O Irã era no papel uma força militar gigantesca de 1 milhão de soldados. Mas quando o centro desse exército foi destruído em uma única operação, tudo o que restou foi uma massa armada correndo em pânico. Após a campanha aérea sem precedentes, conduzida por Israel e pelos Estados Unidos, a disciplina das forças iranianas desapareceu em questão de segundos.
Agora, generais e oficiais iranianos estão escapando, abandonando seus quartéis e se ocultando em edifícios civis. Soldados sem liderança estão deixando suas bases para salvar a própria vida e fugindo para o deserto. Segundo o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, muitos soldados iranianos querem se entregar para preservar suas vidas.
Eles procuram imunidade e estão entrando em contato aos milhares. Mas antes de começarmos, não se esqueça de curtir e se inscrever no nosso canal. As operações militares continuam em plena intensidade neste momento e seguirão até que todos os objetivos sejam atingidos.
Para compreender a gravidade da situação, é necessário começar pelos relatos dos próprios soldados. Desde que Camenei foi atingido, todas as bases militares em todo o Irã foram colocadas em confinamento rigoroso, enquanto seus comandantes desapareceram repentinamente. Alguns escaparam, outros morreram e outros simplesmente se esconderam para sobreviver.
Sem ordens e sem liderança, a confusão tomou conta dos quartéis. Soldados relatam que não sabem sequer o que precisam fazer. Alguns afirmam que passaram noites dormindo do lado de fora das bases, sem qualquer orientação.
Esses relatos mostram que o regime perdeu completamente sua disciplina militar. Sem receber ordens, muitos soldados passaram a procurar abrigo em edifícios civis. O regime parece caminhar para um processo de colapso no qual soldados desejam se entregar enquanto generais se escondem e fogem.
Outro integrante das Forças Armadas iranianas fez uma declaração em 6 de março confirmando esse cenário. Em seu depoimento, ele jurou diante de Deus, do profeta e de sua família, que trabalharia pelo povo e permaneceria ao lado dele. Disse ainda que era um [música] soldado do povo e que, se necessário, daria a própria vida por eles.
Dentro das Forças Armadas iranianas, a situação é descrita como caótica. Comandantes desapareceram, quartéis estão vazios e soldados estão dormindo nas ruas em vez de permanecer em suas bases. A cadeia de comando de um exército de 1 milhão de homens está se desfazendo rapidamente.
Em menos de uma semana, desde o início dos bombardeios conjuntos de Estados Unidos e Israel, em 28 [música] de fevereiro, o exército iraniano tornou-se praticamente irreconhecível. Centenas de milhares de soldados estão presos em instalações subterrâneas, enquanto aqueles que permanecem na superfície estão dispersos. Muitos comandantes estão mortos ou desaparecidos.
Ao mesmo tempo, surgem vozes dentro das próprias forças armadas, dizendo que permanecerão ao lado do povo. Esse processo começou com a morte de Camenei e rapidamente se transformou em uma operação de decapitação militar sem precedentes. Durante as 72 horas críticas [música] entre 1eo e 3 de março, o sistema nervoso militar do regime foi completamente paralisado.
Entre os eliminados estavam o ministro da defesa, Aziz Nazir Zadé, o comandante da Guarda Revolucionária Mohammad Pacpur, o chefe do Estado Maior, Abdel Rahim Mouav, Ali Shamcani e [música] mais de 50 generais e estrategistas de alto escalão. Em 4 de março, as forças de defesa de Israel confirmaram oficialmente que 40 comandantes de alto nível haviam sido mortos. Com isso, a cadeia de comando foi quebrada e as unidades de inteligência e operações da Guarda Revolucionária se fragmentaram.
Enquanto o regime enfrentava uma crise de sucessão, a coordenação dentro do exército simplesmente desapareceu. Soldados ficaram incapazes de receber ordens. O desaparecimento do Comando Central teve um efeito devastador e imediato sobre as centenas de milhares [música] de soldados espalhados pelo território.
Quando a disciplina desaparece, um exército deixa de funcionar como força de segurança e passa a se tornar uma massa armada que questiona [música] sua própria existência e propósito. relatórios vindos do Irã nos dias 5 e 6 de março revelam o grau dessa desintegração. Soldados que entraram em [música] contato com o canal Iran International relataram que após a morte de Ali Kenei e dezenas de comandantes militares, alguns oficiais abandonaram seus quartéis, deixando os soldados em condições perigosas e obrigando-os a permanecer de guarda enquanto os bombardeios continuavam.
Nesse contexto, ganha importância o apelo feito pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. nas primeiras horas da guerra, oferecendo aos militares iranianos a possibilidade de se render. Enquanto isso, generais iranianos adotaram uma estratégia muito mais controversa.
Um vídeo divulgado na internet mostrou membros das Forças Armadas da República Islâmica estacionados em um centro esportivo civil na cidade de Casvin. A localização foi identificada como [música] o complexo esportivo Marta Babai. Nos últimos dias, surgiram questionamentos sobre o uso de áreas civis durante o conflito.
Segundo o site Iran Wer, um ex-funcionário do governo que serviu durante 8 anos na Guarda Revolucionária durante a guerra Irã Iraque, afirmou que à medida que os ataques contra instalações militares aumentavam, autoridades passaram a utilizar [música] edifícios pertencentes à Universidade Islâmica Azad e diversas escolas para alojar forças militares. Para muitos analistas, isso representou uma prova dolorosa do desespero do regime e do colapso do mito militar que havia sido construído durante décadas. O cérebro do exército havia sido destruído e agora o [música] corpo lutava para continuar funcionando.
Enquanto o pânico se espalhava dentro das Forças Armadas, um novo acontecimento na noite de 6 de março desferiu outro golpe psicológico devastador contra o regime. Cerca de 50 caças da Força Aérea Israelense atacaram o búnker subterrâneo multifuncional atribuído a Comain. O ataque utilizou mais de 100 munições guiadas de precisão e destruiu aquele que era considerado um dos símbolos de segurança mais protegidos do regime.
Quando os locais que um líder considera mais seguros são destruídos, surge inevitavelmente a pergunta entre os soldados no terreno: o que exatamente estamos protegendo? Esse colapso militar dentro do Irã não é um evento isolado, cujas consequências permanecem restritas às ruas de Teran ou aos desertos de Isfar. Trata-se de uma ruptura profunda nas linhas de equilíbrio que sustentam o mapa político do Oriente Médio.
Com o cérebro destruído e o corpo de um exército de 1 milhão de homens paralisado, a rede regional de aliados e [música] grupos armados apoiados por Teran conhecida como o eixo da resistência, ficou repentinamente sem liderança, sem recursos e sem direção. Primeira onda desse impacto já é sentida no Líbano. Durante décadas, o resbolá dependeu diretamente da força Coods, da Guarda Revolucionária para logística, financiamento e orientação estratégica.
Oficiais iranianos. Muitos deles, membros de elite dessa força, forneciam aconselhamento militar e exerciam grande influência sobre as operações do grupo. No entanto, hoje generais e oficiais iranianos estão deixando a região.
Relatórios publicados em 5 de março indicam que dezenas de oficiais da Guarda Revolucionária fugiram de Beirute nas últimas [música] 48 horas, temendo se tornar alvos. A segunda onda de impacto aparece no equilíbrio de poder no Golfo. Grupos armados no Yemen ou milícias no Iraque costumavam utilizar o poder militar iraniano como escudo estratégico.
Mas um exército cujos soldados estão mortos nas ruas e cujos oficiais fogem perde completamente seu poder de dissuazão. Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e outros atores regionais observam ao vivo como uma ameaça que dominava o equilíbrio regional foi neutralizada em poucos dias por uma campanha aérea altamente sofisticada. Para esses países, o cenário é interpretado como [música] um incentivo para abandonar antigas cautelas e adotar posições mais firmes em relação ao Irã.
A exposição clara das fragilidades militares iranianas criou um vazio de poder que pode remodelar toda a arquitetura de segurança do Oriente Médio. A terceira e talvez mais destrutiva onda ocorre dentro do próprio Irã, afetando diretamente a população civil. Durante 40 anos, o regime construiu uma narrativa, segundo a qual nenhum inimigo poderia sequer se aproximar das fronteiras do país e que a Guarda Revolucionária garantia a segurança nacional.
Quando essa narrativa entra em choque com a realidade de comandantes escondidos em ginásios e soldados dormindo no deserto, surge uma ruptura profunda na percepção pública. A população percebe que a gigantesca máquina [música] militar financiada ao custo de enormes sacrifícios e crises econômicas entrou em colapso [música] no primeiro grande teste real. Isso aumenta o número de soldados que afirmam esperar o momento certo para agir e, ao mesmo tempo reduz drasticamente o medo que muitos cidadãos ainda tinham do regime.
Quando o medo desaparece, as chances de sobrevivência de um regime tornam-se muito menores. Um dos movimentos mais marcantes desse conflito foi o uso intenso de guerra psicológica. O apelo de Donald Trump oferecendo uma oportunidade de rendição nas primeiras horas da guerra não foi apenas propaganda, [música] foi uma mensagem direcionada diretamente à mente dos soldados no campo de batalha.
Enquanto mísseis de alta tecnologia explodiam sobre suas cabeças, eles recebiam constantemente a mesma mensagem. Seus líderes estão abandonando vocês. Depoimentos indicam que essas mensagens circularam por rádios, panfletos e smartphones.
E a própria realidade no terreno reforçava essa narrativa quando soldados viam oficiais fugindo e se escondendo em edifícios civis. No final, abrigos subterrâneos destruídos, [música] quartéis vazios e generais escondidos em centros esportivos civis não indicam apenas a perda de uma guerra. Eles revelam o colapso de uma ilusão construída durante 40 anos.
Bilhões de dólares investidos em poder militar e décadas de retórica estratégica desmoronaram em poucos dias diante de uma força tecnologicamente superior e determinada. Os mísseis de Israel e dos Estados Unidos não destruíram apenas edifícios. Eles também romperam a cadeia de comando, quebraram a confiança dos soldados em seus líderes e eliminaram o último vestígio de respeito que parte da população ainda mantinha pelo regime.
O dia em que soldados se escondem atrás do próprio povo é o dia em que o espírito daquele exército e daquele regime morre. O que resta é um [música] passado enterrado no subsolo e um corpo sem cabeça na superfície. aguardando o seu próprio fim.
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