Salve salve família, eu sou o Rei Dias e este é mais um Tiktal podcast na moral e só vai. E ó, é o seguinte, ela é psicóloga, neurocientista e ajuda as pessoas a resolver os seus problemas. Especialistas em comportamento humano. Ana Cláudia Zani, mais conhecida como a Vé da Porche. Uma salva de palmas, galera. >> Até me arrepiei. >> Hoje vai render. >> Vai. >> Eu falei para você que o Hoje >> você tá com o carro aí, seu carro? >> Eu tô com o meu carro. >> Então tá bom. Vai render mesmo. Você vai
depois sair daqui? >> Vai. Vamos sair daqui. >> Vamos na marginal. >> Marginal. >> Nós vamos ser presos. >> Então, já viu. >> Tá bom. >> Ana Cláudia, é uma honra. Satisfações. >> Ana, lembra a gente combinou, esqueceu. É, é. Vamos só de Ana, Ana Cláudia não. E Reinaldo também não. Só de rei. Só rei e Ana. >> Rei e Ana. Fechou. >> Reiana. >> Reiana. Então, >> quase Riana. >> Quase Riana. >> Ó, >> quase bateu ali. >> Entendi. >> E a gente vai falar sobre alguns assuntos e eu já vou logo para para
um assunto que tá é o bom do momento. >> Hum. >> A questão das bets. Qual o perigo das bets? >> O mais engraçado foi quando eu descobri a Bet, né? que eu achava, jurava que era minha vizinha, que é a Bet, né? >> Bet balança, também tem tudo. >> Também, juro por Deus, meu filho falou Alguma coisa de Bet, eu falava: "Cara, mas que que tem a vizinha?" É, qual que é a pergunta mesmo? Que eu >> Qual Qual o perigo das bets? Aí são várias Bets, >> tá? >> E aí a gente quer
saber o perigo dela. Uma delas era sua vizinha que você achava. >> Minha vizinha era um anjo, coitada. Já até morreu. >> E não era envolvida nas bets. >> E era Bet. Era Bet. Nem balança. Ela era. >> Era Bet só boazinha. Só, mas assim, né, vamos pensar sobre isso. Eu acho que como tudo que tem no mundo, se a gente for olhar tudo que faz mal, aí vai ser difícil controlar as coisas, né? Porque bebida faz mal, eh, a velocidade faz mal, tudo em excesso faz mal, comida em excesso faz mal. Então assim, ah,
é como uma vez eu atendi uma mãe que ela tava desesperada, Que o filho dela jogava muito videogame, né? E no começo, quando o videogame começou a ficar mais popular, entrou na casa de todo mundo, tinha muita gente apavorada com isso. E por quê? Porque as pessoas não sabiam que era e se atrapalhavam muito com isso. Então, a gente não pode nunca eh primeiro menosprezar algo que pode viciar. Isso é a primeira coisa. E existe uma coisa que eu falo em todo lugar que eu vou que chama arrogância humana. Arrogância Humana é assim: "Eu vejo
que o outro se ferra com alguma coisa, mas só acontece com o vizinho, comigo não." Então isso é uma arrogância humana. Todo mundo sabe que qualquer situação dessa pode viciar. Então, usando com moderação para mim não tem problema nenhum como qualquer outra coisa. Então não adianta eu falar: "Não, Bet é péssimo, tem que sumir da vida". Porque o jogo existe desde muito tempo. Tem o bingo? Ainda existe bingo hoje em dia que me falam e Real. Uma vez eu tive até que buscar uma cliente no bingo que era, por Deus, ela tava ali, ela não
conseguia sair dali. Eu tava trabalhando com ela. Exatamente isso. Então o que que acontece com uma pessoa que vicia? Ela vai menosprezando o vício. Por para você viciar você tem que ir todo dia insistindo. Você vai vai subindo o grau da do uso de qualquer coisa. Então quando a pessoa percebe, ela já tá toda enrolada. Mas não dá para dizer que ela não sabia que isso era Possível de acontecer, porque não tem uma pessoa que é isenta disso. É usar é qualquer, se eu começo a usar cocaína, ah, divertido, ah, é bacana, tá? Ninguém fala
que a droga é ruim. Aliás, a droga ela é boa porque senão ninguém usava, mas ela é ruim. Por quê? Porque ela atrapalha a tua vida. Ela ela vira, todo mundo fica igual, todo mundo que que vicia em algo vira produto daquilo. Então meio que é resposta, é automático. Isso é porque é ser humano, porque tem As circuitarias que vão dando prazer, né? Quando eu falo circuitaria, eu tô falando de cérebro e aí vai dando prazer, vai e aí tem as desculpas que te jogam para esse lugar. Então essa minha cliente, por exemplo, ela dizia:
"Nossa, hoje eu acordei com o número da sorte". Hoje eu tenho certeza que eu vou ganhar. Não, isso é a gente mesmo que se convence de fazer qualquer coisa. O ladrão se convence a roubar. A pessoa que usa qualquer coisa, a bebida, vamos Pensar uma coisa simples. A bebida, se a mãe morre, vamos beber. Se a mãe ganha um prêmio, vamos beber. Se eu sou promovido, vamos beber. Se eu É tudo, tudo é bebida. Então, aí a pessoa fala: "Ah, eu só uso recreativo, tá? E o quanto você tá querendo ficar recreativo todo dia?" Uma
vez eu atendi um cara que ele foi para uma balada e ele queria usar uma droga lá, bala, sei lá, não sei qual que é a êxtase. E aí ele eh falou: "Nossa, Foi muito legal e nanã, mas é perigoso isso, né, Ana?" Aí eu falei: "É, é porque assim, você tá você tá trazendo uma droga pro seu sistema nervoso central que adultera senso de percepção?" Sim, é por isso que você fica na vibe da droga, porque é químico. E aí, eh, quando eu vi, ele falava, ele falou para mim assim: "Depois de 15 dias:
"Ah, eu vou em outra rave". Nunca foi em rave na vida. Aí eu falei: "Nossa, que curioso, mas você gosta de De raiv porque você não tinha me dito que gostava." Não, não. Eh, eu não, eu realmente não gostava, mas agora tá divertido. Eu falei: "Por quê?" Eu falou: "Não, porque é legal o clima". Eu falei: "Não, porque você tá, é o lugar que você usa o que você usou". É isso? Ele falou: "É". Aí corta. Eu falei: "Então, só toma cuidado. Passado um mês, ele já tinha ido em cinco raives." Eu falei: "Amor, tu
tá se sacaneando e não tá percebendo?" Não, mas eu tenho Super controle. Não, não, não tem, né? Porque você já tá, você não gostava, agora você descobriu, agora você tá indo cinco vezes. Não, não faz sentido. Então é isso que eu falo, as pessoas vão se deixando levar e vão criando as frases de efeito para ela mesmo, para se convencer a fazer uma coisa que vai destruí-la. Então assim, tem que ter, tem que ser tudo, tudo tem que ser com moderação e equilíbrio. >> Significa assim, fazendo analogia, é Justamente o cérebro ele vai captando uma
zona de conforto na qual você teve um prazer e e se iludir. >> É que é que assim, ó, vamos pensar, eh, é óbvio que na hora vamos fazer uma analogia com o cara que tá pedindo esmola no farol. O que que quer dizer isso? Isso chama condicionamento operante. O condicionamento operante, a gente faz isso com o rato dentro do laboratório. Eu privo o rato 4 horas. Isso não fui eu Que privo, tá? Tipo assim, o teste é você priva ele 4 horas de água >> e você coloca ele dentro de uma gaiola. E essa
gaiola tem até o nome que quem conseguiu mostrar isso foi Skinner. É, chama tanto que chama caixa de Skinner. Você coloca ele dentro dessa desse lugar e aí ela é fechada e ele só olha você. E o que que você quer que o rato faça? Primeiro que a hora que ele entra naquele ambiente, ele sente a presença da água. Onde tá a água? Embaixo da Gaiola, chama caixa de skinner, tá? Tem um água, um recipiente de água embaixo. Então ele sente a presença da água, só que ele não sabe onde tá. E aí o que
que eu quero que ele faça? Eu quero que ele faça, coloque as duas patas numa barra que tem aqui na lateral da caixa e eu quero que ele pressione com as duas patas. Eu quero que ele pressione e quando ele pressionar eu vou dar um reforço positivo para ele, que é uma gota de Água. Só que é fácil isso, não. Ele tem que cheirar, ele vai pôr a pata em todo quanto é lugar. Quando ele encostar desse lado, eu aperto um botão, ele tem uma gota de água. Tem rato que que é mais ligeiro, já
entende que a água tá desse lado. E tem rato que pegou a gota, mas continua desespero. O desespero continua e até eu conseguir que ele coloque a pata. Quando ele percebe isso, depois de um certo tempo de Condicionamento, que tá ligado à modelagem, que que é modelagem? Eu tô modelando o comportamento do rato porque eu quero que ele faça isso no quando a gente pensa em qualquer tipo de situação. Por exemplo, o cara que tá no farol, o cara tá no farol, ele tem capacidade de ser mais que aquilo? >> Sim, >> sim, >> ele
tem. Tá cheio de ONG, tá cheio de lugares que ajudam essas pessoas a Conseguirem cursos e estágios e etc. Tá cheio. Mas ali o que que acontece? intervalos intermitentes. Quer dizer, ora sim, ora não, ele ganha um reforço positivo. É igual o rato. E todo jogo, toda a droga é a mesma coisa. Então, intervalos intermitentes de tempos em tempos se tem um reforço positivo, o que faz com que a pessoa se condicione a ficar naquele lugar. Você entende? Só que é miserável, é medíocre, porque coloca a pessoa num Limite, ela pode usar às vezes ninguém
tá aqui, não é tipo, vamos acabar com tudo, não é isso. Não adianta acabar com tudo. A pessoa tem que se conhecer, entender como é que a mente dela funciona e trabalhar isso a favor dela. Eu não não tenho que tirar as coisas que tem no mundo, eu tenho que me organizar, porque o meu mundo tá aqui dentro. Nós todos somos únicos no mundo. A prova disso é é a é a como é que chama isso aqui, gente? A de Obrigado. É única no mundo. >> Sim. >> Então, se somos únicos no mundo, somos todos
nós somos um mundo. Cada um é um mundo. Então, eu tenho que conhecer meu mundo. Eu tenho que conhecer o que me serve, o que não serve, como é que eu controlo, como é, o que que me desequilibra, qual é a minha ameaça, qual que eu onde eu me perco. Quem nunca errou? Quem nunca se atrapalhou? Né? Eu achei fantástico a sua explicação e eu queria complementar justamente nessa questão. Eh, quando você fala de o do cérebro, ele tem a recompensa ali nas apostas >> Uhum. >> E o que eh qual a estratégia que é
usada pra pessoa parar? >> Primeiro ela tem que conhecer isso que eu falei, >> tá? para ela entender que o cérebro dela ele vai operar sempre por reforço Positivo. Então, se eu faço uma coisa e eu tenho algum ganho, óbvio que todo mundo gostaria de ficar só ali. Eu adoro torta de morango. Se pudesse, eu comeria a torta de morango o dia inteiro. Só que qual é a consequência de eu comer a torta de morango? Várias. Eu posso ter diabetes, eu vou engordar, vai acontecer um monte de coisa. Então eu tenho que entender que o
doce para mim, até porque meu pai morreu por causa da diabetes, eu tenho que entender que eu tenho um Problema neste lugar e uma herança e eu tenho que cuidar. >> Sim. >> Então eu tenho que ter essa consciência de controle e não esperar que as pessoas me controle ou proíbam ou qualquer coisa, porque não faz sentido. Então essa é a primeira coisa. Eu preciso entender quem eu sou. Então, é, eu sempre falo, é um treino de autopercepção. O Eita, que é o que eu te falei, que é Um contato de WhatsApp, para você ter
uma ideia, que foi o que eu inventei, que é uma circuitaria de solução, né? Um neurônio conversa com outro, faz uma circuitaria, um circuito e te gera uma solução. Isto é um treino que se faz a partir das perguntas que eu elaboro, conforme a resposta da pessoa. Por que que eu tô falando dele? Porque o qual é a premissa dele? O eita é uma sigla que é elevar a inteligência a treino de autopercepção. Porque as pessoas elas só Vivem, elas não percebem que elas que elas têm capacidade de se autorregular, mas para ela se autorregular
ela tem que se perceber. Então, como é que eu me percebo? Fazendo pergunta para mim. E quando eu não sei fazer pergunta para mim, eu só sou reativo, que que eu tenho que fazer? O, ele ele vem para isso, para justamente ajudar você a se conhecer, fazendo perguntas para você criar circuitaria de solução e a partir do momento você vai Ter controle sobre a sua vida. Então ele é treino de autopercepção. >> Deixa eu te perguntar uma coisa, Ana. A pessoa ela perdeu o controle, >> tá? Se atrapalhou, >> tá? Se atrapalhou, >> se afundou
na lama, >> nas bets? Eh, enfim, a gente tá falando mais de Berts, mais no álcool, nessas analogias que você colocou, a pessoa perdeu o controle e aí geralmente quando a pessoa ela perde o controle, você vai Passar melhor essa visão. Ela fica cega ou ela não quer escutar e não quer enxergar. >> Não é que ela fica cega, ela fica condicionada, >> tá? Então ela fica condicionada e aí o que acontece? A família pode intervir nesse processo, porque aí você falou do Eita, >> tá? Então falar, olha, ele não quer, ele não quer ajuda,
mas precisa, porque quem tá em volta tá sendo atingido. >> Aí depende. É isso que eu te falo. Por exemplo, eu quando eu me formei, eu quis conhecer o pior da humanidade e eu fui na delegacia da mulher, fiz um estudo eh de por observação e até entrevista sobre violência. Mapei a violência. Eu fui na no hospital psiquiátrico e o que que eu achei no hospital psiquiátrico? gente como a gente que se atrapalhou, transbordou e a família interviu. Então, a família ela só vai fazer a intervenção quando essa pessoa se perdeu Muito, porque ela tá
colocando todo mundo de certa maneira no prejuízo. Ela pegou o cartão da pessoa, tem que ter algum tipo de situação onde realmente respingue nos outros. Respingou nos outros, aí cada família é uma família. A família pode intervir? Pode e em algum em algumas situações até deve, mas até chegar neste lugar a pessoa pode se autorregular. É por isso que eu tô te falando. Primeira primeira coisa que a pessoa Precisa entender, não menospreze o poder de qualquer situação que te que vai levar você a se perder. E quando eu falo qualquer situação, é pornografia, é bebida,
é bet, é qualquer coisa que te dá um prazer imediato. >> É revoada em excesso, tudo em excesso, balada em excesso, exesso. >> Tudo em excesso. O, olha só, vamos pensar na palavra transtorno. O que que é o transtorno? O transtorno, O nome já diz, ele transtorna a sua vida. Então, transtorno de ansiedade. A pessoa fica ansiosa a ponto dela não conseguir falar em público. Ela começa a perder oportunidade porque ela tava na empresa, ela tinha que fazer uma palestra e ela não conseguiu porque ela ficou ansiosa, ela teve uma crise de ansiedade. Então isso
é um transtorno. O transtorno ele transborda. Quando ele transborda no corpo físico da pessoa, a ponto dela não conseguir mais fazer o Que ela deveria fazer, ela, isso é uma doença, instalou uma doença. Então, o transbordo do transtorno é exatamente paralisa a vida dela. Agora, eu preciso chegar neste nível de situação. Se eu tiver um episódio disso, eu já tenho que ver que eu tô fazendo alguma coisa em excesso. Então, o excesso ele gera o transtorno que gera o transbordo e paralisa a minha vida. E por que o cérebro faz isso? Porque o cérebro ele
existe para nos Proteger. Ele tem todos os recursos para nos proteger. Agora, ele faz isso porque ele entende que esta pessoa não conseguiu lidar com os próprios anseios, com os próprios desejos, com as próprias escolhas. Então ele adoece emocionalmente para justamente transbordar, porque na hora que transborda alguém do grupo vai acudir essa pessoa, porque essa pessoa, porque o cérebro dessa pessoa entendeu que ela não tem recurso de Enfrentamento, ela não conseguiu se controlar, porque não existe um ser que abduz a gente e põe a gente para fazer coisa, não tem. Então, mas tem um cérebro
que cuida do sistema e entende que o consumo daquela pessoa de ela se perdeu na quantidade ou seja do qualquer qualquer coisa que fez ela se perder, perdeu a capacidade de se autorregular, ele vai gerar. Então, doença emocional pro cérebro é um recurso quando essa pessoa não tem Recurso de enfrentamento diante das coisas que ela escolhe e vive. E por que que ela escolhe uma coisa que leva ela a isso? Porque existe o menospreo sobre qualquer tipo de de consumo de coisas e de situações. >> Você tem algum relato, Ana, sobre a questão dos alcoólicos
anônimos quando eles vão para para buscar ajuda ou tem essa sociedade que vai lá e resgata? Como é que funciona? Não é muito louco que assim as pessoas acham, existe uma Consciência de qualquer pessoa que acha que o alcólatra acorda alcólatra. É impressionante. Ela não, as pessoas não percebem que o alcólatra, ele só se torna alcólatra justamente por porque ele vai se condicionando e ele vai se perdendo no controle disso e e ele mesmo se convence a fazer isso. Por isso que eu falo arrogância humana. Então, ah, eu adoro rap hour. Rap, olha o nome,
rap hour. Quer dizer, a hora mais feliz do dia é a hora que você tá Lá bebendo. Já tá a construção já tá errada da frase. O cérebro funciona por conceito e significado. Que quer dizer isso? É tudo comando de voz. Na hora que eu coloco que a rap hour é quando eu tô bebendo, todo o resto ele entende porque ele funciona por parâmetro. Então se aquela hora que eu tô bebendo é a hora feliz, todo o resto é a hora triste. >> Que ali é recompensão, mas é parâmetro. Só sei que o bonito existe
porque tem o feio. >> Eu só sei que o gordo existe porque tem o magro. >> Eu só sei que a rap hour existe porque tem a hora triste. Só que se eu ponho aquela hora como boa e legitimo, naquela hora que é feliz eu tô bebendo, óbvio que ele vai querer ficar feliz toda hora. E aí o que que acontece? Aí eu começo a beber o tempo inteiro. A que que custa parar no posto, pegar uma cervejinha? É sempre autoconvencimento com essas frases que vão levando essa Pessoa no final do dia, no depois de
um ano consumindo quase que todo dia, vira alcólatro todo dia. Então começa a não só um vinhozinho com com a massa. Agora vão comemorar, né? Afinal de contas o Palmeiras ganhou, um exemplo, ou vão ou porque o Palmeiras perdeu ou porque o Vasco gan X. Então assim, você percebe, eu posso pegar do mundo, quem narra o mundo para mim sou eu. Então sou eu que ponho o texto no que eu enxergo. Então sou eu Que leio a minha vida a partir da minha lente. Por isso que chama visão de mundo. É a minha visão, é
a minha interpretação do mundo. Então eu me convenço a qualquer coisa. Agora eu eu achar que eu não vou virar o cólatra é uma arrogância humana, você entendeu? Então isso é em qualquer coisa. É em qualquer coisa. >> Se a gente for analisar, voltando pras bets, deixando mais leve, que a gente já falou de muita coisa aqui, né? Drogas, Tal, >> eh, os jovens são mais vulneráveis. >> Hum. Eu tava falando do jogo, deixa eu só voltar na história do jogo. >> Eh, quando o jogo, né, veio o videogame, as mães realmente elas tinham muito
medo do do da criança ou do jovem ficar ali o tempo inteiro e esquecer do resto. E aí é a hora que eu falo: "Tudo é equilíbrio, só que o jovem ele tá na condição de alguém que tá criando ele." Saiu uma pesquisa recente que o Adolescência vai até os 23, 24 anos. Quando 23, 24 anos é a última circuitaria ativada dentro do cérebro, que é frontal, que é tomada de decisão com perspectiva de futuro. Então o o jovem não consegue perceber decisões que vão impactar o futuro dele. Logo, esse jovem está dentro de uma
família e esta família tem a obrigação de ajudar este jovem a se autorregular. Então não é que eles são mais propensos, eles não têm a circuitaria de tomada de Decisão com perspectiva de futuro. É como se não houvesse amanhã. Então eles fazem hoje qualquer coisa, bebe muito, faz tudo, etc. Porque como se não houvesse amanhã. O que que a família tem que observar? Que grupo que meu filho tá inserido? Quem são os amigos dele? Qual o comportamento dele mudou? Mas mudou como, né? Ele tá bebendo mais, ele tá usando droga e tal. A família tem
que ter um interesse sobre aquele jovem. Agora, a família que só ou qualquer Pessoa que achar que o jovem é mais propenso, no final do dia. Sim. E por quê? Como criança, você der uma bala para uma criança, ela vai comer. E se essa bala tiver com alguma coisa contaminada? Então agora quem tem que tá olhando é a família. >> O a a questão saiu também um documentário da maconha, né? alguns estudos que a gente tava falando recente. Eu sei da esquizofrenia. É isso. >> É, não, porque o cérebro está falando de 24, né? 23,
24. Então, quem faz o uso da maconha logo cedo pode ter algum problema também, porque o tá formado. É alguma coisa assim. >> É porque sim, a gente tem três podas de neurônios no decorrer da vida e uma delas é na adolescência. Então, imagina, a pessoa tá usando já qualquer tipo de droga. E ainda ela vai ter uma poda de neurônio. Quer dizer, a gente nasce com Uma quantidade absurda de neurônio, que é comunicação do cérebro, aonde tem, quando eu falo neurônio, toda célula especializada é um, né, acaba sendo um neurônio. Eh, a criança precisa
dessa reserva porque o cérebro não sabe o quanto vai usar disso. Aí quando faz o que precisa ser feito na na logo que nasce depois até os dois anos tem uma primeira poda e depois na adolescência tem uma segunda poda e depois tem outra poda. Então Veja, nós estamos falando de vai gerar algum tipo de prejuízo, porém o prejuízo é imediato? Não. Onde que a gente mais vai precisar disso? na velice. Então o a coisa acontece aqui, mas vai dar um problema lá na frente, onde eu menos tenho condição de ter o problema. Então o
que que as pessoas precisam entender? que primeiro a maconha. A maconha ela, se alguém tiver alguma tendência na família ou uma na genética, uma predisposição a qualquer tipo de Doença emocional, a maconha pode desencadear, por exemplo, a esquizofrenia. A pr a esquizofrenia, uma vez que você usa a maconha, você já vai pro outro lado. A esquizofrenia se cinde com a realidade. É uma fenda. Já não é, você já não tá mais nesse mundo. Agora você foi para um outro mundo >> e não volta. Não volta, não volta. >> E aí a pessoa tem que ficar
medicada, controle. >> Aí é um inferno, é um saco. Então assim, Se eu já sei que isso acontece e na minha família tem gente que tem doença emocional, por que que eu vou usar? Você vê uma pergunta. Por que que eu Por que que eu vou usar? Porque é legal. Porque você vai você entende? >> Você vai você vai você vai se colocar em risco. >> Pois é. É porque, >> então isso eu tô falando da maconha, porque eles começaram a ver muito casos De jovens que que chegavam no hospital já meio perdido e aí
quando eles iam ver, tentar entender o que aconteceu, a maioria que aconteceu isso foi porque usou maconha. >> E a galera fala: "Não, foi só uma bed trip, não, a parada pode ser muito mais além". >> Pode ser muito mais além. Agora, gente, uma coisa importante aqui, isso aqui é um um sistema central. A gente vai fazer coisas para detonar. É, é igual entrar num avião e jogar água nos controles. É muito camicaz, entende? É muito doido. Não, para mim não faz o menor sentido você eh escolher alterar senso de percepção. Ah, porque é legal.
Beleza. Eu tenho um caso de um cara que começou a usar êxtase e transar. Então, toda vez que ele ia transar, ele usava êxtase. Sabe o que aconteceu? Ele teve um problema no coração, ele não podia mais usar o êxtase, o êxtase e ele não Conseguia mais trosar. Por quê? Porque ele levou a transa numa outra perspectiva pro cérebro que aquilo ali que ele fazia antes uso disso já não. Então assim, ele ele acabou com a ele fez uma escolha achando que ele tava uh ele acabou com a própria graça. >> E falando aqui da
da questão da esquizofrenia, eu queria que você relatasse, Ana, pra gente >> até pro público do do Tikital entender melhor quando a gente fala Esquizofrenia, você colocar algum o o que seria a esquizofrenia em si. A esquizofrenia, ela tá ligada a um padrão de é uma doença, ela tá ligada, ela não é reversível, ela é controlada, mas a pessoa já não consegue fazer coisas que ela fazia normalmente com tranquilidade, coisas cumprir cumprir horário, acordar no horário, fazer as coisas, entrar no mundo. Ela não se adequa mais a esse mundo, porque ela cria, quando eu falo
Síndico, a realidade, imagina a realidade. Que que é a realidade? >> É o nosso mundo paralelo. Ah, sim. é o nosso dia a dia, a nossa ordem das coisas, etc., tal. Quando essa pessoa ela cinde, ela cria um mundo dela. Então, o esquizofrênico, ele vive dentro do mundo dele, no tempo dele, na configuração dele, nas coisas dele. Então, é um problema. >> Tem vários tipos de esquizofrenias, os graus também, tipo assim, ah, tem grau, Então >> tem inclusive uma que acomete na chama herberfêmica, se eu não me engano. Ef, eu não lembro o nome, mas
acontece na adolescência. O cara tá normal, mas se ele colocar um pensamento da Bad Trip, ele passa mal. >> Não, não é pensamento. Precisa ter uma substância mesmo. Normalmente é ou é uma predisposição, tem na família, ou é uma provocação por substância. >> Tá, eu tô perguntando porque assim, Público do TikTok pode comentar aqui, tá? Se você já teve aí, porque a galera >> você quer falar se você é esquizofrênico. >> Não, não, não, não. Porque assim, a galera uso da maconha recreativa, a galera deve fazer. Muita gente faz >> e aí a pessoa fala:
"Puta, tive uma bad trip, tá?" E depois da bad trip eu não faço mais uso. Mas aí se a pessoa imagina, porque tem aquela questão do pensamento, quando você imagina uma Sensação ruim, seu corpo reage. >> Sim. Mas >> isso não é esquizofrenia, >> não. Não é a esquizofrenia. A pessoa vai perceber porque ela vai ter, ela vai, às vezes pode vir acometido com alucinação, ela ouve vozes, vê coisas se mexendo, vê coisas. Por isso que eu te falo, é um é um mundo paralelo aonde, tipo, você tá aqui, eu tô vendo aqui um gnomo,
por exemplo, e eu tenho que saber lidar com isso. Mas é é bem complexo, interfere na Vida da pessoa, interfere. Eu não trabalho com doença, eu trabalho em prevenção. Então é por isso que eu sei, não é que só para eu eu consigo identificar as doenças, mas eu não me minha pegada, já tem muita gente trabalhando com doença. Eu quero trabalhar antes, eu quero dar recurso paraa pessoa não entrar na doença, seja ela qual for. Então, entendeu? Eu trabalho na prevenção, >> na prevenção, >> porque a doença instalada, ela já é um problema instalado. A
doença instalada vai precisar de psiquiatra, vai ter que tomar remédio, vai ter que ter várias coisas e e assim a gente não precisa da doença instalada, tem como trabalhar a prevenção da doença. Então as pessoas falam mal da ansiedade, por exemplo, a ansiedade ela é vital pro ser humano, ela precisa ansiar por algo. Ansiedade é ansiar por algo. O que as pessoas, as pessoas não querem eh ter o controle da Ansiedade, elas deveriam. Então assim, eu me observando, eu sei se tá exagerado ou não e eu me autorregulo. É simples? Não. Ninguém falou que é
simples. É fácil? Não. Não é fácil, mas se eu quiser, eu consigo perceber para me autorregular enquanto eu tô sentindo. Você entende? Eu preciso ansiar por coisas, eu preciso desejar coisas, mas eu não preciso transtornar o meu dia a ponto de eu não conseguir nada e ficar paralisada, porque eu não consegui me Autorregular. >> Você é ansiosa? >> Eu não, eu sou ansiosa no normal, né? >> Normal. Mas lá atrás, antes de fazer psicologia, era muito agitada, frenética? >> Não, eu eu tentei me matar, né? Com 16 anos. >> Sim. Passou por esse processo? Passei
porque a adolescência ela é a melhor fase da vida, a mais importante. Quando eu falo melhor eu tô falando e eh Passando ela, né? Porque ela é a fase mais importante da vida. É onde a pessoa, o a criança vai virar jovem para virar adulto. Então ela se discrimina da família, ela se separa da família. Porém, é muito complicado. E por que que a adolescência acontece? Porque a adolescência entra hormônio sexual. Começou hormônio sexual, esta criança que agora já tem hormônio sexual, ela vai ter que instalar junto o critério de conduta, que é a crítica,
porque essa Essa criança que vai virar o jovem, ela vai escolher parceiro sexual. Então esta criança tem que se discriminar da família. Não vai dar para tomar banho com o pai e com a mãe. Não vai dar. Por quê? Porque ela já tá com uns pensamentos estranhos. Ela já tá com o corpo reagindo a cada situação que ela não sabe. Então, por exemplo, o pau dela fica, o pau do cara fica duro, não sabe porquê. A menina olha muito para pra parte do genital do pai e não entende Porque tá fazendo isso. Então é eh
o hormônio sexual ele vem ele bagunça muito a cabeça da criança que agora tá sentindo coisas estranhas. Tem um crescimento desorganizado porque não é bonitinho. Então o braço fica maior que a perna, aparece peito, aparece tudo esquisito. Então é uma novidade defar, é uma novidade muito grande que tá rompendo uma homeostase. >> Homeostase é uma força que regula a rotina. Este jovem até então era criança E e se comportava como criança e todo mundo via como criança e agora ele tá vendo coisas, sentindo coisas que ele não tá entendendo o que tá acontecendo. Então é
a parte, é a fase mais importante, só que é a mais perigosa. E numa, nessa fase que eu tava, eu achei que eu era inútil pro mundo. Eu entrei numa crise lá e resolvi que eu ia fazer isso. Então, foi, é por isso que eu te falo, é, a família precisa estar muito atenta à mudança de comportamento, só Que minha mãe era doente e aí minha mãe também não conseguia ver a mudança do meu comportamento, porque ela não conseguia nem ver o dela. E aí foi o que aconteceu. Tanto que a história que eu conto
em todo lugar que eu vou é exatamente essa. Por que que eu sou muito boa no que eu faço? Porque eu fiz comigo. Então, quando eles me socorreram, eh, não entenderam porque que isso tinha acontecido, mas me contaram que minha Avó se matou, minha bisavó se matou, minha tataravóz se matou, minha tia irmã da minha mãe se matou e eu eu percebi que eu não era nem um pouco inovadora nesse lugar. E aí eu agarrei o ódio e falei: "Agora eu quero ficar é viva". Mas eu não sabia como. E na concepção da minha família,
eles entenderam que de repente eu fui muito precoce porque essas mulheres morriam mais tarde. Eu fui muito precoce. Então por eles acharam que eu tava fora do peso. Me Colocaram num médico lá que tinha um monte de coisa que fazia para emagrecer. Dentre essas coisas tinham quatro sessões com uma psicóloga que eu virei para ela, contei tudo isso e falei: "Agora eu quero ficar é viva". E ela disse: "Puxa, pena, eu não consigo te ajudar muito porque a psicologia ela te dá acolhimento e lugar seguro, ela não dá explicação." E aí eu falei: "Mano, aí
ficou difícil". Aí eu fui na PUC, que eu morava em frente à PUC, procurar nos Livros o que eu achava que podia ser alguma resposta pro que eu tinha, porque eu queria ficar muito viva, mas eu não queria viver com essa maldição que não era maldição, era um problema no G feminino, que era depressão maior com ideiação suicida, era uma doença, só que lá atrás não tinha diagnóstico, não tinha remédio. E eu também não queria tomar remédio, não por nada, porque até então eu queria mesmo é tentar entender e mudar completamente isso. Hoje eu sou
A única mulher viva da família. >> Essa questão que você relato toda depressão. >> Vamos para vamos para essa linha aqui que eu eu acho interessante o público do do Tiktal se conectar e entender um pouco mais. Você era uma adolescente feliz na sociedade ou você era fechada ou era aquela menina no colégio que tava no meio do grupo brincalhona? Eu sempre, eu desde muito cedo, como eu vivi, eu na minha família, minha mãe tinha, a minha Mãe tinha, ela, ela vivia com depressão, só que ela era internada, a depressão dela era bem severa. E
numa das internações ela tomou, ela tomou choque no cérebro e ela bipolarizou, ela mudou a forma da doença. E nessa nessa ocasião a minha eu quando eu nasci, né, depois de um tempo que eu comecei a entender, eu comecei a a o cérebro funciona por parâmetro e eu comecei a parametrizar que minha mãe era diferente das outras mães, que as outras mães faziam coisas Que minha mãe não fazia. Só que eu não entendia que minha mãe era doente. Eu só entendia por parâmetro. Então eu rapidamente e se você assistiu divertidamente, sabe o desenho? Sim, já
assisti. >> Ele mostra lá, né, as emoções primárias, etc., tal. Uma criança que tá num ambiente hostil. E o ambiente hostil não é o ambiente de fato, é o ambiente do cérebro dela, que não identifica as coisas que ela precisa naquele momento. É muito comum o cérebro criar essa esses bonecos na cabeça para interagir. Então, é a emoção em terceira pessoa que conversa. E eu tinha esses bonecos na minha cabeça e era muito divertido. Por quê? porque eles interagiam comigo. Então eu sempre tive muito bom humor por conta de para sobreviver naquele ambiente. Então para
mim era tudo muito lúdico. Então e e com isso eu eu acabava sendo muito divertida, mas eu mas não era que eu era divertida e descolada Porque eu queria ser aceita no grupo, não. Eu era divertida porque eu tinha que me divertir num ambiente que eu não tinha que eu que eu buscava uma coisa que eu não recebia. E tanto que o bom humor é o melhor recurso do ser humano. Todo mundo deveria praticar mais. E como é que a gente pratica o bom humor? Quando acontece uma coisa muito ruim na sua vida ou ou
não precisa ser tão ruim assim, você tira sarro daquilo na sua cabeça ou falando para alguém ou dentro Da sua cabeça. Então você fala: "Nossa, sério? Caramba, né? Hoje eu tô no dia de sorte e entendeu? Eu posso zoar >> e aí fica mais leve. fica mais leve, porque sou eu que interpreto as coisas pro meu cérebro reagir. E na hora que eu interpreto brincando dentro da minha cabeça, ele não vai levar aquilo tão ferro e fogo como se fosse uma ameaça. >> Leva é não leva pro mundo dark, >> porque ele existe para nos
proteger. Então, se eu olhar aquilo como meu Deus, O mundo vai acabar, ele vai me criar todas as defesas e ele pode inclusive me dar um transtorno. Porque se eu tô ali chocada com aquilo e aquilo é muito maior do que eu consigo aguentar, ele pode me dar uma crise de pânico para alguém me socorrer. >> Entendi. Você assistiu aquela série adolescência? >> Sim, um pedaço. >> Você daria que dica pras mães ou pais ou amigos que estão assistindo aqui o tict? >> Tem que >> para observar o adolescente de que forma? >> Não, só
observar. Eu acho que a primeira coisa é entenda o que é adolescência. Adolescência é a parte mais importante na vida de qualquer ser humano, porque agora tá tá entrando hormônio sexual e ele vai tentar se afastar da família porque ele precisa ser indivíduo. Não dá mais para agarrar o adolescente, não dá mais para beijar, não dá mais para Dormir com ele, não dá mais para tomar banho. Ele não é mais uma criança. Então eu tenho que olhar ele como um indivíduo e tenho que respeitar o momento dele. Mas eu posso observá-lo, eu posso ficar próximo,
eu posso conversar, eu posso olhar, porque todo mundo percebe, é fácil de entender se uma pessoa tá deprimida, ela vai est cabis baixo, ela vai est sem tomar banho, ela vai est ela, você consegue ver uma alteração de comportamento, tem que ficar próximo, Tem que realmente falar: "Ah, vamos comigo não sei aonde". Aí vai lá, tira de casa, vai tomar um suco e bate um papo, fala: "E aí, filha, o que que tá acontecendo? E aí, filha, como é? Me conta aí um pouco da sua vida, que a mamãe tá velha, tal, entendeu? Você vai,
vai com, vai brincando, vai leve. Agora, a maioria das pessoas faz o quê? Ai, que saco, você não tá fazendo o que eu mando, não sei o quê. Tá vendo? Você fica enfurnado nesse quarto o dia Inteiro, tá? É bronca, é bronca, é bronca. Vai afastando, afastando, afastando. Tem que puxar. Vamos assistir um filme. Ah, não quero. O que que você tá fazendo aí? Conta para mim. Não, óbvio que vai ouvir um monte de não, um monte de não, mas vai ficando próximo. Vai, vai olhando. Quer ajuda, vê que a criança, o jovem tá com
algum comportamento alterado, pergunta: "Filho, você quer ajuda para alguma coisa?" Eu tô super Disponível. é se fazer presente. Às vezes o adolescente ele não faz o que ele tá com vontade de fazer porque ele tá confuso às vezes só para não machucar a mãe. Então a mãe próxima ou o pai próximo, quando é menina normalmente é o pai. Quando a menina menina é o pai, menina é a mãe. Então é isso. Que que é isso? É uma habilidade de fazer maternagem. Maternagem é habilidade de da função materna. paternagem é do pai, que acaba sendo tudo
maternagem, que é Cuidado. Mas por que que isso é importante? Porque mostra que você tá ali para ele, que é uma fase tal. Você pode você pode às vezes contar perto dele alguma coisa, uma coisa que eu gosto muito de fazer, eh, e eu ensino as minhas clientes a fazerem com os filhos. Se você tá vendo, se você tá com eh medo que seu filho tá fazendo alguma coisa e por mais que você se aproxima dele, ele não te conta, faz assim, quando ele tiver na sala, traz um Assunto do filho ou da filha da
vizinha, conta pro seu marido ou para quem quer que tiver lá e põe exatamente o seu medo ali, fala: "Menino, você sabe que aconteceu isso tal", entendeu? conta uma realidade, porque o cérebro do jovem, como qualquer cérebro, ele capta ameaça, ele capta informação de ameaça. Agora, se você for confrontar, aí ele vai entrar na, ele vai se discriminar agredindo. Então, se eu falar pro meu filho, não aceito você ficar com essa Menina, ele vai ficar só para provar que ele que ele é indivíduo, entendeu? Então eu tenho que falar coisas que o cérebro da do
jovem capta. Eu não tô falando direto para ele, mas eu ponho uns elementos do que eu tô achando que tá esquisito. >> Ai, nossa, aquele menino tá chegando tão tarde, você não sabe. Ele foi pego na blitz, >> ele tava, ele bebeu, aí o pai teve que ir lá buscar, aí a sei lá, entendeu? Vai Falando coisas que você tá, porque o cérebro capta. >> Interessante. Muito boa dica. Vamos seguindo aqui. E aí eu queria falar das bets voltando aqui pra gente. >> Ele ele ele deu uma agarrada na bet. >> É, eu dei agarrada
na bet. Tarado da bet. >> É, não, eu falo da Bet, mas a gente vai num todo. >> Minha vizinha já morreu. Já falei para você. >> Sim. Não, mas porque é, mas tem as bets ainda, tem outras. Vamos, vamos para as outras. >> Eh, Ana, quando a gente fala da questão das bets, a pessoa tá viciada ali e aí você tem >> a solução para os problemas. Uma das a o Eita. Hã, >> o E é para um todo, né? Então, a gente queria falar do Eita aqui. >> Você sabe que é muito interessante
porque eu tive um caso desse, eu tive um Caso, ah, eu consigo ver, >> hum, >> né, algumas conversas, óbvio que é tudo sigilo, né, sem os nomes. A própria, o próprio programa ele não me dá os nomes, ele põe usuário um, dois, três, tal, né, que é, na verdade, não é no usário, é pessoa um, pessoa dois, pessoa três, tal. E e uma das da comunicação foi exatamente essa. A pessoa disse que ela queria muito jogar ou eita começou a fazer pergunta para ela e ela conseguiu Se autorregular e não jogar fazendo eh tendo
interesse. Você podia fazer esse teste? >> Vou fazer o teste >> aí, ó. Vamos na hora, hein? >> Teste aqui na hora. Fala aí se Adão. >> Olha, eu vou vou falar de ansiedade. Eu acho que legal. >> [ __ ] velho. Ô, desculpa o [ __ ] Você não falou que você ia falar da Bet? >> Ia, eu não ia falar da Bet, mas eu >> Você não quer falar que você tá viciada? É isso? >> É, não quero falar que tô viciada. >> Mas é, mas é, mas é mentira. É só >> fal.
Mas se eu falar do Hoje eu acordei ansioso, estou ansioso neste podcast. >> Faz aí, >> ó. Eu falo com a com a Eita, né? >> É, a Eita é um contato de WhatsApp, mas vamos explicar primeiro, >> tá? né? >> Dica aí pra gente. >> Eh, o que que eu percebi. Então, eu tava Te falando, né, que eu ia na biblioteca, descobrir o que que eu que eu tinha, o que eu sentia para xerocar, levar para essa psicóloga na época, para ela decodificar o que eu sentia versus o que eu achava que eu tinha.
E aí, que que ela fez? Eu fiquei 20 anos com ela porque ela entendeu minha real necessidade. Então ela se descolou do papel de psicóloga e ela realmente fez um estudo de caso comigo sobre mim. E é por isso que eu sou muito boa, porque eu Bebi em várias fontes que eu nem sabia quais eram os nomes das fontes que eu bebia. Mas tudo isso hoje o que eu entrego é resultado. Eu só entrego resultado. Por isso que eu trabalho em prevenção. Eu não trabalho em doença. Como eu consegui sobreviver a uma genética, eu entendi
e mapei todas as nuances do meu comportamento e automaticamente eu validei nas pessoas da mesma maneira e eu tenho muito sucesso no que eu faço por causa disso. Mas uma das principais coisas que eu via é quando a gente fala de cérebro, tudo que a gente sente, a gente sente pela medula. A medula tá dentro da coluna. Primeira reação tá no tronco cerebral, que é a reatividade. Por que que a primeira reação tá no tronco cerebral? Porque a primeira informação é: vamos pensar no homem da caverna. O nosso cérebro é o mesmo cérebro do homem
da caverna. Quando ele se deparava com o bicho, ele tinha que saber rapidamente Se ele ia lutar para comer o bicho, né, matar o bicho ou se ele ia fugir para não ser comida, para ele não ser o alimento do bicho. Então, por isso que existe esta reatividade. O problema é que hoje as pessoas usam essa reatividade, por exemplo, no trânsito. Eles brigam no trânsito como se aquilo fosse vida ou morte. Este é o problema. Então o mecanismo fica viciado porque como a primeira reação é reativa, fica viciado. Ninguém usa o resto que é a
Ferrari que a gente tem dentro da cabeça, que é todo o córtex, que é toda outra parte do cérebro. Porém, daqui até aqui, então aqui é a reatividade no tronco cerebral, aqui é tomada de decisão com perspectiva de futuro. Daqui até aqui, provado em ressonância magnética, são 5 segundos. Tem um tempo daqui até aqui. E é só contar até cinco. Não, tem que fazer pergunta. Você só vai acionar a racionalidade se você gerar dúvida. Gerar dúvida é uma frase que termina com uma interrogação. >> Já começa por esse >> já começa daí. E aí eu
entendi que eu precisava entregar pro mundo, porque lembra que eu tentei morrer? Eu eu tentei morrer para morrer e me socorreram. E eu descobri tudo isso. Fiquei 20 anos entendendo tudo e nem sabia que eu ia ser quem eu era, quem eu sou, aliás, né, como terapeuta, tal, neurocientista, tal. Mas eu consegui Entender o que é o meu propósito. O meu propósito é entregar isso pro mundo. E aí, que que eu desenvolvi? um contato de WhatsApp que a pessoa pode usar a hora que ela quiser, o tempo inteiro, 24 horas, que não é um chat
GPT, porque chat GPT é generalista, o meu é ultrapecialista. Ele, eu, eu coloquei 300, 300 documentos que eu escrevi desde desde que eu tinha 17, 18 anos, eu tô com 56. Eu coloquei tudo isso, treinei ela já Faz um certo tempo. Antes ele era um aplicativo, então eu tô nessa. Eu só tô na rede social por causa disso, porque tanto que é Ana Cláudia pontuetita. Quando eu entrei na rede social, foi porque logo que eu fiz o aplicativo, foi uma cliente que topou eh bancar o aplicativo e ela falou que eu tinha que ir pra
internet para validar a autoridade e eu fiquei bolada porque eu jamais estaria na internet, não pela internet, mas Porque é uma mudança muito grave, grave, não, muito difícil >> de comportamento, né? Eu sou da da velha guarda, né? é muito difícil, né? E e eu fiquei resistindo, tal. Só que aí o que que aconteceu? A gente fez o aplicativo, eu tagava as reações, a gente usou a empresa dela para fazer isso, que era uma empresa com um monte de gente e tal. Então eu tenho muito, tinha muito documento sobre isso, tal. Só que antes eram
oito pessoas que tinha para ficar, Eram facilitadoras que ficavam eh olhando a conversa, conversando com a pessoa como se fosse o hoje a o contato. Exatamente. >> E eu eu peguei todo esse material porque não deu certo. Por quê? Porque aí começou a pandemia e a empresa da minha cliente teve que comprar mais três fábricas e aí ela teve que investir nisso e etc aí ela já não conseguiu. Eu falei: "Beleza, eu vou esperar para ver o que tá escrito nas estrelas, porque Meu propósito é esse. Eu já entendi o que eu preciso entregar pro
mundo. E o que que eu preciso entregar pro mundo? Um treino de autopercepção. Elevar a inteligência. Por que inteligência? Inteligência não é coeficiente. Coeficiente é uma métrica, mas inteligência é uma habilidade de resolução de de problema. Quanto mais problema eu resolvo, mais inteligente eu fico. É uma habilidade. Se eu tô andando de bicicleta, eu começo a andar, eu Aprendo, eu caio, machuco, mas eu quero ir até Santos de bike, eu vou treinar todo dia até o ponto de eu conseguir, sem cair nada, ficar esperta e ir até Santos de bicicleta. Então, a inteligência é uma
habilidade de resolução de problema. Se eu tiro daqui, elevo, uso a inteligência, que é tomada de decisão com perspectiva de futuro, eu treino autopercepção. Então eu me autorregulo em tempo real. O que o Eita faz são perguntas estruturadas. Então Ele usa o que o problema, ele não quer saber do problema, ele tá preparado para criar a circuitaria de solução, os neurônios se comunicando no seu cérebro para ter uma solução mais eficiente com as perguntas que eu estruturei. Só que a pergunta é ligada à sua resposta. Então, você entra com o conteúdo, ele vai explicar e
te fazer a pergunta, você vai responder, ele vai fazer outra pergunta. Então é, esse é o pulo do gato. Então eu abrevio o seu tempo de autopercepção pro Seu cérebro depois treinar sozinho e ele vai funcionar dessa maneira a partir do treino, entendeu? >> Achei o máximo. >> Ele é [ __ ] >> Eu vou eu vou testar aqui. >> Testa. Vamos ver. >> Vamos lá. >> Quero ver. >> Ai, lá vai, lá vai. Não é nada não. E vou colocar hoje. Acordei ansioso. >> Não, você manda um áudio. >> Manda um áudio. Pode chamar
direita mesmo ou não? >> Pode chamar. Hoje eu acordei ansioso e estou agora às no período da tarde com uma ansiedade um pouco elevada. O que devo fazer? >> Pede pede para responder em áudio. >> Responda para mim em áudio, por gentileza. Ó, tô sendo educado aqui, viu? >> Nossa, O fofo. Foi fofo. >> Ó, ainda não. Demora um pouquinho. Vai. Você sabe, >> ele demora um pouquinho, ó. Tá vendo aqui, ó? É igual como se ele tivesse >> Ah, tá aqui. Aí, ó. >> Lá é igual uma, né? >> Você viu que minha ansiedade
já bateu menos de 2 segundos. >> Os pontinhos tá lá. Os pontinhos tá lá. >> Eu sou ansioso, você viu, né? Já mandei já 10 segundos. >> Vai ter que usar isso mesmo. >> Vou ter que usar. Vai tá chegando. Calma aí que ele tá processando. Ele tá mandando aqui. Acho que é digitado. >> Mandou, mandou o áudio. Vamos lá. >> Vou colocar para vocês aí de casa. Posso responder em áudio para você, >> ó. É mesmo, sempre que quiser posso responder em áudio para você, tá? Me conta, você percebe algum pensamento ou situação de
hoje que pode ter deixado Sua ansiedade mais alta? Às vezes, só de falar ou refletir sobre isso já vai aliviando um pouco o peso. Se você quiser, pode compartilhar comigo o que está passando na sua cabeça agora. >> Vou falar, hein? Segura. Olha, eu tô fazendo o podcast aqui com a com a Ana Cláudia, que é tudo junto, tá, Zane? E ela me deixou ansioso porque ela é psicóloga e já viu, né? Eu tô aqui no programa ao vivo e aí eu fico meio com receio de performar alguma pergunta Errada. Vamos ver o que ele
vai falar. >> Ele não é ela que sou eu, né, [ __ ] >> É. Vamos ver aqui que >> ela. Você você não minha voz. sua voz. Mas tô falando, você tá na Matrix. >> Tô na Matrix. >> Você tá na Matrix, ó. Tá, tá demorando para, tô brincando, é dois segundos, gente. Calma. >> Tá demorando. Sacaneando. >> É, antes era super rápido e as pessoas Reclamaram porque eles não, eles queriam que fosse muito mais próximo de uma pessoa mesmo. >> Então a gente teve que dar um >> Não, um espaço. Acho que ficou
bom assim. É. >> Aí, ó, >> que aí você dá uma respirada. Já tá, já tá mandando um áudio aqui. Você já tá mandando um áudio para mim. >> Tá vendo? E eu nem peguei o telefone >> na sua outra. A gente tava falando, os Caras estavam falando num podcast ontem sobre gerações. Você tá em uma, duas, não é gerações, é a gente tem camadas, né, outras realidades. Então você deve estar numa terceira ou quarta aqui já. >> É, deve tá tentando entender quem que é a Ana Cláudia, né, que ele deu tanta ênfase na
Ana Cláudia, nome junto. Ó lá, mandou, >> ó lá. Sacanei. Vamos ver, >> Reinaldo. Isso faz todo sentido. Ficar Ansioso ao vivo, ainda mais ao lado de alguém que admiramos, como a Ana Cláudia, é normal. Quando a gente sente que está sendo avaliado ou observado, nosso cérebro entra em modo de alerta, como se quisesse evitar qualquer erro a todo custo. Mas olha, errar é humano e ninguém espera a perfeição, só autenticidade. Quando sentir esse receio, tenta direcionar o foco pra experiência legal que você está vivendo, em vez de tentar Controlar tudo. Se vier aquela dúvida,
respira fundo. Gostou, né? >> Eu sou [ __ ] cara. Lembra que todo mundo ali entende esse nervosismo e só quer te ver bem. >> Você entende o nervosismo? >> Uma pergunta específica. Eu tô super relaxada. >> Ó, uma pergunta específica. Eu não tenho perguntas. Eu posso falar do do da sensação que eu que eu tô que eu estou tendo, né? >> Mas isso aí é eterno. >> Ela vai ficar falando com você. Enquanto você tiver falando, ela vai ficar falando com você. Então agora chega. Tá bom. Vou fal falar que tá subindo um friozinho
na na Sobre o frio, uns um frio pelas pernas, passa pela virilha e vai paraá para a bolsa escrotal. Mas que isso? >> É a sensação de ansiedade. >> Mas você tem ansiedade no saco? >> Um pouco às vezes. >> Não, tô brincando. Às vezes dão. >> Não sei, né, gente? Vai cada um. Então, lembra que eu falo que é treino de autopercepção. >> Isso. Você já teve tem gente que sente um friozinho. É, >> mas no saco. Agora fiquei curiosa. >> Sinto às vezes. >> No saco ele ele faz o que? Ele dá aquela
encuida, >> dá aquela congelada, aquela congelada. >> Normalmente esquenta. >> Não, congela. E as veias também assim do braço. >> Que isso, gente? O moço tá com tesão. É isso. É >> um pouco. O corpo responde. >> Ansiedade tá ligado, deve est com curto circuito. Deu errado. >> Tá batendo um chute errado aqui. >> Apertou o botão errado. >> Ó, eu queria que você explicasse, logicamente para mim e pro meu público deital, milhares de seguidores aí. Eh, Sobre a questão da neurociência. O que é a neurociência? Como é que é esse estudo? Explica pra gente,
Ana. >> A neurociência ela explica então uma coisa importante, né? Vamos lá. A gente vai falar da neurociência, mas eu vou falar coisas separadas. A neurociência ela só vai te explicar como é que o cérebro funciona. Ela vai te falar de sensação, percepção, ela vai te dar localização das coisas, como é que você ouve, é o que que é célula glia, Como é que o que que é o neurônio, dendrito, como é do que que ele é feito, essas coisas. Isso é neurociência. Agora, eh, o que eu faço? Eh, eu botei o nome, eu eu
sou especialista, né? Eu sou eh neurocientista, mas é porque o que eu sei, muito do que eu sei, passou por esse lugar. Então eu precisava saber como é que o mecanismo funcionava para poder entender porque Que eu funcionava do jeito que eu funcionava. Para isso, eu tive que entender, por exemplo, o que que era tristeza, que que era tristeza por uma situação real, que que era tristeza que podia me levar para uma depressão, qual era a nucia de tristeza, o gradiente, né, de de do que é a hora que eu tenho que pedir ajuda, a
hora que eu não tenho que pedir ajuda, eu tinha que me observar muito nessas coisas de percepção e sensação. Então eu Tive que usar da neurociência como nome das coisas, mas dali a neurociência, se você for hoje fazer um curso de neurociência, você não vai conseguir aplicar na sua vida. Por quê? Porque precisa ter eh uma uma engajamento do exemplo da sua vida para encaixar a explicação, mas tá ligado à sua vida, entende? >> Entend? Então, a neurociência como especialização, ela só é o nome e é o nome das coisas, né? Então, ela é Bacana,
sim, é um estudo interessante, muito, mas também tem todos os outros, né? Então, a a própria fisiologia, a neurociência acaba saindo um pouco da fisiologia, mas ela também entra em outras situações. Ela fala sobre ponto de ação, como é que você sabe o que que é uma sinapse elétrica e química, tal, ela é mais complexa, mas, por exemplo, eu saber como é que é uma sinapse elétrica ou ou química não muda o meu comportamento. Então tem que ter a o Outro lado que é a psicologia que vai te explicar sobre ansiedade, sobre todo. Por que
que a gente estuda 5 anos doença? Porque justamente a gente tem que saber o quando que a gente tá exagerando ou quando tá muito fixado aquilo a ponto de gerar um transtorno. Então eu posso trabalhar em em olhar as doenças para eu saber onde eu não quero chegar, para eu saber o que que eu tenho que fazer para me regular. Então, só a neurociência sem a psicologia é muito é Complicado. Então, tem a a neurobiologia, tem a neurofisiologia, tem a tem a fisiologia, tem assim, o estudo é para sempre, né? Mas o mais divertido é
o que funciona. E o que funciona não são os títulos, é a prática. E é onde eu sou boa pr [ __ ] Sou boa pr [ __ ] É, eu fiz comigo, né, >> é? Foi o seu laboratório, foi você mesmo. >> Fui eu e depois eu repliquei nas pessoas Porque foi muito interessante a minha história. Eu fiz a faculdade de eu escolhi fazer administração com 17 anos e eu só fui fazer por conta de uma amiga minha que ela foi, eu falei: "Ah, vou também". Fiz a administração, não, não terminei, mas achei o
coach dentro de administração em 89. Em 89 eu paguei caro para [ __ ] num coach, mas o que eu achei legal, achei legal que eu conseguiria aplicar o coach Nas pessoas. E foi aí que eu percebi que eu comecei naquela ocasião a mudar o formato do atendimento do coach só para ter resultado. Porque o coach, para quem não sabe, é uma estrutura de só pergunta baseado numa meta que você define, que a própria pessoa define. Só que se eu te perguntar, só perguntar, perguntar, perguntar, perguntar, chega uma hora que você responde qualquer coisa, porque
você não aguenta mais eu perguntar. E aí eu comecei a mudar. E aí eu comecei sem Saber escrever escrever a minha metodologia baseado no meu autoconhecimento. Foi aí que tudo mudou. Então desde essa época, quando eu falei que eu tenho 300 coisas escritas, é sobre isso, é sobre o que funciona, é como resolve e tal. E eu fui buscar psicologia bem depois, com 30 anos. >> Então você já tinha feito todo aquele resumo da sua vida e na psicologia você conseguiu trazer seus laboratórios. >> Eu fui a melhor e a pior aluna, né? Pior porque
eu incomodava os professores, melhor porque eu sabia muito mais que eu sabia o que funcionava na prática, entendeu? >> Então tá. Olha o bico. Já vou falar com o público aqui do Tikital. E é o seguinte, ó. Para você que tem ansiedade, deixa aí os relatos pra gente, né, Ana? Você não acha? Não >> entendi a parte. Olha o bico. Eu fiquei preocupada. >> Não, molhar o bico. Molhar o bico. Molhar. Entendi. Olha o bico. Eu falei, gente, que esquisito, né? >> Hã? Molha o bico. >> Ah, molha o bico. >> E aí eu tô
falando pro público do TikTok colocar aqui nos comentários com a gente. A gente dá uma olhada nos comentários e responde. Vamos responder. >> Ó, qual ti? Porque você viu a minha ansiedade. Ah, eu sinto um friozinho. Vai, vai pra virilha. >> Mas essa não, essa parte do saco você vai ter que tratar com o urologista. Mas a parte da ansiedade é natural a gente às vezes ficar um pouco mais tenso. É isso que eu falo. Você tem que se observar. Não vai ter, se fosse pra gente não sentir nada, a gente ia ser planta. Sim,
>> né? Então, já que a gente não é planta, a gente vai sentir. Então, eu tenho que me conhecer para saber como é que eu me autorregulo, porque às vezes o que Funciona para um não funciona pro outro. Eu tenho que testar várias coisas até ver o que funciona, que é a proposta que o Eita faz. Ele vai te fazer proposta. Você viu que ele o Eita é maravilhoso, >> maravilhoso. Não, mas então é isso que que eu que eu achei interessante. Cada pessoa com conforme você mesmo mencionou tem seus relatos. Então, tem gente que
vai sentir aquele formigamento, ânsia de vômito, eh, friar. Então, assim, eu fico meio frio, mas Sobre uns friozinhos, depois passa da ansiedade. >> É que passa pelo saco, né? Seu problema tá no saco, >> tá no saco, passa por lá, então não devia passar. Mas aí eu quero que a galera do TikTok coloque aqui nos relatos. >> É, o que você acha do saco dele >> de passar o frio pelo saco? Já passou o frio pelo saco? A gente pode fazer uma pergunta. >> É, já passou o frio pelo saco? Aí eu não fico que
nem é T, só eu aqui que passa o >> também. >> É isso aí. >> Acho importante >> sobre a questão da Velia da Porsche, que aí você entrou nas redes, foi devido a Velia da Porche ou não? >> Não, não, não. Eu, eu entro para mostrar autoridade no Eita, >> mas era um saco, né? Porque o Instagram não crescia, tal, e eu tinha uma Assessoria de imprensa, eu ia, escrevi para Veja, escrevi e tal, ia dar entrevista n e o negócio não ia. E o negócio não ia. Fui na TV e tal, tal, tal.
E um dia eh, eu >> pegou a porta, deu um cavalinho de pau. Pronto. >> Não, pior que não. Eu tava só passando pela avenida Europa e o Dub, que é o Rodrigo, que ele ele faz, ele filma lá, né? E ele tem um vídeo, ele tem o o YouTube dele, né? Eh, que ele que é são Eh visualiza visualização, não, como é que fala? filmagem sobre a, né, carro tal que passa na venida da Europa, principalmente. >> E ele passou e ele falou: "É uma velha, é uma velha dirigindo uma Porche, é uma velha.
Esse é o vídeo, depois pode pôr o vídeo aí eu tenho o vídeo aqui, eu mando." E aí isso viralizou e aí começou a ter um boom no meu Instagram, começou a 5.000, 20, 40.000. Aí eu falei, gente, aí eu brinco, eu falo que eu era, eu era Famosa pelas razões erradas, porque Mas eu entendi, foi uma isca, eu pedi, tudo que eu peço acontece, isso é fato. >> E dentro da psicologia com seus pacientes, você já fez eles ganharem uma porche ou conseguir uma porta >> que eu não, eu não atendo paciente. Não, não,
não. Mas é importante porque como eu não faço a psicologia tradicional, para mim eu paciente é doente. Então eu não atendo gente doente, eu atendo prevenção. >> Então é cliente. cliente. >> É, exatamente. >> É porque cada psicólogo fala de uma forma. Eu já tive aqui, já peguei outro que fala assim: "Meu passo meus pacientes, você não, você é o seu cliente". Psicólogo tem que chamar a pessoa de paciente, porque a psicologia ela anda de mada com a psiquiatria. >> Então é paciente. No meu caso não. Eu trabalho em alta performance, autorregulação. Sim, já fiz
um monte de Cliente ganha e conseguir ter Porsche. Eu tenho até um, ten um cliente meu que falou num num pod, eu fui no podcast do ACF, que é um podcast de carro, e o meu cliente tava lá e eu nem sabia que ele ia dar o depoimento dele e ele tem praticamente a garagem do Homem de Ferro. Ele tem 40 carros dentro de uma garagem mesmo do Homem de Ferro. Tem três armaduras do Homem de Ferro. É um negócio absurdo. E eu regulei, eu consegui fazer ele se entender, se Autoperceber e a hora que
você regula a coisa deslancha. >> Boa. >> Isso é fato. >> Você tem um fascínio pela Porche ou foi aleatório? Não, eu eu não, eu comecei, então aí a gente entra em outra história. Tem tempo, tá com tudo nosso. >> Então, eh, as pessoas, eu acho, é engraçado porque meu filho que zoa comigo, ele fala: "Mãe, eu não aguento Mais você ouvir você falar da mesma história". Eu falei: "Mas eu não tenho outra vida, bem, eu tenho que contar a minha história". E a minha história é: em 2014, o meu marido teve um estouro de
uma artéria cerebral. Ele teve um AVC, só que era uma MAV, uma má formação congênita, nasceu com ele e estourou com 46 anos em 2014. E eu era uma pessoa que, apesar de saber muito, eu era meio preguiçosa assim para trabalhar, tal. Eu adorei ficar lá Cuidando de filho, era divertido. Eu estudava e cuidava de filho, era maravilhoso. Eh, e aí quando aconteceu isso com ele, eu perdi quase tudo que eu tinha. Eu nunca dava o passo maior que a perna, mas era sempre um passo muito seguro e de um padrão. Ah, a gente ia
trocar o carro, trocava o carro parcelado, essas coisas. E aí, eh, quando eu perdi quase tudo, e quando eu falo que eu perdi quase tudo, é, perdi apartamento, tive que vender barato, Tive que fazer um monte de coisa, eh, dinheiro, vender o carro dele na época, tal. Beleza. Eu só fiquei com um carro e tive que morar com a minha mãe. Eh, e um eu tava, o meu filho tava com oito e o outro com 12, que eu tenho dois filhos. E aí eu falei assim: "Bom, agora é valendo, né? é valendo. Eu sabia muita
coisa, só que eu nunca tive oportunidade de aplicar tudo. E naquela situação eu tive oportunidade de aplicar tudo. Não foi uma escolha minha, mas eu claramente Eu entendi o que tava acontecendo. Tanto que hoje eu hoje meu marido tá vivo, ele ficou 2 anos no hospital, fez 88 cirurgias e eu vivi 2 anos dentro de um hospital. Hoje, se você conhecer meu marido, primeiro ele não lembra de dois anos da vida dele. Ele não lembra. Então aquilo claramente aconteceu para mim, para fazer o bagulho valendo. Você sabe muito, você quer muito, só que não é
através do seu marido que você vai Conseguir. Então eles pararam ele e me jogaram na fogueira. Eles é o universo. Aí e se você encontrar hoje meu marido, ele é um cara que comum, assim, você não fala, ele só tem, ele tem um encurtamento de tendão, porque ele ficou dois anos deitado na mesma posição. Então ele manca e ele dirige carro adaptado com a perna esquerda. Ele é normal. Ele é aposentado por invalidez, porque ele não conseguiu mais trabalhar com que Ele trabalhava. Ele trabalhava com TI, então ele não conseguiu porque ele esqueceu tudo, porque
tiraram um pedaço do cérebro dele. E e é muito louco, né? Porque eu tinha muita informação até de reabilitação, mas eu nunca tive que reabilitar ninguém. Eu tive que reabilitar ele. Ele não lembrava de nada. Ele ficou três meses em coma. Ele aconteceu tudo que dava, tudo que tinha que dar errado aconteceu com ele. E o Mais louco é que nada na vida é por acaso. Eh, eu viver ali, eu conheci muito médico e eu tinha um preconceito com o médico. Preconceito por quê? Porque o médico quando ele vinha falar, por exemplo, ele queria muita
explicação e eu dava explicação, mas não era suficiente. Então, meio que eu peguei bod. Mas ali eu fiquei fiz uma imersão praticamente no hospital, aonde eu fui surpreendida com tudo em relação ao médico, à medicina. É incrível. E hoje Eu entendo porque que eu passei por ali. Porque, por exemplo, quando teve o COVID, eles procuraram quem? >> A pessoa que passou dois anos no hospital intacta, sem nem pegar gripe >> e não mudou nada, ainda tirava sarro, era bem humorada. Não é que eu tirava saúde da situação, mas eu, por exemplo, na cirurgia número 50,
que é aqui em Quagésa, eu sempre interagia com os médicos, né? Então o médico chegava, ah, mais uma vez Não deu certo, tal, e eu botava, ah, vamos tentar isso, vamos tentar aquilo, tal, tal, tal, porque a gente sempre discutia o caso. E aí, nesse dia eu tava tão cansada e aí eu tava parada e ele falando, é, mais uma vez, não deu certo a cirurgia, tal, tal, tal. E eu e eu quieta. E eles assim, nossa, Ana, pelo amor de Deus, fala alguma coisa porque você sempre fala, né? Aí eu falei assim, ó, eu
falar eu não tô afim não, mas eu você quer que eu te fale o que eu tô Pensando? Aí ele falou: "Fala o que que você tá pensando?" Falei: "Eu tô pensando que o divino é um cara muito ocupado, que ele tem uma mesa assim e ele vê as coisas acontecendo no mundo. Então é tsunami, terremoto, coleguinha querendo jogar bomba atômica em coleguinha, essa [ __ ] toda aqui, ó." E aí chega um estagiário com uma pilha de coisa, chega e fala: "Aí, Divina, eu boto isso aqui a aonde?" "Naquele buraco. Meu cu. Só pode
ser meu cu Aquele buraco, porque é só isso que eu tenho para te dizer". E aí eles começaram a rir. Aí o negócio ficou mais leve e é isso que era isso que eu fazia. Na minha cabeça, eu lidava com esta história, por exemplo, para justamente não pegar aquela informação densa do jeito que era, porque eu não podia adoecer, porque se eu olhasse aquilo, eu ia ficar exausta, porque eu já tava cansada, porque não é fácil. Quem vive dentro de um hospital sabe. Só quem vive É que sabe. É muito pesado. E não é que
a gente pega a energia, a nossa atenção, o fato da gente estar ali não sabendo se vai viver, se vai morrer. Meu marido era pior que o tempo naquele lugar. Então eu chegava, eu falava: "Oi". De repente eu ia tomar um café, voltava e ele tava já sendo socorrido, indo pra UTI. Aí à tarde ele tava sendo entubado, à noite ele tinha saído. É um negócio que falava, cara. Então eu tudo que eu aprendi eu apliquei. Então o que que é Felicidade pro cérebro? Como é que a gente se autorregula, tal? Eu fiz tudo ali.
Então eu sei o negócio no nível de detalhe. E aí, por que que eu tô contando tudo isso? Porque aí eu estando ali, eu falei: "Eu vou recuperar tudo três vezes". E eu sabia como fazer isso. Então eu comecei a imaginar na minha mente imaginária, comecei a criar eu andando de carro, eu vendo o meu apartamento gigante, eu olhando a minha vista, que Eu queria uma vista, que eu queria uma banheira, que tã, eu imaginando aqui, ó, e vivendo, porque a imaginação você consegue, o cérebro não sabe o que que é imaginação do que é
realidade. Então você pode criar na sua mente e vivenciar o sentir, porque ele entende o que você fala. Se eu falar para você assim, ó, pensa num elefante. O seu cérebro entende o que que é elefante? Ele põe a imagem do elefante. Agora pensa o elefante tomando sorvete. Mesmo que não Aconteça, vai ter o elefante segurando um sorvete. Ele cria qualquer coisa e você vê. E se você olhar falar: "Nossa, que legal o elefante". Você vai est sentindo? E é isso que conecta com as coisas. Então eu comecei a fazer isso primeiro na minha cabeça,
mesmo perdendo tudo. E aí quando 156 meu marido saiu do hospital, eu deixei ele em casa e eu falei agora treino é treino, jogo é jogo desci, fui na BMW que tinha na esquina da minha Casa, falei: "É verdade que vocês fazem um negócio chama Sign and Go?" Aí ele assim: "E verdade que vocês pegam qualquer carro de entrada?" Sim. Então eu quero deixar essa Tucon que eu tinha que valia R$ 35.000. E eh eu quero comprar esse carro de 120. Quanto é a parcela? Então eles falaram assim: "A gente vai fazer 24 meses dando
a entrada, a diferença vai ser 2.000 a parcela e depois tem uma parcela balão que é a 50% do carro, que é uma uma Parcela de R$ 60.000. Eu falei: "Foda-se, os R$ 60.000 eu vou ficar fixada nos 2.000". E a cada 2.000 que eu fazia, eu falava: "Ai, é isso, é isso". E aí eu fui indo, fui indo, fui indo, fui indo, fui indo. E aí depois disso eu comprei, eh, eu quis brincar, eu falei: "Agora eu vou comprar meu carro de brinquedo". E aí eu não antes disso, aí eu percebi que o meu
filho num domingo ele tava, eu não achava a não achava ele. Liguei para ele, falei: "Filho, Você tá onde?" Ele falou: "Na avenida Europa". Eu falei: "Domingo". Falei: "Esse moleque tá tá de sacanagem". Eu peguei o carro e fui até lá. Quando eu fui lá falar para ele, mas que que você tá fazendo aqui? Que eu quero entender o que você tá fazendo aqui? Hora que eu desci do carro, olhei pro lado, era uma maquilária em cena. Eu fiquei assim, eu fiquei, parecia um carro da Hot Wheels que tinha tomado vida. Só que o que
que eu achei mais louco? Todo mundo filmando E fotografando. Eu falei: "Eu quero isso". Aí ele a maquilar e eu falei: "Hum, em breve, mas como é, que carro que eu consigo comprar para ser filmada?" Aí ele falou assim: "Carro de entrada que vão filmar". Ele falou: "O Mustang é o mais barato que tem desse rolê". Eu falei: "Quanto que é ele?" 270. 270, que na verdade era 272. Aí eu falei, beleza, eu tinha acabado de comprar um Mini Cooper que eu ia dar pra Ele e de um de uma loja lá na Avenida Europa.
Voltei na segunda-feira com o Mini Cooper, entreguei o Mini Cooper e falei pro cara assim: "Ó, eu quero um Mustang". Aí ele falou: "Nossa, Ana, mas é 70.000. Você vai para um cara de carro de 272?" Eu falei: "Não importa, eu quero Mustang. Eu vou dar isso aqui de entrada, porque eu tinha pago a vista. Eu vou dar de entrada. Quanto é a parcela em 60 vezes? Aí ele falou lá a parcela que eu não lembro mais. Eu falei Só que tem uma coisa. Ele falou: "Que cor?" Eu falei: "A cor não importa, a cor
que filma. Se não filmar eu vou pegar o carro, vou andar na vindrop. Se não filmar eu devolvo o carro". Ele falou: "Tá bom". Aí eu tive meu primeiro Mustang. Comecei com Mustang e eu ponho nome nos meus carros, né? Essa é a parte engraçada. Eu tô só nome de mulher que nem hoje eu tô com a Edna. A Edna é uma panameira que ela parece a Edna mesmo, o cabelo preto, ela é toda preta, é Engraçadíssimo, é toda formal assim, anda devagarzinho, parece um carro alegórico. É a Ed, mas ali era Maitê, o Mustang
era Maitê, mas eu eu não posso explicar porquê, que é um negócio meio feio, mas ela era Maitê e ela passou na Avenida Europa e foi filmada. É espetacular. Ela era branca e tinha duas faixas azul assim e tinha um ronco do [ __ ] E aí, como é que a Porche entra na minha vida? Eu chega, chegava depois que saía com ela, com a com o Mustang e Falava assim: "Filho, eu fico toda travada aqui porque tem uma chuvinha, a traseira dele aparece aqui. Não dou conta de segurar esse cavalo selvagem, né, que é
exatamente o Mustang." >> Sim. Sim. >> Aí ele falou assim: "Mãe, então você tem que ir para uma Porche". Eu falei: "É, por que uma Porche?" Aí eu falei: "Ah, então vamos lá comprar". Ele falou: "Não, mãe, não é assim." E eu sou a louca da experiência. Aí ele falou: "Não, mãe, não é assim". Falei: "Como não é assim? Não é só ir lá e comprar dou Mustang de entrada que eu ia fazer a mesma coisa". Ele falou assim: "Não, a porte é assim, ó. A gente configura aqui no computador, sai um código, a gente
vai lá, fala com o vendedor, entra numa fila". Eu falei: "Para, filho". Falei: "É". Aí depois quando for fabricar, você é chamada, aí você dá uma entrada, aí tem que esperar não sei quanto tempo, vende navio. Falei: "Eu quero isso pra Minha vida". Vamos lá, filho. Vamos configura aí que eu não sei o que o que importa do carro. Dane-se. Aí a gente foi lá e demorou 8 meses. Oito, 9 meses, praticamente é um filho. Aí ela chegou e ela chamava Mega, que era Mega enjoada, que ela testava os buracos de São Paulo. E foi
ela que eu fui filmada de novo, porque lembra que eu queria ser filmada, mas eu só não sabia que eu ia ser filmada porque aí eu tinha pedido para fazer o o Instagram viralizar, Só que eu já tinha sido filmada. Aí juntou. Então a gente faz o que a gente quiser do nosso futuro. >> E a cordada, essa porche era azul? >> Não, essa era preta. A primeira que eu fui filmada e que eu fiquei famosa foi a preta. Aí depois eu troquei ela por uma azul. Eu fui aumentando. Eu falei: "Agora eu quero carreira".
Essa é a carreira. Aí eu quero carreira S. Aí eu quero carreira e que era a outra que eu esqueci o nome, GTS, se eu não me Engano. Aí depois eu quero a Turbo. Aí depois eu quero a G. Só que aí eu já pulei pra GT3, que eu sou um pouco ansiosa. Tá vendo? >> Tá vendo? Segurar ansiedade. Eu ia perguntar dos hábitos aqui diários, né? >> É. Se você tem algum hábito diário e >> eu tomo banho dente, >> não, para fortalecer as e que você daria de dicas para fortalecer as pessoas. >>
Hábito diário, cara. Eh, >> eu acho que isso daí do que você falou Do hospital é foi muito louco. >> Eu não, eu tenho um hábito diário. Primeiro que assim, ó, é que hoje eu, quando você pergunta isso, como eu já sou tão treinada, eu já não lembro disso, mas eu falo em todos os lugares. Felicidade pro cérebro não são coisas. Felicidade pro cérebro é você beber água quando tem sede, ir no banheiro quando tem vontade e comer quando tem fome. Isto é felicidade pro cérebro. Ele vai te dar enzimas de prazer por reforço Positivo.
Lembra que eu falei da do condicionamento? Ele também te condiciona porque ele precisa que você pegue essas coisas que tá no mundo fora. Então ele vai te dar enzimas de prazer como reforço positivo para você consumir o que ele precisa ou tirar o xixi. Por exemplo, se você tiver com vontade de fazer xixi agora, ele você não vai prestar atenção no que eu tô falando, porque ele vai ficar falando xixi, xixi, xixi até você ir fazer. E muitas pessoas Fazem isso, tipo, eu tô falando uma coisa meio que todo mundo vai falar assim: "Nossa, todo
mundo faz isso". É só que todo mundo tem consciência, todo mundo presta atenção quando tá bebendo água, quando tá fazendo xixi. Não, a maioria vai no banheiro com celular, a maioria bebe rápido água, come correndo. Então assim, agora isso foi o que eu treinei no hospital. O que me fez não ficar doente no hospital foi treino em felicidade. Que felicidade? Pegar assim, Ó, meu cérebro ar condicionado. Quando eu coloco água na boca, ele fala: "Vida". É como se isso aqui fosse um grande jogo de videogame e eu tô consumindo >> vida. >> Ele é automático.
Ele fala vida e eu sinto água até aqui. Por quê? Porque eu treinei me perceber. Então não tem problema fora que me tira a minha felicidade, porque eu tenho que beber água, eu tenho que comer, eu tenho Que ir no banheiro, mas eu faço isso com consciência, com atenção. E aí quando você tem isso fixado, qualquer coisa você consegue tudo que você quiser, porque o problema de fora não vai te adoecer, o problema de fora não vai acabar com o seu dia, o problema de fora não vai ser mais importante. E se acaso eu não
tenho o iPhone do ano ou mais novo, sei lá, eu não vou ficar chateada, porque não é sobre isso, é sobre Autorregulação e autopercepção. E óbvio que quando você faz isso, você se estabiliza e você consegue o que você quiser. >> Você já teve algum vício fora as poches e os carros? >> Não é vício, não. Não sacan vício. >> Só porque eu tenho cinco carros. Hum. >> Colecionadora. >> É mesmo, né? Inclusive, acabei de vender um evo pro Toguru >> aí, ó. >> Eu >> Mas voltando, >> então, >> vício, não, não, porque como
eu tive que me aquele processo se policial, >> é, eu tive que me perceber, então, por exemplo, eu não eu nunca faria nada, eu não eu não ia perder o controle, eu tive que sobreviver a uma genética. Então, a melhor coisa que eu podia fazer era me perceber o tempo inteiro e não consumir coisas que alterava senso de percepção. O sistema nervoso central, toda substância altera senso de percepção. Eu não posso deixar de estar atenta às coisas porque eu tenho uma genética, então não não sou, não bebo, não fumo, não, mas nada não não é
isso. Eu não tô fazendo ah uma campanha. Eu só tô dizendo que dentro da minha história >> não faz sentido. >> Sim. Não, eu até assim tava tipo meio que pautado na minha mente, justamente perguntar qual foi a maior dificuldade Que você já enfrentou. E dentro de tudo que a gente bateu um papo aqui, eu percebi que o que te tocou muito foi a questão do seu marido. >> Porque eu tava sob ameaça total, né? Ele era CLT, ele ganhava lá, eu não lembro quanto na época, 15 e acabou indo para três porque foi pra
caixa, >> dois filhos. Eu tive que pedir eh na escola eu tive que pedir bolsa. A gente nunca deu passo maior que a perna. Então, vê que eu tava ali numa situação Que não era uma não era opção e eu tinha que fazer coisas e nada contra isso de pedir bolsa, não é isso. Mas e as eu fui imposta, >> foi uma coisa que >> cortou a minha vida, né? Então, a hora que entrou na minha vida, eu tive que me adaptar e me autorregular naquela condição para sobreviver. Mas eu sempre fiz a prática da
felicidade e hoje os meus filhos não têm sequela nenhuma daquela situação e eles dormiram no chão Da casa da minha mãe. Teve aconteceu um monte de coisa, mas eles não têm sequela nenhuma. Por quê? Porque ele e eles respondem por observação. Toda criança olha os pais. Então, naquela ocasião, meu marido não existia porque ele tava internado. Eles não sabiam o que tava acontecendo, mas eles esperavam eu chegar para falar. E eu chegava e falava: "Ah, o papai tá com umas pecinhas de Lego meio fora do lugar. a gente tá tentando achar as peças para Montar
e trazia lúdico para eles também. E aí eu já perguntava: "E aí como é que foi na escola?" Nanã, já desviava o assunto, já tava sempre sorrindo, falava para eles: "Ó, bebe água. Água é felicidade, é o que a mamãe tá praticando. Ah, mas eu não tenho o brinquedo tal". Mas não importa, amor. Ó, deixa eu te falar, brin ali é fora, tudo fora. Depois a gente a gente pega de a gente conquista. Isso daí não é não é tão importante quanto você imagina. Ô, Ana, louco de no podcast, o louco assim, tipo, de bater
esse papo, trocar uma ideia bem assim, bem flow, bem solta, é justamente isso, né? Porque assim, você falou da sua adolescência nessa transição, >> que você passou por aquele período, não te tocou tanto quanto essa fase que você já tava com filho e tudo mais, que você sentiu que a a emoção aflorou? >> Mas por não, mas é porque eu era responsável por duas vidas, né? >> Duas vidas >> e e eu tinha que fazer elas ela elas da necessidade básica, né? comida, segurança, >> sobrevivência ali, né? Então, bateu pesado. Galera, para você que tá
assistindo a gente já sabe, segue todas as nossas redes aqui que vai estar nos verticais. E quero agradecer de antemão o canal de cortes. Canal de cortes vem ganhando força. E você que tá assistindo aqui, já compartilha e inscreva-se no Canal da Integra, por favor. Fortalece as nossas redes aí e logo mais já no Spotify, você que não tem tempo de assistir o videocast, vai correr, vai treinar, vai lavar a louça, >> ouvindo, >> ouvindo, por favor. Ana, se você pudesse ou tivesse que resumir a sua missão, né, qual seria a palavra >> propósito, né?
>> Propósito. >> É >> interessante. >> Diante de tudo o que eu vivi, o propósito é entregar pro mundo o que funciona. E eu falo, eu tenho, eu faço isso com toda a clareza do mundo. Eu falo que eu eh tenho um propósito que é a mudar o mundo, é o mundo de cada um. Porque cada um é um mundo. Esse é meu propósito. >> Ana Cláudia Zani, Deixa aqui pra gente. Eu quero agradecer de antemão. Tikital fica muito honrado e muito feliz em receber você aqui hoje. Deixa pra gente aqui seus contatos, projetos. Fique
à vontade. >> Não, o Eita tá aí para isso e as redes. É isso. Bota lá. Ô, quebra o galho. Ele vai pô, >> já vai colocar aqui, ó. Vai tá tudo na descrição. Pô, né? Eu não conheço metade das redes. >> Só digitar lá no TikTok V poe já aparece Você. >> É, eu filho t famosa. Só imagina ruiva, canhota e Porsche. É muita coisa junto. >> E aí, curtiu o nosso bate-papo mais intenso, né? >> Muito. Eu tô ainda fixada no saco. Tô preocupadíssima, >> gente. É, mas não é, fica tranquilo, não é
urologista, não. Tá tudo sob controle. É um pouco de ansiedade mesmo. Mas o o Eita vai me ajudar. >> Parce. Ah, é isso aí. Sim. Você podia Depois dar o depoimento. >> Vou dar o depoimento. >> Aí sim, hein. Ó. Fica um convite pra próxima. Aí a gente vai fazer. Hoje eu fui mais a fundo para conhecer você. >> Ã, nossa, que sexy você viu? É, >> depois a gente vai fazer uma outra >> cara de tarado que ele fez, cara. >> Ah, não, só foi mais a fundo. >> É, ainda ele fala do saco
que gela e faz essa cara de tarado. Tá ó, conversa com eita, mas vai ser bom para você. >> Tá bom, então. Combinado. Obrigado mais uma vez de coração, viu? >> Agradeço. >> Família TTO, namoral só vai. Já sabe, segue a gente, estamos junto. Uma salva de palmas. Até a próxima. Valeu. [Aplausos]