O excesso de produtividade tá acabando com a nossa criatividade e essa pressa em criar cada vez mais conteúdo só esconde que, na verdade, não tinha nada para dizer. Eu sei que parece até um pouco exagerado, mas é a verdade. Eu vi um vídeo semana passada onde, na verdade, foram vários, né, onde cada um deles dava uma dica sobre a faz isso aqui, usa esse novo prompt para você conseguir fazer 30 conteúdos em 20 minutos e não sei o quê.
É sempre mais. Então é mais produção em menos tempo. E a primeira coisa que eu pensei quando eu vi isso não foi: "Nossa, que incrível, vou conseguir fazer um monte".
Mas foi: "Tá, o que exatamente todos esses conteúdos t para dizer? " A situação aqui que eu tô querendo dizer não é a quantidade, nunca foi. É que hoje eu quero trazer uma coisa aqui para vocês que eu não vejo quase ninguém falando, é o quanto esse excesso de produtividade, em vez de otimizar, na verdade ele tá matando a nossa forma de enxergar o nosso produto, a nossa marca, a nossa identidade mesmo.
E aqui não é uma crítica à ferramenta IA, tá? é sobre o que essa ferramenta tira da gente quando você usa do jeito errado. E eu vou te mostrar exatamente onde isso acontece e o que que você pode fazer para evitar perder totalmente sua criatividade com esse excesso de produtividade.
Primeiro, se você não me conhece, eu me chamo Cle, eu ensino a criação de conteúdo para produto artesanal aqui no YouTube e em outras redes sociais também. E eu resolvi falar disso porque tá uma onda gigantesca, eu não sei se já chegou aí no seu feed, mas sobre sempre você produzir mais, maior volume, maior quantidade, mais vídeos em menos tempo. E junto com isso vem nova IA, nova atualização, novo propt.
É sempre, eu, eu não sei você, mas eu sinto como se fosse uma avalanche de informações. E o pior disso tudo é que vem sempre com uma promessa tão escancarada que fica até às vezes difícil de você negar. Então, é para gerar vídeo, é para gerar legenda, é para gerar mais conteúdo.
E aquela promessa que finalmente você vai estar dando conta, porque a gente que acaba usando a rede social como uma forma de divulgação do nosso trabalho, a gente tá sobrecarregado. Essa é a verdade, por você tem suas coisas para fazer, a sua estratégia de negócio, a sua marca, seu produto físico e ainda tem que pensar em divulgação. Então você está sobrecarregado, sim.
E essa promessa de que agora você vai dar conta, se você utilizar se a se você fazer isso, aquilo, produzir tanto conteúdo assim em pouco tempo, ela realmente é muito atraente. Não tem como negar. E eu entendo essa questão do apelo, porque quem nunca se sentiu sobrecarregado?
Quem nunca não sentiu que não ia dar conta de tanta coisa, de tanta informação, de tanta coisa digital acontecendo de uma só vez? Às vezes a gente parece que não tem ideia suficiente paraa quantidade de conteúdo que tem que produzir para ser visto, conseguir divulgar teu produto e finalmente ganhar dinheiro com aquilo que você faz. Mas é exatamente aqui que mora o problema e é isso que eu quero mostrar para vocês.
Por quê? O problema não está em otimizar, mas está em otimizar um conteúdo que muitas vezes não tem intenção nenhuma. Então você está otimizando o vazio, não tá sendo algo que realmente vai acrescentar alguma coisa.
Mas é aqui que mora o problema, que é exatamente isso que eu quero mostrar para vocês. O problema não está na otimização, mas na falta de intenção daquilo. E muitas vezes as coisas estão se confundindo.
A questão de produzir mais, ter mais conteúdo, é como se você realmente tivesse tanta coisa assim para falar e tivesse tanta intencionalidade no seu conteúdo. E sinceramente, o por que a gente ainda cai nessa? O fato é que ninguém não tá produzindo porque tem preguiça.
E isso é real. Você tá se esforçando para divulgar, você não faz por preguiça de pensar. O fato é que ninguém corre atrás de produzir mais e tal por preguiça de pensar, mas a gente corre atrás porque a gente tem medo.
Por exemplo, a gente tem medo de ser punido pelo algoritmo, de que se a gente se afastar das redes, não postar todos os dias, não estar tão presente, as pessoas vão se esquecer ou o algoritmo vai punir, então ele não vai mais entregar tanto teu conteúdo. E isso traz um medo tão gigante como se a mínima queda da sua visualização do seu alcance, significasse que o seu negócio estaria em plena ruína. A gente colocou um peso muito forte nessa questão do algoritmo e da visualização, mesmo que isso não significa nada.
Do tipo, o fato de você ter muita visualização daquele conteúdo específico não necessariamente significa que você vendeu muito, né? Então tem essas coisas também, mas a gente tem sim o medo do algoritmo. Além disso, existe o medo de ficar para trás.
Por exemplo, quando lançou o Cloud, tava muita gente falando dele. Caraca, muita gente mesmo. E eu cheguei até comentar, postar lá no trad, não sei se você usa.
Eu não uso, tá? É raramente. Eu é mais para ficar futricando, vendo aquelas fofoca alheia de gente falando coisas nada a ver, que eu nunca vi.
Mas aí eu fico curiosa e fico olhando. Eu cheguei lá a perguntar lá se era de fato interessante aprender o cloud, porque eu tinha tanta coisa para fazer, eu tinha tanta demanda que parar a minha vida para aprender a mexer no cloud, poxa, aquilo ali ia me custar bastante coisa. E eu questionei, muita gente falou: "Não, se você usa o chat GPT no Pro e tal, não sei o quê, tá resolvido".
A outra: "Não, se você precisa de automação, aí é o chat, é o cloud, né? O cloud que é o melhor. Por quando sempre surge uma atualização, uma coisa nova, a gente fica com aquele medo de ficar para trás.
Sem contar que às vezes existe aquela promessa de que só você não sabe usar, só você está fora. E aí você pensa, pô, se só eu tô fora e todos os meus concorrentes estão dentro, então eu tô para trás, né? Então a gente fica com esse medo mesmo de ficar para trás e nessa angústia de ver que tem tanta gente postando direto, tanta gente fazendo tudo, você fica, pô, eu também preciso fazer isso, eu preciso fazer mais que o meu concorrente, porque eu preciso vender o meu produto artesanal.
E aí a gente fica nessa aflição também. Outro ponto que faz a gente cair nessa de querer produzir mais é o medo de não ser produtivo o suficiente. E aqui eu já falo, eu detesto trabalho enquanto eles dormem.
Minha filha não dorme enquanto tá todo mundo dormindo, porque você precisa descansar para conseguir dar conta de tudo, tá? Já começa por aí. Na época que eu tava na FAB, tinha um encarregado, um suboficial que ele falava uma coisa que eu achava assim bem interessante.
Teve uma época que a gente tava assim muito sobrecarregado, muito sobrecarregado, tinha muita manutenção de aeronave que tinha que fazer porque tava tendo modernização de uma aeronave, enfim. E aí tinha assim muita coisa para fazer, sabe? coisas que a gente às vezes fazia eh periodicamente, como estava tendo uma modernização, a gente teria que fazer em todos os aviões da FAB dentro daquele modelo.
Enfim, isso era assim, muita coisa, tá? muita coisa mesmo. E aí algumas pessoas começaram a chegar muito cedo e continuar trabalhando e ficar até bem tarde.
E esse suboficial é foi bem interessante uma coisa que ele disse uma vez, é que ele era contra isso. Ele não gostava porque muitas vezes na hora do almoço a gente continuava trabalhando, a gente só ia comer e voltava a trabalhar. E lembrando, militar não recebe hora extra, tá?
É, tá tudo incluso no salário normal. Então não, o fato de você trabalhar mais não significa nada. a gente ficava mais pelo trabalho mesmo.
E aí ele falou uma coisa que isso me marcou e eu levei isso até pra vida, que se você precisa ficar além do teu horário, não significa que você está sendo mais produtivo, significa que você não sabe se organizar. E quando ele falou isso, eu falei: "Caraca, mano! " Porque ele falou assim, uma pessoa que é organizada dentro daquilo que ele precisa fazer, por mais que tenha muita coisa, ela vai dar conta dentro do horário dela.
Se não deu conta, vai pro próximo dia. Ela não vai deixar que o trabalho ultrapasse a vida pessoal. E aí quando ele pegou e falou que seria uma espécie de falta de organização, eu tomei um pouco de vergonha na minha cara e me organizei melhor.
E de fato eu não precisei ficar mais tempo. E muitos dos que ficavam também não precisava. só precisava ficar de fato além do horário quando era questão de teste e os testes ali em determinados eh equipamentos, motores, enfim, são questões de horas.
Então não adianta você se organizar, você precisa daquelas horas, sabe? Era necessário para a manutenção. Então, só nesses casos que de fato a gente precisava ir além.
Só que existe aquela coisa de que você só é válido, você só vale como pessoa se você produz muito, se você trabalha muito. É como se a sua qualidade como pessoa estivesse totalmente atrelada ao quanto você produz. E não é quem você, não é a sua personalidade, não é o teu caráter, nada disso.
É se você é capaz de produzir muito. Se você é capaz de produzir muito, então você tem valor. Se você não é capaz de produzir muito, então você não vale nada.
Essa é uma visão que muitas pessoas têm e muitas que tem sobre as outras pessoas também. Então, pelo medo de não ser produtivo o suficiente, você começa a correr atrás de mais coisa para conseguir produzir mais, fazer mais, abraçar o mundo com as pernas, mesmo que você esteja à beira de ter um piripacque. Você vai fazer isso porque você não quer ser visto como preguiçosa.
Você não quer ser visto como aquela, quer ser vista como aquela pessoa que não tenta o suficiente. Você tenta o suficiente até além. Cara, nada a ver com isso.
Mas entra muito essa questão que nem a mãe guerreira. Gente, eu detesto mãe guerreira. Mãe guerreira é mãe sobrecarregada, na minha visão.
Ah, é porque é muito guerreira, é porque não tem o pai ali ajudando, ou melhor, fazendo um papel de pai. Mas enfim, não vou entrar no mérito, mas entra nisso também, porque o esforço, aquela coisa de forçar, de ir além do seu máximo, isso sim é valorizado. E aí a gente acaba fazendo mais do que aguenta de fato.
Então a gente, no final das contas acaba sendo reduzido ao tanto que a gente consegue produzir, ao nosso produto. E o problema é que esses três erros nos levam pra mesma direção, que é o fato de fazer mais, produzir mais, ser mais rápido, maior quantidade. Só que nenhum deles responde a pergunta do ser mais rápido para dizer o quê?
O que que é tão importante que eu tenho que assim vomitar tanta informação de uma vez? A gente trocou a pergunta do o que eu quero comunicar pela pergunta, o quanto eu consigo produzir? E isso muda completamente a maneira como a gente olha o conteúdo, porque a gente muda a nossa entrega, a gente muda o nosso formato, a gente coloca tudo para conseguir fazer mais e não para conseguir comunicar melhor ou até a mensagem que você de fato quer comunicar.
Essa coisa de querer sempre mais muda até a forma como a gente consegue se conectar com o nosso público. Por quê? É como se a gente só pensasse em falar e não conseguisse nem parar para ouvir o que de fato é importante para aquelas pessoas que a gente quer vender.
Mas aí quando você otimiza um processo que já tem intenção, ótimo, é para isso que serve mesmo. Você economiza tempo. O problema é quando você otimiza algo que não tem intenção nenhuma, quando você está otimizando o vazio.
É nada com nada. E isso acontece porque quando você tá sempre produzindo mais, mais, mais rápido, mais, mais, mais, você não consegue parar para pensar e analisar se aquilo faz sentido. Você não consegue nem olhar pro teu produto para conseguir enxergar o diferencial dele.
Você não tem aquela pausa para sentir o teu trabalho. Você só quer, pá, jogar no outro, jogar no outro para produzir mais, para fazer mais. Só que sem essa pausa você não consegue nem escolher o que você quer comunicar pro teu público.
E se você não tem essa escolha, você não consegue nem colocar teu ponto de vista. Então, por que que eu compraria de você e não do outro? Tá tudo tão genérico, tá tudo mais do mesmo.
O resultado disso tudo é que o conteúdo ele parece produto, sabe? Só parece, mas é só ruído, é vômito de informação. Você tá jogando uma porrada de coisa na cabeça da pessoa e muitas vezes sem intenção nenhuma.
é meio que feito só por fazer, só para fazer volume, só para conseguir estar presente ali na rede social. Só que aí quando a gente percebe nessa situação e alguém tá sem ideia de conteúdo, na verdade não é que ela tá sem ideia, ela tá sem pausa. Quantas vezes eu fiz isso e eu super recomendo você, que quando você tá com a cabeça tão cheia, sai do seu trabalho e vai caminhar, vai fazer qualquer coisa, vai jogar videogame, vai olhar pro nada, vai ler um livro, vai ver uma série, você precisa pausar.
Eu não consigo nem contar nos meus dedos a quantidade de vezes que eu tive ideias de projetos, de tudo, de produtos, enquanto eu caminhava do nada. E não é correndo, tá? Porque correndo minha cabeça nem pensa, mas é quando eu tava caminhando aleatoriamente, olhando pro nada, olhando pra árvore, pensando na vida, ouvindo música.
Porque essas pausas são necessárias pra gente conseguir nutrir a nossa criatividade. Porque são esses olhares que a gente tem paraa vida que a gente consegue captar algumas coisas. Às vezes um cenário, uma cor, uma situação de uma criança brincando, às vezes até um acontecimento enquanto você tá caminhando.
Tudo isso vai nutrir a tua imaginação, a tua criatividade. Você vai conseguir construir um conteúdo muito melhor do que esses 30 conteúdos em 20 minutos. Muitas vezes a gente precisa desse silêncio para alguma ideia amadurecer, para ela conseguir se desenvolver.
Mas olha como é irônico, né? Eu falo aqui com artesãs que sabem como é importante a gente parar e fazer as coisas com calma, fazer ali na manualidade, o negócio devagar, mas na hora de criar não faz isso, né? Na hora de criar sai vomitando um monte de informação para conseguir produzir muito.
E olha, não vamos misturar as coisas, tá? Do ah, eu não produzo muito porque eu não tenho ideia, não, né? Porque a pessoa fala: "Ah, eu quase não posto porque eu não tenho ideia", né?
Não vamos nos extremos também, não. Isso também é trabalhado. É a questão da criatividade.
O que eu tô querendo dizer aqui é você que acaba produzindo demais, se cobra para fazer demais e nem parou para olhar o quanto falta de intenção naquilo que você tá apostando, tá? Então, é esse ângulo que a gente tá olhando hoje. E uma coisa que pega muito, por exemplo, quando uma fábrica, vamos comparar aqui com o artesanato, tá fazendo um produto que é para aparecer artesanal.
Cara, ele pode até aparecer artesanal está tecnicamente assim bonitão, igualzinho, mas não tem a alma, sabe, do artesanato, não tem aquela questão de feito um a um, aquela produção. Não existe isso. E é exatamente isso que acontece com o conteúdo.
Quando você acaba querendo criar de uma vez sem essa pausa de respiro, ele pode estar tecnicamente correto, tá gancho, pode tá tudo certo, mas não vai ter aquele tempero que é seu, não vai ter aquela coisa diferente que só vem de você. E essa coisa diferente só vem quando você pausa para olhar, para enxergar as coisas ao seu redor. A criatividade não é um recurso que a gente consegue acelerar, sabe?
Quem trabalhou com isso entende. Quem é artista, quem é artesão, vocês entendem disso. A criatividade muitas vezes ela precisa do nada para conseguir sair da gente.
A gente não consegue acelerar esse processo. E quanto mais a gente força, menos ideia a gente tem. Quando a gente compara, cara, dois conteúdos, um só com prompt de A e um que a pessoa vivenciou mesmo que ela tenha usado a IA depois para filtrar.
Lembrando que isso aqui não é uma crítica IA, mas essa otimização louca sem intenção. Lembra disso? Quando a gente compara essas duas aqui é só do prompt, fica algo muito genérico, porque você tem a sua experiência, você tem seus exemplos, você tem a sua vivência.
Isso aqui que faz seu conteúdo ser você. É isso que faz alguém parar, olhar e prestar atenção em você. Porque não é algo porque não é algo comum, não é algo genérico, é algo seu.
E quando a gente para para pensar e compara a parte humana com, sei lá, uma iá, o humano ele é muito contraditório. Então assim, a nossa criação ela é falha, ela é contraditória, é isso que torna tudo tão diferente e tudo tão único. Por isso que é importante você pausar e se dar, de certa forma, o luxo de conseguir amadurecer as suas ideias, deixar que elas aconteçam no tempo certo.
E quando você consegue conectar tudo isso, você pode usar IA para otimizar, pode para ganhar tempo, para conseguir fazer mais aquele conteúdo que já funcionou, que você já conseguiu fazer, que você já colocou o teu tempero. Aí sim essa questão de otimização vai servir, porque teve intencionalidade no conteúdo que veio antes. Você conseguiu criar com intenção e a partir disso você está otimizando o seu tempo.
E o que eu quero trazer aqui para vocês não é a questão do poste mais, poste menos, não é isso, mas é você parar para na hora de você publicar você prestar atenção se aquilo que você está publicando de fato está comunicando algo que o seu cliente vai achar interessante, que para ele é válido, ou você só tá criando por criar para não ser esquecida pelo algoritmo, porque de vez em quando, OK, mas quando isso se torna a maior parte do seu conteúdo, você está ficando completamente mente genérica, você tá perdendo o seu tempero, tá perdendo a tua identidade, a identidade da tua marca ali. E na hora que você pratica e cria seu conteúdo, você vai ver que é muito mais fácil você aprender do que qualquer outra ferramenta. E sendo bem sincera, quanto mais você pratica e faz o seu jeito, erra, arruma, mais rápido você aprende.
Só que ninguém te fala isso porque isso não vem de ferramenta. A ferramenta ela tá atrelada à aquela promessa pelativa de que agora você vai dar conta, só que você precisa da pausa. Você precisa raciocinar e amadurecer a tua ideia.
De verdade. Eu espero que esse conteúdo tenha te ajudado, que você não fique aí louca atrás de fazer tanto. Você é uma artesã e é isso que torna o teu trabalho único.
É o fato de você fazer. Mas na hora de divulgar você às vezes apela somente para ir a sendo que na hora de criar o teu produto é você. Porque você sabe que isso é diferente, você sabe que você tem o teu jeito, você tem essa criatividade.
Espero que vocês tenham gostado desse vídeo e se vocês gostam de análise de conteúdo, aproveito para convidá-los para participar da minha área de membros, que é onde eu analiso os conteúdos de membros, principalmente eu falo sobre e onde tem intenção, onde não tem intenção, onde a gente pode melhorar. Então, se para você faz sentido, aproveita para clicar aqui e ser membro do canal. E eu vejo vocês na sexta-feira para quem for membro e para quem não é, vejo vocês na próxima semana.
Até lá.