daí para converter tem que ter basicamente o benefício da Parada, que é o que vai mostrar pra pessoa que aquilo ali pode entregar o que ela quer. Então, no caso aqui é a creatina, gip explosivo, tal, etc. Então tem que ter esse benefício, tem que ter alguma coisa envolvendo curiosidade para conseguir comprar a atenção da pessoa. E daí nisso aqui tu passou o elemento de ser demonstrável. Eh, então não só passar no corpo, mas por exemplo, uma cor diferente, tá? >> Uhum. >> Então eu
entendi isso aqui também. E o terceiro ponto que eu entendi é que não só tem que ter a promessa embutida, tá? como tem que ter esse elemento de prova, esse esse elemento de curiosidade para para comprar atenção, como tem que ser uma coisa, aliás, tem mais duas coisas, então como tem que ser uma coisa eh extremamente fácil e óbvio >> pros criadores de conteúdo conseguirem replicar aquilo ali. >> Então tem que simplificar o marketing >> e a última coisa é que essa COP ela tem que tá e essa brigadia, esse conceito, ele tem que tá
eh alinhado com a marca. >> Perfeito. >> Porque aí tu tu consegue replicar a mensagem da marca. É isso. >> E daí foi isso que eu entendi, foi meio que esses quatro elementos, sabe? >> E daí eh eu tipo, ah, se eu fosse criar um uma marca assim, eu iria ter uma um checklist ali, tipo, ah, isso faz isso, Isso aqui tem um benefício, claro, pra pessoa, tem um elemento de curiosidade, é uma coisa que tu que o o criador ele consegue facilmente replicar, é uma coisa que qualquer pessoa óbvia ela consegue falar, tipo, ó,
tu perde colágeno, tem que repor colágeno, tal, compra aqui. Uma coisa super simples. E finalmente, eh, isso aqui tá alinhado com a marca em si. como tu falou que a narrativa ela vem antes da marca, então eu acho que essa parte de tá alinhado Talvez talvez nem seja tão correta assim, porque a gente vai ainda tá construindo a marca, né, pelo que eu entendi aqui na parte da narrativa. >> Então, eh, é, não sei, seriam esses quatro ou três elementos, sabe? É, entendi mais ou menos. >> Baseado nisso que você falou, foi como surgiu a
metodologia. Então marca viral isso, tipo >> alguns pilares, ó. O primeiro inovação, >> que inovação é como criar um produto Único, diferente de todos, creatina 3 e um sabor pink limonade. Então é um fator de inovação. Segundo pilar, posicionamento único. A gente não tenta abraçar todo mundo. É uma creatina criada somente para mulheres. Terceiro pilar, mecanismo viral. Então a gente usa o mecanismo viral como a creatina 3 e um para crescer glúteos e ter um shape explosivo para mulheres que treinam. Beleza? Esse é o mecanismo único e mecanismo viral da marca. Quarto Pilar, monoproduto. Você
é muito forte vel essa estratégia. A gente entendeu que dentro da metodologia as marcas que performam são marcas que têm um único produto inicialmente. E esse produto ele vai ser o produto chamariz, vai ser o produto estrela, vai ser o produto que vai posicionar a marca, >> vai chamar para vender os outros eventualmente o que tu vai criar. >> Exato. A Big Boom, por exemplo, a gente tem pré-treino e proteína, só que o Pré-treino ele é responsável por 90% das vendas. O pré-tre não, a creatina é responsável por 90% das vendas. os outros produtos não
vendem igual. Então a gente sempre vai ser a gente entende que nós sempre vamos ser a melhor marca de quatina para mulheres do Brasil. Então esse é o nosso posicionamento. Supercofe, por exemplo, é o ele só tem um monoproduto café energético. Desinchar, eles têm o principal na hora que você escuta, ah, um chá para Desinchar, mas eles têm vários SKUs que foram pro varejo, mas tem várias outras marcas que tem no mercado que quando você bate o olho, você entende que eles têm um monoproduto. Então a marca viral ela também tem um monoproduto, >> posicionamento
único, monoproduto e por fim é uma estrutura inxuta. Então, a marca Viral, ele tem, ela tem esse posicionamento de startup, de começar pequena e de testar rápido, de mudar rápido, de começar com 300 portes, com R$ 20.000. Eu sempre falo: "Cara, você tem dinheiro? Não importa, começa pequeno e valida a narrativa, porque esse é o ponto mais importante depois que você fez a sua ideia pegar. Depois você vai melhorando, depois você vai investindo mais. Então a gente tem esse essa identidade também de começar bem pequeno com a mentalidade de startup, errar rápido, testar rápido e
escalar rápido. Então isso resume muito bem, tipo, o que que é uma marca virar hoje. >> Uhum. OK, entendi. Eh, cara, e e depois, tá, que eu tenho esse conceito da da narrativa ali, a gente minerou, encontrou ali a narrativa viral, tal, esse conceito que a gente vai expandir >> para diversos tipos de comunicação, >> quais que são, qual que é o próximo passo pra gente progredir na nossa criação da marca, >> que aí é a parte do brand, né, que é aquilo, a gente tem o benchmark, que é a Etapa de mineração, construção do
benchmark dos concorrentes, construção da ideia. a gente fez o estudo, né, do da narrativa ali de uma forma muito completa, né, a gente realmente estuda a narrativa para comunicar aquele produto de uma forma óbvia. E aí com esses materiais a gente vai botar isso na mão de um de um especialista em branding, vai falar: "Cara, isso aqui, ó". E aí com hoje em dia a gente cria até a ideia do produto. Então a gente, por exemplo, O nome do produto, você já pode chegar nessa ideia de nome dentro do processo de mineração e no processo
de consumo da narrativa. Pode ser que você mude nessa etapa de brand do nome, >> mas por exemplo, o nome Big Boom nasceu junto com com especialista em brand ali baseado no que a gente falou. Então aí você vai começar, pô, beleza, você quer uma narrativa para mulheres que treinam e querem crescer glúteos? Cara, legal. Se que você acha big boom, big boom Boom. E aí a gente foi ver, aí a gente vai pra análise para ver se se esse nome faz sentido ou não. Então brand é a definição do nome, definição de de eh
colocar as narrativas que já foram validadas, que são as narrativas e frases virais, o nome viral e quais são as cores que vai representar e posicionar essa marca de uma forma muito única. E aí é iniciado esse processo, mas tudo que foi construído anteriormente é usado para construir o Brand viral. E aí hoje a gente tá vivendo na era do, né, não é do minimalismo, agora a gente tá vivendo na era do maximalismo. Então aquele aqueles estética premium e tal, cara, isso não funciona mais para produto. Quanto mais feio e zoado é o produto, melhor.
Igual em breve a gente vai lançar um produto absurdo que eu tô há uns seis meses fazendo, mas é tipo um pote altamente viral. O pote é tipo, não tem como você passar numa numa Loja, olhar pro lado e ver o produto se você não querer comprar. Esse estúdio aqui, por exemplo, eu só venho aqui por causa do Anderson, né? É o mais zoado que tem. Anderson, desculpa, mano. Desculpa. Hoje eu tô, é que eu tô com saudade de ti, velho. Tipo, tempo sem gravar, entendeu? Aí eu tô tô, mano. >> O Anderson tá ali
só, >> só escutando. Desculpa, Anderson. Vacilei, mano. >> Escutando. Então assim, um brand, o brand viral, ele pode ser a embalagem, né? a caixinha que vem externa, ele pode ser o pote e ele pode ser as frases e ele e ele precisa estar também nas cores do produto. Então, quando você entende como criar um brand viral, que é um produto que você, pô, botou na cara da galera, a galera gostou. Então, por exemplo, Carmed. Carmed é um uma ideia que viralizou, né, que é aquele hidratante labial, que usou dentro da Sua narrativa a ideia da
Fine, né, de de bananinha, de E aí isso criou uma narrativa atualmente viral e eles criaram uma nova categoria, velho. >> Então, o mercado de hidratante labial é forte, só que eles conseguiram ultrapassar o volume do mercado, então eles viraram líder de mercado porque entenderam o jogo de constução de uma marca viral. Eu vi o podcast do Adibe que ele falou sobre isso, o podcast dele com o Joel J. >> Eles entenderam o jogo. Eu vi. >> Daí ele falou que teve a esposa do filho dele, >> a Lívia. >> A é Lívia Marques o
nome dela, né? Essa mulher aí. >> S. Ela é uma creator. >> É, é uma creator fudidona aí com uma influência gigante. E daí ela publicou o negócio e bum, viralizou. >> É isso. >> Pelo que eu entendi, sabe? >> É isso. Então assim, o mec, você concorda comigo que se fosse um hidratante comum não ia viralizar. Qual que é o mecanismo? Qual que é a narrativa viral que eles encontraram? Memória afetiva colocando finaninha. Cara, isso alcaçus, né? Dentinho. Então eles colocaram esse mecanismo viral e essa é a parada. Eles entenderam o jogo. E grandes
indústrias estão entendendo isso. Só que o que a gente faz dentro da parte do brand é como conseguir Comunicar. Então vocês você parar para ver, cara, o produto é cores fortes, é altamente viral, dá vontade de você experimentar. Então eles criaram uma narrativa, construíram uma marca viral altamente desejada, colocaram na mão de Creator que que fez isso atingir a internet através do tráfego orgânico. E as pessoas começaram a ficar localmente procurando aquele produto porque dá muita vontade de experimentar mesmo sem você ver. Ele é muito desejável, é muito Viral, muito sexy, muito atraente. Então isso,
né, tá totalmente ligado à conção da narrativa e a conução do brain viral. Então, construir um um brand viral é algo que você consegue gerar esse mesmo efeito. Então, igual o exemplo da Big Boom que é claro, cara, todo mundo que vê na hora que você vê ali fazendo drink, tipo, parece parece que você tá tomando um suco, cara, tô tomando creatina e aí as meninas fazem com gelo, com limão, com limonada, igual a gente Fez, vai, vai ter o lançamento agora do novo sabor de melancia. E aí a gente fez, tá fazendo uma produção
absurda, assim, a gente explodiu uma, né, uma melancia e tipo fez com efeito ali, explodiu uma melancia que é big boom e aí a melancia explodindo e o pote e tal. Então a gente tá fazendo uma antecipação, vai ser bem legal, vocês acompanham no Instagram para vocês verem. Então a gente cria, velho, mecanismos altamente virais que a gente Consegue usar a força do tráfego orgânico ao nosso favor. >> Uhum. >> Uhum. Mas o brand viral é resumindo, você olhar e entender todos os pontos que eu que eu conectei. É isso, pote, embalagem, cores, frases, logos,
né? Porque o brand é o que você vê, né? O visual. >> Opa, desculpa interromper aqui o teu podcast, tá? Eu só queria te dar uma mensagem aqui super rápida. Cara, se tu Tem um vídeo de vendas, então tu precisa hospedar esse vídeo aqui no Veturb. O Veturb é não só a melhor hospedagem de vídeo vendas do Brasil, mas também do mundo inteiro e ele vai, sem dúvida alguma, aumentar a tua conversão. Então tem o link, tá aqui embaixo nos comentários aqui. E aí tu pode ir ali, clicar ali e já criar tua conta do
Veturb. Tu vai receber daí um treinamento para tu fazer isso e tu vai poder aumentar a conversão do teu vídeo De vendas ainda hoje, tá pessoal? Então cara, clica aqui embaixo, faz sua conta no BTURB e te espero lá. Valeu e bom podcast, >> mano. E agora eu preciso que eu quero ter uma conversa contigo, uma conversa séria, tá? >> Manda, manda. Bora que >> tipo assim, ó, eu eu quero que tu tu escuta aí o que eu vou falar, tá? E depois tu dá a tua opinião. Não, não me interrompe no meio que senão
tu não vai Pegar o >> É porque porque assim, ó, >> eu não sei se fazer isso é muito fácil, tá? Ou se é muito difícil, mas eu acho que que no meio não é, tá ligado? Ou é muito difícil ou é muito fácil, tá? Por que que eu tenho essa opinião? Porque os mecanismos eles parecem ser muito simples, tipo assim, ah, o negócio aqui ele ele é rosa, tá ligado? tal. O negócio é aquele tu passa na boca e tem gosto de banana. >> Uhum. >> Tipo, é muito muito Sim, muito bobinho, >> muito
óbvio, né? É só que o simples ele é o último grau de sofisticação. Tu mesmo ainda, tu já falou do Steve Jobs, o Steve Jobs ele ele compara a arte dos dois eh lados do mundo. Então, a arte aqui da gente, do povo aqui do como é que é o em português? Eh, tipo, pra esquerda tem o leste e oeste, oeste, o povo aqui do oeste, >> Estados Unidos, tal, etc. O que que é a arte? Nossa, quando tu pensa em arte é muito de, mano, a gente pega aqui uma um uma, sei lá, um
canvas aqui, começa a pintar, começa a adicionar as paradas. Aí tu adiciona, adiciona, adiciona, adiciona. Aí depois tu fez o teu quadro e tá pronto a tua arte. Tu adicionou, >> né? A no leste, >> Europa ali do >> lá no, né, lá na China lá, tal, pr pra galera lá, >> a arte não é tu adicionar, a arte lá é tu retirar as coisas. Então, geralmente tu começa lá, ah, vou fazer um uma arte, tu começa com um bloco e tu fica ali batendo, pum, pum, pum, pum, pum, tu fica tirando, tirando, tirando coisa
do bloco. >> Aí depois que tu tirou um monte de coisa do bloco, tá ali uma escultura, uma parada. Então, é muito interessante porque aqui a arte é adicionar e lá a arte é retirar. Então, assim, por que Que eu falei isso? Porque, mano, e eu não sei se tipo se é fácil do ponto a ah vamos fazer um negócio que é rosa, tipo, [ __ ] Ou se é todo um processo de tu ficar retirando tudo que não é inútil. até tu achar uma coisa simples e que ao mesmo tempo que é simples ainda
converte. O que que é converter? Ah, a gente consegue cumprir todos os negócios ali da da narrativa viral, sabe? Tipo, ah, é fácil de mostrar, tal, etc. Então, da na minha opinião, das duas uma, cara, Ou é muito [ __ ] de fazer >> ou >> ou é muito simples, tá ligado? Muito fácil. >> Sim, faz sentido. >> Por causa por causa da simplicidade que é a parada. >> Uhum. Eh, o se for uma coisa que é muito fácil, dá para tu lançar um monte dessas na loucura. >> Uhum. >> E o que funcionar tu
escala, né? >> Se for uma coisa que é difícil, daí já complica. Tu não pode usar o método da de atirar e ver o que que gruda. >> Uhum. >> Aí o o que que tu acha que é, cara? Tu acha que é que é muito fácil ou tu acha que é muito difícil ou tu acha que eu tô errado? Não, eu entendi perfeitamente você falou, irmão. Só que hoje tem tem projetos, né, marcas que é um desafio Mais fácil, né, mais simples. É igual o caso da Big Boom, Drincof, Popozuda, são produtos que, cara,
colocou no primeira semana, viralizou, sofá na caixa, sofá na caixa, viralizou muito rápido. Então são produtos que foram muito bem elaborados na etapa de mineração, narrativa, então isso faz o projeto ser acelerado. Agora, tem produtos que você acaba tendo um pouco de mais de dificuldade porque você tenta às vezes sofisticar demais, que é o que você Falou, às vezes você tenta tipo criar, inventar muita coisa. Pô, se às vezes você fizesse algo mais simples, mais direto, o público iria entender. Agora, quando você tenta fazer algo muito completo, acaba que p é mais difícil de você
educar o público, porque o público não conhece muito bem. Então realmente tem isso. Tem produto que é muito fácil de viralizar e dar certo. Tem produto que tem uma dificuldade que é um processo de conscientização de público. Então hoje eu acho que tá muito mais ligado à máquinas que funcionam é você retirar o máximo de coisas de um de algo que já foi criado e deixar ele mais óbvio e simples possível ao ponto de uma criança olhar big boom. Caramba, deve ser para crescer bumbum, mamãe. >> Mas cara, isso é difícil, mano. >> É difícil.
Só que aí que tá a criatividade, tipo popozuda, um creme pra popozuda, um creme para bumbum. E aí a minha mentorada que criou, ela tinha Uma clínica especializada em bumbum. Então para ela foi tudo muito rápido porque ela já tá na zona de generalidade dela. Então blue, blue é azul, é um azulzinho que remete ao azul. Então é difícil de você criar, mas aí que tá eh o ponto de você conseguir simplificar o máximo. >> Uhum. Mas realmente com metodologia, com criatividade, com IA, a gente consegue, velho, criar muita ideia assim boa que muita gente
ainda não construiu. Mas se Você erra nisso, se você tenta, por exemplo, muita gente tenta ver esses podcast meu ou acompanha no Instagram e tenta criar marca sozinho. E aí o cara às vezes ele vai tentar sozinho e tal. Hoje com Ia parece ser muito simples, só que ele trava, não faz a marca e não consegue performar. Tem muita gente, falou: "Fiz a marca aqui, mas o cara não consegue sair do lugar porque, beleza, ele criou a ideia, mas é uma ideia, né, maior executada, não adianta de nada. Então, depois da ideia ser criada, você
tem que estar no ecossistema certo, com as pessoas certas para facilitar esse processo. Então isso que eu tô falando assim, é só o conceito. Se não tiver com as pessoas, tipo creator divulgando igual a a Simédio, se não fosse a Lívia ali criando esse movimento inicial de ela foi a MVP do produto. >> Foi. >> E uma pessoa que era cunhada do, né, a genra, né, do Adibe. É, mas também, [ __ ] é uma [ __ ] influência, né, mano? >> É, então, mas ela é roubada. Exato. >> Eu não sei quantos seguidores ela
tem, mas acho que são dezenas de milhões, né? >> Uma parada desse nível, né? Mas imagina na BFO a gente tem 200.000 creators. >> É cor. >> A gente tem creator de 2 milhões. Tem uma menina que tem 16 anos, velho. >> 16 anos ela tem 1.6 milhões e ela criou o TikTok no meio do ano passado. >> [ __ ] >> Ela foi no último evento que eu fiz. A gente, ela é uma das embaixadoras foi eu. A menina já faturou mais de R$ 100.000, Ré, tipo, com 16 anos, ela tá na escola, ela
tive que, quando ela foi no último evento, tive que ela tinha prova no dia do evento, mas a gente conseguiu dar um jeito para ela ir. >> Caramba. >> Então, a gente tem professora fazendo R$ 50.000 a cada dois meses, líquido que deixou de dar aula e fica em casa com os Filhos fazendo vídeo sem aparecer. Então, essas meninas são a é alívia do nosso ecossistema. Então hoje na BFU, então assim, é simples você criar a ideia, só que o depois que você cria com a metodologia certa, a gente deixa simples porque com a IA,
com a metodologia a gente tem e todas essas marcas são criadas, elas passam por pela nossa aprovação. Eu aprovo, eu sou um conselheiro como se fosse um sócio da dos nossos mentorados, não só eu, mas os Meus meus dois sócios também. E aí na mineração eu aprovo. Você só vai paraa próxima etapa se eu achar que aquela máquina realmente tem sentido. Se aquele estudo que você fez faz sentido. Narrativa, o meu sócio que é especialista em narrativa, ele vai aprovar e vai fazer uma call especializado nessa página narrativa. Terceira etapa, branding. Então, o meu outro
sócio que é o Bruno, ele é especialista em brand. Ele vai analisar Junto com você e vai construir esse brand junto com você. Então você tem pessoas que já construíram sem, eu já fiz muita marca, o Brunão já fez centenas, eu já fiz, eu já perdi as contas assim de igual eu falei, a gente tem quase 700, mais de 700 eh pessoas, né, no nosso ecossistema, criando marca, que já criaram marca nos últimos dois anos. Uhum. >> Imagina 700 ideias de marcas virais sendo criado. >> Então a gente já tem muito feedback do que deu
certo, o que que não deu, como ir, para onde ir e a gente encurta o caminho. >> Sim. Então criar a ideia realmente é simplificar, só que depois disso é onde a mágica acontece, que aí é o dia a dia, que aí é a prática e aí a before you, tipo tudo que eu faço hoje, que é o meu negócio principal, é, cara, como que eu faço para simplificar o máximo e ajudar o máximo as marcas que estão sendo Criadas dentro do nosso ecossistema da mentoria, que eu acelera a marca. E aí eu penso, cara,
como eu invisto em trazer mais creators, em trazer mais eh micro não influenciadores que são criadores de conteúdo, em trazer pessoas que são especialistas em validar narrativa no TikTok, no Instagram, é especialista em Pinterest. Então eu tenho um exército de meninas que no no total dá mais de 200 meninas e meninas, mas principalmente meninas, que isso Simplifica. Você cria a marca, aí você coloca lá na plataforma da BFU e a BFU faz um, tem um processo de lançamento dessa marca. a gente ajuda você a lançar essa marca com os credos. Aí a gente tem a
vitrine, você bota o produto lá dentro, você vai começar a receber afiliação em massa. A gente dispara e-mail pra base falando: "Ó, produto novo na vitrine, produto tal, cretina, cracola, sei lá, seja o que for". E aí, lançamento novo, aí a base nossa da BFU Vai entrar lá, vai se afiliar e aí você começa a construir a sua comunidade. Então assim, eu já tô dando um spoiler das próximas etapas, depois você tem um produto pronto, mas a BFU ela acaba sendo a plataforma perfeita, assim, um oasis literalmente para quem quer jogar esse jogo de marca
viral, porque tudo que precisa para potencializar e simplificar a vida do criador de marca, a gente faz ali dentro. Esse é o nosso público e é o >> e é o o ICP que a gente quer focar e as pessoas que a gente quer ajudar. Uhum. Então, hoje a gente gira, né, como falei, tinha te falado, mais de R 150 milhões deais por ano, gerado por marcas e criadores de conteúdo, todos os meses. Todos os mês não, todos os anos, né? >> Muito interessante, tá? Depois que a gente finalizou essa parte do branding, a gente
tem o produto ali pr tal, etc. Aí, e o que que eu faço daí para eu iniciar a as marcas aí? a marca. >> Ah, eu dei até um spoiler, né, anteriormente, mas hoje eu tive que fazer esse essa estrutura de metodologia de ensinar pessoas, ensinar empreendedores a quererarem marcas virais, justamente para alimentar o meu próprio ecosistema. Eu sempre falo, pô, tem gente que que fatura 300 milhões um ano com marca e, por exemplo, começa a vender mentoria. Eu fico, pô, não faz sentido. Por que que o cara tá vendendo a mentoria? Então hoje para
mim, né, Essa estrutura de mentoria que te fala que a mentoria para ser mais fácil, mas é o incubadora, na verdade é uma forma de alimentar o meu próprio ecosistema, que é um negócio principal que é a Bifyu. >> Uhum. Então, quando você cria a marca, a BFU é o Oasis ali, onde você vai colocar o seu produto lá dentro, como eu falei. E aí ali dentro vai rodar toda a tecnologia, o checkout, integração com Shopify, integração com sua landage, Seus checkouts, estregação com logística, fornecedores, eh, creators, né, que já estão ali dentro, que tem
o cupom ali dentro da plataforma e ganha comissão diretamente pelo cupom ou pelo link. Então, os creators eles vendem, sacam ali por dentro. Então, toda a estrutura tá ali dentro. Então, quando você terminou o produto, aí você pega, fala: "Mota, beleza, terminei". Aí eu conecto os nossos mentorados ou qualquer produtor, Né? Bif uma plataforma aberta para qualquer pessoa que quiser entrar no nosso ecosistema, você pode usar. É uma plataforma literalmente democrática, né? A gente não tem, né? Ah, só entra se for produto tal, não. Você pode usar a tecnologia, mas para você ir para vitrine
tem um filtro que aí a vitrine é onde a gente se posiciona com a maior vitrine de marcas virais do mercado, que a gente não vai colocar um produto lá, tipo uma caneca. Beleza? A caneca do Vetup é bem legal e tal. >> Ah, essa aí tu coloca, mano. Pass as canequinhas. Olha só, pô. Pessoal, vai dizer quem quer essa caneca comenta aí, pessoal. Caneca viral nos comentários aí para saber. >> Mas, por exemplo, a caneca é um produto comum, não é não é um produto tão viral, então a gente acaba filtrando. Pô, o que
a gente bota lá dentro são produtos que realmente passam por um filtro. E é isso. O cara cria um produto adaptado Para uma metodologia de marca viral. E aí a gente coloca, né, BFO Youu, eu conecto com o meu time de marketing da BFU. A gente tem um programa chamado PLB, que é um programa de lançamento Before Youu, onde você tem um produto, você criou o produto com essa metodologia nossa ou você tem uma marca que você criou sem a nossa metodologia. Aí a gente, você vai conectar, vai seguir esse processo e vai preparar todo
um brief, né, todo um material pros Creators entenderem o que que é seu produto e começar a vender. Então nesse brief tem o que que é a marca, como viralizar, quais são os ganchos virais, posicionamento da marca, como que eu tenho que falar sobre esse produto e e vídeos, imagens. Então tem um monte de vídeo, por exemplo, que tipo Bigbom, um monte, tem um Telegram que a gente orienta, né? O produtor vai lá e faz um Telegram com um monte de vídeo colocando o produto no copo e misturando, tipo Vários vídeos de 5, 10 segundos
que os creators usam para fazer vídeos virais sem sem precisar aparecer. Então tudo isso é um material que é um passo a passo que a gente tem que que os produtores precisam ter para liberar o produto na vitrine. >> Então a gente tem um pré-requisito de materiais que é o o mapa completo para um qualquer creator pegar o produto e começar a vender. >> Tá entendi. >> Aí você faz isso, beleza? Montou aí você vai para um processo de aprovação. Meu time tem um vai receber ali as solicitações das marcas que solicitaram para ir pra
vitrine. E aí, beleza, foi aprovado, o seu produto vai lá para dentro. Aí a gente tem o fluxo, a BFU dispara é e-mail para toda a base, dispara push notification ali pra base. É, e aí quem tem interesse em divulgar o seu produto vai começar a solicitar afiliação. >> Cara, é muita gente. Tipo, a Big Boom, eu falei, toda vez que eu entro, toda semana tem quase 10.000 novos novos afiliados que vão lá, se afiliam e querem divulgar. Então, é muita gente que tá ali, já virou um ambiente muito forte no Brasil, se não os
os maiores da América Latina voltado a marcas que querem conectar com crates. >> Uhum. Mano, por que que tu, tipo assim, ó, pelo que eu entendi, tá? Uma uma das partes mais importantes aí desse negócio Aí e é a parte de tu vender com o criador de conteúdo. >> Perfeito. >> E daí a B4U, ela meio que acelera isso, conectando essas pessoas a criadores que querem, que estão dispostos a criar o conteúdo ali para vender a marca. Aí a minha dúvida é, por que que tu precisa dessas marcas, em primeiro lugar, dessas pessoas aí que
vão entrar? Eh, tipo o Gabriel Ferreira, por exemplo, que eu sei que é ele que virou Teu sócio nisso, né? Não sei se foi ele que que criou a par, >> ele começou, eu eu dei a ideia para ele, ele é um mentorado que hoje ele usa todo no meu ecossistema, né? Ele é um mentorado que chegou o último ponto que virou meu sócio, >> que usa a plataforma, que usa base de creator, >> que entrou pela estrutura de educação e que ainda é meu sócio na aceleradora, né? Mas por que que tu precisa, por
que Que tu só não cria, tu cria as tuas marcas mesmo e tu coloca os produtos na BFU e os criadores e os creators vão vender para ti? Sabe que no fim das contas tu meio que tá dando dinheiro para um cara, pelo menos eu não sei se se se eu perdi alguma coisa, sabe? >> Não, legal. Igual eu te falei lá no começo, eu criei mais de 40 marcas, só que muitas deram certo e muitas deram errado. E eu entendi que o segredo era, cara, eu não conseguia criar mais de uma Marca e foi
uma escola para mim, né, focando muita coisa. Eu comecei a criar marca com muita gente famosa e tal, fui desfocando, tentando fazer um monte de marca, sendo que poderia ficar só em uma. Só que isso me deu um aprendizado quando até te falei no almoço, quando eu passei por um processo de, então um grande, uma grande empresa do Brasil, um fundo, queria comprar o grupo da BFOU e o que eles queriam era a minha capacidade de criar produtos. Eles Queriam eu basicamente lá dentro. Aí foi quando eu entendi que o segredo tava em ter bons
fundadores de marca, tipo assim, um cara que tem a capacidade de criar produtos com essa capacidade de começar pequeno e se tornar muito grande. E aí quando eu passei por esse deal ali, que foram uns 4, c meses, eu acabei não aceitando. Por quê? Porque eu entendi que não tava num time e eu entendi que eu ia deixar de lado o que eu gostava muito de fazer, Que era a minha zona de analidade, estava muito ligada ao meu propósito, que era essa parada de criar projetos. E por mais que eles forem aportar muito dinheiro lá
dentro, eu ia ter que ficar a procurando donos de marcas, bons donos de marca, porque eu sozinho não ia conseguir tocar um monte de marca para escalar esse negócio. Então quando eu comecei a entender, cara, eu não consigo fazer isso aqui, é impossível fazer isso aqui em escala. E como eu queria jogar o Jogo de construção de ecossistema com plataforma, com tecnologia, eu falei: "Cara, ou eu vou criar ficar criando um monte de marca, que foi o que eu tentei, não deu certo, porque focando em um monte de coisa. ou eu vou começar o quê?
A trazer donos de marcas, que são pessoas que estão focadas em um projeto, estão respirando aquele projeto e estão lançando ideias de marcas baseado na minha generalidade, que é criar a ideia. Eu sou muito bom Nesse processo de ajudar as pessoas, tipo essa metodologia eu que construí toda. Então eu sou muito bom nisso, em criar metodologia e criar ideias. Tem um monte de ideia assim que se a gente sentar aqui, eu vou ter um monte de ideia maluca de marca que tem potencial de faturar 10 milhões no ano. Só que eu preciso de pessoas para
tocar isso aí. Aí depois desse diu, eu tive abrir a cabeça para isso. Falei: "Caraca, o que eu tenho que fazer não é". Eu lembro que Quando eu rejeitei a proposta, era uma proposta bem interessante, tinha dois anos de before you e tinha dado um valor de mais de 100 milhões e eles iam entrar com a porcentagem ali e tal. Só que eu rejeitei, eu falei: "Cara, não vou fazer isso. Eu vou, eu vou me replicar através de algo que eu gosto, algo que tá ligado ao meu propósito. Eu gosto muito de ensinar, tipo, é
a minha zona de generalidade, eu faço pelo propósito. Quando eu vejo um cara que vendia Oferta, que tinha vergonha, igual o caso da Bia e do Fábio ali, que tinha vergonha do filho entrar no quarto porque eles estava vendendo produto é nicho adulto e tinha vergonha do filho ver os criativos que eles estavam fazendo. E aí eles começaram, agora o filho vai pra escola com a blusa da marca, é a mesa de sinuca. Na casa deles tem a logo da marca deles que eles criaram. Então tem várias histórias. O Gabriel Feira que fez a Big
Boom e ele Pô trabalhou com infoproduto, trabalhou com até com mercado de game, de bet, tinha vergonha, velho. Até com um ponto que ele hoje ele vive com a camiseta da marca, então respira e vive o negócio. Então isso para mim é um propósito que de fato quem me conhece sabe, eu não faço pelo dinheiro mais, eu só quero deixar legado e construir um dos maiores ecosistemas do mundo. Quem me conhece sabe que eu sou assim. Então assim, tá muito ligado a isso. Propósito, é o que Eu gosto, é a minha zona de generalidade. Eu
sou muito boa em construir movimento. Tanto que hoje nós acreditamos muito que esse é o maior movimento de construção de marcas que já aconteceu na história do mercado digital, de marcas virais, né, sendo replicado com uma metodologia muito aplicada, muito replicável inclusive. Então isso é muito legal. Então eu entendi que, cara, eu precisava me replicar e pro meu ecossistema, pra Minha empresa principal que é a BFOU, que é onde gira o ecossistema crescer, eu precisava educar o meu próprio cliente. Então hoje eu educo o meu próprio cliente e em 2 anos, né, como eu falei,
hoje a gente tá transacionando mais de 100 R 150 milhões deais por ano, só com os mentorados que começaram dentro desse ecossistema, que eu fui ali um por um durante um ano, beleza? A cada 100, 20 performaram. ah, cada 200 aí foi aumentando mais. Então, durante esses Dois anos a gente formou mais de 700, só que claro, vários, tipo, não focaram, né? Vários construíram, deram certo e só que nessa brincadeira deu ali 150 milhões. E é impressionante a nossa base de clientes da BFU hoje 80% veio da mentoria. Isso é muito louco, velho. Tipo, bizarro,
tipo, 150 milhões por ano de um ecosistema que foi criado do zero através da educação de pessoas que entenderam como construir uma marca viral atrelada ao time de mercado, que é O que eu que imaginei que já iria acontecer, que é a create economy. Então, hoje o meu foco é fazer a bify até nossa nossa visão até no final do ano que vem, né, se tornar o maior sistema de marcas e creators da América Latina e transacionar um bi de TPV até o final do ano. Então a gente tá preparando muita coisa esse ano. A
gente tá nesse nesse movimento de estruturação da empresa, né? Todas as empresas do grupo ali, a gente tá com quase 100 Colaboradores já no total. Então a gente tá preparando com começando a trazer cargos mais executivos e estão preparando para se tornar, né? Lá no no começo a minha ideia era se tornar Hotmart dos produtos físicos, que é um movimento que o marketing digital ainda não teve. Não existe uma plataforma que fez um movimento muito forte para produto físico sem ser o mercado de e-commerce. Quem tá ligado ao mercado de e-commerce, mas tá ligado ao
mercado Marca digital. que é a galera que é marqueteira, que é oferteira, que sabe rodar tráfego direto, só que essa galera fazendo o quê? Marca viral em construindo uma marca come. Então é isso, resumindo, >> eu quis me replicar e fazer o ecossistema principal crescer. >> Uhum. Entendi. Entendi. >> E aí tá muito ligado à proposta. Me amarro nisso e >> faço com muito prazer e a minha zona de Analidade, entendeu? Então eu deixei de focar nas minhas marcas para replicar pessoas que que precisam, né, de um projeto como como a Bigbom, como a Dreams
Coffe, como Sofa na Caixa, como Popozuda e vários outros. >> Uhum. >> Então eles precisam pessoas que tm um alto potencial, só que só não só não se encontrou aí na vida. Então eu entendi que, cara, fazer essa galera se encontrar me motiva demais, é algo que Realmente brilha os meus olhos e eu quero seguir esse movimento e deixar meu legado no mercado com construindo uma história através de como, >> né, eu construí esse maior ecosistema de construção de marcas virais e creators da América Latina, assim, então tá muito ligado a isso. O os os
mentorados, tá, que colocam os produtos na Before Youu, >> Uhum. Eles vão ter acesso a esse exército aí De afiliados, que são esses creators, né, que vão pegar o produto ali e divulgar, né? >> Perfeito. >> Pelo que eu tô entendendo, então as vendas elas vão vir disso aqui, pelo menos no começo. E aí tu falou para ele, pr pro fundador da marca, aliás, tu me falou que tu diz para os fundadores que eles precisam fazer outras coisas também. Aí uma coisa que tu citou foi o tráfego pago. >> Uhum. Porém, eh, nesse começo ali,
tá, que a gente joga a marca para pro exército de influencers, o que que tu acha que diferencia uma marca que funciona, que vende, uma big boom aí da vida, de uma marca que por algum motivo não tem tanto engajamento com os os criadores, ou que talvez até tenha, mas não converte. Eh, tu já chegou a identificar o que que é esse fator de sucesso que umas pessoas têm? por exemplo, o Gabriel ali e outras Pessoas não tem. >> Legal, cara. Uma coisa que que eu entendi que tá ligada a qualquer negócio, primeiro, zona de
analidade e zona de foco, né? Que é quando o empreendedor que cria uma marca, seja qual for a ideia, se ele tá dentro da zona dealidade dele, cara, a chance daquilo dar certo é muito maior. Então eu sempre falo isso, galera. vai criar um produto, tenta criar um produto dentro de algo, de um nicho, de um Mercado que você já tem familiaridade, que você já conhece, que você já domina, porque é muito mais fácil você crescer. É igual você, a sua dona de generalidade é o PS5, jogar com, sei lá, com Real Madrid ou você
joga com Real? O, mano, aqui o pai joga até com aí, velho. Até com Figuirense. >> Mas, por exemplo, o João é viciado, só joga com o Real Madrid, mano. Ele já é viciado, mas se ele só treina com o Real Madrid, só faz gol com Mbappé, com Vini Júnior, se eu for tentar jogar contra ele, eu posso escolher qualquer outro time que eu não consigo ganhar porque ele focou só naquele time. Então, e essa é a zona de generalidade dele, >> mano. Só acabaste de revelar o meu segredo. Meu segredo era esse. Fique c
anos jogando com PSG, velho. O Mbappé, Messi, Neymar, só brincando. Ah, é por isso que ele foi pro Real. Você começou a jogar com o Real? >> Não, não. Hoje eu jogo com o Barcelona e Lamin a mal, pessoal. Só que, ó, >> de esquerda na gaveta. >> Esquerda na gaveta, né, Anderson? L2 ou R2 e quadrado, sei qual que é. Tá >> quadr bom, >> cara. Não tem como, velho. >> Para eu conseguir ganhar desse, quando eu joguei com ele, eu lembro há muitos anos atrás, eu tomei um sacode, sei lá, foi uns 8
a 0. >> Falei: "Cara, eu tenho que ficar um ano jogando aqui para eu tentar bater de Frente e não vou". E pode ser que eu não consiga porque ele tá na zona generalidade dele. Eu tô, >> então é a zona generalidade dele porque ele gosta, ele sente à vontade, ele tá ligado ao a >> É é don, é genética, né, Anderson? É genética, >> é cada um. Tu tu nasceu elegante, olha só. Tu tu tu tu tem esse dom. >> Não, tive que aprender, na verdade. >> É, mas eu eu tento aprender e não
Consigo. Eu fico aqui, ó, sujo de show e café. É show e o café todo [ __ ] aqui no podcast com a barba aqui ferrada. Mas é o que tem, tá ligado? Sou eu fazer o que, né, pessoal? >> É o que tem. Então esse esse é um ponto muito importante, velho, muito legal. Tipo, a gente viu que, cara, quando a pessoa tá na zona de generalidade dela, a chance da marca crescer muito grande. E isso às vezes tá ligado, por exemplo, o exemplo da Bia, do Fab que eu dei, são Mentorados que criaram
a marca que rodava oferta direta nos Estados Unidos, tal, e aí eles já queriam trabalhar com nicho de saúde íntima feminina. Por quê? Porque a Bia, ela fez medicina durante um tempo, largou a medicina e focou no digital. E a irmã dela, a mãe, na verdade, a mãe dela é uma ginecologista muito conhecida e tal, que é focada nisso, especializada nisso. Então, ela tem várias pessoas ali, que a mãe dela é dona de uma clínica que é focado nisso e Aí ela sabe, caramba, aqui eu vou conseguir ter muita prova social, vou conseguir ter, tipo,
a minha mãe falando sobre o assunto de forma mais comum, mais autoridade, ela estudou medicina, então ela entende de fato, então ela usou a zona de generalidade dela. Então isso faz muita diferença, sabe? Isso é muito importante. Toda marca tem que ser criada. Não, não olhe só. Às vezes a gente você não tem, às vezes você não sabe qual que é a sua zona de realidade, No que você é bom, mas às vezes você vai lá e vai executar e vai dar certo. igual, pô, o travesseiro ortopédico que eu criei, não é minha zona de
realidade, mas eu entendi que que aplicando a metodologia, como eu tinha eu comecei a construir junto com essa marca muita conexão com grandes influenciadores, então para mim foi muito fácil porque eu já comecei a construir junto com a marca e aí eu comecei a a usar esse relacionamento que eu fiz, que foi Criado junto com o produto e eu comecei a usar isso ao meu favor. Mas, por exemplo, hoje eu lançaria uma marca às vezes voltado a foco, perf. Eu eu lancei inclusive, né, o primeiro notrópico do Brasil que era foco, que é o Brainhacker,
que era tipo estudo, foco, trabalho, enfim. Então é encontrar sua zona de analidade faz muito sentido. E além disso, como eu falei, produtos que quando você tem que encaixar realmente a bigidia, a narrativa viral muito bem Alinhada, velho. Tipo um produto que você bate o olho igual essa ideia, cracola, cara. Cria cola é tipo um óbvio que surgiu, ninguém tinha pensado nisso. >> Uhum. E aí meu sócio, ele foi lá, cara, no no masterm ali, eu falando e eles tiveram a ideia e fizeram, foi lá e fizeram. Então tent não foi lançado ainda, vai ser
lançado agora, mas tem potencial de crescer muito. Porque é uma coisa muito óbvia, todo mundo toma Coca-Cola zero e vai ser zero, Inclusive, >> [ __ ] >> Então assim, eh, a capacidade de criar uma ideia muito boa também é muito importante. E essa questão do mecanismo visual, a gente percebeu que os produtos que tm um visual muito muito forte são mais fáceis de vender, mas não é >> dúvida >> não é tipo obrigação. Aí, por isso você tem que construir o visual, seja na embalagem, seja no pote, seja nas cores, Ou seja no próprio
produto, na cor do produto e tal, ou seja, passando o produto e ficar uma vermelha, por exemplo, na hora ou você o visual, por exemplo, de desinchaço, né, de você mostrar uma barriga mais inchada, depois a barriga mais desinchada, porque a mulher ela enche e desinche de um dia pro outro, porque o intestino começa a funcionar, aí você cria um probiótico que ajuda a desinchar. Então isso é um mecanismo visual muito forte. Então, Mecanismos visuais que você consegue mostrar facilita. Igual um produto para boca também, que é um produto americano bem legal que você passa
na boca, a boca fica azul, aí depois ele tipo vira uma casquinha, você vai e tira a casquinha e aí fica um degradê, >> olha. >> E aí esse degradê depois você passa um gloss aí fica tipo um efeito bem interessante. Aí tem um outro que você Passa também, fica fica azulzona tipo muito viral. Na hora que você tira já fica tipo hidratada e meio que clareia, clareia a boca. Então, mecanismos visuais, se você entrar no calor data hoje, você vai ver que os produtos mais vendidos, todos eles tm um mecanismo visual muito forte. É
muito óbvio. A pessoa bate o olho, barriga de barracu, pum, inchada, desinchada, pum. Você bate o olho, a mulher treinando com o bumbu na cara ali nos vídeos, pum, tipo Magrela era, tinha bundinha e começou a ter bundão. Eh, celulite, lipedema, sei lá, passou o creme, ficou vermelho, na hora o visual muito forte. >> Eh, olheira, o mentorado fez um produto pra olheira que ajuda a clarear a mancha de olheira. Então você consegue mostrar, tipo, antes e depois cílios. Então, tem um produto, por exemplo, de crescimento de cílios. Aí a gente faz um teste, por
exemplo, que é passa cílios durante 7 dias e vai documentando em um cílios e Deixa o outro sem. Aí você grava depois, tipo, ó, sete dias eu usei desse lado e esse do outro lado não. >> Então assim, aí vai ou 21 dias, né? E aí você vai criando mecanismos visuais. >> Sim. >> Então tem várias formas, não que outras formas, por exemplo, Big Boom, o mecanismo visual é mostrar treinando bumbum e cor rosa. Dranscof, café termogênico e barriga. Só que, por exemplo, Carm usou o mecanismo de Viralização, >> eh, memória afetiva, fine, bananinha e
desejo. Tem gente que tem um parceiro nosso que vende um perfume com feromônio. Perfume com feromônio, velho. Imagina, você vende um perfume, como você vai comprar um perfume sem sentir o cheiro? Tipo, é bizarro. Só que eles vendem dois, tr 4 milhões por mês. >> Vende. É, tem um cliente do Veturb que ele tem um VSL disso daí, mano. E ele vende também bastante. É um ele europeu O cara. Ah, ele é lado de fora. Lá de fora >> é aqui no Brasil é esse parceiro. >> Acho que ele é da Alemanha, mano. O da
Eslovênia, uma coisa assim, tá? Um país meio com com as letra maluca lá, sei lá. >> Então, entende que é tudo a narrativa viral, é o mecanismo de de como você vai colocar isso em um vídeo. E aí o Creator first vai isso, vai fazer a marca viralizar rápido. Enquanto isso, o tráfego vai ser despencado ali. O CPA Vai cair muito porque a marca já tá sendo viralizada e mais pessoas estão pesquisando sobre. Então você vende um perfume de sedução que ajuda a atrair mulheres ou atrair homens, é a historinha que você conta. No final
a pessoa nem tá sentindo o cheiro. >> Uhum. >> Só que a narrativa é muito boa. E o visual não tem como ver, mas o visual é a narrativa da historinha. Então é quando você entende esse jogo, velho, Esquece, todo mundo quando entende a metodologia, o cara entende a entende o processo. E aí o segredo é que, tipo, no acelera a marca a gente acompanha isso. >> Uhum. Uhum. Mas esses são os pilares que fazem uma marca ter sucesso. >> Pelo que eu entendi, então, depois que a pessoa criou o produto, o melhor canal que
tu recomenda é esse canal aí dos micro/ nanoinfluenciadores. Isso porque tu falou lá no começo que o Timing é muito bom para isso. Agora com tráfego igualmento, os influenciadores grandes, >> eles não são tão confiáveis assim, porque assim, fazendo merda, divulgando as bets aí, essas porras aí. >> Uhum. E aí o existe essa oportunidade desse creator pequeninho. E aí, pelo que eu entendi, tá, a pessoa vai ter duas opções. A opção número um é ela, tipo, cara, segue tua vida aí, vai prospectar esses creators e aí tu cria tua marca e Tu vai conversando com
eles. Ou tu pode usar o o teu ecossistema da BFU, >> obviamente, pelo que eu entendo, né, a pessoa vai processar o pagamento contigo. Então, não é de graça, né, pessoal? Obviamente tu tem que >> moto ele tá e tem tem que sustentar o ecosistema como todo. São 100 em cabeça aí para para pagar o salário aí. >> Exato. >> E e mano, fala um pouco mais aí. Tu falou que tem esse acelera marca aí, as Pessoas que querem eventualmente criar uma marca aí, o que que elas devem fazer? >> Irmão, melhor coisa, a gente
pode deixar um, enfim, um formulário ou entrar no meu Instagram ali na bio do Instagram, vocês vão ter. >> Qual que é o teu Instagram? >> Eu posso até deixar é Mateus Mota, né? Mas eu posso até deixar uma uma mentoria gratuita de 60 minutos junto com o meu time. >> Olha, >> pode ser. E aí quem tiver interesse é sem compromisso, pagar nada. É aquilo. A gente não é aquela aquelas mentorias que a gente fica, tipo, entrando no emocional do cara para comprar, não. Porque a gente só ganha se o cara performa no ecosistema
da plataforma. A gente sempre fala: "Cara, o que você vai pagar para estar aqui dentro? É para manter a nossa estrutura durante o ano que a gente vai te acompanhar durante o Ano para você rodar com a gente e ser mais um case de sucesso que a gente só ganha se você vender. E aí a gente pode deixar essa mentoria de 60 minutos. eh, sei lá, coloca algum lugar no link da descrição, não sei, onde vocês podem ter a oportunidade de ver se tá no seu momento, se se é se é para vocês, se faz
sentido para você e entender um pouco, né, como que você pode construir sua marca viral em 90 dias, né, que é o nosso a nossa metodologia aplicada ali, O passo a passo. Em 90 dias você vai sair dali com a sua marca pronta, redonda e vai est pronto ali para ser acelerada com o nosso ecosistema. Então, se fizer sentido para você, só >> entrar nesse deixar esse presentinho aí de 60 minutos. Boa, boa. >> Junto com o meu time. >> Só fazer a aplicação aí meu time vai chamar vocês. >> Então tá, mano. Show de
bola. Eh, >> eu queria te agradecer pelo teu tempo Aqui no podcast. O que que tu achou do podcast? Gostasse? >> Muito bom, galera. >> Foi interessante >> demais. Eu lembro o dia que que a gente tava lá em Balneário, você falou: "Vou começar a gravar podcast". É. >> E quando a gente tinha começado da BF for, você falou que ia começar e aí faz dois anos a gente tava olhando, né? Dois anos, vai fazer dois anos agora em julho. E velho, virou um dos maiores Podcasts do Brasil. Tá todo mundo falando inclusive. >> Animal,
irmão, animal. Sempre a gente troca ideia sem compromisso. Compromisso. Então, >> não, show de bola. Obrigado pelo pelo carinho aí, mano. E estamos só começando aqui o podcast, tá? >> Ainda tem muita coisa aí, pessoal, aqui no podcast TTB aí, tá? Estamos só começando aqui as brincadeiras. Inclusive, inclusive quem, né, constrói Marca, é uma coisa que eu sempre falo, a habilidade que você tem de construir a oferta, ela sempre vai se manter. Inclusive, esses produtos, a gente sempre testa funis com VSL, com vídeo de vendas, tá? Até falando pro João, uma marca nova que é
a Blue ali, a gente vai testar um quiz com uma VSL dentro. Então, a mesma habilidade que você tem, você sempre vai replicar independente do modelo de negócio da internet. Então tem muita gente que acha, ah, o que eu faço No digital para tráfego direto, eu não vou usar para construir marca. Claro que vai. >> Uhum. >> Então assim, tem várias hipóteses, inclusive você tem que, se você é muito bom nisso, usa isso a seu favor. Então a gente tem um monte de mentorado, várias marcas que tem VSL, que roda com vocês no VTURB, boa,
>> que inclusive fica pedindo para fazer integração. Aí você tá enrolando pra Gente fazer a integração via API, >> via API direto com Vetan. >> Ah, é, tu falou, é verdade. É, >> mas é isso, galera. >> Agora a gente tem, agora dá para fazer, eu acredito. Não sei se bom, enfim, sei lá. >> Tem vez que você liberou agora. Mas, mano, eh, de novo, obrigado pelo teu tempo, tá? >> E a gente sempre, eu sempre peço pro convidado deixar uma última mensagem Pras pessoas que estão em casa. E aí, cara, tu pode falar o
que tu quiser, é completamente livre. Tem gente que deixa uma mensagem emocional, tem gente que, eh, sei lá, fala pro cara ir pro Instagram, tem gente que fala de Deus, tem gente que fala, enfim, qualquer coisa. Perfeito. >> Eu não sei se tu quer usar esse tempo, mas eu queria te dar aqui um pouco da audiência do Veturdo. >> Tentar tentar ser rápido. Mas acho que Uma coisa que eu que eu aprendi, né, na prática é entender que a gente, nós que que mudamos a nossa vida através do mercado digital, nós temos um potencial escondido
dentro da gente que a gente não imagina. Então, quando eu comecei a sentar na mesa com bilionários e entender que, cara, o valor que eu tinha, a expertise que eu tinha de criar produto na internet começando pequenininho e se tornar tornar algo grande, um período muito curto, cara, Isso chama a atenção de muita gente. Então, a habilidade que você tem como um empreendedor digital que sabe fazer dinheiro na internet é algo absurdo. Só que quando você entende como usar isso construindo algo com ética e algo que vai gerar equity, algo que vai gerar uma empresa
que você tem orgulho, que você vai botar no peito, onde você for, você vai falar do seu negócio, você vai estar com a logo da marca, se seus filhos, sua família, vai est todo mundo entendendo e Vivendo de fato aquela marca, né, aquele negócio que você construiu. Cara, quando você ter essa sensação, você vai ver que é das melhores sensações que qualquer empresário, empreendedor tem. Então, entenda o que eu tô falando. Se você se sente incomodado de, pô, eu vendo um produto, eu tenho um negócio na internet, sei fazer dinheiro, mas eu não acredito no
que eu vendo. O produto que eu vendo, por exemplo, eu não venderia pra minha mãe e pro meu pai. Então, Cara, começa a entender que você tem um potencial absurdo dentro de você. Se você usar isso da forma correta, você vai construir grandes negócios, vai deixar o seu legado, você vai construir uma marca que pode ser dada pra sua família, seus filhos, continuar o que você começou. Então, acho que essa mentalidade de longo prazo é uma mentalidade que eu queria passar para vocês e e mostrar para vocês que, cara, não é impossível. Pelo contrário, é
Totalmente possível quando você entende que pequenas marcas geram grandes movimentos. Steve Jobs, o Elan Musk, cara, Steve Jobs começou na garagem, o Zukberg começou na faculdade, todo mundo começou pequeno, velho. Não tem nenhum executivo, grandes CMO de grandes empresas que conseguem derrubar um jovem sonhador com sangue no olho, com vontade de fazer acontecer e com vontade de construir algo que nunca ninguém fez. Então essa a visão que eu quero passar Para vocês, velho. Tipo, dinheiro por dinheiro vai e vem, só troca de mão. A gente sabe fazer dinheiro, não é algo difícil, mas quando você
aprende a fazer dinheiro com aquilo que você gosta, aquilo que você ama, com ética, eh, fazendo algo que você acredita, né, entendendo que, caramba, eu vou sentar na mesa com grandes empresários, porque empresário de verdade é dono de marca, tem um negócio que ele bate no peito e fala: "Cara, eu construí isso". Então, Tem essa mentalidade de um dono de marca que eu tenho certeza que muita coisa na sua vida vai mudar, não só financeira, não só no trabalho, mas sua vida espiritual, sua vida, seu relacionamento com com sua família, como eu falei, todo mundo
vai estar muito alinhado e acreditando que vocês estão fazendo algo diferente no mundo que tá impactando a vida de outras pessoas, que estão comprando seu produto, tá gostando do seu produto, tá recomendando seu produto Para outras pessoas e você tá gerando impacto positivo de alguma forma. Então acho que é esse é o recado e levem isso pra vida de vocês. Pode ser que não esteja no momento de você jogar esse jogo, mas quando chegar nesse momento lembra de mim. Lembra desse recado que é um recado que eu gostaria que alguém me desse h alguns anos
atrás. >> Boa. E esse aqui foi mais um episódio do podcast Segredos da Escala. Um grande abraço e valeu. >> Valeu pessoal. Um abraço. Mais >> cara. Muito obrigado aí por ter assistido aqui mais um episódio de Segredo da Escala. Se tu gostou do episódio, não se esquece, tá, de curtir aqui esse episódio, de se inscrever no canal do Veturb para tu receber aí mais episódios aí na tua caixa de entrada. Isso aí é muito importante pra gente. E se tu fizer isso, eu te garanto, tá? Que eu vou trazer os melhores convidados aqui para
passar conteúdo para ti, Beleza? E se você tá procurando aí mais episódios aí para assistir, cara, eu vou deixar dois episódios aqui, tá? Em algum lugar aqui da tela aqui do segredo da escala para tu ver. Então, clica ali, vê eles, tá? Assiste também, vale a pena. Grande abraço e até mais.