o Olá a todos e a todas vamos dar continuidade ao estudo da unidade 3 o nosso curso de história da filosofia moderna um vamos dar sequência à leitura do tratado da natureza humana de filme em nosso último encontro nós falamos a respeito da introdução do Tratado de dois assuntos em específico a compreensão de rio-me de que a ciência da natureza humana a ciência dos fenômenos mentais se ocupa com o estudo das faculdades capacidades poderes tendências e inclinações da mente é o fundamento do deve ser o fundamento do conhecimento deve ser o ponto de apoio sobre
o qual todas os demais conhecimentos humanos devem ser construídos e também Vimos que o rio me assim como Loki como burkle é um assumir compromissos com o método o mental de raciocínio então sua seu objetivo é Se valer do método criado e desenvolvido por bacon aplicado por Milton por Galileu por Kepler por Boyle ao exame da natureza da dos fenômenos naturais valer-se desse método no âmbito da filosofia da mente aplicá-lo ao estudo da natureza humana para dessa maneira conhecer a mente e assim poder levar ou o outros âmbitos do conhecido envolver outro Santos do conhecimento
Então isso é o que o rio me nos apresenta no na introdução do tratado da natureza humana ele então é um empirista tal como Locke e berkeley e no Encontro de hoje nossa eu pretendo falar sobre a origem do conhecimento humano a origem dos conteúdos da mente segundo filme E como lembrando-os que em Loki nós tínhamos que todo conhecimentos reduce a conhecimento de ideias e as ideias para Locke são seriam teriam duas origens por um lado se existirem umas ideias a sensação que seriam adquiridas pelos cinco sentidos por outro nós teríamos as ideias de reflexão
que seriam adquiridas pelo sentido interno que seriam as ideias dos nossos poderes e das nossas faculdades mentais então O burkle avance um pouco no sentido dessa de classificar esses conteúdos mentais separando as ideias em três tipos nós teríamos ideias de sensação as ideias dos Sentidos as ideias de reflexão e também as ideias de memória e imaginação então nós teríamos um pequeno avanço do Burger King no sentido de fazer mais distinções sobre os conteúdos na mente a partir dos quais o conhecimento é construído o e no Tratado da natureza humana e em sua investigação sobre o
entendimento humano ele vai um pouco além ele ele faz uma classificação um pouco mais detalhada sobre a origem do conhecimento sobre os conteúdos mentais tão na seção 1 da primeira parte do livro Um que a sessão da origem de nossas ideias o rio me apresentando esses esses seus compromissos empiristas ele vai separar os conteúdos da mente em vai separar em impressões e inde em ideias então o primeiro é é a designação mais geral para se referir a esses conteúdos é a palavra percepção de todos os conteúdos da mente a matéria a partir da qual da
mente a mente se constitui os conteúdos da mente são percepções então não são ideias como em Locke em barcas são percepções E essas percepções se dividem se distingue em dois tipos são elas podem ser impressões ou ideias tão para Rio e conjunto desses conteúdos mentais que constituem a experiência humana esqueçam que são extraídos da consciência da experiência é esse Conjunto O conjunto das percepções percepção é tudo aquilo que se apresenta a mente e a seu ver existem dois tipos de percepção impressões e ideias então o termo a percepção os termos específicos são impressões ideias são
as percepções da mente se reduzem é dois gêneros distintos que chamarei impressões e ideias a diferença entre estas consiste nos graus de força e vividez com que atinge a mente e penetram em nosso pensamento ou consciência Então as percepções e entram com mais força e violência podem ser chamadas impressões sobre esse termo inclui todas as nossas Sensações paixões e emoções em sua primeira aparição a alma denomino ideias às pálidas imagens dessas impressões no pensamento e no raciocínio como por exemplo todas as percepções despertados pelo presente discurso excetuando-se Igualmente o prazer e ele imediatos que esse
mesmo discurso possa vir a ocasionar então impressões são aquelas primeiras percepções que aparecem a mente quando algo entra em contato com os nossos sentidos então quando nós temos Sensações nós temos impressões quando comemos uma maçã por exemplo nós temos impressões de Cheiro impressões de gosto impressões da Pata esse do da das qualidades táteis que massa que maçã pode produzir na nossa mente nós temos também impressões de cor e claro nós podemos também ter tanto também ter reimpressões no som que essa maçã produz quando eu entro em contato com os nossos dentes por exemplo então em
sua primeira as percepções em suas primeiras aparições na mente humana elas são impressões aquilo que impresso sobre os nossos sentidos produzindo na sequência e G1 bom Então e o que são as ideias são aquelas percepções que se originam dessas impressões quando ela surge na mente em um momento posterior Então as impressões são essas sensações e nós temos do mundo externo ou supostos suposto mundo externo são as paixões e as emoções e as ideias são essas mesmas percepções quando elas aparecem na mente em um momento posterior Então as ideias são como que cópias dessas impressões então
o critério que rime utiliza para separar entre impressões ideias é o critério da força e vive desse então as impressões são muito mais fortes e vivas do que as nossas ideias que são retomadas em um momento posterior Então eu estou comendo uma maçã as minhas impressões produzidas por essa por essa atividade comer a maçã é muito mais forte do que terminado de comer a maçã em um momento posterior eu volte a pensar ou seja ter ideia e as dessas nossas então então eu penso no gosto daquela maçã em um momento posterior essa percepção é muito
menos viva muito menos forte ou mais fraca do que quando eu estava sentindo o gosto da maçã então a diferença entre uma impressão e uma ideia é a diferença entre o sentir eo pensar então é claro que isso na história da filosofia ou na história dos intérpretes né na literatura secundária vai ser problematizado pelos pelo pelos intérpretes essa essa distinção entre a impressão ideia a partir de um critério de força e vividez porque é claro e o próprio filme irá considerar isso mais à frente como nós veremos algumas de nossas ideias podem atingir a mente
com força e vive desço e Inclusive a das impressões mais fica ficamos agora com essa pequena classificação essa primeira classificação da filosofia empirista do Rio meu da Sua psicologia descritiva dos poderes e das faculdades e dos conteúdos mentais tudo aquilo que está na mente humana pode ser chamado de percepção nós temos impressões e são os sentires as paixões e temos ideias que são cópias ou são imagens essas primeiras impressões quando que que quando surgem posteriormente na mente após a experiência sensível após ter tido termos filhos em termos tido impressões então o filme expõe a distinção
entre esses dois tipos de percepção em algumas poucas linhas uma vez que ele próprio reconhece ser desnecessário o exame pormenorizado do tema e ele vai dizer cada um por si mesmo percebe imediatamente a diferença entre sentir e pensar entre ter impressões em um primeiro momento e pensar nessas nossas experiências em um momento posterior que são apre nossa primeira experiência aconteceria em forma de sentia informa que sensação e nossa segunda experiência aconteceria por meio do pensar ou de ideias então cada um sabe por si mesmo percebe imediatamente que me parece sugerir que isso é uma distinção
quase que intuitivo algo que não depende de prova não precisa de argumento filme não precisa dedicar muito tempo da sua obra perdão o trabalho te provar que existem impressões e que existem ideias ou que as nossas percepções podem ser distribuídas em pelo menos dois tipos é porque seria Evidente a todos nós a diferença entre sentir alguma coisa quando o nosso comemos sentimos o gosto de uma maçã e pensar nessa coisa quando ela está ausente Ou seja quando momentos depois eu me lembro do Gosto da Maçã e pensou como era saborosa aquela massa tão uma coisa
é ter impressão outra coisa é ter ideias e todos nós sabemos disso como que intuitivamente Lembrando que eu e não usa a palavra intuitivo nesse momento mas é como se fosse um conhecimento intuitivo a maneira lo que Ana Ou seja é nós não precisamos provar isso porque todos nós sabemos imediatamente a vive desde uma e outra percepção é o que as distinguiria entre as impressões e as ideias estão as impressões a sensação do Gosto da Maçã por exemplo são aquelas percepções em sua primeira aparição na mente mais fortes e vivas são experiências como as Sensações
as paixões e as emoções quando os despertar o seu mais alto grau de intensidade na mente as ideias ou pensamentos sobre o gosto da maçã por exemplo por sua vez seriam como imagens enfraquecidos dessas primeiras aparições na mente são experiências introspectivos as as Sensações as paixões e as emoções quando retomadas em um momento superior posterior a impressão Oi e o próprio Rio me Como eu disse irá problematizaram essa distinção ele vai dizer mas não é impossível que em certos casos elas possam estar muito próximas uma da outra das impresso as ideias das impressões assim por
exemplo no sono no delírio febril na loucura hein ou em qualquer emoção mais violenta da Alma nossas ideias podem se aproximar de nossas impressões por outro lado acontece Às vezes de nossas impressões serem tão apagadas e fracas que não somos capazes de distinguir de nossas ideias Mas apesar dessa grande semelhança em alguns poucos casos elas são geralmente então aqui geralmente tão é chama atenção para o geralmente estão em na maior parte dos casos Elas são tão diferentes que ninguém pode hesitar em separá-las em duas classes distintas e atribuindo a cada uma um nome característico para
marcar sua diferença então como eu disse na literatura secundária a um debate sobre a exatidão dessa distinção entre os conteúdos mentais e chamados impressões e os conteúdos mentais chamados ideias a esse debate sobre a exactidão desse critério a por um exemplo muito cérebro na literatura secundária e colocada pelo pelo Barry stroud filósofo eleitor the rhyme o filósofo canadense Barry stroud que nos conta a história ele coloca o caso de um de um investigador ou de um detetive que está Ele está na cena de um crime observa todas as coisas presentes um quarto ele observa uma
Lara é uma lareira E observa o atiçador dados do fogo da que com qual você As Brasas para atiçar o fogo e você observa tudo aquilo ali tendo impressões no momento presente você volta para casa e se investigador esse detetive volta para casa e ele de repente ele tem ele repensando ou seja tendo ideias da cena daquele crime ele tem uma ideia muito mais vivida daquele atiçador de Brasas do que a impressão que ele teve anteriormente quando ele percebe que o testador de Brasa na verdade está num lugar diferente Ou está fora do lugar de
onde ele deveria estar tão nesse segundo momento quando ele está em casa ele percebe ele tem uma ideia dessa testador de brasa muito mais viva do que a impressão que ele teve no momento em que ele estava no quarto na cena do crime então ele tem uma ideia de que talvez o crime tenha com cê tem sido efetuado com aquele testador de Brasas e por uma pessoa canhota quê Porque o matizador de brasa está do lado esquerdo da que está do lado esquerdo da tela lareira Então isso é fácil com que ele tem uma ideia
muito viva muito forte superior a impressão do atiçador de Brasas do momento anterior Quando ele estava na cena do crime e o Léo Stronda observa faz essa observação problematizando essa distinção que o próprio Rio me que o próprio rimo E problematizo então é algo difícil de se poder é curtir de podermos distinguir entre o que é uma impressão e o que é uma ideia a partir do Graus dos graus de força e vividez e ah e também como é claro é o a dificuldade aqui nesse nesse momento e para toda a filosofia empirista é que
rime assim como o burnley ou e o loc eles estão podem apelar a um critério externo para fazer essa distinção entre em para fazer operar essa distinção entre impressão ideia porque lembrando são filosofias em perícias onde a autoridade é a experiência e que são filósofos comprometidos com o pressuposto metodológico da observação dos Fatos e a experimentação desses fatos Quais são os fatos que estão disponíveis para esses filósofos são as esses fatos são esperadas as experiências são no caso do Loki são as ideias de sensação de reflexão no caso do buraco e as ideias os sentidos
de reflexão e da Imaginação e da memória eu ir para o Rio me as impressões e as ideias então o Rio e não pode como Loki não poderia e o barco ele não pode falar sobre o que para separar entre um e outro tipo de percepção ele não pode dizer que as impressões são aquelas aquelas experiências aquelas percepções são causadas por objetos externos porque esses objetos externos não são Dados a observação nós a mente humana não pode quando o aqui mais uma vez não tem em vista que o importante é é a autoridade da experiência
o que a mente humana pode observar os conteúdos mentais impressões e ideias os fatos externos os supostos objetos do mundo externo não estão disponíveis a mente para serem percebidos por quê Porque nós temos somente acesso a nossas ideias ou e nossas impressões portanto eu não posso dizer impressões e elas são aquelas percepções causadas por qualidades dos objetos externos e as ideias são produzidas pela mente não isso não está isso não é isso não não não está aberta essa possibilidade para um filósofo para um filósofo um filósofo da mente que respeita à autoridade da experiência simplesmente
porque os objetos externos as supostas causas das impressões não estão disponíveis a observação bom então fica isso é só uma problema que já são que o rio me observa o próprio Rio e problematiza a sua distinção é que as ideias dos sonhos e das alucinações às vezes são mais vivas do que as ideias aqui do que as impressões Então essa é uma possível objeção que o rio me reconhece mas em geral e comum em geral as coisas se passam dessa maneira na maior parte dos casos as nossas impressões são mais vivas do que as nossas
ideias e é claro que é importância dessa separação vai ficar um pouco mais clara adiante o perdão a divisão das percepções não se limita a uma simples de cotomia entre percepções mais vivas e mais fracas da mente visto que tanto as impressões como as ideias podem ser também simples e complexas Então vamos lá nós temos em geral o nós temos o ponto de vista genérico nós temos percepções na mente do ponto de vista um pouco mais específico nós temos percepções são impressões mais vivas e fortes e ideias menos vivas menos fortes ou mais fracas e
também nós Podemos distinguir esses conteúdos mentais entre simples e complexos entre as percepções as percepções mais secção simples e as percepções complexas convém observar ainda uma segunda divisão entre nossas percepções que se aplica tanto às impressões como as ideias e trata-se da divisão em simples e complexas percepções simples sejam elas impressões ou ideias são aquelas que não admitem nenhuma distinção ou separação as complexas são ao contrário dessas e podem ser distinguidas em partes embora uma cor um sabor e uma aroma particulares sejam todas as qualidades Unidas nessa maçã é fácil perceber que elas não são
a mesma coisa sendo ao menos distinguíveis umas das outras Então a nossa experiência subjetiva a nossa experiência que acontece por meio de percepções ela pode ser separada pela própria mente então nós temos a experiência de uma maçã Nós comemos essa maçã sentimos o seu rosto o seu a sua nós temos Sensações táteis dessa maçã sentimos o seu cheiro então isso tudo nós temos ali uma percepção complexa da maçã um determinado objeto dotado de uma certa Tá certo cheiro de um certo sabor que produz certo som quando tocamos nesse objeto mas também nós temos ali isso
seria uma percepção complexa nossa ideia complexa de maçã reúne todas essas características ou seja ideias mais simples nós temos uma ideia composta de maçã e temos uma ideia que é composta por ideias mais simples de Cheiro de sabor de cor e a mente pode ser capaz de separar todas as nossas percepções mais complexas Ou nossas ideias mais complexas Sempre que há uma distinção ainda que nós tenhamos aprendido todas essas qualidades da maçã todas essas ideias simples a ao entrar em contato com a maçã ou experienciamos tudo isso ao mesmo tempo nossa mente é capaz quando
percebe uma diferença uma distinção entre um e outra de suas partes a nossa mente é capaz se separá-las então o som a nossa mente o mais exatamente a nossa imaginação mas o conceito de imaginação ainda não entrou em cena até esse momento do tratado da natureza humana Então a nossa imaginação consegue separar tudo aquilo onde se percebe a diferença então há uma diferença entre o acordar maçã entre o sabor da maçã e o Cheiro da Maçã se a mente é capaz de observar essa distinção é essas aquela separação a mente é capaz também de distinguir
e e separar em uma ideia mais simples são todas as qualidades Unidas da maçã constituem uma percepção complexa ao passo que Todas aquelas qualidades que podem ser percebidas distintamente E é claro que nós somos capazes de perceber o sabor da maçã ou termos uma ideia do Sabor da Maçã que é diferente da ideia dos do gosto da massa do Cheiro da Maçã que é a ideia da cor da maçã então tudo isso pode ser percebido distintamente podendo Por conseguinte existir por si só então e isso são as percepções simples existindo por si só na mente
humana claro então nós conseguimos ter uma ideia de maçã de um cheiro que não o que existe por si só diferente distinta da ideia de sabor de Cheiro de cor ou do som que essa maçã pode produzir então e isso é um dos pressupostos fundamentais da filosofia Rio Viana ou cujas consequências nós vamos aprender ao longo de nossa discussão do tratado da natureza humana mas de acordo com filme e esse é o princípio Esse é o pressuposto tudo aquilo que é diferente é separável e tudo aquilo que é separável é diferente Esse princípio chamado pela
tradição interpretativa ou seja na literatura secundária de princípio da separar bilidade é uma consequência Evidente dessa dist é realizada porque uma entre percepções simples e complexas tão peço um pouco de calma porque nós vamos ver aplicação desse princípio da separar lidade ao longo das discussões desenvolvidas por Rio e ao longo do tratado mas esse é o princípio de separar a separabilidade aquilo que pode ser conseguir onde nós percebemos uma diferença a distinção não somos capazes de separar se percebemos uma distinção entre o sabor da maçã e o Cheiro da Maçã nós conseguimos separar a ideia
das duas a ideia de Saborear ideia de Cheiro se há uma diferença na percepção essa pode ser separada pela imaginação pois tudo aquilo que apresenta uma diferença pode existir separadamente ou seja nós podemos pensar separadamente termos uma ideia distinta da de coisas que são diferentes não exemplo aroma de uma maçã não depende de sua cor assim como sua cor é daquele aroma e nem dá então todas essas ideias simples podem ser concebidas separadamente na imaginação porque isso é importante essa distinção entre os simples do complexo para explicar que todas as nossas ideias em algum momento
quando nós vamos separar todas as nossas ideias por mais fantásticas que elas sejam por mais por mais estruxo as que elas possam ser elas correspondem a elas são ideias simples que são adquiridas são cópias de impressões simples ou seja tudo que está na mente tudo aquilo que está na mente humana por mais que não pareça ter correspondência na nossa sensibilidade ou nas nossas impressões é advém das impressões advém no mínimo de as impressões simples Então a primeira que circunstância que me chama atenção é a grande semelhança entre nossas impressões e ideias em todos os pontos
é certo em seus graus de força e vividez então aqui é o critério de separação entre impressões e ideias as ideias parecem ser de alguma forma os reflexos perdão pelo pelo erro os reflexos das impressões de modo que todas as percepções da mente são duplas aparecendo como impressões como ideias Então tudo aquele que é na mente surge primeiro como impressão surge como ideia contudo como nós veremos é nós também temos ideias que aparentemente não surgiram da nossa experiência sensível ou seja não tem correspondência nas nossas impressões como por exemplo a ideia de um cavalo alado
pégaso essa é uma ideia fictícia criada pela mente que eu quero criada pela fantasia e como como que me pode explicar que todos os conteúdos mentais são adquiridos na experiência ou seja são adquiridos nas impressões A partir dessa distinção entre o complexo e o simples nós compomos a nossa imaginação ou Nossa fantasia capaz de compor a ideia de cavalo alado de cavalo com asas compondo a partir de ideias que ideias simples a ideia de pena que compõem a ideia que compõem a ideia complexa de asa que compõem a ideia complexa de cavalo alado E essas
ideias simples no mínimo nossas ideias simples correspondem exatamente as nossas impressões vocês tudo aquilo que a na mente surge das impressões dessas impressões Sensações quando fecho os olhos e penso em meu quarto e as ideias que formam são representações exatas das impressões que antes sentir a Ah e não há sequer um circunstância naquelas que não se encontre também nessas últimas ao passar em revista minhas outras percepções encontro a mesma semelhança e representação ideias e impressões parecem sempre se corresponder mutuamente parecem sempre se corresponder Então as ideias parecem semelhantes e parecem representações de nossas impressões as
minhas ideias de uma da maçã das qualidades da maçã parecem ser semelhantes e correspondem exatamente as impressões que tive da maçã em um momento anterior contudo E aí por isso mais uma vez essa necessidade de distinguir entre o complexo e o simples aquelas ideias de fantasia os casos da fantasias fantasias observo que muitas de nossas ideias complexas jamais tiveram impressões que eles correspondessem e que muitas de nossas empresas o Texas nunca são copiadas de maneira exata como ideias posso imaginar uma cidade com uma Nova Jerusalém uma ideia fantástica pavimentada de ouro e com seus muros
cobertos de rubis mesmo que nunca tenha visto essa cidade assim Ou seja eu nunca tive uma impressão de visto nunca tive uma impressão de da cidade de Nova Jerusalém eu vi Paris mas afirmar e por isso que sou capaz de formar aquela de formar daquela cidade uma ideia que represente perfeitamente todas as suas ruas e casas em suas proporções reais e corretas Então como explicar o caso dessa ideia complexa de Paris que não representa exatamente ou não é uma semelhança exata da impressão de Paris que reúne teve quando esteve em Paris e essa ideia e
da Nova Jerusalém que ele nunca teve na esperança na experiência da sensível porque nunca teve uma impressão da Nova Jerusalém que essa cidade pavimentada de ouro com muros cobertos de Rubi como esse fenômeno desta escada essas idéias complexas tanto da ideia da cidade de Paris quanto da Nova Jerusalém pode ser explicada Ou seja a pergunta é a algo na nossa experiência há algo na nossa mente que não advêm da experiência e aqui é uma discussão empirista do de um filósofo empirista preocupada e explicar os fenômenos mentais a pergunta é a algo na mente que não
advém da nossa experiência sensível das nossas impressões Oi para o rio me para o rio me não então não existe Porque mesmo essas fantasias é são são criadas a partir de ideias simples e essas ideias simples essa assim correspondem Às nossas impressões Então essa nós tivemos em um momento nós tivemos a ideia a impressão de ouro nós tivemos a impressão de muro nós tivemos a impressão de de rubis e essas impressões simples é Dão origem a ideia Simples que são Reunidas com poças na fantasia e que dão origem essas idéias complexas Então tudo no em
último caso tudo advém da nossa experiência na nossa experiência sensível de nossas impressões as impressões e ideias se assemelham em todos os pontos é certo em sua força e vive de si de modo que estas últimas são como reflexos daquelas primeiras as ideias são reflexos e contudo enfrenta se o problema de que algumas ideias complexas parecem não encontrar correspondentes exatos no âmbito das impressões percebo e Rio me diz percebo portanto que embora haja em geral uma grande semelhança entre nossas impressões e ideias complexas não é uma regra universalmente verdadeira que elas sejam cópias exatas umas
das outras ou seja as nossas ideias complexas nem sempre são cópias exatas das nossas impressões a minha ideia complexa de maçã pode ser uma cópia exata da minha impressão de maçã mas a minha ideia complexa de Paris e a minha ideia complexa de Nova Jerusalém não correspondem exatamente as nossas impressões tão restrição do princípio de rio me então e o princípio de Rio e o segundo grande princípio da filosofia reúne Anna é o princípio da Cópia que todas as nossas ideias correspondem as impressões são cópias das nossas impressões o pensamento é cópia do sentir contudo
a essa classificação EA essa e essa restrição todas as nossas ideias simples correspondem as impressões simples Então esse é o princípio da Copa esse pressuposto fundamental da filosofia reúne Ana vale para aquilo que é simples vemos assim que todas as ideias e impressões simples se assemelham umas às outras e como as complexas se formam a partir delas podemos afirmar de um modo geral que essas duas espécies de percepção percepções são exatamente correspondentes então o teste da experiência o príncipe é o quê que sirvo segundo pressuposto fundamental é enunciado nos seguintes termos todas as nossas ideias
simples em sua primeira aparição derivam de impressões simples que lhes correspondem e que elas representam com exatidão na filosofia Rio miana do tratado as ideias tem como origem uma impressão correspondente então ainda que eu nunca tenha tido uma experiência sensível da cidade de Paris uma experiência sensível da cidade de Nova Jerusalém nós podemos compor com ideias simples essas idéias complexas essas idéias complexas não correspondem exatamente as impressões mas as ideias simples que compõem essas idéias complexas de da cidade de Paris em Nova Jerusalém essa sim dizem respeito são cópias das nossas impressões simples e como
isso vai refletir se refletir no desenvolvimento do e três humanas que filme vai mostrar que Todas aquelas ideias que não correspondem a nossa experiência que Ou seja que não advém de uma impressão de no mínimo de uma impressão simples todas essas ideias são serão assumidas como ficções ou são ideias falsas quando nós utilizamos termos para nos referir essas idéias que não tem correspondência exata no âmbito das impressões nós vamos estar falando de coisas que não existem ou de nós não estamos autorizados como filósofos e filosofias a falar de ideias que não tem uma correspondência exata
na experiência ou seja aquelas ideias que não é que são construídas sem ter uma impressão que são da sobre as quais nos falamos que não tem uma impressão simples um conjunto de impressões simples por trás dessas ideias essas e são falsidades que apenas obscurecem o campo a investigação filosófica por hora para quem não para que não confunda e que eu passe a carroça adiante dos cavalos à frente dos Cavalos ficamos ficamos apenas com essas noções mas as noções mais básicas do interesse no rio as percepções são todos os com todos os conteúdos da mente são
percepção essas percepções podem ser impressões que são as percepções mais vivas e fortes e ideias que são cópias dessas impressões Em que casos essas ideias que são cópias mais fracas - vidas são cópias no caso das impressões das ideias simples todas as nossas ideias simples correspondem a impressões simples ideias complexas que quando de compostas não tem correspondência na experiência essas ideias são ideias fictícias e são ideias falsas e que portanto devem ser eliminadas da filosofia empirista Esse é o teste por isso o princípio da Cópia é um princípio para fazer o teste da experiência nós
podemos estar falando de uma ideia composta que é uma ficção porque não existe na nossa experiência sensível mas isso eu acredito que ficará um pouco mais claro no decorrer do nosso perdão da nossa discussão do tratado então o limite da experiência tão limite da filosofia de toda a investigação séria pautada pelo método experimental de raciocínio é o conjunto das impressões secas para saber de que lado está essa dependência impressão Depende de ideia ou vice-versa examina a ordem de sua primeira aparição e descubro pela experiência constante ou seja observando os fatos mentais aquilo que me é
dado pela consciência e pela experiência constante que as impressões simples sempre antecedem suas ideias correspondentes nunca aparecendo na ordem inversa então não há nenhuma impressão simples que surja depois de uma ideia simples ao contrário são a origem das nossas ideias no nosso pensamento é um sentir anterior prédio e que é mais forte e mais vivo na maior parte dos casos para dar a uma criança uma ideia do Escarlate ou do laranja do doce ou do amargo apresenta o os objetos em o em outras palavras transmitir-lhe essas impressões mas nunca faria o absurdo de tentar produzir
as impressões e citando ideias ou seja mesmo que eu tente explicar o que é o laranja O que é o Escarlate O que é o doce ou amargo ou seja comunicar minhas ideias para uma criança se ela não experimentar por meio do a tiros pela visão e pelo quero Paladar Ela jamais terá uma ideia ou seja ela jamais terá uma impressão dessas dessas dessas qualidades que possa originar as ideias e Escarlate de laranja de doce e amargo as nossas ideias ao aparecerem não produzem impressões correspondentes tampouco percebemos um a cor ou temos uma sensação qualquer
simplesmente por pensar nessa cor ou nessa sensação tão ao pensar na cor laranja eu não tenho uma impressão eu não sinto essa cor laranja da mesma maneira que eu sinto quando estou diante de um da fruta laranja eu não sinto eu penso no Sabor doce de uma maçã e quando eu penso nesse sabor eu não estou tendo não sou capaz de ter uma impressão sentir o gosto de doce da maçã então o as nossas impressões simples são sempre anteriores as nossas ideias simples e nenhuma impressão simples Pode surgir de uma ideia Simples então não é
por estar falando pensando no Sabor da Maçã que eu vou ter uma impressão do Sabor da Maçã e a conjunção constante das nossas percepções semelhantes é uma prova cúmplice sente de que uma são causas das outras Ou seja que nossas impressões simples são causas de nossas ideias e que nos casos da fantasia por exemplo alguns que no caso da ideia entre a cidade de Paris essas essas experiências essas idéias complexas são explicadas a partir da decomposição e quando nós nós percebemos todas essas idéias complexas mesmo as da fantasia são criadas a partir de ideias simples
que correspondem a impressões simples e bom então Esse princípio da Cópia o princípio esse pressuposto fundamental de que todas as nossas ideias simples correspondem algum alguma impressão simples vem surge na filosofia de hume Ana para solucionar alguns problemas da filosofia Como eu havia dito anteriormente Este é Portanto o primeiro princípio que estabeleço na ciência da natureza humana e não a que desprezá-lo por sua aparência simples pois cabe notar que a presente questão a respeito da anterioridade de nossas impressões ou ideias é a mesma que produziu tanto barulho sobre uma outra formulação quando se discutiu se
haveria ideias inatas ou se todas as ideias derivam da sensação ou da reflexão então aqui questões que nós discutimos ao longo de toda a nossa nossa a unidade 2 então a ideias inatas para o loc para o barco ele não todas as nossas ideias são oriundas da experiência o e todos e a questão se todas as nossas ideias derivam da sensação da reflexão essa é uma Esse é um tanto o problema das ideias inatas quanto da origem se a sensação reflexão é solucionado por Rio e a partir do princípio da Cópia todas as nossas ideias
simples são antecedidos por impressões simples que eles são correspondente em tudo exceto nos graus de força e vive desses nós podemos observar que a fim de provar que as ideias extensão de cor não são inatas os filósofos nada mais fazem que mostrar que elas são transmitidas por nossos sentidos ou seja pelas impressões para provar que a ideia as ideias de paixão de desejo não são inatas eles observam aqui experimentamos previamente em nós mesmos essas emoções horas examinarmos cuidadosamente esses argumentos veremos que eles nada provam senão que as ideias são precedidos por outras percepções mais vidas
das quais derivam e as quais elas representam os seja mais uma vez Esse é o princípio da Cópia nossas ideias simples teria e vão em último caso de impressões simples não há nada na mente humana que criado pela mente humana que quando decomposto não corresponde a experiência sensível as impressões simples a mente não é de criar uma ideia simples que não tem uma correspondência na nossa nas nossas impressões simples empirismo e o perdão não experiência e conhecimento desse Conjunto das impressões e ideias deve ser reconhecido como princípio de todo e qualquer conhecimento humano pois são
elas as percepções as únicas realidades com as quais a mente humana tem contato sendo elas portanto as únicas suscetíveis de observação e experimentação tão aqui é por isso o a todos os fenômenos mentais serão explicados por rilme a partir das percepções e das ideias e das impressões e a partir do modo como essas ideias são conectadas são associadas pela mente Então esse todo o conhecimento humano ou tudo aquilo que segundo Rio me nosso poderemos conhecer porque eles serão sete como nós veremos tudo aquilo que a mente pode conhecer os limites do conhecimento humano são estabelecidos
pela experiência e o que é experiência o conjunto das impressões das ideias e das associ a todos como essas idéias se associa a um tritão a observação EA experimentação acontecerá a partir dessas percepções então a mente humana não pode alcançar nada que não esteja nesse conjunto Então nós não podemos falar por exemplo de objetos externos objetos físicos objetos materiais por Qual razão porque o limite da nossa experiência é justamente esse conjunto de impressões e de ideias então falar de algo que estaria além é absurdo ou ultrapassa os limites do que é possível dentro de uma
experiência de uma filosofia experimental no rio me a meu ver se vocês me permitem um comentário particular ele é muito fiel a esses princípios muito ele segue rigorosamente Esse princípio da observação da experiência mesmo que para isso no final ele precise ele precisa e reconhecer algumas algumas hipóteses é não e mais algumas hipóteses que nos deixaram perplexo algumas teses que nos deixaram muito perplexos como por exemplo sobre a existência de uma mente Isso vai ser discutido adiante Mas mesmo que o rio me seja obrigado a reconhecer alguns princípios algumas chegar a algumas conclusões que nos
deixam perplexos e confusos ele vai optar por admitir essas conclusões ao invés de e extrapolar o seu princípio de observação e experimentação dos conteúdos mentais e falar sobre aquilo que afinal de contas o filósofo empirista o filósofo qui se pauta pelo método experimental de raciocínio não pode falar então divisão do tema é logo na sequência desse capítulo onde o rio me fala sobre a origem de nossas ideias que são as impressões ele vai fazer uma divisão da seção 2 da parte 1 do e em que ele vai separar ele vai separar entre nossas impressões de
reflexão e nossas impressões de sensação de impressões de sensação e impressão de reflexão mais uma categorização mais uma distinção no âmbito da mente humana ou dos conteúdos mentais nós temos percepções que são impressões e ideias e essas impressões E essas ideias podem ser simples e complexas agora uma nova de extinção em que está no campo das impressões que são impressões dele sensação e impressões de reflexão o que rio me diz as impressões podem ser divididas em duas espécies as impressões de sensação que são Claro as nossas impressões quando Nós entramos em contato quando certas impressões
surgem nos nossos cinco sentidos as impressões táteis visuais é do gosto da audição do olfato Então essas são as impressões e sensação surgem dos nossos cinco sentidos e temos também impressões de reflexão e o que são as as primeiras Então vamos pelas impressões sensação as impressões de sensação da primeira espécie que são as essas impressões nascem Originalmente na alma de causas desconhecidas então o rio tá dizendo que nós como filósofos experimentais que nos dedicamos a observar e experimentar aquilo que está disponível para nossa mente a nossa consciência Nós não sabemos de onde essas impressões sensação
os nossas impressões de gosto de som de Cheiro de sabor e Divisão das suas impressões visuais surgem essas nascem Originalmente da alma de causas desconhecidas tão aqui o Rio está abrindo a Boa tarde para dizer que ele está ela se elas são oriundas de causas desconhecidas elas podem surgir ou dos objetos do mundo externo Pode ser que existam objetos que produzem essas impressões impressões de sensação pode ser Deus como nós vemos no caso de uma lembrança xi com meu caso do barco em que as ideias sensíveis eram produzidas corpo eram advindas da mente Divina no
caso do Brooklin e eram percebidas na mente Divina no caso do uma lembrança xi elas podem surgir da própria alma ou do cérebro Isso é isso é uma questão que está extrapola os limites da experiência porque a nosso primeiro contato o nosso ou seja o limite do da nossa experiência é uma impressão na a última e esquadrinha vamos a mente humana investigamos profundamente todos os fenômenos mentais e percebemos que a partir de uma observação cuidadosa e dos fenômenos mentais nós observamos que no limite lá no fim nós encontramos impressões simples Quais são as causas dessas
impressões simples das nossas impressões de dos cinco sentidos Nós não sabemos porque não está disponível a nossa observação pode ser o mundo externo pode mas eu não sei eu não for eu não posso falar que é um mundo externo de objetos físicos eu não posso observá-lo pode ser Deus pode também porque nós não não sou capaz de ir além das nossas impressões dos nossos sentires para ver verificar a origem de se sentir então o rio me abandona a questão de saber a origem de nossas impressões sensação então o problema colocado pelo de car existe o
mundo externo de objetos e tensos discutido amplamente pelos filósofos até o Rio me é abandonada pelo filme Simplesmente não podemos saber por que saber sobre isso não é é porque estão conhecimento que está além da experiência nós estaremos falando do que não pode ser observado do que não pode ser experimentado então as impressões de reflexo de sensação estão fora da sua origem dessas impressões Rio me está fora do Projeto Rio me ano de explicação da mente humana falar sobre a origem das Sensações das impressões sensação com todas as impressões reflexão essa assim podem ser investigadas
pelo filósofo da mente pela pelo pelo anatomista da mente que reúne ex as da segunda as impressões de reflexão deriva em grande medida de nossas ideias conforme a ordem seguinte e aqui o rio me explica como surgem as impressões a conexão na mente o primeiro uma impressão atingir os sentidos fazendo-nos perceber o calor ou frio à sede ou a fome o prazer o a dor de um tipo ou de outro ou seja nós temos em primeiro lugar uma impressão de sensação pelos nossos sentidos em seguida a mente faz uma cópia dessa impressão que permanece mesmo
depois que a impressão permanece e a qual denominamos ideia então nós temos uma impressão e sensação que surge de causas desconhecidas e uma ideia e aqui é uma cópia exata dessa impressão mas que se distingue dessa impressão por seus graus de força evidências essa ideia será mais fraca do que a impressão que a originou o perdão essa ideia de prazer ou de dor a um retornar a alma o produto novas impressões de desejo ou a versão esperança ou medo que podemos chamar propriamente de impressões de reflexão porque derivadas delas mais tarde o rio também chamar
a essas impressões de impressões secundárias porque são impressões que se originam de nossas ideias tão um muitos dos fenômenos da mente humana como as nossas paixões e as impressões reflexão são grande parte paixões ou ou ou impressões de prazer e de dor elas surgem da conseguir uma ideia é que a 67 Então veja bem temos uma impressão que atinge os sentidos nós temos uma ideia que é cópia dessa impressão e essa ideia ela pode algumas dessas ideias nos originam impressões ou seja nossos sentires nós temos sentires se nós temos alguns algum alguns sentidos que não
são sensação porque sensação e são produzidas pelos cinco sentidos então nós temos alguns sentires como desejo a versão esperança e medo e todo outra diversidade de dividir sentires que são as paixões que se originam dessas ideias que nos que estão cópias de nossas impressões sensação e como filósofo da mente como um psicólogo daqui pretende explicar os fenômenos mentais o Rio e pode e deve explicar essas impressões reflexão porque porque elas não surgem de causas desconhecidas como as nossas impressões sensação elas surgem de ideias Então e o que vai acontecer no livro todo Livro um do
tratado da natureza humana será dedicado ao estudo das nossas ideias no livro dois que é o livro das paixões é uma segunda etapa em que o rio Esse é investigar a o aspecto afetivo da mente humana ou seja investigará as paixões impressões de reflexão então muito sistematicamente a meu ver ou e muito didaticamente o rio se separa entre o livro do tratado da Natureza Humana o que será considerado as nossas ideias lembrando nosso desconsideramos as nossas impressões sensação que nós não sabemos de onde surgem é dado na experiência nós não podemos observar a origem das
nossas impressões sensação limite da experiência impressão sensação que dá origem a ideias essas assim por meio de ideias nós explicamos uma infinidade de fenômenos da mente humana nosso conhecimento por exemplo muito nossa explicamos nossa explicamos nossas crianças causais nossas crenças na existência de um mundo externo na existência de uma identidade pessoal explicamos nessas crenças por meio de ideias mais tarde depois de explicar mos as ideias do entendimento nós vamos explicar as paixões que são impressões de reflexão que são originadas essas idéias Então essas impressões de reflexão são novamente copiadas pela memória e pela imaginação convertendo-se
ideias então impressão de sensação de produz uma ideia que produz uma impressão de reflexão que também depois produz uma ideia quando o nosso p e aquele dia galho ontem eu senti uma alegria tremenda com determinada notícia que eu recebi Então aquela alegria que é uma paixão que é uma impressão de reflexão agora eu posso lembrar essa alegria e eu tenho uma ideia eu tenho uma ideia da memória dessa impressão de reflexão que surgiu de uma ideia que tem anteriormente surgiu de uma impressão de sensação tão acredito que não esteja tão confuso o modo como eu
está classificando os fenômenos mentais é uma ordem a uma sequência e o rei me inclusive de dividir o seu tratado na natureza humana de acordo com essa ordem em que essas experiências surgem na mente humana bom então essas impressões reflexão são novamente copiadas pela memória pela imaginação convertendo-se ideias as quais por sua vez podem gerar outras impressões que também podem gerar outras ideias então daqui começa a explicação dos fenômenos mentais impressão ideia impressão de reflexão ideia que gera outra impressão de reflexão e assim e sistema de percepções conectados conectados que constituem a natureza humana fazem
a nossa mente e desse modo as impressões de reflexão antecedem apenas suas ideias correspondentes mas são posteriores as impressões e sensação e Delas derivadas por meio de ideias é bom então não é o objetivo de Rio investigar a origem imediata das impressões cuja origem seria desconhecida não lhe cabe responder pela origem útil a das Sensações das nossas impressões sensação Talvez seja o mundo exterior Talvez seja Deus ou mesmo a própria mente humana podem surgir na própria alma para o filósofo essa é uma questão de Pouca importância para sua investigação visto que o estudo de nossas
Sensações cabe aos anatomistas e alce losos naturais mais usado atualmente aos filósofos naturais que auxiliam os Morais ou seja o filósofo Como o Rio está em da procura investigar a mente os fenômenos da mente humana os fenômenos da natureza humana então atomista que deve abrir a abrir o crânio investigar ou estudar o cérebro humano para ver se há alguma conexão entre Olá queridos externo seus nervos que levam que conduzem essas impressões sobre os sobre o sobre os sentidos externos até o cérebro então o anatomista pode investigar a origem na tomista que lida com os corpos
físicos anatômico e fisiológico pode investigar a origem das impressões sensação o filósofo da mente perdão o anatomista da mente como um filme e se não pode investigar não é do seu interesse em investigar é esse campo de dia estudos ele tá ele vai interessar pelas idéias e pelas impressões de reflexão que surgem dessas ideias bom então o filósofo apenas abandonar esse exame e por motivos metodológicos uma vez que seu objetivo é investigar os fenômenos mentais as operações da mente a partir de seus conteúdos a questão de saber a origem dessas das impressões reflexão não tem
lugar no projeto filosófico Rio me ano e a uma espécie de impressão da mente o entanto o jurista e filósofo pretendia investigar que é o que são as impressões reflexão que surgem de ideias são fenômenos mentais não não dependem de causas externas em último caso para para surgirem na mente Claro surgem de impressões sensação que dá origem a ideias que essa sim dão origens a impressões reflexão mas estas estão completamente abertas a observar ali disponíveis para observação E experimentação e essa assim o rio me pretende estudar e isso será objeto do livro 2 o Tratado
da natureza uma são e como as impressões de reflexão a saber as paixões os desejos e as emoções que sobretudo merecem nossa atenção que surgem em sua maior parte de ideias será necessário inverter inverter o método acima mencionado e que à primeira vista parece mais natural para explicar a natureza e os princípios da mente humana Daremos uma explicação particular das ideias antes de passarmos as impressões mas aqui as ideias e as impressões de reflexão não as impressões sensação que cabem a uma na tomista e objeto estudo atomista tão por essa razão escolher aqui começar pelas
ideias então o livro Um do tratado da natureza humana será dedicada ao estudo das ideias que são como que cópias É é quase exata sou exatas exceto pela força e vividez de impressões sensação depois de se explicar os fenômenos mentais a partir das ideias o rio me passara no livro dois do tratado da natureza humana a explicação das impressões reflexão bom então eu encerro aqui essa exposição e inicial do do projeto filosófico de Rio e ele separa então a mente humana aquilo que constitui a mente humana em perceber em impressões e ideias impressões são mais
vivas e mais fortes do que as ideias que são cópias exatas exceto Pelo Grau de força e vividez existem também ideias complexas na nossa mente que podem não ter se originado diretamente o imediatamente da nossa experiência sensível porque são fantasias que são compostas de ideias simples e essas ideias simples Sim essas ideias simples correspondem impressões simples e se originam da nossa experiência Nossa experiência sensível e o rio me por uma questão metodológica optar por começar pelo exame das ideias e só na sequência no livro 2 o Tratado de se dedicar ao estudo das nossas impressões
mas só a impressão as impressões reflexão que são as nossas paixões emoções Nossa os nossos sentires o rio um dos originados de nossas ideias