Ótimo gravação iniciado uma vez uma boa noite a todos os meus cumprimentos aqui enviar a aula a posteriori hoje nós falaremos do sujeito em Lacan né o tal famoso sujeito que aparece na Naldo não aparece que a gente procure esse sujeito ou não procura que análise é uma análise para descobrir o sujeito em cada um que Henrique eu quero saber qual é o meu sujeito Olha só nós vamos nos frustrar hoje juntamente e é um dos frustraram Espero que a gente sai um pouco mais inteligente atento para algumas questões tá primeiro de tudo o livro
básico que eu estou utilizando é aquele que eu coloquei para vocês é esse aqui ó um livro dessa capa avermelhada com esses triângulos aqui não sei como posso dizer que é o sujeito lá psicanálise bacana da questão do sujeito ao sujeito em questão tá do Antônio godino Cavas que é um psicanalista carioca mas que fez toda Sua carreira ali Professor Doutor onores no Paraná o edifício encontrar esse livro do goji no cabos até porque acho que ele só teve uma impressão pelas narrar e o gordino acabas ele não é um professor né Muito midiático então
diferente assim de um quer da vida que a gente encontra vídeos mas acesso no YouTube você encontra pouca coisa dele fotos inclusive né pelo menos quando eu fiz a pesquisa sobre ele depois ler o seu livro é pouco ele é um pouco mais Reservado um pouco mais Professor mesmo de caráter mas ele é fantástico então ele tem alguns livros né na do percurso analítico dentre esses aquilo que nós vamos usar Então quem encontrar pdf como eu falei mande para Nós caso não eu recomendo realmente se você quiser avançar os seus estudos da cama avançado né
na questão do sujeito esse talvez seja o melhor livro tá condensado de Freud vai desde Freud passando ali pelos textos né mais importantes Principalmente o isso eu né ele vai fazer ali um vai fazer uma observação muito importante que nós sabemos hoje de um ponto de virada da obra frediana da produção freudiana sobre é o inconsciente que antes o inconsciente estava registrado na primeira tópica né então o inconsciente era algo totalmente desconexo então existia ou consciente preconceito esse inconsciente que ficava ali submerso que aparecia essa pessoa como que tava lá no sonho e depois Depois
uma 220 ele com a segunda grande tópica ele vai começar a abordar naquele texto isso e o eu que o nosso eu o nosso ego contém partes do inconsciente né ou algum tipo de diálogo então foi Através disso que o Lacan começou também estudar e elaborou uma coisa nova uma coisa diferente aqui como eu falei para vocês nós vamos estudar hoje que pode ser de início de dificuldade de expressão porque nós estamos acostumados a pensar numa lógica como estava dizendo material Palpável e que eu vejo escute sinta e que principalmente tem um sentido final e
talvez um pouco do que acabou descobrindo e também depois elaborando a clínica padece um pouco dessa condução normativa esperada que nós temos mas não há não é problema a gente vai ver um pouco a pouco e até o final da aula vamos ver se nós entendemos alguma coisa pode comprometer slideado por favor contexto do sujeito na história da psicanálise em 1950 a noção de sujeito Na elaboração acaniana aparece já como efeito de uma confluência ou melhor entre cruzamento então algumas coisas se cruzam o entre cruzamento das tendências imaginárias do que o Lacan vai chamar de
Eu ideal né resgatando de Freud com as cadeias simbólicas representadas pelo superior ou tal do grego e as linhas de força do Real materializando-se como um gozo inefável Olha só aonde o Lacan começa a circular Tá e um pequeno detalhe porque no parentes tem um livro tem uma coleção para quem não gosta ou gosta de chamar séries e saias psicanalíticos tá colocar peso capazinhas assim tá da editora na verdade touro perdoe-me e tem uma série de livros muito bons ainda não li nenhum livro dessa dessa coleção que é ruim são livros sim de uma que
exige um Rigor né um repertório um pouco maior mas todos são muito bons e aí Olha que interessante Esse livro aqui chama-se o Real simbólica imaginário no ensino Jacques Lacan né da professora Michele romã e ela vai começar com uma frase que eu vou retomar da aula que eu dei sobre imaginar eu só preciso entender um pouco desse contexto o lacano é uma conferência em Caracas 1980 ele vai dizer o seguinte os meus três são o simbólico real e imaginário vim me levado a colocá-los em uma topologia naquele ramo da matemática que Já falei alguma
outra vez aqui a do nó chamado nó bombeano que nós veremos atuação do curso o nódulo romeno põe evidência ao menos três e é o que une os outros dois desengodados eu dei isso aos meus Denis isso para que se orienta na prática Então como é que eu tô querendo dizer ele deu para os seus né alunos que nós ainda ou somos o molde a construção a orientação de como conduzir uma clínica então quem se disser Olha eu gostaria Eu pretendo Entender sobre uma perspectiva lacraniana será guiado pela topologia do norboleano do real do simbólico
ele imaginava certo certo daí se vocês lembrarem saber alguma coisa né quando vai fazer aquela esse desenho dos Nós depois Posso mandar uma foto você tem algo que caracteriza esses Justamente esse entre cruzamento né onde real simbólica Imaginário sempre cruzam aonde que ele se entra cruzam o professor na fala nem a sua de qualquer Pessoa com gosto de dar exemplos numa análise longa assim uma análise de uma hora de 50 minutos é muito perceptível você ver a ação desses três registros no discurso analisando como o analisando o meu cita as seguintes frase hoje né vou
dar vou fazer uma construção aqui rápida ele vai dizer você sabe que eu sempre quis cortar o cabelo de uma forma mas eu nunca cortei e o meu irmão Sempre criticou uma coisa do meu cabelo e eu não sei porque mas Isso me trava essa construção toda é uma construção imaginária porque ele está falando de uma de uma tensão né de algo entre eles o seu corpo entre um desejo possível a vontade possível e uma imagem né que é alicerçado no discurso do outro e aí entra o simbólico que o impede de fazer algo então
Imaginário aqui seria essa percepção de si em relação ao seu corpo as suas faltas Assim Segue o adestramento a submissão do Imaginário Ao simbólico se dá quando ele diz que uma frase de um outro ou trava o impede então é uma submissão do registro do Imaginário pelo simbólico Então isso é um exemplo claro assim bem bem simples o Real dessa frase toda né Desse fraseado todo seria com ele ao longo de suas análises né vai falando vai falando vai falando que essa movimentação essa possível submissão sempre se repetiu ao longo da sua biografia de formas
diferentes então Existia uma impressão de si uma relação com seu corpo essa relação com seu corpo com a sua imagem estava intermediada ou usando um termo mais correto estava sub- submetida ao simbora que é o que o discurso do outro que é o que o universo das palavras que compõem uma ideia e gera um sentido que Eu submeto e a repetição e isso que sempre retorna e que aparentemente não é uma explicação ou até mesmo uma solução enquadramos ali alguma coisa do registro real Então o que acontece é plenamente possível da análise do neurótico ao
Psicótico ou qualquer analisando você ao atender né e prestar muita atenção e fazer o estudo por exemplo nós fazendo nossas previsões perceber né o enondamento né os nós que compõem o discurso do de uma pessoa em relação a esses três Lacan Tá ok então esse entre cruzamento é muito comum Nobre bacraniana estou querendo dizer agora volta o lacão vai começar elaborar o Sujeito o sujeito para lacraia em 1950 está entre as tendências imaginárias O que é uma tendência imaginária o que você chamaria de Eu ideal crescer magra eu queria ser gordo eu queria ser bonito
eu queria ter dinheiro eu queria saber falar eu queria bater nas pessoas eu queria transar mais sei lá uma tendência imaginária um erro ideal tá ele estaria cruzando Esse é o ideal com o que ele chama de cadeia simbólicas representadas você pode já fazer uma associação Sinônimo cadeia simbólicas a cultura civilização né proibições institucionais então entre o meu Anseio como eu ideal eu vou eu vou ser passado ou vai cruzar na minha estrada Vai cruzar no meu caminho as cadeias simbólicas e há uma terceira via Então a primeira via é a tendência górica super ideal
a segunda via é a cadeia simbólica da proibição da castração da cultura e a terceira via essa força do real que aqui quando ele chama de gozo inefável seria Uma experiência que não possui nome tá não tem no gozo nem fala por enquanto por isso uma experiência que não possui nome Então olha só o sujeito ele vai estar entre essas coisas entre o ideal de si entre a proibição cultural e alguma coisa que o experimento mas não sei dizer e que escapa a cultura escapa castração escapa até o Eu ideal teve uma coisa do meu
ideal que escapa é muito comum olha só que legal uma analisando Fazendo análise tá falando do que é muito ciumenta com o esposo tava e Curioso o cara falou que ia tomar um chopp com uma amiga aí fodeu tudo vai tomar chopp nenhuma e tal tal aquele ciumeira toda e ela começou a falar no assunto da traição e eu como quem não quer nada com essa cara de tacho e mim eu perguntei e você já traiu ela parou assim para mim e falou já traí ela Manteve isso por 14 anos ela nunca tinha falado desde
o ato que ela já teve Um relação muito rápida com algum fez companheiro dela e o que é interessante ela começou a dizer começou elaborar que foi puro raiva rejeição e blá blá não interessa muito o que interessa é existe uma movimentação ou uma habilidade Se assim posso dizer muito impressionante que nós temos a gente deveria me ajudar a aula de como não não fazer né de nós nos contrapormos de forma incrível algo que a gente chama de o ideal sabe Olha eu tô anunciando que eu quero Fazer isso eu quero ser aquilo e tal
e aí eu faço alguma coisa que é o oposto do que o idealizava de mim mesmo esperava Estava caminhando havia essa palavra é muito boa a uma tendência então a pessoa tá aqui começa a estudar e vai como ganhar dinheiro e atende é uma tendência Imaginário O ideal era ser um bom na lista quero ser isso aí do nada o pessoal faz uma cagada monumental e como né Como é que se explica o que faz o que não faz né cede por uma por uma sensação Vai um lugar que não tem que ir tá no
lugar errado na hora errada fala uma coisa que tem para falar isso gera um absurdo sabe quando você se depara com alguém e diz essa frase eu jamais imaginei que você faria isso jamais esperava isso de você né O que que essa frase revela uma confusão com esse seu ideal se a tendência imaginária né Então tudo isso o sujeito está entre Ele está Entre essa finalização a proibição né as cadeia simbólicas e isso que não tem nome a experiência né o que devemos entender por desenvolvimento do sujeito e só um parentes caso alguém for ler
o livro e também os capítulos que eu indiquei vocês perceberam que eu tive que fazer um esforço muito significativo para reduzir Então existe é muito mais do contexto do sujeito na história da psicanálise tinha que fazer uma redução Para que a gente comportasse que uma hora e meia então quem foi depois o livre vai encontrar muito mais informações desse desenvolvimento bom então ok Professor então não tô pensando em nada ainda né o sujeito é uma coisa disso que aparece um discurso então o que que é o desenvolvimento dele para Lacan não existe um sujeito Pronto
já aí em estado de latência Ou seja marginalizado a espera de uma ocasião propícia para se desenvolver para Desenvolver-se como que dano lugar a uma evolução natural prescrita a de acordo com um curso prefigurado aliás basta ler novamente o texto lacraniano para notar que o sujeito em questão não é uma realidade material e concreta mas um curso curso um desenvolvimento dialético um desdobramento da Verdade um efeito do Progresso da cura nada mais nada Thiago vai para o próximo que aí eu vou Ler eu vou retomar aqui para vocês agora vai ficar um pouco mais claro
Pois afinal diz Lacan o inconsciente é esse sujeito desconhecido do eu o núcleo do nosso ser que Freud invoca quando aborda o processo primário e interpretação de sonhos por tudo isso é necessário destacar que para psicanálise do sujeito é um ponto um ponto de referência nunca um ser o sujeito é uma função o sujeito é uma função de carece de substância ou de Materialidade Não há nada no plano da matéria que possa lhe conferir consistência seu substrato é vazio é uma função a cujo respeito importante não é saber de que matéria é feita em sim
em si Esse perdão me faltou aqui um ano foi a mais e sim e sim e sim qual o seu lugar na estrutura Esse lugar é entre dois Isso define uma intersecção e logo um ponto um ponto entre dois entre pulsão e inconsciente Então vamos lá para nós já tiramos todas As dúvidas que costumam se ter o sujeito não é uma pessoa o sujeito não é uma coisa que está adormecido e vai aparecer e eu vou ser ele então eu sou o Henrique eu sou uma imagem né Eu sou um conjunto de ideias que forma
um ser possui possui um corpo que me relaciona com o outro com a cultura certo eu estou lá na análise aí eu tenho as minhas defesas aí o livro associando As minhas defesas vão abaixando Aparece alguma coisa um ato falho um jogo de palavras um relato Lírico alguma coisa que me escapa que eu vacilo que eu não sei muito bem o que quer dizer isso que surge é um sujeito agora eu devo me tornar o que apareceu é opção sua querer se aventurar ou não o importante que o Lacan elabora eu traduzo para vocês é
não não nos interessa saber de que matéria é o que quer dizer mas sim por que apareceu Nesse contexto o sujeito hoje trabalha com a seguinte Ideia ele é um espaço uma Iansã né um vácuo que aparece e vai embora Olha que interessante né ou não ele é um ponto de referência e não é um ser como é que escreve inconsciente aos vídeos conhecido do eu ele simplificar muito para nos fazer nós temos uma ideia mas é a frase é muito precisa o sujeito é alguma coisa que o meu eu não é que está recalcado
eu recalquei Essa é a verdade disse assim não funcionou né eu recalquei a traição Isso não tem nada com sujeito ela recalcou ela conhece a palavra lembra da memória lembra do afeto e diz não quero saber disso Isso é cálculo depois pode aparecer isso sintomas o sujeito então ele não é fruto do meu recalque isso que eu mais legal ou mais difícil fruto do meu recalque é necessariamente o que pode vir vir a ser né ou está relacionado com algo do meu inconsciente que aparece no discurso tudo isso que eu Estou falando por isso que
vocês vão ver o sujeito não é o inconsciente Ele está entre a punção eu inconsciente o sujeito ele é um como se foi como vai colocar aqui ele não tem uma substância ele não tem o rosto ele não tem uma imagem a seguir ele aparece ele aparece e vai embora e volta e vai embora volta ao Thiago só para agora voltar para aquele para aquele que é muito bom Vamos voltar aqui não existe jeito Pronto né sujeito ele não é uma evolução natural tá com uma pessoa fala assim a Henrique o ponto de vista técnico
tá quanto mais eu faço análise mais eu vou descobrindo o meu sujeito não é crime falar isso mas no ponto de vista distrito aqui do abordava isso é um pouco equivocado porque esse sujeito ele não é uma coisa que tem um fim ele não é uma ideia que você falou aí depois você falou outra isso é construção imaginar Que você coisa doeu do Ego do Ego fez isso né então eu tô aqui eu quero melhorar quero fazer ela também se imaginária Cadê simbólicas não o sujeito não é uma coisa pronta é uma coisa que tem
um fim pode falar pergunta essa aula tá escrito aí né mas na verdade não é feito Progresso da cura né de qual cura esse cura nada mais nada menos existe cura porque pode falar muito nessa coisa psicanálise é Impossível né é impossível educar é impossível governar também tá dentro dessa impossibilidade E aí a frase agora diz da cura como é que é isso Ótima pergunta Ótima pergunta tem o último slide Silvana eu extrai o que eu acho que tudo que eu li tem um parágrafo do Strike é muito bom também mas de Quase tudo que
eu li eu acho que a melhor definição do que que a cura para psicanálise eu vou ler na inteira para você mas até chegar lá Por que que aborda né se o sujeito você tá falando aqui para mim que o sujeito é uma coisa que aparece vai que ele não tem materialidade que ele não tem laço com meu eu né se ele é uma coisa entre a pulsão e inconsciente Por que que ele dá uma noção de cura e como se o sujeito aqui vamos pensar o seguinte sempre sempre sempre todas as vezes se vocês
ouvirem essas expressões na minha boca sujeito vocês associam uma palavra Então fraseado tá um relato um jogo de Palavras tá que é desconhecido eu e que surge numa análise Quem é aquele livro social já falou coisas ou já se percebeu que não tá falando alto nada e que aparentemente não quer dizer nada e muitas vezes tem alguma coisa ali então vamos lá essa coisa que aparece ela nos leva em direção a uma cura e o que que é a cura para o lacanismo existe algumas noções no escuro a primeira noção de cura pela canismo é
Uma mudança radical radical água para o vinho da relação do indivíduo com as palavras e agora vou começar a fazer essas divisões tá indivíduos vai pensar você Eco bonitinho que vem para análise não vou usar sujeito para não confundir é uma mudança radical exemplo Professor palavras que machucavam antes não machucam mais palavras que eu não conseguiam falar antes eu consigo falar É uma questão muito ativa tá e de mudança diferente mudou quiser avaliar que é para o bem ou por mal é ver cada um mas mudou eu disse hoje é me analisando eu falei para
ela foi a primeira vez que você falou isso para alguém certo eu falei ótimo está com peso é só suar começou a passar mal eu falei daqui a uns meses você vai retornar a falar disso eu espero que até lá você tenha mudado essa relação com essa palavra Sei lá o que mais pode ser mude mudar mudar então a noção de cura para o organismo primeiro ponto está associado essa ideia radical de mudança da palavra segundo a noção de cura para Lacan está numa aceitação aí é aceitar do desconhecimento que temos de nós mesmos é
uma aceitação não é à procura pela resposta não é fazer análise 30 anos não é leucodino não é bem as alças aceitar que Sabe-se lá porque da forma como nos constituímos haverá sempre coisas de nós que não haverá resposta por volta a dizer que vão aparecer na análise e que podes perguntar ao analista pode fazer o questionamento e não haverá não haverá simplesmente assim né de uma forma surda em todos que me escutam que não gera um sintoma qual o sintoma Qual o sintomas da dor de saber né os sintomas de se sentir privado ou
Aquele fetiche que eu não gosto de brincar que muitos analisando tem de Principalmente quando eu vou começar a fazer amizades saber tudo né é uma vez muito sintomático já falei aqui alguma vez mas eu falo tanta coisa que eu não lembro eu tive eu tive um rapaz um homem que ele quis fazer uma ele que ele tá fazendo uma entrevista para dar um curso e aí queria fazer comigo tal querer me conhecer beleza comecei a falar ele Falou assim para mim não sabe Professor porque todos os dias eu leio pelo menos 60 páginas de livros
canais alguma coisa assim acho que é bom para você é isso é um anjo bom daí ele falou assim porque nos dias porque ele tá cansado né claro que tem as pessoas afazeres que no dia em que eu tô nas quinquagésima terceira página mesmo que eu durma mesmo que eu leia entre linhas ali eu leio para dar 60 Eu disse a ele eu falei que legal você tem os seus últimos leitura mas eu falei assim você faz análise eu tenho ele ele falou não eu falei assim que que é isso cara tenho que ler 60
páginas ó a mistura aí entre a tendência imaginária Cadê essa simbólica né porque o meu ideal vai dizer você é inteligente ou mestre ou sei lá o que ele imagina e a cadeia simbólica vai dizer bom se você quer ser Mestre você tem que ler essa página por dia então você não é mestre Isso é uma falsa para heroica né o sujeito se cumprime Nessa fala Então eu disse a ele legal mas veja isso cara isso é doentio faz bem né E por que o que que ele queria Silvana e que me escuta saber saber
tudo de si do outro olha que prepotência jamais saberemos jamais então quando você resgata muito bem a Questão do Fred vai chamar de possível que o Freud vai tratar aquele texto análise terminava em terminarvel e que ele vai fazer duas defesas né ele vai argumentar para quem acredita e defende que a análise tem fim e outros que não e realmente a resposta que o Fred da análise não tem fim é porque o inconsciente enquanto fala vai sempre aparecer nós sempre vamos sonhar teremos sintomas então sempre haverá palavra para análise mas há um tempo haverá um
Espaço como freudizia e que você vai poder suportar os seus sintomas sem um analista né isso poderia ser o semblante então assim essa aceitação sem tomar sem fazer sintoma vamos usar um tema que usa assim muito nosso meio né de que olha não sei Não sei não sei algo sobre mim não sei algumas repetições não sei também sobre o outro e nem por isso eu adoeço eu entro numa Crise existencial né um analisando o meu diz assim quer ver um Exemplo ele fala assim Henrique eu preciso encontrar algum sentido para sair do meu tédio não
precisa encontrar Preciso jogar bola eu preciso fazer alguma coisa e tudo mais e volta é saudável você jogar bola para obra você precisa mesmo é muito morto é uma vida muito parada Mas saiba que ao jogar bola ao jogar basquete ao sair ao virar professores Escola Municipal com o sonho dele isso não quer dizer que o que você sente vai passar Não necessariamente e tem pessoas que elas vão ter uma relação com o tédio com esse aparente nada mais nada menos de uma forma totalmente natural sem isso é muito importante sem aqui né para falar
que ele pode imaginar deixar de acreditar no seu Deus deixar aquele negócio espiritualidade inclusive às vezes né Eu já vi muitas pessoas que eu considero o que que eu considero uma pessoa inteligente do ponto de vista da religiosidade não é uma pessoa que não Tem rivalidade é uma pessoa que coloca a sua fé dentro dessa vida e fala o seguinte eu creio em Deus eu creio ele no espiritismo eu creio em Kardec e tal mas ele não sabia tudo eu não sei responder a tudo e nem por isso eu deixo de viver e por isso
eu choro todas as noites Isso é uma inteligência muito grande né não é a ignorância ignorância é preposição de que você saberá de tudo então eu acho isso muito bonito quando associas claro sempre quem para quem tem Fé sempre é como chegar e dizer que Deus sabe ou alguma explicação assim mas eu eu gosto muito quando vejo um crente não importa de qual religiosidade dizer que não sabe tudo do seu Deus o seu objeto de fé né E que está humildemente caminhando se um dia chegar algum lugar mais perto chegou ou se não Continuará caminhando
Então essa aceitabilidade às vezes uns mais cedo mas mais cedo ou mais tarde você falou isso um dia a gente vai chegar nesse ponto né Mas ou Menos mas a gente vai chegar esse ponto Olha eu não sei tudo mesmo e o mais legal né Eu acho que é justamente essa abertura para o que não se sabe né que por exemplo acho muito curioso às vezes quando eu converso com as pessoas assim fala assim ai você tá fazendo análise faz análise foi fácil faz duas vezes por semana né aí a pessoa já fala nossa mas
você faz vezes por semana você tá bem né E aí eu acho muito legal essa expressão porque assim eu Nunca estive melhor na minha vida e é justamente por isso que eu faço nada duas semanas eu já fiz análise que eu estava você já aconteceu também tá precisando depois mas hoje faz porque estou muito bem e então e você sabe muitas coisas assim muitas coisas de processo recalque mental E por que que você vai ainda porque existe algo em mim que eu não sei e eu vou lá falar tragarem lá com o visual quer dizer
que a análise é uma Tagarela tá galera elas brigam vai tagarela aí vai fala um monte de coisa que você não tem noção né então assim essa essa noção de cura aqui é que quando esse espasmo ocorrer esse desconhecido aparecer essa frase que não tava no combinado né eu tenho a dizer que ele falou uma coisa muito interessante e falou assim ele faz análise já uns três anos comigo uma coisa assim ele falou esse ato Fábio que eu tive que eu queria ter dito uma frase Eu disse outra contradiz tudo que eu venho dizendo a
três anos ele foi tão falho que contradisse tudo que ele construiu e que ele tinha certeza esse é o ponto ele tinha certeza que ele pensava isso por causa da relação com do pai da mãe dele e surgiu apareceu errou equivocou e que vacilou trocou uma palavra para outra né Então o que é interessante quando coloca-se o efeito do Progresso da cura é uma outra coisa também que eu vi onde Eu vi isso eu vi no outro está achando não está aqui mas é uma coisa muito bonita que fazer análise é tirar o peso das
palavras é diminuir essa rigidez que nós temos com a palavra ou falar com resgatar memórias né isso envolve queria um exemplo eu vou dar um exemplo para vocês eu acho isso a coisa uma das coisas mais lindas que se uma pessoa conseguir na vida eu acho que essa pessoa conseguiu muita coisa para mim que isso nesse Caminho para mim não há nada mais lindo do que alguém que faz um trabalho exaustivo penoso sobre o luto a tal ponto que a pessoa chega e fala assim eu me lembro do meu pai eu me lembro da minha
mãe eu me lembro dos meus tios da minha esposa do meu filho que se foi e das perdas que nós temos e além de lembrar hoje e não me trazer dor porque eles ou tinham que se ir né pelo processo natural da vida ou se Foram e não há uma resposta para mim não há o que eu devia ter feito alguma coisa assim eu entendo que a beleza da vida segue eu continuar Sem eles eu acho isso de uma eu acho de verdade acho uma operação que leva tempo exaustivo como um dia uma analisando me
falou com depressão há muitos anos eu já trouxe o caso dele aqui muito por cima para vocês né que a mãe que a mãe morre aos nove anos e ele me falou uma frase e eu disse a ele é Fulano eu não tenho eu jamais eu comecei atrocidade dizer para fazer o contrário ele diz assim para mim por que que você fez no mundo que minha mãe não tá é uma pergunta com uma resposta prática que realmente você com você né Eu Jamais diria não mas porque sabe aquele negócio de não porque olha quanto de
vida você tem você é jovem você tem uma namorada não cara essa pergunta aí ó assistente por anos minha mãe estava E antes da morte da mãe ele era um sujeito uma menina alegre né então assim e eu disse isso ele né falei olha Fulano é uma resposta pessoal sua mas eu tenho que dizer isso Como é profissão que existe uma vida que que existe como você ser uma pessoa mais alegre ou mais Vistosa ou com mais vida isso existe isso existe porque ao ponto de fixação com a palavra com a memória da mãe e
tudo mais no outro lado da experiência humana que A gente não pode esquecer que é o desejo da pessoa que permanecer né Eu já vi isso alguém dizer assim que eu não supera um luto porque eu não quero superar A perda né Eu não quero superar a memória da pessoa que eu perdi né Eu não quero que um dia a minha vida fique normal sabe assim por exemplo eu penso muito numa coisa eu tenho um cachorro né tal que hoje eu não né Eu como eu mudei tá na casa da minha mãe todos os dias
da minha mãe infelizmente aqui me manda Foto dele né tal para eu ver mas é aquilo eu falo com a minha mãe eu falo com meu irmão mas não falo com meu cachorro né eu tento falar com a minha noiva as coisas que eu falo para ela mas é falar confusão né Comprei um pinguim aqui de pelúcia mas não é a mesma coisa aí às vezes eu penso Sabe aquele negócio assim de bom um dia o meu cachorro irá se tudo der certo ou não ele vai atrás de mim e de que eu jamais vou
ter um outro Cachorro em memória do Leleco em memória do que eu já eu jamais vou brincar com ele com brinquei como que é por isso que eu falo última coisa tão séria que tem pessoas que sucederam traindo né eu vou trair a memória no caso aqui do meu cachorro podia ser uma pessoa se eu continuar a vida eu vejo muito isso que a gente viu e viúva né e eu vou amar uma outra pessoa a fidelidade é um morto ou a pessoa amada que envolve lucro né Então é eu volto a dizer é uma
Experiência o progresso da cura né envolve esse certo vai estar no último parágrafo lá um abandono de alguns ideais né para a urgência da vida cotidiana Eu acho que isso muito importante eu vou repetir essa frase ficou muito boa o abandono dos ideais abandono do que que eu falei mas antes de ideais abandono das imagens legais não abandono de alguns ideais Obrigado O abandono de alguns ideais para a urgência da vida cotidiana da vida presente eu gosto daquela por exemplo sabe essa frase bem simbólica de quem vive de passado é museu torce a frase tão
certa porque por que que o museu pode em vez de passado porque o museu não fala o museu não é um ser né então o museu pode o museu é um concreto que a gente coloca uma ideia simbólica que armazena memórias enfim Ele pode viver de passado nós não nós não podemos mas nós podemos não viver estava conversando com um amigo que ele teve um sonho ele me contou que ele via um professor nosso da faculdade que já estava bem velhinho e ele ia correndo em direções professor e ele ficava com medo do professor não
reconhecê-lo do professor tratado mal até porque ele teve que tiveram umas músicas durante a faculdade e aí ele expressa uma elaboração muito interessante Diz assim Henrique pensei né Quanto mais a gente vai desenvolver na vida aprenda a jogar melhor experiências novas Ele usou uma metáfora né tendo mais carta nas mãos né a gente vai nascendo vai dizer poucas cartas na mão a mão a carta que a gente tem que o pai e a mãe dá ou tira E com o tempo você vai colocando as cartas na Mesa menos a pessoa no caso aqui o nosso
querido professor que já tá numa idade Mais avançada ele vai ter no menos cartas né É aquela ideia de que uma vez a própria Rogéria que se tornou uma palestra que eu dei chega o momento que você tem mais passado do que futuro então assim esse processo todo e que para quem tiver o privilégio de envelhecer e encontrar né vai passar eu espero que ele passar eu tenho os dois três anos querem viver 120 anos então eu tenho que viver também até esse período porque haja neurose até 100 anos né Quer Ver até 100 anos
é maluquistão Espero que o nariz também vivo até lá é mas essa essa percepção de que pode ser essa movimentação da vida quanto mais um vai colecionando o outro vai deixando de colecionar quanto um mais um vai enchendo a mão do que você quiser chamar de dinheiro de amores de afeto experiência de conhecimento mais um vai dando as suas cartas né para outros ou guardando as suas cartas em algum lugar Até porque vai ter todos os impeditivos naturais de um processo de envelhecimento o que eu acho mais brilhante de tudo isso e volta que a
essa realidade né lacraniana esse desenvolvimento dialético que uma análise acaniana ela tá mais preocupada e fazer a pessoa conseguir dialetizar na Bíblia Associação esse desconhecido do que propriamente resolver essa questão porque não é possível de se Resolver Porque não é um ser né Dá um exemplo é muito comum fazer uma confusão dessa questão sujeito com que o Jung vai chamar de subjetivação não é não como é que é o nome não tem o nome que ninguém sabe que é uma coisa subjetiva do Jung que é também trabalho que o fim de análise para mim individuação
né então devido vai vai se conhecendo até chegar um ponto tal o próprio budismo vai fazendo isso você vai caminhando desenvolvimento Até se chegar um ponto da iluminação na psicanálise aqui não há um ponto final de chegar esse aqui é legal próprio assim ó você vai ser isso ou aquilo o budismo você vai atingir a iluminação portanto você não irá aparecer as citações do cristianismo você vai se tornar um santo no catolicismo também no espiritismo você não vai Ou vai encarar com uma boa ou não sei qual que é a especificidade a Psicanálise vai trabalhar
sempre numa ideia de desenvolvimento não de um ponto final por isso que né Aos Defensores da análise interminável vão entender justamente isso a cura não é um ponto final a cura é o percurso Olha que bonito para você aí eu esqueço a cura na análise não é o final que eu é o nosso querido Tiago é que era para estar fazendo aqui as anotações para mim tá trabalhando tá estudando tá Fazendo várias coisas mais interessantes que isso então teria notar aqui né Eu preciso de um secretário aqui para mim né então assim essa noção de
cura é uma noção de percurso Tá então não não necessariamente esse ponto final Thiago próximo então por favor vou voltar nesse segundo slide depois eu vou para o terceiro que é o último para aí né então assim quando vamos voltar essa questão do ET cruzamento da intersecção né em um ponto um ponto Entre dois quando fala-se aqui entre pulsão e inconsciente eu não sei se eu vou conseguir talvez quando for falar um pouco de gozo tem uma definição muito diferente de lá que vai dar de punção e que eu acho bem difícil inclusive né ele
vai trabalhar a ideia da pulsão como um eco no corpo que há um dizer exatamente essa frase né a punção ela vai aparecer muita coisa ali de Édipo uma coisa muito né então se eu ver que dá espaço para Que eu tô trabalhando com vocês eu trago eu no caso não tem problema se trabalhar a ideia de pulsão como se escreve descarregamento de energia sempre fracionado objeto parcial não tem problema tá ou como eu gosto de dizer a pulsão é o querer fazer né é o ato que antecede a o encontro né o querer querer
é o desejar do desejo né então quando a gente pensa que o sujeito ele é uma função ele é um ponto entre dois e carece de materialidade quer Dizer que o sujeito vai ser aquele fraseado aquela palavra aquela coisa aquela impressão aquele relato lírico né um ato de sonho em que ele vai estar entre duas coisas né ele vai estar como se fosse ele é originado por uma fala Eu desejo falar evidentemente por algum conteúdo né por alguma coisa que fica ali no inconsciente então eu vou responder algumas perguntas que geralmente vocês podem estar pensando
Então vamos lá Professor eu vi que existe uma coisa chamada sujeito e consciente está atrelado a isso sim só tem uma definição diferente que fica um pouco para complicar Mas no fim dela mesmo é uma definição de que o sujeito inconsciente é o que não significante significa para outro significado o que isso quer dizer tá para quem for estudar ou já ouviu falar ajuda um pouco nós já sabemos que o inconsciente se ele é estruturado como Uma linguagem e nós já aprendemos de que uma frase só é entendida o seu final o seu voltar ao
início uma palavra isolada não faz significante é uma frase minha né Igual aquela frase da Andorinha não faz verão se uma palavra isola não faz significante quer dizer que eu sempre precisarei a próxima né então o sujeito inconsciente não significa para o outro quer dizer que dentro de um discurso de uma cadeia discursiva de uma pessoa 50 minutos uma hora numa análise nós vamos Perceber que existe alguma conexão aparentemente lógico mas existe uma possível conexão entre significantes que eminentemente Associação passa desapercebido e portanto está relacionado alguma coisa sujeito de inconsciente e que o analista vai
fazer uma pontuação que é aquele famoso caso que eu já trouxe para vocês Eu repito né de uma forma genérica que é aquele analisando que começa falando da bolsa depois fala que saiu com a mãe aí Foi ver o jogo do Maracanã aí depois vi uma xícara que quis comprar 29,90 e no final de alguma forma esses assuntos interligavam havia alguma conexão uma palavra uma impressão uma mesma repetição caramba a Chica ele custava r$ 29 reais que você não quis pagar foi a mesma que conta você foi comprar o ingresso eu não quis comprar aí
também quando você saiu com a sua mãe semana passada sua mãe pediu para você comprar uma coisa e você não Comprou Aí você vai vendo que existe uma conexão tá então essa primeira pergunta esse sujeito que nós estamos falando aqui é próximo da cidade de consciente sim não tem problema é apenas uma diferenciação tecnológica tá do jeito inconsciente significante vai aparecer aqui a colar mas a logica é a mesma tá o vento inconsciente também não é um ser que está adormecido né porque eu gosto eu volto a dizer é uma aula relativamente difícil porque hoje
a Gente aprende psicanálise fradiana a gente acha isso né que o inconsciente é um ser existe um Enrique submerso E se o Henrique que apresenta aqui é o Henrique que é hétero monogâmico religioso Sei lá eu então meu inconsciente é o Henrique quer homossexual Não não é assim quisera nós possamos assim seria fácil mas não é assim tá então por isso que eu trouxe aquela aquelas aulas sobre inconsciente para vocês de filme consciente ele não Ele está muito mais atrelado a uma palavra que irá dizer do que a palavra já necessariamente dita né por isso
aqui mesmo quando o latão vai colocar que o sujeito não é uma coisa pronta e aí eu posso fazer uma metáfora uma associação para talvez ajude alguém aqui caso alguém tenha livre depressão sonhos e você vai ver o seguinte o Freud vai estudar o processo primário dos sonhos né então o que que eu mais interessante e que é a dúvida do Freud a dúvida dos Médicos a dúvida neurociência é tudo de qualquer ser humano legal nós sabemos que o ser humano sonha então nós sabemos como o próprio dangero trouxe uma aula que ele trouxe aqui
no de van aqui depende como você dormir onde a forma isso interfere no seu sono nós sabemos pela psicanálise que o sono e o sonho perdoe-me ele não diz nada alguém se não for diretizado mas numa análise ele pode significar tudo isso sabemos a neurociência as Regiões cerebrais quando a gente tá sonhando e as movimentações que nós temos sabemos agora o que antecede o sonho o porquê de fato se sonha o que a produção criativa interna que faz a pessoa sonhar a gente não sabe isso ou alcance melhor a ideia do sujeito nós podemos imaginar
nós podemos pegar né ver ali onde ele aparece uma fraseado nesses vacilos esse entre duas Coisas mas por que que leva alguém É de fato errar o vacilar vou trocar uma palavra para outra ou alguma coisa aparecer não sabemos e nunca saberá Ah podemos pensar Professor você tá relaxado Tá bom mas por que que apareceu dor ao invés de amor porque exatamente essa essa produção fonética e que tem um sentido incrível porque é me analisando quando foi escrever amor escreveu homem Porque de fato ali o a origem de tudo né Então não há uma resposta
certa no sentido nós possa precisa no sentido de sabermos o essa forma essa substância conseguimos analisar o que vem depois agora vamos chamar assim o porque essa é na outra naquele momento esse desconhecimento não dá para saber a gente sabe por exemplo e que se você ficar bêbado Se você usar em tua presença se você ficar com um baseado né Qualquer coisa assim você terá uma alteração da Sua percepção de consciência e realidade e você poderá falar coisas que talvez um ponto de vista e bebe com bebe quebra o palco quebra o mundo inteiro mas
até aí tudo isso ainda é muito esperado tanto a gente espera que o bêbado fale coisas que não falaria que alguém que tá com meu cogumelo que vai Dele lá delirar espera isso agora Como que alguém que não como eu amo ela não fumou um beck não tá bêbado tá sóbrio sobe lá de falar consegue se desconhecer tanto essa pergunta da análise como que só você se ouvindo você percebe o quanto você não se conhece né Igual analisando aqui mas parou de mim não sei porque eu quero ela não sei porque ele fala mãe A
culpa tá cara mas Por que você tá assim que essa música porque se você que terminou que traiu que teve outras experiências então que fique muito claro eu volto a dizer é abstrato o erro a gente fala de Eu a gente tem uma imagem tem um discurso do outro tem as idealizações né tem essas cabeça simbólicas eu sei que Isso é muito mais material e o sujeito não mas é isso que nós identificamos porque o erro não exemplo vocês vão pegar essa prática clínica O equívoco que pode acontecer é eu estou atendendo alguém aí eu
tô aqui escutando entre né uma palavra e outra surge alguma coisa e tal mas você pode fazer esse apontamento deve fazer agora o erro é chegar e dizer o seguinte agora você descobriu o seu inconsciente vivo isso não existe Olha Você cometeu uma falha você disse que você queria matar sua mãe não seu pai agora vai lá e Por que Professor porque se o inconsciente é um fenômeno que se manifesta na análise o que o analisando fará com isso é problema na visão a questão é na análise ou analisar objetivo sabe disso de cor as
existências Né Há muito sinalizando eu mesmo os próprios processos e que você sabe que existem assuntos e coisas que você não quer falar você não quer mudar e nem por isso analista chega e fala ó não quero mais te atender é evidente que existe um nível né uma grande dizer que você tinha que recusar análise aos canais porque eles eram burros você tinha que não consegue entender melhor o código que é prazer no sofrimento na própria dor não queria mudar então existe um certo Limite mas dentro do caso o que nos chama atenção é que
o inconsciente ele é um fenômeno que se manifesta o que o indivíduo fará no final da sua sessão até a semana que vem até o dia seguinte caberá ao indivíduo que falou ou que apareceu dar um fim ou fazer disso parte da sua jornada próximo Thiago e último que aqui nós vamos chegar na melhor definição do que que a Cura que eu já vi alguém escrevendo olha só não me deixe na mão não me deixe sozinho não faça me passar vergonha perante os meus alunos Sujeito da análise Olha só agora agora acho que vai ficar
um pouco mais claro curiosamente é o encontro com esse nada que a neurose pretende evitar a todo o preço até porque quando ele se encontra acontece o saldo se resume é uma sucessão de efeitos clínicos que evocam Um despojamento queda das identificações perda dos ideais correspondentes esvanhecimento da satisfações imaginárias dissolução parcial do gozo nefável correlato etc série de efeitos clínicos que agrupamos sobre o título de destituição subjetiva um conceito também muito conhecido na história lacanismo e que corresponde ao encontro donalisante com a ausência de suporte suas verdades A vaidade dos seus cursos e a descoberta
de Ter como base esse furo real esse nada de substância o sujeito em questão anterior sentido Lógico o sujeito é uma das respostas é O que é a cura que que um análise fala assim ó você tá curado viu você deixou de ser neurótico quando você conseguir suportar ausência das suas verdades quando houver uma queda das identificações Professor o que que é que As identificações você se compara menos perda dos ideais correspondentes quer dizer o quê você deixa acreditar nas coisas não você acredita mas você sabe que aqui eu tenho limite Eu acredito em Deus
eu acredito no Lula eu acredito no Papa Francisco Eu acredito na política crise de educação mas há limites evanescimento da satisfações imaginárias sabe o que que é islanecimento essas ações imaginárias o outro é importante Na sua vida é mas eu não dependo desse outro para existir existir quanto que quanto uma opinião uma percepção da sua inteligência a sua beleza a sua da sua biografia ele existe eu escuto eu me relaciono eu durmo com ele eu janto só que a frase não me machuca mais como machucava dois anos atrás escutar o meu marido a minha esposa
dizer você é isso o tal pode até ser que seja mas não me machuca como Machucava antes de solução parcial do gozo inefável né Aqui estamos falando do que uma dissolução de uma necessidade de acúmulo de experiências como eu tinha dito anteriormente sem sentido na experiência nefáveis experiência de tensão e que aparentemente uma explicação lógica o que que é isso alguém que é viciado deixar de ser viciado deixar de necessitar ó muito do avanço Do que que seria uma vida minha mente saudável para o organismo significa uma certa diminuição da dependência de objetos você pode
desejar você pode querer você pode cuidar Não há dúvida eu tenho amo aqui ó meus livros tal não sei o que eu não escutei para vocês um dia minha casa foi assaltada quando eu morava com a minha mãe foi fazer uma viagem voltei a casa para assaltada a primeira coisa que eu pensei foi se os bandidos tiveram Levados os meus livros né minha mãe muito sábia e ao mesmo tempo muito chorosa me disse é óbvio que não né Henrique Band não lê eu falei inclusive os bandidos usaram o meu Sapiens do hahaha e para segurar
a porta eles usaram um livro Grosso contei para segurar a porta eu fiquei considerado né mas olha só essa preocupação Acho tão engraçado porque a primeira coisa que eu pensei numa Carla saudável foram os meus livros Porque havia muito mais do que hoje mas ainda há pressa por essa ideia de que sem os meus livros eu não sou nada se agora Roubaram minha coleção inteira na cama roubaram aquilo no bruxo e Minha vida acaba Essa é a noção Qual que é a noção de que o ser humano nós conquistamos coisas objetos esses objetos nos fazem
agradecer melhorar Nossa imagem tudo isso é muito verdade mas a beleza não é objeto em si mas aquilo que você fez ou sabe ou é esse objeto e que ao perder você pode ter outro ou não ter mais mas poder fazer Então se agora tirar o slide meu acabou meu slide não tem o meu objeto de suporte o professor pode virar e dizer Olha eu não consigo dar um slide os professores Nossas faculdades Qual é a verdade dos Professor só um símbolo era uma aula Se eu estiver lendo coisa e que vai me parar Olha
a palavra amparar sem o slide eu fico desamparado seria uma um progresso lento de cura uma certa melhoria da relação com as coisas que nos trazem de instituição subjetiva é nada mais nada menos de você pensar tudo aquilo que você chama de subjetivo né as tuas Crenças mais íntimas dos teus ideais eu tenho segredos bizarrices que compõem o seu Imaginário a sua relação com a vida e com o outro e se destituir delas sabe quando o tem essas questões do militar queria medalha né o cara da Marinha que anda cheio de medalha no peito e
tal e você vê o que que ele tem muito a honra o orgulho daquilo e acho que é o lugar deve ter medo deve ser difícil alcançar não sei mas o que é interessante Entender que você pode tirar a estrela do peito três estrelas no peito que o que interessa não é se você está com objeto ou sem é o que você faz entre Isso é o que você é entre a estrela que é um peito e a Estrela não está é isso que interessa se vocês forem prestar atenção eu falo às vezes as primeiras
aulas a psicanálise é uma análise do entre ou entre uma coisa e outra entre uma palavra e outra uma afeta e outro corpo E o outro na imagem e outra e como nós vamos lidar com essa vácuoidade quer ver um exemplo bem legal vou dar um exemplo Clínico prático de uma progressão de cura na análise uma analisando aqui falou assim Henrique tô querendo mudar de jornalista eu queria que você me atendesse aí eu falei porque claro eu não consigo relaxar com meu analista todas as análises eu acho que tem que ser uma Coisa muito eu
tenho que resolver um problema eu tenho que falar uma coisa extraordinária hoje ela faz análise comigo e outra e vamos dizer uma coisa Claro tá atravessar a resistência dela mas hoje ela tá fazendo análise comigo ela consegue ter uma vaidade dos discurso que é uma má qualidade uma análise falando de coisas que aparentemente não são tão importantes eu Não vou é tipo ela não falou que ela falou de um dia com analisador em cima dela e como foi a viagem lá para gravar e ela conseguiu voltar na semana que vem sem que ele trouxe essa
roxa para ela e isso é um sinal progressivo o que chama-se desse furo real ensinada de substância termos que o uso né E até usei sábado agora para falar da histeria que eu disser um pouco parecia para quem tem problema aqui de sábado que eu falei que Existe uma certa confluência né O que que é o gente eu vou só vou falar uma coisa que talvez não sei se você já ouviram É possível deixar de ser neurótico o que que é neurose pretende evitar a todo o preço tudo isso que eu tô falando para vocês
pega o seguinte Professor o que que é neurose é o aumento das identificações é o aumento das comparações é ter todos os ideais do mundo ideal para ver aula ideal para Notar ideal para cagar ideal para comer ideal para ideal para tudo é a necessidade de satisfação imaginária todo dia tem que ser elogiar todo dia tem que ser aquele todo dia tem que ser o melhor todo dia é não é absolução parcial do gozo é o aumento de gozo e tensões de experiências que não fazem sentido que eu vou me arriscando cada dia isso tudo
é nervosa por isso que a gente trabalha para a Diminuição senão a erradicação amorosa eu acho isso tão lindo e vocês podem pensar nós pelo celular cantava muito à frente o Freud dizia isso o Freud entre os seus 15 20 anos ele vai chamar a pessoa de neuróticas e pessoas normais Tem pessoa que é normal ou vamos dizer assim minimamente né vamos chamar aqui ou que vão chamar assim erradica boa parte das suas neuroses vamos dizer que existe algo do Impossível pode ser que sim mas sabe é para isso que a gente faz nada tava
conversando nos meus analista né falei cara a gente faz análise eu faço análise eu atendo pessoas melhorarem as pessoas não adoecerem fazer tudo isso sabe dentro da sua realidade da resposta que o sujeito da vida né E aí onde entra o sujeito disso tudo Professor o sujeito ele vai estar né uma das respostas ao real essa frase é tão boa quer dizer o seguinte Se o real é assimilável é possível é um inefável compreensível é o que não há instituição simbólica o sujeito é aquilo que aparece e eu não desejo que isso sai do real
eu suporto isso real eu suporto isso olha não sei porque eu falei isso sonhei com isso e é isso bom semana que vem então anterior ou sentido lógico vamos estar Aqui pontuado quer dizer o que toda a construção lógica ela o que que é uma ideia lógica né Ela é uma ideia normativa ela é uma ideia que tem começo tem medo tem fim ela é uma ideia aqui aqui os nossos termos ela está atrelada está alienada um discurso do outro professor aí a identificação dolorosa quer dizer que eu não vou mais estar atrelado os cus
do outro não você vai você vive na cultura você há discurso que te compõem mas volta a dizer o Discurso do outro não vai te alienar não vai te submeter não vai te fazer sintomas de fobia de depressão de ansiedade de angústia Esse é o trabalho analítico o trabalho analítico você chegar com uma pessoa no final da sua análise dizer Parabéns meu amigo a partir de agora você já pode seguir como esse completo desconhecido de si e que suporta todo esses conhecimentos e que vive que transa Que casa que beija que lê que professa uma
Fé e eu volto a dizer o trabalho analítico ele caminha Pois deveria caminhar para isso para essa destituição subjetiva para essa me analisando aqui hoje falou uma palavra que a machucou que falou uma palavra que afeiçoar a fez ter uma conversão sintomática somática que ficou com medo do marido estar atrás da porta dela na análise não quer nada um marido tava que o pai vai deixando ele da época Claro que não é uma fantasia minha o pânico meu ela chegar daqui um tempo conseguir falar isso sem ter Pânico do marido atrás da porta porque o
sintoma ele tem dois tipos de percepção o sintoma normal tem aquele com h tá aquele com H ele é um adicional que eu vou tratar mais para frente pois então muitas vezes ele pode ser a solução de um trauma a verdade acaba sendo uma construção então você pode pensar por exemplo a Sublimação é uma defesa né uma defesa automática Então eu fui alguém que um exemplo muito legal eu tenho uma analisando que ela aprendeu a nadar e ela desenvolveu ela para caramba ou nadar foi uma forma de ela ficar independente e sair da mãe que
ela sem querer numa análise chegou essa análise que eu tive personalizando foi uma das coisas mais tradicionais que eu li porque ela tava falando falando falando falando falando falando falando De como é que aconteceu nadar que a mãe colocou e no mar e sem perceber ela falou não E porque né ela fala tal é eu aprendi que era era assim que eu ia conseguir ficar longe da minha mãe nadar para longe da minha mãe sobreviver na água no lugar sem a minha mãe né então é tão sintoma como uma resolução né uma sublimação como chamar
assim e até aí a gente vai ter né coisas assim né repetições Como já falei né Sempre tem Rituais e gosta dos rituais e o ritual pode protegê-lo contra alguma coisa que ele acha que ameaça enfim mas para além dessa sublimação para além desses rituais que a gente pode gostar e desejar e repetir existe toda uma gama sintomática que você toma que nos atravessa Ele toma que é o retorno de recalcado esse sintoma que traz angústia esse computador não tem dor no peito dores no corpo insônia e Assim Segue tudo isso pode ser mudado Pode
ser erradicado e no final da sua vida no percurso da sua análise no curso da sua vida a pessoa pode sim e ver sociedade viver na cultura ter as suas as suas relações mas destituída de toda essa neurose que todos os dias faz nos crer analisando me conta se eu ver uma bunda na imagem do seu lado do meu namorado que claro não é a minha bunda eu não consigo transar com ele eu pergunto porque ela me disse porque eu Me comparo ela se compara com uma bunda imaginária nem sei de quem e parece Bobo
por isso ela não consegue ficar excitada e transar com ele por causa de uma bunda de uma foto de bunda de sei lá inclusive é um tema que eu preciso compartilhar com vocês que eu achei genial ela falou assim Henrique porque a gente precisa sacar o nosso FGTS né e olha o que que é um significado que precisa da próxima palavra FGTS eu achei que era aquele negócio do Trabalho né que as pessoas têm saco FGTS né geral toda semana precisa ter com o marido eu caí na gargalhada né você vê que toda precisa da
próxima né para entender o final entendeu o início então assim é possível sinalizando chegar um dia e não sofrer mais por essa bunda aí ou será que existe ou não por se estiver molhado excitada com o seu marido conseguir transar Independente se há ou não há e da parte Dele também enfim mas paranoias Os Delírios né do ciúmes da Posse volta a dizer no final das contas o percurso analítico é um percurso de mudança da relação com objeto e essa mudança em relação com objeto mudanças palavras é dessa dependência dessa necessidade neurótica das notificações dos
ideais da satisfações imaginárias e do gozo inefável Então o que quer um sujeito o sujeito nada quer o sujeito aparece Para nos lembrar daquilo que nós podemos eu vou encerrar a aula porque realmente ficou muito bom dúvidas tudo bem alcançamos aqui alguma coisa estou com a cabeça fritando Isso é muito bom o meu sujeito não gostou dessa aula pode falar isso também então se não há dúvidas ou a e fiques sexta-feira nós voltamos com aula sobre neurose na sexta eu vou trazer três características fundamentais neurose e Neurose obsessiva neurose histérica agora né sobre o prisma
lacraniano então um pouco mais aprofundado aí para quem já viu comigo no divã até mesmo na formação vou trazer agora um pouco mais aprofundado tá então tchau para nós