né? O governo Lula se negou a considerar como organizações terroristas o PT. É aprovação de dia do aché aqui, é aprovação do dia da Marielle ali.
E de fato enfrentar os problemas reais e ter coragem de fazer esse enfrentamento no plenário dessa Câmara. Parece que nós deputados federais nos acovardamos para enfrentar os problemas reais desse país, para enfrentar a criminalidade desse país. Eu lembro, aliás, que a gente poderia, inclusive fazer, como os Estados Unidos estão fazendo, uma parceria com El Salvador e mandar os chefes de facção criminosa do PCC, do Comando Vermelho, pro SECOT, pro presídio.
Gostaria aqui de agradecer aos professores e alunos do Colégio Cairoz Vicente Pires. Muito obrigado pela presença de vocês. E eu separei aqui uma surpresa.
Eu convido o deputado Quim Catagui do União Brasil de São Paulo, falar pela casa, falar pela minoria e falar pela casa também. 8 minutos. Deputado Kim, a surpresa é a seguinte.
você, como um dos deputados mais jovens dessa casa, foi eleito muito jovem em 2018, gostaria que você desse uma palavra para esses jovens que estão representando os estudantes do Brasil hoje, no dia 8 de maio de 2025, aqui da Câmara dos Deputados. Obrigado, deputado Quim Cataguiri. Obrigado pela honra inesperada de representar a casa e conversar com os estudantes.
Senhor presidente, quero dizer que aqui nessa casa, que vocês são muito bem-vindos, é onde se tem os embates, é onde se tem as divergências, onde se tem os debates, mas também onde acontecem as construções. Muitas vezes a gente vê um desprestígio, muitas vezes a gente vê discordâncias que saem da racionalidade, que às vezes afetam relações pessoais entre pais, filhos, amigos, amigas. Mas no final das contas, eu acho que a gente precisa sempre se considerar, deputado Luís Lima, nosso presidente, eh um só enquanto nação, né?
Ter uma ter um nós que precede as nossas divergências políticas. Eu acho que essa, esse é o principal recado que eu tenho para dar para cada um de vocês e também dizer que a política tem que ser pensada numa perspectiva histórica. A gente tem que pensar, deputado Hélio, não naquilo que a gente vai legislar e que vai melhorar a nossa própria vida ou a vida daqueles dos nossos contemporâneos, daquelas pessoas que estão vivendo no mesmo período que a gente.
O conservadorismo, diz Edmund Burk, é um pacto, é um contrato entre aqueles que já se foram, aqueles que vivem hoje e aqueles que estão por vir. E essa esses jovens que estão aqui hoje são a representação daqueles pelos quais a gente trabalha e que a gente pretende deixar um legado pro futuro. Então eu deixo aí minha saudação em nome da Câmara dos Deputados para cada um de vocês.
Agora, presidente Luís Lima, que Vossa Excelência me deu a honra de falar pela casa. Saindo da função institucional de falar pela Câmara e falando agora pelo meu mandato aqui em Cataguiri, eh eu gostaria de utilizar esse tempo de liderança da minoria para falar sobre uma coisa grave que aconteceu nesta semana, né? O governo Lula se negou a considerar como organizações terroristas o PT, o PCC e o Comando Vermelho, né?
Um ato falho aqui, o filha da o PCC e o Comando Vermelho, né? O governo americano enviou técnicos aqui pro Ministério da Justiça, né, para escutar o governo brasileiro, né, e oferecer a sua colaboração para enfrentar eh essas organizações criminosas. E o governo brasileiro, deputado Júlio Lopes, em vez de propor, mudar a legislação pra gente considerar o PCC e o Comando Vermelho organizações terroristas e que, portanto, a gente teria apoio internacional, inclusive dos Estados Unidos para combater, o governo brasileiro se negou.
O governo brasileiro preferiu manter a frouxidão da legislação atual. a gente tinha a oportunidade de ter a cooperação, não só dos Estados Unidos, mas de toda a OCDE para enfrentar essas organizações criminosas que já são exportadoras do crime. O PCC já é uma multinacional do crime organizado, já tá em vários países e a gente precisa da cooperação desses países para enfrentar o PCC aqui no nosso país.
Infelizmente, o governo Lula se recusou. A gente poderia nessa Câmara dos Deputados reagir, porque essa Câmara já tem projetos para considerar PCC e Comando Vermelho organizações terroristas. Seria muito mais útil, aliás, do que as pautas que a gente tem tido nessa casa, porque é aprovação de dia do aché aqui, é aprovação do dia da Marielle ali e de fato enfrentar os problemas reais e ter coragem de fazer esse enfrentamento no plenário dessa Câmara.
Parece que nós, deputados federais nos acovardamos para enfrentar os problemas reais desse país, para enfrentar a criminalidade desse país. Eu lembro, aliás, que a gente poderia, inclusive fazer, como os Estados Unidos estão fazendo, uma parceria com El Salvador e mandar os chefes de facção criminosa do PCC, do Comando Vermelho, pro SECOTE, pro presídio, pros presídios construídos por Bukelli em El Salvador, justamente para conter o avanço do crime organizado. E, aliás, Buquelli eh termina uma marca aí já de 600 dias sem um único homicídio cometido em El Salvador, mostrando a eficácia da sua política de segurança pública que deveria também ser adotada no Brasil.
Vamos sair prendendo e se resistir passar fogo. Aí, aí vai. Prendeu, matou.
Prendeu, matou, prendeu, matou, prendeu, matou, resistiu, matou. E a polícia vai, plau, plau, e prende e mata e prende e mata e prende e vai e vai. E aí é dezenas de milhares presos, centenas de milhares presos, cometedores de crime presos, muito presos.
E aí aquele cidadão comum, o seu Zé, a dona Maria de todas as cores, de todos os credos, de todas as regiões do Brasil, esse feliz depois de alguns meses, meu Deus. E onde está o ladrão do celular? morreu, veio al lembro que em 2022 todos nós parlamentares da oposição fomos impedidos de fazer qualquer vínculo, de fazer qualquer ligação entre PT e PCC, mesmo nós já tendo, né, investigações da Polícia Federal que interceptaram um membro do PCC falando sobre aspas, não são palavras minhas.
atenção. Advogado geral da União, procurador geral da República, não venha me processar, processe a Polícia Federal que obteve esses áudios, dizendo o integrante do do Primeiro Comando da Capital que com o governo petista havia aspas um diálogo cabuloso. Fecha aspas.
Mas para além disso, também houve aqui já no governo Lula 3 a recepção por parte do Ministério da Justiça do governo Lula a época comandada pelo ministro Flávio Dino da dama do tráfico do comando vermelho, da mulher do tio Patinhas, um dos chefões do comando vermelho, que foram recebidos no Ministério da Justiça para discutir política penitenciária, ou seja, o próprio bandido, o próprio chefe de facção, ditando o como, qual é a política pública que vai ser adotada pelo governo. Mais grave do que isso, depois, já na gestão do ministro Lewandowski, a ex-deputada do PSOL e advogada Janira Rocha, né, acompanhando a ONG do PCC, que foi desmantelada pelo Ministério Público de São Paulo, também trouxe aqui, foi recebida pela Câmara dos Deputados em audiência pública com o PSOL, presidida pela deputada Érica Hilton e também foi recebido pelo Ministério e de Justiça e Segurança Pública de Lewandowski, a ONG do PCC, que agora tá todo mundo preso. preso após a operação grito falso do Ministério Público de São Paulo contra essa divisão, né, essa nova divisão do PCC, que é a divisão da comunicação, que é a divisão da destruição da reputação dos promotores e policiais e juízes que atuam contra o crime organizado e agora eles presos eh em razão da ação eh do Ministério Público Paulista, da Polícia Paulista e do governo paulista, que infelizmente mesmo depois da Secretaria de Segurança Pública ter enviado.
Secretaria de Segurança de São Paulo enviou aqui pro Ministério da Justiça as provas das ligações entre o PCC e o resbolá e ainda assim o Ministério da Justiça se nega a considerar o PCC organização terrorista, né? Então essa casa tem que dar a resposta que o governo federal não dá de considerar sim organizações terroristas, de adotar o que a Alemanha adota do direito penal do inimigo. Nós temos que considerar essas facções criminosas invasões estrangeiras, estados paralelos, um estado de guerra em que nós estamos sendo invadidos e há territórios dominados por essas facções que precisam ser enfrentadas como se fossem o inimigo externo.
essa a política que nós precisamos adotar, essa declaração de guerra contra o crime organizado que nós precisamos fazer. E eu não tenho nenhum receio de fazer essa representação e de fazer esse discurso aqui na Câmara dos Deputados, aproveitando até a deixa que foi colocada pelo deputado Coronel Meira Luís Lima, esta que é a nossa última eh sessão antes do Dia das Mães que se aproxima. Infelizmente, nesse dia das mães, eu não vou conseguir encontrar minha mãe, mas eu quero deixar também a minha homenagem a ela, dona Cláudia, que o deputado Hélio conheceu.
Eh, e que ele me diz também, ó, se não me se não assinar minha frente, minha PEC aqui, vou falar com a sua mãe aí. E porque ele sabe, ele sabe que aqui eu não tenho medo de PCC, não tenho medo de Comando Vermelho, de PGR, de Supremo, eu tenho medo da dona Cláudia, que eu sei que se eu fizer coisa errada em casa lá, a chinelada canta. Então, eh, quero deixar minha homenagem aqui paraa Cláudia, minha mãe.
Te amo, mãe. E representando o que você sempre me ensinou, todos os valores com os quais você se formou, que eu faço esse discurso aqui na Câmara dos Deputados. Obrigado, presidente.
Eu que agradeço, deputado Quim Cataguiri de São Paulo do União Brasil. Parabéns pela sua disciplina. Você irá se formar em direito esse ano e você só valoriza esse congresso de disciplinado, competente, corajoso.
Um orgulho ter você aqui como nosso companheiro.