Hoje vamos ler o verso 39 do segundo capítulo. Bagavate vas. Omagavate vudva.
Om namate vasya namate vas. Будяктуята Eita Agora a tradução das palavras >> ea >> toda esta >> toda esta T >> te >> para ti >> para ti >> abritar >> abrita >> descrita >> descrita >> sanquier >> squier >> em estudo analítico >> estudio analítico >> budi >> budi >> inteligência >> inteligência >> yogi >> yogi >> em trabalho sem resultado fluitivo >> em trabalho Sendo cruidio. >> Tu >> tu >> mas >> mas >> imam >> imam >> este >> este >> shrinu >> shrinu.
Ouça apenas. >> Ouça apenas. >> Budia.
>> Budia >> com inteligência. >> Com inteligência. >> Yucta.
>> Yucta. >> Ajustada. >> Ajustada.
>> Ya. >> Iaá. >> Pela qual >> pela qual >> parta >> parta.
>> Ó filho de Prita, >> ó filho de Prita, >> carma bandam. >> Karma bandam. Cativeiro da reação.
>> Ctiveiro da reação. >> Paraa racia. >> Paraa racia.
>> Pode libertar-te de >> P libertar-te de. Agora vou ler o verso, a tradução do verso. Até agora descrevi esse conhecimento a ti através do estudo analítico.
Agora ouça enquanto eu explico em termos de trabalho sem resultado fluitivo. Ó filho de Brita, quando tu agires segundo esse conhecimento, poderás livrar-te do cativeiro decorrente das ações. Vamos repetir o verso.
Até agora, >> até agora >> descrevi este conhecimento a ti. Descrevi este conhecimento a ti >> através do estudo analítico. >> através do estudo analítico.
>> Ouça agora. >> Ouça agora. >> Enquanto eu te explico >> enquanto eu te explico.
>> Em termos de trabalho. >> Em termos de trabalho, >> sem resultados fritivos. >> Sem resultados fritivos.
Ó filho de Prita, >> ó filho de Prita, >> quando tu agires >> Quando tu agires >> segundo este conhecimento, >> segundo este conhecimento, >> poderás livrar-te >> poderás livrar-te >> do cativeiro decorrente das ações. >> Do cativeiro decorrente das ações. >> Então vamos vamos examinar esse verso aqui.
irritar do irmão. Aqui Crist tá introduzindo novos elementos para entender a a filosofia do barabita, né? As a instrução, a informação, as informações que ele vai dar.
Ele fala teve irritar s. Até agora eu expliquei sobre sânia. Esse s não se refere a à filosofia sânia que chama sânia.
Aqui se preocupada vai explicar aqui no no significado. É um termo geral para a filosofia. Então, o que Krishna já explicou foi o fato de que não somos o corpo, somos a alma.
E ele deu muitos argumentos ali. Então isso aí já tá estabelecido, né? Agora ele vai dar entrar em outra outras considerações.
Ele diz que através de Bud yoga, ele lança pela primeira vez essa esse termo bud yoga. Bud yoga quer dizer o a conexão que é feita com Krishna através da consciência. equipara, né?
Porque essa relação com Krishna é feito pela consciência, né? Então aqui diz buarta karma bandão para raci vai lançar agora um um novo elemento que vai ser vai ser eh vai ser desenvolvido em muitos versos, né? E é uma questão que é assim uma questão fundamental do bagaguita, né?
Como a pessoa pode ficar livre do seu karma? Porque enquanto tiver karma, a pessoa a pessoa não consegue escapar do sansara, da sucessão de nascimentos e mortes, dos ciclos aqui nesse mundo terrestre. Mas aí Krishna vai ensinar como se livrar.
E ele coloca aqui no verso esse termo karma banda. Karma banda, o cativeiro do karma. A maioria das pessoas estão presas por esse cativeiro do karma, então não tem chance, né?
Mas ele diz que através de book de yoga, se você faz essa conexão, quer dizer aquela palavra que tem na terceira linha, a palavra yucta é uma palavra que vem de yoga, quer dizer aquele que está conectado. Se você está conectado, se você está como diz aqui, budukarta band. Se você está conectado, se a tua consciência está conectada com Krishna, você pode se livrar do karma banda, do cativeiro, do karma.
Isso daí é a importância desse tá que está lançando essa essa essa nova esse novo elemento para entender a realidade. Então esse verso é um verso chave, né? Porque aqui já falou, já foi explicado que não somos o corpo, pois agora vamos entrar em outro outra consideração assim, né?
Como através de budioga, nós podemos ficar livres do cativeiro do karma, karma banda. Agora vamos ver o significado da apostila preocupada. Segundo Niruct, o dicionário védico, Sania significa aquilo que, ao referir-se a um assunto, descreve-o em minúcias.
E s diz respeito à aquela filosofia que descreve a verdadeira natureza da alma. Então esse foi já foi explicado, né? Vários versos Cristina explicou que nós não somos esse corpo e tudo mais.
E yoga envolve o controle dos sentidos. Yoga tem várias implicações, né? Entre eles o controle do sentido, né?
Você tem que entender a dinâmica do corpo, do seu corpo, porque seu corpo físico é feito de sentidos, né? E se os sentidos estão soltos, então você não tem não tem controle, né? Não tem controle, né?
O é como diz, tem versos que Cristo explica, os sentidos são vorazes, né? Eles estão sempre buscando coisas do exterior, né? Mas para se praticar um processo de yoga, você tem que aprender como controlar os sentidos.
A proposta feita por Árona, segundo a qual não se deve lutar, base-se no prazer dos sentidos. Quer dizer, diretamente, né, ele ele ele estava se recusando a lutar por sentimentalismo e tudo mais, né? Ele não queria enfrentar uma situação assim com por isso que enfrentar uma situação difícil, né?
encarar, né, a realidade ali. Aí não fala, pô, não, essa luta é luta do bem contra o mal, né? Você tem que superar esse sentimentalismo aí, sabe?
Hum. esquecendo de de seu dever principal, ele queria suspender a luta, pois pensava que não matando seus parentes e familiares, ele seria mais feliz do que gozando do reino após vencer seus primos e irmãos, os filhos de Levita Arasta. Em ambos os casos, os princípios básicos visavam o prazer dos sentidos.
Queres? não se submeter àquela situação assim angustiante que foi a batalha, né? Tanto a felicidade proveniente da vitória contra eles, quanto a felicidade decorrente de ele ver seus parentes vivos, mas sido com gozo pessoal dos sentidos, mesmo que se relegue a sabedoria e o dever.
Krishna, portanto, queria explicar a Arjuna que mesmo matando o corpo de seu avô, o avô aqui é o seu tio avô, né, Bismadeiro, que tava do lado de Durioda, né, ele não estaria realmente matando a alma. Esse foi o motivo que Krishna, primeiro de tudo, explicou. a essa natureza da a nossa natureza que nós somos o corpo, somos a alma.
Porque fica fica claro, né, quando Krishna fala vários versos que narra terraire, a alma não morre quando o corpo morre. E assim teve várias vários versos que que Krishna que Krishna aqui diena sarvão eatão vama na castum. Saiba que aquilo que penetra o corpo inteiro, quer dizer a consciência, né?
A consciência é fruto da alma, né? A alma é a fonte da consciência. É indestrutível.
Ninguém é capaz de destruir a alma imperecível. Esse foi o ponto que Krishna colocou assim que então aqui como diz, mesmo matando o corpo, você não vai matar algua, né? A alma continua.
Ele explicou que todas as pessoas individuais, incluído próprio Senhor, são indivíduos eternos. Eles foram indivíduos no passado, são indivíduos no presente e continuarão a ser indivíduos no futuro, porque todos nós somos eternamente almas individuais. Isso daqui está escrito no verso número 12, né?
Nato evão jat nação naja naiva na saraiamaaram. A tradução. Nunca houve um tempo em que eu não existisse, nem tu, nem todos esses reis.
E no futuro nenhum de nós deixará de existir. Quer dizer, mais claro que isso não não pode, né? A alma não morre quando o corpo morre.
Daí não precisa interpretar nada. são as palavras assim toda objetividade de Cristo. Simplesmente sujeitamos-nos a várias mudanças de roupa corpórea, mas na verdade conservamos nossa individualidade mesmo após libertar-nos do cativeiro da roupa material.
Então, Cristo tá se referindo a versos que ele falou aqui no no anteriormente. Então esse verso da roupa, né, o verso da roupa, né, vassance deani de atavraia nav grnati narani tatarriirani virnani anani saniate nav de o verso da roupa é o o verso número 22 do segundo capítulo. Assim como alguém veste roupas novas, abandonando-as antigas, a alma aceita novos corpos materiais, abandonando os velhos e inúteis.
Então essa essa analogia do corpo como sendo a roupa. Então paraada citou essa analogia aqui. Um estudo analítico da alma e do corpo foi explicado muito ilustrativamente pelo senhor Krista.
E esse conhecimento que faz a análise de diferentes pontos de vista da alma e do corpo foi descrito aqui como sânkia nos termos do dicionário sânscrito Niruct. Esta sânquia nada tem a ver com a filosofia sânia de do capila ateísta. tem essa tem essas duas filosofias com o mesmo nome, né?
E inclusive o mesmo nome do do autor, né? E do que tem o sangue do capila materialista e tem o sangue de Capila Deva, né? Chamado de Bagatã.
O sang é da O sang aqui é uma das seis uma das seis filosofias clássicas da Índia, os seis dárshanas, né? Yoga, Sánquia, Niaia, Veschica, Mimansa e Vedanta. Sânia é uma dessas seis filosofias clássicas, né?
Então essa essa filosofia não tem a questão transcendental, tudo é material. Tudo que existe é uma combinação de pracite e purux. Pracrite energia material.
Porucha, o ser vivo. Então assim, cada pessoa é uma combinação de de paracrite purua. É.
>> Não tem o conceito de átomo. >> Como >> não tem o conceito de átom ser >> É sim. Sim.
Agora não tem transcendência, não tem tal coisa como liberação assim. Então essa é uma filosofia muito fechada, né, e materialista, né? Agora já a filosofia s do shimar de Bagavatã de capila capila de é totalmente teísta, né?
e baseada no em bactoga, né? Muitos antes da sangue do impostor capila, o materialista, a muito antes, olha só, é esse é o ponto, né? Esse é o ponto, né?
Que Capila Deva imitou o o Capila materialista, né? coisa não. A a filosofia s de Capila deva é assim de eras passadas, né?
E essa filosofia san desse capilo é dessa era. Essa é a diferença, né? Muito antes da sânia do impostor capila, a filosofia sânia foi apresentada no Shirmar de Bagavatã pelo verdadeiro senhor Capila, uma encarnação do senhor Krishna que explicou a sua mãe de Varrute.
Toda essa filosofia. Ele explicou claramente que o purua ou o senhor supremo é ativo e ele e que ele cria lançando o seu olhar sob para prac. Quer dizer, ele já coloca o purua como sendo transcendental.
E é interessante que no no nos upanades tem os versos nirguna, né, que tratam do Senhor supremo sem qualidades, né, mas tem muitos versos, muitíssimos versos que fala purua. Corucha. Quando fala corucha tá se referindo a a ao senhor supremo.
É, então não pode pode assim interpretar e dar uma interpretação diferente, mas na realidade é isso. Isto é aceito nos vendedas e no guita. Quando fala vedas, é o Quando fala vedas, é o Poniches e os quatro Vedas da e outros livros assim aranhacas e mas aí não aqui para não botou guita como vedas, né?
Porque é de smrastra, vedas ou shrutes, né? Mas o guita já é outra categoria de de conhecimento, né? A descrição dos Vedas indica que o Senhor lançou o olhar sobre a pracrite ou natureza e fecundou-a com as almas atômicas individuais.
Isso tem vários versos nos opanichades que mostra isso, né? Então mostra que o seu supremo ali ele tem a sua ação, né? Não é que esse mundo foi criado por acaso, não tem ação do senhor supremo, sabe?
Na para assim para fazer a manifestação cósmica, para dar início à manifestação cósmica. Então tudo isso tem que compreender. Todos esses indivíduos estão trabalhando no mundo material em busca do prazer dos sentidos e sobre o encanto da energia material.
Eles pensam ser os desfrutadores. Esta mentalidade atinge o ponto máximo quando, desejando a liberação, a entidade viva procura tornar-se una com o Senhor. OPada sempre toca nesse ponto, né, que é assim o conceito impersonalista, né, conceito mormonista.
A Rambra, a Rambra, eu sou Braham, quer dizer, a negação da alma individual, né? Então é como para o quadra disse que isso é o último. Ah, ele fala aqui.
Eu nem vou falar agora, ele vai falar daqui a pouquinho ali mesmo essa essa esse conceito. Esta é a última armadilha de Maia ou ilusão da gratificação dos sentidos. E é somente após muitos e muitos nascimentos envoltos em atividades para o prazer dos sentidos, que uma grande alma se rende a suva, senhor Cristna, completando então sua busca da verdade última.
Esse é qual esse verso? Verso famoso. Verso famoso.
Barro não. Mandeavão mão para pate viva sarvã etia sudab. Depois de muitos e muitos nascimentos, um Dianavã, uma pessoa que tá querendo entender a verdade absoluta, não é uma pessoa que tem assim muita erudição e tem muita assim, não, não é esse caso, né?
A pessoa que tá buscando, né? Aí chega a conclusão que vudeva sarvão, que Krishna é tudo assim. Aí o próprio Krishna diz que olha, você não vai encontrar fácil essas essas grandes almas, né?
Mas são raras, né? Porque toda a maioria da a maioria das pessoas desse mundo tão aí distraídas, né? principalmente agora em Caliuga, né?
Então tá todo mundo distraído e se perde e perde essa oportunidade, né? Porque cada ciclo de vida é uma oportunidade que a pessoa tem para elevar sua consciência, né? E se consegue elevar a sua consciência até Krishna, aí é o sucesso total.
Ajuna já aceitou Krishna como seu mestre espiritual, rendendo-se a ele. Aa paraupara cita aqui o verso número sete do segundo capítulo que que verso conhecido. sua brava prandareta e de mantan colocou só essa última fase.
Xasterrão chimão, pranão. Então, Aruna diz assim: "Agora estou confuso quanto o meu dever e perdi toda a compostura devido a reles fraqueza. Nesta condição, estou te pedindo que me digas com certeza o que é melhor para mim.
Aqui estou, teu discípulo e uma alma rendida a ti. Por favor, instrua-me. Consequentemente, Krishna vai passar a falar-lhe o processo de trabalho em budioga.
Trabalho pro yoga quer dizer a ação sem provocar karma. redundar em karma ou como de como aqui no no terceiro cap terceiro capítulo e aqui nos primeiros capítulos até o quinto capítulo, né? Fala-se muito em karma yoga.
Karma yoga, ação desinteressada, né? ação desinteressada prupada equipara karma yoga a a bact yoga porque nessa sequência de de instruções que Krishna dá, ele fala karma yoga, bud yoga, guiana yoga, depois chega b yoga, né? Então tem até aquela passagem que que lá para upupada tava assim com seus amigos lá em Mumbai.
Tinha os amigos dele quando ele ia lá se se reuniam para conversar e tudo conversar sobre Krishna assim, né? Aí um falou assim: "Olha você". E no terceiro capítulo fala sobre karma yoga, mas você tá falando sobre serviço devocional, bactoga, como é que é?
Aí para falou assim: "É verdade, este é meu mérito". É assim, porque pessoal fica enrolando o pessoal, né? com negócio de karma yoga, karma yoga e nunca chega na rendição a Krishna, né?
Nunca chega, né? Esta buldioga é claramente explicada no 10º capítulo. 10º capítulo, 10º verso.
Como sendo comunhão direta com o Senhor, que como para mata, está situado no coração de todos. Então, o capítulo 10 verso 10 é daqueles quatro versos importantes do bagit. O verso é o verso Teixãatão, rajadão, priturão, dadame budogantão de mão ali bu dadame.
Boveles que estão ocupados seriamente em serviço devocional, eu dou budioga para eles. Eu dou a inteligência de enam pai antela qual eles podem vir a mim. Então aqui tá falando Bogga aqui no segundo capítulo tudo, mas Bioga tá lá presente, né, na para chegar assim a à reta final da consciência de Cristo.
Alguém está, portanto, situado em serviço devocional ou serviço transcendental, amoroso ao Senhor, ou, em outras palavras, em consciência de Cristo, não alcança essa fase de budoga pela graça especial do Senhor. conseguinte, o Senhor diz que apenas aqueles que por amor transcendental vivem ocupados em serviço devocional, ele outorga o conhecimento puro através da devoção com amor. Desse modo, o devoto pode facilmente alcançá-lo no sempre bem-aventurado reino de Deus.
Então essa é a explicação desse verso. Portanto, a bulga mencionada neste verso é o serviço devocional ao Senhor. E a palavra sangue mencionada nesta passagem nada tem que ver com sânia yoga teísta enunciado pelo impostor capila.
Ninguém deve pois interpretar que sant yoga aqui mencionada tem alguma relação com sante ateísta. Portanto, tal filosofia exerceu influência alguma. Tampouco tal filosofia exerceu influência alguma naquela época, na época de Capila Dev.
E o senhor Crista não iria preocupar-se em mencionar tais especulações filosóficas ímpias. A verdadeira filosofia sangue é descrita pelo senhor Capila no Shorimar Bagavatam. Mas mesmo essa sânia nada tem a ver com os presentes assuntos.
Aqui squia significa descrição analítica do corpo e da alma. Esse é o ponto. Inclusive essa palavra sangue aparece no cháar de Bagavatã com esse sentido, né?
também verso o senhor Krishna fez uma descrição analítica da alma só para trazer acho na o nível da budoga aí que aí para o pala fala budoga ou bactoga faz essa conexão. O senhor Crista disse, portanto, que só a classe de homens menos inteligentes faz distinção entre sank yoga e bactoga. Aí cita um verso que podemos até, não sei de onde que é a referência.
Sia yogal pragalá pravadante na pandita. Tem que fazer uma consulta ali no no Google. Naturalmente que é yoga ateísta nada tem a ver com bactoga.
Não obstante os não inteligentes alegam que o bagavaguista faz ilusão a sanar yoga ateísta. Então assim, para o pad tá falando isso porque ele sabe qual é o que que o que que o que que se fala assim nos meios espiritualistas da Índia, né? Então ele tá já falando isso aqui para anular completamente esses conceitos, né?
Deve-se, portanto, compreender que budoga significa agir em consciência de Krishna com bem-aventurança plena e conhecimento acerca do serviço devocional. Aquele que trabalha só para satisfação do Senhor, sem se importar com o grau de dificuldade encontrado na execução de seu trabalho, age sobre os princípios de Budogra. e encontram-se sempre em bem-aventurança transcendental.
Então aqui Cristila Propá tá fazendo alusão ao atividade que não cria karma, né? a atividade que está conectada com Cristo. Ele vai em outros versos entrar em detalhes sobre isso.
Por meio desta ocupação transcendental, a pessoa, pela graça do Senhor, alcança automaticamente toda a compreensão transcendental e assim sua liberação é de fato completa, sem que precise empreender outros esforços para adquirir conhecimento. Então, falando sobre budoga, a gente pode ver a importância do conhecimento, né? Porque assim, você tem que usar sua inteligência para se conectar com Cristo.
Você tem que conhecer, você tem que conhecer Cristo. Não adianta ser assim só ouvir falar e cois, ah, gostei e tudo e assim, tem muito disso, né? Não é, tem que desenvolver ovatariana, o conhecimento sobre Krishna.
Há uma grande diferença em trabalho em consciência de Krishna e trabalho para obter os resultados fluitivos. É como o Propada diz, né? Ele lançou esses dois termos, trabalho fluitivo e serviço devocional, são completamente opostos, né?
Especialmente quando se trata da satisfação dos sentidos obtida por alguém que busca conquistar felicidade familiar ou material. Budoga é, portanto, a qualidade transcendental do trabalho que executamos. Isso aqui diretamente sobre o karma.
Tudo bem, já chila para opada aqui. Ja.