e vamos então dar início né nossa a nossa atividade a nós estamos ingressando aqui na parte da neuroanatomia né o objetivo de hoje é nós falarmos sobre anatomia do trigêmeo aplicadas anestesias locais em odontologia algumas pessoas ainda chegando eu tô admitindo eles aqui quando eles estão entrando bom um é mas eu maneira geral essa figura que vocês estão vendo aqui na minha tela é uma figura clássica né todos os livros de anatomia quando se fala sobre nervo trigêmeo todos eles colocam essa figura clássica onde nós temos o ganglio de graça aqui que é o maior
glândula do nosso corpo mais organismo sensitivos nosso corpo e nós temos aqui os seus três Ramos por isso que esse nego é chamado de trigêmeo né Nós temos aqui o oftálmico também chamado de ver um o maxilar que é o V2 e o manipular que é o V3 Ok então daí vem a denominação trigêmeos né então todos os neurônios que estão localizados aqui nesse ganhando de graça ele esse grande está localizado na porção média do crânio todos esses neurônios eles são neurônios pseudo-unipolares o que tem aquela característica né que vocês devem ter visto aí na
na citologia talvez na histologia também aonde nós temos um neurônio que possui um corpo único de onde sai o único prolongamento e esse prolongamento ele logo esse dividir né se bifurca em um prolongamento curto né que vai fazer conexão com o tronco encefálico aqui e um prolongamento longo Esse prolongamento longo tá me chamado de prolongamento periférico digamos assim ele vai até o receptor mais distante né digamos assim que seja um dente nós estamos falando em anatomia aplicada anestesia local em odontologia então Digamos que chega aqui até o dente em incisivo central superior esquerdo né então
basicamente é temos dois prolongamentos que são basicamente axônios então quando nós falamos em nervo o nervo oftálmico do nervo mandibular nervo maxilar nós estamos falando numa categoria em que são corpos de neurônios desculpe são prolongamentos de neurônios agrupados fora sistema nervoso central então prolongamentos de neurônios agrupados fora do sistema nervoso central nós chamamos de nervos corpos de neurônios agrupados fora sistema nervoso central nós chamamos de gânglios Diferentemente né dessas mesmas estruturas só que dentro ser nervoso central os prolongamentos dos neurônios dentro semi nervoso central nós chamamos de traquito nós chamamos de fascículo ou lemniscos e
corpos de neurônios dentro sendo nervoso central nós chamamos de núcleos né e o nervo trigêmeo ele é um nervo misto porque ele possui um componente motor e ele possui um componente e sem o ok ele é sensitivo e motor então ele é misto nós dizemos que ele é misto a maior parte dele é sensitiva e a menor parte é a menor raiz é efetivamente motora e esse nervo ele possui 4 núcleos no sistema nervoso central ele possui um núcleo sensitivo principal o núcleo mesencefálico núcleo do tracto espinhal que são três núcleos que são sensitivos e
ele possui um núcleo motor daqui a pouco nós vamos falar um pouco dessas estruturas É bem interessante conhecermos um pouco dessas estruturas para entendermos a sua aplicação na odontologia tá joia bom então esse corte aqui um corte aqui sagital em nível do tronco encefálico e ele está representado de forma que as estruturas que estão em azul são núcleos sensitivos e as estruturas que estão em vermelho são núcleos motores Ok É porque eu tenho algumas alunas tentando entrar na sala esperando atualizações senhor quem tá aparecendo aqui eu acho que já deve estar conectando Carola ó Oi
Alice e Carolina já entraram já obrigada tá entrando então corpos de neurônios dentro chama nervoso central nós denominamos de núcleos os corpos de neurônios fora sistema nervoso central nós chamamos de gânglios é mas digamos assim que funcionalmente são muito semelhantes a diferença é só localização os prolongamentos de neurônios dentes e me levou Central nós chamamos de traquito fascículos ou lemniscos prolongamento de neurônios agrupados fora sistema nervoso central nós chamamos de nervos Então nós vamos estudar o quinto par de nervos cranianos que o nervo trigêmeo Então vamos ver aqui Quais são os três núcleos sensitivos do
nervo trigêmeo falei para você esquecer autor aqui ele coloca os núcleos sensitivos em azul e os núcleos motores em vermelho Então esse núcleo aqui do nervo trigêmeo o que está localizado aqui eu não merecem céfalo né que tem que tava aqui do outro mesencefalico né ou até do outro de sylvius então aqui essa estrutura em azul aqui ó é um núcleo sensitivo do nervo trigêmeo que está localizado no mês é falo então Nada mais justo chamamos de núcleo mesencefálico esse aqui que está localizado na ponte Esse é o núcleo pontino e por ser o mais
volumoso dos três núcleos sensitivos ele também é chamado de núcleo sensitivo principal esse aqui ó núcleo sensitivo principal o e este núcleo aqui que desce do núcleo sensitivo principal e desce passa pelo bulbo esse continua com os primeiros segmentos da coluna dorsal sensitiva da medula espinhal nós chamamos de núcleo do trato espinhal núcleo do tracto espinhal ou seja três núcleos sensitivos mesencefalico e sensitivo principal e aqui o núcleo do trato espinhal o núcleo do trato espinhal e Aqui nós temos medialmente ao núcleo sensitivo principal na ponte o núcleo que está representado em vermelho então ele
não é um núcleo sensitivo eu nunca motor e essa raiz motora vai sair pela pela ponte se unir a divisão mandibular do nervo trigêmeo e para formar o nervo mandibular então apenas o nervo mandibular é que é motor Na verdade ele é mista né ele tem uma porção aqui que está em azul uma porção que está em vermelha e é sensitiva mas os nervos oftálmico e maxilar são apenas sensitivos são apenas sensitivos Ok vamos lá adiante eu falei para vocês que os neurônios que estão localizados agrupados fora deixando nervoso central são que nós chamamos de
gânglios bom e que esses são oriundos de neurônios pseudo-unipolares então mais uma vez olha aqui ó um neuronio pseudounipolar ele tem um corpo de onde sai um prolongamento único que se bifurca e se bifurca formando um prolongamento chamado de prolongamento periférico que vai até o órgão que ele inerva sensitivamente Esse é um prolongamento longo porque o ganglio está próximo ao sistema nervoso central e ele possui aqui um prolongamento Central que é mais curto que vai penetrar aqui na ponte e esse prolongamento vai fazer uma sinapse com um neurônio que está localizado ou no núcleo mesencefálico
ou no núcleo sensitivo principal ou no núcleo do tracto espinhal alguns deles podem se bifurcar e fazer sinapse simultaneamente com núcleos sensitivo principal e o núcleo do tracto espinhal Então vamos lá quando nós falamos em sensibilidade Nós temos dois tipos de sensibilidade nós temos a sensibilidade exteroceptiva EA sensibilidade proprioceptiva e o que vencer uma sensibilidade exteroceptiva exteroceptiva é temperatura no caso calor dor o tato ep crítico e tato protopático então temperatura ou seja calor à dor e dois tipos de tatu o tato protopático que é chamado de pressão e o tato epicrítico discriminativo O que
é o tato refinado Então é se eu pegar não é aqui digamos a esse dispositivo aqui e colocar ele encostado no meu rosto mesmo que eu esteja digamos assim com os olhos fechados eu vou sentir algo que eu chamo de Tato protopático tatu grosseiro Ok não é um Tato discriminativo se eu pegar o digamos essa estrutura aqui que é uma chave né não vou colocar na minha boca mas Digamos que eu colocasse essa chave na minha boca a ponta da chave na minha boca passasse a língua sentindo ação em outras as em tranças a saliências
eu teria e um Tato epicrítico ou discriminativo certo o tato protopático vamos chamar de pressão e o tato epicrítico vamos chamar de discriminativo Então tudo isso junto com temperatura e dor é sensibilidade exteroceptiva É isso aí os três anos do trigêmeo eles capturam isso aí é tem outro tipo de sensibilidade que não é exteroceptivo aqui é próprios ativa que está diretamente relacionado a algo que nós chamamos de próprio recepção Então vamos entender isso aí pessoal é imaginemos que eu mesmo que eu esteja com os meus olhos fechados se eu realizar a abdução das minhas articulações
escapuloumerais mesmo com os olhos fechados eu sei que elas estão abduzidos se eu realizar a adoção eu sei que elas estão há dúvidas É isso mesmo com os olhos fechados por quê que existem receptores chamados de próprio receptores que estão localizados nos fusos neuromusculares aqui da minha articulação do ombro certo é na cápsula da articulação escápulo-umeral bom e isso me informa a todo momento a posição espacial da minha articulação a mesma coisa acontece por exemplo aqui na articulação temporomandibular eu não preciso estar com os olhos abertos nem me olhando no espelho para saber se a
minha mandíbula está abaixada ou elevada Oi sou Raíssa pediu para o senhor repetir a parte do tato epicrítico por favor ato ep crítico Tato epicrítico é um tatu refinado é um prato fino é um tatu que permite você distinguir a estrutura bom então eu tenho aqui um telefone tá esse telefone aqui com os olhos fechados eu pego sinto aqui as teclas mesmo com os olhos fechados eu digo isso aqui é um telefone tá certo isso aqui é um telefone então isso aqui contato épico se eu pegar esse mesmo telefone encostar no meu rosto com os
olhos fechados eu não sei se isso é um telefone eu sei que é uma Suprema uma estrutura tal posso sentir até a temperatura posso sentir algumas coisas mas isso não está tão grosseiro isso é pressão tá bom aí fica separado uma coisa da outra bom então vamos lá é aonde eu estava Olá Boa pergunta Tá bom acho que eu estava falando aqui não é da admitir mais duas pessoas aqui então que nós temos o tato nós temos a própria concepção própria secção é diferente de exterocepção ou seja existem receptores chamadas de próprios receptores localizados na
cápsula da articulação temporo-mandibular localizados nos fusos neuromusculares dos meus músculos que me informam a cada fração de segundo a posição da minha mandíbula no espaço então eu sei se minha mãe de gostar abaixada e É eu sei se é minha mandíbula está elevada e existem receptores neuromusculares existem receptores localizados no ligamento periodontal dos meus dentes ou seja se eu for morder uma um alimento então Digamos que o alimento seja macio né você vai morder mastigar arroz por exemplo você percebe que aquela é uma estrutura macia se tiver uma pedrinha de feijão dentro do feijão uma
pedrinha uma pedrinha dentro do feijão melhor falando você morde você pensa é ele que tem alguma coisa muito duro ali naquele local ou seja nós percebem mas a diferença da maciez do bolo alimentar que é um alimento mais duro sem um alimento mais macio e isto também são próprios actores que estão localizados na membrana no ligamento periodontal dos dentes tá joia então recapitulando nós temos a sensibilidade exteroceptiva da cabeça nós temos a sensualidade próprios é prima Qual é a exteroceptiva a temperatura e dor que vai chegar no núcleo do trato espinal do trigêmeo certo nós
temos o tato ep crítico que ele vai chegar no núcleo sensitivo principal e nós temos o tato protopático o grosseiro que são fibras que se bifurcam e chegam fazem sinapse simultaneamente com os neurônios que estão no núcleo sensitivo principal e o os que estão no núcleo do trato espinhal e nós temos a sensibilidade proprioceptiva que vai chegar diretamente nos corpos dos neurônios que estão localizados no núcleo mesencefálico então de forma bem resumida É isso aí como as coisas chegam naquele local certo ali no neurônio dois que é um neurônio dessa via que está localizado no
tronco encefálico bom então vamos agora um pouco mais adiante bom então beijo eu tenho aqui ligamos que vindo nós falamos no início da aula falando sobre uma coisa denominada de sensibilidade dolorosa oriunda do incisivo central superior acho que o esquerdo o meu exemplo no início da aula então quando você toca naquele dente né E que dói naquele dente incisivo central superior esquerdo aquele impulso nervoso ele percorre o prolongamento periférico longo prolongamento periférico longo do nervo maxilar do neurônio que está localizado no banco de graça depois ele percorre o prolongamento Central curto de si mesmo neurônio
veja que é um neurônio só é um corpo de neurônio só não tem sinapse aqui Esse é um prolongamento periférico que chega até o dente e um prolongamento Central que vai fazer sinapse com o neurônio dois porque se a sensibilidade é térmica ou dolorosa nós falamos que ela termina aqui ó no núcleo do tracto espinhal Então vai abrir uma sinapse a primeira assinar você vai acontecer aqui ó primeiro a sinapse acontece aqui então esse aqui é o neurônio um esse aqui é o neurônio dois bom do neurônio dois esse impulso nervoso ele acende porque até
aqui ele não é ele não é consciente eu não percebi a dor ainda certo tocou lá no dente mas eu não percebia do ainda então o que que acontece esse impulso ele acende é basicamente através de duas vias o lemnisco essas duas vias são relacionadas ao conjunto de fibras nervosas prolongamentos de neurônios agrupados dentro você me levou Central Eu Não Posso chamar de novo se fosse fora do seu nervoso central chamar Irineu aqui dentro eu tenho que chamar de traquito de fascículo ele menisco e aqui é um trato Tá certo bom então aqui desculpe aqui
embaixo é chamado de lemnisco tracks aqui mais em cima então Aqui nós temos um lemnisco trigeminal esse lemnisco trigeminal ele tem uma parte anterior ventral uma parte posterior chamada de dorsal a parte ventral praticamente ela é pouca é uma lateral ela vai acender do mesmo lado mas a parte mais importante essa parte que é que cruza na esse lemnisco trigeminal do Sol que cruza o plano sagital mediano e se dirige para o tálamo para o núcleo talâmico chamado de núcleo talâmico ventral póstero-lateral núcleo talâmico ventral póstero-lateral E aí ele daqui faz uma outra sinapse ó
e aqui eu tenho um neurônio três e esse neurônio três leva o impulso nervoso até o córtex cerebral certo na parte mais baixa do córtex cerebral representada pela área da cabeça que são respectivamente a área 3 Área 2 e área um de brodmann Então o que acontece pessoal o estímulo só se torna consciente quando chega aqui no córtex cerebral do lado oposto quando chega no córtex cerebral do lado oposto Então vamos lá tocou no incisivo central superior esquerdo e esse estímulo ao se torna consciente quando ele chega no córtex cerebral do lado direito do lado
oposto né então o impulso veio pelo nervo maxilar já que foi um dente superior prolongamento periférico dessa fibra aqui prolongamento central vai fazer uma sinapse com neurônios dois da via que está aqui no núcleo do tracto espinhal daqui através do lemnisco trigeminal vai para o núcleo talâmico ventral póstero-lateral e daqui sai através de radiações talâmicas passando pela coroa radiada não é um tractor esse tracto aqui é chamado de traquito tálamo-cortical que termina aqui no córtex cerebral terminando o córtex é o momento onde isso torna as é um de isso é cons bom então Poxa por
que saber disso né qual a importância de se saber isso basicamente a importância está relacionada ao fato de que a onde eu tenho synaxis eu posso ter e a interferência do centro superiores que podem modular e os estímulo para cima ou para baixo então digamos aqui aqui no Núcleo talâmico mental póstero-medial eu tenho a o sistema límbico que é o centro das emoções então quê que isso quer dizer que a depender do estado emocional de um paciente ele pode sentir menos ou mais dor então Digamos que a pessoa está tensa ansiosa nervosa tem medo do
dentista Enfim tudo isso aqui um estímulo que deveria ser interpretado como Tato como pressão e pode ser modulado chegar aqui como dor tá certo aí você Anestesia o paciente você anestesia você impede a propagação do impulso nervoso relacionado a dor mas não a própria secção então se você e pega lá vai fazer uma manobra para extrair aquele dente enfim pega com fórceps ali quando faz um pouquinho de pressão o paciente pode de repente é ter esse estímulo modo lado aqui o Limiar de percepção a dor para baixo e chegar no córtex cerebral do outro lado
como dor Tá certo então por isso que isso é muito importante não só Tecnicamente saber aonde anestesiar mas existem fatores que é que são tão ou até mais importantes do que o fato de você como eu poderia dizer de você aplicar uma boa técnica anestésica tá joia que é o fato do teu paciente confiar em você é o fato do ambiente é ser um ambiente agradável o tipo de música que dá tocando no ambiente uma música Sim Fábio mais baixinha as cores da parede né as paredes do seu consultório de repente tem um quadro bonito
com sei lá com uma vista de uma floresta um papel de parede bem grande mostrando uma floresta algo que seja reconfortante né mas imagina se a pessoa chega atrasada ansiosa tem medo chega na tua recepção tem uma televisão passando canais de notícia né que sempre são notícias ruins né que geralmente noventa e nove porcento das notícias é que dão que dá uma audiência são notícias ruins né então passando tragédias e a pessoa ali esperando a hora dela ser atendida né E fica vendo tragédias E aí na tua recepção de repente tem revistas também que são
revistas de Notícias que mostram notícias trágicas tipo sei lá o aquecimento global o mundo vai se e os animais estão morrendo o avião caiu Morreu todo mundo enfim né isso a pessoa vai ficando mais tensa mais ansiosa e quando ela chega para você né aí ela vai chegar com um nível de estresse e tensão e ansiedade muito elevado é o mesmo que você tenha uma boa técnica anestésica é você tem que fazer com que os estímulos é jovem em seu favor Então esse é um caminho anatômico que a gente sabe né que ele existem então
é muito importante que o paciente digamos assim quando chegar na sua clínica que ele vai entrando no clima né é uma luz mais amarela um pouco de nada de luz muito forte na sala de recepção é uma música clássica baixinha ou instrumental a TV ligada passando sei lá programas de viagem né Há coisas fantásticas as bonitas paisagens bonitas em fins programas pensa nas TVs também na aba bem bacanas de viagens coisas assim enfim é tudo isso altera muito o que vai acontecer lá dentro da sua sala de atendimento Tá certo se altera muito que vai
atender acontecer lá algumas coisas aqui eu vou passar um pouco mais rápido porque a aula tem alguns objetivos bem específicos então tanto a raiz sensitiva do nervo trigêmeo como a raiz motoras ela ela é mergen aqui não era a ponte né entre a ponte o braço da ponte aqui nessa região o outro lateral da ponte onde a raiz sensitiva ela tem um diâmetro bem maior que a motora né é a raiz sensitiva tá passando sai lateralmente EA motora medialmente E essas duas estruturas elas vão ser responsáveis por quase toda a sensibilidade da cabeça né então
a a divisão do oftalmo que vai pegar essa região do dorso Nacional conjuntiva do olho córnea pálpebra superior couro cabeludo da Fronte até a próxima sutura lambdóide o nervo maxilar vai pegar o terço médio da face pálpebras inferior a asa do nariz da região anterior aqui da fossa temporal o mandibular vai pegar o lábio inferior né a região do corpo mandibular fora que essa região do ângulo mandibular vai pela pele aqui região anterior do Pavilhão da orelha fossa temporal né então a Raíssa Silva do trigêmeo faz isso aí então e leva órbitas bo as fossas
nasais seios paranasais é a a dura-máter né o sistema de por Central quem não sabe ele Neva O corpo inteiro mas ele não se alto e Neva né então o córtex cerebral é não tem inervação sensitiva Então nem motora mas a única estrutura que aí Nevada no interior do crânio é a dor a mata e quem leva a dura-máter craniana é o trigêmeo Ou seja quando uma pessoa diz assim é eu estou com dor de cabeça né poucas coisas dói na cabeça né dói na cabeça dura mata dói na cabeça alguns vasos sanguíneos e dói
na cabeça e também essa questão de músculos Então são as estruturas que mais dói na cabeça são músculos Tá certo então os músculos quando uma pessoa diz eu tenho uma dor de cabeça a probabilidade de ser muscular é é bem alta tá bom Aqui nós temos outras estruturas que objetivos a nossa aula que é a o arco gengiva dental superior e inferior Então tudo isso é inervada pelo trigêmeo a parte superior é inervado pelo maxilar EA parte inferior a inervado pelo mandibular aqui mostrando também que eu devo trigêmeo inerva articulação temporo-mandibular Oi e a raiz
motora que ela quer mais fininha sai medialmente à raiz sensitiva ela vai levar aqui os músculos todos os músculos que foram oriundos do primeiro arco branquial do ponto de vista embriológico né então temporais masséteres pterigoides lateral Medial ventre ou de guache com o melhordo tensor do Véu palatino dessas Bolsas São todos os Mas esse não é o objetivo a parte motora não hoje nós vamos falar sobre a parte sensitiva tá joia Então essa vista aqui da base do crânio aonde foi feito uma secção aqui no aqui O Aqueduto de sylvius né então isso aqui é
o mesencéfalo isso aqui é o cerebelo só que é fossa posterior do crânio processo clinóide posterior processo clinóide anterior então essa região aqui é chamada de ângulo pontocerebelar porque fica entre a ponte eo cerebelo tem um vejo que saindo aqui eu tenho uma raiz sensitiva e lateralmente ou trigêmeos e aqui a raiz motora do trigêmeo situada medialmente à raiz sensitiva Então essa raiz sensitiva ela vai terminar onde termina no gânglio de graça o que essa raiz sensitiva São todos aqueles prolongamentos centrais daqueles neurônio especial unipolares que estão ali no Gandu Ligar cara tá joia passar
aqui um pouquinho isso aqui não então aí Aqui nós temos um bando de graça hoje nós vamos falar sobre oftálmico vamos falar sobre esses dois ramos aqui o nervo maxilar que é exclusivamente sensitivo e o nervo mandibular que é misto porque ela é mista porque a raiz motora que estava situado lateralmente a desculpe medialmente à raiz sensitiva em um determinado momento na fossa média do crânio ela passa por baixo da raiz sensitiva e passa a estar lateralmente a essa E aí ela se une a a parte sensitiva do Paraíso do nervo mandibular lá e aí
nós temos que o nervo mandibular é um nervo misto porque ele é sensitivo e ele é motor enquanto que o nervo maxilar é exclusivamente sensitivo nervo maxilar é exclusivamente sentido Então tá aqui o ganho de graça daqui também o grande ligasse é aqui oftálmico Aqui o maxilar e aqui o mandibular ok e aqui na fossa média do crânio né Nós temos aí um corte coronal em nível do seio esfenoidal é aonde nós temos aqui a glândula hipófise né temos aqui a glândula hipófise ou seio Cavernoso essa estrutura que está em azul aqui dentro do seu
cabelo eu tenho artéria carótida interna com seu plexo nervoso simpático e aqui o negócio docente e aqui eu tenho usamos oftálmico e maxilar do trigêmeo uma de Bros estaria um pouco mais aqui abaixo Tá certo então o nervo maxilar ele vai enervar toda aquelas estruturas que eu já falei da raiz sensitiva do terço médio da face né até aquela região é da asa do nariz lábio superior né até a região da fossa temporal e vai levar também e forma sensitiva o arco gengiva o dental superior então quando a gente fala em Arco gengiva dental a
gente tá falando sobre o que pessoal estamos falando sobre o dente a inervação do dente é né o seu periodonto de sustentação e proteção é o osso ali naquele local é o ligamento periodontal que fica raiz do osso no próprio processo alveolar Oi e a gengiva a gengiva Nós temos duas gengivas em redor de um dente né Nós temos a gengiva vestibular EA gengiva palatina né a gente vai vestibular gente vai palatina que os nomes já deixam muito claro quem é uma e quem é outra então vamos entender aí eu nervo maxilar ele sai aqui
pelo Canal Redondo né ele sai aqui pelo Canal redondo e aí ele chega na fossa é Vitória Colatina quando ele chega na fossa pterigopalatina ele emite vários ramos né mais 12 anos são mais importantes aqui para o objetivo da nossa aula que são o nervo infraorbital que é praticamente uma continuação do nervo maxilar ele percorre o sulco a goteira o canal e infraorbital e vai sair aqui no forame infraorbital Ok mas veja que não sem antes ele vem e no canal infraorbital vem em um determinado momento antes de sair pelo forame infra-orbital ele penetra em
pequenos foram em muito aqui ó nesta região o que eles vão emitir os nervos alveolares anteriores superiores e alveolares médios superiores estão alveolar anterior superior e alveolar médio e superior que vai elevar o que alveolar anterior superior o osso e o periodonto de incisivos e caninos o alveolar médio superior vai enervar o que os dentes pré-molares E além disso e leva também parte da mucosa do seio maxilar e vejam que antes do nervo maxilar emitiu infraorbital ele é muito esse outro ramo aqui ó que pode ser dividido de 1 a 3 chamados de nervos alveolares
posteriores superiores veja o que esses nervos alveolares posterior superiores penetram nos foramos alveolares posteriores superiores emitindo Ramos o Paris sócios periodontais e sinusais o Paris para a polpa dos dentes molares periodontais para o periodonto ósseos para o osso esse nos para essa região aqui da parede posterior do seio maxilar então vejam que alvéola anterior superior alveolar médio superior e alveolar posterior superior nem um determinado momento ele se encontram aqui nessa região acima do Zap sim e os dentes cerca de 23 MM acima dos atos em vários canais que formam que os autores chamam de plexo
dental chama que os valores o autores chamam de flexo dental tudo bem mas aí nós falamos da inervação do dente do osso do periodonto até do seio maxilar mas nós não falamos ainda sobre a inervação da gengiva nem da gengiva vestibular nem da gengiva palatina a gengiva vestibular pessoal da região dos molares é inervada por esse ramo aqui ó que não penetra nos ossos nos foramos alveolares posteriores superiores e se dirige para a gengiva esse ramo aqui é chamado de Ramos gengival do campo gengival do nervo alveolar posterior superior ok o professor é Alice desde
aquela hora do começo ela tá tentando entrar aí Leide nesse continua Torres Moreno quem é Alice Souza ah ah tá feita aquela hora que ela tá tentando entrar então ela não aparece aqui para mim como se estivesse na deixa eu ver aqui aparelho deixa eu ver aqui e agora acho que vai Maria Alice da Silva Souza e Ana tá bom esse muito obrigada consegui fora pai que tava a barra de rolagem jogou elas lá para distância não aparecer que eu tenho muita gente na sala bom então É esse mesmo que sai aqui o nervo infra-orbital
certa olha aqui o nervo infraorbital saindo aqui ó ele é muito em um ramo para pálpebra inferior ou um ramo para asa do nariz e um ramo para a gengiva vestibular de incisivos caninos até pré-molares então a gengiva vestibular dos dentes superiores são inervados pelo ramo gengival do alveolar posterior superior mais ou menos aqui até próximo aos pré-molares e pelos Ramos e gengivais do infra-orbital vamos já perguntar o que que gera um abcesso Oi perguntando o que gera um abcesso Raíssa Dias é uma abscesso na verdade é uma infecção né então que geram infecção são
bactérias aí principalmente nessa região a cárie e doença periodontal essas coisas podem gerar infecção pode formar um abcesso tá bom Ah mas não tem nada a ver com elevação não tá jóia e vamos adiante e e e nós temos aqui pela vista interna em nível de força nasal o nervo maxilar aqui ó lá na fossa pterigopalatina olha ele aqui ó na fossa pterigopalatina ele emite um ramo né na verdade esse aqui eu amo que limite né Ele é muito esse ramo aqui que passa sem fazer sinapse com esse gânglio aqui que é o grande do
critério palatino que na verdade é um é um grande dor facial tá certo mas ele passa sem fazer sinapse e ele desce com o nome de nervo o pterigopalatino pelo Canal pterigopalatino parte dele sai pelos forames palatinos menores o acessórios e a outra parte pelo forame palatino maior essa parte que vem pelo forame palatino maior ela vai emitindo Ramos gengivais para elevar a gengiva palatina dos molares e pré-molares aqui na região de molares e pré-molares e um outro nervo olha aqui ó vem ele aqui ó ele vem aqui aqui branquinho ó e levando a gengiva
palatina de molares e pré-molares bom e o outro nervo vem pelo septo nasal o e termina aqui no canal incisivo esse nervo que penetra aqui no canal incisivo ele vai emitir Ramos gengivais que é o nervo nasopalatino ou diz carpa ele vai emitindo Ramos aqui para a gengiva palatina de incisivo central incisivo lateral e canino incisivo central incisivo lateral e canino com isso nós meio que é já vimos toda a inervação do arco gengibre dental superior todo inervação do arco gengibre dental superior então vejam seguinte tudo que eu falei até agora pessoal é na verdade
é a melhor forma de se entender mas veja que a compreensão deve ser feita de forma reversa e o que é de forma reversa porque se eu tenho um estímulo doloroso aqui nesse dente aqui que é o primeiro pré-molar superior que é inervado pelo nervo alveolar médio e superior o impulso nervoso daqui vai para o nervo infra-orbital que vai para o nervo maxilar tá certa vai para o nervo infraorbital que vai para o nervo maxilar o que vai penetrar no crânio pelo forame um grande redondo o que vai terminar aqui no banco de graça ao
terminar, Esse é um prolongamento periférico de um neurônio que está localizado no ganho ligação daqui eu vou ter um prolongamento Central esse prolongamento central vai passar aqui pela raiz sensitiva prolongamento Central é bem curto comparado com prolongamento periférico e ele vai penetrar na ponte e ele vai penetrar na ponte aqui na face ventral lateral da ponte né porque aquele ali é o primeiro pré-molar superior do lado direito e ele vai fazer sinapse com o núcleo do trato espinhal aqui a primeira assinados que vai haver ele vai ter uma decussação de todas as suas fibras pelo
lemnisco medial do trigêmeo vai fazer sinapse com essas esses corpos de neurônios que estão localizados aqui no talo núcleo talâmico mental póstero-medial e daqui através do tracto tálamo-cortical vai chegar no córtex cerebral do lado esquerdo o lado esquerdo na área 3 ou na área 2 ou na área um de brodmann área representativa da parte mais baixa mais caudal do giro pós-central na área que é representada pela inervação da cabeça então o impulso nervoso ele vem da Periferia para o centro tá certo o impulso nervoso ele vem da Periferia para o centro a e agora hoje
nós vamos falar sobre o nosso sobre a nossa anestesia local então se a pessoa quer e anestesiar um dente Digamos que seja o incisivo lateral superior direito a pessoa tem que colocar o líquido anestésico mais próximo possível da raiz do ápice da raiz descendentes então no sulco aqui né o suco é lábio e gengival novo gengivo-labial superior como queiram falar a pessoa Entrou duas Você tem uma ideia aqui quanto mede a raiz desse dente né Mais ou menos o ato está aí vai inserir poucos milímetros aqui dessa agulha aqui nessa região é antes pode fazer
um anestésico tópico ou não E aqui em filtra aqui nesta região quando a pessoa faz isso vai pegar os Ramos por Paris ossos e pela montagem de acidente além do ramo gengival aqui a gengiva vestibular a pessoa pode fazer o quê aqui em qualquer procedimento que não tem que remover o dente e o que é a única coisa que não está anestesiada e a gengiva palatina a única coisa que não está na extasiada aí a gente vai para latina para nesta viagem vai para Latina a pessoa tem que infiltrar o anestésico também na mucosa palatina
se a pessoa tem que filtrava na história também na mucosa palatina se é nessa região de incisivos centrais e laterais e caninos aqui próximo ao forame incisivo se é é na região de pré-molares e molares a pessoa pode fazer o próximo al dente ou se quiser uma área anestesiada maior ali próximo ao forame palatino maior próximo ao forame palatino maior certa e agora nós vamos falar sobre o nervo mandibular também chamado lhe ver três né que possui a mostramos por Paris sócios e periodontais só não vai ter amo sinusal porque não tem seio maxilar nessa
região então o nervo mandibular e ele sai do crânio pelo forame oval Tá certo e se divide em dois troncos contam com anterior que se continua terminando com o nome de nervo lingual e um tronco posterior que se continua dentro do canal da mandíbula com nome de nervo alveolar inferior nome de nervo alveolar inferior aqui tá ele esse ramo aqui que se continua com o nervo lingual ele vai nevar toda a gengiva lingual de todos os dentes inferiores então toda a gengiva lingual todos os dentes inferiores é nervosa por esse ramo igual aqui ó o
e os dentes são inervados aqui pelo nervo alveolar inferior depois que ele penetra aqui nesse canal chamado de canal da mandíbula né ele penetra aqui ó e ele vai levar os dentes aqui nessa região bom então aqui tá uma defecação mostrando mais ou menos aqui o nervo lingual e aqui o nervo alveolar inferior penetrando aqui no canal da mandíbula elétrons aqui no canal da mandíbula é só para mostrar para vocês aqui uma coisa que parte do nervo mandibular né é motora Então vai emitir Ramos aqui para os músculos do palato mole para o músculo pterigóideo
Medial para os músculos pterigóideos laterais aqui para o temporal aqui para uma certa né e um desses Ramos que é misto é o nervo chamado de tempero bucal a parte motora vai levar as fibras anteriores o tempo Carol e a parte sensitiva vai aqui com o nome de nervo bucal enervando a gengiva vestibular de pré-molares e molares Então veja que a gengiva lingual dos dentes inferiores foi todo enervado pelo ramos regivaldo lingual e a gengiva vestibular ela vem aqui e ela vai levar a o vestibular de pré-molares e molares inferiores enquanto que isso o nervo
alveolar inferior penetrou aqui no canal da mandíbula e vai emitindo Ramos por Paris ossos e periodontais para a polpa dos dentes inferiores até mais ou menos ali na região de segundo pré primeiro pré-molar inferior vamos para poupar Ramos para o osso erramos para o periodonto em um determinado momento na região geralmente abaixo do segundo pré-molar inferior o coentro o primeiro segundo pré-molares inferiores parte desse nervo sai pelo forame mentual passa a ser chamado de nervo mentual que vai inervar a pele e do momento e o lábio inferior e também a gengiva vestibular de incisivos e
caninos inferiores incisivos e caninos inferiores então aqui mostrando o nervo alveolar inferior penetra vai emitindo Ramos ósseos pulpares e periodontais até o segundo pré-molar inferior depois esse canal né da mandíbula se continua com o nome de canal incisivo um diâmetro bem mais reduzido emitindo Ramos por Paris ossos e pele não tá esperar incisivo central lateral e caninos inferiores parte do nervo alveolar inferior sai pelo forame mentual e vai levar a o vento o lábio inferior e a gengiva vestibular EA gengiva vestibular de incisivos e caninos aqui mostrando o maior aumento Olha que os Ramos sócios
que vão para a mandíbula usamos Ares que vão para a polpa dos dentes os Ramos periodontais que vão para o processo alveolar e ligamento periodontal né E aqui nós temos a saída do nervo na possam mais terminal de grãos do nervo alveolar inferior que é o ramo mentual o aumento ao mostrando aqui que o canal da mandíbula se continua possui um divertículo anterior né e se divertir com o anterior chamado de canal incisivo que vai emitindo a Ramos por Paris ossos e periodontais para incisivo central lateral os caninos inferiores certo aqui mostrando o canal incisivo
Tô terminando aqui ó nessa região da polpa e do osso a e do o periodonto aqui nesta região sem ultrapassar a linha média Tá certo pessoal o que vem do lado direito termina na linha média do lado esquerdo é o outro nervo do lado oposto aqui só para mostrar a inervação chegando aqui tanto no periodonto quanto chegando aqui no interior do canal radicular até chegar a polpa do dente então Imagine quando você vem com a sua bloquinho aqui ó o esmalte é um tecido que não é VIVO mas quando você chega aqui na dentina Nós
já vamos ter células prolongamento de odontoblastos aqui nessa região e esse estímulo já pode desencadear um estímulo doloroso aqui que vai se propagar até chegar no córtex cerebral e na no giro pós-central e aqui mostrando uma outra forma aqui mostrando uma coisa Diferentemente da maxila que eu falei para vocês que você coloca a o seu agulha né a sua agulha alguns milímetros ali próximo a raiz do ápice da raiz do dente que você quer anestesiar e você consegue anestesiar o dente é a questão é que a maxila é um osso bastante poroso e a mandíbula
não é então para você ter uma anestesia é ficar sem uma mandíbula principalmente se forma de uma pessoa adulta é você vai ter que pegar o nervo alveolar inferior antes dele entrar no forame da mandíbula antes de entrar no forame mandibular a essa anestesia nós chamamos de anestesia condutiva algumas pessoas antigamente chamavam de anestesia troncular é mas é uma anestesia chamada de condutiva tá certo é só é Surgiu uma pergunta de Juliana Ela perguntou Pode ser que só eu não saiba essa resposta mas para nós fazer um local é preciso acertar o nervo ou só
anestesia a o só nestesia acontece nas proximidades dele tá ok é excelente pergunta Tá certo veja se você acertar o nervo com agulha você causa um dano no nervo entendeu e tudo bem senão vai se regenerar Vai demorar um tempo ele vai se regenerar a intenção é colocar próximo porque o líquido anestésico e ele se propaga ali naquela região a não ser a mandíbula que eu tava acabando de falar e para pegar o ramo para óssea periodontal a manteiga a gosto muito compacta mas digamos aqui na maxila e é que sabe o anestésico é ele
se propaga Então quando você quer anestesiar o dente Por exemplo incisivo lateral superior você acaba também anestesiando central e o caminho entendeu porque os ao anestésico ele se difunde por aquele tecido Né desde que esse tecido não esteja é muito inflamado causada por uma infecção por exemplo porque o sal e esse sal anestésico ele é um sal derivado de uma base fraca então ele não ele não não reagir muito bem meio ácido e quando você tem uma inflamação e infecção o meio fica ácido e aí esses ao anestésico ele não ele não vai se dissociar
não então nesses casos não adianta anestesiar ali perto tem que anestesiar distância pegar o anestesiar próximo ao nervo mais distante não no local né enfim porque o sal é um saudade falta de uma base fraca E aí não vai perto no meio inflamado infeccionado não funciona muito bem não tá joia mas é respondendo a pergunta de forma mais objetiva é a ideia chegar perto do nervo mas não transfixar o nervo não perfurar o nervo tá jóia bom então aqui só mostrando né que para atingir aqui ficar próximo ao nervo alveolar inferior antes tem que pegar
ele antes de entrar no forame da mandíbula que depois que entra no forame da mandíbula você bota o anestésico aqui mas ele não consegue a mandíbula tem poucos poros então diferente da maxila então o sal o anestésico não consegue penetrar no osso então a gente precisa entrar aqui ó chegar o anestésico para pegar o nervo aqui ó quando ele vai entrar aqui no forame da mandíbula nessa região ele não está sozinho não aqui tá o nervo alveolar inferior bem próximo dele tá o nervo lingual a e o nervo lingual E aí você coloca o seu
a sua Ponta da Agulha aqui próximo né para poder anestesiar os ao aqui ele vai pegar o mesmo tempo anestésico vai pegar o nervo alveolar inferior vai pegar o nervo lingual Então eu não sei qual experiência aqui de cada um é mas se você já tomou anestesia dessa uma picada só você ficou com todos os dentes inferiores anestesiados até o lábio inferior e a metade da língua desse lado também porque o nervo lingual tá aqui pertinho o nervo lingual tá aqui pertinho então se você vai colocar sua agulha aqui você vai ali né É E
aí se você tocar no nervo com a Ponta da Agulha o paciente ele sente um choque entendeu então você é meio que entende que você tá tocando no nervo aí é melhor você recuar alguns poucos milímetros entendeu então você deixar o que é uma dor forte passou é uma dor forte não é uma dor neuropática né dá um funcionário me livre O que é assim tão volume parei Elissandra tem uma dor em conta Quais os fatores que podem levar uma boa anestesia pterigomandibular e os fatores basicamente são esses é você e é ter um bom
né sintético Por que não existe uma na estreia com só que resolve tudo depende do procedimento O que é um procedimento se é uma cirurgia se é uma restauração simples é um canal então existem drogas anestésicas mais potentes e outras menos potentes algumas que duram mais tempo outras que passam depois de 30 minutos já passaram né Cada um tem sua indicação você não fez um procedimento o bobo deixar o paciente 12 horas anestesiados é bem ruim para o paciente sabe mas se for uma cirurgia uma coisa mais pesada Ele é legal paciente passar 12 horas
anestesiado que não vai sentir dor entendeu enfim é a escolha do anestésico com a boa técnica para chegar próximo próximo ao nervo sem perfurar o nervo certo isso é muito importante um Outro fator é de você ter aqui é uma situação aonde que você não tem uma infecção aqui nessa região então se a infecção tá o Digamos que ela não esteja aqui então você vai pegar o nervo a distância pegar o nervo a distância fora isso os outros fatores que eu eu gostaria de lembrar são aqueles fatores relacionados a calma tranquilidade a você não tá
fazendo as coisas é e correndo enfim de você passar na verdade essa questão da segurança para o paciente então quando você quando o paciente conversa com você você explica as coisas direitinho você fala pausadamente você tem é preciso também ter paciência né ver que a pessoa que está ali do outro lado né da sua seringa né É porque você tá perto do embolo ele tá perto da agulha né então para quem tá perto da agulha tudo é mais assustador né então enfim a passar calma passar tranquilidade se o paciente for muito ansioso tiver fobias você
tem que para medicar você tem que fazer medicações sistêmicas às vezes né para poder eu paciente é diminuir o grau de ansiedade dele algumas pessoas chegam até com a pressão mais alta enfim tem uma série de situações que a gente precisa levar em consideração tá jóia eu espero ter respondido aí se não totalmente mas parcialmente a dúvida aí e da nossa colega tá joia acredito que sim Então olha aqui que que interessante aqui a pessoa tá apalpando o dedo tá faltando a borda anterior do ramo da mandíbula e aqui eu tenho um ligamento esse ligamento
aqui é o ligamento pterigomandibular veja aqui isso forma um triângulo o triângulo aqui ó meio que um triângulo Então veja ele aqui na bissetriz do Triângulo a cerca de 10 mm acima da oclusão do molar aqui ó do último molar na bissetriz do Triângulo a seringa tá inclinada para o lado oposto Veja a agulha ela entrando aqui olha onde é que ela vai dar e no forame da mandíbula vai dar aqui no forame da mandíbula Então ela chegando aqui no fórum da manhã e você tá bem perto do nego tá certo bem perto do mesmo
mas só lembrando não usar agulhas excessivamente longas né as agulhas odontológicas até bem mais ou menos pessoal de um de um comprimento sabe que você é não tenta não não perfurar o nervo aqui tá joia mas se você introduzir ela totalmente até aqui aí você chega lá sim tem que ter um pouco de cuidado com isso e deixa passar aqui bom então um pouco aí da resposta da colega aí que perguntou né que é o controle da dor pós-operatória é tem que se controlar a gente já conversou sobre isso a ansiedade se for o caso
fazer uma pré-medicação né com drogas benzodiazepínicos né relaxantes musculares isso você pode prescrever o paciente paciente muito ansioso você pode fazer uma pressão para o paciente até na noite anterior que é paciente e às vezes sabe a no outro dia eu vou fazer uma extração Vou fazer uma cirurgia vou para o dentista fazer um canal a já dorme mal entendeu Esse é o tipo do paciente que tem que tomar medicação na noite anterior para relaxar dormir bem você marca esse paciente eu não deixa aí o dia todo pensando nisso não não marco o cara 6
horas da noite não tem um cara para você marcar ele 8 horas da manhã entendeu Não dá tempo ele ficar tão ansioso com isso entendeu é selecionar o o ideal melhor técnica possível também fazer medicação pós-operatória compatível com cada procedimento né bom então essa questão do controle da ansiedade a gente tem que conversar com paciente que isso Paciência tem muito medo muita fobia às vezes passaram por experiências traumáticas né aqueles pacientes que é mesmo sentindo dor dentista disso não tá doendo não tal segura ele para fazer quando criança entendeu cara às vezes passou por um
procedimento assim bem traumático né a dica para ele e odontologia é uma coisa muito ruim porque as experiências que ele teve antes foram bem ruins né A questão que eu falei da confiança né uso de sedativos que podem ser via oral pode ser via nasal através do óxido nitroso e é para controlar a pessoa eu uso bastante sabe corticoides para controlar o edema pós-operatório em alguns casos eu uso é ansiolíticos também gosta muito do copo do clonazepam né uma coisa simples em pede para o paciente olha só a cirurgia amanhã 9:00 ele chega oito que
eu vou te dar uns medicamentos aqui entendeu para você tomar antes então isso é legal só lembrar que se for para escrever alguma ansiolítico pessoal tem que lembrar o paciente e acompanhado entendeu Às vezes a pessoa vai sozinha e aí não dá para fazer ansiolítico a pessoas vai dirigindo né E quando sai do consultório ansiolítico pode diminuir os reflexos de repente a pessoa se envolver num acidente alguma coisa parecida né escolher o tipo de anestesia né a escolher o tipo de anestesia as fotos aqui 1930 quase já era colorido tudo bem ao Hospital Regional do
Agreste aqui anestesia geral quando o indicada né professor Marconi Maciel Professor lá da as seis e professor do curso da anatomia também lá do campus de Arcoverde né já que o cara devia ter o que 20 anos de idade ele não foi embora faz tempo então o tipo de anestésico depende do tipo do procedimento um procedimento como esse aqui não vai ser anestesia local né vai ser anestesia geral uma cirurgia ortognática né fraturas traumas enfim é e o que tipo de anestesia vai ser utilizada para implantes para enxertos cirurgia de dentes inclusos tem dentes inclusos
que são mais simples tem dentes inclusos que são bem complexos né o tipo de anestésico né veja aqui ó merecia anestésico aqui a bupivacaína ela pode dar até 12 horas de analgesia pós cirúrgica né Isso é bem legal para um procedimento cirúrgico né mas para um procedimento é o digamos assim para um procedimento de uma restauração cara ficar depois de 12 horas anestesiado não é legal né então ou seja o remédio ele é dado pessoal de acordo com a indicação uma outra coisa que pode ser feita é analgesia com oxigênio e óxido nitroso né então
isso aí pode ser feito também é um tipo de ansiolítico que é feita por via nasal uma máscara nasal e é e também encontro devemos controlar a dor pós-operatória com medicamentos né então também os medicamentos eles devem estar relacionados ao tipo de procedimento que você fez então muitas vezes um procedimento simples você prescreve um analgésico simples né E às vezes se necessário o paciente tomar prescreve mas isso paciente que ele só toma-se necessário mas um procedimento mais complexo aí pessoal só se sente dor Se você não tiver tomando analgésico correto né E você pode prescrever
até morfina entendeu paciente se for o caso dele ter muita dor e é também importante não pós-operatório questão de prescrever a dieta o repouso relativo a questão de fazer nos primeiros dias compressa de gelo depois de 72 horas compressa de água morna enfim basicamente são ela várias recomendações que a gente tem é para dar né para passar aí para o nosso paciente as dúvidas pessoal e não tem nenhuma nenhuma dúvida que não no chat você tá bom então é basicamente é isso aí estamos falando aí falamos hoje né sobre trigêmeos né Essa questão de anatomia
aplicadas anestesias locais em odontologia tá joia então ok deixei aí Amanda como rosto agora Vou me ausentar e semana que vem mesmo horário vamos dar prosseguimento tá joia obrigada por essas Valeu então até mais tenha um bom dia uma boa semana Deus abençoe