e aí o olá sejam bem-vindos e bem-vindas ao primeiro módulo do treinamento cuidado em saúde desenvolvendo competências relacionais para atendimento de usuários de álcool e outras drogas como eu disse no vídeo de apresentação do módulo meu nome é érica uma das responsáveis pelo curso e neste vídeo apresentarei alguns pontos relevantes ao campo de álcool e outras drogas o informativo do módulo 1 intitulado política sobre drogas uso de substâncias e ações sobre drogas no contexto brasileiro vocês tiveram acesso a informações gerais sobre o campo de álcool e outras drogas e agora é continuaremos abordando este campo
de uma forma ampla para ressaltar que para todos os tópicos aqui discutidos existem referências que acompanha o vídeo e não informativo discutimos a política nacional sobre drogas tenia de publicado em 2005 nesse vídeo abordaremos a política do ministério da saúde para atenção integral à usuários de álcool e outras drogas publicada em 2003 a razão de termos selecionado essa política pública como um ponto a ser mencionado nessa aula se baseia no fato de que ela está pautada em uma perspectiva de redução de danos e caracteriza a rede de saúde como um local de conexão e inserção
no qual estabelecimento de vínculo entre profissionais e usuários é essencial para o processo de tratamento ao contextualizar o alcoolismo como uma um problema de saúde pública por exemplo a política de atenção integral à usuários de álcool e outras drogas aponta o processo de acolhimento como essencial para a motivação e adesão ao tratamento para o processo de acolhimento assim como nas demais etapas do processo de tratamento práticas autoritárias e o preconceituosas não devem acontecer sendo nesse e linfática e habilidades técnicas e humanizadas por parte das equipes de atendimento vocês provavelmente estão se perguntando por que trouxemos
essas duas políticas como conteúdo para o treinamento do livro intitulado outras palavras sobre o cuidado de pessoas que usam drogas organizado por loiva maria de boni santos e publicado pelo conselho regional de psicologia do rio grande do sul eduardo fácil professor da universidade federal fluminense no rio de janeiro aponta que essas políticas na área de saúde mental elas consideram primeiro o protagonismo daqueles envolvidos nas práticas de saúde tampa usuários quantos trabalhadores segundo a importância de uma visão coletiva baseada nos direitos dos usuários e terceiro se referem as tecnologias relacionais fortalecedoras dos vínculos entre as pessoas
envolvidas no processo de tratamento e já que citamos a redução de danos como marco teórico da política de atenção integral à usuários de álcool e outras drogas conversaremos agora sobre isso ana carolina da costa araújo e ronaldo rodrigues pires autores do artigo redução de danos na atenção psicossocial concepções e vivências de profissionais em 1 cápsula de escrevem a redução de danos como uma política de saúde pública que tem como objetivo minimizar as consequências negativas do consumo garantindo a liberdade de escolha do usuário e seu papel de protagonista do cuidado sob uma perspectiva histórica se estamos
novamente o professor eduardo passos dessa vez por seu artigo redução de danos e saúde pública construções alternativas a política global de guerra às drogas publicados em coautoria com cadê o paulo açúcar segundo eles a redução de danos foi adotada no brasil pela primeira vez na cidade de santos são paulo em 1989 como estratégia de prevenção a aids entre usuários de drogas injetáveis entretanto a partir do ano de 2003 as ações de redução de danos passaram a ser estratégia diretora o campo de álcool e outras drogas em um estudo sobre as concepções teóricas que orientam as
práticas de redução de danos no brasil os autores de uma ar ezequiel dos santos cássia baldini soares e célia maria sivalli campos vinculados à universidade de são paulo analisaram as publicações nacionais sobre a temática publicadas entre 1994 e 2006 neste trabalho os autores apontam que existem diferentes perspectivas sobre a redução de danos no brasil e que uma delas se traduz como uma estratégia para se chegar a usuários que não aceitam os tratamentos voltados para a abstinência sendo denominada de prevenção secundária e terciária e no trabalho de araújo em pires que se tem a pouco objetivo
também foi compreender as perspectivas sobre a redução de danos porém de uma forma prática por meio de entrevistas feitas com 13 profissionais em um centro de atenção psicossocial no ceará assim como apontado pela revisão de literatura citada anteriormente os resultados descritos no artigo apontam que os profissionais têm diferentes perspectivas sobre o tema a redução de danos ela é vista como ética do cuidado ou como uma forma de tratar a dependência considerando essa multiplicidade de visões quais pontos devemos salientar no que se refere à redução de danos ela deve ser vista como uma estratégia de garantia
dos direitos das pessoas que usam álcool e outras drogas independente de quererem um não interromper o uso sendo assim as ações e voltam para os próprios usuários os campos orientá-los para as práticas de auto cuidado podemos dizer então considerando a política de atenção integral à usuários de álcool e outras drogas do ministério da saúde e as com a hora que as brasileiras sobre a redução de danos e se alinham a esta política de ações promotoras de saúde são essenciais e profissionais devem estar familiarizados com essas práticas a fim de oferecer um atendimento de qualidade aos
usuários dos serviços nos quais atuam ressalto que no início de 2018 para um aprovadas pelo conselho nacional de política sobre drogas mudanças na política sobre drogas brasileiro abordando pontos com abstinência ea utilidade das comunidades terapêuticas essas mudanças elas são motivos de debates entre os diversos setores envolvidos no campo de álcool e outras drogas consideramos as práticas envolvidas na proposta da redução de danos como uma estratégia de promoção de saúde com tudo o que seria a promoção saúde as estratégias para a promoção de saúde se relacionam as necessidades dos indivíduos e podem ser direcionadas a uma
população saudável uma população em risco a uma população como sintomas ou população que apresente determinada com são e saúde a diferença as ações promotoras de saúde elas devem ser voltadas ao empoderamento dos indivíduos forma que possam desenvolver controle sobre o seu próprio processo de saúde um artigo que discute uso de estratégias comunicativas em contextos de saúde um dos tópicos a serem abordados neste curso o sua importância para os atendimentos de usuários de álcool e outras drogas defende que uma abordagem de promoção da saúde ecológica aborda a fatores socioeconômicos e culturais que determinam a saúde além
de fornecer informações e habilidades de vida para tomar decisões de saúde apropriada neste sentido as abordagens de redução de danos enquanto práticas que consideram os contextos de uso dos recursos psicológicos e materiais dos usuários para realização de ações terapêuticas devem ser consideradas promotoras de saúde seguiremos nos próximos módulos abordando sobre as estratégias baseadas em evidência as quais podem auxiliar em melhores resultados para os atendimentos oferecidos e já ocorreu outras drogas convidamos você a participar do fórum de discussão sobre a rede de atenção aos usuários disponível no modo um planejarmos essa atividade com a intenção de
oferecer um espaço de troca de experiências entre profissionais das mais diversas bagagem e contas até já e aí e aí e aí e aí