[Música] passando a pensar assim no eo que avaliar olha quando a gente pensa que ainda há muito problema o que avaliar eu avalio o conhecimento aí a dificuldade está em 1 em que a gente pensa sobre esse conhecimento que que é esse conhecimento aquela conversa do aristóteles ou de um cientista hoje como a gente pensa sobre o conhecimento a várias embalagens vários modos de imaginado e se pensar o conhecimento ea idéia de avaliação associada a isso quando se pensa no conhecimento a conhecer em casa já o encadeamento lógico não pensar em conhecer como em qaeda
isso leva a gente a pensar os instrumentos de avaliação na pensar os processos de avaliação que uma determinada maneira agora essa imagem do conhecimento como um encadeamento lógico em que os pré requisitos são absolutamente de se viver decidi assim decisivo pré-requisitos se não tem aí não pode em frente a essa idéia ela hoje há cada vez mais em questão é por quê por quê a rede a rede em sentido literal www né ea rede como imagem modo de imaginar de pensar o conhecimento conhecimento uma vasta rede de significados né então a rede relativiza essa idéia
de encadear verdade que a gente sempre está encaminhando para falar aqui pra vocês eu tô encadeando fala sujeito verbo e predicado encadeando mas a gente em cadeia em cima de uma grande teia com grau de liberdade na que não é simplesmente de ir pra frente ou para trás não é só isso a gente o conhecimento hoje é um entrelaçamento assim de noções as idéias mas não estão todos misturados compondo assim é uma rede não é uma teia de aranha não é feia no sentido de rede uma teia rede mas não tenha garantia porque porque a
pele e aranha é centrada e a marca dessa rede é oa centrismo não tem sempre conectada ao centro do conhecimento onde está o conhecimento de interesse eu me interesso por uma coisa eu olho e ponho o centro do mundo ali ea partir dali eu invadi o resto do mundo pra mim outra pessoa olha pra mesma teia com outros centros de interesse cada um de nós entra na rede para pesquisar alguma coisa e daqui a pouco a gente esquece até porque mesmo que a gente entrou centrou começou há pouco que porque venceu em três navegadores não
é uma coisa assim tite se irradia a partir de um centro como uma teia de aranha o conhecimento assim então é dizer que que o meço o conhecimento é que aquilo que está aqui eu avalio é o conhecimento muda de figura em relação a pensar o conhecimento como mero emcada né só e vendo se os pré-requisitos estão garantidos e tudo quem trabalha em cima de uma teia se daqui e aí pra cá mas não tem link faz isso não vai dizer não eu estou aqui quero ensinar isso eu não posso porque não tem nada ligando
não tem pré requisitos da volta da volta e e o significado como um feixe de relações que é o significado se constrói por meio dessas viagens aí o das ligações que eu estabeleço então é medir e avaliar o conhecimento é avaliar sua capacidade de estabelecer essas relações né isso é é muito mais do que pensar se em processo de medida essa avaliação não é o que eu avalio o conhecimento nessa avaliação ela é não está ligada simplesmente ao grau de refinamento dessa rede quer dizer quanto mais refinada diversas redes melhor depende se eu tiver uma
rede refinada demais e eu tiver pescando peixe querendo pescar peixe bem grande e ela com a malha muito fininha eu vou pegar um monte de porcaria e de graveto de coisa que não me interessa né então é preciso ver então a rede é mais ou menos valiosa dependendo da qualidade aqui dos nós e esses nós tem peso em peso quem trabalha com redes neurais em sentido o mesmo físico de cada nota de 100 pesos não é porque as coisas estão todas ligadas que todas valem a mesma coisa há relações que vale mais as relações que
valem menos então avaliar quando eu penso no conhecimento como uma rede é um processo muito mais complexo do que qualquer processo de medição podemos usar números podemos usar indicadores são usados números indicadores todas esses links aqui tem peso em uma situação concreta de rede na rede neural esses links sem valores ali associados né você não sai de um nó para qualquer outro com a mesma chance tenho daqui é preferível pra cá ou para lá nem função desses pesos mais isso é uma uma imagem pensar o conhecimento assim uma imagem muito mais rica que torna o
processo de avaliação muito mais é complexo e muito mais próximo do que é um ser humano de avaliação de gente que nós são muito mais intenso do que isso uma outra imagem do conhecimento que tem a ver especialmente com o processo de avaliação é a seguinte a gente sabe é como o conhecimento sobre qualquer assunto é com um iceberg são todos nós sabemos muito mais do que conseguimos explicitar a parte explícita aqui é o que aparece nos processos de avaliação da prova ea pessoa tem que mostrar o que sabe só que cada um de nós
sabe muito mais do que consegue explicitar e não é um problema de um defeito de fabricação é o modo como a gente funciona cada um de nós em ler mil páginas consegue escrever uma né sendo lido mil só que as mil se leu sem elas e não ia conseguir escrever aquela uma né explicitar mas não é uma máquina sem que o que entra sai leu já explicita lá na frente não é então com avaliar a avaliação sempre da tia d'aquino explícito na os processos de avaliação estão aqui nesse explícito na escola nos processos de avaliação
pensou no escreveu algo meu não dá certo não adianta dizer não eu pensei pensou mas e onde está escrito isso né não faz prova com eletrodos na cabeça para ver se consegue ver o que está pensando conteúdo e do pensamento não é bom mas e aí aí então e isso torna o processo de avaliação mais rico mais complexo mas é é a qualidade de um de um instrumento de avaliação por exemplo é depende em grande parte da capacidade que ele tem do poder que ele tem não é da competência de quem elaborou de favorecer a
emergência do tácito aquela parte tácita que você sabe você sabe legitimamente mas você não consegue palavras para explicar não é um atleta um jogador de futebol sabe faz um golaço pá ou se repetir a situação provavelmente ele vai fazer de novo aí chega o repórter diz explica aqui pra gente como é que você fez o gol sai de baixo a explicação é uma bobeira ele sabe fazer mas não sabe pôr em palavras aquilo vai pedir para ele isso né ele prova que sabe numa situação de desempenho não fazendo uma prova mais a formulação da questão
pode favorecer mais o a emergência do explícito do tácito a emergência explicitação do tácito há muita prova muito instrumento de avaliação é que assim é é o que o aluno aqui o professor o professor dá aula explicita certas coisas o aluno copia tudo a nota não é e os processos de avaliação que estão sendo um troca-troca de explícitos o professor pergunta aquilo que lhe deu o aluno responde aquilo que ele deus fica na superfície não é hora as coisas que a gente aprende a gente incorpora isso entra desce a gente aprende se aprende uma língua
estrangeira explicitamente está aprendendo a falar mas você a cultura do povo dada e que vem pela língua isso se incorpora você não fica falando né mostrando mas quem aprende uma língua estrangeira aumenta a capacidade de explicitação mas aumenta também a bagagem na bagagem tácita não é então é tem muito valor a essas coisas que a gente incorpora e nem fala sobre ela só que numa situação de exame é é a prova a questão tem que ser formuladas de modo que favor ensa essa explicitação hoje é um lugar comum falar desde o exame do enem para
cá de 98 para kaká que entrou mesmo no fogo cruzado e atenção do contexto as questões têm que ter contexto não é isso que está o tempo todo o contexto só que contextualizar um tema que está tratando na sala de aula a interpretar são prática tem sido muito simplificada e contexto tem sido entendido com uma abreviatura de com muito texto então a questão é com o contexto parece que é uma questão com o enunciado longo e não é essa idéia o contexto que se pede é exatamente é dácio no enunciado um conjunto de elementos que
favoreça a explicitação porque se formos a questão só com base no explícito né até a linguagem da prova fica ruim fica assim de cúmplice o professor lão são cúmplices se ele for uma questão que eu de fora lady gaga não sei o que ele está pedindo mas ele não se acalma o aluno sabe ele sabe o que eu tô pedindo que eu fiz um igual na sala terrível isso não é uma prova nível do ensino médio eu acho que todos nós como cidadãos teríamos que entender completamente uma prova do ensino médio não tô falando saber
a resposta eu estou falando entender a pergunta perfeitamente e na verdade a gente diante de uma prova de vestibular muitas vezes a gente sente uma besta não sabe o que tá sendo perguntado os vestibulandos sabe por que tiveram no cursinho e não sei o que não é e a essa complexidade na linguagem eles sabem mas é é uma vez eu estava na sala de aula numa prova né numa escola e de ciências 8ª série ea gente ficava na sala ficamos na prova do outro professor neca que era no horário da sua aula e tinha lá
uma prova de ciências em que tem a perguntas e na qual a fórmula do tempo um delírio qualquer ou li aquilo ali na prova de nossa recurso sofisticado alta filosofia na fórmula do tempo e não sei o quê e comecei a delirar e e já nesse curso de ciências é realmente fantástico não vou conversar com o professor aí os alunos os alunos responderam sim aquela questão a fórmula do tempo tenha igual é sobreviver era a fórmula do treino e tenha três formas era essa igual a ver vezes ter terreno enfim é mais o aluno não
teve nenhum delírio ele a fórmula do tempo é uma coisa muito pé no chão pra ele né agora é essa incorporação é valiosa porque é justamente quando a gente combina com que a gente já tem que você é capaz de processar e pôr para fora muito mais do que entrou você assiste a um filme fantástico né assistir a um filme nós todos aqui podemos projetar o mesmo filme aí cada um ea ver com a sua bagagem a mensagem que ficar pra mim né é diferente por paulo é diferente para cada um então entrou o mesmo
filme né ali em cima mas a gente aprendeu com aquilo coisa diferente então o que entra é processado e eu ponho para fora é sempre uma ampliação não é porque eu vou junto agora se a um processo de avaliação se resume a um troca-troca se em cima sem perder tempo de ficar né engolindo isso é perda de tempo pega devolve aí é fogo né aí acontece o que acontece hoje que se a gente aplicar o vestibular da usp os professores da usp reunir cinco mil professores num ginásio lá no ibirapuera ea empresa e fizeram os
professores fazendo vestibular da usp 10% dos professores não se aprovado a 15 vai mas não mais que isso né isso não é um problema dos professores é um problema do do modo como se avalia a ao final da escola básica na fragmentação a e essa absoluta perda de sentido bom essas imagens do conhecimento elas interferem né a rede a cadeia o iceberg interferem no modo como a gente pensa os processos de avaliação agora há quem diga outra coisa diga sim à parte até do exame do enem isso virou uma coisa comum dizer que se avaliam
as competências né minhas competências e o que é isso avaliar competências então é avaliar competências é avaliar coisas como capacidade de expressão capacidade de se expressar é evidente que eu me expresso numa linguagem então quem vai avaliar competência capacidade de expressão vai estar avaliando é português não é uma língua estrangeira educação física a expressão corporal artística matemática me expressar por meio de números na quantitativamente não há como pensar capacidade de expressão desvinculado de um conteúdo mas é é muito diferente um processo de avaliação ou pensar a avaliação quando o centro das atenções está no conhecimento
quando o centro das atenções está nas competências não é claro que a gente tosse espera que o foco esteja nas competências mas na verdade o grande buraco está aí cada um de nós dá aulas de disciplinas da aula de conteúdos disciplinares e o que sobra no final das contas são as competências pessoais que se desenvolve é isso que fica não é agora como se preenche esse gap esse buraco aí entre as disciplinas que eu ensino e as competências que espera desenvolver essa é a questão não há qualquer briga entre a idéia de disciplina conhecimento disciplina
ea idéia de competência assim como não há qualquer briga entre as idéias de meio e sim as disciplinas sempre em qualquer contexto as disciplinas são meio sou meio tímida não é assim exceto pra alguém que quer ser especialista naquela disciplina vai ter aquilo como fim mais na formação de um profissional na escola básica não existe isso nenhuma disciplina assim né pode entrar num curso de matemática querendo ser um especialista em matemática e ter uma temática como fim na escola básica um professor que trata a matemática como enfim é um corruptor de menores não é um
professor vou para minha sala de aula de matemática querendo transformar os alunos em matemática seu som por todos menores porque eu vou entusiasmados com a mesma temática mas seu eu tenho que mostrar como a minha matemática serve os projetos dele se um aluno na minha sala disse assim eu vou fazer engenharia todos aí o deita e rola né mostra como a matemática é importante pra ele na engenharia que ele quer fazer mas se ele diz que vai ser jornalista eu vou com o mesmo entusiasmo mostrar como a matemática é importante para ele ser um bom
jornalista e se ele disser que vai ser poeta eu vou convencê-lo de que a matemática vai ser um repertório de metáforas para ele nos poemas que ele vai fazer né mas o que interessa é o projeto de cada um né as disciplinas são meios para isso então avaliar na perspectiva das competências é não é ver a pessoa porque esse é o ponto é ver no final das contas a a pessoa quando fala competências quase que automaticamente a gente fala competências pessoais a idéia de competência é associada a gente não existe objeto competente no meu computador
é muito competente isso não faz sentido nem na linguagem ordinária e então competente é é gente então o que eu avalio em termos de competência pessoal é numa palavra ou uma frase assim a competência é de uma pessoa né a gente avalia época assim avaliando a capacidade que ela tem de mobilizar o que sabe para realizar o que projeta a capacidade de mobilizar recursos e mobilizar os recursos que têm mobilizar o conhecimento para realizar o que pretende o que deseja o que projeta né se não deseja nada é garantidamente incompetentes até literalmente que acontece é
de tesser é de pedir buscar e atrás então sim tá atrás de nada não quer nada um competente se não sabe nada é garantidamente incompetente agora não basta saber e desejar tem gente que sabe um monte de coisa né até tem vontade mas não consegue não é competente no sentido de não conseguir mobilizar o que sabe para realizar o que deseja isso que a gente vai buscar na escola não é isso que está a ser avaliado agora em que medida a qual é volta pro pau lá em qual é um instrumento que vai garantir essa
competência se eu estou avaliando competência é que a mobilização eu avalio competência por meio exclusivo a mente de uma prova é difícil né é difícil é imaginar que a prova pode ser interpretada e indiciariamente e eu posso ver um monte de coisa por meio da prova não é isso mas é processos de avaliação sérios no mundo inteiro não dispensam outros instrumentos por exemplo no acesso à universidade não dispensam outros instrumentos como entrevista na revista outros instrumentos para serem compostos com um indicador cognitivo em termos de escola em escola tudo bem mas não basta isso é
preciso olhar outros aspectos em muitos lugares é essa um currículo no sentido o portfólio não se fez até hoje meu jovem que fez na vida além de estudar né esse portfólio é um elemento então compõem instrumentos é fundamental se o foco está na pessoa no valor da pessoa eu estou avaliando uma pessoa na questão da avaliação das pessoas nos últimos anos tem havido um acesso assim do politicamente correto e nesse acesso do politicamente correto né é as coisas assim viram um pouco piada até não pode falar mais negra maluca que isso não é politicamente correto
falar a sua descendente com problemas psiquiátricos poder e nessa coisa assim é é a idéia de protagonista tem sido descaracterizada então nos processos de avaliação e tudo assim a de pessoas tem sido a sina o elogio do protagonismo protagonismo já ouviram isso em algum lugar sem esse elogio desvairada do protagonismo a nossa e secretário de educação que era até professora da faculdade se aposentou arroz normal é ao sair da secretaria de educação abriu uma empresa dela uma empresa de consultoria que se chama protagonista é o nome da empresa acesso assim mesmo protagonismo então todo mundo
quer assim fazer todo mundo ser protagonista ordens mal entendido né certamente é um mal entendido se todo mundo for protagonista ninguém é porque o protagonista é o ator principal né então não dá pra todo mundo seu protagonista uma formação pessoal uma pessoa tem que ser avaliada não dê sentido de ela ser sempre o protagonista gente isso é sempre o protagonista tamanho da gente a mãe da gente diz bolsa ele é o máximo e tudo é só isso agora na vida você olha protagonista hora é coadjuvante na vida como pessoa você representa papéis múltiplos papéis e
o que é uma pessoa bem informada que representa bem o papel que lhe cabe às vezes ele é protagonista às vezes ele é um pódio vants e olha tem off de coadjuvante também não tem você pode querer ser o melhor coadjuvante não pode é brilho e de querer fazer sempre da melhor maneira esse é perfeito mas não quer dizer que você sempre esteja no centro das atenções então a avaliação às vezes não é quando se joga pra a pessoa tem esse risco desse desvio de se pensar o protagonismo né o protagonismo é um bom e
há o protagonismo ea outro lado né que a colaboração o trabalho pequeno né na composição de uma coisa maior uma outra coisa quando a gente pensa em avaliação de pessoa é é uma uma queda por a pessoa no centro da avaliação é uma mistura de pessoas cidadãos e aí isso compromete o processo de avaliação porque todos os que estamos aqui somos iguais como cidadãos mas todos que estamos aqui somos diferentes como pessoa não é igualdade diferença no brilho a cidadania é o território da igualdade todos são iguais perante a lei então tento da igualdade aquele
que é regulado por lei norma todos são iguais perante a lei é assim que a gente gostaria que fosse então isso é uma coisa há coisas na vida que são reguladas por lei há coisas que não são reguladas por lei a estética por exemplo a regular por norma não é regra de maioria que decide a religião é regulada por lei não é regra de maioria que decide não é isso agora as coisas que são o direito né a economia na então as coisas assim que são reguladas por normas este é o território da igualdade agora
a pessoa é mais do que o cidadão a gente forma esse forma como pessoa e como pessoa a partir do cidadão que a gente é formal cidadão significa formar a aquele que cumpre a lei garantindo isso que a gente vive essa idéia de cidadania que é o respeito à norma lei a vida vai muito além disso e aí a gente vive o terreno das diferenças nas diferenças pessoais e os processos de avaliação é não dá pra se restringe só isso daqui é preciso valorizar essas diferenças pessoais quando a escola trata os alunos todos como se
fossem iguais vinhos os alunos esperam sair da escola para poder ser diferente na vida né é só acompanhar o aluno com o mesmo currículo estudo as mesmas matérias na mesma escola terão as mesmas notas espera cinco anos depois dez anos depois vai ver o que um dia um time onde outro tá né só que nos processos de avaliação escolar zero iguaizinhos nunca foram iguaizinhos então no processo de avaliação leva em consideração a pessoa não é criar uma selva porque todos somos diferentes como pessoa então não dá para avaliar da diferença não briga com igualdade só
que a igualdade diante da norma da lei do que é regulado por lei né isso é o núcleo isso tem que ser barrada senão a vida em sociedade não existe é uma selva mas isso é é o pontapé inicial a partir daqui quem respeita isso têm o direito de viver as diferenças é pessoais e os processos de avaliação não podem eliminar neodi desvalorizar essas diferenças pessoais a questão da avaliação o problema que estamos discutindo da avaliação com o planejamento e mais ainda com o projeto não dá pra pensar nessas coisas separadas então a gente não
avalia um aluno isoladamente avaliando a iaa a questão é entre mim e ele não é essa a ideia eu avalio de acordo com o que foi planejado e um planejamento tente se referia a um projeto o projeto é o maior há um projeto institucional né o projeto nacional projeta é coisa mas são essas metas esses objetivos maiores o que eu ponho ali me lanço agora ter um projeto é isso ter esses objetivos maiores e está querendo buscar mas não basta ter um projeto planejamento é crucial sem planejamento você vai passar a vida um outro projecto
embaixo do braço e não vai realizar nada né a gente conhece um monte de gente que se conversa a pessoa resolve a humanidade tudo né no projeto na cabeça nesta solução para tudo mas não faz nada você encontra há dez anos depois ele continua projetando é projetando e não sai do lugar porque o planejamento é fundamental é um decomponha as metas hierarquiza construo constitui uma narrativa eo primeiro com a temporalidade uma narrativa primeiro vou fazer isso depois vou fazer aquilo e aí quando eu planejo tudo com o projeto é a avaliação se remete a isso
eu não avalio para produzir manchete de jornal né é que a avaliação é só isso que sobra manchete de jornal né e manchester assim quanto mais espectacular possível né mais é é assim parece que a avaliação teve efeito ultimamente no é isso que acontece tem uma avaliação nos jets né piorou ou melhorou não sei o quê aí depois virá outra avaliação e entre uma avaliação ea outra avaliação parece que as pessoas rezam bastante para poder a situação melhorar reza tem fé mas fazer mesmo alguma coisa para melhorar não se vê no em termos de política
pública você vê as avaliações cada vez mais numerosos agora o enem vai ter duas vezes por ano a partir de 2012 abril e agosto vai ter duas vezes por ano e vai por aí e na e tem prova de tudo quanto é tipo agora certo para que a avaliação avaliação não é assim é meio da avaliação e meio é meio pra vê se que as coisas estão indo como planejado quem não tem nenhum plano avaliar significa nada avaliar o processo burocrático aí que né a nota não vai se traduzir em nada agora quem tem plano
e o plano quer dizer atualmente a se discutir no congresso tudo aqui a lei o plano nacional de educação né sinceramente eu fico muito entusiasmado nessa discussão porque o plano é muito assim reduzir em 10% isso não sei o que é aquilo são essas coisas assim fortificados né agora qual é o grande projeto educacional para onde a gente está querendo e não é isso não parece que está em discussão aí já se está discutindo são essas medidas né fundef não sei lá essas coisas assim mas anda da educação na band contabilidade na forma de dinheiro
aqui e ali há dinheiro é importante para todos para tudo mas o que a gente quer fazer mas o problema não ta ai na derrrota de meta de grande meta né e quem fala de projetos fala de valor porque eu elejo as metas de um projecto num cenário de valores ao que vale eo que não vale o que vale mais é o que vale menos ao que é prioritário que não é prioritário né então o jogo se define aqui né aqui é a estratégia toda aqui o juiz avaliando para ver se o jogo tá rolando
direitinho não é avaliar sem essa perspectiva é ruim então o que você falou na tv o professor não tava num jogo só ele o aluno né isso é vitali desempenhando representando um papel desempenhando uma função esse papel que ele representa na relação com o aluno é simpático dizer que há uma simetria que eu aprendo com o aluno que o aluno aprende comigo né e é simpático é politicamente correto e tudo mas não condiz com a realidade não é também não é assim que a relação é assimétrica não existe meteria não é que o papel do
professor é múltiplo a ações do professor em que deve haver secretaria ea ações do professor em que não pode haver simetria não pode passar de ao perguntar para os alunos o que é importante para ensinar isso não é função do aluno decide agora é é você vai para a sala de aula sim de uma maneira absolutamente simétrica se equivalente para ver qual é o interesse do aluno interessado o que a escola está oferecendo e trabalhar essa mediação essa aproximação porque sem essa próxima são nada vai rolar na escola os alunos não estão naturalmente interessado nos
programas escolares a gente é quem tem que trabalhar isso e trabalhar se for assimétrica dizer chego lá e do programa esses se nomes que foram brasileiro tem funk se não é por aí né eu tenho que com toda a um interesse no outro não é e nem assim a conversa aí absolutamente no mesmo nível agora na hora que eu chego é e vou definir define assim o mapa do que tem mais peso que têm menos peso que é mais relevante o que é menos relevante isso é tarefa da escola é tarefa do professor não é
pra perguntar com o aluno que ele quer eu vejo que ele quer aproximo mas a definição é uma tarefa da escola não é e de quem avalia essa idéia de de simetria pm é não permitir inclusive que a gente avaliar porque assim não julgueis para não serdes julgados e papo que quando se está num nível é tudo no mesmo nível então se ficar julgando um colega e tudo isso é arrogância mas quando se desempenha uma função você tem que avaliar se assumir responsabilidades pelas ações dos outros você tem que avaliar já foi o tempo em
que havia essa periodicidade a gente vem pra escola estuda-se forma tá formado aí vai para o mundo do trabalho trabalha trabalha aí se aposenta essa periodicidade acabou acabou acabou acabou né estudar gente está a vida toda e toda a formação é uma formação inicial e você vai ter que voltar e vai estudar a vida toda agora e vai aprender no trabalho e tudo bem agora a diferença entre essa formação inicial e aqui vem ao longo da vida é a seguinte enquanto você está na escola dizem para você quais as matérias que têm que estudar e
quem é o seu professor de cada matéria a escola determina em umas optativas de tudo das vezes que são opta tória c não tem muita opção e tudo mais no fundo a escola determina o que você tem que estudar e quem é que vai ensinar quando você sai da escola se vai continuar a estudar e aprender a vida toda só que você tem que ter aprendido enquanto estava na escola a estudar não é aprendida assim eu quem você é o que você gosta mesmo de fazer tudo porque quando você sai da escola é você quem
vai escolher o que você vai estudar e tem mais ninguém para dizer olha é isso é aquilo é você na sua trajetória e é você principalmente que vai decidir é quem tem alguma coisa para ensinar você quem vai ser seu professor entre aspas né porque não é uma situação formal aprendendo trabalho aprender com isso aprender com aquilo não é editar ligado o peto a tarefa na escola enquanto a gente tá dando aula está trabalhando na escola está assistindo à aula é de é de construir essa autonomia né de aprender a aprender é isso daí você
tem que aprender enquanto na escola você na escola às vezes pega um aluno de 9 anos 10 anos em novembro e ele entra de férias você vai ver de novo aluno em fevereiro e nessa faixa etária e 23 meses o aluno parece outro quando volta né nessa faixa etária sem essa rapidez mas a mudança é é permanente para quem está vivo e ligado está aprendendo cotidianamente com tudo que está acontecendo na oa a educação é é um trabalho hoje hoje o o conhecimento é o principal fator de produção né um capitalismo pode ser o que
foi decidido e nã o ente aquilo mas hoje não interessa nem pra ser explorado uma pessoa sem conhecimento nem para ser explorado bem assim na tv cada vez você tem que estudar conhecer se interessar de modo que é é o que se busca na escola por isso é eu diria o seguinte a respeito disso que você me falou uma uma aula imagine um professor dando uma aula e uma aula que todos os alunos entenderam tudo tudo foi absolutamente entende né essa aula foi boa ou foi ruim eu diria depende essa aula pode ter sido uma
droga uma porcaria ou pode ter sido uma grande aula como ela acontecendo a portaria se todo mundo entendeu ela foi uma porcaria mesmo todo mundo tem entendidos e você estava explicando e os alunos estavam entendendo mas eles estavam dizendo assim olha eu nunca pensaria nisso vai continuar a falar eu estou gostando entendemos mas eu nunca seria capaz de pensar nisso droga de aula ea aula foi ótima você arquitetou a aula de uma maneira que foi ótima se você tá acabando de explicar e aí eu não sou saída porque eu não pensei nisso antes né ele
se sente capaz de fazer sozinho porque é isso que busca na escola então há o modo com a aula é arquitetada é planejada pode favorecer essa autonomia ou não pode gerar os dependentes a id vai conta mais eu estou interessado conta mais mas aí é não tem futuro é a expectativa do usuário ea gente tem que estar na escola com a expectativa do produtor produtor de conhecimento não simplesmente do usuário a gente fugir do assunto aqui hoje nesse dia se fosse discutir essa questão do modo como a universidade se organiza mas isso é nós falamos
do vestibular e da enorme fragmentação ao final do ensino médio mas pra mim é claro que o vestibular é extremamente adequado à forma extremamente inadequada como a universidade organiza ele não poderia ser diferente porque a universidade está organizada de uma maneira fragmentada então a entrada é assim né aqui por exemplo um recentemente em termos de ambos a escola politécnica fez uma mudança e há uns oito anos se não me engano e os alunos entravam no vestibular em engenharia 600 vagas 700 vagas de engenheiro e só então definir o tipo de engenharia que ia fazer no
final do segundo ano ao final do primeiro ano eles definiram uma mancha assim o três manchas né aí no final do segundo ano é que vi exatamente qual curso isso é foi uma experiência interessante que fracassou voltaram atrás e hoje um aluno no vestibular se inscreve em um de 16 tipos de engenharia pode ser um moleque desses né é com essa idade entrando no vestibular é capaz de discernir 16 tipos de engenharia fazer eu quero fazer essa ou aquela mecatrônica no seu né então é então por que mudou o que fracassou porque voltou atrás voltou
atrás né o projeto por conta de um efeito colateral que não foi administrado no interior da escola que foi o seguinte não dava para oferecer o número de vagas que quiser então 200 alunos querem fazer e eletrônica não pode tinha 80 ou 100 vagas né se pudesse oferecer vaga para cada um que quisesse o curso que tivesse e tenha sido um sucesso como não se podia internamente começou a haver uma guerra fratricida assim o aluno não querendo estudar com outro colega para não alimentar o inimigo disputa interna porque a final do 2º ano a guerra
pelo tipo de engenharia que queria fazer ficou pior do que o vestibular aí o diretor falou para para para para dos males vão pegar seu menor né é ruim ter que a criança não adolescente escolher mas contaminar essa relação interpessoal aqui dentro 100 agentes e capazes de resolver por conta do número de vagas e arbitrário acaba então voltou para o anterior né então a fragmentação não é só na pole em todos os cursos né existe essa fragmentação quando eu efes matemática e no século passado a gente podia se concluir a matemática é o bacharelado ea
licenciatura tudo junto ia fazendo as matérias e se formava nem acabar bacharelado fazia licenciatura juntos hoje não não só hoje a partir disso será 7880 você já no vestibular seja escolhe se vai fazer matemática licenciatura bacharelado em computação não é estatística matemática aplicada você escolhe ali no início você não sabe nada do que rola aqui dentro mas você já escolhe a priori não é então essa fragmentação é é terrível né então essa organização interna da universidade é que inspira o que vem de lá do ensino médio mudá las em mudar aquilo aluno entra quem fique
inadequado né [Música]