Meus irmãos e irmãs, sentem-se porque o circo fechou e o palhaço foi levado preso no camburão do Conselho Tutelar. O Miguel Oliveira, o garoto que muita gente tratava como vaso, ungido e até profeta mirim, terminou do jeito que toda a farsa termina, com delegacia de polícia, boletim de ocorrência e ficha no Conselho Tutelar. Miguel Oliveira, o garoto que virou o ícone dos memes gospel, o retrato infantilizado do meio evangélico, acaba de provar que púlpito não é parquinho de moleque e microfone na mão de criança desgovernada vira arma contra si mesmo.
Inacreditavelmente, a pastora Susana Paula profetizou que os dias de Miguel Oliveira estavam contados no Brasil. Veja os teus dias são contados no Brasil. Herói deia.
E antes que venham os defensores de plantão com ah, mas ele era só uma criança. Vamos deixar claro uma coisa aqui. Uma criança de 14 anos que sabia coagir as pessoas a dar piques de mais de R$ 1.
000, ele pode ser criança só pra lei. Ele pode ter corpinho de criança, mas tem mente de mercenário adulto. Eu vou chamar de uma vez.
É uma pessoa de R$ 1. 000. Eu creio que em nome de Jesus, eu eu tô insistindo.
A Bíblia diz: "Aquilo que pode você não faz, até o que ele quer será tomado". E eu não prego ameaça, mas nunca diga não é o Espírito Santo de Deus. Nunca diga não.
É o Espírito Santo de Deus. Vou chamar ela última vez. Essa pessoa de R$ 1.
000. Esse garoto fez muita marmotagem nos altares, se meteu em confusões por causa dos seus cultos, recebeu ameaças contra a vida dele e agora acabou proibido de pregar e até mesmo banido das redes sociais, sendo completamente preso pelas autoridades por irresponsabilidade dos adultos que o cercavam. E quando eu falo preso é preso mesmo.
Eu vou falar no decorrer desse vídeo como foi essa prisão. Toda essa situação não é só erro, é negligência. O menino virou produto e os pais que deveriam proteger deixaram esse garoto vender a alma por curtida e fama gospel.
E olha o que foi descoberto pelas autoridades não é pouca coisa não. A ficha corre solta e tem coisa ali que nem cabe noio. Do tamanho que é esse escândalo envolvendo o Miguel Oliveira.
Mas o que mais choca não é a queda do garoto, é a cara de pau dos pais e dos adultos que assistiam os cultos dele na plateia aplaudindo cada grito, cada revelamento em todo aquele teatro, transformando o púlpito em palco e o menino em mascote de altar. Isso tudo durou até que a realidade bateu na porta de forma que o camburão do Conselho Tutelar teve que buscá-lo. O fim do Ministério do Miguel Oliveira não é só o fim de uma ilusão pessoal, é o retrato escancarado da falência moral de um sistema religioso que perdeu o freio, que ignora a idade de uma criança, o bom senso e a ética e pastores vêm uma oportunidade de promover os seus cultos com esses artistas para aumentar a arrecadação de dízimos e ofertas.
Só que agora não tem mais como fugir da realidade. A conta chegou e chegou com uma prisão, uma proibição de pregar e viajar e o banimento das redes sociais. Olha, fica aí porque o negócio é forte, eu tenho muita coisa para falar, mas antes deixa o seu like nesse canal porque o like ajuda muito.
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Quem acabou fazendo o papel da igreja foi o Conselho Tutelar. Isso mesmo. Um órgão secular, estatal, ligado ao governo que não tem púlpito, não canta hino, não fala em línguas, mas teve mais zelo em retirar Miguel Oliveira dos púlpitos do que muito pastor engravatado por aí.
É triste e vergonhoso ao mesmo tempo. Isso é revoltante, porque não era para ser o estado a botar freio nesse menino, era para ser a liderança da igreja. Mas não, os que deveriam disciplinar acobertaram, os que deviam corrigir alisaram.
E no fim das contas veio o pastor dele com aquele discurso de aconselhei, mas ele não quis ouvir. Isso foi covardia, tá? Porque se tem autoridade espiritual, aplique.
Ué, esse menino não tinha o pastor Marcinho? Tinha o pastor Marcinho. Esse garoto não estava sendo bem pastoreado, não.
Porque um pastor comprometido com a palavra de Deus não deixaria o Miguel fazer as pataquadas que ele fez em cima dos púlpitos. Mas pelo que consta através de relatos de outras pessoas, o pastor Marcinho, que é o pastor do Miguel Oliveira, é da mesma laia. Aí o pastor apareceu agora dando desculpas que aconselhava, mas Miguel Oliveira não queria dar ouvidos.
Não queria dar ouvidos. Coloca no banco por seis meses na disciplina. Eu quero ver se o camarada não se apruma.
Disciplina, cuida, pastorei. Agora dizer que foi ignorado por um menino de 14 anos, isso diz mais sobre o pastor do que sobre o menino. E sabe por esses pastores fingiam que não vinham nada?
Porque a igreja lotada fala mais alto do que a palavra de Deus. Porque quando o falso profetinha abria a boca, a igreja enchia, os cofres da igreja engordavam, o envelope da campanha ficava mais pesado, entrava mais piques, mais dízimo, mais oferta nos bolsos desses pastores mercenários. E nesse jogo sujo, o menino virou moeda, virou um produto.
E quem consumia isso com gosto era o sistema podre, que chamam de igreja. Igreja que tem mais cara de feira do que casa de Deus. E é com tristeza, sim, mas sem medo de errar, que eu uso esse termo pastores mercenários, porque não tem outro nome para líder que vende o altar por views, por dinheiro e por aplauso e fama.
Se esses pastores tivessem temor a Deus, o Miguel já estaria no banco, sendo disciplinado, pastoreado e discipulado há muito tempo. Esse garoto deveria ter recebido correção e não exposição nas mídias sociais, mas como não teve quem agisse, foi o Conselho Tutelar que tomou a providência. E o pior de tudo agiu melhor do que muito pastor por aí.
Talvez alguém aí nos comentários esteja coçando a cabeça e tentando entender. Mas irmão Reinar, você tá feliz com a queda do menino? Tá comemorando que ele foi proibido de pregar?
É aqui que eu preciso colocar os pingos nos com força, meus irmãos, o Miguel nunca pregou coisa nenhuma. Ele era um papagaio de pirata. O buraco é muito mais embaixo.
Eu vou fazer um vídeo amanhã. O Miguel nunca pregou absolutamente coisa nenhuma. Aquilo não era pregação, aquilo era uma palhaçada com microfone na mão.
Aquilo era uma encenação, teatro pro povo ficar fazendo meme, debochando das coisas de Deus. Ele era conteúdo para viralizar no TikTok, virar figurinha de memes. Enquanto alguns choravam emocionados, quem tinha discernimento chorava de indignação.
Porque o que o Miguel fazia em cima do altar era pataquada para virar meme na boca dos ímpios e dos ateus, jogando o evangelho na lama e fazendo até os ateus da gargalhada em cima da nossa fé. Era o tipo de pregação que quando termina o céu não se alegra, mas a capetaiada aplaude de pé. Então, sim, estou satisfeito e não escondo isso, porque ver uma farsa ser desmascarada é motivo de alívio, principalmente quando essa farsa tem prejudicado a imagem do evangelho diante de milhões de pessoas.
E para deixar claro, tá? Eu não sou contra jovens se envolverem na obra de Deus. Agora, um menino de 14 anos rodando o Brasil como se fosse um apóstolo da última hora.
Isso é loucura, tá? A criança tem que estudar. obedecer pai e mãe, ser discipulada com seriedade e não ser jogada aos leões por pastores famintos por dinheiro.
Miguel foi mais usado do que enviado, mais explorado do que levantado. E o resultado tá aí agora que o brinquedinho estragou, né? Ninguém quer ser o dono, mas a verdade está exposta.
E é aqui que a gente precisa botar o dedo na ferida sem dó. Porque uma criança de 14 anos não tem estrutura física, emocional, espiritual e nem sequer discernimento básico para estar rodando o país como se fosse apóstolo do fim dos tempos. E não adianta vir com esse papinho de deixa Deus usar, porque Deus não é irresponsável.
Deus não lança criança no meio de lobo. Quem faz isso é pastor carniceiro, pai omissa e sistema doente. Quer ensinar a criança a amar a palavra de Deus?
Ótimo. Quer deixá-la falar de Jesus? Maravilha.
Mas dar microfone e púlpito para um moleque que se colocava como pregador itinerante, um adolescente que ainda nem sabe lidar com crítica, isso é jogar na fogueira, isso é sacrificar Isaque sem a ordem do céu. E mais, não é só a idade que pesa, não, é o conteúdo, porque o que esse menino faz no altar não é pregar, é encenar. É uma performance teatral disfarçada de unção.
É uma mentira descarada sendo engolida por crente sem filtro espiritual. e vamos ser direto esse negócio dele, parar a pregação e dizer: "Ah, tô vendo um anjo entrando pela porta da igreja", é uma das maiores farças do evangelicalismo brasileiro moderno. Porque quem realmente viu um anjo de verdade, e eu tô falando de homens bíblicos, tementes, consagrados, eles mal conseguiam ficar de pé.
Daniel, homem de oração, de jejum, de renúncia, quando viu um anjo, quase morreu de susto, ficou sem forças, caiu com o rosto no chão. Aí vem o Miguel Oliveira com a maior tranquilidade, a cara deslavada, no meio de um culto, dizendo que o anjo tá caminhando do lado dele, que tá passeando ali, que tá subindo no altar e ninguém tem um pingo de discernimento para perceber que isso é uma mentira deslavada para comover a plateia. Não, meus irmãos, isso não é espiritualidade, isso é espetáculo de quinta categoria.
Se realmente tivesse um anjo do lado dele, ele não terminava nem a frase. Ele já estava estirado no chão, sem fôlego, como todos os homens da Bíblia que viram anjos se manifestar. Mas ele representa bem, ele é um ator, porque é isso que ele é, um personagem.
Ah, irmão Carlos Reinar, você não acredita que as pessoas podem ver anjo? Eu acredito sim, meus irmãos, e eu já vi. Mas vou dizer uma coisa, quando eu vi, eu trem da cabeça aos pés, parecia vara verde no meio do temporal.
Eu não tive força nem para levantar o olhar. Agora vem esse Miguel Oliveira no auge dos seus 14 anos, no meio do culto, interrompe a pregação para dizer que o anjo tá entrando pela porta da igreja como se fosse um garçom entrando com uma bandeja na mão. E o povo, ao invés de se assustar com o tamanho da marmotagem, aplaude.
Isso aí não é visão celestial, isso é mentira descabida, é manipulação para mexer com a mente das pessoas que estão ali. Toda pessoa que tá manipulada emocionalmente na igreja, ela abre a carteira e a bolsa e solta dinheiro no coador da oferta com gosto. Isso é teatro montado para cima de um bando de crentes que perderam o temor a Deus e viraram fã clube de teatro de igreja.
E o mais grave, sabe o que que é? É pastores que apoiam isso ainda chamam de avivamento. O sujeito tem que ser muito irresponsável ou muito carente de plateia para colocar esse menino para pregar no altar.
Me perdoa, mas se você faz parte de uma igreja que dava o púlpito pro Miguel Oliveira, começa a suspeitar da seriedade espiritual do teu pastor. Porque pastor que abre espaço para esse tipo de circo, não tá defendendo a fé e nem o evangelho, tá vendendo o altar. E diante disso tudo, as autoridades tiveram que intervir.
Convocaram os pais, convocaram o tal pastor Marcinho Silva, que é o pastor do Miguel Oliveira, determinaram que o menino voltasse paraa escola, porque até isso estava sendo negligenciado. As autoridades descobriram que nem na escola o Miguel tava indo. Aí vem esse tal de pastor Marcin que dizia ser pastor do Miguel Oliveira em nota pública, dizendo que sempre incentivou o menino a voltar paraas aulas.
Incentivou. Incentivar não é o bastante quando você vê o moleque virando produto de culto. Tem que botar limite, é barrar, é cuidar, mas agora é tarde, né?
A máscara caiu e a vergonha é coletiva. Esse pastor que se diz pastor do Miguel Oliveira, vem dar explicação só agora. Agora que o Conselho Tutelar entrou botando o pau para quebrar, ele só veio a público porque a bomba estourou, né?
Porque os olhares das autoridades se voltaram pra vergonha que virou, né? Esse ministério mirim. Me desculpem, mas isso é omissão, tá?
Eu não conheço esse pastor Marcinho, mas eu tenho informações e amanhã eu vou fazer um vídeo e eu posso afirmar sem medo. Ele pastoreou muito mal o Miguel. Porque se esse menino tivesse sido cuidado e pastoreado por alguém que realmente teme e conhece a doutrina, que entende o que é o altar, que sabe a seriedade de um púlpito, jamais teria deixado esse menino sair por aí, fazendo toda essa pataquada em cima dos púlpitos, envergonhando o nome do evangelho.
E o que a gente viu foi um menino se transformando em atração itinerante, tratado como mascote em espetáculo, enquanto seus guias espirituais ficavam inertes, sem fazer nada para proteger a moral desse menino, tá? Isso não é pastor, isso é conivência, não é zelo, é abandono. Pastor que ama, ele protege, corrige, repreende e forma.
Agora, o pastor que deixa uma criança virar piada nacional, só pode estar mais preocupado com si próprio ou com o próprio bolso do que com a salvação das almas. E o mais grave, quantos outros Miguelzinhos estão sendo formados nesse exato momento por esse mesmo sistema, nesse mesmo modelo, com os mesmos erros. É uma fábrica de escândalo alimentada por púlpitos sem coluna, aonde a ganância dos pastores por dinheiro pesa mais do que a responsabilidade com as almas.
Então, antes de virem querer limpar a barra com o comunicadozinho, era bom ter limpado o altar com a verdade, mas preferiram esperar, né, as autoridades seculares agirem, porque a igreja, nesse caso, se calou até demais. A coisa só explodiu de vez quando Miguel resolveu fazer mágica com papel no meio do culto, rasgando umas folhas escritas a caneta com a palavra câncer e dizendo na maior caravada que estava curando o câncer de uma mulher ali na frente do altar em tempo real, arrancando a leucemia dela, pneumimunista, sei lá mais o quê, como se fosse um tipo de cirurgião celestial. E o povo em volta, aplaudindo, chorando, filmando, como se estivesse presenciando um milagre quando na verdade estavam diante de uma encenação grotesca.
E o pior é que a própria mulher depois veio a público e falou, tá, que ele pegou as folhas, escreveu o nome das doenças que ela tinha e rasgou. E ela não foi curada coisa nenhuma. Ela tá fazendo tratamento do câncer ainda.
Se ela tivesse sido curada pelo Miguel Oliveira, ela tinha saído do tratamento. Não deu outra. As pessoas nas redes sociais se levantaram contra o Miguel, cancelaram o menino.
Tinha uma galera que estava se organizando em grupos da internet para atacar o Miguel após os cultos. Os pais foram na delegacia, fizeram boletim de ocorrência e as autoridades entraram em ação e o Conselho Tutelar foi direto nos pais e no pastor porque ali já tinha virado caso de exposição de menor abuso espiritual e fraude emocional. Agora vamos deixar uma coisa clara aqui entre nós.
Eu não apoio ameaça contra ninguém, nem contra um falso profeta. Isso aí é covardia e é crime. Mas o que eu também não posso fazer é passar pano.
Porque isso que o Miguel fez não foi só heresia, foi brincar com a dor alheia, foi zombar da fé. simples de pessoas que têm câncer de verdade, que estão em hospitais, que estão orando por um fio de esperança. E o pior é esses pastores permitirem o moleque fingir uma cura milagrosa.
Isso é algo inadmissível. E quem permitiu isso? A liderança frouxa, os pais omissos e uma plateia que aplaude qualquer coisa desde que tem emoção envolvida.
Isso não é evangelho, isso é circo. E o preço dessa palhaçada agora está sendo cobrada, tá? E sabe o que as autoridades descobriram no meio de todo esse escândalo?
que o Miguel não estava nem estudando direito. E estudar não é favor, é obrigação, é dever do menor, é dever dos pais garantir isso com pulso firme. Mas pelo visto, ninguém ali tinha pulso firme para nada, nem o pastor dele e nem os pais.
Os pais não cobravam, o pastor fazia vista grossa. O resultado foi esse adolescente de 14 anos, sem preparo, sem estrutura, sem proteção, pegando avião sozinho, cruzando o país como se fosse um missionário veterano e fazendo pataquad nos públicos. Isso é uma barbaridade.
É o tipo de negligência que deve ser responsabilizada. E quando a liderança espiritual falha, quem tem que entrar são os órgãos públicos. E o Conselho Tutelar, longe de perseguir o menino, ao contrário, está o protegendo, agiu corretamente.
Fez o que os pastores frouxos não fizeram. O Conselho Tutelar cortou a farra do Miguel Oliveira e protegeu o garoto, porque com o tamanho das polêmicas, as ameaças começaram a surgir e era questão de tempo até que o menino saísse de um culto e fosse recebido na rua com paulada. Agora o Miguel Oliveira tá preso porque ele não pode mais viajar, não pode mais pregar, as agendas foram canceladas, ele está determinantemente proibido de acessar redes sociais, então ele está literalmente preso por essas circunstâncias que são consequências daquilo que ele mesmo plantou.
E não vem com esse discurso mole que isso é perseguição, não. Perseguição seria se tivesse calado um profeta verdadeiro e fiel a Deus. O que fizeram foi intervir num circo aonde o palhaço era menor de idade e os donos do picadeiro se faziam de cegos.
O Conselho Tutelar interveio porque o garoto estava em risco real, estava em risco emocional, físico e espiritual. E agora eu quero saber de você, qual é a sua opinião sobre esse triste fim da jornada do Miguel Oliveira nos púlpitos do Brasil? Escreve aqui nos comentários abaixo.
Deixa teu ponto de vista com sinceridade, porque por mais que a queda do Miguel Oliveira tenha sido consequência de muitos erros acumulados, ninguém aqui quer o mal dele. Ninguém quer o desmantelamento da vida dele. É que é um menino.
Triste fim, sim, porque envolve um adolescente que foi empurrado para um palco que o sistema chama de púlpito. Sem preparo, sem respaldo, sem direção e sem pastoreio. Mas também pode ser, quem sabe o começo de um recomeço.
Quem sabe o Miguel decida trilhar o caminho certo com arrependimento, juiz e temor ao verdadeiro Deus que ele dizia servir. E você, o que acha? Será que ainda há uma chance de Miguel se levantar do jeito certo, dessa vez alicerçado na palavra de Deus e não na fama?
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