[Música] Olá seja muito bem vindo a mais um Memórias de Nossa gente o quadro que busca resgatar e também valorizar a história daquelas pessoas que ajudaram a construir a Francisco Beltrão de hoje um município já com mais de 70 anos de criação e chegando próximo dos 100 mil habitantes e a história que nós vamos contar nesta semana é da Dona Terezinha ouro essa Gaúcha de Erechim chegou a Francisco Beltrão mais de 70 anos atrás e aqui construiu a sua história mesmo aos 94 anos ela ajuda nos lembrar uma série de fatos do passado e também
um pouco da sua história da sua relação com Francisco Beltrão essa história que nós vamos conferir agora [Música] [Música] [Música] viemos Saímos de Concórdia Santa Catarina com dois filhos iremos até Mariópolis em Mariópolis morava o meu irmão Mariano Tadeu Lise ficamos lá os dois meses de lá viemos para [Música] colocar o matador de suíno de porco destino o outro meu irmão o Lauro Mateus Lize Foi colocado o matador trabalhando maravilhosamente bem mas houve contra algo que se separaram meu marido separou da sociedade e assim começou a nossa luta aí na época o administrador da colônia
Federal era do doutor sei que era Leônidas nós fomos para Santa Rosa que ele deu lá esse pedaço de terra para baixo da queda de Santa Rosa meu marido trabalhou lá com dois peão fizeram tudo cerca tudo que ele ia nos ajudar colocar o matador de suíno lá só que de repente a política trocar de administrador Doutor um baiano que o Doutor Antônio não sei do que veio lá da Bahia e ele não ajudou ninguém [Música] nós com duas crianças que que nós fazia lá não tinha como viver a botinha mas aí Voltamos para e
coloca-se colocamos aí e lutando pela vida de um lado nunca ter ajuda de ninguém e chegamos aonde chegamos até hoje da Pinguela lá que o pai fez meu marido comprou dois arqueiros de terra do seu Antônio barbeari que é aonde que é o aeroporto hoje que lá é uma oficina mecânica e na frente morava um casal francês que dizia os franceses era o casado com uma filha e o nome da filha era Leona Leona e o pai dela era o dono do Calvário Ele trabalha morava para cima do quartel e uma filha morava lá no
quilômetro quatro tinha quatro filhos tudo francês daí o meu marido você colocou lá formou a Chácara e tudo mas ele queria mais ele descobriu aqui na beira do rio marreca ele comprou a terra do pavão ele vendeu lá em cima comprou aqui embaixo construiu um balcão e até a gente se incomodou porque queriam passar e tinham que passar dentro da dentro da casa porque ele fez a casa só para nós não para alguma coisa podiam passar ele construiu a Pinguela [Música] a primeira enchente que veio vinha arrastando uma árvore enroscou na Pinguela aí o meu
marido teve que cortar as pia de aço que ele mesmo fez para ser não ia levar embora até o barracão que era a nossa morada aí assim ela está Hoje os restos digo Mortais lá que fizeram o quartello hoje é do quartel e que fizeram a parte de alvenaria tá lá definitivo Mas o início foi do meu marido Guilherme Alexandre agora o que que era lá no quartel dela antigamente não era para ter militar na época era da colônia Federal lá era hospital lá era farmácia lá era pensão as mudanças que vinha tudo era lá
isso parece até uma benção que hoje é o quartel militar tá ali como tava tá ali e devem conservar para lembrança que toda a vida não vai não vai permanecer Porque a madeira se fosse ave maria era mais fácil né Então graças a Deus esse quartel foi uma benção aqui para Colônia que era da colônia Federal [Música] [Música] [Música] [Música] ela também ajudava Dona Irene não era não aí é outra as professoras primeiras professoras de BT Francisco Beltrão foi Dona Irene de Freitas professora da colônia Federal escola só era lá e a Italy na zancã
que o marido dela agora não sei ela tem o nome do marido que eu não sei então foram as duas professoras da colônia Federal na época e professora e o seu ouro era papai noel aí depois que passar dos anos meu marido o meu marido como Guilherme eu começou a dar nós já morava aqui no bairro Industrial acabamos multidão de criança que estudava no colégio municipal meu marido se inventou de querer dar bala e olha Era Uma Vez chegou o Bispo aqui Dom falecido Sartori Agostinho Sartori ele ia tava procurando a Rua Apucarana ele vai
secretário então meu marido explicou a Rua Apucarana e ele viu aquela multidão de criança ele disse o que que é isso eu disse Dona serviço o meu marido faz mais de ano que dava ele disse eu nunca vi uma coisa igual era um tapete de uma galinha do meu marido aí Olha ela coisa mais linda pois o senhor viu ele fez o papai nela e tirou a foto lá dentro do terreno do seu sabadinho com aquela turma que o senhor viu ali na foto [Música] eu vinha pegar bala aqui do Senhor tem ainda gente muitas
Muita gente vem aí e fala eu era vinha pegar bala aqui do seu ouro uma da uma funcionária da prefeitura que eu sei que ela falou com ele vieram pegar nós aqui de carro fomos mas nem sei aonde que foi o senhor sabe que o lugar acho que foi para a prefeitura por aí que ele foi chamado para fazer o Pai Nosso e ainda Levaram ele lá para Nova Concórdia levar fazer mãe mas isso bem antes quando ele tinha [Música] a foto dele agora pegava ele para entregar os presentes para os funcionários banestado isso na
época e do bam mirim dos também né eu sei que ele era chamado para muito lugar para fazer tinha a veste e daí ele foi ele era para aí que eu tenho um filho mora em Florianópolis aí eles quiserem seu pai fosse fazer o pai não ia lá em Florianópolis [Música] o que não serve mais para você pode ser útil para quem precisa a prefeitura tem o banco de doações que faz a ponte entre doadores e quem precisa receber se você tem sobra de materiais de construção Chame o banco de doações móveis em bom estado
também podem ser doados o banco de doações fica na Rua Mandaguari 201 Bairro Luther King chambe pelo whats 988 18 42 88 Prefeitura de Francisco Beltrão o melhor daqui é a nossa gente [Música] criei a minha família nem todos moram aqui mas eu não troco o Betão por outras lugares aqui é a minha casa é a minha Pátria e aqui é o meu sepultamento [Música] [Música] tinha toco de Pinheiro na rua principal na Avenida tocos de Pinheiro que desviavam no início não e até tinha casas boas como tinha casas mas estava bem adiantado quando Nós
entramos aqui [Música] e mudou muito e vai mudar mais porque hoje é desenvolveu esses dois anos com essa epidemia que a gente não sai de casa Eu não eu me perco na avenida tenho 94 anos mas eu me perco na Avenida é uma coisa que desenvolveu é eu não sei nem explicar como desenvolveu e vai desenvolver mais uma por causa da colônia Federal hoje é quarta militar graças a Deus e a colônia as cooperativas a colônia que é forte [Música] e as faculdades que tem aqui [Música] quem não estuda não tem nada precisa estudar para
ser para ser um bom brasileiro ou uma boa brasileira para levar esse Brasil levante daí entrou os posseiros aqui que disseram que eram os donos aí eles não é que fizer só desmatar um pouco era Estrada reta antigamente mas não foi desmatado [Música] aonde que é o aeroporto sabia era a estrada que ia lá para Santa Rosa o aeroporto era a estrada que hoje é Aeroporto de desviaram a estrada Então tá aí Francisco Beltrão Esse padre Frei leonato que tá aí que metrô é hoje é o que é [Música] e também tem outra [Música] não
houve aqui essa última Como é que se diz do tempo [Música] que deu aqui descobriu até a Policlínica o temporal que houve aqui em metrô não sei se o senhor está aqui o quê que tirou até telhas da Policlínica Amadeu foi o líder e aqui entrou pela primeira vez as monjas Carmelita que elas foram embora porque a madre faleceu e daí Elas quando chegaram aqui deu aquele temporal que descobriu casa fez horror e daí ela disse assim e aí ela foi socorreram ela no clube de mãe que era ali perto da prefeitura foram socorridas aí
essa música que faleceu disse assim jamais metrô eu digo isso que a felicidade morar aqui jamais metrô irá ter ciumenta como Deus jamais metrô Como é que se diz o temporal como deu que prejudicou que arrancou até telha da Policlínica todo mundo pode falar e o Padre Afonso que ele era daqui da dos Padres faleceu lá lá também houve um temporal que ele disse jamais Marmeleiro irá ser prejudicado o temporal e é chamado por isso que eu disse que eu quero morrer aqui porque aqui quem mora aqui você contar porque jamais vai ter eu mesmo
percebo em outros lugares e aqui nós não lá deu isso e aqui não até nove errou lugares eu não sei mas aquele lugar bom de se viver é só respeitar a justiça [Música] Esse foi mais um Memórias de Nossa gente um programa que busca resgatar e também valorizar a história daquelas pessoas que ajudaram a construir a Francisco Beltrão de hoje muitos homens muitas mulheres né um trabalho há muitas mãos em um tempo muito mais difícil do que hoje e que certamente foram Pioneiros ajudaram a desbravar e a desenvolver o nosso município gente toda semana tem
uma história nova a gente traz aqui um personagem novos também para vocês e a gente conta também com a colaboração dos beltroneses né você que sabe aí conhece algum Pioneiro que tem alguma história que tem uma ligação uma relação importante com a nossa cidade nos contatos Nos avise que a gente vai atrás dessas bonitas histórias aqui do nosso município o forte abraço e até a semana que vem [Música]