E aí, gente? Sejam bem-vindos ao canal Agente de Saúde Léo Sobral. Como é que vocês estão?
Quase três semanas, né, sem atividades do curso. Voltamos, né? Quer dizer, o curso voltou para quem tá fazendo.
Eu tô aqui apenas para ajudar vocês aí com as atividades, principalmente com relação ao fórum e as nossas lives que acontecem toda terça-feira 7 horas da noite, sempre que tem uma disciplina nova. Portanto, saiu a disciplina 16, geoprocessamento em saúde e significa que hoje às 19 horas a gente vai estar ao vivo aqui no canal, tá bom? Então, a gente tem um encontro marcado com a nossa live para estudar juntos.
E aí, sem perder tempo, que eu sei que você quer saber como responder o fórum da disciplina 16, você já tá vendo aí na tela que a gente vai construir isso juntos, beleza? De forma que você tire nota 10. Mas antes, se inscreve aqui no canal.
Provavelmente você é uma das milhares de pessoas que assistem os conteúdos do canal e ainda não se inscreveu. Se você for uma dessas, tem um botão aqui embaixo escrito inscrever-se na tela do seu do teu celular ou do teu computador ou do seu tablet. Só apertar ali é de graça, você não paga absolutamente nada, tá bom?
Então se inscreve no canal, você pode se tornar membro aqui do canal. Então no comentário fixado tem dois links. O primeiro para você se tornar membro do canal.
Então faça isso se você desejar, beleza? E o segundo link é para você que tá estudando para concurso de agente comunitário de saúde ou de agente de combate às endemias, possa te ajudar aí no seu processo de estudos e te ajudar a aumentar consideravelmente sua chan de aprovação. Então aperta aí o botão, tá bom?
Estude comigo ah para o seu concurso de agente de saúde, o link tá bem do lado também no comentário fixado. Dito tudo isso, vamos ao que interessa. Tá aqui, ó.
Você tá vendo na tela. Fórum Geoprocessamento em Saúde, papel dos ACS e dos AC no conhecimento do território, tá bom? Me segue lá no Instagram aqui, ó, Léo Sobral.
Léo Sobral com dois a. Vamos lá. Como a gente sempre começa, a gente tem que entender o que que o fórum tá pedindo pra gente fazer.
Então, a gente vai contextualizar. E aqui você tá vendo, ó, observe a figura abaixo. Ela apresenta um grupo de crianças utilizando-se de informações de satélite e georreferenciamento para descobrirem o local eh secreto onde sua avó que cochila com um gato preguiçoso e esconde os doces.
Bom, já já o referenciamento, se você já passou pelos pelo pelos conteúdos da disciplina, você já sabe o que que significa. Mas se você não passou, a gente faz um breve resumo aqui em 30 segundos. Já o referenciamento nada mais é do que você usar um monte de informações para definir um determinado lugar, para chegar num determinado lugar.
Então imagina que você está olhando do alto e você precisa chegar num lugar que você tá vendo esse lugar, mas você precisa passar informação para alguém que não está vendo ainda. Então você vai juntar os pontos, por exemplo, ó, tem uma praça, tem uma igreja também, tem um posto, um posto de saúde. E entre esses três pontos, que é um triângulo, bem no centro, quer dizer, quase no centro, um pouco mais à direita, tem uma casa vermelha com um outdoor enorme em cima que faz uma publicidade para qualquer coisa.
ali é o lugar que você tem que chegar. Isso é georreferenciamento, entendeu? Eh, fazer esse mapeamento para chegar num determinado lugar.
Ponto. Que é o que a gente vai ver aqui na imagem o que as crianças estão fazendo, que a gente vai usar como base para responder o fórum. Então, vamos lá.
Pediu para observar a figura abaixo. A gente já leu o primeiro texto e a gente vai ver o que que a figura tá dizendo. E aí tem uma criança aqui, ó.
Tá vendo? Com uma antena na mão, uma menina de cabelo rosa. E ela tá dizendo: "Segundo o satélite, os doces estão escondidos no hemisfério sul.
longitude seis, eh, quer dizer, latitude 6, longitude 37. Fique tranquilo, você não precisa se preocupar com essa questão de latitude, longitude. São apenas crianças brincando, mas usando georreferenciamento.
Beleza? E aí a criança do meio diz o seguinte: Mossoró Brasil, rua das flores 402. Então, a criança traduziu aquele aquela referência que a menina deu, lembra?
Hemisfério sula, latitude 6, longitude 37. O garoto diz: "Tá em Mossuró Brasil, rua das Flores, 402. " O terceiro diz o seguinte: armário da sala, gaveta da direita.
Pronto, esse é o lugar que a gente vai. E os três vão lá pegar o doce enquanto a vovó está dormindo com o gatinho no colo. Bem coisa de criança arteira mesmo, né?
Espera a gente dormir para fazer lá as galhofadas deles. Galhofada, como diz a minha esposa, ela gosta dessa palavra. O texto do fórum continua dizendo o seguinte: "Com base nessa ilustração, participe deste fórum, utilize em sua manifestação os conteúdos da disciplina sobre geoprocessamento em saúde, cadastramento de usuários e famílias e os elementos de construção de mapas e zoneamento ambiental.
Então, quais são as ferramentas de geoprocessamento estudadas nessa disciplina que você utiliza para conhecer, mapear, planejar e acompanhar as suas ações no território? Você também pode responder quais ferramentas você planeja utilizar após aprender mais sobre este assunto. Cite ao menos duas ferramentas.
Eh, esse é um tipo de fórum que não vai mudar muito a resposta dos estudantes, porque ele é bem específico. A maioria dos agentes de saúde no Brasil inteiro usam o mesmo sistema operacional. Mas vamos lá.
Como eu responderia então essa questão ou esse fórum e tiraria nota 10, uma resposta completa ali para o meu tutor não precisar voltar e dizer: "Olha, faltou complementar tal coisa". Isso daqui já seria suficiente para ele dar a nota 10. Vamos lá.
Ó, a imagem apresentada, que foi a primeira coisa que eu fui pedido pra gente fazer. Lembra a primeira palavra? Qual era?
Olha aqui, ó. Observe a figura abaixo. Então, já começo por ela.
A imagem apresentada de forma lúdica mostra crianças utilizando recursos de geoprocessamento para localizar os doces escondidos pela avó. Apesar da simplicidade, essa cena ilustra de maneira brilhante o que nós, agentes comunitários de saúde e os agentes de combate às endemias, realizamos diariamente o uso estratégico de conhecimento territorial. aliado a ferramentas de localização para proteger e cuidar da saúde das pessoas.
Basicamente, você conhece o território, você pessoa física, conhece seu território de ponta a ponta a sua microárea, conhece as pessoas, sabe onde estão os casos de agravamentos de saúde, áreas de vulnerabilidade, pessoas com doenças graves, pessoas iniciando doenças, pessoas teoricamente saudáveis, você conhece absolutamente tudo do seu território, mas isso não é suficiente porque você precisa desses dados. Eh, quer dizer, você precisa passar esses dados, né, o seu conhecimento para algum lugar, para onde? Para essa ferramenta de localização que ajuda proteger e cuidar da saúde das pessoas, que no seu caso, provavelmente você usa o SUS, a gente já vai falar sobre isso, tá bom?
Vamos continuar aqui, ó. Assim, eh, perdão, assim como as crianças que usaram informações de satélite, latitude, longitude, endereços precisos para mapear onde estavam os doces, nós, ACS e AC aplicamos ferramentas de geoprocessamento para mapear, planejar e acompanhar nossas ações no território. E aí eu continuo respondendo.
entre as ferramentas que utilizam, que no meu caso é utilizava, que eu conheço bem, eu conheço duas ferramentas de geoprocessamento, né? Eh, ou planejo utilizar, destacam-se a primeira, que é a mais óbvia, sistema de informação da atenção básica, né, o SIAB, ous território. Esses sistemas são fundamentais para cadastramentos de usuário e famílias.
Lembra que a gente aqui na no texto anterior, na parte de baixo aqui, ó, tá escrito assim, ó: "Aplicamos ferramentas de geoprocessamento para mapear, planejar e acompanhar nossas ações no território. " Quando a gente usa o ESSUS, não é isso que a gente faz? A gente cadastra uma família, mapeamos essa família, a gente também vai referenciar essa família.
Então, normalmente lá no campo de endereço, além do endereço, tem complemento. Muitas casas não precisam dar complemento porque elas são fáceis de serem encontradas. Mas para quem trabalha em áreas de extrema vulnerabilidade, né, onde tem muito barraco de madeira, por exemplo, lugares difíceis de serem acessados, eh, a gente normalmente bota o endereço e dá uma referência.
Então, por exemplo, olha, dona Maria mora na rua no beco cinco, na casa tal, beleza? Mas a gente precisa dar uma referência para chegar até ali, porque são muitos becos naquele lugar. Então a gente vai botar ao lado da casa da Joana, que é quem eu já conheço muito bem, ou eu vou colocar algo do tipo em frente a churrasqueira do seu Zé e assim a gente vai referenciando esse lugar que a gente mapeou.
Por que que isso é importante? Porque quando você estiver ausente, alguém vai precisar chegar lá. E não necessariamente essa pessoa que vai precisar chegar lá conhece o território como você.
Então você precisa referenciar para facilitar esse processo. Mas não é só isso, porque a gente também cuida da saúde a partir dessas informações. Vamos continuar aqui, ó, com eles.
Tô no primeiro parágrafo aqui, tá bom? Ó, depois do vou ler do início. Sistema de informação da atenção básica SIAB e SUS Território.
Esses sistemas são fundamentais para o cadastramento de usuários e famílias. Com eles registramos informações de domicílio, beleza? dados socioeconômicos.
A gente diz tudo sobre a família ali e na ficha B, né? Da saúde, a renda, do gênero, a, deixa eu ver as condições da casa, por exemplo, né? Se é casa, é chão pavimentado, chão batido, se a casa é de madeira ou ela é de tijolo, al venaria, né?
Então, a gente pode autorizar essas informações. Registramos informações de domicílios, dados socioeconômicos e as condições de saúde. Então, a gente também bota ali as questões de saúde que a gente tem acesso.
Então, pô, o usuário falou que faz que é hipertenso, mostrou para você ali a receita, eh, é diabético também, faz uso de insulina, você tem como comprovar, você vai colocar ali. Se você não tiver como comprovar, você precisa passar essa informação pra equipe. Olha, ele falou que tem, mas não tem como provar.
Aí o médico provavelmente vai solicitar uma consulta, vai conversar com ele, vai ver o histórico, tentar recuperar receitas ou encaminhar para exames, confirmar aquilo e aí sim o agente comunitário de saúde, né, vai colocar no sistema que aquela pessoa é diabética ou não, porque senão a gente vai passar informação errada. Então, a gente traz a informação. Perceba que é importante você captar a informação do usuário, mesmo que ele não tenha certeza, você pega essa informação e leva pra equipe, mas você precisa pegar essa informação.
Ah, ele tá falando grande besteira, não é possível que ele tenha essa doença. Não cabe a nós fazer esse julgamento, cabe a nós pegar essa informação e levar pra equipe, pra equipe discutir, avaliar, sugerir eh processos ali de tratamento, quer dizer, de diagnóstico e tal, para depois quem sabe iniciar um tratamento. Enfim, você já sabe como é.
Você é uma pessoa que tá muitos anos na profissão, muito mais tempo do que eu, inclusive. Então, você já sabe como funciona. Estou falando aqui basicamente, principalmente para quem é mais novo na profissão, galera, que tá chegando agora cheio de sangue no olho, então tem que tomar muito cuidado aí para não acabar exagerando, né?
Mas vamos lá, volta para cá, ó. Ah, quer dizer, volta para cá, a gente nem saiu, né? O SIAB, eh, ah, desculpa ali, ó, condições de saúde construindo uma visão ampliada do território a partir desses dados que a gente coloca no sistema.
OAB foi base histórica e hoje ous território pelo aplicativo ou fichas permite a atualização em tempo real, otimizando o acompanhamento da população. Lembra que você quer minha resposta ainda, tá bom? Assim como as crianças descobrem onde estão os doces, nós descobrimos onde estão as famílias vulneráveis, os casos prioritários de acompanhamento, os fatores de risco e as necessidades de cada microárea.
E a gente continua aqui, ó, são dois, eh, ele pede pra gente dar duas sugestões, lembra? Quer dizer, dois dois eh materiais de processamento. Segundo, mapas temáticos e isoneamento ambiental.
Então, o uso de mapas temáticos como mapas de vulnerabilidade. Então, o que que é um mapa? Se primeiro você faz um mapa do território, que é aquele delimitando a sua microárea, beleza?
Você já fez esse mapa, você sabe qual é a sua microárea. Nesse mapa temático, a gente vai escolher, por exemplo, condições de saúde para sinalizar nesse território. Então, eu quero ter um segundo mapa somente dos meus usuários que são hipertensos.
Então, vou pegar aquela microa já delimitada e vou botar ali como vermelhinho apenas os pacientes com com hipertensão, vou botar como azul ali os pacientes com diabetes e assim você vai tendo esses mapas temáticos onde você vai encontrar com mais facilidade essas pessoas e ajudar que outras pessoas também encontrem com mais facilidade. Ah, como mapas de vulnerabilidades, né, que foi o que eu acabei de falar aqui, riscos ambientais, doenças prevalentes, é essencial para planejar ações mais eficazes. Com o ge processamento conseguimos visualizar, por exemplo, áreas de risco para dengue, muito usados pelos agentes de combate as endemias, zonas com alta incidência de hipertensão ou territórios de maior vulnerabilidade social, que a gente tá falando de territórios eh com esgoto céu aberto, com rios com água poluída passando de frente para casa das pessoas, alto índice de de tuberculos também tem relação direta com vulnerabilidade social e tal.
Enfim, essa leitura geográfica do território nos permite agir de forma precisa, quase como um radar humano, igual as crianças que afinam a busca dos doces com informações de satélite, né? Que que é afinar? É ter o máximo de informações possíveis, né?
Refinar aquela busca. Além dessas duas ferramentas centrais, destaco que o georreferenciamento via GPS integrado ao ESUS são e em levantamentos locais. Lembra que muitos de nós usamos o GPS e a gente fica ali questionando, né?
O GPS, por que que tem o GPS? Tá me investigando? Não sabemos, mas a gente sabe disso aqui que eu vou falar agora.
Também tem grande potencial para fortalecer o nosso trabalho, especialmente em áreas rurais ou periferias urbanas, onde os endereços formais podem ser imprecisos. Então o GPS ele não deixa errar. É melhor até do que a informação que a gente quer dizer melhor entre aspas, né?
porque pode ter algum problema ali de dados, de envio de dados, né? Mas ele é muito bom para referenciar o local de forma exata. Elementos de construção de mapas e zoneamento.
Para o mapeamento eficiente, precisamos trabalhar elementos como identificação de pontos de interesses, exemplo, UBS, escolas, praças, áreas de risco. Aqui é para criar um mapa, né? e eh delimitação de microáreas e território de responsabilidade.
Então, a gente vai usar o mapa para delimitar a microárea e também a área de abrangência da unidade básica de saúde, que você já sabe que ela é a área toda que aquela unidade atende, todas as suas microáreas incluídas. Cruzamento de informações ambientais, sociais e de saúde para a tomada de decisão. E aí eu concluo a minha atividade, a minha resposta.
Tem que ter início, meio e fim. Beleza? Então, no início você observou a imagem, no meio mostrou as ferramentas que você usa e no final você vai só fechar ali aquela atividade com um breve resumo.
Então, assim como as crianças da tirinha conseguem com precisão localizar os doces escondidos graças ao uso da tecnologia e da interpretação dos dados, nós, ACSs e ACES somos detetives da saúde no nosso território. Utilizamos o geoprocessamento para transformar informações de eh em cuidado, dados em ação e dados em ação. Mapas em esperança concreta para as famílias que acompanhamos.
O território para nós não é apenas espaço físico, é a vida pulsante, é história, é a saúde acontecendo todos os dias e a gente usa o georreferenciamento, geoprocessamento para identificar essa vida que pulsa todos os dias, né? Seja para o bem, seja para o mal. Para o mal com relação a agravamentos de saúde, para o bem a partir de boas atividades e trabalho voltados para promoção e prevenção da saúde.
E se você não me segue no Instagram, você tem que me seguir, Léo Sobrá. Não se esqueça de deixar um like nesse vídeo, cara. Tem muita gente que assiste meus vídeos e não deixa o like e não se inscreve.
Faça sua inscrição aqui, tá bom? Espero que essa atividade tenha te ajudado e reforçando hoje às 19 horas da noite, estaremos ao vivo aqui no canal. Seja bem-vindo ao canal Agente de Saúde, Léo Sobral.
Eu sou o Léo Sobral.